107. OBRAS COMPLETAS DE SIGMUND FREUD NUMA RELEITURA DE OSNY MATTANÓ JÚNIOR - A PSICANÁLISE DO AMOR - VOL. 10 (2026).
Duas histórias clínicas
(O “Pequeno Hans” e o “Homem dos ratos”)
A Psicanálise do Amor
VOLUME X
(1909)
RELEITURA de
Osny Mattanó Júnior
19/02/2026
ANÁLISE DE UMA FOBIA EM UM MENINO DE CINCO ANOS (1909)
NOTA DO EDITOR INGLÊS
ANALYSE DER PHOBIE EINES FÜNFJÄHRIGEN KNABEN
(a) EDIÇÕES ALEMÃS:
1909 Jb. psychoanal. psychopath. Forsch., 1 (1), 1-109.
1913 S.K.S.N., III, 1-122 (1921), 2ª ed.).
1924 G.S., 8, 129-263.
1932 Vier Krankengeschichten, 142-281.
1941 G. W., 7, 243-377.
1922 ‘Nachschrift zur Analyse des kleinen Hans’, Int. Z. Psychoanal., 8 (3), 321.
1924 G. S., 8, 264-5.
1932 Vier Krankengeschichten, 282-3.
1940 G. W., 13, 431-2.
(b) TRADUÇÃO INGLESA:
‘Analysis of a Phobia in a Fiver-Year-Old Boy’
1925 C. P., 3, 149-287. - ‘Postscrip (1922)’, ibid., 288-9.
(Trad. de Alix e James Strachey.)
A presente tradução inglesa é reimpressão, com algumas modificações e notas adicionais, da versão inglesa publicada pela primeira vez em 1925.
Alguns registros da primeira parte da vida do pequeno Hans já tinham sido publicados por Freud dois anos antes, em seu artigo sobre ‘O Esclarecimento Sexual das Crianças’ (1907c). Nas primeiras edições desse artigo, contudo, referia-se ao menino como ‘pequeno Herbert’; mas o nome foi mudado para ‘pequeno Hans’ depois da publicação da presente obra. Este caso clínico também foi mencionado, em breve referência, em outro dos artigos anteriores de Freud, ‘Sobre as Teorias Sexuais das Crianças’ (1908c), publicado pouco tempo antes do presente artigo. É digno de nota que em sua primeira publicação no Jahrbuch este artigo não foi descrito como sendo ‘da
autoria’ de Freud, mas como ‘comunicado por’ ele. Em nota de rodapé acrescentada ao oitavo volume dos Gesammelte Schriften (1924), o qual continha este caso clínico e os outros quatro longos casos, Freud observa que esse foi publicado com o consentimento expresso do pai do pequeno Hans. Essa nota de rodapé encontra-se no final das ‘Notas Preliminares’ ao caso de ‘Dora’ (1905e, ver em [1], 1972). Muitas das mais importantes teorias debatidas no presente caso clínico já foram publicadas no artigo ‘Sobre as Teorias Sexuais das Crianças’. Ver Nota do Editor Inglês a esse trabalho, ver em [2], 1976.
A pequena tabela cronológica que se segue, baseada em dados extraídos do caso clínico, pode ajudar o leitor a acompanhar a história:
(1903) (Abril) Nascimento de Hans.
(1906) (Aet. 3 - 3 3/4) Primeiros relatos.
(Aet. 3 1/4 - 3 1/2) (Verão) Primeira visita a Gmunden.
(Aet. 3 1/2) Ameaça de castração.
(Aet. 3 1/2) (Outubro) Nascimento de Hanna.
(1907) (Aet. 3 3/4) Primeiro sonho.
(Aet. 4) Mudança para um novo apartamento.
(Aet. 4 1/4 - 4 1/2) (Verão) Segunda visita a Gmunden.
Episódio do cavalo que mordia.
(1908) (Aet. 4 3/4) (Janeiro) Episódio da queda do cavalo. Irrupção da fobia.
(Aet. 5) (Maio) Fim da análise.
INTRODUÇÃO
Nas páginas seguintes proponho descrever o curso da doença e o restabelecimento de um paciente bastante jovem. O caso clínico, estritamente falando, não provém de minha própria observação. É verdade que assentei as linhas gerais do tratamento e que numa única ocasião, na qual tive uma conversa com o menino, participei diretamente dele; no entanto, o próprio tratamento foi efetuado pelo pai da criança, sendo a ele que devo meus agradecimentos mais sinceros por me permitir publicar suas observações acerca do caso. Todavia, sua ajuda ultrapassa esta contribuição. Ninguém mais poderia, em minha opinião, ter persuadido a criança a fazer quaisquer declarações como as dela; o conhecimento especial pelo qual ele foi capaz de interpretar as observações feitas por seu filho de cinco anos era indispensável; sem ele as dificuldades técnicas no caminho da aplicação da psicanálise numa criança tão jovem como essa teriam sido incontornáveis. Só porque a autoridade de um pai e a de um médico se uniam numa só pessoa, e porque nela se combinava o carinho afetivo com o interesse científico, é que se pôde, neste único exemplo, aplicar o método em uma utilização para a qual ele próprio não se teria prestado, fossem
as coisas diferentes.
O valor peculiar desta observação, contudo, reside nas considerações que se seguem. Quando um médico trata de um neurótico adulto pela psicanálise, o processo que ele realiza de pôr a descoberto as formações psíquicas, camada por camada, capacita-o, afinal, a construir determinadas hipóteses quanto à sexualidade infantil do paciente; e é nos componentes dessa última que ele acredita haver descoberto as forças motivadoras de todos os sintomas neuróticos da vida posterior. Estabeleci essas hipóteses em meus Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (1905d) e estou ciente de que, a um leitor leigo, elas parecem tão estranhas quanto parecem, para um psicanalista, não ser controvertidas. Mas até mesmo um psicanalista pode confessar seu desejo de ter uma prova mais direta, e menos vaga, desses teoremas fundamentais. Seguramente deve existir a possibilidade de se observar em crianças, em primeira mão e em todo o frescor da vida, os impulsos e desejos sexuais que tão laboriosamente desenterramos nos adultos dentre seus próprios escombros - especialmente se também é crença nossa que eles constituem a propriedade comum de todos os homens, uma parte da constituição humana, e apenas exagerada ou distorcida no caso dos neuróticos.
Tendo em vista essa finalidade, venho por muitos anos encorajando meus alunos e meus amigos a reunir observações da vida sexual das crianças - cuja existência, via de regra, tem sido argutamente desprezada ou deliberadamente negada. Entre os materiais que me chegaram às mãos como resultado desses pedidos, os relatos que recebi em intervalos regulares sobre o pequeno Hans logo começaram a assumir uma posição proeminente. Seus pais estavam ambos entre meus mais chegados adeptos e haviam concordado em que, ao educar seu primeiro filho, não usariam de mais coerção do que a que fosse absolutamente necessária para manter um bom comportamento. E, à medida que a criança se tornava um menininho alegre, bom e vivaz, a experiência de deixá-lo crescer e expressar-se sem intimidações prosseguiu satisfatoriamente. Agora passarei a reproduzir os apontamentos sobre o pequeno Hans feitos por seu pai, tais quais o recebi; também me absterei evidentemente de fazer qualquer tentativa de desvirtuar a naïveté e a franqueza da criança, como tal, com a realização de emendas convencionais.
Os primeiros relatórios a respeito de Hans datam de um período em que ele estava para completar três anos de idade. Naquela época, por intermédio de várias observações e perguntas, ele demonstrava um interesse particularmente vivo por aquela parte do seu corpo que ele costumava chamar de seu ‘pipi’. Tanto que certa vez perguntou a sua mãe:
Hans: ‘Mamãe, você também tem um pipi?’
Mãe: ‘Claro. Por quê?’
Hans: ‘Nada, eu só estava pensando.’
Como a mesma idade, certa vez entrou num estábulo e viu ordenharem uma vaca. ‘Oh, olha!, e está saindo leite do pipi dela!’
Essas primeiras observações já começam a despertar a expectativa de que muita coisa, se não a maior parte, de tudo que o pequeno Hans nos revela, terminará por tornar-se típica do
desenvolvimento sexual das crianças em geral. Certa vez expus o ponto de vista de que não havia necessidade de se ficar tão horrorizado por encontrar numa mulher a idéia de chupar o órgão masculino. Argumentei que esse impulso repelente tem uma origem das mais inocentes, de vez que derivava do ato de sugar o seio materno; e, prosseguindo, nessa conexão o úbere da vaca desempenha papel de importância como imagem intermediária, sendo em sua natureza uma mamma e, em sua forma e posição, um pênis. A descoberta do pequeno Hans confirma a última parte da minha asserção.
Entretanto, seu interesse pelos pipis de modo algum era um interesse puramente teórico; como era de esperar, também o impelia a tocar em seu membro. Aos três anos e meio, sua mãe o viu tocar com a mão no pênis. Ameaçou-o com as palavras: ‘Se fizer isso de novo, vou chamar o Dr. A. para cortar fora seu pipi. Aí, com o que você vai fazer pipi?’
Hans: ‘Com meu traseiro.’
Ele deu essa resposta sem ainda possuir qualquer sentimento de culpa. Contudo, foi essa a ocasião da aquisição do ‘complexo de castração’, cuja presença vemo-nos com tanta freqüência obrigados a inferir na análise de neuróticos, ainda que todos eles relutem violentamente em admiti-la. Há muita coisa importante a dizer sobre a significação desse elemento na vida de uma criança. O ‘complexo de castração’ tem deixado atrás de si vestígios acentuados em mitos (e não somente nos mitos gregos); em uma passagem da minha Interpretação de Sonhos [1900a], e em outros trabalhos, abordei o assunto do papel que ele desempenha.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que em seu caso com o pequeno Hans ele descobriu que o menino passou dos seios de sua mãe para o interesse pelo pipi de seu pai já aos 3 anos de idade, que se assemelha com o seio de sua mãe em função do órgão sexual da vaca que a mulher pode imaginar poder ser chupado pois sai leite dele na ordenha, então imaginou que sua mãe também tinha um pipi e que por isso a mulher chupava o órgão masculino, mas Freud explicou que esse comportamento deriva do comportamento de sugar o seio materno.
Aos três anos e meio, sua mãe o viu tocar com a mão no pênis. Ameaçou-o com as palavras: ‘Se fizer isso de novo, vou chamar o Dr. A. para cortar fora seu pipi. Aí, com o que você vai fazer pipi?’
Hans: ‘Com meu traseiro.’
Ele deu essa resposta sem ainda possuir qualquer sentimento de culpa. Contudo, foi essa a ocasião da aquisição do ‘complexo de castração’, cuja presença vemo-nos com tanta freqüência obrigados a inferir na análise de neuróticos, ainda que todos eles relutem violentamente em admiti-la. Há muita coisa importante a dizer sobre a significação desse elemento na vida de uma criança. O ‘complexo de castração’ tem deixado atrás de si vestígios acentuados em mitos (e não somente nos mitos gregos); em uma passagem da minha Interpretação de Sonhos [1900a], e em outros trabalhos, abordei o assunto do papel que ele desempenha.
Mattanó aponta que no caso com o pequeno Hans ele descobriu que o menino passou dos seios de sua mãe para o interesse do pipi de seu pai já aos 3 anos de idade, que se assemelha com o seio de sua mãe em função do órgão sexual da vaca que a mulher pode imaginar poder ser chupado pois sai leite dele na ordenha, então imaginou que sua mãe também tinha um pipi e que por isso a mulher chupava o órgão masculino, mas Freud explicou que esse comportamento deriva do comportamento de sugar o seio materno, o interesse sexual se transfere para sua mãe, isto, pois, somos animais e temos uma libido que só é contornada pela educação e pela moral, e a libido da criança é sem malícia antes da puberdade, desta maneira, é a comunhão e a segurança que socializam o indivíduo desde criança até sua morte. A partir da puberdade esse desejo de chupar o pênis ou a vagina se transferem para o objeto de desejo sexual ou de amor, e a comunhão e a segurança podem modificar essa funcionalidade da libido através de novos padrões de comportamentos, menos libidinosos e mais sociais e amorosos, nada horrorosos e nada violentos e nem estupradores que em muitos casos se desencadeiam por ação do sexo ou do amor e da ingenuidade, da insensibilidade às contingências do relacionamento e da afetividade do casal, que pode ir além da libido, para a comunhão e a segurança e ser mais estável, equilibrado, maduro, amoroso e feliz.
Aos três anos e meio, sua mãe o viu tocar com a mão no pênis. Ameaçou-o com as palavras: ‘Se fizer isso de novo, vou chamar o Dr. A. para cortar fora seu pipi. Aí, com o que você vai fazer pipi?’
Hans: ‘Com meu traseiro.’
Ele deu essa resposta sem ainda possuir qualquer sentimento de culpa. Contudo, foi essa a ocasião da aquisição do ‘complexo de castração’, cuja presença vemo-nos com tanta freqüência obrigados a inferir na análise de neuróticos, ainda que todos eles relutem violentamente em admiti-la. Há muita coisa importante a dizer sobre a significação desse elemento na vida de uma criança. O ‘complexo de castração’ tem deixado atrás de si vestígios acentuados em mitos (e não somente nos mitos gregos); em uma passagem da minha Interpretação de Sonhos [1900a], e em outros trabalhos, abordei o assunto do papel que ele desempenha. Mattanó aponta que o complexo de castração envolve significados e sentidos criados pela criança na sua relação simbólica e imaginária com a situação real e ideal, onde criam-se e desenvolvem-se conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts e insights, desejos e desejos de dormir, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, vida anímica e vida onírica, lapsos de linguagem, esquecimentos e atos falhos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, pressupostos e subentendidos, delírios, brincadeiras, alucinações, arquétipos, imunidade, homeostase, ciclos circadianos, fertilidade, nutrição, genética, evolução e involução, história de vida, interpretações, cognição, inteligências, afetividade e processos de alfabetização.
MATTANÓ
(28/02/2022)
Para a Psicanálise do Amor no caso com o pequeno Hans ele descobriu que o menino passou dos seios de sua mãe para o interesse do pipi de seu pai já aos 3 anos de idade, que se assemelha com o seio de sua mãe em função do órgão sexual da vaca que a mulher pode imaginar poder ser chupado pois sai leite dele na ordenha, então imaginou que sua mãe também tinha um pipi e que por isso a mulher chupava o órgão masculino, mas Freud explicou que esse comportamento deriva do comportamento de sugar o seio materno, o interesse sexual se transfere para sua mãe, isto, pois, somos animais e temos uma libido que só é contornada pela educação e pela moral, e a libido da criança é sem malícia antes da puberdade, desta maneira, é a comunhão e a segurança que socializam o indivíduo desde criança até sua morte. A partir da puberdade esse desejo de chupar o pênis ou a vagina se transferem para o objeto de desejo sexual ou de amor, e a comunhão e a segurança podem modificar essa funcionalidade da libido através de novos padrões de comportamentos, menos libidinosos e mais sociais e amorosos, nada horrorosos e nada violentos e nem estupradores que em muitos casos se desencadeiam por ação do sexo ou do amor e da ingenuidade, da insensibilidade às contingências do relacionamento e da afetividade do casal, que pode ir além da libido, para a comunhão e a segurança e ser mais estável, equilibrado, maduro, amoroso e feliz. Da mesma forma o pequeno Hans poderia traduzir seu comportamento infantil e libidinoso para a mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura que através da sua metáfora de Amor possibilitam ao menino compreender sua realidade através de uma consciência, cultura e conhecimento pautados nos eventos bíblicos que sugerem esta passagem de sua vida infantil, ou ao menos, através de símbolos bíblicos como ter que enfrentar adversidades e domesticá-las, ou por meio de avatares se sua consciência assim o escolher, recriando passagens bíblicas para a sua reeducação.
Aos três anos e meio, sua mãe o viu tocar com a mão no pênis. Ameaçou-o com as palavras: ‘Se fizer isso de novo, vou chamar o Dr. A. para cortar fora seu pipi. Aí, com o que você vai fazer pipi?’ Vemos que o pequeno Hans enfrentou adversidades e medos que todo menino enfrenta em seu desenvolvimento e crescimento, de modo que o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura devem permitir ao paciente meios através da sua metáfora de Amor para sua educação e socialização ou solução de traumas e conflitos.
Hans: ‘Com meu traseiro.’
Ele deu essa resposta sem ainda possuir qualquer sentimento de culpa. Contudo, foi essa a ocasião da aquisição do ‘complexo de castração’, cuja presença vemo-nos com tanta freqüência obrigados a inferir na análise de neuróticos, ainda que todos eles relutem violentamente em admiti-la. Há muita coisa importante a dizer sobre a significação desse elemento na vida de uma criança. O ‘complexo de castração’ tem deixado atrás de si vestígios acentuados em mitos (e não somente nos mitos gregos); em uma passagem da minha Interpretação de Sonhos [1900a], e em outros trabalhos, abordei o assunto do papel que ele desempenha. Mattanó aponta que o complexo de castração envolve significados e sentidos criados pela criança na sua relação simbólica e imaginária com a situação real e ideal, onde criam-se e desenvolvem-se conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts e insights, desejos e desejos de dormir, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, vida anímica e vida onírica, lapsos de linguagem, esquecimentos e atos falhos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, pressupostos e subentendidos, delírios, brincadeiras, alucinações, arquétipos, imunidade, homeostase, ciclos circadianos, fertilidade, nutrição, genética, evolução e involução, história de vida, interpretações, cognição, inteligências, afetividade e processos de alfabetização. Vemos que o complexo de castração cria e desenvolve repertórios comportamentais em sua relação simbólica e imaginária com a situação real e ideal experimentada pelo pequeno Hans, de modo que podem ser gerados repertórios comportamentais para o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que venham a substituir a realidade operante do complexo de castração, de tal forma que outros significados e sentidos passem a prevalecer no repertório comportamental desse indivíduo.
MATTANÓ
(19/02/2026)
Aproximadamente com a mesma idade (três anos e meio), o pequeno Hans, de pé em frente à jaula dos leões, em Schönbrunn, gritou com voz alegre e animada: ‘Eu vi o pipi do leão.’
Boa parcela da importância dos animais nos mitos e contos de fadas se deve ao fato de mostrarem abertamente suas partes genitais e funções sexuais às crianças pequenas e indagadoras. Não pode haver dúvida quanto à curiosidade sexual de Hans; esta, contudo, também despertou nele o espírito de indagação e favoreceu que ele chegasse a um autêntico conhecimento abstrato.
Certa vez, estando na estação ferroviária (tinha três anos e nove meses), viu água saindo de uma locomotiva. ‘Olha’, disse ele, ‘A locomotiva está fazendo pipi. Mas onde está o pipi dela?’
Depois de pequena pausa, acrescentou com alguma reflexão: ‘Um cachorro e um cavalo têm pipi; a mesa e a cadeira, não.’ Assim tomou consciência de uma característica essencial de diferenciação entre objetos animados e inanimados.
A ânsia por conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual. A curiosidade de Hans orientava-se em particular para seus pais.
Hans (três anos e nove meses): ‘Papai, você também tem um pipi?’
Pai: ‘Sim, claro.’
Hans: ‘Mas nunca vi, quando você tirava a roupa.’
Noutra ocasião, ele estava olhando insistentemente sua mãe despida, antes de ir para a cama. ‘Para que você está olhando para mim desse modo?’, ela perguntou.
Hans: ‘Eu só estava olhando para ver se você também tem um pipi.’
Mãe: ‘Claro. Você não sabia?’
Hans: ‘Não. Pensei que você era tão grande que tinha um pipi igual ao de um cavalo.’
Essa expectativa do pequeno Hans merece ser lembrada; ela terá importância mais tarde.
Mas o grande evento na vida de Hans foi o nascimento de sua irmãzinha Hanna, quando ele tinha exatamente três anos e meio. Seu comportamento naquela ocasião foi anotado pelo pai, no ato: ‘Às cinco da manhã’, escreve, ‘começou o trabalho de parto e a cama de Hans foi transferida para o quarto ao lado. Ele acordou às sete horas e, ao ouvir sua mãe gemer, perguntou: “Por que é que a mamãe está tossindo?” E após um intervalo: “A cegonha vai vir hoje, com certeza.”
‘Naturalmente lhe disseram, muitas vezes, nos últimos dias, que a cegonha ia trazer uma menina ou um menino; e ele, corretamente, fez a conexão dos sons inabituais dos gemidos com a chegada da cegonha.
‘Mais tarde ele foi levado para a cozinha. Vendo a maleta do médico no saguão, perguntou: “O que é isto?” “Uma maleta”, foi a resposta. Ao que ele declarou com convicção: “A cegonha chega hoje.” Depois do nascimento do bebê, a parteira entrou na cozinha e Hans a ouviu pedindo que fizessem chá. Hans, ouvindo, disse: “Eu sei! Mamãe tem que tomar chá porque ela está tossindo.” Foi então levado para o quarto da mãe. Contudo, não olhou para ela, mas sim para as bacias e outros recipientes, cheios de sangue e água, que ainda estavam espalhados pelo quarto. Apontando para a comadre suja de sangue, observou, num tom de surpresa: “Mas não sai sangue do meu pipi.”
‘Tudo que ele disse mostra que ele relaciona aquilo que é estranho na situação com a chegada da cegonha. Olha para tudo que vê, com olhar de desconfiança e atento, e não se pode questionar o fato de que suas primeiras dúvidas sobre a cegonha criaram raízes.
‘Hans tem muitos ciúmes da recém-chegada e, sempre que alguém a elogia, dizendo que
é um bebê lindo e assim por diante, ele logo diz, com desprezo: “Mas ela ainda não tem dentes.” De fato, ao vê-la pela primeira vez, estava muito surpreso por ser ela incapaz de falar e resolveu para si que isso era devido a sua falta de dentes. Nos primeiros dias ele foi, naturalmente, colocado visivelmente no segundo plano. Adoeceu subitamente com uma forte dor de garganta, e durante a sua febre ouviram-no dizer: “Mas eu não querouma irmãzinha!”
‘Uns seis meses mais tarde ele havia superado seu ciúme, e sua afeição fraternal pelo bebê era igualada apenas pelo seu sentimento de superioridade quanto a ela.
‘Um pouco mais tarde, Hans observava sua irmã de sete dias, em quem davam banho. “Mas o pipi dela ainda é bem pequenininho”, observou; e acrescentou, à guisa de consolo: “Quando ela crescer, ele vai ficar bem maior.”
’Com a mesma idade (três anos e nove meses) Hans fez seu primeiro relato de um sonho:
“Hoje, quando eu estava dormindo, pensei que estava em Gmunden com Mariedl.”
‘Mariedl era a filha de treze anos de nosso senhorio e costumava brincar freqüentemente com ele.’
Quando o pai de Hans contava o sonho a sua mãe, na presença dele, ele o corrigiu dizendo: ‘Não foi com Mariedl, mas sim bem a sós com Mariedl.’
Nessa conexão sabemos o seguinte: ‘no verão de 1906, Hans estava em Gmunden e costumava andar pelas cercanias, o dia inteiro, com os filhos do senhorio. Ao deixarmos Gmunden, pensamos que ele estaria bastante aborrecido por ter de se afastar e transferir-se de volta à cidade. Para surpresa nossa, não foi o que aconteceu. Ele parecia estar contente com a mudança, e durante várias semanas dizia bem poucas coisas sobre Gmunden. Somente depois de algumas semanas é que começaram a surgir reminiscências - muitas vezes coloridas com vívidos traços - do tempo que passara em Gmunden. Nas quatro últimas semanas, mais ou menos, estivera elaborando em fantasias essas reminiscências. Ele imagina que está brincando com as outras crianças, com Berta, Olga e Fritzl; fala com eles como se realmente estivessem com ele, e é capaz de se entreter dessa maneira, horas a fio, de uma só vez. Agora que ganhou uma irmã e está obviamente ocupado com o problema da origem das crianças, ele sempre chama Berta e Olga de “suas filhas”; certa vez acrescentou: “minhas filhas Berta e Olga também foram trazidas pela cegonha.” O sonho, ocorrendo então, depois de uma ausência de seis meses de Gmunden, evidentemente deve ser entendido como expressão do anseio de retornar para lá.’
Até aqui tenho citado seu pai. Anteciparei o assunto que vem a seguir, acrescentando que Hans, quando fez sua última observação sobre serem as crianças trazidas pela cegonha, estava contradizendo alto uma dúvida que se insinuava, oculta, dentro de si.
Seu pai fez, por acaso, uma anotação de muitas coisas que mais tarde redundaram em algo de valor inesperado. [Ver a partir de [1]] ‘Desenhei uma girafa para Hans, que mais tarde esteve em Shönbrunn diversas vezes. Ele me disse: “Desenhe também o pipi dela.” “Desenhe você mesmo”, respondi; ao que ele acrescentou essa linha à minha figura (ver Fig. 1).
Fig. 1
Ele começou desenhando um traço pequeno, e então acrescentou mais um pedacinho,
observando: “O pipi dela é mais comprido.”
‘Hans e eu passamos detrás de um cavalo que estava urinando, e ele disse: “O cavalo tem o pipi embaixo, como eu.”
‘Olhando a irmãzinha de três meses, no banho, disse com voz de compaixão: “Ela ganhou um pipi bem pequenininho.”
‘Deram-lhe uma boneca para brincar e ele a despiu. Examinou-a com cuidado e disse: “O pipi dela é tão pequenininho.”’
Como já sabemos, essa fórmula possibilitou-lhe continuar acreditando em sua descoberta [da distinção entre objetos animados e inanimados] (ver em [1] e [2]).
Todo investigador corre o risco de incorrer em um erro ocasional. Para ele é alguma consolação se, como o pequeno Hans no exemplo a seguir, não se enganar sozinho, mas puder citar um uso lingüístico comum em seu favor. Isso porque Hans viu, certa vez, um macaco em seu livro de ilustrações, e apontando para o seu rabo enrolado, disse: ‘Papai, olha o pipi dele!’ [Cf. em [1].]
Seu interesse por pipis levou-o a inventar um jogo especial todo próprio. ‘Dando para o saguão de entrada existe um lavatório e também um depósito escuro para guardar madeira. Já faz algum tempo que Hans, entrando nesse armário de madeira, vem dizendo: “Vou para o meu banheiro.” Certa vez olhei ali dentro para ver o que ele estava fazendo no depósito escuro. Ele me mostrou seu membro e disse: “Estou fazendo pipi.” Isso quer dizer que ele tem “brincado” no banheiro. O fato de isso ter a natureza de uma brincadeira revela-se não apenas por ele só estar pretendendo fazer pipi, mas também porque ele não vai ao banheiro, o que, em última análise, seria muitíssimo mais simples, preferindo, contudo, o armário, que ele chama de “seu banheiro”.’
Estaríamos fazendo uma injustiça a Hans se tivéssemos de delinear apenas os aspectos auto-eróticos de sua vida sexual. Seu pai possui informações detalhadas a nos fornecer acerca do tema de suas relações amorosas com outras crianças. Destas podemos discernir a existência de uma ‘escolha de objeto’, como no caso de um adulto; e também, temos de confessar, um notável grau de inconstância e uma disposição à poligamia.
‘No inverno (com três anos e nove meses de idade) levei Hans ao rinque de patinação e o apresentei às duas filhinhas de meu amigo N., as quais tinham cerca de dez anos de idade. Hans sentou-se ao lado delas, ao passo que elas, na consciência de sua idade mais madura, olhavam de cima para aquele garotinho, com desprezo; ele as contemplava com admiração, embora esse procedimento não lhes causasse maior impressão. Apesar disso, Hans, mais tarde, sempre falava delas como “as minhas meninas”. “Onde estão as minhas meninas? Quando vão vir as minhas meninas?” E por algumas semanas ficou atormentando-me com a pergunta: “Quando é que vou voltar ao rinque para ver as minhas meninas?”’
‘Um primo, de cinco anos, veio visitar Hans, que nessa época chegara à idade de quatro
anos. Hans constantemente punha os braços ao redor dele, e um dia, quando lhe dava um daqueles ternos abraços, disse: “Eu gosto tanto de você.”’
Esse é o primeiro traço de homossexualidade com que nele deparamos, mas não será o último. O pequeno Hans parecer ser um modelo positivo de todos os vícios.
’Tendo Hans quatro anos, mudamos para um novo apartamento. Uma porta dava da cozinha para um balcão, de onde se podia olhar para um apartamento no outro lado do pátio. Nesse apartamento Hans descobriu uma menina de sete ou oito anos de idade. Ele ia sentar-se no degrau que dava para o pátio, de modo a admirá-la e lá ficava horas a fio. Às quatro horas da tarde, particularmente, quando a menina chegava da escola, não se podia retê-lo na sala, e nada era capaz de induzi-lo a abandonar seu posto de observação. Certa vez, quando a menina deixou de aparecer à janela na hora habitual, Hans ficou bastante inquieto, e molestava os empregados com perguntas - “Quando a menina vai vir? Onde está a menina?”, e assim por diante. Enfim, quando ela de fato aparecia, ele ficava felicíssimo e jamais retirava os olhos do apartamento do lado oposto ao nosso. A violência com que esse “amor à longa distância” o afetou deve-se explicar pelo fato de ele não ter companheiros de folguedos de qualquer dos dois sexos. Passar boa parte do tempo com outras crianças constitui, claramente, parte do desenvolvimento normal de uma criança.
‘Hans conseguiu alguma companhia desse tipo quando, pouco mais tarde (tinha perto de quatro anos e meio), mudamo-nos para Gmunden, para passarmos as férias de verão. Em nossa casa lá, seus companheiros eram os filhos do nosso senhorio: Franzl (cerca de doze anos), Fritzl (oito), Olga (sete) e Berta (cinco). Além deles, havia as filhas do vizinho, Anna (dez) e mais duas outras meninas, de nove e sete anos, cujos nomes esqueci. O favorito de Hans era Fritzl, que ele sempre estava abraçando, e a quem fazia declarações do seu amor. Certa vez, quando lhe perguntaram: “Das meninas, de quem você gosta mais?”, ele respondeu: “Fritzl!” Ao mesmo tempo tratava as meninas de forma muitíssimo agressiva, masculina e arrogante, abraçando-as e beijando-as com sinceridade - um procedimento ao qual Berta em particular não fazia objeção. Certa noite, quando Berta saía da sala, ele lhe pôs os braços ao redor do pescoço e lhe disse com voz muito apaixonada: “Berta, você é um amor!” A propósito, isso não o impedia de beijar também os outros e de confessar a eles seu amor. Gostava também de Mariedl, de quatorze anos, outra filha do senhorio que costumava brincar com ele. Uma noite disse, quando lhe punham na cama: “Quero que Mariedl venha dormir comigo.” Quando lhe foi dito que isso não podia ser, ele falou: “Então ela vai dormir com a mamãe ou com o papai.” Disseram-lhe que também isso seria impossível, mas que Mariedl tinha que dormir com o pai e a mãe dela. Seguiu-se então o seguinte diálogo:
‘Hans: “Ah, então vou descer e dormir com Mariedl.”
‘Mãe: “Você quer mesmo sair de junto da mamãe e dormir lá embaixo?”
‘Hans: “Mas subo de novo amanhã de manhã para tomar café e fazer cocô.”
‘Mãe: “Está bem, se você quer mesmo deixar o papai e a mamãe, vá então pegar seu casaco e suas calças e… adeus!”
‘Hans, com efeito, pegou suas roupas e se dirigiu para a escada, para ir dormir com Mariedl; mas, é supérfluo dizer, foi buscado de volta.
‘(Por trás desse seu desejo, “Quero que Mariedl durma conosco”, evidentemente residia um outro desejo: “Eu quero que Mariedl” (com quem ele gostava tanto de estar) “faça parte de nossa família.” O pai e a mãe de Hans, todavia, tinham o hábito de levá-lo para a cama deles, embora apenas ocasionalmente; e não há dúvida de que estar ao lado deles haja despertado nele sentimentos eróticos; assim é que também seu desejo de dormir com Mariedl tinha um sentido erótico. Deitar na cama com seu pai e sua mãe era, para Hans, uma fonte de sentimentos eróticos, do mesmo modo que para qualquer outra criança.)’
Apesar de seus arroubos de homossexualidade, o pequeno Hans, face ao desafio de sua mãe, portou-se como um homem de verdade.
‘Também no próximo exemplo Hans disse a sua mãe: “Sabe, eu gostaria tanto de dormir com a menina.” Esse episódio nos divertiu bastante, pois Hans de fato se comportava como um adulto apaixonado. Assim, nesses últimos dias, uma linda menina, com cerca de oito anos, tem vindo ao restaurante onde fazemos refeições. Naturalmente Hans se apaixonou por ela na mesma hora. Ele fica constantemente se virando na sua cadeira, para lançar a ela olhares furtivos; acabando de comer, vai postar-se nas vizinhanças dela, de modo a flertar com ela; contudo, se acha que está sendo observado, ruboriza-se. Se seus olhares são correspondidos pela menina, ele logo olha para outra direção, com expressão de vergonha. Seu comportamento é, naturalmente, um prazer enorme para qualquer pessoa que esteja comendo no restaurante. Todo dia, quando é levado lá, diz: “Vocês acham que a menina vai lá hoje?” E quando finalmente ela aparece, ele fica bem vermelho, exatamente como uma pessoa adulta ficaria num caso assim. Certo dia, aproximou-se de mim com a face resplandescente e murmurou no meu ouvido: “Papai, eu sei onde a menina mora. Eu a vi subindo as escadas em tal e tal lugar.” Enquanto trata as meninas em casa com agressividade, nesse outro seu caso ele surge no papel de um admirador platônico e lânguido. Isso talvez seja devido ao fato de as outras meninas de casa serem crianças de aldeia, ao passo que a outra é uma jovem dama com refinamento. Conforme já mencionei, certa vez me disse que gostaria de dormir com ela.
‘Não desejando deixar Hans naquele estado extenuado ao qual fora levado por sua paixão pela menina, providenciei que se conhecessem e convidei a menina para vir vê-lo no jardim depois que ele tivesse terminado sua sesta, à tarde. Hans estava tão excitado com a expectativa da vinda da menina, que pela primeira vez não conseguiu dormir de tarde e ficou se revirando na cama, inquieto. Quando sua mãe perguntou “Por que você não está dormindo? Você está pensando na menina?”, ele disse “Sim”, como uma expressão de felicidade. E quando chegou em casa, vindo do restaurante, disse para todo o mundo de casa: “Sabe, a minha menina vem ver-me hoje.” Mariedl, de quatorze anos, relatou que ele ficava repetidamente perguntando a ela: “Olha, você acha que
ela vai ser boa para mim? Você acha que ela vai beijar-me, se eu beijá-la?”, e assim por diante. ‘Mas choveu à tarde, de modo que não se deu a visita, e Hans consolou-se com Berta e
Olga.’
Outras observações, feitas também na época das férias de verão, sugerem que todas as espécies de novos processos evolutivos estavam ocorrendo no menino.
‘Hans, quatro anos e três meses. Nessa manhã a mãe de Hans lhe deu seu banho diário, como de hábito, secando-o e aplicando-lhe talco. Quando a mãe lhe passava talco em volta do seu pênis, tomando cuidado para não tocá-lo, Hans lhe disse: “Por que é que você não põe seu dedo aí?”
‘Mãe: “Porque seria porcaria.”
‘Hans: “Que é isso? Porcaria? Por quê?”
‘Mãe: “Porque não é correto.”
‘Hans: (rindo) “Mas é muito divertido.”
Na mesma época, mais ou menos, Hans teve um sonho, que contrastava admiravelmente com a audácia que mostrara perante sua mãe. Foi seu primeiro sonho que se tornou irreconhecível devido à distorção. A intervenção de seu pai, contudo, conseguiu elucidá-lo.
‘Hans, quatro anos e três meses, Sonho. Nessa manhã, Hans acordou e disse: “Sabe,
ontem à noite pensei assim: Alguém disse: ‘Quem quer vir até mim?’ Então alguém disse: ‘Eu
quero.’ Então ele teve que obrigar ele a fazer pipi.”
‘Novas perguntas vieram esclarecer que não existia qualquer conteúdo visual nesse sonho, que era do tipo puramente auditivo. Nesses últimos dias Hans tem brincado com jogos de salão e de “cobrar prendas” com os filhos do nosso senhorio, e entre eles estão suas amigas Olga (sete anos) e Berta (cinco anos). (O jogo de cobrar prenda é feito da seguinte maneira: A: “De quem é a prenda que tenho na minha mão?” B: “É minha.” Então se decide o que é que B tem de fazer.) O sonho tomou esse jogo como modelo; mas o que Hans queria era que a pessoa a quem pertencia a prenda fosse obrigada, não a dar um beijo, ou receber um tapa no rosto, como de costume, mas sim a fazer pipi, ou melhor, a ser compelida por outro a fazer pipi.
‘Consegui que ele me contasse de novo seu sonho. Repetiu-o com as mesmas palavras, só que em vez de “então alguém disse”, dessa vez falou “então ela disse”. Esse “ela” era evidentemente Berta, ou Olga, uma das meninas com quem ele havia brincado. Traduzindo-o, o sonho era o seguinte: “Eu estava brincando de cobrar prendas com as meninas. Perguntei: ‘Quem
é que quer vir comigo.’ Ela (Berta, ou Olga) respondeu: ‘Eu quero.’ Então ela tem que me obrigar a fazer pipi.” (Isto é, ela tinha que ajudá-lo a urinar, o que é evidentemente agradável para Hans.)
Claro que ter de fazer pipi, tendo alguém que lhe desabotoe a calça e exponha seu pênis,
é para Hans um processo prazeroso. Quando estão passeando, na maior parte das vezes quem ajuda Hans é seu pai; isso dá à criança uma oportunidade para a fixação de inclinações homossexuais na figura paterna.
‘Há dois dias, como já relatei, enquanto sua mãe o lavava e polvilhava de talco suas partes genitais, ele lhe perguntou: “Por que é que você não põe seu dedo aí?” Ontem, quando ajudava Hans a urinar, ele pela primeira vez me pediu que o levasse para trás da casa, de modo que ninguém pudesse vê-lo. E acrescentou: “No ano passado, quando eu fazia pipi, Berta e Olga estavam me olhando.” Creio que isso queria dizer que no ano passado ele sentia prazer em ser observado pelas meninas, mas que agora já não é mais a mesma coisa. Seu exibicionismo sucumbiu à repressão. O fato de o desejo de que Berta e Olga pudessem vê-lo fazer pipi (ou o obrigassem a fazer) agora se encontrar reprimido na vida real explica seu aparecimento no sonho, disfarçado nitidamente no jogo de cobrar prendas. Desde então tenho observado repetidamente que Hans não gosta de ser visto fazendo pipi.’
Acrescentarei apenas que esse sonho obedece à regra que formulei em A Interpretação de Sonhos [1900a, Capítulo VI, Seção F (ver em [1], 1972)], segundo a qual as falas ocorrentes em sonhos são derivadas de falas ouvidas ou expressas pelo sonhador nos dias que precederam ao sonho.
O pai de Hans anotou uma outra observação, datada do período imediato ao seu regresso para Viena: “Hans (quatro anos e meio) estava novamente vendo darem banho em sua irmãzinha, e então começou a rir. Ao lhe perguntarem por que ria, respondeu: “Estou rindo do pipi de Hanna.” “Por quê?” “Porque seu pipi é tão bonito.”
‘Naturalmente sua resposta não era sincera. Na realidade, o pipi dela lhe parecia engraçado. Ademais, foi essa a primeira vez em que Hans reconheceu a diferença entre os genitais masculinos e femininos, em vez de negar sua existência.’
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud faz um relato da história de vida de Hans, incluindo um sonho e suas relações com a realidade, com o meio ambiente e seu contexto.
Certa vez, estando na estação ferroviária (tinha três anos e nove meses), viu água saindo de uma locomotiva. ‘Olha’, disse ele, ‘A locomotiva está fazendo pipi. Mas onde está o pipi dela?’
Depois de pequena pausa, acrescentou com alguma reflexão: ‘Um cachorro e um cavalo têm pipi; a mesa e a cadeira, não.’ Assim tomou consciência de uma característica essencial de diferenciação entre objetos animados e inanimados.
A ânsia por conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual. A curiosidade de Hans orientava-se em particular para seus pais.
Hans (três anos e nove meses): ‘Papai, você também tem um pipi?’
Pai: ‘Sim, claro.’
Hans: ‘Mas nunca vi, quando você tirava a roupa.’Noutra ocasião, ele estava olhando insistentemente sua mãe despida, antes de ir para a cama. ‘Para que você está olhando para mim desse modo?’, ela perguntou.
Hans: ‘Eu só estava olhando para ver se você também tem um pipi.’
Mãe: ‘Claro. Você não sabia?’
Hans: ‘Não. Pensei que você era tão grande que tinha um pipi igual ao de um cavalo.’
Seu interesse por pipis levou-o a inventar um jogo especial todo próprio. ‘Dando para o saguão de entrada existe um lavatório e também um depósito escuro para guardar madeira. Já faz algum tempo que Hans, entrando nesse armário de madeira, vem dizendo: “Vou para o meu banheiro.” Certa vez olhei ali dentro para ver o que ele estava fazendo no depósito escuro. Ele me mostrou seu membro e disse: “Estou fazendo pipi.” Isso quer dizer que ele tem “brincado” no banheiro. O fato de isso ter a natureza de uma brincadeira revela-se não apenas por ele só estar pretendendo fazer pipi, mas também porque ele não vai ao banheiro, o que, em última análise, seria muitíssimo mais simples, preferindo, contudo, o armário, que ele chama de “seu banheiro”.’
Enfim, quando ela de fato aparecia, ele ficava felicíssimo e jamais retirava os olhos do apartamento do lado oposto ao nosso. A violência com que esse “amor à longa distância” o afetou deve-se explicar pelo fato de ele não ter companheiros de folguedos de qualquer dos dois sexos. Passar boa parte do tempo com outras crianças constitui, claramente, parte do desenvolvimento normal de uma criança.
‘Hans conseguiu alguma companhia desse tipo quando, pouco mais tarde (tinha perto de quatro anos e meio), mudamo-nos para Gmunden, para passarmos as férias de verão. Em nossa casa lá, seus companheiros eram os filhos do nosso senhorio: Franzl (cerca de doze anos), Fritzl (oito), Olga (sete) e Berta (cinco). Além deles, havia as filhas do vizinho, Anna (dez) e mais duas outras meninas, de nove e sete anos, cujos nomes esqueci. O favorito de Hans era Fritzl, que ele sempre estava abraçando, e a quem fazia declarações do seu amor. Certa vez, quando lhe perguntaram: “Das meninas, de quem você gosta mais?”, ele respondeu: “Fritzl!” Ao mesmo tempo tratava as meninas de forma muitíssimo agressiva, masculina e arrogante, abraçando-as e beijando-as com sinceridade - um procedimento ao qual Berta em particular não fazia objeção. Certa noite, quando Berta saía da sala, ele lhe pôs os braços ao redor do pescoço e lhe disse com voz muito apaixonada: “Berta, você é um amor!” A propósito, isso não o impedia de beijar também os outros e de confessar a eles seu amor. Gostava também de Mariedl, de quatorze anos, outra filha do senhorio que costumava brincar com ele. Uma noite disse, quando lhe punham na cama: “Quero que Mariedl venha dormir comigo.” Quando lhe foi dito que isso não podia ser, ele falou: “Então ela vai dormir com a mamãe ou com o papai.” Disseram-lhe que também isso seria impossível, mas que Mariedl tinha que dormir com o pai e a mãe dela. Seguiu-se então o seguinte diálogo:
‘Hans: “Ah, então vou descer e dormir com Mariedl.”
‘Mãe: “Você quer mesmo sair de junto da mamãe e dormir lá embaixo?”
‘Hans: “Mas subo de novo amanhã de manhã para tomar café e fazer cocô.”
‘Mãe: “Está bem, se você quer mesmo deixar o papai e a mamãe, vá então pegar seu casaco e suas calças e… adeus!”
‘Hans, com efeito, pegou suas roupas e se dirigiu para a escada, para ir dormir com Mariedl; mas, é supérfluo dizer, foi buscado de volta.
‘(Por trás desse seu desejo, “Quero que Mariedl durma conosco”, evidentemente residia um outro desejo: “Eu quero que Mariedl” (com quem ele gostava tanto de estar) “faça parte de nossa família.” O pai e a mãe de Hans, todavia, tinham o hábito de levá-lo para a cama deles, embora apenas ocasionalmente; e não há dúvida de que estar ao lado deles haja despertado nele sentimentos eróticos; assim é que também seu desejo de dormir com Mariedl tinha um sentido erótico. Deitar na cama com seu pai e sua mãe era, para Hans, uma fonte de sentimentos eróticos, do mesmo modo que para qualquer outra criança.)’
Na mesma época, mais ou menos, Hans teve um sonho, que contrastava admiravelmente com a audácia que mostrara perante sua mãe. Foi seu primeiro sonho que se tornou irreconhecível devido à distorção. A intervenção de seu pai, contudo, conseguiu elucidá-lo.
‘Hans, quatro anos e três meses, Sonho. Nessa manhã, Hans acordou e disse: “Sabe, ontem à noite pensei assim: Alguém disse: ‘Quem quer vir até mim?’ Então alguém disse: ‘Eu quero.’ Então ele teve que obrigar ele a fazer pipi.”
‘Consegui que ele me contasse de novo seu sonho. Repetiu-o com as mesmas palavras, só que em vez de “então alguém disse”, dessa vez falou “então ela disse”. Esse “ela” era evidentemente Berta, ou Olga, uma das meninas com quem ele havia brincado. Traduzindo-o, o sonho era o seguinte: “Eu estava brincando de cobrar prendas com as meninas. Perguntei: ‘Quem é que quer vir comigo.’ Ela (Berta, ou Olga) respondeu: ‘Eu quero.’ Então ela tem que me obrigar a fazer pipi.” (Isto é, ela tinha que ajudá-lo a urinar, o que é evidentemente agradável para Hans.)
Claro que ter de fazer pipi, tendo alguém que lhe desabotoe a calça e exponha seu pênis, é para Hans um processo prazeroso. Quando estão passeando, na maior parte das vezes quem ajuda Hans é seu pai; isso dá à criança uma oportunidade para a fixação de inclinações homossexuais na figura paterna.
Acrescentarei apenas que esse sonho obedece à regra que formulei em A Interpretação de Sonhos [1900a, Capítulo VI, Seção F (ver em [1], 1972)], segundo a qual as falas ocorrentes em sonhos são derivadas de falas ouvidas ou expressas pelo sonhador nos dias que precederam ao sonho.
O pai de Hans anotou uma outra observação, datada do período imediato ao seu regresso para Viena: “Hans (quatro anos e meio) estava novamente vendo darem banho em sua irmãzinha, e então começou a rir. Ao lhe perguntarem por que ria, respondeu: “Estou rindo do pipi de Hanna.” “Por quê?” “Porque seu pipi é tão bonito.”
‘Naturalmente sua resposta não era sincera. Na realidade, o pipi dela lhe parecia engraçado. Ademais, foi essa a primeira vez em que Hans reconheceu a diferença entre os genitais masculinos e femininos, em vez de negar sua existência.’
Mattanó aponta que através do relato da história de vida de Hans, incluindo um sonho e suas relações com a realidade, com o meio ambiente e seu contexto é possível desenvolver uma análise clínica ou teórica do seu caso, segundo as características do relato do caso.
Certa vez, estando na estação ferroviária (tinha três anos e nove meses), viu água saindo de uma locomotiva. ‘Olha’, disse ele, ‘A locomotiva está fazendo pipi. Mas onde está o pipi dela?’
Depois de pequena pausa, acrescentou com alguma reflexão: ‘Um cachorro e um cavalo têm pipi; a mesa e a cadeira, não.’ Assim tomou consciência de uma característica essencial de diferenciação entre objetos animados e inanimados.
A ânsia por conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual, contudo esta curiosidade sexual revela-se ingênua e sem malícia antes da puberdade, revelando-se traumática em casos de abuso, estupro e violência sexual de menores de 14 anos de idade. A curiosidade de Hans orientava-se em particular para seus pais.
Hans (três anos e nove meses): ‘Papai, você também tem um pipi?’
Pai: ‘Sim, claro.’
Hans: ‘Mas nunca vi, quando você tirava a roupa.’Noutra ocasião, ele estava olhando insistentemente sua mãe despida, antes de ir para a cama. ‘Para que você está olhando para mim desse modo?’, ela perguntou.
Hans: ‘Eu só estava olhando para ver se você também tem um pipi.’
Mãe: ‘Claro. Você não sabia?’
Hans: ‘Não. Pensei que você era tão grande que tinha um pipi igual ao de um cavalo.’
Seu interesse por pipis levou-o a inventar um jogo especial todo próprio. ‘Dando para o saguão de entrada existe um lavatório e também um depósito escuro para guardar madeira. Já faz algum tempo que Hans, entrando nesse armário de madeira, vem dizendo: “Vou para o meu banheiro.” Certa vez olhei ali dentro para ver o que ele estava fazendo no depósito escuro. Ele me mostrou seu membro e disse: “Estou fazendo pipi.” Isso quer dizer que ele tem “brincado” no banheiro. O fato de isso ter a natureza de uma brincadeira revela-se não apenas por ele só estar pretendendo fazer pipi, mas também porque ele não vai ao banheiro, o que, em última análise, seria muitíssimo mais simples, preferindo, contudo, o armário, que ele chama de “seu banheiro”.’ Esta brincadeira revela um desvio no comportamento de Hans, o que poderia indicar que ele estava com algum problema devido a algum processo traumático ou de dificuldade comportamental em função do que significava o pipi e de qual era o seu sentido que poderia ter sido adquirido em alguma relação abusiva, exploratória, de estupro ou de violência sexual vivida por ele em seu mundo real ou ideal.
Enfim, quando ela de fato aparecia, ele ficava felicíssimo e jamais retirava os olhos do apartamento do lado oposto ao nosso. A violência com que esse “amor à longa distância” o afetou deve-se explicar pelo fato de ele não ter companheiros de folguedos de qualquer dos dois sexos. Passar boa parte do tempo com outras crianças constitui, claramente, parte do desenvolvimento normal de uma criança. Este comportamento é indício de que havia algo de errado com o pequeno Hans.
‘Hans conseguiu alguma companhia desse tipo quando, pouco mais tarde (tinha perto de quatro anos e meio), mudamo-nos para Gmunden, para passarmos as férias de verão. Em nossa casa lá, seus companheiros eram os filhos do nosso senhorio: Franzl (cerca de doze anos), Fritzl (oito), Olga (sete) e Berta (cinco). Além deles, havia as filhas do vizinho, Anna (dez) e mais duas outras meninas, de nove e sete anos, cujos nomes esqueci. O favorito de Hans era Fritzl, que ele sempre estava abraçando, e a quem fazia declarações do seu amor. Certa vez, quando lhe perguntaram: “Das meninas, de quem você gosta mais?”, ele respondeu: “Fritzl!” Ao mesmo tempo tratava as meninas de forma muitíssimo agressiva, masculina e arrogante, abraçando-as e beijando-as com sinceridade - um procedimento ao qual Berta em particular não fazia objeção. Certa noite, quando Berta saía da sala, ele lhe pôs os braços ao redor do pescoço e lhe disse com voz muito apaixonada: “Berta, você é um amor!” A propósito, isso não o impedia de beijar também os outros e de confessar a eles seu amor. Gostava também de Mariedl, de quatorze anos, outra filha do senhorio que costumava brincar com ele. Uma noite disse, quando lhe punham na cama: “Quero que Mariedl venha dormir comigo.” Quando lhe foi dito que isso não podia ser, ele falou: “Então ela vai dormir com a mamãe ou com o papai.” Disseram-lhe que também isso seria impossível, mas que Mariedl tinha que dormir com o pai e a mãe dela. Seguiu-se então o seguinte diálogo:
‘Hans: “Ah, então vou descer e dormir com Mariedl.”
‘Mãe: “Você quer mesmo sair de junto da mamãe e dormir lá embaixo?”
‘Hans: “Mas subo de novo amanhã de manhã para tomar café e fazer cocô.”
‘Mãe: “Está bem, se você quer mesmo deixar o papai e a mamãe, vá então pegar seu casaco e suas calças e… adeus!”
‘Hans, com efeito, pegou suas roupas e se dirigiu para a escada, para ir dormir com Mariedl; mas, é supérfluo dizer, foi buscado de volta.
‘(Por trás desse seu desejo, “Quero que Mariedl durma conosco”, evidentemente residia um outro desejo: “Eu quero que Mariedl” (com quem ele gostava tanto de estar) “faça parte de nossa família.” O pai e a mãe de Hans, todavia, tinham o hábito de levá-lo para a cama deles, embora apenas ocasionalmente; e não há dúvida de que estar ao lado deles haja despertado nele sentimentos eróticos; assim é que também seu desejo de dormir com Mariedl tinha um sentido erótico. Deitar na cama com seu pai e sua mãe era, para Hans, uma fonte de sentimentos eróticos, do mesmo modo que para qualquer outra criança.)’. Para Mattanó estes comportamentos são indícios de que havia algo errado na relação do pequeno Hans com seu comportamento social com as crianças, onde investia nelas conteúdo adulto, substituindo-as por adultos em seu inconsciente e em seu comportamento, demonstrando haver algum problema ou dificuldade comportamental dele em relação com as crianças ou sua infância, sua criança interior e seus significados e sentidos, contextos e comportamentos infantis, demonstrando, ele, querer ser um adulto e não uma criança, o que lhe parecia ser difícil e insuportável a sua consciência, por isso seu inconsciente trabalhava deste modo.
Na mesma época, mais ou menos, Hans teve um sonho, que contrastava admiravelmente com a audácia que mostrara perante sua mãe. Foi seu primeiro sonho que se tornou irreconhecível devido à distorção. A intervenção de seu pai, contudo, conseguiu elucidá-lo.
‘Hans, quatro anos e três meses, Sonho. Nessa manhã, Hans acordou e disse: “Sabe, ontem à noite pensei assim: Alguém disse: ‘Quem quer vir até mim?’ Então alguém disse: ‘Eu quero.’ Então ele teve que obrigar ele a fazer pipi.”
‘Consegui que ele me contasse de novo seu sonho. Repetiu-o com as mesmas palavras, só que em vez de “então alguém disse”, dessa vez falou “então ela disse”. Esse “ela” era evidentemente Berta, ou Olga, uma das meninas com quem ele havia brincado. Traduzindo-o, o sonho era o seguinte: “Eu estava brincando de cobrar prendas com as meninas. Perguntei: ‘Quem é que quer vir comigo.’ Ela (Berta, ou Olga) respondeu: ‘Eu quero.’ Então ela tem que me obrigar a fazer pipi.” (Isto é, ela tinha que ajudá-lo a urinar, o que é evidentemente agradável para Hans.)
Claro que ter de fazer pipi, tendo alguém que lhe desabotoe a calça e exponha seu pênis, é para Hans um processo prazeroso. Quando estão passeando, na maior parte das vezes quem ajuda Hans é seu pai; isso dá à criança uma oportunidade para a fixação de inclinações homossexuais na figura paterna.
Acrescentarei apenas que esse sonho obedece à regra que formulei em A Interpretação de Sonhos [1900a, Capítulo VI, Seção F (ver em [1], 1972)], segundo a qual as falas ocorrentes em sonhos são derivadas de falas ouvidas ou expressas pelo sonhador nos dias que precederam ao sonho. Para Mattanó o sonho revela o conteúdo difícil e insuportável a sua consciência dele ser uma criança e o desejo de ser um adulto.
O pai de Hans anotou uma outra observação, datada do período imediato ao seu regresso para Viena: “Hans (quatro anos e meio) estava novamente vendo darem banho em sua irmãzinha, e então começou a rir. Ao lhe perguntarem por que ria, respondeu: “Estou rindo do pipi de Hanna.” “Por quê?” “Porque seu pipi é tão bonito.”
‘Naturalmente sua resposta não era sincera. Na realidade, o pipi dela lhe parecia engraçado. Ademais, foi essa a primeira vez em que Hans reconheceu a diferença entre os genitais masculinos e femininos, em vez de negar sua existência.’ Para Mattanó o pequeno Hans começou a perceber a diferença entre os genitais masculinos e femininos, em vez de negar a sua existência, pois este comportamento tinha uma funcionalidade para ele, era reforçador e tinha estímulos e consequências que o reforçavam como por exemplo o desejo de ser adulto e de negar sua vida de criança e provavelmente suas dificuldades comportamentais ou traumas psíquicos e comportamentais oriundos dos significados e sentidos que ele apreendeu de suas relações com o mundo real e ideal.
MATTANÓ
(01/03/2022)
Mattanó aponta que as pessoas podem estar significado e dando sentido as suas tragédias nas canções de hoje com esse sofrimento e lavagem cerebral aumentando o seu sofrimento.
MATTANÓ
(01/03/2022)
Mattanó aponta que essa telepatia pode ser um comportamento de defesa e de luta que envolve a linguagem e a comunicação, pois envolve muita violência e dor física e psicológica. Pode ser uma evolução da defesa e da luta, da caça e da sobrevivência, do poder, que envolvem a família, a comunicação, a socialização, as tecnologias, os instrumentos criados pelos homens e mulheres, os grandes avanços da humanidade, as religiões, as artes, as políticas, as ciências, o trabalho e a educação.
MATTANÓ
(01/03/2022)
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR DE 25 DE FEVEREIRO DE 2022 PARA OSNY MATTANÓ JÚNIOR:
¨É guerra. É guerra no Brasil!¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 01 de março de 2022.
Mattanó aponta que se Jesus Cristo defendeu adúltera era porque Ele tinha pensamentos de adúltero, da mesma forma se o Seu Amor defende os pedófilos, estupradores, abusadores, tarados, exploradores, violentadores, maníacos e os telepaths como doentes mentais, é porque, Ele tem esses pensamentos enquanto Deus de Amor e os converte em Sinais e Chagas inconscientes de Amor e de Cristo numa Cruz.
MATTANÓ
(02/03/2022)
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR DE 02 DE MARÇO DE 2022 PARA OSNY MATTANÓ JÚNIOR (ÀS 4H38MIN):
¨Você não é doente, você é Santo, você está acima de tudo Amor.¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 02 de março de 2022.
TRANSTORNO DE CASTRAÇÃO (DE TELEPATH) E TRANSTORNO DE RACISMO (2022):
O transtorno de castração de telepath ou de telepatia, de conhecimento ou de mundo virtual, lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual refere-se ao modo como o paciente significa e dá sentido à sua castração e ao seu poder em relação a telepatia, conhecimento e mundo virtual, lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual dele mesmo e dos outros, inclusive dos incapazes, paranormais e super-humanos, e dos sindrômicos, ou seja, dos que seguem outros caminhos evolutivos, esse poder leva o paciente a negligenciar e a discriminar esses indivíduos que tem outros caminhos evolutivos, devido a um transtorno de racismo que aflora e se manifesta como racismo e tentativa de despersonalização, tomando conta de muitos, gerando ódio e intolerância, violência contra esses indivíduos que se veem ameaçados e sem liberdade de pensamento e de consciência e aprisionados em seus medos, vergonhas e humilhações, diferenças que o Homo Sapiens converte no transtorno de castração.
MATTANÓ
(02/03/2022)
Mattanó aponta que a curiosidade infantil pelo próprio corpo e pelo corpo de seus pais, pelo corpo de seus irmãos, pelo corpo de seus amigos e familiares, pelo corpo dos seres vivos e pelos objetos que existem ao redor dessa criança, desde o nascimento, nos revelam que a criança vai criando e desenvolvendo comportamentos e psique que se mantêm pelas consequências como uma máquina funcional, pois o comportamento necessita de S – R – C, estímulo – resposta – consequência, para existir e ter funcionalidade e assim adquirir significados e sentidos diante do mundo real e ideal, diante do prazer e da realidade, formando o imaginário e o simbólico conforme a criança vai crescendo e adquirindo mais estruturas cognitivas, e assim suas experiências que variam entre o brincar e as consequências das pulsões de vida e de morte, que podem ser o prazer, o sofrimento, a realidade, as necessidades satisfeitas, as necessidades insatisfeitas, a angústia, a ansiedade, o abuso, a exploração, a violência, a pedofilia, o horror, a loucura, as doenças e o tratamento e cura delas, os traumas e suas consequências, a vingança, a extorsão, o estupro e o estupro virtual, o abandono e a escola com a educação, com base no repertório comportamental e psíquico adquirido com seus pais e familiares ou cuidadores.
São estes fenômenos primitivos que podem dar base comportamental e psíquica para eventos posteriores como a pedofilia, o estupro, o racismo, o homicídio, o roubo, a violência, o infanticídio, o feminicídio, o terrorismo, o tráfico de drogas, de pessoas, de escravos, as organizações criminosas, a corrupção, a escravidão, as guerras e os conflitos, a prostituição, a pornografia, o uso de drogas, o tráfico de armas e o uso de armas, a criação de heróis, monstros e escravos, a literatura, o cinema, a música, a televisão, as novelas, o teatro, as grandes e pequenas viagens ou expedições, a exploração do Universo, o universo mitológico e dos ritos que sempre estão construindo aberturas para a passagem dos iniciados ou dos convertidos num aperfeiçoamento dos significados e sentidos das mensagens para a sua comunidade.
O desenvolvimento destes nossos comportamentos que formam o nossos heróis, monstros e escravos depende das leis do inconsciente, elas, o niilismo, o condensamento, o deslocamento, o comportamento, a Gestalt e os insights, e as relações sociais que se organizam e se reorganizam, fazendo uma entropia e uma neguentropia, como o desenvolvimento da linguagem, da cognição, da psicomotricidade, da sexualidade, da moral, do brincar, do social e do motor, é pois assim que nasce cada cadeia de comportamentos que constitui o repertório comportamental do indivíduo, através dos repertórios comportamentais básicos que se desenvolvem uns a partir dos outros, a atenção, a discriminação, o controle e a imitação, eles responsáveis pelo desenvolvimento dos nossos comportamentos que formam nossos heróis, monstros e escravos e atuam de forma sincrônica com as leis do inconsciente, sem prejudicar, atenuar ou aumentar qualquer uma delas, atuando sobre o caráter, o temperamento, a personalidade e o desenvolvimento do indivíduo que se constroem aos poucos se associado e podendo gerar novos repertórios comportamentais que quando desencadeados iniciam-se também de modo bastante básico e vão se desenvolvendo, como a telepatia que modifica o comportamento e a psique do indivíduo, inclusive suas relações sociais, de escola, de família, de religião e igreja, de trabalho, de comunicação e de liberdade, locomoção, prazer, sexualidade, higiene, afetividade, pensamento e cognição, inclusive de envelhecimento e de dor e doenças, morte e ressurreição, de violência e de acidentes, de tragédias, catástrofes, calamidades, horrores, guerras e conflitos, de milagres, de perdão, da necessidade de se pedir perdão para o próximo por ter Amor que vem de Deus por ele, perdão que modifica também sua relação com Deus e com o Seu Amor. É como se o Homo Sapiens em seu mundo psíquico e comportamental, desde seu início mais primitivo, desde a criação e o pecado, inaugurasse o modelo de busca de heróis, monstros e escravos, entre o brincar e as consequências das pulsões de vida e de morte, que podem ser o prazer, o sofrimento, a realidade, as necessidades satisfeitas, as necessidades insatisfeitas, a angústia, a ansiedade, a nudez, o frio, o calor, o medo, a fome, a guerra, o combate, a caça, a esperança, o abuso, a exploração, a violência, a pedofilia, o horror, a loucura, as doenças e o tratamento e cura delas, os xamãs, os traumas e suas consequências, a vingança, a extorsão, o estupro e o estupro virtual, o abandono, a política, os ritos e os mitos, a morte e os rituais de vida após a morte, e a escola com a educação ou a transmissão de conhecimentos e saberes, com base no repertório comportamental e psíquico adquirido com seus pais e familiares ou cuidadores, consequências adquiridas com o pecado, com a morte. Jesus trouxe a Vida Eterna e o Seu Amor trouxe a oportunidade para a humanidade e cada ser humano perdoar a Deus, pois Ele se revelou Amor e todo Amor chora porque Ama e quer o melhor para os seus filhos e filhas. O Amor de Deus, de Jesus e de Maria chora quando o homem e a mulher não se convertem a um Amor e Misericórdia plenos e verdadeiros, duradouros, eternos, que os levem pela confiança ao Reino dos Céus, a uma Mãe que atende por Rainha do Amor, que é rica em Amor e estende suas mãos e obras do Céu por Amor a Terra e ao Seu Amor, ¨a guerra entre a Rússia e a Ucrânia só chegará ao fim quando houver Amor entre as nações, da mesma forma Ela diz que as outras nações que estão em guerra, suas guerras só terminarão quando houver Amor¨ (Rainha do Amor).
MATTANÓ
(02/03/2022)
Mattanó aponta que os estudos universitários deveriam terem início já no 1º Grau, na 1ª série, com o olhar e a escuta do professor voltados para os interesses das crianças no âmbito laborial através do brincar e do estudar, da aprendizagem, do ensino e aprendizagem, de acordo com a realidade cognitiva, social, psíquica, sexual, comportamental e moral de cada aluno despertada na seu ensino e aprendizagem, brincar e estudar através de jogos que denunciam os seus interesses, motivações, habilidades, características comportamentais e psíquicas, morais e sexuais e assim repertório para desenvolver uma profissão ao longo deste compromisso de descobertas no 1º Grau que continua no 2º Grau com o seu aperfeiçoamento e titulação de técnico na área escolhida e descoberta neste processo de descobertas. É no 3º Grau que o aluno faz a sua carreira profissional e assim por diante.
MATTANÓ
(07/03/2022)
Mattanó aponta que o heterossexual possui também o interesse sexual tanto no homossexualismo quanto no heterossexualismo e no bissexualismo, este interesse não contamina a orientação e o papel sexual do indivíduo.
MATTANÓ
(07/03/2022)
Mattanó aponta que podemos transferir para as empresas e organizações o papel das políticas e não somente de administração, inclusive o papel de segurança, educação, geração de renda e de trabalho, de transporte e locomoção, de saúde, de alimentação, para o combate da pobreza e da miséria em países pobres e miseráveis, mesmo que parcialmente se a empresa ou a organização não dispor de renda para bancar esta proposta ou orçamento. Assim com o poder político nas mãos dos empresários, eles poderão desenvolver projetos sociais, de educação, de trabalho, de ocupação, de saúde, de justiça e cidadania, religiosos, etc., através de emendas no orçamento do município, do estado e da união, e regular os esforços, o trabalho, o papel de cada indivíduo e do orçamento na sua empresa ou organização indo além do papel de empresa ou organização, construindo uma relação política e de poder com a classe política, administrativa e sua cliente-la.
MATTANÓ
(07/03/2022)
Mattanó aponta que destruir significados e sentidos pode ser uma das maiores causas das guerras na humanidade!
MATTANÓ
(07/03/2022)
Para a Psicanálise do Amor através do relato da história de vida de Hans, incluindo um sonho e suas relações com a realidade, com o meio ambiente e seu contexto é possível desenvolver uma análise clínica ou teórica do seu caso, segundo as características do relato do caso.
Certa vez, estando na estação ferroviária (tinha três anos e nove meses), viu água saindo de uma locomotiva. ‘Olha’, disse ele, ‘A locomotiva está fazendo pipi. Mas onde está o pipi dela?’
Depois de pequena pausa, acrescentou com alguma reflexão: ‘Um cachorro e um cavalo têm pipi; a mesa e a cadeira, não.’ Assim tomou consciência de uma característica essencial de diferenciação entre objetos animados e inanimados.
A ânsia por conhecimento parece ser inseparável da curiosidade sexual, contudo esta curiosidade sexual revela-se ingênua e sem malícia antes da puberdade, revelando-se traumática em casos de abuso, estupro e violência sexual de menores de 14 anos de idade. A curiosidade de Hans orientava-se em particular para seus pais. Da mesma forma voltava-se para seus pais, hipotéticamente, sua curiosidade no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que gerava significados e sentidos bíblicos para a solução de problemas, mas de acordo com sua idade e realidade, consciência, cultura e conhecimento, de tal forma que este mundo e realidade virtuais acompanhava a realidade operante vivida pelo pequeno Hans.
Hans (três anos e nove meses): ‘Papai, você também tem um pipi?’
Pai: ‘Sim, claro.’
Hans: ‘Mas nunca vi, quando você tirava a roupa.’Noutra ocasião, ele estava olhando insistentemente sua mãe despida, antes de ir para a cama. ‘Para que você está olhando para mim desse modo?’, ela perguntou.
Hans: ‘Eu só estava olhando para ver se você também tem um pipi.’
Mãe: ‘Claro. Você não sabia?’
Hans: ‘Não. Pensei que você era tão grande que tinha um pipi igual ao de um cavalo.’
Seu interesse por pipis levou-o a inventar um jogo especial todo próprio. ‘Dando para o saguão de entrada existe um lavatório e também um depósito escuro para guardar madeira. Já faz algum tempo que Hans, entrando nesse armário de madeira, vem dizendo: “Vou para o meu banheiro.” Certa vez olhei ali dentro para ver o que ele estava fazendo no depósito escuro. Ele me mostrou seu membro e disse: “Estou fazendo pipi.” Isso quer dizer que ele tem “brincado” no banheiro. O fato de isso ter a natureza de uma brincadeira revela-se não apenas por ele só estar pretendendo fazer pipi, mas também porque ele não vai ao banheiro, o que, em última análise, seria muitíssimo mais simples, preferindo, contudo, o armário, que ele chama de “seu banheiro”.’ Esta brincadeira revela um desvio no comportamento de Hans, o que poderia indicar que ele estava com algum problema devido a algum processo traumático ou de dificuldade comportamental em função do que significava o pipi e de qual era o seu sentido que poderia ter sido adquirido em alguma relação abusiva, exploratória, de estupro ou de violência sexual vivida por ele em seu mundo real ou ideal, inclusive no seu mundo e realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que poderiam ter imposto ao pequeno Hans algum tipo de problema ao qual ele encontrou dificuldades psicológicas e comportamentais, traumáticas e sexuais, numa relação abusiva e sexual, exploratória e de violência sexual.
Enfim, quando ela de fato aparecia, ele ficava felicíssimo e jamais retirava os olhos do apartamento do lado oposto ao nosso. A violência com que esse “amor à longa distância” o afetou deve-se explicar pelo fato de ele não ter companheiros de folguedos de qualquer dos dois sexos. Passar boa parte do tempo com outras crianças constitui, claramente, parte do desenvolvimento normal de uma criança. Este comportamento é indício de que havia algo de errado com o pequeno Hans.
‘Hans conseguiu alguma companhia desse tipo quando, pouco mais tarde (tinha perto de quatro anos e meio), mudamo-nos para Gmunden, para passarmos as férias de verão. Em nossa casa lá, seus companheiros eram os filhos do nosso senhorio: Franzl (cerca de doze anos), Fritzl (oito), Olga (sete) e Berta (cinco). Além deles, havia as filhas do vizinho, Anna (dez) e mais duas outras meninas, de nove e sete anos, cujos nomes esqueci. O favorito de Hans era Fritzl, que ele sempre estava abraçando, e a quem fazia declarações do seu amor. Certa vez, quando lhe perguntaram: “Das meninas, de quem você gosta mais?”, ele respondeu: “Fritzl!” Ao mesmo tempo tratava as meninas de forma muitíssimo agressiva, masculina e arrogante, abraçando-as e beijando-as com sinceridade - um procedimento ao qual Berta em particular não fazia objeção. Certa noite, quando Berta saía da sala, ele lhe pôs os braços ao redor do pescoço e lhe disse com voz muito apaixonada: “Berta, você é um amor!” A propósito, isso não o impedia de beijar também os outros e de confessar a eles seu amor. Gostava também de Mariedl, de quatorze anos, outra filha do senhorio que costumava brincar com ele. Uma noite disse, quando lhe punham na cama: “Quero que Mariedl venha dormir comigo.” Quando lhe foi dito que isso não podia ser, ele falou: “Então ela vai dormir com a mamãe ou com o papai.” Disseram-lhe que também isso seria impossível, mas que Mariedl tinha que dormir com o pai e a mãe dela. Seguiu-se então o seguinte diálogo:
‘Hans: “Ah, então vou descer e dormir com Mariedl.”
‘Mãe: “Você quer mesmo sair de junto da mamãe e dormir lá embaixo?”
‘Hans: “Mas subo de novo amanhã de manhã para tomar café e fazer cocô.”
‘Mãe: “Está bem, se você quer mesmo deixar o papai e a mamãe, vá então pegar seu casaco e suas calças e… adeus!”
‘Hans, com efeito, pegou suas roupas e se dirigiu para a escada, para ir dormir com Mariedl; mas, é supérfluo dizer, foi buscado de volta.
‘(Por trás desse seu desejo, “Quero que Mariedl durma conosco”, evidentemente residia um outro desejo: “Eu quero que Mariedl” (com quem ele gostava tanto de estar) “faça parte de nossa família.” O pai e a mãe de Hans, todavia, tinham o hábito de levá-lo para a cama deles, embora apenas ocasionalmente; e não há dúvida de que estar ao lado deles haja despertado nele sentimentos eróticos; assim é que também seu desejo de dormir com Mariedl tinha um sentido erótico. Deitar na cama com seu pai e sua mãe era, para Hans, uma fonte de sentimentos eróticos, do mesmo modo que para qualquer outra criança.)’. Para Mattanó estes comportamentos são indícios de que havia algo errado na relação do pequeno Hans com seu comportamento social com as crianças, onde investia nelas conteúdo adulto, substituindo-as por adultos em seu inconsciente e em seu comportamento, demonstrando haver algum problema ou dificuldade comportamental dele em relação com as crianças ou sua infância, sua criança interior e seus significados e sentidos, contextos e comportamentos infantis, demonstrando, ele, querer ser um adulto e não uma criança, o que lhe parecia ser difícil e insuportável a sua consciência, por isso seu inconsciente trabalhava deste modo. Da mesma forma, hipotéticamente, o pequeno Hans poderia ter problemas com seu comportamento social com as crianças no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que produzia, nesta fase de sua vida, desejos e comportamentos, que ele investia nas crianças, como se elas fossem adultos em seu inconsciente e comportamento, de tal forma que seus significados e sentidos corresponderiam a esta realidade.
Na mesma época, mais ou menos, Hans teve um sonho, que contrastava admiravelmente com a audácia que mostrara perante sua mãe. Foi seu primeiro sonho que se tornou irreconhecível devido à distorção. A intervenção de seu pai, contudo, conseguiu elucidá-lo.
‘Hans, quatro anos e três meses, Sonho. Nessa manhã, Hans acordou e disse: “Sabe, ontem à noite pensei assim: Alguém disse: ‘Quem quer vir até mim?’ Então alguém disse: ‘Eu quero.’ Então ele teve que obrigar ele a fazer pipi.”
‘Consegui que ele me contasse de novo seu sonho. Repetiu-o com as mesmas palavras, só que em vez de “então alguém disse”, dessa vez falou “então ela disse”. Esse “ela” era evidentemente Berta, ou Olga, uma das meninas com quem ele havia brincado. Traduzindo-o, o sonho era o seguinte: “Eu estava brincando de cobrar prendas com as meninas. Perguntei: ‘Quem é que quer vir comigo.’ Ela (Berta, ou Olga) respondeu: ‘Eu quero.’ Então ela tem que me obrigar a fazer pipi.” (Isto é, ela tinha que ajudá-lo a urinar, o que é evidentemente agradável para Hans.)
Claro que ter de fazer pipi, tendo alguém que lhe desabotoe a calça e exponha seu pênis, é para Hans um processo prazeroso. Quando estão passeando, na maior parte das vezes quem ajuda Hans é seu pai; isso dá à criança uma oportunidade para a fixação de inclinações homossexuais na figura paterna. Da mesma forma, hipotéticamente, no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor temos uma inclinação homossexual onde a criança, o pequeno Hans, é ajudado pelo seu pai a urinar expondo aqui uma fixação inconsciente e comportamental que tem seu correspondente virtual na Palavra e na Sagrada Escritura.
Acrescentarei apenas que esse sonho obedece à regra que formulei em A Interpretação de Sonhos [1900a, Capítulo VI, Seção F (ver em [1], 1972)], segundo a qual as falas ocorrentes em sonhos são derivadas de falas ouvidas ou expressas pelo sonhador nos dias que precederam ao sonho. Para Mattanó o sonho revela o conteúdo difícil e insuportável a sua consciência dele ser uma criança e o desejo de ser um adulto.
O pai de Hans anotou uma outra observação, datada do período imediato ao seu regresso para Viena: “Hans (quatro anos e meio) estava novamente vendo darem banho em sua irmãzinha, e então começou a rir. Ao lhe perguntarem por que ria, respondeu: “Estou rindo do pipi de Hanna.” “Por quê?” “Porque seu pipi é tão bonito.”
‘Naturalmente sua resposta não era sincera. Na realidade, o pipi dela lhe parecia engraçado. Ademais, foi essa a primeira vez em que Hans reconheceu a diferença entre os genitais masculinos e femininos, em vez de negar sua existência.’ Para Mattanó o pequeno Hans começou a perceber a diferença entre os genitais masculinos e femininos, em vez de negar a sua existência, pois este comportamento tinha uma funcionalidade para ele, era reforçador e tinha estímulos e consequências que o reforçavam como por exemplo o desejo de ser adulto e de negar sua vida de criança e provavelmente suas dificuldades comportamentais ou traumas psíquicos e comportamentais oriundos dos significados e sentidos que ele apreendeu de suas relações com o mundo real e ideal. Da mesma forma o pequeno Hans através do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura pode reconhecer a diferença entre os genitais masculinos e femininos, em vez de negar a sua existência, de tal maneira que assim ele poderia se sentir como os adultos e negar sua vida de criança, suas dificuldades comportamentais e traumáticas que se originaram da produção de desejos, comportamentos, significados e sentidos, e relações com o mundo real e ideal.
MATTANÓ
(28/02/2026)
CASO CLÍNICO E ANÁLISE
’Meu caro Professor: estou-lhe enviando mais alguma notícia a respeito de Hans, só que desta vez, lamento dizê-lo, se trata de material para um caso clínico. Como o senhor verá, nesses últimos dias ele vem apresentando um distúrbio nervoso que nos tem preocupado muito, a mim e minha esposa, pois não temos sido capazes de encontrar meio algum de corrigi-lo. Tomarei a liberdade de ir vê-lo amanhã… mas por enquanto… junto os apontamentos que fiz sobre o material de que dispunha.
‘Sem dúvida, o terreno foi preparado por uma superexcitação sexual devida à ternura da mãe de Hans; mas não sou capaz de especificar a causa real da excitação. Ele receia que um cavalo vá mordê-lo na rua, e esse medo parece estar de alguma forma relacionado com o fato de ele vir-se assustando com um grande pênis. Conforme o senhor soube, por um relato anterior, já em uma idade deveras precoce ele havia notado como são grandes os pênis dos cavalos, e nessa época deduziu que sua mãe, por ser tão grande, deveria ter um pipi como o do cavalo. [Cf. em [1].]
‘Não posso saber o que fazer desse aspecto. Será que ele viu um exibicionista em alguma
parte? Ou tudo isso está simplesmente relacionado com sua mãe? Não acharíamos muito agradável que ele, tão cedo, começasse a nos apresentar dificuldades. Com exceção do fato de estar receoso de sair à rua e de ficar com desânimo à noite, ele de resto é o mesmo Hans, tão alegre e animado como sempre foi.’
Não iremos acompanhar o pai de Hans, nem em suas ansiedades, facilmente compreensíveis, nem em suas primeiras tentativas de encontrar uma explicação; começaremos por examinar os elementos de que dispomos. Em última análise, não é nosso dever ‘compreender’ um caso logo à primeira vista: isso só é possível num estádio posterior, quando tivermos recebido bastantes impressões sobre ele. Por enquanto, deixaremos em suspenso nosso julgamento e daremos nossa atenção imparcial a tudo quanto houver para observar.
Os primeiros relatos, que datam dos primeiros dias de janeiro deste ano (1908), são os seguintes:
‘Hans (quatro anos e nove meses) despertou em lágrimas certa manhã. Quando lhe perguntaram por que estava chorando, ele disse a sua mãe: “Quando eu estava dormindo, pensei que você tinha ido embora e eu ficava sem a Mamãe para mimarmos juntos.”’Portanto, tratava-se de um sonho de ansiedade.
‘Eu já havia observado algo semelhante em Gmunden, no verão. À noite, deitado na cama, ele ficava habitualmente muito sentimental. Certa vez, fez uma observação, algo como “imagine se eu não tivesse uma mamãe” ou “imagine se você fosse embora”; não posso lembrar-me com precisão das palavras. Infelizmente, sempre que ele mergulhava em um sentimentalismo desses, sua mãe costumava levá-lo para a cama com ela.
‘Pelo dia 5 de janeiro, ele veio para a cama de sua mãe pela manhã e disse: “Você sabe o que tia M. falou? Ela disse assim: “Que amor de coisinha que ele tem.’” (Tia M. passou alguns dias conosco, há quatro semanas atrás. Certa vez, observando minha esposa dar banho no menino, ela realmente lhe dissera aquelas palavras, em voz baixa. Hans as ouvira por casualidade e agora estava tentando utilizá-las para seus próprios fins.)
‘Em 7 de janeiro, ele foi passear no Stadtpark com a babá, como de hábito. Na rua começou a chorar e pediu que o levasse para casa, dizendo que queria “mimar” junto com sua mãe. Em casa, perguntaram-lhe por que não tinha querido continuar o passeio e havia chorado, mas ele não respondeu. Até de noite esteve alegre, como sempre. Contudo, à noite ficou visivelmente assustado: chorava e não podia separar-se da mãe, desejando continuar “mimando” com ela. Ficou, então novamente alegre, e dormiu bem.
‘Em 8 de janeiro minha esposa decidiu levá-lo para passear, ela própria, a fim de observar o que é que o atormentava. Iam até o Schönbrunn, aonde ele sempre gostava de ir. De novo ele começou a chorar, não queria sair e estava assustado. Afinal, resolveu ir; na rua, contudo, estava visivelmente assustado. De volta de Schönbrunn, disse a sua mãe, depois de intensa luta interior: “Eu estava com medo de que um cavalo me mordesse.” (Com efeito, em Schönbrunn ficara inquieto quando viu um cavalo.) À noite, pareceu que tinha tido uma nova crise semelhante àquela
da noite passada, e que tinha desejado ser “mimado”. Sendo acalmado, disse chorando: “Eu sei
que vou ter de passear amanhã de novo.” E depois: “O cavalo vai entrar no quarto.”
’Naquele mesmo dia, sua mãe perguntou: “Você põe a mão no seu pipi?”, e ele respondeu: “Ponho, de noite, quando estou na cama.” No dia seguinte, 9 de janeiro, antes de fazer a sesta à tarde, foi advertido para que não pusesse a mão no pipi. Quando acordou, indagaram-lhe a esse respeito, ele disse que sim, que apesar da advertência pusera a mão lá por um momentinho.’
Assim, temos aqui o começo da ansiedade de Hans, bem como o início de sua fobia. Vemos, pois, que existe uma boa razão para manter as duas separadas uma da outra. Ademais, o material parece ser amplamente suficiente para fornecer-nos os suportes de que necessitamos; e nenhum momento é tão favorável para a compreensão de um caso quanto seu estádio inicial, tal qual deparamos aqui, embora infelizmente esse estádio via de regra seja ignorado, ou desprezado em silêncio. O distúrbio teve início com pensamentos ao mesmo tempo apreensivos e ternos, seguindo-se então um sonho de ansiedade cujo conteúdo era a perda de sua mãe e, com isso, não poder mais ‘mimar’ junto com ela. Por conseguinte, sua afeição pela mãe deve ter-se tornado fortemente intensa. Na sua condição era este o fenômeno fundamental. Em apoio a essa teoria, podemos recordar suas duas tentativas de seduzir sua mãe, datando a primeira delas do verão [ver em [1]], ao passo que a segunda (um simples elogio feito ao seu próprio pênis) ocorreu no momento imediato que precedeu a irrupção de sua ansiedade na rua. Foi esse aumento de afeição por sua mãe que subitamente se transformou em ansiedade, a qual, diga-se de passagem, sucumbiu à repressão. Ainda não sabemos de onde pode haver-se originado o ímpeto para a repressão. Talvez fosse apenas conseqüência da intensidade das emoções da criança, que ficara acima da sua capacidade de controle; ou talvez também estivessem em ação outras forças que ainda não tenhamos identificado. Isso iremos saber à medida que avançarmos. A ansiedade de Hans, que assim correspondia a uma ânsia erótica reprimida, como toda ansiedade infantil, não tinha um objeto com que dar saída: ainda era ansiedade, e não medo. A criança não pode dizer [no princípio] de que ela tem medo; e quando Hans, no primeiro passeio com a babá, não ia dizer de que tinha medo, isso foi simplesmente porque ele mesmo ainda não sabia. Ele disse tudo que sabia, que na rua sentia falta de sua mãe com quem queria ‘mimar’, e que não queria estar longe dela. Dizendo essas coisas, confessou abertamente o significado primário de sua aversão às ruas.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica o caso clínico e a análise do pequeno Hans. De onde veio sua fobia, sua ansiedade e suas tentativas de seduzir sua mãe.
Mattanó aponta que o caso clínico e a análise do pequeno Hans leva-nos a pensar que sua fobia é consequência de sua resposta a estimulação da sua falta sentida por sua mãe com quem queria ¨mimar¨ e não queria estar longe, criando uma aversão às ruas, sua ansiedade tem como gênese o medo de perder sua mãe com quem queria ¨mimar¨ e suas tentativas de seduzir sua mãe, suas duas tentativas de seduzir sua mãe, datando a primeira delas do verão [‘Sem dúvida, o terreno foi preparado por uma superexcitação sexual devida à ternura da mãe de Hans; mas não sou capaz de especificar a causa real da excitação. Ele receia que um cavalo vá mordê-lo na rua, e esse medo parece estar de alguma forma relacionado com o fato de ele vir-se assustando com um grande pênis. Conforme o senhor soube, por um relato anterior, já em uma idade deveras precoce ele havia notado como são grandes os pênis dos cavalos, e nessa época deduziu que sua mãe, por ser tão grande, deveria ter um pipi como o do cavalo.], ao passo que a segunda (um simples elogio feito ao seu próprio pênis) ocorreu no momento imediato que precedeu a irrupção de sua ansiedade na rua. Percebemos que a fobia, a ansiedade e as tentativas de seduzir sua mãe derivam de como o pequeno Hans interpretou seus estímulos e respondeu e reagiu as consequências, adquirindo um contexto ou novo contexto que está relacionado há como ele significa e dá sentido a esses elementos, como ele contextualiza, ele ainda não tem idade para conceituar a realidade, notamos que estas marcas ficam no mapa cognitivo do pequeno Hans e o ajudarão a adquirir novos repertórios comportamentais que demonstram características de trauma sexual ou dificuldade ou problema comportamental em relação aos pipis ou em relação as noções cognitivas que desenvolvem o seu comportamento, e neste episódio ao pipi de sua mãe que ele imagina ser tão grande como o de um cavalo, pois o cavalo e sua mãe são dois elementos ou corpos muito grandes em relação a ele, e isso o impressionava, causando significação e sentidos nesta orientação, conceitos e contextos, comportamentos e funcionalidades, sinais e símbolos, simbologias, topografias, linguagem, relações sociais, gestalts e insights, desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, chistes, piadas e humor, desenhos, caricaturas, charges e brincadeiras, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, semântica, argumentos, arquétipos, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, economia e riquezas, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, fantasias, delírios, alucinações, afetividade, prazer e realidade, discurso, ritos e mitos, psicohigiene, institucionalização, modos de relação social, ciclos circadianos, imunidade, nutrição, genótipo, homeostase, evolução e involução, inconsciente e consciência direcionada para a sua significação e capacidade de dar sentidos as suas relações com objetos de amor, de ódio e de medo como os pipis de sua mãe e cavalos que eram grandes de tamanho em função da altura em relação a ele, nesta fase de seu desenvolvimento cognitivo ele ainda não desenvolveu a conservação de tamanho, de forma, de quantidade, elas estão sendo construídas e desenvolvidas nas suas relações cognitivas e de aprendizagem com os pipis, sua mãe e os cavalos e sua linguagem.
MATTANÓ
(08/03/2022)
Para a Psicanálise do Amor Freud explica o caso clínico e a análise do pequeno Hans. De onde veio sua fobia, sua ansiedade e suas tentativas de seduzir sua mãe.
Mattanó aponta que o caso clínico e a análise do pequeno Hans leva-nos a pensar que sua fobia é consequência de sua resposta a estimulação da sua falta sentida por sua mãe com quem queria ¨mimar¨ e não queria estar longe, criando uma aversão às ruas, sua ansiedade tem como gênese o medo de perder sua mãe com quem queria ¨mimar¨ e suas tentativas de seduzir sua mãe, suas duas tentativas de seduzir sua mãe, datando a primeira delas do verão [‘Sem dúvida, o terreno foi preparado por uma superexcitação sexual devida à ternura da mãe de Hans; mas não sou capaz de especificar a causa real da excitação. Ele receia que um cavalo vá mordê-lo na rua, e esse medo parece estar de alguma forma relacionado com o fato de ele vir-se assustando com um grande pênis. Conforme o senhor soube, por um relato anterior, já em uma idade deveras precoce ele havia notado como são grandes os pênis dos cavalos, e nessa época deduziu que sua mãe, por ser tão grande, deveria ter um pipi como o do cavalo.], ao passo que a segunda (um simples elogio feito ao seu próprio pênis) ocorreu no momento imediato que precedeu a irrupção de sua ansiedade na rua. Percebemos que a fobia, a ansiedade e as tentativas de seduzir sua mãe derivam de como o pequeno Hans interpretou seus estímulos e respondeu e reagiu as consequências, adquirindo um contexto ou novo contexto que está relacionado há como ele significa e dá sentido a esses elementos, como ele contextualiza, ele ainda não tem idade para conceituar a realidade, notamos que estas marcas ficam no mapa cognitivo do pequeno Hans e o ajudarão a adquirir novos repertórios comportamentais que demonstram características de trauma sexual ou dificuldade ou problema comportamental em relação aos pipis ou em relação as noções cognitivas que desenvolvem o seu comportamento, e neste episódio ao pipi de sua mãe que ele imagina ser tão grande como o de um cavalo, pois o cavalo e sua mãe são dois elementos ou corpos muito grandes em relação a ele, e isso o impressionava, causando significação e sentidos nesta orientação, conceitos e contextos, comportamentos e funcionalidades, sinais e símbolos, simbologias, topografias, linguagem, relações sociais, gestalts e insights, desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, chistes, piadas e humor, desenhos, caricaturas, charges e brincadeiras, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, semântica, argumentos, arquétipos, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, economia e riquezas, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, fantasias, delírios, alucinações, afetividade, prazer e realidade, discurso, ritos e mitos, psicohigiene, institucionalização, modos de relação social, ciclos circadianos, imunidade, nutrição, genótipo, homeostase, evolução e involução, inconsciente e consciência direcionada para a sua significação e capacidade de dar sentidos as suas relações com objetos de amor, de ódio e de medo como os pipis de sua mãe e cavalos que eram grandes de tamanho em função da altura em relação a ele, nesta fase de seu desenvolvimento cognitivo ele ainda não desenvolveu a conservação de tamanho, de forma, de quantidade, elas estão sendo construídas e desenvolvidas nas suas relações cognitivas e de aprendizagem com os pipis, sua mãe e os cavalos e sua linguagem.
Da mesma forma, hipotetizamos, que o pequeno Hans desenvolveu sua fobia em função do medo de perder sua mãe, com quem queria ¨mimar¨ e não queria estar longe, criando uma aversão às ruas, mas também sua ansiedade e as suas tentativas de seduzir sua mãe, contudo segundo seu desenvolvimento comportamental e cognitivo e não somente do seu inconsciente, pois as relações cognitivas e de aprendizagem constróem a linguagem e o mapa cerebral, os caminhos cognitivos, o GPS da personalidade e a bússola da personalidade e assim o inconsciente e suas relações com o mundo e realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que correspondem a esta realidade operante mediante análise e interpretação do conteúdo estudado ou representado.
MATTANÓ
(28/02/2026)
Além disso, havia aqueles estados em que ele se sentiu por duas noites seguidas, antes de ir dormir, os quais se caracterizavam por uma ansiedade mesclada com nítidos traços de ternura. Esses estados mostram que no início de sua doença não havia, até então, fobia alguma, quer com relação às ruas ou a passear, quer com relação a cavalos. Caso existisse, os estados que Hans assumia à noite seriam inexplicáveis; quem está para dormir se incomoda com ruas e passeios? Por outro lado, torna-se claro o motivo por que ele ficava tão assustado à noite, supondo-se que à hora de dormir certa intensificação de sua libido apossava-se dele: pois o objeto desta era sua mãe, e seu objetivo talvez tenha sido dormir com ela. Ademais, ele aprendeu, por
sua experiência, que em Gmunden sua mãe poderia ser persuadida a levá-lo para a cama dela toda vez que ele apresentava tais disposições, e aqui em Viena ele queria obter os mesmos fins. Também não devemos esquecer que por algum tempo, em Gmunden, ele estivera sozinho com sua mãe, de vez que seu pai não pudera passar lá as férias inteiras; além disso, que no campo as suas afeições estiveram divididas entre alguns companheiros de folguedos e amigos de ambos os sexos, ao passo que em Viena ele não tinha nenhum, de modo que sua libido estava em condições de voltar-se para sua mãe, sem dividir-se.
Assim, sua ansiedade correspondia a um forte anseio reprimido: também a repressão deve ser levada em conta. O anseio pode transformar-se completamente em satisfação, se o objeto ansiado lhe for concedido. Uma terapia dessa natureza já não é mais eficaz quando se lida com a ansiedade. Esta permanece até mesmo quando o anseio pode ser satisfeito. Já não é mais capaz de se retransformar inteiramente na libido; existe alguma coisa a reter a libido sob repressão. Esse fato, no caso de Hans, evidenciou-se por ocasião do passeio que fez a seguir, quando sua mãe o acompanhou. Estava com ela e, não obstante, ainda sofria de ansiedade, digamos, de um anseio insatisfeito com relação a ela. Realmente, a ansiedade era pouca, pois foi ele mesmo que se permitiu ser induzido a ir passear, ao passo que obrigara a babá a levá-lo de volta a casa. Além disso, a rua não é bem o lugar correto para ‘mimar’, ou o que quer que esse jovem apaixonado pudesse ter desejado fazer. A sua ansiedade, todavia, resistiu ao teste, e para ela a primeira coisa a fazer era encontrar um objeto. Foi nesse passeio que ele, pela primeira vez, expressou medo de que um cavalo o mordesse. De onde terão provindo os elementos para essa fobia? É provável que dos complexos - até aqui desconhecidos por nós - que contribuíram para a repressão e mantinham sob repressão os sentimentos libidinais de Hans para com sua mãe. Trata-se de um problema ainda não resolvido; e agora teremos de acompanhar o desenvolvimento do caso, a fim de chegar
a sua solução. O pai de Hans já nos deu algumas pistas, provavelmente merecedoras de confiança, como aqueles indícios de que Hans sempre observara com interesse os cavalos face ao grande tamanho dos seus pipis, de que presumira que sua mãe deveria ter um pipi como o do cavalo, e outros. Por conseguinte, seríamos levados a pensar que o cavalo fosse puramente um substituto de sua mãe. Mas, se assim fosse, qual seria o significado do fato de ele ficar com medo
a noite, de que um cavalo entrasse no quarto? São tolos receios de um menininho, diriam. Uma neurose, contudo, jamais expressa tolices, nem mesmo um sonho o faria menos. Quando não somos capazes de entender alguma coisa, procuramos desvalorizá-las com críticas. Um meio ideal de facilitar nossa tarefa.
Existe um outro ponto em relação ao qual é preciso que evitemos recuar diante dessa tentação. Hans admitia que ele, toda noite antes de ir dormir, se divertia brincando com seu pênis. ‘Ah! então está explicado’: o médico da família estará propenso a dizer. ‘A criança se masturbava, daí sua ansiedade patológica.’ Mas, vamos devagar. O fato de o menino extrair de si mesmo prazer, masturbando-se, não explica em absoluto sua ansiedade; pelo contrário, o ato torna a situação mais problemática do que antes. Os estados de ansiedade não são formados pela
masturbação ou pela obtenção de satisfação, qualquer que seja. Além disso, podemos supor que Hans, então com quatro anos e nove meses, se havia dado a esse prazer, toda noite, pelo menos por um período de um ano (ver em [1]). E vamos saber [ver em [2] e [3]] que, nessas ocasiões, ele de fato estava lutando para livrar-se do hábito - um estado de coisas que melhor se ajusta à repressão e à geração de ansiedade.
Devemos dizer também uma palavra em favor da admirável e devotada mãe de Hans. Seu pai a acusa, com certa aparência de justiça, de ser responsável pela manifestação da neurose da criança, em face de suas excessivas demonstrações de afeto para com Hans, e também da freqüência e facilidade com que o levava para sua cama. Poderíamos igualmente incriminá-la por haver precipitado o processo de repressão pela enérgica rejeição das tentativas dele (‘seria porcaria’ ,ver em [1]). Entretanto, ela tinha um papel predestinado a desempenhar, e a posição em que se encontrava era bem difícil.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o pequeno Hans obtinha prazer de seu próprio pênis e que isto não significava que seus estados de ansiedade eram aí formados, mas, sim, correspondiam a um forte anseio reprimido, neste caso, ser mimado pela sua mãe num passeio. A ansiedade se transformou em medo de que um cavalo o mordesse, o cavalo tinha um pipi grande como ao de seu pai que por sinal levava-o a pensar que sua mãe também tinha um pipi grande, o cavalo não era um substituto da mãe e ele tinha medo de que ele entrasse de noite no seu quarto. Hans lutava para se livrar do hábito de se masturbar através da repressão e da geração de ansiedade, toda a noite. A mãe de Hans tinha um papel predestinado a desempenhar e a posição em que se encontrava era bem difícil, ela levava o pequeno Hans para sua cama com excessivas demonstrações de afeto e ela deu início ao processo de repressão pela energética rejeição das tentativas dele de se masturbar.
Mattanó aponta que o pequeno Hans obtinha prazer de seu próprio pênis e que isto não significava que seus estados de ansiedade eram aí formados, mas, sim, correspondiam a um forte anseio reprimido, neste caso, ser mimado pela sua mãe num passeio. A ansiedade se transformou em medo de que um cavalo o mordesse, o cavalo tinha um pipi grande como ao de seu pai que por sinal levava-o a pensar que sua mãe também tinha um pipi grande, o cavalo não era um substituto da mãe e ele tinha medo de que ele entrasse de noite no seu quarto. Hans lutava para se livrar do hábito de se masturbar através da repressão e da geração de ansiedade, toda a noite. A mãe de Hans tinha um papel predestinado a desempenhar e a posição em que se encontrava era bem difícil, ela levava o pequeno Hans para sua cama com excessivas demonstrações de afeto e ela deu início ao processo de repressão pela energética rejeição das tentativas dele de se masturbar. Notamos o desenvolvimento da libido através da masturbação, da repressão e da ansiedade, e vemos também o desenvolvimento da comunhão depois da sua fase de masturbação, passando para a repressão e para a ansiedade, e finalmente vemos a segurança na masturbação do pequeno Hans, seus significados e sentidos, na repressão e na ansiedade com seus significados e sentidos que o levaram a se comportar de determinada maneira. A comunhão e a segurança são incentivadas no papel da mãe de mimar o pequeno Hans e de acompanha-lo em seu quarto de noite, favorecendo-o em se livrar da masturbação por meio da repressão e do papel da ansiedade que geram comunhão e segurança, pois causam união e estabilidade emocional no pequeno Hans.
MATTANÓ
(09/03/2022)
Mattanó relata sua técnica de recuperação e otimização da memória, da leitura, da atenção, da concentração, inclusive da interpretação: estude e analise por longos anos enquanto seu transtorno mental ou esquizofrenia te acompanhar com auxílio de estímulos auditivos ou músicas e canções que produzam prazer em sua mente e comportamento, no meu caso, depois de 15 anos, deixe de lado estes estímulos auditivos, e estude em silêncio, e sinta grande melhora e facilidade para ler e interpretar, para ter atenção e concentração, inclusive prazer na leitura e no trabalho com o computador e continue seu trabalho com a mente ¨limpa¨.
MATTANÓ
(09/03/2022)
Para a Psicanálise do Amor o pequeno Hans obtinha prazer de seu próprio pênis e que isto não significava que seus estados de ansiedade eram aí formados, mas, sim, correspondiam a um forte anseio reprimido, neste caso, ser mimado pela sua mãe num passeio. A ansiedade se transformou em medo de que um cavalo o mordesse, o cavalo tinha um pipi grande como ao de seu pai que por sinal levava-o a pensar que sua mãe também tinha um pipi grande, o cavalo não era um substituto da mãe e ele tinha medo de que ele entrasse de noite no seu quarto. Hans lutava para se livrar do hábito de se masturbar através da repressão e da geração de ansiedade, toda a noite. A mãe de Hans tinha um papel predestinado a desempenhar e a posição em que se encontrava era bem difícil, ela levava o pequeno Hans para sua cama com excessivas demonstrações de afeto e ela deu início ao processo de repressão pela energética rejeição das tentativas dele de se masturbar. Notamos o desenvolvimento da libido através da masturbação, da repressão e da ansiedade, e vemos também o desenvolvimento da comunhão depois da sua fase de masturbação, passando para a repressão e para a ansiedade, e finalmente vemos a segurança na masturbação do pequeno Hans, seus significados e sentidos, na repressão e na ansiedade com seus significados e sentidos que o levaram a se comportar de determinada maneira. A comunhão e a segurança são incentivadas no papel da mãe de mimar o pequeno Hans e de acompanha-lo em seu quarto de noite, favorecendo-o em se livrar da masturbação por meio da repressão e do papel da ansiedade que geram comunhão e segurança, pois causam união e estabilidade emocional no pequeno Hans. Da mesma forma, hipotéticamente, o pequeno Hans, teria os mesmos processos psíquicos e comportamentais de ansiedade, medo, sedução, masturbação e comparação de seu pênis com o de seu pai e de sua mãe levando-o a repressão e a ansiedade toda a noite, através das contingências do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que pode produzir desejo e comportamento e depois, significados e sentidos, segundo o desenvolvimento cognitivo, inconsciente e comportamental do indivíduo.
MATTANÓ
(28/02/2026)
Combinei com o pai de Hans que ele diria ao menino que tudo aquilo relacionado com cavalos não passava de uma bobagem. Seu pai iria dizer que a verdade é que ele gostava muito de sua mãe e que queria que ela o levasse para sua cama. A razão por que ele tinha então medo de cavalos se explicava por ele se haver interessado muito pelos seus pipis. Ele próprio observara não ser correto ficar tão preocupado assim com os pipis, mesmo com o dele; e tinha razão ao pensar dessa forma. A seguir sugeri a seu pai que começasse a dar a Hans alguns esclarecimentos dentro do tema do conhecimento sexual. O comportamento anterior da criança constituía para nós justificativa para admitirmos estar sua libido relacionada com um desejo de ver o pipi de sua mãe. Propus então a seu pai que afastasse de Hans esse objetivo, informando-o de que sua mãe e todos os outros seres femininos (como podia constatar com Hanna) não tinham pipi nenhum. Esse último esclarecimento lhe seria dado numa ocasião favorável, quando o assunto fosse motivado por alguma pergunta ou alguma observação casual de Hans.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o pequeno Hans tinha interesse em observar os pipis dos cavalos e que isto era sinal do seu interesse em ver o pipi de sua mãe, ele se preocupava com pipis e com o dele mesmo, então deram-lhe uma regra, a de que sua mãe e os outros seres femininos não tinham pipi algum, mesmo que sua libido lhe direcionasse para ver o pipi de sua mãe.
Mattanó aponta que o pequeno Hans tinha interesse em observar os pipis dos cavalos e que isto era sinal do seu interesse em ver o pipi de sua mãe, ele se preocupava com pipis e com o dele mesmo, então deram-lhe uma regra, a de que sua mãe e os outros seres femininos não tinham pipi algum, mesmo que sua libido lhe direcionasse para ver o pipi de sua mãe. Nota-se que o pequeno Hans se comporta conforme significa e dá sentido as suas regras por meio da atenção, da imitação, da ordem e da instrução, e da discriminação, dos seus repertórios comportamentais básicos, por meio da palavra, da assimilação e da acomodação, do desequilíbrio cognitivo e da alfabetização, do seu desenvolvimento cognitivo, do seu mapa cognitivo e dos caminhos cognitivos que ele adquiriu e aprendeu, seguindo um S – R – C, estímulo – resposta – consequência, ou seja, uma funcionalidade comportamental.
MATTANÓ
(10/03/2022)
Para a Psicanálise do Amor o pequeno Hans tinha interesse em observar os pipis dos cavalos e que isto era sinal do seu interesse em ver o pipi de sua mãe, ele se preocupava com pipis e com o dele mesmo, então deram-lhe uma regra, a de que sua mãe e os outros seres femininos não tinham pipi algum, mesmo que sua libido lhe direcionasse para ver o pipi de sua mãe. Nota-se que o pequeno Hans se comporta conforme significa e dá sentido as suas regras por meio da atenção, da imitação, da ordem e da instrução, e da discriminação, dos seus repertórios comportamentais básicos, por meio da palavra, da assimilação e da acomodação, do desequilíbrio cognitivo e da alfabetização, do seu desenvolvimento cognitivo, do seu mapa cognitivo e dos caminhos cognitivos que ele adquiriu e aprendeu, seguindo um S – R – C, estímulo – resposta – consequência, ou seja, uma funcionalidade comportamental. Da mesma forma o pequeno Hans poderia desenvolver interesse em observar os pipis dos cavalos como sinal de interesse em ver o pipi de sua mãe e assim comparar com o de seu pai que era diferente, ou seja, tinha um pipi, mas agora através do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da metáfora do Amor através de avatares, onde o paciente pode deslocar para essa representação o conteúdo referente ao da realidade onde observava pipis de cavalos e efetuava comparações, através dos avatares o paciente pode deslocar esse conteúdo virtual e inconsciente e reinterpretá-lo, ressignifica-lo ou elaborá-lo, ou mesmo educá-lo e treiná-lo dependendo da idade do paciente, oferecendo repertório comportamental novo para ele que através dos repertórios comportamentais básicos se adapta e soluciona seu problema ou adversidade.
MATTANÓ
(21/03/2026)
As notícias que se seguem com respeito a Hans abrangem o período entre 1ë e 17 de março. O intervalo de mais de um mês será relatado diretamente.
‘Após Hans ter sido esclarecido, seguiu-se um período de relativa tranqüilidade, durante o qual podiam, sem maiores dificuldades, levá-lo para seu passeio diário no Stadtpark. [Ver em [1].] Seu medo de cavalos foi-se transmudando gradativamente em uma compulsão para olhá-los. Ele dizia: “Tenho que olhar para os cavalos, e aí fico com medo.”
‘Depois de uma gripe muito forte, que o prendeu na cama por duas semanas, sua fobia aumentou novamente, a tal ponto que não se conseguia levá-lo para sair, ou de qualquer forma não mais do que até a varanda. Todo domingo ele ia comigo até Lainz, pois é um dia em que não há muito tráfego nas ruas, e o caminho até a estação é bem curto. Certa vez, em Lainz, ele se recusou a passear fora do jardim, porque havia uma carruagem estacionada em frente. Uma semana depois, a qual ele passou em casa em conseqüência de uma operação das amígdalas, sua fobia aumentou de novo, agravando-se muito mais. Ele vai até a varanda, é verdade, mas não sai para passear. Quando chega até a porta da rua, vira-se rapidamente e volta.
‘No domingo, 1ë de março, houve a seguinte conversa no caminho até a estação. Eu estava tentando explicar-lhe de novo que os cavalos não mordem. Ele: “Mas os cavalos brancos mordem. Em Gmunden há um cavalo branco que morde. Se você apontar o dedo para ele, ele morde.” (Chamou-me a atenção ele dizer “dedo”, em vez de “mão”.) Então me contou a seguinte história, que repito aqui de forma mais objetiva: “Quando Lizzi tinha de ir embora, havia uma carroça com um cavalo branco em frente da casa dela, para levar a bagagem para a estação.” (Ele me contou que Lizzi era uma menina que morava numa casa vizinha.) “O pai dela estava parado perto do cavalo, e o cavalo virou a cabeça (para tocá-lo), e ele disse para Lizzi: ‘Não estenda seu dedo para o cavalo branco senão ele te morde.’” Nisso falei: “Sabe, parece-me que você não quer dizer um cavalo, mas um pipi, onde ninguém deve pôr a mão.”
‘Ele: “Mas um pipi não morde.”
‘Eu: “Mas pode ser que morda.” Então ele procurou animadamente provar-me que era de fato um cavalo branco.
‘Em 2 de março, quando ele mostrou de novo sinais de estar com medo, eu lhe disse: “Sabe de uma coisa? Essa bobagem sua” (é como ele fala da sua fobia) “… seria melhor se você passeasse mais vezes. Agora é muito ruim, porque você não tem podido sair pois estava doente.”
‘Ele: “Não é isso, é ruim porque eu ainda continuo pondo a mão no meu pipi de noite.”’ Médico e paciente, pai e filho, eram unânimes, por conseguinte, ao atribuírem a principal
participação na patogênese da atual condição de Hans ao seu hábito de masturbar-se. Não faltavam, contudo, indicações da existência de outros fatores significativos.
‘Em 3 de março admitimos uma nova empregada, que agradou muito a ele. Ela o deixa brincar de cavalo nas suas costas enquanto limpa o assoalho, e ele, por isso, a chama de “meu cavalo”, segurando a saia dela e gritando “Vamos”. Pelo dia 10 de março, ele disse à nova babá: “Se você fizer tal e tal coisa, você terá que se despir toda, e tirar até a camisa.” (Para ele isso era um castigo, mas é fácil identificar, por trás disso, o desejo.)
‘Ela: “E que mal teria? Eu me diria que não tenho dinheiro para gastar com roupas.”
‘Ele: “Mas seria uma vergonha. As pessoas veriam o seu pipi.”’
Temos aqui novamente a mesma curiosidade, orientada, todavia, para um novo objeto e (coerentemente com um período de repressão) ocultada sob um propósito moralizador.
’Em 13 de março, pela manhã, eu disse a Hans: “Você sabe que, se não puser mais a mão no seu pipi, você logo vai ficar bom dessa sua bobagem.”
‘Hans: “Mas eu não ponho mais a mão no meu pipi.”
‘Eu: “Mas você ainda quer pôr.”
‘Hans: “Quero sim. Mas querer não é fazer, e fazer não é querer.”(!!)
‘Eu: “Está bem, mas, para não deixar você querer, nesta noite você vai dormir num saco de
dormir.”
‘A seguir, saímos para a frente da casa. Hans ainda estava com medo, mas animou-se
visivelmente com a expectativa de seus esforços o aliviarem; e disse: “Que bom, se eu tiver um saco para dormir a minha bobagem amanhã vai desaparecer.” De fato, ele estava com muito menos medo de cavalos, e ficava relativamente calmo quando os veículos passavam.
‘Hans prometeu ir comigo a Lainz no domingo seguinte, dia 15 de março. A princípio mostrou resistência, mas enfim foi comigo, apesar de tudo. Naturalmente sentiu-se à vontade na rua, pois não havia muito tráfego, e disse: “Que coisa! Deus então retirou os cavalos.” Caminhando, expliquei-lhe que sua irmã não ganhara um pipi como ele. Eu disse que as meninas e as mulheres não têm pipi: a mamãe não tem. Anna não tem, e assim por diante.
‘Hans: “Você tem um pipi?”
‘Eu: “Claro. Por que, o que você acha?”
‘Hans (após uma pausa): “Mas então como é que as meninas fazem pipi, se elas não têm
pipi?”
‘Eu: “Elas não têm pipi como o seu. Você já viu, quando Hanna tomava banho?”
‘Durante todo o dia ele esteve muito animado, andou de tobogã etc. Só ao chegar a noite é que se tornou abatido novamente, e parecia estar com medo de cavalos.
‘Naquela noite sua crise de nervos e a necessidade de ser mimado eram menos intensas do que nos dias anteriores. No dia seguinte, sua mãe o levou à cidade, e ele ficou muito assustado nas ruas. No outro dia, ficou em casa e estava muito bem disposto. Na manhã seguinte, despertou assustado, por volta das seis horas. Quando lhe perguntaram o que havia, ele disse: “Pus o dedo no meu pipi, só um pouquinho, vi a mamãe despida, de camisa, e ela me deixou ver o seu pipi. Mostrei a Grete, a minha Grete, o que a mamãe estava fazendo, e mostrei meu pipi para ela. Então tirei depressa a mão do meu pipi.” Quando objetei que ele só podia querer dizer “de camisa” ou “despida”, Hans disse: “Ela estava de camisa, mas a camisa era tão pequena que eu vi o seu pipi.”
Isso não foi um sonho, absolutamente, mas uma fantasia masturbatória, que era, contudo, equivalente a um sonho. O que ele fez a mãe fazer foi com a intenção evidente de autojustificar-se: ‘Se mamãe mostra o seu pipi, eu também posso.’
A partir de sua fantasia, podemos reunir duas coisas: em primeiro lugar, a reprimenda de sua mãe produziu nele um resultado intenso, no momento em que foi feita; e, em segundo, o esclarecimento feito quanto ao fato de as mulheres não possuírem pipi não foi, a princípio, aceito por ele. Desagradou-lhe que assim fosse, e em sua fantasia ateve-se à sua convicção anterior. Talvez também tivesse razões para recusar-se a acreditar em seu pai naquele momento.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que a partir da fantasia do pequeno Hans temos duas coisas: a reprimenda de sua mãe produziu nele um resultado intenso quando ela foi produzida; e o esclarecimento de que as mulheres não tem pipi também foi aceito por ele – sua convicção o desagradou e teve motivos para talvez, não acreditar em seu pai naquele momento.
Freud explica que o medo do pipi dos cavalos transformou-se em medo de sair de casa num primeiro momento Então me contou a seguinte história, que repito aqui de forma mais objetiva: “Quando Lizzi tinha de ir embora, havia uma carroça com um cavalo branco em frente da casa dela, para levar a bagagem para a estação.” (Ele me contou que Lizzi era uma menina que morava numa casa vizinha.) “O pai dela estava parado perto do cavalo, e o cavalo virou a cabeça (para tocá-lo), e ele disse para Lizzi: ‘Não estenda seu dedo para o cavalo branco senão ele te morde.’” Nisso falei: “Sabe, parece-me que você não quer dizer um cavalo, mas um pipi, onde ninguém deve pôr a mão.”
‘Em 3 de março admitimos uma nova empregada, que agradou muito a ele. Ela o deixa brincar de cavalo nas suas costas enquanto limpa o assoalho, e ele, por isso, a chama de “meu cavalo”, segurando a saia dela e gritando “Vamos”. Pelo dia 10 de março, ele disse à nova babá: “Se você fizer tal e tal coisa, você terá que se despir toda, e tirar até a camisa.” (Para ele isso era um castigo, mas é fácil identificar, por trás disso, o desejo.)
‘Ela: “E que mal teria? Eu me diria que não tenho dinheiro para gastar com roupas.”
‘Ele: “Mas seria uma vergonha. As pessoas veriam o seu pipi.”’
Temos aqui novamente a mesma curiosidade, orientada, todavia, para um novo objeto e (coerentemente com um período de repressão) ocultada sob um propósito moralizador.
‘Durante um período e depois em todo o dia ele esteve muito animado, andou de tobogã etc. Só ao chegar a noite é que se tornou abatido novamente, e parecia estar com medo de cavalos.
‘Naquela noite sua crise de nervos e a necessidade de ser mimado eram menos intensas do que nos dias anteriores. No dia seguinte, sua mãe o levou à cidade, e ele ficou muito assustado nas ruas. No outro dia, ficou em casa e estava muito bem disposto. Na manhã seguinte, despertou assustado, por volta das seis horas. Quando lhe perguntaram o que havia, ele disse: “Pus o dedo no meu pipi, só um pouquinho, vi a mamãe despida, de camisa, e ela me deixou ver o seu pipi. Mostrei a Grete, a minha Grete, o que a mamãe estava fazendo, e mostrei meu pipi para ela. Então tirei depressa a mão do meu pipi.” Quando objetei que ele só podia querer dizer “de camisa” ou “despida”, Hans disse: “Ela estava de camisa, mas a camisa era tão pequena que eu vi o seu pipi.”
Isso não foi um sonho, absolutamente, mas uma fantasia masturbatória, que era, contudo, equivalente a um sonho. O que ele fez a mãe fazer foi com a intenção evidente de autojustificar-se: ‘Se mamãe mostra o seu pipi, eu também posso.’
Mattanó aponta que a partir da fantasia do pequeno Hans temos duas coisas: a reprimenda de sua mãe produziu nele um resultado intenso quando ela foi produzida; e o esclarecimento de que as mulheres não tem pipi também foi aceito por ele – sua convicção o desagradou e teve motivos para talvez, não acreditar em seu pai naquele momento. Psiquicamente e comportamentalmente estes eventos produziram no pequeno Hans através dos repertórios básicos comportamentais como a atenção, a imitação, o controle e a discriminação a aprendizagem e a aquisição de novos repertórios comportamentais que foram selecionados devido as consequências no meio ambiente como seguir os mandos de sua mãe por natureza da pulsão de vida através da filogênese, da ontogênese, da cultura, da espiritualidade, da vida e do universo.
Mattanó aponta que o medo do pipi dos cavalos transformou-se em medo de sair de casa num primeiro momento Então me contou a seguinte história, que repito aqui de forma mais objetiva: “Quando Lizzi tinha de ir embora, havia uma carroça com um cavalo branco em frente da casa dela, para levar a bagagem para a estação.” (Ele me contou que Lizzi era uma menina que morava numa casa vizinha.) “O pai dela estava parado perto do cavalo, e o cavalo virou a cabeça (para tocá-lo), e ele disse para Lizzi: ‘Não estenda seu dedo para o cavalo branco senão ele te morde.’” Nisso falei: “Sabe, parece-me que você não quer dizer um cavalo, mas um pipi, onde ninguém deve pôr a mão.”
‘Em 3 de março admitimos uma nova empregada, que agradou muito a ele. Ela o deixa brincar de cavalo nas suas costas enquanto limpa o assoalho, e ele, por isso, a chama de “meu cavalo”, segurando a saia dela e gritando “Vamos”. Pelo dia 10 de março, ele disse à nova babá: “Se você fizer tal e tal coisa, você terá que se despir toda, e tirar até a camisa.” (Para ele isso era um castigo, mas é fácil identificar, por trás disso, o desejo.)
‘Ela: “E que mal teria? Eu me diria que não tenho dinheiro para gastar com roupas.”
‘Ele: “Mas seria uma vergonha. As pessoas veriam o seu pipi.”’
Temos aqui novamente a mesma curiosidade, orientada, todavia, para um novo objeto e (coerentemente com um período de repressão) ocultada sob um propósito moralizador.
‘Durante um período e depois em todo o dia ele esteve muito animado, andou de tobogã etc. Só ao chegar a noite é que se tornou abatido novamente, e parecia estar com medo de cavalos.
‘Naquela noite sua crise de nervos e a necessidade de ser mimado eram menos intensas do que nos dias anteriores. No dia seguinte, sua mãe o levou à cidade, e ele ficou muito assustado nas ruas. No outro dia, ficou em casa e estava muito bem disposto. Na manhã seguinte, despertou assustado, por volta das seis horas. Quando lhe perguntaram o que havia, ele disse: “Pus o dedo no meu pipi, só um pouquinho, vi a mamãe despida, de camisa, e ela me deixou ver o seu pipi. Mostrei a Grete, a minha Grete, o que a mamãe estava fazendo, e mostrei meu pipi para ela. Então tirei depressa a mão do meu pipi.” Quando objetei que ele só podia querer dizer “de camisa” ou “despida”, Hans disse: “Ela estava de camisa, mas a camisa era tão pequena que eu vi o seu pipi.”
Isso não foi um sonho, absolutamente, mas uma fantasia masturbatória, que era, contudo, equivalente a um sonho. O que ele fez a mãe fazer foi com a intenção evidente de autojustificar-se: ‘Se mamãe mostra o seu pipi, eu também posso.’
Vemos com estes relatos de Freud que Hans muito provavelmente passou por uma sociedade abusiva e exploradora sexualmente, onde a pedofilia era normal, onde não haviam regras e leis contra a pedofilia e a corrupção de menores, o abuso e a exploração sexual e de incapazes, por isso a leitura de Sigmund Freud causa choque e estranhamento, dificuldade de aceitação e de compreensão pois está desatualizada em seus aspectos legítimos, de Direitos, Deveres, Obrigações e Privilégios, causando um mal-estar no leitor de suas Obras Completas. O pequeno Hans foi provavelmente vítima de abuso e violência sexual, talvez de pedofilia e de exploração sexual que não teve funcionalidade legítima, segundo a nossa realidade atual, pois na época isso era normal e causa de problemas psicológicos, que por sua vez contingenciavam o conhecimento e o saber científico de sua época, inclusive a Psicanálise como ela era e o seu sucesso na época. Hoje essa Psicanálise torna-se impossível diante do conhecimento e do saber, do Direito, dos Deveres, das Obrigações e dos Privilégios de cada indivíduo, de cada criança, de cada família, de cada cientista, de cada professor, de cada Juiz e de cada Ministro, de cada Presidente, de cada autoridade, de cada policial, de cada político, de cada religioso, de cada cidadão.
MATTANÓ
(10/03/2022)
Para a Psicanálise do Amor a partir da fantasia do pequeno Hans temos duas coisas: a reprimenda de sua mãe produziu nele um resultado intenso quando ela foi produzida; e o esclarecimento de que as mulheres não tem pipi também foi aceito por ele – sua convicção o desagradou e teve motivos para talvez, não acreditar em seu pai naquele momento. Psiquicamente e comportamentalmente estes eventos produziram no pequeno Hans através dos repertórios básicos comportamentais como a atenção, a imitação, o controle e a discriminação a aprendizagem e a aquisição de novos repertórios comportamentais que foram selecionados devido as consequências no meio ambiente como seguir os mandos de sua mãe por natureza da pulsão de vida através da filogênese, da ontogênese, da cultura, da espiritualidade, da vida e do universo.
Mattanó aponta que o medo do pipi dos cavalos transformou-se em medo de sair de casa num primeiro momento Então me contou a seguinte história, que repito aqui de forma mais objetiva: “Quando Lizzi tinha de ir embora, havia uma carroça com um cavalo branco em frente da casa dela, para levar a bagagem para a estação.” (Ele me contou que Lizzi era uma menina que morava numa casa vizinha.) “O pai dela estava parado perto do cavalo, e o cavalo virou a cabeça (para tocá-lo), e ele disse para Lizzi: ‘Não estenda seu dedo para o cavalo branco senão ele te morde.’” Nisso falei: “Sabe, parece-me que você não quer dizer um cavalo, mas um pipi, onde ninguém deve pôr a mão.”
‘Em 3 de março admitimos uma nova empregada, que agradou muito a ele. Ela o deixa brincar de cavalo nas suas costas enquanto limpa o assoalho, e ele, por isso, a chama de “meu cavalo”, segurando a saia dela e gritando “Vamos”. Pelo dia 10 de março, ele disse à nova babá: “Se você fizer tal e tal coisa, você terá que se despir toda, e tirar até a camisa.” (Para ele isso era um castigo, mas é fácil identificar, por trás disso, o desejo.)
‘Ela: “E que mal teria? Eu me diria que não tenho dinheiro para gastar com roupas.”
‘Ele: “Mas seria uma vergonha. As pessoas veriam o seu pipi.”’
Temos aqui novamente a mesma curiosidade, orientada, todavia, para um novo objeto e (coerentemente com um período de repressão) ocultada sob um propósito moralizador.
‘Durante um período e depois em todo o dia ele esteve muito animado, andou de tobogã etc. Só ao chegar a noite é que se tornou abatido novamente, e parecia estar com medo de cavalos.
‘Naquela noite sua crise de nervos e a necessidade de ser mimado eram menos intensas do que nos dias anteriores. No dia seguinte, sua mãe o levou à cidade, e ele ficou muito assustado nas ruas. No outro dia, ficou em casa e estava muito bem disposto. Na manhã seguinte, despertou assustado, por volta das seis horas. Quando lhe perguntaram o que havia, ele disse: “Pus o dedo no meu pipi, só um pouquinho, vi a mamãe despida, de camisa, e ela me deixou ver o seu pipi. Mostrei a Grete, a minha Grete, o que a mamãe estava fazendo, e mostrei meu pipi para ela. Então tirei depressa a mão do meu pipi.” Quando objetei que ele só podia querer dizer “de camisa” ou “despida”, Hans disse: “Ela estava de camisa, mas a camisa era tão pequena que eu vi o seu pipi.”
Isso não foi um sonho, absolutamente, mas uma fantasia masturbatória, que era, contudo, equivalente a um sonho. O que ele fez a mãe fazer foi com a intenção evidente de autojustificar-se: ‘Se mamãe mostra o seu pipi, eu também posso.’
Vemos com estes relatos de Freud que Hans muito provavelmente passou por uma sociedade abusiva e exploradora sexualmente, onde a pedofilia era normal, onde não haviam regras e leis contra a pedofilia e a corrupção de menores, o abuso e a exploração sexual e de incapazes, por isso a leitura de Sigmund Freud causa choque e estranhamento, dificuldade de aceitação e de compreensão pois está desatualizada em seus aspectos legítimos, de Direitos, Deveres, Obrigações e Privilégios, causando um mal-estar no leitor de suas Obras Completas. O pequeno Hans foi provavelmente vítima de abuso e violência sexual, talvez de pedofilia e de exploração sexual que não teve funcionalidade legítima, segundo a nossa realidade atual, pois na época isso era normal e causa de problemas psicológicos, que por sua vez contingenciavam o conhecimento e o saber científico de sua época, inclusive a Psicanálise como ela era e o seu sucesso na época. Hoje essa Psicanálise torna-se impossível diante do conhecimento e do saber, do Direito, dos Deveres, das Obrigações e dos Privilégios de cada indivíduo, de cada criança, de cada família, de cada cientista, de cada professor, de cada Juiz e de cada Ministro, de cada Presidente, de cada autoridade, de cada policial, de cada político, de cada religioso, de cada cidadão.
Da mesma forma, hoje, a Psicanálise do Amor torna-se algo impossível se não nos readaptarmos as condições atuais da nossa realidade, sociedade, moralidade e civilização, do Direito e da Justiça, pois nos tempos Bíblicos também não existiam crimes sexuais e contra menores de 14 anos de idade e adolescentes, como pedofilia, corrupção de menores, estupro de incapazes, abuso de incapazes, violência sexual, exploração sexual, ato libidinoso, atentato violento ao pudor, lascívia, vingança, extorsão, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura, suruba virtual, voyeurismo, linguagem sexista e despersonalização, não existiam crimes contra as mulheres e contra os trabalhadores, contra os idosos e doentes ou incapazes, contra a economia, o trabalho, a justiça, a ordem, o significado e o sentido de ordem eram outros, contra a vida e contra a saúde, contra a liberdade, contra a cidadania e os direitos e deveres, obrigações e privilégios, contra os direitos humanos, contra a paz, contra organizações criminosas, contra a corrupção, contra a falsidade ideológica, a lavagem de dinheiro, o enriquecimento ilícito, contra o infanticídio, o esquizocídio, o holocausto e o genocídio, ou seja, podiamos matar em nome de Deus, a Igreja podia matar em nome de Deus, podia praticar o sacrifício do holocausto, mesmo que de poucos, mas isso nunca dá certo e milhões de pessoas acabam sendo sacrificadas em nome do orgulho e da soberba da Igreja e da cobiça dos políticos que querem se tornar personagens Bíblicos.
MATTANÓ
(21/03/2026)
Relato Semanal do Pai de Hans: ‘Estimado Professor, junto a este a continuação da história de Hans - e um capítulo bem interessante. Talvez tome a liberdade de ir vê-lo durante as suas horas de consulta, na segunda-feira e, se possível, de levar Hans comigo, na suposição de que ele vá. Hoje eu lhe disse: “Você irá comigo, segunda-feira, para ver o Professor, que é quem pode acabar com a sua bobagem, para seu bem?”
‘Ele: “Não.”
‘Eu: “Mas ele tem uma filhinha muito bonita.” - Ao que ele, de boa vontade e contente,
consentiu.
‘Domingo, 22 de março. Tendo em vista prolongar o programa de domingo, propus a Hans que fôssemos antes a Schönbrunn, e que somente ao meio-dia continuássemos o passeio de lá para Lainz. Portanto, ele tinha de caminhar não só de casa até a estação de Hauptzollamt na Stadtbahn, mas também da estação de Hietzing até Schönbrunn, e daí até a estação de bondes a vapor de Hietzing. E conseguiu fazer tudo isso, afastando rapidamente o olhar quando algum cavalo passava, de vez que era evidente que estava nervoso. Afastando o olhar, estava seguindo um conselho que lhe dera sua mãe.
‘Em Schönbrunn mostrou sinais de medo de animais que em outras ocasiões ele olhava sem se alarmar. Assim recusou-se peremptoriamente a entrar no recinto onde fica a girafa, nem visitaria o elefante, que anteriormente costumava diverti-lo bastante. Estava com medo de todos os animais de grande porte, ao passo que ficava muito entretido com os pequenos. Entre os pássaros, dessa vez ficou assustado com o pelicano (o que antes jamais ocorrera), evidentemente devido também ao seu tamanho.
‘Então lhe perguntei: “Você sabe por que está com medo dos animais grandes? Os animais grandes têm pipis grandes, e na verdade você tem medo de pipis grandes.”
‘Hans: “Mas eu ainda não vi até agora os pipis dos animais grandes.”
‘Eu: “Mas você viu o do cavalo, e o cavalo é um animal grande.”
‘Hans: “Do cavalo, sim, muitas vezes. Uma vez em Gmunden, quando a carroça estava parada à porta, e uma vez em frente à Agência Central da Alfândega.”
‘Eu: “Quando você era pequeno, é muito provável que tenha entrado num estábulo, em Gmunden…”
‘Hans (interrompendo): “Sim, eu entrava todo dia no estábulo em Gmunden, quando os cavalos vinham recolher-se.”
‘Eu: “… e é bem provável que você tenha ficado assustado ao ver, certa vez, o grande pipi do cavalo. Os animais grandes têm pipis grandes e os animais pequenos têm pipis pequenos.”
‘Hans: “E todo mudo tem um pipi. E o meu pipi vai ficar maior quando eu crescer; ele está preso no mesmo lugar, é claro.”
‘Aqui, a conversa terminou. Nos dias que se seguiram parecia que seus medos aumentaram um pouco. Dificilmente se arriscava a ir até a porta de entrada, aonde o levavam depois do almoço.’
As últimas palavras de Hans, de certa forma confortadoras, esclarecem a situação e nos permitem efetuar algumas correções nas asserções de seu pai. É fato que ele tinha medo de animais grandes, porque se via obrigado a pensar nos seus grandes pipis; contudo, não se pode, na verdade, dizer que ele estava com medo dos próprios pipis deles. Antes a idéia que tinha deles lhe fora decididamente agradável, e ele costumava esforçar-se de todo jeito para dar uma olhada neles. Desde então esse prazer ficou prejudicado para ele, devido à inversão global do prazer em desprazer que havia tomado conta de todas as suas pesquisas sexuais, de um modo ainda
inexplicável, e também devido a alguma coisa que se torna mais clara para nós, ou seja, a determinadas experiências e reflexões que levaram a conclusões aflitivas. De suas palavras autoconsoladoras (‘meu pipi vai ficar maior quando eu crescer’) podemos deduzir que, durante suas observações, ele constantemente vinha fazendo comparações, e ficara extremamente insatisfeito com o tamanho do seu pipi. Os animais grandes lembravam-no desse seu defeito, e por isso lhe eram desagradáveis. Entretanto, de vez que toda a corrente de pensamentos era provavelmente incapaz de se tornar nitidamente consciente, também esse sentimento aflitivo foi transformado em ansiedade, de modo que sua ansiedade atual se estabeleceu tanto em seu prazer anterior quanto em seu atual desprazer. Uma vez que um estado de ansiedade se estabelece, a ansiedade absorve todos os outros sentimentos; com o progresso da repressão, e com a passagem ao inconsciente de boa parte das outras idéias que são carregadas de afeto e que foram conscientes, todos os afetos podem ser transformados em ansiedade.
A curiosa observação de Hans ‘ele está preso no mesmo lugar, é claro’ possibilita adivinhar muitos elementos em conexão com a sua fala consoladora, que ele não podia expressar com palavras e que não expressou no transcorrer da análise. Preencherei essas lacunas, até certo ponto, usando de minhas experiências nas análises de pessoas adultas; contudo, espero que a intervenção não seja considerada arbitrária ou caprichosa. ‘Ele está preso no mesmo lugar, é claro’: se o pensamento foi motivado pelo consolo e desafio, lembremo-nos da velha ameaça de sua mãe, de que ele lhe cortaria fora o pipi se ele continuasse brincando com ele. [Ver pág. 17.] Na época em que foi feita, quando ele tinha três anos e meio, a ameaça não teve conseqüência alguma. Ele tranqüilamente respondeu que então faria pipi com seu traseiro. Constituiria um dos processos mais típicos se a ameaça de castração produzisse um efeito adiado, e se agora, um ano e três meses depois, ele fosse oprimido pelo medo de ter de perder essa preciosa parte do seu ego. Em outros casos de doença podemos observar uma semelhante operação adiada de ordens e ameaças feitas na infância, casos nos quais o intervalo chega a cobrir várias décadas, ou até mais. Conheço até casos nos quais uma ‘obediência adiada’ sob influência da repressão desempenhou um papel preponderante na determinação dos sintomas da doença.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o pequeno Hans foi levado para um programa para ver animais grandes e pequenos, e que ao ver os animais grandes sentiu medo e quanto aos animais pequenos se comportou normalmente, pois os animais grandes significavam pipis grandes pois tinham pipis grandes e os animais pequenos significam pipis pequenos pois tinham pipis pequenos. O pequeno Hans tinha um defeito, o pipi pequeno, de criança. Os animais grandes lembravam-no desse seu defeito, e por isso lhe eram desagradáveis. Entretanto, de vez que toda a corrente de pensamentos era provavelmente incapaz de se tornar nitidamente consciente, também esse sentimento aflitivo foi transformado em ansiedade, de modo que sua ansiedade atual se estabeleceu tanto em seu prazer anterior quanto em seu atual desprazer. Uma vez que um estado de ansiedade se estabelece, a ansiedade absorve todos os outros sentimentos; com o progresso da repressão, e com a passagem ao inconsciente de boa parte das outras idéias que são carregadas de afeto e que foram conscientes, todos os afetos podem ser transformados em ansiedade.
Mattanó aponta que o pequeno Hans foi levado para um programa para ver animais grandes e pequenos, e que ao ver os animais grandes sentiu medo e quanto aos animais pequenos se comportou normalmente, pois os animais grandes significavam pipis grandes pois tinham pipis grandes e os animais pequenos significam pipis pequenos pois tinham pipis pequenos. O pequeno Hans tinha um defeito, o pipi pequeno, de criança. Os animais grandes lembravam-no desse seu defeito, e por isso lhe eram desagradáveis e produziam medo e ansiedade. Entretanto, de vez que toda a corrente de pensamentos era provavelmente incapaz de se tornar nitidamente consciente, também esse sentimento aflitivo foi transformado em ansiedade, de modo que sua ansiedade atual se estabeleceu tanto em seu prazer anterior quanto em seu atual desprazer. Uma vez que um estado de ansiedade se estabelece, a ansiedade absorve todos os outros sentimentos; com o progresso da repressão, e com a passagem ao inconsciente de boa parte das outras idéias que são carregadas de afeto e que foram conscientes, todos os afetos podem ser transformados em ansiedade. Assim seus significados e seus sentidos de pipis grandes tornaram-se desagradáveis e aversivos aos seus olhos, contextos que envolvam pipis grandes também desencadeiam esse sentimento e comportamento desagradável em relação aos pipis grandes e os animais grandes, porém quanto aos animais pequenos e os pipis pequenos seu comportamento e sentimento permaneceria normal, contudo seus significados e sentidos poderiam ser prejudicados pela força inconsciente dos animais grandes e de seus pipis grandes, contudo estes eventos pertencem a natureza psicossexual das crianças e só a educação, a afetividade e a conscientização de sua natureza otimiza a infância e produz bem-estar, juntamente com a segurança e a satisfação de suas necessidades e carências, pois isto é Amor. É a educação, a afetividade e a conscientização quem previnem a pedofilia, o abuso e a exploração sexual, a violência sexual, a pornografia infantil, o estupro e o estupro virtual, a corrupção de menores, a violência familiar, a extorsão e a vingança e até as práticas de infanticídio e de feminicídio, de tentativas de chacinas que marcam a psique e o comportamento e as relações sociais de cada indivíduo dessa família, construindo histórias de fracasso e de frustração, de ódio e de amor que se conflitam numa dualidade que quando continuam a ser abusadas e exploradas durante suas vidas podem produzir psicopatias e psicoses, pois só lhes resta isto como instrumento de defesa do seu ego, como recurso da sua psique e do seu comportamento diante de relações comprometidas por falsidades e por programas comportamentais que visam justamente isso, produzir psicopatias e psicoses como meta de trabalho e assim esconder uma longa e triste face da história da humanidade, do Brasil e de Londrina.
MATTANÓ
(12/03/2022)
Para a Psicanálise do Amor o pequeno Hans foi levado para um programa para ver animais grandes e pequenos, e que ao ver os animais grandes sentiu medo e quanto aos animais pequenos se comportou normalmente, pois os animais grandes significavam pipis grandes pois tinham pipis grandes e os animais pequenos significam pipis pequenos pois tinham pipis pequenos. O pequeno Hans tinha um defeito, o pipi pequeno, de criança. Os animais grandes lembravam-no desse seu defeito, e por isso lhe eram desagradáveis e produziam medo e ansiedade. Entretanto, de vez que toda a corrente de pensamentos era provavelmente incapaz de se tornar nitidamente consciente, também esse sentimento aflitivo foi transformado em ansiedade, de modo que sua ansiedade atual se estabeleceu tanto em seu prazer anterior quanto em seu atual desprazer. Uma vez que um estado de ansiedade se estabelece, a ansiedade absorve todos os outros sentimentos; com o progresso da repressão, e com a passagem ao inconsciente de boa parte das outras idéias que são carregadas de afeto e que foram conscientes, todos os afetos podem ser transformados em ansiedade. Assim seus significados e seus sentidos de pipis grandes tornaram-se desagradáveis e aversivos aos seus olhos, contextos que envolvam pipis grandes também desencadeiam esse sentimento e comportamento desagradável em relação aos pipis grandes e os animais grandes, porém quanto aos animais pequenos e os pipis pequenos seu comportamento e sentimento permaneceria normal, contudo seus significados e sentidos poderiam ser prejudicados pela força inconsciente dos animais grandes e de seus pipis grandes, contudo estes eventos pertencem a natureza psicossexual das crianças e só a educação, a afetividade e a conscientização de sua natureza otimiza a infância e produz bem-estar, juntamente com a segurança e a satisfação de suas necessidades e carências, pois isto é Amor. É a educação, a afetividade e a conscientização quem previnem a pedofilia, o abuso e a exploração sexual, a violência sexual, a pornografia infantil, o estupro e o estupro virtual, a corrupção de menores, a violência familiar, a extorsão e a vingança e até as práticas de infanticídio e de feminicídio, de tentativas de chacinas que marcam a psique e o comportamento e as relações sociais de cada indivíduo dessa família, construindo histórias de fracasso e de frustração, de ódio e de amor que se conflitam numa dualidade que quando continuam a ser abusadas e exploradas durante suas vidas podem produzir psicopatias e psicoses, pois só lhes resta isto como instrumento de defesa do seu ego, como recurso da sua psique e do seu comportamento diante de relações comprometidas por falsidades e por programas comportamentais que visam justamente isso, produzir psicopatias e psicoses como meta de trabalho e assim esconder uma longa e triste face da história da humanidade, do Brasil e de Londrina.
Da mesma forma o pequeno Hans continuou com seu medo dos pipis grandes e dos animais grandes, enquanto permanecia sem medo dos animais pequenos que tinham pipis pequenos, isto devido sua história de vida infantil, familiar e doméstica, onde provavelmente foi vítima de abuso e/ou pedofilia, ou algum outro tipo de violência e exploração sexual que marcou sua mente, seu comportamento e seu mapa cerebral, seus caminhos cognitivos, que permaneceram respondendo da mesma forma diante do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura quando o paciente assimilou e acomodou o significado e o sentido da Palavra em sua realidade operante e em sua metáfora de Amor que substituía a mesma realidade operante através de condensamentos e deslocamentos, até mesmo de comportamentos e relações virtuais com o seu mundo, com a sua consciência que persiste e prevalece no meio disto tudo construindo relações, significados e sentidos e soluções para as adversidades que surgem através da evolução, seleção, competição e involução comportamental, fisiológica e morfológica.
MATTANÓ
(21/03/2026)
A parcela de esclarecimento dado a Hans, pouco tempo antes, quanto ao fato de que as mulheres na verdade não possuem pipi, estava fadada a ter apenas um efeito destruidor sobre sua autoconfiança e a ter originado seu complexo de castração. Por essa razão é que ele ofereceu resistência à informação, e pela mesma razão ela não produziu efeitos terapêuticos. Seria possível haver seres vivos que não tivessem pipis? Se assim fosse, não mais se poderia duvidar de que eles pudessem fazer desaparecer seu próprio pipi e, se assim fosse, transformá-lo em mulher!
‘Na noite do dia 27 para 28, Hans nos surpreendeu saindo da cama, quando ainda estava bem escuro, e vindo para a nossa cama. O seu quarto está separado do nosso dormitório por um outro pequeno quarto. Nós lhe perguntamos por que tinha vindo - talvez estivesse com medo. “Não”, disse ele; “amanhã eu conto a vocês.” Fomos para a cama dormir e ele foi levado, então, de
volta para sua cama.
‘No dia seguinte interroguei-o com mais detalhes, a fim de descobrir por que entrara em nosso quarto, para estar conosco, durante a noite; após alguma relutância, houve o seguinte diálogo, que eu imediatamente registrei em taquigrafia:
‘Ele: “De noite havia uma girafa grande no quarto, e uma outra, toda amarrotada; e a grande gritou porque eu levei a amarrotada para longe dela. Aí, ela parou de gritar; então eu me sentei em cima da amarrotada.”
‘Eu: (perplexo): “O quê? Uma girafa amarrotada? Como foi isso?”
‘Ele: “É sim.” (Rapidamente foi buscar um pedaço de papel, amarrotou-o e disse:) “Estava amarrotada assim.”
‘Eu: “E você se sentou em cima da girafa amarrotada? Como foi?”
’Ele repetiu, sentando-se no chão.
‘Eu: “Por que você veio para o nosso quarto?”
‘Ele: “Eu mesmo não sei.”
‘Eu: “Você estava com medo?”
‘Ele: “Não. É claro que não!”
‘Eu: “Você sonhou com a girafa?”
‘Ele: “Não, eu não sonhei. Eu pensei. Pensei em tudo. Eu tinha acordado antes.”
‘Eu: “O que uma girafa amarrotada pode significar? Você sabe que é impossível amassar uma girafa como você amassa um pedaço de papel?”
‘Ele: “Claro que sei. Eu só pensei que estava amassando. É claro que não foi de verdade. A girafa amarrotada estava estendida no chão e eu a tirei dali… eu a peguei com as mãos.”
‘Eu: “Como? Você pode pegar com as mãos uma girafa grande assim?”
‘Ele: “Peguei a amarrotada na mão.”
‘Eu: “E enquanto isso, onde estava a grande?”
‘Ele: “A grande já estava bem longe.”
‘Eu: “O que foi que você fez com a amarrotada?”
‘Ele: “Eu peguei na minha mão, por um momentinho, até que a grande parasse de gritar. E quando ela parou de gritar, eu sentei em cima da amarrotada.”
‘Eu: “Por que foi que a grande gritou?”
‘Ele: “Porque eu levei para longe dela a pequena.” (Ele notou que eu estava escrevendo tudo que dizíamos, e perguntou:) “Por que você está escrevendo isso aí?”
‘Eu: “Porque vou mandar isso para um professor, aquele que pode acabar com a sua ‘bobagem’.”
‘Ele: “Ah, então você escreveu também que a mamãe tirou a camisa, e vai dar também para o Professor!”
‘Eu: “Sim, mas ele não vai entender como você pode pensar que é possível amarrotar uma
girafa.”
‘Ele: “Pois conte a ele que eu mesmo não sei, e assim ele não vai perguntar. Mas se ele perguntar o que é a girafa amarrotada, então ele pode escrever para nós, e nós podemos responder, ou então vamos logo escrever que eu mesmo não sei.” ‘Eu: “Mas por que você entrou no nosso quarto, de noite?”
’Ele: “Eu não sei.”
‘Eu: “Pois me conte depressa o que é que você está pensando.”
‘Ele: (brincando): “Geléia de framboesa.”
‘Eu: “Que mais?”
Seus desejos.
‘Ele: “Um revólver para matar as pessoas com um tiro.”
‘Eu: “Você assegura que não sonhou com isso?”
‘Ele: “Asseguro… não, não estou bem certo.”
‘Ele continuou dizendo: “A mamãe ficou me perguntando por que foi que eu entrei no seu quarto de noite. Mas eu não queria dizer, pois no começo me senti envergonhado com a mamãe.”
‘Eu: “Por quê?”
‘Ele: “Não sei.”
‘De fato, minha esposa o havia questionado a manhã inteira, até que ele lhe contou a história da girafa.’
Nesse mesmo dia, seu pai descobriu a solução da fantasia da girafa.
‘A girafa grande sou eu mesmo, ou melhor, o meu pênis grande (o pescoço comprido), e a girafa amarrotada é minha esposa, ou melhor, seu órgão genital. Trata-se, por conseguinte, do resultado do esclarecimento que lhe fora dado [ver em [1]].
‘Girafa: ver a descrição do passeio a Schönbrunn. [Cf. em [1] e [2].] Ademais, ele tem a figura de uma girafa e um elefante pendurada acima de sua cama.
‘Tudo isso é a reprodução de uma cena que se desenrolara durante quase todos esses últimos dias, pela manhã. Hans sempre entra em nosso quarto, bem cedinho, e minha mulher não pode resistir, levando-o com ela para a cama por alguns minutos. Em resposta a esse procedimento, invariavelmente passo a admoestá-la para não levá-lo consigo para a cama (“a girafa grande gritava por que eu tirei a amarrotada de perto dela”); e ela responde, às vezes sem dúvida com certa irritação, que tudo é uma bobagem, que afinal um minuto não conta, e assim por diante. Desse modo, Hans fica com ela por um instante. (“Aí a girafa grande parou de gritar; e então eu sentei em cima da amarrotada.”)
’Esta, portanto, é a solução dessa cena matrimonial, transportada para a vida da girafa; à noite, ele fora arrebatado por uma ânsia de ter sua mãe, suas carícias, seu órgão genital, e por essa razão veio para nosso quarto. Tudo isso é continuação de seu medo de cavalos.’
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o comportamento de Hans com a girafa de pescoço comprido (que
simbolizava seu pai com o pênis grande) e a girafa amarrotada (que simbolizava a sua mãe sem pênis) é a solução para a vida matrimonial que é transportada para a vida da girafa, como uma continuação de seu medo de cavalos.
O pequeno Hans tinha uma fantasia de desafio onde o ¨sentar-se em cima de¨ era provavelmente a imagem que Hans tinha de tomar posse, significava pois um medo de que sua mãe não gostasse dele, de uma vez que seu pipi não se comparava com o de seu pai, ou seja, havia uma fantasia de medo.
Mattanó aponta que o comportamento de Hans com a girafa de pescoço comprido (que
simbolizava seu pai com o pênis grande) e a girafa amarrotada (que simbolizava a sua mãe sem pênis) é a solução para a vida matrimonial que é transportada para a vida da girafa, como uma continuação de seu medo de cavalos. Nota-se que o seu inconsciente é determinado pelas suas experiências de vida, pela sua realidade e pelo seu prazer obtido delas, pela sua linguagem que está em formação e desenvolvimento, evento que torna o inconsciente outro fenômeno em formação até que a linguagem se estruture com a fase das hipóteses e deduções do desenvolvimento cognitivo, por volta dos 9 aos 14 anos de idade, quando o adolescente entra na puberdade e na fase genital e se interessa por um objeto de amor de fora dele, da mesma forma no desenvolvimento social começam a formar grupos que gradualmente se afastam de seus pais para a imersão na vida adulta, e no desenvolvimento da moral, esse adolescente começa a desenvolver a moral autônoma, substituindo a moral da heteronomia, é pois, pela moral autônoma que o indivíduo consegue independência moral e passa a promover o desenvolvimento comunitário e social de sua localidade, nação e humanidade.
O pequeno Hans tinha uma fantasia de desafio onde o ¨sentar-se em cima de¨ era provavelmente a imagem que Hans tinha de tomar posse, significava pois um medo de que sua mãe não gostasse dele, de uma vez que seu pipi não se comparava com o de seu pai, ou seja, havia uma fantasia de medo. Este comportamento do pequeno Hans mostra uma fantasia de desafio que revela significados e sentidos de seu comportamento como ¨ter de tomar posse pelo simples comportamento de sentar-se em cima de¨, pois este comportamento gera, elicia e desenvolve a libido, a comunhão e a segurança, A libido com o seu interesse sobre o pipi de sua mãe, o seu e o de seu pai, numa análise comparativa de suas funções que estavam sendo despertadas, a comunhão com o seu interesse sobre o amor de sua mãe para com ele e seu pai, tendo que tomar posse de sua mãe, por exemplo, e a segurança com o seu interesse sobre suas fantasias de desafio e de medo onde colocava-se sob ameaça e dificuldades diante do comportamento de ter que tomar posse de sua mãe em seu colo e medo diante da comparação do seu pipi (que era de criança) com o pênis de seu pai (que era de adulto).
MATTANÓ
(15/03/2022)
Mattanó aponta que sexo, comida, trabalho, educação, família, convivência, agressividade, loucura não curam pessoa alguma, apenas aliviam a tensão da fome e do instinto a que se refere, porém o significado e o sentido que causam o transtorno mental permanecem na psique e no comportamento, nas relações sociais.
MATTANÓ
(16/03/2022)
Mattanó aponta que um bom Programa de Combate da Fome, da Pobreza e da Miséria deveria privilegiar o reajuste do salário mínimo ao menos duas, três ou quatro vezes por ano para que as camadas mais carentes tivessem como repor as perdas salariais com a inflação e o reajuste dos preços das mercadorias, alimentos, combustíveis, transportes, material escolar e gás, havendo ainda um reajuste superior a inflação a cada reajuste para caracterizar o Combate da Fome, da Pobreza e da Miséria, e por consequência, a acumulação de riquezas e as suas distribuições para as camadas mais carentes, inclusive para o 1º, 2º e 3º setores da Economia que concentram boa parte destes trabalhadores mais carentes.
MATTANÓ
(16/03/2022)
Mattanó aponta que a Economia não foi feita para desaparecer com roubos, furtos, guerras, sequestros ou crimes como os de corrupção, ela deve ser protegida, guardada e investida, pois até mesmo o Pão descido do Céu é uma Economia, pois tem o seu valor e demanda obras e investimentos, ganhos e perdas, crescimento e desenvolvimento, acúmulo de riquezas, combate a fome, a pobreza e a miséria, ao pecado, através das suas riquezas que se acumulam na caminhada espiritual da vida até a morte e a vida eterna e o Tribunal de Deus e do Seu Amor. A Economia faz parte do mundo perdoado por Deus através do Seu Amor, por isso ela deve ser protegida, guardada e investida. A Economia, assim como o mundo e os seus valores mundanos e sem perdão, até então, estão agora perdoados por Deus através do Seu Amor, por isso tudo deve ser guardado, protegido e cuidado, investido de Amor e Misericórdia, pois não teremos mais crucificados, mas sim, perdoados e amados, protegidos, guardados e investidos. A Economia é a mensagem de Amor e de conversão, ela é um milagre da Criação!
MATTANÓ
(19/03/2022)
Mattanó aponta que as guerras dependem do contexto que por sua vez evocam S (estímulos), interesses, motivações, habilidades, comportamentos, relações e relações sociais, fenômenos do inconsciente, das autoridades e dos mandatários que por sua vez, respondem conforme o seu conteúdo recalcado ou de história de vida.
MATTANÓ
(19/03/2022)
A TRAJETÓRIA DA FAMÍLIA (2022):
A Gênese familiar
O Desenvolvimento familiar
O Apogeu familiar
A Crise familiar
A Solução e a dissolução familiar.
A Gênese familiar
A gênese familiar começa com a seriação e a fusão de indivíduos dispersos numa coletividade, que por sua vez desenvolvem interesses e um atravessamento configurando uma organização e uma afetividade que nomeiam através de aproximações sucessivas formando casais e uma instituição familiar que seguirá seu caminho através da burocracia e da ausência de sentido encontrada nas coisas e na sociedade.
O Desenvolvimento familiar
O desenvolvimento familiar continua com o matrimônio e a criação de filhos e filhas, com a educação e o trabalho, com a manutenção da família e da casa, das suas relações e instituições como a igreja e a escola, e o círculo de relações que a envolvem construindo sua história de vida e familiar, inclusive comunitária.
O Apogeu familiar
O apogeu familiar acontece com a construção de uma identidade, consciência, atividade, afetividade, papel social, trabalho, educação, saúde e espiritualidade, e também uma economia e um patrimônio familiar, social e individual que garanta a auto-atualização e a auto-realização psíquica e comportamental de cada membro da família através de um conjunto de regras ou contingências que deliberem suas liberdades e necessidades, e também impedimentos e limites, de acordo com cada contexto, aprendendo a interpretar as informações do meio ambiente interno, psíquico e comportamental e externo, social e ambiental, de modo que otimize suas relações de custo e benefício, suas relações pessoais e suas relações sociais.
A Crise familiar
A crise familiar vem com a entrada na 3ª idade, após os 60 anos de idade, onde começa a surgir a demência e a perda da memória, das funções cognitivas, das habilidades psicomotoras e motoras, da capacidade de reação e de interpretação frente às adversidades do mundo interno e externo, ou seja, de como esse idoso ou idosa cuida de si mesmo em relação a sua subjetividade, pois o inconsciente torna-se material impróprio para análise neste período de vida, e em relação ao seu comportamento observável, a sua linguagem, memória, habilidades comportamentais, motoras, cognitivas, psicomotoras, sociais, escolares, afetivas, de higiene e de autocontrole, em relação a sua homeostase, aos seus ciclos circadianos, imunidade, nutrição, saúde e bem-estar bio-psico-social.
A Solução e a dissolução familiar
A solução e a dissolução familiar são dois caminhos diferentes que surgem no cuidado com os idosos. O primeiro, a da solução, ocorre quando o idoso é acolhido pela sua família, seja qual for a sua condição bio-psico-social, pois ele tem direitos e a família tem deveres, obrigações e privilégios que permitem a ela denunciar ao Ministério Público quem quer que seja que esteja interferindo no cuidado familiar de idosos por motivos ilícitos, e assim proteger os idosos e os cuidadores. E o segundo caminho, o da dissolução, ocorre quando o idoso é abandonado pela família ou tem que viver em abrigos e asilos longe daqueles que cuidou e amou a vida toda e que agora, por motivos, lícitos ou ilícitos abandonam esse idoso, justamente quando ele mais precisa de amor, carinho e de cuidados para se alimentar, tomar banho, se vestir, fazer suas necessidades, caminhar, repousar, dormir, ir ao médico, tomar remédios, ter alívio em suas dores e necessidades corporais e físicas como angústias e problemas localizados que geram ansiedade e medo, e ter que ajudar esses idosos a lidar com as suas perdas e lutos que nesta etapa da vida tornam-se maiores, e também para ajudar a confortá-los em suas orações e desejos mais íntimos sem coloca-los em perigo, ameaças e risco de perderem suas vidas e de outras pessoas, ou seja, construindo esperança, aumentando os benefícios e diminuindo os custos para esses idosos e suas relações e reprimindo a degeneração para que a crise final avance mais devagar ou bem mais devagar, para todos os idosos.
MATTANÓ
(19/03/2022)
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 17 DE MARÇO DE 2022:
¨A Ucrânia está dentro da Rússia!¨
INTERPRETAÇÃO:
Esta mensagem significa que a Ucrânia pertence a Rússia culturalmente, psicologicamente e socialmente, que os comportamentos dos Ucranianos são herança dos comportamentos dos Russos, mesmo que não politicamente.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 19 de março de 2022.
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 18 DE MARÇO DE 2022:
¨A guerra vai acabar.¨
INTERPRETAÇÃO:
A guerra da Rússia com a Ucrânia vai acabar.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 19 de março de 2022.
Mattanó aponta que podem existir dois tipos de significado ou de metáfora e dois tipos de sentido ou de metonímia, eles o significado representado onde a criança de 0 a 2 anos de idade constrói suas representações representando seus significados e seus sentidos através do analfabetismo e das trocas, inversões e aglutinações nas palavras que essas crianças formam e falam, como por exemplo, ¨vagalo¨ ao invés de ¨cavalo¨. E só depois com a vivência num sentido mais sublimado desse significado e desse sentido é que essa criança desenvolve a sua alfabetização e a solução dos problemas e distúrbios de aprendizagem, inclusive as trocas, inversões e aglutinações, resignificando o objeto ¨vagalo¨ por ¨cavalo¨ com a aprendizagem escolar e a sua vivência cotidiana que é seguida de reforço e treino comportamental para que a criança aprenda a seguir regras e tenha o seu comportamento modelado pelas contingências, de modo que se construa um repertório comportamental organizado e organizador, socializador, operante, de solução de problemas, marcando seu mapa cognitivo e seus caminhos cognitivos para suas operações no meio ambiente, como o comportamento operante e a solução de problemas.
MATTANÓ
(23/03/2022)
Mattanó aponta que o mal do século é o reforço negativo, justamente ter que ter um comportamento que muitas vezes causa sofrimento por ele não ser funcional e operante, promovendo este comportamento a espera de remover um outro comportamento que pode não existir.
MATTANÓ
(23/03/2022)
Mattanó aponta que se engana quem diz que o homem nasce ignorante, pois o homem não nasce ignorante, ele nasce com informações no seu DNA e é através dos genes que o homem se descobre inteligente, inteligente biologicamente, inteligente filogeneticamente como espécie Homo Sapiens.
MATTANÓ
(23/03/2022)
Mattanó aponta que os alienígenas podem ter vindo das estrelas e/ou do Sol e que em função disto são regidos por leis diferentes tanto filogenéticas, ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida, da física e do universo, pois parece que eles podem mudar de forma e de matéria, transformando-se em energia, matéria que pode mudar de forma e corpo invisível, provavelmente em função de suas características evolutivas, se do Sol respondem a luz, aos gases, a radiação, as explosões, talvez a lava, ao calor, ao fogo, as diferenças de temperatura, aos raios e tempestades solares, aos elementos químicos, a acústica solar e do espaço, as diferentes distâncias como a íntima, pessoal, social, pública e telepática, as diferentes distâncias e dimensões territoriais do espaço e do universo a partir do Sol em relação aos demais planetas da sua galáxia, mostrando que a partir destas informações pode-se especular que pode existir algum fator de desestruturação ou destruição, ou até mesmo de mortalidade entre os alienígenas com base na luz, nos gases, na radiação, nas explosões, na lava, no calor, no fogo, nas diferenças de temperatura, nos raios e tempestades solares, nos elementos químicos, na acústica solar e do espaço, nas diferentes distâncias como a íntima, a pessoal, a social, a pública e a telepática, e nas diferentes distâncias e dimensões territoriais do espaço e do universo a partir do Sol em relação aos demais planetas da sua galáxia – onde, como e por que são diferentes as razões das contingências filogenéticas, ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida, da física e do universo a partir de uma dada comunidade ou estrela como o Sol. Se não conseguimos investigar o Sol então conseguimos investigar a Terra e como se dão estas relações entre alienígenas, o planeta Terra, o Sol, a lua e o universo, os seres vivos e a humanidade, e por exemplo, a imunidade, a nutrição, a fertilidade, o genoma, a homeostase, os ciclos circadianos, o comportamento, o inconsciente, a percepção, as sensações, a paranormalidade, a linguagem e as relações sociais, a escola, o trabalho, o esporte, a política, a justiça, as forças armadas, as polícias, a fome, a miséria e a pobreza, a saúde, a religião e a fé, as guerras, a paz, Deus e o Seu Amor, a evolução e a involução.
MATTANÓ
(23/03/2022)
Para a Psicanálise do Amor o comportamento de Hans com a girafa de pescoço comprido (que
simbolizava seu pai com o pênis grande) e a girafa amarrotada (que simbolizava a sua mãe sem pênis) é a solução para a vida matrimonial que é transportada para a vida da girafa, como uma continuação de seu medo de cavalos. Nota-se que o seu inconsciente é determinado pelas suas experiências de vida, pela sua realidade e pelo seu prazer obtido delas, pela sua linguagem que está em formação e desenvolvimento, evento que torna o inconsciente outro fenômeno em formação até que a linguagem se estruture com a fase das hipóteses e deduções do desenvolvimento cognitivo, por volta dos 9 aos 14 anos de idade, quando o adolescente entra na puberdade e na fase genital e se interessa por um objeto de amor de fora dele, da mesma forma no desenvolvimento social começam a formar grupos que gradualmente se afastam de seus pais para a imersão na vida adulta, e no desenvolvimento da moral, esse adolescente começa a desenvolver a moral autônoma, substituindo a moral da heteronomia, é pois, pela moral autônoma que o indivíduo consegue independência moral e passa a promover o desenvolvimento comunitário e social de sua localidade, nação e humanidade.
O pequeno Hans tinha uma fantasia de desafio onde o ¨sentar-se em cima de¨ era provavelmente a imagem que Hans tinha de tomar posse, significava pois um medo de que sua mãe não gostasse dele, de uma vez que seu pipi não se comparava com o de seu pai, ou seja, havia uma fantasia de medo. Este comportamento do pequeno Hans mostra uma fantasia de desafio que revela significados e sentidos de seu comportamento como ¨ter de tomar posse pelo simples comportamento de sentar-se em cima de¨, pois este comportamento gera, elicia e desenvolve a libido, a comunhão e a segurança, A libido com o seu interesse sobre o pipi de sua mãe, o seu e o de seu pai, numa análise comparativa de suas funções que estavam sendo despertadas, a comunhão com o seu interesse sobre o amor de sua mãe para com ele e seu pai, tendo que tomar posse de sua mãe, por exemplo, e a segurança com o seu interesse sobre suas fantasias de desafio e de medo onde colocava-se sob ameaça e dificuldades diante do comportamento de ter que tomar posse de sua mãe em seu colo e medo diante da comparação do seu pipi (que era de criança) com o pênis de seu pai (que era de adulto). Da mesma forma o pequeno Hans poderia através do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que gera significados e sentidos para suas relações vividas e desenvolvidas que podem se apoiar através de suas ferramentas que têm propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:
L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);
G: Gays (homens que se relacionam com homens);
B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);
T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);
Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);
I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);
A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);
P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);
N: Não-binário (sem gênero).
Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a fantasias vemos que pode ocorrer uma produção de medo entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.
MATTANÓ
(29/03/2026)
Na manhã seguinte, seu pai pôde obter a confirmação de sua interpretação.
‘Domingo, 29 de março, fui a Lainz com Hans. À porta, despedi-me de minha esposa com uma brincadeira, dizendo: “Até logo, girafa grande!” “Por que girafa?”, perguntou Hans. “A mamãe
‘No trem expliquei-lhe a fantasia da girafa, ao que ele disse: “É isso, sim.” E quando eu lhe disse que eu era a girafa grande e que o pescoço comprido dela o fazia pensar num pipi, ele disse: “A mamãe tem um pescoço como uma girafa também. Eu vi quando ela estava lavando o seu pescoço branco.”
‘Na segunda-feira, 30 de março, pela manhã Hans veio dizer-me: “Sabe de uma coisa? Pensei, hoje de manhã, em duas coisas!” “Você pensou o que primeiro?” “Pensei que estava com você em Schönbrunn, onde as ovelhas estão; e aí começamos a rastejar por baixo das cordas, então fomos contar ao policial, no fundo do jardim, e ele nos agarrou.” Ele se havia esquecido da segunda coisa.
‘Posso acrescentar o seguinte comentário a esse respeito. Quando quisemos ver as ovelhas, no domingo, observamos que havia um espaço nos jardins cercado com uma corda; assim não nos era possível chegar até elas. Hans ficou muito admirado com o espaço cercado somente por uma corda, pois seria bem fácil resvalar por debaixo dela. Eu lhe falei que as pessoas educadas não rastejavam por baixo da corda. Ele disse que seria relativamente fácil, ao que respondi que o policial podia chegar e afastar a gente. Na entrada de Schönbrunn sempre fica um soldado de serviço; e certa vez contei a Hans que ele prendia as crianças desobedientes.
‘Ao voltarmos de nossa consulta com o senhor, naquele mesmo dia, Hans confessou seu desejo de praticar mais alguma coisa proibida: “Sabe, hoje de manhã pensei de novo numa coisa.” “O que foi?” “Pensei que ia de trem, com você, e que nós quebramos uma janela e o policial nos levou embora com ele.”’
Esta é a mais adequada continuação da fantasia da girafa. Ele suspeitava que tomar posse de sua mãe era um ato proibido e se defrontara com a barreira contra o incesto. Ele, contudo, encarava esse aspecto como proibido em si mesmo. Seu pai estava com ele sempre que ele realizava, em sua imaginação, essas façanhas proibidas, e com ele se trancava. Ele pensava que seu pai também fazia aquela coisa proibida e enigmática com a sua mãe, que ele substituía por um ato de violência tal como quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o pequeno continua sua fantasia da girafa de forma adequada, suspeitando tomar posse de sua mãe, evento que lhe significava um ato proibido que o levava a se defrontar com a barreira contra o incesto, contudo continuava ele, pensando que seu pai também fazia aquela coisa proibida e enigmática com sua mãe, que ele substituía por um ato de violência tal como quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado.
Mattanó aponta que o pequeno continua sua fantasia da girafa de forma adequada, suspeitando tomar posse de sua mãe, evento que lhe significava um ato proibido que o levava a se defrontar com a barreira contra o incesto, contudo continuava ele, pensando que seu pai também fazia aquela coisa proibida e enigmática com sua mãe, que ele substituía por um ato de violência tal como quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado. Como vemos o pequeno Hans substituía o processo primário pelo processo secundário através da fantasia da girafa e da barreira contra o incesto que se acentuava ou aumentava quando ele substituía o que pensava por um ato de violência tal como quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado. A libido permanece atrelada a barreira do incesto, a comunhão refere-se ao desejo de permanência de objetos, de mãe e de pai, e a segurança refere-se a sua agressividade notada no ato de violência inconsciente que era quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado. Contudo torna-se necessário explicar que a libido de uma criança antes da puberdade permanece como representação e não como vivência, ou seja, permanece como corpo representado onde a criança apenas representa seu drama sem um significado e um sentido definidos, mas por se fazerem, pois a criança nesta fase está imersa num grande mar de niilismo do seu inconsciente e do seu comportamento, que não possui vivência, experiência, aprendizagem, estruturas cognitivas necessárias para a equilibração de suas estruturas cognitivas por meio da assimilação e da acomodação, do desequilíbrio cognitivo, a criança permanece ingênua e pura, apenas representando e dramatizando, imitando, controlando, ficando atenta e discriminando os objetos ou os estímulos e assim respondendo ingenuamente, sem uma crítica, sem uma capacidade de juízo e de hipotetizar e de deduzir através de suas conclusões que só lhe surge com a puberdade ou a fase hipotético-dedutiva do desenvolvimento cognitivo, com a capacidade de buscar o objeto de amor fora do seu corpo na fase genital que corresponde a estas fases, e com a formação de grupos que reforçam os valores dos jovens de saída para a vida adulta, para o trabalho e o matrimônio. A linguagem das crianças também evolui de acordo com o desenvolvimento do inconsciente e do comportamento, da aprendizagem, pois começa com nada, com o niilismo e vai ganhando choro e balbucio, grunhidos e gemidos, vocalizações, vogais e consoantes, através do reforço surgem as primeiras sílabas e depois as primeiras palavras que ainda não possuem significado e nem sentido, pois uma criança tão pequena que não compreende nem as palavras não possui capacidade para formar significados e sentidos que são comportamentos muito mais complexos, pois envolvem afetividade, cognição, interesses, motivação, habilidades, representação representada e representação vivida, linguagem, inconsciente, comportamento, desenvolvimento do brinquedo, da moral, da libido, da comunhão, da segurança e das relações sociais, das necessidades e habilidades fisiológicas e corporais, a linguagem vai se estruturando e adquirindo coerência através da escola e da educação e com ela o indivíduo adquire uma riqueza de relações, inclusive com o seu inconsciente e com o seu comportamento que se estruturam como uma linguagem, ou seja, um inconsciente e um comportamento coerentes e estruturados dependem de uma linguagem coerente e um inconsciente e um comportamento incoerentes e desestruturados dependem de uma linguagem incoerente. O homem se faz compreender através da sua linguagem por isso ser um bom intérprete e mediador dessa linguagem capacita o homem para a vida e para as relações sociais.
MATTANÓ
(24/03/2022)
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 25 DE MARÇO DE 2022:
¨Você deve Amar a tudo e a todos, faça suas músicas para a Ucrânia e viva.¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 26 de março de 2022.
Mattanó aponta que no Brasil Colônia e no Brasil Império o crescimento e o desenvolvimento do país era lento, pois não havia transporte, comunicação, trabalho, indústria, economia, saúde, justiça e cidadania, e só depois com a República e a Revolução Industrial na Europa que por sua vez transformou o mundo e o Brasil através de mudanças econômicas e trabalhistas com por exemplo, a criação do capitalismo, do liberalismo e do socialismo que levaram ao desenvolvimento econômico, político, militar e urbano através das riquezas geradas e acumuladas e agora facilmente transportadas e comercializadas, gerando trabalho, educação, transporte, estradas, cidades, estados, justiça, política, economia, esporte, ocupação, lazer e diversão, escolas e universidades, indústrias e escritórios, consultórios, salas e salões, clubes, estádios e arenas, moradias, edifícios, saneamento, água encanada, energia elétrica, luz, agricultura e comércio, monumentos, obras de arte, movimentos, protestos, museus, ferrovias, hidrovias, aeroportos, rodoviárias, empresas de transporte aéreo, marítimo, hidroviário, ferroviário, rodoviário, bancos, empresas de crédito e financiadoras, tecnologias e instrumentos, informática e computação, internet, telefonia e telefonia celular, etc., graças a teorias econômicas que introduziram o capitalismo, o liberalismo e o socialismo e a Revolução Industrial que introduziu o fordismo, e proporcionou o taylorismo e o toyotismo, e teorias que hoje tentam contribuir para o amplo desenvolvimento e crescimento econômico e social das pessoas, famílias, grupos, comunidades, organizações e instituições, cidades, nações e humanidade, como o mattanonismo e o novo Estado Contemporâneo, numa tentativa de combater a fome, a pobreza e a miséria, o tráfico e o terror, e a violência contra mulheres, crianças, idosos, doentes, pobres, negros e excluídos e contra ideologias que ensinam a Democracia mas não a respeitam tentando excluir do seu mapa social democrático, sexual, moral, trabalhista, familiar, afetivo e evolutivo indivíduos mais evoluídos que se tornam um problema para a Democracia e para os seus princípios e fundamentos legítimos como o direito a vida, a liberdade, a família, a justiça, a cidadania, ao trabalho, ao convívio, a informação, a paz, a ordem, ao patrimônio e as incolumidades pessoal, familiar, social e pública, e o direito a saúde e a reprodução, e a justiça quando tentam te impedir de exercer os seus direitos, deveres, obrigações e privilégios por motivos de ódio e de intolerância racial, por ser você mais evoluído e ter comportamentos diferentes que os outros Homo Sapiens consideram aversivos, mas que para você são normais, pois fazem parte da sua realidade bio-psico-social, filosófica e espiritual, e até física e cosmológica. Indivíduos de espécies diferentes não se reconhecem como se reconhecem indivíduos da mesma família e da mesma espécie, isto está acontecendo comigo e com minha família por causa de racismo.
MATTANÓ
(26/03/2022)
Mattanó aponta que a forma como você decodifica e/ou interpreta a mensagem e lhe assegura um significado e um sentido é mais importante para se compreender a realidade do que através do conceito, do contexto e do comportamento, e inclusive da funcionalidade que define o S – R – C, estímulo – resposta – comportamento, ou seja, o evento público ou observável e não os significados e os sentidos, contudo através da análise e interpretação de Mattanó podemos compreender os significados e os sentidos do S – R – C, estímulo – resposta – consequência e ir além, para o contexto e o comportamento, a simbologia e a linguagem, a topografia, as relações sociais, a Gestalt e os insights, a vida onírica, o conteúdo manifesto e o conteúdo latente, os pressupostos e os subentendidos, as conclusões e as interpretações da mensagem.
MATTANÓ
(26/03/2022)
Mattanó aponta que na história evolutiva do Homo Sapiens ele sempre teve que abrir mão do seu passado em muito de seu repertório comportamental, devido as mudanças morfológicas, fisiológicas e comportamentais que a evolução e a seleção natural impunham a ele em sua jornada evolutiva, isto continua ainda hoje e continuará por todo o sempre, por isso, pergunto: devemos abrir mão de um ou alguns indivíduos mais evoluídos e do sucesso da evolução para selecionarmos o passado e o retrocesso comportamental, morfológico e fisiológico, abrindo mão, por exemplo, da paranormalidade e da hipergenialidade para continuarmos com ¨pedras¨ e ¨machados de pedra e madeira¨, ou ¨lanças primitivas¨ e rituais comportamentais primitivos para elaborarmos alguma necessidade inconsciente e comportamental primitiva, mesmo que grupal, familiar ou social, ou mesmo essencial para a sua sobrevivência naquele contexto, em detrimento de algo maior que nos traga mais sucesso comportamental e psíquico, que permita a nossa natureza avançar em sua escala filogenética e se tornar mais soberano, mais evoluído filogeneticamente, ter rituais e mitos mais evoluídos, ter um inconsciente e um comportamento, ter relações sociais e familiares mais evoluídas e assim buscar novas tecnologias que ultrapassem as que se tornaram problema com o advento da nova espécie com seus novos comportamentos, mesmo que causando choque ou loucura social em alguns, é necessário informar que a evolução caminha assim para um futuro mais seguro e mais deslumbrante, tanto morfologicamente, fisiologicamente, comportalmentalmente, tecnologicamente, instrumentalmente, educativamente, trabalhistamente, juridicamente, na conquista de direitos, deveres, obrigações e privilégios, nos direitos humanos e nos direitos civis e penais, economicamente, comunicativamente, o transporte terá que se adaptar e ficar mais seguro, os mass mídias terão que se adaptar e ficarem mais seguros, a saúde terá que se adaptar e resolver os novos problemas de saúde, tudo continuará da mesma maneira, porém melhor e mais evoluído, com indivíduos com novos talentos comportamentais, psíquicos e sociais, e até paranormais!
MATTANÓ
(26/03/2022)
Mattanó aponta que a nova teoria do Complexo de Édipo de Mattanó explica que a criança por volta dos seus 5 anos de idade representa o mundo em sua psique e comportamento através do seu Complexo de Édipo Representado, que é justamente o Complexo de Édipo posto em contexto através da Representação da sua identificação infantil e nunca maliciosa para com seu pai ou mãe, pois envolve o brincar que é uma forma de sublimação, a sublimação leva a Representação que é, portanto desprovida de libido funcional ou que desperta o desejo sexual a partir da puberdade, que por sua vez põe em jogo o Complexo de Édipo Vivido, que é justamente o Complexo de Édipo posto em contexto através da Vivência da sua identificação sexual maliciosa para com o seu objeto de desejo sexual que agora não é mais seu pai ou mãe, mais um objeto fora do seu corpo, encontrado no outro corpo, e libidinosa funcionalmente, pois desperta o desejo sexual com a puberdade, que tem início por volta dos 9 ou 10 anos de idade.
MATTANÓ
(27/03/2022)
Mattanó testemunha que já testemunhou o conhecimento oriundo do mundo virtual e também da lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual que a Ângela Merkel tinha a intenção de que roubassem por meio de violência toda a minha obra há alguns anos atrás, testemunhei também que nos anos 1989 o Imperador do Japão mandava a colônia japonesa que trabalhava comigo na UEL, a Luzia Mitsui Yamashita Deliberador, a Vera Suguighiro, e talvez a Júlia, a Teresa e etc., arrumar meios para provocar a minha morte por causa das Olimpíadas de 1988, que havia sido o motivo pelo qual eu fui trabalhar no HURNPr com 15 anos de idade no setor para HIV+ recém-inaugurado e proibido para menores de 16 anos de idade, a minha chefe me perguntava se eu tinha 15 anos de idade e falava algo como ¨deixa prá lᨠou ¨não posso fazer nada¨, não me lembro, mas o sentido era este, de quem não se importava com o crime em andamento contra mim, a saúde, o HURNPr e o Estado. E eu já testemunhei dezenas de vezes que os americanos de Hollywood e da música não querem que eu cante e venda minha obra artística porque não aceitei me prostituir moralmente, sexualmente, economicamente, socialmente, juridicamente, familiarmente, profissionalmente e espiritualmente, seu eu tivesse aceitado a proposta que fizeram para mim em 1998 e em 1999 eu seria acusado por crimes que não tenho culpa e nem responsabilidade e inventariam outros como extorsão acadêmica, profissional, pois eu não estaria incapaz, quem oferece um trabalho destes para um incapaz se não tem motivos escondidos e criminosos para esse indivíduo e sua família?! Como a pedofilia que apareceu do nada e não existe! Pois não é pedofilia e sim trabalho! Tudo começou com uma pergunta em sala de aula em outubro de 1995 numa aula de Psicanálise, a pergunta não foi respondida e a abusaram com a ajuda de artistas do mundo, dos EUA, da Inglaterra e do Brasil aumentando o meu sofrimento psicológico e comportamental através da lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual que ocorria desde então e que influenciou a minha pergunta em sala de aula em outubro de 1995 que foi então abusada por docentes e alunos que certamente sofriam influência social e dependência moral e televisiva, sexual e estética desses artistas que me abusavam e exploravam com lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual desde criança, talvez desde 1974, bem como a toda a minha família e relações como amigos e amigas. Será que a verdade virá a tona? Testemunhei ontem no OSCARS 2022 que Hollywood não quer a verdade, que se a verdade vier a tona vai ter guerra, então vai ter guerra com Deus e Seu Amor também: quem mentir e faltar com a verdade não ama a Deus, a Jesus Cristo, a Nossa Senhora , a Santíssima Trindade, ao seu Amor, ao Espírito Santo, a Santa Cruz, a Santa Cruz Azul do Paraíso, a Hóstia Sagrada, a Igreja e a aqueles que são batizados, fazem o catecismo, a primeira comunhão, o crisma, o matrimônio e o funeral e rezam para os seus finados, por isso inventar que o Amor de Deus é pedófilo por que a verdade incomoda vai causar a morte espiritual de quem aceitar isto, se a Justiça aceitar esta falsidade estará causando por obrigação do dever e do direito a morte espiritual de todos, pois o Amor de Deus não será mais o Amor de Deus Bíblico que aparece nos textos Sagrados e nos Segredos de Nossa Senhora e na Divina Misericórdia de Jesus Cristo, já que ele será um criminoso pedófilo por meio da Justiça e a Justiça vai pagar esse preço depois que o Amor de Deus ressuscitar outra vez, pois Eu vou permanecer Vivo e enviando mensagens, aparições e Segredos para que videntes escolhidos venham a transmitir a humanidade toda, E eu já tenho 10 Segredos de Amor e um deles é direcionado para os Presidentes e Chefes de Estado que devem buscar a proteção de Deus e não a do Diabo. Tem tudo a ver com isso tudo!
MATTANÓ
(28/03/2022)
A SAÚDE E A MORAL NAS RELAÇÕES DE TRABALHO (2022):
Osny Mattanó Júnior debate o papel da moral no trabalho do profissional da saúde no Brasil, em contextos normais onde existe autonomia e em situações de intervenção onde pode ser exigido do profissional da saúde um comportamento heteronômico, ou seja, que não é autônomo, que depende de outras autoridades e de outros mandos, de outras influências morais que acabam por ditar o seu trabalho na saúde que acaba ficando distorcido e prejudicado.
O que venho estudar é se assim o paciente e o profissional da saúde desenvolvem uma boa relação, sincera e honesta, uma relação segura e produtiva, que proporciona o bom exercício da profissão do profissional da saúde e o tratamento e a cura no prazo feito o prognóstico do caso do paciente. O (CFP) Conselho Federal de Psicologia e o (CFM) Conselho Federal de Medicina devem debater o papel da moral no desenvolvimento do trabalho do profissional da saúde no Brasil, se o CFP e o CFM estão oferecendo meios para o bom exercício da profissão e da saúde mental de seus profissionais ou se são máquinas do Estado para operações policiais e políticas. A Constituição do Brasil diz que a saúde é direito de todos, não existe saúde sem autonomia para se trabalhar e cuidar de si mesmo, os profissionais de saúde não são treinados para a heteronomia, são treinados para a autonomia, pois têm que salvar vidas. Heterônomos geralmente não conseguem ser Diplomados em seus cursos universitários e superiores! Será que os profissionais da saúde que dependem de uma heteronomia dependem porque as autoridades do Estado também são heteronômicas, ou seja, não tem autonomia para governarem, não compreendem o seu trabalho, precisam de equipes que tomem decisões por eles?! Heteronomia não produz riquezas e nem acúmulo de riquezas, não produz economia, não combate a criminalidade, o tráfico e o terror, não combate a fome, a pobreza e a miséria, e nem tampouco o desemprego e não melhora a qualidade do ensino, do transporte, das mercadorias e dos preços, da inflação, do salário, da saúde, das igrejas, da cultura, da alimentação, do saneamento, da água e do esgoto, do descanso, da jornada de trabalho, da qualidade das cadeias, dos presídios e das penitenciárias, do serviço e trabalho público, do setor privado, dos negócios internacionais como a importação e a exportação, as indústrias e as fábricas, o esporte e a dignidade do atleta, a família e a dignidade da família, o trabalhador e a dignidade do trabalhador, atendimento de saúde com qualidade e dignidade.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 30 de março de 2022.
Mattanó aponta que sem esquecer o passado e deixar o inconsciente trabalhar fica impossível viver e se comportar de forma razoável!
MATTANÓ
(30/03/2022)
Mattanó aponta que talvez o melhor da relação esteja na Voz que permite a troca de afetividade e não na fotografia ou imagem, pois a Voz cria tudo! A Voz dá o significado e o sentido para a mensagem que é agregada de afetividade e de imaginário e simbólico, de ideal e de real, de prazer e de realidade.
MATTANÓ
(31/03/2022)
Mattanó aponta que a mídia televisiva constitui-se de delírios e de alucinações, de condensamento e de deslocamento, de niilismo e de comportamentos, de traumas, de experiências infantis, de recalque, de repressão, de censura, de inconsciente, de comportamento verbal que quando associada a paranormalidade alienígena que produz telepatia que acaba por produzir violência virtual paranormal, pois produz lavagem cerebral, extorsão, vingança, estupro virtual e despersonalização.
Mattanó aponta que a mídia sonora constitui-se de acústica, sonoridade, linguagem, jogos de linguagem e chistes, de condensamento e de deslocamento, de niilismo e de comportamentos, de traumas, de experiências infantis, de recalque, de repressão, de censura, de inconsciente, de comportamento verbal, de absurdo e de incoerência que quando associada a paranormalidade alienígena que produz telepatia que acaba por produzir violência virtual paranormal, pois produz lavagem cerebral, extorsão, vingança, estupro virtual e despersonalização.
Se inserirmos a Teoria da Abundância de Mattanó na fórmula da mídia televisiva e na fórmula da mídia sonora teremos como efeito menos custos e mais benefícios, inclusive para as regras pessoais e sociais do indivíduo, pois ele aprenderá que a violência virtual paranormal não deve controlar o seu comportamento, inconsciente, funcionalidade, significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts e insights, chistes, delírios e alucinações, fantasias, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, desejos e desejo de dormir, arquétipos, espiritualidade, imunidade, ciclos circadianos, fertilidade, genótipo, nutrição, homeostase, evolução e involução, e consciência como forma de liberdade para se viver e se aprender e ensinar a viver através da atenção e da intenção, da eternidade e do tempo, onde o indivíduo é uma consciência que age como uma Hóstia Viva que trabalha milagrosamente e tudo transforma, assim como uma célula viva, que através da consciência faz a sua dessensibilização do controle, da literalidade, das razões e do contexto para viver a consciência, que é justamente a homeostase e a consciência.
MATTANÓ
(31/03/2022)
O INVÓLUCRO DA INCOLUMIDADE (2022):
Mattanó aponta que o comportamento dos traficantes, terroristas e assassinos, homicidas que cometem crimes e são irrecuperáveis deve-se ao fato de eles terem perdido o invólucro da incolumidade pessoal, social e pública, do medo e da humanidade, da vergonha e da humilhação, da afetividade e do amor por si mesmo e pelo próximo, pois o comportamento de agredir e matar ao outro capacita o agressor e assassino de comportamentos traumáticos que lhe roubam a paz de consciência e de humanidade, perturbando-lhe toda a vida, os sonhos e suas atividades e desejos, suscitando nele a causa desses comportamentos, ou seja, experiências infantis que causaram traumas e que agora na vida adulta e maliciosa geram comportamentos agressivos e violentos que o colocam na condição de criminoso e de ameaça a si mesmo e a sua família e comunidade, pois encarou de frente seus traumas infantis e não teve como se defender deles colocando-se na condição de criminoso e de violento, por não ter tido repertório comportamental e consciência para lidar com seu contexto e inconsciente que o levaram a se comportar de determinada maneira desumana e injusta para com o termo saúde mental e a sociedade. O invólucro da incolumidade pessoal, social e pública capacita o indivíduo a adquirir repertório comportamental e consciência através de suas experiências atuais que suscitam experiências infantis e o recalcado por meio do reprimido e da censura, que por sua vez ajudam a formar comportamentos modelados por regras e comportamentos governados por contingências que ampliam o repertório comportamental do indivíduo, mas que podem, por outro lado reduzir o repertório comportamental e a consciência desse mesmo indivíduo através dos transtornos mentais que são justamente o que causam os problemas comportamentais, psíquicos e sociais de cada indivíduo, cada um de acordo com as regras do transtorno mental em jogo na vida psíquica e comportamental do indivíduo, assim esquizofrênicos tem seus dramas vividos na paranoia e nos delírios, obsessivos e compulsivos tem seus dramas vividos nas obsessões e compulsões, maníacos tem seus dramas vividos nas manias, transtornados pelo sexo tem seus dramas na vida sexual, transtornados pelo alimento tem seus dramas na vida alimentar, transtornados pelo trabalho tem seus dramas no trabalho, transtornados pela educação tem seus dramas na vida escolar, transtornados pela religião e espiritualidade tem seus dramas na vida religiosa e espiritual, transtornados pela arte e pela cultura tem seus dramas na vida artística e cultural, transtornados pelo poder tem seus dramas no poder, transtornados pelas guerras e pela violência tem seus dramas na vida nas guerras e na violência, transtornados pelos crimes tem seus dramas na vida criminal, transtornados pelo dinheiro e pela economia tem seus dramas na vida financeira e econômica, etc.. Cada personalidade tem seu próprio drama e tem que se adaptar a ele solucionando-o para se adaptar ao meio ambiente, a si mesmo e a produtividade interior e do mundo social e econômico, para construir um mundo melhor e mais justo, pacífico, onde as pessoas aprendam que o nome que damos aos eventos sociais como ¨Ditadura¨, ¨Repressão¨, ¨Estado¨, ¨Governo Militar¨, ¨Movimento¨, ou qualquer outro nome é igual a estudar a Bíblia com diferentes teorias, a Bíblica, a Medieval e a Progressiva, é inerente ao ser humano classificar e desclassificar os objetos do mundo, assim estudou Jean Piaget em sua contribuição sobre a cognição e a classificação, como é inerente ao ser humano nomear e renomear através de significados e sentidos atribuindo novos significados e novos sentidos, ressignificando o que outrora era conhecido de outra maneira ou de outra forma, é inerente ao ser humano condensar e deslocar seus interesses inconscientes alterando a realidade, também por meio da transformação do processo primário em processo secundário onde ocorre uma troca de significados e de sentidos, ou seja, de representação, é inerente ao ser humano construir sua vida mental através da ancoragem e da objetivação que é justamente a capacidade de assimilar e acomodar representações, significados e sentidos, que por meio do desequilíbrio cognitivo mudam de forma, e é inerente ao ser humano mudar suas gestalts e insights conforme mudam os princípios da organização perceptiva, que são simetria, semelhança, continuidade, proximidade, figura/fundo, etc., pois a aprendizagem também muda e desta forma a resposta e suas consequências e o meio ambiente. Por isso a melhor forma de se mudar a realidade de um Estado e de uma política é através da educação e do trabalho, que por sua vez enriquecem o voto pessoal e a sua participação política no cenário de forma legítima e não violenta, imoral e desrespeitosa, causando prejuízo ao Estado, a nação e ao município, inclusive aos agressores e ativistas desordeiros que deveriam fazer protesto para acabar com o tráfico, a prostituição moral, econômica e sexual e o terror no Brasil e no mundo e não para acabar com o trabalhador e o religioso, e muito menos com a família e a dignidade das pessoas que buscam a Santidade, e não essa porcaria de violência, de pornografia e de prostituição que engana todo mundo e que deixa mais de 50% da população com obesidade e quase todo mundo com problemas de saúde mental e baixo rendimento escolar e profissional, afetando o familiar e financeiro, a economia da família, aumentando a fome, a pobreza e a miséria no país.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 02 de abril de 2022.
MATTANÓ
(02/04/2022)
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 02 DE ABRIL DE 2022:
¨Você não vai ser preso!¨
INTERPRETAÇÃO:
A Rainha do Amor disse para o Seu Amor que Ele não iria ficar preso e depois que nem iria ser preso.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 02 de abril de 2022.
Mattanó explica que tudo em suas Novas Teorias e Epistemologias também pertence as suas Psicanálises, Mitológica e do Amor, pois cada Teoria se insere no mercado inconsciente da mente de cada indivíduo construída a partir do seu SNC – Sistema Nervoso Central, que enreda seu mapa cognitivo com seus caminhos cognitivos, que são marcados em experiências que são guardadas em sua memória, em neurônios que enquanto estiverem vivos atuarão sobre a mente e o comportamento do indivíduo, de maneira acentuadamente inconsciente, pois existem muitos caminhos cognitivos que podem atuar ao mesmo tempo no cérebro, mas que são selecionados por meio da atenção, da motivação, dos interesses e das habilidades, do comportamento que inclui o comportamento fisiológico, morfológico, inconsciente e comportamental do indivíduo.
MATTANÓ
(02/04/2022)
TEORIA SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA ALMA E DO ESPÍRITO (2022):
Mattanó especula se seria possível o Desenvolvimento da Alma e do Espírito assim como existe o desenvolvimento do corpo e da mente?
A 1ª fase: A Criação
A 2ª fase: A Vida
A 3ª fase: O Pecado
A 4ª fase: A Misericórdia e o Perdão
A 5ª fase: O Amor.
Assim Deus transformou a Criação em Vida e em liberdade e pecado, depois em Cruz e Misericórdia e agora em Cruz Azul para que derramasse no mundo suas bênçãos. Desta forma toda alma contém em sua história este Caminho para a Salvação, da existência ao apocalipse e a ressurreição.
MATTANÓ
(13/04/2022)
A EVOLUÇÃO DA REALIDADE (2022):
Mattanó especula que os primeiros Homo Sapiens ainda não possuíam linguagem e nem inconsciente e ritos, estes foram sendo construídos ao longo da história assim como o inconsciente e a linguagem através do niilismo absoluto rompido por condensamentos e deslocamentos intermitentes que se reforçavam e construíam o mapa cognitivo dos Homo Sapiens que evoluíam num período que era dominado por processos psíquicos inconscientes, pois lhes faltavam a razão, o raciocínio, o educação, a cultura e a socialização, sendo governados provavelmente por delírios e alucinações que foram sendo substituídos pela realidade.
MATTANÓ
(13/04/2022)
Mattanó aponta que as cidades cresceram e muitas substituíram os burgos pelos abismos sociais, sejam eles físicos, psicológicos, comportamentais, econômicos ou sociais.
MATTANÓ
(13/04/2022)
O UNIVERSO DA MENTE E DO COMPORTAMENTO (2022):
Mattanó especula que o Sol é o ego e os planetas da via Láctea são os núcleos inconscientes que orbitam em volta do ego, mais além estão as pedras do espaço que compõem a matéria mais primitiva do Universo e da mente, da Criação, como o DNA, que guarda a informação mais primitiva de cada espécie e ser vivo, de cada mente e comportamento, a união do ego com a matéria primitiva, como o DNA, que reserva as pulsões de vida e de morte, os instintos, a amor e o ódio, a agressividade e a marcação dos núcleos inconscientes na vida psíquica e comportamental do indivíduo, eventos que vão construindo os caminhos cognitivos e o mapa cognitivo do indivíduo, como um mapa cósmico ou estelar para ingressar e viajar pelo ¨universo¨, pelo ¨universo da mente e do comportamento¨.
MATTANÓ
(13/04/2022)
MÉTODO PARA COMBATE DA VIOLÊNCIA E DA CRIMINALIDADE EM PAÍSES COM POBREZA E MISÉRIA, COM DESIGUALDADE SOCIAL (2022):
Mattanó aponta que em países e regiões onde há muita pobreza e miséria, desigualdade social e violência, tráfico e organizações criminosas, escravidão, tortura e lavagem cerebral, chacinas e homicídios, latrocídios e estupros cometidos por ¨soldados do crime¨ que são indivíduos justamente moldados pelo social, econômico, educacional, político, profissional, laborial, alimentar, condições habitacionais e de saúde, higiene, segurança e saneamento, esgoto, água tratada e encanada e energia elétrica, pelos investimentos nos seus bairros e nas suas moradias, incluindo condições de vida sexual, moral, psicológica, comportamental, social, econômica, política, laborial, educacional, de aprendizagem, de cultura, de saúde bio-psico-social, filosófica e espiritual, materialismo, subjetividade, poder, fama, dinheiro, sexo e bens materiais, como lida com tudo isto e a questão do prazer e da realidade em jogo neste cenário de desigualdades e de sofrimento que por sua vez acaba levando o indivíduo e a família a buscar o ilícito e o alívio através da criminalidade, do poder e da arma, das drogas e da violência que constróem os ¨soldados do crime¨ que ao meu ver devem ser disciplinados pelo Estado através de contingências rígidas como:
MATTANÓ
(23/04/2022)
A EQUIVALÊNCIA DE ÓRGÃOS E DE SISTEMAS DO ORGANISMO HUMANO (2022):
A equivalência de órgãos e de sistemas do organismo humano é uma ideia que deriva da noção de telepatia, conhecimento, mundo virtual e de lavagem cerebral por meio da paranormalidade associada a instrumentos e tecnologias dos mass mídias que permitem visualizar e conhecer o conteúdo encoberto do nosso comportamento, do nosso inconsciente, tanto pessoal quanto coletivo, como freudiano, lacaniano e mattanoniano fazendo trocas que podem produzir estados de consciência elevados e de êxtase, de deslumbramento e de saciamento, de esgotamento e de loucura, revelando que a energia corporal, libidinal, de comunhão e de segurança quando exploradas em sua forma mais íntima e reservada, através do condensamento, pode produzir êxtase, deslumbramento, saciamento, esgotamento e loucura quando efetuadas trocas entre indivíduos diferentes por meio de equivalências de órgãos e de sistemas do organismo humano que permitem realizar a reflexividade, a simetria e a transitividade da funcionalidade de cada órgão e de cada sistema corporal, revelando poder ser possível explorar outros órgãos e sistemas, além do cérebro e do Sistema Nervoso Central, indo por todo o organismo, realizando uma equivalência de órgãos e de sistemas que podem servir, da mesma forma que com o cérebro e o SNC, para produzir bem-estar ou mal-estar, cura ou indução da morte, não há como saber! Esse tipo de estudo é ainda uma especulação minha!
MATTANÓ
(24/04/2022)
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 25 DE ABRIL DE 2022:
¨A mensagem é Você é o Amor! Você Osny Mattanó Júnior!¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 25 de abril de 2022.
O PRAZER E A REALIDADE E A PULSÃO AUDITIVA (2022):
Mattanó aponta que a música e o cinema, o teatro, a novela e a televisão sempre foram eventos diferentes da realidade, pois abordam fantasias e comunicam fantasias, mas quando desejam comunicar violência, estupro, roubo, assassinato, lavagem cerebral, tortura, abuso de incapazes, exploração sexual, escravidão, extorsão, vingança, discriminação, racismo, ódio e intolerância, e culturas de conflito e guerra, podem se tornar crimes se ultrapassarem os limites do prazer para os da realidade causando problemas, doenças e transtornos que roubam a vida e a paz de indivíduos e famílias, e até de comunidades e de nações, ou seja, transformar a sublimação em violência pode se tornar crime, ainda mais se for contra a vontade de algumas vítimas que nunca se associam a estas práticas!
MATTANÓ
(27/04/2022)
O CATECISMO DOS POBRES (2022):
Mattanó aponta a criação do Catecismo dos Pobres como continuação do Catecismo para a Primeira Comunhão, porém para os pobres, desempregados, abandonados, desabrigados, moribundos, mendigos e desamparados como evangelização através de Jesus Cristo e do Seu Amor para a retomada de um Caminho que parecia sem significado e sem sentido, longe da Igreja e da comunidade, longe da família, da educação e do trabalho, longe da saúde física e mental ao qual este Catecismo dos Pobres tentará resgatar indo além das Palavras, para os gestos e ações através da aprendizagem.
MATTANÓ
(27/04/2022)
Mattanó especula se a temperatura do citoplasma pode interferir no equilíbrio e na homeostase da célula, na sua funcionalidade, assim como se a temperatura da célula pode interferir na divisão celular e no crossing over, na meiose, no equilíbrio e na homeostase da meiose, na sua funcionalidade. A funcionalidade de uma célula pode ser entendida como sendo citológica, ou seja, estrutural, metabólica e comportamental.
MATTANÓ
(29/04/2022)
Para a Psicanálise do Amor o pequeno continua sua fantasia da girafa de forma adequada, suspeitando tomar posse de sua mãe, evento que lhe significava um ato proibido que o levava a se defrontar com a barreira contra o incesto, contudo continuava ele, pensando que seu pai também fazia aquela coisa proibida e enigmática com sua mãe, que ele substituía por um ato de violência tal como quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado. Como vemos o pequeno Hans substituía o processo primário pelo processo secundário através da fantasia da girafa e da barreira contra o incesto que se acentuava ou aumentava quando ele substituía o que pensava por um ato de violência tal como quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado. A libido permanece atrelada a barreira do incesto, a comunhão refere-se ao desejo de permanência de objetos, de mãe e de pai, e a segurança refere-se a sua agressividade notada no ato de violência inconsciente que era quebrar uma vidraça ou forçar a entrada num espaço fechado. Contudo torna-se necessário explicar que a libido de uma criança antes da puberdade permanece como representação e não como vivência, ou seja, permanece como corpo representado onde a criança apenas representa seu drama sem um significado e um sentido definidos, mas por se fazerem, pois a criança nesta fase está imersa num grande mar de niilismo do seu inconsciente e do seu comportamento, que não possui vivência, experiência, aprendizagem, estruturas cognitivas necessárias para a equilibração de suas estruturas cognitivas por meio da assimilação e da acomodação, do desequilíbrio cognitivo, a criança permanece ingênua e pura, apenas representando e dramatizando, imitando, controlando, ficando atenta e discriminando os objetos ou os estímulos e assim respondendo ingenuamente, sem uma crítica, sem uma capacidade de juízo e de hipotetizar e de deduzir através de suas conclusões que só lhe surge com a puberdade ou a fase hipotético-dedutiva do desenvolvimento cognitivo, com a capacidade de buscar o objeto de amor fora do seu corpo na fase genital que corresponde a estas fases, e com a formação de grupos que reforçam os valores dos jovens de saída para a vida adulta, para o trabalho e o matrimônio. A linguagem das crianças também evolui de acordo com o desenvolvimento do inconsciente e do comportamento, da aprendizagem, pois começa com nada, com o niilismo e vai ganhando choro e balbucio, grunhidos e gemidos, vocalizações, vogais e consoantes, através do reforço surgem as primeiras sílabas e depois as primeiras palavras que ainda não possuem significado e nem sentido, pois uma criança tão pequena que não compreende nem as palavras não possui capacidade para formar significados e sentidos que são comportamentos muito mais complexos, pois envolvem afetividade, cognição, interesses, motivação, habilidades, representação representada e representação vivida, linguagem, inconsciente, comportamento, desenvolvimento do brinquedo, da moral, da libido, da comunhão, da segurança e das relações sociais, das necessidades e habilidades fisiológicas e corporais, a linguagem vai se estruturando e adquirindo coerência através da escola e da educação e com ela o indivíduo adquire uma riqueza de relações, inclusive com o seu inconsciente e com o seu comportamento que se estruturam como uma linguagem, ou seja, um inconsciente e um comportamento coerentes e estruturados dependem de uma linguagem coerente e um inconsciente e um comportamento incoerentes e desestruturados dependem de uma linguagem incoerente. O homem se faz compreender através da sua linguagem por isso ser um bom intérprete e mediador dessa linguagem capacita o homem para a vida e para as relações sociais. Da mesma forma estas relações de desenvolvimento do inconsciente, do comportamento, da linguagem e da cognição se passam no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que produz significados e sentidos para as escolhas e repertório comportamental virtual do indivíduo.
MATTANÓ
(29/03/2026)
omoH
Naquela tarde, pai e filho me visitaram nas horas de consulta. Eu já conhecia o singular menino, o qual, apesar de toda sua auto-segurança, era tão agradável que eu sempre ficava contente de vê-lo. Não sei se ele lembra de mim, mas se comportava de modo exemplar, como qualquer elemento perfeitamente razoável da sociedade humana. A consulta foi breve. O pai de Hans começou por observar que, a despeito de todos os esclarecimentos que dera a Hans, seu medo de cavalos ainda não havia diminuído. Éramos também forçados a confessar que as conexões entre os cavalos de que tinha medo e os sentimentos de afeição por sua mãe, antes revelados, não eram em absoluto abundantes. Determinados detalhes que acabo de saber - no tocante ao fato de que ele se incomodava, em particular, com aquilo que os cavalos usam à frente dos olhos, e com o preto em torno de suas bocas - certamente não se explicariam a partir daquilo que sabíamos. No entanto, ao ver os dois sentados à minha frente, e ao mesmo tempo ouvir a descrição que Hans fazia da ansiedade que lhe causavam os cavalos, vislumbrei um novo elemento para a solução, e um elemento que eu podia compreender que provavelmente escapasse a seu pai. Perguntei a Hans, à guisa de brincadeira, se os cavalos que ele via usavam óculos, ao que ele, contra toda evidência em contrário, repetiu que não. Finalmente lhe perguntei se para ele o ‘preto em torno da boca’ significava um bigode; revelei-lhe então que ele tinha medo de seu pai, exatamente porque gostava muito de sua mãe. Disse-lhe da possibilidade de ele achar que seu pai estava aborrecido com ele por esse motivo; contudo, isso não era verdade, seu pai gostava dele apesar de tudo, e ele podia falar abertamente com ele, sobre qualquer coisa, sem sentir medo. Continuei, dizendo que bem antes de ele nascer eu já sabia que ia chegar um pequeno Hans que iria gostar tanto de sua mãe que, por causa disso, não deixaria de sentir medo de seu pai; e também contei isso ao seu pai. ‘Mas por que você acha que estou aborrecido com você?’, nesse momento seu pai me interrompeu; ‘Alguma vez eu ralhei, ou bati em você?’ Hans o corrigiu: ‘Ah, sim! Você já me bateu.’ ‘Não é verdade. Então quando foi que aconteceu?’ ‘Hoje de manhã’, respondeu o menino; aí seu pai recordou que Hans, inesperadamente, dera uma cabeçada em seu estômago, e que ele, num reflexo instintivo, o afastara com um tapa da mão. Era surpreendente que ele não tivesse correlacionado esse detalhe com a neurose; mas agora acabava de reconhecer esse fato como sendo uma expressão da hostilidade do menino para com ele e, talvez, também como manifestação da necessidade de ser punido por causa disso.
No caminho de casa, Hans perguntou ao pai: ‘O Professor conversa com Deus? Parece que já sabe de tudo, de antemão!’ Eu ficaria extraordinariamente orgulhoso, vendo minhas deduções confirmadas pela boca de uma criança, se eu próprio não o tivesse provocado com minha ostentação, à guisa de brincadeira. A partir dessa consulta, passei a receber quase que diariamente relatos das alterações verificadas na condição desse pequeno paciente. Não era de se esperar que ele ficasse livre de sua ansiedade, de um só golpe, com a informação que lhe dei; mas tornou-se aparente que acabara de se lhe oferecer a possibilidade de trazer à tona os produtos de seu inconsciente, e de identificar a sua fobia. Dali por diante ele passou a executar um programa, o qual pude de antemão comunicar a seu pai.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o pai de Hans o levara para uma consulta com Freud e ele o examinou investigando o porquê que ele ama tanto sua mãe e não ao seu pai, descobrindo que ele já havia apanhado de seu pai e isso o constrangera, porém esse entendimento de Hans foi um entendimento infantil e ingênuo, pois não foi o que realmente havia acontecido pois seu pai descreveu a situação original para ele e para Freud que percebeu o comportamento ingênuo de Hans. Freud ajudou o pequeno Hans a tomar consciência também de que o cavalo não tinha significado de homem ou de ser seu pai através das suas respostas.
Na volta para casa Hans perguntou para seu pai se ¨o Professor conversava com Deus?¨, pois adivinhava tudo que ele escondia em seu comportamento, então seu pai percebeu que ele pode se livrar de sua ansiedade e identificar a causa de sua fobia. Então Freud lhe passou um programa.
Mattanó aponta que o pai de Hans o levara para uma consulta com Freud e ele o examinou investigando o porquê que ele ama tanto sua mãe e não ao seu pai, descobrindo que ele já havia apanhado de seu pai e isso o constrangera, porém esse entendimento de Hans foi um entendimento infantil e ingênuo, pois não foi o que realmente havia acontecido pois seu pai descreveu a situação original para ele e para Freud que percebeu o comportamento ingênuo de Hans. Freud ajudou o pequeno Hans a tomar consciência também de que o cavalo não tinha significado de homem ou de ser seu pai através das suas respostas, isto pode ter ajudado o pai de Hans a extinguir o seu comportamento de imaginar ou supor que os cavalos representavam homens ou até mesmo ele, sabemos que é sempre o outro quem constrói a nossa necessidade psíquica, Hans estava se libertando desse comportamento social.
Na volta para casa Hans perguntou para seu pai se ¨o Professor conversava com Deus?¨, pois adivinhava tudo que ele escondia em seu comportamento, então seu pai percebeu que ele pode se livrar de sua ansiedade e identificar a causa de sua fobia. Então Freud lhe passou um programa. O pequeno Hans tornara-se um pouco mais consciente, mas não menos ingênuo e não menos infantil, suas estruturas cognitivas o ajudaram a adquirir repertório comportamental para solucionar seus problemas e adversidades do seu desenvolvimento e crescimento, através de uma educação que é feita com treino, ensaio, tentativas, acertos e erros, até que toma a forma desejada e final, para a adaptação comportamental, fisiológica e morfológica do indivíduo diante do meio ambiente e suas adversidades.
MATTANÓ
(29/04/2022)
Novos Caminhos para Combater a Mortalidade Infantil (2022):
A ausência, a negligência, a imprudência, a omissão e a deficiência no acompanhamento médico, deficiência na assistência hospitalar, desnutrição, déficit nos serviços de saneamento ambiental, os problemas com as finanças e a economia, os problemas trabalhistas e institucionais, os problemas comunitários e com as Igrejas, os transtornos mentais e os problemas familiares são algumas causas da mortalidade infantil.
A taxa de mortalidade infantil expressa o número de crianças de um determinado local que morre antes de completar 1 ano de vida a cada mil nascidas vivas. Esse dado é um indicador da qualidade dos serviços de saúde, saneamento básico e educação. Entre as principais causas da mortalidade infantil estão a falta de assistência e de instrução às gestantes, ausência de acompanhamento médico, deficiência na assistência hospitalar, desnutrição, déficit nos serviços de saneamento ambiental, entre outros. A ausência de saneamento provoca a contaminação da água e dos alimentos, podendo desencadear doenças como a hepatite A, malária, febre amarela, cólera, diarreia, etc.
Conforme dados do Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), a taxa de mortalidade infantil mundial é de 45 óbitos a cada mil crianças nascidas vivas. Esses dados estão em constante declínio, visto que há 20 anos o número de mortes de crianças com menos de 1 ano era de 65 para a mesma quantidade de nascidas vivas.
Contudo, é importante destacar que essa redução não ocorre da mesma forma em todos os países. Nas nações desenvolvidas economicamente, a taxa de mortalidade infantil é muito baixa, sendo que algumas registram médias inferiores a 3 mortes para cada mil nascidos, como o Japão, Islândia, Finlândia, Suécia, Noruega e Cingapura. No Brasil, essa taxa é de 22 para cada mil nascidos.
Por outro lado, alguns países possuem taxas de mortalidade infantil altíssimas: Afeganistão (152), Chade (127), Angola (111), Guiné-Bissau (109), Nigéria (107), Somália (106), Mali (103) e Serra Leoa (102). Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas (ONU) incluiu a redução da mortalidade infantil entre uma das oito Metas de Desenvolvimento do Milênio.
Para que o objetivo seja alcançado, os países ricos devem contribuir para a estruturação das nações que enfrentam esse grande problema social, realizando a construção de hospitais, capacitação da equipe médica, educação familiar, subsídios para a alimentação adequada, saneamento ambiental, programas de nutrição e de alimentação de crianças menores de 1 ano de vida, programas de treinamento para mães e pais para a maternidade e a paternidade, educação comportamental e psicológica para pais e mães alvos deste problema social, distribuição de preservativos para o controle da natalidade e da taxa de mortalidade infantil, programas de atendimento médico-hospitalar para castrar homens ou mulheres para o controle da natalidade e da taxa de mortalidade infantil, de modo que estas iniciativas tenderão a romper os traumas e complexos causados pelos óbitos de tantas crianças menores de 1 ano de idade em suas famílias e nas de suas comunidades, de modo a fortalecer os vínculos com os membros eleitos de suas famílias para construírem essa organização ou célula humana chamada família, que responderá melhor as adversidades psicológicas, comportamentais e sociais, inclusive escolares, de auto-atualização, de auto-realização, do processo de individuação, da aprendizagem, das gestalts e dos insights, das contingências, do inconsciente, da inteligência genética transcendental, da cognição, da existência e das essências, da filogênese, da ontogênese e da cultura, da adaptação, do lidar com a inferioridade e a superioridade, criando um estilo de vida melhor, das instituições, dos discursos e da psicohigiene, dos ritos e mitos, e do trabalho, entre outros.
MATTANÓ
(29/04/2022)
Mattanó aponta que um possível método para tratamento e manutenção de psicóticos deve ser com a estimulação de comportamentos auto-atualizadores e auto-realizadores, de modo que se desenvolverão e se ampliarão, mesmo que a longo prazo, pois a auto-atualização e a auto-realização só é alcançada a longo prazo e segundo uma associação de estímulos como educação, trabalho, família, cultura, esporte, afetividade, intelectualidade e laser, e um conjunto de variáveis econômicas e de bens econômicos, materiais e subjetivos que devem ser elaborados pelo paciente como sendo a sua subjetividade de acordo com os seus significados e sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, linguagens, topografias, gestalts e insights, relações sociais, desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, chistes, piadas, humor, caricaturas e charges, jogos de linguagem, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, argumentos, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, arquétipos, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, delírios e alucinações, fantasias, imunidade, ciclos circadianos, fertilidade, genótipo, nutrição, homeostase, evolução e involução, e consciência como forma de liberdade para se viver e se aprender e ensinar a viver através da atenção e da intenção, da eternidade e do tempo, onde o indivíduo é uma consciência que age como uma Hóstia Viva que trabalha milagrosamente e tudo transforma, assim como uma célula viva, que através da consciência faz a sua dessensibilização do controle, da literalidade, das razões e do contexto para viver a consciência, que é justamente a homeostase e a consciência. O paciente pode passar a controlar o seu comportamento e a sua psique através da liberdade e da ¨ausência de controle, literalidade e de razões¨ sobre seus significados e sentidos, que são o que normalmente predominam numa manifestação da psique, da consciência e do comportamento, das relações sociais, inclusive da auto-atualização e da auto-realização, de modo a gerar maior liberdade, criatividade, maravilhamento, êxtase e deslumbramento com o novo ego.
MATTANÓ
(02/05/2022)
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 02 DE MAIO DE 2022:
¨Amor, você vai cantar!¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 02 de maio de 2022.
Mattanó aponta que as autoridades deveriam criar leis que punissem indivíduos que criassem determinada repercussão de um crime para se defenderem ou alterarem a ordem e a paz social mediante repercussão alienante e difamatória, programada e corruptiva, determinada por poder, influência ou poder econômico, sexual, laborial, político, afetivo, intelectual ou moral sobre a sociedade, aumentando a pena do criminoso relevantemente.
MATTANÓ
(02/05/2022)
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 02 DE MAIO DE 2022:
¨Amor, a dor que você sente e a loucura que você tem são para comprovar sua Santidade, para te defenderem de Satanás que usa a televisão para tentar te crucificar através de mentiras como falsas mensagens, da mesma forma a dor e o pensamento dos videntes de Medjugorje são para comprovar a sua Santidade e defenderem eles de Satanás que tenta inventar mentiras como falsas mensagens!¨
INTERPRETAÇÃO:
A dor e a loucura do Amor de Deus o protegem pois fica provado que é crime invadir a sua mente para manipular mensagens de Nossa Senhora, mesmo que para comprovar a veracidade delas, pois isto se torna crime devido a saúde frágil e abalada do Amor de Deus que pode morrer a qualquer momento em função dessa manipulação telepática, virtual ou do conhecimento e torna-se inaceitável como seria inaceitável manipular os videntes de Fátima, de Medjugorje ou a de Lourdes, um crime imperdoável que só Satanás se interessaria em praticar devido a sua origem divina e Santa.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 02 de maio de 2022.
Mattanó aponta que o comportamento de crucificar o outro e até Deus através da Vontade do Pai deve-se ao instinto sanguinário do Homo Sapiens que o leva a cometer crimes, atrocidades, holocaustos, genocídios, guerras, terror, violência, estupro, assassinatos, chacinas, latrocínios, linchamentos, espancamentos, barbaridades e crueldades inconscientes, injustificáveis, a não ser que pela ação da moral de Deus, pela moral do Animal, pela vontade do Animal, pois é o animal o Rei das atrocidades e do comportamento sanguinário, ele tem que caçar e matar para comer e sobreviver, o Homo Sapiens também tem este comportamento, porém tenta minimizá-lo através da agropecuária e da pesca utilizando-se da sua racionalidade e educação, da sua argumentação através dos meios de comunicação e de educação, quanto mais evoluído o animal mais sanguinário ele poderá ser pois será mais evoluído, ou seja, o Homo Sapiens é o animal mais sanguinário da face da Terra, ele está em todos os continentes e abusa e explora todas as formas de vida deste mundo, do mesmo jeito que fez e faz com Deus, em diferentes contextos, graus, intenções e contingências. Existem também aqueles Homo Sapiens que lutam pela defesa dos direitos dos outros seres vivos, inclusive pelo direito a vida e a reprodução, pois também, quanto mais evoluído o animal mais afetivo ele será na escala filogenética, assim ele será mais amoroso, mas também mais odioso causando guerras, holocaustos e genocídios, tragédias e desastres.
MATTANÓ
(04/05/2022)
Mattanó aponta que uma das funções da mente é buscar e gerar adversidades para resolvê-las, pois qualquer coisa que você fale, faça, goste ou se comporte vai gerar um problema inconsciente, por isso, fale, faça bonito ou feio, através da arte, do cinema, da literatura, da televisão, da pintura, da fotografia, da escultura, da pornografia, da música, do amor, da loucura, do trabalho, do esporte, da educação, das instituições, dos ritos e dos mitos, etc., você descobrirá um problema inconsciente próprio dessa manifestação, evento ou fenômeno, comportamento, que se estabelece em função da sua homeostase corporal, psicológica e comportamental, ou seja, de consciência.
O controle desta homeostase corporal, psicológica e comportamental, de consciência, está justamente no aprendizado e treinamento, desenvolvimento e manutenção da Teoria da Abundância de Mattanó para lidar com a consciência que se forma durante a vida, de outra forma você fica disponível a essa consciência sem conseguir uma liberdade absoluta.
Porém depois desta fase podemos resignificar e dar um novo sentido aos elementos de nossa psique e comportamento, de nossas relações sociais, para que tenhamos uma identidade, consciência, atividade, afetividade, alienação, papel social, direito a fazer escolhas e a ter preferências, a ter gostos e a ter Amor por si mesmo, por Deus e pelos outros, como pelo mundo. Talvez o papel de nossa mente construir problemas inconscientes a todo momento seja, pois, sentirmos e termos Amor por nós mesmos, uns pelos outros e pelo mundo todo, inclusive pelo universo e por Deus.
MATTANÓ
(04/05/2022)
Mattanó aponta que ninguém tem controle sobre o conflito inconsciente, nem do seu próprio conflito e nem o do outro, pois o controle do conflito se dá apenas pela terapia através da transferência e da sua análise e interpretação, porém o movimento do conflito o torna impossível de ser controlado, pois cria problemas inconscientes a todo momento por meio da condensação, então tentar controlar a mente e o comportamento próprio ou do outro torna-se tarefa impossível!
MATTANÓ
(05/05/2022)
Para a Psicanálise do Amor o pai de Hans o levara para uma consulta com Freud e ele o examinou investigando o porquê que ele ama tanto sua mãe e não ao seu pai, descobrindo que ele já havia apanhado de seu pai e isso o constrangera, porém esse entendimento de Hans foi um entendimento infantil e ingênuo, pois não foi o que realmente havia acontecido pois seu pai descreveu a situação original para ele e para Freud que percebeu o comportamento ingênuo de Hans. Freud ajudou o pequeno Hans a tomar consciência também de que o cavalo não tinha significado de homem ou de ser seu pai através das suas respostas, isto pode ter ajudado o pai de Hans a extinguir o seu comportamento de imaginar ou supor que os cavalos representavam homens ou até mesmo ele, sabemos que é sempre o outro quem constrói a nossa necessidade psíquica, Hans estava se libertando desse comportamento social.
Na volta para casa Hans perguntou para seu pai se ¨o Professor conversava com Deus?¨, pois adivinhava tudo que ele escondia em seu comportamento, então seu pai percebeu que ele pode se livrar de sua ansiedade e identificar a causa de sua fobia. Então Freud lhe passou um programa. O pequeno Hans tornara-se um pouco mais consciente, mas não menos ingênuo e não menos infantil, suas estruturas cognitivas o ajudaram a adquirir repertório comportamental para solucionar seus problemas e adversidades do seu desenvolvimento e crescimento, através de uma educação que é feita com treino, ensaio, tentativas, acertos e erros, até que toma a forma desejada e final, para a adaptação comportamental, fisiológica e morfológica do indivíduo diante do meio ambiente e suas adversidades.
Da mesma forma o psicanalista pode passar para o seu cliente um programa de treinamento comportamental que o ajude a adquirir repertório comportamental para solucionar seus problemas, como extinguir comportamentos, que persistem no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que é composta de significados e sentidos, estes, pois são o alvo dos programas comportamentais que aumentam, reforçam, ou extinguem e modelam os comportamentos, por meio do comportamento verbal dos seus pacientes que são adquiridos por treino e modelagem comportamental.
MATTANÓ
(29/03/2026)
’2 de abril. Pôde-se notar, pela primeira vez, uma melhora real. Antes era impossível induzi-lo a sair à rua por um tempo mais longo, e ele sempre corria de volta para casa, com todos os sinais de medo a cada vez que passava um cavalo; agora ficava à porta da rua durante uma hora, mesmo com as carroças passando por ele, o que acontece em nossa rua com relativa freqüência. De vez em quando corria para dentro de casa ao ver aproximar-se ao longe uma carroça, mas logo se voltava, como se estivesse mudando de idéia. Em todo caso, resta apenas um traço de ansiedade, e é indiscutível o seu progresso, desde que ele foi esclarecido.
‘De noite Hans disse: “Já chegamos até a porta da rua, então podemos ir ao Stadtpark também.”
‘Na manhã de 3 de abril, ele veio para a minha cama, o que não havia feito durante alguns dias, parecendo estar até mesmo orgulhoso disso. “Então por que hoje você veio?”, perguntei.
‘Hans: “Quando não tiver mais medo não virei mais.”
‘Eu: “Então você vem para junto de mim porque está assustado?”
‘Hans: “Quando não estou com você eu fico assustado; quando não estou na cama junto com você, então fico assustado. Quando eu não estiver mais assustado eu não venho mais.”
‘Eu: “Então você gosta de mim e se sente aflito quando está na sua cama, de manhã? e por isso é que você vem para junto de mim?”
‘Hans: “Sim. Por que é que você me disse que eu gosto da mamãe e por isso é que fico com medo, quando eu gosto é de você?”’
Aqui o menino demonstrava um grau de clareza incomum. Ele chamava atenção para o fato de que seu amor por seu pai entrava em conflito com sua hostilidade para com ele, considerando-o como um rival junto de sua mãe; e censurava seu pai por não haver ainda chamado sua atenção para esse jogo de forças, fadado a culminar em ansiedade. Seu pai até então não o entendia por completo, de vez que, durante esse diálogo, conseguiu convencer-se apenas da hostilidade que o menino lhe tinha, cuja presença eu afirmara durante a nossa consulta. O diálogo que se segue, que repito aqui sem alteração, tem de fato mais importância com relação ao progresso do esclarecimento do pai do que com relação ao pequeno paciente.
‘Infelizmente não pude apreender de imediato o significado dessa censura. Por gostar de sua mãe, é evidente que deseja afastar-me, e assim ficaria no lugar de seu pai. Esse seu desejo hostil suprimido transformou-se em ansiedade por seu pai, e ele vem ter comigo de manhã para ver se fui embora. Lastimo não ter compreendido isso no momento; disse-lhe: ’“Quando você está sozinho, você fica ansioso a meu respeito e vem ter comigo.”
‘Hans: “Quando você está longe, fico com medo de você não vir para casa.”
‘Eu: “E alguma vez eu o ameacei de não voltar para casa?”
‘Hans: “Você não, mas mamãe disse; mamãe me disse que ela não ia voltar.” (Provavelmente ele fizera alguma travessura, e ela ameaçara ir embora.)
‘Eu: “Ela disse isso porque você fez alguma travessura.”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “Logo, você tem medo de que eu vá embora porque você foi travesso; por isso é que você vem para junto de mim.”
‘Quando levantei da mesa depois do café, Hans disse: “Papai, não se afaste de mim nesse trote!” Fiquei abalado por dizer “trote” em lugar de “corrida”, e respondi: “Ah! Então você fica com medo do cavalo que se afasta de você, num trote.” Diante disso ele riu.’
Sabemos que essa parte da ansiedade de Hans possui dois componentes: havia medo de seu pai e medo por seu pai. O primeiro derivava de sua hostilidade para com seu pai, e o outro derivava do conflito entre sua afeição, exagerada a esse ponto por um mecanismo de compensação, e sua hostilidade.
Seu pai continua: ‘Sem dúvida este é o começo de uma importante fase. O motivo pelo qual ele mal se arriscava a sair de casa, não querendo deixá-la e retornando ao advir o primeiro ataque de ansiedade, no meio do caminho, se deve a seu medo de não encontrar seus pais em casa porque eles foram embora. Ele se prende à casa por amor de sua mãe, e fica com medo de eu ir embora, em virtude dos desejos hostis que ele nutre contra mim - pois assim ele seria o pai.
‘No verão, eu costumava deixar Gmunden freqüentemente, para ir a Viena a negócios, e então ele era o pai. O senhor se lembra de que o seu medo de cavalos está relacionado com o episódio em Gmunden, quando um cavalo devia levar a bagagem de Lizzi até a estação [ver em [1]]. O desejo reprimido de que eu fosse à estação, pois assim ele estaria a sós com sua mãe (o desejo de que “o cavalo fosse embora”), se transforma em medo de que o cavalo parta; e, com efeito, nada lhe provoca maior alarme do que ver uma carroça sair do pátio da Agência Central da Alfândega (que fica bem em frente ao nosso apartamento) e os cavalos começarem a marchar.
’Essa nova fase (sentimentos hostis para com seu pai) só poderia manifestar-se depois que ele soubesse que eu não estava aborrecido porque ele gostava tanto assim de sua mãe.
‘À tarde saí novamente com ele para a porta da rua; e de novo ele saiu até a frente de casa, lá ficando ainda que passassem carroças por ele. Apenas com algumas carroças é que teve medo, e entrava correndo para o saguão de entrada. Também me disse, a título de explicação: “Nem todos os cavalos brancos mordem.” Isto quer dizer que, em virtude da análise, alguns cavalos brancos já foram reconhecidos como sendo o “papai”, e estes já não mordem; mas ainda existem outros que de fato mordem.
‘A posição da porta da rua de nossa casa é a seguinte: do lado oposto fica o armazém do Escritório de Impostos sobre Comestíveis, com uma rampa de carregamento pela qual, durante o dia inteiro, passam as carroças para apanhar caixas, caixotes etc. Esse pátio está separado da rua por meio de grades; e os portões de entrada para o pátio são frontais à nossa casa (Fig. 2).
Fig. 2
Durante alguns dias notei que Hans fica muito assustado quando as carroças entram ou saem do pátio, pois são obrigadas a fazer uma curva. Numa dessas ocasiões, perguntei-lhe por que estava com tanto medo, e ele me respondeu: “Tenho medo de que os cavalos caiam quando a carroça vira” (a). Ele igualmente fica assustado quando as carroças estacionadas na rampa de carregamento começam a mover-se para partir (b). Ademais (c), fica mais assustado com os grandes cavalos de tração do que com os cavalos pequenos, e mais com os rudes cavalos de fazenda do que com os cavalos elegantes (como os que puxam carruagem). Também fica mais assustado quando um veículo passa rapidamente (d) do que quando os cavalos trotam a passo lento. Essas diferenciações naturalmente só se evidenciaram claramente nestes últimos dias.’
Eu me inclinaria a dizer que, em conseqüência da análise, não só o paciente como também a sua fobia haviam tomado coragem e agora se arriscavam a manifestar-se. [Cf. em [1].]
‘No dia 5 de abril Hans veio de novo para nosso quarto, mas foi mandado de volta para sua cama. Eu lhe disse: “Enquanto você entrar em nosso quarto, de manhã, seu medo de cavalos não vai melhorar.” Sua atitude, contudo, era de desafio, e ele replicou: “Não importa, eu vou entrar, mesmo se eu estiver com medo.” Quer dizer, ele não permitiria que o proibissem de visitar sua mãe.
‘Depois do café deveríamos descer. Hans ficou muito contente e resolveu, em vez de ficar parado à porta da rua, como de hábito, atravessar a rua e entrar no pátio, onde freqüentemente via crianças da rua brincando. Disse-lhe que eu ficaria contente se ele atravessasse, e aproveitei a oportunidade para lhe perguntar por que ficava com tanto medo quando as carroças carregadas na rampa começavam a movimentar-se (b).
‘Hans: “Tenho medo de ficar ao lado da carroça e ela partir rápido, e de ficar de pé nela e querer passar para o galpão (a rampa de carregamento), e então a carroça me levar quando sair.”
‘Eu: “E se a carroça fica parada? Então você não tem medo? Por que não?”
‘Hans: “Se a carroça fica parada eu posso subir rápido na carroça e dela passar para o galpão.” [Fig. 3.]
Fig. 3
’Então Hans está planejando subir em cima de uma carroça e daí passar para a rampa de carregamento, e tem medo de a carroça partir quando ele estiver em cima dela.
‘Eu: “Talvez você tenha medo de não mais voltar para casa se você partir com a carroça,
não?”
‘Hans: “Oh, não! Posso sempre voltar para mamãe, na carroça ou num carro. Posso dar a ele o número da nossa casa.”
‘Eu: “Então por que você fica com medo?”
‘Hans: “Não sei. Mas o Professor deve saber. Você não acha que ele vai saber?”
‘Eu: “E por que você quer subir até o galpão?”
‘Hans: “Porque nunca estive lá, e gostaria muito de estar lá; e você sabe por que eu gostaria de ir lá? Porque eu gostaria de carregar e descarregar as caixas, e gostaria de ficar trepando e brincando pelas caixas que ficam lá. Eu gostaria tanto de ficar por lá brincando assim. Você sabe com quem aprendi a ficar subindo pelas caixas? Eu vi alguns meninos subindo em cima das caixas e quero fazer isso também.”
‘Seu desejo não foi satisfeito. Porque quando Hans se arriscou a ir à frente da porta de entrada, os poucos passos para atravessar a rua e entrar no pátio despertaram nele enormes resistências, porque constantemente as carroças entravam no pátio.
O Professor sabe apenas que o brinquedo que Hans pretendia com as carroças carregadas deve ter permanecido na relação de um substituto simbólico para algum outro desejo, quanto ao qual ele até então não havia pronunciado uma só palavra. Contudo, se não parecer ousado demais, esse desejo, mesmo nesse estádio, já poderia estar estruturado.
‘À tarde saímos novamente para a frente da porta e, quando voltei, perguntei a Hans:
‘“De que cavalos você realmente tem mais medo?”
‘Hans: “De todos.”
‘Eu: “Isso não é verdade.”
‘Hans: “Tenho mais medo dos cavalos que têm uma coisa na boca.”
‘Eu: “O que você quer dizer? O pedaço de ferro que eles têm na boca?”
‘Hans: “Não. Eles têm uma coisa preta na boca.” (E cobriu a boca com a mão.)
‘Eu: “O quê? Talvez um bigode?”
‘Hans: (rindo): “Oh não!”
‘Eu: “Eles todos têm essa coisa?”
‘Hans: “Não, só alguns deles.”
’Eu: “O que é que eles têm na boca?”
‘Hans: “Uma coisa preta.” (Na realidade, acho que deve ser aquela parte grossa do arreio que os cavalos de tração usam por sobre o nariz.) [Fig. 4.]
Fig. 4
‘“Também fico com muito medo das carroças de mudanças.” ‘Eu: “Por quê?”
‘Hans: “Eu acho que, quando os cavalos estão puxando uma carroça de mudanças muito pesada, eles podem cair.”
‘Eu: “Então você não tem medo de carroça pequena?”
‘Hans: “Não. Não tenho medo nem de carroça pequena nem de um carro dos correios. Também fico mais com medo quando passa um ônibus.”
‘Eu: “Por quê? É porque é tão grande, não?”
‘Hans: “Não. É porque uma vez um cavalo do ônibus caiu.”
‘Eu: “Quando?”
‘Hans: “Uma vez que saí com mamãe, mesmo com a minha ‘bobagem’, foi quando comprei o colete.” (Isso foi, depois, confirmado por sua mãe.)
‘Eu: “O que você pensou, quando o cavalo caiu?”
‘Hans: “Agora vai ser sempre assim. Todos os cavalos dos ônibus vão cair.”
‘Eu: “De todos os ônibus?”
‘Hans: “É. E também das carroças de mudanças. Mas estes devem cair menos vezes.”
‘Eu: “Naquela ocasião você já tinha a sua bobagem?”
‘Hans: “Não, só aí é que tive. Quando o cavalo do ônibus caiu, levei um susto de verdade! Foi então que eu fiquei com a bobagem.”
’Eu: “Mas a bobagem foi que você pensava que um cavalo ia mordê-lo. E agora você me diz que tinha medo de um cavalo cair.”
‘Hans: “Cair ou morder.”
‘Eu: “Por que você levou o susto?”
‘Hans: “Porque o cavalo fez assim com as patas.” (Ele se deitou no chão e me mostrou como o cavalo agitava as patas pelos lados.) “Levei um susto porque ele fez um barulhão com as patas.”
‘Eu: “Aonde você foi com a mamãe nesse dia?”
‘Hans: “Primeiro fomos ao rinque de patinação, depois a um café, e aí fomos comprar o
colete, depois fomos à confeitaria e voltamos de noite para casa; voltamos pelo Stadtpark.” (Tudo isso foi confirmado por minha esposa, como também o fato de que imediatamente após irrompeu a ansiedade.)
‘Eu: “O cavalo estava morto quando caiu?”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “E como você sabia disso?”
‘Hans: “Porque eu vi.” (Riu.) “Não, não estava nada morto.”
‘Eu: “Talvez você achasse que estivesse morto…”
‘Hans: “Não, de jeito nenhum. Eu só disse isso de brincadeira.” (Sua expressão no momento, porém, tinha sido de seriedade.)
‘Quando se cansou, deixei-o ir brincar. Além disso ele me contou apenas que, a princípio, tivera medo de cavalos dos ônibus, depois de todos e, somente no final, que tinha medo de cavalos das carroças de mudanças.
‘Na volta de Lainz, fiz-lhe mais algumas perguntas:
‘Eu: “Quando o cavalo do ônibus caiu, que cor ele tinha? Branco, ruão, castanho, cinza?”
‘Hans: “Preto. Os dois cavalos eram pretos.”
‘Eu: “Era grande ou pequeno?”
‘Hans: “Grande”.
‘Eu: “Gordo ou magro?”
‘Hans: “Gordo. Muito grande e gordo.”
‘Eu: “Quando o cavalo caiu você pensou no seu papai?”
‘Hans: “Pode ser. Sim, é possível.”
Pode ser que as investigações do pai de Hans não lograssem êxito em alguns aspectos; contudo, não é prejudicial travar conhecimento, na intimidade, com uma fobia dessa espécie - a qual podemos sentir-nos inclinados a denominar a partir de seus objetos. [Cf. em [1].] Isso porque, dessa forma, conseguimos ver a que ponto ela é realmente difusa. Ela se estende até cavalos e carroças, ao fato de cavalos caírem e morderem, até cavalos de características especiais, a carroças carregadas com muito peso. Revelarei, de imediato, que todas essas características derivavam da circunstância de que a ansiedade, originalmente, não encerrava referência alguma a todos os cavalos, mas para eles se transpunha de modo secundário, e acabara por ficar fixada naqueles elementos do complexo relativo a cavalos, que se revelaram bem adaptados a determinadas transferências. Devemos reconhecer especialmente um resultado muito importante do exame ao qual o menino foi submetido por seu pai. Aprendemos qual foi a causa imediata que precipitou a irrupção da fobia. Ocorreu quando o menino viu cair um cavalo grande e pesado; e pelo menos uma das interpretações dessa impressão parece ser aquela à qual seu pai deu ênfase, ou seja, que Hans naquele momento percebeu um desejo de que seu pai caísse daquele mesmo modo… e morresse. A expressão de seriedade que assumiu ao contar o episódio referia-se, sem dúvida, a esse significado inconsciente. Será que existiria ainda outro significado oculto atrás disso
tudo? Além disso, qual pode ter sido a significação de o cavalo fazer um grande barulho com as pernas?
‘Durante algum tempo, Hans tem brincado de cavalo, no quarto; ele trota, deixa-se cair, esperneia com os pés e relincha. Certa vez prendeu no rosto um saquinho, parecido com a sacola de focinheira dos cavalos. Repetidamente, vem correndo até mim e me morde.’
Desse modo, ele aceitava as últimas interpretações com mais determinação do que lhe era possível fazer com palavras, mas naturalmente mediante uma troca de papéis, de vez que o jogo se desenrolava em obediência a uma fantasia plena de desejo. Por conseguinte, ele era o cavalo, e mordia seu pai; assim, ele se identificava com seu pai.
‘Nesses dois últimos dias notei que Hans me tem desafiado de uma maneira bem decidida, não com maus modos, mas com muita animação. Será porque já não tem mais medo de mim - o cavalo?
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica a história de Hans e de sua família com os cavalos em relação à fobia e assim aprendemos qual foi à causa imediata que precipitou a irrupção da fobia. Ocorreu quando o menino viu cair um cavalo grande e pesado; e pelo menos uma das interpretações dessa impressão parece ser aquela à qual seu pai deu ênfase, ou seja, que Hans naquele momento percebeu um desejo de que seu pai caísse daquele mesmo modo… e morresse. A expressão de seriedade que assumiu ao contar o episódio referia-se, sem dúvida, a esse significado inconsciente. Será que existiria ainda outro significado oculto atrás disso tudo? Além disso, qual pode ter sido a significação de o cavalo fazer um grande barulho com as pernas?
‘Durante algum tempo, Hans tem brincado de cavalo, no quarto; ele trota, deixa-se cair, esperneia com os pés e relincha. Certa vez prendeu no rosto um saquinho, parecido com a sacola de focinheira dos cavalos. Repetidamente, vem correndo até mim e me morde.’
Desse modo, ele aceitava as últimas interpretações com mais determinação do que lhe era possível fazer com palavras, mas naturalmente mediante uma troca de papéis, de vez que o jogo se desenrolava em obediência a uma fantasia plena de desejo. Por conseguinte, ele era o cavalo, e mordia seu pai; assim, ele se identificava com seu pai.
‘Nesses dois últimos dias notei que Hans me tem desafiado de uma maneira bem decidida, não com maus modos, mas com muita animação. Será porque já não tem mais medo de mim - o cavalo?
Mattanó aponta a história de Hans e de sua família com os cavalos em relação à fobia e assim aprendemos qual foi à causa imediata que precipitou a irrupção da fobia. Ocorreu quando o menino viu cair um cavalo grande e pesado; e pelo menos uma das interpretações dessa impressão parece ser aquela à qual seu pai deu ênfase, ou seja, que Hans naquele momento percebeu um desejo de que seu pai caísse daquele mesmo modo… e morresse. A expressão de seriedade que assumiu ao contar o episódio referia-se, sem dúvida, a esse significado inconsciente. Será que existiria ainda outro significado oculto atrás disso tudo? Além disso, qual pode ter sido a significação de o cavalo fazer um grande barulho com as pernas?
‘Durante algum tempo, Hans tem brincado de cavalo, no quarto; ele trota, deixa-se cair, esperneia com os pés e relincha. Certa vez prendeu no rosto um saquinho, parecido com a sacola de focinheira dos cavalos. Repetidamente, vem correndo até mim e me morde.’
Desse modo, ele aceitava as últimas interpretações com mais determinação do que lhe era possível fazer com palavras, mas naturalmente mediante uma troca de papéis, de vez que o jogo se desenrolava em obediência a uma fantasia plena de desejo. Por conseguinte, ele era o cavalo, e mordia seu pai; assim, ele se identificava com seu pai.
‘Nesses dois últimos dias notei que Hans me tem desafiado de uma maneira bem decidida, não com maus modos, mas com muita animação. Será porque já não tem mais medo de mim - o cavalo?
Hans desloca a identidade do cavalo para seu pai quando ele cai e morre e noutro momento desloca para si mesmo, numa brincadeira, imitando-o com um saquinho no rosto que ele prendeu para brincar de focinheira e morde seu pai, e depois desloca para seu pai mostrando que não sente mais medo dele (que pode ser o cavalo), isto em função dos seus repertórios comportamentais básicos de imitação, atenção, discriminação e controle que se desenvolvem com a cognição que se desenvolve com a linguagem e a socialização, a significação e o processo de atribuir sentido aos eventos, e o raciocínio que melhora permitindo processos de ensino e aprendizagem que entram em contato inconsciente com a sexualidade ingênua de Hans em desenvolvimento, que o fazem ver inconscientemente seu pai caído e morto no lugar do cavalo, que o fazem mordê-lo e depois não ter mais medo dele, mostrando que o complexo de Édipo se repete, em função do seu prazer, até mesmo nas crianças.
MATTANÓ
(05/05/2022)
Mattanó aponta que é preciso saber usar o comportamento a favor do ego, mesmo quando ele constranja o inconsciente, por exemplo, com jogos e brincadeiras, com piadas e humor, com dramatizações.
Da mesma forma é preciso saber usar as gestalts e os insights, as relações sociais, a escola e o trabalho, a família e as instituições, os ritos e os mitos a favor do ego, mesmo quando constranjam o inconsciente provocando fuga ou esquiva, aversão, medo, vergonha, humilhação, reforço negativo, comportamento supersticioso, ilusão, lavagem cerebral, extorsão, vingança ou estupro virtual com suas formas, aprendizados, relações, ensinamentos e treinamentos, afetividade, desejos, privacidade e intimidade, psicohigiene e modos de relação, discursos, e programas de comportamento que façam o indivíduo transcender e se desenvolver, amadurecer, buscando novas metas e novos alvos para sua vida, ultrapassando esferas de poder e adquirindo uma mensagem para si mesmo e para sua comunidade.
MATTANÓ
(11/05/2022)
Mattanó aponta que menores de 18 anos de idade não possuem comportamento moral para discriminar o que é crime e o que não é crime, pois permanecem ingênuos moralmente até esta idade pois dependem dos seus pais e dos adultos, e no trabalho geralmente dependem da chefia.
MATTANÓ
(16/05/2022)
Mattanó aponta que a Economia é resultado da elaboração dos processos fisiológicos, comportamentais, morfológicos e psíquicos ou inconscientes da fase anal, das sublimações e do seu desenvolvimento, e da produtividade, onde o resultado é trabalhado na fase do amor e negociado na fase da crise final com a generosidade e a degeneração e o surgimento e o desenvolvimento da demência, até a morte.
MATTANÓ
(16/05/2022)
Mattanó aponta que a indústria farmacêutica odontológica deveria criar produtos alimentícios industrializados com apoio de nutricionistas, que prevenissem, tratassem e curassem problemas na boca e nos dentes, como as cáries e até mesmo realizassem a higiene bucal, descartando as escovas de dentes e os outros produtos bocais.
MATTANÓ
(17/05/2022)
Mattanó aponta que a ingenuidade tem relações de vizinhança com o tamanho do indivíduo, com a sua fraqueza e impotência, com a ausência de poder e com a anomia e a heteronomia.
MATTANÓ
(18/05/2022)
Mattanó aponta que deveríamos criar a profissão de Psicólogo Socorrista, que é aquele que vai de encontro ao evento do acidente, catástrofe, tragédia, calamidade, horror, guerra, conflito, caos, etc., problema urbano, e intervêm como socorrista imediato das necessidades de socorro, das necessidades fisiológicas, de garantia, de segurança, de pertinência, de amor e de estima, de proteção e de cuidados e de intervenção para encaminhamento ou liberação do paciente acidentado. Esse Psicólogo Socorrista é um novo modelo de habilitação para o profissional de Psicologia, diferente do Clínico, do Hospitalar, do Social, do Institucional, do Organizacional, do Escolar, etc.. Ele deve trabalhar nas Unidades de SAMU e em redes especializadas para este tipo de trabalho com outros profissionais de saúde, de resgate, de socorro e de segurança.
MATTANÓ
(18/05/2022)
Mattanó aponta que na Bíblia Adão e Eva se manifestaram através da tentação provocada pela serpente que representa o falo ou o pênis de Adão e a sua sombra arquetípica com suas contingências punitivas e aversivas, representando o Diabo, pois é a tentação e o pecado que os condenam, Eva é o mundo e a Mãe Terra, a Deusa da Vida segundo os ritos e os mitos mais primitiv4os, por isso ela é quem busca o pecado da Vida e do Conhecimento que se produz com a Vida no mundo dominado pela libido que é representada e vivida pela serpente ou pelo Diabo e pelas suas maldades e contingências punitivas e aversivas. A serpente é o Diabo e a libido do homem e da mulher e essa libido pr pelasovoca transtornos e problemas psicológicos e comportamentais desde Adão e Eva.
MATTANÓ
(18/05/2022)
Mattanó aponta que se as autoridades pensassem e criassem as leis como são criadas as leis da natureza talvez tivéssemos mais liberdade e mais justiça, pois os animais inferiores ao Homo Sapiens quando se envolvem em lutas e disputas sempre são perdoados e regenerados em suas comunidades e grupos, menos quando se trata de disputas e ritos sexuais e de acasalamento, pois estes comportamentos geram até morte e separação, ou apenas separação do grupo e das comunidades, isolando o indivíduo perdedor, pois também pode entrar em disputa a liderança da sua comunidade ou grupo, então sempre o mais forte prevalece, contudo o mais fraco deve viver longe de sua comunidade ou grupo. O que aprendemos destes exemplos é que as disputas sexuais devem ser evitadas pois envolvem muito sofrimento, dor e até morte e separação, ou apenas separação, devemos buscar o Amor que é o sentimento de permanência e de renúncia pelo outro, pelo seu bem-estar, pois isto acaba retornando para o próprio indivíduo que Ama, e não o sentimento e comportamento de disputa, briga, luta ou violência que causam morte e separação ou apenas separação. O perdão faz parte das leis da natureza e de todos os animais irracionais, é uma característica e uma contingência da vida que mantêm a adaptação comportamental, fisiológica, morfológica e inconsciente de qualquer ser vivo, isto não quer dizer que os criminosos ficariam livres e perdoados, mas que haveria uma nova abordagem para a punição e a recuperação dos condenados, que pode ser elaborada, por exemplo, a partir das ideias de Osny Mattanó Júnior e o Novo Sistema Carcerário que visa cunhar na mente e no comportamento do encarcerado que ele pode se reabilitar e que pode ser perdoado e voltar a viver em sociedade normalmente, buscando um novo programa comportamental e cognitivo para e seu comportamento, vida e experiência através do trabalho, da educação, da cidadania e da família, e até de um auxílio mensal para o pré-egresso.
MATTANÓ
(18/05/2022)
Mattanó aponta que a metáfora e a metonímia ou o significado e o sentido podem não ser a realidade para o indivíduo, mas apenas um nome para cada evento ou fenômeno, para a existência e a essência das coisas e do absurdo, pois tratam-se de nomes e não necessariamente da realidade que pode ser a consciência dominada pela Teoria da Abundância de Mattanó.
MATTANÓ
(18/05/2022)
Mattanó aponta que a loucura como a dos esquizofrênicos paranoicos com seus delírios como no caso de Hanold e a Gradiva em Pompéia, fica claro que o meio ambiente suscitou e desencadeou os delírios de Hanold, e em função disto fica evidente que um novo modelo para a abordagem dos pacientes esquizofrênicos paranoicos poderia ser construído a partir de uma recontextualização ambiental, ou seja, com uma mudança de contextos no mundo real, evitando que o paciente entre em contato com os estímulos desencadeadores dos seus delírios, ou seja, destituindo Hanold de Pompéia e da Gradiva numa abordagem que vise recontextualizar o meio ambiente real para que o prazer subjetivo adquirido produza outro efeito, que não os delírios e assim o Psicólogo ou Psicanalista possa abordar numa psicoterapia a história de vida e a evocação de tal conteúdo de forma programada e controlada, para que possa ser tratado e sanado através do insight e a descoberta dos eventos inconscientes, conscientes e comportamentais, segundo sua história de vida e a psicoterapia.
MATTANÓ
(19/05/2022)
Mattanó aponta que as descobertas científicas e epistemológicas recentes levam-nos a supor que Deus, que Jesus Cristo pode ser um alienígena vindo do espaço através de sinais do espaço como a estrela de Belém, que poderia ser um disco voador ou objeto alienígena, pois antes dessa época, muito antes, nossos ancestrais viveram a descoberta da espiritualidade como hominídeos e a afetividade e o pensamento de luto e despedida de seus mortos com ritos com padrões de comportamento seguidos pelas suas comunidades, padrões de comportamentos que eram ensinados de geração em geração, como enterro de cadáver e enterro de pertences desse indivíduo que faleceu, suscitando algum tipo de religiosidade e espiritualidade, provavelmente segundo as descobertas da cognição desses hominídeos e os poderes do espaço que continham alienígenas e naves espaciais que se assemelham com as estrelas do espaço, assim recentemente temos visto teorias de que Deus e Jesus Cristo são alienígenas, pois desceram do Céu, do espaço, das estrelas, em naves espaciais disfarçadas de objetos celestes, mas hoje temos o Amor de Deus, o próprio Osny Mattanó Júnior, que não desceu dos céus e nem das estrelas, nem do espaço ou dos discos voadores, ele é homem e não alienígena, pois não tem DNA alienígena e nem organismo alienígena, já fez exame de DNA para comprovar isto, o que pode estar acontecendo com ele é ataques alienígenas, contaminação alienígena, experimentos alienígenas e o poder de Deus, pois já realizou milagres como curar tumores ditos incuráveis em sua mãe, por exemplo, com sua mão direita e uma breve oração, os tumores que formavam uma grande massa na perna de sua mãe desapareceram instantaneamente, após ter passado a mão direita nos tumores, ter dado três ou quatro passos e uma breve oração. Ou seja, Deus, Jesus Cristo e o Seu Amor e até a Virgem Maria não são alienígenas como podemos provar através de Osny Mattanó Júnior.
MATTANÓ
(20/05/2022)
Mattanó aponta que os arquétipos através dos chistes mudam de caminho, de significado, de sentido, tornam-se absurdo, novidade e incoerência que causam um desequilíbrio cognitivo no indivíduo, revelando que os arquétipos, sejam eles quais forem, o sombra, a anima, o animus, o persona, o velho sábio, etc., tem seu lado conceitual e o seu lado não conceitual que cria absurdos, novidades e incoerências que relacionam com os monstros, os heróis e os escravos da Trajetória da Vida e dos Heróis. Os monstros e os escravos podem depender do lado absurdo, novo e incoerente, e os heróis e os escravos podem depender do lado conceitual, reproduzido e coerente do ¨Romance Psicológico¨ que agora insere os arquétipos junguianos numa perspectiva mattanoniana.
MATTANÓ
(21/05/2022)
Mattanó aponta que todo ser humano nasce em igualdade de condições frente as riquezas do mundo, é pois, a sua aprendizagem e subjetividade quem vai determinar a sua história de vida e assim a sua economia, sua riqueza ou pobreza e até miséria, vida ou morte, liberdade ou cárcere, salvação ou condenação, o mundo oferece as mesmas oportunidades para todos desde a concepção até a morte, o caminho torna-se diferente quando caminhamos e marchamos por estradas adversas como as do tráfico, da loucura, do terror, da guerra, da violência, do estupro, da extorsão, da vingança, da lavagem cerebral, do conflito, da ameaça, da morte e do homicídio, da tentativa de homicídio e de suicídio, da despersonalização, do curandeirismo e do charlatanismo, da trapaça, das chacinas e das tentativas de chacinas motivadas pela pedofilia, pelo materialismo, pelo dinheiro, pela corrupção, pela violência e pelas guerras, pelo terror que se expande além dos limites já testemunhados podendo alcançar autoridades e políticos que tem o dever de defender a vida, a saúde, o patrimônio, a paz, a liberdade, a justiça, o direitos e a igualdade na Terra e podem estar desviando o seu poder e caminho para a violência.
MATTANÓ
(22/05/2022)
Mattanó aponta que podem existir ainda chistes de lavagem cerebral, de pedofilia e de pedófilos, de estupradores, de violadores e de criminosos e homicidas, dentre outros ainda não abordados, mas que tratam do absurdo e do incoerente, do novo trazendo novidades para a vida psíquica e por vezes, comportamental, do indivíduo que pode ampliar esse repertório para a vida social, profissional e escolar, dentre outras como a institucional e a saúde, como por exemplo, com a teoria da pulsão auditiva de Mattanó de 1995 que traz o absurdo, o novo e as novidades repletas de incoerência para aqueles que não tinham esse repertório comportamental violento, pedófilo, criminoso, tarado, explorador, abusador, extorsor, vingativo, estuprador, curandeiro e charlatão, eu, Osny Mattanó Júnior, por exemplo, não tinha esse repertório comportamental até fazer a pergunta sobre a ¨pulsão auditiva¨ em sala de aula em 1995 para a docente Denise dal Col e depois passar por lavagem cerebral e tortura, despersonalização e violência em sala de aula como uma cobaia humana ilegal e não consentida, aliás, desde 1992. Outro problema que apareceu foi com as crianças com as consequências dos chistes e as suas novidades, absurdos e incoerências, com as propriedades dos chistes! Os indivíduos estão ficando com transtornos mentais em função das propriedades dos chistes, suas consequências, como absurdos, novidades e incoerências que elas tomam para si e para suas consciências, trazendo para seus comportamentos, destruindo suas vidas e relações sociais, profissionais, escolares, religiosas, institucionais, regionais, nacionais, culturais, artísticas, e até acadêmicas e científicas!
MATTANÓ
(23/05/2022)
Mattanó aponta sua nova Técnica de Catarse Chistosa para lidar com a telepatia, paranormalidade, conhecimento, mundo virtual e lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual:
Coloque-se em posição de Introspecção e comece a imaginar Avatares que solucionam o seu problema como numa guerra ou batalha virtual, porém sem violência e com Histórias e Dramatizações que representem seu estado simbólico inconsciente, sem premeditar, como num sonho diurno, e resolva o seu Drama ou a sua História, Conflito ou Problema, Batalha ou Guerra, mesmo que por um único instante e sem continuidade, pois você pode colocar aí o seu Drama e a sua Energia Psíquica e Corporal solucionando seu Drama com a Visualização Mental do seu Episódio de Introspecção que pode ser complementado com um chiste, seja lá qual ele for, de qual categoria for, se o seu problema for sexual, infantil, de violência, de estupro, de roubo, de interferência, familiar, profissional, escolar, afetivo, social, institucional, político, administrativo, religioso, moral, esportivo, comunicativo, de informação, de direitos, deveres, obrigações e/ou privilégios, de justiça e cidadania, de saúde física ou mental, etc., e depois analise e elabore esse conteúdo Introspectivo com seu Psicanalista, Psicólogo ou Psiquiatra e faça um compromisso de buscar solucionar cada batalha, guerra, conflito ou problema com inteligência e não com armas e não com violência, de modo que você amplie a sua inteligência e o seu repertório comportamental e ao seu mapa cognitivo seja mais eficiente. Você pode solucionar seu Drama com criatividade usando artes, pintura, fotografia, literatura, música, escultura, etc..
MATTANÓ
(23/05/2022)
Mattanó aponta que a linguagem do corpo humano é a da adaptação! Que a linguagem dos fenômenos como a matemática e a física, a química e a biologia, as letras, a psicologia e a psicanálise, etc., é a adaptação! Pois tudo envolve trabalho, energia e resultado ou consequências com base na adaptação!
MATTANÓ
(23/05/2022)
Mattanó aponta que talvez o Homo Sapiens não produza apenas um insight por vez, mas muitos, em formas de lampejos, sendo apenas um considerado em sua consciência que age como um holofote na escuridão, a consciência é a luz, um lampejo entre memórias que se polarizam e se repolarizam e iluminam-se em suas terminações, pois para haver luz é preciso carga positiva e negativa como existe nos neurônios, conforme testemunhou em sua introspecção do seu ¨mapa da mesa telefônica¨ por estes dias onde visualizou lampejos de luzes em seu SNC significando as sinapses.
MATTANÓ
(25/05/2022)
Mattanó aponta que a energia corporal e cerebral dos neurônios pode ficar acumulada e transbordar de modo que essa energia atingirá os equipamentos e tecnologias, causando, por exemplo, pelo deslocamento dessa energia a telepatia nos mass mídias via SNC e por consequência a paranormalidade. A paranormalidade pode ser explicada como um transbordar de energia corporal e cerebral para o mundo físico e biológico, fenômenos que ocorrem com Osny Mattanó Júnior. Torna-se necessário especular que a concentração de energia elétrica com a energia do paranormal pode causar dor no corpo do paranormal e dos seus relacionamentos mais próximos, contudo, de acordo com a potência dessa energia ele pode atingir distâncias maiores.
MATTANÓ
(25/05/2022)
Mattanó aponta que qualquer padrão cultural ou linguístico e até telepático pode se tornar genético através da adaptação do indivíduo e o seu padrão cultural ou linguístico e até telepático que se converte em padrão fisiológico, comportamental, morfológico, afetivo e inconsciente, e depois genético, efeito e consequência da adaptação. Contudo torna-se necessário apontar que a telepatia e a paranormalidade são características dos extraterrestres ou de eventos que acreditamos e julgamos ser de extraterrestres, mas que por outras descobertas podem revelar serem de outra natureza, como seres vindos do espaço que se inseriram no planeta Terra a milhares ou milhões de anos e se desenvolveram formando uma sociedade e cultura típicas que inebriam o nosso entendimento.
MATTANÓ
(25/05/2022)
Mattanó aponta que numa sociedade em que as autoridades autorizam os profissionais de saúde a mal diagnosticarem e negligenciarem o tratamento e a recuperação de alguns pacientes provocando um sentimento e pensamento de autoridade sobre a vida e a morte, provocando mal-estar e até a morte desses indivíduos, fica claro que esses profissionais da saúde estão satisfazendo um prazer numa realidade construída com base no poder que se esconde tentando matar a Deus e ao Seu Amor como força maior do que Deus, como autoridade maior do que Deus e depois tenta se aproveitar do poder e da imagem de Deus, da Mãe de Deus, do Seu Amor e dos Santos e Santas da Igreja Católica Apostólica Romana, estes profissionais da saúde também se julgam maiores do que Deus e o Seu Amor, podem estar acreditando que Deus e o Seu Amor não são bem-vindos neste planeta e neste país, em função disto que as Igrejas sejam fechadas e os símbolos religiosos sejam destruídos, que não existam mais líderes religiosos neste país e no mundo todo, pois Deus e o Seu Amor não são bem-vindos neste mundo, ou seja, a Cruz de Jesus Cristo e a Cruz Azul do Seu Amor não salvam e não podem mais serem usadas neste mundo, pois decidiram assim! E de agora em diante por estes motivos não existe mais o Paraíso e a Salvação para este mundo se ele não se arrepender e se converter!
MATTANÓ
(25/05/2022)
Mattanó aponta que existe um outro tipo de transtorno mental ainda não discriminado pela Psicanálise e pela Psicologia, o de despersonalização, que pode ser causado em campos de concentração, extermínio e trabalho escravo como os da 2ª Grande Guerra Mundial, onde os prisioneiros eram sequestrados de seus lares e colocados em rebanhos desumanos e sem dignidade para fins de seleção e controle, e depois eram mantidos em cativeiros onde por vezes eram torturados, testemunhavam extermínios, eram cobaias humanas em experimentos ilícitos e dolorosos, e tinham que trabalhar como escravos onde por vezes tinham que cavar suas próprias covas e no momento seguinte eram exterminados caindo sobre suas próprias covas, e eram exterminados em fornos crematórios onde causavam horror, dor, medo, vergonha, humilhação, pânico, choro, raiva, loucura e terror em suas vítimas que iam além dos cremados, indo para os trabalhadores escravos e para os demais concentrados no campo de extermínio, sabemos que os sobreviventes dos campos de concentração, extermínio e trabalho escravo tendem a se esconder, fugir, se esquivar e mentir, ter poucos rendimentos, serem discriminados, se vestirem mal, terem outros problemas psicológicos e comportamentais, enfrentarem a loucura e as suas consequências, pois o seu passado e o seu inconsciente e comportamento é bastante traumático e despersonalizado, governado por contingências extremamente dolorosas que causam medo, dor, fuga, aversão, loucura, lavagem cerebral e até despersonalização, eventos testemunhados em familiares de refugiados de campos de concentração, extermínio e trabalho escravo como eu e minha família que somos refugiados e perseguidos em função dos campos de concentração, extermínio e trabalho escravo da 2ª Grande Guerra Mundial. Ou seja, não existe saúde mental e nem física em prisioneiros de campos de concentração, extermínio e trabalho escravo, punir estas vítimas e famílias é outra loucura da mesma magnitude!
MATTANÓ
(25/05/2022)
Mattanó aponta que assim como qualquer outro órgão do corpo humano o nosso cérebro pode possuir áreas ou neurônios de maior ou menor potência comportamental, fisiológica, morfológica de modo que seriam estas áreas em maturação, em mielinização, que seriam as responsáveis pelas marcas inconscientes, pelas memórias da infância que governam o nosso comportamento e a nossa psique, pois nesta fase o cérebro responde melhor a capacidade funcional que vem a sofrer uma alteração por volta dos 5 anos de idade da criança, para que aconteça o complexo de Édipo onde a criança se identifica com seu genitor do mesmo sexo e ocorre o recalque. O recalque é pois, uma alteração da funcionalidade dos neurônios que passam a responder a repressão e a censura da psique.
MATTANÓ
(28/05/2022)
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 25 E 27 DE MAIO DE 2022 EM LONDRINA:
25 DE MAIO DE 2022:
¨É guerra com E.T.¨
INTERPRETAÇÃO:
A interpretação necessitou de mais dois dias e de mais uma mensagem com sinais onde apareceu:
MENSAGEM DE 27 DE MAIO DE 2022:
¨A imagem do Diabo;
A imagem de E.Ts.;
A pergunta telepática para mim: se eu conhecia esses estímulos ou objetos que eu vejo nas visão através da televisão?
Depois,
A violência telepática de me causarem mal como me roubarem ou me assassinarem;
A imagem de E.Ts. me defendendo através da ¨guerra com E.Ts.¨;
A guerra com E.Ts. seria vencida pelos E.Ts. que catariam a dedo os seus oponentes através de abduções caso me roubassem e me assassinassem;
A imagem de 6 ou 7 crucificados ao lado, aos pés da Cruz do Amor, dispostos 4 à esquerda e 3 à direita;
O Rosto de Jesus Cristo com raiva do mundo.¨
Londrina, 28 de maio de 2022.
Osny Mattanó Júnior
Mattanó compara aqueles que a Igreja e os artistas promovem para me roubarem minhas canções, músicas e livros e destruir o resto de minha vida e história, o meu mundo, o mundo do Amor de Deus, a economia do Amor de Deus e os seu trabalho, para deixar o Amor de Deus pobre, tesouro de Deus e da Igreja, como se a carteira com a conta bancária e o patrimônio definissem a Santidade e não o coração, o Amor e o comportamento e a fé, com os alienígenas que estão vindo para roubarem o mundo de Deus, as árvores, os animais, as águas, os rios e os oceanos, as florestas e as montanhas, os desertos, as cidades e a zona rural, os peixes e os frutos do mar, a vida humana, os demais seres vivos, a economia do mundo e o seu trabalho, para deixar todo mundo pobre, tesouro de Deus e da Igreja, os tesouros que o homem construiu e criou ao longo da história, das artes e da Igreja como as ciências e o evangelho, o conhecimento, as epistemologias, a presença de Nossa Senhora e de Seu Amor neste mundo como sinal permanente que já aparece na testa do Seu Amor para obterem conhecimento acerca de Deus.
MATTANÓ
(01/06/2022)
Mattanó aponta que um comportamento pode ser diferente do restante dos outros comportamentos da personalidade quando promovidos por telepatia e lavagem cerebral ou despersonalização, se estes comportamentos são reforçados podem se tornarem ampliados e assim começa a despersonalização promovendo, por exemplo, psicose, psicopatia, loucura, etc., num indivíduo que era normal, em função dessa despersonalização, caracterizando a despersonalização, tortura, lavagem cerebral, periclitação da vida e da saúde!
MATTANÓ
(03/06/2022)
Mattanó aponta que se Jesus Cristo tivesse nascido macaco ou hominídeo seríamos diferentes com Deus e o Seu Amor, o destino da humanidade seria outro, inclusive dos símbolos religiosos!
E se Deus tivesse posto o Amor de Deus, de Jesus e de Maria como Ele é hoje, com seu discernimento e sabedoria, certamente a Bíblia e a Salvação seriam também diferentes!
MATTANÓ
(03/06/2022)
Mattanó aponta que as crianças não tem autonomia, poder, liberdade e conhecimento para fazer substituições, alterações, deslocamentos e processos secundários elaborados como aos dos adultos autônomos psíquica e comportamentalmente. Por isso, criança centra a realidade e não as substituições motivadas por prazer. Podemos especular que a esquizofrenia costuma acontecer na fase de autonomia e de liberdade do indivíduo, pois ele substitui a realidade pelas substituições e processos secundários que vão perdendo poder de elaboração através da demência e do prazer da loucura inconsciente.
MATTANÓ
(05/06/2022)
Mattanó aponta que quando estamos dormindo, sonhando ou em silêncio só temos o trabalho das sinapses no cérebro que promovem os sonhos e não uma consciência e um controle das funções corporais. Ficamos a mercê das sinapses e dos caminhos cognitivos do nosso SNC.
MATTANÓ
(05/06/2022)
DENÚNCIA DE CRIME CONTRA A SAÚDE E A VIDA (2022):
Mattanó aponta que o sonho de um paciente com problema no cérebro torna-se um sonho com problema e isto dificulta a análise e a interpretação, para se analisar e interpretar um sonho de um indivíduo com problema no cérebro e que tome medicação para o cérebro, medicação psiquiátrica, deve-se saber conhecer o problema e o problema no sonho e do sonho para se poder analisa-lo e interpretá-lo, da mesma forma para se analisar por meio da telepatia, do conhecimento e do mundo virtual a vida anímica de um paciente que tenha problema no cérebro e poder interpretar esses dados, sendo que esse paciente ingira medicação psiquiátrica, deve-se saber conhecer esse problema e como esse problema ou transtorno mental age segundo a medicação psiquiátrica de acordo com a telepatia, o conhecimento, a lavagem cerebral, a despersonalização, a tortura, o mundo virtual, a extorsão, a vingança e o estupro virtual, ou seja, a periclitação da vida e da saúde, pois trata-se de crime de curandeirismo e de charlatanismo para aqueles que não tem formação profissional para estudar cientificamente e tratar clinicamente esses pacientes e assim lecionar por direito.
MATTANÓ
(08/06/2022)
TEORIA DO ENRIQUECIMENTO DE MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que é o desenvolvimento das habilidades comportamentais e psíquicas de um indivíduo, inclusive sociais e espirituais, filogenéticas, culturais, da vida e do universo, que proporcionam o comportamento de acumular e distribuir riquezas que com o meio ambiente e o zeitgeist permitem ao indivíduo desenvolver as riquezas ou a pobreza e a miséria. As habilidades de acúmulo e distribuição de riquezas são particulares, diferentes de indivíduo para indivíduo, decorrem de sua história de vida e repertório comportamental, é, pois, o meio ambiente e ao zeitgeist quem aumenta ou diminui o valor e o preço dessas habilidades, tanto o valor (quanto vale) quanto o preço (quanto você deve pagar, se esforçar) dessas habilidades que são construídos socialmente, economicamente e politicamente! Devemos como família e humanidade investir no valor de todas as habilidades de todos os membros dessa família ou humanidade, para que habilidades menos valiosas tornem-se preciosas e gerem economia, acúmulo e distribuição de riquezas, e não acúmulo e distribuição de pobreza e de miséria! Não investir na pobreza e na miséria, na corrupção e na criminalidade, no tráfico, no roubo e no terror é não investir no acúmulo e distribuição de pobreza e de miséria, já investir na riqueza aliada ao trabalho e a educação, a saúde e a justiça e cidadania, informação e liberdade é investir no acúmulo e distribuição de riquezas através de uma economia sólida e segura! Ou seja, não investir em bandido gera economia e riquezas, gera desenvolvimento, ordem e progresso, gera Democracia, não gera roubo, loucura, despersonalização, morte e nem desemprego! Não gera alimentação mais cara e mais custosa do que os rendimentos mensais e nem as demais despesas fora do alcance do orçamento doméstico, pois você estará investindo em riqueza, acúmulo e distribuição de riquezas e não em acúmulo e distribuição de pobreza e de miséria, de fome e de desigualdade social, de violência!
MATTANÓ
(10/06/2022)
A TEORIA DO MAPA COGNITIVO E DOS CAMINHOS COGNITIVOS SEGUNDO MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta se nos importamos com o metabolismo do fígado, com os processos digestivos do estômago, com os nossos batimentos cardíacos, com a amplitude pulmonar, etc., do mesmo jeito que nos importamos com a psique e o comportamento, com a vida social? Pois a psique e o comportamento e o que nos move para a vida social é a mesma coisa que produz o metabolismo, a digestão, os batimentos cardíacos, a amplitude pulmonar, etc., é a mesma coisa com o nosso cérebro e as sinapses que produzem a mente ou psique e o comportamento, é tudo, pois, fisiologia, comportamento e morfologia, adaptação funcional e estrutural. Isto é o mapa cognitivo e os seus caminhos cognitivos! O mapa cognitivo envolve a inteligência, a Gestalt, o inconsciente, o comportamento, os arquétipos, a escolarização, o social, a auto-atualização, a auto-realização, a cognição, a existência e as essências, a aprendizagem real e proximal, a adaptação da espécie, do grupo e do indivíduo, o estilo de vida e a luta contra a inferioridade, a institucionalização, os ritos e mitos, o trabalho, o socorro e o salvamento, a energia corporal, etc., com seus caminhos cognitivos que vão sendo construídos a partir do reforço e do condicionamento, que permitem, por exemplo, a equivalência de estímulos no mapa cognitivo e nos caminhos cognitivos tornando-os imprevisíveis.
MATTANÓ
(12/06/2022)
DISTANCIAMENTO DA TELEDEPENDÊNCIA (2022):
Mattanó aponta que a sua relação com a televisão e a teledependência, com a informação e a notícia não deve ser monitorada pelo controle, pelas razões, pela literalidade e nem pelo contexto, mas pelo direito do telespectador, que detém liberdade e criatividade diante da televisão e da informação para formar a sua opinião pública.
Aponta que abrindo mão do controle, das razões e da literalidade e do contexto na informação, o telespectador deixa de estar sendo dominado pela informação e pelos seus estímulos visuais e auditivos, além do conhecimento e de outras como a lavagem cerebral e a despersonalização, a extorsão, a vingança e o estupro virtual, tudo depende de como você significa e dá sentido as suas relações com a televisão e com a informação.
Encontrar um controle para o seu inconsciente significa abrir mão da sua liberdade que ele oferece através do condensamento.
Encontrar uma razão para o seu inconsciente significa abrir mão da ignorância e do absurdo que ele oferece através do condensamento.
Encontrar uma literalidade para o seu inconsciente significa abrir mão da criatividade e da liberdade que ele oferece através do condensamento.
Encontrar um contexto para o seu inconsciente significa abrir mão do seu prazer em função do real ou da realidade que se liga ao contexto.
Então a teledependência envolve o desenvolvimento da liberdade, da ignorância e do absurdo, da criatividade, do prazer e da realidade.
MATTANÓ
(14/06/2022)
Mattanó aponta que podemos pesquisar com os dados de documentos desde o início dos tempos ou de cada nação ou mesmo de cada instituição como o STF, o Governo Federal, a UEL, etc., e deduzir o modelo teórico e prático de pensamento e linguagem, de coerência e argumentação, de pressupostos e subentendidos, de atos ilocucionários e atos perlocucionários, dos modos de dizer, fazer e mostrar, e o posto, a fim de contextualizar e discriminar o controle, as razões e a literalidade de cada enunciado.
MATTANÓ
(14/06/2022)
Mattanó aponta que a família é o centro da sociedade, a célula da sociedade, e as instituições são apenas os instrumentos da sociedade e da família, das células da sociedade, desta forma o direito, o dever, a obrigação e o privilégio são instrumentos das famílias, e é a Psicologia e a Psicanálise quem restitui o valor das famílias para cada indivíduo através do psíquico, psicológico e comportamental e suas relações intrínsecas e extrínsecas.
MATTANÓ
(14/06/2022)
Mattanó aponta que o espaço e o universo são frios pois devem ter sido formados no frio, e o calor do Sol é justamente o que causa a evolução da vida, por exemplo, das galáxias que assim encontram-se em condições de criar e desenvolver as estações do ano em cada planeta. É de se imaginar que quanto mais distante do Sol na galáxia o observador encontra mais frio, até mesmo no espaço.
Os limites do universo podem ser bastante inóspitos assim como os limites das montanhas e dos abismos, dos pólos e dos oceanos, tudo parece estar ligado e em harmonia na Criação, até mesmo o inóspito e indesejável sentimento de incapacidade frente ao meio ambiente e ao universo.
No espaço cada vez que nos afastamos mais e mais do Sol, encontramos o frio, tanto é que os planetas são cada vez mais frios e gelados, cobertos por gelo.
O universo parece ter lugares semelhantes as planícies onde existe vida e vegetação em abundância, nestes lugares, no universo mostra-se evidente a possibilidade de haver vida animal e/ou vegetal, e também a navegação.
O universo parece ter lugares onde ocorrem tempestades cósmicas assim como as tempestades do nosso planeta onde a vida se torna difícil e ameaçada e o meio ambiente propício a alterações significativas.
A comunicação é mais custosa e difícil na medida em que nos aproximamos do Sol e nos afastamos do Sol e da Terra, pois o calor e o frio intensos causam problemas no organismo, na homeostase, tornando a comunicação cada vez mais custosa.
A higiene também é cada vez mais custosa e difícil na medida em que nos aproximamos do Sol e nos afastamos dele e da Terra em função do calor e do frio intensos que prejudicam o comportamento e a musculatura corporal.
O planeta Terra e a região deste planeta são propícios a vida e a navegação, pois tem as propriedades essenciais para a boa navegação como temperatura, luz, comunicação, segurança, oficinas, vida, água, alimentação, higiene e necessidades básicas como liberdade, auto-estima, amor e patrimônio, uma identidade, consciência e a atividade.
O universo é uma grande concentração de vapor d´água que ferve e evapora próximo do Sol e é cada vez mais densa na medida em que se afasta do Sol.
A Criação ou o ¨big-bang¨ liberou uma quantidade inacreditável de água que se pulverizou, e se dispersou no universo transformando-se em vapor da água, superior a quantidade de energia e de pedras.
Toda essa água em forma de vapor no universo sustenta as estrelas e os corpos celestes.
E é essa água em forma de vapor no universo que forma as caudas dos cometas que variam de tamanho conforme a temperatura do universo.
MATTANÓ
(14/06/2022)
Mattanó aponta que a gênese do homicídio está em assassinar o seu amor, seja ele filho, filha, homem ou mulher, esposo ou esposa, pai ou mãe. No esporte há forte apelo e tendência homossexual com comportamentos de toque e de contato homossexual onde o homicídio é substituído pela derrota do seu amor que é representado no jogo como a outra equipe e que pode simbolizar um filho, filha, homem ou mulher, esposo ou esposa, pai ou mãe. A inveja no esporte produz a difamação e a diminuição do outro que pode ser a torcida, um atleta, um telespectador, um irmão ou irmã, amigo ou amiga. Trata-se de coisa difícil sentir inveja de filho ou filha, de pai ou mãe, de esposo ou esposa, quando emerge algum problema pode se tratar de homicídio que pode ser substituído por outro comportamento. E trata-se de coisa possível ampliar o comportamento homicida para a torcida, um atleta, um telespectador, um irmão ou irmã, amigo ou amiga pois a inveja pode levar ao homicídio que pode ser substituído por outro comportamento como a derrota, vergonha, humilhação, medo, pânico, dor, tortura, lavagem cerebral, extorsão, vingança, estupro virtual, despersonalização, loucura.
MATTANÓ
(15/06/2022)
Mattanó aponta que os adultos que implicam e negam o direito a justiça para vítimas de pedofilia, estupro e estupro virtual, estão apenas defendendo o seu direito a terem o seu determinado prazer com o sofrimento dessas crianças menores de 14 anos de idade que é de estupro e violência sexual, de pedofilia. Por exemplo, numa companhia de balé onde as bailarinas menores de 14 anos de idade passam pela violência sexual e pelo estupro, caracterizando a pedofilia, justificada pelo melhor desempenho de suas bailarinas e pela satisfação da companhia de balé e do seu público, aqueles que negam e negligenciam o direito a informação e justiça para essas bailarinas e crianças violadas e vítimas de pedofilia estão, justamente, defendendo o seu direito ao prazer proporcionado por elas no espetáculo, a custas de violência e imoralidade que marcam a vida, a psique e o comportamento dessas crianças e de suas famílias, pois essas crianças tem de aprender a lidar com a violência sexual, com o abuso e a exploração sexual, com a pedofilia, com a tara, com a loucura, com o estupro e o estupro virtual e as suas tentativas, com o assédio sexual e moral, com a exploração do corpo e das áreas erógenas que produzem sensações e pensamentos, essas crianças devem ter que aprender coisas de adultos, coisas que só pessoas que já tenham a malícia como comportamento psicológico e comportamental definido para poderem entender e compreender o valor da sexualidade e da malícia na vida humana, ou seja, essas crianças menores de 14 anos de idade ainda não possuem malícia e nem autonomia e assim não possuem requisitos comportamentais e psíquicos para se adaptarem as necessidades do meio ambiente, configurando em crime de pedofilia esse tipo de prática. Isto vale para atletas que trabalham com crianças menores de 14 anos de idade e tem necessidades semelhantes as das companhias de balé e até para as escolas de crianças com menos de 14 anos de idade.
MATTANÓ
(16/06/2022)
Mattanó aponta que devemos saber construir nossas economias e riquezas da mesma forma como construímos nossas famílias, assim, por exemplo, os nossos filhos podem ser comparados as nossas riquezas que vamos construindo, adquirindo, acumulando e distribuindo, é pois, através da gestação que desenvolvemos amor pela família, pelo filho ou pela filha e desenvolvemos comportamentos para cuidar e amparar essa criança por toda a vida, sejam quais forem as condições ambientais, as riquezas dependem também disso, de uma gestação onde vamos formando-as, construindo-as, adquirindo-as, acumulando-as e distribuindo-as, agregando valor ou amor, amor é valor, tesouros e sabedoria para lidar com a economia por toda a vida, sejam quais forem as condições ambientais, sem desperdiçá-las e procurando gastar menos do que se ganha, inclusive formar tesouros e riquezas por toda a vida sem desperdiça-los e procurando parcerias com o investimento da sua imagem e personalidade, inclusive do seu trabalho, para que sejam mais valorizados e alcancem um público maior, procurando trabalhar não somente pelo seu tempo, mas pelo passado, pelo presente e pelo futuro de sua vida, de sua família, de seus relacionamentos, de suas comunidades, de sua cidade, de seu estado, de sua nação, de seu continente e de seu mundo num contexto que não descarta o universo e o cosmos de suas relações, as novas fronteiras das civilizações humanas. Devemos saber acumular e distribuir riquezas e não saber acumular e distribuir pobrezas e misérias humanas!
MATTANÓ
(16/06//2022)
Mattanó aponta e testemunha que em 1993 ele ouvia da polícia em forma de vozes femininas que era para eu não ir para Curitiba no show do Paul McCartney que foi lá por março, abril ou maio de 1993 e hoje, 17 de junho de 2022, escutei através da telepatia que essa ameaça ou aviso pode ter ligação com os casos de desaparecimento de crianças no litoral do Paraná da mesma época, casos nunca resolvidos onde as crianças desapareciam em shows, eu particularmente escutava que o Paul McCartney queria me matar, mas eu nada entendia! Acho que eu ouvia também que eu poderia desaparecer, mas não acreditava nisso!
MATTANÓ
(17/06/2022)
Mattanó aponta que conforme melhora a qualidade de vida de uma sociedade, aumenta a responsabilidade dos indivíduos nessa sociedade, assim indivíduos centenários terão uma psique e um comportamento que lhes facultarão uma vida social diferente, com necessidades diferentes, com uma cultura diferente oriunda da sua psicossexualidade, do recalque que se deu numa época totalmente diferente da de hoje, onde o meio ambiente é outro, mais rico e complexo, muito mais educado, onde a influência dos seus pais era determinada por uma cultura diferente da de hoje, onde os pais são mais complexos, com um outro zeitgeist, por isso é natural que indivíduos de outras épocas tenham as mesmas fragilidades sociais e culturais, inclusive legais e de direito, dever, obrigação e privilégio, pois a violência acompanha a sua época e a segurança também acompanha a sua época e é a época quem marca culturalmente a psicossexualidade, a psique e o comportamento, a vida social e o repertório comportamental.
MATTANÓ
(17/06/2022)
Mattanó aponta que Psicanálise e a feitiçaria, bruxaria e o xamanismo se cruzam através do princípio do prazer, onde o corpo humano adquire o poder de transmutar os objetos do meio ambiente ao entrarem em contato com ele e a sua psique e comportamento, mas deixa de existir através do princípio da realidade onde o corpo humano não tem esse poder de transmutar os objetos ao entrarem em contato com ele e a sua psique e comportamento, transformando as pedras ou pedaços de bolachas jogadas no chão em fezes, ou o suco que bebemos com leite em leite materno, etc..
MATTANÓ
(18/06/2022)
Mattanó aponta que depois do sono profundo vem o dia eterno! Assim como depois do sono noturno vem o dia seguinte! A vida se transforma em eternidade, num dia eterno!
MATTANÓ
(18/06/2022)
Mattanó aponta que os passos do Papa Francisco são os passos da humanidade, um caminhar com dificuldades, são, pois, os passos do Amor de Jesus, um Amor Crucificado. Os passos do Amor de Maria são de um Amor de Mãe. E os passos do Amor de Deus são os passos de um Amor de Pai!
MATTANÓ
(18/06/2022)
Mattanó aponta que sexo com lavagem cerebral e despersonalização é semelhante a estupro ou tentativa de estupro, pois deixa a pessoa abordada ou assediada sexualmente indefesa e sem ter como se defender, ou mesmo vulnerável e com menores recursos comportamentais e psíquicos para poder se defender de um assediador sexual, por isso a teoria da pulsão auditiva de Mattanó que foi roubada e traficada a partir de 1995 na UEL para fora de UEL, para a cidade, o país e o mundo através dos meios de comunicação de massa e pelos artistas leva a lavagem cerebral e a despersonalização dos consumidores dessa ideologia criminosa e que causa problemas de saúde mental e social. Como já testemunhei em outros livros, eu, Osny Mattanó Júnior, só fiz uma pergunta para a docente do curso de Psicologia que nunca me respondeu e começou a violência com essa ideia decorrente da pergunta e das condições ambientais, do contexto da época na UEL e no Brasil, teorias podem levar 10, 15, 20 anos para serem construídas e foi isto o que ocorreu comigo, levei mais de 5 anos para construir minhas primeiras teorias satisfatórias, mas foi depois de 10 ou 15 anos que o meu trabalho rendeu bastante e progrediu com as Novas Teorias e Epistemologias, marcando o meu trabalho não pela lavagem cerebral e pela despersonalização, mas pela sua segurança teórica, pois é lícito. O meu trabalho se propôs inicialmente a reconstruir personalidades, e agora é motivado pela descoberta da consciência como fator predominante na psique e no comportamento, sem se deixar dominar por razões, literalidades ou controles, ou contextos, nem mesmo por significados e sentidos ou conceitos, comportamentos, funcionalidades, inconscientes, simbologias, linguagens, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, argumentos, relações sociais, gestalts e insights, vida onírica e vida anímica, desejos, arquétipos, chistes, piadas e humor, caricaturas, charges, fantasias, atos falhos, esquecimentos, etc.. mas pela liberdade para se viver e para se aprender a viver dotando sua consciência de atenção e intenção, e de eternidade e de tempo, para que possa se deslocar e se fixar em objetos do seu foco, que é como um holofote na escuridão. Esse holofote move-se segundo as leis do comportamento e da psique, e torna-se importante destacar que existe uma liberdade nela que a torna imprevisível através da equivalência de estímulos que sempre faz o seu caminho através da reflexividade, simetria e transitividade, é pois, através da transitividade que a consciência torna-se imprevisível e descobridora de novas relações internas e externas, pois a consciência também responde aos estímulos internos do nosso organismo ajudando a cria-la e a desenvolve-la, a move-la e a orienta-la e então a modifica-la, por exemplo, através do sono e do cansaço, do esgotamento, da fome, da excitação sexual, etc., e é através dos outros estímulos, os externos, que a consciência completa sua Gestalt com a estimulação interna e a externa conjugando-se no mesmo tempo, através do frio, do calor, do meio ambiente e do contexto, das relações sociais, etc., então aparece a equivalência de estímulos com a transitividade que reorganiza ou faz a sua neguentropia na consciência e cria novos caminhos cognitivos, modificando o mapa cognitivo que pode ser sobreposto por esses novos caminhos cognitivos, causando confusão mental, por exemplo, ou problemas de memória, de linguagem, de atenção, de interesses, de habilidades, de motivação, problemas de localização de dados ou informações por meio da hipnose ou problemas de localização de dados ou informações por meio da hipnose telepática, virtual ou do conhecimento! Pois a mente tem o evento da entropia e da neguentropia, ou da organização e da reorganização, a todo momento acontecendo em seu sistema nervoso central, pois ela evolui e involui, desenvolve transtornos mentais e síndromes que causam um entropia e outra neguentropia na sua funcionalidade, mais acentuadamente através da equivalência de estímulos em todos os seres humanos. Todo aquele que diz ter o poder de controlar e descrever a mente e o comportamento por completo irá falhar por causa da equivalência de estímulos!
MATTANÓ
(21/06/2022)
Mattanó aponta que a teledependência é movida pelo princípio do prazer através dos mass mídias, eles, hoje, televisores, celulares, computadores, rádios, tablets, dispositivos de músicas, eletrônicos que produzem um afastamento do indivíduo da realidade, levando-o a insensibilidade das contingências ambientais e do contexto, ou seja, da consciência e do bem-estar.
MATTANÓ
(22/06/2022)
Mattanó aponta que a gênese dos dramas está no prazer e não na realidade, não na relação motivada pelo princípio da realidade, mas pelo princípio do prazer através da sexualidade.
MATTANÓ
(22/06/2022)
Mattanó aponta que devemos saber criar um método através da consciência e da educação para utilizar a loucura a favor do indivíduo e da sua consciência sem desorienta-lo e destruí-lo com uma realidade que é encarada com resistência pelo louco, mas que pode ser trabalhada através do drama e do lúdico, do social, da arte e da educação, do treino e do comportamento, do insight e da valorização do seu inconsciente, da Gestalt e da discriminação, atenção, imitação e controle, dos repertórios comportamentais básicos e da linguagem, da alfabetização e da cultura, do trabalho e da educação para acumular e distribuir riquezas, da discriminação corporal e psicológica, comportamental, espiritual, social, da vida, do mundo e do universo, da discriminação da cidadania e da família, do seu comportamento agregador e disseminador de valores, de justiça e de paz na sua comunidade, família, nação e mundo, entendendo que os valores, a justiça e a paz se constroem socialmente e didaticamente, por exemplo, através das Teorias e Técnicas de Osny Mattanó Júnior nestes livros e nas outras abordagens publicadas!
MATTANÓ
(22/06/2022)
Mattanó aponta que os delírios são um recalcado da experiência infantil traumática que pode ter por função a aprendizagem de um novo repertório comportamental para a solução de problemas associados a significados e sentidos para o dado contexto emitido no delírio segundo o insight e os significados e sentidos que devem ser reelaborados através da Teoria da Abundância de Mattanó e finalmente com a reprogramação comportamental renovando o mapa cognitivo com novos significados e novos sentidos, agora adaptados a realidade e não ao prazer dos delírios.
Investir em delírios é investir no princípio do prazer e não no princípio da realidade!
MATTANÓ
(23/06/2022)
Mattanó aponta que a sua técnica da Teoria da Abundância pode provocar um comportamento somático de mal-estar ou sofrimento enquanto que a consciência permanece bem e livre de preocupação em relação ao problema anterior, pois agora se ocupa desse mal-estar ou sofrimento, mas a consciência pode resolver este novo problema e o problema persistir no inconsciente através da defesa ou da resistência e no desequilíbrio cognitivo e assim desencadear no sistema nervoso simpático e no sistema nervoso parassimpático descargas que produzirão o mal-estar ou sofrimento somático, por exemplo, nas vísceras, mesmo havendo um certo bem-estar na consciência, em função do sucesso com o outro problema que fora solucionado, esta instabilidade é passageira e desaparece com a homeostase numa fase posterior.
MATTANÓ
(23/06/2022)
Mattanó aponta que o comportamento de matar o Amor que é originalmente heterossexual em nome de um substituto como o futebol, a televisão, os artistas, o homossexualismo, a riqueza ou até mesmo a Cruz que não são genuinamente Amor, pois são substitutos que recebem por transferência essa carga de Amor original. Mattanó aponta que esse comportamento de matar em nome de um substituto produz insensibilidade as contingências, e portanto pode causar loucura, pois Amor não se mata, Amor se Ama e se desenvolve num comportamento de permanência construído na renúncia.
MATTANÓ
(23/06/2022)
Mattanó aponta que o Amor original que pertencia a sua família e aos seus relacionamentos familiares acabou com a introdução da estagiária e depois Psicóloga M. R. R. que introduziu contingencias de medo, abuso, vergonha, ódio, humilhação, pânico, dor e loucura entre a família de Osny Mattanó Júnior na Paróquia Imaculada Conceição e depois por outras Paróquias e pelo resto do Brasil, não sei muito bem como, mas acontece! Então minha família que me tratava com um Amor original passou a me tratar com medo, abuso, vergonha, ódio, humilhação, pânico, dor e loucura, com paranoia e talvez psicopatia, em função de seus problemas pessoais e históricos que foram manipulados também pela Psicóloga M. R. R. arruinando a vida psicológica, comportamental, social, escolar, trabalhista, profissional e familiar de toda a minha família. A Psicóloga pode não ter agido sozinha, pois o Grupo de Jovens Javé-Nessi emitia comportamentos indicando isto através de seus membros como a D. e o F. F., ou as jovens que cercaram a Psicóloga M. R. R. no primeiro dia em que eu fui ao Grupo de Jovens Javé-Nessi e depois da Santa Missa a Psicóloga M. R. R. saiu rodada de jovens e chorando exclamando ¨não, não foi eu quem chamou ele aqui...¨ e apareceu a irmã dela, a M. H. que ficou me encarando na entrada da Paróquia. Pode ter acontecido mais do que isto: os jovens e os Padres, os fiéis e toda a cidade, o país, os meios de comunicação de massa, as autoridades e as polícias testemunhavam tudo desde 1992 quando tudo começou na Igreja com a minha visita naquela Paróquia e isso aumentou o mal-estar de todos, inclusive o de minha família que ficou mais abalada e desorientada, sem amparo da Justiça que se omitiu e foi negligente, como que esperando algo ruim acontecer comigo e com a minha família desde 1974!
MATTANÓ
(23/06/2022)
Mattanó aponta que uma boa Teoria sobre a Formação da Condensação do Inconsciente é que ele é produto das condições do organismo, da história de vida e das relações do indivíduo com o meio ambiente, sendo importante destacar as condições fisiológicas, comportamentais e morfológicas, isto é, adaptativas do indivíduo no momento em que se processa a condensação no inconsciente desse indivíduo.
O Deslocamento do Inconsciente também é produto das mesmas condições do organismo, da história de vida e das relações do indivíduo com o meio ambiente, inclusive suas relações com suas condições fisiológicas, comportamentais e morfológicas, de adaptação que vão assim marcando e construindo o seu mapa cognitivo através de caminhos cognitivos que têm por constituição comportamental o Deslocamento de um ponto Condensado para outro ponto Condensado e assim por diante através dos neurônios que guardam as memórias do indivíduo, assim o indivíduo se comporta e responde aos estímulos internos e externos. Os estímulos internos, por exemplo, das vísceras também formam caminhos cognitivos por meio de Condensações e Deslocamentos, e não somente os estímulos externos do meio ambiente que o fazem construir caminhos cognitivos. É de se especular que o funcionamento do organismo e dos órgãos pelo SNC seja controlado por mapas cognitivos e por caminhos cognitivos, portanto praticar lavagem cerebral e despersonalização pode prejudicar o bom funcionamento do organismo, da homeostase corporal e dos ciclos circadianos, por exemplo.
MATTANÓ
(24/06/2022)
Para a Psicanálise do Amor compreendemos a história de Hans e de sua família com os cavalos em relação à fobia e assim aprendemos qual foi à causa imediata que precipitou a irrupção da fobia. Ocorreu quando o menino viu cair um cavalo grande e pesado; e pelo menos uma das interpretações dessa impressão parece ser aquela à qual seu pai deu ênfase, ou seja, que Hans naquele momento percebeu um desejo de que seu pai caísse daquele mesmo modo… e morresse. A expressão de seriedade que assumiu ao contar o episódio referia-se, sem dúvida, a esse significado inconsciente. Será que existiria ainda outro significado oculto atrás disso tudo? Além disso, qual pode ter sido a significação de o cavalo fazer um grande barulho com as pernas?
‘Durante algum tempo, Hans tem brincado de cavalo, no quarto; ele trota, deixa-se cair, esperneia com os pés e relincha. Certa vez prendeu no rosto um saquinho, parecido com a sacola de focinheira dos cavalos. Repetidamente, vem correndo até mim e me morde.’
Desse modo, ele aceitava as últimas interpretações com mais determinação do que lhe era possível fazer com palavras, mas naturalmente mediante uma troca de papéis, de vez que o jogo se desenrolava em obediência a uma fantasia plena de desejo. Por conseguinte, ele era o cavalo, e mordia seu pai; assim, ele se identificava com seu pai.
‘Nesses dois últimos dias notei que Hans me tem desafiado de uma maneira bem decidida, não com maus modos, mas com muita animação. Será porque já não tem mais medo de mim - o cavalo?
Hans desloca a identidade do cavalo para seu pai quando ele cai e morre e noutro momento desloca para si mesmo, numa brincadeira, imitando-o com um saquinho no rosto que ele prendeu para brincar de focinheira e morde seu pai, e depois desloca para seu pai mostrando que não sente mais medo dele (que pode ser o cavalo), isto em função dos seus repertórios comportamentais básicos de imitação, atenção, discriminação e controle que se desenvolvem com a cognição que se desenvolve com a linguagem e a socialização, a significação e o processo de atribuir sentido aos eventos, e o raciocínio que melhora permitindo processos de ensino e aprendizagem que entram em contato inconsciente com a sexualidade ingênua de Hans em desenvolvimento, que o fazem ver inconscientemente seu pai caído e morto no lugar do cavalo, que o fazem mordê-lo e depois não ter mais medo dele, mostrando que o complexo de Édipo se repete, em função do seu prazer, até mesmo nas crianças.
Da mesma forma vemos que o comportamento e o inconsciente do pequeno Hans continua seu desenvolvimento através das suas relações com seu pai e seu outro objeto de fantasia e medo, o cavalo que desenvolve mais fantasias de medo através da sua queda e do seu pipi, que significava a morte de seu pai e o pênis de seu pai e de sua mãe, mesmo que ela não possuísse um pênis, o pequeno Hans estava entrando no ritmo do complexo de Édipo e buscando identificação com seu genitor para sua escolha, papel e orientação sexual que se tornariam realizáveis na puberdade ou na fase genital com a aquisição da malícia comportamental e dos hormônios sexuais que realizariam transformações em seu corpo e em seus caracteres sexuais. Vemos todos estes eventos podem acontecer paralelamente aos eventos do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da metáfora do Amor que produzem significados e sentidos que só são compreendidos, assimilados e acomodados após os 4 ou 5 anos de idade no período pré-operacional, com estruturas cognitivas para isto. Temos isto em passagens Bíblicas reais ou em passagens Bíblicas ideais, bem como em uma vida Bíblica anímica ou em uma vida Bíblica onírica, mas também em uma Bíblia imaginária ou em uma Bíblia simbólica.
MATTANÓ
(29/03/2026)
’6 de abril. Fui com Hans até a frente de casa, à tarde. Ao passar algum cavalo eu lhe perguntava se ele via o “preto na boca do animal”; ele sempre dizia que “não”. Perguntei-lhe com que se parecia de fato esse preto e ele respondeu que parecia com um ferro preto. Portanto, não se confirmou a minha primeira idéia, de que de fato era a correia de couro que faz parte dos arreios nos cavalos de tração. Indaguei-lhe se “a coisa preta” lhe lembrava um bigode, e ele disse: “Só pela cor.” De modo que ainda não sei o que realmente vem a ser.
‘Seu medo diminuiu; dessa vez arriscou-se a ir até a casa vizinha, mas voltou imediatamente quando ouviu trotes de cavalos ao longe. Quando uma carroça veio parar em frente
‘Ele ficou especialmente apavorado ao passar por perto uma carroça de mudanças; e correu depressa para dentro de casa. Perguntei-lhe, despreocupado: “Uma carroça de mudanças como essa parece realmente com um ônibus?” Ele nada disse. Repeti a pergunta, e então ele respondeu: “Pois é claro! Senão, eu não teria tanto medo de uma carroça de mudanças.”
‘7 de abril. Hoje novamente lhe perguntei com que se parecia a “coisa preta na boca dos cavalos”. Hans disse: “Com um focinho.” Curioso é que nesses últimos três dias não passou um só cavalo no qual ele indicasse esse tal “focinho”. Eu mesmo não tenho visto, nos meus passeios, um cavalo desses, embora Hans afirme que tais cavalos existem de verdade. Desconfio que, nos cavalos, algum tipo de bridão - a peça pesada dos arreios em torno da boca, talvez - realmente lhe lembrasse um bigode, e que, depois que aludi a isso, esse medo também desapareceu.
‘Sua melhoria tem sido constante. O raio de seu círculo de atividades, tendo a porta da rua como seu centro, torna-se cada vez maior. Chegou até a levar a cabo a façanha, que até agora lhe tem sido impossível, de atravessar correndo até a calçada em frente, do outro lado. Todo o medo que ainda permanece relaciona-se com a cena do ônibus, cujo significado ainda não está claro para mim.
‘9 de abril. Nesta manhã, Hans veio ver-me, enquanto eu me lavava e estava nu até a
cintura.
‘Hans: “Papai, você é lindo! Você é tão branco.”
’Eu: “Sim. Como um cavalo branco.”
‘Hans: “A única coisa preta é o seu bigode.” (continuando:) “Ou talvez seja um focinho
preto?”
‘Então, falei para ele que na véspera, à noite, eu tinha ido visitar o Professor; e disse a Hans: “Há uma coisa que ele quer saber.” “Estou muito curioso”, comentou Hans.
‘Eu lhe disse que sabia em que momentos ele fazia um barulhão com os pés. “Ah, sim”, interrompeu-me, “é quando estou zangado, ou quando tenho de fazer ‘lumf‘ quando o que quero é brincar.” (É verdade que ele tem o hábito de fazer barulho com os pés, isto é, bater com eles quando está zangado. - “Fazer ‘lumf‘” significa evacuar os intestinos. Hans, quando pequeno, ao levantar-se certo dia do urinol, disse: “Olha para o ‘lumf’ [em alemão: ‘Lumpf‘].” Ele queria dizer “meia” [em alemão: “Strumpf”], por causa da sua forma e da cor. Essa denominação persiste até hoje. - Ainda bem novinho, quando tinha de ser posto no urinol, e se recusava a deixar seu brinquedo, costumava bater com os pés no chão, de raiva, e dava pontapés a esmo, às vezes também atirando-se no chão.)
‘“E você também fica dando pontapés quando tem de fazer pipi e não quer ir porque prefere continuar brincando.”
‘Ele: “Ah, preciso ir fazer pipi.” E saiu da sala - sem dúvida para confirmar o que acabara de dizer.’
Durante a visita que me fez, o pai de Hans me perguntou que recordação poderia ter sido trazida à sua mente pelo cavalo caído agitando as patas. Sugeri-lhe que poderia ter sido a sua própria reação ao reter a urina. Hans então confirmou isso, com o ressurgimento, durante a conversa, de um desejo de urinar, acrescentando mais outros significados ao ato de fazer barulho com os pés.
‘Em seguida, saímos para a calçada em frente à porta da rua. Ao passar uma carroça carregada de carvão, ele me disse: “Papai, eu também tenho medo das carroças de carvão.”
‘Eu: “Talvez porque elas sejam grandes como os ônibus.”
‘Hans: “Sim, e porque a carga é muito pesada e os cavalos têm de arrastar tanta coisa, e seria fácil eles caírem. Se a carroça está vazia eu não tenho medo.” Conforme já observei, é um fato que apenas os veículos pesados o põem num estado de ansiedade.’
A situação, todavia, continuava francamente obscura. A análise fazia poucos progressos; e receio que o leitor comece a achar tediosa a descrição que faço dela. No entanto, toda análise tem períodos obscuros dessa natureza. Mas Hans tinha chegado, então, ao ponto de conduzir-nos para uma área inesperada.
‘Tinha voltado para casa e estava conversando com minha esposa, que me mostrava as compras que fizera. Entre elas, havia um par de calcinhas amarelas para senhoras. Hans exclamou “hum” duas ou três vezes, jogou-se no chão e cuspiu. Minha esposa disse que ele já fizera isso, umas duas ou três vezes, quando via as calcinhas.
‘“Por que é que você diz ‘hum’?”, perguntei.
‘Hans: “Por causa das calcinhas.”
‘Eu: “Por quê? Por causa da cor delas? Porque são amarelas e fazem você se lembrar de ‘lumf‘ ou pipi?”
‘Hans: “‘Lumf‘ não é amarelo. É branco ou preto” - E logo a seguir: “Sabe, é verdade que é fácil fazer ‘lumf‘ se a gente comer queijo?” (Uma vez eu lhe disse isso quando me perguntou por que eu comia queijo.)
‘Eu: “Sim.”
‘Hans: “É por isso que você toda manhã vai logo fazer ‘lumf‘? Eu gostaria tanto de comer queijo com meu pão com manteiga.”
‘Ontem mesmo, quando brincava de pular na rua, me perguntara: “É verdade, não é, que é fácil a gente fazer ‘lumf‘ quando a gente pula muito?” - Tem havido problemas com sua evacuações desde tenra idade; e o emprego de laxantes e enemas era freqüentemente necessário. Em certa época, sua constipação era tão grande que minha esposa chamou o Dr. L. Sua opinião foi que Hans era superalimentado, o que, com efeito era o caso, e recomendou uma dieta mais moderada - e a situação logo se resolveu. Recentemente a constipação voltou a aparecer com certa freqüência.
‘Depois do almoço, eu disse a Hans: “Vamos escrever de novo ao Professor”, e ele me ditou o seguinte: “Quando eu vi as calcinhas amarelas eu disse ‘hum! isso me faz cuspir!’, e joguei-me no chão, e fechei os olhos e não olhei.”
‘Eu: “Por quê?”
‘Hans: “Porque vi as calcinhas amarelas, e fiz também a mesma coisa quando vi as calcinhas pretas. As pretas são do mesmo tipo das calcinhas, só que eram pretas.” (Interrompendo-se, disse:) “Estou tão contente, sabe? Fico sempre contente quando posso escrever para o Professor.”
‘Eu: “Por que você disse ‘hum’? Você sentiu nojo?”
‘Hans: “Sim, porque eu vi aquilo. Pensei que teria que fazer ‘lumf‘.”
‘Eu: “Por quê?”
‘Hans: “Não sei.”
‘Eu: “Quando foi que você viu as calcinhas pretas?”
‘Hans: “Foi um dia em que Anna (nossa empregada) ficou aqui muito tempo, com a mamãe, e ela as trouxe para casa logo depois que as comprou.” (Essa asserção foi confirmada por minha esposa.)
‘Eu: “Você ficou com nojo dessa vez também?”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “Você já viu a mamãe vestida numa calça daquelas?”
‘Hans: “Não.”
‘Eu: “Nem enquanto ela se vestia?”
‘Hans: “Quando ela comprou as amarelas eu já as tinha visto uma vez.” (Isso foi desmentido. Ele viu as amarelas pela primeira vez quando sua mãe as comprou.) “Mamãe está usando as pretas hoje” (correto), “porque eu vi quando ela as tirou, hoje de manhã.”
‘Eu: “O quê? Ela tirou as calças pretas, de manhã?”
‘Hans: “Hoje de manhã, quando ela saiu, ela tirou as calças pretas, e quando voltou ela vestiu as pretas de novo.”
‘Perguntei a minha esposa sobre isso, pois me parecia absurdo. Ela disse que isso não tinha fundamento algum. É claro que não havia trocado de calças ao sair.
‘Fui logo perguntar a Hans sobre o fato: “Você me disse que mamãe tinha vestido calças pretas e que ao sair ela as tirou, e as vestiu de novo quando voltou. Mas mamãe disse que não é verdade.”
‘Hans: “Acho que talvez eu tenha esquecido que ela não tirou as calças.” (E com impaciência:) “Por favor, me deixe em paz.”’
Devo fazer alguns comentários, a essa altura, com respeito à história das calças. Logicamente foi mera hipocrisia da parte de Hans fingir que estava tão feliz com a oportunidade de falar nelas. No final, pôs a máscara de lado e foi rude com seu pai. Tratava-se de algo que já lhe havia proporcionado um prazer enorme, mas que agora, instalada a repressão, muito o envergonhava, provocando nele expressões de nojo. Resolveu, assim, mentir para disfarçar as circunstâncias nas quais vira sua mãe trocar de calças. Na realidade, vestir e tirar as calças eram parte do contexto do ‘lumf‘. Seu pai estava inteiramente ciente de tudo, e também daquilo que Hans tentava ocultar.
’Perguntei a minha esposa se Hans a acompanhava com freqüência quando ela ia ao banheiro. “Sim, muitas vezes”, disse ela. “Ele insiste e me amola até que eu o permita. Todas as crianças são assim.”’
Deve-se, contudo, prestar cuidadosa atenção ao desejo, que Hans já havia reprimido, de ver sua mãe fazer ‘lumf‘.
‘Saímos, então, até a calçada da nossa casa. Ele estava muito animado e brincava de trotar como um cavalo, quase sem parar. Disse-lhe: “E agora, quem é o cavalo do ônibus? Eu, você ou mamãe?”
‘Hans: (respondendo logo): “Sou eu; eu sou um cavalinho novo.”
‘No período em que sua ansiedade atingira seu ponto mais agudo e Hans ficava assustado
ao ver cavalos brincando, perguntou-me por que faziam isso; eu, para acalmá-lo, disse: “São cavalos novos, sabe, e eles ficam brincando, como os meninos. Você também brinca, corre para lá e para cá, e você é um menino.” Desde então me dizia, sempre que via cavalos brincando: “É isso mesmo, eles são cavalos novos!”
‘Enquanto subíamos as escadas, perguntei-lhe, quase sem pensar: “Você brincava de cavalos com as crianças lá de Gmunden?”
‘Ele: “Sim.” (E pensativo) “Acho que foi aí que fiquei com a ‘bobagem’.”
‘Eu: “Quem era o cavalo?”
‘Ele: “Era eu, e Berta era o cocheiro.”
‘Eu: “Alguma vez você caiu, quando você era um cavalo?”
‘Hans: “Não. Quando Berta dizia ‘anda!’, eu corria depressa, depressa, até disparava.”
‘Eu: “Vocês nunca brincavam de ônibus?”
‘Hans: “Não, só de carroças, e de cavalos sem carroças. Quando um cavalo tem uma carroça ele pode muito bem andar sem ela, e a carroça pode ficar em casa.”
‘Eu: “Vocês brincavam muito de cavalos?”
‘Hans: “Muitas vezes. Fritzl uma vez foi o cavalo e Franzl era o cocheiro; e Fritzl correu tão depressa e, de repente, bateu com o pé numa pedra e o pé sangrou.”
‘Eu: “Quem sabe não caiu?”
‘Hans: “Não. Ele pôs o pé dentro d’água e depois amarrou um pano nele.”
’Eu: “Você muitas vezes foi o cavalo?”
‘Hans: “Sim, muitas.”
‘Eu: “ E como foi que você ficou com a ‘bobagem’?”
‘Hans: “Foi porque eles ficavam dizendo ‘por causa do cavalo’, ‘por causa do cavalo’” (ele acentuou com ênfase o ‘por causa’); “então, talvez, fiquei com a ‘bobagem’ porque eles falavam daquele jeito, ‘por causa do cavalo’.”
Por algum tempo o pai de Hans continuou seu inquérito, através de outros caminhos, sem resultado.
‘Eu: “Eles lhe contaram alguma coisa sobre cavalos?”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “O quê?”
‘Hans: “Esqueci.”
‘Eu: “Talvez eles lhe tenham falado sobre os seus pipis?”
‘Hans: “Oh, não.”
‘Eu: “Você já tinha medo de cavalos, nessa época?”
‘Hans: “Não. Eu não tinha medo nenhum.”
‘Eu: “Talvez Berta lhe tenha falado que os cavalos…”
‘Hans (interrompendo): “…fazem pipi? Não.”
‘No dia 10 de abril retomei nossa conversa do dia anterior, e tentei descobrir o que significava o seu “por causa do cavalo”. Hans não conseguia lembrar-se; ele só sabia que, certa manhã, algumas crianças tinham ficado do lado de fora da porta da frente, e disseram: “por causa do cavalo, por causa do cavalo!” Ele mesmo estava lá. Quando o pressionei mais, ele declarou que elas não disseram “por causa do cavalo” nada, mas que ele se tinha lembrado errado.
‘Eu: “Mas você e os outros estavam constantemente nos estábulos. Vocês devem ter conversado sobre cavalos lá.” - “Nós não conversamos.” - “Sobre que é que vocês falavam?” - “Sobre nada.” - “Tantas crianças, e nada para conversar?” - “Nós falávamos sobre alguma coisa, mas não sobre cavalos.” - “Bom, o que era?” - “Não me lembro mais.”
‘Deixei de lado o assunto, já que as resistências eram evidentemente grandes demais, e passei para a seguinte pergunta: “Você gostava de brincar com Berta?”
‘Ele: “Gostava muito, mas não com Olga. Você sabe o que Olga fez? Uma vez eu ganhei uma bola de papel de Grete, lá em Gmunden, e Olga rasgou-a toda em pedaços. Berta nunca teria rasgado a minha bola. Eu gostava muito de brincar com Berta.”
‘Eu: “Você viu como era o pipi de Berta?”
‘Ele: “Não, mas eu vi o dos cavalos; porque eu estava sempre nos estábulos, então vi os pipis dos cavalos.”
‘Eu: “Então você estava curioso e queria saber como eram os pipis de Berta e de mamãe?
‘Ele: “Sim.”
‘Eu lhe lembrei como ele uma vez se queixou a mim de que as menininhas sempre queriam ficar olhando quando ele estava fazendo pipi [ver em [1]].
‘Ele: “Berta sempre me olhava também” (ele falou com muita satisfação, e nem um pouco ressentido); “ela fazia isso freqüentemente. Eu costumava fazer pipi no jardinzinho onde havia rabanetes, e ela ficava do lado de fora da porta da frente e me olhava.”
‘Eu: “E quando ela fazia pipi, você ficava olhando?”
‘Ele: “Ela costumava ir ao banheiro.”
‘Eu: “E você ficava curioso?”
‘Ele: “Eu ficava dentro do banheiro quando ela estava lá dentro.”
‘(Isto era um fato. As empregadas nos falaram sobre o assunto, uma vez, e eu me lembro que proibimos Hans de fazê-lo.)
‘Eu “Você lhe disse que queria entrar?”
’Ele: “Eu entrei sozinho, e porque Berta me deixou entrar. Não há nada de vergonhoso
nisso.”
‘Eu: “E você teria gostado de ver o pipi dela?”
‘Ele: “Sim, mas eu não vi.”
‘Eu então lhe lembrei o sonho de cobrar prendas que ele tinha tido em Gmunden [ver em [1]], e disse: “Quando você estava em Gmunden, você queria que Berta o fizesse fazer pipi?”
‘Ele: “Eu nunca disse isso a ela.”
‘Eu: “Por que você nunca lhe disse isso?”
‘Ele: “Porque eu não pensei nisso.” (Interrompendo-se) “Se eu escrever tudo para o Professor, minha bobagem vai acabar logo, não vai?”
‘Eu: “Por que é que você queria que Berta o fizesse fazer pipi?”
‘Ele: “Não sei. Porque ela me ficava olhando.”
‘Eu: “Você pensou para você mesmo que ela podia pôr a mão no seu pipi?”
‘Ele: “Sim.” (Mudando de assunto) “Era tão divertido em Gmunden. No jardinzinho onde havia rabanetes, havia um montinho de areia; eu costumava brincar lá com a minha pá.”
‘(Esse era o jardim onde ele costumava fazer pipi sempre.)
‘Eu: “Você punha a mão no seu pipi em Gmunden, quando estava na cama?”
‘Ele: “Não. Naquela época não; eu dormia tão bem em Gmunden que nunca nem pensei nisso. As únicas vezes que eu fiz isso foi na Rua - e agora.”
‘Eu: “Mas Berta nunca pôs a mão no seu pipi?”
‘Ele: “Ela nunca pôs, não; porque eu nunca lhe disse para pôr.”
‘Eu: “Bom, e quando foi que você quis que ela pusesse?”
‘Ele: “Ah, uma vez em Gmunden.”
‘Eu: “Uma vez só?”
‘Ele: “Bom, de vez em quando.”
‘Eu: “Ela costumava ficar olhando sempre para você quando você fazia pipi; talvez ela estivesse curiosa para saber como é que você fazia pipi?”
‘Ele: “Talvez ela estivesse curiosa para saber como era o meu pipi.”
‘Eu: “Mas você também estava curioso. Só sobre a Berta?”
‘Ele: “Sobre a Berta, e sobre a Olga.”
‘Eu: ‘‘Sobre quem mais?”
’Ele: “Sobre ninguém mais.”
‘Eu: “Você sabe que isso não é verdade. Sobre mamãe também.”
‘Ele: “Ah, sim, sobre mamãe.”
‘Eu: “Mas agora você não está mais curioso. Você sabe como é o pipi da Hanna, não
sabe?”
‘Ele: “Mas o pipi de Hanna vai crescer, não vai?”
‘Eu: “É claro que vai. Mas quando crescer não vai ser igual ao seu.”
‘Ele: “Eu sei disso. Vai ser a mesma coisa” (isto é, como é agora), “só que maior.”
‘Eu: “Quando nós estávamos em Gmunden, você ficava curioso quando sua mamãe se despia?”
‘Ele: “Sim. E quando Hanna estava no banho, eu vi o pipi dela.”
‘Eu: “E o de mamãe também?”
‘Ele: “Não.”
‘Eu: “Você teve nojo quando viu as calças de mamãe?”
‘Ele: “Só quando eu vi as pretas - quando ela as comprou -, então eu cuspi. Mas eu não cuspo quando ela põe suas calças ou as tira. Eu cuspo porque as calças pretas são pretas como um ‘lumf’ e as amarelas são como pipi, e então eu acho que tenho que fazer pipi. Quando mamãe está usando suas calças, eu não as vejo; ela usa suas roupas por cima delas.”
‘Eu: “E quando ela tira as roupas dela?”
‘Ele: “Eu não cuspo nessa hora, também não. Mas quando as calças estão novas, elas parecem um ‘lumf‘. Quando elas estão velhas, a cor vai embora, e elas ficam sujas. Quando você as compra, elas estão bem limpas, mas em casa elas se tornam sujas. Quando elas são compradas, elas são novas, e quando elas não são compradas, elas são velhas.”
‘Eu: “Então você não tem nojo das velhas?”
‘Ele: “Quando elas estão velhas, ficam muito mais pretas que um ‘lumf‘, não ficam? Elas ficam só um pouco mais pretas.”
‘Eu: “Você esteve muitas vezes no banheiro com a mamãe?”
‘Ele: “Muitas vezes.”
‘Eu: “E você teve nojo?”
’Ele: “Sim… Não.”
‘Eu: “Você gosta de ficar lá quando a mamãe faz pipi ou ‘lumf‘?”
‘Ele: “Gosto muito.”
‘Eu: “Por que é que você gosta tanto disso?”
‘Ele: “Não sei.”
‘Eu: “Porque você acha que vai ver o pipi da mamãe.”
‘Ele: “É, eu acho que é por isso.”
‘Eu: “Mas por que é que você nunca vai ao banheiro em Lainz?”
‘(Em Lainz ele sempre me pede para não levá-lo ao banheiro; ele ficou assustado certa vez com o barulho da descarga.)
‘Ele: “Talvez porque faz um barulhão quando você puxa a válvula.”
‘Eu: “E então você fica com medo.”
‘Ele: “Sim.”
‘Eu: “E no banheiro daqui?”
‘Ele: “Aqui eu não tenho medo. Em Lainz me dá medo quando você puxa a válvula. E quando eu estou lá dentro e a água corre para baixo, me dá medo também.”
‘E, “só para me mostrar que ele não tinha medo no nosso apartamento”, me fez ir até o banheiro e pôs a válvula em funcionamento. Então ele me explicou:
‘“Primeiro há um barulho alto, depois um barulho solto.” (Este é quando a água escorre.) “Quando há o barulho alto eu prefiro ficar dentro; quando há o barulho suave, eu prefiro sair.”
‘Eu: “Por que você tem medo?”
‘Ele: “Porque quando há o barulho alto eu gosto tanto de vê-lo” - (corrigindo-se) “de ouvi-lo; de modo que eu prefiro ficar dentro e ouvi-lo direito.”
‘Eu: “O que é que o barulho alto lhe lembra?”
‘Ele: “Que eu tenho que fazer ‘lumf‘ no banheiro. (A mesma coisa que as calças pretas lhes lembravam.)
‘Eu: “Por quê?”
‘Ele: “Não sei. Um barulho alto soa como se você estivesse fazendo ‘lumf‘. Um barulhão me lembra ‘lumf‘, e um barulhinho, pipi.” (Cf. as calças pretas e amarelas.)
‘Eu: “Escute, o cavalo do ônibus não era da mesma cor que um “‘lumf‘?” (De acordo com o seu relato ele era preto [ver em [1]].)
‘Ele (muito impressionado): “Era.”
Nesse ponto devo acrescentar algumas palavras. O pai de Hans estava fazendo perguntas demais, e estava pressionando o inquérito através de suas próprias linhas, em vez de permitir ao garotinho que expressasse seus pensamentos. Por essa razão a análise começou a ficar obscura e incerta. Hans tomou seu próprio caminho e não produziria nada se fossem feitas tentativas para tirá-lo deste. No momento seu interesse estava, evidentemente, centralizado em ‘lumf‘ e pipi, mas não podemos dizer por quê. O caso do barulho foi tão mal enfocado quanto o das calças amarelas e pretas. Suspeito que os argutos ouvidos do menino tenham detectado claramente a diferença entre os sons feitos por um homem urinando e por uma mulher. A análise conseguiu forçar o material, de forma um tanto artificial, para uma expressão da distinção entre os dois diferentes apelos da natureza. Só posso aconselhar àqueles dos meus leitores que até agora ainda não tenham conduzido uma análise, que não tentem compreender tudo de uma vez, mas que dêem um tipo de atenção não tendenciosa para todo ponto que surgir e aguardem desenvolvimentos posteriores.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica o crescimento e o desenvolvimento de Hans e o seu relacionamento com sua mãe e seu pai, como ele se comporta no banheiro e com a intimidade e a privacidade de sua mãe, particularmente no banheiro fazendo xixi e trocando as calcinhas, explica também sua relação com o vestuário íntimo de sua mãe e o de cima, qual o significado de cada um e o sentido também, e a relação destes eventos com os cavalos e os ônibus.
Mattanó aponta aspectos do crescimento e do desenvolvimento de Hans e do seu relacionamento com sua mãe e seu pai, como ele se comporta no banheiro e com a intimidade e a privacidade de sua mãe, particularmente no banheiro fazendo xixi e trocando as calcinhas, explica também sua relação com o vestuário íntimo de sua mãe e o de cima, qual o significado de cada um e o sentido também, e a relação destes eventos com os cavalos e os ônibus. Percebemos aqui o desenvolvimento de uma criança em seu meio ambiente familiar e comunitário, suas relações, problemas, adversidades, sucessos, caminhos, superações, amadurecimentos e crescimento natural que constituem a psicossexualidade e seus processos num indivíduo, inclusive numa criança que lida com a libido, a comunhão e a segurança quando lida com estas relações em seu desenvolvimento e crescimento, adquirindo repertório comportamental e aprendizagem para melhor se adaptar ao meio ambiente.
MATTANÓ
(24/06/2022)
Mattanó aponta que o Homo Sapiens é tão falível no cuidado e educação de seus filhos e filhas, mesmo permanecendo com eles, ou cedendo a guarda deles para terceiros, como seria se déssemos a guarda e o cuidado para a educação de nossas crianças e bebes para outros animais ou seres vivos, para macacos, leões, girafas, cobras, hipopótamos, jacarés, formigas, tubarões, piranhas, golfinhos, baleias, seres do espaço, etc.? Será que acertariam ou falhariam o tempo inteiro? Somos ou tempos a probabilidade de sermos assim também uns com os outros e com os nossos filhos e filhas e com os outros seres vivos e o meio ambiente!
MATTANÓ
(24/06/2022)
Mattanó aponta se é loucura ou investimento seguro organizar trabalho e prática de esportes, competições esportivas, festas e comemorações, como as Olimpíadas do Rio e a última Copa do Mundo do Brasil ou o campeonato brasileiro, ou a Fórmula 1 neste país colocando os atletas, investidores, anunciantes, público e comunicadores em locais de tragédias, onde entram em contato com pessoas e famílias contaminadas por radiação desconhecida, que pode ser alienígena ou criminosa ou de prática de tortura contra vítimas de pedofilia, estupro, tentativas de abuso e exploração sexual, extorsão e vingança, estupro virtual, despersonalização, agressão, esfaqueamento, espancamento, tentativas de privação sensorial, de cegar essas vítimas e de ensurdece-las, de enlouquece-las, de rouba-las, de fazer linchamento, de praticas de tentativas de chacinas e de satanismo, de cárcere privado e de maus-tratos, de lavagem cerebral, de curandeirismo e de charlatanismo, de invasão de domicílio, de invasão de intimidade e de privacidade, de roubo de segredos e de dados sigilosos, de periclitação da vida e da saúde, de crimes contra a economia, a vida escolar, acadêmica, familiar, social, religiosa e o trabalhista, de crimes contra a locomoção e a liberdade, contra o direito a informação, a igualdade, à cidadania e a justiça, de corrupção e de lavagem de dinheiro, de tentativas de roubo a banco, pois bem, organizar eventos e práticas de esportes de grande importância numa associação de acontecimentos como estes que vão interferir no desempenho atlético e profissional dos atletas e das equipes, inclusive dos técnicos me parece insano, caminho para a loucura, para a loucura social e no trabalho, me parece que a organização do esporte está em conflito ou em desorganização para se reorganizar novamente, numa forma de loucura social e trabalhista que foi adquirida pela cultura e pelo meio ambiente, pelo meio social, pelo poder e pela economia que em eventos de guerra se preocupam apenas em vencer e lucrar, e pouco com a situação dos outros, neste caso quem controla os esportes e os públicos como instituições me parece pouco se importar com a situação das vítimas pois necessita vencer e lucrar para se manter no poder e ter o controle de que necessita em sua estrutura psíquica, comportamental e social, inclusive familiar, revelando que o recalcado dessa estrutura é um retorno a formas de poder e de controle psíquico e comportamental que constroem o seu social e familiar, inclusive os seus desenvolvimentos como na prática esportiva institucional, hipoteticamente.
MATTANÓ
(27/06/2022)
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 25 DE JUNHO DE 2022 EM LONDRINA:
¨O mundo vai acabar!¨
Londrina, 25 de junho de 2022.
Osny Mattanó Júnior
Mattanó aponta que o homossexual é o indivíduo que adere a uma fragilidade do seu pensamento em desenvolvimento junto aos processos instintivos sexuais que também estão em desenvolvimento e se deixa resistir, reprimir e recalcar nestes processos, fixando-se nesta marca homossexual de sua psicossexualidade.
MATTANÓ
(30/06/2022)
Mattanó aponta que não existe nação rica e corrupta, senão o Brasil torna-se o mesmo exemplo do Colégio São Paulo de Londrina, rico e corrupto, abusador e explorador, torturador e violentador, violador de direitos e da cidadania, senão da Democracia, pois Democracia e riquezas não se fazem com corrupção no poder!
MATTANÓ
(30/06/2022)
Mattanó aponta que quem tem Amor não troca o seu Amor por outro correspondente ou semelhante, pois o Amor é assim com quem Ama seu pai e sua mãe e seus filhos e filhas, ninguém troca de pai e de mãe e poucos trocam de filhos e de filhas se conhecem o Amor!
MATTANÓ
(30/06/2022)
Mattanó aponta que os atos ilocucionários e os atos perlocucionários, ou seja, a força dos argumentos e os efeitos visados pelos argumentos repercutem um aumentamento da paranoia.
MATTANÓ
(30/06/2022)
Mattanó aponta que com o fim do Universo pode levar a morte de Deus, mas este se transforma em Vida Nova. O final do Universo poderá ocorrer com o fim da energia que o sustenta e alimenta, sobretudo em suas áreas mais primitivas, onde tudo começou, ficando com o fim da energia, tudo estático e desencadeando um processo degenerativo e corrosivo que vai digerindo o próprio Universo da sua camada exterior que foi preenchida por ele sobre ele, em busca de energia para o seu funcionamento e equilíbrio cósmico, esta digestão corrosiva pode durar bilhões de anos para se mover em polegadas, por exemplo, depende dos eventos físicos e da permanente busca de homeostase cósmica que gera energia e movimento no Universo.
O Paraíso, o Purgatório e o Inferno continuarão existindo mesmo com o fim do Universo, mostrando que a Salvação e a Vida Eterna são para todos os Universos e para todas as formas de vidas.
A Vida Nova é a Criação e com a Criação vem a descoberta da existência de Deus – afinal de contas, Deus existe! Afinal de contas, eu fui Criado! Afinal de contas, eu tenho um Espírito e uma Alma! Afinal de contas, a Vida após a morte existe! Afinal de contas, a Salvação e a Vida Eterna existem! Afinal de contas, tudo é organizado e reorganizado, entrópico e neguentrópico, eu preciso saber disto para me cuidar, das minhas relações e do meio ambiente! Afinal de contas as Palavras são produto da organização e da reorganização psíquica e comportamental, são construídas socialmente através do reforço e da aprendizagem e das mudanças no meio ambiente através dos contextos! Afinal de contas o que é Sagrado depende da organização e da reorganização das Palavras, dos seus significados e sentidos, da entropia e neguentropia psíquica e comportamental, é objeto do Espiritual mediado pelo social quando é aprendido através do reforço e da aprendizagem e das mudanças no meio ambiente através dos contextos numa perspectiva Espiritual! O Amor de Deus, de Jesus e de Maria assim como o nome Osny Mattanó Júnior refletem várias pessoas numa só, pois este indivíduo está crucificado e fragmentado em sua loucura, comprovada pelo sinal da Cruz em sua testa e pelo sinal da Cruz Azul fotografado por ele mesmo em Cambé, sinais de Seu Amor. É a entropia e a neguentropia, ou a organização e a reorganização das Palavras que fragmentaram o Amor através dos seus significados e sentidos, mediados pelo psíquico e pelo comportamental, pelo social e pelo Espiritual em sua história de vida através do reforço, da aprendizagem e das mudanças no meio ambiente através dos contextos mediados pelo prazer e pela realidade numa perspectiva Espiritual! O prazer numa perspectiva Espiritual deixa o indivíduo insensível às contingências do seu comportamento e do seu inconsciente, e a realidade numa perspectiva Espiritual deixa o indivíduo capaz de discriminar as contingências do seu comportamento e inclusive do seu inconsciente.
MATTANÓ
(01/07/2022)
Mattanó denuncia que não explicam toda a minha psique, comportamento e funções cognitivas, inclusive relações com o meio ambiente e o universo e as manifestações paranormais como a telepatia, tentam argumentar que sou esquizofrênico paranoico, mas de fato não me examinam por completo e não me respeitam em minha completude, pois não há conhecimento para me estudar e me explicar neste mundo, nem tampouco minha comunicação com o que nominamos de alienígenas através do pensamento e da telepatia que transforma o meio ambiente e desencadeia formas e figuras desenhadas em nuvens no céu como meio de comunicação, por isso se não conseguem me explicar é por que não me entendem e não sabem nada ou não sabem muita coisa sobre mim, e mentir ou ser falso para a Justiça é crime! Inventar explicações e diagnósticos para a Justiça por que o objeto julgado é insignificante para o Estado e para a Justiça é crime! Pois eu já fiz milagres e tenho Sinais de Chagas em meu corpo já examinados por médico, o Dr. Gilmar J. F., e recebo mensagens da Rainha do Amor, a Virgem Maria e de Jesus Cristo desde os anos 70. Outro problema é que fazer lavagem cerebral, tortura, extorsão, vingança e estupro ou estupro virtual e tentativas de homicídio em testemunhas significa arruinar as provas e os testemunhos dessas pessoas, tentar aceitar esta prática como lícita significa violar direitos, direitos humanos e colocar a deriva o Direito e a Cidadania, pois o criminoso passa a ter o direito de atrapalhar e de arruinar, de distorcer e de alterar as provas e os testemunhos em qualquer processo civil ou penal!
MATTANÓ
(02/07/2022)
Mattanó propõe que a marcação musical pode ultrapassar os limites do tempo da Teoria Musical, alcançando às variações da Voz, mediadas pela vida, pela experiência, pela história de vida, pela filogênese, pela ontogênese, pela cultura, pela espiritualidade, pela vida e pelo cosmos ou universo, onde as explicações se dão através da Física. É assim que Osny Mattanó Júnior compõe e grava suas músicas e canções e faz seus arranjos musicais, e inclusive inventa novos ritmos musicais, indo além dos limites do tempo da Teoria Musical, criando, portanto, sua própria Teoria Musical e explicando cientificamente como ela se organiza e se estrutura, como ela se fundamenta e funciona para o músico.
MATTANÓ
(05/07/2022)
Mattanó aponta que podemos classificar os transtornos mentais em transtornos do poder, transtornos da sexualidade e transtornos da fraternidade. Os transtornos do poder são aqueles oriundos da relação entre a segurança e a energia vital do indivíduo causando seu comportamento e psique e suas relações sociais e com o meio ambiente, inclusive a Gestalt e o insight, e a relação com os arquétipos junguianos. Os transtornos da sexualidade são aqueles oriundos da relação entre a libido e a energia vital do indivíduo causado seu comportamento e psique e suas relações sociais e com o meio ambiente, inclusive a Gestalt e o insight, e a relação com os arquétipos junguianos. E os transtornos da fraternidade são aqueles oriundos da relação entre a comunhão e a energia vital do indivíduo causando seu comportamento e psique e suas relações sociais e com o meio ambiente, inclusive a Gestalt e o insight, e a relação com os arquétipos junguianos. Eventos que permanecem associados e relacionados aos ciclos circadianos, a homeostase, a nutrição, a fertilidade, aos genes e a evolução e involução do indivíduo, dos grupos e da espécie, tornando-se evidentes na atividade da vida onírica e da vida anímica. Assim podemos ter uma esquizofrenia do poder relacionada e determinada pelas relações de segurança no trabalho e nas relações institucionais e comunitárias. Podemos ter um transtorno obsessivo-compulsivo da sexualidade relacionada e determinado pelas relações da libido na vida anímica desse indivíduo. E podemos ter um transtorno de depressão relacionado e determinado pelas relações de comunhão e de fraternidade desse indivíduo em sua vida anímica, por exemplo.
MATTANÓ
(07/07/2022)
Mattanó aponta que da libido derivam os piores crimes, os crimes sexuais e contra a vida e a saúde, os crimes penais! Da comunhão derivam os menores crimes ou menos significativos, os crimes civis! E da segurança derivam os crimes intermediários, os crimes políticos, administrativos, do trabalho e da economia, os crimes financeiros, os crimes contra a incolumidade, a sexualidade e a moral, contra o patrimônio, contra a liberdade, a locomoção e o transporte, a justiça, a justiça eleitoral e a cidadania, as instituições e organizações, a vida religiosa e a liberdade de culto, a informação e a comunicação, a família e a convivência, os crimes penais e civis!
MATTANÓ
(08/07/2022)
Mattanó aponta que os crimes eleitorais, penais e civis do Homo Sapiens giram em torno da falsidade, da intoxicação, do estupro, do assassinato e do roubo, e não em torno do conhecimento, da telepatia ou do mundo virtual! Ou seja, o que faz o conhecimento, a telepatia ou o mundo virtual se transformarem em crimes são a falsidade, a intoxicação, o estupro, o assassinato e o roubo!
MATTANÓ
(08/07/2022)
Mattanó aponta que os pensamentos nada significam assim como os sonhos, eles revelam apenas se você fica ou é impressionado com eles, ou seja, se eles te controlam e aos seus comportamentos!
MATTANÓ
(09/07/2022)
Mattanó aponta que ele e sua família vivem em situação análoga a de cativeiro, desde 1999, e para serem executados!
MATTANÓ
(09/07/2022)
Mattanó aponta que o sentido da Psicologia, da Psicanálise, do Behaviorismo, da Gestalt, da Psicologia Analítica, da Psicologia Social, da Psicologia Escolar, da Psicologia do Trabalho, da Psicologia Institucional, da Psicologia Individual, etc., é o mesmo sentido da Economia, o de acumular e saber distribuir riquezas! O de acumular e saber distribuir significados e sentidos para os seus conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts e insights, inconscientes, arquétipos, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e cosmos ou universo, telepatia, conhecimento, mundo virtual, criminalidade, chistes, piadas e humor, charges, caricaturas, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, vida onírica e vida anímica, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, delírios, devaneios, distorções, reconstruções, elaborações e reelaborações, organizações e reorganizações, entropia e neguentropia, consciência, atenção e intenção, tempo e eternidade, nutrição, fertilidade, homeostase, oxigenação, pressão sanguínea, higiene e psicohigiene, ritos e mitos, discursos, instituições e organizações, trabalho, escola, família e dinâmica familiar, história de vida, idade e fase da vida, energia corporal, biorritmo, personalidade, caráter e temperamento, ciclos circadianos, genótipo e fenótipo, evolução e involução, desejos e desejos de dormir, percepção, prazer e realidade, ideal e realidade, imaginário, simbólico, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, musicalidade, alfabetização, semântica, interpretações e conclusões finais.
MATTANÓ
(09/07/2022)
Mattanó aponta que a doença da pulsão auditiva pode ser uma doença da linguagem e das suas regras, da sua semântica, da produção de significados e de sentidos, e que ela pode não levar a esquizofrenia, mas a qualquer transtorno mental, depende de como o indivíduo seleciona a sua significação e a forma de atribuir sentido as suas representações e relações, inclusive comportamentos e inconscientes, contextos e funcionalidades e se observa no meio disto tudo através da sua percepção, causando algum efeito por meio de alguma resposta que pode ser ou não um chiste, e que existem diversos tipos de chistes. Cada tipo de chiste tem sua funcionalidade determinada na sua relação com a discriminação do indivíduo com esse mesmo chiste.
MATTANÓ
(11/07/2022)
Mattanó aponta que o amor e o sexo telepático são formas de masturbação telepática, pois envolvem realidade virtual, prazer virtual e conhecimento ou conhecimento virtual, podendo gerar e desenvolver mentiras e falsidades no repertório comportamental do indivíduo que adere ou se associa a esta pratica, pois a mente e o comportamento encoberto servem para criar mentiras e falsidades como os delírios e as alucinações, que constituem, justamente, o amor, sexo ou masturbação telepática, contudo a telepatia e a masturbação telepática pode gerar e desenvolver o comportamento e o transtorno mental que se manifesta como a esquizofrenia paranoica, pois é constituída de delírios e alucinações.
MATTANÓ
(11/07/2022)
O BONECO PSICOLÓGICO DE MATTANÓ (2022):
As pernas e os pés significam a personalidade do boneco, pois levam o boneco pelo caminho da sua Trajetória da Vida, é, pois, o local para a ontogênese.
As mãos e os braços significam o caráter do boneco, pois são instrumentos do boneco para se comunicar e transformar o meio ambiente interno e externo através da aparência ou do que lhe é aparente, é, pois, o local para a cultura.
Os olhos e a voz do boneco significam o seu canal para expressar o seu temperamento, pois comunicam para o meio externo e para si mesmo a sua afetividade espiritual, é, pois, o local para a espiritualidade.
A cabeça do boneco significa a sua consciência, pois comunica a sua racionalidade para o meio ambiente e para as suas relações, é, pois, o local para o universo.
O tronco do boneco significa a sua atenção, pois comunica a sua apreensão e ansiedade, a sua afetividade, suas emoções e sentimentos, é, pois, o local para a vida.
E a pélvis do boneco significa a sua intenção, pois comunica a sua instintividade e filogênese, o papel sexual e da sexualidade, da reprodução e da sobrevivência, é o local da filogênese.
MATTANÓ
(12/07/2022)
Mattanó aponta que uma Teoria necessita de atos ilocucionários (força dos argumentos) e de atos perlocucionários (efeitos visados pelos argumentos) para que ela exista e convença, consiga adesão e coerência em sua estrutura.
MATTANÓ
(15/07/2022)
Mattanó aponta que o homossexual é aquele que adere ao abstrato e não ao concreto em sua psicossexualidade e evolução. Pois o abstrato vem antes da realidade concreta, nesta caso da realidade concreta sexual onde a criança depara-se com o complexo de Édipo e sua solução, mas o homossexual aparece antes nesta trajetória da vida e agarra-se ao abstrato e anterior a equação do complexo de Édipo que termina com a escolha heterossexual. Talvez em função disto que os homossexuais tem um comportamento e uma aparência infantil e de bonecos ou brinquedos ¨surrados¨, pois vivem imersos no abstrato dos brinquedos ¨surrados¨.
MATTANÓ
(15/07/2022)
Para a Psicanálise do Amor compreendemos os aspectos do crescimento e do desenvolvimento de Hans e do seu relacionamento com sua mãe e seu pai, como ele se comporta no banheiro e com a intimidade e a privacidade de sua mãe, particularmente no banheiro fazendo xixi e trocando as calcinhas, explica também sua relação com o vestuário íntimo de sua mãe e o de cima, qual o significado de cada um e o sentido também, e a relação destes eventos com os cavalos e os ônibus. Percebemos aqui o desenvolvimento de uma criança em seu meio ambiente familiar e comunitário, suas relações, problemas, adversidades, sucessos, caminhos, superações, amadurecimentos e crescimento natural que constituem a psicossexualidade e seus processos num indivíduo, inclusive numa criança que lida com a libido, a comunhão e a segurança quando lida com estas relações em seu desenvolvimento e crescimento, adquirindo repertório comportamental e aprendizagem para melhor se adaptar ao meio ambiente. Da mesma forma os aspectos do crescimento e do desenvolvimento de Hans e do seu relacionamento com sua mãe e seu pai, aspectos de sua intimidade e de sua privacidade que se relacionam a eventos com cavalos e ônibus, quando abordados através do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que substituem a realidade operante pela virtual, com seus significados, sentidos, símbolos, linguagem, representação e imaginário, de tal forma que seus relacionamentos, como este que faz parte do seu crescimento e desenvolvimento, através do seu pai e da sua mãe, torne-se modelo de contingência e de aprendizagem para ele durante sua trajetória.
MATTANÓ
(13/04/2026)
‘11 de abril. Nesta manhã Hans veio, de novo, para nosso quarto, e foi mandado embora, como tem sido sempre nos últimos dias.
‘Mais tarde ele começou: “Papai, eu pensei uma coisa: eu estava no banho, e então veio o bombeiro e desaparafusou a banheira. Depois ele pegou uma grande broca e bateu no meu estômago.”’
O pai de Hans traduziu essa fantasia como se segue: ‘“Eu estava na cama com mamãe. Depois papai veio e me tirou de lá. Com o seu grande pênis ele me empurrou do meu lugar, ao lado de mamãe.”’
Vamos manter em suspenso o nosso julgamento por agora.
‘Ele prosseguiu relatando uma segunda idéia que tinha tido: “Estávamos viajando no trem para Gmunden. Na estação pusemos nossas roupas, mas não conseguimos acabar a tempo, e o trem nos levou.”
‘Mais tarde, perguntei: “Você já viu alguma vez um cavalo fazendo ‘lumf‘?”
‘Hans: “Vi muitas vezes.”
‘Eu: “Faz muito barulho quando o cavalo faz ‘lumf?”
‘Hans: “Faz.”
‘Eu: “O que é que o barulho lhe lembra?”
‘Hans: “Como quando o ‘lumf‘ cai no urinol.”
’O cavalo do ônibus que cai e faz um barulhão com suas patas é, sem dúvida, um ‘lumf, caindo e fazendo barulho. Seu medo da defecação e seu medo de carroças muito carregadas é equivalente ao medo do estômago muito cheio.’
Por esse caminho indireto o pai de Hans estava começando a obter um vislumbre do verdadeiro estado de coisas.
‘11 de abril. Na hora do almoço Hans disse: “Se ao menos nós tivéssemos uma banheira em Gmunden, para que eu não precisasse ir aos banhos públicos!” É verdade que em Gmunden ele tem sempre que ser levado aos banhos públicos na vizinhança para que lhe seja dado um banho quente - um processo contra o qual ele costumava protestar com lágrimas apaixonadas. E em Viena também ele sempre grita, se o fazem sentar-se ou deitar-se na banheira grande. Ele precisa que seu banho seja dado com ele ajoelhado ou de pé.’
Hans estava, agora, começando a trazer combustível para a análise, sob a forma de pronunciamentos espontâneos seus. Essa sua observação estabeleceu a relação entre as suas duas últimas fantasias - a do bombeiro que desaparafusou a banheira e a da jornada malsucedida a Gmunden. Seu pai inferiu corretamente da última que Hans tinha alguma aversão a Gmunden. Isso, a propósito, é um outro bom lembrete do fato de que o que emerge do inconsciente deve ser compreendido à luz não do que vem antes, mas do que vem depois.
‘Perguntei-lhe se tinha medo e, se tinha, de quê.
‘Hans: “De cair lá dentro.”
‘Eu: “Mas por que você nunca teve medo quando tomava seu banho na banheirinha?”
‘Hans: “Ora, porque eu sentava nela. Não podia deitar nela. Era pequena demais.”
‘Eu: “Quando você foi de barco a Gmunden, não teve medo de cair na água?”
‘Hans: “Não, porque eu me segurava, então não podia cair. É só na banheira grande que eu tenho medo de cair.”
‘Eu: “Mas mamãe lhe dá o seu banho na banheira grande. Você tem medo de que a mamãe deixe você cair na água?”
‘Hans: “Eu tenho medo de que ela me largue e que a minha cabeça mergulhe.”
‘Eu: “Mas você sabe que a mamãe gosta muito de você e que não vai largá-lo.”
‘Hans: “Eu só pensei nisso.”
’Eu: “Por quê?”
‘Hans: “Eu não sei mesmo.”
‘Eu: “Talvez fosse porque você estivesse levado, e então pensou que ela não amasse mais
você?”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “Quando você estava olhando mamãe dar o banho de Hanna, talvez você quisesse que ela largasse Hanna, para que ela caísse na água?”
‘Hans: “Sim.’”
O pai de Hans, não podemos deixar de pensar, tinha feito uma ótima conjectura.
‘12 de abril. Enquanto estávamos voltando de Lainz numa carruagem de segunda classe, Hans olhou para o couro preto do encosto dos bancos e disse: “hum! isso me faz cuspir! Calças pretas e cavalos pretos me fazem cuspir também, porque tenho que fazer ‘lumf‘.”
‘Eu: “Talvez você tenha visto alguma coisa da mamãe que era preto, e isso o assustou?”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “Bom, e o que foi?”
‘Hans: “Não sei. Uma blusa preta ou meias pretas.”
‘Eu: “Talvez tenha sido cabelo preto perto do pipi dela, quando você estava curioso e
olhou.”
‘Hans (defendendo-se): “Mas eu não vi o pipi dela.”
‘De uma outra vez ele se assustou novamente com uma carroça saindo do portão do pátio em frente. “Os portões não parecem um traseiro?”, perguntei.
‘Ele: “E os cavalos são os ‘lumfs‘!” Desde, então, toda vez que ele vê uma carroça saindo,
ele diz: “Olha, lá vem vindo um ‘lumfy‘!” Essa forma da palavra (“lumfy”) é bem nova para ele; soa
como um termo de ternura. Minha cunhada sempre chama sua criança de “Wumfy”.
‘No dia 13 de abril ele viu um pedaço de fígado na sopa e exclamou: “hum! Um ‘lumf‘!” Croquetes de carne, também, ele os come com evidente relutância, porque sua forma e cor lhe lembram ‘lumf‘.
‘De noite minha mulher me contou que Hans tinha ficado na varanda e tinha dito: “Eu pensei para mim mesmo que Hanna estava na varanda e tinha caído de lá.” Eu lhe tinha dito uma ou duas vezes para ter cuidado para que Hanna não chegasse muito perto da balaustrada, quando ele estivesse na varanda, pois a grade fora projetada da maneira menos prática possível (por um serralheiro do Movimento Secessionista) e tinha grandes intervalos, os quais eu teria que ter preenchido com uma rede de arame. O desejo reprimido de Hans estava bem transparente. Sua mãe lhe perguntou se ele tinha preferido que Hanna não estivesse lá, ao que ele respondeu “Sim”.
‘14 de abril. O tema de Hanna é o principal. Como vocês devem lembrar-se por registros anteriores, Hans sentiu uma forte aversão pelo bebê recém-nascido, que lhe roubou uma parte do amor de seus pais. Essa antipatia não desapareceu completamente e só foi supercompensada em parte por uma afeição exagerada. Ele já tinha expressado muitas vezes um desejo de que a cegonha não trouxesse mais bebês e que devíamos pagar-lhe algum dinheiro para não trazer mais nenhum “de dentro da grande caixa”, onde estão os bebês. (Comparar com o seu medo das
carroças de mudanças. Um ônibus não se parece com uma caixa grande?) Hanna grita tanto, diz ele, e isso é uma amolação para ele.
‘Certa vez ele disse de repente: “Você se lembra de quando Hanna veio? Ela ficou ao lado de mamãe na cama, tão bonitinha e boazinha.” (Seu elogio soou suspeitamente vazio.)
‘E, depois, no que se refere ao andar de baixo, fora da casa, há um grande progresso a ser relatado. Até mesmo os vagões de carga pesada lhe causam menos susto. Uma vez ele exclamou, quase com alegria: “Lá vem um cavalo com uma coisa preta na boca!” E, por fim, pude estabelecer o fato de que era um cavalo com uma focinheira de couro. Mas Hans não estava com medo algum desse cavalo.
‘Uma vez ele bateu na calçada com a sua vara e disse: “Escute, tem algum homem aqui embaixo? - alguém enterrado? - ou isso é só no cemitério?” Então ele está ocupado não só com o enigma da vida, mas também com o enigma da morte.
‘Quando chegamos em casa de novo, vi uma caixa no hall de entrada, e Hans disse: “Hanna viajou conosco para Gmunden numa caixa como essa. Toda vez que viajávamos para Gmunden ela ia conosco na caixa. Você não está acreditando em mim de novo? É verdade, papai. Acredite em mim. Nós tínhamos uma caixa grande, que estava cheia de bebês; eles se sentavam na banheira.” (Uma pequena banheira tinha sido acondicionada dentro da caixa.) “Eu os pus lá dentro. De verdade mesmo. Eu me lembro muito bem.”
‘Eu: “O que você pode lembrar?”
‘Hans: “Que Hanna viajou na caixa, porque eu não esqueci isso. Palavra de honra!”
‘Eu: “Mas no ano passado Hanna viajou conosco na carruagem.”
‘Hans: “Mas antes disso ela sempre viajou conosco na caixa.”
‘Eu: “Mamãe não tinha a caixa?”
‘Hans: “Sim, mamãe tinha.”
‘Eu: “Onde?”
‘Hans: “Em casa, no sótão.”
‘Eu: “Talvez ela levasse a caixa com ela?”
‘Hans: “Não. E quando viajarmos para Gmunden desta vez, Hanna vai viajar de novo na
caixa.”
‘Eu: “E como foi que ela saiu da caixa, então?”
‘Hans: “Ela foi tirada.”
‘Eu: “Por mamãe?”
‘Hans: “Por mamãe e por mim. Depois nós tomamos a carruagem e Hanna foi montada no cavalo, e o cocheiro disse: ‘Vira para a direita.’ O cocheiro sentou-se na frente. Você também estava lá? Mamãe sabe tudo sobre isso. Mamãe não sabe; ela já se esqueceu disso, mas não lhe diga nada!”
‘Eu o fiz repetir toda essa história.
‘Hans: “Depois Hanna saiu.”
‘Eu: “Como, se ela não podia andar de jeito nenhum naquela época?”
‘Hans: “Bom, então nós a suspendemos e tiramos.”
‘Eu: “Mas como é que ela podia ter sentado no cavalo? Ela não podia sentar-se de jeito nenhum no ano passado.”
‘Hans: “Ah, sim, ela podia sentar-se muito bem, e gritou ‘Vira para a direita’, e chicoteou com seu chicote - ‘Vira para a direita! Vira para a direita!’ -, o chicote que eu tinha. O cavalo não tinha nenhum estribo, mas Hanna montou nele. Eu não estou brincando, você sabe, papai.”’
Qual pode ser o significado da persistência obstinada do menino em toda essa bobagem? Oh, não, não era bobagem: era uma paródia, era a vingança de Hans sobre seu pai. Era o mesmo que dizer: ‘Se você realmente espera que eu acredite que a cegonha trouxe Hanna em outubro, quando até mesmo no verão, enquanto estávamos viajando para Gmunden, eu notei como o estômago de mamãe estava grande - então, espero que você acredite nas minhas mentiras.’ Qual pode ser o significado da afirmação de que, até mesmo no verão anterior ao último, Hanna tinha viajado com eles para Gmunden ‘na caixa’, exceto que ele sabia da gravidez de sua mãe? O fato de ele sustentar a perspectiva de uma repetição dessa jornada na caixa a cada ano sucessivo exemplifica uma maneira comum pela qual os pensamentos inconscientes do passado emergem para a consciência; ou pode haver razões especiais, e expressar seu receio em ver uma gravidez semelhante repetir-se nas suas próximas férias de verão. Agora vemos, acima de tudo, quais eram as circunstâncias que o fizeram tomar uma antipatia pela viagem a Gmunden, como indicou sua segunda fantasia [ver em [1]].
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica o significado da persistência obstinada do menino que representava uma vingança de Hans sobre seu pai, sustentando para sua consciência a perspectiva de uma repetição dessa jornada através da caixa a cada ano, repetindo-se nas suas próximas férias de verão, de modo a representar a gravidez de sua mãe, um modo pelo qual os pensamentos inconscientes do passado emergem na consciência.
Mattanó aponta o significado da persistência obstinada do menino que representava uma vingança de Hans sobre seu pai, sustentando para sua consciência a perspectiva de uma repetição dessa jornada através da caixa a cada ano, repetindo-se nas suas próximas férias de verão, de modo a representar a gravidez de sua mãe, um modo pelo qual os pensamentos inconscientes do passado emergem na consciência. A vingança sobre seu pai, inconscientemente, levaria Hans a aventurar-se no complexo de Édipo e de por consequência tomar o lugar de seu pai, adquirindo o repertório de papai perante cada novo irmão ou irmã, contudo inconscientemente e através do comportamento não discriminado, que pertence a esfera da evolução, do desenvolvimento, do crescimento e do amadurecimento, da psicossexualidade, da libido, da comunhão e da segurança que também se manifestam como herança sexual de seu pai para com sua mãe através do matrimônio por ele desejado inconscientemente, da herança fraternal de suas relações com a comunhão com sua família, onde sacrifica seu pai e leva sua mãe com ele para o ¨paraíso¨, e da herança de segurança através das relações com seus pais onde adquire o poder e a força inconsciente de seu pai nas suas relações com sua mãe e o substitui, etologicamente é isto o que se passa com os nossos ancestrais quando lutam e substituem o parceiro ou líder de suas mães ou grupos, herdamos a psicossexualidade das relações dos primatas! Saber lidar com o inconsciente é saber dessensibilizá-lo e ressignificá-lo, oferecendo a ele um novo e mais adaptado sentido, sempre que necessário, pois o mundo dá voltas e o universo continua se movimentando e movendo, e não sabemos para onde?! Só sabemos que temos que viver e está é a melhor escolha para qualquer animal ou ser vivo!
MATTANÓ
(15/07/2022)
Para a Psicanálise do Amor compreendemos o significado da persistência obstinada do menino que representava uma vingança de Hans sobre seu pai, sustentando para sua consciência a perspectiva de uma repetição dessa jornada através da caixa a cada ano, repetindo-se nas suas próximas férias de verão, de modo a representar a gravidez de sua mãe, um modo pelo qual os pensamentos inconscientes do passado emergem na consciência. A vingança sobre seu pai, inconscientemente, levaria Hans a aventurar-se no complexo de Édipo e de por consequência tomar o lugar de seu pai, adquirindo o repertório de papai perante cada novo irmão ou irmã, contudo inconscientemente e através do comportamento não discriminado, que pertence a esfera da evolução, do desenvolvimento, do crescimento e do amadurecimento, da psicossexualidade, da libido, da comunhão e da segurança que também se manifestam como herança sexual de seu pai para com sua mãe através do matrimônio por ele desejado inconscientemente, da herança fraternal de suas relações com a comunhão com sua família, onde sacrifica seu pai e leva sua mãe com ele para o ¨paraíso¨, e da herança de segurança através das relações com seus pais onde adquire o poder e a força inconsciente de seu pai nas suas relações com sua mãe e o substitui, etologicamente é isto o que se passa com os nossos ancestrais quando lutam e substituem o parceiro ou líder de suas mães ou grupos, herdamos a psicossexualidade das relações dos primatas! Saber lidar com o inconsciente é saber dessensibilizá-lo e ressignificá-lo, oferecendo a ele um novo e mais adaptado sentido, sempre que necessário, pois o mundo dá voltas e o universo continua se movimentando e movendo, e não sabemos para onde?! Só sabemos que temos que viver e está é a melhor escolha para qualquer animal ou ser vivo! Da mesma forma o crescimento e o desenvolvimento do pequeno Hans alcançaram o complexo de Édipo, onde o pequeno Hans se identifica com seu pai e adquire repertório comportamental para lidar com suas relações sociais e familiares, e o meio ambiente, que fornece os estímulos para sua trajetória, mesmo quando abordamos o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora que é Amor, de tal maneira que se tornem contingências modeladoras do comportamento virtual do pequeno Hans.
MATTANÓ
(13/04/2026)
‘Mais tarde perguntei-lhe como foi que Hanna realmente veio para a cama de sua mãe, depois que nasceu.’
Isso deu a Hans uma oportunidade de se soltar e de ‘encher’ bastante o seu pai.
‘Hans: “Hanna veio. Frau Kraus” (a parteira) “colocou-a na cama. Ela não podia andar, é claro. Mas a cegonha carregou-a no seu bico. É claro que ela não podia andar.” (Ele continuou sem uma pausa.) “A cegonha subiu as escadas até o patamar, e então bateu, e todos estavam dormindo, e ela tinha a chave certa e abriu a porta e pôs Hanna na sua cama, e mamãe estava dormindo - não, a cegonha colocou-a na cama dela. Isso foi no meio da noite, e então a cegonha colocou-a na cama muito tranqüilamente, não fez o menor barulho com os pés, e depois pegou seu chapéu e foi embora de novo. Não, ela não tinha chapéu.”
‘Eu: “Quem tirou o chapéu dela? O médico, talvez?”
‘Hans: “Depois a cegonha foi embora; foi para casa, e depois tocou a campainha da porta, e todos na casa pararam de dormir. Mas não diga isso a mamãe ou a Tini” (a cozinheira). “É um segredo.”
‘Eu: “Você gosta de Hanna?”
‘Hans: “Oh, sim, gosto muito.”
’Eu: “Você prefere que Hanna não estivesse viva, ou que ela esteja viva?”
‘Hans: “Eu preferia que ela não estivesse viva.”
‘Eu: “Por quê?”
‘Hans: “Em todo caso, ela não gritaria tanto, e eu não suporto a sua gritaria.”
‘Eu: “Por que se você mesmo grita?”
‘Hans: “Mas Hanna grita demais.”
‘Eu: “Por que é que você não agüenta isso?”
‘Hans: “Porque ela grita muito alto.”
‘Eu: “Ora, ela não grita nada.”
‘Hans: “Quando ela apanha no seu traseiro nu, ela grita.”
‘Eu: “Você já bateu nela?”
‘Hans: “Quando a mamãe bate no traseiro dela, ela grita.”
‘Eu: “E você não gosta disso?”
‘Hans: “Não… Por quê? Porque ela faz muito barulho com a sua gritaria.”
‘Eu: “Se você prefere que ela não estivesse viva, você não pode gostar nada dela.”
‘Hans (concordando): “É, é mesmo.”
‘Eu: “Foi por isso que você pensou, quando a mamãe estava dando o banho dela, que, se ela a soltasse, Hanna cairia na água…”
‘Hans (atalhando-me): “…e morreria.”
‘Eu: “E então você ficaria sozinho com mamãe. Mas um bom menino não deseja esse tipo de coisa.”
‘Hans: “Mas ele pode PENSAR isso.”
‘Eu: “Mas isso não é bom.”
‘Hans “Se ele pensa isso, é bom de todo jeito, porque você pode escrevê-lo para o Professor.”
‘Mais tarde eu lhe disse: “Você sabe, quando Hanna for maior e souber falar, você vai gostar mais dela.”
‘Hans: “Oh, não. Eu gosto dela. No outono, quando ela for grande, eu vou sozinho com ela para o Stadtpark, e vou explicar tudo a ela.”
‘Quando eu estava começando a lhe dar algum esclarecimento adicional, ele me interrompeu, provavelmente com a intenção de me explicar que não era tão mau assim, de sua parte, desejar que Hanna estivesse morta.
‘Hans: “Você sabe, de qualquer jeito, que ela já estava viva há muito tempo, mesmo antes de chegar aqui. Quando ela estava com a cegonha, ela estava viva também.”
‘Eu: “Não. Talvez afinal de contas ela não estivesse com a cegonha.”
‘Hans: “Quem a trouxe, então? A cegonha a conseguiu.”
‘Eu: “De onde foi que ela a trouxe, então?”
‘Hans: “Oh - dela.”
‘Eu: “Onde foi que ela a conseguiu, então?”
‘Hans: “Na caixa; na caixa da cegonha.”
‘Eu: “Bom, e como é que é a caixa?”
‘Hans: “Vermelha, Pintada de vermelho.” (Sangue?)
‘Eu: “Quem lhe disse isso?”
‘Hans: “Mamãe… eu pensei isso para mim mesmo… está no livro.”
‘Eu: “Em que livro?”
‘Hans: “No livro de ilustrações.” (Eu o fiz buscar seu primeiro livro de ilustrações. Nele havia uma figura de um ninho com cegonhas, numa chaminé vermelha. Esta era a caixa. Curiosamente, na mesma página havia também a figura de um cavalo sendo ferrado. Hans transferiu os bebês para a caixa, pois eles não deveriam ser vistos no ninho.)
‘Eu: “E o que foi que a cegonha fez com ela?”
‘Hans: “Então a cegonha trouxe Hanna para cá. No seu bico. Você sabe, a cegonha que está em Schönbrunn, e que bicou o guarda-chuva.” (Uma reminiscência de um episódio em Schönbrunn.)
‘Eu: “Você viu como foi que a cegonha trouxe Hanna?”
‘Hans: “Ora, eu estava dormindo, você sabe. Uma cegonha nunca pode trazer uma menininha ou um menininho de manhã.”
‘Eu: “Por quê?”
‘Hans: “Ela não pode. Uma cegonha não pode fazer isso. Você sabe por quê? Para que as pessoas não vejam. E então, de repente, pela manhã, lá está uma menininha.”
’Eu: “Mas, de todo jeito, na época você ficou curioso para saber como foi que a cegonha fez isso?”
‘Hans: “Oh, sim.”
‘Eu: “Como é que Hanna era quando ela veio?”
‘Hans: (hipocritamente): “Toda branca e adorável. Tão bonitinha.”
‘Eu: “Mas quando você a viu pela primeira vez, você não gostou dela.”
‘Hans: “Oh, gostei sim; muito!”
‘Eu: “Você no entanto ficou surpreso de ela ser tão pequena.”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “De que tamaninho ela era?”
‘Hans: “Do tamanho de um bebê de cegonha.”
‘Eu: “Do tamanho de que mais? De um ‘lumf‘, talvez?”
‘Hans: “Oh, não. Um ‘lumf‘ é muito maior… um pouco menor que Hanna, é verdade.”’
Eu tinha predito a seu pai que seria possível reportar a fobia de Hans aos pensamentos e desejos ocasionados pelo nascimento da sua irmãzinha. Mas deixei de salientar que, de acordo com a teoria sexual das crianças, um bebê é um ‘lumf‘, de modo que a trilha de Hans se
encontraria no complexo excremental. Foi devido a essa negligência da minha parte que o progresso do caso se tornou temporariamente obscurecido. Agora que o assunto tinha sido esclarecido, o pai de Hans tentou examinar o menino, de uma segunda vez, em relação a esse ponto importante.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que de acordo com a teoria sexual das crianças, um bebê é um ¨lumf¨, e assim a trilha do comportamento de Hans se encontraria no complexo excremental.
Mattanó aponta que de acordo com a teoria sexual das crianças, um bebê é um ¨lumf¨, e assim a trilha do comportamento de Hans se encontraria no complexo excremental, onde divide seu comportamento e entendimento em excretar ou segurar suas fezes, aprendendo a se controlar através do prazer da libido através do sadismo e do masoquismo, da segurança através da liberdade, e da comunhão como reforço, em meio ao descontrole da excreção que afeta a libido e o seu prazer através do sadismo e do masoquismo, a segurança e a sua liberdade, e a comunhão como reforço, pois o reforço pode ser substituído pela punição.
MATTANÓ
(16/07/2022)
Mattanó aponta que nos sonhos não existem fantasias, pois os sonhos são repetição e reelaboração do conteúdo vivido e compreendido pelo indivíduo em sua vida anímica com a agregação dos estímulos ambientais que podem ocorrer durante a vida onírica, ou seja, os sonhos dependem dos caminhos cognitivos e do mapa cognitivo que retratam suas experiências na vida anímica, assim não acontecem fantasias nos sonhos, mas apenas caminhos cognitivos reelaborados.
MATTANÓ
(17/07/2022)
Para a Psicanálise do Amor compreendemos que de acordo com a teoria sexual das crianças, um bebê é um ¨lumf¨, e assim a trilha do comportamento de Hans se encontraria no complexo excremental, onde divide seu comportamento e entendimento em excretar ou segurar suas fezes, aprendendo a se controlar através do prazer da libido através do sadismo e do masoquismo, da segurança através da liberdade, e da comunhão como reforço, em meio ao descontrole da excreção que afeta a libido e o seu prazer através do sadismo e do masoquismo, a segurança e a sua liberdade, e a comunhão como reforço, pois o reforço pode ser substituído pela punição. Da mesma forma o complexo excremental pode ser trabalhado através do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora que é Amor, pois substitui a realidade operante do complexo excremental pela ressignificação do mesmo, em seu processo de crescimento e de desenvolvimento, de aprendizagem, que pode agora passar e envolver uma nova rede de ressignificação através do trabalho analítico e interpretativo. Da mesma forma o pequeno Hans poderia através do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que gera significados e sentidos para suas relações vividas e desenvolvidas que podem se apoiar através de suas ferramentas que têm propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:
L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);
G: Gays (homens que se relacionam com homens);
B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);
T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);
Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);
I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);
A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);
P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);
N: Não-binário (sem gênero).
Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio ao complexo excremental vemos que pode ocorrer uma produção de medo entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento. Estes eventos ocorrem através de passagens Bíblicas reais ou em passagens Bíblicas ideais, bem como em uma vida Bíblica anímica ou em uma vida Bíblica onírica, mas também em uma Bíblia imaginária ou em uma Bíblia simbólica, onde conteúdos catexizados prevalecem sobre os não-catexizados ou os conteúdos investidos prevalecem sobre os não-investidos e formam-se arranjos psicanalíticos, que são estruturas entrópicas ou organizadas e até neguentrópicas ou reorganizadoras da mente inconsciente e do comportamento.
MATTANÓ
(13/04/2026)
No dia seguinte, ‘fiz Hans repetir o que ele me dissera ontem. Ele disse: “Hanna viajou para Gmunden na caixa grande e mamãe viajou na carruagem da estrada de ferro, e Hanna viajou no trem de bagagem com a caixa; e depois, quando chegamos a Gmunden, mamãe e eu suspendemos e tiramos Hanna, e a pusemos em cima do cavalo. O cocheiro sentou na frente, e Hanna tinha o velho chicote” (o chicote que ele tinha no ano passado) “e chicoteou o cavalo e ficou dizendo ‘Vira para a direita’ e foi tão engraçado; o cocheiro chicoteou também. - O cocheiro não chicoteou não, porque Hanna tinha o chicote. - O cocheiro tinha as rédeas - Hanna também tinha as rédeas.” (Em todas as ocasiões nós fomos numa carruagem da estação até em casa. Hans estava, aqui, tentando reconciliar fato e fantasia.) “Em Gmunden nós suspendemos Hanna e a tiramos do cavalo, e ela subiu os degraus sozinha.” (No ano passado, quando Hanna estava em Gmunden, ela tinha oito meses de idade. No ano anterior a este - e a fantasia de Hans evidentemente referia-se a essa época - sua mãe estava com cinco meses completos de gravidez quando chegamos a Gmunden.)
‘Eu: “No ano passado Hanna estava lá.”
‘Hans: “No ano passado ela viajou na carruagem; mas no ano anterior a este, quando ela estava morando conosco…”
‘Eu: “Ela já estava conosco nessa época?”
‘Hans: “Estava. Você sempre esteve aqui; você costumava ir sempre no barco comigo, e Anna era nossa empregada.”
‘Eu: “Mas isso não foi no ano passado. Hanna não estava viva então.”
‘Hans: “Sim, ela estava viva nessa época. Mesmo quando ela ainda estava viajando na caixa, ela podia correr por aí e podia dizer ‘Anna’.” (Ela só foi capaz de agir assim nos últimos quatro meses.)
‘Eu: “Mas ela não estava conosco de jeito nenhum naquela época.”
‘Hans: “Oh, sim, ela estava; ela estava com a cegonha.”
‘Eu: “Que idade ela tem, então?”
‘Hans: ‘‘Ela vai fazer dois anos no outono. Hanna estava aqui, você sabe que ela estava.”
‘Eu: “E quando é que ela estava com a cegonha, na caixa da cegonha?”
‘Hans: “Muito tempo antes de ela viajar na caixa, muito tempo mesmo.”
‘Eu: “Há quando tempo Hanna sabe andar, então? Quando ela estava em Gmunden, ela ainda não sabia andar.”
‘Hans: “Não no ano passado; mas em outras vezes ela sabia.”
‘Eu: “Mas Hanna só esteve em Gmunden uma vez.”
‘Hans: “Não. Ela esteve duas vezes. Sim, é isso mesmo. Eu me lembro muito bem.
Pergunte à mamãe, ela vai lhe dizer logo.”
‘Eu: “De qualquer maneira, não é verdade.”
‘Hans: “Sim, é verdade. Quando ela esteve em Gmunden da primeira vez ela sabia andar e montar, e mais tarde, ela precisava ser carregada. - Não. Foi só mais tarde que ela montou, e no ano passado ela precisava ser carregada.”
‘Eu: “Mas só há muito pouco tempo é que ela está andando. Em Gmunden, ela não sabia
andar.”
‘Hans: “Sabia sim. Pode escrever isso. Eu me lembro muito bem. - Por que é que você está rindo?”
‘Eu: “Porque você é um impostor; porque você sabe muito bem que Hanna só esteve em Gmunden uma vez.”
’Hans: “Não, não é verdade. Da primeira vez ela foi montada a cavalo… e da segunda vez…” (Ele mostrou sinais de evidente incerteza.)
‘Eu: “Talvez o cavalo fosse mamãe?”
‘Hans: “Não, um cavalo de verdade, num coche.”
‘Eu: “Mas nós costumávamos ter sempre uma carruagem com dois cavalos.”
‘Hans: “Bom, então, era uma carruagem e uma parelha.”
‘Eu: “O que é que Hanna comia dentro da caixa?”
‘Hans: “Botavam pão com manteiga lá para ela, e arenque, e rabanetes” (o tipo de coisa que costumávamos ter na ceia em Gmunden), “e no caminho Hanna passava manteiga no seu pão com manteiga, e comia cinqüenta refeições.”
‘Eu: “Hanna não gritava?”
‘Hans:: “Não.”
‘Eu: “E o que é que ela fazia, então?”
‘Hans: “Ficava sentada bem quietinha lá dentro.”
‘Eu: “Ela não ficava batendo?”
‘Hans: “Não, ela ficava comendo o tempo todo e não se agitou nenhuma vez. Ela bebeu duas canecas grandes de café - pela manhã tinha acabado tudo, e ela deixou os pedaços atrás, dentro da caixa, as folhas dos dois rabanetes e uma faca para cortar os rabanetes. Ela engolia tudo como uma lebre: num minuto estava tudo terminado. Foi uma brincadeira. Hanna e eu realmente viajamos juntos na caixa; eu dormi a noite inteira na caixa.” (Nós, de fato, há dois anos, fizemos a viagem para Gmunden de noite.) “E mamãe viajou na carruagem da estrada de ferro. E nós ficamos comendo o tempo todo, quando estávamos viajando na carruagem também; foi divertido. - Ela não foi montada a cavalo, não…” (ele agora se tornou indeciso, pois sabia que tínhamos viajado com dois cavalos) “…ela foi sentada na carruagem. Sim, foi assim mesmo, mas Hanna e eu fomos por nossa conta… mamãe foi num cavalo, e Karoline” (nossa empregada no ano passado) “no outro… quero dizer, o que estou lhe dizendo não é nem um pouco verdade.”
‘Eu: “O que não é verdade?”
‘Hans: “Nada disso é verdade. Quero dizer, vamos pôr Hanna e eu dentro da caixa e eu vou fazer pipi na caixa. Eu vou fazer pipi nas calças; não me importo nem um pouco; não há nada de vergonhoso nisso. Quero dizer, não é uma brincadeira, você sabe: mas é muito divertido, mesmo assim.”
’Depois ele me contou a história de como a cegonha veio - a mesma história de ontem, só que ele deixou de fora a parte sobre a cegonha levar o chapéu quando ia embora.
‘Eu: “Onde foi que a cegonha guardou a chave do trinco?”
‘Hans: “No bolso dela.”
‘Eu: “E onde é o bolso da cegonha?”
‘Hans: “No bico dela.”
‘Eu: “É no bico dela! Eu ainda não tinha visto uma cegonha com uma chave no bico.”
‘Hans: “De que outro jeito ela poderia ter entrado? Como foi que a cegonha entrou pela porta, então? Não, não é verdade; e eu cometi um erro. A cegonha tocou a campainha da porta da frente e alguém a fez entrar.”
‘Eu: “E como foi que a ela tocou a campainha?”
‘Hans: “Ela tocou a campainha.”
‘Eu: “Como foi que ela fez isso?”
‘Hans: “Ela pegou seu bico e a apertou com ele.”
‘Eu: “E ela fechou a porta de novo?”
‘Hans: “Não, uma empregada fechou. Ela já estava de pé, você sabe, e abriu a porta para a cegonha, e a fechou.”
‘Eu: “Onde é que a cegonha mora?”
‘Hans: “Onde? Na caixa onde ela guarda as menininhas. Em Schönbrunn talvez.”
‘Eu: “Eu nunca vi nenhuma caixa em Schönbrunn.”
‘Hans: “Deve ser mais longe então. - Você sabe como é que a cegonha abre a caixa? Ela pega seu bico - a caixa tem uma chave também -, ela pega o bico, levanta um” (isto é, uma metade do bico) “e a destranca assim.” (Ele demonstrou na fechadura da escrivaninha.) “Também há um cabo na caixa.”
‘Eu: “Uma menininha como essa não é pesada demais para ela?”
‘Hans: “Oh, não.”
‘Eu: “Escuta, um ônibus não se parece com uma caixa de cegonha?”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “É uma carroça de mudanças?”
‘Hans: “E também um vagãozinho” (“scallywag” - termo para os abusos das crianças levadas).
’17 de abril. Ontem Hans levou a cabo seu esquema, longamente premeditado, de atravessar o pátio em frente. Ele não faria hoje, pois havia uma carroça parada na rampa de carregamento, exatamente em frente aos portões de entrada. “Quando uma carroça fica parada aí”, disse-me ele, “eu tenho medo de importunar os cavalos e de eles caírem e fazerem um barulhão com as suas patas.”
‘Eu: “Como é que se importuna os cavalos?”
‘Hans: “Quando você está zangado com eles, você os importuna, e quando você grita ‘Vira para a direita’.”
‘Eu: “Você já importunou os cavalos?”
‘Hans: “Sim, muitas vezes. Eu tenho medo de fazê-lo, mas eu não o faço, realmente.”
‘Eu: “Você alguma vez importunou os cavalos em Gmunden?”
‘Hans: “Não.”
‘Eu: “Mas você gosta de importuná-los?”
‘Hans: “Oh, sim, muito.”
‘Eu: “Você gostaria de chicoteá-los?”
‘Hans: “Gostaria.”
‘Eu: “Você gostaria de bater nos cavalos como a mamãe bate em Hanna? Você gosta disso também, você sabe.”
‘Hans: “Não acontece nada de mal aos cavalos quando se bate neles.” (Eu lhe disse isso uma vez, para mitigar o seu medo de ver os cavalos serem chicoteados.) “Uma vez eu bati. Uma vez eu tinha o chicote, e chicoteei o cavalo, e ele caiu e fez um barulhão com suas patas.”
‘Eu: “Quando?”
‘Hans: “Em Gmunden.”
‘Eu: “Um cavalo de verdade? Arreado a uma carroça?”
‘Hans: “Não foi na carroça.”
‘Eu: “Onde foi, então?”
‘Hans: “Eu apenas o segurei, para que ele não pudesse fugir.” (É claro que tudo isso soava muito improvável.)
‘Eu: “Onde foi isso?”
‘Hans: “Perto do bebedouro.”
‘Eu: “Quem o deixou? O cocheiro tinha deixado o cavalo parado lá?”
‘Hans: “Era apenas um cavalo das estrebarias.”
’Eu: “Como foi que ele chegou ao bebedouro?”
‘Hans: “Eu o levei lá.”
‘Eu: “De onde? Das estrebarias?”
‘Hans: “Eu o levei para fora porque eu queria bater nele.”
‘Eu: “Não havia ninguém nas estrebarias?”
‘Hans: “Oh sim, o Loisl.” (O cocheiro em Gmunden.)
‘Eu: “Ele o deixou?”
‘Hans: “Eu falei direitinho com ele, e ele disse que eu poderia levar o cavalo.”
‘Eu: “O que foi que você disse a ele?”
‘Hans: “Eu posso levar o cavalo e chicoteá-lo e gritar com ele. E ele disse ‘pode’.”
‘Eu: “Você chicoteou muito o cavalo?”
‘Hans: “O que eu te disse não é nem um pouco verdade.”
‘Eu: “Até que ponto isso é verdade?”
‘Hans: “Nada disso é verdade; eu só contei isso para me divertir.”
‘Eu: “Você nunca levou um cavalo para fora das estrebarias?”
‘Hans: “Oh, não.”
‘Eu: “Mas você queria fazê-lo.”
‘Hans: “Oh, sim, eu queria. Eu pensei nisso para mim mesmo.”
‘Eu: “Em Gmunden?”
‘Hans: “Não, só aqui. Eu pensei nisso na manhã em que eu estava inteiramente despido; não, de manhã, na cama.”
‘Eu: “Por que é que você nunca me falou sobre isso?”
‘Hans: “Eu não pensei nisso.”
‘Eu: “Você pensou isso para você mesmo porque você viu a cena na rua.”
‘Hans: “Sim.”
‘Eu: “Em quem é que você realmente gostaria de bater? Na mamãe, em Hanna, ou em
mim?”
‘Hans: “Na mamãe.”
‘Eu: “Por quê?”
‘Hans: “Eu apenas gostaria de bater nela.”
‘Eu: “Quando foi que você viu alguém bater na sua mamãe?”
‘Hans: “Eu nunca vi ninguém fazer isso, nunca em toda a minha vida.”
‘Eu: “E, no entanto, você gostaria de fazê-lo. Como é que você gostaria de executar isso?”
’Hans: “Com um batedor de tapete.” (Sua mãe freqüentemente ameaça bater-lhe com o batedor de tapete.)
‘Fui obrigado a parar com a conversa por hoje.
‘Na rua Hans explicou-me que os ônibus, as carroças de mudanças e as carroças de carvão eram carroças de caixas de cegonha.’
Isso quer dizer mulheres grávidas. O acesso de sadismo de Hans imediatamente anterior não pode ser desligado do presente tema.
‘21 de abril. Esta manhã Hans disse que tinha pensado o seguinte: “Havia um trem em Lainz e eu viajei com minha vovó de Lainz para a estação de Hauptzollamt. Você não tinha descido
da ponte ainda, e o segundo trem já estava em St. Veit. Quando você chegou embaixo, o trem já estava lá, e nós entramos.”
‘Hans esteve em Lainz ontem. Para chegar à plataforma de embarque a pessoa tem que atravessar uma ponte. Da plataforma pode-se ver ao longo da linha até a estação de St. Veit. A coisa está um pouco obscura. O pensamento original de Hans foi, sem dúvida, que ele tinha partido no primeiro trem, que eu perdi, e que então um segundo trem veio de Unter St. Veit, no qual eu tinha ido atrás dele. Mas ele distorceu uma parte dessa fantasia de fuga, de modo que finalmente disse: “Nós dois só fomos embora no segundo trem.”
‘Essa fantasia relaciona-se à última [ver em [1]], que não foi interpretada e de acordo com a qual demoramos muito para pôr nossas roupas na estação em Gmunden, de modo que o trem nos levou.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hans discorre uma distorção de uma fantasia de fuga, na qual finalmente diz: ¨Nós dois só fomos embora no segundo trem.¨ E que essa fantasia relaciona-se com a qual demoramos muito a pôr nossas roupas, na estação em Gmunden, onde o trem os levou.
Mattanó aponta que Hans discorre uma distorção de uma fantasia de fuga, na qual finalmente diz: ¨Nós dois só fomos embora no segundo trem.¨ E que essa fantasia relaciona-se com a qual demoramos muito a pôr nossas roupas na estação em Gmunden, onde o trem os levou. O trem realiza a fantasia de fuga, e ¨demorar muito para pôr as nossas roupas¨ realiza o comportamento de ir embora, pois é uma preparação para este comportamento. Para estudarmos esta passagem necessitamos compreender os significados e os sentidos da fala de Hans e saber interpretá-los como conceito, contexto e comportamentos, com uma funcionalidade, como inconsciente de uma criança em crescimento, amadurecimento e desenvolvimento, onde não existe malícia e nem maldade, pois não possui repertório comportamental e nem se desenvolveu para poder compreender estes conceitos e comportamentos, até mesmo em seu inconsciente que necessita passar pela fase genital onde conhece o amor pelo outro ou pelo objeto fora do seu corpo e pode começar a compreender a malícia e a maldade, inclusive a moral autônoma que é a moral adulta.
MATTANÓ
(17/07/2022)
Mattanó aponta que os mass mídias como a Rede Globo de Televisão emite comportamentos verbais onde seus atos ilocucionários (força nos argumentos) e atos perlocucionários (efeitos visados pelos argumentos) demonstram juntamente com os pressupostos e os subentendidos através do mostrar, fazer e dizer no mundo narrado e no mundo comentado, no mundo abstrato e no mundo concreto, com a intenção de juntar e de agregar, atingir a vontade e de convencer, atingir a razão e a emoção dos telespectadores segundo seus argumentos que denotam ódio e intolerância para comigo e minha família desde 1992 (até onde eu tenho conhecimento), demonstrando a intenção de nos violarem a intimidade e a privacidade, de nos tirarem a liberdade e o direito a justiça e a cidadania, ao patrimônio e a consciência, a saúde e a igualdade, a Democracia, de sermos brasileiros como todo brasileiro e brasileiro é! Tentando mover processos através destes meios escabrosos e violadores, violentos, odiosos e intolerantes, onde os argumentos nos mass mídias constróem o ódio e a intolerância nacional, política, familiar, sexual, moral, trabalhista, organizacional e institucional e o desejo de nos assassinarem por meio do Direito! Prova que comprova os atos ilocucionários e os atos perlocucionários, desde 1992, os pressupostos e os subentendidos, o mostrar, o dizer e o fazer, da Rede Globo de Televisão e dos seus beneficiários através da programação como o futebol e os artistas através das telenovelas e das canções e apresentações na programação da televisão. Não há como fugir da própria intenção, neste caso de ódio e de intolerância diante de mim e da minha família, desde 1992, que se transformou em desejo de latrocínio ou em tentativas de latrocínio através da Rede Globo de Televisão, inclusive através de Hollywood que demonstrou ódio e intolerância neste último Oscar demonstrando virtualmente o desejo de me estuprar e de me chamar de pedófilo, comportamento que não me pertence, revelando outro desejo de latrocínio ou de tentativas de latrocínio através de Hollywood e do Oscar, os atos ilocucionários e os atos perlocucionários, os pressupostos e os subentendidos da arte em Hollywood tornam evidente esse desejo de latrocínio e de tortura, de guerra e de violência, de um heroísmo que não existe ou fantástico, fantasioso e infantil, doente e incapaz de se realizar, escondendo o desejo de latrocínio ou de tentativas de latrocínio para comigo e minha família. Da mesma forma as músicas que os artistas do Brasil e do mundo gravam sem explicação e sem autorização, escondem um desejo de latrocínio, de enriquecer uma família para que ela seja roubada e assassinada de modo fantástico e fantasioso, doentiamente, de um modo incapaz de se realizar, por meio de delírios que escondem um desejo de latrocínio e de tortura, de guerra e de violência, de um engrandecimento que jamais há de se realizar por ser tão pequeno e imoral, pois é um heroísmo que não existe, é loucura e lavagem cerebral, é despersonalização e tortura, é extorsão, vingança e estupro virtual, é uma forma de tentativas de latrocínio através dos mass mídias que usam a loucura como camuflagem para se esconderem no meio da guerra virtual, do conhecimento, telepática ou da lavagem cerebral.
MATTANÓ
(18/07/2022)
A CURA DA TEORIA DA PULSÃO AUDITIVA DE MATTANÓ DE 1995 (2022):
Mattanó aponta que quando ocorre à substituição no processo primário para o processo secundário ou no deslocamento acontece somente à substituição e este objeto novo não adquire as propriedades do anterior como a intensidade, magnitude, frequência, amplitude e topografia e nem tampouco o significado e o sentido do objeto anterior, pois é uma substituição, um objeto novo na associação livre e na cadeia comportamental! Assim um pai que alimenta e cuida de seu filho e da sua intimidade nada tem a ver com a substituição ocorrida pelo novo comportamento de se sentir atraído pela esposa e ir namorar ela, ou seja, as propriedades do comportamento anterior e o significado e o sentido desse comportamento também são substituídos pelo novo comportamento, isto ocorre também com a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, deste jeito, ¨hare hama¨ deve ser substituído por um comportamento novo e não por uma forma residual de comportamento ou uma forma de resíduo auditivo que forma ¨dare mamᨠatravés da inversão, da aglutinação e da troca, eventos da alfabetização, portanto a inversão, a aglutinação e a troca na alfabetização podem estar direcionando o comportamento do indivíduo para uma substituição que contamina a vida psíquica e comportamental do indivíduo. Aprendemos que a substituição é só uma substituição com significado e sentido novos e diferentes do anterior e desencadeador da substituição!
MATTANÓ
(21/07/2022)
SOBRE A VOZ (2022):
Mattanó aponta que a Voz interna e inconsciente que aparece e emerge com a telepatia, o mundo virtual e o conhecimento, a lavagem cerebral e a despersonalização, extorsão, vingança e estupro virtual é semelhante e por vezes igual para todos os indivíduos no mesmo ambiente ou em outros ambientes e em tempo e espaço diferentes, pois a Voz inconsciente emerge da mesma forma e responde as mesmas leis comportamentais de reforço, punição, esquiva, fuga, extinção, discriminação, generalização, aproximação sucessiva, condicionamento reflexo, respondente e condicionamento operante, equivalência de estímulos, quadros relacionais, topografia comportamental, intensidade, magnitude, amplitude, frequência, latência, ângulo e forma, localização, dessensibilização comportamental, nomeação de eventos comportamentais, afetividade, funcionalidade, contextualização e aprendizagem.
MATTANÓ
(23/07/2022)
Mattanó aponta que tão difícil quanto nomear e se lembrar dos nomes científicos dos nossos ancestrais é difícil se lembrar dos nomes dos nossos primeiros fantasmas da primeira infância, pois ambos assustam, são feios e aterrorizantes.
MATTANÓ
(24/07/2022)
Mattanó aponta que aplicar testes psicológicos em indivíduos que sofrem tortura, estupro e lavagem cerebral torna-se imprudente e negligente, pois coloca em risco a saúde emocional e psicológica, inclusive comportamental e social do testado psicologicamente, assim as Universidades e os cursos de Psicologia e Psicanálise que oferecem o ensino de aplicação de testes psicológicos correm o risco de estarem cometendo crimes contra a saúde e a vida de seus alunos e futuros profissionais e de suas clienté-las, pois estão ensinando comportamentos que não devem existir na aplicação dos testes psicológicos como aplica-los em contextos de tortura, estupro e estupro virtual, abuso e violência, exploração, lavagem cerebral, extorsão, vingança, curandeirismo e charlatanismo, falsidade ideológica, roubo de informações sigilosas e de segredos, violações de direitos e de direitos humanos, pedofilia, intoxicação, contaminação e até organização criminosa.
MATTANÓ
(24/07/2022)
Mattanó aponta que a violência só muda de forma e de comportamento, tanto estatisticamente quanto funcionalmente, quando mudamos seus significados e seus sentidos, pois a violência está diretamente associada aos seus significados e sentidos adquiridos através da socialização e da educação, da cultura, dos esportes, da igreja, da família, da afetividade e do trabalho, da liberdade, da economia, da justiça e da cidadania.
MATTANÓ
(24/07/2022)
Mattanó aponta que fazer bullying não é o problema para as crianças e as escolas, mas sim o que fazer com esse bullying, como ensinar as crianças e as escolas a lidarem com esse bullying sem prejudicarem seu desenvolvimento mental, moral, sexual e comportamental, inclusive com o brincar, pois crianças menores de 14 anos não tem malícia e portanto o bullying não tem malícia nesse período de suas vidas, e crianças e jovens menores de 18 anos não tem maldade nesse período de suas vidas, portanto o bullying fica impossível de existir!
MATTANÓ
(24/07/2022)
AS CLASSES PSICOLÓGICAS DE MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que podemos classificar os Termos Psicológicos em Classes Psicológicas através do conteúdo reagrupado mediante nova terminologia para as Classes Psicológicas através dos significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts e insights, inconscientes, arquétipos, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e cosmos ou universo, telepatia, conhecimento, mundo virtual, criminalidade, chistes, piadas e humor, charges, caricaturas, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, vida onírica e vida anímica, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, delírios, devaneios, distorções, reconstruções, elaborações e reelaborações, organizações e reorganizações, entropia e neguentropia, consciência, atenção e intenção, tempo e eternidade, nutrição, fertilidade, homeostase, oxigenação, pressão sanguínea, higiene e psicohigiene, ritos e mitos, discursos, instituições e organizações, trabalho, escola, família e dinâmica familiar, história de vida, idade e fase da vida, energia corporal, biorritmo, personalidade, caráter e temperamento, ciclos circadianos, genótipo e fenótipo, evolução e involução, desejos e desejos de dormir, percepção, prazer e realidade, ideal e realidade, imaginário, simbólico, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, musicalidade, alfabetização, semântica, interpretações e conclusões finais.
MATTANÓ
(25/07/2022)
MUNDO NARRADO E MUNDO COMENTADO SEGUNDO MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que o mundo narrado pode ser dividido em mundo narrado autoclítico e em mundo narrado narrado, e o mundo comentado pode ser dividido em mundo comentado autoclítico e em mundo comentado comentado.
O mundo narrado autoclítico é aquele onde ocorre a narração e uma entropia e neguentropia ou organização e reorganização dos argumentos e da narrativa.
O mundo narrado narrado é aquele onde ocorre a narração apenas narrada sem uma entropia e sem uma neguentropia, ou seja, sem uma organização e outra reorganização dos argumentos e da narrativa.
O mundo comentado autoclítico é aquele onde ocorre o comentário e uma entropia e neguentropia ou organização e reorganização dos argumentos e do comentário.
E o mundo comentado comentado é aquele onde ocorre o comentário comentado sem uma entropia e outra neguentropia, ou seja, sem uma organização e outra reorganização dos argumentos e do comentário.
MATTANÓ
(25/07/2022)
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 25 DE JULHO DE 2022 ÀS 14H20 – 14H30 EM LONDRINA/PR/BRASIL:
¨Não dorme!¨
INTERPRETAÇÃO
A mensagem não dorme foi explicada como não se referindo a morte de pessoa alguma de minha família e nem mesmo a de qualquer outra pessoa relacionada diretamente ao comportamento de dormir nesta noite, mas, sim, foi uma mensagem de aviso para a Humanidade de que o Amor de Deus, de Jesus e de Maria ¨não dorme!¨, isto é, ¨não morre!¨, avisando a Igreja e a Humanidade para desistirem de tentarem crucifica-lo pois ele já foi crucificado com Jesus Cristo e já teve seu Corpo em Chamas em Medjugorje numa Cruz sobrenatural numa colina a noite nos anos 1980 e em Londrina num Ser de Luz e de Fogo Vivo onde fora tomado inteiramente por esse Ser de Fogo, de modo que todo o Seu Corpo Humano ficou incendiado sobrenaturalmente numa noite onde esse Ser de Luz e de Fogo Vivo saiu de dentro Dele, do seu abdômen e foi para o espaço ou para o Céu nos anos 2010 e adquiriu marcas e sinais de Chagas em formas de cicatrizes sobrenaturais em sua testa, peito, abdômen, mãos, pernas e pés.
Psicologicamente e Psicanaliticamente o termo ¨não dorme¨ leva a interpretar que ¨você não morre¨ ou ¨que você não deve morrer mais!¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 25 de julho de 2022.
Mattanó denuncia as autoridades que dão ordens para torturar e matar a mim e a minha família por causa de Deus, de alienígenas e de sermos vítimas de tortura, lavagem cerebral, extorsão, vingança, estupro e estupro virtual, curandeirismo, charlatanismo, tentativas de homicídio e de latrocídio, tentativas de chacinas, esfaqueamento, envenenamento, tentativas de lesões corporais e de violência física, despersonalização, assassinatos, privação sensorial, privação de direitos e de deveres, obrigações e privilégios, privação de cidadania, privação de trabalho e de educação, privação de contato afetivo e sexual, inclusive físico, tentativas de causar loucura e delírios, alucinações e alterações do pensamento, hostilidade e pobreza de linguagem, esquizofrenia e psicopatia (como resposta a violência do Governo), privação de ter e desenvolver uma família normal por 48 anos contínuos (desde 1974), desrespeito as liberdades constitucionais de pensamento e de consciência, de patrimônio e de incolumidade, e de saúde e de direito a vida e a igualdade sem ter de sofrer discriminação, violência, crimes de ódio e de intolerância, racismo, tentativas de feminicídio, tortura, despersonalização, lavagem cerebral, ter de se associar e de permanecer associado a um evento ao qual nunca se associou (a lavagem cerebral, tortura, despersonalização, roubo de informações e de dados pessoais, extorsão, vingança, crimes contra a saúde e a vida, loucura, trapaça, tentativas de incêndio, tentativas de chacinas, envenenamento, erro médico, negligência, imprudência, imperícia, charlatanismo e curandeirismo, ¨carta branca para matar do Governo Federal¨ para profissionais da saúde (onde podem já ter feto uso disso contra mim desde 1992 até hoje em 2022 em Hospitais e Clínicas Médicas) e os mass mídias fazem ¨vista grossa¨ e ficam calados só observando a tortura fisiológica e médica, existem mais familiares meus que vem passando por perigos inexplicáveis e até mortes inexplicáveis após cirurgias e ingestão de medicamentos e lhes causando dor e sofrimento, morte e perdas, e até loucura, e depois disto tudo vem autoridade do Governo dizer que minha família é criminosa, mesmo sofrendo lavagem cerebral por mais de 30 anos, estupro virtual por mais de 30 anos e é nomeada de criminosa e o seu destino é o cemitério, deste jeito o Brasil não vai prá frente, até porque esses indivíduos de minha família estão idosos e doentes física e mentalmente e são negligenciados pela saúde deste país para ficarem com mais dificuldades e com mais problemas psíquicos e comportamentais e isto parece ser o lema da Bandeira Nacional para estes Governantes, Ordem e Progresso, matando doentes, idosos, mulheres e crianças, incapazes, vítimas do tráfico e da loucura, da incompetência da saúde e da justiça, da política, matando torturados, que sofrem lavagem cerebral por mais de 30 anos, despersonalizados, humilhados, amedrontados e envergonhados, empobrecidos, ameaçados, perseguidos e violados, violentados, discriminados e vítimas de racismo e de crimes de ódio e intolerância, de ódio e intolerância religiosa, de crimes trabalhistas e econômicos, financeiros (pois nossas economias e finanças são controladas para nos assassinarem), e de crimes de cativeiro e de cárcere privado onde toda a minha família está assim desde 1999 esperando por libertação ou liberdade do que fizeram a partir de 1999 comigo e com minha família aprisionando-nos em nossas moradias e fazendo a gente passar necessidade econômica e social. Em função disto tudo denuncio isto e peço JUSTIÇA!!!!! Minha avó de 100 anos ajudou na 2ª Guerra Mundial servindo ao exército brasileiro, aos pracinhas, e é isto que o Governo oferece para quem defendeu e defende o seu país numa Guerra e depois fica doente?! CADEIA!!!!! JUSTIÇA!!!!!
MATTANÓ
(26/07/2022)
Mattanó aponta que as pesquisas da França apontam que as crianças da nova geração estão apresentando um Q.I. mais baixo que o de seus pais, isto é anormal e muito preocupante, pois retrata uma involução, segundo Mattanó, involução marcada pela tecnologia que substitui o pensamento e o raciocínio, a demora e o tempo que fazem construir ideias e atitudes, comportamentos e decisões, cadeias comportamentais, criatividade, motivação, interesse, habilidade, afetividade, poder, memória, personalidade, sensibilidade e percepção através da exploração do meio ambiente e dos seus objetos por meio das brincadeiras e jogos, com a substituição do lúdico pelo mecânico e automático, automatismos reduzem comportamentos e diminuem as distâncias, criam limites para as crianças que aparecem nos testes de Q.I., aumentando os problemas sociais e religiosos ou espirituais como o aparecimento do desejo de mudar de vida por meio da caridade e do milagre sem um esforço e empreendimento pessoal e familiar nas escolas e no trabalho, nas universidades, na carreira profissional, onde a caridade e o milagre tornam-se medidas involutivas que criam mecanicismo e automatismo, ausência de significado e de sentido, ausência de esforço e de empreendimento pessoal e familiar nas escolas, trabalho e nas universidades, gerando consequências para as próximas gerações através do comportamento e da herança genética e social, como a diminuição do Q.I. das crianças em relação aos seus pais, pois as relações de seus pais e do meio ambiente onde seus pais viveram ensinou e contingenciou o direito a caridade e ao milagre sem um esforço e empreendimento pessoal e familiar como fez e faz o Amor de Deus, toda caridade e milagre na vida do Amor de Deus só é realizada por meio de um esforço e empreendimento gigantescos, tanto pessoal quanto familiar, como a semente que é semeada em solo bom e dá bons frutos gerando evolução, e não o que vem acontecendo com a nova geração, a involução que é também fruto dos pecados do mundo, de cada família diante de Deus e de Seu Amor quando preferem o dinheiro, as riquezas e os tesouros e não a Deus e ao Seu Amor, a Hóstia Viva. Ninguém pede a Deus e ao Seu Amor que lhes deem espíritos impuros, demônios, lepra, paralisia, cegueira, surdez, morte, catástrofes, tragédias, calamidades, horrores, guerras, holocaustos, doenças e pandemias, pobreza e miséria, fome, dinheiro, materialidade, sexo, luxúria, estupro, violência, poder, tesouros, riqueza, 30 moedas de ouro, anticristos, etc., mas, sim, Amor, saúde, Paz e Bem, Salvação, Milagres e Vida Eterna! Dinheiro e riquezas não se pedem, mas se conquistam, toda família já foi pobre e miserável um dia, pense nisto, se você tem o direito de ficar e sonhar com as riquezas e o dinheiro, quem já conquistou tem o direito de permanecer rico, com riquezas e com dinheiro e você não tem o direito de ir roubar esse dinheiro ou riqueza – o dinheiro só se torna problema por causa dos pobres que sonham em roubar e pedir dinheiro e as riquezas, se pobre não se incomodasse e se invejasse com dinheiro e riquezas não haveria roubo e nem violência!
MATTANÓ
(26/07/2022)
A ETERNIDADE E A ANÁLISE DA CRIMINALIDADE SEGUNDO MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que na análise o passado só interessa ao paciente! Pois o paciente é vítima de seu tempo e só depois vítima de sua família! O tempo é governado e contingenciado pela finitude e o outro lado dessa dialética, o da eternidade, é governada e contingenciada pela infinitude. A eternidade promove esperança, milagres e planejamento, liberta o nosso paciente através da sua consciência e até de seus problemas como a criminalidade, enquanto que o tempo promove marcas e transforma em vítima do seu tempo o nosso paciente através do seu comportamento e inconsciente, da sua sociedade e do seu meio ambiente, do seu contexto, da sua linguagem e simbologia, dos seus arquétipos e gestalts, insights, sonhos e desejos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, fantasias, chistes, piadas e humor, caricaturas, charges, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, argumentos, significados e sentidos, conceitos, comportamentos e funcionalidades, estilo de vida, discursos, psicohigiene, ritos e mitos, espiritualidade, relações com o cosmos e o universo, evolução e involução, nutrição, ciclos circadianos, oxigenação, pressão arterial, homeostase, fertilidade, genótipo e fenótipo, personalidade, caráter e temperamento, características filogenéticas, ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida e do universo, história de vida, dinâmica familiar, trabalho, escola, afetividade, musicalidade, alfabetização, semântica, análise da libido, da comunhão e da segurança, da vida anímica, contextualização entrópica e neguentrópica, análise da criminalidade, intervenção e modificação do comportamento, aprendizagem de novo repertório comportamental e solução dos traumas, dificuldades e problemas, inclusive dos crimes do passado, aceitação de si mesmo e de suas novas relações transformadas e transformadoras como um agente de controle, interpretações e conclusões finais!
MATTANÓ
(27/07/2022)
Mattanó aponta que todo homem e toda mulher pode ter apetite sexual compatível com os delírios sexuais, prova disto é a pornografia, a necessidade e o uso da pornografia para satisfação pessoal, matrimonial, grupal, trabalhista, profissional e religiosa ou espiritual e até cósmica através das contingências do universo, e animal ou instintiva alimentada pela satisfação descarregada na vida animal, selvagem e instintiva, portanto leis que privam o pensamento e a consciência, o mundo encoberto e o mundo virtual, o conhecimento do Homo Sapiens podem estar causando injustiças pois o Homo Sapiens comete crimes no seu mundo encoberto, no seu mundo virtual e do conhecimento através do seu apetite sexual que é comparável aos delírios e aos delírios sexuais, causando uma outra forma de lavagem cerebral, tortura e violência por meio deste tipo de investigação e abordagem policial e judiciária, que podem gerar diversos problemas bio-psico-sociais, como diabetes mielitus, perda de dentes, obesidade, difamação, perseguição, rixa, perda econômica e financeira, perda de patrimônio, violência moral e sexual, transtornos mentais como esquizofrenia, depressão, pânico, ansiedade, sexuais, pedofilia, guerras, conflitos, movimentos e protestos, pobreza e miséria, problemas políticos e administrativos, problemas trabalhistas e com o sistema de saúde e com o governo, problemas com o direito a informação e a comunicação, com a liberdade, a locomoção, a justiça, a cidadania, problemas com a visão e a audição, problemas hepáticos, surtos psicóticos, esfaqueamentos, espancamentos, envenenamentos, tentativas de homicídio, de latrocídio e de chacinas, de roubo, de terrorismo, de furto, de trapaça, de falsidade ideológica, de relações com os Bancos e a sua segurança, com a sua intimidade e privacidade, com sigilos e segredos, com a ética, com a moral, com o bem-estar e com o bem-estar familiar, com os doentes e com os idosos, com os incapazes, com os loucos, com os aposentados, com os reservistas do serviço militar, para o abordado e sua família, inclusive para a sociedade e o resto do país e todo o mundo.
MATTANÓ
(28/07/2022)
CARTA PELA JUSTIÇA E PELA DEMOCRACIA BRASILEIRA (2022):
Mattanó aponta que quem foi falso comigo a partir de 1999 inventando um nome para um paranormal invasor de minha mente desde 1989 na UEL criando ódio e violência em mim e contra a UEL, o curso de Psicologia, e o docente R.J.F. praticou o crime de falsidade ideológica e invasão de intimidade e da privacidade para provocar um dano moral que repercutiu em denuncias minhas no Judiciário calcadas nestas informações de prováveis estelionatários e falsários, de gente falsa ideologicamente, que queria provocar confusão e rixa e não informação e comunicação que é o Direito, Dever, Obrigação e Privilégio de todos e das autoridades, inclusive daqueles que se aproveitaram disto para tentarem me encarcerar e a minha família com base em falsidade ideológica, estelionato e fraude, talvez fraude processual, pois o processo foi construído a partir de uma fraude na informação e na comunicação por meio de lascívia, abuso e exploração sexual e moral, abuso de incapaz, tortura, lavagem cerebral, despersonalização, extorsão, vingança e estupro virtual, além de envenenamento, esfaqueamento e espancamento daquele que fez a denúncia para a Justiça! Até hoje não pude conversar com advogado(a) algum(a)! Portanto quem inventa algo para conseguir uma declaração que repercuta algum bem jurídico e penal por meio falso e lascívia pode estar praticando falsidade ideológica, fraude e estelionato, e até abuso e exploração sexual, violência sexual e moral em função da lascívia! Isto aconteceu comigo desde 1988 na UEL/HURNPr quando tentavam me incriminar usando argumentos que violavam minha intimidade e privacidade moral e sexual, física e psicológica, por exemplo, quando me perguntavam quantos anos eu tinha e eu respondia que tinha 15 anos no HURNPr! Estavam preparando algo para mim, estavam me investigando e observando meu comportamento manifesto e encoberto de forma ilícita, corrupta, violenta e sexual, estavam me estuprando, pois eu trabalhava no setor de tratamento e internamento de aidéticos da HURNPr recém-inaugurado em 1988 e eu pensava muito, muito mesmo em sexo e em AIDS, em contaminação e em prevenção, eu tinha medo daquele lugar e me exploraram e depois continuaram na UEL, na CRH/UEL jogando meus documentos no lixo e falando que era assim mesmo o certo a fazer, e que eu não poderia fazer nada! Um jovem de 15 anos não pode trabalhar no HURNPr, pois é crime e eu não sabia e nunca me indenizaram e nem se preocuparam em registrar isto na minha Carteira de Trabalho que eu levei uma 3 ou 4 vezes para a CRH para registrarem os dias que eu trabalhei no HURNPr e nunca registraram, foram omissos, negligentes e falsos ideologicamente, me prejudicaram e a minha família inteira, mudaram o meu destino e o de toda a minha vida e de toda a minha família, cidade, país e resto do mundo, espero que não tenham mudado o significado e o sentido de JUSTIÇA para a Justiça brasileira e nem o de DEMOCRACIA para as autoridades brasileiras!
MATTANÓ
(28/07/2022)
DENÚNCIA DE ATAQUE CONTRA A DEMOCRACIA E A JUSTIÇA SOCIAL (2022):
Mattanó testemunha que no concurso para auxiliar administrativo da UEL ele não sabia datilografia, e que em 1989 na CEC a secretária Aparecida Sturion e eu escutava um pensamento assim ¨fica quieta, deixa ele trabalhar¨ quando ela me perguntava seu eu sabia ou não sabia datilografar, isso aconteceu várias vezes até 1990, em 1994 aconteceu no CLCH/LET uma docente me perguntou se eu sabia datilografia e eu disse que não e ela fechou a cara, e em 1997 no CLCH/CDPH a docente Rosemary de Castro Angelini me perguntou se eu sabia datilografia e eu disse que não e então ela disse que isso não era certo, e então ouvi uma voz masculina ¨deixa ele¨, também entre 1992 e 1994 conversando com o ex-secretário do departamento do CLCH/LET o Luís que tinha uma escola de datilografia e estudava Direito na UEL, ele me perguntou se eu sabia datilografia e eu disse que não, ele balançou a cabeça e murmurou e nada disse, talvez disse depois disso ¨isso não¨! JUSTIÇA!!!!! NÃO ME DERAM DIREITO DE RESPOSTA E DE DEFESA LEGÍTIMA, SÓ ME FIZERAM ACUSAR DESDE 1999 COM OS MASS MÍDIAS E A REALIDADE VIRTUAL DAS AUTORIDADES – ISSO NÃO É JUSTIÇA!!!!! Eu fiquei sem oxigênio no Hospital Psiquiátrico Shangri-la antes de começar a fazer as denúncias e ninguém me avisou isso claramente e nem até agora, escondem isso, ESTÃO TENTANDO ME MATAR E A MINHA FAMÍLIA – NINGUÉM TEM CONDIÇÕES DE DENUNCIAR COISA ALGUMA E DE SER INVESTIGADO VIRTUALMENTE COMO CÉREBRO ALTERADO, MEDICADO ERRADAMENTE, VIOLENTADO E COM EPISÓDIOS DE ESTUPRO VIRTUAL E DE SEM OXIGENAÇÃO QUE CAUSAM SAQUELAS E LESÕES NO CÉREBRO, EU COMEÇEI A TOMAR UM MONTE DE REMÉDIOS PARA O MEU CÉREBRO DEPOIS DESSE EPISÓDIO DE TENTATIVA DE HOMICÍDIO QUE EU SOFRI NO HOSPITAL PSIQUIATRICO SHANGRI-LA EM 1999 ONDE EU TAMBÉM FIQUEI SEQUESTRADO E EM CÁRCERE PRIVADO POR 3 DIAS MEDIANTE ERRO CLÍNICO, AUSÊNCIA DE DIAGNÓSTICO E DE ATENDIMENTO, MAUS-TRATOS, TENTATIVA DE HOMICÍCIO, TENTATIVA DE ESTUPRO, VIOLÊNCIA, TORTURA, EXTORSÃO, VINGANÇA E LAVAGEM CEREBRAL. Se o PCC argumentar que é empresa ou conseguir se transformar em empresa como a Rede Globo de Televisão daí que não existe mais Justiça no Brasil!
MATTANÓ
(29/07/2022)
CAMPO HARMÔNICO ALEATÓRIO (2022):
Mattanó aponta que podemos criar um Campo Harmônico Aleatório para a Teoria Musical de Mattanó onde as contingências e regras da música são outras, são aleatórias e intermitentes, são variáveis e incompletas, preenchidas e completadas pelo significado e pelo sentido que a música proporciona no ouvinte e no músico. É, pois, o significado e o sentido da música nesta Nova Teoria Musical que constrói a sensação e a percepção do músico e do ouvinte, inclusive o seu contexto, conceito, comportamento, funcionalidade, simbologia, inconsciente, linguagem, Gestalt e insight, topografia, desejo e desejo de dormir, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, vida anímica, arquétipos, fantasias, chistes, piadas e humor, caricaturas, charges, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, argumentos, estilo de vida, discursos, psicohigiene, ritos e mitos, espiritualidade, relações com o cosmos e o universo, evolução e involução, nutrição, ciclos circadianos, oxigenação, pressão arterial, homeostase, fertilidade, genótipo e fenótipo, personalidade, caráter e temperamento, características filogenéticas, ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida e do universo, história de vida, dinâmica familiar, trabalho, escola, afetividade, musicalidade, alfabetização, semântica, análise da libido, da comunhão e da segurança, da consciência, da atenção e da intenção, da eternidade e do tempo, contextualização entrópica e neguentrópica, análise da criminalidade, intervenção e modificação do comportamento, aprendizagem de novo repertório comportamental e solução dos traumas, dificuldades e problemas, inclusive dos crimes do passado, aceitação de si mesmo e de suas novas relações transformadas e transformadoras como um agente de controle, interpretações e conclusões finais, de forma independente as regras da Teoria Musical e do Campo Harmônico já existentes, fazendo um trabalho de inclusão musical e social através da Música onde a pobreza e a miséria musical passa a ter um significado e um sentido para o músico e para o ouvinte, inclusive para o empresário e para as gravadoras e para aqueles que tem Amor pelo próximo como a si mesmo e por Deus sobre todas as coisas, pois é o próprio Deus quem escreve isto!
MATTANÓ
(31/07/2022)
Mattanó aponta que o papel da psique é o de economizar libido! E também economizar a energia da comunhão e da segurança! Mas não é isto o que acontece na lavagem cerebral, na telepatia, no mundo virtual, na transmissão de conhecimento pelo pensamento, pois ocorrem outros eventos, como a extorsão, a vingança, o estupro virtual, a tortura, a despersonalização! O indivíduo substitui a pulsão de vida pela pulsão de morte para se adaptar e sem comportar, ocasionando o fenômeno da involução com o desperdício da libido, da comunhão e da segurança, gerando loucura e sofrimento mental se o indivíduo tiver repertório comportamental para discriminar as contingências ambientais que incluem a psique e o inconsciente!
MATTANÓ
(01/08/2022)
Mattanó aponta que a substituição no apetite sexual, no desejo sexual, é nada menos do que o efeito do condicionamento que leva a substituir o desejo sexual pela fome ou pelo trabalho, ou pela educação, ou pela leitura, ou pelo esporte, ou por outro comportamento que foi num dado momento emparelhado com o desejo sexual e o seu apetite sexual criando o condicionamento, que por sua vez pode causar a equivalência de estímulos após o condicionamento, com o evento da simetria entre os estímulos condicionador e condicionado, e finalmente o evento da transitividade entre os estímulos do contexto. A equivalência de estímulos trata-se de uma forma mais complexa de condicionamento, de condicionamento encoberto ou de condicionamento privado!
MATTANÓ
(01/08/2022)
Mattanó testemunha que já testemunhou o conhecimento através do pensamento telepático com a Globonews que os funcionários da Rede Globo de Televisão pagam, cada um, cerca de 1 milhão de reais para o tráfico de drogas para me perseguirem e me assassinarem e a minha família, também já testemunhei apresentadora do Bom Dia Brasil com o conhecimento de que se fosse preciso matar a Ministra Carmen Lúcia do STF (Supremo Tribunal Federal) a Rede Globo de Televisão mataria pois a mando ou defesa do Presidente da República que é o homem e político mais poderoso e importante do país tudo é possível, e num programa da Globonews testemunhei outra jornalista e apresentadora de telejornal com o mesmo conhecimento de que mataria até Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), pois o Presidente da República é o homem mais poderoso do país. Mas Osny Mattanó Júnior já contestou este tipo de pedido ou ordem do Presidente da República ou de seus Ministros como o Ministro da Saúde, o Pazzuelo, que me pediu para aceitar suas ordens e medidas de intervenção, mas eu contestei e acertei, não fui preso e nem internado pois isso era crime, vários crimes já denunciados por mim, inclusive de desacato a autoridade e a sentença judicial que eu venho lutando a vários anos desde 1994, 1995 e a Rede Globo de Televisão não acata a autoridade judicial que julgou este caso em 2003/2004 e nem tampouco a sentença judicial que é válida para os mass mídias e toda a sociedade brasileira também, inclusive os atletas e políticos que ficam me cercando e me ameaçando e a minha família como o prefeito de Londrina Marcelo Belinati que ganhou a eleição faltando com a sentença judicial e a coisa julgada, afirmando que eu era bandido e corrupto, ou coisa assim, e outros políticos como o Dória que deu ordens para invadir minha intimidade e privacidade, me investigar e talvez me matar por causa de meus problemas de saúde mental no enterro do ex-prefeito de São Paulo em Santos, desacatando a sentença judicial e a coisa julgada, e o prefeito do Rio de Janeiro que já ameaçou minha mãe quando ele ganhou as eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro, o Eduardo Paes e sua filha que me estuprou virtualmente com o pensamento de ¨passar a mão em sua vagina¨. Outra briga que foi desacato a coisa julgada foi a punição pela minha intimidade e privacidade no dia do jogo de futebol entre Brasil e Argentina que não foi realizado por que jogadores da Argentina estavam irregulares, tentaram jogar cães em mim, minha mãe e minha avó, o Ministro Fux do STF, disse que foi a Polinter quem julgou e mandou soltar os cães em doentes, incapazes e idosos por causa de doença julgada e protegida por leis nacionais e internacionais, e agora aparece minha família com um Hot valer nas mãos de quem segundo testemunho quer me assassinar e falta com a verdade com informações de que eu já a estuprei, e ela e seus pais já tentaram me matar e incendiar com o carro num carro e a minha mãe noutro incêndio em outro carro em associação com o tráfico de drogas em Santa Catarina, o pai desse jovem é policial, é FBI e pode estar tentando matar toda a minha família, pois onde existe FBI, Polinter, Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Interpol, Forças Armadas, etc., com minha família existe grande ou exagerado perigo de morte, incêndio, acidente, tragédia, chacina, tiroteio, envenenamento, esfaqueamento, espancamento, briga, rixa, tráfico de drogas, tráfico de escravos, escravidão, prostituição, estupro e estupro virtual, extorsão e vingança, loucura e falsidade ideológica, erro médico, hospitalar e psicológico com a intenção de provocar a morte dos pacientes de minha família, negligência, omissão, imprudência, favorecimento, corrupção ativa e corrupção passiva, assassinatos, latrocídios, sequestros, tortura, lavagem cerebral, desemprego, isolamento social, cárcere privado, maus-tratos, discriminação, crimes de racismo, de ódio e de intolerância, crimes religiosos, crimes sexuais, lascívia, crimes trabalhistas, perturbação da paz e da ordem, perturbação do sossego, guerras e conflitos, desonestidade, estelionato, crimes financeiros e bancários, crimes políticos, crimes hediondos. Cabe a Justiça impor autoridade e respeito, moralidade e seguimento das leis, inclusive da sentença judicial e da coisa julgada que a Rede Globo de Televisão e a Canção Nova insistem em desacatar impedindo a Democracia e a cidadania, a justiça social.
MATTANÓ
(01/08/2022)
Mattanó aponta que nós pensamos erradamente justamente para nos lembrarmos de que temos que pensar da forma correta! Por isso leis e punições para o mundo encoberto e privado, para o conhecimento e para o mundo virtual, para a telepatia tornam-se abusivas e ao meu ver um erro da humanidade, pois o cérebro erra e fica doente como qualquer outra parte do nosso corpo, como as nossas mãos e pés ou nossos olhos e nossa voz ou nosso visual, não temos controle absoluto sobre tudo isto, sobre o corpo humano e nem sobre qualquer parte do corpo humano, nem mesmo sobre os pêlos e cabelos ou unhas, ou sobre a pele e a reprodução, como poderíamos ter controle sobre e mente e o cérebro que controlam tudo isto direta ou indiretamente?!
MATTANÓ
(02/08/2022)
Mattanó aponta que o indivíduo que é homem ou é mulher lida com o homossexualismo com o lúdico ou com o trabalho quando ele é homem ou é mulher, pois nunca deixa de ser um homem ou uma mulher, este é o papel da identidade sexual, do papel sexual e da orientação sexual. A identidade sexual assegura a masculinidade ou a feminilidade. O papel sexual assegura a dramatização, o lúdico e o trabalho. E a orientação sexual assegura o retorno a identidade sexual num ciclo mítico e ritualístico, segundo Mattanó.
MATTANÓ
(02/08/2022)
Mattanó aponta que o religioso ou a religiosa se casa com Deus e o Seu Amor como se comesse um pedaço de Pão descido do Céu e bebesse de uma taça de Vinho também descida do Céu, ou seja, esse casamento ou matrimônio é feito através da Comunhão.
MATTANÓ
(02/08/2022)
MENSAGEM DE 01 DE AGOSTO DE 2022 DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM LONDRINA/BRASIL:
¨A gente não precisa de julgamento para sermos salvos, mas de um encontro com Deus, pois somos como os animais.¨
INTERPRETAÇÃO:
A mensagem da Rainha do Amor para o Seu Amor diz sobre as Visões do Amor em sua infância na casa da rua Cuiabá com Amapá, onde testemunhou desenhos como alguns filmes onde havia animais numa floresta correndo desesperadamente em direção a ele (o Amor) que era criança e nada entendia, cabendo agora o discernimento de que para sermos salvos basta apenas corrermos ou irmos para o encontro de Deus ou do Seu Amor, como os animais das Visões do Amor em sua direção, onde não havia julgamento para que houvesse a Salvação, mas apenas o Amor de Deus. O Amor de Deus esclarece que somos todos animais no Universo, inclusive Deus e o Seu Amor.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 02 de agosto de 2022.
MENSAGEM DE 02 DE AGOSTO DE 2022 DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM LONDRINA/BRASIL:
¨Deus usa a Palavra e as Leis como arma e não o revólver para resolver os seus problemas! Por isso o Amor é a Voz de Deus!¨
INTERPRETAÇÃO
A mensagem da Rainha do Amor mostra que Deus usa a Palavra e as Leis para resolver seus problemas e não as armas como o revólver, isso já acontecia com o Amor e sua Família desde criança, onde a Voz de Deus no Amor salvou essa Família de vários crimes com uma arma ou um revólver, esta mensagem é uma mensagem sobre Maomé também, mostrando que agora Deus está resolvendo os problemas dos islâmicos com a Palavra e as Leis e não com as armas, a violência, as bombas e o terror, ou seja, esta resolvendo os problemas dos islâmicos com Amor, Amor de Deus.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 02 de agosto de 2022.
Mattanó testemunha que ouvir canções com abordam crimes ou eventos criminosos, segundo alguma ideologia de forma legítima e mercadológica, por meio do consumo de bens e serviços, e não por meio do crime, nunca se transforma em crime, pois é a mesma coisa que assistir televisão e programas policiais que abordam crimes e criminosos, segundo alguma ideologia, de forma legítima e mercadológica, por meio de bens e serviços, e não por meio do crime, pois é a mesma coisa que ler jornais ou assistir a filmes nos cinemas que abordam crimes e criminosos, segundo alguma ideologia, de forma legítima e mercadológica, por meio de bens e serviços, e não por meio do crime! E se a sua ideologia não é criminosa, ou seja, é lícita e legítima fique tranquilo, não há crime, pois o crime é daquele que ameaça o seu direito e a sua liberdade de consumo e de pensamento, consciência e de direito a educação e ao trabalho, tentando causar dano a sua incolumidade e ao seu patrimônio, que é a sua vida, a sua liberdade, a sua consciência, o seu pensamento e a sua saúde, ou seja, a sua cidadania, e a Democracia.
MATTANÓ
(04/08/2022)
Para a Psicanálise do Amor compreendemos que Hans discorre sobre uma distorção de uma fantasia de fuga, na qual finalmente diz: ¨Nós dois só fomos embora no segundo trem.¨ E que essa fantasia relaciona-se com a qual demoramos muito a pôr nossas roupas na estação em Gmunden, onde o trem os levou. O trem realiza a fantasia de fuga, e ¨demorar muito para pôr as nossas roupas¨ realiza o comportamento de ir embora, pois é uma preparação para este comportamento. Para estudarmos esta passagem necessitamos compreender os significados e os sentidos da fala de Hans e saber interpretá-los como conceito, contexto e comportamentos, com uma funcionalidade, como inconsciente de uma criança em crescimento, amadurecimento e desenvolvimento, onde não existe malícia e nem maldade, pois não possui repertório comportamental e nem se desenvolveu para poder compreender estes conceitos e comportamentos, até mesmo em seu inconsciente que necessita passar pela fase genital onde conhece o amor pelo outro ou pelo objeto fora do seu corpo e pode começar a compreender a malícia e a maldade, inclusive a moral autônoma que é a moral adulta. Da mesma forma o pequeno Hans ainda não adquiriu a malícia e a maldade para compreender os eventos do meio ambiente segundo estas perspectivas, assim seu comportamento, conhecimento, cultura, consciência e realidade são ingênuos e puros, marcados somente pelos traumas sexuais que viveu e que desenvolveu, formando representações que chamamos de significados, sentidos, conceitos, comportamentos, contextos, funcionalidades, cognição e inteligência, percepção, discriminação, atenção, imitação e controle, regras, literalidade, razões e formas de controle, linguagem, topografia virtual acústica e visual, simulação da realidade estática e em movimento, hipóteses e deduções, relações sociais, gestalts e insights, desenvolvimento da organização da percepção consciente, equivalências de estímulos, quadros relacionais, recuperações espontâneas e inclusões de classes que vão se desenvolvendo conforme o desenvolvimento cognitivo e comportamental do indivíduo, de tal forma a desenvolver a interconectividade cerebral e corporal que existe no corpo e no cérebro em função do seu comportamento, inteligência ou cognição e inconsciente, estes eventos marcam o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que substitui a realidade operante pela de singificados e sentidos produzidos pelo mundo e pela realidade virtuais, que acaba prevalecendo sobre a outra, por mais funcional e produzir melhores resultados para a adaptação do indivíduo ao meio ambiente.
MATTANÓ
(29/04/2026)
‘De tarde, em frente da casa, Hans correu subitamente para casa, quando uma carruagem com dois cavalos vinha vindo. Eu não conseguia ver nada de inusitado na cena, e perguntei-lhe o que estava errado. “Os cavalos estão tão orgulhosos”, disse ele, “que eu tenho medo de que eles caiam.” (O cocheiro estava conduzindo os cavalos com firmeza, de modo que eles estavam trotando com passadas curtas e mantendo suas cabeças erguidas. De fato a ação deles era “orgulhosa”.)
‘Perguntei-lhe quem é que era realmente tão orgulhoso.
‘Ele: “É você, quando eu venho para a cama com mamãe.”
‘Eu: “De modo que você quer que eu caia?”
’Hans: “Sim. Você teria que estar nu” (significando “descalço”, como Fritzl estava) “e ferir-se contra uma pedra e sangrar, e então eu poderei ficar sozinho com a mamãe um pouquinho pelo menos. Quando você voltar ao nosso apartamento eu poderei fugir rápido para que você não veja.”
‘Eu: “Você se lembra quem foi que se feriu contra a pedra?”
‘Hans: “Sim, foi Fritzl.”
‘Eu: “Quando Fritzl caiu, o que foi que você pensou?”
‘Ele: “Que você devia bater na pedra e cair.”
‘Eu: “Então você gostaria de ir ficar com a mamãe?”
‘Ele: “Sim.”
‘Eu: “A respeito de que eu realmente repreendo você?”
‘Ele: “Não sei.”(!!)
‘Eu: “Por quê?”
‘Ele: “Porque você está zangado.”
‘Eu: “Mas isso não é verdade.”
‘Hans: “Sim, é verdade. Você está zangado. Eu sei que você está. Isso tem que ser verdade.”
‘Evidentemente, portanto, minha explicação de que só os menininhos vão para a cama
com suas mamães e que os meninos grandes dormem nas suas próprias camas não o tinha impressionado muito.
‘Suspeito que seu desejo de “importunar” o cavalo, isto é, de bater e gritar com ele, não se aplica à sua mãe, como ele declarou, mas a mim. Não há dúvida de que ele só a colocou na frente porque não queria admitir a alternativa para mim. Nos últimos dias ele tem estado particularmente afetuoso comigo.’
Falando com o ar de superioridade que é tão facilmente adquirido depois do acontecimento, podemos corrigir o pai de Hans, e explicar que o desejo do menino de ‘importunar’ o cavalo tinha dois constituintes; era composto de um desejo sádico obscuro por sua mãe e de um claro impulso de vingança contra seu pai. O último não podia ser reproduzido até que o ângulo do precedente viesse a emergir, ligado ao complexo da gravidez. No processo da formação de uma fobia pelos pensamentos inconscientes que a fundamentam, tem lugar a condensação; e por essa razão o curso da análise nunca pode seguir o do desenvolvimento da neurose.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o desejo do menino de importunar o cavalo tinha dois constituintes; era composto de um desejo sádico obscuro por sua mãe e de um claro impulso de vingança contra seu pai. O último não podia ser reproduzido até que o ângulo do precedente viesse a emergir, ligado ao complexo da gravidez. No processo de uma fobia pelos pensamentos inconscientes que a fundamentam, tem lugar a condensação; e por essa razão o curso da análise nunca pode seguir o do desenvolvimento da neurose.
Mattanó aponta que o desejo do menino de importunar o cavalo tinha dois constituintes; era composto de um desejo sádico obscuro por sua mãe e de um claro impulso de vingança contra seu pai. O último não podia ser reproduzido até que o ângulo do precedente viesse a emergir, ligado ao complexo da gravidez, e também a eclosão do complexo de Édipo que usa a gravidez como motivo inconsciente para se manifestar e se satisfazer inconscientemente como desejo. No processo de uma fobia pelos pensamentos inconscientes que a fundamentam, tem lugar a condensação; e por essa razão o curso da análise nunca pode seguir o do desenvolvimento da neurose. Isto, pois, a condensação fundamenta os pensamentos inconscientes que por sua vez constroem a fobia, contudo o curso da análise nunca pode seguir o do desenvolvimento da neurose ou da fobia, mas, sim, deve trabalhar para ajudar o paciente a adquirir repertório comportamental e insights, para poder discriminar seus comportamentos e seu inconsciente, seus significados e seus sentidos, seus conceitos, e contextos, funcionalidades, simbologias, linguagens, arquétipos, desejos e sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, vida anímica, chistes, fantasias, piadas e humor, caricaturas, charges, atos ilocucionários e atos perlocucionários, pressupostos e subentendidos, argumentos, coerência e incoerência, semântica, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, gestalts e insights, topografia, percepção e sistema sensorial, ciclos circadianos, nutrição, genótipo e fenótipo, homeostase, pressão arterial, oxigenação, temperatura corporal, fertilidade, evolução e involução, capacidade de ressignificação e de atribuir um novo sentido aos eventos e objetos de sua vida e relações, quociente intelectual (Q.I.), personalidade, caráter e temperamento, e nos autoexames de câncer de mama feminino, de câncer de boca, de câncer de próstata, de câncer de testículo, de câncer de mama masculino, de câncer de pele, de câncer de garganta e no autoexame de vista, conclusões e interpretações finais.
MATTANÓ
(06/08/2022)
Mattanó denuncia os atletas do Brasil que o acusam de ter telepatia sem terem como comprovar este comportamento, pois não existem provas clínicas e nem laboratoriais ou genéticas e morfológicas, anatômicas e fisiológicas de que eu possuo esse comportamento, e os atletas sabem muito bem que quando um atleta está com dor num membro ele deve fazer exames em laboratórios sofisticados para detectar o local e a origem desse problema, pois, bem, eu já fiz esses exames e inclusive o de DNA e não se comprovou nada, ou seja, não existe coisa alguma diferente que possa estar associada ou indicando o comportamento de telepatia ou de mundo virtual, é assim também no caso do novo coronavírus de 2019, se o paciente apenas relata seus sintomas e o médico não realiza exames com aparelhos e instrumentos laboratoriais para comprovar a doença viral tudo fica sem sentido e impossível de se comprovar, vira curandeirismo e charlatanismo, vira dar remédio errado para doença não identificada cientificamente, ou seja, ¨tampar o Sol com peneira!¨ Crime contra a vida e a saúde minha, de minha família e de milhões de brasileiros e brasileiras e talvez de estrangeiros e do restante do mundo inteiro, crime de falsidade ideológica, curandeirismo e charlatanismo, periclitação da vida e da saúde, discriminação, perseguição, ódio e intolerância, e lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual, significa trapaça nos jogos e nos campeonatos brasileiros e internacionais, nas Copas do Mundo, na Fórmula 1 e nas Olimpíadas, nos torneios de tênis, etc.!
MATTANÓ
(06/08/2022)
Mattanó aponta que a equivalência de estímulos não faz a substituição do estímulo, mas, sim, a equivalência do estímulo, onde ocorre o evento de reflexividade, simetria e transitividade e permanecendo as propriedades dos estímulos em equivalência de estímulos, seja na reflexividade, na simetria ou na transitividade. As propriedades dos estímulos são sua cor, brilho, intensidade, magnitude, topografia, tato, olfato.
MATTANÓ
(08/08/2022)
A FÍSICA E A FÍSICA CRISTÃ DE MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que o Paraíso é invisível e os extraterrestres também ficam invisíveis, assim como o Paraíso, então o visível como o invisível são apenas fenômenos da Física.
Que os buracos negros possam ser uma espécie de estrutura desintegradora de massa e matéria espacial e que eles levem esse lixo espacial para o atemporal e para onde não há espaço, nem passado e nem futuro, diferentemente dos buracos de minhoca que levam para o passado ou para o futuro e para viagens no tempo e no espaço.
Que possam existir estruturas no espaço que gerem ou criem outras estruturas no espaço através da criação de novas estruturas no cosmos indo além dos buracos de minhoca e dos buracos negros.
Que descobrir o Paraíso, mesmo que invisível e a três passos de nós, do mesmo jeito que descobrir os poderes do espaço e o poder de se esconder no mundo invisível ou mesmo no mundo da luz é tarefa da Ciência e da Física, da Física Cristã estudar, uma nova disciplina que estuda o mundo espiritual e o mundo físico.
MATTANÓ
(08/08/2022)
A BIOLOGIA CRISTÃ DE MATTANÓ (2022):
A Biologia Cristã de Mattanó estuda o Animal venerado na figura dos Santos e das Santas e de Deus e do Seu Amor que é incompreendido pelos outros também animais que têm sua doce alma e comportamento instintivo, alguns são como o próprio Cristo e se matam para deixarem sua mensagem, sua informação genética ou evangélica para as próximas gerações. Cristo deixou sua informação ou mensagem evangélica. Mas esse comportamento é naturalístico, pois existem animais ou insetos que matam a si mesmos para transmitirem sua informação genética, como as viúvas negras, insetos, aranhas que se matam após transmitirem sua informação genética. É papel da Biologia Cristã estudar estas relações entre Deus e os animais, insetos, aves, peixes, animais pré-históricos, extraterrestres, moluscos, plantas e árvores, biomas, vírus, estruturas unicelulares, planárias, epidemias e pandemias e a Sagrada Escritura numa abordagem Biológica e Cristã, voltada para Deus e o Seu Amor.
MATTANÓ
(08/08/2022)
Mattanó aponta que o holofote da consciência no nosso inconsciente e no nosso mapa cognitivo caminha segundo suas contingências e ajuda a regular a percepção e o sistema sensorial, os ciclos circadianos, a nutrição, o genótipo e o fenótipo, a homeostase, a pressão arterial, a oxigenação, a temperatura corporal, a fertilidade, a evolução e a involução, que tem suas contingências ocorrendo paralelamente às contingências da consciência que desnudam o trabalho psíquico de elaboração do conteúdo inconsciente, ou seja, de dar significado e de dar sentido aos objetos e as representações do meio ambiente.
MATTANÓ
(08/08/2022)
Mattanó aponta que as contingências sociais e individuais variam conforme o seu poder de convencimento.
MATTANÓ
(10/08/2022)
Mattanó aponta que o matrimônio é o local legítimo para a neurose do casal, que inclui a família, os filhos e filhas e seus problemas no desenvolvimento que são justamente denuncia da neurose do casal, pois é o casal o responsável pelas crianças, pelo cuidado, pela criação, pela liberdade, pela educação, pelas escolhas e pela segurança das crianças. Esta neurose do casal pode se manifestar ativa ou passivamente, dependendo da catexia e do contexto, da realidade e do prazer escolhidos e desejados, muitas vezes para que sejam superados, pois as crianças e os casais constroem suas relações na superação.
MATTANÓ
(10/08/2022)
Mattanó aponta que um contexto condicionado passa a entrar em extinção com o trabalho de extinção comportamental que causa agressividade, hostilidade, alterações comportamentais e recuperação espontânea, por vezes, que tornam a extinção um evento difícil de se concretizar, ainda mais quando ela é de um contexto de telepatia, posição e ângulo comportamental e de dor, pois o comportamento encoberto é mais difícil de ser extinto, já que temos que extinguir o comportamento manifesto junto com o comportamento telepático, a telepatia, a posição, o ângulo comportamental e a dor, e o comportamento encoberto que fica exposto com o evento telepático tornando a extinção mais difícil e resistente, tornando a recuperação do comportamento aumentada, deste jeito temos que extinguir dois comportamentos que usam um mesmo meio em comum, o telepático, para dominar o meio ambiente e realizar a adaptação do indivíduo ao meio ambiente, havendo outros eventos como a equivalência de estímulos que aumenta a variabilidade de respostas para a dor e a telepatia, que nomeamos, agora, os problemas a serem extintos, assim as relações entre o comportamento manifesto e o comportamento telepático, a telepatia, a posição, o ângulo comportamental e a dor, e o comportamento encoberto adquirem uma imensa variabilidade de conexões ou associações encobertas, privadas, que vão construindo uma rede de informações e de comportamentos encobertos, privados que podem se tornar em manifestos ou públicos através dos eventos da reflexividade, da simetria e da transitividade, mostrando que a dor e a telepatia navegam nessa rede de informações de forma encoberta ou privada segundo leis comportamentais do condicionamento e da equivalência da estímulos, ou seja, da aprendizagem, revelando ser muito difícil extinguir a dor e a telepatia ativa e passiva.
MATTANÓ
(10/08/2022)
Mattanó aponta que do mesmo jeito que existe a auto-atualização e auto-realização pode existir o desenvolvimento de habilidades raras, tanto comportamentais quanto psíquicas como as habilidades, interesses, motivações, afetividade, inteligência, personalidade, psicomotricidade, comportamento, motricidade, significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, simbologias, linguagens, arquétipos, desejos e sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, vida anímica, chistes, fantasias, piadas e humor, caricaturas, charges, atos ilocucionários e atos perlocucionários, pressupostos e subentendidos, argumentos, coerência e incoerência, semântica, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, gestalts e insights, topografia, percepção e sistema sensorial, ciclos circadianos, nutrição, genótipo e fenótipo, homeostase, pressão arterial, oxigenação, temperatura corporal, fertilidade, evolução e involução, capacidade de ressignificação e de atribuir um novo sentido aos eventos e objetos de sua vida e relações, quociente intelectual (Q.I.), personalidade, caráter e temperamento, e nos autoexames de câncer de mama feminino, de câncer de boca, de câncer de próstata, de câncer de testículo, de câncer de mama masculino, de câncer de pele, de câncer de garganta e no autoexame de vista, conclusões e interpretações finais.
MATTANÓ
(11/08/2022)
Mattanó aponta que não existe Democracia onde existe este tipo de Justiça Virtual que tira a liberdade através da telepatia e do conhecimento construídos, na extorsão, na vingança e no estupro virtual. Sem liberdade não existe Democracia!
MATTANÓ
(11/08/2022)
A TRASMISSÃO GENÉTICA SEGUNDO MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que a telepatia pode ser fruto da hipercomplexificação cerebral do Homo Sapiens, fruto da sua adaptação e para a sua adaptação e reprodução, luta contra os predadores e contra as adversidades do meio ambiente, pois o cérebro é o agente da Evolução e, portanto da telepatia e das suas consequências e estímulos bio-psico-sociais, o cérebro controla o organismo e a sua entropia e neguentropia, ou seja, a sua organização e reorganização diante do meio ambiente para fins de sobrevivência, adaptação e reprodução, transmissão de sua informação genética.
A transmissão da informação genética segundo Mattanó decorre do seu genótipo que se espalha numa Árvore Genealógica e é esta Árvore Genealógica a responsável pelos grupos de transmissão da informação genética segundo sua variabilidade e variabilidade fenotípica, pois um indivíduo possui a informação genética de muitos outros indivíduos da mesma Árvore Genealógica e é assim que ocorre a transmissão dessa informação genética, indo além da reprodução sexual, mas para a reprodução genealógica, que usa diferentes fenótipos para transmitir genótipos idênticos entre indivíduos diferentes e até que não se acasalam ou não são reprodutores, são celibatários, ficaram estéreis, ou mesmo, já faleceram.
MATTANÓ
(11/08/2022)
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 11 DE AGOSTO DE 2022 ÀS 6H30-6H54 EM LONDRINA/BRASIL:
¨A vida e o comportamento dos seres vivos no universo é igual a dos seres vivos da Terra. Os seres vivos no universo vivem na natureza, nas condições que a natureza oferece e se adaptam a elas, extraindo o que for necessário para sua sobrevivência em meio a sujeira, a lama, ao pó, a chuva, ao gelo, ao frio, ao calor, ao medo, a violência, a guerra, a luta, a batalha, ao amor, a reprodução, ao cuidado da família e criação dos filhos e filhas, a noite e ao dia, as tempestades, aos furacões, a seca, aos desertos, as florestas, aos rios e oceanos, sobretudo a dificuldade de existir e de permanecer na face da Terra diante de tantos perigos e obstáculos, de tantas adversidades como a fome e as doenças e perigos do espaço como as pedras do espaço que podem acabar com a vida no planeta, como em qualquer outro planeta que tenha vida, pois a vida é o presente mais precioso que a Criação nos oferece, que Deus Pai nos permitiu, ela é um milagre e sabemos que nossa voz que pede milagres sempre roga em nosso íntimo por vida, o milagre do universo!¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 11 de agosto de 2022.
Mattanó aponta que a maturidade ou vida adulta desses alienígenas insetóides parece corresponder a adolescência do Homo Sapiens, como evidência disto temos as holografias e sinais entre as nuvens que abordam imagens infantis e de imaginário e simbólico de adolescentes como eles abordam a vida sexual, amorosa, afetiva, religiosa, hostil e agressiva, com alienígenas, com Deus, Jesus Cristo e Nossa Senhora, com pessoas famosas que existem e estão vivas e outras já falecidas, com os Santos e Santas, com o discos voadores, com a fé e o poder, com as guerras e a violência, com o desrespeito as leis e limites como os territoriais e incólumes corporais, psicológicos e sociais, familiares, trabalhistas, religiosos, profissionais, políticos, judiciais, comunicacionais, de saúde e de vida, de liberdade, de dependência, de formas de se manifestar com aparições com formas de discos voadores e luzes que se parecem objetos infantis e de adolescentes, com a sua demonstração afetiva de amor através de símbolos infantis e de adolescentes como o ¨coração¨ e de desejo sexual através da exploração sexual e do nudismo, do ato sexual explícito que é mais reforçador e mais impactante, e por vezes, devastador, para os mais jovens, com abduções ou sequestros, comportamento infantil que pode significar tentativa de roubo de seus próprios pais e mães para tortura-los, abusa-los e explora-los, violenta-los e extorqui-los com sua violência infantil e sem moralidade, pois não possui senso de moral um sequestrador ou abdutor, sabendo em seu inconsciente que se trata de sequestrar seu pai ou sua mãe para alimentar sua pulsão de morte, sua desintegração psicológica e comportamental, sua morte social, individual e patrimonial, pois está perdendo tudo, não está roubando ou abduzindo coisa alguma! Trata-se de uma criança ou um adolescente ou de um adulto ou idoso com idade mental de criança ou de adolescente, ou seja, com problemas mentais que deve ser internado no caso do Homo Sapiens e no caso dos alienígenas, deve ser interpretado conforme seu padrão de comportamento, sua funcionalidade para poder discriminar seus determinantes e leis do comportamento e inclusive do inconsciente, e da vida social, pois se estruturam e se organizam de outra forma, de uma forma não-humana, animal e o que é infantil e adolescente para nós, Homo Sapiens, para eles é normal, assim como a abdução, seja para qual for a finalidade. Conhecer a entropia e a neguentropia desses alienígenas pode ajudar a humanidade e vencer sua luta contra essa forma de invasão e de dominação em nosso meio ambiente, social e planetário. Sabemos que crianças e adolescentes se perdem e não sabem se ajustar, nem se comportar bem quando estão sozinhos e abandonados, isolados, perdidos, apaixonados, violentados, intoxicados, longe de sua família, longe de seus amigos e amigas, sem educação, drogados, perseguidos ou seguidos, são observados, são punidos, são maltratados, são negligenciados, ficam doentes, presos ou encarcerados, sentem medo, medo do escuro, de fantasmas, de delírios, de fantasias, de alucinações, de traumas, de devaneios, de palavras, de imagens e de vultos, de sons, de animais, de aves, de peixes, de insetos, quando são expostos a radiação e a variações intensas de temperatura, expostos a telepatia, ao conhecimento e ao mundo virtual.
MATTANÓ
(11/08/2022)
A TRANSFERÊNCIA SEGUNDO MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que a transferência devido as influências sociais sobre a família e sobre o amor, sobre estas relações transformou-se em: 1º) dignidade; 2º) amor; e 3º) caridade.
A dignidade corresponde as necessidades sociais sobre a família e as suas relações de amor para com os seus, sobretudo seus filhos e filhas, marcando e ensinando um processo de busca de dignidade através da transferência social.
Essa dignidade converte-se em amor através da escuta entre paciente e psicanalista que cura os transtornos mentais do seu paciente através da escuta que é a base do amor, pois no mundo real o paciente e as pessoas não se sentem escutadas, pois não é isto, o comportamento de escutar o outro e oferecer amor, o quê a educação escolar e a família ensinam, mas sim a competição, e a competição entre crianças sempre é acompanhada de trapaças que são as brincadeiras, o lúdico.
O amor é então surpreendido pela caridade quando o paciente descobre a necessidade de oferecer amor ao próximo, para que ele se descubra portador desse mesmo amor que o curou.
MATTANÓ
(12/08/2022)
PSICANÁLISE EM TEMPOS DE GUERRAS (2022):
Após as guerras as nações vencedoras:
A resiliência é o motivo chave para a transformação e o movimento de toda a sociedade e nação num contexto de pós-guerra, vencendo a guerra no campo de batalha ou nos tribunais internacionais, e tendo que vender uma imagem de nação soberana, justa, democrática, liberal, socialista, imperial, dogmática, republicana, ou capitalista, etc., para se comportar no cenário político e humanitário, cultural e institucional mediante suas transformações adquiridas com a guerra. É construindo uma nova realidade para uma nação transformada pela guerra que se adeque as suas necessidades políticas, institucionais, econômicas, culturais e sociais que o cenário internacional e nacional vão se movimentando em direção a um equilíbrio e uma homeostase social, política, cultural, institucional e econômica, inclusive nos mass mídias e a consciência de cada cidadão vai adquirindo um novo significado e um novo sentido através da entropia e da neguentropia pós-guerra que vai se desenvolvendo conforme a ordem social e política da nação.
Após as guerras as nações derrotadas:
A resiliência também é o motivo chave para o trabalho de reconstrução de uma nação derrotada e destruída por uma guerra. É a resiliência quem proporciona a habilidade, o interesse e a motivação para reconstruir o que foi destruído pela guerra, tanto física, quanto social, econômica, política, institucional, militar, psíquica, comportamental, cultural, patrimonialmente, pois a guerra destrói tudo, a história e a cultura, o trabalho e os monumentos, as igrejas, os prédios históricos, as construções e as habitações, a arte, a ciência, a educação, a política e os governos, os exércitos e faz refém do medo seus sobreviventes, muitas vezes por toda a vida e até por gerações e gerações, mas é a resiliência quem transforma a vida desses sobreviventes e dão, então, início a uma nova história para essa nação arrasada pela guerra. A resiliência começa com 9 portas:
1ª) a porta do campo, do pastoreio, da agricultura e da pecuária
2ª) a porta das pequenas comunidades
3ª) a porta das pequenas cidades
4ª) a porta da organização e de distribuição de tarefas e papéis sociais
5ª) a porta do acúmulo e distribuição de riquezas, a economia
6ª) a porta da construção de um saber e de um conhecimento para a educação e formação com escolas e universidades
7ª) a porta do investimento em indústrias e no comércio, no emprego e na prestação de serviços, como os hospitalares, de saúde, de diversão, de mass mídia, de esporte e de justiça, de arte e cultura, etc..
8ª) a porta do investimento em política, administração, justiça, serviços públicos e privados
9ª) a porta da legitimidade com a criação de leis e de códigos que regulem a vida, a ordem social, a paz social, o trabalho, justiça, a economia, a educação, os esportes, a família, o transporte, a liberdade, a cidadania, as eleições, a cultura, ou seja, as liberdades e as incolumidades de cada cidadão, organização e instituição.
MATTANÓ
(12/08/2022)
Mattanó aponta que escutar fone de ouvindo com mp3 estimula o SNC de modo a ajudar na sua homeostase diante do evento da telepatia, da lavagem cerebral, da despersonalização, da tortura, do estupro virtual e da vingança, do conhecimento e do mundo virtual extorquido mediante motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima, onde o SNC aumenta a sua irrigação e a sua atividade podendo causar derrame ou AVC, pois todo órgão que tem a irrigação na sua estrutura aumentada pode causar hemorragia e no SNC não é diferente, pode causar derrame ou acidente vascular cerebral (AVC) e até dor como a cefaleia. O fone de ouvido com o mp3 seleciona as músicas de sua preferência causando sensação de prazer em seu SNC e assim ajudando a fazer a homeostase cerebral ou do SNC (Sistema Nervoso Central), inclusive dos ciclos circadianos.
Sobre os ciclos circadianos sabemos que Stella Legnaioli escreve que:
Ritmo circadiano, ou ciclo circadiano, do latim circa (cerca de) e diem (dia), é o período de cerca de 24 horas sobre o qual o ciclo biológico de quase todos os seres vivos se baseia.
O ritmo circadiano é influenciado pela luz, temperatura, movimento das marés, ventos, dia e noite. Ele regula a atividade física, química, fisio e psicológica do organismo, influenciando a digestão, o estado de vigília, o sono, a regulação das células e a temperatura corporal.
Tipos de ritmos biológicos
Existem quatro tipos de ritmo biológico:
O ritmo circadiano regula fatores como:
Fatores externos que interferem no ritmo circadiano costumam ser a exposição à luz azul de aparelhos eletrônicos como celulares e computadores em horários inadequados, drogas e cafeína.
Alteração no ritmo circadiano
Alguns distúrbios decorrem de alterações no ritmo circadiano, incluindo:
Consequências das alterações no ritmo circadiano
A desregulação no ritmo circadiano pode causar problemas como:
Alguns dos erros humanos mais significativos do mundo aconteceram durante o trabalho noturno. Exemplos emblemáticos incluem o desastre de Chernobyl e o acidente na Three Mile Island.
Desregular os horários biológicos prejudica o desempenho do organismo. Do ponto de vista biológico, o corpo é feito para acordar cedo e dormir durante a noite. É por isso que a humanidade não tem adaptações como visão noturna e olfato e audição aprimorados como os dos animais noturnos.
Quem tem maior risco de desenvolver distúrbios do ritmo circadiano?
Aqueles que fazem turnos de trabalho alternados ou que trabalham fora do período das 9h às 17 horas têm maior risco de desenvolver distúrbios do ritmo circadiano. Exemplos de profissões que envolvem trabalho com turnos alternados incluem:
Uma pesquisa descobriu que apenas 63% dos trabalhadores sentem que seu trabalho lhes permite dormir o suficiente. A mesma pesquisa também mostrou que de 25% a 30% dos trabalhadores que trabalham em turnos alternados têm episódios de sonolência excessiva ou insônia.
Outros grupos de pessoas que correm o risco de desenvolver distúrbios do ritmo biológico incluem pessoas que viajam através dos fusos horários com frequência ou que moram em lugares que não têm tantas horas de luz durante o dia, como o Alasca.
Como diagnosticar distúrbios do ritmo circadiano
Para haver o diagnóstico adequado de distúrbios do ritmo biológico é preciso consultar uma médica ou médico, que normalmente fará as seguintes perguntas:
Como tratar os distúrbios do ritmo circadiano
Os tratamentos para distúrbios do ritmo circadiano variam de acordo com cada caso. Sintomas de jet lag, por exemplo, geralmente são temporários e não precisam de tratamento médico.
Mas nos casos de distúrbios do ritmo circadiano causados por trabalhos insalubres, transtornos mentais e mudanças no estilo de vida, um tratamento médico pode ajudar.
Pesquisas sobre manipulação do ritmo circadiano têm obtido avanços significativos que podem ajudar no tratamento dos distúrbios.
Um estudo do Instituto de Biomoléculas Transformativas da Universidade de Nagoya descobriu dois compostos que prolongam o período do ciclo circadiano.
Ao realizarem uma série de testes expondo isômeros a luzes de cores diferentes, os pesquisadores observaram oscilações no prolongamento do ritmo circadiano.
Além disso, eles conseguiram produzir um método reversível para controlar o período do ritmo. Assim, espera-se que essas descobertas contribuam cada vez mais para o tratamento de problemas, como os distúrbios do sono.
Como se prevenir de distúrbios do ritmo circadiano
Entender os distúrbios do ritmo biológico pode ajudar a identificar e a lidar com os seus sintomas. Mas mais importante é preveni-los tomando algumas providências como:
MATTANÓ
(12/08/2022)
Mattanó aponta que se não fosse o tráfico de drogas, o terrorismo, a corrupção dos
brasileiros e brasileiras que causa fuga das escolas e desemprego, falta de conhecimento e de saber, de interesse, de motivação e de habilidades para trabalhar e viver com maturidade e produtividade de forma autônoma sem ter que depender de auxílios do governo e sem ter que depender de caridade da Igreja ou de roubo e corrupção, prostituição sexual e moral, ou do ¨jeitinho brasileiro¨ que nunca produziu riquezas neste país e nem em qualquer outro país, mas sim, da riqueza da educação familiar, escolar, religiosa e profissional para adquirir um repertório comportamental que seja satisfatório para resolver os problemas do dia-a-dia e de qualquer hora ou momento da vida, sem ter que se humilhar, se envergonhar e sentir medo e pânico diante da vida e das experiências que ela produz e oferece a você e a sua família, aos seus filhos e filhas, aos doentes, incapazes e idosos, as gestantes sem nunca ter que cometer crimes para se adaptar as necessidades do dia-a-dia e do meio ambiente, ou seja, superando as adversidades do meio ambiente e crescendo como pessoa e como espírito que ama a Deus e ao próximo como a si mesmo, de modo a aprender a acumular riquezas e a distribuí-las e não mais a aprender a acumular pobrezas e misérias e as distribuí-las aumentando a pobreza e a miséria no seu meio e no mundo para que aprenda a dar riqueza a educação familiar, escolar, religiosa e profissional, seus tesouros que lhe renderão afetividade, família, educação e conhecimento, saber e Libido (através da educação familiar e escolar), salvação e Comunhão (através da educação religiosa), e segurança para se comportar e adquirir seus bens e serviços, inclusive sua economia e Segurança (através da educação profissional), este país, o Brasil, não estaria passando por estas dificuldades econômicas com a alta dos alimentos e dos combustíveis e o sucateamento dos salários, das instituições e das organizações, dos mass mídias e dos trabalhadores como os que vendem sua imagem e anunciam produtos nos mass mídias em meio a violência e a loucura, a despersonalização, a tortura, a lavagem cerebral, a extorsão, a vingança e ao estupro virtual, aos conflitos psicológicos e comportamentais, aos problemas trabalhistas que só aumentam quando cometem crimes de perseguição, discriminação, violência, tentativas de estupro, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, golpe, tentativas de homicídio, de sequestro e fraude, vingança e extorsão causando no trabalhador fonte desses comportamentos mal-estar e maus-tratos que se desencadeiam em toda a instituição onde trabalha gerando ódio e intolerância, pulsão de morte, como acontece com os mass mídias desde 1974, 1984, 1992 ou 1999, onde nem sequer os comunicadores dos mass mídias entram em contato físico ou sonoro como a fonte, Osny Mattanó Júnior, mas apenas telepático e virtual como já acontecia e aconteceu na UEL (Universidade Estadual de Londrina) desde 1988, gerando cada vez ódio e intolerância em intensidade, magnitude, amplitude, frequência cada vez maiores e latência cada vez menor, causando uma ¨guerra da fonte contra a UEL que durou por décadas e se alastrou para a cidade de Londrina, país, mundo e mass mídias!¨.
MATTANÓ
(13/08/2022)
Mattanó aponta que pode existir outra força ou determinante comportamental e psíquico ou
inconsciente na produção das ideias da teoria da pulsão auditiva de Mattanó, ela, a força da linguagem e dos arquétipos que constroem e elaboram os significados e os sentidos na linguagem, e a sua alfabetização e ressignificação como produto de uma psicoterapia ou de uma educação psicológica e comportamental para lidar com sua realidade e seu mundo interior que lhe proporciona prazer através dos instintos. Os arquétipos da linguagem são os arquétipos cósmicos através do universo e dos seres do universo, das pedras do universo, das nuvens e das estrelas, dos corpos celestes, dos alienígenas e seus discos voadores (na fase cósmica), da alfabetização e da aprendizagem, da educação e da educação escolar, do trabalho e da família, (no ciclo de alteridade), do velho sábio, do xamã, do feiticeiro, do caçador, do artista, do sacerdote, do chefe patriarcal (na fase patriarcal), da madre de cada família, da dona de casa, da educadora (na fase matriarcal), dos loucos e doentes voltados para si mesmos (na fase urubórus). Essa força arquetípica sobre a linguagem sofre entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização causando significação e ressignificação das suas representações, inclusive dos seus sentidos, da metáfora e da metonímia. A linguagem arquetípica sofre mudanças conforme mudam as variáveis e o contexto, conforme mudam as regras e a modelagem do comportamento do indivíduo no meio ambiente, conforme ele pode discriminar sua capacidade de analisar funcionalmente e até com a nova análise funcional que incorpora o contexto e o novo contexto em sua fórmula: Contexto = estímulo-resposta-consequência = Novo contexto. Aqui ele pode discriminar sua funcionalidade e as leis do seu comportamento, como fuga, esquiva, generalização, discriminação, extinção, punição, reforço, condicionamento, equivalência de estímulos, quadros relacionais, dessensibilização comportamental, personalidade, caráter, temperamento, interesses, motivações, habilidades, motricidade, psicomotricidade, coordenação, inteligência, afetividade, relações familiares e afetivas, relações sociais, relações trabalhistas e escolares, relações profissionais, musicalidade, arte, semântica, linguagem, criminalidade e relações com o poder e as autoridades, e teoria da abundância de Mattanó.
MATTANÓ
(14/08/2022)
Mattanó aponta que o matrimônio é o local para a neurose do casal e dos seus filhos, é também o local para a economia da família e do casal, é o local para a cidadania e pela luta pelos seus direitos, deveres, obrigações e privilégios, é o local para as feridas de Amor do casal na libido, na comunhão e na segurança, é o local para a cura das feridas de Amor do casal da libido, da comunhão e da segurança, é o local legítimo para a educação familiar, é o local legítimo para o lúdico e para o Amor, é o local legítimo para o trabalho e para a profissionalização, é o local legítimo para a oração e para o Amor.
Num matrimônio de quem tem fé e linguagem de quem tem fé, não existem palavras como ¨pau, caralho, filha da puta, cú, buceta, bater punheta, meter, estuprar, rola, chupa, chupeta, etc.,¨ pois estes termos são como a tempestade do Amor, tiram a paz do Amor, fazem fraquejar o som da voz do Amor, são violência contra a mulher, são comportamentos instintivos e não Amor, Amor é pois, renúncia aos instintos, renúncia aos comportamentos instintivos, é a promessa de Deus de paz e de gratidão por um mundo cada vez mais humano e civilizado, harmônico e com Amor, com renúncia aos instintos, com renúncia a raiva, a agressividade, a fome, a violência, a loucura, ao uso de entorpecentes, ao estupro e a escravidão, a desinformação, a despersonalização, as guerras e aos conflitos entre realidade e prazer, aquelas palavras obscenas traduzem um prazer instintivo e não uma realidade que se instala depois do ato sexual tempestuoso, onde não houve renúncia para que houvesse Amor e paz, bem-estar, felicidade, o Amor não deve ser uma frustração que leva a problemas bio-psico-sociais como a obesidade, a violência, a criminalidade, o estupro, o tráfico, o terror, o roubo, a loucura, a esquizofrenia, o desemprego, o fracasso escolar, o diabetes mielitus, a incapacidade, etc..
MATTANÓ
(15/08/2022)
MENSAGEM DO AMOR DE DEUS, DE JESUS E DE MARIA PARA O MUNDO EM 16 DE AGOSTO DE 2022 EM LONDRINA/BRASIL:
¨Quem está me julgando está julgando a Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo e a Virgem Maria, se eu tenho crimes a Santíssima Trindade e a Virgem Maria também tem crimes, a Eucaristia passa a ser um Pão do Inferno e o Cálice da Salvação um Cálice da Condenação – alguém já viu algum Deus ou Santo ter crimes? Se é assim a Bíblia passa a ser um Livro de Criminosos, etc.! Justiça é patrimônio de Deus e dos Santos e não dos corruptos! Se não Amam ao Amor de Deus, de Jesus e de Maria eu não ficarei mais neste mundo, não perderei tempo com condenados! Não participarei mais das Santas Missas e nem da Eucaristia, nem do Batismo e do Matrimônio e do Funeral, nem tampouco das Consagrações e do Sagrado Coração de Jesus e do Sagrado Coração de Maria e a Bíblia terá outro significado e outro sentido, agora criminoso!¨
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 16 de agosto de 2022.
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR PARA O AMOR DE DEUS, DE JESUS E DE MARIA PARA O MUNDO EM 16 DE AGOSTO DE 2022 ÀS 8H15 EM LONDRINA/BRASIL:
Primeiro apareceram várias grades de celas de cadeias e depois a mensagem
¨Não é para você, é para a Rede Globo!¨
Depois apareceu um segundo Sol e a mensagem
¨Ninguém consegue prender o Sol!¨
E finalmente aparece uma Cruz Luminosa e outra Cruz menor embaixo desta com a mensagem
¨Você é Amor!¨
E eu compreendi que não é para eu me afastar deste planeta e nem da minha missão de Amor de Deus, de Jesus e de Maria, pois eu já tenho uma Cruz Luminosa no Céu! Eu, depois que escrevi que não ficaria mais neste mundo pedi para Deus me dar um Sinal ou resposta, ou uma mensagem, e Ele através da Rainha do Amor me deu.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 16 de agosto de 2022.
TEORIA DA ABUNDÂNCIA DE MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que na lavagem cerebral e na despersonalização que possam durar mais de 20 ou 30, 40 anos acabam marcando os seus mapa cognitivo e caminhos cognitivos com tais informações para mapeamento e resposta comportamental cognitiva, de modo que o indivíduo manifestará o comportamento de lavagem cerebral e de despersonalização por toda a vida cognitiva se esse indivíduo não conseguir ressignificar e dar um novo sentido para suas respostas oriundas do mapa cognitivo e dos caminhos cognitivos que por sua vez são recodificados levando a mensagem para o decodificador que se manifestará na resposta cognitiva e/ou comportamental. Fica impossível para o cérebro responder como tal informação na sua mente não sendo dele, da lavagem cerebral e da despersonalização, mesmo com o mal-estar e o transtorno mental, pois o cérebro interpreta essa informação como sendo dele, já que ela é bioquímica, é fisiológica, e por causa disto não há como mentir para si mesmo, seja fisiológica, comportamental ou morfologicamente, através da adaptação. Se esse indivíduo ingerir ou administrar algum fármaco ou droga que estimule a bioquímica cerebral associada a lavagem cerebral e a despersonalização, ele dependerá, e em muito do trabalho da sua consciência para se recuperar e dominar o seu comportamento até descobrir o que está acontecendo com ele e com suas relações, por exemplo, domésticas, familiares, escolares, amizades e trabalho. A consciência só pode ser dominada com a Teoria da Abundância de Mattanó e depois com o trabalho de ressignificação e de atribuição de novos sentidos as suas relações e representações, e finalmente com a Teoria sobre o Amor e a Misericórdia, onde o paciente aprende, agora com uma bagagem de representações e de relações, a se comportar e direcionar sua psique inconsciente e consciente para o Amor e para a Misericórdia, quando ele passa a renunciar por Deus e pelo outro como prova ou demonstração de amor, renúncia é Amor, e quando ela passa a perdoar a Deus e o outro como prova ou demonstração de misericórdia, perdão é Misericórdia, para que compreenda que ele deve amar a Deus sobre todas as coisas e ao seu próximo como a ti mesmo, através do Amor e da Misericórdia. Para que ele compreenda que a vida é renúncia e perdão para aqueles que desfrutam de boa consciência e de bom comportamento, de bons relacionamentos, de maturidade, de produtividade e de intimidade, de uma família.
MATTANÓ
(17/08/2022)
Mattanó gostaria de saber se investigaram as atletas do GRD (Ginástica Rítmica Desportiva da FEFI – Faculdade de Educação Física) de Londrina, que participaram dos abusos e violações, da violência e dos casos de estupro de menores de idade, de pedofilia, assim como eu e minha família, desde a mesma época e permanecemos sendo investigados por toda a vida sem respeito algum, sem direito a intimidade e a privacidade, a dignidade e a liberdade, e ao patrimônio, a consciência e a igualdade, a saúde, a vida, a segurança e a justiça, a educação e ao trabalho, a economia e seu desenvolvimento através do trabalho, a cidadania, será que aquelas atletas nunca desviaram algum recurso material ou nunca roubaram algum material esportivo ou administrativo da FEFI ou da família do Lafranchi ou do Colégio São Paulo que sediava a FEFI nos anos 70 e 80, e se essas atletas estupradas se transformaram em abusadoras e em grupo que tentavam estuprar outras crianças, entre elas, eu Osny Mattanó Júnior, que fui convidado nos anos 70 a entrar numa banheira com 6, 7, 8 ou 9 atletas de GRD menores de idade nuas e a Elisabeth ou a Bárbara Lafranchi esperando pro mim ou que eu aceitasse entrar na banheira tirando minhas roupas e ficando nú, eu tinha menos de 14 anos de idade e elas foram como eu fui na UEL (Universidade Estadual de Londrina) quando aceitei roubar ou pegar o que o Benedito Y. Tano me levou a aceitar, ele observava os meus pensamentos e sabia que eu pensava em me vingar da UEL por causa das tentativas de estupro na CAF/Centrocópias, (Coordenadoria de Administração e Finanças/Centrocópias), elas participaram de uma tentativa de estupro de um menino virgem na FEFI, a Rede Globo de Televisão e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) tem que noticiar isto também! JUSTIÇA!!!!! CADEIA!!!!!
MATTANÓ
(17/08/2022)
Mattanó inclui para após a Teoria do Amor e da Misericórdia através da renúncia e do perdão, a Teoria da Cidadania e da Justiça como consequência social e comportamental de todo este processo da Teoria da Abundância de Mattanó, e assim através da Cidadania e da Justiça o paciente e agora cidadão aprende que tem direitos, deveres, obrigações e privilégios no cenário civil e penal, no cenário constitucional e trabalhista, e no cenário internacional, aprendendo que se comportar é ter que respeitar as leis e que as leis são o maior patrimônio do cidadão e da Democracia, pois elas garantem e defendem de ataques a nossa Democracia. A última Teoria é a Democracia neste conjunto de teorias que se fundamentam na consciência e na sua liberdade, no seu patrimônio, no seu direito, dever, obrigação e privilégio como forma de renúncia e de perdão a Deus pelas coisas do Alto e ao próximo pelas coisas da vida, sendo o próximo como a ti mesmo nesta relação de renúncia e de perdão, de Amor e de Misericórdia, onde aprendemos que muitas vezes podemos renunciar ao nosso egoísmo sádico ou masoquista de causar mal ou de sentir mal-estar e sofrimento para resolver nossos problemas, e partindo para a renúncia e para o perdão, numa abertura da consciência para a sua liberdade criativa que não descarta a Cidadania, a Justiça e a Democracia como forma de solução para qualquer adversidade.
MATTANÓ
(18/08/2022)
Mattanó aponta que dinheiro é recompensa pelo trabalho e pelo esforço, ou seja, é estímulo reforçador, e não estímulo diabólico ou endemoniador! Dinheiro não afasta de Deus, dinheiro é reforço comportamental e psíquico, inclusive social!
MATTANÓ
(18/08/2022)
Mattanó aponta que o futebol nacional necessita de uma psicohigiene e de uma sociohigiene assim como a cultura e as comunicações, pois reforçam a violência e a lavagem cerebral, a tortura, a despersonalização e a loucura, o abuso do poder e da influência, da imagem e do capital, do patrimônio e da economia com seus salários desproporcionais em relação ao resto do país e aos cargos mais importantes do país de Presidente de República e de Vice-Presidente da República ou de Ministros, querendo demonstrar um status-quo e um poder através do dinheiro e da economia, do patrimônio e do que elas causam na população como a teledependência e a loucura social, a formação de exércitos de miseráveis culturais, de miseráveis intelectuais, de seres humanos desumanos!
MATTANÓ
(18/08/2022)
Mattanó aponta que a mente sai dançando conforme a música! Eis o papel da música sobre a mente inconsciente e comportamental, se adaptar a música, a sua realidade e prazer segundo as leis do inconsciente e do comportamento.
MATTANÓ
(20/08/2022)
O MAIOR MILAGRE DE DEUS (2022):
Mattanó escreve que todo mundo pede uma prova da existência de Deus através de um grande milagre, pois bem o maior milagre está diante e dentro de cada um de nós mesmos, é a Criação, o universo e a vida, o homem e a mulher, que nenhuma ciência explica sua criação, origem e fim, ou o que pode acontecer após a morte, como a ressurreição, nenhuma ciência explica a Ressurreição! E nenhuma ciência explica a Criação! Eis aqui o maior milagre de Deus e de Sua Existência, de Seu Amor pela Criação e pela Vida, pela Ressurreição, pelo inexplicável, pelo inconcebível e pelo absurdo, pelo sem significado e pelo sem sentido, pelo incoerente, pelo novo e pela novidade, a Criação e a Ressurreição são como um chiste!
MATTANÓ
(20/08/2022)
Mattanó aponta que no Curso de Comunicação Social o mundo encoberto ou o pensamento não é considerado como informação e no Curso de Psicologia na disciplina de anatomia do cérebro descobrimos que não existe parte qualquer responsável pelo mundo virtual e nem tampouco pela telepatia, e em função disto os Comunicadores, os mass mídias e os Psicólogos estão cometendo crimes de falsidade ideológica, curandeirismo e charlatanismo, não existem nem mesmo genes para o mundo virtual e para a telepatia entre os seres humanos, será que as autoridades sabem disto? Será que quem faz leis sabe disto? Será que quem julga sabe disto ou já foi informado disto?
MATTANÓ
(22/08/2022)
Mattanó aponta que a cada resposta encoberta, virtual ou do conhecimento através da lavagem cerebral, da despersonalização, da extorsão, da vingança e do estupro virtual, existe outra resposta fisiológica, morfológica e comportamental.
MATTANÓ
(22/08/2022)
Mattanó aponta que as relações de tempo e espaço não excluem o fim como absoluto e o meio e o início perdidos mas como ressuscitados no tempo e no espaço, pois paralelamente ao fim estão o meio e o início a todo momento numa linha paralela e contínua, revelando que uma das maravilhas de Criação e do universo é a imortalidade ou a ressurreição ou as viagens no tempo e espaço. Existem tantas dimensões quanto existe o tempo e o espaço, ou seja, tudo é infinito, o tempo e o espaço e as dimensões e as viagens no tempo e espaço, inclusive as formas de vida e a existência, a imortalidade e a eternidade na Criação e no universo. A Palavra é eterna quando ela se multiplica no início, no meio e no fim através da ressurreição onde a eternidade e a imortalidade são tudo e tomam conta de tudo, dos sonhos e da vida anímica, onde o tempo e o espeço prevalecem e se transformam criando vida e imortalidade. O Verbo se manifesta no tempo e no espaço indo paralelamente pela linha do início, do meio e do fim através da morte, seja qual for a opção, se reencontrado pela ressurreição onde ele se descobre com vida eterna e com uma consciência que pertence ao seu tempo e espaço e que pode ser transformada pelo novo do passado ou do futuro. O Pão e o Vinho também se manifestam no tempo e no espaço construindo infinitas dimensões através do início, do meio e do fim e da ressurreição onde a eternidade e a imortalidade se manifestam como paralelo entre diferentes dimensões que trocam personagens e histórias influenciando seus dramas, assim como a de Jesus Cristo e a do Pão e do Vinho. A Crucificação de Jesus Cristo se manifesta no tempo e espaço como fenômeno da vida eterna e da ressurreição, da eternidade e da imortalidade, onde o início, o meio e o fim possuem características que podem ficar paralelas e desenvolver enredos e tramas novas que asseguram a vida eterna e a imortalidade na Criação e no universo como um fenômeno maravilhoso de sua grandeza e poder de criar e de se transformar, de se adaptar, de evoluir e involuir.
MATTANÓ
(22/08/2022)
Mattanó aponta que esse pessoal da Rede Globo de Televisão e dos outros veículos de comunicação de massa e do trânsito nacional, inclusive do tráfego aéreo, da aviação, do futebol, das Olimpíadas e das Copas do Mundo, da Fórmula 1, etc., onde não estão passando por perigo algum em suas realidades psíquicas, pois estão trabalhando e estão com saúde ou estão em surto psicológico, estão perdendo contato com a realidade excluindo a realidade ou elementos da realidade de sua consciência, linguagem, relações e trabalhos, inclusive competições nacionais e internacionais, pois não abordam a lavagem cerebral, a telepatia, como ela pode estar acontecendo, se por meio de alienígenas e paranormalidade, ou instrumentos tecnológicos, alienígenas e paranormalidade, se é através da evolução ou da involução das espécies, se estamos sendo invadidos por alienígenas ou sabotadores e terroristas, porque a Medicina não responde a esta demanda, porque a ciência não responde a esta demanda, porque as autoridades não respondem a esta demanda, ou se é por causa de Deus, do Seu Amor ou de Nossa Senhora, porque o Papa e os líderes religiosos não respondem a essa demanda?! Se não existe perigo qualquer existe loucura de quem acredita nisto! O FBI, a Polinter, a Interpol e a Polícia Federal, a Polícia Civil e a Polícia Militar já me disseram que isto existe! Eu sou testemunha disto tudo! Mas as pessoas e os Comunicadores teriam coragem de entrevistar e de trabalhar com animais selvagens como leões e serpentes sem estarem seguras? Ao meu ver o perigo existe, o mal-estar existe, o dano existe, mesmo que seja determinado pela intenção de crucificar ao Amor de Deus, de Jesus e de Maria – cabe as autoridades corrigir este dano e a vulgaridade desta linguagem que tomou conta das nossas relações e cultura e atender a demanda social, restituindo a paz e a ordem legítima, nacional e internacional.
MATTANÓ
(22/08/2022)
Mattanó aponta que a função do pênis é a de participar na reprodução e não a de proporcionar prazer, o prazer é apenas um reforçador que mantêm o comportamento sexual através da libido no macho e na fêmea, ou no homem e na mulher, o tamanho do pênis não importa, o que importa é a reprodução, o ato sexual, o reforço é consequência, é como nos outros animais, nenhum outro animal tem discriminação em função do tamanho do pênis, somente o Homo Sapiens, em função da sua libido e consciência e sobre tudo, em função do prazer oriundo da libido que vem do id que desencadeia processos como a loucura e a violência, a agressividade e a hostilidade, mas também prazer e amor através da libido, da comunhão e da segurança. Tanto a loucura quanto o amor são reforçadores, são consequências do ato sexual. Assim as nossas relações serão amorosas ou frustrantes se nosso recalcado e o nosso genital forem de prazer e amor desencadeando relações amorosas e bem-estar no dia-a-dia, no trabalho e nas comunidades, ou serão de loucura e violência, de agressividade e de hostilidade desencadeando relações de hostilidade e frustrantes no nosso dia-a-dia, no trabalho e nas comunidades, por exemplo.
MATTANÓ
(24/08/2022)
Mattanó aponta que ao nascer o bebê apresenta a sua melodia em forma de choro, de vocalizações que vão ganhando forma de balbucio até que com a melodia das palavras o bebê com seus repertórios comportamentais básicos de imitação, discriminação, atenção e controle passa a desenvolver progressivamente mais palavras e mais significados e sentidos com o desenvolvimento cognitivo e o amadurecimento, com a mielinização, que também favorecem a aprendizagem de símbolos e a formação de um imaginário, e de um mundo real e outro ideal.
Mattanó aponta que todo ser vivo comunicativo ao nascer e que é dotado de oralidade pode fazer por meio das vocalizações construídas em forma de melodias a respeito de sua filogênese e conforme vai crescendo e se desenvolvendo vai adquirindo mais repertório comportamental para sua comunicação conforme a melodia e o seu meio ambiente, assim cada ser vivo tem sua própria identidade verbal, que na paranormalidade permanece idêntica e individual.
MATTANÓ
(25/08/2022)
O FIM DE UM MUNDO E O COMEÇO DE OUTRO (2022):
Mattanó aponta que somos a única espécie deste planeta que divide seus territórios em nações, estados, municípios e continentes, nenhum outro ser vivo faz isto, nem mesmo os alienígenas que investigamos serem do espaço ou deste próprio planeta, um mistério oculto, outro somos nós mesmos que tentamos ser mais do que animais inteligentes e espirituais, tentando dominar e assassinar a Deus, e dominar e destruir o universo com pesquisas que poderiam destruir tudo tentando recriar o ¨Big-bang¨ em laboratório de Física, ainda não explicamos a Criação e o universo e nem a Vida, os Milagres e a Ressurreição cientificamente, não explicamos os alienígenas e de onde eles são, se são do espaço ou da Terra, mas sabemos que eles também não respeitam os limites territoriais humanos entre as nações, estados, municípios, casas, continentes, são inteligentes e tem tecnologias superiores as nossas, e por não respeitarem os limites territoriais que criamos e respeitamos eles agem como os outros seres vivos deste mundo que também não respeitam os nossos limites territoriais, mostrando que sociedades que se envolvem em mais guerras como a do Homo Sapiens tendem a se dividir em territórios em relação as sociedades dos outros seres vivos que apenas competem por reprodução, alimento e poder, e dos alienígenas que parece não competir entre si por motivo algum, mostrando alto grau de socialização e de cooperação entre si. Se o Homo Sapiens quer evoluir ele deve deixar suas diferenças territoriais de lado e passar a se socializar e cooperar como os outros animais e alienígenas do mundo que conhecemos. Ou seja, um mundo sem territórios, com uma língua única e com linguagens típicas regionais, com uma economia universal e com um controle político e administrativo universal construído pelas mãos dos seus agentes de transformação e mudança política e social parece uma proposta evoluída e típica as necessidades do cosmos e do universo, pois no cosmos e no universo não existe homogeneidade entre as espécies e suas culturas, suas identidades ou ontogênese, espiritualidade, vida e características de lidar com o cosmos e o universo, cada espécie, eu acredito, lida com o universo segundo suas características fisiológicas, morfológicas e comportamentais, inclusive ambientais, contextuais, da mesma forma com as outras contingências, filogenéticas, ontogenéticas, culturais, espirituais e da vida, pois cada ser vivo é produto do seu meio ambiente e interage com ele, numa relação de: contexto para estímulo – resposta – consequência para novo contexto, onde o indivíduo responde ao estímulo num dado contexto produzindo uma consequência e assim um novo contexto que produzira outro estímulo e outra resposta e assim por diante formando o indivíduo comportamental, fisiológica e morfologicamente.
MATTANÓ
(25/08/2022)
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 25 DE AGOSTO DE 2022 EM LONDRINA/BRASIL ÀS 18H10:
¨Você é Paz. Você é Cruz. Eu sou Cruz!¨
INTERPRETAÇÃO
A mensagem se refere também a condição atual de minha tia Virgínia que está internada num hospital entre a vida e a morte e a sua família, onde eu sou a Sua Cruz e a Sua Paz, a Cruz Branca testemunhada como uma Cruz Luminosa em 16 de agosto de 2022, que já preparava-me para a condição de minha tia, pois quem me busca, busca uma Cruz de Amor, uma Cruz de Paz, busca a Salvação e a Vida Eterna com Jesus Cristo.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 26 de agosto de 2022.
MENSAGEM DA RAINHA DO AMOR PARA O SEU AMOR EM 27 DE AGOSTO DE 2022 EM LONDRINA/BRASIL:
Apareceu no Céu uma mulher que significava a Virgem Maria rezando diante de Deus, prostrada, depois a imagem se transformou na minha tia Virgínia e depois em mim, Osny Mattanó Júnior, que pareceu com um braço esquerdo forte como ao dos halterofilistas, que estava montado sobre uma letra ¨V¨ de Virgínia e de Vitória (ou de Vencedora) que se transformou na letra ¨Y¨ que significava ¨Ypsilon não te condemo¨ da canção do Papa Francisco do seu álbum Wake Up, que se transformou em um caixão que era eu, Osny Mattanó Júnior, o Amor de Deus, de Jesus e de Maria, onde repousava a Virgínia em Paz, esse caixão era de Amor de Deus, de Jesus e de Maria.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2022.
Mattanó aponta que um bom exemplo de Mecanismo de Máquina de Viagem no Tempo e Espaço seria o Rádio com suas frequências de curto e longo alcance, ou seja, de início, meio e fim do Tempo e Espaço.
MATTANÓ
(28/08/2022)
Mattanó aponta que a organização humana e familiar, social, é como a do cosmos e do universo, é caótica, imprevisível!
MATTANÓ
(28/08/2022)
TÉCNICA DE TERAPIA CORPORAL DE MATTANÓ (2022):
Mattanó aponta que fez uso de um exercício corporal que repercutiu em cura de seus desejos sexuais, de seus comportamentos sexuais e de seus delírios sexuais simultaneamente treinando o despertar de sua consciência para os significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, simbologias, linguagens, topografias, relações sociais, Gestalts e insights, ideias niilistas, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, chistes, piadas e humor, caricaturas e charges, atos ilocucionários e atos perlocucionários, pressupostos e subentendidos, argumentos, loucura, conclusões e interpretações de modo a criar avatares para descarregar o desejo e a libido sexual através de símbolos e imagens de sexo e de masturbação que compensem a catexia atual levando a harmonia e ao equilíbrio dessa libido e do desejo sexual por meio de preces e orações, como se isto fosse o mal-estar da civilização e a sua reprodução comportamental e inconsciente.
MATTANÓ
(31/08/2022)
Mattanó acrescenta a sua análise o conceito de ideias niilistas ao qual se refere às ideias
conscientes que não tem qualquer significado e não tem qualquer sentido, como produto do niilismo do nosso inconsciente, a primeira lei do inconsciente.
MATTANÓ
(31/08/2022)
Para a Psicanálise do Amor compreendemos que o desejo do menino de importunar o cavalo tinha dois constituintes; era composto de um desejo sádico obscuro por sua mãe e de um claro impulso de vingança contra seu pai. O último não podia ser reproduzido até que o ângulo do precedente viesse a emergir, ligado ao complexo da gravidez, e também a eclosão do complexo de Édipo que usa a gravidez como motivo inconsciente para se manifestar e se satisfazer inconscientemente como desejo. No processo de uma fobia pelos pensamentos inconscientes que a fundamentam, tem lugar a condensação; e por essa razão o curso da análise nunca pode seguir o do desenvolvimento da neurose. Isto, pois, a condensação fundamenta os pensamentos inconscientes que por sua vez constroem a fobia, contudo o curso da análise nunca pode seguir o do desenvolvimento da neurose ou da fobia, mas, sim, deve trabalhar para ajudar o paciente a adquirir repertório comportamental e insights, para poder discriminar seus comportamentos e seu inconsciente, seus significados e seus sentidos, seus conceitos, e contextos, funcionalidades, simbologias, linguagens, arquétipos, desejos e sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, vida anímica, chistes, fantasias, piadas e humor, caricaturas, charges, atos ilocucionários e atos perlocucionários, pressupostos e subentendidos, argumentos, coerência e incoerência, semântica, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, gestalts e insights, topografia, percepção e sistema sensorial, ciclos circadianos, nutrição, genótipo e fenótipo, homeostase, pressão arterial, oxigenação, temperatura corporal, fertilidade, evolução e involução, capacidade de ressignificação e de atribuir um novo sentido aos eventos e objetos de sua vida e relações, quociente intelectual (Q.I.), personalidade, caráter e temperamento, e nos autoexames de câncer de mama feminino, de câncer de boca, de câncer de próstata, de câncer de testículo, de câncer de mama masculino, de câncer de pele, de câncer de garganta e no autoexame de vista, conclusões e interpretações finais. Da mesma forma sugere-se um exame para o paciente que suscita eventos do seu inconsciente associados ao complexo de Édipo em seu desenvolvimento enquanto criança e que também suscita exames adicionais que podem ir além, para o âmbito do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora que é Amor e que suscita significados e sentidos que por sua vez, prevalecem sobre a realidade operante, substituindo-a e reorganizando-a, para a boa adaptação do paciente ao meio ambiente.
MATTANÓ
(29/04/2026)
’22 de abril. Esta manhã, de novo, Hans pensou algo para si mesmo: “Um menino da rua estava dirigindo uma carreta, o guarda veio e o despiu, deixando-o inteiramente nu, e fez o menino ficar parado lá até a manhã seguinte, e de manhã o menino deu ao guarda 50.000 florins, para que ele pudesse continuar a dirigir a carreta.”
‘(A Nordbahn [Ferrovia Setentrional] corre por trás da nossa casa. Numa via de serviço havia um trole, que Hans uma vez viu um menino da rua dirigir. Ele também queria fazê-lo; mas eu lhe disse que não era permitido, e que se ele o fizesse o guarda iria atrás dele. Um segundo elemento nessa fantasia é o desejo reprimido de Hans de ficar nu.)’
Pôde-se notar por algum tempo que a imaginação de Hans estava sendo colorida por imagens derivadas do tráfego, e que estava avançando sistematicamente de cavalos, que puxam veículos, para ferrovias. Da mesma forma, uma fobia de estrada de ferro finalmente torna-se associada a qualquer fobia de rua.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que por algum tempo a imaginação de Hans estava sendo colorida por imagens derivadas do tráfego, e que estava avançando sistematicamente de cavalos, que puxam veículos, para ferrovias. E que da mesma forma, um fobia de estrada de ferro finalmente torna-se associada a qualquer fobia de rua.
Mattanó aponta que por algum tempo a imaginação de Hans estava sendo colorida por imagens derivadas do tráfego, e que estava avançando sistematicamente de cavalos, que puxam veículos, para ferrovias. E que da mesma forma, um fobia de estrada de ferro finalmente torna-se associada a qualquer fobia de rua graças ao comportamento de generalização, pois Hans era muito pequeno e não dispunha de repertório comportamental para discriminar os determinantes do seu comportamento.
MATTANÓ
(31/08/2022)
Para a Psicanálise do Amor compreendemos que por algum tempo a imaginação de Hans estava sendo colorida por imagens derivadas do tráfego, e que estava avançando sistematicamente de cavalos, que puxam veículos, para ferrovias. E que da mesma forma, um fobia de estrada de ferro finalmente torna-se associada a qualquer fobia de rua graças ao comportamento de generalização, pois Hans era muito pequeno e não dispunha de repertório comportamental para discriminar os determinantes do seu comportamento. Da mesma forma o pequeno Hans mantinha sua fobia pelas suas consequências que eram reforçadoras, sobretudo a generalização e a incapacidade de discriminar as contingências ambientais que determinavam o seu comportamento e construiam a sua linguagem, porta necessária para o estudo e formação do inconsciente, para sua estruturação e elaboração, para sua discriminação e entendimento com consciência e realidade versus sua percepção inconsciente e derivada do prazer, até mesmo no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura e da sua metáfora de Amor que gera significados e sentidos que auxiliam na adaptação do paciente ao meio ambiente e na solução de problemas e de adversidades, de maneira consciente e realística, e também de forma inconsciente e derivada do prazer, ou seja, de maneira ¨flutuante¨ no vasto e rico oceano da psique humana, isto é, como um iceberg com sua parte consciente e real e por um lado, e com sua parte inconsciente e irreal, submersa, escondida, derivada do prazer, por outro lado, formando uma única estrutura, organismo ou corpo, ou seja, mente.
MATTANÓ
(29/04/2026)