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69.OBR.COM.SIG.FREUD.A PSIC. DO AMOR VOL.8 (2025).
69.OBR.COM.SIG.FREUD.A PSIC. DO AMOR VOL.8 (2025).

69.OBRAS COMPLETAS DE SIGMUND FREUD NUMA RELEITURA DE OSNY MATTANÓ JÚNIOR VOL. 8 (2025) - A PSICANÁLISE DO AMOR VOL. 8 (2025).

 

Obras Completas de Sigmund Freud numa releitura de Osny Mattanó Júnior

 

 

A Psicanálise do Amor

 

 

 

Os chistes e sua relação com o inconsciente

 

 

 

 

 

 

 

VOLUME VIII

(1905)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dr. Sigmund Freud

 

 

(08/05/2025)

PREFÁCIO DO EDITOR

 

DER WITZ UND SEINE BEZIEHUNG ZUM UNBEWUSSTEN

(a) EDIÇÕES ALEMÃS:

1905 Leipzig e Viena: Deuticke, Pp. ii + 206.

1912 2ª ed. Mesmos editores. (Com alguns pequenos acréscimos.) Pp. iv + 207.

1921 3ª ed. Mesmos editores. (Inalterada.) Pp. iv + 207.

1925 4ª ed. Mesmos editores. (Inalterada.) Pp. iv + 207.

1925 G.S., 9, 1-269. (Inalterada.)

1940 G.W., 6, 1-285. (Inalterada.)

 

(b) TRADUÇÃO INGLESA:

Wit and its relation to the Unconscious

1916 New York: Moffat, Yard. Pp. ix + 388. (tr. A. A. Brill.) (1917, 2ª ed.)

1917 London: T. Fisher Unwin. Pp. ix + 388. (Como acima.)

1922 London: Kegan Paul. (Reimpressão da anterior.)

1938 In The Basic Writings of Sigmund Freud. Pp. 633-803.

New York: Random House. (Mesma tradução.)

 

A presente tradução, inteiramente nova, com o título Jokes and their Relation to the Unconscious (Os Chistes e sua Relação com o Inconsciente), é de James Strachey.

 

No curso da discussão da relação entre os chistes e os sonhos, Freud menciona sua própria ‘razão subjetiva para dedicar-se ao problema dos chistes’ (Ver em [1].) Era esta, em poucas palavras, o fato de que Wilhelm Fliess se queixara de que os sonhos estavam por demais cheios de chistes, ao ler as provas de A Interpretação de Sonhos no outono de 1899. O episódio já fora narrado em uma nota de rodapé à 1ª edição da própria A Interpretação de Sonhos (1900a) (ver em [1] e [2]); podemos, agora, datá-lo exatamente, pois dispomos da carta em que Freud replicava à queixa de Fliess. Foi escrita a 11 de setembro de 1899, de Berchtesgaten, onde foram dados os toques finais ao livro, e anuncia que Freud pretende inserir nele uma explicação de fato curioso: a presença nos sonhos de algo que se aparece aos chistes (Freud, 1950a, Carta 118).

 

Sem dúvida o episódio atuou como fator precipitante e fez com que Freud devotasse maior atenção ao assunto, mas não há de ter sido, possivelmente, a origem de seu interesse. Existe ampla evidência de que ele já tinha o assunto em mente vários anos antes. O simples fato de que dispusesse de uma resposta imediata à crítica de Fliess demonstra a probabilidade dessa suposição; outra confirmação é dada pela referência ao mecanismo dos efeitos ‘cômicos’, que aparece em uma página posterior de A Interpretação de Sonhos (ver em [1]) e que prenuncia um dos pontos principais do capítulo final do presente trabalho. Mas era inevitável que tão logo Freud iniciasse sua detalhada investigação dos sonhos, ficasse surpreendido pela freqüência com que ocorriam nos próprios sonhos, ou em suas associações, estruturas semelhantes a chistes. A Interpretação de Sonhos está cheio de exemplos dessa espécie, sendo talvez o registro mais antigo o do trocadilhesco sonho de Frau Cëcilie M., relatado em uma nota de rodapé ao final da história clínica de Fräulein Elizabeth von R. em Estudos sobre a Histeria (1895d), (ver em [1]).

Mas, bem distante dos sonhos, há evidência do precoce interesse teórico de Freud pelos chistes. Em carta a Fliess, de 12 de junho de 1897 (Freud, 1950a, Carta 95), após citar um chiste sobre dois Schnorrer, Freud escreveu: ‘Devo confessar que desde há algum tempo estou reunindo uma coleção de anedotas de judeus, de profunda importância’. Alguns meses depois, a 21 de setembro de 1897, cita uma outra história de judeu, como pertencente ‘a minha coleção’ (ibid., Carta 69), e inúmeras outras aparecem tanto na correspondência com Fliess como em A Interpretação de Sonhos. (Ver, particularmente, um comentário sobre essas histórias no Capítulo V, Seção B, a partir de [1].) Desta coleção, naturalmente, derivaram os muitos exemplos de tais anedotas sobre as quais tão amplamente se baseia sua teoria.

Uma outra influência, algo importante para Freud por volta daquela época, foi a de Theodor Lipps. Lipps (1851-1914) era um professor de Munique que escrevia sobre psicologia e estética, e ao qual se atribui a introdução do termo ‘Einfühlung’ (empatia). O interesse de Freud por ele foi, talvez, inicialmente despertado por um artigo sobre o inconsciente, lido em um congresso de psicologia de 1897, fundamento de uma longa discussão no último capítulo de A Interpretação de Sonhos (ver em [1].). Sabemos pelas cartas a Fliess que em agosto e setembro de 1898 Freud estava lendo um livro anterior de Lipps sobre The Basic Facts of Mental Life (1893), novamente impressionado pelos comentários deste sobre o inconsciente (Freud, 1950a, Cartas 94, 95 e 97). Mas já em 1898 aparecia um outro trabalho de Lipps sobre assunto mais específico - Komik und Humor. Foi este trabalho, como diz Freud logo ao início do presente estudo, que o encorajou a embarcar nele.

Foi em terreno assim preparado que caiu a semente do comentário crítico de Fliess, decorrendo entretanto muito anos até que frutificasse.

Freud publicou três importantes trabalhos em 1905: a história clínica de ‘Dora’, que apareceu no outono, embora, em sua maior parte, estivesse escrito quatro anos antes, Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade e Os Chistes e sua Relação com o Inconsciente. Trabalhou nesses dois últimos livros simultaneamente: Ernest Jones (1955, 13) diz que Freud mantinha os dois manuscritos em mesas adjacentes e fazia acréscimos a um ou a outro de acordo com a disposição do momento. Os livros foram publicados quase simultaneamente e não está inteiramente estabelecido qual dos dois foi o primeiro. A numeração atribuída pelo editor em Três Ensaios é de 1124 e em Os Chistes, 1128; mas Jones (ibid., 375n.) relata que este último número estava ‘errado’, o que podia implicar na reversão dessa ordem. Na mesma passagem, entretanto, Jones afirma definitivamente que Os Chistes ‘apareceu logo após o outro livro’. A data real da publicação deve ter antecedido o início de junho, pois uma longa e favorável recensão apareceu no jornal diário de Viena Die Zeit a 4 de junho.

A história posterior deste livro difere muito dos outros principais trabalhos de Freud no período. A Interpretação de Sonhos, A Psicopatologia da Vida Cotidiana e Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade foram todos eles expandidos e modificados, de modo a se tornarem quase irreconhecíveis em suas edições posteriores. Meia dúzia de pequenos acréscimos foram feitos em Os Chistes quando este livro atingiu sua 2ª edição em 1912, mas depois nenhuma outra mudança foi efetivada.

Parece possível que tal circunstância se relacione ao fato de que o livro se mantenha à parte dos demais escritos de Freud. Ele próprio pensava assim. Suas referências a ele em outros trabalhos são comparativamente escassas, em Conferências Introdutórias (1916-17, Conferência XV) refere-se a que ele o tenha temporariamente desviado de seu caminho; em Um Estudo Autobiográfico (1925d), ver em [1] e [2], há mesmo o que parece ser uma referência levemente depreciativa. Então, inesperadamente, após um intervalo de mais de vinte anos, Freud retoma o fio da meada, em seu breve artigo sobre ‘Humour’ (1927d), no qual utilizava sua concepção estrutural da mente, recentemente proposta, para lançar nova luz sobre um obscuro problema.

Ernest Jones descreve o presente como o menos conhecido dos trabalhos de Freud, e isto é decerto verdade, o que não é de surpreender, quanto aos leitores não alemães.

‘Traduttore - Traditore!’ Tais palavras - dos chistes discutidos adiante por Freud (em [1]) - podiam ser convenientemente inscritas na página de rosto do presente trabalho. Muitos dos trabalhos de Freud suscitam agudas dificuldades para o tradutor, mas este apresenta um caso especial. Aqui, como em A Interpretação de Sonhos e A Psicopatologia da Vida Cotidiana, e talvez em maior extensão, somos confrontados por um grande número de problemas envolvendo algum jogo de palavras intraduzível. E aqui, como nesses outros casos, não podemos fazer mais que explicar a bem descomprometedora política adotada nessa edição. Dispomos de dois métodos, um ou outro dos quais tem sido usualmente adotado no tratamento de tais exemplos intraduzíveis - ou abandoná-los de todo ou substituí-los por exemplos do próprio tradutor. Nenhum desses métodos parece adequado a uma edição que pretende apresentar tão acuradamente quanto possível as idéias de Freud aos leitores ingleses. Aqui, entretanto, devemos nos satisfazer em fornecer as palavras críticas no alemão original, explicando-as tão brevemente quanto possível nos colchetes ou notas de rodapé. Inevitavelmente, é claro, o chiste desaparece nesse processo. Devemos lembrar-nos, contudo, que pela utilização de qualquer dos métodos alternativos, desaparecem porções, e às vezes as porções mais interessantes, dos argumentos de Freud. Presumivelmente o leitor tem estes em vista, mais que um momento de diversão.

Há, entretanto, uma dificuldade muito mais séria na tradução deste trabalho particular - uma dificuldade terminológica que o atravessa em sua totalidade. Por uma estranha fatalidade (cujas causas seria do maior interesse investigar) os termos alemães e ingleses cobrindo os mesmos fenômenos parecem nunca coincidir; são sempre aparentemente ou amplos ou estreitos demais - deixando lacunas entre si, ou superpondo-se. O próprio título do livro, ‘Der Witz‘ já se nos depara um importante problema. Traduzi-lo como ‘wit’ abre as portas para mal-afortunadas incompreensões. No uso inglês normal ‘wit’ e ‘witty’ têm um sentido altamente restrito e aplicam-se apenas a uma espécie de chistes mais refinados ou intelectuais. O mais sumário exame dos exemplos nestas páginas mostrará que ‘Witz‘ e ‘witzig‘ possuem conotação muito mais ampla. ‘Joke’ (chiste) por outro lado parece ser ampla demais e cobrir igualmente a alemã Scherz. A única solução para este, e para dilemas similares, parece ser a adoção de uma palavra inglesa para alguma correspondente alemã, mantê-la consistente e invariavelmente mesmo se parece errada em um determinado contexto. Deste modo o leitor ao menos poderá tirar sua própria conclusão quanto ao sentido em que Freud está usando tal palavra. Assim, através de todo o livro ‘Witz’ foi traduzido como ‘joke’ (chiste) e ‘Scherz‘ como ‘jest’ (gracejo). Há grande dificuldade com o adjetivo witzig, usado aqui na maioria dos casos como adjetivo qualificante de Witz. O Concise Oxford Dictionary apresenta, de fato, sem comentários, o adjetivo ‘joky’ (chistoso). Tal palavra teria poupado ao tradutor inúmeras desajeitadas perífrases mas ele confessa que não teve disposição para usá-la. As únicas vezes em que ‘Witz‘ foi traduzida como ‘wit’ são dois ou três lugares (p. ex., em [1]) em que se utiliza a palavra alemã (como explicado na última nota de rodapé) para denotar a função mental e não o seu produto, parecendo não haver, então, alternativa possível em inglês.

Há outras dificuldades, embora menos graves, quanto às palavras alemãs ‘das Komische‘ e ‘die Komik‘. Uma tentativa de diferenciar entre elas, usando ‘the comic’ (o cômico) para a primeira e ‘comicality’ (comicidade) para a segunda foi abandonada em vista da passagem ao fim do parágrafo em [1], onde as duas palavras diferentes são usadas em sentenças sucessivas, muito claramente com o mesmo sentido, atendendo meramente ao objetivo de ‘variação elegante’. De modo que a muito empolada palavra inglesa ‘the comic’ foi adotada sistematicamente para ambas as palavras alemãs.

Finalmente, pode-se notar que a palavras inglesa ‘humour’, naturalmente usada para a alemã ‘Humour‘, soa decididamente artificial a ouvidos ingleses em alguns contextos. O fato é que hoje raramente a palavra parece ser usada isoladamente. Dificilmente ocorre exceto na expressão ‘sense of humour’. Mas aqui, outra vez, o leitor estará em posição de decidir por si mesmo sobre o sentido que Freud conecta à palavra.

Espera-se ardentemente que essas dificuldades, afinal, todas elas superficiais, não detenham os leitores no início. O livro está cheio de um material fascinador, grande parte do qual não reaparece em nenhum outro escrito de Freud. As detalhadas abordagens aí contidas dos complicados processos psicológicos não têm rivais fora de A Interpretação de Sonhos, e são, em verdade, um produto da mesma fagulha de gênio que nos deu aquele grande trabalho.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud aborda os chistes com um imenso talento que o fez gênio e celebre intelectual em todo o mundo.

Mattanó aborda os chistes como produção dos sonhos e da linguagem, da alfabetização, dos jogos de linguagem, como o trocadilho que por sua vez rendeu a ele as ideias sobre a pulsão auditiva em 1995 e suas Novas Teorias e Epistemologias Psicológicas que abordam o tema como um produto da pulsão de morte, da desintegração, da fragmentação produzida pela autodestruição causada pela lavagem cerebral originada pela pulsão auditiva com seus trocadilhos associados à psicanálise desejante.

 

MATTANÓ

(29/03/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes segundo Freud são frutos com um imenso talento que o fez gênio e celebre intelectual em todo o mundo.

Mattanó aborda os chistes como produção dos sonhos e da linguagem, da alfabetização, dos jogos de linguagem, como o trocadilho que por sua vez rendeu a ele as ideias sobre a pulsão auditiva em 1995 e suas Novas Teorias e Epistemologias Psicológicas que abordam o tema como um produto da pulsão de morte, da desintegração, da fragmentação produzida pela autodestruição causada pela lavagem cerebral originada pela pulsão auditiva com seus trocadilhos associados à psicanálise desejante.

Da mesma forma podemos ainda especular que os chistes tem seu caráter e lado virtual, ou seja, que podem ser construídos a partir do mundo e da realidade virtuais, através dos sonhos, da linguagem, da alfabetização, dos jogos de linguagem e da produção científica, que rendeu a ideia acerca da pulsão auditiva de Mattanó a partir de 1995 e suas Novas Teorias e Epistemologias Psicológicas que especulam os chistes com parte de um processo ou produto da pulsão de morte e da autodestruição desse indivíduo gerada pela lavagem cerebral estudada por essa produção científica, toda essa realidade quando virtual torna-se um grande mundo virtual que pode ser convertido em Palavra e em Sagrada Escritura e assim despertar o interesse pelas suas ferramentas que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade.

 

MATTANÓ

(08/05/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  1. PARTE ANALÍTICA

 

I - INTRODUÇÃO

 

Qualquer pessoa que tenha tido, em alguma época, a oportunidade de investigar na literatura da estética e da psicologia a luz que estas podem lançar sobre a natureza dos chistes, e sobre a posição por eles ocupada, deverá provavelmente admitir que os chistes não vêm recebendo tanta atenção filosófica quanto merecem, em vista do papel que desempenham na nossa vida mental. Pode-se nomear somente um pequeno número de pensadores que de fato se aprofundaram nos problemas dos chistes. Entre aqueles que discutiram o chiste estão, entretanto, nomes famosos, tais como os do novelista Jean Paul (Richter) e dos filósofos Theodor Vischer, Kuno Fischer e Theodor Lipps. Mas mesmo nesses escritores o tema dos chistes fica à retaguarda, estando o interesse principal da investigação voltado para o problema, mais amplo e mais atraente, da comicidade.

A primeira impressão derivada da literatura é que é bem impraticável tratar os chistes, a não ser em conexão com o cômico.

De acordo com Lipps (1898), um chiste é ‘algo cômico de um ponto de vista inteiramente subjetivo’, isto é, ‘algo que nós produzimos, que se liga a nossa atitude como tal, e diante de que mantemos sempre uma relação de sujeito, nunca de objeto, nem mesmo objeto voluntário (ibid., 80). Segue-se melhor explicação por um comentário de que o efeito daquilo, que, em geral, chamamos um chiste, é qualquer evocação consciente e bem-sucedida do que seja cômico, seja a comicidade devida à observação ou à situação’ (ibid. 78).

Fischer (1889) ilustra a relação dos chistes com o cômico lançando mão da caricatura, que, em sua abordagem, ele situa entre ambos. A comicidade interessa-se pelo feio, em qualquer uma de suas manifestações: ‘Se [o que é feito] for ocultado, deve ser descoberto à luz da maneira cômica de olhar as coisas; se é pouco notado, escassamente notado afinal, deve ser apresentado e tornado óbvio, de modo que permaneça claro, aberto à luz do dia… Desta maneira, nasce a caricatura’. (Ibid., 45.) ‘Todo nosso universo espiritual, o reino intelectual de nossos pensamentos e idéias, não se desdobra ante a mirada da observação externa, nem pode ser diretamente imaginado de maneira vívida e visível. Além do mais, contém suas inibições, fraquezas e deformidades - uma riqueza de contrastes ridículos e cômicos. A fim de enfatizar estes e torná-los acessíveis à consideração estética, é necessário uma força capaz não simplesmente de imaginar os objetos diretamente mas antes de lançar luz sobre essas imagens, clarificando-as: uma força que possa iluminar pensamentos. A única força dessa ordem é o juízo. Um chiste é um juízo que produz contraste cômico; participa já, tacitamente, da caricatura, mas apenas no juízo assume sua forma peculiar e a livre esfera de seu desdobramento.’ (Ibid., 49-50.)

Veremos que a característica distintiva do chiste na classe do cômico é, segundo Lipps, a ação, o comportamento ativo do sujeito, embora, para Fischer, consista na relação do chiste com seu objeto ou seja, a ocultada fealdade do universo dos pensamentos. É impossível testar a validade dessas definições do chiste - na verdade, dificilmente elas são inteligíveis -, a não ser que as consideremos no contexto de onde foram extraídas. Seria, portanto, necessário percorrer as abordagens do cômico feitas por esses autores antes que possamos aprender com eles sobre o chiste. Outras passagens, entretanto, mostram-nos que estes mesmos autores são capazes de descrever as características essenciais, e geralmente válidas, do chiste sem considerar qualquer conexão sua com o cômico.

A caracterização que mais parece satisfazer ao próprio Fischer é a seguinte: ‘Um chiste é um juízo lúdico‘.(Ibid., 51.) Por meio de uma ilustração desse princípio, proporcionou uma analogia: ‘exatamente como a liberdade estética consiste na contemplação lúdica das coisas’ (ibid., 50). Em outra parte (ibid., 20) a atitude estética é caracterizada pela condição de que nada solicitamos ao objeto; em especial, não lhe pedimos nenhuma satisfação de nossas necessidades sérias, contentando-nos, antes, com o prazer de contemplá-las. A atitude estética é lúdica, em contraste com o trabalho. ‘Seria possível que da liberdade estética brotasse uma espécie de juízo liberado de suas usuais regras e regulações, ao qual, devido a sua origem, eu chamarei juízo lúdico’, e está contido nesse conceito o principal determinante, senão a fórmula total, que resolverá nosso problema. ‘A liberdade produz chistes e os chistes produzem liberdade’, escreveu Jean Paul. ‘Fazer chistes é simplesmente jogar com as idéias’. (Ibid., 24.)

Uma apreciada definição do chiste considera-o a habilidade de encontrar similaridades entre coisas dessemelhantes, isto é, descobrir similaridades escondidas. Jean Paul expressou esse próprio pensamento em forma de chiste: ‘O chiste é o padre disfarçado que casa a todo casal’. Fischer [1846-57, 1, 422] avança esta definição: Ele (o padre) dá preferência ao matrimônio de casais cuja união os parentes abominam’. Fischer objeta, entretanto, que há chistes em que não se cogita de comparar, em que, portanto, não se cogita de encontrar similaridades. Divergindo ligeiramente de Jean Paul, define o chiste como a habilidade de fundir, com surpreendente rapidez, várias idéias, de fato diversas umas das outras tanto em seu conteúdo interno, como no nexo com aquilo a que pertencem. Fischer, novamente, acentua o fato de que em largo número de juízos chistosos encontram-se diferenças, antes que similaridades, e Lipps indica que estas definições se relacionam à habilidade própria do piadista e não aos chistes que ele faz.

Outras idéias, mais ou menos inter-relacionadas, que têm emergido para a definição ou a descrição dos chistes, são as seguintes: ‘um contraste de idéias’, ‘sentido no nonsense’, ‘desconcerto e esclarecimento’.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud aponta que a primeira impressão derivada da literatura é que é bem impraticável tratar os chistes, a não ser em conexão com o cômico.

De acordo com Lipps (1898), um chiste é ‘algo cômico de um ponto de vista inteiramente subjetivo’, isto é, ‘algo que nós produzimos, que se liga a nossa atitude como tal, e diante de que mantemos sempre uma relação de sujeito, nunca de objeto, nem mesmo objeto voluntário (ibid., 80). Segue-se melhor explicação por um comentário de que o efeito daquilo, que, em geral, chamamos um chiste, é qualquer evocação consciente e bem-sucedida do que seja cômico, seja a comicidade devida à observação ou à situação’ (ibid. 78).

A caracterização que mais parece satisfazer ao próprio Fischer é a seguinte: ‘Um chiste é um juízo lúdico‘.(Ibid., 51.)

‘A liberdade produz chistes e os chistes produzem liberdade’, escreveu Jean Paul. ‘Fazer chistes é simplesmente jogar com as idéias’. (Ibid., 24.)

Outras idéias, mais ou menos inter-relacionadas, que têm emergido para a definição ou a descrição dos chistes, são as seguintes: ‘um contraste de idéias’, ‘sentido no nonsense’, ‘desconcerto e esclarecimento’.

Para Mattanó os chistes são um ¨contraste¨ ou jogo de ideias com caricaturas, e jogo de linguagem com o trocadilho elaborado por meio de significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts, insights, desejos, pensamentos, fantasias e conteúdos de véspera, conteúdo manifesto e conteúdo latente, história de vida, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(13/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a primeira impressão derivada da literatura é que é bem impraticável tratar os chistes, a não ser em conexão com o cômico, ou seja, em conexão com o mundo virtual e a realidade virtual da Palavra e da Sagrada Escritura.

De acordo com Lipps (1898), um chiste é ‘algo cômico de um ponto de vista inteiramente subjetivo’, isto é, ‘algo que nós produzimos, que se liga a nossa atitude como tal, e diante de que mantemos sempre uma relação de sujeito, nunca de objeto, nem mesmo objeto voluntário (ibid., 80). Segue-se melhor explicação por um comentário de que o efeito daquilo, que, em geral, chamamos um chiste, é qualquer evocação consciente e bem-sucedida do que seja cômico, seja a comicidade devida à observação ou à situação’ (ibid. 78). Vemos que se trata de uma evocação consciente com uma realidade virtual ou mundo virtual mediado pela Palavra ou pela Sagrada Escritura, pelo pecado, pela penitência, pela devoção ou pela conversão e pela oração.

A caracterização que mais parece satisfazer ao próprio Fischer é a seguinte: ‘Um chiste é um juízo lúdico‘.(Ibid., 51.). Vemos que o chiste pode ser um juízo virtual da Palavra ou da Sagrada Escritura, depende da sua consciência, cultura, conhecimento e realidade.

‘A liberdade produz chistes e os chistes produzem liberdade’, escreveu Jean Paul. ‘Fazer chistes é simplesmente jogar com as idéias’. (Ibid., 24.). Fazer chistes é jogar com a liberdade e a liberdade devem ser sinônimo de mundo e realidade virtuais, pois trata-se de ideias oriundas de associações, por exemplo, com a Palavra e a Sagrada Escritura..

Outras idéias, mais ou menos inter-relacionadas, que têm emergido para a definição ou a descrição dos chistes, são as seguintes: ‘um contraste de idéias’, ‘sentido no nonsense’, ‘desconcerto e esclarecimento’. Vemos que os chistes podem causar um contraste de ideias, um desconcerto e um esclarecimento típico de textos associados como a Palavra e a Sagrada Escritura que aumentam o seu valor e as suas propriedades comportamentais.

Para Mattanó os chistes são um ¨contraste¨ ou jogo de ideias com caricaturas, e jogo de linguagem com o trocadilho elaborado por meio de significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts, insights, desejos, pensamentos, fantasias e conteúdos de véspera, conteúdo manifesto e conteúdo latente, história de vida, conclusões e interpretações finais, contudo toda essa realidade quando virtual torna-se um grande mundo virtual que pode ser convertido em Palavra e em Sagrada Escritura e assim despertar o interesse pelas suas ferramentas que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade.

 

MATTANÓ

(14/05/2025)

 

 

 

 

 

 

Definições como a de Kraepelin enfatizam como fator principal o contraste de idéias. Um chiste é ‘a conexão ou a ligação arbitrária, através de uma associação verbal, de duas idéias, que de algum modo contrastam entre si’. Um crítico como Lipps não tem dificuldades em demonstrar a total impropriedade dessa fórmula; mas ele próprio não exclui o fator de contraste, deslocando-o simplesmente para uma outra parte. ‘O contraste persiste, mas não o contraste entre as idéias relacionadas às palavras, mas um contraste ou contradição entre o sentido e a falta de sentido das palavras.’ (Lipps, 1898, 87.) Através de exemplos demonstra como se deve entender isso. ‘Um contraste só assoma porque… atribuímos às palavras um significado que, entretanto, não podemos garantir-lhes.’ (Ibid., 90.)

Se esse ponto for mais desenvolvido, o contraste entre ‘sentido e nonsense‘ torna-se significante. ‘Aquilo que, em certo momento, pareceu-nos ter um significado, verificamos agora que é completamente destituído de sentido. Eis o que, nesse caso, constitui o processo cômico… Um comentário aparece-nos como um chiste se lhe atribuímos uma significância dotada de necessidade psicológica, e tão logo tenhamos feito isso, de novo o refutamos. Essa “significância” pode querer dizer várias coisas. Atribuímos sentido a um comentário e sabemos que logicamente ele não pode ter nenhum. Descobrimos nele uma verdade, fato impossível de acordo com as leis da experiência ou com nossos hábitos gerais de pensamento. Concedemos-lhe conseqüências lógicas ou psicológicas, que ultrapassam seu verdadeiro conteúdo, apenas para negar tais conseqüências tão logo tenhamos reconhecido claramente a natureza do comentário. Em todos os casos, o processo psicológico que o comentário chistoso nos provoca, e sobre o qual repousa o processo cômico, consiste na imediata transição dessa atribuição de sentido, dessa descoberta da verdade, dessa concessão de conseqüências, à consciência ou impressão de relativa nulidade.’ (Ibid, 85)

Por mais penetrante que essa análise possa parecer, pode-se levantar aqui a questão de saber se o contraste entre o significativo e a falta de sentido, contraste sobre o qual se diz que o sentimento do cômico repousa, também contribui para a definição do conceito de chiste na medida em que este difira do conceito de cômico.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ);

Definições como a de Kraepelin enfatizam como fator principal o contraste de idéias. Um chiste é ‘a conexão ou a ligação arbitrária, através de uma associação verbal, de duas idéias, que de algum modo contrastam entre si’. Um crítico como Lipps: ‘O contraste persiste, mas não o contraste entre as idéias relacionadas às palavras, mas um contraste ou contradição entre o sentido e a falta de sentido das palavras.’ (Lipps, 1898, 87.)

Atribuímos sentido a um comentário e sabemos que logicamente ele não pode ter nenhum. Descobrimos nele uma verdade, fato impossível de acordo com as leis da experiência ou com nossos hábitos gerais de pensamento. Concedemos-lhe conseqüências lógicas ou psicológicas, que ultrapassam seu verdadeiro conteúdo, apenas para negar tais conseqüências tão logo tenhamos reconhecido claramente a natureza do comentário. Em todos os casos, o processo psicológico que o comentário chistoso nos provoca, e sobre o qual repousa o processo cômico, consiste na imediata transição dessa atribuição de sentido, dessa descoberta da verdade, dessa concessão de conseqüências, à consciência ou impressão de relativa nulidade.’ (Ibid, 85)

Mattanó aponta que suas ideias sobre a Pulsão Auditiva referem-se aos chistes, ao contraste ou contradição entre sentido e falta de sentido das palavras, que podem provocar uma nulidade ou algum sentido para as palavras evocadas pelas regras da Pulsão Auditiva de Mattanó; a ausência de sentido está intimamente relacionada a Pulsão de Morte e a autodestrutividade, e a nulidade e os sentidos conceituais lógicos e alfabetizados estão intimamente relacionados a Pulsão de Vida e a autoconservação.

 

MATTANÓ

(15/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor as definições como a de Kraepelin enfatizam como fator principal o contraste de idéias. Um chiste é ‘a conexão ou a ligação arbitrária, através de uma associação verbal, de duas idéias, que de algum modo contrastam entre si’. Um crítico como Lipps: ‘O contraste persiste, mas não o contraste entre as idéias relacionadas às palavras, mas um contraste ou contradição entre o sentido e a falta de sentido das palavras.’ (Lipps, 1898, 87.). Vemos que o chiste é um contraste entre ideias relacionadas às palavras, entre sentido e falta de sentido das palavras, da mesma forma o mundo e a realidade virtuais por meio da Palavra e da Sagrada Escritura podem fornecer chistes e contradições que formem sentido e falta de sentido entre às palavras, devido o sentido delas, aos seus contextos e ideias, conexões e associações verbais, ligações arbitrárias que criam uma semântica, ou um sentido, mesmo havendo contradição entre as palavras, evento que aumenta o seu valor reforçador.

Atribuímos sentido a um comentário e sabemos que logicamente ele não pode ter nenhum. Descobrimos nele uma verdade, fato impossível de acordo com as leis da experiência ou com nossos hábitos gerais de pensamento. Concedemos-lhe conseqüências lógicas ou psicológicas, que ultrapassam seu verdadeiro conteúdo, apenas para negar tais conseqüências tão logo tenhamos reconhecido claramente a natureza do comentário. Em todos os casos, o processo psicológico que o comentário chistoso nos provoca, e sobre o qual repousa o processo cômico, consiste na imediata transição dessa atribuição de sentido, dessa descoberta da verdade, dessa concessão de conseqüências, à consciência ou impressão de relativa nulidade.’ (Ibid, 85). Vemos que o comentário chistoso tem a propriedade relativa de nulidade da impressão sobre a consciência do objeto comentado, mesmo atribuindo um sentido, pois trata-se de um processo cômico, da mesma forma acontece com a Palavra e a Sagrada Escritura quando fazemos um comentário chistoso a respeito dela nos referindo a ela ou a terceiros, o chiste anula a impressão sobre a consciência do objeto comentado, seja lá qual for o comentário. Os chistes ajudam a manter o meio ambiente pacificado e equilibrado, normalizado.

Mattanó aponta que suas ideias sobre a Pulsão Auditiva referem-se aos chistes, ao contraste ou contradição entre sentido e falta de sentido das palavras, que podem provocar uma nulidade ou algum sentido para as palavras evocadas pelas regras da Pulsão Auditiva de Mattanó; a ausência de sentido está intimamente relacionada a Pulsão de Morte e a autodestrutividade, e a nulidade e os sentidos conceituais lógicos e alfabetizados estão intimamente relacionados a Pulsão de Vida e a autoconservação. Contudo sabemos que os chistes analisados como trocadilhos e jogos de linguagem tratam-se de linguagem, de educação e de sublimação, onde os processos psicológicos do indivíduo acentuam-se em direção a lógica e a alfabetização, a nulidade, a vida e a autoconservação e que através da Palavra e da Sagrada Escritura estes processos são aumentados em função das suas propriedades comportamentais que modelam e governam os nossos comportamentos segundo determinadas contingências verbais, mesmo que virtuais, ou do mundo e da realidade virtuais, através de ferramentas que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade.

 

MATTANÓ

(16/05/2025)

 

 

 

 

 

 

 

O fator de ‘desconcerto e esclarecimento’ leva-nos também a aprofundar o problema da relação entre o chiste e o cômico. Kant fala-nos que o cômico em geral tem a notável característica de ser capaz de enganar-nos apenas por um instante. Heymans (1896) explica como é que o efeito de um chiste se manifesta, o desconcerto sendo sucedido pelo esclarecimento. Ilustra sua teoria através de um brilhante chiste de Heine, que faz um de seus personagens, Hirsch-Hyacinth, o pobre agente de loteria, vangloriar-se de que o grande Barão Rothschild o tenha tratado bem como a um seu igual: bastante ‘familionariamente’. Aqui a palavra veículo desse chiste parece, a princípio, estar erradamente construída, ser algo ininteligível, incompreensível, enigmático. Em decorrência, desconcerta. O efeito cômico é produzido pela solução desse desconcerto através da compreensão da palavra. Lipps (1898, 45) acrescenta que o primeiro estágio do esclarecimento - que a palavra desconcertante signifique isto ou aquilo - é seguido de um segundo estágio, no qual percebemos que a palavra sem sentido que nos havia ‘confundido’, nos mostra então o sentido verdadeiro. É apenas esse segundo esclarecimento, essa descoberta de que uma palavra sem sentido, conforme o uso lingüístico normal, é a responsável por todo o processo - essa solução do problema no nada -, é apenas esse segundo esclarecimento que produz o efeito cômico.

Se alguma dessas duas concepções nos parece lançar um pouco mais de luz sobre a questão, a discussão do desconcerto e esclarecimento leva-nos para mais perto de uma descoberta particular. Pois se o efeito cômico do ‘familionariamente’ de Heine depende da interpretação dessa palavra aparentemente sem sentido, o chiste deve, sem dúvida, ser atribuído à formação da palavra e às características da palavra assim formada.

Uma outra peculiaridade dos chistes, pouco ou nada relacionada com o que até aqui já consideramos, é reconhecida por todas as autoridades sobre o assunto. A ‘brevidade é o corpo e a alma do chiste, sua própria essência’, diz Jean Paul (1804, parte II, parágrafo 42), modificando simplesmente o que o velho tagarela Polonius diz no Hamlet (II, 2), de Shakespeare:

 

‘Therefore, since brevity is the soul of wit ’

 And tediousness the limbs and outward flourisher ’

I will be brief.’

 

Nessa conexão, a abordagem por Lipps (1898, 90) da brevidade dos chistes é significativa: ‘Um chiste diz o que tem a dizer, nem sempre em poucas palavras, mas sempre em palavras poucas demais, isto é, em palavras que são insuficientes do ponto de vista da estrita lógica ou dos modos usuais de pensamento e de expressão. Pode-se mesmo dizer tudo o que se tem a dizer nada dizendo’.

Já sabemos, pela conexão dos chistes com a caricatura, que eles ‘devem apresentar alguma coisa ocultada ou escondida’ (Fischer, 1889, 51). Uma vez mais enfatizo esse determinante, porque ele tem também mais a ver com a natureza dos chistes do que com a parte cômica destes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

A abordagem por Lipps (1898, 90) da brevidade dos chistes é significativa: ‘Um chiste diz o que tem a dizer, nem sempre em poucas palavras, mas sempre em palavras poucas demais, isto é, em palavras que são insuficientes do ponto de vista da estrita lógica ou dos modos usuais de pensamento e de expressão. Pode-se mesmo dizer tudo o que se tem a dizer nada dizendo’.

Já sabemos, pela conexão dos chistes com a caricatura, que eles ‘devem apresentar alguma coisa ocultada ou escondida’ (Fischer, 1889, 51). Uma vez mais enfatizo esse determinante, porque ele tem também mais a ver com a natureza dos chistes do que com a parte cômica destes.

Para Mattanó os chistes dependem de uma lógica e falta de lógica, coerência e incoerência, sentido e falta de sentido em suas palavras que podem provocar a Pulsão de Morte e a autodestruição com, por exemplo, as falsas e errôneas teorias sobre a Pulsão Auditiva que apareceram com a violência sofrida nas ideias de Mattanó na UEL, ou podem provocar a Pulsão de Vida se usarmos as Teorias da Pulsão Auditiva que não são criminosas, de Mattanó, que produzem autoconservação e conhecimento, crescimento pessoal e social, acadêmico e profissional, mostrando que são chistes esses comportamentos e que eles podem ter seu caráter de vida ou de morte, de autoconservação ou de autodestruição.

 

MATTANÓ

(15/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a abordagem por Lipps (1898, 90) da brevidade dos chistes é significativa: ‘Um chiste diz o que tem a dizer, nem sempre em poucas palavras, mas sempre em palavras poucas demais, isto é, em palavras que são insuficientes do ponto de vista da estrita lógica ou dos modos usuais de pensamento e de expressão. Pode-se mesmo dizer tudo o que se tem a dizer nada dizendo’. Vemos que os chistes tem a propriedade de dizer mesmo nada dizendo devido sua lógica absurda, até mesmo através do mundo e da realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura.

Já sabemos, pela conexão dos chistes com a caricatura, que eles ‘devem apresentar alguma coisa ocultada ou escondida’ (Fischer, 1889, 51). Uma vez mais enfatizo esse determinante, porque ele tem também mais a ver com a natureza dos chistes do que com a parte cômica destes. Vemos que os chistes tem conexão com a caricatura e em função disto, apresentam alguma coisa oculta ou escondida que tem significado e sentido cômico, até mesmo através do mundo virtual e da realidade virtual da Palavra e da Sagrada Escritura, seja ou não, através dos ¨avatares Bíblicos¨, da ¨moral Bìblica¨,  dos ¨frutos Bíblicos¨, da ¨natureza Bíblica¨ ou da ¨vida espiritual¨ e dos ¨personagens Bíblicos¨ com seus ¨dramas Bíblicos¨.

Para Mattanó os chistes dependem de uma lógica e falta de lógica, coerência e incoerência, sentido e falta de sentido em suas palavras que podem provocar a Pulsão de Morte e a autodestruição com, por exemplo, as falsas e errôneas teorias sobre a Pulsão Auditiva que apareceram com a violência sofrida nas ideias de Mattanó na UEL, ou podem provocar a Pulsão de Vida se usarmos as Teorias da Pulsão Auditiva que não são criminosas, de Mattanó, que produzem autoconservação e conhecimento, crescimento pessoal e social, acadêmico e profissional, mostrando que são chistes esses comportamentos e que eles podem ter seu caráter de vida ou de morte, de autoconservação ou de autodestruição. Vemos que os chistes podem ser crimes ou pode ser legais, ambos coerentes ou incoerentes, com sentido e falta de sentido, levando o indivíduo a autodestruição ou a autopreservação, ou seja, a Pulsão de Morte ou a Pulsão de Vida, da mesma forma os chistes podem levar o indivíduo a ferramentas que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade.

 

MATTANÓ

(23/05/2025)

 

 

 

 

 

 

Estou bem alerta para o fato de que os fragmentários segmentos extraídos dos trabalhos desses escritores sobre os chistes não lhes podem fazer justiça. Devido às dificuldades ante uma exposição inequivocamente correta de cursos de pensamento tão complicados e sutis, não posso poupar aos investigadores curiosos a tarefa de obter das fontes originais a informação que desejarem. Não estou, entretanto, certo de que possam ficar inteiramente satisfeitos. Os critérios e as características dos chistes apresentados por esses autores, e acima coligidos - a atividade, a relação com o conteúdo de nossos pensamentos, a característica do juízo lúdico, a conjugação de coisas dissimilares, as idéias contrastantes, o ‘sentido no nonsense‘, a sucessão de desconcerto e esclarecimento, a revelação do que estava escondido, e a peculiar brevidade de chiste -, tudo isso, é verdade, parece-nos à primeira vista tão estritamente adequado e tão facilmente confirmável pelos exemplos, que não podemos correr qualquer risco de subestimar tais concepções. Mas elas são disjecta membra que gostaríamos de ver combinados em um todo orgânico. Uma vez que todos sejam expressos, não contribuem para nosso conhecimento dos chistes mais que um conjunto de anedotas para a descrição da personalidade de alguém cuja biografia temos o direito de solicitar. Não penetramos absolutamente nas conexões presumivelmente existentes entre os determinantes separados: o que teria, por exemplo, a brevidade do chiste a ver com sua característica de ser um juízo lúdico. Necessitamos que, além disso, nos digam se um chiste deve satisfazer a todos esses determinantes para que seja propriamente um chiste, ou se precisa satisfazer apenas a alguns, nesse caso sendo necessário especificar quais podem ser substituídos por outros e quais são indispensáveis. Desejaríamos também agrupar e classificar os chistes de acordo com suas características consideradas essenciais. A classificação que encontramos na literatura descansa, por um lado, nos recursos técnicos empregados (trocadilhos ou jogos de palavras) e, por outro lado, no uso que se faz deles no discurso (e.g. chistes usados com o objetivo de caricatura, de caracterização, ou de afronta).

Não devemos, pois, achar dificuldades em indicar os objetivos de qualquer nova tentativa de lançar luz sobre os chistes. Para poder contar com algum êxito, teremos, ou que abordar o trabalho a partir de novos ângulos, ou esforçar-nos por penetrá-lo ainda mais através de aumentada atenção e aprofundado interesse. Podemos pelo menos decidir que não fracassaremos quanto ao último aspecto. É impressionante que as autoridades se dêem por satisfeitas com os propósitos de suas investigações, considerando um número tão pequeno de chistes reconhecidos como tais, utilizando além do mais os mesmos exemplos analisados por seus predecessores. Não devemos esquivar-nos ao dever de analisar os mesmos casos que já serviram às clássicas investigações sobre os chistes. Mas temos, além disso, a intenção de voltar-nos sobre novo material, visando a uma fundamentação mais ampla para nossas conclusões. É, pois, natural que escolhamos como assunto de nossa investigação exemplos de chistes que nos tenham impressionado mais no curso de nossas vidas e que nos tenham feito rir mais intensamente.

Valerá tanto trabalho o tema dos chistes? Pode haver, creio eu, dúvida quanto a isso. Deixando de lado os motivos pessoais que me fazem desejar conseguir uma penetração dos problemas dos chistes, os quais virão à luz no curso destes estudos, posso apelar para o fato de que há íntima conexão entre todos os eventos mentais, fato este que garante que uma descoberta psicológica, mesmo em campo remoto, repercutirá impredizivelmente em outros campos. Podemos ter também em mente o encanto peculiar e fascinador exercido pelos chistes em nossa sociedade. Um novo chiste age quase como um acontecimento de interesse universal: passa de uma a outra pessoa como se fora a notícia da vitória mais recente. Mesmo homens eminentes que acreditam valer a pena contar a história de suas origens, das cidades e países que visitaram, das pessoas importantes com quem conviveram, não se envergonham de inserir em suas autobiografias o relato de algum excelente chiste que acaso ouviram.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud faz uma breve exposição sobre a importância de se estudar os chistes e como poder fazer isto através de exemplos, que os chistes estão em íntima conexão com todos os eventos mentais, e que isto pode levar a outras descobertas, em outras áreas, em outros campos. Que os chistes tem um caráter fascinador em nossa sociedade, inclusive em biografias.

Mattanó acrescenta que os chistes são tão importantes que se tornaram na mente de pessoas mal intencionadas comportamentos insanos como a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 onde deveriam ter atendido a demanda de seu aluno, Osny Mattanó Júnior, e resolvido o problema, mas se esquivaram e fogem até hoje, 15 de abril de 2019, tudo começou entre 15 e 17 de outubro de 1995 numa aula de Psicanálise na UEL/Central de Salas, com uma pergunta que não foi respondida e foi motivo de violência e de lavagem cerebral.

 

MATTANÓ

(15/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud faz uma breve exposição sobre a importância de se estudar os chistes e como poder fazer isto através de exemplos, que os chistes estão em íntima conexão com todos os eventos mentais, e que isto pode levar a outras descobertas, em outras áreas, em outros campos. Que os chistes tem um caráter fascinador em nossa sociedade, inclusive em biografias. Vemos que os chistes tem conexão com todos os processos mentais e pertencem ao universo das biografias, pois fazem parte do mundo e da realidade virtuais ou abstratas, comentadas e narradas, que constroem a argumentação e a linguagem, inclusive a Palavra e a Sagrada Escritura e a sua ¨realidade paralela¨ ou virtual.

Mattanó acrescenta que os chistes são tão importantes que se tornaram na mente de pessoas mal intencionadas comportamentos insanos como a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 onde deveriam ter atendido a demanda de seu aluno, Osny Mattanó Júnior, e resolvido o problema, mas se esquivaram e fogem até hoje, 15 de abril de 2019, tudo começou entre 15 e 17 de outubro de 1995 numa aula de Psicanálise na UEL/Central de Salas, com uma pergunta que não foi respondida e foi motivo de violência e de lavagem cerebral. Vemos que os chistes podem se tornar motivo de crimes, lavagem cerebral e de loucura, até de guerras e conflitos, de processos judiciais penosos e longos, em função de sua funcionalidade, pois se não operassem no ambiente, o meio ambiente não responderia e não teria as consequências que tem tido desde 1995, da mesma forma esses mesmos chistes podem operar sobre a Palavra e a Sagrada Escritura e assim sobre ferramentas que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨.

 

MATTANÓ

(23/05/2025) 

 

 

 

 

 

 

 

II - A TÉCNICA DOS CHISTES

 

Vamos tomar agora um caminho, apresentado ao acaso, considerando o primeiro exemplo de chiste com que deparamos no capítulo anterior.

Na parte de seu Reisebilder intitulada ‘die Bäder von Lucca [Os Banhos de Lucca]’ Heine introduz a deliciosa figura do agente de loteria e calista hamburguês, Hirsch-Hyacinth, que se jacta ao poeta de suas relações com o rico Barão Rothschild, dizendo finalmente: ‘E tão certo como Deus há de me prover todas as coisas boas, doutor, sentei-me ao lado de Salomon Rothschild e ele me tratou como um seu igual - bastante familionariamente’.

Heymans e Lipps utilizaram esse chiste (que é, indiscutidamente, um chiste excelente e muito divertido) para ilustrar sua concepção de que o efeito cômico dos chistes deriva de ‘desconcerto e esclarecimento’ (ver antes [1]). Deixaremos, entretanto, de lado essa questão e formularemos outra: ‘O que converte o comentário de Hirsch-Hyacinth em um chiste?’. Só pode haver duas respostas possíveis: ou o pensamento expresso na sentença possui em si mesmo o caráter de um chiste, ou o chiste reside na expressão que o pensamento encontrou na sentença. Qualquer que seja a direção em que consista o caráter do chiste, nós o perseguiremos além e tentaremos captá-lo.

Um pensamento pode, em geral, ser expresso por várias formas lingüísticas - ou seja, por várias palavras - que podem representá-lo com igual aptidão. O comentário de Hirsch-Hyacinth apresenta seu próprio pensamento numa forma particular de expressão e, conforme nos parece, numa forma especialmente estranha, não aquela que seria mais facilmente inteligível. Tentemos exprimir o mesmo pensamento com a maior precisão possível em outras palavras. Lipps executou essa tarefa de modo a explicar em alguma medida a intenção do poeta. Escreve ele (1898, 87): ‘Heine, como o entendo, pretende significar que ele [Hyacinth] fora recebido com uma familiaridade - de espécie não rara, e que em regra não é favorecida por ter um tempero de milionária riqueza’. Não teremos alterado o sentido dessa paráfrase, se lhe dermos uma outra forma mais adequada à fala de Hirsch-Hyacinth: ‘Rothschild tratou-me como um igual, muito familiarmente, isto é, na medida em que isso é possível a um milionário’. ‘A condescendência de um homem rico’, acrescentaríamos, ‘sempre envolve alguma coisa pouco agradável para quem a experimente.’

Quer nos decidamos a escolher qualquer das duas, igualmente válidas, versões do pensamento, verificamos que a questão que nos puséramos, fica resolvida. Nesse exemplo o caráter do chiste não reside no pensamento. O que Heine pôs na boca de Hirsch-Hyacinth é uma observação correta e aguda, uma observação de inequívoca amargura, compreensível num pobre homem defrontado por tão grande riqueza; não nos aventuraríamos, entretanto, a descrevê-la como chistosa. Se alguém é incapaz, ao considerar a tradução do chiste, de livrar-se da lembrança da forma dada pelo poeta ao pensamento, sentindo assim que, não obstante, o pensamento é ele próprio chistoso, podemos apontar, como critério seguro, para o fato de que o caráter chistoso se tenha perdido na tradução. O comentário de Hirsch-Hyacinth faz-nos rir a bom rir, enquanto sua acurada tradução por Lipps, ou a nossa própria versão desta, ainda que possa agradar-nos e fazer-nos pensar, dificilmente poderá suscitar riso.

Mas, se o que faz de nosso exemplo um chiste não é nada que resida no pensamento, devemos procurá-lo na forma, na verbalização que o exprime. Temos apenas que estudar a peculiaridade de sua forma de expressão para captar o que se pode denominar técnica verbal ou expressiva desse chiste, algo que deve estabelecer íntima relação com a essência do chiste, já que, substituída por qualquer outra coisa, o caráter e o efeito do chiste desaparecem. Além do mais, ao atribuir tanta importância à forma verbal dos chistes estamos em perfeita concordância com as autoridades. Assim, Fischer (1889, 72) escreve: ‘É, em primeiro lugar, a simples forma que transforma em chiste um juízo; recordamos um dito de Jean Paul que, em único aforismo, explica e exemplifica essa precisa característica dos chistes: “Tal é simplesmente o poder da posição, seja entre guerreiros seja entre palavras’’’.

Em que consiste, pois, a ‘técnica’ desse chiste? O que acontece ao pensamento, como expresso, por exemplo, em nossa versão, de modo a torná-lo um chiste que nos faz rir entusiasticamente? Ocorrem duas coisas, tal como podemos verificar pela comparação de nossa versão com o texto do poeta. Primeiro, ocorre uma considerável abreviação. A fim de expressar completamente o pensamento contido no chiste, fomos obrigados a acrescentar às palavras ‘R. tratou-me quase como seu igual, muito familiarmente’, um post-scriptum que, reduzido à sua forma mais condensada, se exprime, ‘isto é, na medida em que isso é possível a um milionário’. E, ainda assim, sentimos necessidade de uma ulterior sentença explicativa. O poeta o exprime de maneira muito mais sintética: ‘R. tratou-me como um seu igual - bastante familionariamente’. No chiste desaparece toda a restrição acrescentada pela segunda sentença à primeira, que relata o tratamento familiar.

Mas não desaparece a ponto de não deixar um substituto a partir do qual possamos reconstruí-la. A palavra ‘familiär [familiarmente]’, na expressão não chistosa do pensamento, transformou-se no texto do chiste em ‘famillionär [familionariamente]’; e não pode haver dúvida de que é precisamente dessa estrutura verbal que dependem o caráter do chiste como chiste e o seu poder de causar riso. A palavra ora construída coincide, em sua posição anterior, com o ‘familiár‘ da primeira sentença, e nas sílabas finais com o ‘Millionär’ [milionariamente] da segunda. A palavra representa, portanto, a posição ‘Millionär‘ da segunda sentença e, mesmo, toda a segunda sentença, o que nos põe em condições de inferir que a segunda sentença tenha sido omitida do texto do chiste. Pode ser descrita como uma ‘estrutura composta’, constituída pelos dois componentes ‘familiär‘ e ‘Millionär‘, e é tentador fornecer um quadro diagramático da maneira pela qual se fez a derivação a partir daquelas duas palavras:

 

f a m i l i       ä r

     m i l i o n ä r

------------

f a m i l i o n ä r

 

O processo de conversão do pensamento em um chiste pode ser representado da seguinte maneira, fantástica à primeira vista, mas produzindo precisamente o resultado que realmente se nos depara:

 

’R. tratou-me bastante familiär,

isto é, tanto quanto é possível para um Millionär.’

 

Imaginemos agora que uma força compressora é levada a atuar sobre essas sentenças, e que, por alguma razão, a segunda é a menos resistente. Opera-se, pois, o seu desaparecimento, enquanto seu constituinte mais importante, a palavra ‘Millionär’, que tem êxito ao rebelar-se contra sua supressão, é, por assim dizer, reintegrada à primeira sentença, e fundida com o elemento de tal sentença que lhe é mais semelhante: ‘familiär‘. E a possibilidade casual, que assim emerge, de salvar a parte essencial da segunda sentença efetivamente favorece a dissolução dos outros constituintes menos importantes. Assim, pois, é gerado o chiste:

 

‘R. tratou-me bastante famili on är.‘

                                        (mili)   (är)

 

Se excluímos da abordagem tal força compressora que, na verdade, desconhecemos, o processo pelo qual se forma o chiste - ou seja, a técnica do chiste - pode ser descrito, nesse caso, como uma ‘condensação acompanhada pela formação de um substituto’; e no exemplo em pauta, a formação do substituto consiste na produção de uma ‘palavra composta’. Essa palavra composta ‘famillionär‘, que é, em si mesma, incompreensível, mas imediatamente compreendida em seu contexto e reconhecida como plena de sentido, é o veículo do efeito compelidor do riso no chiste - mecanismo que não fica, em absoluto, mais bem esclarecido por nossa descoberta da técnica do chiste. De que modo um processo lingüístico de condensação, acompanhado pela formação de um substituto através de palavra composta, pode proporcionar-nos prazer e fazer-nos rir? Esse, evidentemente, é um problema diferente, cujo tratamento podemos adiar até que tenhamos encontrado uma maneira de abordá-lo. Por enquanto, nos restringiremos à técnica dos chistes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud chama de força compressora o fenômeno pelo qual se processa o chiste, ou seja, a técnica do chiste, pode ser descrita, como uma ¨condensação acompanhada pela formação de um substituto¨, a formação do substituto consiste na produção de uma ¨palavra composta¨. Essa palavra composta é em si mesma, incompreensível, mas imediatamente compreendida em seu contexto e reconhecida com pleno sentido, é o veículo do efeito compelidor do riso no chiste.

Mattanó aponta que essa força compressora se processa na formação das palavras com a técnica da Pulsão Auditiva de Mattanó, por meio de uma condensação acompanhada pela formação de um substituto, a palavra composta, a nova palavra oriunda da regra da Pulsão Auditiva de Mattanó. Essa palavra composta é em si mesma incompreensível, porém imediatamente compreensível em seu contexto fornecido e mantido por contingências ambientais e históricas que permitem o seu pleno reconhecimento com pleno sentido, é este o veículo do efeito compelidor do riso no chiste ou na Pulsão Auditiva de Mattanó.

 

MATTANÓ

(16/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud chama de força compressora o fenômeno pelo qual se processa o chiste, ou seja, a técnica do chiste, pode ser descrita, como uma ¨condensação acompanhada pela formação de um substituto¨, a formação do substituto consiste na produção de uma ¨palavra composta¨. Essa palavra composta é em si mesma, incompreensível, mas imediatamente compreendida em seu contexto e reconhecida com pleno sentido, é o veículo do efeito compelidor do riso no chiste. Vemos que o chiste produz uma força compressora que leva a formação de um substituto que termina na substituição da palavra composta, que é incompreensível, porém adquire sentido e efeito compelidor do riso através do chiste, da mesma forma este evento ocorre com a Palavra e a Sagrada Escritura, com o mundo e a realidade virtuais.

Mattanó aponta que essa força compressora se processa na formação das palavras com a técnica da Pulsão Auditiva de Mattanó, por meio de uma condensação acompanhada pela formação de um substituto, a palavra composta, a nova palavra oriunda da regra da Pulsão Auditiva de Mattanó. Essa palavra composta é em si mesma incompreensível, porém imediatamente compreensível em seu contexto fornecido e mantido por contingências ambientais e históricas que permitem o seu pleno reconhecimento com pleno sentido, é este o veículo do efeito compelidor do riso no chiste ou na Pulsão Auditiva de Mattanó. Vemos que a nova palavra composta formada pelo chiste tem efeito compelidor de riso, mesmo sendo incompreensível, pois passa a adquirir um sentido, mesmo quando construída pela regra da Pulsão Auditiva de Mattanó, que produz palavras absurdas e violentas moralmente e sexualmente, ou seja, produz voyeurismo, linguagem sexista, estupro virtual, extorsão, vingança, lavagem cerebral, terrorismo policial, despersonalização, loucura, terrorismo sexual e moral, violência, guerra e conflito, traumas psicológicos e transtornos mentais, porém essa nova palavra composta pode operar sobre a Palavra e a Sagrada Escritura e assim sobre ferramentas que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨.

 

MATTANÓ

(23/05/2025)

 

 

 

 

 

 

Nossa expectativa de que a técnica dos chistes não seja indiferente à perspectiva de descoberta da essência destes, leva-nos imediatamente a inquirir se existem outros exemplos de chistes, construídos à maneira do ‘famillionär‘ de Heine. Não existindo muitos, são, entretanto, numerosos o bastante para constituírem um pequeno grupo caracterizado pela formação de palavras compostas. O próprio Heine derivou um segundo chiste da palavra ‘Millionär‘, copiando-se a si mesmo. No Capítulo 19 de seu ‘Ideen’, ele fala de um ‘Millionar‘, óbvia combinação de ‘Millionär‘ e ‘Narr‘, que, exatamente como no primeiro exemplo, libera um pensamento subsidiário suprimido.

Eis alguns outros exemplos que encontrei. Há uma certa fonte [Brunnen] em Berlim, cuja construção custou ao Burgomestre Forckenbecke muita impopularidade. Os berlinenses a chamaram ‘Forckenbecken‘, e essa descrição encerra certamente um chiste, ainda que para isso fosse necessário substituir a palavra ‘Brunnen’ por seu obsoleto equivalente ‘Becken‘ a fim de combiná-la em uma totalidade com o nome do Burgomestre. A opinião pública européia foi responsável também por um chiste cruel ao trocar o nome de um potentado de Leopold para Cleopold, devido às relações que ele mantivera certa vez com uma senhora cujo primeiro nome era Cleo. Esse indiscutível produto de uma condensação mantém viva uma perturbadora alusão à custa de uma única letra. Os nomes próprios em geral são fáceis vítimas desse tipo de tratamento pela técnica do chiste. Havia em Viena dois irmãos chamados Salinger, um dos quais era um Börsensensal [corretor da Bolsa; Sensal = corretor]. Tal fato forneceu um meio para chamá-lo ‘Sensalinger’, enquanto seu irmão, para distingui-lo, era chamado pelo nada lisonjeiro nome de ‘Scheusalinger’. A denominação era engenhosa e, sem dúvida, constituía um chiste; não posso dizer se justificável. Mas os chistes, em regra, pouco indagam quanto a isso.

Contaram-me certa vez o seguinte chiste de condensação. Um jovem que vinha levando uma vida boêmia no estrangeiro retribuiu, após longa ausência, uma visita a um amigo que morava aqui. O último surpreendeu-se ao ver uma Ehering [aliança de casamento] na mão do visitante. ‘Como?’ exclamou ele, ‘você casou-se?’ ‘Sim’, foi a resposta, ‘Trauring, mas verdadeiro’. O chiste é excelente. A palavra ‘Trauring‘ combina ambos os componentes: ‘Ehering‘ transformado em ‘Trauring‘ e a sentença ‘trauring, aber wahr [triste, mas verdadeiro]‘. O efeito do chiste não sofre interferência do fato de que a palavra composta aqui não seja, como ‘famillionär‘, uma estrutura ininteligível e, de outra maneira, inexistente, sendo antes uma palavra que coincide inteiramente com um dos dois elementos representados.

No curso da investigação eu próprio forneci certa vez, não intencionalmente, matéria para um chiste, uma vez mais bastante análogo a ‘famillionär‘. Relatava eu a uma dama os grandes serviços prestados por um homem de ciência, que considerava injustamente negligenciado. ‘Mas como’, disse ela, ‘o homem merece um monumento.’ ‘Talvez ele o tenha um dia’, repliquei, ‘mas momentan [no momento] tem muito pouco sucesso.’ ‘Monument‘ e ‘momentan’ são antônimos. A senhora prosseguiu reunindo-os: ‘Bem, desejemos-lhe então um sucesso monumentan.

Devo alguns exemplos em línguas estrangeiras, que apresentam o mesmo mecanismo condensador de nosso ‘famillionär‘, a uma excelente discussão do mesmo assunto em inglês, por A. A. Brill (1911). Relata Brill que o autor inglês De Quincey comentou em algum lugar que as pessoas idosas inclinam-se por cair no ‘anecdotage’. Esta palavra é uma fusão das palavras parcialmente coincidentes.

 

  ANECDOTE

e      RADOTAGE

 

Em uma outra história anônima, Brill encontrou certa vez a época do Natal descrita como ‘the alcoholidays’, fusão similar de

 

  ALCOHOL

e      HOLIDAYS.

 

Depois que Flaubert publicou sua celebrada novela Salammbô, Sainte-Beuve qualificou ironicamente a cena que se passava na antiga Cartago, a despeito de sua detalhada elaboração, como sendo ‘Carthaginoiserie’;

 

  CARTHAGINOIS

e      CHINOISERIE

 

Mas o melhor exemplo de um chiste desse grupo deve-se a um dos homens de proa da Áustria, o qual, após importante trabalho público e científico, ocupa agora um dos mais altos postos do Estado. Aventurei-me a utilizar chistes a ele atribuídos, que levam todos aliás o mesmo selo inconfundível, como material para estas pesquisas, principalmente porque seria difícil encontrá-lo melhor.

A atenção de Herr N. foi um dia despertada pela figura de um escritor, que se tornou afamado devido a uma série de ensaios inegavelmente tediosos, escritos em contribuição a um jornal diário de Viena. Todos esse ensaios tratavam de pequenos episódios sobre as relações de Napoleão I com a Áustria. O autor tinha cabelos vermelhos. Tão logo ouviu a menção de seu nome, Herr N. indagou: ‘Esse não é aquele roter Fadian que se estende pela história dos Napoleônidas?’.

Para descobrir a técnica desse chiste devemos submetê-lo ao processo de redução que elimina o chiste pela mudança do modo de expressão, apresentando, ao invés, o sentido original completo que decerto pode ser inferido de um bom chiste. O chiste de Herr N. sobre o ‘roter Fadian’ deriva de dois componentes: um julgamento depreciativo do escritor e uma evocação do famoso símile com que Goethe introduz os excertos ‘Do diário de Ottilie’ no Wahlverwandtschaften. A destemperada crítica pode assim ser entendida: ‘Trata-se então dessa pessoa que incessantemente escreve apenas histórias tediosas sobre Napoleão na Áustria!’. Ora este comentário por nada é um chiste. Nem é um chiste a bela analogia de Goethe, que decerto não foi calculada com o objetivo de fazer-nos rir. Exclusivamente quando esses dois fatos são postos em conexão entre si, submetidos ao peculiar processo de condensação e fusão, o chiste emerge - e um chiste da primeira ordem.

A conexão do julgamento depreciativo sobre o tedioso escritor com a bela analogia em Wahlverwandtschaften deve ter ocorrido (por razões que ainda não tornei inteligíveis) de uma maneira menos simples que em muitos outros casos similares. Tentarei representar o provável curso dos eventos pela seguinte construção. Primeiramente, o elemento de constante recorrência temática nas histórias pode ter despertado em Herr N. a leve recordação de uma conhecida passagem de Wahlverwandtschaften, em geral citada erradamente: ‘estende-se como se fora um roter Faden [fio escarlate]’. O roter Faden da analogia exerceu então uma influência modificadora da expressão da primeira sentença, em conseqüência da circunstância eventual de que a pessoa insultada fosse também rot [vermelha], isto é, tivesse cabelos vermelhos. Poder-se-ia então traduzir: ‘É então aquela pessoa vermelha (ruiva) que escreve entediantes histórias sobre Napoleão!’. Inicia-se então o processo, efetuando a condensação dos dois pedaços. Sob a pressão deste, que encontra seu primeiro fulcro na identidade do elemento ‘rot‘, o ‘tedioso’ é assimilado a ‘Faden‘ (fio) e depois modificado para ‘fad [estúpido]’; após isso, os dois componentes puderam fundir-se no efetivo texto do chiste, desempenhando a citação, nesse caso, um papel tão importante quanto o elemento julgamento depreciativo, que estava inegavelmente isolado no início do processo. ‘Então, é aquele sujeito vermelho que escreve esta fad matéria sobre N[apoleon].’

‘O  vermelho  Faden que se estende por tudo.’

 

‘Não é aquele red Fadian que se estende pela estória dos N[apoleônidas]?’

Em capítulo posterior (ver em [1]) acrescentarei uma justificação, tanto quanto uma correção, a essa abordagem, quando vier a analisar esse chiste a partir de pontos de vista não meramente formais. Mas seja o que for que restar pendente de dúvida, é inegável que uma condensação se tenha processado. O resultado da condensação é, novamente, por um lado, uma abreviação considerável; mas, por outro lado, em vez da formação de alguma surpreendente palavra composta, o que se dá é a interpenetração dos constituintes dos dois componentes. É verdade que ‘roter Fadian‘ poderia existir como uma simples denominação ofensiva, mas, em nosso caso, é seguramente o resultado de uma condensação.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ);

Freud explica que os chistes partem de pontos de vista não formais, de julgamentos depreciativos, de influências modificadoras que entram em conexão, onde o resultado da condensação é uma abreviação considerável e a formação de alguma surpreendente palavra composta. A interpretação é realizada a partir dos dois componentes constituintes, do resultado da condensação.

Mattanó aponta que no caso da Pulsão Auditiva não podemos acreditar e desejar o resultado da interpretação dos dois componentes constituintes, do resultado da condensação que a formou e assim a nova palavra com novo sentido e novo significado, pois essa técnica remonta a lavagem cerebral, a tortura, a violência, a pedofilia e ao estupro virtual, ou seja, ao curandeirismo, não produz bem-estar e nem cura ou saúde, é determinada pela Pulsão de Morte e pela autodestruição; somente através de nulidade e da resignificação a partir da autoconservação, da Pulsão de Vida, da saúde e do bem-estar é que essa técnica gera bons resultados, porém por meio da lavagem cerebral quando disparada por estímulos sonoros e telepáticos hipnóticos que governam, a sua psique, o seu comportamento e suas relações sociais. Nota-se que pode estar sendo disparada em associação com a telepatia e a lavagem cerebral essa técnica torna-se algo muito indesejável, pois aumenta o sofrimento e a periclitação da vida e da saúde do ser humano.

 

MATTANÓ

(16/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes partem de pontos de vista não formais, de julgamentos depreciativos, de influências modificadoras que entram em conexão, onde o resultado da condensação é uma abreviação considerável e a formação de alguma surpreendente palavra composta. A interpretação é realizada a partir dos dois componentes constituintes, do resultado da condensação. Vemos que os chistes partem de julgamentos não formais e depreciativos que compõem alguma surpreendente palavra composta, que é resultado da condensação, da mesma forma, os chistes podem operar segundo a realidade e o mundo virtuais, ou seja, segundo a Palavra e a Sagrada Escritura, de modo que o codificador opere um julgamento depreciativo e não formal e modifique o meio ambiente com sua surpreendente palavra composta, que é resultado da condensação.

Mattanó aponta que no caso da Pulsão Auditiva não podemos acreditar e desejar o resultado da interpretação dos dois componentes constituintes, do resultado da condensação que a formou e assim a nova palavra com novo sentido e novo significado, pois essa técnica remonta a lavagem cerebral, a tortura, a violência, a pedofilia e ao estupro virtual, ou seja, ao curandeirismo, não produz bem-estar e nem cura ou saúde, é determinada pela Pulsão de Morte e pela autodestruição; somente através de nulidade e da resignificação a partir da autoconservação, da Pulsão de Vida, da saúde e do bem-estar é que essa técnica gera bons resultados, porém por meio da lavagem cerebral quando disparada por estímulos sonoros e telepáticos hipnóticos que governam, a sua psique, o seu comportamento e suas relações sociais. Nota-se que pode estar sendo disparada em associação com a telepatia e a lavagem cerebral essa técnica torna-se algo muito indesejável, pois aumenta o sofrimento e a periclitação da vida e da saúde do ser humano. Da mesma forma a nova palavra composta e surpreendente, produzida pelo chiste, pode levar o indivíduo pelos caminhos da autodestruição e da Pulsão de Morte ou da autoconservação e da Pulsão de Vida, tudo depende de como ele significa e dá sentido ao seu chiste e a sua funcionalidade S – R – C, estímulo – resposta – consequência, pois serão as consequências quem manterão o seu comportamento, inclusive seu mundo e realidade virtuais amparados e construídos através da Palavra e da Sagrada Escritura que por meio da sua funcionalidade mantêm ferramentas que como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨.

 

MATTANÓ

(28/05/2025)

 

 

 

 

Se, nesse ponto, um leitor vier a indignar-se diante de um método de abordagem que ameaça arruinar sua apreciação dos chistes sem ser capaz de lançar luz sobre a fonte de tal deleite solicito-lhe paciência, por enquanto. No momento estamos tratando apenas da técnica dos chistes e essa investigação é mesmo promissora se a fizermos avançar suficientemente.

A análise do último exemplo preparou-nos para descobrir que, se nos depararmos com o processo de condensação em mais alguns exemplos, o substituto daquilo que é suprimido pode ser, não uma estrutura composta, mas alguma outra alteração da forma de expressão. Podemos inteirar-nos do que possa ser essa outra forma substituta, considerando um outro chiste de Herr N.

‘Viajei com ele tête-a-bête‘. Nada mais fácil que a redução desse chiste que, claramente, significa: ‘Viajei com X tête-à-tête, e X é uma besta’.

Nenhuma dessas duas últimas sentenças é um chiste. Elas podiam ser reunidas em ‘Viajei com aquela besta do X tête-à-tête‘ e, ainda assim, não comporiam um chiste. O chiste apenas emerge se se omite ‘besta’, e, em sua substituição, o ‘t’ de uma das ‘tête’ converte-se em ‘b’. Com essa leve modificação, e não obstante ela, a palavra ‘besta’ suprimida encontra expressão novamente. A técnica desse grupo de chistes pode ser descrita como ‘condensação acompanhada de leve modificação’, podendo-se insinuar que quanto mais leve for a modificação melhor será o chiste.

É similar a técnica de um outro chiste, embora um pouco mais complicada. No curso de uma conversa, falando-se sobre uma pessoa da qual tanto se havia para louvar como para criticar, Herr N. comentou: ‘Bem, a vaidade é um de seus quatro calcanhares de Aquiles’. Nesse caso a leve modificação consiste em que, ao invés de um calcanhar de Aquiles, que o herói deve ter efetivamente possuído, temos em questão quatro calcanhares. Quatro calcanhares - ora, apenas um animal tem quatro calcanhares. Assim, os dois pensamentos condensados no chiste exprimem-se: ‘À parte sua vaidade, Y é um homem eminente; apesar disso, não gosto dele - é antes um animal que um homem’.

 

Certa vez, ouvi outro chiste, similar mas mais simples, um chiste em statu nascendi num círculo familiar. Estando dois irmãos em um colégio, um deles era um excelente estudante e o outro um estudante medíocre. Aconteceu então que o aluno exemplar teve também um fracasso na escola e sua mãe referiu-se a esse incidente exprimindo sua preocupação com o que poderia significar o começo de uma ulterior deterioração. O menino que até então tinha sido ofuscado por seu irmão, agarrou essa oportunidade. ‘É verdade, Karl está recuando nas quatro.’

A modificação aqui consiste em um breve acréscimo à convicção de que ele também participava da opinião de que seu irmão estava regredindo. Mas tal modificação representava e substituía uma apaixonada alegação em causa própria: ‘Você não deve achar que ele é muito mais inteligente que eu simplesmente porque tem mais sucesso na escola. Afinal, é apenas um estúpido animal - vale dizer, muito mais estúpido que eu’.

Um outro bem conhecido chiste de Herr N. oferece um nítido exemplo de condensação com leve modificação, em comentário sobre um personagem da vida pública: ‘Tem um grande futuro por trás dele’. O homem a quem esse chiste se referia era bem mais jovem e parecia destinado, por seu nascimento, educação e qualidades pessoais, a conseguir no futuro a liderança de um grande partido político e a entrar no governo como chefe deste. Mas os tempos mudaram; o partido tornou-se tão inadmissível como o governo e podia-se prever que o homem predestinado à liderança acabaria não chegando a parte alguma. A versão mais sintética a que se poderia reduzir o chiste seria: ‘O homem teve um grande futuro à sua frente, mas não tem mais’. Em vez do ‘teve’ e da segunda oração, fez-se simplesmente uma pequena modificação na oração principal substituindo-se ‘à sua frente’ pelo antônimo ‘por trás dele’.

Herr N. utilizou quase exatamente a mesma modificação no caso de um cavalheiro que se tornou Ministro da Agricultura pela única qualificação de ser um fazendeiro. A opinião pública teve ocasião de reconhecer que se tratava do menos dotado entre os ocupantes do cargo em todos os tempos. Quando abandonou o posto e retirou-se a seus interesses rurais particulares, Herr N. disse dele: ‘Como Cincinnatus, voltou a seu lugar à frente de um arado’.

 

O romano, entretanto, que fora convocado a um cargo público, deixando o arado, retornou a seu lugar atrás deste. O que vem à frente de um arado, naquele então e sempre, é apenas um boi.

Karl Kraus foi responsável por uma outra feliz condensação com leve modificação. Escreveu a respeito de certo jornalista da imprensa marrom que este viajara a um dos países dois Balcãs pelo ‘Orienter presszug‘.Sem dúvida essa palavra combina duas outras: Orientexpresszug [Expresso Oriente]’ e ‘Erpressung [chantagem]’. Devido ao contexto, o elemento ‘Erpressung‘ emerge apenas como uma modificação de ‘Orientexpresszug‘ - uma palavra requerida pelo verbo [‘viajara’]. Esse chiste que se apresenta à guisa de um erro de imprensa, suscita por uma outra razão nosso interesse.

Essa série de exemplos poderia ser facilmente expandida mas não creio que necessitemos de novos casos para capacitar-nos a captar nitidamente as características da técnica desse segundo grupo - condensação com modificação. Se compararmos o segundo grupo com o primeiro, cuja técnica consistia na condensação com formação de palavra composta, verificaremos facilmente que a diferença entre eles não é de caráter essencial e que as transições ocorrem fluentemente. Tanto a formação de palavras compostas como a modificação podem ser subsumidas sob o conceito de formação de substitutos; e, se o desejarmos, poderemos também descrever a formação de uma palavra composta como a modificação de uma palavra básica por um segundo elemento.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud mostra que os chistes podem ser formados por condensação e por condensação por modificação ou modificação, essas técnicas geram palavras com novos significados e novos sentidos. Essas técnicas quando mal manipuladas por criminosos, doentes ou cientistas e professores, remontam a lavagem cerebral, a tortura, a violência, a pedofilia e ao estupro virtual, ou seja, ao curandeirismo, não produz bem-estar e nem cura ou saúde, é determinada pela Pulsão de Morte e pela autodestruição; somente através de nulidade e da resignificação a partir da autoconservação, da Pulsão de Vida, da saúde e do bem-estar é que essas técnicas geram bons resultados, porém por meio da lavagem cerebral quando disparada por estímulos sonoros e telepáticos hipnóticos que governam, a sua psique, o seu comportamento e suas relações sociais. Nota-se que pode estar sendo disparada em associação com a telepatia e a lavagem cerebral essas técnicas tornando-se algo muito indesejável, pois aumentam o sofrimento e a periclitação da vida e da saúde do ser humano.

 

MATTANÓ

(27/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes podem ser formados por condensação e por condensação por modificação ou modificação, essas técnicas geram palavras com novos significados e novos sentidos. Essas técnicas quando mal manipuladas por criminosos, doentes ou cientistas e professores, remontam a lavagem cerebral, a tortura, a violência, a pedofilia e ao estupro virtual, ou seja, ao curandeirismo, não produz bem-estar e nem cura ou saúde, é determinada pela Pulsão de Morte e pela autodestruição; somente através de nulidade e da resignificação a partir da autoconservação, da Pulsão de Vida, da saúde e do bem-estar é que essas técnicas geram bons resultados, porém por meio da lavagem cerebral quando disparada por estímulos sonoros e telepáticos hipnóticos que governam, a sua psique, o seu comportamento e suas relações sociais. Nota-se que pode estar sendo disparada em associação com a telepatia e a lavagem cerebral essas técnicas tornando-se algo muito indesejável, pois aumentam o sofrimento e a periclitação da vida e da saúde do ser humano. Da mesma forma, os chistes quando formados por condensação, por condensação por modificação ou por modificação geram novas palavras com novos significados e novos sentidos, até quando contingenciados pelo mundo e pela realidade virtuais que substituem o mundo real, construindo relações com a Palavra e a Sagrada Escritura que podem trazer bem-estar ou desconforto, através da Pulsão de Vida e da Pulsão de Morte, gerando contingências, significados e sentidos que construirão relações operantes ou de aprendizagem e relações sociais mediadas por ferramentas que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨.

 

MATTANÓ

(28/05/2025)

 

 

 

 

 

 

Aqui, porém, devemos fazer uma primeira pausa e perguntar-nos com que fator conhecido na literatura sobre o assunto coincide parcial ou inteiramente essa nossa primeira descoberta. Evidentemente coincide com o fator da brevidade, descrito por Jean Paul como ‘a alma do chiste’ (ver em [1]). Mas a brevidade não é por si mesma chistosa, caso em que todo comentário lacônico viria a sê-lo. A brevidade do chiste deve ser de uma espécie particular. Lembremo-nos de que Lipps tentou descrever mais precisamente essa particular brevidade dos chistes (ver em [2]). Para isso nossa investigação contribui de algum modo, demonstrando que a brevidade dos chistes é freqüentemente o resultado de um processo particular que deixa um segundo vestígio na verbalização do chiste - a formação de um substituto. Pela utilização do procedimento de redução, que procura desfazer esse peculiar processo de condensação, verificamos também que o chiste depende inteiramente de sua expressão verbal tal como estabelecida pelo processo de condensação. Todo nosso interesse volta-se, naturalmente, para esse estranho processo que foi até aqui escassamente examinado. Nem ao menos podemos compreender como é que tudo o que há de mais valioso no chiste, a produção de prazer que este nos traz, pode originar-se desse processo.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud aponta que a brevidade dos chistes é freqüentemente o resultado de um processo particular que deixa um segundo vestígio na verbalização do chiste - a formação de um substituto. Pela utilização do procedimento de redução, que procura desfazer esse peculiar processo de condensação, verificamos também que o chiste depende inteiramente de sua expressão verbal tal como estabelecida pelo processo de condensação.

Mattanó aponta que os chistes tem como característica a brevidade para a formação de um substituto pelo processo de condensação através da expressão verbal.

Mattanó destaca que os chistes causam uma interpretação breve num primeiro momento que permanece e só depois com reflexão e a análise é que podemos encontrar significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidade, simbologias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(27/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a brevidade dos chistes é freqüentemente o resultado de um processo particular que deixa um segundo vestígio na verbalização do chiste - a formação de um substituto. Pela utilização do procedimento de redução, que procura desfazer esse peculiar processo de condensação, verificamos também que o chiste depende inteiramente de sua expressão verbal tal como estabelecida pelo processo de condensação. Vemos que o mundo virtual e a realidade virtual adquirida através da Palavra e da Sagrada Escritura possuem, através do chistes, uma brevidade que é resultado de um vestígio na verbalização, resultado da formação de um substituto, produto da condensação.

Mattanó aponta que os chistes tem como característica a brevidade para a formação de um substituto pelo processo de condensação através da expressão verbal. Vemos que a expressão verbal num chiste tem como característica a brevidade contornada por um vestígio na verbalização ou no comportamento verbal do jogo de linguagem que produz o chiste, neste caso o trocadilho, por substituição, até mesmo, através da Palavra e da Sagrada Escritura quando lidamos com sua realidade e mundo virtuais.

Mattanó destaca que os chistes causam uma interpretação breve num primeiro momento que permanece e só depois com reflexão e a análise é que podemos encontrar significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidade, simbologias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Vemos que os chistes geram uma interpretação num primeiro momento e só depois uma reflexão e análise onde o exploramos em suas características, por exemplo, absurdas e contraditórias, mesmo quando efetuadas pela Palavra e pela Sagrada Escritura, ou seja, pela realidade e pelo mundo virtuais que tem como ferramentas que os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨.

 

MATTANÓ

(02/06/2025)

 

 

A PSICANÁLISE DO AMOR (2025):

Mattanó aponta que podemos criar instrumentos que nos auxiliem comportamentalmente e psicológicamente, como ¨avatares¨ ou ¨mundos virtuais¨, coisas do tipo, ¨realidade virtual¨, ¨letras de músicas e poesias¨, ¨análises criativas e interpretativas¨, por exemplo que ampliem o repertório comportamental, de significados e de sentidos, que aumentem a funcionalidade subjetiva que é a capacidade de raciocinar, especular, hipotetizar e imaginar alternativas e soluções para os seus problemas sem a obrigação de acertar, pois trata-se do comportamento virtual do nosso cérebro e da sua interconectividade, eventos que produzem ¨erros¨, que agora podem ser abordados e manipulados, tratados com os instrumentos da Psicanálise do Amor, um deles são as letras de músicas de Osny Mattanó Júnior que podem abordar ¨avatares¨, uma ¨moral¨, ¨frutos pessoais e sociais¨, um ¨estilo de vida¨, uma ¨natureza pessoal e coletiva¨, ¨personagens e dramas¨, uma ¨queixa¨, uma ¨história de vida real e fictícia¨ e um ¨conjunto de soluções¨ construídas com a aquisição de repertório comportamental, insight e discriminação cognitiva dos estímulos e das contingências que formam funcionalidades para a sua adaptação comportamental, fisiológica e morfológica no meio ambiente, segundo a evolução das espécies, a seleção natural e a competição entre espécies e indivíduos da mesma espécie para fins de sobrevivência e reprodução sexual e cultural.

 

PÔNCIO PILATOS PT. 1 (letra de música de Osny Mattanó Júnior)

Pôncio Pilatos

Conhecido por ter julgado Jesus Cristo

E ter lavado suas mãos

Do sangue inocente de Deus,

Torna-se semelhante a Napoleão e a Bolsonaro,

Na medida em que não medem esforços

Para poupar vidas inocentes

Da morte injusta e cruel,

Violenta e histórica,

Por ser,

Martirizante.

 

Podemos especular que a letra da música é um ¨avatar¨ com uma ¨moral¨ a fim de gerar ¨frutos pessoais e sociais¨, como melhorar a habilidade do paciente em lidar com personagens de poder e de autoridade que ele julga autoritários e cruéis, uma forma de retroalimentação, onde se espelha o conteúdo da letra e volta uma interpretação produtiva e criativa, menos robotizante e menos alienante do que seu estado anterior, se está for a sua intenção, e é, tanto é que modifica-se seu ¨estilo de vida¨, adquirindo mais respeito e tolerância com esses ¨personagens e dramas¨, sua ¨queixa¨ se transforma em ¨história de vida real e fictícia¨, de modo a separar o joio do trigo e poder encontrar um ¨conjunto de soluções¨ que se encontram no escopo do seu repertório comportamental, levando-o a discriminar seu ego e a ter insights produtivos, para que aceite a mudança de comportamento e a valorize.

 

MATTANÓ

(12/06/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Serão conhecidos, em algum outro domínio de eventos mentais, processos similares aos que aqui descrevemos como técnica do chiste? Há processos semelhantes em um único campo, aparentemente muito remoto. Em 1900 publiquei um livro que, como indica seu título (A Interpretação de Sonhos), tentava lançar luz sobre o que havia de enigmático nos sonhos, estabelecendo-os como derivativos de nosso funcionamento mental normal. Nessa obra encontrei ocasião de contrastar o manifesto, e freqüentemente estranho, conteúdo do sonho com os pensamentos oníricos latentes, que são perfeitamente lógicos e dos quais o sonho é derivado; meti-me na investigação dos processos que fazem surgir o sonho a partir dos pensamentos oníricos latentes, tanto quanto das forças psíquicas envolvidas nessa transformação. Dei o nome de ‘elaboração onírica’ à totalidade desses processos transformadores e descrevi como integrante dessa elaboração onírica um processo de condensação que mostra a maior similaridade com aquele constatado na técnica dos chistes - que, da mesma forma, leva à abreviação, e cria formações de substitutos da mesma natureza. Todos estão acostumados, pela recordação de seus próprios sonhos, com as estruturas compostas, tanto de pessoas como de coisas, que emergem nos sonhos. Na verdade, os sonhos constroem-nas mesmo com palavras, sendo possível então dissecá-las na análise. (Por exemplo, ‘Autodidasker’, = ‘Autodidakt’ + ‘Lasker’.) Em outras ocasiões - de fato, muito mais freqüentes - o trabalho de condensação nos sonhos produz, não estruturas compostas, mas quadros que nos recordam com exatidão uma coisa ou uma pessoa, exceto por um acréscimo ou uma alteração derivada de alguma outra fonte: modificação precisamente do mesmo tipo encontrado nos chistes de Herr N. Não podemos pôr em dúvida que em ambos os casos somos confrontados pelo mesmo processo psíquico, ao qual podemos reconhecer devido a seus resultados idênticos. Uma analogia tão abrangente entre a técnica dos chistes e a elaboração onírica sem dúvida aumentará nosso interesse na primeira e suscitará em nós uma expectativa de que uma comparação dos chistes com os sonhos ajudará a lançar luz sobre os chistes. Contudo, não daremos ainda início a essa tarefa, já que devemos considerar que até agora só foi investigada a técnica de um número muito pequeno de chistes, de modo a não podermos dizer que a analogia que propomos para guiar-nos mantém-se de fato estabelecida. Nós nos afastaremos, portanto, da comparação com os sonhos e voltaremos à técnica dos chistes, deixando nesse ponto de nossa investigação um cabo solto que possamos talvez retomar em um estágio ulterior.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud instiga-nos com sua técnica dos chistes quando esboça voltar comparando-a com a dos sonhos.

Mattanó aponta que Freud cria uma expectativa em relação a comparação aos chistes com os sonhos, neste ponto nossa investigação continua.

 

MATTANÓ

(30/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud instiga-nos com sua técnica dos chistes quando esboça voltar comparando-a com a dos sonhos, contudo Mattanó redireciona-a para a realidade e o mundo virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, servindo-se de ¨avatares¨, de ¨uma moral¨, de ¨frutos¨, de ¨uma natureza¨, de ¨uma vida¨ e de ¨personagens¨ que encenam ou representam um ¨drama¨ que pode ser virtual, fictício ou real, paralelo, referente a história de vida desse indivíduo.

Mattanó aponta que Freud cria uma expectativa em relação a comparação aos chistes com os sonhos, neste ponto nossa investigação continua. Vemos que nossa investigação continua, pois temos muito o que descobrir e aprender sobre os chistes e os sonhos e mais ainda, sobre eles e a realidade e o mundo virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura que utiliza ferramentas como  os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨.

 

MATTANÓ

(16/06/2025)

 

 

 

 

 

A primeira coisa que queremos saber é se o processo de condensação com formação de substituto há de ser encontrado em todo chiste, devendo, portanto, ser considerado como uma característica universal da técnica dos chistes.

Lembro-me aqui de um chiste que persistiu em minha memória devido às circunstâncias especiais em que o ouvi. Um dos grandes professores à época de minha juventude, pessoa que sempre consideramos incapaz de apreciar um chiste e de quem nunca ouvimos igualmente um, chegou um dia ao Instituto rindo-se, e, mais prontamente que de costume, explicou-nos a razão de seu bom humor. ‘Acabei de ler um excelente chiste’, disse ele. ‘Um jovem, parente do grande Jean-Jacques Rousseau, de quem ele trazia o nome, foi apresentado em um salon de Paris. Tinha, além do mais, os cabelos vermelhos. Comportou-se entretanto de maneira tão desajeitada que a anfitriã comentou criticamente para o cavalheiro que o apresentou: “Vou m’avez fait connâitre un jeune homme roux et sot, mais non pas un Rousseau‘’.’ E o professor riu-se novamente.

De acordo com a nomenclatura das autoridades esse chiste seria classificado como um ‘Klangwitz’ e, ainda, de tipo inferior, constituindo-se em um jogo com um nome próprio - em nada dessemelhante, por exemplo, ao chiste do sermão do monge capuchinho em Wallensteins Lager, que, como se sabe, tem por modelo o estilo de Abraham de Santa Clara:

 

Lasst sich nennen den Wallenstein,

ja freilich ist er uns allen ein Stein

des Anstosses und Ärgernisses.

 

Mas qual será a técnica desse chiste? Verificamos imediatamente que a característica que esperaríamos demonstrar como universal está ausente no primeiro novo exemplo examinado. Não há omissão aqui, e dificilmente poder-se-ia encontrar uma abreviação. A própria dama manifesta diretamente no chiste quase tudo que poderíamos atribuir a seus pensamentos. ‘Você despertara minhas expectativas quanto a um parente de Jean-Jacques Rousseau - talvez, um parentesco espiritual - e eis o que temos: um jovem ruivo e idiota: um roux e sot.’ É verdade que pude fazer uma interpolação, mas essa tentativa de redução não desfaz o chiste, o qual permanece relacionado à identidade fônica das palavras . Fica, pois, demonstrado que a condensação com formação de substituto não tem lugar na produção desse chiste.

Que mais se pode dizer além disso? Novas tentativas de redução provam-me que o chiste persiste até que o nome ‘Rousseau’ seja substituído por um outro. Se eu pusesse, por exemplo, ‘Racine’ em seu lugar, a crítica da dama, que perduraria tão possível quanto antes, perderia entretanto qualquer vestígio de chiste. Sei agora onde procurar a técnica desse chiste, embora ainda hesite em formulá-lo. Tentativamente: a técnica desse chiste consiste no fato de que uma e mesma palavra - o nome - aparece usada de duas maneiras, uma vez como um todo, e outra vez segmentada em sílabas separadas qual uma charada.

Posso apresentar alguns exemplos, de técnica idêntica.

Uma dama italiana dizia ter-se vingado de um comentário sem tato do primeiro Napoleão com um chiste que utilizava a mesma técnica de duplo uso de uma palavra. Em um baile da corte, ele lhe disse, apontando para o par e conterrâneo dela: ‘Tutti gli Italiani danzano si male’. Diante do que ela desferiu rápido contragolpe: ‘Non tutti, ma buona parte’. (Brill, 1911.)

Certa vez, quando a Antigone [de Sófocles] foi encenada em Berlim, a crítica lamentou que faltasse à encenação o adequado caráter de antigüidade. O espírito berlinense transformou a crítica nas seguintes palavras: ‘Antik? Oh, nee’. (Vischer, 1846-57, 1, 429 e Fischer, 1889 [75].)

Um análogo chiste de segmentação de palavras é corrente em círculos médicos. Se se indaga a um jovem paciente se já teve alguma experiência masturbatória, a resposta seguramente há de ser: ‘O na, nie!’.

Em todos os três exemplos, que nos são bastantes no que toca a essa espécie de chistes, observamos a mesma técnica: em cada um, o mesmo nome é usado duas vezes, uma vez como um todo e a outra vez segmentado em sílabas separadas, as quais têm, assim separadas, um outro sentido.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud dá exemplos em que o chiste apresenta a mesma técnica, em três chistes, em cada um, o mesmo nome é usado duas vezes, uma vez como um todo e a outra vez segmentado em sílabas separadas, as quais têm, assim separadas, um outro sentido.

Mattanó cita um exemplo, a expressão ¨Jai Guru deiva õm¨  no meio de uma conversa sobre sexo e amor adulto pode suscitar o sentido ¨já o cú dei já é bom¨, nota-se que o chiste pode não ter sentido real para o produtor do chiste, mas pode ser um trauma, que ele nunca ¨deu o cú para pessoa alguma¨, ou seja, é virgem, podendo ser até mesmo o chiste produto de uma confusão mental, ou uma expressão ¨Dig a pony¨ numa conversa sobre pedofilia, abuso, exploração e violência sexual, sobre estupro e violação de informações sigilosas pode suscitar ¨diga prô homem¨ ou ¨diga para o (homem) policial¨ que você está sendo violado e violentado e chamado de louco, discriminado e perseguido, que está sendo cobaia humana, vítima de tentativas de estupro, de tentativas de homicídio com lesão corporal, de corrupção, de lavagem cerebral, de tortura, de constrangimento ilícito, de curandeirismo e de charlatanismo, de pedofilia, etc.. Assim percebemos que os chistes podem ter mais de um sentido, mais de um significado, conceito e contexto, comportamento, simbologia, topografia, linguagem, relação social, gestalt, insight, e interpretação.

 

MATTANÓ

(30/04/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud dá exemplos em que o chiste apresenta a mesma técnica, em três chistes, em cada um, o mesmo nome é usado duas vezes, uma vez como um todo e a outra vez segmentado em sílabas separadas, as quais têm, assim separadas, um outro sentido.

Mattanó cita um exemplo, a expressão ¨Jai Guru deiva õm¨  no meio de uma conversa sobre sexo e amor adulto pode suscitar o sentido ¨já o cú dei já é bom¨, nota-se que o chiste pode não ter sentido real para o produtor do chiste, mas pode ser um trauma, que ele nunca ¨deu o cú para pessoa alguma¨, ou seja, é virgem, podendo ser até mesmo o chiste produto de uma confusão mental, ou uma expressão ¨Dig a pony¨ numa conversa sobre pedofilia, abuso, exploração e violência sexual, sobre estupro e violação de informações sigilosas pode suscitar ¨diga prô homem¨ ou ¨diga para o (homem) policial¨ que você está sendo violado e violentado e chamado de louco, discriminado e perseguido, que está sendo cobaia humana, vítima de tentativas de estupro, de tentativas de homicídio com lesão corporal, de corrupção, de lavagem cerebral, de tortura, de constrangimento ilícito, de curandeirismo e de charlatanismo, de pedofilia, etc.. Assim percebemos que os chistes podem ter mais de um sentido, mais de um significado, conceito e contexto, comportamento, simbologia, topografia, linguagem, relação social, gestalt, insight, e interpretação. Da mesma forma os chistes podem ter mais de uma interpretação ou mais de um sentido segundo a realidade e o mundo virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, que podem acionar ferramentas de trabalho virtual como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ
(16/06/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

O uso múltiplo da mesma palavra, uma vez como um todo e outra nas sílabas em que se divide, é o primeiro caso em que deparamos com uma técnica diferente da condensação. Mas a profusão de exemplos que encontramos deve convencer-nos, após curta reflexão, que a nova técnica descoberta dificilmente deverá limitar-se a esse método. Há inúmeros outros modos possíveis - quantos, é praticamente impossível dizê-lo - pelos quais a mesma palavra ou o mesmo material verbal pode prestar-se a múltiplos usos em uma sentença. Todas essas possibilidades deverão ser consideradas como métodos técnicos de elaborar chistes? Ao que parece, sim, e os exemplos que seguem provarão isso.

Em primeiro lugar, pode-se tomar o mesmo material verbal e fazer simplesmente alguma alteração em seu arranjo (ordem das palavras). Quanto mais leve a alteração - maior a impressão de que algo diferente está sendo dito pelas mesmas palavras -, melhor será o chiste tecnicamente.

‘O Sr. e a Sra. X vivem em grande estilo. Alguns pensam que o esposo ganhou muito dinheiro e tem, portanto, economizado um pouco (dando pouco) [sich etwas zurückgelegt]; outros, porém, pensam que a esposa tem tem dado um pouco [sich etwas zurückgelegt] ganhando portanto muito dinheiro.’

Um chiste realmente diabolicamente engenhoso! E produzido com extraordinária economia de meios! ‘Ganhou muito dinheiro - deu pouco [sich etwas zurückgelegt]; deu um pouco [sich etwas zurückgelegt] - ganhou muito dinheiro.’ É meramente a inversão dessas duas expressões que distingue o que se diz do esposo daquilo que se insinua da esposa. A propósito, essa não é, uma vez mais, toda a técnica do chiste. (Ver em [1] e [2].)

Um amplo campo de jogo descortina-se a essa técnica de chistes se estendemos o ‘uso múltiplo do mesmo material’ de modo a cobrir os casos em que a palavra (ou palavras) em que reside o chiste ocorre, uma vez, inalterada, mas na segunda vez, com leve modificação. Eis por exemplo um outro dos chistes de Herr N.:

Este ouvira de um cavalheiro, nascido judeu, um comentário malévolo sobre o caráter judeu. ‘Herr Hofrat’, disse ele, ‘seu ante-semitismo me é bem conhecido; o que é novo para mim é seu anti-semitismo’.

Apenas uma única letra foi alterada, e essa modificação dificilmente seria notável em uma fala descuidada. O exemplo recorda-nos um dos outros chistes de modificação de Herr N. (Ver em [1].), com a diferença de que aqui não há condensação; tudo o que se tem a dizer é dito no chiste: ‘Sei que você era antigamente um judeu; estou, pois, surpreso em ouvi-lo falar mal dos judeus’.

Um admirável exemplo de chiste de modificação é a bem conhecida proclamação ‘Traduttore - Traditore!, A similaridade das duas palavras, que quase remonta à identidade, representa da maneira mais impressionante a necessidade que força o tradutor a cometer crimes contra o original.

A variedade de leves modificações possíveis em tais chistes é tão grande que nenhum deles se assemelha exatamente a outro.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud escreve que se pode tomar o mesmo material verbal e fazer simplesmente alguma alteração em seu arranjo (ordem das palavras). Quanto mais leve a alteração - maior a impressão de que algo diferente está sendo dito pelas mesmas palavras -, melhor será o chiste tecnicamente.

A variedade de leves modificações possíveis em tais chistes é tão grande que nenhum deles se assemelha exatamente a outro.

Mattanó aponta que os chistes envolvem modificações na semântica e na interpretação deles que é feita a partir dos significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, simbologias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(14/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud escreve que se pode tomar o mesmo material verbal e fazer simplesmente alguma alteração em seu arranjo (ordem das palavras). Quanto mais leve a alteração - maior a impressão de que algo diferente está sendo dito pelas mesmas palavras -, melhor será o chiste tecnicamente. Da mesma forma podemos fazer uma alteração no seu arranjo ou ordem das palavras e produzir um chiste, e quanto mais leve a alteração maior será a impressão de algo diferente, neste caso no mundo e na realidade virtuais, na Palavra e da Sagrada Escritura através das suas ferramentas.

A variedade de leves modificações possíveis em tais chistes é tão grande que nenhum deles se assemelha exatamente a outro. Vemos que podemos criar uma grande variedade de chistes por meio das modificações nas palavras, até no mundo virtual e na realidade virtual, através da Palavra e da Sagrada Escritura que nos sugere algumas ferramentas como os ¨avatares¨, a ¨moral¨, os ¨frutos¨, a ¨natureza¨, ¨a vida¨, os ¨personagens¨e o ¨drama¨ reproduzindo sua história de vida narrada ou comentada, vivida ou representada.

Mattanó aponta que os chistes envolvem modificações na semântica e na interpretação deles que é feita a partir dos significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, simbologias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Da mesma forma os chistes envolvem modificações na semântica e na interpretação deles até no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas  de trabalho virtual como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ

(20/06/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eis um chiste do qual se diz ter sido enunciado no decorrer de um exame de jurisprudência. O candidato devia traduzir uma passagem no Corpus Juris: ‘“Labeo ait” … eu caio (‘fall’), diz ele!’ ‘Você é reprovado (‘fail‘), digo eu’, replica o examinador e o exame chega ao fim. Quem se engana tomando o nome do grande jurista por uma forma verbal, e ainda assim evocada erradamente, não merece mesmo nada melhor. Mas a técnica do chiste consiste no fato de que quase as mesmas palavras que provaram a ignorância do candidato foram utilizadas pelo examinador para pronunciar sua punição. O chiste é, além do mais, um exemplo de ‘resposta pronta’, técnica que, como veremos (ver em [1]), não difere em muito da que estamos ilustrando aqui.

As palavras são um material plástico, que se presta a todo tipo de coisas. Há palavras que, usadas em certas conexões, perdem todo seu sentido original, mas o recuperam em outras conexões. Um chiste de Lichtenberg isola cuidadosamente as circunstâncias em que as palavras esvaziadas são levadas a recuperar seu sentido pleno:

‘“Como é que você anda?” - perguntou um cego a um coxo. “Como você vê” - respondeu o coxo ao cego.’

 

Há também palavras em alemão que, dependendo de estarem ‘plenas’ ou ‘vazias’, podem ser tomadas em sentido diferente e, de fato, em mais de um sentido. Pois, podem haver duas derivações de uma mesma raiz, uma das quais seja uma palavra de sentido pleno e a outra uma sílaba final ou sufixo esvaziado, sendo ambas pronunciadas exatamente da mesma maneira. A identidade fônica entre uma palavra plena e uma sílaba esvaziada pode ser também puro acaso. Em ambos os casos, a técnica do chiste se aproveita das condições prevalecentes no material lingüístico.

Um chiste, por exemplo, atribuído a Schleiermacher, é importante para nós por constituir exemplo quase puro desses métodos técnicos: ‘Eifersucht [o ciúme] é uma Leidenschaft [paixão] que mit Eifer sucht [com avidez procura] o que Leiden shafft [causa dor]’.

Esse é inegavelmente um chiste, mesmo que não particularmente efetivo. Aqui estão ausentes inúmeros fatores, que na análise de outros chistes podem enganar-nos até que os examinemos, cada um separadamente. Pouco importa o pensamento verbalmente expresso: a definição que se dá do ciúme é, em todo caso, inteiramente insatisfatória. Não se encontra vestígio do ‘sentido no nonsense‘, do ‘significado escondido’, ou de ‘desconcerto e esclarecimento’. Nenhum esforço revelará um ‘contraste de idéias’: pode-se encontrar com grande dificuldade um contraste entre as palavras e o que elas significam. Não há qualquer sinal de abreviação: pelo contrário, a verbalização afigura-se prolixa. No entanto, temos ainda um chiste, e mesmo muito perfeito. Sua única característica é ao mesmo tempo aquela em cuja ausência desaparece o chiste: o fato de que as mesmas palavras prestam-se a usos múltiplos. Podemos então incluir esse chiste numa subclasse daqueles cujas palavras são usadas primeiro como um todo e depois segmentadas (e. g. Rousseau ou Antigone), ou na outra subclasse em que a multiplicidade é produzida pelo sentido pleno ou esvaziado dos constituintes verbais. À parte este, apenas um outro fator merece ser notado do ponto de vista da técnica dos chistes. Encontramos aqui estabelecido um raro estado de coisas: ocorreu uma espécie de ‘unificação’, já que ‘Eifersucht [ciúme] é definido através de seu próprio nome - portanto, através de si mesmo. Essa (unificação) constitui também, como veremos (ver em [1]), uma técnica de chistes. Esses dois fatores devem ser em si mesmos suficientes para conferir a uma expressão o caráter chistoso.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes podem perder o sentido pleno, outros podem recuperar o sentido pleno e outros podem apresentar sentidos múltiplos onde existe uma unificação, uma expressão do caráter chistoso.

Mattanó aponta que os chistes podem perder, recuperar ou apresentar múltiplos sentidos, significados, conceitos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(14/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud explica que os chistes podem perder o sentido pleno, outros podem recuperar o sentido pleno e outros podem apresentar sentidos múltiplos onde existe uma unificação, uma expressão do caráter chistoso. Da mesma forma estes eventos chistosos podem ocorrer com a realidade e o mundo virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura, de modo que seus sentidos assumam a forma referente a estimulação e a codificação ou as contingências, regras do chiste que descrevem suas propriedades na medida em que se tornam públicas e¨podem formatar ¨avatares¨, uma ¨moral¨, ¨frutos¨, uma ¨natureza¨, uma ¨vida¨, ¨personagens¨ e ¨dramas¨ que contribuem para a análise, interpretação e enriquecimento ou aquisição de repertório comportamental para a solução de problemas e adversidades ambientais.

Mattanó aponta que os chistes podem perder, recuperar ou apresentar múltiplos sentidos, significados, conceitos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Da mesma forma os chistes podem variar em suas propriedades e assim variar também em sua realidade e mundo virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura que em sua análise, interpretação e enriquecimento e aquisição de repertório comportamental conta com ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ
(26/06/2025)

 

 

 

 

Se penetramos ainda além na variedade de formas de ‘uso múltiplo’ da mesma palavra, notamos repentinamente que temos diante de nós exemplos de ‘duplo sentido’ ou de ‘jogo de palavras’ - formas há muito conhecidas e reconhecidas como técnica de chistes. Por que tivemos o trabalho de redescobrir aquilo que se poderia buscar no mais superficial ensaio sobre os chistes? Para começar, só podemos invocar em nossa justificação que, não obstante, apresentamos um outro aspecto de tal fenômeno da expressão lingüística. O que as autoridades supõem definidor do caráter dos chistes como uma espécie de ‘jogo’ é por nós classificado sob o título de ‘uso múltiplo’.

Os outros casos de uso múltiplo passíveis de ser reunidos sob o título de ‘duplo sentido’ como um novo grupo, o terceiro, podem ser facilmente divididos em subclasses, que, efetivamente, não podem ser separadas entre si por distinções mais essenciais do que as que possibilitam a derivação do terceiro grupo como um todo a partir do segundo. Constatamos:

(a) Casos de duplo sentido de um nome de uma coisa por ele denotada. Por exemplo: ‘Discharge thyself of our company, Pistol! (Descarrega-te (desaparece) de nossa companhia, Pistola!)’ (Shakespeare [II Henry IV, ii, 4.]).

‘Mais Hof [namoro] que Freiung [casamento]’, disse uma espirituosa vienense sobre inúmeras moças bonitas que, admiradas durante anos, acabam por não encontrar um marido. ‘Hof’ e ‘Freiung’ são os nomes de duas praças vizinhas no centro de Viena.

‘O vil Macbeth não reina aqui em Hamburgo: o rei aqui é Banko [dinheiro bancário].’ (Heine, [Schnabelewopski, cap. 3].)

Onde o nome não possa ser usado (deveríamos talvez dizer ‘mal-usado’) sem alterações, pode-se derivar dele um duplo sentido através das leves modificações que já conhecemos:

‘Por que’, perguntava-se em tempos passados, ‘o Francês rejeitou Lohengrin?‘ ‘Por causa de Elza (Elsass [Alsace]).’

(b) Duplo sentido procedendo dos significados literal e metafórico de uma palavra. Eis uma das mais férteis fontes da técnica dos chistes. Citarei apenas um exemplo:

Um médico, meu amigo, afamado por seus chistes, disse certa vez a Arthur Schnitzler, o dramaturgo: ‘Não me surpreendo que você tenha se tornado um grande escritor. Afinal seu pai susteve um espelho para seus contemporâneos’. O espelho sustido pelo pai do dramaturgo, o famoso Dr. Schnitzler, era o laringoscópio. Um famoso dito de Hamlet fala-nos que o objetivo de uma peça, tanto quanto do dramaturgo que a cria, é ‘to hold, as were, the mirror up to nature; to show virtue her own feature, scorn her own image, and the very age and body of the time his form and pressure (suster, como se fora, um espelho à natureza; mostrar à virtude sua feição própria, ao escárnio sua própria imagem, ao torso e à longa idade do tempo sua forma e premência)’. [III, 2.]

(c) Duplo sentido propriamente dito, ou jogo de palavras. Pode-se descrevê-lo como o caso ideal de ‘múltiplo uso’. Nenhuma violência é feita às palavras: não se as segmenta em sílabas separadas, não é preciso sujeitá-las a modificações, nem se tem que transferi-las da esfera a que pertencem (a dos nomes próprios, por exemplo) a alguma outra. Exatamente como figuram na sentença, é possível, graças a certas circunstâncias favoráveis, fazê-las expressar dois significados diferentes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud constatou:

(a) Casos de duplo sentido de um nome de uma coisa por ele denotada.

(b) Duplo sentido procedendo dos significados literal e metafórico de uma palavra.

(c) Duplo sentido propriamente dito, ou jogo de palavras. Pode-se descrevê-lo como o caso ideal de ‘múltiplo uso’.

Mattanó constatou em sua introspecção:
(a) Casos de perda, recuperação e múltiplos significados.

(b) Casos de perda, recuperação e múltiplos sentidos.

(c) Casos de perda, recuperação e múltiplos conceitos.

(d) Casos de perda, recuperação e múltiplos comportamentos.

(e) Casos de perda, recuperação e múltiplas funcionalidades.

(f) Casos de perda, recuperação e múltiplas simbologias.

(g) Casos de perda, recuperação e múltiplas topografias.

(h) Casos de perda, recuperação e múltiplas linguagens.

(i) Casos de perda, recuperação e múltiplas relações sociais.

(j) Casos de perda, recuperação e múltiplas gestalts.

(k) Casos de perda, recuperação e múltiplos insights.

(l) Casos de perda, recuperação e múltiplas conclusões.

(m) Casos de perda, recuperação e múltiplas interpretações finais.

Mattanó constatou que o organismo não é o chiste, ele não é o estímulo, nem a resposta e nem tampouco a consequência, por isso o organismo ou o indivíduo que faz o chiste ou que ouve o chiste e o interpreta não é jamais o chiste e portanto, também não é a ideia e nem a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó feitas a partir de 1995, contudo o organismo pode atribuir um significado, sentido, conceito ou contexto e até comportamento, funcionalidade e simbologia, linguagem, relações sociais e gestalts, insights, conclusões e interpretações finais, ao estímulo que desencadeia a resposta chistosa e suas consequências e aprender a nomear a esse evento linguístico chistoso, criando adversidades para sua relação com o meio ambiente devido ao evento autodestrutivo das contingências das ideias e da Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó, que levam o indivíduo a rir da sua própria desintegração em função da pulsão de morte, mas ele deve saber que ele é o contexto e não é o chiste e nem é o estímulo, nem a resposta e nem mesmo a consequência.

 

MATTANÓ

(14/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud constatou:

(a) Casos de duplo sentido de um nome de uma coisa por ele denotada.

(b) Duplo sentido procedendo dos significados literal e metafórico de uma palavra.

(c) Duplo sentido propriamente dito, ou jogo de palavras. Pode-se descrevê-lo como o caso ideal de ‘múltiplo uso’.

Mattanó constatou em sua introspecção:

(a) Casos de perda, recuperação e múltiplos significados.

(b) Casos de perda, recuperação e múltiplos sentidos.

(c) Casos de perda, recuperação e múltiplos conceitos.

(d) Casos de perda, recuperação e múltiplos comportamentos.

(e) Casos de perda, recuperação e múltiplas funcionalidades.

(f) Casos de perda, recuperação e múltiplas simbologias.

(g) Casos de perda, recuperação e múltiplas topografias.

(h) Casos de perda, recuperação e múltiplas linguagens.

(i) Casos de perda, recuperação e múltiplas relações sociais.

(j) Casos de perda, recuperação e múltiplas gestalts.

(k) Casos de perda, recuperação e múltiplos insights.

(l) Casos de perda, recuperação e múltiplas conclusões.

(m) Casos de perda, recuperação e múltiplas interpretações finais.

Mattanó constatou que o organismo não é o chiste, ele não é o estímulo, nem a resposta e nem tampouco a consequência, por isso o organismo ou o indivíduo que faz o chiste ou que ouve o chiste e o interpreta não é jamais o chiste e portanto, também não é a ideia e nem a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó feitas a partir de 1995, contudo o organismo pode atribuir um significado, sentido, conceito ou contexto e até comportamento, funcionalidade e simbologia, linguagem, relações sociais e gestalts, insights, conclusões e interpretações finais, ao estímulo que desencadeia a resposta chistosa e suas consequências e aprender a nomear a esse evento linguístico chistoso, criando adversidades para sua relação com o meio ambiente devido ao evento autodestrutivo das contingências das ideias e da Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó, que levam o indivíduo a rir da sua própria desintegração em função da pulsão de morte, mas ele deve saber que ele é o contexto e não é o chiste e nem é o estímulo, nem a resposta e nem mesmo a consequência. Da mesma forma o organismo ou indivíduo não é o mundo virtual ou a realidade virtual, mesmo quando ela é a Palavra e a Sagrada Escritura, pois esta é apenas uma ferramenta ou instrumento, um Livro Sagrado com um testemunho arqueológico que pode ser compreendido como uma realidade ou mundo virtuais que podem ser acrescidas de ferramentas de trabalho como  os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ

(26/06/20025)

 

 

 

 

 

 

Temos exemplos desse tipo disponíveis em grande abundância:

Um dos primeiros atos de Napoleão III quando assumiu o poder foi apoderar-se da Casa de Orleans. Eis o excelente jogo de palavras, corrente àquele tempo: ‘C’est le premier vol de l’aigle.’ [Eis o primeiro vol da águia.] ‘Vol’ significa ‘vôo’, mas também ‘roubo’. (Citado por Fischer, 1889 [80].)

Luís XV queria testar o espírito de um de seus cortesãos, cujo talento lhe tinham mencionado. Na primeira oportunidade ordenou ao cavalheiro que fizesse um chiste do qual ele, o rei, devia ser o ‘sujet [assunto]’. O cortesão desferiu imediatamente a inteligente réplica: ‘Le roi n’est pas sujet’. [O rei não é um assunto (ou ‘súdito’). Também em Fischer, loc. cit.]

Um médico, afastando-se do leito de uma dama enferma, diz a seu marido: ‘Não gosto da aparência dela’. ‘Também não gosto e já há muito tempo’, apressou-se o marido em concordar.

O médico referia-se obviamente ao estado da senhora mas expressou sua preocupação quanto à paciente em palavras tais que o marido podia interpretá-las como confirmação de sua própria aversão marital.

Heine falou da comédia satírica: ‘Esta sátira não seria tão mordaz se o autor tivesse mais o que morder’. Este chiste é mais um exemplo de duplo sentido literal e metafórico que de um jogo de palavras propriamente dito. Mas qual a vantagem de estabelecer uma acurada distinção aqui?

Um outro bom exemplo de jogo de palavras é dado pelas autoridades (Heymans e Lipps) em uma forma que o faz ininteligível. Há não muito tempo encontrei tanto a versão correta como o contexto da anedota em uma coleção de chistes, de pouco uso a não ser por isso.

‘Um dia Saphir e Rothschild encontraram-se. Depois que tagarelaram um pouco, Saphir disse: “Ouça, Rothschild, meus fundos baixaram e você poderia me emprestar cem ducados”. “Muito bem!”, disse Rothschild, “isso não é problema para mim - com a única condição que você faça um chiste.” “Isso não é problema para mim também”, replicou Saphir. “Bom. Venha então a meu escritório amanhã.” Saphir apareceu pontualmente. “Ah!”, disse Rothschild, quando o viu entrar, “Sie kommen um Ihre 100 Dukaten [você veio pelos seus 100 ducados]”. “Não”, respondeu Saphir, “Sie kommen um Ihre 100 Dukaten [Você vai perder seus 100 ducados], porque eu não sonharei em lhe pagar antes do Juízo Final.’”

‘O que vorstellen [representam ou apresentam] estas estátuas?’, pergunta em Berlim um estrangeiro a um nativo berlinense, contemplando uma fileira de monumentos em praça pública. ‘Bem’, foi a réplica, ‘ou sua perna direita ou sua perna esquerda.’

‘No momento não posso lembrar-me dos nomes de todos os estudantes, e quanto aos professores, há alguns que nem nome têm ainda.’ (Heine, Harzreise.)

Estaremos talvez ganhando prática na tarefa de diferenciação diagnóstica se a este ponto inserirmos um outro bem conhecido chiste sobre professores. ‘A distinção entre Professores Ordinários [ordentlich] e Extraordinários [ausserordentlich] é que os ordinários nada fazem de extraordinário enquanto os extraordinários nada fazem ordinariamente [ordentlich].’ Temos, naturalmente, um jogo de palavras com os dois sentidos das palavras ‘ordentlich‘ e ‘ausserordentlich‘: de um lado temos os sentidos de ‘dentro’ e ‘fora’ da ‘Ordo [o sistema]’ e por outro lado, temos os sentidos de ‘eficiente’ e ‘eminente’. A conformidade entre este chiste e outros que já examinamos lembra-nos que aqui o ‘múltiplo uso’ é muitíssimo mais notável que o ‘duplo sentido’. Durante toda a enunciação nada escutamos além de um ‘ordentlich‘ constantemente recorrente, algumas vezes nesta mesma forma, outras vezes modificado com um sentido negativo. (Ver em [1].) Além do mais, comete-se novamente aqui a façanha de definir um conceito por meio de sua própria verbalização (cf. o exemplo de ‘Eifersucht‘ [ciúme]’,em [2]), ou de forma mais precisa, consegue-se definir (ainda que só negativamente) dois conceitos correlatos por meio de um outro, que produz engenhoso entrelaçamento. Finalmente, deve-se também enfatizar aqui o aspecto da ‘unificação’ - a sonegação de uma conexão entre os elementos de uma asserção mais íntima, do que se teria o direito de esperar, a partir de sua natureza.

‘O bedel Sch[äfer] saudou-me tal como a um colega, desde que ele também é um escritor, e freqüentemente menciona-me em seus escritos semestrais; fora isto, tem várias vezes me citado, e se não me encontra em casa, é sempre delicado o bastante para escrever uma intimação (citation) a giz na porta de meu gabinete.’ (Heine, Harzreise.)

Daniel Spitzer (ver em [1]), em seu Wiener Spaziergänge, realiza uma lacônica descrição biográfica, que é também um bom chiste do tipo crítica social que floresceu ao tempo da explosão especulatória [que sucedeu à guerra franco-prussiana]: ‘Fronte de ferro - cofre de ferro - Coroa de ferro’. (Este último acompanhava um ordenamento por nobreza.) Um surpreendente exemplo de ‘unificação’ - tudo como que feito de ferro! Os vários sentidos, embora não nitidamente contrastantes, do epíteto ‘ferro’ possibilitam esses múltiplos usos.

Um outro exemplo de jogo de palavra pode facilitar a transição para novas subespécies da técnica de duplo sentido. O colega médico brincalhão, já mencionado (ver em [1]), foi responsável por esse chiste ao tempo do caso Dreyfus: ‘Esta garota me lembra Dreyfus. O exército inteiro não acredita em sua inocência’.

A palavra ‘inocência’, sobre cujo duplo sentido o chiste é construído, tem, em um contexto, seu significado usual, cujo antônimo é ‘culpa’ ou ‘crime’; mas tem em outro contexto um significado sexual, cujo antônimo é ‘experiência sexual’. Há um número muito grande de exemplos similares de duplo sentido nos quais o efeito do chiste depende, muito especialmente, do significado sexual. Para esse grupo, podemos reservar o nome de ‘double entendre [Zweideutigkeit]’.

Exemplo excelente de um double entendre desse tipo é o chiste de Spitzer, já registrado em [1]: ‘Alguns pensam que o esposo ganhou muito dinheiro e tem, portanto, dado pouco [sich etwas zurückgelegt]; outros, porém, pensam que a esposa tem dado um pouco [sich etwas zurückgelegt] e tem, portanto, podido ganhar muito dinheiro’.

Se comparamos este exemplo de duplo sentido acompanhado de double entendre com outros exemplos, torna-se evidente uma distinção, que não é destituída de interesse do ponto de vista da técnica. No chiste da ‘inocência’, um sentido da palavra é exatamente tão óbvio quanto o outro; realmente seria difícil decidir qual dos sentidos (o sexual ou o não sexual) é o mais usual e familiar. Mas não ocorre o mesmo com o exemplo de Spitzer. O significado vulgar das palavras ‘sich etwas zurückgelegt‘ é, longe, o mais proeminente, enquanto seu significado sexual está como que encoberto e escondido, podendo mesmo escapar completamente a alguma pessoa desprevenida. Vamos tomar, por via de um contraste agudo, outro exemplo de duplo sentido, onde não se faz a menor tentativa de ocultar o significado sexual; por exemplo, a descrição por Heine do caráter de uma dama complacente: ‘Ela nada podia abschlagen à exceção de sua própria água’. Isto nos soa como uma obscenidade, dificilmente dando a impressão de um chiste. Esta peculiaridade, entretanto - o caso de um duplo sentido onde os dois significados não são óbvios da mesma maneira - pode também ocorrer em chistes sem qualquer referência sexual - seja porque um sentido é mais usual que outro, seja porque salta ao primeiro plano devido a uma conexão com as outras partes da sentença. (Cf., por exemplo, ‘C’est le premier vol de l’aigle’ (em [1]).) Proponho descrever todos estes casos como sendo ‘duplo sentido com uma alusão’.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes podem ter múltiplos sentidos, duplos sentidos e os jogos de palavras ou sentidos que dependem do contexto, por exemplo, do contexto sexual e não sexual.

Mattanó aponta que os chistes podem ter múltiplos sentidos, duplos sentidos e os jogos de palavras ou sentidos que dependem do contexto, que pode ser sexual (da libido), fraternal (da comunhão) e/ou da segurança. Mas que também há chistes que dependem da perda, recuperação ou apresentação de múltiplos sentidos, significados, conceitos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(17/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud explica que os chistes podem ter múltiplos sentidos, duplos sentidos e os jogos de palavras ou sentidos que dependem do contexto, por exemplo, do contexto sexual e não sexual. Da mesma forma os chistes podem ter estas características e propriedades através do mundo e da realidade virtuais, por meio da Palavra e da Sagrada Escritura que dão uma nova forma aos chistes e aos seus sentidos sem fugir do tema, assunto ou drama.

Mattanó aponta que os chistes podem ter múltiplos sentidos, duplos sentidos e os jogos de palavras ou sentidos que dependem do contexto, que pode ser sexual (da libido), fraternal (da comunhão) e/ou da segurança. Mas que também há chistes que dependem da perda, recuperação ou apresentação de múltiplos sentidos, significados, conceitos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Da mesma forma estes chistes permanecem com suas características e propriedades através do mundo e da realidade virtuais que partilha da Palavra e da Sagrada Escritura dados, informações, contextos e uma realidade e mundo virtuais para a construção de decodificação de ferramentas de trabalho como  os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ

(26/06/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Já entramos em contato com um tão grande número de diferentes técnicas de chiste que temo corramos o risco de nos perdermos. Tentemos portanto sumariá-las.

I   - Condensação:

(a) com formação de palavra composta;

(b) com modificação.

 

II  - Múltiplo uso do mesmo material:

(c) como um todo e suas partes;

(d) em ordem diferente;

(e) com leve modificação;

(f) com sentido pleno e sentido esvaziado.

 

III - Duplo sentido:

 

(g) significado como um nome e como uma coisa;

(h) significados metafóricos e literal;

(i) duplo sentido propriamente dito (jogo de palavras);

(j) double entendre;

(k) duplo sentido com uma alusão.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ);

Mattanó esclarece que os chistes surgem por perda, recuperação e/ou apresentação de múltiplos sentidos, e se detalham através de:

(a) Casos de perda, recuperação e múltiplos significados.

(b) Casos de perda, recuperação e múltiplos sentidos.

(c) Casos de perda, recuperação e múltiplos conceitos.

(d) Casos de perda, recuperação e múltiplos comportamentos.

(e) Casos de perda, recuperação e múltiplas funcionalidades.

(f) Casos de perda, recuperação e múltiplas simbologias.

(g) Casos de perda, recuperação e múltiplas topografias.

(h) Casos de perda, recuperação e múltiplas linguagens.

(i) Casos de perda, recuperação e múltiplas relações sociais.

(j) Casos de perda, recuperação e múltiplas gestalts.

(k) Casos de perda, recuperação e múltiplos insights.

(l) Casos de perda, recuperação e múltiplas conclusões.

(m) Casos de perda, recuperação e múltiplas interpretações finais.

Mattanó constatou que o organismo não é o chiste, ele não é o estímulo, nem a resposta e nem tampouco a consequência, por isso o organismo ou o indivíduo que faz o chiste ou que ouve o chiste e o interpreta não é jamais o chiste e portanto, também não é a ideia e nem a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó feitas a partir de 1995, contudo o organismo pode atribuir um significado, sentido, conceito ou contexto e até comportamento, funcionalidade e simbologia, linguagem, relações sociais e gestalts, insights, conclusões e interpretações finais, ao estímulo que desencadeia a resposta chistosa e suas consequências e aprender a nomear a esse evento linguístico chistoso, criando adversidades para sua relação com o meio ambiente devido ao evento autodestrutivo das contingências das ideias e da Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó, que levam o indivíduo a rir da sua própria desintegração em função da pulsão de morte, mas ele deve saber que ele é o contexto e não é o chiste e nem é o estímulo, nem a resposta e nem mesmo a consequência.

Os chistes de hoje serão os chistes de nosso passado e o nosso passado não mais será o nosso mundo real, mas o mundo governado pelo prazer, pelo princípio do prazer e não pelo princípio da realidade, por isso as respostas não são o organismo, mas sim o contexto, o organismo não é a mesma coisa às 8 horas, às 12 horas, às 16 horas, às 20 horas, às 24 horas e às 3 horas da madrugada e a cada dia esse ciclo muda se desenvolvendo e progredindo da vida intrauterina até a crise final na terceira idade com a degeneração e o egoísmo ou a generosidade e a morte.

 

MATTANÓ

(17/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes surgem por perda, recuperação e/ou apresentação de múltiplos sentidos, e se detalham através de:

(a) Casos de perda, recuperação e múltiplos significados.

(b) Casos de perda, recuperação e múltiplos sentidos.

(c) Casos de perda, recuperação e múltiplos conceitos.

(d) Casos de perda, recuperação e múltiplos comportamentos.

(e) Casos de perda, recuperação e múltiplas funcionalidades.

(f) Casos de perda, recuperação e múltiplas simbologias.

(g) Casos de perda, recuperação e múltiplas topografias.

(h) Casos de perda, recuperação e múltiplas linguagens.

(i) Casos de perda, recuperação e múltiplas relações sociais.

(j) Casos de perda, recuperação e múltiplas gestalts.

(k) Casos de perda, recuperação e múltiplos insights.

(l) Casos de perda, recuperação e múltiplas conclusões.

(m) Casos de perda, recuperação e múltiplas interpretações finais.

Mattanó constatou que o organismo não é o chiste, ele não é o estímulo, nem a resposta e nem tampouco a consequência, por isso o organismo ou o indivíduo que faz o chiste ou que ouve o chiste e o interpreta não é jamais o chiste e portanto, também não é a ideia e nem a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó feitas a partir de 1995, contudo o organismo pode atribuir um significado, sentido, conceito ou contexto e até comportamento, funcionalidade e simbologia, linguagem, relações sociais e gestalts, insights, conclusões e interpretações finais, ao estímulo que desencadeia a resposta chistosa e suas consequências e aprender a nomear a esse evento linguístico chistoso, criando adversidades para sua relação com o meio ambiente devido ao evento autodestrutivo das contingências das ideias e da Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó, que levam o indivíduo a rir da sua própria desintegração em função da pulsão de morte, mas ele deve saber que ele é o contexto e não é o chiste e nem é o estímulo, nem a resposta e nem mesmo a consequência. Da mesma forma o indivíduo não é a realidade e o mundo virtuais, nem tampouco a Palavra e a Sagrada Escritura ou o seus ¨avatares¨, ¨moral¨, ¨frutos¨, ¨natureza¨ e ¨vida espiritual¨ ou seus ¨dramas¨ e ¨personagens bíblicos¨, mas sim sua consciência, cultura, conhecimento e realidade que são parte integrantes do seu contexto quando ele é interpretado como sua consciência dotada de atenção e intenção, tempo e eternidade, de liberdade para se viver e para se viver e ensinar a viver, pois o seu cérebro e o seu corpo não são como programas de computadores que obedecem padrões fixos para responder e se adaptar ao meio ambiente, já que ele evolui, seleciona e compete com outras espécies e indivíduos o tempo todo e é um simulador de eventos através de uma interconectividade que responde as leis comportamentais das equivalências de estímulos e assim torna-o reorganizável e com novas respostas, com novas conexões cerebrais.

Os chistes de hoje serão os chistes de nosso passado e o nosso passado não mais será o nosso mundo real, mas o mundo governado pelo prazer, pelo princípio do prazer e não pelo princípio da realidade, por isso as respostas não são o organismo, mas sim o contexto, o organismo não é a mesma coisa às 8 horas, às 12 horas, às 16 horas, às 20 horas, às 24 horas e às 3 horas da madrugada e a cada dia esse ciclo muda se desenvolvendo e progredindo da vida intrauterina até a crise final na terceira idade com a degeneração e o egoísmo ou a generosidade e a morte. Da mesma forma o mundo e a realidade virtuais mudam constantemente com os ¨avatares¨, a ¨moral¨, os ¨frutos¨, a ¨natureza¨ e a ¨vida espiritual¨ ou seus ¨dramas¨ e ¨personagens bíblicos¨, que atualizam e realizam a Palavra e a Sagrada Escritura, pois a Palavra e a Sagrada Escritura são auto-atualizadoras e auto-realizadoras para nossa consciência e comportamento, para a nossa convivência através das suas ferramentas, que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ
(09/07/2025)

 

 

 

 

 

 

Essa variedade e esse número de técnicas têm um efeito desconcertante. Pode fazer-nos sentir perturbados por nos devotarmos à consideração dos métodos técnicos dos chistes, tanto como pode despertar-nos a suspeita de que afinal exageramos a importância destes como meio de descobrir a natureza essencial dos chistes. Se pelo menos essa conveniente suspeita não fosse contraditada pelo fato incontestável de que o chiste invariavelmente desaparece tão logo eliminamos de sua forma de expressão a operação destas técnicas! Portanto, a despeito de tudo, somos levados a procurar a unidade nesta multiplicidade. Deve ser possível reunir todas estas técnicas sob um único cabeçalho. Como já dissemos (ver em [1]), não é difícil fundir o segundo e o terceiro grupo. O duplo sentido (jogo de palavras) é, na verdade, o único caso ideal de uso múltiplo do mesmo material sendo deste (grupo), evidentemente, o conceito mais inclusivo. Os exemplos de segmentação, rearranjo do mesmo material e múltiplo uso com leve modificação (c, d e e) poderiam - embora com alguma dificuldade - ser fundidos sob o conceito de duplo sentido. Mas o que haverá de comum entre a técnica do primeiro grupo (condensação com substituição) e a dos outros dois grupos (múltiplo uso do mesmo material)?

Algo muito simples e óbvio deve ser pensado. O uso múltiplo do mesmo material é, afinal, um caso especial de condensação; o jogo de palavras nada mais é que uma condensação sem formação de substitutivo; portanto, a condensação permanece sendo a categoria mais ampla. Todas estas técnicas são dominadas por uma tendência à compressão, ou antes à economia. Tudo parece ser uma questão de economia. Nas palavras de Hamlet: ‘Thrift, thrift, Horatio! (Economia, economia, Horácio!)’.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud nos explica que essas técnicas são denominadas por uma tendência à compreensão, ou seja, à economia.

Mattanó aponta que os chistes tem uma tendência à compreensão e assim uma questão de economia. Essa tendência à compreensão leva a formação de perda, recuperação ou apresentação de múltiplos sentidos, significados, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(20/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor nos explica que essas técnicas chistosas são denominadas por uma tendência à compreensão, ou seja, à economia. Da mesma forma os chistes denominam uma tendência à compreensão e à economia quando construídos através da realidade e do mundo virtuais, ou seja, da Palavra e da Sagrada Escritura.

Mattanó aponta que os chistes tem uma tendência à compreensão e assim uma questão de economia. Essa tendência à compreensão leva a formação de perda, recuperação ou apresentação de múltiplos sentidos, significados, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Vemos que os chistes formam uma perda, recuperação e apresentação de objetos que levam à compreensão e à economia através também do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas de desejo que são auto-atualizadoras e auto-realizadoras para nossa consciência e comportamento, para a nossa convivência. Dentre as ferramentas de desejo estão as necessidades fisiológicas do indivíduo, as necessidades de segurança e de garantia, as necessidades de pertinência e de amor, e a necessidade de uma relação estável e estruturada com sua mãe desde o nascimento, de modo que suas necessidades sejam satisfeitas para que o indivíduo aprenda a construir relações auto-atualizadas e auto-realizadoras, por exemplo, através do mundo e da realidade virtuais, que são patrocinados pela Palavra e pela Sagrada Escritura, e das suas ferramentas de trabalho, que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ

(09/07/2025)

 

 

 

 

 

 

Testemos em diferentes exemplos esse principio da economia. ‘C’est le premier vol de l’aigle (ver em [1])’. É o primeiro vôo da águia, mas é um vôo assaltante. Afortunadamente para a existência deste chiste, ‘vol‘ significa não apenas ‘vôo’ como ‘roubo’. Não se fez alguma condensação e economia? Muito certamente. Ressalva-se todo o segundo pensamento, descartado sem deixar substitutivo. O duplo sentido da palavra ‘vol‘ torna tal substituição desnecessária; seria igualmente verdadeiro dizer que a palavra ‘vol’ contém o substitutivo do pensamento suprimido sem que se faça qualquer acréscimo ou mudança no primeiro. Essa a vantagem do duplo sentido.

Um outro exemplo: ‘Fronte de ferro - cofre de ferro - coroa de Ferro’ (ver em [1]). Eis uma extraordinária economia comparada à expressão do mesmo pensamento onde não ocorre ‘ferro’: ‘Com ajuda da necessária ousadia e falta de consciência não é difícil amealhar grande fortuna, sendo um título, naturalmente, uma recompensa adequada para tais serviços’.

A condensação, e portanto a economia, está inequivocamente presente nesses exemplos. Mas ela deve estar presente em todos os exemplos. Onde se esconde a economia em chistes tais como ‘Rousseau - roux et sot‘ (ver em [1]) ou ‘Antigone - Antik? oh nee’ (ver em [2]), nos quais notamos primeiramente a ausência de condensação, constituindo-se assim em nosso principal motivo para postular a técnica do uso repetido do mesmo material? É verdade que não podemos constatar aqui a ocorrência de condensação; mas se em vez disso usarmos o conceito mais inclusivo de economia, podemos consegui-lo sem dificuldade. É fácil indicar o que economizamos nos casos de Rousseau, Antigone etc. Economizamos a expressão de crítica ou a formalização do juízo: ambos já existem no próprio nome. No exemplo de ‘Leidenschaft - Eifersucht [paixão-ciúme]’ (ver em [3]) economizamos o trabalho de construir laboriosamente uma definição: ‘Eifersucht, Leidenschaft‘ - ‘Eifer sucht’ [‘a avidez procura’], ‘Leiden shafft‘ [‘o que causa dor’]. Temos apenas que acrescentar as palavras de conexão e eis já pronta nossa definição. Ocorre o mesmo em todos os outros exemplos que foram analisados até aqui. Onde existe uma economia mínima, caso do jogo de palavras de Saphir, ‘Sie kommen um Ihre 100 Dukaten‘ (ver em [4]), há pelo menos uma economia da necessidade de esquematizar nova verbalização para a resposta. A verbalização da pergunta é suficiente para a resposta. A economia não é muita, mas nela o chiste consiste. O uso múltiplo das mesmas palavras como pergunta e resposta é certamente uma ‘economia’. É o caso da definição por Hamlet da rápida seqüência da morte de seu pai e do casamento de sua mãe:

 

The funeral baked-meats [I, 2.]

Did coldly furnish forth the marriage tables. [I, 2.]

 

Mas antes que aceitemos a ‘tendência à economia’ como a característica mais geral da técnica dos chistes e postulemos questões como a da sua procedência, da sua significação, e do modo como emerge o prazer resultante do chiste, devemos encontrar lugar para uma dúvida que se tem o direito de suscitar. Pode ser que toda técnica do chiste mostre uma tendência a economizar algo na expressão, mas essa relação não é reversível. Nem toda economia expressiva, nem toda abreviação, é suficiente para dar conta do chiste. Chegamos a esse ponto uma vez, anteriormente, quando ainda esperávamos encontrar em todo chiste o processo de condensação, levantando a justificável objeção de que um comentário lacônico não é necessariamente um chiste (ver em [1]). Deve haver portanto alguma espécie peculiar de abreviação e economia da qual dependa a característica essencial do chiste; até que conheçamos a natureza de tal peculiaridade, nossa descoberta do elemento comum nas técnicas dos chistes aproxima-nos da solução de nosso problema. Tenhamos, pois, a coragem de admitir que a economia feita pela técnica do chiste não nos impressiona sensivelmente. Ela recorda-nos, talvez, o modo pelo qual certas donas de casa economizam, gastando tempo e dinheiro no trajeto a um mercado distante simplesmente porque, lá, as verduras devem ser alguns vinténs mais baratas. O que economiza o chiste através de sua técnica? A concatenação de algumas novas palavras que teriam, em sua maior parte, emergido sem qualquer dificuldade. Em troca disso, toma-se o trabalho de procurar aquela palavra que cubra os dois pensamentos. Na verdade, e com freqüência, deve-se primeiro transformar um dos pensamentos em uma forma rara que fornecerá fundamento para sua combinação com o segundo pensamento. Não teria sido mais simples, mais fácil, e mesmo, mais econômico expressar os dois pensamentos como eles eventualmente ocorreriam, mesmo que isto não implicasse alguma forma de expressão comum (a ambos)? Não será essa economia em palavras enunciadas mais que compensada pelo dispêndio de esforço intelectual? E quem é que economiza dessa forma? Quem lucra com isso?

Podemos evitar provisoriamente essas dúvidas se as transpusermos para alguma outra parte. Já teremos realmente descoberto todos os tipos de técnicas de chiste? Será decerto mais prudente colher novos exemplos e submetê-los à análise.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud faz considerações acerca do chiste, de que ele depende de uma condensação, de um duplo sentido, de uma economia, mas como é essa economia? Não será essa economia em palavras enunciadas mais que compensada pelo dispêndio do esforço intelectual? E quem é que economiza dessa forma? Quem lucra com isso?
Mattanó concorda que o chiste depende de uma condensação, de um duplo sentido e de uma economia que pode ser compensada de que maneira? Pelo dispêndio do esforço intelectual? Quem economiza com isso? A economia produz um arranjo e uma compreensão que pode ser compensada de que maneira? Pela elaboração e pela compreensão do chiste? Quem é que lucra com isso? E o que é que lucra com isso? Certamente lucra significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(21/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud faz considerações acerca do chiste, de que ele depende de uma condensação, de um duplo sentido, de uma economia, mas como é essa economia? Não será essa economia em palavras enunciadas mais que compensada pelo dispêndio do esforço intelectual? E quem é que economiza dessa forma? Quem lucra com isso?

Mattanó concorda que o chiste depende de uma condensação, de um duplo sentido e de uma economia que pode ser compensada de que maneira? Pelo dispêndio do esforço intelectual? Quem economiza com isso? A economia produz um arranjo e uma compreensão que pode ser compensada de que maneira? Pela elaboração e pela compreensão do chiste? Quem é que lucra com isso? E o que é que lucra com isso? Certamente lucra significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Vemos que os chistes dependem de uma economia, de uma compensação que gera uma economia, que por sua vez produz um arranjo que leva a compreensão do chiste, sendo beneficiado o indivíduo em seu comportamento e produção de significados e sentidos, em seus modos de compreensão desse chiste, da mesma forma acontece com o mundo e a realidade virtuais e a Palavra e a Sagrada Escritura quando produzem um chiste, ocorre aqui uma economia que leva a sua compreensão, mesmo que do mundo e da realidade virtuais, que condensam a imagem gerando outra forma de economia, agora virtual, associada ao mundo e a realidade virtual, a Palavra e a Sagrada Escritura quando ¨visualizamos¨ as cenas bíblicas por meio dos ¨avatares¨, da ¨moral¨, dos ¨frutos¨, da ¨natureza¨ e da ¨vida espiritual¨ ou dos seus ¨dramas¨ e dos ¨personagens bíblicos¨. Vemos que os chistes formam uma perda, recuperação e apresentação de objetos que levam à compreensão e à economia através também do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas de desejo que são auto-atualizadoras e auto-realizadoras para nossa consciência e comportamento, para a nossa convivência. Dentre as ferramentas de desejo estão as necessidades fisiológicas do indivíduo, as necessidades de segurança e de garantia, as necessidades de pertinência e de amor, e a necessidade de uma relação estável e estruturada com sua mãe desde o nascimento, de modo que suas necessidades sejam satisfeitas para que o indivíduo aprenda a construir relações auto-atualizadas e auto-realizadoras, por exemplo, através do mundo e da realidade virtuais, que são patrocinados pela Palavra e pela Sagrada Escritura, e das suas ferramentas de trabalho, que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural.

 

MATTANÓ

(09/07/2025)

 

 

 

 

 

 

Na verdade não consideramos ainda um grande grupo de chistes - possivelmente o mais numeroso - influenciados, talvez, pelo desprezo com que são considerados. Constituem uma espécie geralmente conhecida como ‘Kalauer‘ (calembourgs) [‘trocadilhos’], que passa por ser a forma mais baixa de chiste verbal, possivelmente por ser a ‘mais barata’ - isto é, elaborada com a menor dificuldade. De fato, são eles que fazem menores solicitações à técnica de expressão, tanto quanto os jogos de palavras propriamente ditos fazem as solicitações mais altas. Enquanto nestes últimos dois significados devem encontrar expressão na mesma e idêntica palavra, dita usualmente uma só vez, para um trocadilho basta que dois significados se evoquem um ao outro através de alguma vaga similaridade, seja uma similaridade estrutural geral, ou uma assonância rítmica, ou o compartilhamento de algumas letras iniciais etc. ‘Inúmeros exemplos, inadequadamente descritos como ‘Klangwitze [chistes fônicos]‘, ocorrem no sermão do monge capuchinho em Wallensteins Lager:

 

Kümmert sich mehr um den Krug als den Krieg,

Wetzt lieber den Schnabel als den Sabel

.............................................

Frisst den Ochsen lieber als den Oxenstirn

.............................................

Der Rheinstrom ist worden zu einen Peinstrom,

Die Klöster sind augesnommene Nester,

Die Bistümer sind verwandelt in Wüsttümer.

..............................................

Und alle die gesegneten deutschen Länder

Sind verkehrt worden in Elender.

 

Estes chistes apresentam a particular tendência de modificar uma das vogais da palavra. Assim Hevesi (1888, 87) escreve sobre um poeta italiano contrário ao Império e não obstante obrigado a louvar em hexâmetros o Imperador alemão: já que ele não podia exterminar os Cäsaren [Césares], eliminou ao menos as Cäsuren [Cesuras].

Entre a profusão de trocadilhos de que dispomos, valerá talvez a pena considerar um exemplo realmente ruim, cometido por Heine. Apresentando-se por muito tempo como um ‘príncipe indiano’ a sua dama, descarta finalmente o disfarce e confessa: ‘Madame, eu vos enganei… Não estive em Kalkutta [Calcutá] mais que o Kalkuttenbraten [frango assado à Calcutá] que comi no almoço de ontem’. A falha neste chiste consiste claramente no fato de que as duas palavras semelhantes envolvidas não são apenas semelhantes mas idênticas. A ave que foi comida assada é chamada assim porque provém, ou supõe-se que provém da mesma Calcutá.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud escreve sobre os chistes explicando que o mais numeroso é provavelmente o trocadilho, pois para um trocadilho basta que dois significados se evoquem um ao outro através de alguma vaga similaridade, seja uma similaridade estrutural geral, ou uma assonância rítmica, ou o compartilhamento de algumas letras iniciais, etc..

Mattanó explica que o trocadilho pode ser feito devido a alguma vaga similaridade entre significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Como exemplo: ¨Apresentando-se por muito tempo como um ‘príncipe indiano’ a sua dama, descarta finalmente o disfarce e confessa: ‘Madame, eu vos enganei… Não estive em Kalkutta [Calcutá] mais que o Kalkuttenbraten [frango assado à Calcutá] que comi no almoço de ontem’. A falha neste chiste consiste claramente no fato de que as duas palavras semelhantes envolvidas não são apenas semelhantes mas idênticas. A ave que foi comida assada é chamada assim porque provém, ou supõe-se que provém da mesma Calcutá.¨

 

MATTANÓ

(22/05/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud escreve sobre os chistes explicando que o mais numeroso é provavelmente o trocadilho, pois para um trocadilho basta que dois significados se evoquem um ao outro através de alguma vaga similaridade, seja uma similaridade estrutural geral, ou uma assonância rítmica, ou o compartilhamento de algumas letras iniciais, etc.. da mesma forma o trocadilho é o exemplo de chiste mais numeroso existente, devido suas propriedades comportamentais e estruturais que alcançam o mundo e a realidade virtuais e assim a Palavra e a Sagrada Escritura que tem ferramentas como os ¨avatares¨, a ¨moral¨, os ¨frutos¨, a ¨natureza¨ e a ¨vida espiritual¨ ou os seus ¨dramas¨ e os ¨personagens bíblicos¨. Ainda em tempo podemos especular que os chistes em forma de trocadilhos podem construir letras de canções que torna-se um ¨avatar¨ com uma ¨moral¨ a fim de gerar ¨frutos pessoais e sociais¨, como melhorar a habilidade do paciente em lidar com personagens de poder e de autoridade que ele julga autoritários e cruéis ou outros fins sociais e comportamentais, uma forma de retroalimentação, onde se espelha o conteúdo da letra e volta uma interpretação produtiva e criativa, menos robotizante e menos alienante do que seu estado anterior, se está for a sua intenção, e é, tanto é que modifica-se seu ¨estilo de vida¨, adquirindo mais respeito e tolerância com esses ¨personagens e dramas¨, sua ¨queixa¨ se transforma em ¨história de vida real e fictícia¨, de modo a separar o joio do trigo e poder encontrar um ¨conjunto de soluções¨ que se encontram no escopo do seu repertório comportamental, levando-o a discriminar seu ego e a ter insights produtivos, para que aceite a mudança de comportamento e a valorize.

Mattanó explica que o trocadilho pode ser feito devido a alguma vaga similaridade entre significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, conclusões e interpretações finais. Como exemplo: ¨Apresentando-se por muito tempo como um ‘príncipe indiano’ a sua dama, descarta finalmente o disfarce e confessa: ‘Madame, eu vos enganei… Não estive em Kalkutta [Calcutá] mais que o Kalkuttenbraten [frango assado à Calcutá] que comi no almoço de ontem’. A falha neste chiste consiste claramente no fato de que as duas palavras semelhantes envolvidas não são apenas semelhantes mas idênticas. A ave que foi comida assada é chamada assim porque provém, ou supõe-se que provém da mesma Calcutá.¨ Vemos que os chistes tem como ferramenta os trocadilhos para a construção dos seus¨avatares¨, da ¨moral¨, dos ¨frutos¨, da ¨natureza¨ e da ¨vida espiritual¨ ou dos seus ¨dramas¨ e dos ¨personagens bíblicos¨, inclusive das letras de músicas que tem muita utilidade virtual e comportamental, como ferramenta produtiva e criativa para a sua relação com o mundo e a realidade virtuais e suas ferramentas de desejo que são auto-atualizadoras e auto-realizadoras para nossa consciência e comportamento, para a nossa convivência. Dentre as ferramentas de desejo estão as necessidades fisiológicas do indivíduo, as necessidades de segurança e de garantia, as necessidades de pertinência e de amor, e a necessidade de uma relação estável e estruturada com sua mãe desde o nascimento, de modo que suas necessidades sejam satisfeitas para que o indivíduo aprenda a construir relações auto-atualizadas e auto-realizadoras, por exemplo, através do mundo e da realidade virtuais, que são patrocinados pela Palavra e pela Sagrada Escritura, e das suas ferramentas de trabalho, que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista.

 

MATTANÓ

(15/07/2025)

 

 

 

 

 

 

Fischer (1889, 78) tem devotado muita atenção a essas formas de chiste e tenta distingui-las agudamente do ‘jogo de palavras’. ‘Um trocadilho é um mau jogo de palavras, já que joga não com a palavra mas com o seu som.’ O jogo de palavras, entretanto, ‘passa do som da palavra à própria palavra’. [Ibid., 79.] Por outro lado, classifica chistes como ‘famillionär’, Antigone (‘Antik? oh, nee’) etc., entre os chistes fônicos. Não vejo necessidade de acompanhá-lo neste ponto. Em um jogo de palavras, segundo nossa concepção, a palavra é também apenas uma imagem fônica, a que se atribui um ou outro significado. Mas também aqui o uso lingüístico não faz distinções acuradas; e se os ‘trocadilhos’ são tratados com desprezo enquanto se reserva certo respeito ao ‘jogo de palavras’, tais julgamentos de valor parecem ser determinados por considerações de outra ordem que não técnica. Vale a pena prestar atenção ao tipo de chistes, qualificados como ‘trocadilhos’. Há pessoas que, quando estão bem dispostas podem responder a cada comentário que lhes é dirigido com um trocadilho, e isso durante consideráveis períodos de tempo. Um de meus amigos, um modelo de discrição quando estão envolvidas suas conquistas no campo da ciência, pode vangloriar-se dessa habilidade. Certa ocasião, mantinha o fôlego do público suspenso agindo assim, todos admirados ante sua capacidade de resistência: ‘Sim’, disse ele, ‘estou aqui mantendo-me auf der Ka-Lauer.’ E quando, afinal, imploraram-lhe que parasse, ele concordou com a condição de que fosse designado ‘Poeta Ka-laureatus‘. Ambos os chistes são, entretanto, excelentes chistes de condensação e formação de palavras compostas. (‘Estou aqui mantendo-me auf der Lauer [em guarda] para fazer Kalauer [trocadilhos].’)

De qualquer forma o que podemos concluir dessa disputa sobre a delimitação dos chistes e dos jogos de palavras é que os primeiros não podem ajudar-nos a descobrir uma técnica de chiste completamente nova. Se, no caso dos trocadilhos, desistimos da reivindicação quanto ao uso do mesmo material em mais de um sentido, não obstante, a ênfase recai na redescoberta do que é familiar, ou na correspondência entre as duas palavras que compõem o trocadilho; em conseqüência, os chistes meramente formam uma subespécie do grupo cujo ponto máximo é alcançado pelos jogos de palavras propriamente ditos.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que um chiste é diferente de um jogo de palavras. Um chiste envolve palavras qualificadas como trocadilhos, são condensados e formados de palavras compostas e o jogo de palavras é um trocadilho.

Mattanó aponta que um chiste pode ser um trocadilho ou umas palavras condensadas e compostas e o jogo de palavras é um trocadilho e muitos outros exemplos.

 

MATTANÓ

(17/06/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor um chiste é diferente de um jogo de palavras. Um chiste envolve palavras qualificadas como trocadilhos, são condensados e formados de palavras compostas e o jogo de palavras é um trocadilho. Da mesma forma um chiste no mundo e realidade virtuais é diferente de um jogo de palavras, pois envolve palavras compostas e qualificadas como trocadilhos, enquanto que o jogo de palavras pode ser o trocadilho ou a metáfora e a metonímia através da Palavra e da Sagrada Escritura.

Mattanó aponta que um chiste pode ser um trocadilho ou umas palavras condensadas e compostas e o jogo de palavras é um trocadilho e muitos outros exemplos. Através das palavras condensadas e compostas e do jogo de palavras com o trocadilho, a metáfora ou a metonímia, por exemplo, podemos utilizar nossas ferramentas de trabalho, que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista.

 

MATTANÓ

(28/07/2025)

 

 

 

 

 

Mas existem realmente chistes cuja técnica resiste a quase toda tentativa de conectá-la com os grupos até aqui considerados.

‘Conta-se a estória de que, em certo fim de tarde, Heine conversava em um salon de Paris com o dramaturgo Soulié, quando adentrou à sala um dos reis das finanças de Paris, comparados popularmente a Midas - e não apenas por sua riqueza. Logo foi cercado por uma multidão que o tratava com a maior deferência. “Veja!” observou Soulié a Heine, “veja como o século XIX cultua o Bezerro de Ouro!” Com uma rápida mirada ao objeto de tanta admiração, Heine replicou, como que a bem da correção: “Oh, sim, mas ele já deve ser mais velho agora!”’ (Fischer, 1889, 82-3.)

Onde pesquisaremos a técnica deste excelente chiste? Em um jogo de palavras, pensa Fischer: ‘Assim, por exemplo, as palavras “Bezerro de Ouro” significam tanto Mammon como idolatria. Em um caso, o ouro é a principal coisa do universo e, em outro, a estátua do animal pode servir também para caracterizar, em termos não precisamente lisonjeiros, alguém que tenha muito dinheiro e bem pouco senso’. (Loc. cit.) Se experimentamos remover a expressão ‘Bezerro de Ouro’, decerto nos livraremos ao mesmo tempo do chiste. Façamos Soulié dizer: ‘Veja! Olhe como o povo se amontoa em torno daquele sujeito estúpido simplesmente porque ele é rico!’. Não existe mais chiste algum e a resposta de Heine é tornada impossível.

Mas devemos lembrar-nos que o que nos interessa não é o símile de Soulié - um possível chiste - mas a réplica de Heine, um chiste certamente muito superior. Assim sendo, não temos o direito de tocar a expressão sobre o Bezerro de Ouro: permanece como pré-condição do mot de Heine e nossa redução deve dirigir-se apenas à última. Se desdobramos as palavras ‘Oh, mas ele já deve ser mais velho’ só podemos substituí-las por algo que seja aproximadamente ‘Oh, ele não é mais um bezerro e sim um boi adulto!’. Portanto, a pré-condição do chiste de Heine é não interpretar a expressão ‘Bezerro de Ouro’ metaforicamente mas em um sentido pessoal, devendo aplicar-se ao próprio homem rico. Pode ser mesmo que este duplo sentido já estivesse presente no comentário de Soulié.

Mas, um momento! Parece agora que a redução efetuada não destrói sua essência intocada. Na nova situação Soulié diz: ‘Veja! Veja como o século XIX reverencia o Bezerro de Ouro!’ e Heine replica: ‘Oh, ele não é mais um bezerro; já é um boi!’. Esta versão reduzida é ainda um chiste. Entretanto, nenhuma outra redução do mot de Heine é possível.

É pena que este requintado exemplo envolva condições técnicas tão complicadas. Não podemos chegar a seu esclarecimento. Vamos deixá-la portanto e buscar outro caso no qual aparentemente detectamos um parentesco interno com o precedente.

É um dos ‘chistes de banho’ que tratam da aversão dos judeus da Galícia aos banhos. Não insistimos, pois, sobre a patente de nobreza de nossos exemplos. Não investigamos a origem destes mas sua eficiência - serem capazes de nos fazer rir e de merecer nosso interesse teórico. Ambos estes requisitos são satisfeitos precisamente por chistes de judeus.

‘Dois judeus se encontram nas vizinhanças de um balneário. “Você tomou um banho?”, pergunta um deles. “O quê?”, retruca o outro, “há um faltando?”.’

Se alguém ri de um chiste com toda sinceridade, não está precisamente na melhor condição de investigar sua técnica. Daí que algumas dificuldades assomam quanto ao progresso dessas análises. ‘Eis um equívoco cômico’, inclinamo-nos a dizer. Sim, mas qual será a técnica do chiste? Nitidamente, consiste no uso da palavra ‘tomar’ em dois sentidos. Para um dos interlocutores, ‘tomar’ é o neutro auxiliar; para o outro, trata-se do verbo com seu sentido esvaziado. Lidamos portanto com o caso do uso ‘pleno’ e ‘esvaziado’ da mesma palavra (Grupo II (f) em [1]. Se substituímos a expressão ‘tomou um banho’ pela equivalente, mais simples, ‘banhou-se’, o chiste se esvai. A réplica deixa de adequar-se. Dessa forma, o chiste uma vez mais conecta-se à forma da expressão ‘tomou um banho’.

Tudo isso é verdade. Entretanto parece que também nesse caso a redução aplicou-se ao ponto errado. O chiste não assenta na pergunta mas na resposta - ou seja, na segunda pergunta: ‘O quê? há um faltando?’. Não se pode negar a esta resposta caráter chistoso, seja por alguma extensão ou modificação, sem interferência com o sentido. Temos também impressão que na réplica do segundo judeu o fato de que nem lhe ocorre a idéia de ter-se banhado é mais importante que a compreensão errônea da palavra ‘tomar’. Aqui, uma vez mais, não podemos encarar nosso caminho claramente, pelo que devemos procurar um terceiro exemplo.

Trata-se outra vez de um chiste de judeu; no caso, entretanto, apenas o contexto é judeu, pertencendo o fundo à humanidade em geral. Sem dúvida este exemplo tem também suas complicações indesejáveis, mas afortunadamente não são as mesmas que nos têm impedido de ver com clareza.

‘Um indivíduo empobrecido tomou emprestado 25 florins de um próspero conhecido seu, após muitas declarações sobre suas necessitadas circunstâncias. Exatamente neste mesmo dia seu benfeitor reencontrou-o em um restaurante, com um prato de maionese de salmão à frente. O benfeitor repreendeu-o: “Como? Você me toma dinheiro emprestado e vem comer maionese de salmão em um restaurante? É nisso que você usou o meu dinheiro?”. “Não lhe compreendo”, retrucou o objeto deste ataque; “se não tenho dinheiro, não posso comer maionese de salmão; se o tenho, não devo comer maionese de salmão. Bem, quando vou então comer maionese de salmão?”’

Não se pode encontrar aqui qualquer vestígio de duplo sentido. Nem é na repetição de ‘maionese de salmão’, que consiste a técnica do chiste, pois não se trata de ‘uso múltiplo’ do mesmo material, mas de uma repetição real de material idêntico, requerida pelo conteúdo da anedota. Podemos ficar algum tempo bastante desconcertados por essa análise; podemos pensar mesmo em buscar refúgio no recurso de negar que a anedota - embora nos faça rir - possua o caráter de chiste.

Que outro ponto mereceria comentário na réplica da pessoa empobrecida? O fato de que tal réplica tenha muito marcadamente a forma de um argumento lógico. Mas reconhecemos isso, bastante injustificadamente, desde que a réplica é de fato ilógica. O homem defende-se de ter gasto em uma guloseima o dinheiro que lhe fora emprestado, indagando, com aparente fundamento, quando haveria de comer salmão. Mas esta não é a resposta correta. Seu benfeitor não lhe reprova tratar-se à base de salmão precisamente no dia em que tomara dinheiro emprestado; antes, recorda-lhe que em tais circunstâncias ele não teria nenhum direito a tais guloseimas. O arruinado bon vivant desconsidera o único significado possível da reprovação e responde-a com outra questão, como se tivera entendido erradamente o reproche.

Consistirá a técnica do chiste precisamente no desviamento da réplica em relação ao sentido da reprovação? Se tanto, uma modificação similar do ponto de vista, uma mutação similar da ênfase psíquica, será talvez rastreável nos dois primeiros exemplos, que sentimos muito aparentados a esse.

Eis que tal sugestão constitui fácil êxito, de fato revelando a técnica daqueles exemplos. Soulié indicou a Heine que a sociedade, no século XIX, reverenciava o ‘Bezerro de Ouro’ exatamente como os judeus no deserto. Uma apropriada resposta de Heine teria sido ‘assim é a natureza humana; milhares de anos não a mudaram’, ou qualquer coisa semelhante exprimindo aquiescência. Mas Heine desvia sua resposta do pensamento a ele sugerido e não lhe dá afinal qualquer resposta. Utiliza o duplo sentido no qual é possível bifurcar-se a expressão ‘Bezerro de Ouro’, tomando um caminho lateral. Apoiando-se em um componente da expressão, ‘Bezerro’, replica como se a ênfase do comentário de Soulié aí estivesse posta: ‘Oh, ele não é mais um bezerro’… etc.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud mostra que os chistes são feitos justamente na resposta e na réplica, e noutras vezes na repetição do material idêntico.

Mattanó aponta que os chistes podem ser feitos na resposta, na réplica e na repetição do material idêntico graças ao significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, análise funcional, simbologia, linguagem, relação social, gestalt, insight, conclusão e/ou interpretação final suscitada pelo chiste.

 

MATTANÓ

(23/07/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes são feitos justamente na resposta e na réplica, e noutras vezes na repetição do material idêntico. Da mesma forma os chistes são feitos na resposta e na réplica, muitas vezes na repetição do material idêntico, até quando se trata de mundo e realidade virtuais, ou de Palavra e Sagrada Escritura como ferramentas para análise, construção e interpretação.

Mattanó aponta que os chistes podem ser feitos na resposta, na réplica e na repetição do material idêntico graças ao significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, análise funcional, simbologia, linguagem, relação social, gestalt, insight, conclusão e/ou interpretação final suscitada pelo chiste. Da mesma forma os chistes podem ser feitos na resposta, na réplica e na repetição do conteúdo idêntico devido seu conteúdo virtual, sua realidade e mundo virtuais, o uso da Palavra e da Sagrada Escritura e de muitas outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

 

MATTANÓ

(28/07/2025)

 

 

 

 

O desvio no chiste do banho é ainda mais evidente. Esse exemplo requer uma apresentação gráfica:

O primeiro judeu pergunta: ‘Você tomou um banho?’. A ênfase recai no elemento banho.

O segundo replica como se a pergunta tivesse sido: ‘Você tomou um banho?’.

A mudança de ênfase só é possibilitada pela verbalização ‘tomou um banho’. Se tivesse ocorrido ‘você se banhou?’ não seria possível nenhum deslocamento. A resposta não chistosa teria sido: ‘Banhar-me? O que você quer dizer? Não sei o que é isso’. Mas a técnica do chiste consiste no deslocamento da ênfase de ‘banho’ para ‘tomou’.

Voltemos à ‘maionese de salmão’, já que esse é nosso exemplo mais direto. O que é novo nele merece nossa atenção a partir de várias perspectivas. Primeiramente devo denominar a técnica trazida à luz. Proponho descrevê-la como ‘deslocamento’, já que sua essência consiste no desvio do curso do pensamento, no deslocamento da ênfase psíquica para outro tópico que não o da abertura. Nossa próxima tarefa será investigar a relação entre a técnica de deslocamento e a forma de expressão do chiste. Nosso exemplo (‘maionese de salmão’) mostra-nos que um chiste de deslocamento independe, em alto grau, da expressão verbal. Depende aqui não das palavras mas do curso do pensamento. Nenhuma substituição de palavras possibilitará sua destruição na medida em que seja conservado o sentido da resposta. A redução só é possível se modificarmos o curso do pensamento e fizermos o gourmet replicar diretamente à reprovação, por ele evitada na versão representada no chiste. A versão reduzida poderia então exprimir-se: ‘Não posso me recusar a ter preferências (gastronômicas) e pouco me importa de onde procede o dinheiro que as custeia. Eis a explicação do motivo porque estou comendo maionese de salmão no próprio dia em que lhe tomei dinheiro emprestado!’. Mas aí não teríamos mais um chiste, e sim um óbvio cinismo.

 

É instrutivo comparar esse chiste com outro, que lhe é muito próximo em sentido:

‘Um homem, dado à bebida, ganhava a vida em uma cidade pequena dando aulas particulares. Seu vício tornou-se entretanto gradualmente conhecido e devido a isso perdeu a maioria de seus alunos. Um amigo foi encarregado da tarefa de insistir em que ele se emendasse. “Olhe, você podia ser o melhor professor da cidade se desistisse de beber. Portanto, desista!” “Quem você pensa que é?” foi a resposta indignada. “Dou aulas particulares para poder beber. Se desisto de beber, a troco de que vou dar aulas particulares?”’

Este chiste apresenta a mesma aparência lógica que verificamos na ‘maionese de salmão’, mas não se trata de um chiste de deslocamento. A réplica não é direta. O cinismo, ocultado no primeiro chiste, é abertamente admitido neste último: ‘Beber é a coisa mais importante para mim’. De fato, a técnica desse chiste é extremamente limitada e não pode explicar sua efetividade. Consiste simplesmente em rearranjar o mesmo material ou, mais precisamente, em reverter a relação de meios e fins entre beber e dar aulas particulares. Tão logo minha redução deixa de enfatizar esse fator em sua forma de expressão, o chiste desaparece; por exemplo: ‘Que sugestão descabida! O que importa para mim é beber, não dar aulas particulares. Afinal dar estas aulas é apenas um meio de permitir-me continuar a beber’. Assim, o chiste de fato depende de sua forma de expressão.

No chiste do banho, a dependência do chiste em relação à verbalização (‘Você tomou um banho?’) é inequívoca, e qualquer modificação dela envolve o desaparecimento do chiste. Neste caso, a técnica é mais complicada - uma combinação de duplo sentido (subespécie f) e deslocamento. A verbalização da pergunta admite um duplo sentido e o chiste é produzido pela resposta que descarta o sentido pretendido pelo questionante, capturando o significado subsidiário. Estamos, em conseqüência, em condições de encontrar uma redução que permita a persistência do duplo sentido da verbalização, destruindo ainda o chiste; podemos consegui-lo simplesmente desfazendo o deslocamento:

‘Você tomou um banho?’ - ‘O que acha que tomei? Um banho? O que é isso?’ Não temos mais um chiste mas uma exageração maliciosa ou faceta.

Um papel precisamente semelhante é desempenhado pelo duplo sentido no chiste de Heine sobre o ‘Bezerro de Ouro’. Permite à resposta desviar-se do curso de pensamento sugerido (desvio efetuado no chiste da ‘maionese de salmão’ sem qualquer ajuda da verbalização). Na redução o comentário de Soulié e a réplica de Heine talvez ficassem assim: ‘O modo pelo qual o povo se amontoa ao redor do homem simplesmente porque ele é rico lembra vividamente a adoração do Bezerro de Ouro’. E Heine: ‘O que me parece pior não é que o reverenciem dessa maneira por causa de sua riqueza. O que você diz não enfatiza bastante o fato de que, por sua riqueza, lhe perdoam a estupidez’. Desta forma o duplo sentido seria retido e o chiste destruído.

A este ponto devemos estar preparados para enfrentar uma objeção que afirma que estas sutis distinções estão procurando separar coisas que pertencem ao mesmo todo. Será que todo duplo sentido possibilita um deslocamento desviando o curso do pensamento de um sentido para outro? Estaremos, pois, preparados para permitir a postulação do ‘duplo sentido’ e do ‘deslocamento’ como representantes de dois tipos de técnicas de chiste bastante diferentes? É bem verdade que existe a relação entre duplo sentido e deslocamento, mas tal fato não afeta em nada nossa distinção das diferentes técnicas de chiste. No caso do duplo sentido o chiste não contém mais que uma palavra capaz de múltipla interpretação, permitindo ao ouvinte encontrar a transição de um pensamento a outro - transição que, um tanto forçadamente, se faz equivalente ao deslocamento. No caso de um chiste de deslocamento, porém, o próprio chiste contém um curso de pensamento no qual se cumpre um deslocamento dessa espécie. Aqui o deslocamento faz parte do trabalho de criação do chiste, não integra o trabalho de compreensão dele. Se a distinção não está clara para nós, dispomos de meio infalível de torná-la tangível em nossas tentativas de redução. Mas há aqui um mérito que não negaremos a essa objeção. Desperta nossa atenção para a necessidade de não confundir os processos psíquicos envolvidos na construção do chiste (a ‘elaboração do chiste’ com os processos psíquicos envolvidos em sua interpretação (a elaboração da compreensão). No momento nossa investigação restringe-se à primeira.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud mostra que os chistes são formados pelo duplo sentido e pelo deslocamento; no duplo sentido há a múltipla interpretação e no deslocamento ocorre a transição. A elaboração do chiste com os processos envolvidos em sua interpretação que envolvem a elaboração da compreensão. Aqui o deslocamento faz parte do trabalho de criação do chiste, não integra o trabalho de compreensão dele.

 Mattanó aponta que os chistes são formados pelo duplo sentido onde ocorre a múltipla interpretação e pelo deslocamento onde ocorre a transição que faz parte do processo de criação do chiste, mas que não integra o trabalho de compreensão do chiste que é feito por meio de regras e contingências de jogos de linguagem num trabalho interpretativo que leva a algum sentido novo.

 

MATTANÓ

(23/07/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes são formados pelo duplo sentido e pelo deslocamento; no duplo sentido há a múltipla interpretação e no deslocamento ocorre a transição. A elaboração do chiste com os processos envolvidos em sua interpretação que envolvem a elaboração da compreensão. Aqui o deslocamento faz parte do trabalho de criação do chiste, não integra o trabalho de compreensão dele. Da mesma forma os chistes são formados pelo duplo sentido e pelo deslocamento, sendo que no duplo sentido ocorre a interpretação e no deslocamento a transição, a criação do chiste, até no mundo e na realidade virtuais através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 Mattanó aponta que os chistes são formados pelo duplo sentido onde ocorre a múltipla interpretação e pelo deslocamento onde ocorre a transição que faz parte do processo de criação do chiste, mas que não integra o trabalho de compreensão do chiste que é feito por meio de regras e contingências de jogos de linguagem num trabalho interpretativo que leva a algum sentido novo. Vemos que os chistes são formados pelo duplo sentido que leva a múltipla interpretação e pelo deslocamento que produz a sua transição e criação através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que utiliza ferramentas de trabalho como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

 

MATTANÓ
(28/07/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Há outros exemplos da técnica de deslocamento? Não é fácil encontrá-los. Um exemplo direto é fornecido pelo seguinte chiste que, além do mais, não é caracterizado pela lógica aparente que tanto sobrecarregou a interpretação de nosso caso modelo:

‘Um palafreneiro recomendava a um freguês um cavalo de sela. “Se você partir nesse cavalo às quatro da manhã, estará em Pressburg às seis e meia.” - “E o que eu vou fazer em Pressburg às seis e meia da manhã?”’

Aqui o deslocamento salta aos olhos. O tratador obviamente menciona essa hora matinal de chegada à cidade provinciana simplesmente para demonstrar, para exemplificação, a capacidade do cavalo. O freguês deixa de lado a capacidade do animal, que ele não questiona, para deter-se nos dados do exemplo escolhido. A redução deste chiste, conseqüentemente, é fácil de ser feita.

Maiores dificuldades são apresentadas por um outro exemplo cuja técnica é mais obscura, podendo ser entretanto qualificada como duplo sentido combinado com deslocamento. O chiste descreve a prevaricação de um ‘Schadchen‘ (um agente matrimonial judeu), pertencendo assim a um grupo que referiremos com freqüência.

‘O Schadchen assegurara ao pretendente que o pai da moça não mais era vivo. Depois dos esponsais, soube-se que o pai estava ainda vivo, e cumpria, no momento, sentença em uma prisão. O pretendente protestou junto ao Schadchen que replicou: “Bem, mas o que foi que eu lhe disse? Você decerto não chama a isso viver?”’

O duplo sentido funda-se na palavra ‘viver’ e o deslocamento consiste na mudança do significado da palavra operada pelo Schadchen, do sentido usual, oposto a ‘morrer’, ao sentido que toma na expressão ‘isso não é viver’. Ao fazê-lo, explica retrospectivamente seu primeiro pronunciamento como investido de que duplo sentido, embora tal múltiplo significado fosse neste caso particular decididamente remoto. Portanto a técnica se assemelharia à do chiste do ‘Bezerro de Ouro’ e à do chiste de banho. Mas há aqui um outro fato a ser considerado, cuja proeminência interfere em nossa compreensão da técnica. É possível descrevê-lo como um chiste ‘caracterizante’: procura ilustrar, através de um exemplo, a característica mistura de imprudência mentirosa e de presteza de réplica nos agentes matrimoniais. Consideremos que este seja o arcabouço externo, a fachada, do chiste; seu sentido - o que vale dizer, seu propósito - é algo diferente. Devemos assim adiar uma tentativa de reduzi-lo.

 

Após esses complicados exemplos, de análise mais difícil, será com satisfação que uma vez mais voltaremos a um exemplo, reconhecível como amostra perfeitamente direta e transparente de um chiste de deslocamento:

‘Um Schnorrer [mendigo judeu] aproximou-se de um opulento barão, suplicando que lhe provesse o sustento em sua viagem a Ostend. Os médicos, dizia ele, tinham-lhe recomendado banho de mar para restaurar a saúde. “Muito bem”, falou o homem rico, “vou dar-lhe alguma coisa para isso. Mas será necessário que você vá precisamente a Ostend, a mais cara de todas as estações de banhos de mar?” - “Herr Barão”, foi a ressentida resposta, “não considero nada caro demais quando se trata de minha saúde”.’ Sem dúvida este é um ponto de vista correto, exceto quando emitido por um pedinte. A resposta é dada como partindo de um homem rico. O Schnorrer comporta-se como se fosse seu o dinheiro que despenderia em prol de sua saúde, com se o dinheiro e a saúde fossem objeto da preocupação da mesma pessoa.

 

 

Partamos novamente desse exemplo altamente instrutivo, a ‘maionese de salmão’. Apresenta-nos, também, uma fachada, onde se exibe impressionante alarde de raciocínio lógico; descobrimos ao analisá-lo que a lógica foi utilizada para ocultar um ato de raciocínio falho - a saber, um deslocamento do curso do pensamento. Esse fato pode servir para lembrar-nos, ainda que o faça apenas por via de uma conexão contrastante, que outros chistes, por diferentes que sejam, exibem indisfarçavelmente algum nonsense ou estupidez. Devemos estar curiosos por conhecer o que seja a técnica de tais chistes.

Começarei pelo exemplo mais poderoso de todo o grupo, igualmente seu exemplo mais simples. De novo, um chiste de judeu:

‘Itzig fora declarado apto para prestar serviço na artilharia. Ele era nitidamente um rapaz inteligente, embora intratável e desinteressado no serviço. Um dos oficiais seus superiores, que lhe votava alguma simpatia, tomou-o de parte e disse-lhe: “Itzig, você não nos serve para nada. Vou lhe dar um conselho: compre um canhão e faça sua independência!”’

Este conselho, que pode suscitar um riso franco, é um óbvio nonsense. Nem canhões estão à venda, nem é possível a um indivíduo, comprando-os, fazer sua independência enquanto unidade militar - em outros termos, estabelecendo-se por conta própria. Entretanto, é impossível duvidar, sequer por um momento, de que o conselho seja mero nonsense, mas um nonsense chistoso e um chiste excelente. Como se converte um nonsense em um chiste?

Não é preciso refletir muito. Podemos inferir dos comentários das autoridades, acima indicados na introdução (ver em [1]), que há sentido por trás dessa chistosa falta de sentido, e tal sentido é responsável pela conversão do nonsense em chiste. É fácil descobrir o sentido em nosso exemplo. O oficial que dá este absurdo ao artilheiro Itzig está se fazendo de estúpido apenas para demonstrar a Itzig a estupidez de seu próprio comportamento. Está imitando Itzig: ‘Vou dar-lhe um conselho tão estúpido quanto você’. Ele interessa-se pela estupidez de Itzig e a esclarece para este, tomando-a como plataforma de uma sugestão adequada aos desejos de Itzig: se Itzig possuísse um canhão e cumprisse suas obrigações militares por conta própria, quão útil lhe seria sua inteligência e ambição! Em que bom estado ele manteria o canhão e quanto não havia de se familiarizar com seu mecanismo ao ponto de competir com os demais possuidores de canhões!

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud mostra exemplos de chistes e um exemplo onde ocorre o óbvio nonsense ou estupidez. No nonsense é fácil perceber a falta de sentido através da estupidez de seu próprio comportamento. É justamente essa estupidez chistosa praticada geralmente por comentários de autoridades que mostra o chiste.

Mattanó aponta que as autoridades geralmente fazem comentários chistosos praticando um óbvio nonsense ou estupidez, onde a falta de sentido esclarece a sugestão chistosa, isto, pois, estão num contexto diferente ao dos empregados ou servis. O contexto contingencia o padrão de chistes que narramos e que comentamos.

 

MATTANÓ

(25/07/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud mostra exemplos de chistes e um exemplo onde ocorre o óbvio nonsense ou estupidez. No nonsense é fácil perceber a falta de sentido através da estupidez de seu próprio comportamento. É justamente essa estupidez chistosa praticada geralmente por comentários de autoridades que mostra o chiste. Da mesma maneira temos exemplos de chistes onde ocorre o óbvio nonsense ou a estupidez no mundo e na realidade virtuais através da Palavra e da Sagrada Escritura, por exemplo, através de ¨avatares bíblicos¨, de ¨frutos bíblicos¨, da ¨moral bíblica¨, da ¨natureza bíblica¨, da ¨vida espiritual¨ e dos ¨personagens bíblicos¨ que podem desenvolver um ¨drama virtual¨ ou ¨drama bíblico¨ que atenda às necessidades virtuais do paciente.

Mattanó aponta que as autoridades geralmente fazem comentários chistosos praticando um óbvio nonsense ou estupidez, onde a falta de sentido esclarece a sugestão chistosa, isto, pois, estão num contexto diferente ao dos empregados ou servis. O contexto contingencia o padrão de chistes que narramos e que comentamos. Da mesma forma temos chistes com um óbvio nonsense ou estupidez, com falta de sentido, empregados segundo o contexto que sugere o emprego de  ferramentas de trabalho para lidar com o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

 

MATTANÓ

(29/07/2025)

  

 

 

 

 

Interromperei a análise deste exemplo para ressaltar o mesmo sentido no nonsense no caso de um chiste absurdo, mais curto e mais simples, embora menos óbvio:

‘Não nascer seria a melhor coisa para os mortais.’ ‘Entretanto’, acrescenta um comentário filosófico em Fliegende Blätter, ‘isto é coisa que apenas acontece a uma em cada cem mil pessoas.’

Este acréscimo moderno à antiga consideração é um evidente nonsense tornado ainda mais imbecil pelo ostensivamente cauteloso ‘apenas’. Mas o acréscimo conectado à asserção original, enquanto limitação indisputavelmente correta, torna-se adequado para nos abrir os olhos quanto ao fato de que essa sábia sentença, solenemente acolhida, não é muito superior a um desatino. Quem não tenha nascido não é, em absoluto, um mortal, não havendo para este nada de bom nem de melhor. Assim o nonsense no chiste serve para revelar e demonstrar um outro nonsense, tal como no exemplo do artilheiro Itzig.

Posso aqui acrescentar um terceiro exemplo que, pelo seu conteúdo, dificilmente mereceria a extensa descrição que requer, mas que exemplifica novamente, e com especial clareza, o uso de nonsense em um chiste para revelar algum outro nonsense.

‘Um homem obrigado a seguir viagem confiou sua filha a um amigo, solicitando-lhe que velasse pela virtude dela durante sua ausência. Meses mais tarde ele retornou e encontrou-a grávida. Como se esperava, ele reprovou amargamente seu amigo que lhe parecia incapaz de explicar tal desgraça. “Bem”, perguntou finalmente o pai, “onde ela dormia?” - “No quarto, com meu filho.” - “Mas como você pôde deixar que ela dormisse no mesmo quarto que seu filho, se eu tanto lhe implorei que a protegesse?” - “Afinal de contas havia um biombo entre eles. A cama de sua filha ficava de um lado, a de meu filho no outro e o biombo ficava no meio.” - “E suponha que ele contornasse o biombo?” - “É verdade”, retrucou o outro pensativamente, “isso bem pode ter acontecido”.’

Obtemos com a maior facilidade a redução desse chiste cujas qualidades por outro lado pouco o recomendariam. Seria obviamente algo como: ‘Você não tem o direito de censurar-me. Como pôde ser tão estúpido a ponto de deixar sua filha em uma casa onde ela seria obrigada a viver na constante companhia de um jovem? Como seria possível a um estranho responder pela virtude de uma moça em tais circunstâncias?’. Desse modo a aparente estupidez do amigo apenas reflete a estupidez do pai. A redução descarta a estupidez do chiste e, ao mesmo tempo, o próprio chiste. O elemento ‘estupidez’ por si só não fica eliminado: é possível reencontrá-lo em outro ponto do contexto da sentença após a redução desta ao significado original.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud aponta que o nonsense retrata a estupidez dos chistes onde o significado é obtido com a redução desse tipo de chiste.

Mattanó aponta que o nonsense explica a estupidez dos chistes do tipo onde o significado é obtido por meio da redução desse tipo de chiste. Já os sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, análise funcional, simbologias, linguagem, topografia, relações sociais, gestalts, insights, desejos, conclusões e interpretações finais continuam amplas e extensivas, ou seja, com rico repertório verbal.

 

MATTANÓ

(29/07/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud aponta que o nonsense retrata a estupidez dos chistes onde o significado é obtido com a redução desse tipo de chiste. Da mesma forma ocorre a redução do chiste com o nonsense e a estupidez através do seu significado virtual que pode ser construído através da Palavra e da Sagrada Escritura, por meio da realidade e do mundo virtuais.

Mattanó aponta que o nonsense explica a estupidez dos chistes do tipo onde o significado é obtido por meio da redução desse tipo de chiste. Já os sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, análise funcional, simbologias, linguagem, topografia, relações sociais, gestalts, insights, desejos, conclusões e interpretações finais continuam amplas e extensivas, ou seja, com rico repertório verbal. Da mesma temos a redução do significado do chiste, e preservamos a amplitude e extensiva manifestação comportamental verbal do mesmo chiste quando se trata de  sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, análise funcional, simbologias, linguagem, topografia, relações sociais, gestalts, insights, desejos, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(29/07/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Podemos tentar agora uma redução do chiste sobre o canhão. O oficial devia ter dito: ‘Itzig, sei que você é um negociante inteligente, mas asseguro-lhe que será muito estúpido de sua parte não entender que é impossível comportar-se no exército como no mundo dos negócios, onde cada um age por si e contra os outros. Na vida militar a subordinação e a cooperação são a regra’.

A técnica dos chistes absurdos que temos até aqui considerado consiste portanto em apresentar algo que é estúpido e absurdo, seu sentido baseando-se na revelação e na demonstração de algo mais que seja estúpido e absurdo.

Será o uso do absurdo na técnica do chiste sempre de igual importância? Eis aqui um exemplo que fornece resposta afirmativa:

‘Quando, em certa ocasião, Phocion foi aplaudido após fazer um discurso, virou-se para seus amigos e perguntou-lhes: “Qual foi a besteira que eu falei agora?”.’

A pergunta soa absurda, mas captamos imediatamente seu sentido: ‘Que terei dito eu que agradou tanto a estes estúpidos? Devo sentir-me envergonhado por seu aplauso. Se o que eu disse agradou aos estúpidos, não terá sido algo muito sensato’.

 

Outros exemplos podem, entretanto, mostrar-nos que o absurdo é usado com grande freqüência na técnica do chiste sem servir ao objetivo de demonstrar algum outro nonsense:

‘Um afamado professor universitário, que tinha o hábito de temperar sua insípida matéria com numerosos chistes, recebia congratulações pelo nascimento de seu filho mais novo, ocorrido quando o mestre já alcançava uma idade avançada. “Bem”, respondeu ele a seus congratuladores, “é notável o que podem fazer as mãos humanas”.’ - Esta resposta parece essencialmente absurda e deslocada. Os filhos, são considerados como bênção de Deus, em absoluto contraste com o trabalho manual dos homens. Mas logo ocorreu-nos que afinal a resposta tinha um sentido, e mesmo, bastante obsceno. Não se cogita aqui de que o feliz pai estivesse se fazendo de estúpido para demonstrar que alguém ou alguma outra coisa fosse estúpida. A resposta aparentemente sem sentido causa-nos uma impressão surpreendente, desconcertante, como diriam as autoridades. Já vimos (ver em [1]) que elas atribuem todo o efeito de um chiste como esse a uma alternância entre ‘desconcerto e esclarecimento’. Mais tarde (ver em [2]) voltaremos a considerar este ponto; por enquanto nos contentaremos em acentuar o fato de que a técnica desse chiste consiste em apresentar algo desconcertante e absurdo.

Um chiste de Lichtenberg ocupa um lugar especial entre estes chistes ‘estúpidos’:

‘Confessa-se maravilhado em que os gatos tenham dois furos recortados em seu couro precisamente no lugar dos olhos’. Assombrar-se com algo que nada mais é que uma asserção de identidade só pode ser uma grande estupidez (Ver em [1].). Recorda-nos uma das exclamações de Michelet emitida com pretensão de seriedade, e que parece ser, segundo consigo lembrar-me: ‘Quão maravilhosamente a Natureza arranjou tudo de modo que uma criança, tão logo chegada ao mundo, encontre uma mãe pronta para cuidar dela!’. O pronunciamento de Michelet é uma estupidez real, mas o de Lichtenberg é um chiste que utiliza a estupidez com algum propósito sob ela ocultado. Mas qual? Por enquanto, devemos admitir que nenhuma resposta seja dada.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud nos mostra que os chistes em função do nonsense se relacionam com o absurdo e a estupidez, com a alternância entre desconcerto e esclarecimento, com o desconcerto e o absurdo.

Mattanó aponta que os chistes em decorrência do nonsense apresentam-se como absurdo e estupidez, como desconcerto e esclarecimento, e como desconcerto e absurdo, pois são jogos de linguagem e são construídos e elaborados conforme as leis da gramática, pelas leis que condicionam sua estrutura e sua criação, seu funcionamento, sua função no texto e sua função na linguagem. Revelando que um bom escritor pode manipular as regras de um texto e modificar o significado e o sentido dele, modificando os jogos de linguagem e a estrutura gramatical, dando um novo significado e um novo sentido ao texto e a semântica que é produto e produtora de linguagem através dos pressupostos e dos subentendidos, do mostrar, fazer e dizer, dos atos ilocucionários e dos atos perlocucionários, da argumentação de um texto onde se observa a coerência ou a incoerência do texto e da linguagem.

 

MATTANÓ

(30/07/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud nos mostra que os chistes em função do nonsense se relacionam com o absurdo e a estupidez, com a alternância entre desconcerto e esclarecimento, com o desconcerto e o absurdo. Da mesma forma acontece com o mundo e a realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura que podem virtualmente relacionar o nonsense com o absurdo e a estupidez e a alternância entre desconcerto e esclarecimento, com desconcerto e absurdo.

Mattanó aponta que os chistes em decorrência do nonsense apresentam-se como absurdo e estupidez, como desconcerto e esclarecimento, e como desconcerto e absurdo, pois são jogos de linguagem e são construídos e elaborados conforme as leis da gramática, pelas leis que condicionam sua estrutura e sua criação, seu funcionamento, sua função no texto e sua função na linguagem. Revelando que um bom escritor pode manipular as regras de um texto e modificar o significado e o sentido dele, modificando os jogos de linguagem e a estrutura gramatical, dando um novo significado e um novo sentido ao texto e a semântica que é produto e produtora de linguagem através dos pressupostos e dos subentendidos, do mostrar, fazer e dizer, dos atos ilocucionários e dos atos perlocucionários, da argumentação de um texto onde se observa a coerência ou a incoerência do texto e da linguagem. Da mesma forma a semântica que é produto e produtora de linguagem através dos pressupostos e dos subentendidos, do mostrar, fazer e dizer, dos atos ilocucionários e dos atos perlocucionários, da argumentação de um texto onde se observa a coerência ou a incoerência do texto e da argumentação e da linguagem, pode ela, se tornar virtual e através do mundo e da realidade virtuais, mediante a Palavra e a Sagrada Escritura podem modificar a linguagem e a consciência, a cultura, o conhecimento e a realidade, ou seja, o pensamento.

 

MATTANÓ

(29/07/2025)

 

 

 

 

 

 

Já sabemos agora pela consideração de dois grupos de exemplos que a elaboração do chiste utiliza desvios em relação ao pensamento normal - o deslocamento e o absurdo - como métodos técnicos de produzir uma forma chistosa de expressão. É sem dúvida justificável esperarmos encontrar outros tipos de raciocínio falho utilizados similarmente. De fato, é possível apresentar alguns exemplos da espécie:

‘Um cavalheiro entrou em uma confeitaria e pediu um bolo; logo o devolveu, solicitando em seu lugar um cálice de licor. Bebeu e preparou-se para sair sem tê-lo pago. O proprietário o deteve. “O que você quer?”, perguntou o freguês. - “Você não pagou o licor.” - “Mas eu lhe dei o bolo em troca.” - “Também não pagou por este.” - “Mas eu não o comi.”’

Essa anedota apresenta também uma lógica aparente que, já o sabemos, é uma fachada adequada para semelhante raciocínio falho. O erro evidentemente consiste na conexão inexistente, construída pelo astucioso freguês, entre a devolução do bolo e a tomada do licor em seu lugar. O episódio fragmenta-se em dois processos mutuamente independentes do ponto de vista do vendedor e mutuamente substituíveis exclusivamente do ponto de vista da intenção do freguês. Primeiramente ele toma o bolo e o devolve, nada devendo portanto por este; depois, toma o licor, e por este é necessário pagar. É possível dizer que o freguês tenha utilizado a expressão ‘em troca’ com duplo sentido. Seria, entretanto, mais correto dizer que através do duplo sentido construiu ele uma conexão que não é, em realidade, válida.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud mostra que os chistes apresentam uma lógica aparente que é uma fachada adequada para semelhante raciocínio falho como, por exemplo, através de uma conexão que não é, em realidade, válida.

Mattanó aponta que os chistes podem revestir-se de uma lógica aparentemente falha, através de um raciocínio onde a conexão não é, em realidade, válida, ou seja, os chistes podem apresentar caminhos falhos e ilógicos onde a conexão é a ausência de conexão, seja pelos significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, análise funcional, simbologia, linguagem, topografia, relações sociais, desejos, gestalts, insights, conteúdos latentes e conteúdos manifestos, conclusões e interpretações finais.

 

MATTANÓ

(19/08/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes apresentam uma lógica aparente que é uma fachada adequada para semelhante raciocínio falho como, por exemplo, através de uma conexão que não é, em realidade, válida. Da mesma forma essa conexão que não é válida e nem real através dos chistes temos ocorrendo no mundo e na realidade virtuais, na Palavra e na Sagrada Escritura quando se trata de chiste.

Mattanó aponta que os chistes podem revestir-se de uma lógica aparentemente falha, através de um raciocínio onde a conexão não é, em realidade, válida, ou seja, os chistes podem apresentar caminhos falhos e ilógicos onde a conexão é a ausência de conexão, seja pelos significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, análise funcional, simbologia, linguagem, topografia, relações sociais, desejos, gestalts, insights, conteúdos latentes e conteúdos manifestos, conclusões e interpretações finais. Da mesma forma os chistes pode não apresentar realidade e nem conexão validade se pararmos para analisarmos, pois eles são distorções, sobretudo no mundo e na realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura e suas ferramentas de trabalho que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.

 

MATTANÓ
(02/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Eis a oportunidade de fazer um reconhecimento que não é destituído de importância. Ocupamo-nos da investigação da técnica dos chistes, como demonstrado por esses exemplos, e portanto devemos estar seguros de que os exemplos escolhidos constituem chistes genuínos. É verdade, entretanto, que para vários casos estamos em dúvida quanto a dever denominá-los chistes ou não. Não possuímos nenhum critério disponível até que nossa própria investigação nos forneça um. O uso lingüístico não merece confiança: ele próprio necessita que sua justificação seja examinada. Para chegar a uma decisão não podemos basear-nos em nada que não seja um certo ‘sentimento’, que podemos interpretar como significando que a decisão feita por nosso juízo concorda com um critério particular, ainda não acessível a nosso conhecimento. No caso do último exemplo devemos sentir-nos em dúvida quanto a representá-lo como um chiste, ou talvez como um chiste ‘sofístico’, ou simplesmente, um sofisma. A verdade é que não sabemos ainda em que reside a característica essencial do chiste.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud mostra que o chiste pode ser entendido como um sofisma. Mas que ainda não reconhece a característica essencial do chiste.

Mattanó aponta que o chiste é um sofisma, que é justamente um argumento ou raciocínio concebido com o objetivo de produzir a ilusão da verdade, que, embora simule um acordo com as regras da lógica, apresenta, na realidade, uma estrutura interna inconsistente, incorreta e deliberadamente enganosa.

Mattanó acrescenta que a conexão de um chiste é a ausência de conexão.

E que ainda não tem elementos para esclarecer a característica essencial do chiste.

 

MATTANÓ

(19/08/2019)

 

 

Mattanó aponta que outra característica do chiste é a incoerência e a falta de lógica ou irracionalidade marcada pela ausência de conexão que oferece a demanda do significado e do sentido do chiste constituindo ou contribuindo para a formação da sua ¨conexão¨ ou daquilo que oferece seu significado e seu sentido, seu absurdo, seu fenômeno.

 

MATTANÓ

(09/09/2019)

 

 

Mattanó aponta também que o chiste pode contribuir para a lavagem cerebral se agregamos a ele o desejo nos termos freudianos, onde encaramos o chiste como demanda de nossos desejos inconscientes, segundo o que percebemos pela audição e pela tradução da língua estrangeira e até nacional, pois o chiste pode contribuir tanto para a lavagem cerebral segundo este processo psíquico que o indivíduo pode ficar incapaz e transtornado mentalmente, perdendo habilidades linguísticas e cognitivas, contudo este processo psíquico novo constitui erro e crime pois denota crime contra a vida e a saúde das pessoas e merece cuidados específicos.

 

MATTANÓ

(09/09/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud mostra que o chiste pode ser entendido como um sofisma. Mas que ainda não reconhece a característica essencial do chiste. Da mesma forma o chiste pode ser encarado como um sofisma e não ser reconhecido através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

Mattanó aponta que o chiste é um sofisma, que é justamente um argumento ou raciocínio concebido com o objetivo de produzir a ilusão da verdade, que, embora simule um acordo com as regras da lógica, apresenta, na realidade, uma estrutura interna inconsistente, incorreta e deliberadamente enganosa. Da mesma maneira o chiste é um sofisma que pode se tornar uma ilusão da verdade ou uma estrutura inconsistente e enganosa através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

Mattanó acrescenta que a conexão de um chiste é a ausência de conexão.

E que ainda não tem elementos para esclarecer a característica essencial do chiste.

Da mesma maneira o mundo e a realidade virtuais podem se apoiar num chiste com ausência de conexão e assim também a Palavra e a Sagrada Escritura tornar-se-ão, apoiadas no chiste, algo com ausência de conexão.

 

MATTANÓ

(05/08/2025)

 

 

 

 

Por outro lado, o exemplo que segue, exibindo um tipo de raciocínio falho que podemos chamar de complementar ao primeiro caso, é indiscutivelmente um chiste. Mais uma vez, é a história de um agente matrimonial:

‘O Schadchen defendia a jovem, por ele proposta, dos protestos do rapaz. “Não gosto da sogra”, dizia o último. “Ela é uma pessoa desagradável e estúpida.” - “Mas afinal você não vai se casar com a sogra. Quem você quer é a filha dela.” “Sim, mas esta não é jovem, nem se pode dizer que seja bonita.” - “Não importa. Se ela não é jovem nem bonita, será por tudo isso mais fiel a você.” - “Nem tem muito dinheiro.” - “Quem está falando sobre dinheiro? Você vai casar-se com o dinheiro? Afinal, é uma esposa que você quer.” - “Mas, ela tem também uma corcunda nas costas.’’ - “Bom, e o que você quer mais? Não terá ela o direito de ter um único defeito?”‘

O que estava realmente em questão era a falta de beleza e juventude da moça, seu dote minguado e sua mãe desagradável, acrescido ao fato de ser a moça vítima de uma séria deformidade - condições bem pouco convidativas para se contratar um casamento. O agente matrimonial foi capaz, quando se apontava cada um desses defeitos, de indicar como seria possível chegar a um acordo com ele. Pôde então reivindicar que a indesculpável corcunda nas costas era o único defeito a que qualquer indivíduo teria direito. Uma vez mais, a lógica aparente caracteriza o sofisma e presume ocultar a falha do raciocínio. A moça claramente tinha defeitos - vários que poderiam ser desconsiderados e um impossível de descartar: ela era incasável. O agente comporta-se como se cada defeito, em separado, fosse eliminado por suas desculpas, enquanto na verdade cada um deles deixava para trás uma certa cota de depreciação a somar com a que se lhe juntava em seguida. Insistia pois em tratar isoladamente cada defeito e recusava-se a adicioná-los num total.

A mesma omissão é o núcleo de outro sofisma a propósito do qual muito se tem rido embora se deva duvidar da correção quanto a chamá-lo chiste:

‘A. tomou emprestado de B. um caldeirão de cobre e após devolvê-lo foi acionado por B. já que o caldeirão tinha agora um grande furo que o tornava inutilizável. Sua defesa foi: “Em primeiro lugar nunca tomei emprestado um caldeirão de B.; e em segundo lugar o caldeirão já estava furado quando eu o peguei emprestado; e em terceiro lugar, devolvi-lhe o caldeirão intacto”.’ Cada uma destas defesas é válida por si mas reunidas excluem-se mutuamente. A. estava tratando isoladamente o que se devia considerar um conjunto tal como o agente matrimonial faz com os defeitos da moça. Podia-se dizer: ‘A. usou um “e” onde era possível um “ou”.’

Encontramos outro sofisma na seguinte estória de um agente matrimonial:

‘O noivo presuntivo lamentava-se que a noiva tivesse uma perna mais curta que a outra e mancasse. O Schadchen contrapôs-lhe: “Você está errado. Suponha que despose uma mulher com pernas direitas, saudáveis. Que ganha você com isso? Não há de ter nunca a certeza de que alguma dia ela não caia, quebre a perna e torne-se coxa pelo resto da vida. Imagine o sofrimento, o transtorno, a conta do médico! Mas se você aceita esta noiva, isso não pode acontecer-lhe. Eis aqui um fait accompli.”’

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud conta-nos um chiste onde o objeto do chiste um agente matrimonial tenta convencer o homem a aceitar uma mulher mesmo sabendo que ela tem defeitos, neste caso o chiste serve para dar vantagem para a mulher sobre seus defeitos, esclarecendo o homem de suas vantagens e desvantagens em função de seus defeitos.

 Mattanó aponta que o chiste aqui serve de argumentos para criar certezas e atingir a vontade do homem diante das desvantagens que a mulher apresenta para o matrimônio para com ele; o chiste cria vantagens e abre portas, seleciona comportamentos e reduz adversidades, ou seja, serve para superar adversidades matrimoniais através dos seus argumentos que visam convencer o homem a se casar com a mulher ou a candidata. Neste caso o chiste também serve para unir e criar um sentimento de convivência numa união estável e duradoura através do matrimônio.

 

MATTANÓ

(02/12/2019)

 

 

Mattanó descobriu através da ideia e das suas teorias a respeito da pulsão auditiva que existe o chiste de lavagem cerebral, que é justamente aquele onde ouve-se um trocadilho obsceno que tem a finalidade de despersonalizar e tipificar o indivíduo, robotizando-o e alienando-o por meio da violência moral e sexual, por meio da lavagem cerebral, este chiste é diferente do chiste obsceno. O chiste de lavagem cerebral leva ao nonsense e ao absurdo e imoral e obsceno associado a insanidade ou a loucura e a incoerência junto a sedução sexual que o torna altamente perigoso e insalubre, pois induz o indivíduo a padrões psíquicos e comportamentais, inclusive sociais, sexuais impróprios, altamente perversos, que fazem mal a saúde orgânica, sexual, moral e psíquica das crianças, dos adultos e dos idosos, prejudicando o desempenho psíquico e comportamental, inclusive social e etc..

 

MATTANÓ

(18/12/2019)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud conta-nos um chiste onde o objeto do chiste um agente matrimonial tenta convencer o homem a aceitar uma mulher mesmo sabendo que ela tem defeitos, neste caso o chiste serve para dar vantagem para a mulher sobre seus defeitos, esclarecendo o homem de suas vantagens e desvantagens em função de seus defeitos. Da mesma forma o chiste pode ser utilizado para convencer através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 Mattanó aponta que o chiste aqui serve de argumentos para criar certezas e atingir a vontade do homem diante das desvantagens que a mulher apresenta para o matrimônio para com ele; o chiste cria vantagens e abre portas, seleciona comportamentos e reduz adversidades, ou seja, serve para superar adversidades matrimoniais através dos seus argumentos que visam convencer o homem a se casar com a mulher ou a candidata. Neste caso o chiste também serve para unir e criar um sentimento de convivência numa união estável e duradoura através do matrimônio. Da mesma forma o chiste pode ser utilizado para criar certezas e atingir a vontade do ouvinte, através da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(05/08/2025)

 

 

 

 

A aparência lógica neste caso é muito tênue e ninguém se prontificará a preferir uma ‘desgraça já cumprida’ a sua mera possibilidade. O defeito nesse processo dedutivo pode ser facilmente demonstrado em um outro exemplo - uma história que não posso inteiramente despir de seu dialeto:

‘No templo de Cracóvia o Grande Rabino N. estava sentado a orar com seus discípulos. Repentinamente emite um grito e exclama em resposta às ansiosas perguntas de seus discípulos: “Nesse exato momento morreu o Grande Rabino L. em Lemberg”. A comunidade vestiu luto pelo morto. Poucos dias depois indagou-se de pessoas recém-chegadas de Lemberg como morrera o Rabino, o que lhe sucedera de mau; tais pessoas nada souberam informar, pois tinham-no deixado no melhor de sua saúde. Afinal ficou-se sabendo com certeza que o Rabino L. de Lemberg não morrera no momento em que o Rabino N. telepaticamente assistira a sua morte, já que estava ainda vivo. Um forasteiro aproveitou a oportunidade para zombar de um dos discípulos do Rabino de Cracóvia a respeito da ocorrência: “Seu Rabino cobriu-se de ridículo em ter visto a morte do Rabino L. de Lemberg. O homem está vivo até hoje”. “Isso não faz diferença”, replicou o discípulo. “Seja o que for que você diga, foi magnífico o Kück da Cracóvia a Lemberg.”’

O raciocínio falho, comum aos dois últimos exemplos, é admitido aqui sem disfarces. Exalta-se indevidamente o valor da fantasia em comparação à realidade; faz-se praticamente equivaler uma possibilidade a um evento real. A visão a distância, superando a extensão de campo que separa Cracóvia de Lemberg, teria sido impressionante façanha telepática se fora de fato verdadeira. Mas o discípulo não se preocupa com isso. Afinal bem poderia o Rabino de Lemberg ter morrido no momento em que o Rabino de Cracóvia anunciava sua morte; e o discípulo desloca então a ênfase da condição necessária para a admiração que a façanha mereceria para uma incondicional admiração da façanha. ‘In magnis rebus voluisse sat est‘ expressa um ponto de vista semelhante. Tal como nesse exemplo a realidade é desconsiderada em favor da possibilidade; no primeiro caso o agente matrimonial sugere ao noivo presuntivo que a possibilidade de uma mulher tornar-se coxa por via de um acidente deve ser considerada como algo bem mais importante que a questão de ela ser efetivamente coxa ou não.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud nos ensina que o chiste pode ser do tipo que provoque o ridículo do enunciador, por exemplo, num chiste telepático que não se comprove o conhecimento obtido por meio da telepatia no mundo real, pois para o chiste ¨isso não faz diferença¨, ou seja, o deslumbramento e o maravilhamento que o chiste desencadeia, mesmo sob contingências supersticiosas ou telepáticas torna o chiste um evento deslumbrante e mágico.

Mattanó aponta que o chiste que provoca o ridículo através do enunciado por meio de contingências supersticiosas ou telepáticas, ou seja, o chiste telepático, onde não haja comprovação dos dados obtidos por meio da telepatia e agora no mundo real, pois para o chiste ¨isso não faz diferença¨, já que para o chiste o deslumbramento e o contentamento que ele provoca sob contingências supersticiosas ou telepáticas torna-o um evento mágico e deslumbrante graças aos significados, sentidos e conceitos que damos a ele e ao contexto em que ele se manifesta, graças a sua linguagem e as suas relações, a sua simbologia, a sua topografia, a sua incoerência, ao seu absurdo e nonsense, ao seu Gestalt e ao seu insight, a sua interpretação, a sua dramatização, ao seu avatar, aos seus pressupostos e subentendidos, e ao seu roteiro, mapa cognitivo ou caminho cognitivo, e a sua história de vida.

 

MATTANÓ

(04/01/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud nos ensina que o chiste pode ser do tipo que provoque o ridículo do enunciador, por exemplo, num chiste telepático que não se comprove o conhecimento obtido por meio da telepatia no mundo real, pois para o chiste ¨isso não faz diferença¨, ou seja, o deslumbramento e o maravilhamento que o chiste desencadeia, mesmo sob contingências supersticiosas ou telepáticas torna o chiste um evento deslumbrante e mágico. Da mesma forma o chiste pode se tornar ridicularizante ou provocar deslumbramento e maravilhamento segundo suas contingências supersticiosas, através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

Mattanó aponta que o chiste que provoca o ridículo através do enunciado por meio de contingências supersticiosas ou telepáticas, ou seja, o chiste telepático, onde não haja comprovação dos dados obtidos por meio da telepatia e agora no mundo real, pois para o chiste ¨isso não faz diferença¨, já que para o chiste o deslumbramento e o contentamento que ele provoca sob contingências supersticiosas ou telepáticas torna-o um evento mágico e deslumbrante graças aos significados, sentidos e conceitos que damos a ele e ao contexto em que ele se manifesta, graças a sua linguagem e as suas relações, a sua simbologia, a sua topografia, a sua incoerência, ao seu absurdo e nonsense, ao seu Gestalt e ao seu insight, a sua interpretação, a sua dramatização, ao seu avatar, aos seus pressupostos e subentendidos, e ao seu roteiro, mapa cognitivo ou caminho cognitivo, e a sua história de vida. Da mesma forma o chiste pode provocar o ridículo do enunciado ou o deslumbramento e o contentamento, segundo suas contingências supersticiosas, que definem as regras do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(05/08/2025)

 

 

 

 

 

Esse grupo de raciocínios ‘sofísticos’ defeituosos é semelhante a outro interessante grupo em que se pode descrever como ‘automático’ o raciocínio falho. Talvez não seja mais que por um capricho do acaso que todos os exemplos a serem apresentados desse novo grupo sejam, uma vez mais, histórias de Schadchen:

‘Um Schadchen devendo propor a alguém uma noiva levou consigo um auxiliar, que confirmasse tudo o que ele tinha a dizer. “Ela é esbelta como um pinheiro”, disse o Schadchen. - “Como um pinheiro”, repetia o eco. - “E tem uns olhos que merecem ser vistos!” - “Que olhos ela tem!”, confirmava o eco. - “Melhor educada que qualquer outra!” - “Que educação!” - “Bem, é verdade que há uma coisa”, admitiu o agente, “ela tem uma pequena corcunda.” - “E que corcunda!” o eco confirmou uma vez mais.’ Outras histórias são análogas, mas têm mais sentido.

‘O noivo, ficando muito desagradavelmente surpreso quando a noiva lhe foi apresentada, chamou o agente a um canto e cochichou-lhe suas censuras: “Por que você me trouxe aqui?” perguntou recriminadoramente. “Ela é feia e velha, vesga, tem maus dentes e olhos remelentos…” - “Não precisa abaixar a voz”, interrompeu o agente, “ela é surda também”.’

‘O noivo fazia sua primeira visita à casa da noiva em companhia do agente, e enquanto aguardava no salon que a família aparecesse, o agente chamou sua atenção para um armário com portas de vidro onde se exibia o mais fino conjunto de peças de prata. “Veja! Olhe lá! Por estas coisas você vê como são ricos.” - “Mas”, perguntou o desconfiado jovem, “não seria possível que estas coisas finas tivessem sido reunidas apenas para esta ocasião - que elas fossem tomadas emprestadas para dar impressão de riqueza?” - “Que idéia!”, protestou o agente. “Quem você acha que emprestaria alguma coisa a essa gente?”’

 

Nos três casos a mesma coisa ocorre. Uma pessoa que estava reagindo sempre da mesma forma, várias vezes em sucessão, repete tal modo de expressão na ocasião seguinte, quando este é inadequado e prejudicial às suas próprias intenções. Negligencia adaptar-se às necessidades da situação, cedendo ao automatismo do hábito. Assim, na primeira história o auxiliar esquece-se de que acompanhava o agente a fim de prejudicar o noivo presuntivo em favor da noiva proposta. E já que no início ele cumprira sua tarefa sublinhando as qualidades da noiva pela repetição, a cada vez, do que dela se dizia, prosseguindo por enfatizar sua corcunda, timidamente admitida e que ele devia ter minimizado. O agente na segunda história está tão fascinado pela enumeração dos defeitos e enfermidades da noiva que completa a lista com dados de seu próprio conhecimento, embora este não fosse seu negócio ou seu propósito. Na terceira história (o agente) deixa-se levar a tal ponto pela ânsia de convencer o jovem da riqueza da família que, a fim de demonstrar um argumento confirmatório, traz à baila algo que fatalmente lançará por terra todos os seus esforços. Em cada caso a ação automática triunfa sobre a conveniente mudança de pensamento e de expressão.

Isto é fácil de ver, mas há de ter um efeito perturbador quando notarmos que as três histórias têm tanto direito a serem chamadas ‘cômicas’ quanto nós de apresentá-las como chistes. O desvelamento de automatismo psíquico é uma das técnicas do cômico, exatamente como qualquer tipo de revelação ou autotraição. Repentinamente somos defrontados a esse ponto pelo problema da relação dos chistes com o cômico, relação que pretendíamos evitar. (Ver a introdução em [1].) São tais histórias apenas ‘cômicas’ e não ‘chistosas’? Estará a comicidade aqui operando os mesmos métodos dos chistes? E, novamente, o que constitui a característica peculiar dos chistes?

Devemos manter em vista que a técnica deste último grupo de chistes que examinamos consiste simplesmente na revelação do ‘raciocínio falho’. Mas somos obrigados a admitir que seu exame levou-nos muito mais à obscuridade que à compreensão. Contudo não abandonemos nossa esperança de que um conhecimento mais completo das técnicas dos chistes nos levará a um resultado que possa servir de ponto de partida a ulteriores descobertas.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud apresenta que as histórias cômicas também apresentam-se chistosas, como qualquer tipo de revelação ou de autotraição.

Mattanó aponta que as histórias cômicas também apresentam-se chistosas, como qualquer tipo de revelação ou de autotraição, pois como revelação diz o que não poderia ser dito de forma alguma e como autotraição revela-se como um golpe que atinge a si mesmo para expressar algo que não poderia ser dito sem esse golpe e sem essa traição ou autotraição. As histórias cômicas tem seus significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, desejos e desejos de dormir, fantasias, chistes, lapsos de linguagem, esquecimentos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, história de vida, taxa de imunidade, conclusões, interpretações e efeito despertador. O efeito despertador refere-se aqui ao efeito causado após a história cômica ser declarada, praticamente despertamos quando ela termina, com uma risada, um sorriso ou um susto ou qualquer outra resposta.

 

MATTANÓ

(21/03/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor as histórias cômicas também apresentam-se chistosas, como qualquer tipo de revelação ou de autotraição, pois como revelação diz o que não poderia ser dito de forma alguma e como autotraição revela-se como um golpe que atinge a si mesmo para expressar algo que não poderia ser dito sem esse golpe e sem essa traição ou autotraição. As histórias cômicas tem seus significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, relações sociais, gestalts, insights, desejos e desejos de dormir, fantasias, chistes, lapsos de linguagem, esquecimentos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, história de vida, taxa de imunidade, conclusões, interpretações e efeito despertador. O efeito despertador refere-se aqui ao efeito causado após a história cômica ser declarada, praticamente despertamos quando ela termina, com uma risada, um sorriso ou um susto ou qualquer outra resposta. Da mesma maneira os chistes utilizam as histórias cômicas para qualquer tipo de revelação ou de autotraição, através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas de trabalho que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.

 

MATTANÓ

(05/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Os próximos exemplos de chistes, pelos quais prosseguiremos nossa investigação, oferecem uma tarefa mais fácil. Sua técnica, em particular, evoca-nos o que já conhecemos.

 

Primeiro, eis um chiste de Lichtenberg:

‘Janeiro é o mês em que fazemos votos de felicidade a nossos entes queridos e os meses restantes são aqueles em que estes votos não se cumprem.’

Desde que chistes como estes são caracterizados por sua sutileza antes que por sua força e operam por métodos discretos, começaremos por apresentar inúmeros deles, de modo a intensificar seu efeito:

‘A vida humana divide-se em duas metades. Na primeira desejamos a vinda da segunda, na segunda desejamos a volta da primeira.’

‘A experiência consiste em experimentar o que não desejávamos experimentar.’

(Os dois últimos são de Fischer, 1889[69-60].)

Esses exemplos lembram um grupo de que já tratamos, caracterizado pelo ‘uso múltiplo do mesmo material’ (ver em [1]). Em particular o último exemplo levantará a questão de por que não o incluímos naquele grupo em vez de introduzi-lo aqui em uma nova conexão. A ‘experiência’ é novamente descrita em seus próprios termos como o fora anteriormente o ‘ciúme’ (ver em [2]). Não me inclino por discutir muito seriamente essa classificação. Mas no que concerne aos outros dois exemplos (que são de natureza semelhante) penso que um outro fator é mais notável e mais importante que o múltiplo uso das mesmas palavras, que nesse caso nada tem a haver com o duplo sentido. Gostaria particularmente de acentuar que aqui se agenciam novas e inesperadas entidades, inter-relações de idéias, definições efetuadas mutuamente ou por referência a um terceiro elemento comum. Gostaria de denominar ‘unificação’ a esse processo que é claramente análogo à condensação pela compressão nas mesmas palavras. Assim as duas metades da vida são descritas através de uma relação mutual que se descobre existir entre elas: na primeira desejamos que a segunda viesse e na segunda desejamos que a primeira voltasse. Falando mais precisamente, duas relações mutuais muito semelhantes foram escolhidas para a representação. A similaridade de representação corresponde à similaridade das palavras que pode de fato recordar-nos o uso múltiplo do mesmo material: ‘desejar… vinda’ - ‘desejar…volta’. No chiste de Lichtenberg o mês de janeiro e os meses que com este contrastam são caracterizados por uma (outra vez, modificada) relação com um terceiro elemento: os votos de felicidade, recebidos no primeiro mês e não cumpridos nos demais. Eis, muito nítida, a distinção em relação ao uso múltiplo do mesmo material (que faz aproximar o duplo sentido).

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud ensina que existem chistes que falam de uma unificação pela proximidade das palavras e que fazem aproximar um duplo sentido.

Mattanó aponta que existem chistes que falam de uma unificação através de uma proximidade das palavras e que fazem aproximar um duplo sentido, inclusive os significados e sentidos, os contextos, mas não os conceitos, as funcionalidades, as simbologias, a linguagem, a topografia, as relações sociais, as gestalts e os insights, os desejos e os desejos de dormir, as fantasias, os esquecimentos, os lapsos de linguagem, os atos falhos, os conteúdos manifestos e conteúdos latentes, a história de vida, as conclusões, as interpretações, o efeito despertador, a taxa de imunidade, a taxa de mortalidade (a taxa de mortalidade depende da história de vida e da história do organismo do indivíduo, das suas condições clínicas. A psicanálise mitológica estuda as condições psíquicas, comportamentais e sociais do paciente e que levaram-no ao óbito, construindo a taxa de mortalidade e seu histórico de mortalidade). Hoje dentro do histórico de mortalidade na investigação do óbito poderia constar a lavagem cerebral, a telepatia, o novo coronavírus, o H1N1, o vírus da dengue, o diabetes mielitus, a obesidade, a violência social, sexual, moral, a pornografia e o tráfico de pessoas, a escravidão, a guerra, a loucura, o genocídio, o tráfico de drogas, o terrorismo, a prostituição, a AIDS, o estupro e o estupro virtual, a extorsão, a vingança, a perseguição, a fome e a miséria, a pobreza, o Ebola, a discriminação, a intolerância e a intolerância religiosa, a perseguição religiosa, os crimes de ódio e o racismo, a má distribuição de riquezas e o acúmulo de riquezas, a economia e o dinheiro, a sexualidade e o prazer, a virgindade, a gravidez, a família, a escola, o trabalho, os amigos e amigas, as armas, o luta, a perfeição, o combate, a academia, a glória humana, o poder e a riqueza, os crimes, o roubo e a formação de organizações criminosas, etc..

 

MATTANÓ

(21/03/2020)

 

 

A Psicanálise do Amor estabelece que existem chistes que falam de uma unificação através de uma proximidade das palavras e que fazem aproximar um duplo sentido, inclusive os significados e sentidos, os contextos, mas não os conceitos, as funcionalidades, as simbologias, a linguagem, a topografia, as relações sociais, as gestalts e os insights, os desejos e os desejos de dormir, as fantasias, os esquecimentos, os lapsos de linguagem, os atos falhos, os conteúdos manifestos e conteúdos latentes, a história de vida, as conclusões, as interpretações, o efeito despertador, a taxa de imunidade, a taxa de mortalidade (a taxa de mortalidade depende da história de vida e da história do organismo do indivíduo, das suas condições clínicas. A psicanálise mitológica estuda as condições psíquicas, comportamentais e sociais do paciente e que levaram-no ao óbito, construindo a taxa de mortalidade e seu histórico de mortalidade). Hoje dentro do histórico de mortalidade na investigação do óbito poderia constar a lavagem cerebral, a telepatia, o novo coronavírus, o H1N1, o vírus da dengue, o diabetes mielitus, a obesidade, a violência social, sexual, moral, a pornografia e o tráfico de pessoas, a escravidão, a guerra, a loucura, o genocídio, o tráfico de drogas, o terrorismo, a prostituição, a AIDS, o estupro e o estupro virtual, a extorsão, a vingança, a perseguição, a fome e a miséria, a pobreza, o Ebola, a discriminação, a intolerância e a intolerância religiosa, a perseguição religiosa, os crimes de ódio e o racismo, a má distribuição de riquezas e o acúmulo de riquezas, a economia e o dinheiro, a sexualidade e o prazer, a virgindade, a gravidez, a família, a escola, o trabalho, os amigos e amigas, as armas, o luta, a perfeição, o combate, a academia, a glória humana, o poder e a riqueza, os crimes, o roubo e a formação de organizações criminosas, etc.. Da mesma forma existem chistes através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, que falam de uma unificação através de uma proximidade das palavras e que fazem aproximar um duplo sentido, inclusive os significados e sentidos, os contextos, mas não aproximam os conceitos, as funcionalidades, as simbologias, a linguagem, a topografia, as relações sociais, as gestalts e os insights, os desejos e os desejos de dormir, as fantasias, os esquecimentos, os lapsos de linguagem, os atos falhos, os conteúdos manifestos e conteúdos latentes, a história de vida, as conclusões, as interpretações, o efeito despertador, a taxa de imunidade, a taxa de mortalidade, pois fogem à regra do duplo sentido e da unificação das palavras, indicando o uso múltiplo do mesmo material.

 

MATTANÓ

(06/08/2025)  

 

 

 

 

Eis um claro exemplo de chiste de unificação que dispensa qualquer explicação:

 

’O poeta francês J. B. Rousseau escreveu uma “Ode à Posteridade”. Voltaire era de opinião que o poema não merecia sobreviver e chistosamente comentou: “Esse poema não alcançará seu destinatário.”’ (Fischer, 1889 [123].)

Esse último exemplo chama atenção para o fato de que é essencialmente a unificação que jaz ao fundo dos chistes que podem ser descritos como ‘respostas prontas’. (ver em [1]) Pois a réplica consiste em que a defesa, ao se encontrar com a agressão, ‘vira a mesa sobre alguém’ ou ‘paga a alguém com a mesma moeda’ - ou seja, consiste em estabelecer uma inesperada unidade entre ataque e contra-ataque. Por exemplo:

‘Um estalajadeiro tinha um panarício no dedo e um padeiro lhe disse: “Você deve tê-lo arranjado pondo o dedo em sua cerveja”. “Não foi por isso”, retrucou o estalajadeiro, “é que meti um pedaço do seu pão debaixo de minha unha.”’ (De Überhorst (1900, 2).)

‘Um Sereníssimo estava dando uma volta por suas províncias e notou na multidão um homem, extraordinariamente semelhante à sua própria nobre pessoa. Acenou, convocando-o, e perguntou-lhe: “Sua mãe esteve alguma vez a serviço do Palácio?” - “Não, Alteza”, foi a réplica, “mas meu pai esteve.”’

‘Em um de seus passeios a cavalo aconteceu ao Duque Charles de Württemberg encontrar um tintureiro, ocupado em seu ofício. Apontando o cavalo cinza que estava cavalgando, o Duque bradou: “Pode tingi-lo de azul?” “Naturalmente, Alteza”, foi a resposta, “se ele suportar a fervura.” [Fischer, 1889, 107.]

Nesse excelente tu quoque, em que a uma questão sem sentido oferece-se uma resposta igualmente impossível, há um outro fator técnico operando, o qual estaria ausente se o tintureiro tivesse respondido: “Não, Alteza. Tenho medo de que o cavalo não suporte a fervura.”

A unificação tem um outro instrumento técnico, de muito especial interesse, a seu dispor: a conexão pela conjunção ‘e’. As coisas concatenadas dessa forma ficam de fato conectadas: não podemos deixar de entendê-lo assim. Por exemplo, quando Heine comenta sobre a cidade de Göttingen em Harzreise: ‘Falando de um modo geral, os habitantes de Göttingen dividem-se em estudantes, professores, filisteus e asnos’, tomamos este grupamento exatamente no sentido que Heine enfatiza em um acréscimo à sentença: ‘E essas quatro classes estão divididas de forma absolutamente nítida’. Ou, ainda, quando [ibid.] ele menciona a escola em que tivera de suportar ‘tanto Latim, expulsões e Geografia’, esta série, tornada ainda mais transparente pela posição das ‘expulsões’ entre os nomes das duas matérias, fala-nos que a inequívoca posição dos alunos com relação às expulsões se estenderia decerto ao Latim e à Geografia também.

Entre os exemplos dados por Lipps [1898, 177] de ‘enumeração chistosa’ (‘coordenação’) encontramos as seguintes linhas citadas como intimamente aparentadas aos ‘estudantes, professores, filisteus e asnos’ de Heine:

 

Mit einer Gabel und mit Müh’

Zog ihn die Mutter aus der Brüh.

 

[Com um forcado e muito esforço

Sua mãe pescou-o do ensopado.]

 

É como se (comenta Lipps) o Müh [esforço, dificuldade] fosse um instrumento como o forcado. Sentimos, entretanto, que essas linhas, embora cômodas, estão bem longe de constituir um chiste, enquanto a lista de Heine, sem nenhuma dúvida, o é. Podemos talvez evocar mais tarde esses exemplos, quando não necessitarmos evitar o problema da relação entre a comicidade e os chistes. [Ver em [1].]

 

 

[10]

 

Observamos no exemplo do Duque e do tintureiro que tal chiste por unificação não persistiria se o tintureiro replicasse: ‘Não, tenho medo de que o cavalo não suporte a fervura’. Mas sua resposta real foi: ‘Sim, Alteza, se ele suportar a fervura’. A substituição do realmente apropriado não por um sim constitui um novo método técnico do chiste, cujo emprego perseguiremos em alguns outros exemplos.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes podem apresentar a unificação a uma questão sem sentido onde oferece-se uma resposta igualmente impossível, uma conexão pela junção ¨e¨ que unifica o igualmente impossível.

Mattanó aponta que os chistes podem apresentar a unificação a uma questão sem sentido onde oferece-se uma resposta igualmente impossível, ou seja, sem sentido, que é ligada ou unificada pela conexão e junção ¨e¨ que unifica o igualmente impossível.

Percebe-se que os chistes tem seu contexto e sua época, seu momento sócio-histórico, pois o que pode ser igualmente impossível e sem sentido há 100 anos, como tingir um cavalo de azul, hoje 100 anos depois pode parecer normal, possível e com sentido.

 

MATTANÓ

(22/03/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes podem apresentar a unificação a uma questão sem sentido onde oferece-se uma resposta igualmente impossível, ou seja, sem sentido, que é ligada ou unificada pela conexão e junção ¨e¨ que unifica o igualmente impossível. Da mesma forma o chiste pode unificar o igualmente impossível através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora que é a própria Sagrada Escritura!

Percebe-se que os chistes tem seu contexto e sua época, seu momento sócio-histórico, pois o que pode ser igualmente impossível e sem sentido há 100 anos, como tingir um cavalo de azul, hoje 100 anos depois pode parecer normal, possível e com sentido. Da mesma forma o chiste pode unificar o igualmente impossível através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que são, justamente, uma metáfora!

 

MATTANÓ
(06/08/2025)

 

 

 

 

 

Um chiste similar ao que acabamos de mencionar (também citado por Fischer [1889, 107-8]) é mais simples:

‘Frederico, o Grande, ouviu falar de um pregador na Silésia que tinha a reputação de entrar em contato com os espíritos. Mandou buscar o homem e recebeu-o com a pergunta “Você pode conjurar os espíritos?”. A resposta foi: “Às ordens de sua Majestade. Mas eles não vêm’’.’ É muito óbvio aqui que o método usado no chiste consiste simplesmente em substituir a única resposta possível ‘não’ pelo seu contrário. A fim de efetivar a substituição, foi necessário acrescentar um ‘mas’ ao ‘sim’, de modo que ‘sim’ e ‘mas’ equivalessem semanticamente a ‘não’.

A ‘representação pelo oposto’, como a chamaremos, serve de vários modos à elaboração do chiste. Nos dois exemplos seguintes aparece quase em estado puro:

‘Esta dama se assemelha em muitos aspectos à Venus de Milo: ela é, também, extraordinariamente velha, não tem dentes e há manchas brancas na superfície amarelada de seu corpo.’ (Heine)

Eis uma representação da fealdade através da semelhança com o que há de mais belo. É verdade que tais semelhanças só podem existir em qualidades que são expressas ou por termos com duplo sentido ou por detalhes desimportantes. A última característica aplica-se a nosso segundo exemplo - ‘O Grande Espírito’, de Lichtenberg:

‘Une em si mesmo as características dos maiores entre os homens. Tem o porte da cabeça torto como Alexandre: teve sempre que usar um toupet como César; podia beber café como Leibnitz; e desde que adequadamente instalado em sua poltrona, esquecia-se de comer e de beber como Newton, como este tendo que ser despertado; usava sua peruca como Dr. Johnson, e sempre deixava um dos botões da braguilha desabotoado como Cervantes.’

De uma viagem à Irlanda, Von Falki (1897, 271) trouxe um exemplo particularmente bom de representação pelo oposto, exemplo em que não se faz o mínimo uso de palavras com duplo sentido. A cena ocorre numa exposição de museu de cera (que poderia ser o de Madame Tussaud). Um guia conduzia um grupo de visitantes jovens e velhos de figura a figura, enquanto as explicava: ‘Este é o Duque de Wellington e seu cavalo’, explicou ele. Em conseqüência, perguntou uma jovem dama: ‘Qual é o Duque de Wellington e qual é seu cavalo?’ ‘Qual queira, minha bela jovem’, foi a resposta. ‘Você paga a entrada e faz sua escolha.’

Seria esta a redução do chiste irlandês: ‘Que falta de vergonha as coisas que estas pessoas ousam oferecer ao público nestes museus de cera! Não se pode distinguir entre o cavalo e seu cavaleiro. (Exagero faceto.) E é para isso que se paga!’ Essa exclamação indignada é então dramatizada, baseada em uma pequena ocorrência. No lugar do público em geral aparece só uma dama e é particularizada a figura do cavaleiro: necessariamente o Duque de Wellington, extremamente popular na Irlanda. Mas o descaramento do proprietário ou guia, que extrai dinheiro dos bolso do povo nada oferecendo em troca, é representado pelo contrário - por um discurso em que ele se jacta de ser consciencioso homem de negócios, que não tem outra coisa mais próxima ao coração que o respeito pelos direitos que o povo adquire pagando. Podemos agora verificar que a técnica desse chiste não é bastante simples. Na medida em que capacita ao trapaceiro insistir na sua honestidade, classifica-se como um caso de representação pelo oposto; mas na medida em que (o trapaceiro) o faz numa ocasião em que deles se requer coisa muito diferente - replicando com a respeitabilidade do negócio quando se espera a identificação das figuras - temos um caso de deslocamento. A técnica do chiste consiste em uma combinação dos dois métodos.

Nenhuma grande distância separa esse exemplo de um pequeno grupo que poderia ser descrito com constituído de chistes de ‘exageração’. Nestes o ‘sim’ que ocorreria na redução é substituído por um ‘não’ que tem, entretanto, a despeito de seu conteúdo, a força de um ‘sim’ intensificado, e vice-versa. Uma negativa é um substitutivo para uma confirmação exagerada. Assim, por exemplo, no epigrama de Lessing.

 

Die gute Galathee! Man sagt, sie shwärz’ ihr Haar;

Da doch ihr haar schon shwarz, als sie es kaufte, war.

 

[A boa Galatéia tinge seus cabelos de negro, até os pensamentos;

E seus cabelos já eram negros quando os comprou.]

 

Ou a maliciosa defesa da filosofia por Lichtenberg:

‘Há mais coisas no céu e na terra do que sonha vossa filosofia’, disse o Príncipe Hamlet desdenhosamente. Lichtenberg sabia que essa condenação não era ainda severa o bastante pois não levava em conta todas as objeções que podiam ser feitas à filosofia. Acrescentou, portanto, o que faltava: ‘Mas há também na filosofia muita coisa que não é encontrada no céu ou na terra’. Seu acréscimo de fato enfatiza a maneira pela qual a filosofia nos compensa da insuficiência que Hamlet censura. Tal compensação, porém, implica uma outra reprovação ainda maior.

Dois chistes de judeus, embora de um tipo vulgar, são ainda mais claros, já que se libertam de todo vestígio de deslocamento:

‘Dois judeus discutiam sobre banhos. “Tomo banho anualmente”, disse um deles, “quer precise ou não”.’

 

É óbvio que essa insistência jactante na própria limpeza serve apenas para convencer-nos de sua sujeira.

‘Um judeu notou restos de comida na barba de um outro. “Posso dizer-lhe o que comeu ontem.” - “Diga-me, então,” - “Pois bem, lentinhas.” - “Errado: isso foi anteontem!”’

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud mostra que o chiste apresenta-se pela redução e pelo duplo sentido, pela negação, pela substituição, pela representação pelo oposto e pelo deslocamento.

Mattanó aponta que o chiste apresenta-se pela redução, pelo duplo sentido, pela negação, pela substituição, pela representação pelo oposto e pelo deslocamento de seus significados e sentidos, de seus contextos e funcionalidades, comportamentos e topografias, linguagens e relações sociais, gestalts e insights, e é por isso que Mattanó apresentou dificuldades no comportamento e na aprendizagem em 1995 quando começou a apresentar o comportamento chistoso ou da ideia da pulsão auditiva que foi acompanhado de tortura e lavagem cerebral por meio de telepatia e conhecimento manipulado sem consentimento que é prática de crime no Brasil, gerando dificuldades psíquicas e comportamentais, de relacionamento social, educacionais e trabalhistas, familiares e religiosas que se propagaram e contaminaram toda a sociedade e resto do mundo por meio do curandeirismo e do charlatanismo, que também são crimes no Brasil, acrescidos de oferta de trabalho ruinoso por parte da Rede Globo de Televisão em 1998, o que gerou um desequilíbrio psíquico e comportamental no indivíduo que já era torturado, explorado e estuprado na UEL e em Londrina e nos mass mídias, inclusive por artistas, que queriam assim aumentar a violência para toda a sua família e para ele até o fim de sua vida, inclusive com vitrine viva de sexo explícito para toda a sua família através de Osny Mattanó Júnior ou de outro meio telepático divulgando isto para todo o mundo, inclusive para as Olimpíadas, para as Copas do Mundo de Futebol, para a Fórmula 1, para as reuniões da ONU, para as reuniões do G7, do G20, dos BRICS, para as celebrações eucarísticas, religiosas e para as celebrações do Papa no mundo e no Vaticano, etc., simplesmente ofendendo todo o mundo com pornografia barata e humilhação, com a pior forma de violência telepática do mundo, para assassinarem a mim e a minha família porque somos Católicos Apostólicos Romanos, não há outro motivo! A NASA nunca divulga que existem extraterrestres, portanto não existem extraterrestres e eu não sou uma ameaça para o mundo!

 

MATTANÓ

(17/04/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o chiste apresenta-se pela redução, pelo duplo sentido, pela negação, pela substituição, pela representação pelo oposto e pelo deslocamento de seus significados e sentidos, de seus contextos e funcionalidades, comportamentos e topografias, linguagens e relações sociais, gestalts e insights, e é por isso que Mattanó apresentou dificuldades no comportamento e na aprendizagem em 1995 quando começou a apresentar o comportamento chistoso ou da ideia da pulsão auditiva que foi acompanhado de tortura e lavagem cerebral por meio de telepatia e conhecimento manipulado sem consentimento que é prática de crime no Brasil, gerando dificuldades psíquicas e comportamentais, de relacionamento social, educacionais e trabalhistas, familiares e religiosas que se propagaram e contaminaram toda a sociedade e resto do mundo por meio do curandeirismo e do charlatanismo, que também são crimes no Brasil, acrescidos de oferta de trabalho ruinoso por parte da Rede Globo de Televisão em 1998, o que gerou um desequilíbrio psíquico e comportamental no indivíduo que já era torturado, explorado e estuprado na UEL e em Londrina e nos mass mídias, inclusive por artistas, que queriam assim aumentar a violência para toda a sua família e para ele até o fim de sua vida, inclusive com vitrine viva de sexo explícito para toda a sua família através de Osny Mattanó Júnior ou de outro meio telepático divulgando isto para todo o mundo, inclusive para as Olimpíadas, para as Copas do Mundo de Futebol, para a Fórmula 1, para as reuniões da ONU, para as reuniões do G7, do G20, dos BRICS, para as celebrações eucarísticas, religiosas e para as celebrações do Papa no mundo e no Vaticano, etc., simplesmente ofendendo todo o mundo com pornografia barata e humilhação, com a pior forma de violência telepática do mundo, para assassinarem a mim e a minha família porque somos Católicos Apostólicos Romanos, não há outro motivo! A NASA nunca divulga que existem extraterrestres, portanto não existem extraterrestres e eu não sou uma ameaça para o mundo! Ameaça é quem assassina testemunhas destes crimes e de tantos outros por corrupção, ganância e loucura, por poder e desejo sexual! Da mesma forma o chiste através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, de suas metáforas, apresenta-se pela redução, pelo duplo sentido, pela negação, pela substituição, pela representação pelo oposto e pelo deslocamento de seus significados e sentidos, de seus contextos e funcionalidades, comportamentos e topografias, linguagens e relações sociais, gestalts e insights, que apóiam-se em suas ferramentas de trabalho que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.

 

MATTANÓ

(06/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

O exemplo seguinte é um excelente chiste de ‘exageração’, em que se pode facilmente reconstruir a representação pelo oposto:

‘O rei condescendeu em visitar uma clínica cirúrgica, lá deparando com um professor que executava a amputação de uma perna. Acompanhou todos os estágios com altas expressões de sua real satisfação: “Bravo! bravo! meu caro professor!” Quando a operação terminou, o professor aproximou-se dele e perguntou-lhe com uma profunda reverência: “Vossa Majestade ordena que eu ampute também a outra perna?”

‘Os pensamentos do professor durante o aplauso real não poderiam decerto manifestar-se inalterados: ‘‘Parece que estou amputando a perna desse pobre sujeito por ordem do rei e para sua real satisfação. Afinal existem realmente outras razões para a operação’’. Vai então ao rei e lhe diz: “Não tenho outra razão para executar uma operação que as ordens de Vossa Majestade. O aplauso com que Vossa Majestade me honrou fez-me tão feliz que só aguardo as ordens de Vossa Majestade para amputar também o membro são”.’ Dessa forma ele consegue fazer-se entendido dizendo o contrário daquilo que pensa mas deve guardar para si mesmo. Tal oposto é uma exageração que não pode ser acreditada.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud revela que os chistes revelam o seu oposto pela exageração que não pode ser acreditada.

Mattanó aponta que os chistes revelam o seu oposto pela exageração que não pode ser acreditada em função de seus significados e sentidos, de seus contextos, relações sociais, linguagens e insights que demonstram seu caráter de exageração pelo oposto impossibilitando ou dificultando a crença nesse chiste, pois é absurdo e incoerente, atribui um exagero que nega a possibilidade de fé nesse chiste diante de tal personagem, pois o exagero pertence a personagem em seu mundo ideal, mas não pertence ao mundo real dessa personagem que se vê em seu próprio oposto diante do chiste.

 

MATTANÓ

(30/04/2020)

 

 

Mattanó aponta que o chiste não revela apenas o ignorante e sem sentido, mas também o com um sentido intelectual e linguístico, semântico, através dos jogos de linguagem, como o trocadilho, e que damos importância aos chistes de indivíduos mais educados e economicamente mais favorecidos do que aos chistes de indivíduos menos ou nada educados e economicamente menos favorecidos, pois denotam uma cultura e em saber, um conhecimento que se expressa também através da telepatia e da lavagem cerebral, em chistes com lavagem cerebral ou conhecimento telepático onde o decodificador decifra as mensagens dos chistes visualizando as imagens em avatares que são projetadas nas mensagens como ruídos de difícil decodificação, em função da lavagem cerebral e da exploração e do abuso da afetividade e da vida psíquica e comportamental dos comunicadores.

Chistes também produzem economia. Chistes ajudam na acumulação de riquezas e na distribuição dessas riquezas através das suas mensagens e argumentos que podem reforçar ou extinguir comportamentos associados a produção de economia e de riquezas, e assim de combate a pobreza e a miséria, a fome e a desigualdade social; portanto os chistes podem ter um cunho humanitário e social, político e econômico bastante abrangente.

Chistes podem até mesmo ter seu caráter espiritual. Podemos lidar com chistes em Segredos e Mensagens de Nossa Senhora ou de Deus, como em Medjugorje, onde os chistes constituem parte de Segredos de Nossa Senhora através do Amor de Deus que estuda os chistes neste livro por causa de um problema causado na Universidade Estadual de Londrina em 1995 no curso de Psicologia; portanto os chistes também tem um lado sobrenatural e espiritual.

 

MATTANÓ

(20/07/2020)

 

 

Mattanó aponta que os chistes podem travar uma luta contra a verdade, impondo significados e sentidos que ditam falsidades e mentiras através de regras ou contingências em meio ou não a contextos que podem deflagrar a loucura, ou a inteligência e a genialidade, revelando que nem sempre a verdade cura, mas os significados e os sentidos dela, até mesmo os chistes.

 

MATTANÓ

(25/07/2020)

 

 

Mattanó aponta que filogenética e ontogenéticamente o sexo não é reforçador, pois dura pouco, ficamos feios e obesos com o tempo, com doenças e transtornos mentais e sexuais que podem levar a impotência sexual, por exemplo.

 

MATTANÓ

(19/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que a psique, o comportamento, os chistes, os arquétipos, o estilo de vida, as relações sociais, a aprendizagem, o inconsciente, o pre-consciente e o consciente, o ego, o superego e o id, etc., tem uma função consoladora.

 

MATTANÓ

(19/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que o comportamento verbal estrutura o comportamento, assim como a linguagem estrutura o inconsciente, e o comportamento estrutura as relações sociais!

 

MATTANÓ

(24/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que se o comportamento sexual virtual através dos mass mídias como a televisão ao vivo só serve para masturbação individual e solitária, impedindo o contato sexual ou o sexo, imagine então o assassinato e o roubo ou o terror, só a influência dos mass mídias é capaz de realizar modificação no comportamento da massa através da argumentação que atinge a vontade e modifica a opinião pública levando o indivíduo ou a massa a este ou àquele comportamento como o sexual, homicida, terrorista, violento, criminoso, larápio, contagioso, transtornado, delinquente, viril, heroico, trapaceiro, vingador, de extorsão, estuprador, de lavagem cerebral, torturador, etc..

 

MATTANÓ

(24/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que se os indivíduos ou a população e a massa receber uma formação e uma educação para lidar com a televisão e os mass mídias eles perderão o significado e o sentido de liberdade, de prazer e de família! Pois as mídias e a televisão significam e tem o sentido de liberdade, prazer e de família em todo o mundo, até mesmo na formação profissional dos comunicólogos! Desrespeitar isto é criar uma falsidade ideológica absurda e alienante, é criar monstros e monstruosidades como a lavagem cerebral e a tortura, a extorsão e a vingança, o estupro e o estupro virtual, a violência e o abuso sexual e de poder, e o abuso de autoridade!

 

MATTANÓ

(24/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que uma Psicologia dos Mandatários deve priorizar um código de contingências para relações entre diferentes sistemas ideológicos sem discriminar e nem generalizar ou negligenciar qualquer um deles impondo seus próprios valores e sistemas de leis e condutas morais, mas com abertura para o novo de modo que o novo seja como uma Hóstia Viva a ser recebida pelo fiel que segue sua regra fielmente até o desenrolar do momento em que comungará, ou seja, partilhará da experiência e do Corpo e Sangue de Cristo, do mundo, do Filho, da Criação, que é concebida com Amor e se estabelece como Filho através da Carne como Corpo e Sangue, como mundo, como Filho, que vive e morre para que ressuscite e volte dos mortos oferecendo a Vida Eterna a humanidade que comunga dessa experiência através da Hóstia Viva que se faz milagrosamente nas Palavras e Atitudes do Padre que é o próprio Cristo que no Amor é novamente confirmado como Cristo Crucificado nas Palavras e nas Atitudes por meio do Conhecimento ou do Pensamento, ou seja, da Voz de Deus. É o Conhecimento e o Pensamento quem despertam as mudanças comportamentais e não o comportamento, nosso organismo se comporta o tempo todo e não mudamos nosso comportamento o tempo todo, mas quando percebemos algo com o conhecimento e o pensamento mudamos o nosso comportamento, temos comportamentos internos em músculos, glândulas, órgãos e sistemas e não mudamos de comportamento público, mas quando temos uma percepção de um conhecimento e com um pensamento podemos mudar nosso comportamento, portanto aceitar as diferenças e os pensamentos e os conhecimentos torna-se aceitar a própria vida e a vida do próximo, torna-se aceitar a Hóstia Viva e o milagre de Deus, pois Deus fala através de uma Voz, a Voz de Jeová e de Jesus, inclusive pela Voz de Maria que se manifesta pela consciência, em sonhos, em pensamentos, em visões, em sinais, em mensagens, em profecias, em milagres, em testemunhos de Amor, de Graça e de Misericórdia, em testemunhos de Paz.

 

MATTANÓ

(26/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que primeiro o aluno aprende com a Caixa de Skinner a teoria behaviorista e só depois aprende o Mundo de Skinner através do conhecimento despertado pela cognição influenciada pela psicologia e pela filosofia, e até pela biologia, que por sua vez desperta a psicanálise e a psicanálise mitológica. O Mundo de Skinner, segundo Mattanó, é pois, o próprio mundo ou a própria Caixa de Skinner que representa o mundo inteiro, ou seja, como a Caixa de Skinner é o Mundo de Skinner e vice-versa.

 

MATTANÓ

(26/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que a associação entre símbolos + condensamento + deslocamento + intencionalidade + significado e sentido + Gestalt e insight + funcionalidade + conceito + contexto + conteúdo manifesto e conteúdo latente = pulsão auditiva e o normal ou transtorno mental.

 

MATTANÓ

(29/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que devemos buscar em outros períodos de nossa história ou em outros séculos a educação ou o modelo de educação que precisamos hoje para determinada camada da população que não encontramos solução educativa, como por exemplo, os mendigos, devido ao seu estado bio-psico-social, assim o modelo de educação do Brasil colônia atualizado pode nos auxiliar, pois os indivíduos, de acordo com estudos, se assemelham bio-psico-socialmente e até filosófica e espiritualmente.

 

MATTANÓ

(29/08/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes revelam o seu oposto pela exageração que não pode ser acreditada em função de seus significados e sentidos, de seus contextos, relações sociais, linguagens e insights que demonstram seu caráter de exageração pelo oposto impossibilitando ou dificultando a crença nesse chiste, pois é absurdo e incoerente, atribui um exagero que nega a possibilidade de fé nesse chiste diante de tal personagem, pois o exagero pertence a personagem em seu mundo ideal, mas não pertence ao mundo real dessa personagem que se vê em seu próprio oposto diante do chiste. Da mesma forma os chistes podem apresentar o seu oposto pela exageração dificultando a crença nesse chiste através de significados e sentidos absurdos e incoerentes, que podem surgir através da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que podem exagerar no drama de um personagem ou no avatar de um personagem negando a possibilidade de fé nesse chiste.

 

MATTANÓ

(07/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Como mostram esses exemplos, a representação pelo oposto é um instrumento da técnica do chiste usado freqüentemente e operando com grande poder. Mas há algo que não devemos desconsiderar: essa técnica não é um absoluto peculiar aos chistes. Quando Marco Antônio, após um longo discurso no Fórum onde reverteu a atitude emocional de sua audiência em relação ao cadáver de César, finalmente exclamou uma vez mais:

‘For Brutus is an honourable man…’

ele sabe que o povo agora lhe devolverá aos gritos o sentido verdadeiro de suas palavras:

‘They were traitors: honourable men!’

Ou quando Simplicissimus descreve uma coleção de incríveis exemplos de brutalidade e cinismo com expressões como ‘homens de sentimento’, isso é também uma representação pelo oposto. A única técnica que caracteriza a ironia é a representação pelo contrário. Além do mais já lemos e ouvimos falar sobre ‘chiste irônicos’. Não se pode portanto duvidar mais de que a técnica sozinha seja insuficiente para caracterizar a natureza dos chistes. Mas por outro lado, perdura como fato incontrovertido que, uma vez desfeita a técnica do chiste, este desaparece. Por enquanto podemos achar difícil pensar como podem ser reconciliados os dois pontos fixos a que chegamos na explicação dos chistes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a representação pelo oposto caracteriza a técnica da representação pelo contrário que é peculiar aos chistes irônicos.

Mattanó aponta que os chistes irônicos são construídos a partir da representação pelo contrário, pela representação pelo oposto que fundamente a sua incoerência e absurdo, a sua falta de sentido e de significado, a sua fuga da realidade, que desaparece quando a técnica do chiste é desfeita, ou seja, quando desfazemos a representação pelo contrário ou pelo oposto. Notamos que os significados e os sentidos incoerentes e absurdos que desaparecem com o cessar dessa técnica do chiste são substituídos por significados e sentidos coerentes.

 

MATTANÓ

(29/08/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud explica que a representação pelo oposto caracteriza a técnica da representação pelo contrário que é peculiar aos chistes irônicos. Da mesma forma a representação pelo oposto que é peculiar aos chistes irônicos também pode surgir no mundo e na realidade virtuais, na Palavra e na Sagrada Escritura e em suas ferramentas de trabalho.

Mattanó aponta que os chistes irônicos são construídos a partir da representação pelo contrário, pela representação pelo oposto que fundamente a sua incoerência e absurdo, a sua falta de sentido e de significado, a sua fuga da realidade, que desaparece quando a técnica do chiste é desfeita, ou seja, quando desfazemos a representação pelo contrário ou pelo oposto. Notamos que os significados e os sentidos incoerentes e absurdos que desaparecem com o cessar dessa técnica do chiste são substituídos por significados e sentidos coerentes. Da mesma forma a representação pelo contrário ou pelo oposto nos revela incoerência e absurdo que pode ser desfeita por meio da coerência, neste caso do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas de trabalho.

 

MATTANÓ

(07/08/2025)

 

 

 

 

Se a representação pelo contrário é um dos métodos técnicos dos chistes, podemos esperar que os chistes possam também fazer uso de seu oposto - a representação por alguma coisa similar ou afim. A ulterior evolução de nossa pesquisa de fato há de mostrar que esta é a técnica de um novo e particularmente compreensivo grupo de chistes conceptuais. Descreveremos a peculiaridade desta técnica muito mais apropriadamente se dissermos, ao invés da representação por alguma coisa ‘afim’, representação por algo ‘correlacionado’ ou ‘conexo’. Efetivamente começaremos por esta última característica e a descreveremos imediatamente com um exemplo.

Eis uma anedota americana: ‘Dois homens de negócio, não particularmente escrupulosos, conseguiram, por meio de uma série de empreendimentos de alto risco, acumular grande fortuna, e faziam agora sérios esforços para introduzir-se na boa sociedade. Um método, que impressionou-os como de provável êxito, era ter seus retratos pintados pelo mais famoso e mais bem pago artista da cidade, cujos quadros gozavam de alta reputação. As preciosas telas foram exibidas pela primeira vez em um grande sarau e os próprios anfitriões conduziram o crítico e connaisseur de arte mais influente até a parede de onde pendiam os retratos lado a lado, para desfrutar o seu admirado julgamento a respeito. Após estudar os trabalhos por longos instantes, o crítico balançou a cabeça como se algo estivesse faltando e indicando o espaço vazio entre os quadros, perguntou calmamente: “Mas onde está o Salvador?”’ (I.e. “Não vejo o quadro do Salvador.”)

O sentido deste comentário é claro. Tratamos ainda uma vez da questão de representar alguma coisa, que não pode ser expressa diretamente. Como ocorre esta ‘representação indireta’? Partindo da representação dada no chiste, reconstituímos o trajeto inverso através de uma série de associações e inferências facilmente estabelecíveis.

Podemos adivinhar pela pergunta ‘Onde está o Salvador? Onde a imagem do Salvador?’ que a visão dos dois quadros recordou ao locutor uma visão semelhante, familiar a ele, que incluía entretanto um elemento ora omitido - a figura do Salvador entre duas outras. Há apenas uma situação desse tipo: Cristo crucificado entre dois ladrões. Os chiste confere proeminência ao elemento omitido. A similaridade apóia-se em informação transmitida pelo chiste, as figuras pendentes à direita e à esquerda do Salvador; pode consistir apenas no fato de que os quadros pendentes das paredes são imagens de ladrões. O que o crítico pretendia dizer era simplesmente: ‘Vocês são um par de patifes’, ou, em maior detalhe: ‘Que me importam os retratos de vocês? O certo é que são uma dupla de patifes!’ E efetivamente ele termina dizendo isso através de algumas associações e inferências, utilizando o método que denominamos de ‘alusão’.

Recordemos imediatamente em que parte já deparamos com a alusão - numa conexão, a saber, com o duplo sentido. Quando dois sentidos são expressos por uma palavra, sendo um deles tão mais freqüente e usual que desde logo nos ocorre, enquanto o segundo é mais fora de mão e portanto, menos proeminente, propomos referir isto como ‘duplo sentido com uma alusão’ (ver em [1]). Em todo um conjunto de exemplos já examinados constatamos que sua técnica não era simples e percebemos agora que o fator de complicação deles era a alusão. (Veja-se, por exemplo, o chiste de inversão sobre a esposa que tem(se) dado um pouco, ganhando portanto muito dinheiro (ver em [2]) ou o chiste absurdo do homem que respondia às congratulações pelo nascimento de seu filho mais novo dizendo que era notável o que podiam realizar as mãos humanas (ver em [3]).)

Na anedota americana defrontamos uma alusão sem duplo sentido e verificamos que sua característica é a substituição por algo que lhe seja vinculado em uma conexão conceptual. Pode-se facilmente imaginar que haja mais de um tipo de conexão utilizável. A fim de que não nos percamos em um labirinto de detalhes, discutiremos apenas as variações mais marcantes, e ainda assim, apenas alguns exemplos destas.

A conexão usada para a substituição pode ser simplesmente uma semelhança fônica, de modo que essa subespécie torna-se análoga ao grupo que entre os chistes verbais compreende os trocadilhos. Aqui, no entanto, não se trata de semelhança fônica entre duas palavras, mas entre sentenças inteiras, expressões características, e assim por diante.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes podem fazer a alusão - numa conexão, a saber, com o duplo sentido. Quando dois sentidos são expressos por uma palavra, sendo um deles tão mais freqüente e usual que desde logo nos ocorre, enquanto o segundo é mais fora de mão e portanto, menos proeminente, propomos referir isto como ‘duplo sentido com uma alusão’ e/ou uma alusão sem duplo sentido e verificamos que sua característica é a substituição por algo que lhe seja vinculado em uma conexão conceptual.

Mattanó aponta que os chistes podem fazer a alusão - numa conexão, a saber, com o duplo sentido. Quando dois sentidos são expressos por uma palavra, sendo um deles tão mais freqüente e usual que desde logo nos ocorre, enquanto o segundo é mais fora de mão e portanto, menos proeminente, propomos referir isto como ‘duplo sentido com uma alusão’ e/ou uma alusão sem duplo sentido e verificamos que sua característica é a substituição por algo que lhe seja vinculado em uma conexão conceptual. Esta conexão por conceito ou conceptual se realiza pelo conceito produzido pela técnica do chiste; e a conexão pelo duplo sentido se realiza pelos significados e pelos sentidos absurdos e incoerentes produzidos pela técnica do chiste.

Mattanó aponta que há outro tipo de conexão do chiste, a conexão pela pulsão auditiva que ocorre através da associação entre símbolos + condensamento + deslocamento + intencionalidade + significado e sentido + Gestalt e insight + funcionalidade + conceito + contexto + conteúdo manifesto e conteúdo latente = pulsão auditiva e o normal ou transtorno mental, que produzem um chiste característico, com características próprias, da pulsão auditiva de Mattanó.

 

 

MATTANÓ

(29/08/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes podem fazer a alusão - numa conexão, a saber, com o duplo sentido. Quando dois sentidos são expressos por uma palavra, sendo um deles tão mais freqüente e usual que desde logo nos ocorre, enquanto o segundo é mais fora de mão e portanto, menos proeminente, propomos referir isto como ‘duplo sentido com uma alusão’ e/ou uma alusão sem duplo sentido e verificamos que sua característica é a substituição por algo que lhe seja vinculado em uma conexão conceptual. Esta conexão por conceito ou conceptual se realiza pelo conceito produzido pela técnica do chiste; e a conexão pelo duplo sentido se realiza pelos significados e pelos sentidos absurdos e incoerentes produzidos pela técnica do chiste. Da mesma forma o duplo sentido obtido pela técnica do chiste revela absurdo e incoerência em sua conexão conceptual, assim também ocorre com o mundo e a realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura e as suas ferramentas de trabalho.

Mattanó aponta que há outro tipo de conexão do chiste, a conexão pela pulsão auditiva que ocorre através da associação entre símbolos + condensamento + deslocamento + intencionalidade + significado e sentido + Gestalt e insight + funcionalidade + conceito + contexto + conteúdo manifesto e conteúdo latente = pulsão auditiva e o normal ou transtorno mental, que produzem um chiste característico, com características próprias, da pulsão auditiva de Mattanó. Da mesma forma este tipo de conexão do chiste ocorre com a realidade e o mundo virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura e com suas ferramentas de trabalho que são os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.

 

MATTANÓ

(07/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Por exemplo, Lichtenberg cunhou esse dito: ‘Novos balneários tratam bem’ que evoca-nos imediatamente o provérbio: ‘Novas vassouras varrem limpo’. As duas expressões partilham a palavra inicial e algumas mediais tanto quanto a estrutura inteira da sentença. Não há dúvida de que a sentença tenha se introduzido na cabeça do espirituoso filósofo como imitação do provérbio familiar. Assim o dito de Lichtenberg torna-se uma alusão ao provérbio. Através dessa alusão alguma coisa é sugerida mas não dita diretamente - a saber, que algo mais é responsável pelos efeitos produzidos pelos balneários além das características invariantes das fontes termais.

Uma solução técnica semelhante aplica-se a outra pilhéria (Scherz] ou chiste [Witz] de Lichtenberg: ‘Uma garota de mais ou menos doze Moden [modas]!’ Isto soa semelhante a ‘doze Monden [luas]’, i.e., meses, o que pode ter sido originalmente um deslize na grafia dessa última expressão, permissível em poesia. Mas também faz sentido usar a mutante moda ao invés da mutante lua como um método de determinação da idade de uma mulher.

A conexão pode também consistir na similaridade, exceto por uma ‘leve modificação’. Assim, essa técnica é também paralela a uma técnica verbal (ver em [1]). Ambas as espécies de chiste produzem quase a mesma impressão, mas podem ser mais bem distinguidas uma das outras se consideramos os processos de elaboração do chiste.

Eis um exemplo de chiste verbal ou trocadilho desse tipo: Maria Wilt era uma grande cantora, famosa pela extensão não apenas de sua voz. Sofreu a humilhação de que o título de uma peça teatral, baseada em famosa novela de Júlio Verne, aludisse a sua deselegante figura: ‘A volta a Wilt em oitenta dias’.

Ou: ‘Uma rainha por braça’, modificação do conhecido dito de Shakespeare ‘Um rei por polegada’. A alusão a esta citação foi feita com referência a uma aristocrática e altíssima dama. Não se poderia objetar seriamente a que alguém desejasse incluir tal chiste entre as ‘condensações acompanhadas de modificações como substitutivo’. (Ver ‘tête-à-tête‘, em [1].)

Um amigo disse de alguém de olhar muito arrogante mas obstinado na perseguição de seus objetivos: ‘Er hat ein Ideal vor dem Kopf [Tem um ideal à frente de sua cabeça]’. A expressão corrente é: ‘Ein Brett vor dem Kopf haben’ [literalmente, ‘ter uma parede à frente da cabeça’ - ‘ser obtuso’]. A modificação alude a essa expressão e utiliza seu sentido para seus próprios propósitos, Aqui, uma vez mais, podia-se descrever a técnica como ‘condensação com modificação’.

É quase impossível distinguir entre ‘alusão através de modificação’ e ‘condensação com substituição’, se a modificação se limita a uma mudança de letras. Por exemplo: ‘Dichteritis‘.Esta alusão ao flagelo da ‘Diphteritis [difteria]’ representa como um outro mal público a autoridade (quando exercida) por pessoas desqualificadas.

As partículas negativas fazem alusões muito nítidas à custa de leves alterações:

‘Spinoza, meu companheiro de descrença, diz Heine. ‘Nös, por desgraça de Deus, trabalhadores, servos, negros, vilões…’ é como Lichtenberg faz iniciar-se um manifesto (que ele não desenvolve além) desses infortunados - os quais decerto não têm mais direito a esse título que os reis e príncipes na sua forma não-modificada.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud distingue alusão através de modificação e condensação com substituição, explicando que a modificação se limita a uma mudança de letras; a modificação alude a essa expressão e utiliza seu sentido para seus próprios propósitos; na alusão alguma coisa é sugerida mas não dita diretamente.

Mattanó aponta que podemos distinguir alusão através de modificação e condensação com substituição, explicando que a modificação se limita a uma mudança de letras; a modificação alude a essa expressão e utiliza seu sentido para seus próprios propósitos; na alusão alguma coisa é sugerida mas não dita diretamente. Na modificação podemos verificar a troca, a inversão ou a aglutinação de letras.

 

MATTANÓ

(31/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que a teoria freudiana sobre os símbolos sexuais corresponde a teoria mattanoniana sobre os símbolos dos traumas sexuais e da loucura, pois os símbolos sexuais freudianos não produzem consciência, esclarecimento e saúde-mental, mas loucura e mal-estar mental, insanidade mental devido a inconsistência de suas formas e ideias, ou gestalts e insights e sua funcionalidade resolvida no contexto que se apóia na linguagem e nas relações sociais.

 

MATTANÓ

(31/08/2020)

 

 

Mattanó aponta que é possível ter paz e ter luz no comportamento sexual e na masturbação se houver Amor, em primeiro lugar a Deus e em segundo lugar, ao próximo como a ti mesmo, e encarar o sexo e a masturbação com paz, luz e Amor, mesmo que seja uma Cruz de fogo.

 

MATTANÓ

(01/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que o uso da telepatia pode provocar acidentes como o uso de fogo e de armas de fogo que causam incêndios e mortes, destruindo o meio ambiente e famílias, além de vidas e patrimônios, carreiras, profissões e escolas, universidades, organizações e instituições.

 

MATTANÓ

(01/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que para liberar a ¨energia¨ das couraças podemos substituir o sexo e o orgasmo sexual pela masturbação e o orgasmo masturbatório, pelos jogos e fetiches sexuais, pela sedução consciente e/ou inconsciente e/ou pela castidade e encontrar um significado e um sentido para o Amor e o Corpo, pela Comunhão e pela Segurança, de modo que as couraças substituam suas fixações por liberação e um fluir de energia através delas, não mais criando dificuldades comportamentais, psíquicas, sociais e energéticas para o indivíduo.

 

MATTANÓ

(03/09/2020)

 

 

Mattanó denuncia que na época em que foi abusado e explorado sexualmente, inclusive seduzido na FEFI, o Colégio São Paulo participava dos desfiles de 7 de setembro na cidade de Londrina que eram realizados na avenida Higienópolis, ele ficava sempre entre os primeiros e em destaque no desfile, sua mãe e avó materna acompanhavam o desfile presencialmente, ele se pergunta? Como deixaram um Colégio que abusava e explorava, que seduzia menores sexualmente, participar de desfiles de 7 de setembro? Quem convidou o Colégio São Paulo e como se deu isto? Quem participou disto? E o porque disto? Como é que a Polícia que participava desses desfiles deixava isso acontecer comigo e com as outras vítimas de crimes sexuais? Porque deixaram levar eu e outras crianças, alunos, no aeroporto para conhecer e visitar o Hércules, aeronave da aeronáutica, enquanto eu era aluno do Colégio São Paulo? Porque deixaram visitar a Coca-cola e a TV Tropical onde fui conhecer o político Paulo Maluf que apertou a minha mão e perguntou quem era eu para o dono do Colégio São Paulo?

 

MATTANÓ

(07/09/2020)

 

 

Mattanó denuncia para as autoridades e escreve as Técnicas de Controle ou Manejo da Lavagem Cerebral (2020):

Teoria da Abundância:
Nesta técnica o indivíduo se vê como uma célula ou como uma Hóstia Viva que age milagrosamente através da sua consciência que se movimenta pela atenção e pela intenção sem mais ser controlado por regras, pela literalidade, pelo controle e pelas razões, nem mesmo pelo S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, simbologia, inconsciente, significados e sentidos, conceitos e contextos, interpretações, mas pela liberdade para se viver e para se ensinar a viver, assim o indivíduo aprende que ele não é o estímulo, nem a resposta e nem a consequência.

Teoria do Niilismo:
Nesta técnica o indivíduo aprende a nomear seus repertórios indesejáveis ou que não fazem significado e nem sentido adequado como niilistas, ou seja, sem significados e sem sentidos para ele, comportamento que desfaz a lavagem cerebral impedindo-a pelo nada, pois a lavagem cerebral, tenta, pois construir redes de significados e de sentidos distorcidos e insanos que levam a loucura e a criminalidade, assim através do niilismo o indivíduo anula esse comportamento quantas vezes necessitar.

Teoria do Avatar:
Nesta técnica o indivíduo aprende a criar Avatares que o ajudarão a lidar e a dar um destino final para a lavagem cerebral ou para o comportamento de lavagem cerebral quando ele for desencadeado, criando-se assim, por exemplo, um Avatar de Lixo onde descartamos esses comportamentos indesejados, abrindo mão deles e criando liberdade para nos comportarmos no meio ambiente, ou seja, sempre jogamos no lixo o que não tem utilidade ou o que não presta, como por exemplo, a lavagem cerebral.

Teoria da Resignificação:

Nesta técnica o indivíduo aprende a resignificar o que está mal significado por causa da aprendizagem e da lavagem cerebral, o indivíduo percebe que é capaz de retirar um significado insano e colocar um outro significado sadio nas palavras que percebe e decodifica, ele percebe que é capaz de fazer uma recodificação.

Teoria do Prazer e da Realidade:
Nesta técnica o indivíduo aprende que o princípio do prazer pode leva-lo a loucura e a lavagem cerebral e que o princípio da realidade é capaz de fazê-lo voltar ou permanecer na sanidade mental, mesmo abordando o princípio do prazer e assim a lavagem cerebral e a loucura, o princípio da realidade permite ao indivíduo regressar ao mundo real.

Teoria do Conhecimento:
Nesta técnica o indivíduo aprende que a lavagem cerebral é apenas um conhecimento ou

uma forma de conhecimento, pois, trata-se de um mundo verbal encoberto muitas vezes e noutras vezes de um mundo verbal público, ambos produzem loucura e insanidade, porém como uma forma de conhecimento, pois também produz conhecimento, Ciência e Educação, História, Psicologia, Psicanálise, Comunicação, Arte e Filosofia.

Com estas Técnicas de Mattanó para lidar e manejar a lavagem cerebral podemos descobrir quem participa, pratica, faz, comanda, organiza, gerencia, direciona, dá ordens sobre este comportamento de lavagem cerebral, ou seja, quem tem interesse nesse comportamento na televisão, nos mass mídias, nas cidades, no resto do mundo, na saúde, na política, na segurança, na justiça, na comunicação, na população e nas comunidades, no trabalho, nas famílias e nas empresas e organizações, entre os artistas e atletas, entre os religiosos e poder solucionar este problema, quem está torturando, roubando e assassinando a população e os trabalhadores, as famílias, quem está praticando tentativas de feminicídio e de infanticídio, pedofilia, extorsão, vingança e estupro, estupro virtual, violação da intimidade e da privacidade, furto a residência, curandeirismo e charlatanismo, terrorismo e periclitação da vida e da saúde! Que haja saúde e justiça para todos!

 

MATTANÓ

(08/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud distingue alusão através de modificação e condensação com substituição, explicando que a modificação se limita a uma mudança de letras; a modificação alude a essa expressão e utiliza seu sentido para seus próprios propósitos; na alusão alguma coisa é sugerida mas não dita diretamente. Da mesma forma a modificação e a alusão podem ocorrer no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

Mattanó aponta que podemos distinguir alusão através de modificação e condensação com substituição, explicando que a modificação se limita a uma mudança de letras; a modificação alude a essa expressão e utiliza seu sentido para seus próprios propósitos; na alusão alguma coisa é sugerida mas não dita diretamente. Na modificação podemos verificar a troca, a inversão ou a aglutinação de letras. Do mesmo modo podemos ter a modificação e a alusão como eventos virtuais através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas que podem incluir as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como  os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(11/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Finalmente, uma outra espécie de alusão consiste na ‘omissão’, comparável à condensação sem formação de substitutivo. Na verdade omite-se algo em toda alusão, ou seja, o processo dedutivo leva à alusão. Só depende de que a coisa mais óbvia na verbalização da alusão ou do substitutivo que preenche parcialmente a lacuna seja a própria lacuna. Assim, uma série de exemplos nos faria retornar da ostensiva omissão à alusão propriamente dita.

A omissão sem substitutivo é apresentada no seguinte exemplo: Há um espirituoso e agressivo jornalista em Viena, cujas mordazes invectivas já o levaram várias vezes a ser agredido fisicamente pelos objetos de seu ataque. Em certa ocasião, quando comentava-se novo crime cometido por um de seus opositores habituais, alguém exclamou: ‘Se X ouve isso, terá seus ouvidos socados novamente’. A técnica desse chiste inclui em primeiro lugar o desconcerto diante desse aparente nonsense, já que é impossível entendermos como é que ‘ter os ouvidos socados’ possa ser a conseqüência imediata de se ter ouvido alguma coisa. O absurdo do comentário desaparece se inserimos na lacuna: ‘ele escreverá um artigo tão caústico sobre o homem que… etc’. A alusão por meio da omissão, combinada com o nonsense, são conseqüentemente os métodos técnicos usados nesse chiste.

‘Ele tanto se exalta que o preço do incenso está subindo.’ (Heine.) Esta lacuna é fácil de preencher. O que foi omitido é substituído por uma inferência que reconduz então ao que fora omitido na forma de uma alusão: ‘o autor-louvor cheira mal’.

E agora. outra vez, o chiste dos dois judeus fora de uma casa de banho, quando um deles suspira: ‘Mais um ano que se foi!’

 

Tais exemplos não nos deixam dúvida de que a omissão integre a alusão.

Há ainda uma lacuna bem nítida a ser considerada no nosso próximo exemplo, embora se trate de um chiste autêntico e corretamente alusivo. Depois de um carnaval de artistas em Viena circulou um livro de pilhérias, entre as quais figurava o seguinte epigrama.

‘Uma esposa é como um guarda-chuva. Mais cedo ou mais tarde toma-se um táxi.’

Um guarda-chuva não é proteção suficiente contra a chuva. O ‘mais cedo ou mais tarde’ só pode significar ‘se a chuva aumenta’ e o táxi é um veículo público. Já que nos interessa aqui apenas a forma da analogia, adiaremos o exame mais detalhado desse chiste para um momento posterior. [Ver em [1].]

O ‘Bäder von Lucca’ de Heine contém um regular vespeiro das mais picantes alusões e faz uso muitíssimo engenhoso dessa forma de chiste para propósitos polêmicos (contra o Conde Platen). Bem antes que o leitor possa suspeitar do que está em andamento, prenuncia um tema particular, peculiarmente pouco adaptado à representação direta, através de alusões a material da espécie mais variada - seja por exemplo as contorções verbais de Hirsch-Hyacinth: ‘Você é gordo e eu magro demais; você tem muita imaginação e eu todo o senso para negócios; eu sou um prático e você um diarrheticus; em suma, você é meu absoluto antipodex‘. ‘- Vênus Urinia’ - ‘a gorda Gudel von Dreckwall’ de Hamburgo e assim por diante. No que segue, os eventos descritos pelo autor tomam uma feição que à primeira vista parece simplesmente demonstrar sua maligna disposição mas logo revelam sua relação simbólica com o propósito polêmico (do autor) ao mesmo tempo que mostram-se alusivos. Finalmente explode o ataque a Platen e daí por diante jorram alusões ao tema (com o qual já fomos familiarizados) do amor do Conde por homens, alusões que transbordam em cada sentença do ataque de Heine aos talentos e ao caráter de seu adversário. Por exemplo:

‘Mesmo se as Musas não o favorecem, tem o Gênio do Idioma em seu poder, ou antes, sabe como violentá-lo. Pois não possui o livre amor desse Gênio: deve incessantemente perseguir também a esse jovem e saber como captar-lhe unicamente as formas externas, que a despeito de suas curvas adoráveis, nunca falam com nobreza.’

‘Ele é como a avestruz que se acredita bem escondida se mete sua cabeça na areia, deixando visível apenas o traseiro. Nossa nobre ave faria melhor escondendo seu traseiro na areia e mostrando-nos a cabeça.’

A alusão é talvez o método do chiste mais comum e mais facilmente controlável, estando talvez no fundo da maior parte dos efêmeros chistes que costumamos urdir em nossas conversações e que não tolerariam ser transplantados do solo original e mantidos isoladamente. Mas isso precisamente nos lembra de novo o fato que começara a nos intrigar ao considerarmos a técnica dos chistes. Uma alusão em si não constitui um chiste; há alusões corretamente construídas que não reclamam tal caráter. Só as alusões que o possuam podem ser descritas como chistes. Assim, o critério dos chistes, que temos perseguido através de sua técnica, escapa-nos mais uma vez.

Tenho descrito ocasionalmente a alusão como uma ‘representação indireta’ e podemos agora observar que as várias espécies de alusão, juntamente com a representação pelo oposto e outras técnicas que ainda vão ser mencionadas, poderiam se reunir em um único grande grupo para o qual o nome mais compreensivo seria o de ‘representação indireta’. ‘Raciocínio falho’, ‘unificação’ e ‘representação indireta’ - eis então os rótulos sob os quais podemos classificar aquelas técnicas de chistes conceptuais que viemos a conhecer.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a alusão é uma forma de chiste que faz sua representação indiretamente, como pelo seu oposto, pela unificação, pela omissão através de uma substituição, omite-se algo em toda alusão, uma alusão em si não constitui um chiste, para que uma alusão seja um chiste ela deve ser elaborada e construída através de sua técnica.

Mattanó aponta que a alusão é uma forma de chiste que faz sua representação indiretamente, como pelo seu oposto, pela unificação, pela omissão através de uma substituição, omite-se algo em toda alusão, uma alusão em si não constitui um chiste, para que uma alusão seja um chiste ela deve ser elaborada e construída através de sua técnica. Cada técnica de um chiste produz um significado e um sentido característico ou particular.

 

MATTANÓ

(08/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que tatear e rastrear virtualmente não podem ser considerados crime, mas comportamentos encobertos! Noutras palavras: pensar virtualmente não pode ser considerado crime, pois este pensamento é elaborado e construído a partir de tatos e de rastrores, de regras e de modelagem do comportamento, é realidade psíquica e vaga entre o princípio do prazer e o princípio da realidade, tornando este comportamento virtual apenas um comportamento encoberto que se inicia no processo primário, onde não há retardamento da descarga da energia psíquica, passando com o aprendizado a retardar a resposta, ou seja, a pensar, a tatear e a rastrear e assim a substituir a descarga de uma resposta primária para uma resposta secundária, provavelmente consciente; a realidade virtual primária é inconsciente e a realidade virtual secundária é consciente, pois é um substituto da primária que é inconsciente.

 

MATTANÓ

(09/09/2020)

 

 

Mattanó denuncia para as autoridades e escreve as Técnicas de Controle ou Manejo da Lavagem Cerebral (2020):

Teoria da Abundância:
Nesta técnica o indivíduo se vê como uma célula ou como uma Hóstia Viva que age milagrosamente através da sua consciência que se movimenta pela atenção e pela intenção sem mais ser controlado por regras, pela literalidade, pelo controle e pelas razões, nem mesmo pelo S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, simbologia, inconsciente, significados e sentidos, conceitos e contextos, interpretações, mas pela liberdade para se viver e para se ensinar a viver, assim o indivíduo aprende que ele não é o estímulo, nem a resposta e nem a consequência.

Teoria do Niilismo:
Nesta técnica o indivíduo aprende a nomear seus repertórios indesejáveis ou que não fazem significado e nem sentido adequado como niilistas, ou seja, sem significados e sem sentidos para ele, comportamento que desfaz a lavagem cerebral impedindo-a pelo nada, pois a lavagem cerebral, tenta, pois construir redes de significados e de sentidos distorcidos e insanos que levam a loucura e a criminalidade, assim através do niilismo o indivíduo anula esse comportamento quantas vezes necessitar.

Teoria do Avatar:
Nesta técnica o indivíduo aprende a criar Avatares que o ajudarão a lidar e a dar um destino final para a lavagem cerebral ou para o comportamento de lavagem cerebral quando ele for desencadeado, criando-se assim, por exemplo, um Avatar de Lixo onde descartamos esses comportamentos indesejados, abrindo mão deles e criando liberdade para nos comportarmos no meio ambiente, ou seja, sempre jogamos no lixo o que não tem utilidade ou o que não presta, como por exemplo, a lavagem cerebral.

Teoria da Resignificação:

Nesta técnica o indivíduo aprende a resignificar o que está mal significado por causa da aprendizagem e da lavagem cerebral, o indivíduo percebe que é capaz de retirar um significado insano e colocar um outro significado sadio nas palavras que percebe e decodifica, ele percebe que é capaz de fazer uma recodificação.

Teoria do Prazer e da Realidade:
Nesta técnica o indivíduo aprende que o princípio do prazer pode leva-lo a loucura e a lavagem cerebral e que o princípio da realidade é capaz de fazê-lo voltar ou permanecer na sanidade mental, mesmo abordando o princípio do prazer e assim a lavagem cerebral e a loucura, o princípio da realidade permite ao indivíduo regressar ao mundo real.

Teoria do Conhecimento:
Nesta técnica o indivíduo aprende que a lavagem cerebral é apenas  um  conhecimento ou

uma forma de conhecimento, pois, trata-se de um mundo verbal encoberto muitas vezes e noutras vezes de um mundo verbal público, ambos produzem loucura e insanidade, porém como uma forma de conhecimento, pois também produz conhecimento, Ciência e Educação, História, Psicologia, Psicanálise, Comunicação, Arte e Filosofia.

Teoria da Interpretação:

Nesta técnica o indivíduo interpreta a língua e a linguagem do codificador de forma assertiva e sem ruídos, possibilitando o entendimento da comunicação e negando a lavagem cerebral.

Teoria do Não:

Nesta técnica o indivíduo apresenta como resposta para a lavagem cerebral o ¨não¨ impedindo a continuidade desse comportamento e assim da lavagem cerebral criando uma extinção desse comportamento de lavagem cerebral, de seus significados e sentidos, conceitos e contextos.

Teoria da Não-aceitação:

Nesta técnica o indivíduo apresenta como resposta a não-aceitação da lavagem cerebral, dos seus estímulos, respostas e consequências, impedindo o reforço da mesma e a continuidade dela, extinguindo-a, e aos seus significados, sentidos, conceitos e contextos.

Com estas Técnicas de Mattanó para lidar e manejar a lavagem cerebral podemos descobrir quem participa, pratica, faz, comanda, organiza, gerencia, direciona, dá ordens sobre este comportamento de lavagem cerebral, ou seja, quem tem interesse nesse comportamento na televisão, nos mass mídias, nas cidades, no resto do mundo, na saúde, na política, na segurança, na justiça, na comunicação, na população e nas comunidades, no trabalho, nas famílias e nas empresas e organizações, entre os artistas e atletas, entre os religiosos e poder solucionar este problema, quem está torturando, roubando e assassinando a população e os trabalhadores, as famílias, quem está praticando tentativas de feminicídio e de infanticídio, pedofilia, extorsão, vingança e estupro, estupro virtual, violação da intimidade e da privacidade, furto a residência, curandeirismo e charlatanismo, terrorismo e periclitação da vida e da saúde! Que haja saúde e justiça para todos!

 

MATTANÓ

(09/09/2020)

 

 

Mattanó relata que entre 1989 e 2020 sofreu lavagem cerebral com o álbum do Pink Floyd ¨The dark side of the moon¨ que na faixa ¨the great gig in the sky¨ adquiriu o comportamento de imaginar paralelamente a lavagem cerebral e ao conhecimento telepático, o comportamento de interpretar a vocalização da cantora como sendo um orgasmo que terminava com um estrangulamento ou coisa parecida, e na faixa ¨money¨ a ideia era sobre o meu tio Manoel quando interpretava ao invés de Money por Mané, e na faixa ¨us and them¨ havia racismo com lavagem cerebral em meu conhecimento com exposição e interferência telepática no trecho ¨black and blue¨ que eu interpretava ¨preto e azul ou azulão¨ como falavam Os Trapalhões na época sobre os negros, especificamente, para o Mussum que eu era e sou fã desde criança (ainda me lembro disto!). Então em 1992 a Rede Globo exibiu As Noivas de Copacabana onde no meio de um orgasmo ou coisa parecida o ator estrangulava suas noivas, também em 1992 ficou na minha mente em 7 de outubro de 1992 o crime do Presídio do Carandirú em São Paulo e eu ouvi ameaças de morte seu eu contasse isto para quem quer que seja desde 7 de outubro de 1992 que era aniversário da estagiária de Psicologia que me atendia na Clínica Psicológica da UEL e era aniversário da UEL.

Atrapalhar e interferir na transferência e na contra-transferência com telepatia policial ou judiciária deve constituir crime pois altera a análise e o trabalho clínico, altera a saúde do cliente e do psicoterapeuta, inclusive do aluno e do profissional – assim as polícias e os Governos ou autoridades estão contribuindo para incriminar os profissionais da saúde, seus docentes, pesquisadores e alunos e inclusive toda a clienté-la, quando atrapalham e interferem na transferência e na contra-transferência do inconsciente (segundo os Psicanalistas) e do comportamento (segundo os Behavioristas). Pois modificam e tornam agressivo e despersonalizado o inconsciente, a mente e o comportamento de cada um deles com a lavagem cerebral, a técnica da telepatia e do conhecimento, a extorsão, a vingança e o estupro virtual, podendo gerar depressão e casos de suicídio, de pânico, obesidade, diabetes mielitus e de psicose, e até de psicopatias e acidentes seguidos de mortes ou mesmo confusões, rixas e muita violência e terror para as vítimas desse crime.

 

MATTANÓ

(12/09/2020)

 

 

 

Mattanó aponta que o termo liberdade de pensamento requer grande importância e estudo, pois detém em si a consciência, o inconsciente, o pré-consciente e o subconsciente, os significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, comportamentos, simbologias, topografias, intensidades, magnitudes, amplitudes, latências, frequências, relações sociais, gestalts e insights,  desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, efeito despertador, chistes, lapsos de linguagem, fantasias, esquecimentos, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, afetividade, mundo virtual, espiritualidade, mundo cósmico, os arquétipos, homeostase, imunidade, conclusões e interpretações. A liberdade de pensamento não constitui apenas uma legalidade, mas um estado fisiológico, psicomotor, de desenvolvimento, de amadurecimento e de crescimento, de mielinização, de constituição e construção do mapa cognitivo, dos caminhos cognitivos, de assimilação e de acomodação, de desequilíbrio cognitivo, de esquemas de reforçamento, de condicionamento e de extinção comportamental que incluem eventos como a recuperação espontânea, a generalização e a discriminação, a equivalência de estímulos e os quadros relacionais que por sua vez tornam o comportamento cada vez mais elaborado e complexo, tanto encobertamente, como pensamento, conhecimento e mundo virtual ou publicamente, como palavras, comportamento verbal e manifesto, revelando que existem cadeias de comportamentos encobertos e públicos, e que em função disto torna-se impossível discriminar com exatidão o ponto inicial de um comportamento encoberto ou de um pensamento, pois é fato que todo pensamento deriva de algum outro pensamento anterior, ou seja, de cadeias de comportamentos encobertos que se cruzam com comportamentos públicos ciclicamente ou variavelmente, revelando que um comportamento encoberto como um pensamento ou responde a lei da funcionalidade S – R – C, que por sua vez se desmancha quando é investigada a partir dos significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, comportamentos, simbologias, topografias, intensidades, magnitudes, amplitudes, latências, frequências, relações sociais, gestalts e insights,  desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, efeito despertador, chistes, lapsos de linguagem, fantasias, esquecimentos, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, afetividade, mundo virtual, espiritualidade, mundo cósmico, os arquétipos, homeostase, imunidade, conclusões e interpretações, pois perde a sua função e torna-se um modelo de amplificação da funcionalidade, do S – R – C, segundo Mattanó. E este modelo de amplificação da funcionalidade só se explica com o S inicial ou original que desencadeou estas outras respostas, lá no passado, na história de vida do organismo, no seu aprendizado e construção do seu mapa cognitivo.

 

MATTANÓ

(13/09/2020)

 

 

Mattanó especula que o cérebro pode fazer uma digestão intracelular, como a do lisossoma,  ou uma digestão de tudo o que encontra e consome, recebendo, processando e devolvendo para fora o que lhe fora estimulado, como um tecido digestivo especializado, através dos neurônios, pois o cérebro é como um músculo, assim como o estômago e secreta substâncias ao serem estimuladas através das sinapses.

 

MATTANÓ

(14/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a alusão é uma forma de chiste que faz sua representação indiretamente, como pelo seu oposto, pela unificação, pela omissão através de uma substituição, omite-se algo em toda alusão, uma alusão em si não constitui um chiste, para que uma alusão seja um chiste ela deve ser elaborada e construída através de sua técnica. Cada técnica de um chiste produz um significado e um sentido característico ou particular. Da mesma forma a alusão pode construir um chiste quando feita de acordo com regras e técnicas, pela unificação, pelo seu oposto e indiretamente, pela omissão através de uma substituição através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, por exemplo.

 

MATTANÓ
(11/08/2025)

 

 

 

 

 

Se examinamos um pouco mais nosso material, parecemos reconhecer uma nova subespécie de representação indireta que só pode ser caracterizada precisamente através dos poucos exemplos que podem ser aduzidos. Trata-se da representação de algo pequeno ou mesmo muito pequeno - que efetua a tarefa de dar expressão completa a uma característica inteira através de um insignificante detalhe. Esse grupo pode ser agregado à classificação de ‘alusão’, se tivermos em mente que a pequenez é relacionada ao que deve ser representado, verificando-se pois proceder dele. Por exemplo:

‘Um judeu da Galícia viajava de trem. Ajeita-se confortavelmente, desabotoando seu capote e colocando os pés sobre o banco. Nesse momento um cavalheiro em trajes modernos entrou no aposento. O judeu prontamente recompôs-se e assumiu uma postura adequada. O estranho folheou as páginas de um caderno, fez alguns cálculos, refletiu por um momento e então, subitamente, perguntou ao judeu: “Desculpe-me, mas quando é o Yom Kippur?” (o Dia da Expiação). “Ora!” exclamou o judeu e colocou de novo os pés no banco antes de responder.’

Não se pode negar que essa representação por uma minúcia relaciona-se à ‘tendência à economia’ que nos é aqui deixada como último elemento comum após nossa investigação da técnica verbal (ver em [1]).

Eis um exemplo muito semelhante:

‘O médico a cujos cuidados se confiou a Baronesa em sua gravidez, anunciou que ainda não chegara o momento de dar à luz e sugeriu ao Barão que enquanto esperavam jogassem cartas no cômodo vizinho. Após um momento, um grito de dor da Baronesa feriu os ouvidos dos dois homens: “Ah, mon Dieu, que je souffre!” Seu marido levantou-se de um salto mas o médico fez-lhe sinal que se assentasse: “Não é nada. Vamos continuar com o jogo!” Pouco depois, novos brados da mulher grávida: “Mein Gott, mein Gott, que dores terríveis?” - “Não vai entrar, Professor?”, perguntou o Barão. “Não, não. Ainda não é a hora.” Finalmente chegou da porta próxima um inconfundível grito de “Ai, ai, ai!”. O doutor largou as cartas e exclamou: “Agora é a hora.”’

Este bem-sucedido chiste demonstra duas coisas pela modificação gradual do caráter dos gritos de dor emitidos por uma aristocrática dama na hora do parto. Mostra também como a dor faz com que a natureza primitiva irrompa entre as diversas camadas de verniz de educação e como uma decisão importante pode ser adequadamente tomada na dependência de um fenômeno aparentemente trivial.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a dor rompa a natureza trivial dos chistes, por exemplo, na hora de um parto, os chistes que são produzidos pelo princípio do prazer, são substituídos pelo princípio de realidade.

Mattanó aponta que a dor pode romper a natureza trivial dos chistes, por exemplo, na hora de um parto, os chistes que são produzidos pelo princípio do prazer, são substituídos pelo princípio de realidade, inclusive seus muitos significados e sentidos, e contextos, comportamentos, são substituídos por conceitos.

 

MATTANÓ

(14/09/2020)

 

 

Mattanó especula que o DNA é influenciado e modificado por ação do psicológico, do somático e do homeostático do indivíduo.

 

MATTANÓ

(16/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que o comportamento virtual de uma criança é igual ao comportamento virtual de um adulto em sua funcionalidade, S – R – C, contudo no modelo de amplificação da funcionalidade esse comportamento virtual da criança torna-se ingênuo e incapaz diante do comportamento do adulto, na amplificação da funcionalidade analisamos os significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, comportamentos, simbologias, topografias, intensidades, magnitudes, amplitudes, latências, frequências, relações sociais, gestalts e insights,  desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, efeito despertador, chistes, lapsos de linguagem, fantasias, esquecimentos, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, afetividade, mundo virtual, espiritualidade, mundo cósmico, os arquétipos, homeostase, imunidade, conclusões e interpretações.

 

MATTANÓ

(16/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a dor pode romper a natureza trivial dos chistes, por exemplo, na hora de um parto, os chistes que são produzidos pelo princípio do prazer, são substituídos pelo princípio de realidade, inclusive seus muitos significados e sentidos, e contextos, comportamentos, são substituídos por conceitos. Da mesma forma a dor pode romper a trivialidade dos chistes, por exemplo, num flagelamento virtual, através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ
(11/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

Há um outro tipo de representação indireta utilizada pelos chistes, a saber, a ‘analogia’. Deixamos para tratá-la só agora porque sua consideração defronta-se com novas dificuldades, ou ao menos evidencia particularmente dificuldades que até agora só emergiram em outras conexões. Já admitimos que em alguns dos exemplos examinados não pudemos expulsar uma dúvida quanto a sua inequívoca consideração como chistes (ver em [1] e [2]); tal incerteza, já o reconhecemos, solapa seriamente as bases de nossa investigação. Estou certo de que a incerteza não ocorre mais intensa ou mais freqüentemente que nos chistes por analogia. Há uma sensação - provavelmente verdadeira para grande número de outras pessoas sujeitas às mesmas condições - que nos diz ‘este é um chiste, posso dizer que este é um chiste’ mesmo antes que tenha sido descoberta a oculta natureza essencial dos chistes. Tal sentimento deixa-nos em apuros mais freqüentemente no caso das analogias chistosas. Se começamos por qualificar sem hesitação uma analogia como sendo um chiste, logo após parecemos notar que o deleite por ela proporcionado é de uma qualidade diferente daquele que costumamos derivar do chiste. E o fato de as analogias chistosas só raramente provocarem a explosão do riso que assinala um bom chiste, deixa-me impossibilitado de resolver essa dúvida da maneira habitual; limito-me aos exemplos melhores, mais efetivos, da espécie.

É fácil demonstrar que há exemplos de analogias, efetivos e notavelmente refinados, que em absoluto se nos apresentam como chistes. É o caso da sutil analogia entre a ternura de Ottilie e o fio vermelho da armada inglesa (ver em [1]). Não posso deixar de citar, no mesmo sentido, outro exemplo que não me canso de admirar e cujo efeito sobre mim não cessa de crescer. É a analogia com a qual Ferdinand Lassalle termina uma de suas famosas defesas (‘A Ciência e os Trabalhadores’): ‘A um homem como esse que eu lhes mostrei, que devotou sua vida ao lema “A Ciência e os Trabalhadores”, sua condensação não importaria mais que a explosão de uma retorta a um químico absorto em seus experimentos científicos. Tão logo passe a interrupção, com um leve franzir de sobrancelhas a propósito da rebeldia de seu material, ele voltará calmamente a suas pesquisas e a seus trabalhos’.

Uma rica seleção das analogias chistosas e hábeis encontra-se entre os escritos de Lichtenberg (segundo volume da edição Gottingen de 1853) e daí tomarei material para nossa investigação.

‘É quase impossível atravessar uma multidão portando a tocha da verdade sem chamuscar a barba de alguém.’

Sem dúvida essa sentença parece ser um chiste; entretanto, com um exame mais detalhado, notamos que o efeito chistoso não procede da própria analogia mas de uma característica subsidiária. ‘A tocha da verdade’ não é uma analogia nova e sim difundida há muito tempo, estando, pois, reduzida a um clichê - como sempre ocorre quando uma analogia é afortunada e bem aceita no uso lingüístico. Embora dificilmente notemos ainda a analogia na locução ‘a tocha de verdade’, subitamente Lichtenberg lhe restitui sua completa força original, já que agora faz um acréscimo à analogia e daí inferindo uma conseqüência. Ora, já nos familiarizamos com o processo de conferir sentido pleno a uma expressão esvaziada, o qual consiste em uma técnica de chiste. Enquadra-se no uso múltiplo do mesmo material (Ver em [1].). Bem pode ser que a impressão chistosa produzida pelo comentário de Lichtenberg proceda apenas de sua conexão com essa técnica do chiste.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que existem chistes que são analogias ou analogias que são chistes, que reduzem a um clichê afortunado e bem aceito no uso linguístico sua conexão.

Mattanó aponta que existem chistes que são analogias ou analogias que são chistes, que reduzem a um clichê afortunado e bem aceito no uso linguístico, sua conexão, através de significados e de sentidos, inclusive conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso.

 

MATTANÓ

(16/09/2020)

 

 

 

Mattanó aponta que os sintomas decorrentes das lembranças recalcadas e esquecidas pelo indivíduo com o seu desenvolvimento psicossexual, o são devido à evolução e seleção natural, são, pois, selecionadas para nos comportarmos e nos adaptarmos ao meio ambiente da melhor forma possível, o que não lembramos mais após o recalque deve-se a sua não importância para o indivíduo bio-psico-social, filosófico e espiritual, a Psicanálise de Freud, é, pois, uma entropia e uma neguentropia do Homo Sapiens, que leva em conta o recalque, e o manipula organizando e reorganizando a psique do indivíduo e, portanto sua evolução e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.

 

MATTANÓ

(19/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que o Homo Sapiens é o único animal que é abusador e explorador sexual, que é pedófilo, devido ao imaginário, ao simbólico, a linguagem, ao inconsciente, a aprendizagem, ao condicionamento operante e ao comportamento encoberto e manifesto.

 

MATTANÓ

(19/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que a filogênese se alargou nos hominídeos quando ele se transformou ou começou a se transformar num macaco assassino ou predador, a filogênese criou a ontogênese, a cultura, a vida, a espiritualidade e o universo.

 

MATTANÓ

(19/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que podemos criar, manter e desenvolver bairros ricos e bairros pobres, só depende da circulação de mercadorias, da oferta de trabalho e mão-de-obra, da especialização e da capacitação do trabalhador, da oferta de serviços públicos, privados e mistos, e da forma e qualidade da distribuição de riquezas, e de como as comunidades acumulam suas riquezas, de forma lícita ou ilícita e de como são as leis econômicas desse empreendimento!

 

MATTANÓ

(19/09/2020)

 

 

Mattanó especula que nada é permanente no Universo! Ele muda! Se transforma! Como as imagens do imaginário, num momento são de um jeito e no momento seguinte são diferentes, como na Gestalt, que possui sua continuidade, ou seja, nada permanece, nem mesmo o Universo que tem seu tempo de Gestalt para se transformar em outra coisa!

 

MATTANÓ

(20/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que a Teoria da Comunicação onde aborda o feedfoward que é o termo usado para explicar o comportamento de planejar e ter esperança em algo, torna inconcebível o crime no mundo virtual, pois este quando é feedfoward torna-se direito, dever, obrigação e privilégio, ou seja, cidadania e não contravenção virtual, mesmo que seja sexual ou libidinosa ou imoral, pois alicerçada no feedfoward torna-se fenômeno da Comunicação e assim cidadania, direito, dever, obrigação e privilégio de todos.

 

MATTANÓ

(22/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor existem chistes que são analogias ou analogias que são chistes, que reduzem a um clichê afortunado e bem aceito no uso linguístico, sua conexão, através de significados e de sentidos, inclusive conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso. Da mesma forma existem chistes que são analogias ou analogias que são chistes que se reduzem a um clichê bem aceito no uso linguístico virtual através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que pode usufruir de ferramentas como os avatares e os dramas com seus personagens, de modo a representar teatralmente cenas virtuais com o uso de chistes com estas propriedades bem aceitas verbalmente.

 

MATTANÓ

(12/08/2025)

 

 

 

 

 

 

O mesmo juízo é decerto aplicável a uma outra analogia chistosa da mesma autoria:

‘Pode-se estar certo, aquele homem não foi um grande luminar [Licht], mas um grande candelabro [Leuchter]… Era um Professor de Filosofia.’

Há muito que a descrição de um homem de saber como grande luminar, uma lumen mundi, deixou de ser uma analogia efetiva, se é que teve em algum tempo um efeito de chiste. Mas a analogia é renovada, retoma sua força completa, se se deriva dela uma modificação, de onde se obtém segunda e nova analogia. O modo pelo qual se processa essa segunda analogia parece ser o fator determinante do chiste, mais que as duas analogias propriamente. Esse seria um exemplo da mesma técnica do chiste utilizada no exemplo da tocha.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica uma analogia pode formar uma segunda analogia como efeito do chiste, esta analogia é renovada, se deriva de uma modificação, donde se obtém uma segunda analogia.

Mattanó aponta uma analogia pode formar uma segunda analogia como efeito do chiste, esta analogia é renovada, se deriva de uma modificação, donde se obtém uma segunda analogia, esta nova analogia produz novos significados e novos sentidos como efeito do chiste.

 

MATTANÓ

(22/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor uma analogia pode formar uma segunda analogia como efeito do chiste, esta analogia é renovada, se deriva de uma modificação, donde se obtém uma segunda analogia, esta nova analogia produz novos significados e novos sentidos como efeito do chiste. Da mesma forma uma analogia virtual pode formar outra analogia virtual como efeito do chiste virtual, reciclando a analogia e o mundo e a realidade virtuais, bem como os significados e os sentidos da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(12/08/2025)

 

 

 

 

O exemplo seguinte parece ter um caráter chistoso devido a outra razão, que deve entretanto ser julgada similarmente:

‘As recensões parecem-me uma espécie de doença infantil à qual os livros recém-nascidos são mais ou menos suscetíveis. Há exemplos de morte dos mais saudáveis, enquanto os mais fracos freqüentemente lhes escapam. Alguns lhes escapam inteiramente. Tem-se tentado resguardá-los delas através de amuletos como o prefácio e a dedicatória ou mesmo de vacinas como a autocrítica do autor. Mas isso nem sempre ajuda.’

A comparação das recensões com uma doença infantil baseia-se em primeira instância no fato de (crianças e livros) estarem expostos a elas tão logo vejam a luz do dia. Não posso me aventurar a decidir se nesse ponto a comparação tem caráter de chiste. Mas, prosseguindo, o destino subseqüente dos novos livros pode ser representado dentro do esquema da mesma analogia ou através de analogias relacionadas. Uma tal prolongação da analogia integra-se, sem dúvida, à natureza do chiste, mas já sabemos graças a que técnica - é um caso de unificação, de elaboração de uma conexão insuspeitada. Não altera o caráter de unificação o fato de que ela aqui consista de acréscimo a uma analogia prévia.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que as comparações das recensões através de um prolongamento da mesma analogia ou através de analogias relacionadas é um caso de unificação, de conexão, natureza do chiste.

Mattanó aponta que as comparações das recensões através de um prolongamento da mesma analogia ou através de analogias relacionadas é um caso de unificação, de conexão, natureza do chiste. Essas comparações geram novos significados e novos sentidos e através do treino podem gerar novos conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso.

 

MATTANÓ

(22/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor as comparações das recensões através de um prolongamento da mesma analogia ou através de analogias relacionadas é um caso de unificação, de conexão, natureza do chiste. Essas comparações geram novos significados e novos sentidos e através do treino podem gerar novos conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso. Da mesma forma as comparações de recensões virtuais através de um prolongamento da mesma analogia virtual ou de outras relacionadas trata-se de um caso de unificação, conexão, natureza do chiste através do mundo e da realidade virtuais que geram novos significados e novos sentidos para a Palavra e para a Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(12/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Em outro grupo de chistes somos tentados a transformar uma impressão irrefutavelmente chistosa em outro fator, que, uma vez mais, nada tem a ver com analogia. Tais analogias, ou contêm uma singular justaposição, com freqüência uma combinação aparentemente absurda, ou são substituídas por algo semelhante ao resultado da analogia. A maior parte dos exemplos de Lichtenberg pertence a esse grupo.

‘É pena que não se possa enxergar as instruídas vísceras dos autores de modo a descobrir o que eles comeram.’ As ‘instruídas vísceras’ são um epíteto desconcertante e de fato absurdo, só explicado pela analogia. Será a impressão chistosa aqui obtida inteiramente devida ao desconcertante caráter da justaposição? Se o é, corresponderia aquela a um método do chiste com o qual já estamos bastante familiarizados - a ‘representação pelo absurdo’ (ver em [1]).

Lichtenberg usou a mesma analogia entre a ingestão de leitura instrutiva e a ingestão de nutrição física para outro chiste:

‘Ele tinha a maior consideração pela instrução caseira e estava inteiramente a favor da instrução estabulada.’

Outras analogias do mesmo autor apresentam a mesma absurda, ou no mínimo surpreendente, distribuição de epítetos os quais, como veremos, são os verdadeiros veículos do chiste:

‘Este é o lado de barlavento de minha constituição moral; lá posso suportar as coisas muito bem.’

‘Todo mundo tem seu backside moral, que não expõe exceto em caso de necessidade e que cobre, enquanto possível, com os calções da respeitabilidade.’

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o absurdo dos chistes só pode ser explicado pela analogia, e que a impressão chistosa deve-se a justaposição; assim o chiste é a representação pelo absurdo.

Mattanó aponta que o absurdo dos chistes só pode ser explicado pela analogia, e que a impressão chistosa deve-se a justaposição; assim o chiste é a representação pelo absurdo, até em seus significados e sentidos ou no que fora treinado, em seus novos conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso.

 

MATTANÓ

(22/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o absurdo dos chistes só pode ser explicado pela analogia, e que a impressão chistosa deve-se a justaposição; assim o chiste é a representação pelo absurdo, até em seus significados e sentidos ou no que fora treinado, em seus novos conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso. Da mesma forma o absurdo dos chistes só pode ser explicado pela analogia e que a impressão chistosa deve-se a justaposição, neste caso virtual, ou seja, mediada pela realidade e pelo mundo virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(14/08/2025)

 

 

 

 

Backside moral’ - a atribuição desse notável epíteto é o resultado de uma analogia. Mas em acréscimo, a analogia prossegue com um autêntico jogo de palavras - ‘necessidade’- e uma segunda justaposição mesmo mais rara (‘os calções de respeitabilidade’) que é talvez, por si mesma, um chiste; pois, os calções, logo que são os calções de respeitabilidade, tornam-se um chiste. Não precisamos pois ficar surpresos se recebemos a impressão global de que a analogia seja um chiste muito bom. Começamos a notar que geralmente nos inclinamos em nossa apreciação a estender a toda uma totalidade alguma característica que se conecta à parte dela. ‘Os calções de respeitabilidade’, incidentalmente evocam alguns desconcertantes versos de Heine:

 

…Bis mir endlich,

endlich alle Knopfe rissen

an der Hose der Geduld.

[…Até que finalmente,

finalmente todo botão rebenta

nos calções de minha paciência.]

 

Não pode haver dúvida de que essas duas últimas analogias têm uma característica que não encontramos em toda analogia boa (isto é, adequada). Elas são em alto grau, como poderíamos dizer, ‘degradantes’. Justapõem algo de alta categoria, algo abstrato (nestes exemplos, a ‘respeitabilidade’ e a ‘paciência’) com algo muito concreto e mesmo de um gênero baixo (os calções). Deveremos considerar em outra conexão se essa peculiaridade tem a ver com o chiste. Tentaremos aqui analisar outro exemplo em que essa menoscabante característica é especialmente clara. Weinberl, o caixeiro na farsa de Nestroy, Einen Jux will er sich machen [Ele quer tomar um porre], descreve a si mesmo como haveria de recordar os dias de sua juventude quando fosse um respeitável homem de negócios: ‘Quando o gelo frente ao armazém da memória tiver sido quebrado a picaretas, como nessa conversa cordial’, diz ele, ‘quando o arqueado portal dos velhos tempos tiver sido de novo destrancado e a vitrine da imaginação estiver inteiramente sortida pelos bens do passado…’. Temos aqui, certamente, analogias entre abstrações e coisas concretas muito comuns; mas o chiste depende parcial ou inteiramente - de que o caixeiro utilize analogias tomadas do domínio de suas atividades cotidianas. Mas a conexão de tais abstrações com as coisas ordinárias que normalmente enchem sua vida é um ato de unificação.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes em suas analogias podem ter a característica de degradantes, justapondo algo abstrato com algo muito concreto e mesmo de um gênero baixo, exemplo de unificação.

Mattanó aponta que os chistes em suas analogias podem ter a característica de degradantes, justapondo algo abstrato com algo muito concreto e mesmo de um gênero baixo, exemplo de unificação, derivando daqui novos significados e novos sentidos e como treino novos conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso.

 

MATTANÓ

(22/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes em suas analogias podem ter a característica de degradantes, justapondo algo abstrato com algo muito concreto e mesmo de um gênero baixo, exemplo de unificação, derivando daqui novos significados e novos sentidos e como treino novos conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso. Da mesma forma os chiste em suas analogias podem ser degradantes através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(14/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Retornemos às analogias de Lichtenberg:

‘Os motivos que nos levam a fazer algo podiam ser ordenados como a rosa-dos-ventos [ = pontos da bússola] e denominados de modo semelhante: por exemplo, ‘pão-pão-fama’ ou ‘fama-fama-pão’. Como ocorre com tanta freqüência com os chistes de Lichtenberg, a impressão de algo adequado, espirituoso e agudo é tão proeminente que confunde nosso juízo quanto à natureza do que constitui o chiste. Se alguma porção do chiste é mesclada ao admirável significado em um comentário desse tipo, somos provavelmente levados a declarar que a totalidade é um chiste excelente. Gostaria antes de aventurar a afirmação de que tudo que pertence à natureza do chiste procede de nossa surpresa ante a estranha combinação ‘pão-pão-fama’. Enquanto chiste, portanto, seria um caso de ‘representação pelo absurdo’.

 

Uma estranha justaposição ou a atribuição de um epíteto absurdo podem apresentar-se como resultado de uma analogia:

‘Uma mulher zweischläfrige.’ ‘Um banco de igreja einschaläfriger.‘(Ambas de Lichtenberg.) Por trás de ambos os ditos, jaz uma analogia com cama; em ambos opera, além do ‘desconcerto’, o fator técnico ‘alusão’ - alusão em um caso aos soporíferos efeitos de um sermão e em outro ao inexaurível tópico das relações sexuais.

Até aqui verificamos, que, onde uma analogia nos parece um chiste, isso se deve à mesclagem com uma das técnicas do chiste que já conhecemos. Mas alguns outros exemplos parecem finalmente evidenciar que uma analogia pode ser um chiste por si mesma.

Eis como Lichtenberg descreve certas odes:

‘São em poesia o que os imortais trabalhos de Jacob Böhme são em prosa - uma espécie de piquenique, onde o autor fornece as palavras e o leitor o sentido.’

‘Quando filosofa, normalmente projeta sobre as coisas um agradável luar que geralmente deleita mas não mostra coisa alguma claramente.’

Ou veja-se Heine:

‘A face dela parecia um palimpsesto onde, por baixo do novo e negro manuscrito monástico do texto de um padre da Igreja, escondem-se as meio obliteradas linhas de um antigo poema erótico grego.’

[Harzreise.]

Ou consideremos a extensa analogia, com propósito altamente degradante, no ‘Bäder von Lucca’ [Reisebilder III]:

‘Um clérigo católico comporta-se tal como um caixeiro que tem um posto em uma grande casa de comércio. A Igreja, a grande firma, da qual o Papa é o chefe, dá-lhe um emprego fixo e em paga, um salário fixo. Ele trabalha preguiçosamente, como alguém que não trabalha para lucro próprio, que tem numerosos colegas e pode facilmente escapar de ser observado no tumulto de uma grande firma. Tudo que lhe importa é o crédito da casa e ainda mais sua preservação, pois que se ela for à bancarrota, ele perderá seu ganha-pão. Um clérigo protestante, por outro lado, é em qualquer caso seu próprio chefe e empreende o negócio da religião para seu próprio lucro. Ele não negocia por atacado, como o católico, seu colega comerciante, mas apenas a retalho. E já que ele próprio se encarrega de tudo, não se permite ser preguiçoso. Deve anunciar seus artigos de fé, depreciar os artigos do competidor e, como genuíno retalhista, deve manter-se em sua venda a retalho, cheio de inveja comercial de todas as grandes casas, em particular da grande casa em Roma, que paga os salários de tantos milhares de guarda-livros e empacotadores, e tem suas fábricas nos quatro cantos do globo.’

 

Em face desse e de muitos outros exemplos, não podemos mais discutir o fato de que uma analogia possa em si mesma se caracterizar como chiste, sem que essa impressão seja devida a uma complicação com alguma das conhecidas técnicas de chiste. Mas ao admitir isso, estamos completamente perdidos quanto a constatar o que determina a característica chistosa das analogias, já que tal característica decerto não reside na analogia como forma de expressão do pensamento ou na elaboração de uma comparação. Tudo que podemos fazer é incluir a analogia entre as espécies de ‘representação indireta’ usadas pela técnica do chiste, deixando sem solução um problema que encontramos com muito maior clareza no caso das analogias que no caso dos outros métodos do chiste, observados anteriormente. Além do mais, deve haver sem dúvida alguma razão especial pela qual a decisão quanto a qualificar ou não algo como chiste oferece maiores dificuldades nas analogias que em outras formas de expressão.

Essa lacuna em nossa compreensão não nos deixa margem entretanto para lamentar que a primeira investigação tenha sido sem resultados. Em vista da íntima conexão que devemos estar preparados para constatar nas diferentes características dos chistes, seria imprudente esperar que pudéssemos explicar completamente uma parte do problema antes de ter, do mesmo modo, lançado a vista sobre as outras. Sem dúvida deveremos atacar agora o problema a partir de outra perspectiva.

Podemos estar seguros de que nenhuma das possíveis técnicas de chistes escapou a nossa investigação? Naturalmente que não. Mas o continuado exame de material novo pode convencer-nos de que conseguimos conhecer os métodos técnicos mais comuns e importantes da elaboração do chiste - em todos os casos, muito mais se necessita para formar um juízo sobre a natureza daquele processo psíquico. Até aqui não chegamos a tal juízo, mas por outro lado possuímos agora uma importante indicação da direção de onde podemos esperar receber esclarecimento ulterior sobre o problema. Os interessantes processos de condensação acompanhados de formação de substitutivo, reconhecidos como o núcleo da técnica dos chistes verbais, apontam para a formação dos sonhos, em cujo mecanismo tem-se descoberto os mesmos processos psíquicos. Isso vale igualmente, entretanto, para as técnicas de chistes conceptuais - deslocamento, raciocínio falho, absurdo, representação pelo oposto - que reaparecem, cada um e todos, na técnica de elaboração do sonho. O deslocamento é responsável pelo enigmático aparecimento de sonhos que nos impedem o reconhecimento de que constituem uma continuação de nossa vida desperta. O uso do absurdo e do nonsense nos sonhos tem-lhes custado a dignidade de serem considerados produtos psíquicos e tem levado as autoridades a supor que a desintegração das atividades mentais e uma cessação de crítica, da moralidade e da lógica são condições necessárias à formação dos sonhos. A representação pelo oposto é tão comum nos sonhos que mesmo os livros populares de interpretação dos sonhos, que executam de modo totalmente equivocado essa tarefa, têm por hábito levá-la em conta. A representação indireta - a substituição de um pensamento onírico por uma alusão, por algo insignificante, por um simbolismo afim à analogia - é precisamente o que distingue o modo de expressão dos sonhos de nossa vida desperta. Sendo tão abrangente dificilmente será um puro acaso tal concordância entre os métodos da elaboração do chiste e aqueles da elaboração do sonho. Será pois uma de nossas próximas tarefas demonstrar detalhadamente essa concordância bem como examinar seu fundamento. [Ver Capítulo VI adiante.]

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a analogia é uma técnica dos chistes. E que os interessantes processos de condensação acompanhados de formação de substitutivo, reconhecidos como o núcleo da técnica dos chistes verbais, apontam para a formação dos sonhos, em cujo mecanismo tem-se descoberto os mesmos processos psíquicos. Isso vale igualmente, entretanto, para as técnicas de chistes conceptuais - deslocamento, raciocínio falho, absurdo, representação pelo oposto - que reaparecem, cada um e todos, na técnica de elaboração do sonho. O deslocamento é responsável pelo enigmático aparecimento de sonhos que nos impedem o reconhecimento de que constituem uma continuação de nossa vida desperta. O uso do absurdo e do nonsense nos sonhos tem-lhes custado a dignidade de serem considerados produtos psíquicos e tem levado as autoridades a supor que a desintegração das atividades mentais e uma cessação de crítica, da moralidade e da lógica são condições necessárias à formação dos sonhos. A representação pelo oposto é tão comum nos sonhos que mesmo os livros populares de interpretação dos sonhos, que executam de modo totalmente equivocado essa tarefa, têm por hábito levá-la em conta. A representação indireta - a substituição de um pensamento onírico por uma alusão, por algo insignificante, por um simbolismo afim à analogia - é precisamente o que distingue o modo de expressão dos sonhos de nossa vida desperta. Sendo tão abrangente dificilmente será um puro acaso tal concordância entre os métodos da elaboração do chiste e aqueles da elaboração do sonho.

Mattanó aponta que a analogia é uma técnica dos chistes. E que os interessantes processos de condensação acompanhados de formação de substitutivo, reconhecidos como o núcleo da técnica dos chistes verbais, apontam para a formação dos sonhos, em cujo mecanismo tem-se descoberto os mesmos processos psíquicos. Isso vale igualmente, entretanto, para as técnicas de chistes conceptuais - deslocamento, raciocínio falho, absurdo, representação pelo oposto - que reaparecem, cada um e todos, na técnica de elaboração do sonho. O deslocamento é responsável pelo enigmático aparecimento de sonhos que nos impedem o reconhecimento de que constituem uma continuação de nossa vida desperta. O uso do absurdo e do nonsense nos sonhos tem-lhes custado a dignidade de serem considerados produtos psíquicos e tem levado as autoridades a supor que a desintegração das atividades mentais e uma cessação de crítica, da moralidade e da lógica são condições necessárias à formação dos sonhos. A representação pelo oposto é tão comum nos sonhos que mesmo os livros populares de interpretação dos sonhos, que executam de modo totalmente equivocado essa tarefa, têm por hábito levá-la em conta. A representação indireta - a substituição de um pensamento onírico por uma alusão, por algo insignificante, por um simbolismo afim à analogia - é precisamente o que distingue o modo de expressão dos sonhos de nossa vida desperta. Sendo tão abrangente dificilmente será um puro acaso tal concordância entre os métodos da elaboração do chiste e aqueles da elaboração do sonho. Contudo ainda os chistes e os sonhos nos permitem analisar os significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, desejos de dormir, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso.

 

MATTANÓ

(22/09/2020)

 

 

O CICLO DA MORTE E DO LUTO (2020):

 

O ciclo da morte e do luto começa quando os hominídeos ou macacos assassinos adquiriram o comportamento de simbolizar e imaginar a própria morte e o luto que se compreendeu como uma despedida, que o corpo se ia, mas algo permanecia imortalmente, na Terra, no cosmos ou no além, no espírito ou no Paraíso, num local sagrado que era representado em seus ritos e mitos de morte e de luto, onde enterravam seus falecidos com seus objetos e faziam rituais de despedida com sons ou palavras ¨mágicas¨ que tinham o poder de transformar o inerte em uma nova vida e em uma nova forma, como numa Gestalt onde há a figura e o fundo, na morte há a figura (o corpo morto) e o fundo (a alma sobrevivendo) e um insight (a alma sendo salva), através de uma continuidade, semelhança, complementação, etc., que assegura a este fenômeno a sua validade e fundamento, a sua prática e existência.

O ciclo da morte e do luto pode ter começado de forma simples, apenas com o abandono do morto e com pensamentos acera do seu destino e corpo. Depois ter se aperfeiçoado para o enterro desse corpo; então do enterro para o enterro de seus objetos e algumas vocalizações; depois surgiram algumas palavras, gritos, balbucios, outras vocalizações; então, frases e orações; então começaram as visitas aos locais de enterro de seus mortos e outras palavras e orações ou um sentimento de eterno e de divino, de espiritualidade, de salvação, de esperança, de feedfoward; o feedfoward é peculiar em toda a comunicação, pode ter ajudado a criar a esperança e as orações, as tradições e festividades que temos desde então até hoje.

O feedfoward pode ter influenciado a geração de outros fenômenos que alargaram a morte e o luto, como a música e a literatura e até o cinema e a televisão, o rádio e o telefone, a internet e o computador.

Através da música o indivíduo passou a potencializar a morte e o luto de uma maneira tal que a desenvolveu de forma diferente para a literatura com as Cartas de São Paulo e o Evangelho, e a Sagrada Escritura, depois com o cinema e a televisão, o rádio e o telefone, a internet e o computador que desenvolveram de forma diferente a potência da morte e do luto em cada indivíduo, comunidade e sociedade.

A auto-significação leva a morte e o luto a um comportamento operante e encoberto amplificado que torna a morte e o luto evento de grande potência psicológica, comportamental e espiritual, que move relações humanas e sociais, de forma a humanizar o sofrimento e até em contribuir em tipificá-lo através de padrões tecnológicos que alienam o indivíduo em seu comportamento com o celular, a literatura, a música, a televisão e o rádio e o jornal e as revistas, retirando a energia vital da relação do indivíduo com o corpo morto e que produz luto para as tecnologias, transformando as orações em comportamentos alienados e desintegrados, que nada tem a ver com o ritual de morte e de luto, mas com um prazer psíquico e até inconsciente que o afasta da princípio da realidade que o vincula ao ritual de morte e de luto, a auto-significação deve se voltar para a realidade e não para o prazer se quiser ajudar o indivíduo a elaborar com sucesso a sua perda através da morte e do luto.

 

 A TRAJETÓRIA ALTERNATIVA DOS HERÓIS E O CICLO DA MORTE E DO LUTO (2020):

 

  1. O chamado

O chamado pode ser um sinal no céu, um som, uma canção, um toque de um amigo, uma oração, uma revelação, um oráculo, uma passagem ou uma iniciação, um rito ou um mito, uma instituição, um poder, uma família, um indivíduo, um trabalho, uma educação, um esporte, um ato ou um pensamento, um delírio ou uma alucinação, uma voz, um pedido, uma ordem, um julgamento, etc..  O indivíduo deve saber percebê-lo e senti-lo como parte de sua própria vida, pois a morte e o luto fazem parte da vida de cada um de nós.

  1. O chamado pode ser recusado

O chamado pode ser recusado pelo herói se ele não o reconhecer ou se ele não estiver preparado pare ele, tanto psicologicamente, quanto filosoficamente, socialmente e espiritualmente e até economicamente ou profissionalmente, academicamente ou familiarmente, tornando o chamado algo obtuso e sem significado, sem sentido para ele que não responde e nem se comporta aceitando-o. O indivíduo pode recusar lidar com a morte e o luto de várias maneiras em sua vida.

  1. Os problemas do caminho

Os problemas do caminho podem ser muitos como adversidades biológicas, psicológicas, sociais, filosóficas, espirituais, econômicas, matemáticas, físicas, extraterrestres, da vida ou do universo e até sobrenaturais. O indivíduo pode encontrara diversos problemas em seu caminho em decorrência da morte e do luto, ele deve ser inteligente para lidar com eles.

  1. A ajuda sobrenatural

A ajuda sobrenatural refere-se a ajuda de um ser que aparece  miraculosamente no seu caminho ou em sua trajetória oferecendo-lhe meios e amuletos para se comportar e pensar de modo que vença suas adversidades, tornando-se mais forte e superior, como que vencendo suas inferioridades. O indivíduo encontrará forças e ajudas sobrenaturais que o levarão a lidar melhor com a morte e o luto, ele deve saber integrar esse aspecto de sua vida.

  1. O enfrentamento do problema

O enfrentamento do problema  refere-se a capacidade, a oportunidade e a obrigatoriedade do herói ter que lidar com situações de problema onde ele terá que lidar com adversidades ambientais de várias formas e contingências, levando-o a compreender que para vencer é preciso lutar e enfrentar. O indivíduo deve compreender que para vencer seus problemas com a morte e o luto ele deve lutar e enfrenta-los com dignidade.

  1. O contato com o monstro

O contato com o monstro refere-se a quando o herói entra em contato com o monstro, com a baleia e é engolido. O indivíduo deve saber que a morte e o luto o engolirão um dia e o assustarão.

  1. A vitória ou a derrota

A vitória ou a derrota dependem de como o herói se comportou, se ele aceitou seu destino, lutou e venceu seu monstro, a baleia, ou se não aceitou seu destino, não lutou e perdeu para o monstro, a baleia e foi digerido por ela. O indivíduo deve compreender que vencer ou perder sua luta contra a morte e o luto depende de como ele se organizou e se arranjou, de como ele se comportou.

  1. A mensagem

A mensagem depende da vitória do herói que retorna do ventre da baleia e conta sua história de luta e de vitória. O indivíduo voltará com uma mensagem se for o vencedor de sua luta contra a morte e o luto.

  1. A caminhada

A caminhada reflete sua vitória, sua mensagem, seu destino de aceitação, luta e vitória para a perpetuação de sua comunidade e de sua família. O indivíduo terá uma caminhada com sua mensagem contra a morte e o luto para sua vida e comunidade.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao retorno do herói com sua mensagem até sua comunidade, com sua experiência, com seus rituais e suas instituições. O indivíduo regressará para sua comunidade com sua mensagem sobre a morte e o luto, seja ela como for.

  1. O novo acontecimento adverso

O novo acontecimento adverso reflete que o herói foi chamado novamente para a luta e para o combate, para lidar com um novo acontecimento adverso em sua caminhada. O indivíduo será novamente chamado para enfrentar a morte e o luto em sua caminhada.

  1. A nova luta e o novo enfrentamento

A nova luta e o novo enfrentamento referem-se ao novo combate e ao novo desafio pelo herói enfrentado, se ele o aceita ou não e a sua própria história.  O indivíduo terá que aceitar ou não aceitar sus nova luta contra a morte e o luto, suas consequências.

  1. A vitória ou a derrota

A vitória ou a derrota dependem de como o herói selecionou seu destino, se ele o aceitou ou se renunciou a ele e ao seu novo combate. O indivíduo terá que  selecionar seu destino, se aceitou ou se renunciou as mensagens sobre a morte  e o luto em sua caminhada.

  1. A 2ª mensagem

A 2ª mensagem refere-se ao segundo desafio concluído e refletido, todo pensado e arranjado, elaborado. O indivíduo elaborará seu segundo desafio sobre a morte e o luto através do conhecimento.

  1. A contínua caminhada

A contínua caminhada refere-se a contínua jornada do herói que jamais termina enquanto ele estiver em sua comunidade e estiver vivo, pois há problemas e desafios por todos os lados em nossas comunidades. O indivíduo continuará sua caminhada, mesmo em meio a problemas, pois ele está vivo e a morte é uma consequência da vida e o luto é uma consequência da morte.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao retorno do herói da sua nova caminhada com uma nova mensagem para sua comunidade, para sua família. O indivíduo retornará de sua nova caminhada com uma nova mensagem sobre a morte e o luto, aperfeiçoando-a, para sua comunidade e família.

  1. Outro acontecimento adverso

Outro acontecimento adverso refere-se ao mesmo que não há limites ao número de acontecimentos adversos a que está submetido o herói em nossa sociedade e em nossas comunidades e famílias, pois o mundo é assim. O indivíduo aprende que não existe um número definido de acontecimentos adversos, desta maneira ele aprende que a morte e o luto não tem um número fixo de acontecimentos ou limitado, mas livre e ilimitado, indeterminado.

  1. Outra luta e outro enfrentamento

Outra luta e outro enfrentamento referem-se ao número ilimitados de problemas que gerarão luta e enfrentamento para o nosso herói nos tempos atuais. O indivíduo aprende que outra luta e outro enfrentamento são indeterminados, seja qual for o tempo e o contexto, para a morte e o luto.

  1. A outra vitória ou a outra derrota

A outra vitória e a outra derrota referem-se ao número de vitórias e de derrotas que o herói pode enfrentar em sua jornada e trajetória. O indivíduo aprende que o múmero de vitórias e de derrotas são indeterminados para a morte e o luto.

  1. A mensagem

A mensagem refere-se ao número ilimitado de vezes que ela foi gerada pela experiência do herói. O indivíduo aprende que a mensagem pode ser gerada ilimitadamente, de acordo com a sua experiência a respeito da morte e do luto.

  1. A caminhada

A caminhada refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que sair para enfrentar sua jornada, sua trajetória e alcançar sua vitória ou ter sua derrota. O indivíduo aprende que a caminhada é necessária para alcançar a vitória ou a derrota perante a morte e o luto.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que regressar para sua comunidade com sua vitória e mensagem ou derrotado e destruído. O indivíduo aprende que o regresso é ilimitado e de acordo com a mensagem de vitória ou de derrota perante a morte e o luto.

  1. O encontro com a sua comunidade

O encontro com a sua comunidade é marcado pela chegada e pela recepção, por uma ansiedade e uma angústia. O indivíduo aprende que o encontro com a comunidade gera ansiedade e angústia em função da morte e do luto.

  1. A entrega do seu tesouro, cabeça do monstro ou revelação

A entrega do seu tesouro, cabeça do monstro ou revelação mostra que o tesouro são as riquezas conquistadas pelo herói, a cabeça do monstro é justamente a cabeça do minotauro arrancada pelo herói, e a revelação e obviamente a mensagem sobrenatural que Deus, um anjo ou Nossa Senhora entregou para um herói ou Santo. O indivíduo aprende que a entrega do tesouro é justamente a entrega da cabeça do monstro, do que lhe assustava e agora está elaborado e dominado através da morte e do luto – todo morte é um minotauro ou um monstro para algum outro indivíduo que desejava sua morte.

  1. O tesouro causa alegria e exautação

O tesouro causa alegria e exautação pois se trata de riquezas e   grandes belezas, grandes fortunas e bens incalculáveis. O indivíduo aprende que o tesouro, a cabeça do monstro, do minotauro, causa alegria e exautação, pois se trata de riquezas e de grandes belezas, de grandes fortunas e bens incalculáveis, como o próprio Cristo.

  1. A cabeça do monstro causa medo e temor

A cabeça do monstro causa medo e temor pois se trata da cabeça do monstro, do minotauro, do demônio, que seduz as crianças e as pessoas puras e Santas com sexo, dinheiro, bens, violência, drogas e poder. O indivíduo aprende que a cabeça do monstro, do minotauro, do demônio, do próprio Cristo julgado, acusado e condenado a Cruz, que seduz as crianças e as pessoas puras e Santas com sexo e amor, dinheiro, bens e obras, violência e segurança, drogas e remédios, e poder e milagres perante a morte e o luto causa medo e temor.

  1. A revelação causa admiração e endeusamento

A revelação causa admiração e endeusamento pois se trata de Deus, de um Santo, de um anjo, do Amor de Deus, da Graça de Deus, da Misericórdia de Deus, da Família de Deus. O indivíduo aprende que a revelação causa admiração e endeusamento perante a morte e o luto.

  1. A apoteose e a liberdade

A apoteose e a liberdade referem-se ao grande momento de maravilhamento, extasiamento, deslumbramento oriundo da auto-atualização e auto-realização, do processo de individuação que geram liberdade e libido, comunhão e segurança. O indivíduo aprende que sua caminhada gerou liberdade e libido, comunhão e segurança para enfrentar a morte e o luto com uma mensagem para si e sua comunidade.

  1. A liberdade para se viver e para se ensinar a viver

A liberdade para se viver e para se ensinar a viver revela que o herói adquiriu todo o conhecimento necessário para viver e ensinar a viver em sua comunidade, mostrando autonomia e independência, capacidade de auto-significação. O indivíduo aprende que a liberdade para se viver e para se ensinar a viver o ensinou a lidar com a morte e o luto de forma autônoma e independente, com capacidade de auto-signifcação.

Auto-significação segundo Osny Mattanó Júnior é gerar significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, funcionalidade, simbologia, topografia, intensidade, magnitude, latência, amplitude, limiar, frequência, linguagem, relação social, gestalt, insight, chiste, fantasias, desejo, desejo de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, espiritualidade, imunidade, homeostase, história de vida, conclusão e interpretação final, atividade, consciência, identidade, alienação e afetividade, trabalho e estilo de vida.  

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 23 de setembro de 2020.

 

MATTANÓ

(23/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que a arte não é a loucura do seu tempo, que cada tempo tem a sua loucura e a arte permanece arte historicamente!

 

MATTANÓ

(25/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que o vetor da Teoria de Campo de Kurt Lewin inclui eventos e forças, segundo Mattanó e sua amplificação teórica, como o imaginário, o simbólico, significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, funcionalidade, simbologia, topografia, intensidade, magnitude, latência, amplitude, limiar, frequência, linguagem, relação social, gestalt, insight, chistes, fantasias, desejo, desejo de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, espiritualidade, imunidade, homeostase, história de vida, conclusão e interpretação final, atividade, consciência, identidade, alienação e afetividade, trabalho e estilo de vida.

 

MATTANÓ

(25/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que a Música que o indivíduo compõe é a ¨roupa¨ da pessoa! Ela exibe o indivíduo e a sua natureza, como ele se comporta e a sua natureza, a sua inteligência e as suas carências, todo o seu interior e afetividade!

Já a Música como arte e som produzido e comercializado é ¨Indústria Cultural¨ e em função disto perde seu significado e seu sentido originais, adquirindo apenas o conceito de ¨belo¨! Este ¨belo¨ retrata o condicionamento do comportamento a nova música no mercado e não, necessariamente, aos significados e sentidos que surgem naturalmente do inconsciente, por isso a ¨Indústria Cultural¨ é a ¨Indústria do Belo¨!

 

MATTANÓ

(25/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que em sua Teoria da Abundância ele explica metaforicamente que por detrás de toda porta existe um universo ou somente um quarto vazio, depende da sua intenção e atenção, da sua consciência, domine sua intenção que você domina sua consciência e o seu comportamento, seus significados e sentidos, sua Gestalt e insights, seu inconsciente e suas interpretações, suas razões, controle e literalidade! Sua existência depende do poder que você exerce sobre você e sobre o mundo!

 

MATTANÓ

(26/09/2020)

 

 

 

Mattanó aponta que o ser humano não é obrigado a aceitar tudo o que a Ciência postula e descobre como científico, pois novas descobertas fazem o conhecimento avançar e sofrer alterações, ou seja, o conhecimento científico muda com novas descobertas! O ser humano pode ter uma opinião pessoal, uma opinião pública ou uma crítica e não ter que seguir literalmente, por razões e/ou controle as contingências científicas e assim se descobrir em meio a contextos que a Teoria da Abundância explica de forma a livra-los de toda e qualquer influência contextual ou de qualquer outra, como estímulo – resposta – consequência, e funcionalidade, comportamento e inconsciente, relações sociais e simbolismo, gestalts e insights, interpretações e se descobrir como uma consciência que age milagrosamente como uma célula ou uma Hóstia Viva e promove seu bem-estar livremente sem depender de regras e nem de influências, mas apenas da sua atenção e da sua intenção, que abre portas e descobre universos, quartos vazios, salões, coisas vulgares, Paraísos e infernos, planetas e novos mundos, horizontes e novas perspectivas, etc., o que a sua atenção e intenção desejar e manipular através do movimento da sua consciência.

 

MATTANÓ

(26/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que a música e a pulsão auditiva de Mattanó dependem da biografia e da carreira do artista para existirem e se manterem, se perpetuarem, se reproduzirem, serem seguidas, imitadas, discriminadas, controladas e ficadas sob o foco da atenção dos ouvintes!

 

MATTANÓ

(26/09/2020)

 

 

Mattanó especula que a equivalência de estímulos com o fenômeno da recuperação espontânea pode desencadear o novo na equivalência de estímulos ou o já marcado em função de seu mapa cognitivo, evento que faz do inconsciente um fenômeno bastante fantástico e dotado de comportamento supersticioso em sua formação e explicação.

 

MATTANÓ

(28/09/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a analogia é uma técnica dos chistes. E que os interessantes processos de condensação acompanhados de formação de substitutivo, reconhecidos como o núcleo da técnica dos chistes verbais, apontam para a formação dos sonhos, em cujo mecanismo tem-se descoberto os mesmos processos psíquicos. Isso vale igualmente, entretanto, para as técnicas de chistes conceptuais - deslocamento, raciocínio falho, absurdo, representação pelo oposto - que reaparecem, cada um e todos, na técnica de elaboração do sonho. O deslocamento é responsável pelo enigmático aparecimento de sonhos que nos impedem o reconhecimento de que constituem uma continuação de nossa vida desperta. O uso do absurdo e do nonsense nos sonhos tem-lhes custado a dignidade de serem considerados produtos psíquicos e tem levado as autoridades a supor que a desintegração das atividades mentais e uma cessação de crítica, da moralidade e da lógica são condições necessárias à formação dos sonhos. A representação pelo oposto é tão comum nos sonhos que mesmo os livros populares de interpretação dos sonhos, que executam de modo totalmente equivocado essa tarefa, têm por hábito levá-la em conta. A representação indireta - a substituição de um pensamento onírico por uma alusão, por algo insignificante, por um simbolismo afim à analogia - é precisamente o que distingue o modo de expressão dos sonhos de nossa vida desperta. Sendo tão abrangente dificilmente será um puro acaso tal concordância entre os métodos da elaboração do chiste e aqueles da elaboração do sonho. Contudo ainda os chistes e os sonhos nos permitem analisar os significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos e funcionalidades, simbologias e relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, desejos, desejos de dormir, vida onírica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, lapsos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, fantasias, piadas e humor, afetividade, pulsão de vida e pulsão de morte, história de vida, espiritualidade, vida cósmica, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações, que produzam esse efeito linguístico ou chistoso. Da mesma forma a analogia é uma técnica dos chistes. A representação indireta - a substituição de um pensamento onírico por uma alusão, por algo insignificante, por um simbolismo afim à analogia - é precisamente o que distingue o modo de expressão dos sonhos de nossa vida desperta. Sendo tão abrangente dificilmente será um puro acaso tal concordância entre os métodos da elaboração do chiste e aqueles da elaboração do sonho. Por conseguinte, o modo de expressão do mundo e da realidade virtuais podem utilizar-se de um simbolismo equivalente ao dos sonhos, mas agora da virtual, da Palavra e da Sagrada Escritura para a elaboração do mundo e da realidade virtuais, inclusive de suas ferramentas como as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(14/08/2025)

 

 

 

 

 

 

III - OS PROPÓSITOS DOS CHISTES

 

Quando ao fim de meu último capítulo transcrevi a comparação por Heine de um padre católico com um empregado em um negócio por atacado e de um protestante com um mercador a retalho, atentei para uma inibição que estava tentando induzir-me a não utilizar a analogia. Disse a mim mesmo que entre os leitores haveria provavelmente alguns que sentissem respeito não só pela religião como por seus ministros e ajudantes. Tais leitores ficariam indignados com a analogia e em tal estado emocional estariam privados de todo interesse quanto a decidir se a analogia parece um chiste por sua própria conta ou devido a alguma coisa extra a ela acrescentada. Com outras analogias - por exemplo, aquela analogia vizinha, sobre a agradável luz da lua que alguma filosofia particular lança sobre as coisas - parecia não haver necessidade de preocupar-me com o efeito perturbador que teriam sobre alguma fração de meus leitores. O homem mais piedoso permaneceria em um estado de ânimo tal que pudesse opinar sobre nosso problema.

É fácil adivinhar a característica dos chistes de que depende a diferença na reação de seus ouvintes. Em um caso, o chiste é um fim em si mesmo, não servindo a um objeto particular; em outro caso, o chiste serve a um fim - torna-se tendencioso. Apenas os chistes que têm um propósito correm o risco de encontrar pessoas que não querem ouvi-los.

Os chistes não tendenciosos foram descritos por Vischer como chistes ‘abstratos’. Prefiro chamá-los ‘inocentes’.

 

O RELEITOR ( MATTANÓ):

Freud explica que os chistes são tendenciosos e que tem um objetivo particular, ou seja, servem a um fim, e que os chistes que não servem a algum fim correm o risco de não encontrarem pessoas para ouví-los, estes chistes, não tendenciosos, são abstratos e inocentes.

Mattanó aponta que os chistes são tendenciosos e que tem um objetivo particular, ou seja, servem a um fim, e que os chistes que não servem a algum fim correm o risco de não encontrarem pessoas para ouví-los, estes chistes, não tendenciosos, são abstratos e inocentes. Porém tanto os chistes tendenciosos quanto os chistes não tendenciosos desencadeiam significados e sentidos, e mais ainda, pressupostos e subentendidos no ouvinte ao decodifica-los e assimila-los.

 

MATTANÓ

(28/09/2020)

 

 

Mattanó especula que a Teoria do Big-bang não explica a criação do universo e toda a sua matéria e diversidade, mas sim a Teoria Bíblica que nos ensina que Deus criou o mundo, mas Mattanó acrescenta que pode ter criado com o poder de seu pensamento e conhecimento, pois Mattanó que é o Amor de Deus tem este poder de criar objetos e sinais nas nuvens com seu olhar, pensamento e conhecimento, tem o poder de se comunicar com o pensamento e o conhecimento com o próximo, tem o poder de fazer milagres com sua fé e Amor a Deus e a Nossa Senhora, tem o poder de realizar coisas consideradas impossíveis como escrever livros e músicas que ninguém conseguiria fazer, tem o poder de trabalhar por toda a humanidade, tem o poder de se regenerar de doenças, acidentes, queimaduras e ferimentos, tem o poder de olhar disfarçadamente para o Sol e noutras vezes de encará-lo face-a-face e não sofrer lesões na retina. O pensamento e o conhecimento podem transformar e criar mundos, já diziam os estudiosos, os pensadores e os artistas, agora é a vez do Amor de Deus de dizer que o pensamento e o conhecimento podem transformar e criar mundos, como no livro do Gênesis da Sagrada Escritura, e até mesmo no Pergaminho de Medjugorje através do pensamento e do conhecimento adquirido pelos videntes através da Virgem Maria que nos vem falar de tragédias, catástrofes, calamidades, guerras, alegrias e milagres, como o próprio universo quando foi criado e em criação por toda a eternidade.

 

MATTANÓ

(30/09/2020)

 

 

Mattanó aponta que para um pensamento se tornar conhecimento ele deve passar da assimilação para a acomodação, pois é a acomodação quem dá a estabilidade cognitiva para se formarem e se fixarem os significados e os sentidos dos objetos, por exemplo, da linguagem, que assimilamos, pré-concebendo significados e sentidos que se estabilizam e se fixam no cognitivo com a acomodação; em função disto a tarefa de avaliar pensamentos torna-se uma tarefa injusta e perigosa, pois não há ao certo e nem definido, tecnicamente, como avaliar o que é vão como um simples pensar ou comportamento encoberto incompleto que é concebido pela assimilação e diferencia-lo de um comportamento elaborado e consumado, complexo e rico, conhecimento ou comportamento encoberto completo que é concebido pela acomodação.

Da mesma forma o comportamento virtual também torna-se algo dotado de incompletude e de completude; onde destaca-se o incompleto quando ele se desencadeia pela assimilação e pelo comportamento encoberto incompleto, e o completo se desencadeia pela acomodação e pelo comportamento encoberto completo; nota-se que o comportamento encoberto incompleto é semelhante ao pensamento virtual e o comportamento encoberto completo é semelhante ao conhecimento virtual, com significados e sentidos, quando discriminados pelo indivíduo.

Torna-se evidente explicar que todos estes eventos são encobertos ou comportamentos encobertos, tantos os pensamentos quanto o conhecimento que pode abranger um número ilimitado de pensamentos para ser um conhecimento, enquanto que cada pensamento é único, ímpar e singular, ou seja, um pensamento é um pensamento, dois, três ou vários pensamentos são dois, três ou vários pensamentos.

 

MATTANÓ

(02/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que criminalizar o comportamento virtual é criminalizar a saúde, a saúde sexual, a libido, a homeostase do indivíduo e suas funções vitais e instintivas que controlam em grande parte sua saúde  psíquica e o seu comportamento  e das famílias, estudantes, religiosos e trabalhadores, é a mesma coisa que criminalizar o sangue com HIV, os ossos com artrite, o surdo e o mundo, o cego, o deficiente, o gênio, o barulho que sai da mastigação e do estômago e depois dos gases intestinais e abdominais, das cólicas, dos beijos, do batimento do coração, da respiração, os drinks, etc., são eventos naturais como o mundo virtual e o conhecimento, são incontroláveis e involuntários, mas podem ser exercidos pela vontade e pelo controle sem deixarem de serem involuntários e incontroláveis, como o próprio cérebro, ninguém consegue controlar o seu próprio cérebro, ou seja, é impossível controlar o mundo virtual que tem sua sede no cérebro! Isto é um erro da ciência acreditar num mundo jurídico virtual  controlável, pois o cérebro é incontrolável, tanto do doente quando do sadio!

 

MATTANÓ

(11/10/2020)

 

 

Mattanó especula que na Física podemos fazer viagens no espaço usando a inversão do espaço que é justamente inverter a localização de um ponto do espaço, um ponto mais distante possível e inalcançável pode ser alcançado através da inversão do espaço quando o controlador modifica o espaço ou a posição dos objetos nos espaço, através da ilusão e da realidade onde a posição dos objetos do espaço se modifica, fazendo com que o objeto mais distante assuma o lugar mais próximo e o objeto que outrora estava mais próximo fique mais distante possível através da inversão do espaço. Para isto o controlador pode ter uma bússula especializada que indique a direção a partir da sua localização como num ¨cubo mágico¨ que muda de forma mas não muda sua estrutura, se organizando e se reorganizando invariavelmente, conforme é acionada a inversão do espaço.

 

MATTANÓ

(11/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que essas leis que criminalizam o mundo e o comportamento virtual denotam um crime de racismo pois discriminam o comportamento virtual do indivíduo pela sua magnitude, intensidade, frequência, latência, amplitude assim como qualquer outro comportamento que possui as mesmas características como magnitude, intensidade, frequência, latência e amplitude, um comportamento não se distingue pela cor, pela raça, pela religião, pela etnia, pela sexualidade, pela condição social, mas pelas leis do comportamento: magnitude, intensidade, frequência, latência e amplitude. Justiça seja feita! As autoridades não sabem o que estão fazendo e nem legislando!

 

MATTANÓ

(11/10/2020)

 

 

A MÚSICA E O PRINCÍPIO DO PRAZER E O PRINCÍPIO DA REALIDADE SEGUNDO MATTANÓ (2020):

Mattanó aponta que músicas estímulos do arquétipo sombra como as do Pink Floyd desencadeiam respostas e consequências abismais e sombrias.

Da mesma forma músicas estímulos dos arquétipos anima e animus como as dos Beatles desencadeiam respostas e consequências masculinas e femininas.

Músicas estímulos dos arquétipos xamã e velho sábio como as da Legião Urbana desencadeiam respostas e consequências cognitivas e intelectuais.

Músicas estímulos do arquétipo persona como as dos Titãs desencadeiam respostas e consequências personalizadas e individuais, pessoais, da personalidade, tipo papéis sociais a desempenhar.

 

MATTANÓ

(12/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que a evolução e a seleção natural durante a transmissão genética de características evolutivas tem aspectos como manter algumas tendências uniformes e renovar outras tendências, como por exemplo, em minha família: manter a musicalidade e renovar a capacidade para o trabalho e a criatividade, desta forma a especiação revela-se difusora e altamente rica e variável pela transmissão e variabilidade genética de indivíduo para indivíduo que deve aprender um repertório comportamental e ser selecionado entre os seus para se manter ou ser descartado do seu meio ambiente através da reprodução, mas hoje a reprodução vai além da reprodução filogenética, ela abrange a reprodução ontogenética (com a clonagem), a cultural (com a cultura, a arte e o conhecimento), a espiritualidade (com as religiões e a fé), a vida (com o amor pela vida) e o universo (com os fenômenos e poderes do espaço como os extraterrestres e as adversidades cósmicas e suas descobertas).

 

MATTANÓ

(12/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que não deveria existir escravidão e nem emprego, mas apenas trabalho por Amor e desta forma acúmulo e distribuição de riquezas por Amor de Deus. Eu pessoalmente trabalho por Amor e distribuo e acumulo riquezas por Amor a Deus e de Deus. É o melhor tipo de trabalho, você pode trabalhar de domingo a domingo e em todo feriado, até de madrugada, o dia inteiro e ter que lutar numa guerra, que não cansa e nem desanima, cada vez fica melhor, mais bonito e mais interessante e mais bonito, dá para trabalhar num monte de coisas e atividades e até ficar rico. Acredite se quiser!

 

MATTANÓ

(12/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que a masturbação e o orgasmo devolvem a homeostase sexual psíquica, libidinal, corporal e energética, vital, e até comportamental.

 

MATTANÓ

(12/10/2020)

 

 

 

MATTANÓ DENUNCIA A FAMÍLIA SENDO SUBSTITUÍDA PELO REGIME MILITAR (2020):

Mattanó faz uma proposta para o sistema capitalista e militar que investe em crianças e mulheres como armas militares, destruindo famílias e vidas, subordinando-as a violência e ao estupro, a prostituição e a degradação dos valores morais, inclusive ao risco de morrerem em combate ou perseguidas e se masculinizarem, se afastando de sua feminilidade e sexualidade, de sua maternidade e de sua espiritualidade, de seu sentimento familiar e organizador e de autoproteção e proteção do outro, sobretudo das crianças. Mattanó apresenta o Amor como solução para essa decadência moral e serviçal dos governos e dos militares que usam, sobretudo, crianças como armas de guerras, impondo abuso e exploração sexual, violência sexual física, moral e psíquica, emocional, familiar e na escola, bullying, estupro virtual, extorsão e vingança, lavagem cerebral e tortura, dor física, contaminação de área de guerra ou combate e conflito como radiação, radiação extraterrestre e/ou das telecomunicações, ou nuclear, crianças não são armas e nem munição, são indivíduos em crescimento, desenvolvimento e amadurecimento, em formação bio-psico-social, necessitam de cuidados especiais, de amor e de atenção, necessitam de carinho e de respeito, qualquer desvio na educação de uma criança pode criar uma nova guerra, ou conflito, pois gerará loucura e comportamos problemas que a destruirão e ao seu meio ambiente e social, inclusive filosófico e espiritual; eu, Osny Mattanó Júnior, sou um exemplo disto, desta ação militar desde os anos 1970 e em função disto geraram-se outras guerras e conflitos e terrorismo e problemas com educadores, cientistas e trabalhadores, inclusive com padres e religiosos e religiosas e muitas comunidades e artistas do Brasil e do mundo, até com o Greenpeace tentaram me incriminar ilegalmente e falsamente, a vida pede paz e respeito, pede Amor para se viver e se ensinar a viver e não invasão de intimidade e de privacidade com crianças e pornografia, com tortura e crueldade, com lavagem cerebral e sedução, deixando essas crianças um dia adultas e sequeladas com problemas sexuais como delírios e alucinações e depois perseguidas em função de estarem doentes em meio a programas de televisão como Olimpíadas, Copas do Mundo, jogos e competições, discursos políticos, acidentes e tragédias, catástrofes, guerras, terrorismo, violência, humor, shows, etc.. A proposta capitalista para essas crianças é a exploração pelo capital e a proposta do Amor de Deus é a liberdade para se viver e se ensinar a viver com dignidade e respeito, com igualdade e com cidadania, com direitos, deveres, obrigações e privilégios, da mesma forma que toda criança e sua família biológica ou não biológica, ou seja, não deveria existir uma família militar para fins militares para crianças!

 

MATTANÓ

(12/10/2020)

 

 

 

Mattanó aponta que nós nos expressamos e nos comunicamos através das palavras, do nosso território, do nosso corpo e do nosso pensamento que inclui o mundo virtual, assim ao nascermos vamos amadurecendo, crescendo e nos desenvolvimento para adquirirmos comportamentos e desenvolvermos outros como habilidades cognitivas e psicomotoras, e sensório-motoras, atividades psíquicas que vão se complexificando, onde uma atividade leva a outra como numa cadeia comportamental, onde o choro, leva a mamar, que leva a mastigar, que leva a fumar e a beber, que leva a beijar, que leva a cantar, que leva a gritar, que leva a se calar e ao silêncio, etc., um evento não é igual ao outro e um leva ao outro evento, como se fosse uma cebola ao descasca-la chegaríamos ao seu miolo e encontraríamos o seu centro, da mesma forma é o comportamento e a psique, se voltarmos analiticamente no tempo encontraremos o que o desencadeou e o originou, assim também se processam as atividades com as palavras e a alfabetização, com o território íntimo, privado, social, público e telepático, com o nosso corpo e as couraças, com o pensamento e o mundo virtual que inclui o conhecimento, a lavagem cerebral e a despersonalização, pois trata todo indivíduo da mesma maneira obrigando-o a seguir regras que o despersonalizam como aparições em nú e em higiene pessoal ou em intimidade e privacidade causando-lhe medo, vergonha e humilhação, revista vergonhosa íntima, ter que sofrer abuso sexual e estupro virtual, extorsão e vingança por causa de uma doença que não é sua responsabilidade, mas do Estado, e ter que viver em cárcere privado por que autoridades ou comunicadores decidiram aplicar um esquema para me prenderem e a minha família a partir de 1998 e 1999 com a Rede Globo de Televisão e a UEL e eu não aceitei e nem a minha família e depois disto vieram nos assassinar, mas não propõem essas ¨maravilhas¨ de shows, novelas, filmes, canções e livros e álbuns de música para traficantes e terroristas porquê? Por que somos piores? Por que somos ignorantes? Ou por que isso não ajudaria a Rede Globo de Televisão e a UEL e o Estado?! Se propõem carreira milionária ou bilionária com sexo com mulheres bonitas e lindas por toda vida e final de semana, para traficantes e terroristas certamente entrarão nesse jogo; já testemunhei a Psicóloga do Judiciário explicando que foi o Presidente que mandou criar a lei do crime virtual por minha causa, para me prejudicarem ou para me socorrerem? Testemunhei que ela sabe de mais coisas assim! Não sei que Presidente, mas o Brasil tem que ser um país de trabalhadores e de gente que tem direito a saúde e a liberdade, a democracia, e não ao cárcere privado induzido ou praticado por autoridades por que não gostam do que o paciente pensa ou de sua doença, desse jeito vão invocar com o barulho que os idosos fazem quando mastigam, como os cegos e os surdos e mudos por terem deficiência, com os esclerosados, com as vítimas de câncer que ficam sem pelos e sem cabelos, com os anãos, com aqueles que tem síndromes como de Down, de Turner, de Parkinson, etc.,, com os aidéticos, com os amputados, etc., fazem leis para proteger árvores e minério mas leis para proteger doentes e estuprados ninguém faz, ainda mas se for vítima do Estado e ficar com problemas de telepatia por culpa do Estado que ficou manipulado a sua vida e o seu cérebro a vida toda.

 

MATTANÓ

(14/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que chiste é falar do horror numa linguagem suja como a do racismo.

 

MATTANÓ

(16/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que o comportamento telepático deve ser enquadrado pelos Psicólogos Behavioristas como um comportamento encoberto, como conhecimento, um estímulo para o aumentamento e suas consequências, pelos Cognitivistas como uma habilidade cognitiva que se torna percebida por volta dos 4 anos de idade com a capacidade de significar e de dar sentido as representações, objetos e eventos do meio ambiente e continua se desenvolvendo fase-a-fase cognitiva até a crise final, pelos Psicanalistas como conhecimento e habilidade para a lavagem cerebral, para a despersonalização, que passa a ser feita com treino e assim capacitando o indivíduo em treinamento como na saúde, na religião e na segurança, ou passa a ser feita aleatoriamente e livremente, sem treino, robotizando aqueles indivíduos que não adquirem repertório comportamental para lidar com tal evento comportamental, como por exemplo, através da música e da teoria da pulsão auditiva de Mattanó de 1995. O que nos resta de aprendizado é que um aluno que venha a desenvolver ou estar doente e com telepatia em uma escola, colégio ou universidade e nesta instituição hajam Psicólogos ou Psicanalistas que tem o dever de intervir nas atividades desse aluno e dos demais alunos certamente jamais deveria se  omitir como se omitiram comigo no Colégio São Paulo, no Colégio Maxi Positivo e na Universidade Estadual de Londrina, pois me prejudicaram academicamente e profissionalmente, me roubaram minha vida e minha saúde e inclusive a da minha família inteira e também a nossa segurança, familiares nossos já morreram por causa disso e outros estão muito doentes como eu, Osny Mattanó Júnior, isto é imperdoável. É dever do Psicólogo estudar e pesquisar, fazer descobertas e avanços científicos, pedir ajuda de outros profissionais quando necessário, não fizeram isto e agora eu quero Justiça! Cometeram um monte de erros imperdoáveis e irreversíveis bio-psico-sociais, familiares, espirituais, filosóficos, econômicos e profissionais!

 

MATTANÓ

(16/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que toda empresa e toda organização tem a sua sexualidade que é composta pela sexualidade individual, social, pública e mundial, portanto trabalhadores que possuem o comportamento telepático interferirão na sexualidade da empresa e da organização, seja individualmente, socialmente, publicamente ou mundialmente, desta forma torna-se crime ou não recomendável empregar trabalhadores telepaths, visto que causarão constrangimento e violação de direitos, deveres, obrigações e privilégios.

 

MATTANÓ

(16/10/2020)

 

 

 

Mattanó denuncia para as autoridades e escreve as Técnicas de Controle ou Manejo do Estupro Virtual (2020):

Teoria da Abundância:
            Nesta técnica o indivíduo se vê como uma célula ou como uma Hóstia Viva que age milagrosamente através da sua consciência que se movimenta pela atenção e pela intenção sem mais ser controlado por regras, pela literalidade, pelo controle e pelas razões, nem mesmo pelo S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, simbologia, inconsciente, significados e sentidos, conceitos e contextos, interpretações, mas pela liberdade para se viver e para se ensinar a viver, assim o indivíduo aprende que ele não é o estímulo, nem a resposta e nem a consequência. Assim o indivíduo deixa de ser controlado pelo comportamento do estupro virtual e pelo seu aumentamento que passa a ser também movimentado pela consciência e pela liberdade para se viver e se ensinar a viver.

Teoria do Niilismo:
            Nesta técnica o indivíduo aprende a nomear seus repertórios indesejáveis ou que não fazem significado e nem sentido adequado como niilistas, ou seja, sem significados e sem sentidos para ele, comportamento que desfaz o estupro virtual impedindo-o pelo nada, pois o estupro virtual, tenta, pois construir redes de significados e de sentidos distorcidos e insanos que levam a loucura e a criminalidade, ao sofrimento sexual, comportamental e mental, assim através do niilismo o indivíduo anula esse comportamento quantas vezes necessitar, aprendendo a não dar significado e nem sentido para esse comportamento, que por sua vez torna-se inoperante.

Teoria do Avatar:
            Nesta técnica o indivíduo aprende a criar Avatares que o ajudarão a lidar e a dar um destino final para o estupro virtual ou para o comportamento de estupro virtual quando ele for desencadeado, criando-se assim, por exemplo, um Avatar de Lixo onde descartamos esses comportamentos indesejados, abrindo mão deles e criando liberdade para nos comportarmos no meio ambiente, ou seja, sempre jogamos no lixo o que não tem utilidade ou o que não presta, como por exemplo, o estupro virtual.

Podemos criar o Avatar da Estante de Livros desarrumados que simbolizam o estupro virtual e que respondemos prontamente arrumando-os e ordenando-os ao estupro virtual como forma de defesa virtual com esse Avatar e provavelmente nos sentirmos bem, pois somos o que significamos e damos sentido.

Teoria da Resignificação:

Nesta técnica o indivíduo aprende a resignificar o que está mal significado por causa da aprendizagem e do estupro virtual, o indivíduo percebe que é capaz de retirar um significado insano e colocar um outro significado sadio nas palavras que percebe e decodifica, ele percebe que é capaz de fazer uma recodificação. Assim o que era dor e sofrimento pode se transformar pela ressignificação em perdão e paz e até em reconciliação e amor ou auto-amor.

Teoria do Prazer e da Realidade:
            Nesta técnica o indivíduo aprende que o princípio do prazer pode leva-lo a loucura e ao estupro virtual e que o princípio da realidade é capaz de fazê-lo voltar ou permanecer na sanidade mental, mesmo abordando o princípio do prazer e assim o estupro virtual  e a loucura, o princípio da realidade permite ao indivíduo regressar ao mundo real. O estupro virtual dependem do equilíbrio entre o prazer e o real.

Teoria do Conhecimento:
Nesta técnica o indivíduo aprende que o estupro virtual é apenas  um  conhecimento ou uma forma de conhecimento, pois, trata-se de um mundo verbal encoberto muitas vezes e noutras vezes de um mundo verbal público, ambos produzem loucura e insanidade, porém como uma forma de conhecimento, pois também produz conhecimento, Ciência e Educação, História, Psicologia, Psicanálise, Comunicação, Arte e Filosofia. Assim o estupro virtual gera conhecimento e todo conhecimento gera aperfeiçoamento comportamental, portanto o estupro virtual pode ser uma entropia e uma neguentropia comportamental ou virtual para o aperfeiçoamento comportamental da nossa espécie e não necessariamente para punições e castrações, mas para educação e conhecimento, para a ciência e o trabalho humanos.

Teoria da Interpretação:

Nesta técnica o indivíduo interpreta a língua e a linguagem do codificador de forma assertiva e sem ruídos, possibilitando o entendimento da comunicação e negando a lavagem cerebral. Assim o estupro virtual nunca acontece pois a interpretação correta impossibilita o comportamento de estupro virtual, até mesmo forçar a interpretação correta acaba por educar o codificador a ser educado e a corrigir sua codificação pela moralização e pela educação como formas de impedir o estupro virtual e favorecer o convívio social humano.

Teoria do Não:

Nesta técnica o indivíduo apresenta como resposta para o estupro virtual o ¨não¨ impedindo a continuidade desse comportamento e assim do estupro virtual criando uma extinção desse comportamento do estupro virtual, de seus significados e sentidos, conceitos e contextos, pois você é o que você aceita e o que você significa e da sentido.

Teoria da Não-aceitação:

Nesta técnica o indivíduo apresenta como resposta a não-aceitação do estupro virtual, dos seus estímulos, respostas e consequências, impedindo o reforço da mesma e a continuidade dela, extinguindo-a, e aos seus significados, sentidos, conceitos e contextos. Assim o estupro virtual tem sua interrupção e extinção comportamental ou processo de extinção comportamental através da não-aceitação dos significados, sentidos, conceitos e contextos do estupro virtual.

Com estas Técnicas de Mattanó para lidar e manejar o estupro virtual podemos descobrir quem participa, pratica, faz, comanda, organiza, gerencia, direciona, dá ordens sobre este comportamento de estupro virtual, ou seja, quem tem interesse nesse comportamento na televisão, nos mass mídias, nas cidades, no resto do mundo, na saúde, na política, na segurança, na justiça, na comunicação, na população e nas comunidades, no trabalho, nas famílias e nas empresas e organizações, entre os artistas e atletas, entre os religiosos e poder solucionar este problema, e quem está torturando, roubando e assassinando a população e os trabalhadores, as famílias, quem está praticando tentativas de feminicídio e de infanticídio, pedofilia, extorsão, vingança e estupro, estupro virtual, violação da intimidade e da privacidade, furto a residência, curandeirismo e charlatanismo, terrorismo e periclitação da vida e da saúde! Que haja saúde e justiça para todos!

O estupro virtual é consequência de uma resposta a estímulo que o desencadeia e produz pulsão de morte e autodestruição, autoagressividade, que se torna incurável pois no estupro a vítima sente culpa e se culpa desse evento, mesmo sem ter culpa e sendo a vítima, em função da pulsão de morte e da autodestruição, da autoagressividade, onde o indivíduo pode recorrer a comportamentos como piadas e humor ou a chistes que tomam conta de seu comportamento pela incoerência, pelo absurdo, pela ignorância, pela falta de sentido e de significado, pela falta de coesão, pelas mensagens escondidas ou induzidas que a consciência humana decodifica com humor e incoerência, com uma inteligência superior que  é derivada da força dos nossos ancestrais em suas lutas e combates pela sobrevivência, pelos seus modos de se comportarem e de se relacionarem, de se organizarem pelo absurdo e incoerente, ignorante e sem sentido e sem significado processo evolutivo de nossa espécie que selecionou os mais aptos, fortes, inteligentes e capazes e até os mais ignorantes, incoerentes e absurdos desprovidos de significados e de sentidos para se reproduzirem e reproduzirem  e inovarem comportamentos como o do estupro virtual numa cadeia evolutiva que o próprio Homo Sapiens nega a dar continuidade biológica, porém apela para a cadeia social e moral para criar  novos modelos de comportamento e de relacionamento evolutivo, talvez porque tudo é absurdo, incoerente e ignorante, sem sentido e sem significado, como a própria sobrevivência do Homo Sapiens.

 

MATTANÓ

(22/10/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes são tendenciosos e tem um objetivo particular, ou seja, servem a um fim, os chistes que não servem a algum fim correm o risco de não encontrarem pessoas para ouví-los, estes chistes, não tendenciosos, são abstratos e inocentes. Porém tanto os chistes tendenciosos quanto os chistes não tendenciosos desencadeiam significados e sentidos, e mais ainda, pressupostos e subentendidos no ouvinte ao decodifica-los e assimila-los. Da mesma forma os chistes podem ser tendenciosos ou não tendenciosos através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura e das suas ferramentas que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(16/08/2025)

 

 

 

 

 

Já que dividimos os chistes em “verbais’ e ‘conceptuais’ de acordo com a manipulação técnica do material, estamos autorizados agora a examinar a relação entre tal classificação e os novos chistes que iremos introduzindo. A relação entre chistes verbais e conceptuais por um lado e entre chistes abstratos e tendenciosos por outro, não é de mútua influência; trata-se de duas classificações de produtos chistosos inteiramente independentes. Algumas pessoas podem talvez receber a impressão de que os chistes inocentes são predominantemente verbais e que uma técnica mais complexa de chistes conceptuais é mais empregada para propósitos definidos. Mas há chistes inocentes que operam com jogo de palavras e semelhança fônica, como há chistes inocentes que empregam todos os métodos dos chistes conceptuais. É ainda mais fácil mostrar que um chiste tendencioso não necessita ser mais que um chiste verbal no que toca à sua técnica. Por exemplo, os chistes que ‘jogam com’ nomes próprios têm freqüentemente um propósito insultante e ferino, embora sejam, é desnecessário dizer, chistes verbais. Mas os chistes mais inocentes de todos são ainda os chistes verbais; por exemplo, o Schüttelreime, tornado recentemente tão popular e no qual a técnica é constituída pelo uso múltiplo do mesmo material com uma modificação inteiramente peculiar:

 

Und weil er Geld in Menge hatte,

lag stets er in der Hängematte

 

[E porque tem dinheiro em quantidade

Ele sempre se deita em uma rede.]

 

Pode-se esperar que ninguém questione a identidade do prazer derivado dessas rimas, por outro lado despretensiosas, com o prazer que nos faz reconhecer os chistes.

Bons exemplos de chistes conceptuais, abstratos ou inocentes, podem ser achados em abundância nas analogias de Lichtenberg, algumas das quais já conhecemos. Acrescento outras:

‘Enviaram um volume em oitavo menor a Göttingen e receberam de volta algo que era um quarto em corpo e alma.’

‘A fim de construir esse edifício adequadamente, é necessário providenciar sobretudo bons alicerces; não conheço nenhum mais firme que o processo em que, a cada camada de alvenaria pro segue-se prontamente outra contra.‘

‘Uma pessoa gera um pensamento, uma segunda o leva a batizar-se, uma terceira tem filhos com ele, uma quarta o visita em seu leito de morte e uma quinta o enterra.’ (Analogia com unificação.)

 

’Ele não apenas não acredita em fantasmas como ainda não tem medo deles.’ O chiste aqui consiste inteiramente na forma absurda da representação, que introduz, por comparação, as maneiras de pensar menos comuns enquanto assevera francamente o que se considera menos importante. Se o envoltório chistoso é removido, temos (a afirmação): ‘é muito mais fácil ficar livre do medo dos fantasmas intelectualmente que escapar dele quando aparece a ocasião’. Tal asserção não é absolutamente um chiste, embora se trate de uma descoberta psicológica correta e ainda bem pouco apreciada - a mesma descoberta que Lessing exprime em sentença bem conhecida:

‘Não são livres todos aqueles que zombam de suas cadeias.’

Aproveito a oportunidade para livrar-me de um equívoco possível, pois os chistes ‘abstratos’ ou ‘inocentes’ estão longe de ter o mesmo sentido dos chistes ‘triviais’ ou ‘carentes de substância’; (sua designação) conota simplesmente o oposto dos chistes ‘tendenciosos’ que serão discutidos em breve. Como mostram nossos últimos exemplos, um chiste inocente - ou seja, não tendencioso - pode ter também grande substância, asseverando algo valioso. Mas a substância de um chiste é independente do chiste, consistindo na substância do pensamento expresso aqui como chiste, mediante arranjo especial. Sem dúvida, tal com os relojoeiros em geral fornecem a um mecanismo particularmente bom algum estojo similarmente valioso, assim pode ocorrer com o chiste, onde os melhores produtos chistosos são usados como envoltório dos pensamentos de maior substância.

Se traçamos agora uma nítida distinção entre a substância do pensamento e o envoltório chistoso, atingimos realmente uma descoberta que pode lançar luz a grande parte de nossa incerteza na avaliação de chistes. Pois isso revela - o que é surpreendente - que nossa fruição do chiste baseia-se em uma impressão combinada de sua substância com uma efetividade como chiste, o que nos leva a ser enganados por um fator à custa do outro. Só depois da redução do chiste tornamo-nos atentos para esse falso juízo.

Além disso, a mesma coisa vale para os chistes verbais. Quando nos dizem que ‘a experiência consiste em experimentar o que não desejaríamos experimentar’ (ver em [1]), ficamos desconcertados e pensamos ter aprendido nova verdade. Transcorre algum tempo antes que reconheçamos sob esse disfarce a platitude ‘O sofrimento faz-nos sábios’. [A adversidade é a melhor escola.] (Fischer [1889, 59].) O modo adequado com que o chiste consegue definir a ‘experiência’, quase que exclusivamente pelo uso da palavra ‘experimentar’, engana-nos, levando à superestimação da substância da sentença. Exatamente o mesmo se pode dizer sobre o chiste de unificação de Lichtenberg ‘Janeiro’ (ver em [2]) que não nos diz mais do que sempre soubemos - que os votos feitos por ocasião do Ano Novo tornam-se realidade com a mesma freqüência que outros votos. O mesmo em muitos casos semelhantes.

Constatamos o contrário quanto a outros chistes, nos quais a adequação e verdade do pensamento nos enganam, levando-nos a considerar toda a sentença como um chiste brilhante - enquanto só o pensamento é brilhante e a confecção do chiste freqüentemente precária. Exatamente nos chistes de Lichtenberg o núcleo do pensamento é em geral muito mais valioso que o envoltório chistoso ao qual, injustificadamente, estendemos nossa apreciação. Assim por exemplo o comentário sobre ‘a tocha da verdade’ (ver em [1]) é uma analogia que dificilmente chega a ser um chiste, mas é tão apropriada que insistimos em tomar a sentença como um chiste particularmente bom.

Os chistes de Lichtenberg se distinguem sobretudo devido a seu conteúdo intelectual e à segurança com que ferem o alvo. Goethe estava muito certo ao dizer deste autor que suas idéias chistosas e pilhéricas encobriam problemas; seria mais correto dizer que roçam a solução de problemas. É o caso por exemplo em que comenta com um chiste: ‘Ele lera Homero tanto que lia sempre “Agamemnon” ao invés de “angenommen [suposto]”.’ A técnica usada é ‘estupidez’ mais ‘similaridade fônica’, tendo Lichtenberg descoberto nada menos que o segredo da leitura equivocada.

O mesmo se dá com um chiste cuja técnica nos parecera muito insatisfatória (ver em [1]): ‘Ele se maravilhava em que os gatos tivessem dois furos recortados em sua pele, exatamente no lugar dos olhos’. A estupidez aqui alardeada é apenas aparente. De fato, por trás desse simples comentário está o grande problema da teleologia na estrutura animal. Não é absolutamente óbvio que a fissura palpebral deve abrir-se no ponto em que a córnea está exposta até que a teoria da evolução esclareça essa coincidência.

Tenhamos em mente o fato de que os comentários chistosos produzem em nós uma impressão global na qual não conseguimos separar a parte devida ao conteúdo intelectual da parte devida à elaboração do chiste. Pode ser que mais tarde encontremos um fato paralelo a este, ainda mais importante. (Ver em [1].)

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que existem os chistes verbais e conceptuais de um lado e do outro lado os chistes abstratos, tendenciosos e inocentes. Os chistes verbais e conceptuais são chistes que consistem em experimentar a substância da sentença, e os chistes abstratos, tendenciosos e inocentes são chistes triviais e carentes de substância em sua sentença.

Explica também que os chistes produzem um conteúdo intelectual devido à elaboração do chiste.

Mattanó aponta que existem os chistes verbais e conceptuais de um lado e do outro lado os chistes abstratos, tendenciosos e inocentes. Os chistes verbais e conceptuais são chistes que consistem em experimentar a substância da sentença, ou seja, com uma materialidade, e os chistes abstratos, tendenciosos e inocentes são chistes triviais e carentes de substância em sua sentença, são ricos em abstrações.

Explica também que os chistes produzem um conteúdo intelectual devido à elaboração do chiste e que esse conteúdo intelectual produz significados e sentidos no decodificador do chiste, que por sua vez, é uma mensagem. Contudo podemos dizer que um chiste é um ruído, pois não transmite fidedignamente sua mensagem, ora o decodificador pode decodifica-la ora pode não decodifica-la como queria o codificador. O chiste é um ruído que produz significados e sentidos no ouvinte ou no decodificador.

 

MATTANÓ

(22/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que uma boa proposta para a Educação seria juntar o 1º e o 2º Graus num novo ensino completado em 12 anos, onde a vida escolar preparará o aluno para o trabalho em pelo menos três profissões que este e/ou sua família selecionar, sendo profissões que dependem apenas da conclusão dos 12 anos de ensino escolar, profissões como técnicos de trânsito, técnicos em fiscalização, técnicos em oficiais de justiça, técnicos em secretariado-júnior, técnicos em administração, técnicos em artes e em música, técnicos em cinema e televisão, técnicos em rádio e jornal, técnicos em mass mídias, técnicos em dramatização, técnicos em disciplinas, técnicos em saúde como auxiliar de enfermagem, auxiliar de psicólogo, auxiliar de hospital e cuidador de idosos e de enfermos, técnico em atividades domésticas e auxiliar de atividades domésticas, motorista, jardineiro, jogador de futebol e atleta, professor, cientista, político (com formação para poder exercer esta atividade e concorrer a este cargo), motoboy, cozinheiro, padeiro, manipulador de fórmulas farmacêuticas, entregador, balconista, vendedor, bancário, feirante, etc..Os alunos que não completarem os 12 anos da formação poderão aproveitar os cursos concluídos, por exemplo, Ciências, História, Matemática, Português, Geografia, etc., para poderem prestar concursos  e prestar trabalhos afins.

É dever da grade curricular facilitar e promover o desenvolvimento escolar, moral, familiar, social e psíquico para o aluno ingressar no trabalho em suas opções selecionadas em sua vida escolar, de modo que favoreça sua vida social e seu pleno convívio e bem-estar, inclusive, econômico.

 

MATTANÓ

(27/10/2020)

 

 

ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DA CONSCIÊNCIA SEGUNDO MATTANÓ (2020):

A análise e interpretação da consciência motivada pela telepatia e pela lavagem cerebral, pelo conhecimento e pelo trabalho e pelas instituições aumenta a ausência de significado e de sentido nas representações, pois o trabalho com suas normas pessoais, sociais e análises de custos e benefícios, e as instituições com seus hábitos, tradições, linguagens, mitos, ritos e discursos, e sua psicohigiene, que por outro lado, nomeiam significados e sentidos através da ancoragem e da objetivação nas representações por meio do desequilíbrio cognitivo e da linguagem. Assim um objeto da consciência como a palavra ¨latir¨ num contexto de lavagem cerebral telepática e de conhecimento, de trabalho onde esse termo está descontextualizado torna-se motivado por normas pessoais e sociais e análises de custos e benefícios, num contexto institucional torna-se motivado pela ausência de significado e de sentido através de sua reprodução, e por outro lado, torna-se representativo através da  ancoragem e da objetivação que são como uma assimilação e uma acomodação do termo ¨latir¨ e de seus significados e sentidos por meio da linguagem. A linguagem determinará os significados e os sentidos do termo ¨latir¨, inclusive sua coerência ou incoerência para a vida psíquica consciente.

Se analisarmos e interpretarmos ¨latir, estudar, trabalhar, digitar e escutar  música ao mesmo tempo em que se está dormindo sem estar sonhando¨ percebemos que o trabalho com suas normas pessoais, sociais e análises de custos e benefícios, e as instituições com seus hábitos, tradições, linguagens, mitos, ritos e discursos, e sua psicohigiene agem de forma a manter o indivíduo numa ausência de significados e de sentidos, ou ao mesmo que ele seja capaz de entender e percebe-los, que por outro lado, nomeiam significados e sentidos através da ancoragem e da objetivação nas representações por meio do desequilíbrio cognitivo e da linguagem, evento que facilita a visualização dos significados e dos sentidos. Assim um objeto da consciência como a palavra ¨latir, estudar, trabalhar, digitar e escutar  música ao mesmo tempo em que se está dormindo sem estar sonhando¨ num contexto de lavagem cerebral telepática e de conhecimento, de trabalho onde esse termo está descontextualizado torna-se motivado por normas pessoais e sociais e análises de custos e benefícios de modo a normatizar suas relações, num contexto institucional torna-se motivado pela ausência de significado e de sentido através de sua reprodução e de sua repetição, e por outro lado, torna-se representativo através da  ancoragem e da objetivação que são como uma assimilação e uma acomodação do termo ¨latir, estudar, trabalhar, digitar e escutar  música ao mesmo tempo em que se está dormindo sem estar sonhando¨ e de seus significados e sentidos por meio da linguagem. A linguagem permite a ancoragem e a objetivação, a abstração e a materialização das representações sociais como forma de manter seu equilíbrio bio-psico-social, e até sua entropia e neguentropia, como forma de organização e reorganização, filogenética, ontogenética, cultural, espiritual, da vida e do universo.

A consciência tem papel mais importante do que o inconsciente ou o subconsciente na vida psíquica e comportamental dos seres humanos, pois a maior parte da vida psíquica dos seres humanos é tomada pela consciência, poucos detêm conhecimento e técnica para conhecer, acessar e manipular o inconsciente. O inconsciente tem muitos nomes, já a consciência é uma só!

 

MATTANÓ

(27/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que estudar a consciência e privilegiá-la e não ao inconsciente no caso da lavagem cerebral, pois esta suscita o conhecimento e a telepatia a uma condição de completa escuridão que simboliza o inconsciente levando a insensibilidade das contingências, contudo, privilegiando a consciência temos um holofote aceso a indicar os caminhos, os objetos e as relações no meio dessa escuridão que é o inconsciente, esse holofote é a consciência, que por sua vez, garante a discriminação das contingências e os insights, e portanto, a Teoria da Abundância de Mattanó, onde você é uma célula ou uma Hóstia Viva que discrimina as regras mas não as segue por selecionar a consciência e o seu movimento guiado pela atenção e pela intenção que garantem a liberdade para se viver e para se ensinar a viver, aprendendo que você é o que sua consciência significa e dá sentido!

 

MATTANÓ

(28/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que outro ponto importante contra as leis sobre o mundo virtual psicológico é que pessoa alguma no mundo consegue controla-lo, pois ninguém consegue controlar suas próprias sinapses, para um Psicobiologista, para um Neurofisiologista, para um Behaviorista, para um Psicanalista, para um Fisiologista, para um Neurologista, etc., o mundo virtual ou mundo virtual psicológico são apenas sinapses e conexões cerebrais, eventos incontroláveis.

 

MATTANÓ

(31/10/2020)

 

 

MATTANÓ DENUNCIA AMEAÇAS E FALSIDADES CONTRA ELE (2020):

Mattanó aponta que é comum testemunhar ameaças de morte, de linchamento e de chacina por causa de falsidades e mentiras telepáticas sobre você, que vão contra exames médicos, clínicos, laboratoriais e hospitalares, que atestam que você não possue telepatia, a prova é que não existe prontuário médico algum que ateste isto ou exame algum, e até já perderam o meu sinal quando tive um mal-estar e morri, caí duro no chão e a telepatia permaneceu sem o meu sinal telepático e de vida.

Ontem a noite testemunhei uma ¨conversa¨ ou conhecimento telepático, uma ameaça de alguma autoridade para minha mãe, na qual essa autoridade estava mandando minha mãe jogar no lixo os exames médicos e laboratoriais que comprovam que eu não possuo a telepatia, por sinal neste mesmo dia em que divulgavam o conhecimento de que a minha condição é de telepata natural, mentira!

Outra prova de que a telepatia não é minha é que a sua voz e linguagem não mudam e não amadurecem, não se desenvolvem mesmo com o meu desenvolvimento e amadurecimento desde criança, ela é a mesma coisa desde criança, enquanto que a minha mente, linguagem e o meu comportamento mudam e crescem, amadurecem e se desenvolvem, ou seja, o problema permanece mesmo não havendo problema! Até ingerindo bebida alcoólica, sendo anestesiado ou tomando diferentes remédios para o cérebro e a mente essa voz e sua linguagem não mudam, como isto é possível?

Já testemunhei um dia antes de inventarem que a telepatia é natural e é minha, que a Rede Globo de Televisão paga 1 milhão por dia para o tráfico me perseguir e me assassinar! O tráfico usa a telepatia, como isto é possível?
Funcionalmente não há como desempenhar um comportamento neurológico ou comportamental, psicológico sem uma estrutura anatômica e morfológica específica para esta finalidade, esta estrutura não existe em meu cérebro e o meu mapa cerebral nunca aponta irregularidades algumas, ou seja, eu possuo um atestado de Clínica Neurológica e exames recentes de que meu cérebro é normal, e não possui telepatia – quando me examinam com telepatia e recursos laboratoriais fazem perguntas e gravam as respostas do equipamento no computador e a resposta final ou o exame concluiu que eu não tenho telepatia, no exame o cérebro muda conforme sua atividade, a conclusão, pode ser, de que eu não possuo atividade telepática, já fiz este exame três vezes em 20 ou 30 anos e já fiz DNA que não comprovou nenhuma alteração genética em mim ou nenhuma mutação no meu cérebro.

 

MATTANÓ

(31/10/2020)

 

 

Mattanó denuncia que neste holocausto outras duas provas de que a telepatia não é cerebral mas é um milagre sobrenatural é que nenhum cérebro é capaz de fazer curas milagrosas e nem bilocação, precisaríamos de estruturas cerebrais para isto, e eu tenho estes poderes que não dependem exclusivamente da minha vontade pois eu não nasci com isto e nenhum cérebro adquire novas habilidades naturais após os 24 ou 27 anos de idade do indivíduo e o meu problema com a telepatia se instalou a partir de 1999 quando eu tinha 27 anos de idade.

 

MATTANÓ

(31/10/2020)

 

 

Mattanó pergunta para o mundo, para os EUA, para a Inglaterra, para o Brasil, para Hollywood, para os artistas e para os atletas, para a Rede Globo de Televisão, para a Seleção Brasileira, se eles se acham mais famosos e mais importantes do que a Voz de Jesus Cristo e a Voz de Nossa Senhora? Do que a Voz do Amor de Deus? Como já fizeram os Beatles nos anos 60?! São mais famosos e por causa disto, mais importantes e assim merecem respeito e o Amor de Deus não? Estas pessoas se acham mais famosas e importantes do que a Eucaristia? Agora a Eucaristia é famosa! A Eucaristia aparece nos mass mídias de diversas maneiras, inclusive por bilocação e telepatia ou conhecimento!

 

MATTANÓ

(31/10/2020)

 

 

Mattanó aponta que a Indústria dos Famosos só aumenta o número de casos de mulheres, crianças, adolescentes, jovens e idosos abusados e explorados sexual, física, psíquica e moralmente, pois vendem um produto, uma imagem distorcida da realidade desses indivíduos e de suas qualidades e representações, impondo o prazer  sobre a realidade, e a agressividade sobre os autocuidados levando a autodestruição individual e social com práticas morais e sexuais que levam a feridas psicológicas e emocionais.

 

MATTANÓ

(07/11/2020)

 

 

A NOVA AVALIAÇÃO ESCOLAR E A NOVA ORIENTAÇÃO VOCACIONAL SEGUNDO MATTANÓ (2020):

Mattanó aponta que através do exame de Mapeamento Cerebral podemos delinear e examinar as igualdades e diferenças entre os indivíduos e as populações acerca de comportamentos como na Escola para avaliação escolar, tornando eficaz o mapa cerebral como mediador entre docente e discente na medida que o docente compreenderá melhor as capacidades cerebrais ou neurológicas e comportamentais de seus discentes na prática da avaliação escolar; poderemos avaliar diferentes comportamentos nas áreas de Psicologia, Behaviorismo, Psicologia Analítica, Psicanálise, Gestalt, Psicologia Social, Psicologia Escolar, etc., em cada discente e fazer um diagnóstico escolar que direcione o discente para suas escolhas, que podem ser em qualquer área do conhecimento e do saber, como uma Nova Orientação Vocacional, segundo Osny Mattanó Júnior.

 

MATTANÓ

(07/11/2020)

 

ATLAS DE ANATOMIA DA MENTE E DO COMPORTAMENTO HUMANO SEGUNDO MATTANÓ (2020):

Mattanó aponta que seria necessário criar um Atlas de Anatomia da Mente e do Comportamento Humano onde representaríamos cada estrutura responsável por cada evento psíquico e comportamental, e compreenderíamos que o que difere um indivíduo do outro é o seu organismo e que este organismo depende de seus genes e de sua funcionalidade para se diferenciar dos outros organismos através da sua história de vida que vai moldando e gerando regras através da percepção que ocorre mediante os repertórios básicos comportamentais, como a imitação, a discriminação, a atenção e o controle, estes repertórios básicos comportamentais ocorrem diversas vezes simultaneamente em cada organismo, em cada órgão ou sentido de forma inconsciente e consciente, quando dispomos dessa consciência e isto vai construindo o nosso mapa cognitivo e os caminhos cognitivos que são responsáveis pelos nossas escolhas e decisões, pelos nossos comportamentos e atividades psíquicas conscientes e inconscientes.

 

MATTANÓ

(07/11/2020)

 

 

 

A TEORIA DOS ARTISTAS SEGUNDO MATTANÓ: PRAZER, REALIDADE E DRAMA (2020):

Mattanó aponta que para ser um artista de cinema ou teatro e televisão, para saber representar ele deve fazer uma formação específica que engloba a dramatização e a exploração da sua linguagem corporal e territorial, inclusive da sua libido. Para Mattanó um bom artista de cinema, teatro ou televisão não deve ser obrigado a fazer uma formação específica, mas deve escolher entre três formações:
A Formação da libido que privilegia a sexualidade e a afetividade, a libido e a erotização do corpo representado;

A Formação da comunhão que privilegia a fraternidade e a convivência, a irmandade e a partilha do corpo representado;

E a Formação da segurança que privilegia o exercício da força e da segurança, da proteção e da ordem, do equilíbrio do corpo representado.

Cada Formação Artística abraça o Prazer e o Real, ou seja, o Princípio do Prazer que é orientado para o hedonismo e a satisfação pessoal de seus prazeres, e o Princípio da Realidade que é orientado para os dados de realidade pessoal; assim tanto a libido, a comunhão quanto a segurança desenvolvem prazer e segurança, contudo não apenas isto, desenvolvem na Formação dos Artistas, também o Drama e a Dramatização, que é justamente o comportamento do artista de representar aquilo que ele não poderia ser na vida real, mas o é na vida encenada ou dramatizada e representada. Deste modo um Artista pode ser na vida representada algo libidinoso, algo de comunhão ou algo de segurança que ele jamais seria na vida anímica – da mesma forma que existe o Artista que não consegue realizar comportamentos na sua vida anímica existem Artistas que não conseguem realizar comportamentos na vida artística e em função disto desenvolvo esses três tipos de Formação Artística, para aqueles que tem problemas com a libido e suas consequências, ou com a comunhão e suas consequências ou com a segurança e suas consequências, ser Artista é abraçar a diversidade e estender a oportunidade de sua formação e carreira aos menos favorecidos e que tem dons artísticos relevantes.  A Formação Artística deve ser inclusiva, da mesma forma como se propõe a Obra de Arte.

 

MATTANÓ

(07/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que assim como existe uma cultura pornográfica explícita que é veiculada nos mass mídias como a televisão, as revistas, o cinema, a  música e o jornal, a novela, por exemplo, deveria existir uma cultura de educação sexual explícita que veiculasse a importância do amor na sexualidade e do auto-amor, do amor ao próximo, do amor ao conjugue, explicando os prejuízos das perversões e os benefícios do amor e da saúde sexual adulta, que as perversões tem um caráter infantil e regressivo e que o amor é auto-atualizador e auto-realizador, produz maravilhamento, deslumbramento, contentamento e aumento da produtividade do casal, seja no trabalho ou na família, com o cuidado e a criação dos filhos que aprenderão a não ter frustração, pois o amor não frustra.

 

MATTANÓ

(08/11/2020)

 

 

 

Mattanó aponta que compreendendo o hoje através dos mitos pertenceremos ao social e a sociedade, a comunidade, a humanidade. Assim a sociedade e a política deveriam se organizar e se orientar a partir dos mitos e dos ritos, pois são eles que introduzem o indivíduo no coletivo e no seu mistério individual, na sua jornada pessoal dos heróis, desta forma compreendendo a atualidade a partir dos mitos compreenderemos os mistérios individuais e coletivos do indivíduo e dos grupos, das sociedades, das comunidades, de modo que alcancemos a humanidade através da globalização. É a globalização quem introduz mitos indiferentes e sem significados, sem sentidos, através da linguagem e da comunicação indiferente e sem significado e sem sentido, ou mesmo, niilista, a globalização introduz mitos niilistas na cultura e na jornada pessoal de cada herói, cabe ao herói vencer sua luta pessoal contra o niilismo superando-o ou resignificando-o, atribuindo um significado através da educação e da informação, da cultura e da comunicação, da globalização, ou mesmo, aceitando-o como evento natural de sua luta pessoal e até negando-o, a forma de lidar com o niilismo pode ser de diversas maneiras, mas o herói permanece o mesmo, só a subjetividade muda neste conflito, e o corpo permanece seu caminho amadurecendo, se desenvolvendo e envelhecendo, a mente troca de casca com a morte.

O Estado deveria fornecer as ferramentas para os indivíduos e estes buscarem os meios para utilizarem-nas através da educação e da formação integral. O Estado não deveria se preocupar em oferecer auxílios ou benefícios para as classes mais pobres, deveria sim, oferecer ferramentas, qualificação através da educação e da formação integral, como faz a Igreja Católica com o evangelho e a evangelização, com a Primeira Comunhão, a Igreja oferece educação e formação integral que o indivíduo leva para toda a sua vida com responsabilidade e determinação, pois é uma educação e formação para a vida e para a sua salvação ou sobrevivência, uma educação que resolve adversidades e problemas diversos e até insolúveis. O Estado deveria promover uma Educação que visa ajudar o aluno e a aluna a resolver adversidades e problemas em sua vida e jornada pessoal e coletiva, deveria oferecer uma formação moral integral, uma formação psicológica integral para que o aluno adquira maturidade e nunca se sinta seduzido por crimes e imoralidades ou corrupção e violência como o tráfico e o terror, uma educação que promova o seu sucesso bio-educativo-psico-social, filosófico, espiritual e cósmico que venha a construir personalidades saudáveis e não indivíduos com personalidades desajustadas e desequilibradas e que busquem a paz, o amor e a bem de todos e não a competição e o egoísmo do capitalismo e da economia que vendem crianças, famílias, trabalhadores e Santos por trinta moedas de ouro para artistas, autoridades e atletas que buscam apenas prêmios, medalhas, recompensas e troféus e não a caridade, o perdão e o amor ao próximo como a si mesmo.

 

MATTANÓ

(09/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que é através do reforço da linguagem que o inconsciente é estruturado, pois todo comportamento é precedido de reforço em sua intencionalidade.

 

MATTANÓ

(12/11/2020)

 

 

Mattanó denuncia para as autoridades competentes que testemunhou ontem, 11 de novembro de 2020, à tarde, agentes de segurança, policiais ou serviços secretos reclamando que a questão da espionagem havia sido combinada entre os governos do Brasil e do resto do mundo, contudo testemunhei que há autoridades brasileiras que não abrem mão da proteção contra espionagem neste território brasileiro e há famílias e trabalhadores que também não abrem mão desta proteção legítima contra espionagem neste país. Pelo que venho testemunhando isto está acontecendo e muito no Brasil e há muito tempo – JUSTIÇA! Corrupção, impedir que alguém exerça seus direitos, deveres, obrigações e privilégios, e espionagem são crimes no Brasil! CADEIA!!!

 

MATTANÓ

(12/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que a lei sobre o mundo virtual parece bastante frágil e incorreta, inviável, pois não há como saber o que significa e qual é o sentido do conteúdo virtual do pensante ou codificador virtual e produtor de conhecimento virtual sem que haja uma interação objetiva e real com ele, ou seja, no mundo real com palavras e verbalizações, para que se descubra o que significa e qual é o sentido do conteúdo virtual codificado pelo pensante, isto me parece um outro surto de doença mental promovido por indivíduos com poder sobre a vida dos outros mas sem poder sobre a vida psíquica e comportamental própria e dos outros, pois no mundo virtual é impossível a discriminação, o controle, a literalidade e as razões, o rastreamento, o aumentamento, etc., e o comportamento verbal, sem comportamento verbal não há relação social, não há interação social, sem discriminação das contingências do conhecimento, neste caso, verbais, não há como haver interação social e convívio social, não há sociedade, civilização e nem humanidade, não há trabalho, não há escola, não há saúde, não há justiça, não há política, não há cidadania, não há esporte, não há diversão, não há Igreja e nem espiritualidade, não ciência e nem educação, não há comunicação e nem informação, regressamos a condição de macacos assassinos.

 

MATTANÓ

(13/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que uma boa teoria psicológica acerca do passado, do presente e do futuro deve contemplar a vida, a morte e a ressurreição, seus significados e sentidos, seus contextos e conceitos, suas funcionalidades, análises e interpretações, suas histórias, de modo que cada evento, do passado, do presente ou do futuro seja discriminado a partir do real e do prazer, do ideal e do real, do imaginário e do simbólico e de seus significados e sentidos para cada indivíduo ou comunidade que ritualiza o passado, o presente e o futuro de acordo com suas características culturais e linguísticas, comportamentais e psíquicas, sociais e filosóficas, espirituais e educacionais, políticas e cidadãs, cada prática ritualizada tece uma rede de informações e de mitos que levam o indivíduo e a comunidade a transcender e a crescer psicológica e comportalmente, adquirindo novos repertórios comportamentais, e se adaptando melhor ao meio ambiente através de sua jornada pessoal e trajetória dos heróis. É através da trajetória dos heróis que os ritos e mitos do passado, do presente e do futuro, ou seja, que tem a intencionalidade voltada para o passado, para o presente ou para o futuro tornam-se meio desencadeador e formador de indivíduos com uma mensagem e uma experiência vivida que lhes possibilitam derrotar todo e qualquer monstro ou obstáculo e a ensinar a seus membros da mesma comunidade como fazer isto, que desta maneira possibilitam ingressar novos membros através de novos ritos que abordam mitos do passado (heróis do passado), do presente (heróis do presente) e do futuro (heróis sonhados e desejados do futuro através dos ritos). Assim decorre a vida, a morte e a ressurreição de cada membro de cada sociedade ou comunidade atual ou do passado e até mesmo projetada para o futuro, como pressentimos na luta do Amor de Deus em sua caminhada pessoal e social – um exemplo de vida, morte e ressurreição, pois Ele é a Vida, a Morte e a Ressurreição!

Ele é a Vida, pois é o Amor! E é o Amor quem produz a Vida!

Ele é a Morte, pois é o Amor quem aceita a Morte como um Cavaleiro do Apocalipse ou um Profeta do Apocalipse, Ele é a Porta do Céu, por isso é a Vida e a Morte!

Ele é a Ressurreição, pois a Ressurreição é só Amor de Deus! É vitória da Vida sobre a Morte!

Quem ama a si mesmo, ama ao próximo! Pois quem ama ao próximo, ama a si mesmo!

 

MATTANÓ

(13/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que na lavagem cerebral por telepatia onde ocorre também extorsão e vingança, estupro virtual manifesta-se o desejo de uma necessidade de autodestruição, onde o indivíduo se vê ameaçado e invadido, tomado por completo por forças que vão além do seu controle, do controle sobre o seu próprio corpo, comportamento e mente, impossibilitado de se defender ele se vê ameaçado e reage instintivamente pela necessidade de autodestruição oriunda da pulsão de morte e pode cometer crimes e delinquências, ser reprovado na escola, perder o emprego, perder amigos e amigas, perder relacionamentos afetivos, desfazer seu casamento, perder familiares, ficar insano e perder seu autocontrole e o direito sobre si mesmo, ficando sob cuidados de outro indivíduo, mas quando este indivíduo e toda a sua família também sofrem este tipo de atentado e de violência fica incompreensível o papel das autoridades, ainda mais se artistas internacionais e nacionais ficam roubando, abusando e explorando o trabalho e a carreira de uma vítima desses atentados e de sua família para parecerem bacanas e ¨legais¨, nada invejosos,  e nada falsos ideologicamente, pois propõem um trabalho que nunca se realizará, pois está em meio a contingências criminosas, como enriquecimento ilícito e organização criminosa, crimes contra a saúde, a ordem e  a paz, contra autoridades, contra a saúde das autoridades internacionais e nacionais com essas ideologias nas artes ¨da pulsão auditiva ou explícito¨, não sei, só sei que houve crime e que erraram e tentaram me incriminar e agora eu quero Justiça e cadeia além de que paguem por tudo o que já sofri desde criança com minha família até hoje e se for justo até o fim de nossas vidas, inclusive pela segurança e rendimentos que nos privaram e privam de termos, de coisas que nos roubaram e estragaram copiando e imitando ilicitamente, trabalhar todos podemos e se cometemos crimes pagaremos e o nosso trabalho permanecerá como aos dos políticos  e funcionários públicos, empresários, etc., que ao cometerem crimes não tem seu trabalho destruído e nem impedido de ser utilizado pela comunidade, mas apenas são detidos e condenados em tribunais par estas causas, trabalhar pela paz todos nós trabalhamos, aqui em Londrina, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Belo Horizonte, em Recife, em Manaus, em Cuiabá, em Curitiba, em Porto Alegre, em New York, em Londres, em Paris, em Lisboa, em Madrid, em Cabul, na Cidade do México, em Pequim, em Hollywood, na Universidade Estadual de Londrina, na Rede Globo de Televisão, etc., em qualquer lugar, podemos trabalhar pela paz e não cometeremos crimes, mas se cometermos crimes haverá consequências  e a Justiça será decisiva! Ainda mais se o objetivo disto é odiar o Amor de Deus! E este ódio e sua propagação tiveram início em sua vida infantil, doméstica, familiar e escolar com abusos, exploração, violência e estupros! Justiça seja feita, pois enriquecer utilizando o sofrimento de uma família  inteira é crime! Enriquecer usando o sofrimento de uma família inteira que por sinal simboliza milhões de famílias brasileiras significa um novo holocausto, um genocídio, uma invasão racista e supremacista como a dos nazistas contra os judeus na 2ª Grande Guerra Mundial, para trabalho escravo e para extermínio, o Brasil é hoje um grande campo de extermínio, extermínio moral, sexual, físico e da pobreza de cada um, de cada brasileiro e brasileira que se veem obrigados a lutar numa fábrica de delírios e alucinações para que aprendam a roubar e a serem corruptos, como esses artistas e comunicadores que invadem a intimidade e a privacidade de pessoas ameaçadas e doentes, em tratamento de saúde que por vezes fora negado e negligenciado, que era necessário desde criança e as autoridades se omitiram mesmo sabendo a verdade e hoje interferem na vida desse indivíduo sem ou com a mesma autoridade para atrapalhar a sua vida e a de bilhões de indivíduos, ensinam a roubar e a matar e não a trabalhar e a estudar, ou seja, poucos ensinam a investir em si mesmos e em suas famílias com amor e dignidade.

 

MATTANÓ

(14/11/2020)

 

 

 

Mattanó aponta que existe uma despersonalização nos cursos de RH (Recursos Humanos) para funcionários, pois estes cursos não ensinam significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, linguagens, topografias, relações sociais, gestalts e insights, vida onírica, desejos, vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente dos sonhos para o trabalhador, chistes, fantasias, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, análises e interpretações, imunidade, homeostase, história de vida, ou seja, se preocupam apenas com técnicas de trabalho e de operacionalização, não se preocupam com a personalidade dos seus funcionários.

 

MATTANÓ

(15/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que se no mundo virtual a gente pode tudo ou tem que saber se comportar em tudo e em qualquer contexto, mesmo sem experiência e sem repertório comportamental para isto, porque tudo é possível no mundo virtual, como um bebê pilotar um avião virtualmente, ou um mendigo julgar um caso num Tribunal, ou um operário treinar a Seleção Brasileira, ou sair dirigindo o conversível da fábrica, etc.. Tudo é possível no mundo virtual, tudo é real. Ninguém avaliou se os indivíduos possuem ou não repertório comportamental ou repertório comportamental virtual e se um indivíduo que faz terapia aprende a discriminar as situações, aos eventos e as relações e deixa de generalizar, portanto o que ele havia aprendido como certo para tal contexto passa a não ter mais valor e nem funcionalidade, pois ele passou a discriminar as variáveis comportamentais e inconscientes, e deixou de se comportar com tal repertório comportamental generalizador! Essa lei não se aplica a todos com igualdade, ela prejudica indivíduos que fazem terapia ou psicoterapia, que são mais inteligentes e mais conscientes, que discriminam as contingências do meio ambiente! Justiça!

 

MATTANÓ

(15/11/2020)

 

 

MATTANÓ DENUNCIA:

Não existe Curso de Graduação ou de Pós-Graduação ou Curso Técnico que forme profissionais e técnicos com formação para manipular e observar, intervir e punir a vida anímica, a vida onírica, a vida telepática, a vida virtual, o conhecimento, a vida sexual, a vida moral, a vida escolar, a vida trabalhista, a vida familiar, a vida comunitária, a vida institucional, a vida organizacional, a vida afetiva, a vida cultural, a vida política, a vida administrativa, a vida policial e a segurança, a saúde, a cidadania e a justiça, o mundo verbal, o inconsciente e o consciente, a experiência quase morte (e.q.m.) e a consciência (eu e minha mãe já tivemos a e.q.m.), qualquer evento da vida pública ou privada por 24 horas durante 20 ou mais de 20 anos ininterruptos provocando dor e perda óssea, perda de dentes, diabetes mielitus, obesidade, acidentes automobilísticos, rixas, violência sexual, moral, física, afetiva e psicológica contra enfermos, internados e idosos, crianças e pessoas frágeis emocionalmente que são roubadas e tratadas como criminosos só porque artistas nos anos 70, 80, 90, e 2000 até hoje, cometeram crimes de pedofilia, abuso e exploração, de uso da imagem e do nome em programas, novelas, filmes e canções indevidamente e sem autorização e agora não querem ser responsabilizados pelos seus crimes, pois, durante este período provocaram e.q.m. em minha mãe e em mim e outras doenças e ameaças de morte, de roubo, de extorsão e de vingança, de estupro e de linchamento, de chacina contra minha família que tem seus indivíduos todos ameaçados e torturados, estuprados e vítimas de vingança e de extorsão por causa de artistas dos EUA e da Inglaterra, e do Brasil que começaram a invadir e a manipular a minha consciência a partir dos anos 70 e provocaram problemas que estão prejudicando minha família inteira, artistas como o Elvis Presley, o Paul McCartney, o John Lennon, o George Harrison, o Pink Floyd, o Raul Seixas, o Roberto Carlos, o RPM, os Titãs, o Legião Urbana, o IRA, o U2, o David Gilmour, o Roger Waters, o Bob Dylan, o Tom Petty, o Mark Knopfler, etc., muita coisa tem que ser explicada antes que aconteçam mais tragédias, as autoridades devem explicações para mim e para minha família, para a humanidade, ninguém pode brincar com a vida e a carreira de tanta gente! JUSTIÇA!!!!! Ninguém pode provocar guerras brincando com a minha vida  e a da minha família e a minha carreira e faturando tanto dinheiro e tantos prêmios na música, na novela, na televisão, na imprensa e no cinema, ainda mais ameaçando e matando tanta gente, isso é satanismo!

 

MATTANÓ

(16/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor existem os chistes verbais e conceptuais de um lado e do outro lado os chistes abstratos, tendenciosos e inocentes. Os chistes verbais e conceptuais são chistes que consistem em experimentar a substância da sentença, ou seja, com uma materialidade, e os chistes abstratos, tendenciosos e inocentes são chistes triviais e carentes de substância em sua sentença, são ricos em abstrações. Da mesma forma existem os chistes verbais e conceptuais de um lado e do outro os chistes abstratos, tendenciosos e inocentes, mas agora no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

Explica também que os chistes produzem um conteúdo intelectual devido à elaboração do chiste e que esse conteúdo intelectual produz significados e sentidos no decodificador do chiste, que por sua vez, é uma mensagem. Contudo podemos dizer que um chiste é um ruído, pois não transmite fidedignamente sua mensagem, ora o decodificador pode decodifica-la ora pode não decodifica-la como queria o codificador. O chiste é um ruído que produz significados e sentidos no ouvinte ou no decodificador. Da mesma forma o chiste é um ruído que produz significados e sentidos no ouvinte ou no decodificador, mas agora virtual, do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(16/08/2025)

 

 

 

 

 

Do ponto de vista do esclarecimento teórico sobre a natureza do chiste, os chistes inocentes serão necessariamente mais valiosos para nós que os tendenciosos, tanto quanto os triviais o serão mais que os chistes profundos. Os chistes inocentes e triviais colocam-nos provavelmente o problema do chiste em sua forma mais pura, já que com eles evitamos o perigo de ser confundidos por seu propósito ou equivocados em nosso julgamento por seu bom senso. Com base nesse material nossas descobertas podem fazer novos avanços.

Selecionarei os exemplos, o mais possível inocentes, de um chiste verbal:

‘Uma garota a quem se anunciou um visitante enquanto achava-se no toucador queixou-se: “Oh, que vergonha, alguém não poder deixar-se ver logo quando se está mais anziehend!”’ (Kleinpaul, 1890.)

Substituirei esse exemplo por outro extremamente simples e, de fato, não sujeito à objeção, já que me assaltam dúvidas quando à caracterização do chiste anterior como não tendencioso.

‘Ao fim de uma refeição da qual eu participava como convidado, foi servido um pudim do tipo conhecido como ‘‘Roula‘’. Prepará-lo requer alguma habilidade por parte do cozinheiro. Portanto, um dos convidados perguntou: ‘‘Feito em casa?’’ Ao que respondeu o anfitrião: ‘‘Sim. É um home-roulard!‘’.’

Dessa vez não examinaremos a técnica do chiste; antes propomos voltar nossa atenção para outro fator, realmente o mais importante. Quando os presentes (à mesa) ouvimos esse chiste improvisado, tal fato nos proporcionou prazer - como posso claramente me lembrar - e nos fez rir. Neste caso, como em incontáveis outros, o sentimento de prazer do ouvinte não decorre do propósito do chiste nem de seu conteúdo intelectual; nada nos resta portanto senão colocar em conexão o sentimento de prazer com a técnica do chiste. Os métodos técnicos do chiste que já descrevemos anteriormente - condensação, deslocamento, representação indireta etc. - possuem assim o poder de evocar um sentimento de prazer no ouvinte, embora possamos não ter a mínima idéia de como terão adquirido tal poder. Dessa maneira simples, chegamos à segunda tese em nossa classificação dos chistes; a primeira (ver em [1]) asseverava que a característica dos chistes consiste em sua forma de expressão. Consideremos além do mais que a segunda tese nada nos ensina de efetivamente novo. Isola simplesmente o que uma observação já feita anteriormente incluía. Lembremo-nos que quando conseguíamos reduzir um chiste (pela substituição de sua forma de expressão por outra, que preservava cuidadosamente seu sentido) este perdia não apenas seu caráter de chiste como também seu poder de nos fazer rir - nossa fruição do chiste.

Não podemos seguir adiante sem uma discussão do que nossas autoridades filosóficas expõem a respeito.

Os filósofos, que consideram os chistes como uma parte do cômico e tratam o próprio cômico no capítulo da estética, definem uma idéia estética pela condição de que não tentamos obter ou fazer qualquer coisa através dela, não necessitando dela para satisfazer qualquer de nossas necessidades vitais, mas contentando-nos na contemplação e na fruição da idéia. ‘Esta fruição, espécie de ideação, é a fruição puramente estética, que consiste apenas em si mesma, não tendo outro objetivo fora de si e não preenchendo qualquer dos demais objetivos da vida.’ (Fischer, 1889, 20.) (ver em [1])

Dificilmente haveremos de contraditar tal asserção de Fischer - não faremos mais talvez que traduzir seu pensamento em nosso próprio modo de expressão - se insistirmos em que a atividade chistosa não deve ser, afinal, descrita como inútil ou desinteressada, já que tem o propósito inequívoco de suscitar prazer em seus ouvintes. Duvido que estejamos em condições de empreender qualquer coisa sem ter uma intenção em vista. Se não solicitamos nosso aparato mental no momento de prover uma de nossas satisfações indispensáveis, permitimos-lhe operar na direção do prazer e procuramos derivar prazer de sua própria atividade. Suspeito que em geral é essa a condição que governa toda a ideação estética, mas sei muito pouco de estética para tentar expandir o assunto. No que concerne ao chiste, entretanto, posso afirmar à base das duas descobertas já feitas, que se trata de uma atividade que visa derivar prazer dos processos mentais, sejam intelectuais ou de outra espécie. Sem dúvida existem outras atividades com o mesmo fim. Talvez estas se diferenciem de acordo com o campo de atividade mental do qual procuram derivar prazer ou de acordo talvez com os métodos que utilizem. Não podemos, por enquanto, decidir quanto a isso mas mantemos firmemente a posição de que a técnica do chiste e a tendência à economia, que a controla em parte (Ver em [1].), colocam-se em conexão com a produção do prazer.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a técnica do chiste produz ou suscita um prazer em seus ouvintes.

Mattanó aponta que a técnica do chiste produz ou suscita um prazer em seus ouvintes, pois deriva prazer de sua própria atividade, ou seja, produzir absurdos, incoerência, falta de sentido e de significado, duplo sentido, lavagem cerebral, trocadilho, conhecimento, mundo virtual, mundo verbal, repertório comportamental, linguagem, que por sua vez produz prazer.

 

MATTANÓ

(16/11/2020)

 

Teoria da Abundância de Mattanó para o Plágio (2020):

Segundo Michel Schneider em Ladrões de palavras: ensaio sobre o plágio, a psicanálise e o pensamento,¨A argumentação construída pelo livro, as noções de autoria e originalidade seriam tributárias do próprio desenvolvimento da sociedade moderna, fazendo então pouco sentido criticá-la em épocas anteriores, quando a reelaboração, a síntese ou mesmo a compilação do conhecimento disponível era tarefa legítima e sem tantos "cuidados" quanto hoje. Em outras palavras, é na inscrição da moderna subjetividade burguesa que o tema do plágio se coloca como questão a ser discutida, uma vez que "É na articulação entre idade clássica e época moderna que a acusação de plágio se constitui progressivamente. [...] Os clássicos tinham, assim, o empréstimo fácil e alegre. Na época moderna, ao contrário, a pilhagem alegre cede o lugar à angústia de influência" (p. 55). Influência que para o autor é simultaneamente possibilidade e ameaça, de afirmar-se como tal, mas também de ser apenas o anteparo para a reconstrução de outro autor. Se para os antigos a autoria não era algo totalmente estranho, apenas para os modernos ela será, de fato, uma questão relacionada à individualidade e ao direito. Afinal, a assimilação do alheio está na base da própria constituição do sujeito, seja como admiração, ou mesmo como rancor motivado pela frustração de não alcançar o objeto desejado. Somado a isso, apresenta-se também aquilo que Benjamin denunciava como "fetichismo do einmalig" (p. 59), do único, exclusivo, singular, característico da sensibilidade moderna, contrapondo-se aos seus predecessores que, ao retomarem o que já fora escrito, inclusive, muitas vezes, de forma literal, representavam e reatualizavam o todo do qual faziam parte, a saber, a própria tradição.

Mas na própria Modernidade há a consciência de que a escrita é sempre de segundo grau, derivada de outra (e de outrem), numa espécie de tecido ou tela de reminiscência (p. 63), sempre a recordar o que já foi dito. E se o plágio se apresenta como uma forma desse tipo de escritura, resta saber qual a questão que ele encerra. Schneider mostra que a problemática se baseia em um par de proposições verdadeiras: "as palavras não são de ninguém e são de sempre; os pensamentos são de cada um e sempre novos" (p. 96). A linguagem é sempre própria e estranha, concomitantemente, daí a dificuldade em pensar o plágio, que pode ser tanto limite, quanto recurso de escrita (p. 98). Afinal, a literatura é a organização, na forma, dos impulsos do inconsciente, e neste não há propriamente originalidade (p. 177), mas apenas retomada infinita, mesmo que renovada, do jogo entre o esquecido e o lembrado.

As longas investigações de Schneider sobre as querelas que formaram o campo psicanalítico em seus inícios, vinculadas à paternidade de certas descobertas clínicas, mas também aos assombrosos casos de ocultamento dos méritos de adversários entre si, oferecem um exemplo duplamente profícuo do processo mencionado: trata-se de dobrar o método sobre si mesmo, no exercício psicanalítico, mas também de ampliar a noção de plágio para um movimento mais amplo e indeterminado, que passa pela apropriação, mas também pelo seu contrário, ou seja, pelo esquecimento, deliberado ou não, do que foi feito por outra pessoa (mesmo que se considere o quanto ela também só pôde escrever a partir do mesmo movimento de escolhas, muitas vezes inconsciente, de conteúdos e abordagens).

Universo compartilhado, a linguagem conforma um conjunto de impulsos que se deixa escapar e aprisionar na tentativa de cada autor em produzir uma diferença que lhe outorgue singularidade e a decorrente autoridade do inédito, algo muito mais embaralhado em um momento em que o capital simbólico passa a ser um bem valoroso para o indivíduo que busca, entre iguais, diferenciar-se (p. 60): "O plágio remete [...] àquele igual-não igual a que Freud deu o nome de narcisismo das pequenas diferenças: faço questão de afirmar que não sou de todo igual a você. O que está muito longe da verdadeira originalidade" (p. 391). A originalidade da obra seria decorrente, diz Schneider, inspirado em Proust, "de sua capacidade de engendrar mundos (psíquicos ou reais, a distinção fica abolida pelo que se pretende seja, precisamente, um 'realismo psicológico', e que Freud denominou 'realidade psíquica'), e não do fato que essa visão 'primeira' foi engendrada por um autor 'primeiro', sem origem" (p. 140).

Se a operação psicanalítica é a experiência em que a forma da fala é abolida em sua emergência falha como inconsciente, então vale ler o livro em pauta pelo que ele tem de erudição e amplitude, mas, principalmente, pelo labirinto para o qual leva o leitor muito cioso de seu pensamento e de sua originalidade como autor. Se é fato que há autoria, em especial na capacidade de oferecer forma ao transbordamento das ideias, e, portanto, direito sobre ela, seus contornos não são nem tão simples, nem tão óbvios. Trata-se, antes, e para além do mero surrupiar de palavras que talvez comuniquem, da originalidade da expressão de um pensamento, mesmo que seja ele, como de fato acontece, comum.¨

Contudo Mattanó acrescenta que o plágio é uma questão da alfabetização, do repertório comportamental  verbal do escritor ou do compositor, trata-se de uma questão de saber ou não saber ler e escrever, de gostar ou não gostar de ler e de escrever, de ter adquirido um significado e um sentido criativo a sua alfabetização, dela ter lhe oferecido a capacidade de produzir textos, de ser coerente em seus argumentos, em saber discriminar o mundo verbal e o seu próprio mundo verbal, em torna-lo produtivo, em ter um repertório comportamental verbal produtivo e criativo, em se sentir feliz escrevendo e compondo, com sua alfabetização, com suas ideias e produtividade, com seu inconsciente, com seus símbolos e gestalts, insights e arquétipos, com suas contingências, e sobretudo, em saber aplicar a Teoria da Abundância de Mattanó ao plágio, onde você não é mais os S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, simbologias, linguagem, significados e sentidos, conceitos e contextos, arquétipos e gestalts, insights, inconsciente, análises e interpretações, literalidade, razões e controle, mas sim, passa a ser a consciência de uma célula ou Hóstia Viva que age milagrosamente, onde as palavras movimentam a consciência através da atenção e da intenção e não dos significados e dos sentidos  e das contingências, mas a partir da liberdade para escrever e da liberdade para se escrever, onde o plágio perde sua funcionalidade e se transforma em mundo verbal através da Teoria da Abundância para o Plágio.

 

MATTANÓ

(17/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que a vida é tão mais complexa quanto mais você se aproxima do mundo, afaste um indivíduo do mundo que você o torna simples e sem significados e sem sentidos, pois a complexidade de uma vida depende de suas relações públicas e privadas.

 

MATTANÓ

(17/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que a mente humana e o cérebro humano, o comportamento humano, as mãos, os pés, os olhos, a boca, o coração, os rins, o fígado, a pele, etc., todo o organismo humano responde para tirar proveito do meio ambiente e se adaptar, ou seja, para tirar vantagem para sua funcionalidade e assim se adaptar ao meio ambiente.

 

MATTANÓ

(17/11/2020)

 

 

 

O DESENVOLVIMENTO DO IMORAL SEGUNDO MATTANÓ (2020):

Trata-se do contrário à moral, às regras de conduta vigentes em dada época ou sociedade ou ainda àquelas que um indivíduo estabelece para si próprio; falta de moralidade; indecoroso, vergonhoso. Diz respeito ao contrário ao pudor, à decência; que é libertino, indecente.

Mattanó argumenta que o desenvolvimento do imoral abrange três fases, denominadas:

- anomia (crianças até 5 anos): geralmente o imoral não se coloca, com as normas imorais de conduta sendo determinadas pelas necessidades básicas. Porém, quando as regras são obedecidas, são seguidas pelo hábito e não por uma consciência do que se é certo ou errado. Um bebê que chora até que seja alimentado é um exemplo dessa fase. Se este bebê aprende que isto é imoral e bom, é reforçado aprenderá a chorar de forma imoral para conseguir alimento, isto é, de forma contrária ao pudor, à decência, que é libertina e indecente.

- heteronomia (crianças até 9, 10 anos de idade): O certo é o cumprimento da regra imoral e qualquer interpretação diferente desta não corresponde a uma atitude correta. Um homem pobre que roubou um remédio da farmácia para salvar a vida de sua esposa está tão certo quanto um outro que assassinou a esposa, mesmo tendo dinheiro para comprar o remédio, seguindo o raciocínio heteronômico. Este raciocínio gera confusão mental, pois também é contrário ao pudor e à decência, é libertino e indecente.

- autonomia: legitimação das regras. O respeito as regras imorais é gerado por meio de acordos mútuos. É a última fase do desenvolvimento da moral.

Tendo conhecimento que as crianças e adolescentes seguem fases mais ou menos parecidas quanto ao desenvolvimento imoral, cabe ao educador compreender que há determinadas formas de lidar com diferentes situações e diferentes faixas etárias. Cabe a ele, ainda, conduzir a criança na transição anomia - heteronomia, encaminhando-se naturalmente para a sua própria autonomia imoral, moral e intelectual.

 

 

QUADRO I - NÍVEIS E ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO MORAL, SEGUNDO KOHLBERG, 1969.

QUADRO II - NÍVEIS E ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO IMORAL, SEGUNDO MATTANÓ, 2020.      

NÍVEL - Pré-convencional O valor moral localiza-se nos acontecimentos externos, "quase" físicos, em atos maus ou em necessidades "quase" físicas, mais do que em pessoas ou padrões.

Estágio 1 - orientação para a obediência e castigo. Deferência egocêntrica, sem questionamento, para o poder ou prestígio superior ou tendência para evitar aborrecimentos.

  • Uma imoral construída na orientação para obediência ou castigo, deferência egocêntrica, sem questionamento, tendência para evitar aborrecimento.

Estágio 2 - orientação ingenuamente egoísta. A ação correta é a que satisfaz instrumentalmente às próprias necessidades e, eventualmente, às de outrem. Consciência do relativismo do valor relativo das necessidades e perspectivas de cada um. Igualitarismo  ingênuo e orientação para troca e reciprocidade.

  • Uma imoral construída na orientação ingenuamente egoísta, onde busca satisfazer suas próprias necessidades e eventualmente as de outrem, onde a consciência de valor é feita nas necessidades e perspectivas de cada um, e numa orientação para troca e reciprocidade.

NÍVEL II - Convencional O valor moral localiza-se no desempenho correto de papéis, na manutenção da ordem convencional e em atender às expectativas dos outros.

Estágio 3 - orientação do bom menino e boa menina. Orientação para obtenção de aprovação e para agradar aos outros. Conformidade com imagens estereotipadas ou papéis naturais e julgamento em função de intenções.

  • Uma imoral construída na orientação do mal menino e da má menina, onde se busca a desaprovação e o desagrado dos outros, estas suas intenções em seus julgamentos.

Estágio 4 - orientação de manutenção da autoridade e ordem social. Orientação para cumprir o dever e demonstrar respeito para com a autoridade e para a manutenção da ordem social como um fim em si mesmo. Consideração pelas expectativas merecidas dos outros.

  • Uma imoral construída na destruição da autoridade e da ordem social, onde o dever de cumprir e de demonstrar o respeito para com a autoridade e a ordem social se mostra disfuncional, ou seja, não há consideração pelas expectativas merecidas dos outros.

NÍVEL III - Pós-convencional, autônomo ou nível de princípios O valor moral localiza-se na conformidade para consigo mesmo, com padrões, direitos e deveres que são ou podem ser compartilhados.

Estágio 5 - orientação contratual legalista. Reconhecimento de um elemento ou ponto de partida arbitrário nas regras, no interesse do acordo. O dever é definido em termos de contrato ou de evitar, de forma geral, a violação dos direitos dos outros e da vontade e bem-estar da maioria.

  • Uma imoral construída num contrato ilegal, sem reconhecimento ou ponto de partida arbitrário nas regras e no interesse do acordo, o dever é justamente desrespeitar o contrato ou evita-lo, de forma geral, é a violação dos direitos dos outros e da sua vontade e do seu bem-estar.

Estágio 6 - orientação de consciência ou princípios. Orientação não apenas para regras sociais realmente prescritas, mas para princípios de escolha que envolvem apelo à universalidade lógica e consistência. Orientação para consciência, como agente dirigente, e segundo respeito e confiança mútua.

  • Uma imoral construída numa ausência de consciência e de princípios, onde não há regras prescritas, nem princípios de escolha que envolvam critérios lógicos ou consistentes, a orientação é para a alienação e ausência de liderança, ausência de respeito e de confiança mútua, ou seja, uma imoralidade individualista.

 

MATTANÓ
(20/11/2020)

 

 

PIADAS E HUMOR E A TEORIA DA ABUNDÂNCIA DE MATTANÓ (2020):

 

Osny Mattanó Júnior aponta que com sua Teoria da Abundância direcionada como

ferramenta para lidar com piadas e humor, diante deste contexto e destas contingências, o indivíduo passa a dominar o seu comportamento e a sua psique, inclusive suas relações sociais, seja afetiva, trabalhista, escolar, familiar, institucional, comunitariamente, etc., pois ele passa a se compreender como sendo uma célula ou Hóstia Viva que age milagrosamente através da sua consciência que atua por meio da atenção e da intenção e não mais por meio da literalidade, das razões e do controle, dos significados e dos sentidos, dos S – R – C, estímulos – respostas – consequências, funcionalidades, comportamentos, simbologias, inconsciente, contexto, conceito, gestalts e insights, análises e interpretações, chistes, fantasias, lapsos de linguagem, atos falhos, pressupostos e subentendidos, ou seja, a atenção e a intenção, a intencionalidade passa a ser a direção da consciência para sua liberdade, para a liberdade de aprender e dramatizar e para se aprender e a dramatizar, assim se a consciência do indivíduo selecionar nada significar ou não ter atenção e nem intenção diante de tal evento, como uma piada e humor, esse evento repercutirá em nada, niilismo, mesmo que num outro contexto ao que eventualmente seja evocado pelo repertório verbal ou comportamental do indivíduo, por meio do reforço ou do condicionamento e da aprendizagem, e que tenha um caráter de violência, racismo, dor, medo, ignorância, absurdo, tolice, homossexualismo, ameaça, prostituição, estupro virtual, escravidão, insanidade, loucura, etc., pois o indivíduo possui uma mente e um comportamento multifuncional, com múltiplas funções que agem ao mesmo tempo inconscientemente ou imperceptivelmente, e só a análise e a interpretação favorecem o desnudamento dessa multifuncionalidade mental e comportamental do nosso cérebro. A Teoria da Abundância de Mattanó gera liberdade para administrar e ensinar a administrar, pois liberta o Cristo e o Amor de sua Cruz, ou seja, liberta o indivíduo de sua mente e de seu comportamento, de seus problemas e adversidades, gerando Amor e Paz, Bem e Misericórdia, pois, liberta o pecador de seus pecados definitivamente.

 

MATTANÓ

(22/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que o que faz, constrói o ser humano e o seu inconsciente é a convivência,

a partir do reforço e não da linguagem, a linguagem também é produto do reforço. A marca no inconsciente se origina com o reforço e o mapa cognitivo é construído a partir do reforço, da experiência, com o reforço que vai construindo um caminho cognitivo.

 

MATTANÓ

(24/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a técnica do chiste produz ou suscita um prazer em seus ouvintes, pois deriva prazer de sua própria atividade, ou seja, produzir absurdos, incoerência, falta de sentido e de significado, duplo sentido, lavagem cerebral, trocadilho, conhecimento, mundo virtual, mundo verbal, repertório comportamental, linguagem, que por sua vez produz prazer. Da mesma forma a técnica do chiste produz ou suscita prazer em seus ouvintes pelas suas consequências, mesmo quando modeladas e governadas pelo mundo e pela realidade virtuais, pela Palavra e pela Sagrada Escritura que por sua vez, possuem ferramentas que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(16/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas antes que nos disponhamos a solucionar o enigma da maneira pela qual os métodos técnicos de elaboração do chiste podem excitar prazer no ouvinte, recordemos o fato de que, com uma perspectiva de simplificação e maior perspicuidade, tenhamos deixado inteiramente de lado os chistes tendenciosos. Devemos afinal tentar esclarecer a questão de quais são os propósitos dos chistes e de como estes servem a tais propósitos.

Há, antes de tudo, uma observação que nos previne contra deixar de lado os chistes tendenciosos em nossa investigação da origem do prazer que fruímos nos chistes. O agradável efeito dos chistes inocentes é em regra um efeito moderado; um nítido sentido de satisfação, um leve sorriso, é tudo o que em geral podem obter de seus ouvintes. Pode ser que mesmo parte desse efeito devesse ser atribuído ao conteúdo intelectual do chiste, como já verificamos em exemplos adequados (ver em [1]). Um chiste não tendencioso dificilmente merece a súbita explosão de riso que torna os chistes tendenciosos assim irresistíveis. Já que ambos os tipos podem ter a mesma técnica, podemos suspeitar de que os chistes tendenciosos, em virtude de seu propósito, devem ter fontes de prazer disponíveis, às quais os chistes inocentes não teriam acesso.

Os propósitos dos chistes podem facilmente ser passados em revista. Onde um chiste não tem objetivo em si mesmo - isto é, onde não é um chiste inocente - pode servir a apenas dois propósitos, que podem ser subsumidos sob um único rótulo. Ou será um chiste hostil (servindo ao propósito de agressividade, sátira ou defesa) ou um chiste obsceno (servindo ao propósito de desnudamento). Deve-se reiterar desde já que as espécies técnicas do chiste - verbal ou conceptual - não se relacionam com esses dois propósitos.

É tarefa muito mais extensa mostrar o modo pelo qual o chiste serve a esses dois propósitos. Na investigação prefiro lidar primeiro não com os chistes hostis mas com os desnudadores. É verdade que estes têm sido muito mais raramente julgados dignos de investigação, como se a aversão com que se os encara já se tivesse transferido para a discussão. Mas não nos permitiremos estar desconcertados por isso, pois atacaremos imediatamente um caso marginal de chiste que promete nos trazer esclarecimento sobre mais um ponto obscuro.

 

Sabemos o que se entende por smut: a intencional proeminência verbal de fatos e relações sexuais. Esta definição não é, entretanto, mais válida que outras definições. A despeito dela, uma aula expositiva sobre a anatomia dos órgãos sexuais ou a fisiologia da procriação não necessita ter um único ponto de contato com o smut. É fato bem mais relevante que este se dirija a uma pessoa particular, que desperta no locutor uma excitação sexual a qual, ouvindo-o, espera-se que fique ciente da excitação dele e em conseqüência, torne-se por sua vez excitada sexualmente. Ao invés de excitada, a outra pessoa pode ser levada a sentir vergonha ou embaraço, o que é apenas reação à excitação e, por linhas transversas, uma aceitação desta. O smut dirige-se pois originalmente às mulheres e pode ser equiparado às tentativas de sedução. Se o homem, em companhia de homens, gosta de falar ou ouvir smut, a situação primitiva, que não pode se realizar devido às inibições sociais, pode ser facilmente imaginada. Uma pessoa que ri do smut que escuta está rindo como se fora espectador de um ato de agressão sexual.

O material sexual que forma o conteúdo do smut inclui mais do que é peculiar a cada sexo; inclui também o que é comum a ambos os sexos, a que se estende o sentimento de vergonha - vale dizer, o que é excrementício no sentido mais amplo. Esse é, entretanto, o sentido coberto pela sexualidade na infância, idade em que há como que uma cloaca dentro da qual pouco ou nada se distingue do que é sexual e do que é excrementício. Através de toda a escala da psicologia das neuroses o que é sexual inclui o excrementicial no antigo sentido, infantil.

O smut é como que um desnudamento das pessoas, sexualmente diferentes, a quem é dirigido. Pela enunciação de palavras obscenas a pessoa assediada é compelida a imaginar a parte do corpo ou o procedimento em questão, ao mesmo tempo que lhe é mostrado o que o assediante, ele próprio, está imaginando. Não se pode duvidar de que o motivo original do smut seja o desejo de ver desmascarado o que é sexual.

Voltarmos nesse ponto a fatos fundamentais só ajudará a esclarecer as coisas. Um desejo de ver desnudados os órgãos peculiares a cada sexo é um dos componentes originais de nossa libido. Ele próprio (o desejo) pode ser o substitutivo de algo anterior, voltando a um hipotético desejo primário de tocar as partes sexuais. Como se dá com tanta freqüência, olhar substitui tocar. A libido visual e táctil está presente em todo indivíduo nas duas formas ativa e passiva, masculina e feminina; de acordo com a preponderância do caráter sexual, uma ou outra forma predomina. É fácil observar a inclinação ao autodesnudamento em crianças pequenas. Nos casos em que o germe dessa inclinação escapa a seu destino usual de ser sepultado ou suprimido, desenvolve nos homens a familiar perversão conhecida como exibicionismo. Nas mulheres a inclinação ao exibicionismo passivo é quase invariavelmente sepultada sob a impressionante função reativa da modéstia sexual, mas não sem que lhe seja deixada uma válvula de escape em relação às roupas. Basta apenas aludir à elasticidade e variabilidade no total de exibicionismo que se permite às mulheres reter de acordo com as diferentes convenções e circunstâncias.

Nos homens um alto grau dessa tendência persiste como porção de sua libido e serve como introdução do ato sexual. Quando tal estímulo se faz sentir na primeira abordagem de uma mulher, por duas razões as palavras são utilizadas: primeiro, para anunciar-se (a excitação) a ela; segundo, porque se a idéia é suscitada pela fala, ela pode induzir uma excitação correspondente na própria mulher, despertando nela uma inclinação ao exibicionismo passivo. Este cortejamento verbal não é ainda smut, mas estágio que o precede. Se a aquiescência da mulher emerge rapidamente, a fala obscena tem vida curta; leva imediatamente a uma ação sexual. Ocorre diferentemente quando não se conta com uma rápida aquiescência por parte da mulher surgindo então, no lugar da conivência, reações defensivas. Neste caso o discurso sexualmente excitante torna-se um fim em si mesmo na forma de smut. Já que a agressividade sexual é detida em seu avanço em direção ao ato, ela permanece na evocação da excitação e deriva prazer dos sinais em que se manifesta à mulher. Ao fazer isso, a agressividade sem dúvida altera também seu caráter, tal como qualquer impulso libidinoso que esbarra em um obstáculo. Torna-se positivamente hostil e cruel, convocando assim em seu auxílio, contra o obstáculo, os componentes sádicos do instinto sexual.

A inflexibilidade da mulher é portanto a primeira condição para o desenvolvimento do smut embora isso pareça implicar meramente em um adiamento não indicando que os esforços ulteriores sejam vãos. O caso ideal de uma resistência desse tipo por parte da mulher ocorre se outro homem está presente ao mesmo tempo - uma terceira pessoa - pois nesse caso uma rendição imediata da mulher seria tão boa quanto fora de questão. Essa terceira pessoa logo adquire a maior importância no desenvolvimento do smut: para começar, entretanto, não se deve desconsiderar a presença de uma mulher. Entre os camponeses ou em ambientes de espécie mais humilde há de se notar que o smut só começa após a entrada da garçonete ou da esposa do albergueiro. Só em níveis sociais mais altos ocorre o oposto, a presença de uma mulher condicionando o fim do smut. Os homens se abstêm desse tipo de divertimento, que originalmente pressupõe a presença de uma mulher sentindo-se envergonhada, até que estejam ‘juntos a sós’. De modo que gradualmente, no lugar da mulher, o espectador, depois o ouvinte, torna-se a pessoa a quem é dirigido o smut, bem perto já de assumir o caráter de chiste devido a essa transformação.

Daqui por diante nossa atenção se dirigirá a dois fatores: à parte desempenhada pela terceira pessoa, o ouvinte, e às condições que controlam o conteúdo do próprio smut.

Falando de modo geral, um chiste tendencioso requer três pessoas: além da que faz o chiste, deve haver uma segunda que é tomada como objeto da agressividade hostil ou sexual e uma terceira na qual se cumpre o objetivo do chiste de produzir prazer. Teremos depois que examinar as razões mais profundas desse estado de coisas; no momento, vamos ater-nos ao fato que isso comprova - a saber, que não é a pessoa que faz o chiste que ri dele, desfrutando portanto seu efeito deleitoso, mas o ouvinte inativo. No caso do smut as três pessoas mantêm idêntica relação. O curso dos eventos pode ser assim descrito. Quando a primeira pessoa vê seu impulso libidinoso inibido pela mulher, desenvolve uma tendência hostil contra a segunda pessoa e convoca como aliado a terceira pessoa, que seria um estorvo na situação original. Através da fala caracterizada como smut da primeira pessoa, a mulher é exposta à terceira que, como ouvinte, é agora subornada pela passiva satisfação de sua libido.

É notável quão universalmente popular é, entre pessoas comuns, um intercâmbio em smut e como este, infalivelmente, produz uma disposição eufórica. Mas também é digno de nota que nesse complicado procedimento, que envolve tantas das características dos chistes tendenciosos, não sejam solicitados ao próprio smut nenhum dos requisitos formais caracterizadores do chiste. A enunciação sem disfarce de uma indecência proporciona prazer à primeira pessoa e riso à terceira.

Apenas quando ascendemos a uma sociedade de educação mais refinada as condições formais sobre os chistes vêm a desempenhar algum papel. O smut torna-se um chiste e só é tolerado quando tem um caráter de chiste. O método técnico usualmente empregado é a alusão - ou seja, a substituição por algo menor, apenas remotamente conexo, que o ouvinte reconstrói em sua imaginação como uma obscenidade direta e completada. Quanto maior a discrepância entre o que é dado diretamente na forma de smut e o que é necessário ao ouvinte evocar, mais refinado torna-se o chiste e mais alto, também, pode se aventurar a subir à sociedade. Como se verifica facilmente através de exemplos, o smut que tem as características de um chiste, tem à disposição, além da alusão, vulgar ou refinada, todos os outros métodos de chistes verbais e conceptuais.

Aqui finalmente compreendemos o que é que os chistes executam a serviço de seu propósito. Tornam possível a satisfação de um instinto (seja libidinoso ou hostil) face a um obstáculo. Evitam esse obstáculo e assim extraem prazer de uma fonte que o obstáculo tornara inacessível. O obstáculo interferente nada mais é em realidade que a incapacidade da mulher em tolerar a sexualidade sem disfarces, incapacidade correspondentemente aumentada com a elevação do nível educacional e social. A mulher que se imagina presente na situação inicial é retida depois como se estivesse ainda presente, ou, em sua ausência, sua influência tem ainda efeito intimidante sobre os homens. Podemos notar que os homens de uma classe mais alta são imediatamente levados, quando em companhia de moças de classe inferior, a reduzirem seus chistes com caráter de smut ao nível de simples smut.

O poder que dificulta ou impossibilita as mulheres, e em menor grau também os homens, de desfrutarem a obscenidade sem disfarce é por nós denominado ‘repressão’; reconhecemos nela o mesmo processo psíquico que, em caso de grave enfermidade, mantém fora da consciência todos os complexos de impulsos, junto com seus derivativos, processo que se tem revelado o principal fator na causação do que chamamos psiconeuroses. Acreditamos que a civilização e a educação de nível mais alto têm larga influência no desenvolvimento da repressão e supomos que, em tais condições, a organização psíquica sofre uma alteração (que também emerge como uma disposição herdada) em conseqüência de que, aquilo que foi inicialmente sentido como agradável, torna-se então inaceitável e é rejeitado com toda a força psíquica possível. A atividade repressiva da civilização faz com que as possibilidades primárias de fruição, agora repudiadas pela censura, se percam. Quando rimos de um refinado chiste obsceno, rimos da mesma coisa que faz um camponês se rir de uma vulgar peça de smut. Nós, entretanto, nunca podemos rir do smut vulgar; devemos antes nos sentir envergonhados, o smut nos parecendo repugnante. Só podemos rir quando um chiste vem em nossa ajuda.

Assim parece confirmada nossa suspeita inicial (ver em [1]), a saber, que os chistes tendenciosos têm a seu dispor fontes de prazer além daquelas abertas aos chistes inocentes, nos quais todo o prazer está de algum modo vinculado à técnica. Podemos também mais uma vez repetir que, com relação aos chistes tendenciosos, não estamos em condições de distinguir intuitivamente que parte do prazer procede das fontes de sua técnica e que parte deriva de seu propósito. Assim, estritamente falando, não sabemos de que estamos rindo. No caso de todos os chistes obscenos, estamos sujeitos a sucumbir a erros de julgamento sobre a ‘excelência’ do chiste na medida em que estes dependem de determinantes formais; a técnica de tais chistes é muito freqüentemente desprezível, mas tem imenso sucesso em provocar riso.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica os chistes tendenciosos e os chistes inocentes, e depois parte para explicar os chistes obscenos que por sua vez nos ensinam que só podemos rir de um chiste obsceno com smut se este chiste vem em nossa ajuda e que a sua técnica é frequentemente desprezível, porém tem um imenso sucesso em provocar riso.

Mattanó aponta que os chistes tendenciosos tem ao seu dispor fontes de prazer e que os chistes inocentes abrem outras fontes de prazer, e depois parte para explicar os chistes obscenos que por sua vez nos ensinam que só podemos rir de um chiste obsceno com smut se este chiste vem em nossa ajuda e que a sua técnica é frequentemente desprezível, porém tem um imenso sucesso em provocar riso. Certamente o riso depende do que significa e do sentido que o chiste suscita no ouvinte que o decodificará de acordo com o seu contexto e história de vida, estes elementos participarão da produção do absurdo, do incoerente, do sem sentido, do sem significado, do sem lógica, do sem estrutura, do sem relação, do sem associação, do sem compreensão que adquire uma produção intelectual e humorística.

 

MATTANÓ

(24/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que a Evolução denota uma conotação selvagem, pois cada nova mutação e nova característica serve à vida selvagem e não à civilização ou a humanidade, pois a vida selvagem representa em cada nova característica evolutiva, por meio da entropia e da neguentropia, a luta pela vida e pela sobrevivência selvagem, individual e social, pela sua reprodução e da sua espécie, e adaptação ao meio ambiente. Em função disto o comportamento telepático teria a função de organizar e reorganizar a vida selvagem e não a civilização e a humanidade, já que visa a sua sobrevivência e adaptação ao meio ambiente, deste modo a telepatia torna-se uma ferramenta para a sobrevivência do indivíduo e do seu grupo, por exemplo, para luta, para exploração do meio ambiente, para organizar e reorganizar suas atividades, etc.. A Evolução caminha e se modifica através da vida selvagem e não por meio da civilização e da humanidade. A civilização e a humanidade educam, socializam e humanizam as novas características evolutivas, permitindo ao Homo Sapiens conviver com suas mutações e alterações morfológicas, comportamentais e fisiológicas sem se destruir.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

 

O AVATAR DOS HERÓIS

  1. A pretensão dos contos

A pretensão dos contos maravilhosos é descrever a vida dos heróis

lendários, os poderes das divindades da natureza, os espíritos dos mortos e os ancestrais totêmicos do grupo, por meio de uma expressão simbólica aos desejos, temores e tensões inconscientes do comportamento humano.

Os contos maravilhosos retratam a beleza e a grandiosidade da expressão simbólica dos nossos ancestrais, seus processos inconscientes e suas relações, seus comportamentos, sua humanidade.

O avatar dos heróis vem justificar a necessidade e o comportamento infantil reiterando-o por toda a experiência de vida como forma de defesa perante as ameaças e perigos psicológicos e comportamentais que o indivíduo enfrentar em sua jornada pessoal e comunitária.

  1. O caminho da luz

A aventura do herói marca o momento em que este, embora ainda esteja

vivo, descobriu e abriu o caminho da luz, para além dos sombrios limites da nossa morte em vida.

O caminho da luz marca o momento em que o herói encara sua vida e sua morte e seus limites através de um caminho de luz que o ilumina e à sua consciência, oferecendo-lhe recursos para enfrentar a morte em vida.

Aqui o avatar do herói encontra o caminho da luz como forma de encarar a morte e a sua vida, seus limites e a sua consciência, oferecendo-lhe recursos mágicos e heroicos, incríveis, para enfrentar sem medo a morte em sua vida.

  1. A saúde e o universo

Do mesmo modo que a consciência do indivíduo permanece num mar

de escuridão, ao qual desce em sono profundo e do qual desperta misteriosamente, assim também é o universo. Os deuses são personificações simbólicas das leis que governam esse fluxo. Eles vêm à existência com a madrugada e se dissolvem com o crepúsculo. A saúde mental e física do indivíduo depende de um fluxo organizado de forças vitais, vindo das sombras do inconsciente para o campo do cotidiano vígil.

A saúde e o universo emergem da escuridão como emergem da escuridão a espiritualidade, as ideias, os ideais, os valores, as ideologias, o céu e a consciência, ou o sucesso, transformar pau em pedra somente na sombra da madrugada e transformar esse fenômeno em saúde somente no crepúsculo, correr, correr, correr tanto e não chegar a lugar nenhum somente em sono profundo, o destino será alcançado no despertar com a consciência, aqui você vai chegar em algum lugar.

O avatar do herói vem aqui oferecer ao indivíduo uma consciência que aparece em meio a escuridão do universo, que vem a existência com a madrugada e se dissolve com o crepúsculo, uma consciência deslumbrante que surge em meio a sonhos e a um descanso do corpo durante a noite e a madrugada que alcança o seu destino, preenchendo a mente inconsciente do herói e preparando-o para o dia seguinte com o crepúsculo. O avatar deste herói se permite lutar em meio a sonhos e a madrugadas, repousando e descansando, se preparando para o dia seguinte, para a nova jornada.

  1. O início e o fim

A mitologia tem uma visão trágica, onde é inevitável que as forças

avancem poderosamente, porém encontram seu apogeu, decadência e retorno. O princípio básico de toda mitologia é o início no fim.

Correr, correr, correr tanto e não chegar a lugar nenhum é o princípio básico de uma boa mitologia, é o início no fim, as forças avançam poderosamente porém retornam ao fim.

O avatar do herói permite compreender que o herói tem uma visão inevitável e trágica, a de que o início é o fim, a do seu inicio, apogeu, decadência e retorno, por mais que ele lute ele retornará ao mesmo lugar, ao seu início, mesmo diante de um grande apogeu, seu destino é o seu retorno. Este avatar faz com que o herói se desligue das coisas perecíveis como o dinheiro, a materialidade, o sexo,  o poder, a fama, a loucura, as drogas, a criminalidade, o terror, as guerras, a morte e busque as coisas eternas e espirituais.

  1. Os efeitos das emanações cosmogênicas

O primeiro efeito das emanações cosmogênicas é a formação do estágio

de estágio do mundo; o segundo efeito é a produção de vida sob a forma dual de macho e fêmea.

Vemos aqui que primeiro vem a criação do mundo e depois dos seres vivos com a dualidade macho e fêmea para se reproduzirem e assim reproduzirem o sistema, seja ele ideológico ou não.

O avatar de herói permite aqui deslumbrar a criação do mundo e do macho e da fêmea, dos seres vivos, dos sistemas e das ideologias, permite ao indivíduo controle sobre seu comportamento perante a criação e a vida, sobre os sistemas, as teorias e as ideologias que criamos, como conhecimento e saber, com ciência e educação.

  1. O giro cosmogênico desenrolando-se

O desenrolar do ciclo cosmogênico precipita o Uno em muitos, o

destino ¨se cumpre¨, mas ao mesmo tempo, ¨é produzido¨. A partir da perspectiva da fonte, o mundo se configura como uma majestosa harmonia de formas que vêm a ser, explodem e se dissolvem.

Vemos aqui que com o desenvolvimento do ciclo da formação do cosmos os fenômenos ¨se cumprem¨ e tem um destino, como também são criados ou ¨são produzidos¨ por forças interiores e exteriores, forças bio-psico-sociais.

O avatar do herói aqui permite o indivíduo compreender que o mundo e o cosmos se desenrola e se cumpre, ou seja, é produzido, explode e se dissolve, se multiplica, se reproduz, permite ao herói compreender que os eventos se repetem e se reproduzem, são imitados e copiados.

  1. Mitologias subdesenvolvidas

As mitologias folclóricas subdesenvolvidas estão em pronunciado

contraste com os mitos profundamente sugestivos do ciclo cosmogênico. Do muro branco da intemporalidade, irrompe e faz sua entrada uma sombria figura do criador para moldar o mundo das formas. Seu dia tem duração, fluidez e força ambiente típicas do sonho. A terra ainda não ficou sólida; resta muito a fazer para torná-la habitável para o povo futuro.

Como vemos ainda está em processo de cosmogênese a mitologia folclórica subdesenvolvida, porém ela retrata o mundo das formas, o mundo dos sonhos típico do seu sonhador, do seu meio ambiente e território subdesenvolvido, uma terra ainda instável e em construção, sendo preparada para a habitação do povo futuro.

O avatar do herói aqui permite ao indivíduo dominar seu comportamento no que diz respeito ao mundo das formas, do sonhador, do seu meio ambiente, do território subdesenvolvido e em construção, instável, sendo preparado para o povo do futuro, permite a este herói adquirir repertório comportamental para semear o solo instável, preparando-o para o futuro e para o povo do futuro.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 29 de novembro de 2020.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes tendenciosos tem ao seu dispor fontes de prazer e que os chistes inocentes abrem outras fontes de prazer, e depois parte para explicar os chistes obscenos que por sua vez nos ensinam que só podemos rir de um chiste obsceno com smut se este chiste vem em nossa ajuda e que a sua técnica é frequentemente desprezível, porém tem um imenso sucesso em provocar riso. Certamente o riso depende do que significa e do sentido que o chiste suscita no ouvinte que o decodificará de acordo com o seu contexto e história de vida, estes elementos participarão da produção do absurdo, do incoerente, do sem sentido, do sem significado, do sem lógica, do sem estrutura, do sem relação, do sem associação, do sem compreensão que adquire uma produção intelectual e humorística. Da mesma maneira temos os chistes tendenciosos, inocentes e obscenos no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ
(16/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Examinaremos agora a questão do papel desempenhado pelos chistes a serviço de um propósito hostil.

Aqui, desde logo, encontramos a mesma situação. Desde nossa infância individual, e, similarmente, desde a infância da civilização humana, os impulsos hostis contra o nosso próximo têm-se sujeitado às mesmas restrições, à mesma progressiva repressão, quanto nossas tendências sexuais. Não conseguimos ainda ir tão longe a ponto de amar nossos inimigos ou oferecer-lhes a face esquerda depois de esbofeteada a direita. Além do mais, todas as regras morais para a restrição do ódio ativo fornecem até hoje a mais nítida evidência de que foram originalmente moldadas para uma pequena sociedade dos membros de um clã. Na medida em que pudemos sentir que somos membros de um povo, permitimo-nos desconsiderar a maior parte dessas restrições com relação a estrangeiros. Contudo, dentro de nosso próprio círculo, já fizemos alguns avanços no controle dos impulsos hostis. Como Lichtenberg exprimiu em termos drásticos: ‘Onde dizemos agora “Desculpe-me” costumávamos dar um soco nos ouvidos’. A hostilidade brutal, proibida por lei, foi substituída pela invectiva verbal; um melhor conhecimento da interconexão dos impulsos humanos está cada vez nos roubando - através de seu consistente ‘tout comprendre c’est tout pardonner’ - a capacidade de nos zangarmos com quem quer que se intrometa em nosso caminho. Embora, quando crianças, ainda sejamos dotados de uma poderosa disposição herdada para a hostilidade, logo aprendemos por uma civilização pessoal superior, que o uso de uma linguagem abusiva é indigno; e mesmo onde a luta pela luta permaneceu permissível, aumentou extraordinariamente o número de métodos de luta cujo emprego é vedado. Já que somos obrigados a renunciar à expressão da hostilidade pela ação - refreada pela desapaixonada terceira pessoa em cujo interesse deve-se preservar a segurança pessoal - desenvolvemos, como no caso da agressividade sexual, uma nova técnica de invectiva que objetiva o aliciamento dessa terceira pessoa contra nosso inimigo. Tornando nosso inimigo pequeno, inferior, desprezível ou cômico, conseguimos, por linhas transversas, o prazer de vencê-lo - fato que a terceira pessoa, que não dispendeu nenhum esforço, testemunha por seu riso.

Estamos agora preparados para perceber a parte desempenhada pelos chistes na agressividade hostil. Um chiste nos permite explorar no inimigo algo de ridículo que não poderíamos tratar aberta ou conscientemente, devido a obstáculos no caminho; ainda uma vez, o chiste evitará as restrições e abrirá fontes de prazer que se tinham tornado inacessíveis. Ele ademais subornará o ouvinte com sua produção de prazer, fazendo com que ele se alinhe conosco sem uma investigação mais detida, exatamente como em outras freqüentes ocasiões fomos subornados por um chiste inocente que nos levou a superestimar a substância de uma afirmação expressa chistosamente. Tal fato é revelado à perfeição na expressão corrente ‘die Lacher auf seine Seite ziehen [trazer os que riem para nosso lado]’.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica os chistes hostis que são feitos para os inimigos com uma agressividade hostil. Já que somos obrigados a renunciar à expressão da hostilidade pela ação - refreada pela desapaixonada terceira pessoa em cujo interesse deve-se preservar a segurança pessoal - desenvolvemos, como no caso da agressividade sexual, uma nova técnica de invectiva que objetiva o aliciamento dessa terceira pessoa contra nosso inimigo. Tornando nosso inimigo pequeno, inferior, desprezível ou cômico, conseguimos, por linhas transversas, o prazer de vencê-lo - fato que a terceira pessoa, que não dispendeu nenhum esforço, testemunha por seu riso.

Mattanó aponta que temos os chistes hostis que são feitos para os inimigos com uma agressividade hostil, estes são feitos para os nossos inimigos. Já que somos obrigados a renunciar à expressão da hostilidade pela ação - refreada pela desapaixonada terceira pessoa em cujo interesse deve-se preservar a segurança pessoal - desenvolvemos, como no caso da agressividade sexual, uma nova técnica de invectiva que objetiva o aliciamento dessa terceira pessoa contra nosso inimigo. Tornando nosso inimigo pequeno, inferior, desprezível ou cômico, conseguimos, por linhas transversas, o prazer de vencê-lo - fato que a terceira pessoa, que não dispendeu nenhum esforço, testemunha por seu riso. Quando fazemos um chiste hostil para um inimigo desenvolvemos significados e sentidos hostis que provocarão risos no local de bofetadas e socos, num prazer inconsciente de vencê-lo, tornando nosso inimigo pequeno, desprezível e cômico, sem esforço algum.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor temos os chistes hostis que são feitos para os inimigos com uma agressividade hostil, estes são feitos para os nossos inimigos. Já que somos obrigados a renunciar à expressão da hostilidade pela ação - refreada pela desapaixonada terceira pessoa em cujo interesse deve-se preservar a segurança pessoal - desenvolvemos, como no caso da agressividade sexual, uma nova técnica de invectiva que objetiva o aliciamento dessa terceira pessoa contra nosso inimigo. Tornando nosso inimigo pequeno, inferior, desprezível ou cômico, conseguimos, por linhas transversas, o prazer de vencê-lo - fato que a terceira pessoa, que não dispendeu nenhum esforço, testemunha por seu riso. Quando fazemos um chiste hostil para um inimigo desenvolvemos significados e sentidos hostis que provocarão risos no local de bofetadas e socos, num prazer inconsciente de vencê-lo, tornando nosso inimigo pequeno, desprezível e cômico, sem esforço algum. Da mesma forma podemos fazer chistes hostis virtuais através da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que por sua vez provocarão risos em vez de socos e bofetadas e até crucificações, tornando o inimigo pequeno, desprezível, cômico, endemoniado, almadiçoado, crucificado ou contaminado.

 

MATTANÓ

(18/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Consideremos, por exemplo, os chistes de Herr N., dispersos ao longo do capítulo anterior. Eram todos eles invectivas, como se Herr N. quisesse exclamar em voz alta: ‘O Ministro da Agricultura é um boi! (ver em [1])’. ‘Não me fale sobre***! Ele explode de vaidade! (ver em [2])’ ‘Nunca li em toda minha vida nada mais chato que estes ensaios históricos sobre Napoleão na Áustria! (ver em [3])’. Mas a alta posição que ocupa impede que exprima seus julgamentos nessa forma. Ele convoca pois o chiste em sua ajuda, o que lhe garante uma recepção, pelo ouvinte, nunca possível em forma não chistosa, a despeito da verdade que possam conter. Um desses chistes é particularmente instrutivo - aquele sobre o ‘vermelho Fadian‘ (ver em [4]), talvez o mais impressionante de todos. O que haverá nele que nos faz rir e desvia tão completamente nosso interesse da possível injustiça que se esteja fazendo ao pobre autor? A forma chistosa, naturalmente - o que vale dizer, o chiste. Mas do que será que estamos rindo? Da pessoa em questão, sem dúvida, a qual nos é apresentada como o ‘vermelho Fadian‘, e em particular rimos do fato dessa pessoa ter os cabelos vermelhos. As pessoas educadas se impedem de rir dos defeitos físicos e além disso não incluem o cabelo ruivo entre os defeitos físicos risíveis. Mas não há dúvida de que este é assim considerado pelos meninos de escola e pelo povo comum - sendo verdade mesmo para o nível de educação de certos representantes municipais e parlamentares. Herr N. possibilitou então, da maneira mais engenhosa, a nós, adultos e sensatos, rirmos como garotos de escola do cabelo ruivo do historiador X. Essa não era certamente a intenção de Herr N., mas é muito duvidoso que uma pessoa que dá livre curso a um chiste conheça a precisa intenção deste.

Se nesses casos o obstáculo à agressividade que o chiste ajuda a evitar era interno - uma objeção estética à invectiva -, em outra parte o obstáculo pode ser de espécie puramente externa. Assim o caso em que o Sereníssimo perguntou a um estranho, cuja semelhança com sua própria pessoa o surpreendia: ‘Sua mãe esteve alguma vez no Palácio?’ e a resposta foi: ‘Não, mas meu pai esteve’ (ver em [1]). A pessoa a quem se fazia tal pergunta gostaria sem dúvida de derrubar a socos o impertinente indivíduo que ousara, através da alusão, lançar uma mancha sobre a memória de sua mãe bem amada. Mas o indivíduo impertinente era o Sereníssimo, a quem não se poderia socar ou mesmo insultar a não ser que se estivesse preparado a comprar uma vingança a preço da própria existência. Portanto o insulto devia aparentemente ser engolido em silêncio. Mas afortunadamente um chiste mostra a maneira pela qual o insulto pode ser seguramente vingado - utilizando o método técnico da unificação para aceitar a alusão e devolvê-la ao agressor. Fica aqui a impressão de que um chiste é tão determinado por seu propósito que, em face do caráter chistoso da réplica, inclinamo-nos por esquecer que a pergunta feita pelo agressor tem ela própria o caráter de um chiste com a técnica da alusão.

A prevenção das invectivas ou das réplicas insultuosas por circunstâncias externas é um caso tão comum que os chistes tendenciosos são especialmente utilizados para possibilitar a agressividade ou a crítica contra pessoas em posições elevadas, que reivindicam o exercício da autoridade. O chiste assim representa uma rebelião contra tal autoridade, uma liberação de sua pressão. O fascínio das caricaturas baseia-se no mesmo fator: rimos delas, mesmo se malsucedidas, simplesmente porque consideramos um mérito a rebelião contra a autoridade.

Se temos em mente o fato de que os chistes tendenciosos são altamente adequados para ataque aos grandes, aos dignitários, aos poderosos, que são protegidos da degradação direta por inibições internas e circunstâncias externas, somos obrigados a levar em especial consideração certos grupos de chistes que parecem se dirigir aos inferiores, às pessoas indefesas. Estou pensando nas anedotas sobre os agentes matrimoniais, algumas das quais ficamos conhecendo no curso de nossa investigação das várias técnicas de chistes conceptuais. Em algumas delas, como nos exemplos ‘Ela é surda também’ (ver em [1]) e ‘Quem emprestaria alguma coisa a essas pessoas?’ [[loc. cit.], o agente é alvo de riso por sua imprevidência e desatenção, tornando-se cômico porque a verdade lhe escapa como que automaticamente. Mas que sabemos agora sobre a natureza dos chistes, por um lado, e, por outro lado, como há de se coadunar a magnitude do deleite que nos proporcionam essas histórias com a insignificância das pessoas que são aparentemente alvo de riso nesses chistes? Serão essas pessoas dignos adversários dos chistes? Não será antes o caso de que os chistes só trazem ao primeiro plano os agentes matrimoniais para ferir algo mais importante? Não será o caso de dizer uma coisa e significar outra? Realmente não é possível rejeitar essa perspectiva.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes podem ser usados para representar pessoas ricas denotando uma superioridade e por outro lado, pessoas pobres, denotando inferioridade, então os chistes dizem uma coisa numa perspectiva social.

Mattanó aponta que os chistes podem ser usados para representar pessoas ricas denotando uma superioridade e por outro lado, pessoas pobres, denotando inferioridade, então os chistes dizem uma coisa numa perspectiva social onde os significados e os sentidos são reforçados conforme o contexto e o meio ambiente do objeto do chiste.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes podem ser usados para representar pessoas ricas denotando uma superioridade e por outro lado, pessoas pobres, denotando inferioridade, então os chistes dizem uma coisa numa perspectiva social onde os significados e os sentidos são reforçados conforme o contexto e o meio ambiente do objeto do chiste. Da mesma forma os chistes no mundo e na realidade virtuais podem indicar a classe social do objeto do chiste, numa perspectiva social do chiste, que por sua vez produz o estímulo, o meio ambiente e o contexto do chiste, até mesmo quando abordamos a Palavra e a Sagrada Escritura, quando ela se torna objeto do chiste.

 

MATTANÓ

(18/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Deve-se levar adiante esta interpretação das anedotas de agentes. É verdade que não há necessidade de me aprofundar nelas, podendo me contentar em considerar essas anedotas ‘Schawänke [histórias engraçadas]’ e negar que tenham caráter de chiste. Pois os chistes também podem ter um determinante subjetivo dessa espécie. Nossa atenção agora se dirige para tal possibilidade e teremos que examiná-la depois [Capítulo V]. Tal possibilidade declara que só é um chiste o que eu permito que seja um chiste. Aquilo que é chiste para mim pode ser meramente uma história cômica para outras pessoas. Mas se um chiste admite essa dúvida só pode ser pela razão de que tenha uma fachada - nestes casos, cômica - cuja contemplação satisfaz uma pessoa enquanto outra pode tentar inquirir por trás dela. Emerge, além disso, a suspeita de que tal fachada tencione deslumbrar a mirada inquisitiva, tendo essas histórias alguma coisa a ocultar.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que um chiste só é um chiste se a pessoa o permite que seja um chiste.

Mattanó aponta que um chiste só é um chiste se a pessoa o permite que seja um chiste diante do contexto que despertará estímulo – resposta – consequência e funcionalidade no comportamento do indivíduo e então seu inconsciente-consciente interpretará o evento como chiste ou como outro evento.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor um chiste só é um chiste se a pessoa o permite que seja um chiste diante do contexto que despertará estímulo – resposta – consequência e funcionalidade no comportamento do indivíduo e então seu inconsciente-consciente interpretará o evento como chiste ou como outro evento, depende da sua história de vida e de aprendizagem. Da mesma forma um chiste só é um chiste quando existe um pacto entre as partes, entre codificador e decodificador dessa mensagem chistosa, mesmo no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(18/08/2025)

 

 

 

 

De qualquer modo, se nossas anedotas de agentes matrimoniais são chistes, graças a sua fachada, elas estão em condições de ocultar não apenas o que tenham a dizer mas também o fato de que haja algo - proibido - a dizer. A continuação da interpretação - que descobre o sentido escondido e revela essas anedotas com uma fachada cômica como sendo chistes tendenciosos - seria a seguinte. Quem quer que permita à verdade escapar em um momento de distração, em realidade se alegra por livrar-se da mentira. Eis um correto e profundo insight psicológico. Sem essa concordância interna ninguém se deixa controlar pelo automatismo que nestes casos traz a verdade à luz. Isso converte a risível figura do Schadchen em simpática, merecedora de pena. Quão feliz o homem deve estar por ter podido afinal se descartar da carga de mentira, já que utiliza a primeira oportunidade para proclamar algum fragmento da verdade! Tão logo vê que o caso está perdido, que a noiva não agrada o jovem, prazerosamente confessa um outro defeito ainda oculto que escapara à observação, ou aproveita a oportunidade de argumentar exprimindo com detalhes o desprezo que lhe inspiram as pessoas para quem trabalha: ‘Eu lhe pergunto - quem emprestaria alguma coisa a essa gente?’. Todo ridículo da anedota agora recai sobre os pais, nela postos a descoberto, os quais pensam justificável a trapaça para arranjar um marido para a filha, ou recai sobre a desprezível situação das moças que se deixam dessa forma ser levadas ao casamento, ou ainda recai sobre a desgraça dos casamentos contratados em tais bases. O agente matrimonial é o homem certo para expressar tais críticas, pois é quem mais conhece esses abusos; mas ele não pode mencioná-los abertamente, pois é um homem pobre cuja existência depende de explorá-los. A mente popular, que criou essas histórias e outras semelhantes, está dilacerada por conflito similar pois bem sabe que a santidade dos casamentos assim contratados está cruelmente afetada pelo pensamento do que acontecera na época em que foram arranjados.

Recordemos também o que observamos enquanto investigando a técnica dos chistes: nestes, o nonsense freqüentemente substitui o ridículo e a crítica presentes nos pensamentos que subjazem ao chiste (ver em [1]). (A esse respeito, incidentalmente, a elaboração do chiste opera tal qual a elaboração do sonho.) Aqui encontramos confirmado o fato mais uma vez. Que o ridículo e a crítica não se dirigem à pessoa do agente matrimonial, que só aparece nos exemplos citados como um bode expiatório, é demonstrado por outra classe de chistes em que o agente matrimonial é representado, inversamente, como uma pessoa superior cujos poderes dialéticos o capacitam a superar qualquer dificuldade. São anedotas com uma fachada lógica ao invés de cômica - sofisticados chistes conceptuais. Em um deles (Ver em [2].) o agente consegue, na discussão, descartar o defeito da noiva: ser coxa. Tratava-se pelo menos de um ‘fait accompli‘: uma outra esposa, com membros direitos correria, pelo contrário, o constante risco de cair e quebrar a perna, a que se seguiria doença, dores, despesas de tratamento, tudo o que seria poupado se a mulher já fosse coxa. Há também uma outra anedota (ver em [3]), em que o agente consegue repelir toda uma série de queixas feitas contra a noiva pelo pretendente, escorando cada qual com um bom argumento, até que chegando a uma última, à qual nada se pode contrapor, ele replica: ‘O que você quer? Ela não pode ter afinal um único defeito?’, como se necessariamente nada tivesse restado das objeções anteriores. Não é difícil indicar o ponto fraco da argumentação nesses dois exemplos, o que fizemos ao examinar sua técnica. Mas o que nos interessa é um pouco diferente. Se se concede à fala do agente uma aparência lógica tão marcante que, à examinação detalhada, é reconhecida como apenas aparência, a verdade subjacente é que o chiste declara a correção do procedimento do agente; o conteúdo não se aventura a fazê-lo seriamente mas substitui a seriedade pela aparência que o chiste apresenta. Mas aqui, como freqüentemente ocorre, um gracejo delata algo sério. Não nos equivocaremos se admitirmos que todas essas anedotas com uma fachada lógica pretendem dizer o que realmente asseveram, por razões intencionalmente defeituosas. É só o emprego do sofisma como representação disfarçada da verdade que lhe dá o caráter de chiste, tornando-o assim essencialmente dependente de seu propósito. Pois o que se insinua nas duas anedotas é que é realmente o pretendente quem se cobre de ridículo quando coleciona as diferentes qualidades da noiva com tanto cuidado, embora sejam todas negativas, pois quando faz isso, está se esquecendo que devia estar preparado para tomar como esposa um ser humano com seus inevitáveis defeitos; por outro lado, a única característica que tornaria tolerável o matrimônio com uma mulher de personalidade mais ou menos imperfeita - a atração mútua e a disponibilidade para uma adaptação afetuosa - é deixada fora de toda a transação.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes que insinuam anedotas e cobrem de ridículo as diferentes qualidades de uma noiva dizem respeito à qualidade da noiva e da transação e que elas não se adequam aos anseios do noivo.

Mattanó aponta que os chistes que insinuam anedotas e cobrem de ridículo as diferentes qualidades de uma noiva dizem respeito à qualidade da noiva e da transação e que elas não se adequam aos anseios do noivo, inclusive ao contexto, e aos significados e sentidos que o noivo tem de uma noiva e de uma transação, ou seja, que seu mundo real não lhe agrada e que talvez seu casamento ainda esteja muito idealizado.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes que insinuam anedotas e cobrem de ridículo as diferentes qualidades de uma noiva dizem respeito à qualidade da noiva e da transação e que elas não se adequam aos anseios do noivo, inclusive ao contexto, e aos significados e sentidos que o noivo tem de uma noiva e de uma transação, ou seja, que seu mundo real não lhe agrada e que talvez seu casamento ainda esteja muito idealizado. Da mesma forma estes chistes que insinuam anedotas e cobrem de ridículo as qualidades de outra pessoa querem dizer que ela não se adequa aos anseios do produtor no chiste, pois seu mundo está muito idealizado, mesmo no mundo e na realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura, por exemplo.

 

MATTANÓ

(18/08/2025)

 

 

Mattanó aponta que os chistes são um distorção da realidade assim como o amor e a própria realidade, a consciência, a cultura e o conhecimento, pois os chistes são processos verbais de origem inconsciente, por isso tê-los como verdade absoluta pode tornar o estudante e o paciente alguém que não consegue discriminar as contingências ambientais de controle, razões e literalidade, inclusive de contexto, por isso seus processos são apenas distorções da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.

 

MATTANÓ

(18/08/2025)

 

 

 

 

 

A zombaria dirigida ao pretendente nesses exemplos, nos quais o agente muito apropriadamente faz a parte do superior, é expressa muito mais claramente em outras anedotas. Quanto mais claras as histórias sejam, menos técnica de chiste contêm; são apenas casos de chistes marginais cuja técnica nada mais tem em comum (com os chistes) que a construção de uma fachada. Mas devido ao fato de terem o mesmo propósito e por se esconderem por detrás de uma fachada, produzem todo o efeito de um chiste. Além disso, a pobreza de seus métodos técnicos explica porque muitos desses chistes não podem, sem sofrer dano, dispensar o elemento dialetal, cujo efeito é similar à técnica do chiste.

Uma história desse tipo que, embora possuindo toda a força de um chiste tendencioso, nada exibe de sua técnica é a seguinte: ‘O agente matrimonial perguntou: “O que você requer de sua noiva?”. Resposta: “Ela deve ser bonita, rica e educada”. “Muito bem”, disse o agente, “mas isso eu considero como fazer três casamentos.”’ Nesse caso a repreensão ao homem é liberada abertamente, não mais vestida como um chiste.

Nos exemplos até agora considerados, a agressividade disfarçada dirigia-se contra pessoas - nos chistes do agente, contra alguém envolvido no negócio de arranjar casamento: o noivo, a noiva e seus pais. Mas o objeto de ataque pelo chiste pode ser igualmente instituições, pessoas enquanto representantes de instituições, dogmas morais ou religiosos, concepções de vida que desfrutam de tanto respeito que só sofrem objeções sob a máscara do chiste e, mesmo, de um chiste ocultado por sua fachada. Embora os temas a que estes chistes tendenciosos se dirijam sejam poucos, suas formas e invólucros podem ser muitos e diversos. Penso que devamos distinguir essa classe de chistes tendenciosos por meio de um nome especial. O nome apropriado emergirá depois que tenhamos interpretado alguns exemplos.

Posso recordar duas histórias - uma do gourmet empobrecido que foi apanhado comendo ‘maionese de salmão’ (ver em [1]) e a outra do tutor dipsomaníaco (ver em [2]) - que aprendemos a considerar chistes sofísticos e deslocamento. Continuarei agora sua interpretação. Já sabemos que se o aparecimento da lógica é anexado como suplemento à fachada da história, o pensamento que se gostaria de exprimir seriamente é ‘o homem está certo’, o qual, devido à contradição oponente, não nos atrevemos a declarar, exceto em um único ponto, em que é facilmente possível demonstrar que ele está errado. O ‘ponto’ escolhido é o correto compromisso entre sua integridade e seu erro; a isso efetivamente não corresponde qualquer decisão e sim o conflito dentro de nós mesmos. As duas anedotas são simplesmente epicurescas. Elas dizem: ‘Bem, o homem está certo. Nada é mais importante que o prazer e pouco importa como obtê-lo’. Isto soa chocantemente imoral e de fato não é mais que isso. Mas no fundo não é mais que o ‘Carpe diem‘ do poeta, que invoca a incerteza da vida e a esterilidade da renúncia virtuosa. Se a idéia de que o homem no chiste da ‘maionese de salmão’ está certo tem sobre nós efeito tão repelente, isso se dá apenas porque a verdade é ilustrada por um prazer de nível inferior, que nos parece facilmente dispensável. Em realidade cada um de nós tem momentos em que admite a correção dessa filosofia de vida, reprovando a doutrina moral, ao aproveitar a vida sem esperar que ela ofereça qualquer compensação. Já que deixamos de acreditar na promessa de uma outra vida na qual toda renúncia será recompensada - há incidentalmente muito poucas pessoas piedosas se tomamos a renúncia como signo de fé -, ‘Carpe diem‘ torna-se uma séria advertência. De bom grado eu adiaria a satisfação, mas como saber se ainda estarei aqui amanhã? ‘Di doman’ non c’è certezza.’

De bom grado renunciaria a todos os métodos de satisfação proscritos pela sociedade, mas como saber que a sociedade recompensará tal renúncia oferecendo-me um dos métodos permitidos - mesmo ao preço de um certo adiamento? O que estes chistes sussurram pode ter dito em voz alta: que as vontades e desejos dos homens têm o direito de se tornarem aceitáveis ao lado de uma moralidade severa e cruel. Atualmente se tem dito em sentenças estimulantes e fortes que a moralidade é apenas uma prescrição egoística postulada pelos poucos que são ricos e poderosos e que podem satisfazer suas vontades a qualquer tempo, sem adiamento. Na medida em que a arte de curar não tem prosseguido em assegurar (a eternidade de) nossa vida e na medida em que os arranjos sociais não a têm tornado mais agradável, será impossível sufocar dentro de nós a voz que se rebela contra as exigências da moralidade. Todo homem honesto acabará admitindo isso, a menos para seu uso próprio. A decisão face a esse conflito só pode ser alcançada pelo caminho indireto de um novo insight. Deve-se jungir a própria vida à vida dos outros tão intimamente e poder identificar-se com eles de tal maneira que a brevidade da própria vida seja vencida; não se deve, pois, satisfazer às exigências das próprias necessidades ilegitimamente, mas antes deixá-las insatisfeitas porque só a continuidade de tantas exigências insatisfeitas há de desenvolver o poder de mudança da ordem social. Mas nem toda necessidade pessoal pode dessa forma ser adiada e transferida às outras pessoas, não havendo assim solução geral e final para o conflito.

Sabemos agora o nome que deve ser dado a chistes como aqueles que por último interpretamos. São chistes cínicos e disfarçam cinismos.

Entre as instituições habitualmente atacadas pelos chistes cínicos, nenhuma é mais importante, mais estritamente guardada pelos códigos morais e ao mesmo tempo mais convidativa a um ataque, que a instituição do casamento, à qual, pois, se dirige a maioria dos chistes cínicos. Não existe reivindicação mais pessoal que a da liberdade sexual e em nenhum outro ponto a civilização exerceu supressão mais severa que na esfera da sexualidade. Um único exemplo será suficiente para nossos objetivos - aquele mencionado em [1], ‘Um registro no Álbum de Carnaval do Príncipe’:

‘Uma esposa é como um guarda-chuva; mais cedo ou mais tarde toma-se um táxi.’

Já discutimos a complicada técnica desse exemplo: um símile desconcertante e aparentemente impossível que entretanto não constitui, como vimos, um chiste em si mesmo; depois, uma alusão (um táxi é um veículo público); e, como método técnico mais poderoso, uma omissão que aumenta a inteligibilidade. O símile pode ser elaborado como segue. A pessoa se casa para se proteger contra as tentações de sensualidade, mas não obstante resulta que o casamento não permite a satisfação de necessidades que sejam algo mais fortes que o comum. Exatamente do mesmo modo, toma-se um guarda-chuva para se proteger da chuva e mesmo assim fica-se molhado na chuva. Em ambos os casos deve-se buscar em outra parte uma proteção mais forte: no último caso toma-se um veículo público e no primeiro, uma mulher que é disponível a troco de dinheiro. O chiste foi tornado agora quase inteiramente uma peça cínica. Ninguém se aventura a declarar franca e abertamente que o casamento não é um arranjo planejado para satisfazer a sexualidade do homem, a não ser que se seja forçado a fazê-lo, talvez por amor à verdade e zelo reformador como o de Chistian von Ehrenfels. A força desse chiste consiste no fato de que, não obstante - através de todas as vias transversas - isso tenha sido declarado.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica os chistes cínicos que são feitos em referência ao casamento que nunca atende as necessidades sexuais do casal tornando:

‘Uma esposa é como um guarda-chuva; mais cedo ou mais tarde toma-se um táxi.’

A esposa é uma proteção contra a chuva, a infidelidade, a sexualidade que mais cedo ou mais tarde se torna um táxi, onde todo mundo entra e sai, torna-se público, infiel.

A força de um chiste depende de que isso tenha sido declarado.

Mattanó aponta que os chistes cínicos que são feitos em referência ao casamento que nunca atende as necessidades sexuais do casal tornando:

‘Uma esposa é como um guarda-chuva; mais cedo ou mais tarde toma-se um táxi.’

A esposa é uma proteção contra a chuva, a infidelidade, a sexualidade que mais cedo ou mais tarde se torna um táxi, onde todo mundo entra e sai, torna-se público, infiel.

A força de um chiste depende de que isso tenha sido declarado.

A força de um chiste depende também do que ele significa e tem por sentido, e do seu contexto.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes cínicos que são feitos em referência ao casamento que nunca atende as necessidades sexuais do casal tornando:

‘Uma esposa é como um guarda-chuva; mais cedo ou mais tarde toma-se um táxi.’

A esposa é uma proteção contra a chuva, a infidelidade, a sexualidade que mais cedo ou mais tarde se torna um táxi, onde todo mundo entra e sai, torna-se público, infiel.

A força de um chiste depende de que isso tenha sido declarado.

A força de um chiste depende também do que ele significa e tem por sentido, e do seu contexto.

Da mesma forma os chistes cínicos no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, acabam dependendo do que você declara, do seu significado e do seu sentido, do seu contexto, por exemplo, num casamento onde as necessidades sexuais do casal não são satisfeitas.

 

MATTANÓ

(19/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Uma ocasião particularmente favorável a chistes tendenciosos é apresentada quando a pretendida crítica rebelde dirige-se contra o próprio sujeito, ou para dizê-lo com mais cautela, contra algo que o sujeito partilha - ou seja, ao sujeito enquanto uma pessoa coletiva (a própria nação do sujeito, por exemplo). A ocorrência da autocrítica como determinante pode explicar como é que inúmeros dos mais adequados chistes (dos quais temos uma grande quantidade de exemplos) tenham germinado no solo da vida popular judia. São chistes criados por judeus e dirigido contra características dos judeus. Os chistes sobre judeus elaborados por estrangeiros são em geral histórias brutalmente cômicas em que o chiste é tornado dispensável pelo fato de que os judeus são considerados pelos estrangeiros como figuras cômicas. Os chistes judeus, originários de judeus, admitem isso também, mas conhecem seus verdadeiros defeitos tanto quanto a conexão destes com suas boas qualidades, e a parte em comum entre o sujeito do chiste e a pessoa flagrada em erro cria o determinante subjetivo (usualmente, de difícil acesso) da elaboração do chiste. (Ver em [1].) Incidentalmente não sei se há muitos outros casos em que as pessoas fazem troça, em tal grau, de seu próprio caráter.

Como um exemplo disso posso tomar a anedota (ver em [2]) de um judeu em um trem de ferro, que prontamente abandona toda compostura tão logo descobre que o recém-chegado a seu compartimento partilha suas crenças. Entramos em contato com essa anedota como evidência da demonstração por um detalhe, da representação por uma minúcia. Pretende retratar a democrática maneira de pensar dos judeus, que não reconhecem distinção entre senhores e servos, mas que apesar disso também subvertem a disciplina e a cooperação.

 

Um outro grupo de chistes, especialmente interessante, retrata a relação entre um judeu rico e um pobre. Os heróis são o ‘Schnorrer [mendigo]’ e o caridoso chefe de família ou o Barão.

‘Um Schnorrer, que era admitido como conviva na mesma casa todo domingo, apareceu um dia acompanhado de um jovem desconhecido que dava sinais de estar pronto para sentar-se à mesa. “Quem é este?”, perguntou o dono da casa. “É meu genro desde a semana passada”, foi a resposta. “Eu lhe prometi pensão durante o primeiro ano.”’

O objetivo dessas histórias é sempre o mesmo, que emerge mais claramente na próxima:

‘O Schnorrer pediu ao Barão algum dinheiro para uma viagem a Ostend; seu médico recomendara-lhe banhos de mar como remédio para seus males. O Barão achou Ostend um balneário particularmente dispendioso; um mais barato resolveria igualmente. O Schnorrer, entretanto, rejeitou a proposta com essas palavras: “Herr Barão, não considero nada caro demais quando se trata de minha saúde’’.’ Este é também um excelente chiste de deslocamento, que podíamos tomar como modelo para aquela classe. O Barão evidentemente quer economizar seu dinheiro, mas o Schnorrer responde como se o dinheiro do Barão fosse seu, podendo lhe emprestar bem menos valor que à sua saúde. Espera-se aqui que riamos da impertinência do pedido, mas só raramente esses chistes deixam de ser equipados com uma fachada para desencaminhar a compreensão. A verdade subjacente é que o Schonorrer, que em pensamentos trata como seu o dinheiro do homem rico, realmente tem, de acordo com os sagrados preceitos dos judeus, quase que direito a tal confusão. A indignação suscitada por esse chiste é naturalmente dirigida contra a Lei, altamente opressiva mesmo com pessoas piedosas.

Eis aqui outra anedota:

‘Um Schnorrer em seu caminho até a escada de um homem rico, encontrou um colega de profissão que lhe aconselhou a não prosseguir: “Não suba hoje”, disse ele, “o Barão está de mau humor: não está dando a ninguém mais que um florim.” - “Subo lá de qualquer jeito”, disse o primeiro Schnorrer. “Por que devo dar-lhe um florim? Ele me dá alguma coisa?”’

Este chiste emprega a técnica do absurdo, já que faz o Schnorrer asseverar que o Barão nada lhe dá no exato momento em que se prepara para pedir-lhe esmola. Mas o absurdo é apenas aparente. Quase é verdade dizer que o homem rico nada lhe dá, já que a Lei o obriga a dar esmolas, devendo ser, estritamente falando, grato àquele que lhe proporciona a oportunidade da beneficência. A concepção ordinária, classe média, de caridade entra em conflito com a religiosa e se rebela mesmo abertamente contra ela em outra história do Barão que, profundamente tocado pela narração da desgraça do Schnorrer, convoca seus servos: ‘Joguem-no fora: ele está partindo meu coração!’. A aberta revelação de seu propósito constitui ainda uma vez um caso marginal de chiste. Apenas pelo fato de que apresentem o assunto aplicado a casos individuais é que essas últimas histórias diferem de uma queixa que não seja um chiste: ‘Realmente não há nenhuma vantagem em ser rico quando se é um judeu. A miséria dos outros torna impossível desfrutar a própria felicidade’.

Outras histórias, que são ainda uma vez casos tecnicamente fronteiriços aos chistes, evidenciam um cinismo profundamente pessimista. Por exemplo:

‘Um homem que escutava mal consultou o médico que diagnosticou corretamente que o paciente bebia brandy demais e, devido a isso, ensurdecera. Recomendou-lhe parar com a bebida e o surdo prometeu levar a sério o conselho. Após algum tempo o médico encontrou-o na rua e perguntou-lhe em voz alta como estava passando. “Obrigado”, foi a resposta. “Não precisa falar tão alto, doutor. Desisti de beber e ouço muito bem outra vez.” Pouco tempo depois eles se encontraram novamente. O médico perguntou-lhe como estava, num tom de voz normal, mas notou que a pergunta não fora bem entendida. “Quê? O que foi?” - “Parece que você anda bebendo brandy outra vez”, gritou o médico em seu ouvido, “e por causa disso você está surdo outra vez.” “Você pode estar certo”, respondeu o surdo. “Eu recomecei a beber brandy e vou lhe dizer por quê. Enquanto não bebia fui capaz de escutar, mas nada do que escutei era tão bom como o brandy.”’ Tecnicamente esse chiste nada mais é que uma lição objetiva: para suscitar o riso é necessário manter o dialeto ou possuir habilidade, mas no fundo fica a triste questão: não terá sido tal homem feliz em sua escolha?

Devo classificar como chistes tendenciosos essas histórias pessimistas em vista da alusão que elas fazem às diversas e desesperançadas misérias dos judeus.

Outros casos de chistes, igualmente cínicos, e que incluem mais que anedotas de judeus, atacam dogmas religiosos e mesmo a crença em Deus. A história do ‘Kück‘ do Rabino (ver em [1]) cuja técnica consiste no raciocínio falho, que faz se equivalerem fantasia e realidade (uma outra perspectiva possível seria considerá-la como deslocamento), é um chiste cínico, ou crítico, desse tipo, dirigido contra os milagreiros e decerto também dirigido contra a crença em milagres. Diz-se de Heine ter feito um chiste blasfemo em seu leito de morte. Quando um padre amável lembrou-lhe a graça de Deus e deu-lhe esperanças de que Deus perdoaria seus pecados, diz-se que ele replicou: ‘‘Bien sûr qu’il me pardonnera: c’est son métier’. Esta é umacomparação degradante (tendo tecnicamente talvez apenas um valor de alusão), já que ter um ‘métier‘, um ofício ou profissão, é característica de um trabalhador ou um médico - e ele (Deus) tem apenas um métier. Mas a força do chiste consiste em seu propósito. O que se pretende dizer nada mais é que: ‘Naturalmente ele vai me perdoar. É para isso que está lá e esta é a única razão pela qual o emprego (como quem contrata um médico ou um advogado)’. Portanto no moribundo, quando jaz impotente, acende-se a consciência de que criara um Deus e o dotara de certo poder para utilizá-lo quando surgisse a ocasião. O que se supunha ser a criatura revela-se, no próprio instante de sua aniquilação, como criador.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes cínicos podem ser anedotas de judeus, que atacam dogmas religiosos e mesmo a crença em Deus.

Mattanó aponta que os chistes cínicos podem ser anedotas de judeus, que atacam dogmas religiosos e mesmo a crença em Deus e que eles dependem de uma tradição, história, educação e socialização para sua perpetuação e reprodução social.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes cínicos podem ser anedotas de judeus, que atacam dogmas religiosos e mesmo a crença em Deus e que eles dependem de uma tradição, história, educação e socialização para sua perpetuação e reprodução social. Da mesma forma os chistes cínicos podem ser anedotas que atacam dogmas religiosos e a crença em Deus ou no Papa como chamar o Papa de ¨papagaio e que ele sobe num pau em forma de cruz para comer um pedaço de pão.¨ Isto somente através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que dão apoio a esta construção virtual de Osny Mattanó Júnior.

 

MATTANÓ
(19/08/2025)

 

 

 

 

 

Às classes de chistes tendenciosos que consideramos até agora - chistes obscenos ou desnudadores, chistes agressivos (hostis), chistes cínicos (blasfemos, críticos) - gostaria de acrescentar uma quarta e mais rara, cuja natureza pode ser ilustrada por um bom exemplo:

‘Dois judeus encontraram-se num vagão de trem em uma estação na Galícia. “Onde vai?” perguntou um. “À Cracóvia”, foi a resposta. “Como você é mentiroso!”, não se conteve o outro. “Se você dissesse que ia à Cracóvia, você estaria querendo fazer-me acreditar que estava indo a Lemberg. Mas sei que, de fato, você vai à Cracóvia. Portanto, por que você está mentindo para mim?”’

Essa excelente história, que impressiona pelo extremo refinamento, opera evidentemente pela técnica do absurdo. O segundo judeu é censurado por mentir porque diz estar indo à Cracóvia que é seu verdadeiro destino! Mas o poderoso método técnico do absurdo conecta-se aqui à outra técnica, a representação pelo oposto, pois de acordo com a asserção não contraditada do primeiro judeu, o segundo está mentindo quando fala a verdade e fala a verdade por meio da mentira. Mas a mais séria substância do chiste é o problema do que determina a verdade. O chiste, uma vez mais, aponta para um problema assim como faz uso da ambigüidade de um dos nossos conceitos mais comuns. Estaremos certos em descrever as coisas tal qual são sem nos importarmos em considerar a forma pela qual nosso ouvinte entenderá o que dissermos? Ou será essa uma verdade jesuítica, a verdade autêntica consistindo em levar o interlocutor em consideração, fornecendo-lhe um quadro fiel de nosso próprio conhecimento? Acho que os chistes desse tipo divergem suficientemente dos demais para que lhes seja conferida posição especial. O que eles atacam não é uma pessoa ou uma instituição, mas a própria certeza de nosso conhecimento, uma de nossas capacidades especulativas. O nome que lhes caberia mais apropriado seria portanto o de chistes ‘céticos’.

 

No curso de nossa discussão dos propósitos dos chistes esclarecemos talvez inúmeras questões e encontramos certamente bastante sugestões para investigações futuras. Mas as descobertas desse capítulo combinam-se com as do capítulo anterior ao nos apresentar um difícil problema. Se é correto dizer que o prazer decorrente dos chistes depende, por um lado, de sua técnica e por outro lado, de seu propósito, qual o ponto de vista comum em que convergem fontes de prazer tão diferentes?

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica os chistes céticos, que são aqueles que falam da verdade através da ambiguidade.

Mattanó aponta que existem os chistes céticos, que são aqueles que falam da verdade através da ambiguidade, mesmo com seus significados e sentidos e contextos.

 

MATTANÓ

(29/11/2020)

 

 

Mattanó aponta que o método da educação pode ser eficiente pois toda criança que não é educada desenvolve algum transtorno mental, e é com esta educação que ela adquire saúde-mental, substituindo a psicoterapia.

 

MATTANÓ

(01/12/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor existem os chistes céticos, que são aqueles que falam da verdade através da ambiguidade, mesmo com seus significados e sentidos e contextos. Da mesma forma existem os chistes céticos no mundo e na realidade virtuais que falam da verdade através da ambiguidade, como vemos na Palavra e na Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(19/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  1. PARTE SINTÉTICA

 

 

IV - O MECANISMO DO PRAZER E A PSICOGÊNESE DOS CHISTES

 

Podemos agora partir de um assegurado conhecimento das fontes do prazer peculiar que os chistes nos proporcionam. Estamos cientes de que podemos ser enganados ao confundir nossa fruição do conteúdo intelectual que é afirmado com o prazer próprio aos chistes; mas sabemos que o próprio prazer tem no fundo duas fontes - a técnica e os propósitos dos chistes. O que queremos agora descobrir é o modo pelo qual o prazer procede destas fontes, o mecanismo do efeito de prazer.

Penso que encontraremos a explicação que buscamos muito mais facilmente com respeito aos chistes tendenciosos do que para os inocentes. Começaremos portanto pelos primeiros.

No caso de um chiste tendencioso o prazer procede da satisfação de um propósito cuja satisfação, de outra forma, não seria levada a efeito. O fato de que uma tal satisfação seja uma fonte do prazer não requer ulterior comentário. Mas o modo pelo qual um chiste leva a tal satisfação predispõe certas condições a partir das quais talvez possamos chegar a mais alguma informação. Dois casos aqui devem ser distinguidos. O mais simples é aquele onde se opõe à satisfação do propósito algum obstáculo externo que é contornado pelo chiste. Um exemplo desse caso é a resposta recebida pelo Sereníssimo à pergunta se a mãe de seu interlocutor houvera já vivido no Palácio (ver em [1]) e a repreensão do crítico aos dois ricos pilantras que lhe mostravam seus retratos: ‘Mas onde está o Salvador?’ (ver em [2]). No primeiro caso o propósito era o de responder a um insulto com outro e no último tratava-se de enunciar um insulto ao invés do tributo que era solicitado. Os fatores opostos ao propósito são puramente externos - a posição de poder das pessoas a quem os insultos se dirigiam. Pode entretanto surpreender-nos o fato de que, embora esses chistes e outros de natureza análoga possam nos satisfazer, não sejam capazes de provocar muito riso.

 

Ocorre diferentemente quando o fator que se antepõe à dita realização do propósito não é externo e sim um obstáculo interno, isto é, quando um impulso interno se contrapõe ao propósito. Tal condição pareceria, segundo nossa hipótese, preenchida nos chistes de Herr N., nos quais uma forte inclinação à invectiva é posta em xeque por uma cultura estética altamente desenvolvida. Com o auxílio de um chiste a resistência interna é vencida no caso particular e a inibição suspensa. De toda forma, como no caso do obstáculo externo, a satisfação do propósito é possibilitada tanto quanto se evita sua supressão e o ‘estancamento psíquico’ que esta última envolveria. Quanto à extensão, o mecanismo de geração do prazer seria o mesmo nos dois casos.

Contudo, inclinamo-nos aqui a aprofundar as distinções entre a situação psicológica nos casos de obstáculo interno e externo, pois suspeitamos que a remoção de um obstáculo interno possa fazer contribuição incomparavelmente mais alta ao prazer. Mas sugiro que aqui exerçamos a moderação e nos satisfaçamos por enquanto em estabelecer o que, para nós, permanece sendo o ponto essencial. Os casos de um obstáculo externo e interno só diferem em que, no último, seja suspensa uma inibição interna já existente e no primeiro se evite o aparecimento de uma nova. Sendo assim, não estaremos confiando demais na especulação se afirmamos que tanto para erigir como para manter uma inibição psíquica se requer alguma ‘despesa psíquica’. E já que sabemos que em ambos os casos de uso dos chistes tendenciosos obtém-se prazer, é plausível portanto supor que esta produção de prazer corresponde à despesa psíquica que é economizada.

Temos então, aqui, uma vez mais defrontado o princípio da economia que encontramos primeiro ao discutir a técnica dos chistes verbais (ver em [1]). Mas enquanto nesse primeiro caso parecíamos encontrar a economia no uso de tão poucas palavras quanto possível ou de palavras tão mais parecidas quanto possível, suspeitamos agora de uma economia no sentido, muito mais compreensivo, da despesa psíquica em geral; devemos considerar como possível que uma compreensão mais detalhada do conceito ainda muito obscuro de ‘despesa psíquica’ possa nos levar mais perto da natureza essencial dos chistes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a produção de prazer de um chiste corresponde à despesa psíquica que é economizada. Essa economia esta no uso de palavras quanto possível ou de palavras tão mais parecidas quanto possível.

Mattanó aponta que a produção de prazer de um chiste corresponde à despesa psíquica que é economizada. Essa economia esta no uso de palavras quanto possível ou de palavras tão mais parecidas quanto possível. Esta economia esta no uso de significados e de sentidos e de contextos.

 

MATTANÓ

(01/12/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a produção de prazer de um chiste corresponde à despesa psíquica que é economizada. Essa economia esta no uso de palavras quanto possível ou de palavras tão mais parecidas quanto possível. Esta economia esta no uso de significados e de sentidos e de contextos. Da mesma forma a produção de prazer de um chiste depende da despesa psíquica economizada, até no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(20/08/2025)

 

 

 

 

 

Aquela falta de claridade, que fomos até aqui incapazes de vencer em nosso exame do mecanismo do prazer, pode ser tomada como apropriada punição por tentarmos desvendar o problema mais complexo antes do mais simples, ou seja os chistes tendenciosos antes dos inocentes. Devemos atentar para o fato de que ‘a economia na despesa relativa à inibição ou à supressão‘ parece ser o segredo do efeito de prazer dos chistes tendenciosos e se transmite ao mecanismo dos chistes inocentes.

Baseados em espécimens adequados de chistes inocentes, onde não tememos ter nosso juízo perturbado por algum propósito ou conteúdo, somos levados a concluir que as próprias técnicas dos chistes constituem fontes de prazer; e tentaremos agora descobrir se é possível concluir que o prazer remonta à economia de despesa psíquica. Em um grupo desses chistes (jogos de palavras) a técnica consistia em focalizar nossa atitude psíquica em relação ao som da palavra em vez de seu sentido - em fazer com que a apresentação (acústica) da palavra tomasse o lugar de sua significação, tal como determinada por suas relações com as representações das coisas. Pode-se justificadamente suspeitar que ao fazer isso estamos operando um grande alívio no trabalho psíquico e que, ao utilizar as palavras seriamente, obrigamo-nos a um certo esforço ao nos abstermos desse procedimento confortável. Podemos observar que os estados patológicos da atividade do pensamento nos quais a possibilidade de concentração de despesa psíquica em um ponto particular é provavelmente restrita, atribuem efetivamente maior proeminência a esse tipo de representação fônica da palavra que a seu sentido e que os pacientes em tais estados procedem, em seu discurso, em termos (como reza a fórmula) de associações ‘externas’ mais do que de associações ‘internas’ da representação da palavra. Notamos também que as crianças, ainda acostumadas a tratar as palavras como coisas tendem a esperar que palavras idênticas ou semelhantes tenham, subjacente, o mesmo sentido - fato que é fonte de muitos equívocos dos quais os adultos se riem. Se derivamos, portanto, inequívoco deleite dos chistes ao nos transportarmos de um a outro círculo de idéias, por vezes remoto, através do uso de palavra idêntica, ou semelhante (no ‘Home-Roulard’, por exemplo (ver em [1]), passamos da cozinha à política), este deleite deve, sem dúvida, ser corretamente atribuído à economia na despesa psíquica. O prazer em um chiste, emergente de um tal ‘curto-circuito’, parece ser também maior quanto mais diferentes sejam os dois círculos de idéias conectados pela mesma palavra - quanto mais longe estejam, maior é a economia que o método técnico do chiste fornece ao curso do pensamento. Podemos também notar aqui que os chistes estão utilizando um método de conexão das coisas, rejeitado e cuidadosamente evitado pelo pensamento sério.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que as crianças compreendem as palavras semelhantes com o mesmo sentido e os adultos se riem, criando um círculo de idéias, isto, devido à economia na despesa psíquica.

Mattanó aponta que as crianças compreendem as palavras semelhantes com o mesmo sentido e os adultos se riem, criando um círculo de idéias, isto, devido à economia na despesa psíquica. Este fenômeno se deve a aglutinação, a troca e a inversão de letras nas palavras, trata-se de um fenômeno da alfabetização, normalmente da escolarização.

 

MATTANÓ

(01/12/2020)

 

 

DENÚNCIA DO AMOR DE DEUS SOBRE CORRUPÇÃO NO BRASIL (2020) – OSNY MATTANÓ JÚNIOR:

O Amor de Deus testemunha que conheceu que o ministério público do Rio de Janeiro participou do caso das  Noivas de Copacabana e a Rede Globo de Televisão em 1992 quando tentaram me enlouquecer e me assassinar além de estuprar e espancar, testemunha que o mesmo ministério público participou do caso do show Paul in Rio em 1989 no Maracanã onde eu fui e tentaram me matar durante o show com o Paul Mccartney e suas canções com teor de lavagem cerebral, que o mesmo ministério público nunca conseguiu explicar o porque que eu não tinha telepatia pública em 1989 no Rio de Janeiro, no Maracanã, e a partir de 1999 comecei a ter, se alguém assume a responsabilidade usando uma técnica investigativa com uso ou sem uso de instrumento em outra pessoa e essa pessoa apresenta problemas graves e problemas de saúde e até risco de morrer e cai morta no chão, como eu já caí, devem parar com o procedimento e serem investigados e punidos os mandantes e representantes dessa conduta, quem obrigou a este procedimento e quem está mentindo que minha família aceitou isto, nunca assinamos contrato algum, isto é uma farsa, uma falsidade ideológica que vai terminar com a prisão dos responsáveis, qualquer procedimento invasivo no corpo de qualquer ser humano deve ser aprovado por comissões de saúde e eu já perguntei para responsáveis se existe algum registro disto e não existe, então cadeia!!!!! Entendeu!!!!! Cadeia, não existe registro!!!!! O prefeito eleito do Rio de Janeiro me induziu a assistir as declarações dele no dia da vitória dele nestas eleições e ele me agrediu verbalmente, psicológicamente, moralmente e sexualmente, invadiu a minha intimidade e a minha privacidade, não há registro disto, deste equipamento ou desta técnica usada por cientistas ou criminosos ou autoridades e policiais – cadeia!!!!!

O AMOR DE DEUS DENUNCIA QUE A REDE GLOBO DE TELEVISÃO TINHA O PLANO DE ME ENVOLVER EM BACANAIS E ESTUPROS DE INDIVÍDUOS VIRGENS, IGUAIS A MIM, POR EXEMPLO, TAMBÉM TINHA ESSE PLANO O CINEMA DE HOLLYWOOD E O MUNDO DA MÚSICA NACIONAL E INTERNACIONAL COM OS BEATLES E SEUS AMIGOS QUE ME ASSEDIAVAM TENTANDO ME ESTUPRAR E ME ENVOLVER EM CRIMES CONTRA MIM MESMO E MINHA FAMÍLIA DESDE CRIANÇA, POR VOLTA DE 1975, E QUE MINISTÉRIO PÚBLICO AUTORIZOU ISSO? QUE MINISTÉRIO PÚBLICO AUTORIZOU A CANTORA SANDY VIR ME ASSEDIAR COM UMA ARMA ESCONDIDA PARA ME ATINGIR E ATÉ ME MATAR SE EU ERRASSE, VÊ SE PODE, BANDIDA COMO AS ATRIZES DA SÉRIE AS NOIVAS DE COPACABANA, VEIO ME MATAR OU ME ASSEDIAR PARA ME MATAREM COMO A POLÍCIA ME DENUNCIOU VÁRIAS VEZES POR PENSAMENTO, ELA TAMBÉM QUERIA MATAR MINHA FAMÍLIA E ROUBAR MINHA OBRA ARTÍSTICA, QUEM AUTORIZOU ESSA ESTUPIDEZ? A GENTE É VÍTIMA DE ALGO NÃO AUTORIZADO E DE ALGO NÃO RECONHECIDO E NEM REGISTRADO, QUE NÃO EXISTE EM LUGAR ALGUM, EM LIVRO ALGUM, EM UNIVERSIDADE SÉRIA ALGUMA, QUE É CRIME, QUE MATA, QUE ENLOUQUECE E QUE DEIXA COM MUITAS DOENÇAS E PROBLEMAS BIO-PSICO-SOCIAIS E QUE OS POLÍTICOS SE EMPENHAM EM DESTRUIR COM AS SUAS VÍTIMAS SEM SE IMPORTAR COM A VIDA DAS SUAS VÍTIMAS! ISTO É CRIME! NÃO É DIREITO A VIDA E A SAÚDE, A SEGURANÇA E AO PATRIMÔNIO, A INCOLUMIDADE, A JUSTIÇA, A IGUALDADE, É DISCRIMINAÇÃO!

VEJA BEM O MEU PENSAMENTO NÃO SAI DO MEU CORPO, POIS SE SAÍSSE OS EXAMES QUE EU JÁ FIZ EM LABORATÓRIOS CLÍNICOS E MÉDICOS REVELARIAM ISTO, TODO PENSAMENTO OU CONSCIÊNCIA QUE SAI PARA FORA DO SEU CORPO PROVOCA ALTERAÇÃO NO SISTEMA NERVOSO RELAXANDO-O OU MORTIFICANDO-O, ALGUMA COISA ASSIM, ESTUDE AS ESPERIÊNCIAS QUASE MORTE, NESTAS A CONSCIÊNCIA SAÍ DO CORPO E O CORPO NÃO RESPONDE MAIS E NO MEU CASO EU CONTINUO NORMAL E RESPONDENDO NORMALMENTE, ISTO LEVA A PENSAR QUE MEDJUGORJE ESTÁ CERTA: QUEM FAZ ISTO É DEUS, JESUS CRISTO E NOSSA SENHORA, E A MINHA VOZ E A VOZ DE CADA PESSOA INDIVIDUALMENTE OUVIDA SIGNIFICA APENAS UM EVENTO SOBRENATURAL CONTROLADO POR DEUS, JESUS CRISTO E/OU NOSSA SENHORA. EXISTEM OUTROS EVENTOS EM QUE SE OUVEM A VOZ DE VÁRIAS PESSOAS SEM A MINHA PRESENÇA EM MINHA CASA OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR, POR EXEMPLO, COM O PROFESSOR RICARDO JUSTINO FLORES E A PSICÓLOGA MARCIA REGINA RUBIN, EXISTEM MAIS ENVOLVIDOS: MINHA IRMÃ, MEU IRMÃO, MEU PAI E MINHA MÃE, MEUS TIOS E TIAS, A POLÍCIA, O MINISTÉRIO PÚBLICO, OS PRESIDENTES, PRINCESAS E MILHARES DE SOLDADOS ESPALHADOS PELO MUNDO, ARTISTAS, COMUNICADORES, DEZENAS OU CENTENAS DE CANAIS DE TELEVISÃO, PAPAS, POR ISSO CADEIA PARA OS ESTELIONATÁRIOS E FALSOS IDEOLÓGICAMENTE, POIS MENTIR PARA A JUSTIÇA É CRIME E TERMINA COM CADEIA!!!!

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 01 de dezembro de 2020.

MATTANÓ

(01/12/2020)

 

 

Mattanó denuncia que pode ser impossível permanecer consciente já estando inconsciente no sono ou com uma anestesia geral, portanto se me hipnotizaram enquanto eu estava dormindo e sonhando devem ter alterado ou preparado minha mente para tal evento e isto também configura prática de curandeirismo e de charlatanismo, de crime contra a vida e a saúde; quando eu estava com anestesia geral preparam a minha mente e o meio ambiente, a sala do exame, isto configura uma tentativa de interferir na dinâmica de minha mente e nas respostas que eu emitiria, quando vamos responder a testes psicológicos o Psicólogo ou Psicóloga prepara a sala e o meio ambiente todo, a limpeza, a luz, a disposição dos objetos, das cadeiras, das mesas, da arrumação, a intensidade da luz e da ventilação, a temperatura do meio ambiente, a poluição sonora no local, ou a preservação do silêncio no local, o comportamento dos examinadores, isto tudo aconteceu comigo quando eu tomei anestesia geral e fiz exame médico com telepatia e puderam observar se o meu cérebro respondia a anestesia geral funcionalmente à telepatia e me parece que não respondeu, permaneceu desanestesiado.

 

MATTANÓ

(02/12/2020)

 

 

TEORIA DA ABUNDÂNCIA DE MATTANÓ (2020):

AVATAR PARA EVITAR CONTAMINAÇÃO PSICOLÓGICA SEGUNDO MATTANÓ (2020):

Podemos usar o Avatar do Aparelho de Televisão onde você é este aparelho e o mundo é a programação do televisor através de suas emissoras e redes de televisão. Assim você pode transitar por todo o universo de experiências possíveis e impossíveis, inclusive virtuais, históricas e científicas, dedicando interesse, aprendizado, motivação e aquisição de habilidades para enriquecimento de repertório comportamental manifesto e privado.  É através da Teoria da Abundância de Mattanó que você aprende com sua consciência, seu Aparelho de Televisão, e não a programação, que são justamente os eventos do mundo, a consciência ou o Aparelho de Televisão através do seu foco, da sua atenção e intenção, despertará no indivíduo a consciência que ele estará preparado para receber e compreender, interpretando-a, deste modo a consciência fornecerá meios para interpretar a programação ou os eventos do meio ambiente e toda a sua diversidade e universalidade, pois o Aparelho de Televisão é justamente o representante da diversidade e da universalidade, das diferenças e das igualdades, de todo este tecido conjectural planetário e universal que é projetado como que por mágica num Aparelho de Televisão ou a consciência, que adquiria conhecimento para obter liberdade para viver e liberdade para se aprender a viver no meio das diferenças e das igualdades, do amor e do ódio, da vida e da morte. Pois quem vive ama e quem odeia morre, quem vive ajuda a viver e quem odeia ajuda a matar no plano das diferenças e das igualdades, porém diferenças e igualdades projetadas na consciência ou no Aparelho de Televisão, ou seja, não somos nossas igualdades e nem nossas diferenças, somos nossa consciência.

 

MATTANÓ

(03/12/2020)

 

 

Mattanó aponta que a sua Teoria Psicanalítica Mitológica é bastante simples, ela é construída em cima dos significados e dos sentidos e não mais do que isto e depois em sua Teoria da Abundância, pois todos os outros elementos da psique são como estruturas que pertencem a um conjunto organizado e estruturado que se organiza e funciona automaticamente como o próprio Sistema Nervoso Central, sendo os significados e os sentidos o fundamento da Teoria Mattanoniana, pois eles constroem a psique e as representações e seus desenvolvimentos, como os conceitos, as funcionalidades, os contextos, os comportamentos, as simbologias, a linguagem, a topografia, as relações sociais, as gestalts e os insights, os chistes, as fantasias, os lapsos de linguagem, os atos falhos, os esquecimentos, os pressupostos e os subentendidos, os desejos e os desejos de dormir, a vida onírica, o conteúdo manifesto e o conteúdo latente, a vida anímica, a homeostase, a imunidade, a história de vida, os arquétipos, a espiritualidade, a afetividade, as análises, as conclusões e as interpretações,  inclusive os sonhos e a telepatia ou o conhecimento e a lavagem cerebral, e até as experiências quase morte, onde a consciência sai do corpo. São os significados e os sentidos que constroem as bases da Teoria da Abundância de Mattanó, permitindo que a compreendamos e a utilizemos com a consciência e a liberdade, e seus Avatares.

 

MATTANÓ

(03/12/2020)

 

 

HIPNOSE, SONO E SONHO SEGUNDO MATTANÓ (2020):

Mattanó aponta que hipnotizar um indivíduo com telepatia em atividade onírica implica em assumir a sua atividade onírica, o seu trabalho do sonho e do sono, o pensamento em processo primário e jamais em processo secundário, que significa um pensamento sem substituições, o seu condensamento e o seu deslocamento, a sua repressão, a sua censura, o seu recalque que deixam o sono, o sonho e a hipnose uma atividade que só é possível através do processo do pensamento primário, ou seja, sem substituições e bastante infantil e regredido, tornando a análise e a interpretação bastante complicada e difícil, pois necessitaríamos de outra teoria para explicar este evento ou fenômeno. Por isso quem começa com isto sem respaldo técnico está ou pode estar cometendo crime de curandeirismo e de charlatanismo e assim prejudicando a saúde mental desse indivíduo.

 

MATTANÓ

(08/12/2020)

 

 

NOVOS FUNDAMENTOS DA TEORIA DA ABUNDÂNCIA DE MATTANÓ (2020):

Mattanó aponta que as teorias psicanalíticas e psicológicas que fundaram a Psicanálise e a Psicologia são generalizadoras e pouco discriminadoras, pois podem apresentar literalidade, controle e razões em excesso, estas três contingências foram descobertas muito tempo depois, no final do século passado, inclusive a função do contexto pelos Behavioristas.

Porém essas teorias têm seu lado individual, através da análise  e interpretação da história de vida com seus significados e sentidos ou metáforas e metonímias, e os sonhos que têm seu lado individual, simbólico, coletivo ou universal. Assim a generalização concentra-se nos conceitos id, ego, superego, pulsões de vida e de morte, fase oral, anal, fálica, período de latência, fase genital, complexo de Édipo, repressão, censura, recalque, supressão, condensação, deslocamento, regressão, deslocamento, identificação, catexia, libido, erotismo, inveja do pênis, chiste, ato falho, esquecimento, lapso de linguagem, fantasia, por exemplo, em conceitos abstratos generalizados.

Quando analisamos e interpretamos alguns destes eventos com significados e sentidos sem nos preocuparmos, por exemplo, se eles não possuíam significados e sentidos, e eram niilistas, nada significavam e nada apresentavam de sentido. Estes eventos niilistas são como os espaços entre os corpos celestes do universo que representam o vazio, a ausência de significado e de sentido, pois se estamos a caminho no vazio será vazia a nossa mente em relação a percepção objetiva do meio ambiente, assim se a psique caminha em seu vazio ou se esvazia, vazia será a sua mente em relação a percepção que tornar-se-á sem significado e sem sentido através da dessensibilização sistemática, que por outro lado, pratica uma psicohigiene, pois ¨limpa¨ a mente como na Teoria da Abundância de Mattanó.

 

MATTANÓ

(10/12/2020)

 

 

Para a Psicanálise do Amor as crianças compreendem as palavras semelhantes com o mesmo sentido e os adultos se riem, criando um círculo de idéias, isto, devido à economia na despesa psíquica. Este fenômeno se deve a aglutinação, a troca e a inversão de letras nas palavras, trata-se de um fenômeno da alfabetização, normalmente da escolarização. Da mesma forma, no mundo e na realidade virtuais, as crianças entendem as palavras semelhantes com o mesmo sentido, enquanto que os adultos se riem, criando um círculo de idéias, devido a economia na despesa psíquica, mostrando que a ideia e a teoria da pulsão auditiva de Mattanó nas crianças não produz efeito e nem risos, mas somente nos adultos, que a desenvolvem e riem insanamente, agora também através da Palavra e da Sagrada Escritura que adquirem significado e sentido virtuais para essas idéias.

 

MATTANÓ

(20/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Em um segundo grupo de métodos técnicos usados nos chistes - unificação, similaridade de som, uso múltiplo, modificação de expressões familiares, alusões a citações - podemos isolar como característica comum o fato de que, através de cada um deles, algo de familiar é redescoberto, onde poderíamos, pelo contrário, esperar algo de novo. A redescoberta do que é familiar é gratificante e mais uma vez não nos é difícil reconhecer esse prazer como um prazer obtido pela economia, relacionando-o à economia na despesa psíquica.

Parece que geralmente se concorda em que a redescoberta do que é familiar, o ‘reconhecimento’, é gratificante. Gross (1889, 153) escreve: ‘O reconhecimento é sempre conectado a sentimentos de prazer, a não ser que esteja mecanizado demais (por exemplo, no ato de alguém se vestir…) A simples qualidade da familiaridade é facilmente acompanhada pela calma sensação de conforto que Fausto sentiu quando, após um encontro misterioso, retomou outra vez seu estudo [Faust, Parte I, Cena 3.]… Se o ato do reconhecimento suscita de tal modo o prazer, poderíamos esperar que aos homens ocorra a idéia de exercerem essa capacidade por ela mesma - isto é, a experimentariam como um jogo. De fato, Aristóteles considerou a alegria (procedente) do reconhecimento como o fundamento do prazer estético, e é indiscutível que não se deva desconsiderar esse princípio mesmo que ele não possua a abrangente importância que lhe foi atribuída por Aristóteles.

Gross continua a discutir jogos cuja característica consiste no fato de que intensificam a alegria (proveniente) do reconhecimento opondo obstáculos a este último - o que vale dizer, criando um ‘estancamento psíquico’, liberado pelo ato do reconhecimento. Sua tentativa de explicação, contudo, abandona a hipótese de que o reconhecimento seja gratificante em si mesmo, já que, referindo esses jogos, faz remontar o prazer do reconhecimento a uma alegria de poder, uma alegria pela superação de uma dificuldade. Considero o último fator como secundário e não vejo razão para descartar a concepção mais simples de que o reconhecimento seja gratificante em si mesmo - i.e., através do alívio de uma despesa psíquica - e que os jogos fundados neste prazer utilizem o mecanismo do estancamento apenas para aumentar o montante de tal prazer.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a redescoberta do que é familiar é gratificante e mais uma vez não nos é difícil reconhecer esse prazer como um prazer obtido pela economia, relacionando-o à economia na despesa psíquica. A característica consiste no fato de que intensificam a alegria (proveniente) do reconhecimento opondo obstáculos a este último - o que vale dizer, criando um ‘estancamento psíquico’, liberado pelo ato do reconhecimento. Sua tentativa de explicação, contudo, abandona a hipótese de que o reconhecimento seja gratificante em si mesmo, já que, referindo esses jogos, faz remontar o prazer do reconhecimento a uma alegria de poder, uma alegria pela superação de uma dificuldade. Através do alívio de uma despesa psíquica - e que os jogos fundados neste prazer utilizem o mecanismo do estancamento apenas para aumentar o montante de tal prazer.

Mattanó aponta que a redescoberta do que é familiar é gratificante e mais uma vez não nos é difícil reconhecer esse prazer como um prazer obtido pela economia, relacionando-o à economia na despesa psíquica. A característica consiste no fato de que intensificam a alegria (proveniente) do reconhecimento opondo obstáculos a este último - o que vale dizer, criando um ‘estancamento psíquico’, liberado pelo ato do reconhecimento. Sua tentativa de explicação, contudo, abandona a hipótese de que o reconhecimento seja gratificante em si mesmo, já que, referindo esses jogos, faz remontar o prazer do reconhecimento a uma alegria de poder, uma alegria pela superação de uma dificuldade. Dificuldade esta imposta pela aprendizagem e pelos processos da alfabetização e seus fenômenos como a aglutinação, a troca e a inversão de letras nas palavras que produzem obstáculos e o processo de reconhecimento e seu prazer obtido pela economia na despesa psíquica, gerando uma alegria de poder. Através do alívio de uma despesa psíquica - e que os jogos fundados neste prazer utilizem o mecanismo do estancamento apenas para aumentar o montante de tal prazer.

 

MATTANÓ

(10/12/2020)

 

 

DO CAPS PARA A ECONOMIA PARA A SAÚDE DE MATTANÓ (2020):

Mattanó se pergunta qual o papel de uma alfabetização, de uma musicalização, de uma moralização ou educação na vida do transtornado mental e do psicótico mais crônico, com jogos, filmes, canções e músicas, poesias e livros, pinturas e desenhos elaborados, fotografias, teatro, ou seja, com investimento e não com ¨caridade¨ política para que haja retorno e melhora psíquica e até cura psíquica, para que o tratamento seja uma ponte para a vida social, ensinando trabalho e profissão e não uma ocupação. Isto gera uma Economia para a Saúde. Geraríamos vínculos mais duradouros e gratificantes.

 

MATTANÓ

(10/12/2020)

 

 

O PERIGO DA TELEPATIA (2020):

Mattanó aponta que quando trabalhamos com a hipnose e a telepatia gerando e desencadeando conhecimento e informação que coletamos por meio sobrenatural, estamos lidando com o passado do indivíduo que se torna presente e catártico, assim um indivíduo que sofreu abuso sexual na sua infância, aos 7 anos de idade, pela telepatia e pelo conhecimento até mesmo virtual, revive agora pela catarse seu trauma reatualizando-o em sua experiência e memória onde sua infância torna-se revivida hoje, por exemplo, aos 50 anos de idade pela catarse que pode ser virtual, pois pela hipnose revivemos nossas experiências dando a elas um novo significado e um novo sentido atualizadores e bastante reais, ou seja, presentes, atuais, que se manifestam como se estivessem acontecendo agora, por isso qualquer indivíduo que rememore suas experiências masturbatórias infantis antes da adolescência corre o perigo de se tornar por meio da telepatia e da hipnose com conhecimento e mundo virtual, um pedófilo, pois estará atualizando experiências de menor de idade num corpo e mente de indivíduo adulto, por exemplo, com 50 anos de idade, mas com 7 anos de idade na realidade psíquica onde esse objeto de masturbação era menor de 14 anos de idade, e agora ele tem 50 anos de idade e está revivendo essa experiência virtualmente e se tornando virtualmente um pedófilo por meio deste tipo de invasão da intimidade e da privacidade, de curandeirismo e de charlatanismo, de periclitação da vida e da saúde. A dramatização psicoterapêutica também leva-nos a inferir que esse fenômeno ocorre, pois pela dramatização o indivíduo revive sua cena traumática e reelabora-a, reconstruindo-a, atribuindo um novo significado e um novo sentido, até mesmo um novo conceito, contexto, comportamento, funcionalidade, simbologia, topografia, relação social, linguagem, Gestalt e insight, desejo, chiste, fantasia, pressuposto e subentendido, esquecimento, lapso  de linguagem, ato falho, conteúdo manifesto e conteúdo latente, vida anímica e vida onírica, desejo de dormir, imunidade, homeostase, afetividade, espiritualidade, história de vida, mundo virtual, mapa virtual, mapa cognitivo, arquétipos, análise, conclusão e interpretação, a dramatização na clínica tem o poder de re-significar os eventos traumáticos ou cenas traumáticas vividas por um indivíduo.

 

MATTANÓ

(18/12/2020)

 

 

 

PERIGO DA TELEPATIA ASSOCIADA COM MEDICAÇÃO (2020):

Eu, Osny Mattanó Júnior, tomo remédio para esquizofrenia desde 1999 e já tomei para depressão entre 1995 e 1997 e para transtorno esquizo-afetivo entre 1998 e 1999, porém com telepatia, alguém sabe se isto dá certo? Se existe perigo para o paciente? Porque esses políticos autorizam isso, estão cometendo um crime contra quem toma remédio!? Agora eu também tomo remédio para diabetes mielitus por causa da violência telepática e para inflamações no joelho e no pé direitos, tomo Arcoxia (etoricoxibe) 90 mg que pode causar infarto e/ou derrame e continuam com essa telepatia que segundo políticos é coisa de políticos e não de irresponsáveis, mas esses políticos estão ameaçando a vida e a saúde de milhares ou milhões de pacientes no mundo inteiro com essa telepatia pois isto aumenta a chance do paciente ter um derrame e/ou infarto, por isso cadeia para as autoridades que colocam a vida e a saúde de milhares ou milhões de doentes e pacientes de risco em perigo e ameaça constante ou não! Política é a arte de bem-governar! E isto não é bem-governar! Isto é ser assassino, ladrão de vidas e de saúdes, de histórias de vidas, de carreiras, de investimentos, de economias e de patrimônios, de famílias! Cadeia!

 

MATTANÓ

(20/12/2020)

 

 

 

 

DENÚNCIA: MATTANÓ E O PERÍODO DA DITADURA MILITAR NO BRASIL (1972-1984) (2020):

Mattanó denuncia que ele e sua família foram vítimas no período de Ditadura Militar no Brasil entre 1972 e 1984, de invasões a domicílio e a intimidade, a privacidade, violações de correspondência, de senhas e de segredos, de sigilos e de sigilos e consultas médicas e hospitalares, fomos impedidos de sermos atendidos de acordo com a nossa realidade bio-psico-social, isto é, fazendo exames para comprovar se tínhamos ou não a telepatia e como ela era feita, como isto interferiria no tratamento médico e hospitalar, na escola e no trabalho, na família, na televisão e na sociedade, na política, na justiça, na Igreja, na religião, em tudo, ou seja, fomos controlados para sermos excluídos e banidos da face da Terra num plano a longo prazo que envolvia loucura, lavagem cerebral, lavagem de dinheiro, prostituição, estupro, violência, sequestro e assassinato, além de terror e guerra, e muita tortura e medicação prescrita sem exames complementares que permitissem uma avaliação do cérebro e da mente, do comportamento e da telepatia, da lavagem cerebral e da tortura, somos torturados mas não podemos ser socorridos desde 1975, medicam-nos sem saber ao certo o que vai acontecer porque não fazem todos os exames necessários e a justiça ou Ministério Público não cobra autoridade alguma a respeito disto, ou seja, permite que isto ocorra e se desenvolva, inclusive sequestros e tentativas de sequestros e envenenamento, aos quais eu e minha família somos, por assim dizer, desde os anos 1970, vítimas, pois não temos direito a tratamento de saúde digno e necessário, se fosse um vírus que causasse isto o Governo Federal deixaria isto se espalhar? Da mesma forma não me permitindo tratamento de saúde digno, justo e necessário está o Governo Federal, e o Ministério Público, permitindo que esta doença e a telepatia se espalhem pelo Brasil e pelo mundo! Cadeia! Justiça!

 

 MATTANÓ

 (21/12/2020)

 

 

POSSÍVEL DENÚNCIA DE CURANDEIRISMO E DE CHARLATANISMO (2020):

Osny Mattanó Júnior adverte que todo exame médico ou clínico e até escolar que um investigado das polícias e autoridades do Ministério Público faz deve ser seguido de uma avaliação e depois de um laudo para a perícia da polícia e das autoridades, mas pode ser que isto não esteja acontecendo bem assim comigo e com minha família desde muito tempo, não sei quando, desde antes de 2000, ou seja, exames telepáticos e de conhecimento devem ser feitos com respeito e com ética e sem falsidades e sem falsidade ideológica que eu já testemunhei provas minhas sendo descartadas e alteradas pela Clínica Psicológica da UEL através das Psicólogas que me atenderam quando eram estagiárias a mando de Juiz de Direito, e a mando de Presidente da República mandar impor o significado e sentido de ¨conversa e de fala¨ ao invés de ¨conhecimento¨ para a telepatia segundo as Psicólogas do Judiciário e o STF que eu testemunhei o conhecimento e as consequências, como a de que a Psicóloga do Judiciário aceitar revelar as mentiras impostas a ela e as Psicólogas para me prenderem por causa do Governo também criando o crime virtual que não passa de ¨conhecimento¨, pois quem não tem determinado repertório comportamental precisa e pode errar para aprender mesmo que virtualmente e assim estaria cometendo crime num caso sexual por que não possui repertório comportamental ou não possui repertório comportamental virtual para lidar com o contexto? Já testemunhei que o ex-Presidente Lula ganhou um apartamento da construtora Plaenge, só para ganharem seus processos de mim, que o mesmo ex-Presidente Lula ganhou uma fortuna milionária e a depositou no Banco do Vaticano por ter vendido a sentença de 2004 a meu respeito, foi a Interpol quem me disse! Exames de conhecimento são como exames de Eletroencefalograma, Eletrocardiograma, ressonância magnética, raio-x, mapeamento cerebral, clínicos, laboratoriais, oftalmológicos, auditivos, gástricos, intestinais, digestivos, motores, cardíacos, respiratórios, cerebrais e neurológicos, do sono, dos sonhos, da fala, do canto, da linguagem, da escola e do trabalho, do exército, da marinha ou da aeronáutica, como as eleições, devem ser avaliadas e interpretadas, dever ser feitos laudos para que compreendamos o que representam os dados e as informações obtidas nos exames e só depois devemos entrega-los para o Ministério Público e para as Polícias, para as autoridades para que hajam as devidas e cabíveis providências – o que podem estar fazendo comigo e com minha família não é nada disto, está tudo errado, estão tentando nos matar e deixar loucos, estão fazendo lavagem cerebral com a televisão e as artes, com o futebol, o cinema e a música, as novelas, os esportes, as Olimpíadas e as Copas do Mundo, as corridas de automóveis, as competições de tênis, com a Igreja, com a programação dos mass mídias, etc.. São obrigados a colocar uma equipe de prontidão e se tivermos mal-estar devem parar com os exames e mesmo assim não nos respeitam, faltam com a verdade, são falsos ideologicamente pois isto não é tratamento humano, digno e de ser humano sendo examinado com respeito e todos os cuidados exigidos pela Saúde, pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde do Brasil. JUSTIÇA!!!!!

 

MATTANÓ

(30/12/2020)

 

 

Mattanó aponta que Jesus Cristo não quis ser Crucificado, mas foi a Vontade do Pai que se fez, mas como? Como os efeitos ou destinos da Criação! A Criação se faz! Ninguém muda uma estrela de lugar, ninguém muda um buraco negro de lugar e suas características, ninguém impede que duas galáxias de choquem e se destruam e se transformem, ninguém impede as leis do Universo e da Criação, Jesus Cristo é isto, é Universo e Criação, ninguém é maior que a Vontade do Pai e da Criação! Por isso Jesus Cristo foi Crucificado, por que as leis que o levaram para a Cruz foram feitas pelas mãos de seres humanos vindos de povos simples e frágeis, povos humildes e escravos, por povos que podem ter se originado da migração de hominídeos e estes de primatas vindos de regiões da África ou da Ásia, de uma ou várias linhas filogenéticas, este evento forneceu aos nossos ancestrais a cultura das árvores, da vida e da morte nas árvores, da busca de alimento nas árvores, de defecação e fuga nas árvores, de luta e combate nas árvores, de horror e loucura nas árvores, de acasalamento nas árvores, de vida familiar e social nas árvores, de trabalho nas árvores, etc., esta experiência levou os nossos ancestrais a cultura de usar as árvores como símbolo de morte e de chacina e assim de Cruz, que por sua vez foi usada em Jesus Cristo através dos textos Sagrados que por sua vez foram feitos segundo a Vontade do Pai e da Criação, do ¨Universo¨, ou seja, daquilo que tem sua ordem determinada e é impossível de ser alterada pelas mãos e desejos dos seres vivos ou humanos. E assim ficou impossível resistir a Cruz e a Criação até que haja Amor que é o que pode transformar o ser vivo e o conhecimento dele e assim a Cruz e a Criação através do milagre!

 

MATTANÓ

(01/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que o nascimento ou sair do útero é deixar o poesia da fossa, da guerra, da sujeira, da imundice, do absurdo e sem resposta, sem significado e sem sentido, da madrugada fria e do eterno pesadelo, do caçador sem caça, da solidão que abraça, da incapacidade que vive por ti mesmo, ou seja, é a oportunidade para amar e aprender a respirar e pausar as coisas ou eventos da sua vida, seus comportamentos, significados e sentidos, quem vive adquire a capacidade de pausar seus comportamentos, significados e sentidos, inclusive seu inconsciente, conclui-se, pois, que a invasão e o controle mental e telepático por conhecimento interfere nessa pausa retirando-a e forçando o indivíduo a uma escravidão e exaustão incompatível com a sua natureza psíquica e comportamental, inclusive social e arquetípica, levando a concluir que existe um tipo de terrorismo ou comportamento controlado por forças desumanas ou até mesmo alienígenas que escravizam a vítima dessa violência nos dias de hoje, como eu e minha família, desde 1999.

 

MATTANÓ

(03/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que delírio é instinto! Você não consegue transformar um delírio num comportamento não instintivo! Mas a Pulsão Auditiva de Mattanó você transforma de instinto em comportamento operante com a Teoria da Abundância de Mattanó. Então a Pulsão Auditiva não é instinto!? Pois se transforma em comportamento operante para a solução de problemas através da aprendizagem!

MATTANÓ

(12/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que um bom Programa de Desenvolvimento da Economia e da Sociedade deve incluir para o Estado, o Governo e os Municípios o dever de criar indústrias e estabelecimentos comerciais públicos para a população de forma geral, e não apenas o setor privado ficando a cargo desta tarefa, desta forma, aumenta-se a geração de emprego, renda, economia e distribuição de riquezas, melhorando a vida social e econômica das famílias menos prestigiadas, por exemplo, pois as indústrias seriam alocadas em parques industriais nas zonas pobres dos municípios. Chamo isto de Economia para o Trabalho.

 

MATTANÓ

(12/01/2021)

 

 

AVATAR: COMO LIDAR COM OS PENSAMENTOS CATASTRÓFICOS (2021):

Se você tem pensamentos catastróficos e não sabe como lidar com eles sugiro este Avatar para lidar com Pensamentos Catastróficos segundo Mattanó, onde você cria um Avatar de um bebê recém-nascido que se chama Amor e que representa você num meio ambiente trágico e catastrófico, pois foi violado e as roupas desse bebê e inclusive as roupas de cama e de berço foram roubadas e jogadas na lama suja no inverno pesado e esse bebê teve que ficar exposto ao frio intenso, ficando nú e coberto apenas por lençóis e panos de seus pais e isto foi à origem de seus pensamentos catastróficos, como um trauma que seu pai e sua mãe contribuíram para curar com a sua evangelização inserindo-a na Igreja que por sua vez prega que o próprio Menino Jesus teve um nascimento difícil e pobre e fora envolvido em panos por causa da violência, ou seja, das catástrofes e tragédias do seu nascimento em sua Terra Santa e agora esse Menino Jesus te protege e te guarda, é tua força na fraqueza, é tua esperança e te aquece o corpo e a alma com Seu Amor que por sua vez é maior que as tragédias e catástrofes do seu tempo.

 

MATTANÓ

(13/01/2021)

 

 

AS REGRAS E O REPERTÓRIO COMPORTAMENTAL CONSCIENTE E INCONSCIENTE SEGUNDO MATTANÓ (2021):

Mattanó aponta que o inconsciente pode ser guiado conforme seguimos regras, desta forma através da Teoria da Pulsão Auditiva podemos seguir a regra de escutar e interpretar as músicas e canções como o contexto de um aluno de Psicologia, ou como um Cientista, ou como um Professor, ou como um bandido, ou como um pedófilo, ou como um ladrão, ou como um estuprador, ou como um abusador, ou como um tarado, ou como um assassino, ou como um curandeiro e charlatão, ou como um Santo, ou como um Psiquiatra, ou como um doente, um como um incapaz, ou como um criminoso perigoso, ou como um estelionatário, ou como um sedutor, ou como um corruptor de menores, ou como um abusador de incapazes, etc., ou seja, depende do contexto da regra escolhida e você adquirirá repertório comportamental consciente e inconsciente para sua vida e relacionamentos; da mesma forma o jogo de futebol, o observamos e interpretamos segundo o contexto e a regra escolhida que por sua vez fornecerá repertório comportamental consciente e inconsciente para a vida e para os relacionamentos dessa pessoa, se o entendemos como um ato de violência fornecerá repertório comportamental para tanto, se o entendemos como um ato de terror fornecerá repertório comportamental para tanto, se o entendemos como um ato homicida e discriminatório fornecerá repertório comportamental para tanto, se o entendemos como corrupção fornecerá repertório comportamental para tanto, se o entendemos como um ato de Amor e de caridade fornecerá repertório comportamental para tanto, se o entendemos como um ato de Justiça e de Amor ao próximo fornecerá repertório comportamental para tanto, se entendemos como algo que valoriza a vida e o patrimônio do próximo fornecerá repertório comportamental para tanto; da mesma forma a política, se ela valoriza a vida e a paz fornecerá repertório comportamental para tanto, se ela valoriza a saúde e o bem-estar do próximo fornecerá repertório comportamental para tanto, se ela valoriza a segurança e a Justiça, em qualquer contexto, fornecerá repertório comportamental para tanto, etc.. Como vemos o contexto das regras suscitam e moldam o repertório comportamental consciente e inconsciente de cada indivíduo e os tornam diferentes uns dos outros, com seus significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, comportamentos, simbologias, topografias, gestalts e insights, relações sociais, chistes, fantasias, pressupostos e subentendidos, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, afetividade, espiritualidade, cosmos, desejos e desejos de dormir, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, vida onírica, vida anímica, arquétipos, homeostase, imunidade, história de vida, conclusões e interpretações.

 

MATTANÓ

(13/01/2021)

 

 

Mattanó denuncia que as autoridades que autorizam o uso dessa força telepática, como as de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal e Pernambuco, até onde eu conheço e já testemunhei, desde 1974 até hoje em 2021, estão contribuindo para prejudicar os profissionais de saúde, pois estão me prejudicando as informações prestadas nas consultas e sessões psicoterapêuticas, por exemplo, isto aconteceu centenas de vezes ou milhares de vezes, acontece até hoje com profissionais de saúde enviados para me ¨cercarem¨ e me isolarem, me usarem de cobaia humana em seus serviços e experimentos científicos que eu nunca autorizei e que sou contra, pois envolvem telepatia, lavagem cerebral, tortura, extorsão, vingança, estupro e estupro virtual, loucura, violência, falsidade ideológica, manipulação sem conhecimento técnico, manipulação sem materiais ou instrumentos necessários para avaliação e salvamento ou intervenção em situações de risco e de morte, aumento de morbidades e de doenças, de transtornos e de problemas bio-psico-sociais, de problemas econômicos, filosóficos, políticos, militares, eleitorais, judiciais ou jurídicos e espirituais, ou seja, eu digo que  acredito no paranormal ou que acredito que escuto vozes ou que acredito que leio pensamentos ou que eu sou um paranormal ou que eu tenho telepatia ou que eu sou esquizofrênico ou que eu estou com depressão ou que estou maníaco e que esta mania é produto de manipulação da polícia e do Ministério Público e da UEL - Universidade Estadual de Londrina e da Folha de Londrina e do Jornal de Londrina, da Rede Globo de Televisão e de modelos da CDI e que depois descubro que esta mania é produto de outras formas de violência da Rede Globo de Televisão com As Noivas de Copacabana e a UEL e a Clínica Psicológica que aceitou me tratar sem contrato claro e verdadeiro, através de falsidade ideológica, e me prejudicou por causa disto além de ter aceito fazer isto, talvez sabendo da telepatia, colocando minha vida e segurança em perigo e a de minha família e de outras pessoas também, pois minha história de vida causa este drama e perigo para muita gente desde menino. Então quase no fim de 1992 comecei a mentir na sessão psicoterapêutica da UEL para a estagiária M. R. R. que eu havia quebrado o braço com um gesso no braço, que havia me machucado com as calças rasgadas, mas ela talvez observava meus pensamentos e poderia saber a verdade, não sei, e escrevi um bilhete de noite para ela que iria me matar se ela contasse as coisas que eu contava na sessão psicoterapêutica a ela e entreguei no apartamento dela na rua Souza Naves e comecei a ter graves problemas no trabalho no CLCH, a estagiária nunca me falou e nem a minha mãe mas uma voz me disse que a estagiária telefonou para a minha mãe naquela noite do bilhete sobre o suicídio. Como é que eu vou fazer tratamento de saúde se não tenho o direito de me conhecer? De saber a verdade e de fazer exames completos sobre a minha real condição?! Uma política justa e séria de saúde solicitaria exames médicos, clínicos, laboratoriais, psicológicos, psiquiátricos, genéticos ou de DNA que comprovassem ou não a existência definitiva ou não do comportamento telepático em meu corpo e em meu cérebro – se ficam tentando me assassinar deve ser porque é que já sabemos: o FBI já disse que isso é coisa do Governo Federal e eu já testemunhei o Irã pedindo para o Governo Federal atacar os EUA com sua ¨máquina da mente¨ e depois o Irã ficou pedindo para mim autorizar ele atacar os EUA, eu disse para não fazerem nada e que isso era crime! Talvez seja este testemunho que tenham tanto medo e que estão tentando me sequestrar e me matar e a minha família, começaram a querer nos sequestrarem depois desse testemunho, depois do problema entre EUA e Irã! CADEIA!!!! JUSTIÇA!!!!! EU E MINHA FAMÍLIA SOMOS TESTEMUNHAS!!!!!

 

MATTANÓ

(14/01/2021)

 

 

 

 

Mattanó denuncia sofreu espancamento com lavagem cerebral, estupro e estupro virtual, envenenamento, tentativa de assassinato, medicação errada e incompleta por uns 15 anos para o cérebro, curandeirismo, ameaças, racismo, e como cobaia humana não autorizada e ontem um motoboy ameaçou meu pai de morte por causa das denúncias que eu venho fazendo na internet, e de noite uma jornalista da Globonews passou o conhecimento de forma passiva que o Presidente tem um plano para me matar no futuro depois de terem morrido ou matado meus pais e eu estiver sozinho, eu pessoalmente já ouvi dezenas de ameaças de vizinhos quando estive aqui sozinho sem meus pais em casa, eu escuto o conhecimento de que o Presidente pensa que eu não posso sair para fora do país, mas porquê? Por que eu não tenho telepatia? Por que eu sou Santo ou sou Deus e estão tentando me matar e a minha família e o mundo vai ficar sabendo? Por que a telepatia é a Voz de Jesus e de Maria? Ninguém deixa essas perguntas serem respondidas, mas por quê? Algum receio? Receio de quê e de quem? Da minha história? Jesus e Maria, o Pai Celestial e o Amor de Deus não aceitam falsidades, o Evangelho não é feito de falsidades! Só Satanás escreve falsidades na Sagrada Escritura! O Amor de Deus não escreve falsidades na Sagrada Escritura e nem na Boa Nova! Só Satanás tenta escrever falsidades na Boa Nova! Justiça só se faz sem falsidades!  Hoje vi na RPC um caso de um jovem de Maringá que sofreu espancamento e ficou parecido comigo mentalmente, ou seja, confuso e atordoado, irreconhecível, desfigurado fisicamente e mentalmente, eu estou desfigurado mentalmente em função de espancamento mental, moral e sexual, desde 1995, e depois físico na UEL (Universidade Estadual de Londrina), desde 1996, até 2011/2012, não me lembro, ainda estou atordoado e desfigurado mentalmente, pois enfrentei e enfrento muita violência desde 1975, 1976 quando fui estuprado por uma empregada doméstica em minha casa e assim sucessivamente no Colégio São Paulo, etc.. Eu acabei com esquizofrenia e com problemas oriundos de espancamento ou mesmo de violência generalizada. CADEIA!!!!!

 

MATTANÓ

(15/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que o cérebro humano tem uma área para cada atividade psicológica e comportamental, desta forma a área para o Behaviorismo num exemplo onde temos a equivalência de estímulos onde A (bico do travesseiro), B (seio) e C (mulher) fazem a Reflexividade, Simetria e Transitividade, da mesma forma B (seio), B (mulher) e D (medo) fazem a Reflexividade, Simetria e Transitividade revelando um condicionamento, a equivalência de estímulos, a reflexividade, a simetria e a transitividade, e o comportamento público na reflexividade e na simetria e encoberto na reflexividade. E a área para a Psicanálise onde temos o desejo e o bico do travesseiro, deslocamento para o seio, para a mulher, para o medo, a transferência para a mãe e o complexo de Édipo, a regressão e o recalque, revelando o desejo e o inconsciente do indivíduo. Para a área da Gestalt temos a configuração ou forma de um bico de travesseiro que termina numa mulher negra adulta sem imagem (como uma sombra), temos duas figuras e teremos dois fundos, o primeiro, do bico do travesseiro, uma montanha escura, e o último a repetição da mesma mulher negra adulta sem imagem  (como uma sombra), elas significam que o analisando refere-se a algo sobre um estado com travesseiro, deitado, provavelmente, com uma mulher e talvez negra que lhe despertou medo essa relação com seu corpo, sobretudo seu seio. Confesso que na minha vida infantil tive esta experiência traumática com uma empregada doméstica negra e seus seios.

 

MATTANÓ

(16/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que em períodos de Pandemia o técnico deve saber trabalhar naturalmente, em ritmo normal, e não aceleradamente, ao menos de acordo com o contexto, buscando o controle para que não haja desgaste do técnico, que por sua vez pode aumentar a probabilidade  de erros técnicos em seus procedimentos e decisões.

 

MATTANÓ

(16/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que tudo o que o nosso organismo assimila torna-se parte acomodada do nosso organismo, seja, biológica ou psicologicamente, assim quando ingerimos um alimento esse alimento que é um corpo estranho é processado pelo nosso organismo e acaba tornando-se parte do nosso organismo e da mesma forma com outros eventos como transfusões de sangue ou de órgãos, etc., e assim o é com a psique e a telepatia, pois o que a nossa mente decodifica por meio da telepatia e do conhecimento telepático torna-se parte acomodada do nosso organismo psíquico, ou seja, da nossa mente, fenômeno que transforma a telepatia um evento natural e normal a nível bio-psíquico e até social se a sociedade estiver preparada para aceitar a telepatia, caso contrário haverão manifestações e protestos, problemas de toda ordem que podem levar a problemas bio-psíquicos e até a desintegração e morte do telepath. Contudo comprova-se que a telepatia pode ser acessível e compreensível se bem manipulada pela sociedade e pelo indivíduo.

 

MATTANÓ

(18/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a redescoberta do que é familiar é gratificante e mais uma vez não nos é difícil reconhecer esse prazer como um prazer obtido pela economia, relacionando-o à economia na despesa psíquica. A característica consiste no fato de que intensificam a alegria (proveniente) do reconhecimento opondo obstáculos a este último - o que vale dizer, criando um ‘estancamento psíquico’, liberado pelo ato do reconhecimento. Sua tentativa de explicação, contudo, abandona a hipótese de que o reconhecimento seja gratificante em si mesmo, já que, referindo esses jogos, faz remontar o prazer do reconhecimento a uma alegria de poder, uma alegria pela superação de uma dificuldade. Dificuldade esta imposta pela aprendizagem e pelos processos da alfabetização e seus fenômenos como a aglutinação, a troca e a inversão de letras nas palavras que produzem obstáculos e o processo de reconhecimento e seu prazer obtido pela economia na despesa psíquica, gerando uma alegria de poder. Através do alívio de uma despesa psíquica - e que os jogos fundados neste prazer utilizem o mecanismo do estancamento apenas para aumentar o montante de tal prazer. Da mesma forma estes eventos ocorrem no mundo e na realidade virtuais, o processo de reconhecimento e o seu prazer, a economia na despesa psíquica, que pode ser transferida para a Palavra e a Sagrada Escritura através das suas ferramentas virtuais que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(20/08/2025)

 

 

 

Em geral reconhece-se também que as rimas, aliterações, refrões, e as outras maneiras de repetição de sons verbais semelhantes que ocorrem em versos utilizam a mesma fonte de prazer - a redescoberta de algo familiar. O ‘sentimento de poder’ não desempenha um papel perceptível nessas técnicas, muitíssimo similares àquela do ‘uso múltiplo’ nos chistes.

Em vista da íntima conexão entre reconhecimento e rememoração, não é temerário supor que possa haver também um prazer na rememoração - que o ato de recordar seja em si mesmo acompanhado por um sentimento de prazer de origem semelhante. Gross não parece ser avesso a tal hipótese, derivando-a entretanto, uma vez mais, do ‘sentimento de poder’, ao qual atribui (a meu ver, erradamente) a principal razão do prazer em quase todos os chistes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que em rimas, aliterações, refrões e em outras formas de repetições de sons verbais semelhantes aparece o prazer e a redescoberta de algo familiar e que o sentimento de poder não é o centro nessas técnicas.

Através das rememorações existe um prazer, mas não pelo sentimento de poder de quase todos os chistes.

Mattanó aponta que em rimas, aliterações, refrões e em outras formas de repetições de sons verbais semelhantes aparece o prazer e a redescoberta de algo familiar e que o sentimento de poder não é o centro nessas técnicas.

Através das rememorações existe um prazer, mas não pelo sentimento de poder de quase todos os chistes. Muito provavelmente este prazer existe em função da sua funcionalidade: S – R – C, estímulo – resposta – consequência, e dos seus significados e sentidos.

 

MATTANÓ

(18/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor em rimas, aliterações, refrões e em outras formas de repetições de sons verbais semelhantes aparece o prazer e a redescoberta de algo familiar e que o sentimento de poder não é o centro nessas técnicas. Da mesma forma acontece com as rimas, aliterações, refrões e outras formas de repetições de sons verbais semelhantes por meio do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, o poder não é o centro nessas técnicas.

Através das rememorações existe um prazer, mas não pelo sentimento de poder de quase todos os chistes. Muito provavelmente este prazer existe em função da sua funcionalidade: S – R – C, estímulo – resposta – consequência, e dos seus significados e sentidos. Da mesma forma podemos produzir um prazer por meio das rememorações, mas não pelo sentimento de poder destes chistes através da sua funcionalidade, significados e sentidos no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(23/08/2025)

 

 

 

 

 

 

A ‘redescoberta do que é familiar’ é o fundamento da utilização de um outro recurso nos chistes, ainda não mencionado. Refiro-me ao fator ‘atualidade’, fértil fonte de prazer da grande parte dos chistes, bem como explicativa de algumas peculiaridades na história da vida dos chistes. Há chistes completamente independentes dessa condição e, em uma monografia sobre chistes, somos obrigados a fazer uso quase exclusivo de chistes dessa espécie. Não podemos esquecer que, em comparação com os chistes perenes, talvez nos riamos mais francamente daqueles que ora nos são de difícil uso porque requerem comentários mais extensos e mesmo com tal ajuda não produziriam seu efeito original. Tais chistes contêm alusões a pessoas e eventos que foram àquela época ‘atuais’, despertando o interesse geral e ainda o mantendo vivo. Quando esse interesse cessa e o assunto em questão fica sedimentado tais chistes perdem também parte de seu efeito gratificante, parte aliás bem considerável. Por exemplo, o chiste feito por meu cordial anfitrião, chamando de ‘Home-Roulard’ o pudim que estava sendo servido (ver em [1]) não me parece hoje tão bom quanto no dia, em que a ‘Home Rule’ era uma destacada manchete nas colunas políticas de nossos jornais diários. Tentando avaliar os méritos desse chiste, agora os atribuo ao fato de que uma única palavra transportou-nos em pensamento, economizando longo rodeio, do círculo de idéias da cozinha para o das remotas idéias políticas. Mas ao mesmo tempo minha descrição deveria ter sido diferente, devendo eu ter dito que aquela palavra nos transportava do círculo de idéias culinárias para as políticas, muito distante delas, assegurando entretanto nosso vívido interesse porque estávamos constantemente envolvidos nela (na discussão política). Um outro chiste, ‘Esta garota faz-me lembrar Dreyfus; ninguém no exército acredita em sua inocência’ (ver em [2]), está hoje esmaecido, embora seus métodos técnicos permanecessem inalterados. O desconcerto causado pela comparação e o double entendre na palavra ‘inocência’ não podem compensar o fato de que a alusão, à época tocando em um evento catexizado de recente excitação, hoje recorda uma questão liquidada. Eis um chiste que é ainda atual: ‘A Princesa Real Louise aproximou-se do crematório em Gotha perguntando quanto custava uma Verbrennung [cremação]. O gerente respondeu: “Normalmente, cinco mil marcos; mas à senhora lhe custará apenas três mil por já ter sido durchgebrannt [literalmente ‘ter sido queimada’, gíria para ‘ter fugido’] uma vez.”.’ Um chiste como esse hoje nos soa irresistível; a curto prazo perderá substancialmente nossa estima: pouco tempo mais tarde, a despeito de constituir um bom jogo de palavras, perderá seu efeito inteiramente, sendo daí impossível repeti-lo sem acrescentar um comentário explicativo de quem fora a Princesa Louise e em que sentido fora ela durchgebrannt.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que existem chistes que fazem a ‘redescoberta do que é familiar’ causando comparação e desconcerto através da alusão a algo familiar.

Mattanó aponta que existem chistes que fazem a ‘redescoberta do que é familiar’ causando comparação e desconcerto através da alusão a algo familiar. Essa  ‘redescoberta do que é familiar’ só é permitida através dos significados e dos sentidos que a comparação e o desconcerto fazem através da alusão a algo familiar através do chiste.

 

MATTANÓ

(18/01/2021)

 

 

TEORIA DA ABUNDÂNCIA E TRATAMENTO DE PARAFILIA E DE SÍNDROMES SEGUNDO MATTANÓ (2021):

Mattanó aponta que a Teoria da Abundância de Mattanó pode ser utilizada também em casos mais graves como indivíduos com gene de parafilia que causa o comportamento de pedofilia, e síndromes genéticas como síndrome de down, de turner, de klinefelter, do olho de gato, de patau, além de síndromes como a de Parkinson, pois a Teoria da Abundância de Mattanó faz com que o analisando enfoque a si mesmo como sendo a sua consciência através da sua atenção e intenção, deste evento se movimentando, e não o conjunto de regras que é composto por literalidade, razões e controle e inclusive contexto, funcionalidade e comportamento, significados e sentidos, conceitos e simbologias, vida onírica e vida anímica, chistes, fantasias, atos falhos, lapsos de linguagem, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, arquétipos, ou seja, tudo o que inclua uma abstração e subjetivação do conhecimento, que não inclua a consciência, mas que possa incluir também o subconsciente, que é aquele que realiza o consciente e o conhecimento, desta forma você pode formar ¨orações¨ do tipo ¨minha inteligência me faz ter comportamentos normais¨, assim o subconsciente levará o consciente e o conhecimento a se organizar de forma a se comportar conforme a ¨oração¨, neste caso, normalmente. Desta forma quando o analisando toma para si o S – R – C, estímulo – resposta – consequência como um evento da atenção e da intenção, da consciência, sem literalidade, razões e controle, sem significados e sentidos, sem sua funcionalidade e operância que é a sua aprendizagem para a vida psíquica e comportamental do analisando, temos analisandos com parafilias e síndromes como down, turner, klinefelter, olho de gato, patau, Parkinson, por exemplo, que resignificam seu comportamento e sua consciência, adquirindo padrão de comportamento que lhes ajudarão a não mais se importarem com o sofrimento provocado pelos problemas genéticos da parafilia e das síndromes, contudo não deverão deixar de se importar com suas características genéticas e comportamentais, pois isto a Teoria da Abundância de Mattanó não resolve, a consciência desses indivíduos com parafilia e síndromes pode se reorganizar e se moldar criando padrões comportamentais que levem esses indivíduos, se eles conseguirem, a imaginar ou conceber em suas consciências a ideia de que estão livres para se comportar e livres para ensinar a se comportar, com esta ¨oração¨: ¨sou livre para me comportar e para ensinar a se comportar¨ o analisando adquire o comportamento que pede de forma subconsciente e se comporta conscientemente de forma melhor e progressivamente com mais bem-estar, gerando até mesmo um sentimento de liberdade e de independência que deve ser trabalhado para não atrapalhar o convívio e o tratamento desses analisandos, ou seja, para não coloca-los em risco ou em perigo.

 

MATTANÓ

(19/01/2021)

 

 

A CAMA DE MATTANÓ (2021):

Mattanó aponta que podemos elaborar, projetar e construir um equipamento para a 3ª idade e os hospitalizados, inclusive para os paraplégicos e tetraplégicos e com problemas motores e psicomotores, esse equipamento é uma cama com um exoesqueleto que determina e fixa a posição e a postura do paciente na cama que se encaixa no meio ambiente que vem acrescido de acessórios como uma privada ou pinico, uma pia e um chuveiro, ou seja, um banheiro móvel que se encaixa na cama e no exoesqueleto formando um conjunto adaptado e sustentável, equilibrado e funcional, onde o paciente pode ter melhores condições para ter sua higiene pessoal e necessidades fisiológicas sem grandes esforços ou humilhações ou vergonhas com enfermeiros e enfermeiras e cuidadores que se veem obrigados a trocar fraldas e roupas de cama e de traje pessoal constantemente e a dar banho com respeitável esforço, mas que poderia ser melhor com a cama com o exoesqueleto a prova d´água com um banheiro móvel e ajustável as suas reais necessidades.

 

MATTANÓ

(20/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que para se conhecer uma pessoa devemos conhecer não somente o seu inconsciente e o seu comportamento, mas todo o seu eu através do conhecimento dos significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, comportamentos, simbologias, topografias, gestalts e insights, relações sociais, linguagens, vida onírica, vida anímica, desejo e desejo de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, chistes, fantasias, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, lapsos de linguagens, esquecimentos, atos falos, afetividade, espiritualidade, arquétipos, vida íntima, pessoal, social e pública, cosmos, história de vida, sedução, homeostase, imunidade, conclusões e interpretações, e o conhecimento das teorias das escolas e teorias de Psicologia e Psicanálise: Psicologia Cognitiva Transcendental Social; Gestalt; Behaviorismo; Psicanálise, Psicologia Analítica, Psicologia Social; Psicologia Escolar; Psicologia Humanista; Psicologia da Personalidade; Cognitivismo; Psicologia da Espécie; Psicologia Sócio-interacionista; Fenomenologia; Psicobiologia; Psicologia Institucional; Psicologia Individual e Psicologia do Trabalho, por exemplo.

 

MATTANÓ

(20/01/2021)

 

 

 

Psicologia Cognitiva Transcendental Social (2021):

 

A Nova Sociedade será construída, especulo, através do exercício da força, da comunhão e da libido. Através do trabalho e de suas relações com o homem e o mundo, como a economia e as novas economias,  e a globalização, as ciências, permitidas e feitas  através das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, também se tornam ruins para a saúde do trabalhador quando os mecanismos psicossociais de controle prejudicam o trabalho e o trabalhador, são elas também em parte rituais e Trajetória da Vida, Monstros e Heróis: as normas pessoais (educação, socialização e religião), as normas sociais (valores  e crenças) e as estratégias racionais (relação custo-benefício), elas existem como relações de vigilância pela hegemonia e legitimidade através da hierarquia, conferindo liderança, que atribui obediência e submissão, e consenso, uma ilusão por meio da justiça, da colaboração e da eqüidade. Este jogo de alienação e de ilusão  permite gerenciar, controlar, comandar, remanejar e estabelecer prioridades de demanda e de oferta de trabalho. Isto contribui para a saúde mental do trabalhador que pode ser melhorada ou piorada dependendo da organização do trabalho e políticas de gestão, do processo de avaliação e seleção de recursos humanos, da inserção do indivíduo na organização, do comportamento organizacional e da relação educação e trabalho (fundamental para a saúde mental no trabalho). O trabalho poderá ter um novo modelo, o Mattanoniano, onde 1 indústria vale por 20 ou ¨n¨ indústrias, ou 1 meio de produção vale por 20 ou ¨n¨ meios de produção através da qualificação do trabalhador e do aprimoramento tecnológico das indústrias, ou o trabalho será voltado para o bem-estar e a saúde do trabalhador e não para o lucro e o capitalismo ou o socialismo, ou mesmo será voltado para a fraternidade e a comunhão, para a partilha. O trabalho também depende de outros mecanismos como a gestalt, o inconsciente, as contingências, a aprendizagem, a escolarização, a auto-atualização, a auto-realização, os ritos e discursos, a adaptação, os fenômenos, o processo de individuação, as inteligências, etc.. É por meio do trabalho que teremos a nova sociedade, pois o homem faz a sociedade e o trabalho faz o homem, ou seja, estaremos construindo uma Nova Sociedade e nela haverá o trabalho que se renovará reconstruindo o homem, assim o homem construirá sua Nova Sociedade, graças ao exercício da força, a comunhão e a libido, que são suas energias psíquicas que interferem nos comportamentos e relações sociais, favorecendo a segurança, a união e a fraternidade e a psicossexualidade no trabalho que reconstrói o homem para que este faça sua sociedade ou Nova Sociedade.

A Nova Sociedade através do trabalho gerará economia e/ou novas economias e a partir destes fenômenos, especulo, que a Economia, ou seja, gastar menos do que se produz ou se adquire, acumulando bens e riquezas através de um planejamento estruturado, pondo as despesas abaixo dos ganhos sempre e poupando, estará em movimento, em processo de mudanças, em atividade, em criatividade. Assim podemos pensar a partir deste trabalho que o Capitalismo pode coexistir ou se manter ou mesmo incorporar-se a novos modelos econômicos sugeridos através de uma nova conduta comportamental e social frente a Economia gerando Novas Economias que venham a conviver com o Capitalismo, como Economias voltadas para a Saúde. É assim que o homem construirá sua Nova Sociedade!

A Nova Sociedade terá o amor como exemplo para sua conduta. Se você vê um bebe num rio sangrento você faz o quê? O salva com amor! Se você vê uma cidade em perigo a margem de um rio sangrento você faz o quê? Você salva essa gente com amor! E de preferência investe em segurança e em tecnologias para solucionar ou melhorar a segurança dessa cidade, extirpando esse problema! Se você vê pessoas brigando sem respeito você faz o quê? Você tenta resolver esse problema com amor! Se você vê pessoas roubando você faz o quê? Você tenta amá-las! Só o amor é a melhor solução, a única e perfeita solução para qualquer problema, até mesmo na ciência! Se você vê um cientista com uma teoria inovadora que você não entende o que você faz? Deve amá-lo e respeitá-lo para não sofrer! Fazer leis com amor é a melhor solução pois diminuiremos a violência e a tortura permitida por leis que não inibem esta prática desumana, mas que declaram proibi-la, falta amor a própria profissão e a própria vida e família, falta acreditar em alguma coisa nesta vida – o amor é suportar a dor e amar o outro como a si mesmo, como vemos, amar a si mesmo é doloroso, é um processo doloroso, envolve suportar a dor da vida!

O amor converte e a manipulação não converte! Só o amor causa transformações significativas no indivíduo, em sua vida bio-psico-social, filosófica e espiritual!

O Amor é a última fase do desenvolvimento psíquico e comportamental:

  As 10 fases da vida são:

  1. (antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
  2. (0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
  3. (2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
  4. (4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
  5. (7 – 11 anos): inteligência do período de latência concreta
  6. (12 – 18 anos): inteligência genital formal
  7. (19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
  8. (30 – 59 anos): inteligência do período de produtividade
  9. (40 anos em diante): inteligência do período de amor
  10. (60 anos em diante): inteligência da crise final

 

A inteligência do período de amor se caracteriza pelo pleno desenvolvimento do amor na vida, na psique, no comportamento, nas relações sociais, na gestalt, na auto-atualização, na auto-realização, no inconsciente, no processo de individuação, na trajetória dos heróis, no trabalho, na escola, nos fenômenos, nas instituições, na adaptação, na aprendizagem, na luta pela superioridade ou contra a inferioridade, etc., o amor em sua plenitude só vem após o período de produtividade e o desenvolvimento das  sublimações, quando o indivíduo deixa de sentir o domínio dos seus instintos sexuais e se deixa levar pela espiritualidade e pela fraternidade, pela comunhão e pelo exercício da força. Pela comunhão o indivíduo pratica a caridade e acolhe o próximo como a si mesmo e pelo exercício da força pratica a segurança  e até a incolumidade pessoal, social, patrimonial, corporal e pública com um sentido e significado de amor próprio e ao próximo. Exercitar o amor é converter a sociedade e não manipulá-la, como fazem os que não têm o amor em seus fundamentos, princípios, comportamentos, corações e mentes. Como no casamento e na família ou com os amigos, o amor reúne e a manipulação separa. Viver a inteligência do período de amor é poder viver reunido a aqueles que você tem amor e poder desfrutar desse amor sem problemas, pois o amor tudo resolve e supera. O amor é a plenitude da acolhida, da caridade, manifestada em Deus e em Jesus Cristo!

A fase ou período da inteligência da crise final não se caracteriza como uma última fase no desenvolvimento, mas como o fim do desenvolvimento, ou seja, não é a continuidade do desenvolvimento! Nesta fase tudo termina, acaba, chega ao final a qualquer momento! Nela o idoso ¨escolhe¨ ser generoso ou egoísta, em virtude de sua história de vida, de seu contexto, de seu grupo social, de seu meio ambiente, de suas condições de saúde bio-psico-sociais, filosóficas e espirituais! O idoso começa a não ser mais o senhor do seu destino a partir daqui! Medidas bio-psico-sociais devem proteger o idoso e  a família do idoso da violência, do abuso, da exploração, da tortura, da lavagem cerebral, da guerra, do conflito, da falsidade e da falsidade ideológica, do estelionato, do uso dele e de sua família em experimentos científicos ilícitos como cobaias humanas, do uso dele e de sua família pelos Mass Mídia em suas transmissões sem autorizações das vítimas, os idosos e suas famílias,  que ficam cada vez mais ameaçadas e em perigo, dos crimes contra o idoso e sua família, dos crimes políticos e de outras autoridades, dos crimes contra a vida, a saúde e o patrimônio, e contra a intimidade e a privacidade, dos crimes de terrorismo, etc., medidas bio-psico-socias devem ser tomadas pelas autoridades para protegerem aos idosos e suas famílias tomadas como reféns de marginais que surrupiam vidas e histórias para se aproveitarem delas em seus Mass Mídias e enriquecerem ilícitamente! A fase da crise final não pode ser violentada e explorada pois põe em risco a saúde e a segurança do idoso e de sua família que pode elaborar mal a generosidade e mal o egoísmo tornando-se um problema social devido a estes abusos sofridos e não protegidos por direito!

A Psicologia Cognitiva Transcendental Social compreende as experiências quase morte ou e.q.m. como um evento transcendental e cognitivo, com uma consciência, que permanece fora do corpo e depois volta para o corpo.

Compreende as vidas passadas como um evento transcendental e cognitivo que aparece com uma consciência até por volta dos 6 anos de idade, quando acontece o recalque e o esquecimento das suas memórias da primeira infância, nota-se que as vidas passadas estão geralmente associadas ou desencadeadas ao período da primeira infância.

E compreende que a mediunidade é um evento transcendental e cognitivo que aparece com outra consciência mediúnica quando acontece o evento mediúnico e abrem-se as portas para os espíritos se comunicarem com o nosso mundo e suas pessoas, geralmente indivíduos e familiares do seu contexto que precisam curar o trauma da morte ou o luto e seu processo.

A vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras, controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psíquica.

É através do Hiperespaço que podemos voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A vida teve início a partir das primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu, segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar telepaticamente.

Porém a telepatia pode ter surgido devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos, tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir  devido as influências e interferências das tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros seres humanos,  revelando que todos possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores (emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas, através do exercício da força, da comunhão e da libido.

Isto nos mostra que o ser humano e suas tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.

Notamos que a telepatia nos mostra que existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.

Nossas inteligências são 19:

  1. Espacial
  2. Territorial
  3. Corporal
  4. Lingüística
  5. Musical
  6. Matemática
  7. Interpessoal
  8. Intrapessoal
  9. Espiritual
  10. Emocional
  11. Naturalística
  12. Psicomotora
  13. Lúdica
  14. Narcísica
  15. Computacional
  16. Agrícola
  17. Urbana
  18. Moral
  19. Mortal

 

A inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos adaptarmos às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou morte.

Sabemos que o cérebro é uma resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas comportamentais e psíquicas.

Diante e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas nossas respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja, sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes, ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!

 

As descobertas da vida, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, ligadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade e ritos de iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez produz a transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento, nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da adaptação que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 19 inteligências, somados aos estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.

As descobertas da vida, inclusive diante do Novo Coronavírus  e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente,  associadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços como os dos Hospitais,  Asilos e Presídios, Comunicadores, Policiais, Motoristas, Comerciantes e Autoridades, geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem e de iniciação e na Trajetória dos Heróis, assim em cada história de vida, particular e familiar, escândalo, mediocridade,  bandidagem,  miséria e  pobreza,  drogas,  tráfico de pessoas e de sexo,  prostituição,  alcoolismo,  tabagismo,  educação,  escravização e  servidão,  fome,  sede,  falta de higiene, não ter roupas, mortes e violências,  bullying,  palavrão,  monstros,  amor e  ódio,  doença,  deficiência,  moral,  destruição do outro, sabedoria e  vida,  espécies e mundo natural,  processos corporais,  gases,  urina,  fezes,  sexo e  masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções , pensamentos e estados de consciência  fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico, psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.

Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.

      A Trajetória dos Heróis começa com:

  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver

Ser livre é estar adaptado,  é possuir um processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida proporciona e produz, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, é estar engajado na luta contra o novo coronavírus de diferentes maneiras, como autoridade, policial, motorista, comerciante, profissional de saúde, carcereiro, cuidador de idosos, enfermeiro, médico, psicólogo, psicanalista, cientista, professor, político, pai e mãe de família, ser adaptado com sucesso é passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 19 inteligências e transcender, através do exercício da força, da comunhão e da libido.

As 9 fases da vida inteligente são:

  1. (antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
  2. (0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
  3. (2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
  4. (4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
  5. (7 – 11 anos): inteligência do período de latência concreta
  6. (12 – 18 anos): inteligência genital formal
  7. (19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
  8. (30 – 59 anos): inteligência do período de produtividade
  9. (60 anos em diante): inteligência da crise final

 

As 19 inteligências são:

  1. Espacial
  2. Territorial
  3. Corporal
  4. Lingüística
  5. Musical
  6. Matemática
  7. Interpessoal
  8. Intrapessoal
  9. Espiritual
  10. Emocional
  11. Naturalística
  12. Psicomotora
  13. Lúdica
  14. Narcísica
  15. Computacional
  16. Agrícola
  17. Urbana
  18. Moral
  19. Mortal

 

A inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam a Trajetória dos Heróis e da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.

Domar as descobertas da vida, inclusive diante  do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente,  é domar a liberdade, pode ser domar a inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização, é dominar sua luta contra o novo coronavírus e a pandemia, é saber distribuir tarefas e direitos, obrigações, deveres e privilégios, é domar a si mesmo e uma seqüência de monstros até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos, de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis. Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro não domado e inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não estamos prontos para a educação através do Estado. O respeito humano é uma incapacidade por causa da inteligência! Por causa da inteligência temos descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o trabalho, a economia  e a globalização, mas podemos reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.

Devemos transformar o conceito inteligência em adaptação e aceitar as diferenças individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa existência, se tivéssemos que considerar apenas a inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes que  não se adaptam morrem antes dos mais adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨ e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função das descobertas da vida. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.

     Amar ou odiar a sua própria vida ou de seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de indivíduos a se perderem  em seus mundos obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser. Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 19 inteligências, mais estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços, a distribuição de tarefas, direitos, deveres, obrigações e privilégios para o combate do novo coronavírus e a globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.

           Os Monstros, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente,  são nossas regras que produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e Psicológicas.

     Os Monstros, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente,  surgem durante as 9 fases da vida inteligência e são domesticados pela inteligência genética transcendental e as 19 inteligências. As profundezas do ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas, galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros, fenômenos que podem ocorrer durante a quarentena e o isolamento social levando ao fracasso e a contaminação do ou dos indivíduos de uma família e até de uma comunidade, podendo levar a óbitos. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização, a distribuição de tarefas, de direitos, deveres, obrigações e privilégios, vemos muitos que não respeitam as determinações dos órgãos e autoridades da saúde. Os modos, figuras e objetos não são  mais os de felicidade e de prazer com os mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo), psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais), filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem  e de iniciação para alcançarmos a liberdade dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.

     A transcendência é se superar se perpassar e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas, como por exemplo, respeitar as determinações dos órgãos da saúde como o isolamento social e  a quarentena, o uso de máscaras, diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente. Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam, outras pegadas que não se apagam são as mortes pelo novo coronavírus, por isso temos que seguir as determinações das agências e órgãos de saúde como o Ministério da Saúde e da OMS – Organização Mundial da Saúde. Estas são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim prosperar com  o uso das 19 inteligências e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a Educação e a Saúde, a Liberdade  e a Vida.

   Não somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da privação  de nossa liberdade para vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto  e de passagem como o Batismo em nossa Trajetória de Heróis.

     Transcender depende da adaptação e de como ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do trabalho e das necessidades do trabalho, de suas regras e obrigações, dos bens e serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação, consumo, comércio, das regras para o combate do novo coronavírus, diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  inclusive das oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente,  com o uso da Educação e das 19 inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e  o Amor geram memória, assim também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e através da Adaptação,  seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for,  no princípio, no meio ou no fim, gerando outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus  e Deus continuarão existindo, eles não se acabam!

             As descobertas da vida, inclusive diante do Novo Coronavírus  e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente,   levam a adaptação que produz liberdade para  nosso meio ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A liberdade também vem através dos ritos de iniciação e de passagem e com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.

   A liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!

Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.

Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!

Se descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, é poupar mais do que se gasta, é enriquecer, moral, econômica, sexual, física, espiritual, trabalhista, patrimonial, educativa, individual, coletiva, universal e familiarmente viver e poder usufruir da globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da Justiça Social, através do exercício da força, da comunhão e da libido!

           Se descobrir é descobrir-se em meio a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  inclusive para poder desfrutar  das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, através do exercício da força, da comunhão e da libido.

Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, virtuais, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido!

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive diante do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 21 de janeiro de 2021.

 

O CICLO COSMOGÊNICO

 

  1. A pretensão dos contos

A pretensão dos contos maravilhosos é descrever a vida dos heróis lendários, os poderes das divindades da natureza, os espíritos dos mortos e os ancestrais totêmicos do grupo, por meio de uma expressão simbólica aos desejos, temores e tensões inconscientes do comportamento humano.

Os contos maravilhosos retratam a beleza e a grandiosidade da expressão simbólica dos nossos ancestrais, seus processos inconscientes e suas relações, seus comportamentos, sua humanidade.

     Aqui os contos maravilhosos dos nossos tempos descrevem nossas preocupações e temores diante da vida dos nossos heróis, profissionais da saúde, do comércio, da segurança, da limpeza e da educação que se comprometem com o bom funcionamento das cidades e das nações, a humanidade necessita e sempre necessitará de contos maravilhosos para lidar com seus heróis, seja em que tempo for e em que circunstância for, como esta de combate ao Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

  1. O caminho da luz

A aventura do herói marca o momento em que este, embora ainda esteja vivo, descobriu e abriu o caminho da luz, para além dos sombrios limites da nossa morte em vida.

O caminho da luz marca o momento em que o herói encara sua vida e sua morte e seus limites através de um caminho de luz que o ilumina e à sua consciência, oferecendo-lhe recursos para enfrentar a morte em vida.

   O nosso herói encontra aqui a sua morte que geralmente é psicológica, comportamental ou social, como no tempo do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  onde nossos heróis se isolam na esperança e no caminho da luz para combater esse vírus mortal e das trevas.

  1. A saúde e o universo

Do mesmo modo que a consciência do indivíduo permanece num mar de escuridão, ao qual desce em sono profundo e do qual desperta misteriosamente, assim também é o universo. Os deuses são personificações simbólicas das leis que governam esse fluxo. Eles vêm à existência com a madrugada e se dissolvem com o crepúsculo. A saúde mental e física do indivíduo depende de um fluxo organizado de forças vitais, vindo das sombras do inconsciente para o campo do cotidiano vígil.

A saúde e o universo emergem da escuridão como emergem da escuridão a espiritualidade, as ideias, os ideais, os valores, as ideologias, o céu e a consciência, ou o sucesso, transformar pau em pedra somente na sombra da madrugada e transformar esse fenômeno em saúde somente no crepúsculo, correr, correr, correr tanto e não chegar a lugar nenhum somente em sono profundo, o destino será alcançado no despertar com a consciência, aqui você vai chegar em algum lugar.

   A saúde virá com o despertar da consciência, ou seja, com a descoberta de como enfrentar e combater esse Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  que age como um pesadelo na madrugada até que haja o despertar da consciência e a saúde e cura desse mal-estar.

  1. O início e o fim

A mitologia tem uma visão trágica, onde é inevitável que as forças avancem poderosamente, porém encontram seu apogeu, decadência e retorno. O princípio básico de toda mitologia é o início no fim.

Correr, correr, correr tanto e não chegar a lugar nenhum é o princípio básico de uma boa mitologia, é o início no fim, as forças avançam poderosamente porém retornam ao fim.

   O início começa no fim, ou seja, no fim desta pandemia inicia-se a vida e a saúde, a liberdade, no fim começa o início da autonomia, do ir-e-vir, quando tudo acabar nada existirá para agonizar.

  1. Os efeitos das emanações cosmogênicas

O primeiro efeito das emanações cosmogênicas é a formação do estágio de estágio do mundo; o segundo efeito é a produção de vida sob a forma dual de macho e fêmea.

Vemos aqui que primeiro vem a criação do mundo e depois dos seres vivos com a dualidade macho e fêmea para se reproduzirem e assim reproduzirem o sistema, seja ele ideológico ou não.

   O efeito de mundo vem com a criação do mundo através da eternidade e depois vem o segundo efeito com a dualidade macho e fêmea através do Homo Sapiens para o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, se reproduzir e ao seu sistema.

  1. O giro cosmogênico desenrolando-se

O desenrolar do ciclo cosmogênico precipita o Uno em muitos, o destino ¨se cumpre¨, mas ao mesmo tempo, ¨é produzido¨. A partir da perspectiva da fonte, o mundo se configura como uma majestosa harmonia de formas que vêm a ser, explodem e se dissolvem.

Vemos aqui que com o desenvolvimento do ciclo da formação do cosmos os fenômenos ¨se cumprem¨ e tem um destino, como também são criados ou ¨são produzidos¨ por forças interiores e exteriores, forças bio-psico-sociais.

   O ciclo tem seu próprio sistema a partir de um único ser que é produzido e se explode ou se dissolve, cumprindo seu destino através de forças interiores e exteriores que levaram a pandemia do Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

  1. Mitologias subdesenvolvidas

As mitologias folclóricas subdesenvolvidas estão em pronunciado contraste com os mitos profundamente sugestivos do ciclo cosmogênico. Do muro branco da intemporalidade, irrompe e faz sua entrada uma sombria figura do criador para moldar o mundo das formas. Seu dia tem duração, fluidez e força ambiente típicas do sonho. A terra ainda não ficou sólida; resta muito a fazer para torná-la habitável para o povo futuro.

Como vemos ainda está em processo de cosmogênese a mitologia folclórica subdesenvolvida, porém ela retrata o mundo das formas, o mundo dos sonhos típico do seu sonhador, do seu meio ambiente e território subdesenvolvido, uma terra ainda instável e em construção, sendo preparada para a habitação do povo futuro.

   Nota-se que a terra ainda não está preparada para o seu destino e nem para o seu sonho, a terra ainda está instável e em construção, sendo continuamente preparada para a habitação do povo do futuro, dificilmente para o presente ou para o passado que se perde na história e nos registros e até nas memórias de todos, sendo substituído por futuras habitações ou futuras construções, o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, tem seu passado, seu presente e terá sua habitação no futuro, estaremos preparados ou despreparados bio-psico-socialmente?

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 28 de junho de 2020.

 

 

A VIRGEM MÃE

 

  1. Mãe-Universo

O aspecto maternal, e não paternal, do criador, nas mitologias ocupa o centro do mundo, no princípio, desempenhando os papéis atribuídos em outros lugares aos homens, e costuma ser ela virgem.

A virgem costuma ser levada pela tormenta, onde o mar planta a vida em seu ventre.

A Mãe-Água, ainda flutuando, começou por sua vez o trabalho de Formadora do Mundo.

Ela começou a Criação, ela começou o universo e ordenou e cobriu de ordens o mar e a terra, até onde as embarcações muitas vezes se arrebentam, e onde chega ao fim a vida dos navegadores.

A virgem costuma ser a criadora do mundo, a Formadora do Mundo e do universo, da terra e do mar, até onde o homem pode ser capaz de chegar. A virgem revela até onde o homem pode chegar, até o universo, até os cantos do mundo, terras e mares.

   A virgem criadora do mundo revela até onde o homem pode ir, ou seja, o mundo e sua natureza maternal revela até onde a Ciência pode ir no combate ao Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

  1. Matriz do destino

A deusa universal se manifesta diante dos homens sob uma multiplicidade de aspectos; a mãe da vida é, ao mesmo tempo, a mãe da morte, a mãe do amor é ao mesmo tempo a mãe do ódio e da ira.

Com o nascimento a partir do útero elementar, o giro cosmogônico seguiu seu caminho e as formas das esposas que eram formas primordiais, pré-humanas, sobre-humanas, tornam-se formas humano-históricas de mulheres dos homens. Quando o homem desejou novamente sua esposa primordial, o mundo adoeceu, mas em seguida libertou-se e se emancipou. A iniciativa passou para seus filhos e sua comunidade. As figuras parentais, simbólicas e oníricas  voltaram ao abismo original. Somente o homem permaneceu na terra abastecida. O ciclo se movimentou.

O ciclo só se movimentou porque o homem caiu e desejou novamente sua esposa primordial, fazendo o mundo adoecer e depois se emancipar com um poder libertador que foi ensinado para seus filhos e para sua comunidade, estes sentiram as dores do erro em figuras parentais, símbolos e atividades oníricas, porém o homem permaneceu livre e abastecido na terra.

   O ciclo começou e o homem se frustrou e caiu diante da mulher, ou seja, o poder caiu diante da natureza maternal, e então ele tentou novamente e foi bem sucedido e teve filhos quando se emancipou e a sua comunidade, ensinando a todos seus segredos, inclusive como lidar com a sua saúde, deste modo amadurecendo o homem aprende a lidar com o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, e pode enfim ensinar sua comunidade sobre saúde e bem-estar.

  1. Ventre da redenção

O mundo da vida humana passa, agora, a ser o problema. A perspectiva do homem torna-se limitada, compreendendo apenas as superfícies tangíveis da existência. A visão do profundo é impedida. A sociedade é levada ao erro e ao desastre.

As pessoas sonham por alguma personalidade que, num mundo de corpos e almas distorcidos, represente outra vez os limites da imagem encarnada.

As pessoas sonham com um libertador ou deus-herói que os liberte ensinando-os o caminho da liberdade, pois está sobre eles um tempo de dificuldades, já que tornaram-se homens.

   A comunidade sofre e por isso sonha com um libertador que os liberte, mas todos se tornaram homens e os homens estão fadados a dificuldade.

  1. Histórias folclóricas sobre as Virgens-Mães

O poder procriador está em toda parte. As imagens da Virgem-Mãe são abundantes nos contos populares e mitos. Segundo o capricho ou destino, pode ser concebido um herói-salvador, como um demônio-destruidor do mundo – jamais poderemos saber, pois estas histórias folclóricas sobre as Virgens-Mães não revelam seu destino.

A Virgem-Mãe pode conceber um herói-salvador ou um demônio-destruidor do mundo, não há como saber, sabemos apenas que o poder procriador está em toda parte e as imagens da Virgem-Mãe são abundantes nos contos populares e nos mitos, isto nos mostra que há uma evidente necessidade de que surjam heróis-salvadores e/ou demônios-destruidores do mundo para traduzirem as histórias folclóricas sobre as Virgens-Mães.

    A Virgem-Mãe pode conceber um herói-salvador ou um demônio-destruidor, depende do contexto e do aprendizado, dos ritos e da necessidade, das histórias folclóricas que determinam a vida comunitária, deste modo o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados,  tem sua representatividade heroica ou demoníaca dependendo das histórias, por exemplo, folclóricas ou religiosas e até comunitárias da sua região e isto influencia na recuperação do enfermo.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina,  28 de junho de 2020.

 

 

 

AS TRANSFORMAÇÕES DO HERÓI

 

  1. O herói primordial e o herói-humano

O herói primordial emana do Criador Incriado para os personagens da idade mitológica; o herói-humano emana desses Criadores Criados para a esfera da história humana.

   O herói primordial nos nossos tempos volta-se para o sacerdote e o Santo; e o herói-humano volta-se para os professores, cientistas, comerciantes, profissionais da saúde e da limpeza das cidades.

  1. A infância do herói-humano

O primeiro herói da cultura, do corpo de cobra e cabeça de touro, trouxe consigo, ao nascer, o poder criativo espontâneo do mundo natural. Eis o significado de sua forma. O herói-humano, deve ¨descer¨ para restabelecer a conexão com o infra-humano. Aí reside, o sentido da aventura do herói.

A aventura começa com a infância miraculosa, por meio da qual é demonstrado o fato de uma manifestação especial do princípio divino imanente ter-se tornado carne no mundo, e em seguida, em sucessão, os vários papéis por meio dos quais o herói pode representar, em sua vida, o trabalho de realização do destino. Esses papéis variam em termos de magnitude, de acordo com as necessidades da época.

 O herói-humano, os professores, cientistas, comerciantes, profissionais da saúde e da limpeza das cidades, varia conforme a necessidade de sua época, é como uma realização de destino.

  1. O herói como guerreiro

O local de nascimento do herói, ou a terra remota de exílio de onde ele retorna  para realizar suas tarefas de adulto entre os homens, é o ponto central ou centro do mundo. Da mesma forma como vêm ondulações de uma fonte subterrânea, assim também as formas do universo se expandem em círculos a partir dessa fonte.

   O herói como guerreiro nasce como uma onda crescente que se agiganta progressivamente a partir de uma fonte, geralmente é aquele herói que vence todas as lutas e batalhas contra o Novo Coronavírus e obtêm as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

  1. O herói como amante

A ¨outra metade¨ do próprio herói é a sua amante; se o herói for o monarca do mundo, ela é o mundo; se ele é um guerreiro, ela é a fama. Ela é a imagem do seu destino, que ele deve libertar da prisão das circunstâncias restritivas. Mas quando ele ignora o seu destino, ou se deixa iludir por falsas considerações, não há esforço de sua parte capaz de superar obstáculos.

 O herói, os professores, cientistas, comerciantes, profissionais da saúde e da limpeza das cidades, tem sua outra metade como sua amante; se ele for o monarca do mundo, ele é o mundo; se ele é um guerreiro, ele é a fama. Ele é a imagem do seu destino; quando ele ignora seu destino ele deixa de superar os obstáculos da sua batalha ou luta, como no combate ao Novo Coronavírus e nas descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

  1. O herói como imperador e tirano

O herói de ação é o agente do ciclo; ele dá continuidade ao impulso que primeiro colocou o mundo em movimento.

Isso requer uma sabedoria mais profunda que resulta, não num padrão de ação, mas num padrão de representação significativa.

O herói abençoado pelo pai retorna para representá-lo entre os homens.

Como mestre ou como imperador, sua palavra é lei. Da sua presença emanam bênçãos; sua palavra é o sopro da vida.

Ao desvincular as bênçãos com que seu reino foi contemplado de sua fonte transcendente, o imperador destrói a visão estereotipada que lhe cabe suster. Ele deixa de ser o mediador dos dois mundos. A perspectiva do homem se estreita, a ideia mantenedora da comunidade se perde. O imperador torna-se o ogro tirano, o imperador de quem o mundo ora é salvo.

   O herói, os professores, cientistas, comerciantes, profissionais da saúde e da limpeza das cidades, é o agente do ciclo, ele coloca o mundo em movimento, ele possui uma representação significativa do mundo e de si mesmo, sua palavra é lei, bênção e sopro da vida, o herói finalmente torna-se imperador e por vezes, tirano.

  1. O herói como redentor do mundo

Devem-se distinguir dois graus de iniciação na mansão do pai. Do primeiro, o filho retorna como emissário; do segundo, contudo, retorna com o conhecimento de que ¨o pai e eu somos um¨. Os heróis dessa segunda iluminação, de natureza mais elevada,  são os redentores do mundo, as chamadas emanações. Seus respectivos mundos alcançam proporções cósmicas. Suas palavras trazem consigo uma autoridade que ultrapassa tudo o que foi pronunciado pelos heróis do cetro e do livro.

O trabalho da encarnação consiste em refutar, pela sua presença, as pretensões do tirano-ogro. A tarefa do herói é matar o monstro – porém apenas com liberdade de um trabalho que destina-se a tornar evidente aos olhos aquilo que teria sido realizado igualmente bem com um mero pensamento.

   O herói,  os professores, cientistas, comerciantes, profissionais da saúde e da limpeza das cidades, pode ser visto como emissário ou como detentor de um conhecimento, ou até mesmo, como redentor do mundo onde suas palavras tem autoridade, assim é o profissional que acerta em seu dever e trabalho contra o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, um profissional com palavras que tem autoridade.

 

  1. O herói como Santo

O padrão do herói torna-se agora o de Santo que é semelhante ao de ida ao pai, mas desta vez, o filho se dirige ao aspecto imanifesto, não o manifesto; ele dá o passo do qual  não há retorno. O alvo é aqui a exigência última do não-visto. O ego é destruído. Tal como uma folha morta na brisa, o corpo costuma se movimentar sobre a terra, mas a alma já se dissolveu no oceano da bem-aventurança.

   O herói, os professores, cientistas, comerciantes, profissionais da saúde e da limpeza das cidades, torna-se Santo quando dá um passo ao qual não há mais retorno e seu ego é destruído em função de uma entrega aos poderes mais elevados que lhe asseguram essa autoridade e caminho bem-aventurado.

  1. A partida do herói

O último ato do herói é a morte ou a partida. O herói não seria herói se a morte não lhe suscitasse algum terror; a primeira condição do heroísmo é a reconciliação com o túmulo.

   A partida do herói, seja ele quem for, não somente os professores, cientistas, comerciantes, profissionais da saúde e da limpeza das cidades, mas todos os heróis que lutam contra o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, suscita uma reconciliação com a morte ou o seu fim no túmulo.

 

Percebemos que devemos saber aceitar nossas transformações, ciclos, mudanças, mortes e renascimentos, ou mesmo cada apocalipse comportamental ou psicológico, individual e social, pois fomos emanados dos Criadores Criados para a esfera da história humana, onde o desenvolvimento do herói começa na infância miraculosa e continua em seus vários papéis sociais; então percebemos que a terra natal e o local de nascimento do herói é um local central, onde ele poderá encontrar sua ¨outra metade¨ que é a sua amante, que por sinal ele não deve ignorar para não fracassar em sua caminhada heroica, o herói percebe que ele mesmo é o agente da sua caminhada, do ciclo, e que sua palavra tem poder donde emanam bênçãos para sua comunidade, porém as desvincular as bênçãos com que seu reino é contemplado ele deixa de ser o mediador dos dois mundos e a perspectiva do homem se estreita, transformando o herói num tirano. Porém o herói deve refutar ou matar o monstro agindo da mesma forma como que com um mero pensamento. O herói pode tornar-se então um Santo e dirigir-se ao não-visto, ao imanifesto, mesmo que seu ego seja destruído, pois sua alma se dissolve no oceano da bem-aventurança. E então conclui sua caminhada aceitando a condição de seu heroísmo, que é a reconciliação com sua própria morte e túmulo. Notamos que a Psicologia Mitológica deve aceitar sua própria morte e deixar-se esperançosa pela sua própria ressurreição, seja em termos de comprovações científicas ou  de aulas e palestras, e publicações.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 28 de junho de 2020.

 

 

DISSOLUÇÕES

  1. O fim do microcosmo

O poderoso herói, dotado de poderes extraordinários – capaz de levantar os montes com um dedo e de preencher-se a si mesmo com a terrível glória do universo –, é cada um de nós: não o eu físico, que podemos ver no espelho, mas o rei que se encontra em nosso íntimo.

Assim como nobres, policiais, condutores, autoridades e dirigentes de cidades esperam com comida, bebida e aposentos por um rei que chega, dizendo: ¨Ele chegou! Ele chegou!¨, assim também esperam todas as coisas que têm esse conhecimento, exclamando: ¨Aqui está o Imperecível! Aqui está o Imperecível!¨

Para não deixar a alma de um homem ser arrebatada no mundo inferior; para saber beber água e não ser queimado no mundo inferior; para sair à luz no mundo inferior, no qual a alma e o universo revelam-se um só, o herói tem que ser assim: ¨Sou ontem, hoje e amanhã e tenho o poder de nascer pela segunda vez; sou a divina Alma oculta que criou os deuses e dá repastos celestiais aos cidadãos do Mundo e do Céu¨. Ou seja, o herói tem agora o poder de nascer de novo, pela segunda vez, de ressuscitar.

   O herói encontra-se em nosso íntimo, ou seja, em nós mesmos, para não cair no dilúvio ou no fogo eterno o herói deve aceitar saber nascer de novo, pela segunda vez, ou seja, ressuscitar, isto é, não cair nas tragédias que destróem todo o mundo e se deixar levar por elas, mas se renovar diariamente e individualmente, até mesmo na luta contra o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados.

  1. Fim do macrocosmo

Da mesma forma como o indivíduo deve dissolver-se, assim também deve acontecer com o universo:

Temos exemplos:

Onde o mundo de Brahma se estenderá a destruição do mundo; onde a versão maia do fim do mundo  registra o ciclo dos planetas e daí a derivam cálculos a respeito de vastos ciclos cósmicos; o cataclismo final também está nos antigos vikings onde irmãos se matarão, o mundo desabará e os homens não se pouparão; e na Bíblia vemos Cristo falando de guerras e rumores de guerra, ainda não será o fim; o fim chegará com o testemunho do Evangelho do reino, onde nação se levanta contra nação, reino contra reino, e haverá pestilência, fome e terremotos em diversos lugares. Todas essas coisas são princípios de dores. Então vos entregarão à tribulação, e vos matarão: e sereis aborrecidos por todas as gentes por causa do meu nome. E muitos serão escandalizados, e se entregarão de parte a parte. E levantar-se-ão falsos profetas, e enganarão a muitos. Multiplicar-se-á a iniquidade, a caridade de muitos se resfriará. Mas quem perseverar até o fim será salvo, este é o Evangelho do reino!

 

Para a Psicologia Mitológica aprendemos que o homem e o herói pode nascer de novo, pela segunda vez, pode ressuscitar, fisicamente ou biologicamente (ficando curado de uma enfermidade, por exemplo, como o Novo Coronavírus), moralmente, sexualmente, psicologicamente, espiritualmente, socialmente, filosoficamente e que se ele persistir e não se entregar às suas tribulações será salvo, terá sucesso, sobreviverá, vencerá a iniquidade, se encontrará com Cristo e Cristo o salvará!

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 28 de junho de 2020.

 

 

 

MITO E SOCIEDADE

 

  1. As mil formas

A mitologia tem sido interpretada pelo intelecto moderno como um primitivo e desastrado esforço para explicar o mundo da natureza (Frazer); como um produto da fantasia poética das épocas pré-históricas, mal compreendido pelas sucessivas gerações (Müller); como um repertório de instrumentações alegóricas, destinadas a adaptar o indivíduo ao seu grupo (Durkheim); como sonho grupal, sintomático dos impulsos arquetípicos existentes no interior das camadas profundas da psique humana (Jung); como veículo tradicional das mais profundas percepções metafísicas do homem (Coomaraswamy); e como a Revelação de Deus aos Seus filhos (a Igreja). A mitologia é tudo isso e pode servir hoje quanto a própria vida às obsessões e exigências do indivíduo, da raça e da época.

   Mitologia explica o mundo e as relações do indivíduo e das comunidades com o mundo e o sobrenatural de diversos modos, de acordo com as exigências do meio ambiente, da vida e da comunidade, da sua época, assim a mitologia explica o Novo Coronavírus e as descobertas psicológicas e psicanalíticas como a Terapia de Regressão a Contextos Passados, como uma exigência da nossa época, do nosso meio ambiente, da nossa ecologia, da nossa vida e da nossa comunidade, ou seja, do nosso mundo.

  1. O herói hoje

Hoje o universo intemporal de símbolos entrou  em colapso devido ao avanço tecnológico, industrial, científico, econômico, educacional, populacional e da globalização.

Não se trata apenas da tecnologia tornar impossível um deus se esconder diante de um telescópio, microscópio, raio-x, ressonância magnética, etc.,  no interior das próprias sociedades progressivas, todos os últimos vestígios da antiga herança humana do ritual e da moralidade e da arte se encontram em pleno declínio.

Os homens dos períodos das grandes mitologias residiam o sentido no grupo, nas grandes formas anônimas, e não havia nenhum sentido no indivíduo com a capacidade de expressar; hoje, não há nenhum sentido no grupo – nenhum sentido no mundo: tudo está no indivíduo. Mas, hoje, o sentido é totalmente inconsciente. Não se sabe o alvo para o qual se caminha. Não se sabe o que move as pessoas. A moderna tarefa do herói é trazer outra vez a luz à cidade perdida da alma condenada.

Em nossos dias, esses mistérios perderam sua força, seus símbolos já não interessam à nossa psique. A noção de uma lei cósmica passou a ser representada em termos mecânicos, a astronomia do séc. XVII passou à biologia do XIX, e o homem sofreu uma releitura na antropologia e na psicologia do séc. XX.

O herói moderno, o indivíduo moderno não deve esperar que sua comunidade rejeite a degradação gerada pelo orgulho, pelo medo, pela avareza racionalizada e pela incompreensão santificada. Não é a sociedade que deve orientar e salvar o herói criativo; mas o contrário. É nos momentos de silêncio do nosso próprio desespero que carregamos a cruz de Cristo.

   O herói hoje luta contra o avanço tecnológico e científico, contra as cidades e as metrópoles que contradizem o papel do herói, dotado de caráter messiânico e xamãnico, e por vezes de velho sábio, o homem moderno não assegura o direito livre mas muitas vezes já como crime de curandeirismo e de charlatanismo para aqueles heróis que investem ou mergulham na natureza messiânica e xamãnica, nomeando o velho sábio, muitas vezes, de caduco e demente, até mesmo a Cruz de Cristo e a Igreja sofrem este tipo de ataques em função do avanço tecnológico e científico.

 

A mitologia pode servir hoje ao homem moderno quanto à sua vida e suas exigências, suas expectativas, planos e objetivos, valores e ganhos, inclusive como lidar com o avanço tecnológico, científico, econômico, educacional, populacional e da globalização através da necessidade interior humana de busca ou procura de luz ou iluminação, onde o herói deve trazer outra vez a luz à cidade perdida da alma condenada, pois se entregou plenamente à Ciência, e portanto à tipificação, a institucionalização, a robotização e a despersonalização, donde nos entregamos mais ao silêncio do que a convivência e assim ao nosso próprio desespero, o desespero de carregar a própria cruz de Cristo.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 28 de junho de 2020.

 

É carregando a própria Cruz de Cristo que o herói ou o Santo, o Amor de Deus, encarnado, vive sua tarefa de contradizer as teorias científicas e especulativas de que Deus e as almas ou os espíritos são holografias e/ou extraterrestres, pois extraterrestres não fazem milagres e nem pronunciam as línguas do Homo Sapiens, não conseguem se comunicar conosco através da língua falada, e o Amor de Deus, Jesus Cristo, a Virgem de Maria, as almas e os espíritos e os Santos se comunicam conosco através de nossas línguas, é como se houvesse um mecanismo liberador inato para codificar e decodificar mensagens e palavras entre espécies diferentes, pois não entendemos a língua de qualquer outra espécie, nem sequer sabemos se ¨falam¨, da mesma forma podemos especular sobre os extraterrestres: e se eles não tiverem uma língua falada? Contudo suponho que ¨falam¨ quando são condicionados e submetidos e telepatia ou leitura de seus eventos encobertos, ou seja, os eventos linguísticos mais simples podem ser condicionados na mente ou no cérebro de alguns seres vivos como cachorros que por sua vez ¨falam¨ conosco mas não tem como falar pois não possuem cordas vocais e outros requisitos para isto, mas ¨falam¨ em eventos privados e encobertos até o contato telepático entre o ser humano e o cachorro poder descrever, ou seja, eu já testemunhei isto em casa com o meu cachorro Billie! Mas se o mecanismo liberador inato para a comunicação deles for igual ao nosso e isto impedir a aprendizagem e a decodificação de nossas línguas faladas isto representaria o quê? Que dificilmente nos comunicaríamos com outras espécies de seres vivos! Mas através do condicionamento de eventos linguísticos através da imitação podemos nos comunicar, mesmo que não haja um significado e um sentido explícito ou tão claro! Nunca ouvimos qualquer boato ou notícia de que algum extraterrestre conversou com alguém no planeta Terra através de linguagem falada! Apenas através de linguagem telepática que Mattanó testemunha ser uma ilusão ou uma manipulação cerebral extraterrestre para fins extraterrestres, talvez isto esteja acontecendo por condicionamento ou por imitação e cópia de eventos lingüísticos. A mitologia está a nos ajudar com as teorias científicas e especulativas através do significado e do sentido, do conceito, do contexto, do comportamento, da funcionalidade, da simbologia, da topografia, da linguagem, da Gestalt e dos insights, das relações sociais, dos sonhos e dos desejos, dos chistes, das piadas e do humor, dos atos falhos, dos esquecimentos, das fantasias, dos pressupostos e dos subentendidos, das histórias de vidas, dos conteúdos manifestos e conteúdos latentes, do efeito despertador, da imunidade, das conclusões e das interpretações na constante caminhada em busca de conhecimento, de saúde, de justiça e de tecnologias, ou seja, de desenvolvimento e progresso.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 21 de janeiro de 2021.

 

A Nova Sociedade é justamente olhar para as pedras e para os computadores e as tecnologias e compreender que são a mesma coisa para o analista, mas para o evolucionista são coisas diferentes e para o Psicólogo Mitológico são o começo, o meio e o fim de um processo de descobertas e de invenções, de criações para a vida e a sobrevivência do indivíduo, do grupo, da espécie e da família, por fim da comunidade, da tribo, da cidade, do estado e da nação, enfim do mundo e do universo sem esquecer que tudo começou de forma bastante simples e que somos simples assim quando somos gerados e nascemos e por um longo período da vida e retornamos a esse período da vida no final da vida, no período da crise final que deveria ser de agradecimento para toda essa gente que sobreviveu a essa rotina e escala de trabalho difícil e penoso, que mais tira do trabalhador do que lhe doa ou do que lhe empresta ou do que lhe paga, há muita fome, miséria, pobreza e desemprego, doenças por falta de educação e de cultura, de saúde que só vem com treino e educação, com investimento e trabalho, com políticas seguras que transformem a pobreza e a doença em lágrimas de ouro e pó que se desfazem com o significado e o sentido da vida focado na lucidez e no amor ao próximo como a ti mesmo, sem ganância, sem abuso e sem exploração, sem discriminação e sem violência, sem corrupção e sem guerra, sem terror e sem conflito, sem pragas e tormentas, sem desastres e catástrofes, sem ver pessoas rastejando no chão feito cobras no chão para envenenar pessoas pela janela do avião, sem sair do chão para morar nas nuvens por não ter mais opção, sem egoísmo e sem um materialismo sem compromisso com o próximo, sobretudo com o excluído, pobre, devedor, miserável, condenado e doente, a luz foi feita para todos, para aqueles que não podem vê-la existe o calor do Sol e o Amor de Deus.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 25 de julho de 2020.

 

 

O CICLO DA MORTE E DO LUTO (2020):

 

O ciclo da morte e do luto começa quando os hominídeos ou macacos assassinos adquiriram o comportamento de simbolizar e imaginar a própria morte e o luto que se compreendeu como uma despedida, que o corpo se ia, mas algo permanecia imortalmente, na Terra, no cosmos ou no além, no espírito ou no Paraíso, num local sagrado que era representado em seus ritos e mitos de morte e de luto, onde enterravam seus falecidos com seu objetos e faziam rituais de despedida com sons ou palavras ¨mágicas¨ que tinham o poder de transformar o inerte em uma nova vida e em uma nova forma, como numa Gestalt onde há a figura e o fundo, na morte há a figura (o corpo morto) e o fundo (a alma sobrevivendo) e um insight (a alma sendo salva), através de uma continuidade, semelhança, complementação, etc., que assegura a este fenômeno a sua validade e fundamento, a sua prática e existência.

O ciclo da morte e do luto pode ter começado de forma simples, apenas com o abandono do morto e com pensamentos acera do seu destino e corpo. Depois ter se aperfeiçoado para o enterro desse corpo; então do enterro para o enterro de seus objetos e algumas vocalizações; depois surgiram algumas palavras, gritos, balbucios, outras vocalizações; então, frases e orações; então começaram as visitas aos locais de enterro de seus mortos e outras palavras e orações ou um sentimento de eterno e de divino, de espiritualidade, de salvação, de esperança, de feedfoward; o feedfoward é peculiar em toda a comunicação, pode ter ajudado a criar a esperança e as orações, as tradições e festividades que temos desde então até hoje.

O feedfoward pode ter influenciado a geração de outros fenômenos que alargaram a morte e o luto, como a música e a literatura e até o cinema e a televisão, o rádio e o telefone, a internet e o computador.

Através da música o indivíduo passou a potencializar a morte e o luto de uma maneira tal que a desenvolveu de forma diferente para a literatura com as Cartas de São Paulo e o Evangelho, e a Sagrada Escritura, depois com o cinema e a televisão, o rádio e o telefone, a internet e o computador que desenvolveram de forma diferente a potência da morte e do luto em cada indivíduo, comunidade e sociedade.

A auto-significação leva a morte e o luto a um comportamento operante e encoberto amplificado que torna a morte e o luto evento de grande potência psicológica, comportamental e espiritual, que move relações humanas e sociais, de forma a humanizar o sofrimento e até em contribuir em tipificá-lo através de padrões tecnológicos que alienam o indivíduo em seu comportamento com o celular, a literatura, a música, a televisão e o rádio e o jornal e as revistas, retirando a energia vital da relação do indivíduo com o corpo morto e que produz luto para as tecnologias, transformando as orações em comportamentos alienados e desintegrados, que nada tem a ver com o ritual de morte e de luto, mas com um prazer psíquico e até inconsciente que o afasta da princípio da realidade que o vincula ao ritual de morte e de luto, a auto-significação deve se voltar para a realidade e não para o prazer se quiser ajudar o indivíduo a elaborar com sucesso a sua perda através da morte e do luto.

 

 A TRAJETÓRIA ALTERNATIVA DOS HERÓIS E O CICLO DA MORTE E DO LUTO (2020):

 

  1. O chamado

O chamado pode ser um sinal no céu, um som, uma canção, um toque de um amigo, uma oração, uma revelação, um oráculo, uma passagem ou uma iniciação, um rito ou um mito, uma instituição, um poder, uma família, um indivíduo, um trabalho, uma educação, um esporte, um ato ou um pensamento, um delírio ou uma alucinação, uma voz, um pedido, uma ordem, um julgamento, etc..  O indivíduo deve saber percebê-lo e senti-lo como parte de sua própria vida, pois a morte e o luto fazem parte da vida de cada um de nós.

  1. O chamado pode ser recusado

O chamado pode ser recusado pelo herói se ele não o reconhecer ou se ele não estiver preparado pare ele, tanto psicologicamente, quanto filosoficamente, socialmente e espiritualmente e até economicamente ou profissionalmente, academicamente ou familiarmente, tornando o chamado algo obtuso e sem significado, sem sentido para ele que não responde e nem se comporta aceitando-o. O indivíduo pode recusar lidar com a morte e o luto de várias maneiras em sua vida.

  1. Os problemas do caminho

Os problemas do caminho podem ser muitos como adversidades biológicas, psicológicas, sociais, filosóficas, espirituais, econômicas, matemáticas, físicas, extraterrestres, da vida ou do universo e até sobrenaturais. O indivíduo pode encontrara diversos problemas em seu caminho em decorrência da morte e do luto, ele deve ser inteligente para lidar com eles.

  1. A ajuda sobrenatural

A ajuda sobrenatural refere-se a ajuda de um ser que aparece  miraculosamente no seu caminho ou em sua trajetória oferecendo-lhe meios e amuletos para se comportar e pensar de modo que vença suas adversidades, tornando-se mais forte e superior, como que vencendo suas inferioridades. O indivíduo encontrará forças e ajudas sobrenaturais que o levarão a lidar melhor com a morte e o luto, ele deve saber integrar esse aspecto de sua vida.

  1. O enfrentamento do problema

O enfrentamento do problema  refere-se a capacidade, a oportunidade e a obrigatoriedade do herói ter que lidar com situações de problema onde ele terá que lidar com adversidades ambientais de várias formas e contingências, levando-o a compreender que para vencer é preciso lutar e enfrentar. O indivíduo deve compreender que para vencer seus problemas com a morte e o luto ele deve lutar e enfrenta-los com dignidade.

  1. O contato com o monstro

O contato com o monstro refere-se a quando o herói entra em contato com o monstro, com a baleia e é engolido. O indivíduo deve saber que a morte e o luto o engolirão um dia e o assustarão.

  1. A vitória ou a derrota

A vitória ou a derrota dependem de como o herói se comportou, se ele aceitou seu destino, lutou e venceu seu monstro, a baleia, ou se não aceitou seu destino, não lutou e perdeu para o monstro, a baleia e foi digerido por ela. O indivíduo deve compreender que vencer ou perder sua luta contra a morte e o luto depende de como ele se organizou e se arranjou, de como ele se comportou.

  1. A mensagem

A mensagem depende da vitória do herói que retorna do ventre da baleia e conta sua história de luta e de vitória. O indivíduo voltará com uma mensagem se for o vencedor de sua luta contra a morte e o luto.

  1. A caminhada

A caminhada reflete sua vitória, sua mensagem, seu destino de aceitação, luta e vitória para a perpetuação de sua comunidade e de sua família. O indivíduo terá uma caminhada com sua mensagem contra a morte e o luto para sua vida e comunidade.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao retorno do herói com sua mensagem até sua comunidade, com sua experiência, com seus rituais e suas instituições. O indivíduo regressará para sua comunidade com sua mensagem sobre a morte e o luto, seja ela como for.

  1. O novo acontecimento adverso

O novo acontecimento adverso reflete que o herói foi chamado novamente para a luta e para o combate, para lidar com um novo acontecimento adverso em sua caminhada. O indivíduo será novamente chamado para enfrentar a morte e o luto em sua caminhada.

  1. A nova luta e o novo enfrentamento

A nova luta e o novo enfrentamento referem-se ao novo combate e ao novo desafio pelo herói enfrentado, se ele o aceita ou não e a sua própria história.  O indivíduo terá que aceitar ou não aceitar sus nova luta contra a morte e o luto, suas consequências.

  1. A vitória ou a derrota

A vitória ou a derrota dependem de como o herói selecionou seu destino, se ele o aceitou ou se renunciou a ele e ao seu novo combate. O indivíduo terá que  selecionar seu destino, se aceitou ou se renunciou as mensagens sobre a morte  e o luto em sua caminhada.

  1. A 2ª mensagem

A 2ª mensagem refere-se ao segundo desafio concluído e refletido, todo pensado e arranjado, elaborado. O indivíduo elaborará seu segundo desafio sobre a morte e o luto através do conhecimento.

  1. A contínua caminhada

A contínua caminhada refere-se a contínua jornada do herói que jamais termina enquanto ele estiver em sua comunidade e estiver vivo, pois há problemas e desafios por todos os lados em nossas comunidades. O indivíduo continuará sua caminhada, mesmo em meio a problemas, pois ele está vivo e a morte é uma consequência da vida e o luto é uma consequência da morte.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao retorno do herói da sua nova caminhada com uma nova mensagem para sua comunidade, para sua família. O indivíduo retornará de sua nova caminhada com uma nova mensagem sobre a morte e o luto, aperfeiçoando-a, para sua comunidade e família.

  1. Outro acontecimento adverso

Outro acontecimento adverso refere-se ao mesmo que não há limites ao número de acontecimentos adversos a que está submetido o herói em nossa sociedade e em nossas comunidades e famílias, pois o mundo é assim. O indivíduo aprende que não existe um número definido de acontecimentos adversos, desta maneira ele aprende que a morte e o luto não tem um número fixo de acontecimentos ou limitado, mas livre e ilimitado, indeterminado.

  1. Outra luta e outro enfrentamento

Outra luta e outro enfrentamento referem-se ao número ilimitados de problemas que gerarão luta e enfrentamento para o nosso herói nos tempos atuais. O indivíduo aprende que outra luta e outro enfrentamento são indeterminados, seja qual for o tempo e o contexto, para a morte e o luto.

  1. A outra vitória ou a outra derrota

A outra vitória e a outra derrota referem-se ao número de vitórias e de derrotas que o herói pode enfrentar em sua jornada e trajetória. O indivíduo aprende que o múmero de vitórias e de derrotas são indeterminados para a morte e o luto.

  1. A mensagem

A mensagem refere-se ao número ilimitado de vezes que ela foi gerada pela experiência do herói. O indivíduo aprende que a mensagem pode ser gerada ilimitadamente, de acordo com a sua experiência a respeito da morte e do luto.

  1. A caminhada

A caminhada refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que sair para enfrentar sua jornada, sua trajetória e alcançar sua vitória ou ter sua derrota. O indivíduo aprende que a caminhada é necessária para alcançar a vitória ou a derrota perante a morte e o luto.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que regressar para sua comunidade com sua vitória e mensagem ou derrotado e destruído. O indivíduo aprende que o regresso é ilimitado e de acordo com a mensagem de vitória ou de derrota perante a morte e o luto.

  1. O encontro com a sua comunidade

O encontro com a sua comunidade é marcado pela chegada e pela recepção, por uma ansiedade e uma angústia. O indivíduo aprende que o encontro com a comunidade gera ansiedade e angústia em função da morte e do luto.

  1. A entrega do seu tesouro, cabeça do monstro ou revelação

A entrega do seu tesouro, cabeça do monstro ou revelação mostra que o tesouro são as riquezas conquistadas pelo herói, a cabeça do monstro é justamente a cabeça do minotauro arrancada pelo herói, e a revelação e obviamente a mensagem sobrenatural que Deus, um anjo ou Nossa Senhora entregou para um herói ou Santo. O indivíduo aprende que a entrega do tesouro é justamente a entrega da cabeça do monstro, do que lhe assustava e agora está elaborado e dominado através da morte e do luto – todo morte é um minotauro ou um monstro para algum outro indivíduo que desejava sua morte.

  1. O tesouro causa alegria e exautação

O tesouro causa alegria e exautação pois se trata de riquezas e   grandes belezas, grandes fortunas e bens incalculáveis. O indivíduo aprende que o tesouro, a cabeça do monstro, do minotauro, causa alegria e exautação, pois se trata de riquezas e de grandes belezas, de grandes fortunas e bens incalculáveis, como o próprio Cristo.

  1. A cabeça do monstro causa medo e temor

A cabeça do monstro causa medo e temor pois se trata da cabeça do monstro, do minotauro, do demônio, que seduz as crianças e as pessoas puras e Santas com sexo, dinheiro, bens, violência, drogas e poder. O indivíduo aprende que a cabeça do monstro, do minotauro, do demônio, do próprio Cristo julgado, acusado e condenado a Cruz, que seduz as crianças e as pessoas puras e Santas com sexo e amor, dinheiro, bens e obras, violência e segurança, drogas e remédios, e poder e milagres perante a morte e o luto causa medo e temor.

  1. A revelação causa admiração e endeusamento

A revelação causa admiração e endeusamento pois se trata de Deus, de um Santo, de um anjo, do Amor de Deus, da Graça de Deus, da Misericórdia de Deus, da Família de Deus. O indivíduo aprende que a revelação causa admiração e endeusamento perante a morte e o luto.

  1. A apoteose e a liberdade

A apoteose e a liberdade referem-se ao grande momento de maravilhamento, extasiamento, deslumbramento oriundo da auto-atualização e auto-realização, do processo de individuação que geram liberdade e libido, comunhão e segurança. O indivíduo aprende que sua caminhada gerou liberdade e libido, comunhão e segurança para enfrentar a morte e o luto com uma mensagem para si e sua comunidade.

  1. A liberdade para se viver e para se ensinar a viver

A liberdade para se viver e para se ensinar a viver revela que o herói adquiriu todo o conhecimento necessário para viver e ensinar a viver em sua comunidade, mostrando autonomia e independência, capacidade de auto-significação. O indivíduo aprende que a liberdade para se viver e para se ensinar a viver o ensinou a lidar com a morte e o luto de forma autônoma e independente, com capacidade de auto-signifcação.

Auto-significação segundo Osny Mattanó Júnior é gerar significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, funcionalidade, simbologia, topografia, intensidade, magnitude, latência, amplitude, limiar, frequência, linguagem, relação social, gestalt, insight, chiste, fantasias, desejo, desejo de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, espiritualidade, imunidade, homeostase, história de vida, conclusão e interpretação final, atividade, consciência, identidade, alienação e afetividade, trabalho e estilo de vida.  

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 23 de setembro de 2020.

 

 

MATTANÓ

(21/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que o filho com algum problema ou transtorno o representa e o dramatiza através de um papel no seio familiar através de uma gratificação que pode ser busca de prazer ou busca de realidade, ele, pois, busca o reforço e a aprendizagem para sua adaptação ao meio ambiente cheio de novidades e desafios através de rituais e de mitos que o inserem num contexto comunitário e sócio-histórico ao qual ele terá que enfrentar e alcançar sua mensagem para se libertar e aprender a se libertar e a sua comunidade com uma transformação psicológica. O prazer ou a realidade serão dissolvidos e determinados nos ritos através dos mitos e suas provas de transformação psicológica ou de evolução e desenvolvimento, de crescimento pessoal através do sabor inigualável do prazer e da realidade.

 

MATTANÓ

(21/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que a Opinião Pública não pode ser usada em experimentos de telepatia e conhecimento que envolvam tortura e lavagem cerebral e até extorsão, vingança e estupro e estupro virtual.

Mattanó aponta se a Opinião Pública é um problema ou é um direito, dever, obrigação e um privilégio, seja de quem quer que seja?
Mattanó aponta se a Opinião Pública pode ser roubada ou traficada?

Mattanó aponta se já estupraram milhares de crianças e de mulheres por causa da Opinião Pública que foi mal manipulada pelos comunicadores, sendo destes a responsabilidade pelas suas consequências?

Mattanó aponta se os comunicadores assumiram o risco de trabalhar com mass mídias como televisão e rádio, internet e jornal, etc., eles devem assumir o risco de garantir a segurança, a paz, a liberdade, a ordem, a justiça, a saúde, o patrimônio, a economia, os direitos, deveres, obrigações e privilégios de todos que consumirem mass mídias e o direito a intimidade e a privacidade dos seus usuários! Se você vende um produto você é o responsável por este produto! Se você vende comunicação ou televisão você se torna o responsável pelo seu produto, pela comunicação e pela televisão! JUSTIÇA!!!!!

 

MATTANÓ

(22/01/2021)

 

 

POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO SEGUNDO MATTANÓ (2021):

Se compreendermos a política e sua administração como a  administração de uma família, casa ou empresa compreenderemos que a política tem suas leis e fundamentos.

Um deles é que nem tudo é controlável, isto, pois, existem eventos e objetos que deixam de ser controlados pela comunidade ou pelas autoridades das comunidades que se organizam em ritos e mitos.

Outra delas é que quando um objeto está isolado e deslocado, em outro ambiente, distante da comunidade original, para ele se desenvolver terá que ter descendentes e gerações, pois são as descendências quem garantem a herança, a cultura e o patrimônio bio-psico-social, filosófico e espiritual, econômico e físico de uma família ou comunidade, todo o conhecimento e o saber que é por sua vez transmitido de geração para geração. Quando temos apenas um indivíduo isolado numa terra distante ele tem pouco ou nenhum conhecimento e saber para adquirir por herança, terá, pois, que construir e elaborar o seu conhecimento e o seu saber, como no tempo das cavernas quando começaram os ritos para cuidar das famílias e das atividades domésticas, tudo foi progressivamente se elaborando e se construindo até chegar no que temos hoje, por isso um indivíduo isolado tem o poder de transformar o mundo se ele se organizar e reorganizar de forma autêntica e extraordinária, evolutiva e selecionada naturalmente para a sobrevivência de sua comunidade e espécie. A política é pois, a administração de gerações que deixaram material e informações para o administrador continuar o seu trabalho e desenvolvimento, normalmente as famílias não quebram seus ciclos e nem mudam de estilo de vida, a política também é assim com a sua pluralidade cheia de novidades e de incertezas quando é normativa e ditatorial, o bom da política é saber que nem tudo se pode controlar pois eventos saem de controle, mas voltam para o eixo político natural e voltam a responder as mesmas leis e fundamentos através das agências de controle e de informação que controlam e captam informações acerca das comunidades e indivíduos para o bom funcionamento da máquina estatal.

Quando vemos um crime o temos como algo horroroso e recriminável e não como algo doentio e que deve ser tratado psicologicamente e comportamentalmente e punido moralmente, e não colocado a mercê das cadeias e prisões que se julgam o máximo em excelência e qualidade em recuperação de criminosos e que no fundo estão ultrapassadas. Hoje acredito que o tratamento psicológico e comportamental, inclusive social e a punição moral sejam mais eficientes pois você não muda um comportamento punindo-o ou recriminando-o, mas reforçando-o, apresentando soluções morais, psicológicas, comportamentais e sociais, organizando e reorganizando o criminoso e o apenado, esta punição moral pode incluir uma prisão com tornozeleira eletrônica ou prisão domiciliar quando for necessária uma prisão, uma criação de canais de mídia e televisão do judiciário para educar e oferecer formação via canal de televisão do sistema penitenciário, pode-se oferecer dezenas ou centenas de cursos para os apenados, é só querer, legitimar e oferecer, através dos recursos de suas próprias residências, para aqueles que não tem residência cria-se uma Cadeia para esta finalidade. Assim estimula-se estudar e trabalhar e ter uma residência, pagar impostos e ter uma família, viver normalmente e com responsabilidades. Para vigiar não é muito difícil: podemos instalar um serviço de câmeras em todas as residências dos apenados ou condenados e nas Cadeias e ter poucas despesas com outros recursos como vigilância, alimentação, água, higiene, saúde, trajes, limpeza, justiça e cidadania, por exemplo.

 

MATTANÓ

(24/01/2021)

 

 

Mattanó aponta que o comportamento de beijar na boca pode ser um comportamento que pode ser extinto em nossa espécie se compreendermos a boca como algo semelhante a uma ferida aberta ou ao ânus ou a outra cavidade, ou ao ouvido ou a vagina, gostamos de colocar a boca nesses lugares? Não! A boca é o início do sistema digestivo e não do aparelho sexual para se lamber e beijar! O Homo Sapiens descartou comportamentos dos hominídeos e dos primatas como pular de galho em galho, defecar do alto das árvores e fugir, morar em bandos em cavernas ou planícies tendo que lutar com feras diariamente, como comer bulbos e raízes, andar encurvado, etc.. Eu particularmente nunca beijei e não sinto falta disso por causa desses motivos e de outros como a vida espiritual e Santa, por eu ser o Amor de Deus!

 

MATTANÓ

(24/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor existem chistes que fazem a ‘redescoberta do que é familiar’ causando comparação e desconcerto através da alusão a algo familiar. Essa  ‘redescoberta do que é familiar’ só é permitida através dos significados e dos sentidos que a comparação e o desconcerto fazem através da alusão a algo familiar através do chiste. Da mesma forma podemos fazer a ¨redescoberta do que é familiar¨ através dos chistes produzidos pelo mundo e pela realidade virtuais, pela Palavra e pela Sagrada Escritura, fazendo uma alusão a algo familiar.

 

MATTANÓ

(23/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

Assim ocorre com grande número de chistes em circulação durante certo período de sua vida: esta segue um curso que consiste em um período de florescimento e em outro de decadência, que termina no completo esquecimento. A necessidade sentida pelos homens de derivar prazer de seus processos de pensamento está portanto criando constantemente novos chistes baseados nos novos interesses do dia. A força vital dos chistes atuais não é deles próprios; é tomada por empréstimo, em virtude da alusão, a outros interesses, cuja expiração determina também o destino do chiste. O fator atualidade é uma fonte de prazer, efêmera, é verdade, mas particularmente abundante, que suplementa as fontes inerentes ao próprio chiste. Não se pode simplesmente fazê-la equivaler à redescoberta do que é familiar. Antes, está envolvida com uma categoria particular do que é familiar, que possui além do mais a característica de ser novo, recente e intocado pelo esquecimento. Na formação dos sonhos, também, deparamos com uma especial preferência pelo que é recente, não nos podendo escapar a suspeita de que a associação com o que é recente é recompensada, e pois facilitada, por uma peculiar bonificação de prazer.

A unificação, que afinal não é outra coisa que uma repetição na esfera das conexões materiais, foi reconhecida especialmente por Fechner como fonte do prazer nos chistes. Este escreve (Fechner, 1897, 1, Capítulo XVII): ‘Em minha opinião a parte principal no campo que estamos considerando cabe ao princípio da conexão unificada das multiplicidades; esta, entretanto, requer apoio de determinantes auxiliares para que o prazer derivado em tais casos, com seu caráter peculiar, possa transpor o limiar (mínimo)’.

Em todos esses casos de repetição verbal das mesmas conexões ou do mesmo assunto, ou de redescoberta do que é familiar ou recente, parece impossível evitar de derivar o prazer por sentido da economia na despesa psíquica - desde que essa linha de abordagem se revele frutífera em elucidar detalhes e em alcançar novas generalidades. Estamos atentos para o fato de que ainda devemos esclarecer como é que a economia opera e qual o sentido da expressão ‘despesa psíquica’.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a força vital dos chistes atuais não é deles próprios; é tomada por empréstimo, em virtude da alusão, a outros interesses, cuja expiração determina também o destino do chiste. O fator atualidade é uma fonte de prazer, efêmera, é verdade, mas particularmente abundante, que suplementa as fontes inerentes ao próprio chiste. Não se pode simplesmente fazê-la equivaler à redescoberta do que é familiar. Antes, está envolvida com uma categoria particular do que é familiar, que possui além do mais a característica de ser novo, recente e intocado pelo esquecimento. A unificação como fonte do prazer nos chistes cabe ao princípio da conexão unificada das multiplicidades.  Em todos esses casos de repetição verbal das mesmas conexões ou do mesmo assunto, ou de redescoberta do que é familiar ou recente, parece impossível evitar de derivar o prazer por sentido da economia na despesa psíquica que diz respeito a economia de palavras através do chiste.

Mattanó aponta que a força vital dos chistes atuais não é deles próprios; é tomada por empréstimo, em virtude da alusão, a outros interesses, cuja expiração determina também o destino do chiste. O fator atualidade é uma fonte de prazer, efêmera, é verdade, mas particularmente abundante, que suplementa as fontes inerentes ao próprio chiste. Não se pode simplesmente fazê-la equivaler à redescoberta do que é familiar. Antes, está envolvida com uma categoria particular do que é familiar, que possui além do mais a característica de ser novo, recente e intocado pelo esquecimento. A unificação como fonte do prazer nos chistes cabe ao princípio da conexão unificada das multiplicidades.  Em todos esses casos de repetição verbal das mesmas conexões ou do mesmo assunto, ou de redescoberta do que é familiar ou recente, parece impossível evitar de derivar o prazer por sentido da economia na despesa psíquica que diz respeito a economia de palavras através do chiste. Contudo não há economia de significados e de sentidos, que por sua vez dependem do repertório comportamental verbal do indivíduo.

 

MATTANÓ

(25/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a força vital dos chistes atuais não é deles próprios; é tomada por empréstimo, em virtude da alusão, a outros interesses, cuja expiração determina também o destino do chiste. O fator atualidade é uma fonte de prazer, efêmera, é verdade, mas particularmente abundante, que suplementa as fontes inerentes ao próprio chiste. Não se pode simplesmente fazê-la equivaler à redescoberta do que é familiar. Antes, está envolvida com uma categoria particular do que é familiar, que possui além do mais a característica de ser novo, recente e intocado pelo esquecimento. A unificação como fonte do prazer nos chistes cabe ao princípio da conexão unificada das multiplicidades.  Em todos esses casos de repetição verbal das mesmas conexões ou do mesmo assunto, ou de redescoberta do que é familiar ou recente, parece impossível evitar de derivar o prazer por sentido da economia na despesa psíquica que diz respeito a economia de palavras através do chiste. Contudo não há economia de significados e de sentidos, que por sua vez dependem do repertório comportamental verbal do indivíduo. Da mesma forma a força vital dos chistes virtuais não é deles próprios, mas é tomada por empréstimo, em virtude da alusão e dos interesses postos no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura que participam dessa conexão unificada das multiplicidades do mesmo assunto, gerando ferramentas como as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(23/08/2025)

 

 

 

 

 

O terceiro grupo de técnicas de chistes - em sua maior parte, chistes conceptuais - que compreende raciocínios falhos, deslocamentos, absurdo, representação pelo oposto etc. pode, à primeira vista, parecer produzir uma impressão especial e não delatar qualquer afinidade com as técnicas de redescoberta do que é familiar ou de substituição das associações com objetos por associações com palavras. Entretanto, é particularmente fácil fazer aqui operar a teoria da economia ou do alívio da despesa psíquica.

Não se põe em dúvida que é mais fácil e mais conveniente divergir de uma linha de pensamento que então se assumia do que mantê-la, tanto quanto é mais fácil confundir coisas diferentes do que contrastá-las - de fato; é especialmente conveniente admitir como válidos métodos de inferência que são rejeitados pela lógica e, finalmente, reunir palavras ou pensamentos sem respeitar a condição de que façam sentido. Disso não se pode duvidar; são precisamente essas as coisas feitas pelas técnicas do chiste que estamos discutindo. No entanto, a hipótese de que um tal comportamento por parte da elaboração do chiste fornece uma fonte de prazer aparece-nos como estranha pois, exceto quanto aos chistes, qualquer funcionamento intelectual deficiente nos causa apenas desagradáveis sentimentos defensivos.

O ‘prazer no nonsense‘, como podemos abreviadamente chamá-lo, é encoberto na vida a sério até o ponto do desvanecimento. Para demonstrá-lo, devemos investigar dois casos - um em que é ainda visível, outro em que volta a tornar-se visível: o comportamento de uma criança na aprendizagem (de sua língua) e o comportamento de um adulto, cujo estado mental foi alterado toxicamente.

O período em que uma criança adquire o vocabulário da língua materna proporciona-lhe um óbvio prazer de ‘experimentá-lo brincando com ele’, segundo as palavras de Gross (ver em [1]). Reúne as palavras, sem respeitar a condição de que elas façam sentido, a fim de obter delas um gratificante efeito de ritmo ou de rima. Pouco a pouco esse prazer vai lhe sendo proibido até que só restam permitidas as combinações significativas de palavras. Quando mais velho, tenta ainda emergir ao desrespeito das restrições que aprendera sobre o uso de palavras. Estas são desfiguradas por pequenos acréscimos particulares que lhes faz, suas formas sendo alteradas por certas manipulações (p. ex., por reduplicações ou ‘Zittersprache‘); é possível mesmo a construção de uma linguagem secreta, para uso entre companheiros de brincadeira. Tais tentativas são reencontradas entre certas categorias de doentes mentais.

Qualquer que seja o motivo que leva a criança a iniciar esses jogos, creio que, em seu desenvolvimento posterior, ela própria desiste deles pela consciência de que são absurdos, divertindo-se algum tempo com eles devido à atração exercida pelo que é proibido pela razão. Usa agora tais jogos para se evadir da pressão da razão crítica. Muito mais poderosas são as restrições impostas à criança durante o processo educacional, quando se a introduz no pensamento lógico e na distinção entre o que é falso e verdadeiro na realidade; por essa razão a rebelião contra a compulsão da lógica e da realidade é profunda e duradoura. Mesmo o fenômeno da atividade imaginativa pode ser incluído nessa categoria [rebelde]. O poder de crítica aumenta tanto na derradeira infância e no período da aprendizagem, estendida além da puberdade, que o prazer do ‘nonsense liberado’ só raramente ousa se manifestar diretamente. Ninguém se aventura a dizer absurdos. Entretanto a tendência característica dos rapazes em dizer absurdos ou idiotices parece-me diretamente derivada do prazer no nonsense. Nos casos patológicos vemos freqüentemente essa tendência ser intensificada a um tal grau que uma vez mais domina a conversa e as respostas dos escolares. Pude convencer-me, no caso de alguns garotos da escola secundária que desenvolveram neuroses, que as elaborações inconscientes de seu prazer no nonsense não desempenharam parte menor em sua deficiência que a sua real ignorância.

Igualmente, mais tarde, os estudantes universitários não prescindem destas demonstrações contra a compulsão da lógica e da realidade, cujo domínio, entretanto, percebem crescentemente mais intolerante e irrestrito. Muitas das brincadeiras verbais dos estudantes fazem parte dessa reação. Pois o homem é um ‘incansável buscador do prazer’ - esqueço-me onde deparei com essa feliz expressão -, qualquer renúncia de um prazer já desfrutado é dura para ele. Com o eufórico nonsense de seu Bierschwefel, por exemplo, o estudante tenta recuperar seu prazer na liberdade de pensar, da qual vai sendo mais e mais privado pela aprendizagem da instrução acadêmica. De fato, mesmo muito mais tarde, quando, já adulto, encontra outros em congressos científicos e novamente se sente na posição de aprendiz, finda a reunião é a vez do Kneipzeitung que distorce em nonsense as novas descobertas, como compensação oferecida ao novo acréscimo em sua inibição intelectual.

O Bierschwefel e o Kneipzeitung evidenciam por seus próprios nomes que o senso crítico, repressor do prazer no nonsense, tornou-se já tão poderoso que só pode ser afastado temporariamente com ajuda tóxica. Uma mudança no estado de espírito é o mais precioso dom do álcool à humanidade e, devido a isso, o ‘veneno’ não é igualmente indispensável para todos. Uma disposição eufórica, produzida endogenamente ou por via tóxica, reduz as forças inibidoras, entre as quais o senso crítico, tornado de novo acessíveis fontes de prazer sobre as quais pesava a supressão. É muito instrutivo observar como os padrões de chiste se extinguem à medida que o humor melhora. Pois bom humor substitui o chiste assim como os chistes devem tentar substituir o bom humor, onde as possibilidades de prazer - entre elas, o prazer no nonsense - por outra parte, inibidas, podem recuperar-se: ‘Mit wenig Witz und viel Behagen’. Sob a influência do álcool o adulto torna-se outra vez uma criança, tendo de novo o prazer de dispor de seus pensamentos livremente sem observar a compulsão da lógica.

Espero ter agora demonstrado que as técnicas do chiste, que utilizam o absurdo, são uma fonte de prazer. Necessito apenas repetir que tal prazer procede de uma economia na despesa psíquica ou de um aliviamento da compulsão da crítica.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o homem usa a educação escolar para reprimir o chiste e que o tóxico favorece a construção de chistes, contudo quando o humor melhora os chistes vão embora.

Mattanó aponta que o homem usa a educação escolar para reprimir o chiste, pois o chiste é evidência de má educação e de absurdos, de nonsense e que o tóxico favorece a construção de chistes, contudo quando o humor melhora os chistes vão embora, inclusive os significados e sentidos oriundos dos chistes que alimentavam um absurdo ou nonsense.

 

MATTANÓ

(25/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o homem usa a educação escolar para reprimir o chiste, pois o chiste é evidência de má educação e de absurdos, de nonsense e que o tóxico favorece a construção de chistes, contudo quando o humor melhora os chistes vão embora, inclusive os significados e sentidos oriundos dos chistes que alimentavam um absurdo ou nonsense. Da mesma forma acontece com o mundo e a realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura que através da educação escolar e religiosa o homem usa para adquirir repertório para reprimir o chiste restando somente o humor, enquanto que os chistes e os seus significados e sentidos que geravam o absurdo ou nonsense vão embora.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

Se lançamos uma vez mais os olhos sobre os três distintos grupos de técnicas do chiste, verificamos que o primeiro e o terceiro desses grupos - a substituição das associações objetivas por associações verbais e o uso do absurdo- podem ser unificados como procedimentos de restabelecimento de velhas liberdades e de liberação da carga de instrução intelectual; são alívios psíquicos, em certo sentido contrastados à economia que constitui a técnica do segundo grupo. O alívio da despesa psíquica já existente e a economia na despesa psíquica que se há de requerer - destes dois princípios derivam todas as técnicas dos chistes, e conseqüentemente todo o prazer que advém delas. As duas espécies de técnicas e de obtenção do prazer coincidem - em quase tudo - com a distinção entre os chistes verbais e conceptuais.

 

 

A discussão precedente concede-nos inesperadamente um insight sobre a evolução ou a psicogênese dos chistes, a qual examinaremos agora, mais detidamente. Já entramos em contato com estágios preliminares dos chistes, e o desenvolvimento destes em chistes tendenciosos provavelmente descobrirá novas relações entre as várias características dos chistes. Antes que tal coisa seja um chiste existe apenas aquilo que podemos descrever como ‘jogo’ ou como ‘gracejo’.

O jogo - guardemos esse nome - aparece nas crianças que estão aprendendo a utilizar as palavras e a reuni-las. Tal jogo obedece provavelmente a um dos instintos que compelem as crianças a exercitar suas capacidades (Gross [1889]). Ao fazê-lo, deparam com efeitos gratificantes, que procedem de uma repetição do que é similar, de uma redescoberta do que é familiar, da similaridade do som etc. e que podem ser explicados como insuspeitadas economias na despesa psíquica. Não é de se admirar que esses efeitos gratificantes encorajem a criança a prosseguir no jogo e a continuá-lo sem atentar para o sentido das palavras ou para a coerência das sentenças. O jogo com palavras e pensamentos, motivado por alguns gratificantes efeitos de economia, seria pois o primeiro estágio dos chistes.

Esse jogo chega ao fim pelo fortalecimento de um fator que merece ser descrito como faculdade crítica ou racionalidade. O jogo é agora rejeitado como sem sentido ou efetivamente absurdo; em conseqüência da crítica, torna-se impossível. Agora, também, não se cogita mais da questão de derivar prazer das fontes de redescoberta do que é familiar etc., exceto acidentalmente, a não ser que o indivíduo crescido seja tomado de uma disposição agradável que, à semelhança da euforia infantil, suspenda a inibição crítica. Somente em tal caso torna-se novamente possível o velho jogo de obtenção do prazer; entretanto nem o indivíduo quer esperar que isso aconteça nem quer renunciar a um prazer que lhe é familiar. Assim ele trata de se tornar independente da disposição favorável, sendo então o ulterior desenvolvimento em direção aos chistes governado por dois esforços: evitar a crítica e encontrar um substitutivo para o estado de espírito.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que um chiste existe apenas aquilo que podemos descrever como ‘jogo’ ou como ‘gracejo’. O jogo - guardemos esse nome - aparece nas crianças que estão aprendendo a utilizar as palavras e a reuni-las. Não é de se admirar que esses efeitos gratificantes encorajem a criança a prosseguir no jogo e a continuá-lo sem atentar para o sentido das palavras ou para a coerência das sentenças. O jogo com palavras e pensamentos, motivado por alguns gratificantes efeitos de economia, seria pois o primeiro estágio dos chistes. Esse jogo chega ao fim pelo fortalecimento de um fator que merece ser descrito como faculdade crítica ou racionalidade. O jogo é agora rejeitado como sem sentido ou efetivamente absurdo; em conseqüência da crítica, torna-se impossível. Agora, também, não se cogita mais da questão de derivar prazer das fontes de redescoberta do que é familiar, exceto acidentalmente, e suspenda a inibição crítica. Somente em tal caso torna-se novamente possível o velho jogo de obtenção do prazer; entretanto nem o indivíduo quer esperar que isso aconteça nem quer renunciar a um prazer que lhe é familiar. Assim ele trata de se tornar independente da disposição favorável, sendo então o ulterior desenvolvimento em direção aos chistes governados por dois esforços: evitar a crítica e encontrar um substitutivo para o estado de espírito.

Mattanó aponta que um chiste existe apenas aquilo que podemos descrever como ‘jogo’ ou como ‘gracejo’. O jogo - guardemos esse nome - aparece nas crianças que estão aprendendo a utilizar as palavras e a reuni-las. Não é de se admirar que esses efeitos gratificantes encorajem a criança a prosseguir no jogo e a continuá-lo sem atentar para o sentido das palavras ou para a coerência das sentenças. O jogo com palavras e pensamentos, motivado por alguns gratificantes efeitos de economia, seria pois o primeiro estágio dos chistes onde economizam-se palavras, ocorrem trocas, inversões e aglutinações. Esse jogo chega ao fim pelo fortalecimento de um fator que merece ser descrito como faculdade crítica ou racionalidade, quando a criança começa a conceituar. O jogo é agora rejeitado como sem sentido ou efetivamente absurdo; em conseqüência da crítica, torna-se impossível, pois a criança aprendeu  a usar as palavras corretamente. Agora, também, não se cogita mais da questão de derivar prazer das fontes de redescoberta do que é familiar, exceto acidentalmente, e suspenda a inibição crítica. Somente em tal caso torna-se novamente possível o velho jogo de obtenção do prazer; entretanto nem o indivíduo quer esperar que isso aconteça nem quer renunciar a um prazer que lhe é familiar. Assim ele trata de se tornar independente da disposição favorável, sendo então o ulterior desenvolvimento em direção aos chistes governados por dois esforços: evitar a crítica e encontrar um substitutivo para o estado de espírito.

 

MATTANÓ

(25/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor um chiste existe apenas aquilo que podemos descrever como ‘jogo’ ou como ‘gracejo’. O jogo - guardemos esse nome - aparece nas crianças que estão aprendendo a utilizar as palavras e a reuni-las. Não é de se admirar que esses efeitos gratificantes encorajem a criança a prosseguir no jogo e a continuá-lo sem atentar para o sentido das palavras ou para a coerência das sentenças. O jogo com palavras e pensamentos, motivado por alguns gratificantes efeitos de economia, seria pois o primeiro estágio dos chistes onde economizam-se palavras, ocorrem trocas, inversões e aglutinações. Esse jogo chega ao fim pelo fortalecimento de um fator que merece ser descrito como faculdade crítica ou racionalidade, quando a criança começa a conceituar. O jogo é agora rejeitado como sem sentido ou efetivamente absurdo; em conseqüência da crítica, torna-se impossível, pois a criança aprendeu  a usar as palavras corretamente. Agora, também, não se cogita mais da questão de derivar prazer das fontes de redescoberta do que é familiar, exceto acidentalmente, e suspenda a inibição crítica. Somente em tal caso torna-se novamente possível o velho jogo de obtenção do prazer; entretanto nem o indivíduo quer esperar que isso aconteça nem quer renunciar a um prazer que lhe é familiar. Assim ele trata de se tornar independente da disposição favorável, sendo então o ulterior desenvolvimento em direção aos chistes governados por dois esforços: evitar a crítica e encontrar um substitutivo para o estado de espírito, eventos estes que podem ocorrer no mundo e da realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

Com isto, assoma o segundo estágio preliminar dos chistes - o gracejo. Trata-se agora de prolongar o prazer resultante do jogo, silenciando ao mesmo tempo as objeções levantadas pela crítica as quais não permitiriam que emergisse o sentimento gratificante. Há apenas um modo de alcançar esse fim: as combinações sem sentido de palavras ou as absurdas reuniões de pensamentos devem, não obstante, ter um sentido. Toda a engenhosidade da elaboração do chiste é convocada para que essa condição seja cumprida. Todos os métodos técnicos dos chistes já são empregados aqui - nos gracejos; além do mais, o uso lingüístico não estabelece nenhuma fronteira consistente entre um gracejo e um chiste. O que distingue um gracejo de um chiste é que o significado da sentença que escapou à crítica não necessita ser válido, novo, ou mesmo bom; é simplesmente permissível dizer tal coisa daquela forma, ainda quando seja infreqüente, desnecessário ou inútil dizê-lo de tal forma. Nos gracejos o que figura em primeiro plano é a satisfação de ter tornado possível o que era proibido pela crítica.

É, por exemplo, um gracejo a definição por Schleirmacher (ver em [1]) de que Eifersucht [o ciúme] é a Leidenschaft [paixão] que mit Eifer sucht [com avidez procura] o que Leiden schafft [causa dor]. É também um gracejo quando o Professor Kästner, que ensinava física (e fazia chistes) em Göttingen, no século XVIII perguntou a um estudante chamado Kriegk, que se inscrevia para um de seus cursos, qual a sua idade. ‘Trinta anos’ foi a resposta, a partir de que Kästner comentou: ‘Ah! tenho então a honra de conhecer a Guerra [Krieg] dos Trinta Anos’. (Kleinpaul, 1890.) Foi com um gracejo que o grande Rokitansky replicou à indagação de quais as profissões de seus quatro filhos: ‘Dois “heilen” [curam] e dois “heulen” [uivam]’ (dois médicos e dois cantores). A informação estava correta, e portanto, não vulnerável à crítica, mas não acrescenta nada ao que podia ser expresso pelas palavras entre parênteses. Não pode haver equívoco quanto ao fato de que a resposta foi dada de outra forma devido apenas ao prazer produzido pela unificação e pelo som similar das duas palavras.

Penso que agora, finalmente, compreendemos com clareza o trajeto. Através de toda a nossa consideração das técnicas dos chistes fomos atrapalhados pelo fato de que elas não eram exclusivas dos chistes; todavia, a essência dos chistes parecia depender delas, já que quando eram descartadas por redução, as características e o prazer do chiste ficavam perdidos. Vemos agora que o que descrevemos como técnicas dos chistes - devemos, em certo sentido, continuar a descrevê-las assim - são antes as fontes a partir das quais os chistes fornecem prazer; percebemos que não há nada de estranho em que outros procedimentos utilizem as mesmas fontes para fim igual. A técnica que é, entretanto, característica dos chistes e peculiar a eles, consiste no procedimento de salvaguardar o uso desses métodos de produção de prazer contra as objeções levantadas pela crítica que poriam um fim ao prazer. Há pouco que possamos dizer, de modo geral, sobre tal procedimento. A elaboração do chiste, como já comentamos, revela-se na escolha do material verbal e das situações conceptuais que permitirão ao velho jogo com palavras e pensamentos resistir ao escrutínio da crítica; com esse fim em vista, toda peculiaridade de vocabulário e toda combinação de seqüência de pensamento devem ser exploradas da maneira mais engenhosa possível. Podemos, em um próximo passo, caracterizar a elaboração do chiste por uma propriedade particular; por enquanto, permanece inexplicado como pode ser feita a seleção favorável aos chistes. O propósito e a função dos chistes, entretanto - a saber, a proteção em relação à crítica dessas seqüências de palavras e pensamentos -, já pode ser vista nos gracejos como traço principal destes. Sua função consiste, desde logo, em suspender as inibições internas e fazer fecundas as fontes de prazer tornadas inacessíveis por tais inibições; verificaremos que eles permanecem leais a essa característica no decorrer de todo o seu desenvolvimento.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes encontram no gracejo o sentido para suas expressões.

Mattanó aponta que os chistes encontram no gracejo o sentido para suas expressões, ou seja, o sentido inexplicado e absurdo.

 

MATTANÓ

(25/01/2021)

 

 

COMPOSIÇÃO: A LINGUAGEM INCONSCIENTE DOS LOUCOS (2021):

Mattanó chama de composição a linguagem inconsciente dos loucos que associa chiste, telepatia, lavagem cerebral, conhecimento, alucinações, delírios, fantasias, sedução, devaneio, cognição, mundo virtual, avatares, pressupostos e subentendidos, piadas e humor e linguagem através da condensação e do deslocamento, do prazer, e da economia psíquica, pois o louco economiza delírios e alucinações, alterações da consciência, hostilidade e agressividade, isolamento social e pobreza de linguagem como que efetuando uma catarse através da telepatia e do conhecimento.

 

MATTANÓ

(26/01/2021)

 

 

 

 

O TEMPO SEGUNDO MATTANÓ (2021):

¨O tempo só avança na medida em que a entropia aumenta¨, ou seja, a organização do universo faz o tempo avançar, esta organização pode partir de um ou mais de um pontos de neguentropia ou reorganização, que por sua vez, desorganiza o tempo e a organização do universo, fazendo o tempo se desorganizar e se reorganizar, ou seja, o tempo pode se reorganizar no universo segundo Osny Mattanó Júnior.

 

MATTANÓ

(26/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes encontram no gracejo o sentido para suas expressões, ou seja, o sentido inexplicado e absurdo. Da mesma forma os chistes no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura encontram no gracejo o sentido para suas expressões inexplicáveis e absurdas.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

Estamos agora em condições de atribuir um lugar adequado ao fator ‘sentido no nonsense ‘ (cf. introdução, em [1]), ao qual as autoridades atribuem importância tão grande como marca distintiva dos chistes e como explicação de seu efeito gratificante. Os dois pontos fixados como determinativos da natureza do chiste - seu propósito de continuar um jogo gratificante e seu esforço de protegê-lo da crítica da razão - explicam imediatamente por que um chiste individual, embora aparentemente sem sentido a partir de uma perspectiva, pode parecer razoável, ou ao menos permissível, de uma outra. A elaboração do chiste cabe operar dessa forma; se fracassa, o chiste é simplesmente rejeitado como ‘nonsense‘. Mas não é necessário que derivemos o efeito gratificante dos chistes do conflito entre os sentimentos dessa existência e inexistência simultânea de sentido nos chistes (seja diretamente, seja por via do ‘desconcerto e esclarecimento’ (ver em [2])). Nem precisamos adentrar-nos na questão de como é que o prazer procede da alternância entre ‘considerá-lo sem sentido’ e ‘reconhecê-lo como sensato’. A psicogênese dos chistes nos ensinou que o prazer em um chiste deriva do jogo com as palavras ou da liberação do nonsense e que o significado nos chistes pretende simplesmente proteger o prazer contra sua supressão pela crítica.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o prazer em um chiste deriva do jogo com as palavras ou da liberação do nonsense e que o significado nos chistes pretende simplesmente proteger o prazer contra sua supressão pela crítica.

Mattanó aponta que o prazer em um chiste deriva do jogo com as palavras ou da liberação do nonsense e que o significado nos chistes pretende simplesmente proteger o prazer contra sua supressão pela crítica. Seu sentido no nonsense é seu efeito gratificante. Por isso os significados produzem prazer e os sentidos produzem gratificação em um chiste.

 

MATTANÓ

(28/01/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o prazer em um chiste deriva do jogo com as palavras ou da liberação do nonsense e que o significado nos chistes pretende simplesmente proteger o prazer contra sua supressão pela crítica. Seu sentido no nonsense é seu efeito gratificante. Por isso os significados produzem prazer e os sentidos produzem gratificação em um chiste. Da mesma forma o prazer em um chiste deriva do jogo com as palavras ou a liberação do nonsense, do absurdo, se significado tenta protegê-lo da sua supressão pela crítica, até no mundo e na realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Dessa forma o problema do caráter essencial dos chistes já está explicado nos gracejos. Voltemos agora ao desenvolvimento posterior dos gracejos, ao ponto em que estes se elevam à categoria de chistes tendenciosos. Os gracejos visam principalmente proporcionar prazer e se contentam em fazer com que aquilo que dizem não pareça sem sentido ou completamente esvaziado de substância. Quando um gracejo possui substância e valor, torna-se um chiste. Um pensamento que merece nosso interesse mesmo se expresso na forma mais despretensiosa reveste-se agora de uma forma que nos proporciona prazer por seus próprios meios. Devemos supor que tal combinação não tenha ocorrido despropositadamente; devemos pois tentar descobrir a intenção subjacente à construção do chiste. Uma observação feita anteriormente (de passagem, ao que parece) nos porá na pista. Dissemos antes (ver em [1]) que um bom chiste produz em nós como que uma impressão total de prazer, sem que possamos decidir de imediato qual parte do prazer procede da forma do chiste, qual procede de seu adequado conteúdo intelectual. Cometemos constantes erros nessa distribuição. Algumas vezes superestimamos a excelência do chiste devido à nossa admiração pelo pensamento que contém; outras vezes, pelo contrário, superestimamos o valor do pensamento devido ao prazer que nos foi proporcionado pelo invólucro chistoso. Não sabemos o que é que nos proporciona prazer, nem de que estamos rindo. Essa incerteza em nosso juízo, que se deve admitir como um fato, pode ter fornecido o motivo para a construção dos chistes, no sentido próprio dessa palavra. O pensamento procura envolver-se em um chiste pois esta é uma forma de recomendar-se à nossa atenção e parecer mais importante e mais valioso, mas acima de tudo porque este invólucro suborna nossos poderes de crítica e os confunde. Inclinamo-nos a conferir ao pensamento o benefício de nos ter agradado na forma do chiste; não nos inclinamos também a achar erro naquilo que nos divertiu, desperdiçando assim a fonte de um prazer. Se o chiste nos faz rir além do mais, há de ter se estabelecido em nós uma disposição mais favorável à crítica; nesse caso, pois, algo há de nos ter imposto a disposição que anteriormente o jogo era suficiente para produzir e da qual o chiste tenta, por todos os meios possíveis, se fazer substituto. Mesmo se afirmamos antes que tais chistes devem ser descritos como inocentes e ainda não tendenciosos não devemos nos esquecer de que, estritamente falando, apenas os gracejos são não tendenciosos - isto é, servem exclusivamente ao propósito de produzir prazer. Os chistes nunca são efetivamente não tendenciosos, mesmo se o pensamento neles contido é não tendencioso e apenas serve aos interesses intelectuais teóricos. Eles perseguem um segundo objetivo: promover o pensamento, aumentando-o e guardando-o da crítica. Aqui eles estão novamente exprimindo sua natureza original, antepondo-se ao poder inibidor e restritivo - que é, agora, o julgamento crítico.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o problema do caráter essencial dos chistes já está explicado nos gracejos. Voltemos agora ao desenvolvimento posterior dos gracejos, ao ponto em que estes se elevam à categoria de chistes tendenciosos. Os gracejos visam principalmente proporcionar prazer e se contentam em fazer com que aquilo que dizem não pareça sem sentido ou completamente esvaziado de substância. Quando um gracejo possui substância e valor, torna-se um chiste. Um pensamento que merece nosso interesse mesmo se expresso na forma mais despretensiosa reveste-se agora de uma forma que nos proporciona prazer por seus próprios meios. Devemos supor que tal combinação não tenha ocorrido despropositadamente; devemos pois tentar descobrir a intenção subjacente à construção do chiste. Algumas vezes superestimamos a excelência do chiste devido à nossa admiração pelo pensamento que contém; outras vezes, pelo contrário, superestimamos o valor do pensamento devido ao prazer que nos foi proporcionado pelo invólucro chistoso. Não sabemos o que é que nos proporciona prazer, nem de que estamos rindo. Essa incerteza em nosso juízo, que se deve admitir como um fato, pode ter fornecido o motivo para a construção dos chistes, no sentido próprio dessa palavra. O pensamento procura envolver-se em um chiste pois esta é uma forma de recomendar-se à nossa atenção e parecer mais importante e mais valioso, mas acima de tudo porque este invólucro suborna nossos poderes de crítica e os confunde. Inclinamo-nos a conferir ao pensamento o benefício de nos ter agradado na forma do chiste; não nos inclinamos também a achar erro naquilo que nos divertiu, desperdiçando assim a fonte de um prazer. Os chistes nunca são efetivamente não tendenciosos, mesmo se o pensamento neles contido é não tendencioso e apenas serve aos interesses intelectuais teóricos. Eles perseguem um segundo objetivo: promover o pensamento, aumentando-o e guardando-o da crítica. Aqui eles estão novamente exprimindo sua natureza original, antepondo-se ao poder inibidor e restritivo - que é, agora, o julgamento crítico.

Mattanó aponta que o problema do caráter essencial dos chistes já está explicado nos gracejos. Voltemos agora ao desenvolvimento posterior dos gracejos, ao ponto em que estes se elevam à categoria de chistes tendenciosos. Os gracejos visam principalmente proporcionar prazer e se contentam em fazer com que aquilo que dizem não pareça sem sentido ou completamente esvaziado de substância. Quando um gracejo possui substância e valor, torna-se um chiste. Um pensamento que merece nosso interesse mesmo se expresso na forma mais despretensiosa reveste-se agora de uma forma que nos proporciona prazer por seus próprios meios. Devemos supor que tal combinação não tenha ocorrido despropositadamente; devemos pois tentar descobrir a intenção subjacente à construção do chiste. Algumas vezes superestimamos a excelência do chiste devido à nossa admiração pelo pensamento que contém; outras vezes, pelo contrário, superestimamos o valor do pensamento devido ao prazer que nos foi proporcionado pelo invólucro chistoso. Não sabemos o que é que nos proporciona prazer, nem de que estamos rindo. Essa incerteza em nosso juízo, que se deve admitir como um fato, pode ter fornecido o motivo para a construção dos chistes, no sentido próprio dessa palavra. O pensamento procura envolver-se em um chiste pois esta é uma forma de recomendar-se à nossa atenção e parecer mais importante e mais valioso, mas acima de tudo porque este invólucro suborna nossos poderes de crítica e os confunde. Inclinamo-nos a conferir ao pensamento o benefício de nos ter agradado na forma do chiste; não nos inclinamos também a achar erro naquilo que nos divertiu, desperdiçando assim a fonte de um prazer. Os chistes nunca são efetivamente não tendenciosos, mesmo se o pensamento neles contido é não tendencioso e apenas serve aos interesses intelectuais teóricos. Eles perseguem um segundo objetivo: promover o pensamento, aumentando-o e guardando-o da crítica. Aqui eles estão novamente exprimindo sua natureza original, antepondo-se ao poder inibidor e restritivo - que é, agora, o julgamento crítico. Os chistes servem para aumentar o julgamento crítico e os interesses intelectuais da sua época, do seu contexto, da sua comunidade, revelando padrões de comportamento e de ritos e mitos que fazem dos chistes comportamentos que podem levar o indivíduo a processos de iniciação ou de passagem ou de morte e de luto, de casamento e de namoro, de fertilidade do corpo e da terra, do meio ambiente, da água, do espaço e do cosmos, de luta e combate, de guerra e conflito, de saúde física e mental, etc., ou de loucura e destruição dos ritos e mitos de iniciação e de passagem, de morte e de luto, de casamento e de namoro, de fertilidade do corpo e da terra, do meio ambiente, da água, do espaço e do cosmos, de luta e combate, de guerra e conflito, de saúde física e mental, etc..

 

MATTANÓ

(28/01/2021)

 

 

Mattanó alerta que a investigação por conhecimento através da telepatia tem mais adversidades e problemas como não ter como verificar o histórico do organismo, da saúde física do indivíduo investigado, seja durante a análise do conhecimento por telepatia ou depois disto, pois dificilmente guardamos em nossas memórias como nos sentimos fisicamente, com nossos órgãos internos e nossa afetividade, nossos órgãos dos sentidos e nossa percepção, se está clara ou  não, se estamos conscientes ou não o suficiente em dado momento de determinada situação e contexto, pois num contexto podemos ter um crime de intolerância e de ódio mas o criminoso pode estar sendo vítima de alguma intoxicação ou mal-estar que a hipnose por telepatia ou o conhecimento por telepatia não dão conta de detectarem e comprovarem, visto que já passou e o indivíduo não estava consciente disso, necessitava de exame médico, sentia apenas um mal-estar, tudo estava no inicio e se processando em seu organismo, ou num outro caso onde uma criança está sozinha com seus irmãos e sua empregada doméstica e outra pessoa noutro ambiente, por meio de telepatia, interfere no comportamento e na psique dessas crianças, a longa data, levando-as a brincar com a empregada doméstica que suscita a sua sexualidade, sua região genital, cometendo crime de pedofilia, e traumatizando essas crianças e só depois de 40 anos a polícia e as autoridades que já acompanhavam o caso resolvem investigar, interferir e julga-lo, será que conseguirão? Pois como saberão como estava o corpo físico dessa empregada doméstica, seu cérebro, mente e comportamento e o meu e os dos meus irmãos? Será que o maior crime não é de quem sabia dessa manipulação e se omitia e dá ordens para perseguir a mim e a minha família, inclusive para nos estuprar-nos como com outra empregada doméstica e os meus amigos e professores do Colégio São Paulo no Centro Esportivo daquele colégio nos anos 80? Eu já testemunhei uma amiga da minha mãe que mostrou a vagina para mim quando eu era criança e queria que eu montasse nas costas dela na piscina da AFML e noutra ocasião queria que eu ficasse com ela em seu apartamento para ficar com ela, não sei, mas parece que ela era polícia e as outras duas empregadas domésticas que me estupraram e aos meus irmãos também eram policiais – a polícia investigava a minha família desde 1973 por causa da telepatia e o FBI, a Polinter e a Polícia Federal disse que foi a polícia quem abriu a telepatia para fora dos portões da minha residência, portanto o crime não é meu, é da polícia!

 

MATTANÓ

(09/02/2021)

 

 

O RENASCER DO COMPORTAMENTO E DAS RELAÇÕES SOCIAIS (2021):

TRAJETÓRIA ALTERNATIVA DOS HERÓIS + PSICOSSEXUALIDADE MATTANONIANA + PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO MATTANONIANO ═ COMPORTAMENTO + RELAÇÕES SOCIAIS. (OSNY MATTANÓ JÚNIOR/ 2021).

 

A TRAJETÓRIA ALTERNATIVA DOS HERÓIS (2019)/PSICOSSEXUALIDADE MATTANONIANA (2021)/PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO MATTANONIANO (2021):

 

  1. O chamado

O chamado pode ser um sinal no céu, um som, uma canção, um toque de um amigo, uma oração, uma revelação, um oráculo, uma passagem ou uma iniciação, um rito ou um mito, uma instituição, um poder, uma família, um indivíduo, um trabalho, uma educação, um esporte, um ato ou um pensamento, um delírio ou uma alucinação, uma voz, um pedido, uma ordem, um julgamento, etc..

O chamado está para a Pulsão Auditiva passiva quando o bebê escuta o seu mundo, mesmo sem significado e sem sentido e vai construindo essa relação de significados e de sentidos através da Fase Urubórus onde morde seu próprio rabo e se fecha em si mesmo, ficando impedido de se mostrar e de se exibir ao mundo.

  1. O chamado pode ser recusado

O chamado pode ser recusado pelo herói se ele não o reconhecer ou se ele não estiver preparado pare ele, tanto psicologicamente, quanto filosoficamente, socialmente e espiritualmente e até economicamente ou profissionalmente, academicamente ou familiarmente, tornando o chamado algo obtuso e sem significado, sem sentido para ele que não responde e nem se comporta aceitando-o.

O chamado pode ser recusado quando não é entendido ou reconhecido, quando não é bem interpretado ou o herói não está preparado para ele, neste caso está sem significados e sem sentidos para encará-lo na Pulsão Auditiva e na Fase Urubórus continua voltado para si mesmo, mordendo seu próprio rabo, fechado para o mundo, para o conhecimento e para as experiências.

  1. Os problemas do caminho

Os problemas do caminho podem ser muitos como adversidades biológicas, psicológicas, sociais, filosóficas, espirituais, econômicas, matemáticas, físicas, extraterrestres, da vida ou do universo e até sobrenaturais.

Os problemas do caminho revelam que a Pulsão Oral está a caminho, que a vida e  nutrição estão a caminho, que sua mãe está a caminho, que a Fase Matriarcal está se revelando para a criança como uma bênção.

  1. A ajuda sobrenatural

A ajuda sobrenatural refere-se a ajuda de um ser que aparece  miraculosamente no seu caminho ou em sua trajetória oferecendo-lhe meios e amuletos para se comportar e pensar de modo que vença suas adversidades, tornando-se mais forte e superior, como que vencendo suas inferioridades.

A ajuda sobrenatural diz respeito a ajuda e interferência de eventos sobrenaturais como o batismo e a oração na vida da criança através da Fase Oral e da Fase Matriarcal.

  1. O enfrentamento do problema

O enfrentamento do problema  refere-se a capacidade, a oportunidade e a obrigatoriedade do herói ter que lidar com situações de problema onde ele terá que lidar com adversidades ambientais de várias formas e contingências, levando-o a compreender que para vencer é preciso lutar e enfrentar.

O enfrentamento do problema leva a criança a capacidade e a vitória diante das contingências da Fase Anal e da Fase Patriarcal onde o pai é visto como problema.

  1. O contato com o monstro

O contato com o monstro refere-se a quando o herói entra em contato com o monstro, com a baleia e é engolido.

O contato com o monstro refere-se com o contato da criança com suas fezes e sua incapacidade diante delas na Fase Anal  e na Fase Patriarcal.

  1. A vitória ou a derrota

A vitória ou a derrota dependem de como o herói se comportou, se ele aceitou seu destino, lutou e venceu seu monstro, a baleia, ou se não aceitou seu destino, não lutou e perdeu para o monstro, a baleia e foi digerido por ela.

A vitória ou a derrota dependem de como a criança significa e dá sentido ao seu comportamento diante das fezes, se ela se controla e às fezes ou se descontrola e às fezes, diante da Fase Anal e da Fase Patriarcal.

  1. A mensagem

A mensagem depende da vitória do herói que retorna do ventre da baleia e conta sua história de luta e de vitória.

A mensagem depende de como a criança significa seu sucesso diante das fezes e de seu comportamento de controla-las ou não controla-las na Fase Anal e na Fase Patriarcal.

  1. A caminhada

A caminhada reflete sua vitória, sua mensagem, seu destino de aceitação, luta e vitória para a perpetuação de sua comunidade e de sua família.

A caminhada refere-se a sua vitória e ao avanço no seu destino aceitando-o, sua luta e vitória para a próxima Fase.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao retorno do herói com sua mensagem até sua comunidade, com sua experiência, com seus rituais e suas instituições.

O regresso refere-se a criança poder rememorar sua experiência através do seu mapa cognitivo, através de sua memória e ritualizá-la.

  1. O novo acontecimento adverso

O novo acontecimento adverso reflete que o herói foi chamado novamente para a luta e para o combate, para lidar com um novo acontecimento adverso em sua caminhada.

O novo acontecimento adverso refere-se a criança ser chamada novamente a luta e ao combate, para enfrentar algo novo que pode ser uma regressão ou algo inédito.

  1. A nova luta e o novo enfrentamento

A nova luta e o novo enfrentamento referem-se ao novo combate e ao novo desafio pelo herói enfrentado, se ele o aceita ou não e a sua própria história.

A nova luta e o novo enfrentamento referem-se ao novo combate e ao novo desafio da criança que pode ser uma regressão ou algo inédito.

  1. A vitória ou a derrota

A vitória ou a derrota dependem de como o herói selecionou seu destino, se ele o aceitou ou se renunciou a ele e ao seu novo combate.

A vitória ou a derrota dependem de como a criança significou e deu sentido ao seu destino e ao seu novo desafio.

  1. A 2ª mensagem

A 2ª mensagem refere-se ao segundo desafio concluído e refletido, todo pensado e arranjado, elaborado.

A 2ª mensagem refere-se ao segundo desafio que pode ser uma nova leitura de sua personalidade, talvez ao invés de psicanalítica substituída por sociológica.

  1. A contínua caminhada

A contínua caminhada refere-se a contínua jornada do herói que jamais termina enquanto ele estiver em sua comunidade e estiver vivo, pois há problemas e desafios por todos os lados em nossas comunidades.

A contínua caminhada refere-se a contínua jornada da criança que agora é um jovem cheio de desafios sociológicos, por exemplo, podem ser trabalhistas, espirituais, escolares, políticos, filosóficos, etc..

  1. O regresso

O regresso refere-se ao retorno do herói da sua nova caminhada com uma nova mensagem para sua comunidade, para sua família.

O regresso refere-se ao retorno do jovem com uma nova mensagem, agora sociológica, para sua comunidade ou família.

  1. Outro acontecimento adverso

Outro acontecimento adverso refere-se ao mesmo que não há limites ao número de acontecimentos adversos a que está submetido o herói em nossa sociedade e em nossas comunidades e famílias, pois o mundo é assim.

O outro acontecimento adverso refere-se ao indefinido e imprevisível, ao mundo e aos olhar e seu enfoque que também são indefinidos e imprevisíveis.

  1. Outra luta e outro enfrentamento

Outra luta e outro enfrentamento referem-se ao número ilimitados de problemas que gerarão luta e enfrentamento para o nosso herói nos tempos atuais.

Outra luta e outro enfrentamento referem-se ao enorme número de problemas indefinidos atuais que nos cercam e cercam nossos enfoques atuais.

  1. A outra vitória ou a outra derrota

A outra vitória e a outra derrota referem-se ao número de vitórias e de derrotas que o herói pode enfrentar em sua jornada e trajetória.

A outra vitória ou a outra derrota referem-se as vitórias e derrotas que enfrentamos na vida em nossa jornada e trajetória segundo um enfoque, aqui sociológico.

  1. A mensagem

A mensagem refere-se ao número ilimitado de vezes que ela foi gerada pela experiência do herói.

A mensagem refere-se ao número ilimitado que ela foi gerada pela experiência do jovem em sua caminhada sociológica.

  1. A caminhada

A caminhada refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que sair para enfrentar sua jornada, sua trajetória e alcançar sua vitória ou ter sua derrota.

A caminhada refere-se ao número ilimitado de vezes que o jovem teve que enfrentar as contingências da sociologia para alcançar sua vitória ou derrota.

  1. O regresso

O regresso refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que regressar para sua comunidade com sua vitória e mensagem ou derrotado e destruído.

O regresso refere-se ao número ilimitado de vezes que o jovem teve que regressar para sua comunidade com sua mensagem sociológica para sua vitória ou derrota.

  1. O encontro com a sua comunidade

O encontro com a sua comunidade é marcado pela chegada e pela recepção, por uma ansiedade e uma angústia.

O encontro com a sua comunidade é marcado pela recepção, pela ansiedade e pela angústia num contexto sociológico.

  1. A entrega do seu tesouro, cabeça do monstro ou revelação

A entrega do seu tesouro, cabeça do monstro ou revelação mostra que o tesouro são as riquezas conquistadas pelo herói, a cabeça do monstro é justamente a cabeça do minotauro arrancada pelo herói, e a revelação e obviamente a mensagem sobrenatural que Deus, um anjo ou Nossa Senhora entregou para um herói ou Santo.

A entrega do seu tesouro, revelação, cabeça de monstro ou mensagem sobrenatural são dádivas de Deus, de um anjo ou de Nossa Senhora, para um jovem herói ou Santo, neste enfoque sociológico e antropológico.

  1. O tesouro causa alegria e exautação

O tesouro causa alegria e exautação pois se trata de riquezas e   grandes belezas, grandes fortunas e bens incalculáveis.

O tesouro causa alegria e exautação em culturas e análises sociológicas onde os jovens são provados e iniciados em ritos para que continuem a exercer o controle e a dominação dessas riquezas e bens incalculáveis.

  1. A cabeça do monstro causa medo e temor

A cabeça do monstro causa medo e temor pois se trata da cabeça do monstro, do minotauro, do demônio, que seduz as crianças e as pessoas puras e Santas com sexo, dinheiro, bens, violência, drogas e poder.

A cabeça do monstro causa medo e temor entre as comunidades e os jovens pois seduz as pessoas puras e Santas com riquezas e bens incalculáveis, poder e sexo, violência numa sociedade corrompida.

  1. A revelação causa admiração e endeusamento

A revelação causa admiração e endeusamento pois se trata de Deus, de um Santo, de um anjo, do Amor de Deus, da Graça de Deus, da Misericórdia de Deus, da Família de Deus.

A revelação causa admiração e endeusamento pois se trata de Deus e da  Santidade numa comunidade, numa sociedade.

  1. A apoteose e a liberdade

A apoteose e a liberdade referem-se ao grande momento de maravilhamento, extasiamento, deslumbramento oriundo da auto-atualização e auto-realização, do processo de individuação que geram liberdade e libido, comunhão e segurança.

A apoteose e a liberdade referem-se ao maravilhamento e ao deslumbramento promovido pela liberdade psicológica nesse contexto social.

  1. A liberdade para se viver e para se ensinar a viver

A liberdade para se viver e para se ensinar a viver revela que o herói adquiriu todo o conhecimento necessário para viver e ensinar a viver em sua comunidade, mostrando autonomia e independência, capacidade de auto-significação.

A liberdade para se viver e para se ensinar a viver revela autonomia, independência, capacidade de auto-significação comunitária e sociológica.

Auto-significação segundo Osny Mattanó Júnior é gerar significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, funcionalidade, simbologia, topografia, intensidade, magnitude, latência, amplitude, limiar, frequência, linguagem, relação social, gestalt, insight, chiste, fantasias, desejo, desejo de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, história de vida, conclusão e interpretação final, atividade, consciência, identidade, alienação e afetividade, trabalho e estilo de vida.  

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 09 de fevereiro de 2021.

 

MATTANÓ

(09/02/2021)

 

 

Mattanó aponta que toda teoria em Psicologia e Psicanálise deve ser orientada e voltada para a cura e bem-estar bio-psico-social e comportamental do indivíduo e de sua comunidade, ela jamais deve se voltar para a morte, doença ou fracasso desse indivíduo ou comunidade, pois constitui crime de periclitação da vida e da saúde.

E toda teoria da comunicação deve ser orientada e voltada para a comunicação e não para o impedimento ou ruído na comunicação, que neste caso é a telepatia sob o enfoque de um comportamento criminoso e perigoso, mas se o enfocarmos como comunicação, a teoria da comunicação o compreenderá como comunicação, pois se estrutura na comunicação, e mesmo assim temos o direito do indivíduo nesta nova forma de se comunicar, dele se associar ou não se associar e de permanecer ou não permanecer associado a essa forma de comunicação, e o direito a intimidade e a privacidade, por exemplo, como temos o direito a não perturbar o sossego, a paz e a ordem, a não sermos cobaias humanas sem consentimento pessoal de cientista qualquer, seja ele da Comunicação ou da Psicologia e da Psicanálise e até do Direito ou das Ciências Sociais, da Administração, da Política, dos Militares, etc., pois essa teoria da comunicação esta sendo construída, dia-a-dia, para a guerra, morte, doença e fracasso de muitos, para a destruição de Deus e de Seu Amor, para chama-lo de alienígena e toda forma de religião ser destruída na face da Terra por teorias que são formuladas para derrotarem a Voz de Jesus e de Nossa Senhora, mas se a religião existe temos que perdoar quem teceu esta teia de falsidades e continuar nosso caminho com Jesus Cristo, Nossa Senhora e Seu Amor, e inclusive as outras religiões, cristãs ou não cristãs!

 

MATTANÓ

(12/02/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o problema do caráter essencial dos chistes já está explicado nos gracejos. Voltemos agora ao desenvolvimento posterior dos gracejos, ao ponto em que estes se elevam à categoria de chistes tendenciosos. Os gracejos visam principalmente proporcionar prazer e se contentam em fazer com que aquilo que dizem não pareça sem sentido ou completamente esvaziado de substância. Quando um gracejo possui substância e valor, torna-se um chiste. Um pensamento que merece nosso interesse mesmo se expresso na forma mais despretensiosa reveste-se agora de uma forma que nos proporciona prazer por seus próprios meios. Devemos supor que tal combinação não tenha ocorrido despropositadamente; devemos pois tentar descobrir a intenção subjacente à construção do chiste. Algumas vezes superestimamos a excelência do chiste devido à nossa admiração pelo pensamento que contém; outras vezes, pelo contrário, superestimamos o valor do pensamento devido ao prazer que nos foi proporcionado pelo invólucro chistoso. Não sabemos o que é que nos proporciona prazer, nem de que estamos rindo. Essa incerteza em nosso juízo, que se deve admitir como um fato, pode ter fornecido o motivo para a construção dos chistes, no sentido próprio dessa palavra. O pensamento procura envolver-se em um chiste pois esta é uma forma de recomendar-se à nossa atenção e parecer mais importante e mais valioso, mas acima de tudo porque este invólucro suborna nossos poderes de crítica e os confunde. Inclinamo-nos a conferir ao pensamento o benefício de nos ter agradado na forma do chiste; não nos inclinamos também a achar erro naquilo que nos divertiu, desperdiçando assim a fonte de um prazer. Os chistes nunca são efetivamente não tendenciosos, mesmo se o pensamento neles contido é não tendencioso e apenas serve aos interesses intelectuais teóricos. Eles perseguem um segundo objetivo: promover o pensamento, aumentando-o e guardando-o da crítica. Aqui eles estão novamente exprimindo sua natureza original, antepondo-se ao poder inibidor e restritivo - que é, agora, o julgamento crítico. Os chistes servem para aumentar o julgamento crítico e os interesses intelectuais da sua época, do seu contexto, da sua comunidade, revelando padrões de comportamento e de ritos e mitos que fazem dos chistes comportamentos que podem levar o indivíduo a processos de iniciação ou de passagem ou de morte e de luto, de casamento e de namoro, de fertilidade do corpo e da terra, do meio ambiente, da água, do espaço e do cosmos, de luta e combate, de guerra e conflito, de saúde física e mental, etc., ou de loucura e destruição dos ritos e mitos de iniciação e de passagem, de morte e de luto, de casamento e de namoro, de fertilidade do corpo e da terra, do meio ambiente, da água, do espaço e do cosmos, de luta e combate, de guerra e conflito, de saúde física e mental, etc.. Da mesma forma os chistes podem levar a um aumento do pensamento crítico e dos interesses intelectuais do indivíduo em sua época, promovendo o interesse no mundo e na realidade virtuais, na Palavra e na Sagrada Escritura como forma de reforço intelectual virtual.

 

MATTANÓ

(29/08/2025)

 

 

 

 

 

Esse primeiro uso dos chistes que ultrapassa a produção do prazer aponta para seus usos ulteriores. Um chiste é agora enfocado como um fator psíquico munido de poder: seu peso, avaliado em uma ou outra escala, pode ser decisivo. Os principais propósitos e instintos da vida mental empregam-no para seus próprios fins. O chiste originalmente não tendencioso, que começa como jogo, põe-se secundariamente em relação com propósitos aos quais nada do que toma forma na mente pode escapar. Já sabemos o que se pode conseguir a serviço do propósito de desnudamento e dos propósitos hostis, cínicos e céticos. No caso dos chistes obscenos, derivados do smut, tornar a terceira pessoa, que originalmente interferia com a situação sexual, em aliado diante do qual a mulher deve sentir vergonha, subornando essa terceira pessoa com a dádiva do prazer produzido. Para propósitos agressivos, empregar o mesmo método para tornar o ouvinte, inicialmente indiferente, em correligionário de seu ódio ou desprezo, criando para o inimigo um pugilo de oponentes quando, de início, só existia um único. No primeiro caso, supera as inibições da vergonha e da respeitabilidade através da bonificação de prazer oferecida; no segundo, subverte o julgamento crítico que, de outro modo, teria examinado a disputa. No terceiro e quarto casos, a serviço de propósitos cínicos e céticos, despedaça o respeito pelas instituições e verdades em que o ouvinte tem acreditado, de um lado reforçando o argumento, de outro, praticando nova espécie de ataque. Onde a argumentação tenta aliciar a crítica do ouvinte, o chiste se esforça por tirá-la de campo. Sem dúvida o chiste escolhe o médico psicologicamente mais efetivo.

Nesse levantamento das realizações dos chistes tendenciosos, a maior proeminência é assumida - como se verifica facilmente - pelo efeito dos chistes sobre as pessoas que os escutam. Mais importantes, entretanto, do ponto de vista de nossa compreensão são as funções cumpridas pelos chistes na mente da pessoa que os inventa, ou os atualiza, enfim a pessoa a quem eles ocorrem. Já propusemos (ver em [1]) - temos aqui oportunidade de repetir esta noção - que devíamos tentar estudar o fenômeno psíquico dos chistes com referência a sua distribuição entre duas pessoas. Faremos uma sugestão provisória de que o processo psíquico provocado pelo chiste no ouvinte reproduz em muitos casos aquele que ocorre em seu criador. Ao obstáculo externo a ser vencido no ouvinte corresponde uma inibição interna no elaborador do chiste. Pelo menos a expectativa de um obstáculo externo está presente no último como uma idéia inibidora. Em certos casos o obstáculo interno vencido pelo chiste tendencioso é óbvio; nos chistes de Herr N., por exemplo, podemos admitir (ver em [1]) que não apenas permitem a seus ouvintes desfrutar a agressividade sob a forma de insultos, como, acima de tudo, permite-lhe produzi-los. Entre os vários tipos de inibição ou supressão interna há um que merece nosso especial interesse, porque é o mais abrangente. Dá-se-lhe o nome de ‘repressão’ e é reconhecido por sua função de impedir que os impulsos a ele sujeitos, e seus derivativos, tornem-se conscientes. Os chistes tendenciosos, como veremos, são capazes de liberar prazer mesmo de fontes que já sofreram repressão. Se, como sugerido acima, a superação de obstáculos externos pode ser, dessa forma, referida à superação de inibições e repressões internas, podemos dizer que os chistes tendenciosos exibem a principal característica da elaboração do chiste - a de liberar prazer pelo descarte das inibições - mais claramente que quaisquer outros dos estágios do desenvolvimento dos chistes. Ou fortalecem os propósitos a que servem, transmitindo-lhes apoio procedente dos impulsos mantidos suprimidos, ou põem-se inteiramente a serviço dos propósitos suprimidos.

Já estamos prontos a admitir que é isso o que realizam os chistes tendenciosos mas devemos ter em mente que não compreendemos ainda como podem obter esses resultados. Seu poder consiste na produção do prazer que extraem das fontes do jogo de palavras e da liberação do nonsense; mas se vamos emitir juízos a partir das impressões que nos fazem os gracejos não tendenciosos, não poderemos considerar o montante desse prazer grande bastante para lhe atribuir a força de suspender inibições e repressões profundamente arraigadas. O que temos diante de nós é efetivamente não um simples efeito de força mas uma mais complexa situação de liberação. Em vez de expor o longo rodeio pelo qual atingimos uma compreensão da situação, tentarei fazer uma breve exposição sintética dela.

Fechner (1897, 1, Capítulo V) apresenta um ‘princípio de cooperação ou de intensificação estética’, expresso como segue: ‘Se os determinantes do prazer, que por si mesmo produzem um pequeno efeito, convergem sem contradição mútua, resulta um montante de prazer maior, freqüentemente muito maior, que o correspondente ao valor-prazer dos determinantes separados - um prazer maior que pode ser explicado como sendo a soma dos efeitos separados. De fato, uma convergência dessa espécie pode levar mesmo a uma resultante positiva de prazer e o limiar do prazer pode ser ultrapassado onde os fatores separados seriam débeis demais para fazê-lo, embora eles devam, comparativamente, apresentar uma perceptível vantagem em deleitabilidade’. (Ibid, 51. Os grifos são de Fechner.)

Penso que o tópico dos chistes não nos dá grande oportunidade de confirmar a correção desse princípio, cuja excelência pode ser demonstrada em muitas outras estruturas estéticas. No que toca aos chistes, já sabemos algo mais, que pelo menos bordeja esse princípio: a saber, que onde vários fatores proporcionadores de prazer operam juntos não podemos atribuir a cada um deles a parte que realmente lhes cabe na consecução do resultado. (Ver em [1].) Podemos, entretanto, variar a situação admitida no ‘princípio da cooperação’, e como conseqüência dessas novas condições, chegar a algumas questões merecedoras de resposta. O que em geral acontece se, em uma combinação, convergem determinantes de prazer e determinantes de desprazer? De que depende o resultado e que fator decide se preponderará o prazer ou o desprazer?

O caso dos chistes tendenciosos é um caso especial entre essas possibilidades. Um impulso ou tendência presente procura liberar prazer de uma fonte particular e, se lhe fosse permitido trânsito livre, de fato o liberaria. Além disso, está presente outra tendência que labora contra essa geração de prazer - inibindo-o ou suprimindo-o. A corrente supressiva deve, pois, como o demonstra o resultado, ser em certo grau mais forte que a suprimida, que não é, entretanto, por essa razão, abolida. Suponhamos agora que aparece ainda uma outra tendência que liberaria o prazer pelo mesmo processo, embora a partir de outra fonte, operando pois no mesmo sentido que a tendência suprimida. Qual seria o resultado nesse caso?

Um exemplo nos posicionará melhor que esta discussão esquemática. Admitamos que existe o impulso de insultar certa pessoa; isso, entretanto, opõe-se tão fortemente a nossos sentimentos de propriedade ou de cultura estética que o insulto não pode se consumar. Se pudéssemos, por exemplo, transgredi-los em conseqüência de alguma mudança da condição ou disposição emocional sentiríamos subseqüentemente essa transgressão com propósito insultante com desprazer. Portanto o insulto não ocorre. Suponhamos, agora, entretanto, que se apresenta a possibilidade pela derivação de um bom chiste a partir do material verbal e conceptual usado para o insulto - ou seja, a possibilidade de liberar prazer de outras fontes não obstruídas pela mesma supressão. Esse segundo desenvolvimento do prazer não poderia apesar disso ocorrer a não ser que o insulto fosse permitido; tão logo este último seja permitido, uma nova liberação de prazer lhe é acrescentada. A experiência com chistes tendenciosos revela que em tais circunstâncias o propósito suprimido pode, com a colaboração do prazer derivado do chiste, ganhar força suficiente para superar a inibição, que, de outra forma, a sobrepujaria em força. O insulto portanto ocorre já que o chiste o tornou possível. Mas o prazer obtido não é apenas aquele produzido pelo chiste: é incomparavelmente maior. É tão superior ao prazer originário do chiste que devemos supor que o propósito, até aqui suprimido, tenha conseguido esgueirar-se, talvez sem a mínima diminuição. Em tais circunstâncias é que o chiste é recebido com a melhor gargalhada.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes tendenciosos, como veremos, são capazes de liberar prazer mesmo de fontes que já sofreram repressão. Se, como sugerido acima, a superação de obstáculos externos pode ser, dessa forma, referida à superação de inibições e repressões internas, podemos dizer que os chistes tendenciosos exibem a principal característica da elaboração do chiste - a de liberar prazer pelo descarte das inibições - mais claramente que quaisquer outros dos estágios do desenvolvimento dos chistes. Ou fortalecem os propósitos a que servem, transmitindo-lhes apoio procedente dos impulsos mantidos suprimidos, ou põem-se inteiramente a serviço dos propósitos suprimidos. Seu poder consiste na produção do prazer que extraem das fontes do jogo de palavras e da liberação do nonsense; mas se vamos emitir juízos a partir das impressões que nos fazem os gracejos não tendenciosos, não poderemos considerar o montante desse prazer grande bastante para lhe atribuir a força de suspender inibições e repressões profundamente arraigadas. O que temos diante de nós é efetivamente não um simples efeito de força mas uma mais complexa situação de liberação. Admitamos que existe o impulso de insultar certa pessoa; isso, entretanto, opõe-se tão fortemente a nossos sentimentos de propriedade ou de cultura estética que o insulto não pode se consumar. Se pudéssemos, por exemplo, transgredi-los em conseqüência de alguma mudança da condição ou disposição emocional sentiríamos subseqüentemente essa transgressão com propósito insultante com desprazer. Portanto o insulto não ocorre. Suponhamos, agora, entretanto, que se apresenta a possibilidade pela derivação de um bom chiste a partir do material verbal e conceptual usado para o insulto - ou seja, a possibilidade de liberar prazer de outras fontes não obstruídas pela mesma supressão. Esse segundo desenvolvimento do prazer não poderia apesar disso ocorrer a não ser que o insulto fosse permitido; tão logo este último seja permitido, uma nova liberação de prazer lhe é acrescentada. A experiência com chistes tendenciosos revela que em tais circunstâncias o propósito suprimido pode, com a colaboração do prazer derivado do chiste, ganhar força suficiente para superar a inibição, que, de outra forma, a sobrepujaria em força. O insulto portanto ocorre já que o chiste o tornou possível. Mas o prazer obtido não é apenas aquele produzido pelo chiste: é incomparavelmente maior. É tão superior ao prazer originário do chiste que devemos supor que o propósito, até aqui suprimido, tenha conseguido esgueirar-se, talvez sem a mínima diminuição. Em tais circunstâncias é que o chiste é recebido com a melhor gargalhada.

Mattanó aponta que os chistes tendenciosos, como veremos, são capazes de liberar prazer mesmo de fontes que já sofreram repressão. Se, como sugerido acima, a superação de obstáculos externos pode ser, dessa forma, referida à superação de inibições e repressões internas, podemos dizer que os chistes tendenciosos exibem a principal característica da elaboração do chiste - a de liberar prazer pelo descarte das inibições - mais claramente que quaisquer outros dos estágios do desenvolvimento dos chistes. Ou fortalecem os propósitos a que servem, transmitindo-lhes apoio procedente dos impulsos mantidos suprimidos, ou põem-se inteiramente a serviço dos propósitos suprimidos. Seu poder consiste na produção do prazer que extraem das fontes do jogo de palavras e da liberação do nonsense; mas se vamos emitir juízos a partir das impressões que nos fazem os gracejos não tendenciosos, não poderemos considerar o montante desse prazer grande bastante para lhe atribuir a força de suspender inibições e repressões profundamente arraigadas, pois o prazer aqui desfrutado é produção dos significados e dos sentidos que o chiste proporciona. Estes significados e sentidos gerarão uma complexa situação de liberação. O que temos diante de nós é efetivamente não um simples efeito de força mas uma mais complexa situação de liberação. Admitamos que existe o impulso de insultar certa pessoa; isso, entretanto, opõe-se tão fortemente a nossos sentimentos de propriedade ou de cultura estética que o insulto não pode se consumar. Se pudéssemos, por exemplo, transgredi-los em conseqüência de alguma mudança da condição ou disposição emocional sentiríamos subseqüentemente essa transgressão com propósito insultante com desprazer. Portanto o insulto não ocorre. Suponhamos, agora, entretanto, que se apresenta a possibilidade pela derivação de um bom chiste a partir do material verbal e conceptual usado para o insulto - ou seja, a possibilidade de liberar prazer de outras fontes não obstruídas pela mesma supressão. Esse segundo desenvolvimento do prazer não poderia apesar disso ocorrer a não ser que o insulto fosse permitido; tão logo este último seja permitido, uma nova liberação de prazer lhe é acrescentada através dos significados e dos sentidos do chiste. A experiência com chistes tendenciosos revela que em tais circunstâncias o propósito suprimido pode, com a colaboração do prazer derivado do chiste, ganhar força suficiente para superar a inibição, que, de outra forma, a sobrepujaria em força. O insulto portanto ocorre já que o chiste o tornou possível. Mas o prazer obtido não é apenas aquele produzido pelo chiste: é incomparavelmente maior. É tão superior ao prazer originário do chiste que devemos supor que o propósito, até aqui suprimido, tenha conseguido esgueirar-se, talvez sem a mínima diminuição. Em tais circunstâncias é que o chiste é recebido com a melhor gargalhada.

 

MATTANÓ

(12/02/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes tendenciosos, como veremos, são capazes de liberar prazer mesmo de fontes que já sofreram repressão. Se, como sugerido acima, a superação de obstáculos externos pode ser, dessa forma, referida à superação de inibições e repressões internas, podemos dizer que os chistes tendenciosos exibem a principal característica da elaboração do chiste - a de liberar prazer pelo descarte das inibições - mais claramente que quaisquer outros dos estágios do desenvolvimento dos chistes. Ou fortalecem os propósitos a que servem, transmitindo-lhes apoio procedente dos impulsos mantidos suprimidos, ou põem-se inteiramente a serviço dos propósitos suprimidos. Seu poder consiste na produção do prazer que extraem das fontes do jogo de palavras e da liberação do nonsense; mas se vamos emitir juízos a partir das impressões que nos fazem os gracejos não tendenciosos, não poderemos considerar o montante desse prazer grande bastante para lhe atribuir a força de suspender inibições e repressões profundamente arraigadas, pois o prazer aqui desfrutado é produção dos significados e dos sentidos que o chiste proporciona. Estes significados e sentidos gerarão uma complexa situação de liberação. O que temos diante de nós é efetivamente não um simples efeito de força mas uma mais complexa situação de liberação. Admitamos que existe o impulso de insultar certa pessoa; isso, entretanto, opõe-se tão fortemente a nossos sentimentos de propriedade ou de cultura estética que o insulto não pode se consumar. Se pudéssemos, por exemplo, transgredi-los em conseqüência de alguma mudança da condição ou disposição emocional sentiríamos subseqüentemente essa transgressão com propósito insultante com desprazer. Portanto o insulto não ocorre. Suponhamos, agora, entretanto, que se apresenta a possibilidade pela derivação de um bom chiste a partir do material verbal e conceptual usado para o insulto - ou seja, a possibilidade de liberar prazer de outras fontes não obstruídas pela mesma supressão. Esse segundo desenvolvimento do prazer não poderia apesar disso ocorrer a não ser que o insulto fosse permitido; tão logo este último seja permitido, uma nova liberação de prazer lhe é acrescentada através dos significados e dos sentidos do chiste. A experiência com chistes tendenciosos revela que em tais circunstâncias o propósito suprimido pode, com a colaboração do prazer derivado do chiste, ganhar força suficiente para superar a inibição, que, de outra forma, a sobrepujaria em força. O insulto portanto ocorre já que o chiste o tornou possível. Mas o prazer obtido não é apenas aquele produzido pelo chiste: é incomparavelmente maior. É tão superior ao prazer originário do chiste que devemos supor que o propósito, até aqui suprimido, tenha conseguido esgueirar-se, talvez sem a mínima diminuição. Em tais circunstâncias é que o chiste é recebido com a melhor gargalhada. Da mesma forma os chistes tendenciosos são capazes de liberar prazer mesmo de fontes que já sofreram repressão. Se, como sugerido acima, a superação de obstáculos externos pode ser, dessa forma, referida à superação de inibições e repressões internas, podemos dizer que os chistes tendenciosos exibem a principal característica da elaboração do chiste - a de liberar prazer pelo descarte das inibições - mais claramente que quaisquer outros dos estágios do desenvolvimento dos chistes, isto é possível também no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura que se transformam substitutos da realidade operante.

 

MATTANÓ

(29/08/2025)

 

 

 

 

 

Um exame dos determinantes do riso nos levará talvez a uma idéia mais simples do que acontece quando um chiste recebe colaboração contra sua supressão. (ver em [1]) Mesmo agora, entretanto, podemos verificar que o caso dos chistes tendenciosos é um caso especial do ‘principio da colaboração’. Uma possibilidade de gerar prazer sobrevém em situação em que uma outra possibilidade de prazer está obstruída, de modo que, no que concerne a esta ultima, isoladamente, nenhum prazer é gerado. O resultado é uma geração de prazer muito maior que a oferecida pela possibilidade superveniente. Essa age como se fora uma bonificação de incentivo; com a colaboração da oferta de uma pequena taxa de prazer, obtém-se um montante bem maior e que de outra forma teria sido bastante difícil. Tenho boas razões para suspeitar que este princípio corresponde a um arranjo que se mantém igualmente para muitos dos departamentos da vida mental, amplamente separados, e creio que será vantajoso descrever o prazer que serve para iniciar a grande liberação de prazer como ‘prazer preliminar’ e o princípio que se lhe refere como ‘princípio do prazer preliminar’.

Podemos agora postular a fórmula relativa ao modo de operação dos chistes tendenciosos. Estes se põem a serviço de propósitos de modo que, utilizando o prazer originário dos chistes como prazer preliminar, possam produzir novo prazer suspendendo as supressões e repressões. Se fazemos agora um levantamento do curso do desenvolvimento do chiste, podemos dizer que, do começo ao fim, ele permanece fiel a sua natureza essencial. Começa como o jogo de derivar prazer do livre uso das palavras e pensamentos. Tão logo o fortalecimento da razão ponha um fim ao jogo com as palavras, como sendo sem sentido, ou ao jogo com os pensamentos, como sendo absurdo, muda-se este em gracejo para que possa reter essas fontes de prazer e ser capaz de obter novo prazer pela liberação do nonsense. A seguir, como chiste propriamente dito, mas ainda não tendencioso, dá apoio aos pensamentos e fortalece-os contra o desafio do juízo crítico, processo em que se utiliza o ‘princípio da confusão das fontes de prazer’. Finalmente, vem em socorro dos principais propósitos que combatem a supressão, suspendendo as inibições pelo ‘princípio do prazer preliminar’. Razão, julgamento crítico, supressão - eis as forças contra as quais sucessivamente se luta; conserva-se fiel às fontes originais do prazer verbal, e do estágio de gracejo em diante abre por si mesmo novas fontes de prazer, suspendendo as inibições. O prazer que produz, seja prazer no jogo ou na suspensão das inibições, pode ser invariavelmente referido à economia na despesa psíquica, desde que esta concepção não contradiga a natureza essencial do prazer e se comprove fecunda em outras direções.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o prazer originários dos chistes é um prazer preliminar que produz um novo prazer suspendendo as supressões e repressões. O chiste começa como um jogo de palavras e de pensamentos sem sentido, absurdo, muda-se este em gracejo e essas fontes de prazer liberam um novo prazer do nonsense. Dá apoio aos pensamentos e fortalece-os contra o desafio do juízo crítico, depois combate a supressão, suspendendo as inibições pelo ‘princípio do prazer preliminar’. Razão, julgamento crítico, supressão - abre por si mesmo novas fontes de prazer, suspendendo as inibições. O prazer que produz, seja prazer no jogo ou na suspensão das inibições, pode ser invariavelmente referido à economia na despesa psíquica, a economia de palavras feita pelo chiste, desde que esta concepção não contradiga a natureza essencial do prazer e se comprove fecunda em outras direções.

Mattanó aponta que o prazer originários dos chistes é um prazer preliminar que produz um novo prazer suspendendo as supressões e repressões. O chiste começa como um jogo de palavras e de pensamentos sem sentido, absurdo, muda-se este em gracejo e essas fontes de prazer liberam um novo prazer do nonsense. Dá apoio aos pensamentos e fortalece-os contra o desafio do juízo crítico, depois combate a supressão, suspendendo as inibições pelo ‘princípio do prazer preliminar’. Razão, julgamento crítico, supressão - abre por si mesmo novas fontes de prazer, suspendendo as inibições. O prazer que produz, seja prazer no jogo ou na suspensão das inibições, pode ser invariavelmente referido à economia na despesa psíquica, a economia de palavras feita pelo chiste, desde que esta concepção não contradiga a natureza essencial do prazer e se comprove fecunda em outras direções. Direções que servem aos significados e aos sentidos proporcionados pelos chistes, referida à economia na despesa psíquica. A economia na despesa psíquica economiza significados e sentidos, isto é, não produzimos muitos significados e muitos sentidos para os chistes, as respostas e as consequências são curtas e breves, costumam ser poucas, são econômicas.

 

MATTANÓ

(12/02/2021)

 

 

Mattanó denuncia que esta técnica de investigação por meio de hipnose do conhecimento por meio da telepatia que os Behavioristas efetuam em mim, pois concordam que este mundo encoberto responde as mesmas leis do comportamento que conhecemos e dispomos como reforço, extinção, fuga, esquiva, condicionamento respondente, condicionamento operante, equivalência de estímulos, quadros relacionais, generalização, discriminação, funcionalidade, intervalo entre as respostas, comportamentos clinicamente relevantes, dessensibilização sistemática, contextualização, significação e ressignificação, mapeamento cognitivo, aprendizagem, repertórios comportamentais básicos, afetividade, sonhos, ou seja, é apenas outra classe de comportamentos com as mesmas funcionalidades que as demais, causa insensibilidade às contingências ambientais, isto é, o indivíduo fica preso as contingências da hipnose e do seu conhecimento, contudo o conhecimento é construído a partir dos significados e dos sentidos que a criança vai formatando e adquirindo, depois desenvolvendo por toda a vida e substituindo-os por outros através da ressignificação e por outras técnicas como a contextualização, a Teoria da Abundância de Mattanó, a dessensibilização sistemática, a ressignificação e até a aprendizagem de novas línguas, pois novas línguas permitem ao indivíduo aprender a controlar ao seu inconsciente de modo gradativo e desenvolvido, evitando constrangimentos e eventos desagradáveis através de termos ou palavras desagradáveis que marcam o inconsciente com piadas e humor, com chistes, com agressividade por meio da pulsão de morte que podem levar o indivíduo a padrões de comportamento desastrosos e desagradáveis associados com a sua autodestruição e/ou a destruição do outro.

A Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 trata-se justamente de uma nova língua que é internalizada e aprendida, que vai controlando o inconsciente de forma gradual e crescente, criando constrangimentos na ilusão de evita-los por meio do reforço negativo, e eventos desagradáveis que se tornam reforçáveis com o prazer que o reforço negativo proporciona, marcando o inconsciente com piadas e humor, chistes e agressividade, com a pulsão de morte e padrões de comportamento violentos e desastrosos, desequilibrados e desorganizados, desagradáveis, lamentáveis, associados a sua autodestruição e a destruição do outro.

 

MATTANÓ

(15/02/2021)

 

 

Mattanó aponta que por detrás de cada surto existe um desejo de fazer as coisas do seu jeito!

 

MATTANÓ

(16/02/2021)

 

 

AS FASES DA DEGENERAÇÃO E DO ENVELHECIMENTO SEGUNDO MATTANÓ (2021):

A degeneração e o envelhecimento fazem bem ao psicológico e ao social do homem e da mulher, pois, devemos ser generosos.

 

FASES DA DEGENERAÇÃO E DO ENVELHECIMENTO SEGUNDO MATTANÓ (2021):

  1. MATURIDADE (30 A 40 ANOS DE IDADE)
  2. PÓS-MATURIDADE (40 A 50 ANOS DE IDADE)
  3. AMOR AO PRÓXIMO (50 A 60 ANOS DE IDADE)
  4. TERCEIRA IDADE (60 A 70 ANOS DE IDADE)
  5. CRISE FINAL (70 ANOS DE IDADE EM DIANTE)

 

Na maturidade, dos 30 aos 40 anos de idade, a degeneração e o envelhecimento causam no

indivíduo uma percepção de um estranho reconhecimento onde o indivíduo se percebe perdendo ao invés de ganhar, contudo suas forças continuam produtivas, e mesmo assim com a degeneração e o envelhecimento este indivíduo deve se manter com contingências que mantenham padrões de comportamentos generosos.

Na pós-maturidade, dos 40 aos 50 anos de idade, a degeneração e o envelhecimento

causam no indivíduo uma percepção de aumento do estranho reconhecimento onde o indivíduo se percebe perdendo ao invés de ganhar, porém já começa a aprender a ganhar e suas forças e energias continuam produtivas,  e mesmo assim este indivíduo pode se manter com  contingências que apresentam e mantenham padrões de comportamentos generosos.

No amor ao próximo, dos 50 aos 60 anos de idade, a degeneração e o envelhecimento

causam no indivíduo uma percepção de aumento ainda maior do estranho reconhecimento onde o indivíduo se percebe perdendo ao invés de ganhar, porém já aprendeu a ganhar, mas isto não faz muito significado e sentido para ele, e suas forças e energias continuam produtivas, e mesmo assim este indivíduo pode se manter com padrões de comportamentos generosos.

Na terceira idade, dos 60 aos 70 anos de idade, a degeneração e o envelhecimento dominam o indivíduo e ocorre uma total percepção de estranho reconhecimento onde o indivíduo se percebe dependente sem perder para a vida, pois já aprendeu a ganhar adquirindo significados e sentidos para a suas relações, porém suas forças e energias começam a enfraquecer, e este idoso pode apresentar padrões de comportamentos generoso ou degenerativos e egoístas que vão se desenvolvendo com outras doenças.

Na crise final, dos 70 anos em diante, a degeneração e o envelhecimento tomam conta da vida psíquica e comportamental do idoso, e ocorre a derradeira percepção de estranho reconhecimento onde o indivíduo se reconhece plenamente dependente mesmo ainda sem ter perdido para a sua vida, pois em vários casos e eventos de sua vida continua ganhando, adquirindo significados e sentidos, repertórios comportamentais, solucionando problemas, armazenando informações e se comunicando com afetividade, para suas relações sociais e familiares, mas suas forças e energias se esgotam facilmente, revelando uma condição de dependente de cuidadores, e assim este idoso pode apresentar padrões de comportamentos generosos ou degenerativos e egoístas que se mantêm com outras doenças.

 

MATTANÓ

(16/02/2021)

 

 

Mattanó denuncia que a técnica da hipnose do conhecimento por meio da telepatia que utilizam em mim para me investigarem tem outra falsidade ou problema, ela não inclui o juízo crítico ou o pensamento crítico e elaborado, construído por meio de testes e de hipóteses e conclusões, que é o pensamento mais evoluído na Psicologia Cognitiva. Este pensamento permite ao indivíduo construir e elaborar raciocínios com auxílio de literatura auxiliar e de outros recursos que incrementam a produção crítica que se fundamenta na análise e avaliação com julgamento do que se tem como hipótese para concluir e levar adiante ou parar por aqui ou tomar outra direção no pensamento a que se tem direito!

 

MATTANÓ

(17/02/2021)

 

 

Mattanó pergunta para a população do mundo e do Brasil, para os criminosos e traficantes, para os pedófilos e tarados, para os atletas e artistas, para as autoridades e políticos do Brasil e do mundo que não gostam dele, do Amor de Deus, para aqueles que investem e pornografia e abuso, violência, extorsão, vingança e estupro e estupro virtual e até tentativas de sequestro e outros sequestros e assassinatos se fariam com a Astrazenica, com a Oxford, com a Johnson & Johnson, com a Fio Cruz, com o Butantan, com a Coronavac, com os laboratórios de vacinas e pesquisas do mundo que estão lutando para salvar o mundo e a humanidade da pandemia do novo coronavírus o comportamento de tentar assassiná-los, incendiá-los, sequestra-los, cometer chacinas com eles e suas famílias, tortura-los e fazerem lavagem cerebral com eles, estupra-los e ficarem roubando dados e informações deles e de suas pesquisas para promoverem seus políticos e suas autoridades que estão por detrás do poder tentando roubá-los e assassiná-los?! Mattanó pergunta a população faria isto? Os políticos e as autoridades fariam isto? Se lembrem que eu estou estudando para ajudar a curar e interpretar doenças e transtornos psíquicos e comportamentais desde 1993 e não me respeitam! Será que se eu trabalha-se num desses laboratórios de vacinas eu seria respeitado e as pessoas me respeitariam e ao laboratório ou tentariam roubar o laboratório, as pesquisas e tentariam incendiar tudo e roubar tudo e até estuprar todo mundo e finalmente assassinar essa gente – se lembrem fazem isto comigo desde 1993 por causa da televisão e de falsidades e de muita violência como tentativas de estupro e até estupros e pedofilia e corrupção.

 

MATTANÓ

(18/02/2021)

 

 

Mattanó adverte que na hipnose do conhecimento com telepatia ou sem hipnose, mas com manipulação indireta do conhecimento através da telepatia e da lavagem cerebral destacamos que a sinapse é funcionalmente sempre igual, pois a bioquímica permanece a mesma e os neurotransmissores são os mesmos para estes casos em comparação com os indivíduos normais que nunca se submeteram a hipnose do conhecimento com telepatia ou sem hipnose, mas com manipulação indireta do conhecimento através da telepatia com lavagem cerebral, o que torna diferente um caso para outro são os significados e os sentidos que os indivíduos apreendem ou significam e dão sentido, isto, pois varia de indivíduo para indivíduo, mas neurotransmissores e bioquímica, sem precisar quantidade e qualidade, não variam, todos temos, são constituintes de nossos organismos. A linguagem, o conhecimento, a telepatia, o mundo virtual, o comportamento verbal variam conforme os significados e os sentidos empregados, mas as sinapses permanecem funcionalmente as mesmas. Assim um indivíduo pode apresentar dificuldades e problemas ou transtornos na linguagem ou no conhecimento, ou na telepatia, ou no mundo virtual ou no comportamento verbal ou apenas em alguns destes comportamentos como a linguagem e o comportamento verbal e não apresentar problemas, dificuldades e nem transtornos no conhecimento, na telepatia e no mundo virtual se souber significar e dar sentido adequado as suas representações, mesmo em meio ambiente adverso, pois quem controla suas próprias representações é você mesmo com sua consciência, tudo não passa de uma questão de educação e de socialização, podemos viver adaptados com indivíduos com telepatia, mundo virtual, conhecimento, linguagem, etc., só depende de como você significa e dá sentido aos objetos de sua representatividade para se relacionar com o meio ambiente interno e externo. Já as alucinações, os delírios e as alterações do pensamento dependem de medicação, pois tem equivalente bioquímico, ou seja, tem, sua funcionalidade na bioquímica cerebral que causa o transtorno, assim a medicação torna-se essencial para o transtornado, pois o organismo está enfermo e sua mente poderá a partir daí com a terapia aprender a lidar com seu problema e a significar e ressignificar seu comportamento e sua memória com avatares que treinarão sua mente e seu comportamento para organizar e arquivar informações e depois ter acesso a essas informações de forma organizada e crescente, com o avatar da ¨biblioteca com livros¨ onde você organiza a estante com livros que está desorganizada significado sua mente e seu comportamento, seu problema, seu transtorno, até melhorar e crescer progressivamente. Assim você vai aprendendo a significar e a dar sentido aos delírios, alucinações e alterações do pensamento com ajuda do seu Psiquiatra.

 

MATTANÓ

(25/02/2021)

 

 

Mattanó denuncia que se ¨esterilização forçada¨ é crime como no caso do Fujimori no Peru, então eu também sou vítima, pois adquiri por erro médico esterilidade através de radiação, pois me diagnosticaram com telepatia e eu não tenho telepatia conforme exames laboratoriais, médicos e clínicos recentes, por isso Justiça!

 

MATTANÓ

(02/03/2021)

 

 

Mattanó considera o centro estruturador, financiador e personalizador do pensamento e da mente num primeiro estágio inconsciente, que pode ser chamado de ¨mola¨ e/ou ¨esmola¨ da mente, visto que é um tipo de trampolim e de migalhas para a linguagem, para a criatividade, para a inteligência e a cognição, para a loucura, para a vida e para a morte, para a saúde e para a doença, para o pecado e para a Santidade, para a aprendizagem e para o trabalho, para a institucionalização e para a despersonalização, para a lavagem cerebral e para a reconstrução mental, para a ressignificação e para a significação e atribuição de sentidos, para a nomeação de comportamentos e de relações comportamentais, etc., essa ¨mola¨ e/ou ¨esmola¨ da mente responde aos estímulos do meio ambiente segundo o contexto, e daí atribuí, segundo a sua consciência que é movida pela atenção e pela intenção, os significados e os sentidos, que podem ser niilistas ou existencialistas. Os significados niilistas produzem a Teoria da Abundância de Mattanó onde você não é o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, inconsciente, significados e sentidos, análises, interpretações, simbologias, sonhos, mas, sim, a consciência e sua atenção e intenção que se movimentam e promovem a liberdade e o niilismo onde você busca e tem liberdade para viver e para aprender a viver, essa ¨mola¨ e essa ¨esmola¨ passam a não ter significados e nem sentidos e em função disto criam e geram liberdade para viver e para se viver em meio a um tipo de trampolim e de migalhas para a linguagem, para a criatividade, para a inteligência e a cognição, para a loucura, para a vida e para a morte, para a saúde e para a doença, para o pecado e para a Santidade, para a aprendizagem e para o trabalho, para a institucionalização e para a despersonalização, para a lavagem cerebral e para a reconstrução mental, para a ressignificação e para a significação e atribuição de sentidos, para a nomeação de comportamentos e de relações comportamentais, etc.. Os significados e os sentidos existencialistas produzem S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, inconsciente, análise, interpretações, simbologias, significados e sentidos, sonhos e uma consciência com esses eventos e significados e sentidos que tem liberdade para viver e para se aprender a viver com base no comportamento, manifesto e encoberto, incluindo o inconsciente, gestáltico e arquetípico, que constroem, modificam e enriquecem o repertório comportamental manifesto e encoberto do indivíduo para sua vida e suas relações com o mundo objetal ou o meio ambiente, aqui a consciência produz problemas e adversidades que muitas vezes não conseguimos solucionar, já no mundo dos significados niilistas conseguimos solucionar a maioria dos nossos problemas com a consciência. O ideal é saber lidar e dosar, equilibrar os dois tipos de consciência, a niilista e a existencialista para o bom desenvolvimento e desempenho psíquico e comportamental.

 

MATTANÓ

(02/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que experimento científico em Psicologia tem que ser controlado. Quando estudamos o comportamento de um animal experimental num laboratório, numa Caixa de Skinner, temos em mãos o animal experimental, um rato albino, uma Caixa de Skinner, e o estímulo reforçador, que pode ser água ou alimento, então começamos o experimento e temos que ter absoluto controle sobre ele, como o tempo e sua duração, o número de respostas e de estímulos reforçadores, as condições do meio ambiente e da Caixa de Skinner e a técnica do experimentador ou cientista que deve saber fazer uma análise bibliográfica de todos os dados científicos coletados no experimento e uma análise técnica e outra análise didática do experimento com gráficos e conclusões acerca de cada padrão de reforço, se contínuo ou intermitente, de intervalo fixo ou variado, bem, o que fazem comigo desde 1999 não é controlado, não existem controladores e observadores presentes e nem técnicos de saúde para eventuais transtornos médicos e de saúde em mim e em minha família ou em outras pessoas ou na comunidade associada, conforme vem ocorrendo desde 1999, ou mesmo antes do início destes experimentos, desde os anos 1970, o que fazem não produz bons resultados e nem sucesso ou eficácia ou mesmo controle do problema, só o aumentou a partir de 1999, a telepatia aumentou e ficou pior, não existe análise e nem análise bibliográfica dos eventos aqui suscitados e eu já testemunhei autoridade com o conhecimento de que ¨se não tem crime a minha família (a família do Osny Mattanó Júnior), então inventa um crime!¨ Eu testemunhei isto no dia do resultado e das eleições para Prefeito em 2020 na televisão em minha casa de noite! (Ou foi o Prefeito eleito do Rio de Janeiro ou o de São Paulo! A Polícia sabe quem foi, havia mais testemunhas! Estava todo mundo usando a hipnose do conhecimento através da telepatia que eu não autorizo e nem concordo e nem meus pais concordam, e por sinal estava discutindo com as autoridades por causa disto!).

 

MATTANÓ

(02/03/2021)

 

 

Mattanó acredita que para Salvar as almas dos jovens e dos casais que se encontram em dificuldades e dos solteiros que se encontram sem significado e sem sentido em sua afetividade e sexualidade em relação a espiritualidade e a religiosidade a Igreja Católica deveria criar o Catecismo do Corpo para educar com base no Evangelho e na Boa Nova e no Amor de Deus as relações do indivíduo, desde sua concepção até a sua morte, com seu corpo, que entra em contato com a fé e a Igreja já a partir do Batismo e continua por toda a sua vida até a morte e ressurreição. O Catecismo do Corpo também abordaria o machismo e o feminismo, o racismo, a intolerância e o ódio, a violência contra a mulher, a violência doméstica, o infanticídio, o feminicídio, o estupro e o estupro virtual, a extorsão e a vingança, a discriminação, a pureza e a virgindade, a gravidez, a maternidade e a paternidade, como ser filho e filha, como ser avô e avó, como ser neto e neta, como ser bisneto e bisneta, como se comportar na escola e no trabalho, com os amigos e nas festas, nos estádios e nas arenas, em casa e nas ruas, nos tribunais, nas universidades, nas Igrejas, nas repartições públicas e privadas, como são as fases do amor e da sexualidade, do ódio, da inveja, do ciúme, do medo e da raiva, dos transtornos de comportamento e da personalidade, a relação do indivíduo com a descoberta do seu corpo, etc., de modo a favorecer a sua inteligência intrapessoal e interpessoal, a sua afetividade e suas outras descobertas que se desenrolarão com a sua vida.

E que para Salvar as boas almas que se perdem no poder e através do poder a Igreja Católica deveria criar o Catecismo do Poder para aqueles indivíduos que têm poder sobre o outro e sobre a vida e a liberdade do outro com armas ou sem armas, com privação da liberdade ou sem privação da liberdade, com cárcere privado ou sem cárcere privado, com privação de água e alimento ou sem privação de água e alimento, com privação de luz e conforto ou sem privação de luz e conforto, com privação de território ou espaço físico ou sem privação de território ou espaço físico, com tortura ou sem tortura, com lavagem cerebral ou sem lavagem cerebral, com holocausto ou sem holocausto, com genocídio ou sem genocídio, com execuções ou sem execuções, com trabalho forçado ou sem trabalho forçado, com cobaias humanas forçadas ou sem cobaias humanas forçadas, com extermínio ou sem extermínio, com chacinas ou sem chacinas, com roubo de propriedades ou sem roubo de propriedades, com invasão de propriedades e de intimidade e de privacidade e inclusive de incolumidade física e corporal ou sem invasão de propriedades e de intimidade e de privacidade e inclusive de incolumidade física e corporal, com espancamento ou sem espancamento, com esfaqueamento ou sem esfaqueamento, com golpes fortes e duros na cabeça e nos olhos, na boca, quebrando dentes ou sem golpes fortes e duros na cabeça e nos olhos, na boca, quebrando dentes, com promoção de acidentes automobilísticos e domésticos com queimaduras e quebraduras de ossos e fraturas com diversos ferimentos ou sem promoção de acidentes automobilísticos e domésticos com queimaduras e quebraduras de ossos e fraturas com diversos ferimentos, com a cegueira parcial por diversas vezes ou sem a cegueira parcial, com o sufocamento e o enforcamento ou sem o sufocamento e o enforcamento, com a tentativa de amputar a mão dominante ou sem a tentativa de amputar a mão dominante, com o estupro virtual de madrugada ou sem o estupro virtual de madrugada de Santinhos virgens, com erros médicos e de medicação por longos períodos causando diversos problemas e prejuízos a saúde da vítima e de sua família, com o envenenamento ou sem o envenenamento, com o xingamento ou sem o xingamento, com ameaças de morte e de sequestro ou sem ameaças de morte e de sequestro onde o outro pode ser eu, minha mãe, meu pai, meu irmão, minha irmã, meus sobrinhos, toda a minha família. Com o Catecismo do Poder a Igreja Católica poderá educar com base no Evangelho e na Boa Nova e no Amor de Deus os indivíduos desde sua formação escolar até a idade que desejarem, pois os tempos são estes e são muitos os problemas e a Igreja deve renová-los conforme o tempo e o contexto de sua época, conforme a realidade do poder em sua nação, região e localidade, inclusive na família. A família é a célula do poder, nela aprendemos o poder e a lidar com o poder e o desenvolvemos, inclusive evangelicamente e através da Boa Nova e do Amor de Deus. Poderemos, pois ajudar indivíduos a refletir mais se escolhem profissões que envolvem assassinar o próximo, ou castigar o próximo com tortura a castigo desumano e degradante, cruel ou violento, com cárcere privado desumano e ilegal, com privação de água e de alimento, com violência, chutes e socos, com agressões auditivas e sonoras através da música quando ocorrem torturas contra religiões que não aceitam determinadas regras e culturas e os presos em confinamento são torturados, isto, pois, torturar em função de uma religião é torturar em função de qualquer religião, seja a minha ou a do próximo, assim como terrorismo em função de uma religião é terrorismo em função de qualquer religião. Terrorismo e tortura não são religião! Não existe livro Sagrado algum no mundo que ensine a praticar terrorismo e tortura, todos os livros Sagrados ensinam religião!

 

MATTANÓ

(02/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que o uso da hipnose do conhecimento com telepatia como forma de investigação e depoimento pode causar exaustão no depoente, pois o contato inconsciente entre inconscientes de outros depoentes, testemunhas, acusados e/ou denunciados pode causar a equivalência de estímulos com os estímulos inconscientes, onde o inconsciente do indivíduo A faz a reflexividade com o inconsciente do indivíduo A (resultando em AA), então o inconsciente do indivíduo B faz simetria com o inconsciente do indivíduo A (resultando em BA), acontece também à simetria do inconsciente do indivíduo B para o indivíduo C (resultando em BC), e com o indivíduo C acontece à transitividade do inconsciente do indivíduo A (resultando em CA), ou seja, acontece contaminação e exaustão por contaminação, pois retira-se o silêncio do comportamento e do conhecimento desse indivíduo que esta depondo por meio da telepatia, por isso medidas de controle e saúde mental para esse indivíduo tornam-se necessárias, contudo não excluem a contaminação por equivalência de estímulos no seu depoimento e até hoje não há como tratar e nem curar os problemas causados por este procedimento, pois trata-se de uma área do cérebro que ainda é desconhecida, e sua funcionalidade também é desconhecida, a Anvisa nunca autorizou o uso disto no Brasil e nem há autorizações da Vigilância Sanitária ou do Governo Federal, Estadual e Municipal, o Ministério da Saúde nunca autorizou o uso disso no Brasil – não há leis!

 

MATTANÓ

(03/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que um bom programa de combate a pobreza, a fome e a miséria tem que incluir a promoção do trabalho e do emprego com dignidade para aqueles que estão em situação de necessidade e de carência, trabalho e emprego com carga horária diária de 5 horas para que o funcionário tenha melhor satisfação no trabalho e menor cansaço ou desgaste, para que o comportamento de furtar e de roubar no trabalho diminua ou entre em extinção, até porque ninguém rouba muito no trabalho:

Um funcionário que recebe R$1000,00 pelo seu trabalho em toda sua vida certamente não roubou se roubou, mais de R$ 50,00 se ele tem pouco poder, e se ele tem muito poder e recebe R$ 1000,00 poderá ter roubado mais de R$ 100000,00, pois o poder corrompe e é o poder que aumenta o comportamento de furtar e de roubar, inclusive de influenciar os funcionários mais baixos hierarquicamente. Para barrar este tipo de roubo de funcionários com poder podemos instalar 4 ou 5 tipos de modos de gestão financeira diferentes umas das outras, para avaliar e autorizar o caixa e o financeiro da empresa ou do organização, da indústria ou do trabalho, e retirar o poder centralizado de um único trabalhador que decide e autoriza esse financeiro. Ou seja, ninguém rouba muito no trabalho, o que produz o roubo e seus valores aumentados é o poder – no meu caso na UEL a partir de 1989 havia muito poder da UEL, do Estado do Paraná, do Governo Federal, do Município e dos mass mídias e de artistas e atletas que me perseguiam desde então, roubei, mas pouco, pois tentaram me estuprar no trabalho muitas vezes até 1997, pois o poder não era meu, mas desses agressores, demonstrando um intervalo variável em meu comportamento para roubo na UEL que se extinguiu logo após eu sair da UEL em 1997 e 1999 do Curso de Psicologia – o intervalo variável não se extingue assim, ele é dificílimo de se extinguir, se extingue apenas pelo reforço controlado, evento que não acontecia, muito pelo contrário, a violência continuou e piorou – eu surtei em 1999 na UEL no CCB/Clínica Psicológica e no CLCH com um ataque de raiva e de ódio!

 

MATTANÓ

(03/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que existe uma solução para o comportamento problema com a hipnose, o conhecimento e a telepatia que se converteu em lavagem cerebral e violência, em extorsão, vingança e estupro virtual, só depende do codificador adotar o comportamento da Teoria da Abundância de Mattanó, onde ele não é o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, inconsciente, mundo virtual, simbologia, significados e sentidos, linguagem, pressupostos e subentendidos, análise e conclusões, sonhos e vida anímica, chistes, fantasias, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, jogos de linguagem, interpretações, história de vida e contexto, mas sim, uma consciência que se movimenta a partir de uma atenção e intenção, como uma Hóstia Viva ou célula que processa tudo milagrosamente para o seu bem-estar de forma naturalística, assim você deixa de ser controlado pela informação roubada e traficada por meio de jogos de linguagem, esquecimentos, atos falhos, lapsos de linguagem, piadas e humor, chistes, sonhos e vida anímica, e até história de vida associada a violência e tortura que é mediada pela lavagem cerebral, desta forma nos desapegamos da literalidade, das razões e do controle que esses estímulos, respostas e consequências desencadeiam e reforçam, e passamos a compreender essa relação hipnótica e destrutiva como algo não controlador de nossos comportamentos e ingressamos na liberdade, na liberdade para se relacionar e na liberdade para aprender a se relacionar, sem ser controlado por reforços negativos da hipnose, quando tentamos impedir uma adversidade com um comportamento preventivo que eventualmente não repercute em sucesso e até em bem-estar, ou seja, essa técnica de hipnose e de conhecimento gera muito sofrimento mental e comportamental através do reforço negativo e contaminação através da equivalência de estímulos, como já estudamos. Contudo a Teoria da Abundância de Mattanó soluciona o sofrimento mental e comportamental do reforço negativo, pois retira a adversidade do controle, da literalidade e das razões do meio contingencial do comportamento do indivíduo, e soluciona o sofrimento mental e comportamental da equivalência de estímulos, pois você deixa de ser controlado pela reflexividade, pela simetria e pela transitividade dos estímulos, respostas e consequências, da funcionalidade e do comportamento.

 

MATTANÓ

(05/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que o desejo impõe obstáculos ou limites, que se respeitados desenvolvem a normalidade e se desrespeitados desenvolvem compulsões e obsessões, psicoses (quando a desconfiança se transforma em paranoia, por exemplo), transtornos sexuais através da fuga, da esquiva,  do reforço, da extinção, da generalização ou do controle, da literalidade e das razões, psicopatias através da dependência do comportamento psicopata sobre a realidade, ou seja, o prazer predomina sobre a realidade em todas as categorias ou transtornos quando não há respeito dos limites impostos pelo desejo do indivíduo.

Vemos isto também na catástrofe dos mass mídias que tentam impor seus desejos  e prazeres sobre as necessidades ambientais do país e do estado, e até do município e das famílias e indivíduos discriminados ou não, enfrentando batalhas invisíveis em busca de prazer e de satisfação libidinal, de comunhão e de segurança e de seus transtornos que nessa luta se desenrolam e se multiplicam, se espalhando e contaminando o meio social com prazeres e necessidades localizadas e irreais, que não são necessárias e impostas pelas leis e normas legais de nossas leis e códigos morais e éticos, ensinando a sociedade a desrespeitar obstáculos e limites como a moradia do outro e do próximo, do doente e do incapaz, do julgado e do sentenciado, do violado e violentado, do ameaçado e estuprado, daquele que é vítima de tentativas de chacinas com sua família por causa de prazeres e necessidades localizadas que não se enquadram na realidade, propagando uma busca por prazer e não uma busca por realidade e construção de um mundo mais humano e igual, saudável e justo, conquistado por todos e pelos mesmos direitos, deveres, obrigações e privilégios, pautados na realidade que produz consciência, e não no prazer, pois o prazer diferencia e distorce os direitos, deveres, obrigações e privilégios e produz alienação.

 

MATTANÓ

(08/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que a técnica de hipnose do conhecimento através da telepatia investiga não a consciência e não o juízo crítico, mas os instintos, o comportamento instintivo agressivo, sexual, alimentar, territorial, reprodutor, social, familiar, verbal, criativo, entrópico e neguentrópico. Ou seja, esta técnica retira do Homo Sapiens sua humanidade e sua racionalidade, sua consciência crítica, sua capacidade de defesa através do juízo crítico.

 

MATTANÓ

(14/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que quanto mais complexa é a doença mental ou o transtorno mental do indivíduo também é mais complexa a sua inteligência e mais alto o seu Q.I. (Quociente de Inteligência), pois para resolver seus problemas mentais e comportamentais esse indivíduo necessita de uma inteligência equivalente para manobrar e solucionar, compreender e elaborar seus problemas e ter insights, adquirir consciência e repertório comportamental para se adaptar melhor ao meio ambiente; assim quanto maior a inteligência ele terá uma consciência maior e mais produtiva para se adaptar as suas exigências psíquicas e comportamentais; e quanto maior a lucidez poderá haver loucura correspondente como forma de equilíbrio para manobra e solução, compreensão e elaboração de seus problemas e adquirir insights, consciência, inteligência e repertório comportamental para se adaptar melhor ao meio ambiente.

 

MATTANÓ

(14/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que sob o enfoque Cristão a ideia e a teoria da pulsão auditiva de Mattanó de 1995 tornam-se improdutivas e muito negativas, pois de acordo com o Decálogo não podemos cometer pecados e os dois Mandamentos de Jesus Cristo não podemos deixar de amar a Deus sob todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, então com a ideia e a teoria da pulsão auditiva entraríamos muitas vezes em contradição e em conflito, pois deixaríamos de seguir a Deus para seguirmos a nós mesmos, deixaríamos de seguir os Dez Mandamentos e os Mandamentos de Jesus Cristo, os Mandamentos de Deus para seguir os nossos próprios mandamentos, e a questão é? O que é certo? Seguir os seus próprios mandamentos ou os de Deus? A Palavra de Deus é vida! A palavra e o pensamento do homem e da mulher são passageiros, eles morrem, não são vida se não estiverem apoiados na Palavra de Deus que é vida! Medjugorje ensina isto: seu segredo é que a Palavra de Deus é vida e permanece enquanto que a palavra do homem e da mulher são morte e não permanecem, ou seja, os Mandamentos de Deus prevalecem sobre os mandamentos do homem e da mulher para que ele encontre vida e vida em abundância, os Mandamentos de Deus são maiores do que os mandamentos da mente e do comportamento humano, desencadeados pela pulsão auditiva de Mattanó de 1995.

 

MATTANÓ

(16/03/2021)

 

 

TERAPIA TOUR DE MATTANÓ: CENTRADA NA CRIANÇA E NA INFÂNCIA MODELO  (2021):

Mattanó aponta que a sua Terapia Tour é basicamente a  construção de Terapias Centradas na Pessoa através da Criança e da Infância contingenciada e contextualizada por meio de literalidade, razões e controle e passando gradualmente para os contextos e a Teoria da Abundância de Mattanó; são pois, blocos de dramatização onde há representação e encenação do paciente por meio de teatro, dança, jogos, terapia, filmes, problemas e solução de problemas, textos narrados e textos comentados, tarefas e tarefas escolares, trabalho e ofícios, representação familiar e afetiva, esportiva e social, política e religiosa. Aqui a criança e a infância são como um ímã que atrai e repele o paciente conforme a sua necessidade de se auto-atualizar e de se expressar inconscientemente, comportamental e socialmente; a criança e a infância como modelo para o paciente serve de válvula de escape para suas necessidades e angústias, favorecendo sua libertação e aprendizagem, aumento do seu repertório comportamental e produção de insights que o ajudarão na solução de seus problemas e adversidades ambientais, para melhor se adaptar ao seu meio ambiente, agora com referência na criança e na infância modelo da psicoterapia que já vem modelada para o trabalho terapêutico. Torna-se assim uma Terapia Tour Centrada na Criança e na Infância Modelo para diversos problemas como afetividade, cognição, sexualidade, sono e sonhos, alimentação, sexo, agressividade, psicoses, psicopatias, neuroses, transtornos mentais, etc..

 

MATTANÓ

(18/03/2021)

 

 

Mattanó aponta que o estudo do inconsciente tem seus problemas e cuidados como lidar com a coerência e a incoerência no texto e na linguagem do falante, isto é, se foi isso ou aquilo que ele realmente desejou expressar e falar, como lidar com  os significados e os sentidos sem investigá-los profundamente, como interpretar automaticamente símbolos sem conhecer a vida do paciente, suas representações, história de vida e seus significados e sentidos para tais símbolos, como lidar com o contexto no momento de interpretar os símbolos, como não lidar e nem produzir inferências, pois estas acabam moldando e tornam-se reforçáveis para o paciente que adquire estas inferências para o seu repertório comportamental. O estudo do inconsciente tem de ser coerente e seguro, pautado em leis e fundamentos sólidos como significados e sentidos, conceitos, contextos, símbolos, linguagem, relações sociais, gestalts e insights, vida onírica e interpretações dos sonhos, chistes, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, fantasias, pressupostos e subentendidos, arquétipos, afetividade, análises, interpretações, imunidade e história de vida.

 

MATTANÓ

(18/03/2021)

 

 

 

Mattanó denuncia que no dia das eleições de 2020 para Prefeito  e Vereadores ele foi vítima de abuso e assédio sexual virtual, de estupro virtual pela familiar do Prefeito eleito do Rio de Janeiro que virtualizou para ¨eu passar a mão na buceta dela!¨ Então se uma familiar, que era filha desse político faz isso, imagine se não existem outros políticos e familiares de políticos e autoridades com o mesmo comportamento virtual, pois me parece que ela discriminou e imitou esse comportamento, ela não recebeu ordens no momento, ou seja, existem mais envolvidos nesse estupro virtual, e quem são eles? JUSTIÇA e CADEIA!!!!! MINHA HISTÓRIA FOI INTERROMPIDA POR ESTUPRADORES!!!!!

 

MATTANÓ

(23/03/2021)

 

 

¨No exist mind

No exist think.

 

Exist only way brain

Exist only information in brain.

 

Exits only program in my brain with of my information of my history and my experience,

My memory is one way,

My memory is one program

Equal of the computer.

The brain is one computer

The life is one computer.¨

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 25 de março de 2021.

 

MATTANÓ

(25/03/2021)

 

 

Mattanó testemunha que em 1999 todos os profissionais de saúde com que eu conversei no Hospital Psiquiátrico Shangri-la me atestaram que era loucura acreditar que os músicos como os Beatles, Pink Floyd, Dire Straits, Traveling Wilburys, etc., estavam falando de mim em suas canções, falando algo desde os anos 1989, me disseram que eu era louco e que  também era louco por acreditar que havia telepatia na televisão, na Rede Globo de Televisão e na Bandeirantes, etc., e até nas rádios, que estava ouvindo vozes, delirando e alucinando, da mesma forma me disse o Dr. Luiz Luppi, o Dr. Milton Bocato e o CAPS em 2001 e que era tudo loucura, que jamais o Paul, o Ringo e o George Harrison entrariam em contato comigo, por isso resolveram me internar lá no CAPS e me drogaram atestando que tudo isto nunca existiu e não existe de fato! Eu pensava em chamar a Polícia e não me atenderam normalmente naquele Hospital em 1999, pensei isto o tempo todo! A ALSM Associação Londrinense de Saúde Mental em 1999 até 2001 sempre fez a mesma coisa com estas informações me informando que era tudo esquizofrenia, delírio e alucinação, que não existiam canções e nem artistas do mundo e nem do Brasil envolvidos em minha história de vida! Estas informações eram prestadas a minha família também que me tratava como um doente incurável e que poderia atacar as outras pessoas da mesma família – isso é um crime do sistema de saúde ou desses profissionais de saúde que erraram para com o meu caso clínico, por isso peço Justiça!

 

MATTANÓ

(25/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o prazer originários dos chistes é um prazer preliminar que produz um novo prazer suspendendo as supressões e repressões. O chiste começa como um jogo de palavras e de pensamentos sem sentido, absurdo, muda-se este em gracejo e essas fontes de prazer liberam um novo prazer do nonsense. Dá apoio aos pensamentos e fortalece-os contra o desafio do juízo crítico, depois combate a supressão, suspendendo as inibições pelo ‘princípio do prazer preliminar’. Razão, julgamento crítico, supressão - abre por si mesmo novas fontes de prazer, suspendendo as inibições. O prazer que produz, seja prazer no jogo ou na suspensão das inibições, pode ser invariavelmente referido à economia na despesa psíquica, a economia de palavras feita pelo chiste, desde que esta concepção não contradiga a natureza essencial do prazer e se comprove fecunda em outras direções. Direções que servem aos significados e aos sentidos proporcionados pelos chistes, referida à economia na despesa psíquica. A economia na despesa psíquica economiza significados e sentidos, isto é, não produzimos muitos significados e muitos sentidos para os chistes, as respostas e as consequências são curtas e breves, costumam ser poucas, são econômicas. Da mesma forma estas propriedades são encontradas nas palavras dos chistes através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que são uma forma de substituir uma realidade por outra, agora virtual e também operante.

 

MATTANÓ
(29/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

V - OS MOTIVOS DOS CHISTES: OS CHISTES COMO PROCESSO SOCIAL

 

Poderia parecer supérfluo falar sobre os motivos dos chistes já que o objetivo de conseguir prazer deve ser reconhecido como motivo suficiente da elaboração do chistes. Mas por um lado não se pode excluir a possibilidade de que a produção dos chistes também partilhe outros motivos e, por outro lado, tendo em mente algumas experiências familiares, devemos levantar a questão geral dos determinantes subjetivos do chiste.

Dois fatos em particular tornam essa atitude necessária. Embora a elaboração do chiste seja um excelente método de derivar prazer dos processos psíquicos, é, não obstante, evidente que nem todas as pessoas sejam capazes de utilizar tal método: a elaboração do chiste não está ao dispor de todos e apenas alguns dispõem dela consideravelmente; estes últimos são distinguidos como tendo ‘espírito’ [Witz]. O ‘espírito’ aparece nessa conexão como uma capacidade especial - mais do que como uma das velhas ‘faculdades’ mentais; parece emergir inteiramente independente das outras, tais como a inteligência, imaginação, memória etc. Devemos, portanto, presumir, nessas pessoas ‘espirituosas’, a presença de disposições especiais herdadas ou de determinantes psíquicos que permitem ou favorecem a elaboração do chiste.

Temo não ir muito longe explorando essa questão. Podemos ter sucesso em apenas algumas ocasiões ao avançar da compreensão de um chiste particular ao conhecimento dos determinantes subjetivos na mente da pessoa que o faz. É uma notável coincidência que precisamente o chiste pelo qual começamos nossas investigações da técnica dos chistes nos forneça um vislumbre dos determinantes subjetivos do chiste. Refiro-me ao chiste de Heine, também considerado por Heymans e Lipps (ver em [1]):

‘…sentei-me ao lado de Salomon Rothschild e ele tratou-me como um seu igual - bem familionariamente.’ (‘Bader von Lucca.’)

Heine põe esse comentário na boca de um personagem cômico, Hirsch-Hyacinth, um vendedor de loterias em Hamburgo, calista e valete profissional do aristocrático Barão Cristoforo Gumpelino (inicialmente Gumpel). O poeta evidentemente se compraz na criação de um Hirsch-Hyacinth extremamente loquaz em discursos os mais divertidos e ousados, permitindo-lhe mesmo mostrar a filosofia prática de um Sancho Pança. É pena que Heine, que, ao que parece, não tinha gosto pela criação dramática, abandonasse tão cedo esse delicioso personagem. Não há apenas algumas passagens em que o poeta parece estar falando de si próprio, sob um débil disfarce, através da boca de Hirsch-Hyacinth; em breve, aparece a certeza de que o personagem é simplesmente uma autoparódia. Hirsch explica as razões que o levaram a desistir de seu antigo nome fazendo-se agora chamar ‘Hyacinth’. Continua: ‘Há a ulterior vantagem de que já tenho um “H” em meu sinete, de modo que não preciso gravar um novo’. Mas Heine efetuou a mesma economia quando, em seu batismo, trocou seu primeiro nome de ‘Harry’ para ‘Heinrich’. Além disso, todos que conhecem a biografia do poeta lembrarão que Heine tinha um tio do mesmo nome em Hamburgo (lugar que fornece outra conexão com a figura de Hirsch-Hyacinth), tio que, sendo o rico da família, desempenhou papel importante em sua vida. Esse tio era também chamado ‘Salomon’ tal como o velho Rothschild que tratava Hirsch tão familionariamente. O que, na boca de Hirsch-Hyacinth não parece mais que um gracejo, revela um fundamento de grave amargura, se o atribuímos agora a seu sobrinho, Harry-Heinrich. Afinal este era da família e sabemos que nutria um ardente desejo de casar-se com a filha do tal tio; mas a prima o rejeitou e o tio sempre o tratou bem familionariamente, como a um parente pobre. Seus primos ricos de Hamburgo nunca o levaram a sério. Lembro-me de uma história contada por velha tia minha, que se casara na família de Heine, a qual, certo dia, quando era uma jovem atraente, sentada à mesa de jantar familiar, surpreendera-se com a presença de uma pessoa que lhe parecia indesejada e tratada com desprezo pelo resto dos convivas. Ela própria não encontrou nenhuma razão para mostrar-se mais afável com ele. Poucos anos depois percebeu que o negligente e negligenciado primo era o poeta Heinrich Heine. Não há pouca evidência do sofrimento de Heine devido à sua rejeição por parte de seus parentes ricos, na juventude e mesmo depois. Este o solo da emoção subjetiva que o chiste ‘familionariamente’ faz saltar.

A presença de determinantes subjetivos similares pode ser suspeitada nos chistes de algum outro grande zombador, mas não sei de nenhum outro em que isso possa ser demonstrado tão convincentemente. Por esta razão não é fácil tentar fazer asserção mais definida sobre a natureza desses determinantes pessoais. Na verdade, em geral não me inclino a reivindicar complicados determinantes para a origem de todo chiste individual. Nem são os chistes produzidos por outros homens famosos mais facilmente acessíveis a nosso exame. Temos a impressão de que os determinantes subjetivos da elaboração do chiste com freqüência não se situam muito longe daqueles determinantes das doenças neuróticas - basta considerarmos, por exemplo, Lichtenberg, homem gravemente hipocondríaco, com toda espécie de excentricidades. A grande maioria dos chistes, entretanto, em especial aqueles constantemente produzidos em conexão com os eventos do dia, circulam anonimamente: seria curioso saber de que tipo de gente se originam tais produções. Se, como médico, tem-se ocasião de travar conhecimento com uma dessas pessoas que, não sendo notáveis sob outros aspectos, são bem conhecidas em seu meio como piadistas ou inventores de muitos chistes viáveis, pode ser surpreendente descobrir que o piadista é uma personalidade dividida, propensa a doenças neuróticas. A insuficiência de evidência documentária, entretanto, decerto há de impedir que postulemos a hipótese de que uma constituição psiconeurótica desse tipo é uma condição subjetiva necessária ou habitual para a construção de chistes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes são produzidos por prazer e experiências familiares, pelo ¨espírito¨ que é aquele que permite a elaboração do chiste e pelos determinantes pessoais  que existem nos chistes que levam a hipótese de uma constituição psiconeurótica para a construção dos chistes.

Mattanó aponta que os chistes são produzidos por prazer e experiências familiares, pelo ¨espírito¨ que é aquele que permite a elaboração do chiste e pelos determinantes pessoais  que existem nos chistes que levam a hipótese de uma constituição psiconeurótica para a construção dos chistes. Os chistes são construídos pelos significados e pelos sentidos que eles representam para o comunicador e produzem no outro decodificador da mensagem chistosa, essa relação produz prazer e experiências geralmente familiares, contudo podem trazer novas experiências através da ideia ou da teoria da pulsão auditiva de Mattanó de 1995.

 

MATTANÓ

(26/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes são produzidos por prazer e experiências familiares, pelo ¨espírito¨ que é aquele que permite a elaboração do chiste e pelos determinantes pessoais  que existem nos chistes que levam a hipótese de uma constituição psiconeurótica para a construção dos chistes. Os chistes são construídos pelos significados e pelos sentidos que eles representam para o comunicador e produzem no outro decodificador da mensagem chistosa, essa relação produz prazer e experiências geralmente familiares, contudo podem trazer novas experiências através da ideia ou da teoria da pulsão auditiva de Mattanó de 1995. Da mesma forma os chistes virtuais do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, são produzidos por prazer e experiências familiares, por determinantes pessoais onde suas ferramentas também estão sujeitas a estes determinantes.

 

MATTANÓ

(04/09/2025)

 

 

 

 

 

Um caso mais transparente é, uma vez mais, oferecido pelos chistes de judeus que, como já mencionei (ver em [1]), são ordinariamente feitos pelos próprios judeus, enquanto as histórias sobre eles provenientes de outras fontes dificilmente ultrapassam o nível das histórias cômicas ou da derrisão brutal. O que determina a participação deles nos chistes parece ser o mesmo fator que ocorre no caso do chiste de Heine ‘familionariamente’; sua importância parece consistir no fato de que a pessoa envolvida considera difícil a crítica ou a agressividade na medida em que estas sejam diretas, sendo possível apenas ao longo de trajetos tortuosos.

Outros fatores subjetivos que determinam ou favorecem a elaboração do chiste estão menos envoltos na obscuridade. O motivo que força a produção de chistes inocentes é, não sem freqüência, uma ambiciosa vontade de mostrar a própria inteligência, exibir-se - um instinto que pode ser equiparado ao exibicionismo no campo sexual. A presença de numerosos instintos inibidos, cuja supressão reteve certo grau de instabilidade, fornecerá a disposição mais favorável à produção de chistes tendenciosos. Assim os componentes individuais da constituição sexual de uma pessoa podem, particularmente, aparecer como motivos para a construção de um chiste. Toda uma classe de chistes obscenos permite que se infira a presença de uma inclinação oculta ao exibicionismo em seus inventores; chistes tendenciosos agressivos têm melhor sorte com pessoas em cuja sexualidade é demonstrável um poderoso componente sádico, mais ou menos inibido na vida real.

O segundo fato que requer uma investigação da determinação subjetiva dos chistes é a experiência geralmente reconhecida de que ninguém se contenta em fazer um chiste apenas para si. Um impulso de contar o chiste a alguém está inextricavelmente ligado à elaboração do chiste; de fato, o impulso é tão forte que freqüentemente se processa a despeito de sérias apreensões. Também no caso do cômico, contá-lo a mais alguém produz prazer, mas a solicitação não é tão peremptória. Se alguém acha alguma coisa cômica, pode divertir-se consigo mesmo. Um chiste, pelo contrário, deve ser contado a alguém mais. O processo psíquico da construção de um chiste não parece terminado quando o chiste ocorre a alguém: permanece algo que procura, pela comunicação da idéia, levar o desconhecido processo de construção do chiste a uma conclusão.

Não podemos em primeira instância adivinhar qual possa ser a base do impulso de comunicar o chiste. Podemos, porém, constatar outra peculiaridade nos chistes que os distingue do cômico. Se encontro algo cômico, posso rir gostosamente, embora seja verdade que também me satisfaço se posso fazer alguém mais rir, contando-lhe o fato. Mas eu próprio não posso rir de um chiste que me tenha ocorrido, ou que eu tenha inventado, a despeito do inequívoco prazer que o chiste me dá. É possível que minha necessidade de comunicar o chiste a mais alguém esteja de algum modo conectada à gargalhada que produz, gargalhada esta que me é negada mas que se manifesta em outra pessoa.

Por que é então que não me rio de meu próprio chiste? Que parte nele é desempenhada pela outra pessoa?

Examinemos primeiramente a segunda questão. No caso do cômico, duas pessoas em geral são envolvidas: além de mim a pessoa em quem constato algo de cômico. Se as coisas inanimadas parecem-me cômicas, isto se deve a uma espécie de personificação que não é de ocorrência rara em nossa vida ideacional. O processo cômico se satisfaz com essas duas pessoas: o eu e a pessoa que é o objeto; uma terceira pessoa pode intervir mas não é essencial. O chiste, no estágio inicial, enquanto jogo com as palavras e pensamentos, prescinde de uma pessoa como objeto. Mas já no estágio preliminar de gracejo, se se consegue salvar o jogo e o nonsense dos protestos da razão, isso requer uma outra pessoa a quem se possa comunicar o resultado. Essa segunda pessoa no caso dos chistes não corresponde à pessoa que é o objeto, mas à terceira pessoa, à ‘outra’ pessoa no caso do cômico. É como se, no caso do gracejo, a outra pessoa transmitisse a avaliação da tarefa de elaboração do chiste - como se o eu não se sentisse, nesse ponto, seguro de seu julgamento. Também os chistes inocentes, chistes que servem para reforçar um pensamento, requerem uma outra pessoa para provar se acaso alcançaram seu objetivo. Se um chiste entra a serviço de um propósito de desnudamento ou de um propósito hostil, pode-se descrevê-lo como um processo psíquico entre três pessoas, as mesmas que participam no caso do cômico, embora seja diferente a parte desempenhada pela terceira pessoa; o processo psíquico nos chistes se cumpre entre a primeira pessoa (o eu) e a terceira (a pessoa de fora) e não, como no caso do cômico, entre o eu e a pessoa que é o objeto.

Os chistes são confrontados pelos determinantes subjetivos também no caso da terceira pessoa, podendo estes determinantes tornar inatingível sua meta de produzir excitação gratificante. Como nos lembra Shakespeare (Love’s Labour’s, Lost, V, 2):

 

A jest’s prosperity lies in the ear

Of him that hears, never in the tongue

Of him that makes it…

 

(A fortuna de um gracejo reside no ouvido

De quem o escuta, nunca na língua

De quem o faz…)

 

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes implicam num exibicionismo da própria inteligência através dos chistes obscenos que substituem os órgãos sexuais, os chistes levam ao impulso de conta-los para os outros, os chistes ocorrem num processo psíquico entre três pessoas onde a terceira pessoa é sempre a do chiste, como ocorre nas piadas e no caso cômico.

Mattanó aponta que os chistes implicam num exibicionismo da própria inteligência através dos chistes obscenos que substituem os órgãos sexuais, os chistes levam ao impulso de conta-los para os outros para que façam sentido e tenham significado, para que tenham funcionalidade, S – R – C, estímulo – resposta – consequência, os chistes ocorrem num processo psíquico entre três pessoas onde a terceira pessoa é sempre a do chiste, como ocorre nas piadas e no caso cômico. Ou seja, não há como agredir a segunda pessoa com um chiste, piada ou caso cômico, pois a pulsão de  morte é canalizada para a terceira pessoa que está fora da relação chistosa ou cômica entre a primeira e a segunda pessoa em processo comunicacional.

 

MATTANÓ

(26/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes implicam num exibicionismo da própria inteligência através dos chistes obscenos que substituem os órgãos sexuais, os chistes levam ao impulso de conta-los para os outros para que façam sentido e tenham significado, para que tenham funcionalidade, S – R – C, estímulo – resposta – consequência, os chistes ocorrem num processo psíquico entre três pessoas onde a terceira pessoa é sempre a do chiste, como ocorre nas piadas e no caso cômico. Ou seja, não há como agredir a segunda pessoa com um chiste, piada ou caso cômico, pois a pulsão de morte é canalizada para a terceira pessoa que está fora da relação chistosa ou cômica entre a primeira e a segunda pessoa em processo comunicacional. Da mesma forma os chistes virtuais implicam num exibicionismo virtual da própria inteligência através dos chistes virtuais obscenos que substituem os órgãos sexuais através da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, aqui a terceira pessoa é sempre a do chiste, como ocorre  nas piadas e no caso cômico virtuais.

 

MATTANÓ

(04/09/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Uma pessoa dominada por uma disposição, voltada para pensamentos sérios, não serve para confirmar o sucesso de um gracejo na liberação do prazer verbal. Ela deve estar em um estado de ânimo eufórico, ou, ao menos, indiferente, para que possa agir como a terceira pessoa do gracejo. O mesmo obstáculo aplica-se aos chistes inocentes e tendenciosos; nos últimos há, entretanto, um obstáculo adicional: a oposição ao propósito a serviço do qual tenta-se o chiste. A terceira pessoa pode não estar pronta para rir de um excelente chiste obsceno se a desnudação aplica-se a um seu parente, altamente respeitado; diante de uma assembléia de padres e ministros, ninguém se aventuraria a reproduzir a comparação de Heine entre os clérigos católicos e protestantes e os vendedores retalhistas e os empregados de um negócio por atacado (ver em [1]); uma audiência composta de devotados amigos de um meu adversário receberiam meus felizes excertos de invectiva chistosa contra ele, não como chistes mas como invectivas e eu me defrontaria com sua indignação antes que com seu prazer. Algum grau de benevolência ou uma espécie de neutralidade, uma ausência de qualquer fator que pudesse provocar sentimentos opostos ao propósito do chiste, constituem a condição indispensável para que uma terceira pessoa colabore na completação do processo de realização do chiste.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a terceira pessoa completa o processo de realização do chiste.

Mattanó aponta que a terceira pessoa aumenta e completa o processo de realização do chiste, pois pode acrescentar mais significados e mais sentidos ao chiste em função da terceira pessoa.

 

MATTANÓ

(26/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a terceira pessoa aumenta e completa o processo de realização do chiste, pois pode acrescentar mais significados e mais sentidos ao chiste em função da terceira pessoa. Da mesma forma a terceira pessoa no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, aumenta e completa o processo de realização do chiste, acrescentando mais significados e mais sentidos ao chiste virtual.

 

MATTANÓ

(04/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Onde não existem obstáculos como estes à operação do chiste, emerge o fenômeno que tomamos agora como tema de nossa investigação: o prazer que o chiste produz é mais evidente na terceira pessoa que no criador do chiste. Devemos nos contentar em dizer mais ‘evidente‘ onde nos inclinaríamos a perguntar se o prazer do ouvinte não é mais ‘intenso‘ que o do autor do chiste, já que naturalmente não dispomos de meios de medir e comparar. Vemos, entretanto, que o ouvinte evidencia seu prazer com uma explosão de riso, depois que a primeira pessoa, via de regra, propõe o chiste com uma aparência tensamente séria. Se repito o chiste que eu próprio ouvi, devo, se não quero estragar seu efeito, comportar-me contando-o exatamente como a pessoa que o fez primeiro. A questão que ora se coloca diz respeito a se devemos extrair qualquer conclusão sobre os processos psíquicos de construção de chistes a partir deste fator: o riso nos chistes.

Não podemos pretender considerar aqui tudo o que se propôs e foi publicado sobre a natureza do riso. Podemos ser demovidos de tal plano pelos comentários com que Dugas, um discípulo de Ribot, prefacia seu livro La Psychologie du Rire (1902,1): ‘Il n’est pas de fait plus banal et plus étudié que le rire; il n’en est pas qui ait eu le don d’exciter davantage la curiosité du vulgaire et celle des philosophes; il n’en est pas sur lequel on est recueilli plus d’observations et bâti plus de théories, et avec cela il n’en est pas qui demeure plus inexpliqué. On serait tenté de dire avec les sceptiques qu’il faut être content de rire et de ne pas chercher à savoir pourquoi on rit, d’autant que peut-être la réflexion tue le rire, et qu’il serait alors contradictoire que’elle en découvrît les causes’.

Por outro lado, não nos faltará a oportunidade de utilizar para nossos propósitos uma opinião sobre o mecanismo do riso que se adeqüe excelentemente a nossa linha de pensamento. Tenho em mente a tentativa de explicação feita por Herbert Spencer em seu ensaio sobre ‘The Phisiology of Laughter (A Fisiologia do Riso)’ (1860). De acordo com Spencer, o riso é um fenômeno de descarga da excitação mental a uma prova de que o emprego psíquico dessa excitação tropeça repentinamente contra um obstáculo. Descreve a situação psicológica que termina no riso com as seguintes palavras: ‘O riso resulta naturalmente apenas quando a consciência é, inesperadamente, transferida das grandes coisas para as pequenas - apenas quando há o que podemos chamar de incongruência descendente‘.

Em um sentido bastante similar autores franceses (e.g. Dugas) descrevem o riso como um ‘détente‘, um fenômeno de relaxamento da tensão. Assim também a fórmula proposta por Bain [1865, 250] - ‘o riso como liberação de uma restrição’ - parece divergir da concepção de Spencer muito menos do que algumas autoridades nos fariam acreditar.

Não obstante, sentimos necessidade de modificar a noção de Spencer, em parte para dar forma mais definitiva às idéias nela contidas e em parte para modificá-las. Devíamos dizer que o riso se dá quando uma cota de energia psíquica, usada anteriormente para a catexia de trajetos psíquicos particulares, torna-se inutilizável, de modo que essa (energia) pode encontrar descarga livre. Bem sabemos dos ‘maus espíritos’ que estamos convocando com tal hipótese, mas nos aventuraremos a citar em nossa defesa uma sentença apropriada do livro de Lipps, Komik und Humor (1898, 71), da qual deriva esclarecimento para outros assuntos que não somente o cômico e o humor: ‘Finalmente, problemas psicológicos específicos sempre levam a um aprofundamento na psicologia, de modo que, no fundo, nenhum problema psicológico pode ser tratado isoladamente’. Os conceitos de ‘energia psíquica’ e de ‘descarga’, tanto como o tratamento da energia psíquica enquanto quantidade, têm sido habituais em minhas reflexões, desde que comecei a organizar os fatos da psicopatologia filosoficamente; já em meu livro A Interpretação de Sonhos (1900a), tentei (no mesmo sentido que Lipps) estabelecer o fato de que ‘realmente efetivos psiquicamente’ são os processos psíquicos em si mesmos inconscientes, não o conteúdo da consciência. Somente qundo falo da ‘catexia dos trajetos psíquicos’ é que pareço me afastar das analogias comumente usadas por Lipps. Minhas experiências da capacidade de deslocamento da energia psíquica ao longo de certos trajetos associativos, minha experiência da quase indestrutível persistêncial de vestígios dos processos psíquicos, sugeriram-me de fato uma tentativa de figurar de uma outra forma o desconhecido. Para evitar incompreensões, devo acrescentar que não faço qualquer tentativa de proclamar que tais trajetos psíquicos são as células e fibras nervosas, ou os sistemas de neurônios que hoje estão tomando seu lugar, mesmo que fosse possível representar tais trajetos de alguma forma, ainda não indicada, através de elementos orgânicos do sistema nervoso.

Segundo nossa hipótese, portanto, encontram-se no riso as condições sob as quais uma soma de energia psíquica, usada até então para a catexia, encontra livre descarga. E já que o riso - não todo o riso, é verdade, mas certamente o riso originário do chiste - é uma indicação de prazer, inclinamo-nos por relacionar este prazer com a suspensão da catexia que fora previamente apresentada. Se verificamos que o ouvinte de um chiste ri, mas que seu criador não pode rir, isto pode nos levar a dizer que no ouvinte uma despesa catéxica foi suspensa e descarregada, enquanto na construção do chiste também encontramos obstáculos tanto à suspensão quanto à possibilidade de descarga. O processo psíquico no ouvinte, a terceira pessoa do chiste, dificilmente será mais bem descrito que pela acentuação do fato de que o prazer do chiste é adquirido com muito pequena despesa de sua parte. Pode-se dizer que o chiste lhe é presenteado. As palavras do chiste por ele ouvidas trazem-lhe necessariamente a idéia ou o curso de pensamentos cuja construção sofreu a oposição de graves inibições internas. Ele teria que fazer esforço próprio para executá-lo espontaneamente como primeira pessoa: teria que utilizar, pelo menos, tanta energia psíquica quanta correspondesse à força da inibição, supressão ou repressão da idéia. Economizou, portanto, esta despesa psíquica. À base de nossas discussões anteriores (ver em [1]) dissemos que o prazer (do chiste) correspondia a essa economia. Nosso insight do mecanismo do riso leva-nos antes a dizer que, devido à introdução da idéia proscrita através da percepção auditiva, a energia catéxica usada para a inibição torna-se agora subitamente supérflua, sendo pois suspensa e portanto descarregada pelo riso. Os dois modos de exprimir os fatos concernem essencialmente à mesma coisa já que a despesa economizada corresponde exatamente à inibição tornada supérflua. Mas o segundo método de expressão é mais esclarecedor, já que nos permite dizer que o ouvinte do chiste se ri com a cota de energia psíquica liberada pela suspensão da catexia inibitória; podíamos dizer que seu riso esgota essa cota.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o riso provocado por um chiste depende da cota de energia psíquica liberada pela suspensão da catexia inibitória, então o riso se esgota quando essa cota se esgota.

Mattanó aponta que o riso provocado por um chiste depende da cota de energia psíquica liberada pela suspensão da catexia inibitória, então o riso se esgota quando essa cota se esgota. É essa energia que promove a formação dos chistes e todo o seu processo e trabalho.

 

MATTANÓ

(26/03/2021)

 

 

O CICLO DOS TESOUROS SEGUNDO MATTANÓ (2021):

  1. Nascer para os Tesouros
  2. Criar Tesouros
  3. Gerar Tesouros
  4. Fornecer Tesouros
  5. Administrar Tesouros
  6. Produzir Tesouros
  7. Trabalhar Tesouros
  8. Economizar Tesouros
  9. Partilhar Tesouros
  10. Doar Tesouros
  11. Ser generoso e egoísta com os Tesouros
  12. Ter Abundância com os Tesouros

 

  1. Nascer para os Tesouros

Nascer para os Tesouros significa se deixar perceber e ser percebido pelo que há de mais valioso no meio ambiente, já a partir do nascimento.

 

  1. Criar Tesouros

Criar Tesouros significa se deixar experimentar testar e avaliar as consequências da sua resposta para determinado valor no meio ambiente e a partir daí criar comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights e até uma psique referente a esse Tesouro.

 

  1. Gerar Tesouros

Gerar Tesouros significa se deixar gerar valores a partir do que foi criado como comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights e psique.

 

  1. Fornecer Tesouros

Fornecer Tesouros significa se deixar fornecer para si e os outros e para o meio ambiente, inclusive os seres vivos e a ecologia os valores gerados com os comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights e psique.

 

  1. Administrar Tesouros

Administrar Tesouros significa se deixar controlar e administrar a entrada e a saída de valores criados, gerados e fornecidos com os comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights, e psique.

 

  1. Produzir Tesouros

Produzir Tesouros significa se deixar produzir, fabricar, manipular, brincar, testar, quebrar, construir, planejar, inventar, discutir Tesouros e os seus valores criados, gerados e fornecidos com os comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights, e psique.

 

  1. Trabalhar Tesouros

Trabalhar Tesouros significa se deixar trabalhar, manufaturar, maquinofaturar, produzir artesanalmente ou industrialmente seus Tesouros e valores que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida.

 

  1. Economizar Tesouros

Economizar Tesouros significa se deixar poupar mais do que se gasta em relação aos seus Tesouros e valores que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida.

 

  1. Partilhar Tesouros

Partilhar Tesouros significa se deixar partilhar entre os seus e os carentes, pobres, miseráveis e doentes os seus Tesouros e valores que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida comportamental encoberta e manifesta, relações sociais, gestalts e insights, e psique, para que aprendam o caminho dos Tesouros.

 

  1. Doar Tesouros

Doar Tesouros significa se deixar doar como indivíduo, Tesouro e valor e como portador de Tesouros que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida para os pobres, miseráveis, carentes, doentes e necessitados, para que aprendam o caminho dos Tesouros.

 

  1. Ser generoso e egoísta com os Tesouros

Ser generoso e egoísta com os Tesouros significa se deixar ser generoso em determinados contextos e ser egoísta em outros contextos com os seus Tesouros e os Tesouros do próximo, de modo que se promova a liberdade para viver e para se aprender a viver libertando a consciência do niilismo e gerando comportamento e psique para estes momentos, gerando relações sociais para estas situações e eventos.

  1. Ter Abundância com os Tesouros

Ter Abundância com os Tesouros significa se deixar evitar o controle, a literalidade, as razões, os contextos, os significados e os sentidos, o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, inconsciente, simbologia, relações sociais, gestalts e insights, análises e interpretações, e passar a se orientar pela consciência, pela atenção e pela intenção que movimentam a consciência como que um milagre de uma Hóstia Viva ou o de uma célula biológica no corpo, você não é mais a sua funcionalidade e nem o seu comportamento e inconsciente ou sua análise e interpretação, você é sua consciência que se movimenta através da liberdade para viver e aprender e da liberdade para se viver e se aprender a aprender.

A Abundância com os Tesouros termina com a aquisição de novos comportamentos e uma nova psique, de novas relações sociais, de novas gestalts e insights, que são adquiridos com  a consciência e a conscientização da Abundância dos Tesouros que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida.

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 27 de março de 2021.

 

MATTANÓ

(27/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o riso provocado por um chiste depende da cota de energia psíquica liberada pela suspensão da catexia inibitória, então o riso se esgota quando essa cota se esgota. É essa energia que promove a formação dos chistes e todo o seu processo e trabalho. Da mesma forma o riso provocado por um chiste virtual depende da cota de energia psíquica liberada pela suspensão da catexia inibitória, o riso se esgota com o fim dessa cota de energia. Assim é essa energia que forma os chistes virtuais, do mundo e da realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, e todo o seu processo e trabalho virtuais.

 

MATTANÓ

(04/09/2025)

 

 

 

 

 

Se a pessoa em quem o chiste se forma não pode rir, esse fato, como já dissemos (ver em [1]), indica uma divergência com aquilo que acontece na terceira pessoa: isto é, ou a suspensão da catexia inibitória ou a possibilidade de sua descarga. Mas a primeira dessas alternativas não se verificará, como constataremos imediatamente. A catexia inibitória deve ter sido suspensa também na primeira pessoa, ou o chiste não viria à tona já que sua formação visava precisamente superar uma resistência desse tipo; por outro lado, seria também impossível para a primeira pessoa sentir prazer no chiste, prazer que nos obrigamos a referir precisamente à suspensão da inibição. Tudo que perdura, então, é a outra alternativa, a saber, que a primeira pessoa não pode rir embora sinta prazer, porque há uma interferência com a possibilidade de descarga. Uma tal interferência com a possibilidade de descarga, necessária precondição do riso, pode proceder de que a energia catéxica liberada seja imediatamente aplicada a outra utilização endopsíquica. É bom que nossa atenção tenha-se desviado para tal possibilidade, na qual em breve ocuparemos nosso interesse. Entretanto, uma outra condição, que leva ao mesmo resultado, pode ser percebida na primeira pessoa do chiste. É possível que nenhuma cota de energia, capaz de tornar-se manifesta, possa ser liberada a despeito da suspensão da catexia inibitória. Na primeira pessoa de um chiste executa-se a elaboração do chiste, à qual deve corresponder certa cota de nova despesa psíquica. Assim a própria primeira pessoa produz a força que suspende a inibição. Isso, sem dúvida, resulta em prazer para si e mesmo, no caso dos chistes tendenciosos, um prazer bem considerável, já que o prazer preliminar obtido pela elaboração do chiste toma a seu cargo a suspensão de outras inibições; mas a despesa na elaboração do chiste é, em qualquer caso, deduzida da produção (do prazer) resultante da suspensão da inibição - uma despesa que é idêntica à evitada pelo ouvinte do chiste. O que acabei de dizer pode ser confirmado pela observação de que um chiste perde seu efeito de riso, mesmo em uma terceira pessoa, tão logo requeira uma despesa ou um trabalho intelectual conexo. As alusões feitas em um chiste devem ser óbvias e as omissões facilmente preenchíveis; um despertar do interesse intelectual consciente usualmente impossibilita o efeito do chiste. Há aqui uma importante distinção entre os chistes e os enigmas. Talvez a constelação psíquica não seja favorável à livre descarga do que se ganhou durante a elaboração do chiste. Parece que não estamos em condições de ir além desse ponto; conseguimos maior êxito em lançar luz sobre uma parte de nosso problema - porque ri a terceira pessoa - do que em esclarecer outra parte - porque a primeira pessoa não ri.

Contudo, se aceitamos firmemente essa concepção dos determinantes do riso e do processo psíquico na terceira pessoa, estamos agora em condições de prover uma explicação satisfatória de toda uma classe de peculiaridades dos chistes que não têm sido bem compreendidas. Se uma cota da energia catéxica capaz de descarga vai ser liberada na terceira pessoa, há várias condições que devem ser preenchidas ou que seria desejável fazer operar como encorajamentos: (1) Deve ser assegurado que a terceira pessoa esteja realmente fazendo esta despesa catéxica. (2) É necessário evitar que a despesa catéxica, quando liberada, encontre algum outro uso psíquico em vez de se oferecer para a descarga motora. (3) É muito vantajoso que a catexia liberada na terceira pessoa seja previamente intensificada, elevada a uma maior altura. Todos esses objetivos são servidos por métodos particulares de elaboração do chiste, que podem ser classificados como técnicas auxiliares ou secundárias:

[1] A primeira destas condições constitui-se em uma das qualificações necessárias à terceira pessoa enquanto ouvinte do chiste. É essencial que esta esteja em suficiente acordo psíquico com a primeira pessoa quanto a possuir as mesmas inibições internas, superadas nesta última pela elaboração do chiste. Uma pessoa receptiva ao smut será incapaz de derivar qualquer prazer dos espirituosos chistes de desnudamento; os ataques de Herr N. não serão entendidos por pessoas sem cultura, acostumadas a dar livre trânsito a seu desejo de insultar. Assim todo chiste requer seu próprio público: partilhar o riso diante dos mesmos chistes evidencia uma abrangente conformidade psíquica. Aqui, além disso, chegamos a um ponto que nos capacita adivinhar ainda mais precisamente o que ocorre na terceira pessoa. Esta deve poder, por força do hábito, erigir em si mesma aquela inibição que o chiste da primeira pessoa superou, de modo que, tão logo escute um chiste, a disposição para a inibição seja compulsiva ou automaticamente despertada. Esta disposição à inibição, que devo considerar como despesa real, análoga à mobilização no campo militar, será neste mesmo momento reconhecida como supérflua ou tardia, e portanto descarregada in statu nascendi pelo riso.

[2] A segunda condição que possibilita a livre descarga - o impedimento de que a energia liberada seja utilizada de algum outro modo - parece de longe a mais importante. Ela fornece a explicação teórica da incerteza quanto ao efeito dos chistes quando os pensamentos expressos pelo chiste suscitam no ouvinte idéias poderosamente excitantes; neste caso, a concordância ou discordância entre os propósitos do chiste e o círculo de pensamentos dominante no ouvinte decidirá se a sua atenção permanecerá no processo chistoso ou lhe será retirada. De interesse teórico ainda maior é uma classe de técnicas auxiliares que claramente servem à finalidade de deslocar do processo chistoso a atenção do ouvinte e permitir que tal processo siga seu curso automaticamente. Digo deliberadamente ‘automática’ em vez de ‘inconscientemente’ porque a última caracterização seria enganosa. Trata-se aqui apenas da manutenção de uma catexia aumentada da atenção, derivada do processo psíquico quando o chiste é escutado; a utilidade dessas técnicas auxiliares leva-nos diretamente a suspeitar que precisamente a catexia da atenção partilhe grande parte da tarefa de supervisão e novo emprego da energia catéxica liberada.

Bem pouco fácil parece ser evitar o emprego endopsíquico das catexias tornadas supérfluas pois em nossos processos mentais temos o freqüente hábito de substituir tais catexias de um trajeto a outro sem perder qualquer parte da energia a ser descarregada. Os chistes utilizam os seguintes métodos visando aquele propósito. Primeiro, tentam abreviar sua expressão tanto quanto possível, de modo a oferecer à atenção mínimos pontos de ataque. Em segundo lugar, observam a condição da facilidade de entendimento (ver em [1]); tão logo requeressem trabalho intelectual demandariam uma escolha entre diferentes trajetos de pensamento, arriscando-se assim não apenas a um inevitável dispêndio de pensamento como também a um despertar da atenção. Mas além disso empregam o artifício de distrair a atenção, apresentando na forma da expressão do chiste algo que a capte, de modo que a liberação da catexia inibitória e sua descarga possam, nesse ínterim, ser completadas sem interrupção. Este objetivo já é satisfeito pelas omissões na verbalização do chiste; estas oferecem um estímulo ao preenchimento das lacunas, conseguindo assim subtrair da atenção o processo chistoso. Aqui, a técnica dos enigmas, que atrai a atenção (ver em [1]), é convocada ao serviço da elaboração do chiste. Mesmo muito mais efetivas são as fachadas que encontramos especialmente em alguns grupos de chistes tendenciosos (ver em [2]). As fachadas silogísticas preenchem admiravelmente o papel de prender a atenção, fornecendo-lhe uma tarefa. Enquanto começamos a imaginar o que há de errado com a réplica, já estamos rindo; nossa atenção é apanhada desprevenida e a descarga da catexia inibitória liberada se completa. O mesmo é verdade para os chistes com uma fachada cômica, onde o cômico vem em ajuda da técnica do chiste. Uma fachada cômica encoraja a efetividade de um chiste por mais de uma maneira; não apenas possibilita o automatismo do processo chistoso, prendendo a atenção, mas também facilita a descarga pelo chiste, remetendo-a a uma descarga do tipo cômico. O cômico opera aqui exatamente como um prazer preliminar subornador e podemos, desta forma, compreender como é que alguns chistes podem renunciar inteiramente ao prazer preliminar produzido pelos métodos ordinários, utilizando apenas o cômico como prazer preliminar. Entre as técnicas do chiste propriamente ditas, são particularmente o deslocamento e a representação por algo absurdo que, além de suas outras qualificações, suscitam também uma distração da atenção desejável para o curso automático do processo chistoso.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes têm e dependem de seu contexto para serem produzidos e interpretados ou compreendidos. Os chistes utilizam os seguintes métodos visando aquele propósito. Primeiro, tentam abreviar sua expressão tanto quanto possível, de modo a oferecer à atenção mínimos pontos de ataque. Em segundo lugar, observam a condição da facilidade de entendimento; tão logo requeressem trabalho intelectual demandariam uma escolha entre diferentes trajetos de pensamento, arriscando-se assim não apenas a um inevitável dispêndio de pensamento como também a um despertar da atenção. Mas além disso empregam o artifício de distrair a atenção, apresentando na forma da expressão do chiste algo que a capte, de modo que a liberação da catexia inibitória e sua descarga possam, nesse ínterim, ser completadas sem interrupção. Este objetivo já é satisfeito pelas omissões na verbalização do chiste; estas oferecem um estímulo ao preenchimento das lacunas, conseguindo assim subtrair da atenção o processo chistoso.

Mattanó aponta os chistes têm e dependem de seu contexto para serem produzidos e interpretados ou compreendidos. Que os seus significados e os seus sentidos dependem do contexto para serem codificados e decodificados. Os chistes utilizam os seguintes métodos visando aquele propósito. Primeiro, tentam abreviar sua expressão tanto quanto possível, de modo a oferecer à atenção mínimos pontos de ataque. Em segundo lugar, observam a condição da facilidade de entendimento; tão logo requeressem trabalho intelectual demandariam uma escolha entre diferentes trajetos de pensamento, arriscando-se assim não apenas a um inevitável dispêndio de pensamento como também a um despertar da atenção. Mas além disso empregam o artifício de distrair a atenção, apresentando na forma da expressão do chiste algo que a capte, de modo que a liberação da catexia inibitória e sua descarga possam, nesse ínterim, ser completadas sem interrupção. Este objetivo já é satisfeito pelas omissões na verbalização do chiste; estas oferecem um estímulo ao preenchimento das lacunas, conseguindo assim subtrair da atenção o processo chistoso. Estas omissões produzem entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização no processo chistoso ocasionando demanda temporal e espacial que afeta a lógica da construção linguística e semântica, ou seja, levando ao chiste.

 

MATTANÓ

(29/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes têm e dependem de seu contexto para serem produzidos e interpretados ou compreendidos. Que os seus significados e os seus sentidos dependem do contexto para serem codificados e decodificados. Os chistes utilizam os seguintes métodos visando aquele propósito. Primeiro, tentam abreviar sua expressão tanto quanto possível, de modo a oferecer à atenção mínimos pontos de ataque. Em segundo lugar, observam a condição da facilidade de entendimento; tão logo requeressem trabalho intelectual demandariam uma escolha entre diferentes trajetos de pensamento, arriscando-se assim não apenas a um inevitável dispêndio de pensamento como também a um despertar da atenção. Mas além disso empregam o artifício de distrair a atenção, apresentando na forma da expressão do chiste algo que a capte, de modo que a liberação da catexia inibitória e sua descarga possam, nesse ínterim, ser completadas sem interrupção. Este objetivo já é satisfeito pelas omissões na verbalização do chiste; estas oferecem um estímulo ao preenchimento das lacunas, conseguindo assim subtrair da atenção o processo chistoso. Estas omissões produzem entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização no processo chistoso ocasionando demanda temporal e espacial que afeta a lógica da construção linguística e semântica, ou seja, levando ao chiste. Da mesma forma os chistes virtuais através da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, dependem dos seus contextos para serem interpretados, assim como seus significados e sentidos.

 

MATTANÓ

(04/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Como já podemos adivinhar, e como depois constataremos mais claramente, descobrimos na condição da distração da atenção um traço que não é, em absoluto, supérfluo ao processo psíquico no ouvinte de um chiste. Em conexão com essa há ainda outras coisas que podemos entender. Em primeiro lugar, a questão de por que dificilmente identificamos o que causa riso em um chiste, embora isso se possa descobrir pela investigação analítica. O riso é, de fato, o produto de um processo automático tornado possível apenas pelo descarte de nossa atenção consciente. Em segundo lugar, somos capazes de compreender o peculiar fato de que os chistes só produzem efeito integral no ouvinte se forem novidade para este, se lhes chegam como uma surpresa. Esta característica dos chistes (que determina a brevidade de suas vidas e estimula sua constante renovação) deve-se evidentemente ao fato de que a própria natureza do ato de surpreender alguém ou pegá-lo desprevenido implica que não se possa ter êxito uma segunda vez. Quando um chiste é repetido, a atenção retrocede à primeira ocasião em que o escutou, tal como esta procede de memória. Daí nos encaminhamos para a compreensão do impulso de contar a alguém mais, que ainda não o conheça, um chiste já ouvido. Provavelmente recobra-se da impressão que o chiste faz em um recém-vindo algo da possibilidade de prazer, perdida devido a sua falta de novidade. Pode ser que seja esse o mesmo motivo que leva o criador do chiste, em primeira instância, a contá-lo a mais alguém.

[3] Em terceiro lugar devo apresentar - agora, não mais como condição necessária mas apenas como encorajamento ao processo chistoso - os métodos técnicos auxiliares de elaboração do chiste, calculados para aumentar a cota que obtém a descarga, intensificando assim o efeito do chiste. Em sua maior parte, aumentam também a atenção que é prestada ao chiste, mas tornam esse efeito inócuo, uma vez mais, pela simultânea retenção e inibição de sua mobilidade. Qualquer coisa que provoque interesse e desconcertamento opera nestas duas direções - assim, particularmente, o nonsense e a contradição, e também o ‘contraste de idéias’ (ver em [1]), que algumas autoridades tentaram tornar a característica essencial dos chistes, mas que considero apenas como recursos intensificadores de seu efeito. Tudo que desconcerta suscita no ouvinte o estado de distribuição de energia que Lipps denominou ‘estancamento psíquico’ (ver em [2]); sem dúvida ele supõe corretamente que quanto mais poderosa a descarga, mais alto o precedente estancamento. A exposição de Lipps, de fato, não se relaciona especificamente ao chiste, mas ao cômico em geral; podemos, porém, considerar também como mais provável nos chistes a descarga de uma catexia inibitória, similarmente aumentada pela altura do estancamento.

Começa agora a raiar em nós a suspeita de que a técnica dos chistes seja em geral determinada por duas espécies de propósitos - aqueles que possibilitam a construção do chiste na primeira pessoa e aqueles que pretendem garantir ao chiste um efeito maximamente agradável na terceira pessoa. Pertencem ao primeiro destes propósitos tanto o dúplice (como Jânus) caráter dos chistes, que protege sua produção original de prazer dos ataques da razão crítica, quanto o mecanismo do prazer preliminar; a ulterior complicação da técnica pelas condições enumeradas no presente capítulo ocorre em função da terceira pessoa do chiste. O chiste é assim um velhaco hipócrita, servidor, a um só tempo, de dois amos. Tudo que nos chistes objetiva a obtenção de prazer, é calculado visando a terceira pessoa como se houvesse na primeira pessoa obstáculos internos intransponíveis. Isso nos dá uma inteira impressão de quanto é indispensável a terceira pessoa para a complementação do processo chistoso. Mas enquanto podemos obter um insight bastante bom sobre a natureza deste processo na terceira pessoa, o processo correspondente na primeira pessoa parece ainda velado em obscuridade. Das duas questões que colocamos (ver a partir de [1]), ‘Por que não conseguimos rir de um chiste feito por nós próprios?’ e ‘Por que somos levados a contar nosso próprio chiste a mais alguém?’, a primeira escapou até aqui de nossa resposta. Podemos apenas suspeitar que haja uma íntima conexão entre os dois fatos explicados: somos compelidos a contar nosso chiste para mais alguém porque somos incapazes de rir dele, nós mesmos. Nos insight das condições de obtenção e descarga de prazer que prevalecem na terceira pessoa nos capacita a inferir, no que concerne à primeira pessoa, que nesta faltam as condições de descarga, sendo cumpridas apenas parcialmente as condições relativas à obtenção de prazer. Sendo assim, não se pode negar que suplementemos nosso prazer atingindo o riso que nos é impossível através de um desvio: através da impressão que nos causa a pessoa que fazemos rir. Como afirma Dugas, rimos como se fora ‘par ricochet [por ricochete]’. O riso está entre as expressões de estados psíquicos mais altamente contagiosas. Quando faço alguma pessoa rir, contando-lhe meu chiste, estou de fato utilizando-a para suscitar meu próprio riso e é possível, de fato, observar que a pessoa que começou a contar o chiste, com a face séria, reúne-se depois à gargalhada do outro com um riso moderado. Conseqüentemente, contar meu chiste a outra pessoa serviria a vários propósitos: primeiro, dar-me a certeza objetiva de que a elaboração do chiste foi bem-sucedida; segundo, completar meu próprio prazer pela reação que provoco na outra pessoa; terceiro - onde entra a questão da repetição de um chiste que não foi produzido pelo próprio narrador -, compensar-se da perda de prazer causada pela falta de novidade do chiste.

 

       Como conclusão das discussões dos processos psíquicos nos chistes, enquanto estes se passam entre duas pessoas, podíamos reconsiderar o fator economia, cuja importância para chegar a uma concepção psicológica dos chistes nos tem aparecido desde a primeira explicação de sua técnica. Já há muito abandonamos a concepção mais simples e óbvia dessa economia - evitar a despesa psíquica em geral, tal como a envolveria a maior restrição possível ao uso de palavras e ao estabelecimento de nexos de pensamento. Mesmo nesse estágio dissemos que não bastaria ser conciso ou lacônico para fazer um chiste (ver em [1]). A brevidade do chiste é de espécie peculiar - brevidade ‘chistosa’. É verdade que a produção original de prazer, obtida pelo jogo de palavras e pensamentos, derivava de simples economia na despesa; mas, com o desenvolvimento do jogo em chiste, a tendência à economia teve também que alterar seus objetivos, pois o montante que se economizava pelo uso da mesma palavra ou pela redundância diante de uma nova maneira de reunir idéias não valeria nada, se comparado ao imenso dispêndio de energia em nossa atividade intelectual. Posso talvez me aventurar a uma comparação entre a economia psíquica e um empreendimento comercial. Na medida em que o movimento do negócio é pequeno, o que importa é que a despesa em geral se mantenha baixa, os custos administrativos reduzidos a um mínimo. A economia se refere ao valor absoluto da despesa. Mais tarde, quando o negócio se expande, a importância do custo administrativo diminui; a altura alcançada pelo montante da despesa não é o mais importante, desde que o movimento e os lucros sejam suficientemente aumentados. Redundaria em sovinice, e mesmo em positivo prejuízo, manter-se conservador quanto à despesa na administração do negócio. Entretanto, erraríamos em admitir que diante de uma despesa absolutamente grande não houvesse mais lugar para tendência à economia. A mente do gerente, se inclinada à economia, se voltaria agora para a economia nos detalhes. Ele sentirá satisfação se certo trabalho for executado a custo menor que anteriormente, ainda que a economia pareça pequena em comparação às dimensões da despesa total. De modo bastante análogo em nosso complexo negócio psíquico, também a economia nos detalhes persiste como fonte de prazer, o que se pode verificar pelos acontecimentos cotidianos. Quem quer que tivesse sua casa iluminada a gás e tem agora a instalação elétrica perceberá, por algum tempo, um definido sentimento de prazer ao acender a luz elétrica; tal sentimento assomará enquanto for revivida a lembrança das complexas manobras exigidas para obtenção da luz a gás. Do mesmo modo, as economias na despesa psíquica inibitória operadas pelo chiste - embora pequenas comparativamente à totalidade de nossa despesa psíquica - permanecerão para nós uma fonte de prazer porque nos poupam uma despesa particular a que estávamos acostumados e que já nos preparávamos para fazer também naquela ocasião. O fator de expectativa e preparação para a despesa move-se inequivocamente em primeiro plano.

Uma economia localizada, tal como a que estamos considerando, não deixará de nos proporcionar um prazer momentâneo, mas não acarretará um alívio duradouro na medida em que o que é poupado neste ponto pode ser reutilizado em outra parte. Somente quando essa disposição é evitada, a economia especializada transforma-se em um alívio geral da despesa psíquica. Assim, quando chegamos a uma melhor compreensão dos processos psíquicos do chiste, o fator alívio toma o lugar da economia. É óbvio que o primeiro fornece um maior sentimento de prazer. O processo de chiste na primeira pessoa produz prazer pela suspensão da inibição e diminuição da despesa local; não parece entretanto chegar ao fim senão por intermédio de uma terceira pessoa interpolada, obtendo o alívio geral através da descarga.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a economia psíquica depende da despesa psíquica e que esta chega ao fim pela suspensão da inibição e diminuição da despesa local, por intermédio de uma terceira pessoa interpolada, que produz o alívio geral através da descarga através do chiste.

Mattanó aponta que a economia psíquica depende da despesa psíquica e que esta chega ao fim pela suspensão da inibição e diminuição da despesa local, por intermédio de uma terceira pessoa interpolada, que produz o alívio geral através da descarga através do chiste. Que os significados e os sentidos dependem da economia de palavras para que façam efeito no chiste e a despesa psíquica chegue ao fim pela suspensão da inibição e diminuição da despesa local, por intermédio de uma terceira pessoa interpolada, que produz o alívio geral através da descarga através do chiste.

 

MATTANÓ

(29/03/2021)

 

 

O DIVÓRCIO DA REALIDADE DE MATTANÓ (2021):

Mattanó se divorcia da realidade, pois esta é criação do Homo Sapiens....

A realidade é um divórcio da razão em si mesma, pois não retrata a realidade, mas apenas a sua natureza biopsíquica, do próprio Homo Sapiens codificador e decodificador de mensagens ou realidades, o seu cérebro, funcionalmente, que se divorciou do mundo para se reproduzir individualmente.

 

  1. Psicologia Dialética de Mattanó

 

 

Esta Psicologia especula que o que determina as escolhas e a história de vida de cada indivíduo e grupo social, inclusive a família, é a dialética, o movimento da: consciência-alienação, que determina o que escolhemos em cada momento de nossas vidas, em cada contexto, assim, por exemplo, um indivíduo pobre e forte, pedreiro, sonha e busca a riqueza e a tranquilidade e o descanso, e um indivíduo rico e fraco, milionário, sonha e busca, acaba invejando um indivíduo pobre e forte quando ele se vê doente e fraco, como seu ideal onde não tem os problemas que tem em sua consciência devido a alienação e ao conflito dialético tomado em sua unidade entre o real e o ideal.

Esta dialética esclarece que jamais estaremos satisfeitos com o comportamento, mente, organismo e relações sociais, pois existe para cada evento o seu oposto que cria e gera mantendo o conflito tomado em sua unidade que movimenta o indivíduo e os grupos, a humanidade.

É resignificando os opostos que buscamos a arte de discutir, a dialética, a arte do diálogo pelo qual o ser, o pensamento e a afetividade se desenvolvem por contradições superadas.

Platão disse  ¨aquele que conhece a arte de interrogar e responder, tu chamas de outro modo que dialético?¨ Também disse que ser dialético é chegar a essência de cada coisa. Podemos dizer que o Psicoterapia é um processo dialético, segundo Platão, pois envolve perguntas e respostas em seu processo analítico de cura.

 Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido! O tempo todo lidamos com a pulsão de vida e a pulsão de morte e o tempo todo ocorre o ajustamento entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude crítica diante do seu papel de interrogador em relação à estimulação ambiental, para que ele tenha uma consciência libertadora.

 

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 30 de março de 2021.

 

 

 

 

 

  1. Psicofilosofia de Mudança de Destino

 

 

A Psicofilosofia de Mudança de Destino  prega que através da linguagem o ser humano pode mudar o seu destino, alterando o significado,  o sentido e assim conflitando o conceito dos objetos do mundo real e ideal, de modo que até mesmo a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 e suas consequências como a lavagem cerebral, a pedofilia, a violência, o racismo, a perseguição e o bullying dentre outros fenômenos como o erro e a mentira, a ilusão e a falsidade, o delírio, se tornam curáveis ou amenizáveis através da resignificação.

Alterar significados, sentidos intencionalmente pode, sim, levar a loucura permanente e incurável, mas como epistemologista é uma área nova de conhecimento que desperta interesse e atenção para as suas emergências e problemas, limites e valores.

Até que ponto o ser humano tolera mudanças de significado e sentido? Quando isto passa a se tornar loucura? Quando isto passa a se tornar crime? Há cura ou tratamento para isto hoje em dia? O que devemos estudar e pesquisar para o bem da humanidade? Podemos sair por aí mudando o destino das pessoas intencionalmente?

Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido! O tempo todo lidamos com a pulsão de vida e a pulsão de morte e o tempo todo ocorre o ajustamento entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude crítica em relação a estimulação ambiental que promove a mudança de destino através da linguagem, para que ele tenha uma consciência libertadora.

 

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 30 de março de 2021.

 

 

 

 

 

  1. Psicologia do Humor

 

A Psicologia do Humor entende que o humor é a expressão verbal, corporal, territorial, telepática ou qualquer outra, que retrata uma situação com um misto de simpatia e divertimento. É uma atitude ou tendência emocional para reagir favorável (bom humor) ou desfavoravelmente (mau humor) a outras pessoas. Esta atitude influencia a consciência, a identidade, a atividade, a alienação e o inconsciente das pessoas para reagir com bom ou mau humor. Tanto o bom quanto o mau humor retratam uma situação ou um evento ambiental com forma de adaptação e reação às adversidades. Somente o bom humor é capaz de suscitar simpatia e divertimento. O mau humor suscita aversão ao evento ambiental.

O humor por assim ser suscita reações favoráveis ou desfavoráveis que podem ser desmembradas e estudadas posteriormente.

Através desta Psicologia do Humor descobrimos se somos favoráveis ou desfavoráveis a determinados eventos ambientais e poderemos entender como reagimos e somos responsáveis pelo seu desenvolvimento  ambiental.

Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido! O tempo todo lidamos com a pulsão de vida e a pulsão de morte e o tempo todo ocorre o ajustamento entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude favorável ou desfavorável em relação a estimulação ambiental através do humor, para que ele tenha uma consciência libertadora.

 

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 30 de março de 2021.

 

 

 

 

 

  1. Psicologia de Telepatia

 

 

A Psicologia de Telepatia entende o ser humano em interação com o meio ambiente numa relação de adaptação fisiológica, comportamental, morfológica e agora, telepática, onde seus recursos linguísticos determinam e modelam a telepatia, através dos significados, sentidos e conceitos, do Episódio Verbal Completo, do Episódio Verbal Incompleto e do comportamento verbal do falante e do ouvinte, e agora, do telepata, que está sujeito as interferências em seu comportamento encoberto telepático e em seu comportamento público telepático, através do contato que leva a contaminar e ao desvio de destino ou de finalidade, de respostas e de consequências através do estímulo ambiental associado a telepatia ou desencadeado pela telepatia, seja qual for o modelo, as respostas e as consequências tornar-se-ão desviadas ou alteradas pela contaminação através dos estímulos telepáticos da(s) mente(s) associada(s) ao evento ambiental estudado.

Esta Psicologia de Telepatia estuda assim a contaminação e seus problemas comportamentais, psicológicos, arquetípicos, sociais, escolares, gestálticos, adaptativos, trabalhistas, de destino, de humor, dos ritos e discursos, da auto-atualização, da auto-realização, do estilo de vida, do inconsciente, da aprendizagem, dos fenômenos, etc., para que possamos compreende-los, estuda-los e intervir, por exemplo, nos recursos linguísticos, como os significados, sentidos e conceitos, ou na alfabetização, para uma melhor convivência e produtividade ou felicidade e paz social.

Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido! O tempo todo lidamos com a pulsão de vida e a pulsão de morte e o tempo todo pode ocorrer a contaminação entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude compreensiva, de convivência, de felicidade e de paz social em relação a estimulação ambiental, para que ele tenha uma consciência libertadora.

 

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 30 de março de 2021.

 

 

 

 

 

  1. Psicologia Positivista

 

 

A Psicologia Positivista estuda o ajustamento entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude positiva em relação a estimulação ambiental.

A palavra positiva designa o real, por oposição ao quimérico, aqui as conclusões tem que ser positivas e dadas pela experiência que se volta para o positivismo, ou àquilo que há de melhor em cada indivíduo e em cada evento provocado por qualquer que seja o estímulo ambiental. Portanto a experiência fundamenta-se, nesta abordagem, numa experiência realizadora, positiva e motivadora, elevando a consciência do indivíduo a um grau ou estágio superior ao normal e não se aprisionando aos processos inconscientes da mente que sempre são confusos e negativos ou aprisionadores, fazendo um trabalho por meio da consciência, através, também, da educação e do treino comportamental por meio do reforço que visa modelar o comportamento do indivíduo e sua atitude positiva, seja qual for o problema ou evento ambiental.

Concluímos que a Psicologia Positivismo visa ajudar o indivíduo a lidar com sua consciência e o meio ambiente com uma atitude positiva, libertadora, realizadora, motivadora, educadora, pois o ser humano é capaz de lidar com seus estados de inconsciência através da consciência e é esta atitude que o faz se recuperar de seus traumas quando está condicionado a eles. A consciência é libertadora.

Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido! O tempo todo lidamos com a pulsão de vida e a pulsão de morte e o tempo todo ocorre o ajustamento entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude positiva em relação a estimulação ambiental, para que ele tenha uma consciência libertadora.

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 30 de março de 2021.

 

 

 

 

 

 

  1. Psicofarmacomédicos

 

 

Os Psicofarmacomédicos serão aqueles profissionais da saúde mental, farmacológica e física do futuro, talvez dos nossos tempos que enfrentamos já estas necessidades. Mas que necessidades?

Há de termos uma dieta farmacológica assim como temos uma dieta nutricional, essa dieta farmacológica seria administrada por Psicofarmacomédicos, responsáveis pelo controle e administração dos fármacos para os indivíduos com suas diferenças e igualdades mentais, farmacológicas e físicas ou orgânicas, e até mesmo na Educação e no Novo Sistema Sexual proposto por Mattanó.

Creio que como acompanhamos o gigantesco crescimento dos fármacos alopáticos e homeopáticos e a crescente demanda acompanhada de satisfação e sucesso profissional, acredito que estamos descobrindo que somos e seremos dependentes ou os fármacos nos ajudarão, talvez, potencializando ou sarando, melhorando nosso organismo e desempenho, nossa saúde mental e física e até de resposta aos fármacos, o que nos leva a pensar que eles, os fármacos serão indispensáveis como é indispensável a água e o alimento, a energia, o vestuário e a tecnologia, a informação, o trabalho, a educação e a justiça, ou seja, a saúde para os seres humanos e talvez para os demais seres vivos do nosso mundo com o avanço das descobertas científicas, e até mesmo na Educação e no Novo Sistema Sexual proposto por Mattanó!

Os Psicofarmacomédicos tornar-se-ão indispensáveis como agentes de saúde fundamentais para o equilíbrio bio-psico-social do ser humano, por exemplo, para sua imunidade,  e da civilização, e até mesmo na Educação e no Novo Sistema Sexual proposto por Mattanó.

 

Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido! O tempo todo lidamos com a pulsão de vida e a pulsão de morte e o tempo todo ocorre o ajustamento entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude positiva em relação a estimulação ambiental e psicofarmacológica, para que ele tenha uma consciência libertadora.

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 30 de março de 2021.

 

 

 

  1. Psicologia do Trauma

 

Esta abordagem psicológica entende a vida e a vida psicológica, comportamental e social como produto e fonte de traumas, não necessariamente apenas como eventos dolorosos mentalmente que deixam problemas comportamentais e psíquicos, mas também como presente naqueles eventos exteriores ao corpo individual e que pertencem ao meio ambiente, pois quando manipulamos a mente de um indivíduo inserindo dados também manipulamos  e transformamos o meio ambiente, assim o meio ambiente esta mesmo quando ¨distante¨ de nós, sendo manipulado constantemente pelos indivíduos através, por exemplo, que chamarei de Trauma, fenômeno que transforma um evento noutro evento transfigurando suas características como em acidentes de automóveis, aeronaves, trens, bicicletas, pedestres, crianças. idosos, doentes, etc., deixando o que era perfeito, imperfeito ou outra coisa, devido ao Trauma. O Trauma pode lesar, fraturar, destruir ou matar o indivíduo ou o objeto no meio ambiente e até o meio ambiente por ação da subjetividade. Investigamos assim o meio ambiente, seus objetos e os indivíduos diante do Trauma, seu contexto, estímulo, resposta e consequência, e o novo contexto:
Tr = Ctx + S + R + C = NCtx.

Trauma = Contexto + Estímulo + Resposta + Consequência = Novo Contexto.

Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.

Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades.

Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.

O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.

A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido.

Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.

O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota.

O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.

Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.

Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!

E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido! O tempo todo lidamos com a pulsão de vida e a pulsão de morte e o tempo todo ocorre o ajustamento entre o indivíduo e o meio onde o papel do indivíduo é sempre escolher uma atitude positiva em relação a estimulação ambiental e ao trauma, para que ele propicie uma consciência sem sofrimento mental e até mesmo, libertadora.

 

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):

EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

 

A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!

 

 

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 30 de março de 2021.

 

MATTANÓ

(30/03/2021)

 

 

Mattanó especula se não existe algum fenômeno biológico que faz unir os indivíduos filhos dos mesmos pais e mães como irmãos e irmãs através, por exemplo, da embriologia, talvez da mórula ou do blastômero ou do zigoto, gerando uma família que pode evoluir e evitar comportamentos como o cruzamento entre familiares, levando a padrões mais evoluídos como criar comportamentos onde o indivíduo e sua família se comportem significando e dando sentido a sua vida sexual e reprodutiva, familiar, acreditando que os filhos dos mesmos pais são a ¨mesma pessoa¨ porém com informação diferente ou com variação genética como os órgãos de um indivíduo que tem fígado, pulmões, coração, rins, etc., são todos o mesmo indivíduo mas com informações diferentes ou com variação genética, da mesma forma os irmãos filhos dos mesmo casal, pois foram gerados pelos mesmos órgãos sexuais, de seu pai e de sua mãe, adquirindo informações diferentes ou variação genética com a fecundação.

 

MATTANÓ

(30/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a economia psíquica depende da despesa psíquica e que esta chega ao fim pela suspensão da inibição e diminuição da despesa local, por intermédio de uma terceira pessoa interpolada, que produz o alívio geral através da descarga através do chiste. Que os significados e os sentidos dependem da economia de palavras para que façam efeito no chiste e a despesa psíquica chegue ao fim pela suspensão da inibição e diminuição da despesa local, por intermédio de uma terceira pessoa interpolada, que produz o alívio geral através da descarga através do chiste. Da mesma forma o mundo e a realidade virtuais dependem de uma economia psíquica que economiza palavras criando um mundo e uma realidade virtuais economicamente viável, que chega ao fim pela suspensão da inibição e diminuição da despesa local, através de uma terceira pessoa que pode ser real ou virtual, que produz o alívio através da descarga através do chiste virtual.

 

MATTANÓ

(04/09/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

  1. PARTE TEÓRICA

 

VI - A RELAÇÃO DOS CHISTES COM OS SONHOS E O INCONSCIENTE

 

Ao fim do capítulo em que me ocupei da descoberta da técnica dos chistes, observei (ver em [1]) que os processos de condensação, com ou sem formação de substitutivos, de representação pelo nonsense ou pelo oposto, de representação indireta etc., os quais, como constatei, desempenham uma parte na produção dos chistes, mostram uma concordância muito abrangente com os processos de ‘elaboração onírica’. Prometi, por um lado, que posteriormente estudaríamos essas similaridades mais de perto e, por outro lado, examinaríamos o elemento comum nos chistes e nos sonhos, o qual me parece assim sugerido. Seria mais fácil para mim operar essa comparação se pudesse assumir que um de seus dois objetos - a ‘elaboração onírica’ - fosse já familiar a meus leitores. Entretanto será provavelmente mais sábio não fazer tal suposição. Tenho a impressão de que meu A Interpretação de Sonhos, publicado em 1900, provocou mais ‘desconcerto’ que ‘esclarecimento’ entre meus colegas especialistas; sei que círculos maiores de leitores contentaram-se em reduzir o conteúdo do livro a uma fórmula (‘realização do desejo’) que pode ser facilmente recordada e convenientemente mal-usada.

O contínuo interesse pelos problemas lá tratados - pois disso me tem dado larga oportunidade minha prática médica como psicoterapeuta - não me conduziu a nada que pudesse ter exigido alterações ou melhorias nas linhas de meu pensamento; posso portanto esperar tranqüilamente até que a compreensão de meus leitores me alcance ou até que uma crítica judiciosa demonstre os erros fundamentais em minha concepção. Para o propósito de efetuar a comparação com os chistes repetirei agora, breve e concisamente, a informação mais essencial sobre os sonhos e a elaboração onírica.

Sabemos de um sonho aquilo que, via de regra, se parece a uma lembrança fragmentária que nos ocorre depois de despertar. Tal lembrança aparece como uma miscelânea de impressões sensoriais, principalmente visuais mas também de outros tipos, que simula uma experiência e à qual podem ser misturados processos de pensamento (o ‘saber’ no sonho) e expressões de afeto. O que, desse modo, recordamos do sonho chamo ‘conteúdo manifesto do sonho‘. É, freqüentemente, absurdo e confuso - algumas vezes, apenas um ou outro. Mas mesmo se é bastante coerente, como no caso de alguns sonhos de ansiedade, confronta nossa vida mental com algo diferente, cuja origem não podemos explicar de nenhuma maneira. A explicação dessas características dos sonhos tem até agora sido pesquisada nos próprios sonhos, considerando-os como indicações de uma atividade dos elementos nervosos desordenada, dissociada e, como que, ‘adormecida’.

Demonstrei, contrariamente, que o estranho conteúdo ‘manifesto’ dos sonhos pode ser tornado regularmente inteligível como sendo a transcrição mutilada e alterada das estruturas psíquicas racionais, que merecem o nome de ‘pensamentos oníricos latentes‘. Chegamos ao conhecimento destes dividindo o conteúdo manifesto do sonho em seus componentes, sem considerar qualquer sentido aparente que possam ter [como um todo] e seguindo então os fios de associação que procedem de cada um dos elementos agora isolados. Estes entretecem-se e levam finalmente a uma trama de pensamento que não são perfeitamente racionais mas podem facilmente se adequar no conhecido contexto de nossos processos mentais. No curso dessa ‘análise’, teremos descartado o conteúdo do sonho de todas as peculiaridades que nos intrigam. Mas se a análise alcança êxito, devemos, enquanto ela opera, rejeitar firmemente as objeções críticas que sem cessar opõem-se à reprodução das várias associações intermediárias.

A comparação do conteúdo manifesto do sonho recordado com os pensamentos oníricos latentes assim descobertos dá à luz o conceito de ‘elaboração onírica’. A elaboração onírica é o nome de toda a soma de processos transformadores que convertem os pensamentos oníricos latentes em sonho manifesto. A surpresa com que inicialmente consideramos o sonho associa-se agora à elaboração onírica.

Os empreendimentos da elaboração onírica podem ser descritos como segue. Uma trama de pensamentos, usualmente muito complicada, elaborada durante o dia mas incompletamente manipulada - um ‘resíduo diurno’ - continua durante a noite a reter a cota de energia e ‘interesse’ - que reclama, ameaçando perturbar o sono. Este ‘resíduo diurno’ é transformado em sonho pela elaboração onírica, tornado assim inócuo ao sono. Para fornecer um fulcro à elaboração onírica, o ‘resíduo diurno’ deve ser capaz de construir um desejo - o que não é condição muito difícil de se cumprir. O desejo originário dos pensamentos oníricos forma o estágio preliminar e, mais tarde, o núcleo do sonho. A experiência derivada das análises - e não da teoria dos sonhos - informa que nas crianças qualquer desejo restante da vida desperta é suficiente para suscitar um sonho que emerge, conectado e engenhoso embora usualmente breve, e facilmente reconhecível como ‘realização do desejo’. No caso dos adultos parece ser uma condição geralmente obrigatória que o desejo criador do sonho seja alheio ao pensamento consciente - um desejo reprimido - ou, ao menos, terá possivelmente reforços desconhecidos da consciência. Sem admitir a existência do inconsciente no sentido explanado acima (ver em [1]), não poderei desenvolver mais longe a teoria dos sonhos nem interpretar o material encontrado nas análises de sonhos. A ação deste desejo inconsciente sobre o material conscientemente racional dos pensamentos oníricos produz o sonho. Enquanto isso acontece, o sonho é como que dragado pelo inconsciente ou, mais precisamente, é submetido a um tratamento tal como o encontrado no nível dos processos de pensamentos inconscientes, tratamento característico desse nível. Até aqui, somente os resultados da ‘elaboração onírica’ apresentam efetivamente as características do pensamento inconsciente e as suas diferenças em relação ao pensamento capaz de tornar-se consciente - o pensamento ‘pré-consciente’.

Uma teoria nova, à qual falta simplicidade e que enfrenta nossos hábitos de pensamentos, dificilmente há de ganhar clareza em uma apresentação concisa. Tudo que posso pretender com esses comentários é chamar a atenção para o mais completo tratamento do inconsciente em meu A Interpretação de Sonhos e nos escritos de Lipps, que me parecem da mais alta importância. Bem sei que aqueles, enfeitiçados por uma boa educação filosófica acadêmica ou que extraem em larga escala suas opiniões de algum, assim chamado, sistema filosófico hão de se opor à admissão de um ‘inconsciente psíquico’ no sentido em que Lipps e eu usamos o termo e preferirão provar sua impossibilidade à base de uma definição do psíquico. Mas as definições são matéria de convenção e podem ser alteradas. Tenho com freqüência verificado que as pessoas que discutem o inconsciente como algo absurdo e impossível não formaram suas opiniões nas fontes que me levaram, ao menos, à necessidade de reconhecê-lo. Tais adversários do inconsciente nunca testemunharam o efeito de uma sugestão pós-hipnótica e quando lhes disse de minhas experiências com neuróticos não-hipnotizados foram tomados de grande perplexidade. Nunca perceberam a idéia de que o inconsciente é algo que realmente não conhecemos, mas que somos obrigados a admitir através de compulsivas inferências; compreenderam-no como algo capaz de tornar-se consciente embora não estivesse sendo pensado em tal momento, não ocupasse ‘o ponto focal da atenção’. Nem tentaram nunca se convencer da existência, em suas próprias mentes, de pensamentos inconscientes como esses pela análise de um de seus próprios sonhos; quando tentei fazê-lo, puderam apenas acolher suas próprias associações com surpresa e confusão. Penso que resistências emocionais fundamentais obstam o caminho da aceitação do inconsciente, fundadas no fato de que não se quer conhecer o próprio inconsciente, sendo então o plano mais conveniente a negação completa de tal possibilidade.

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica suscintamente sua obra A Interpretação dos Sonhos e explica que ela se justifica pela dificuldade ou negação dela mesma pela comunidade.

Mattanó aponta que a obra A Interpretação dos Sonhos explica o que ela desperta e gera em sua comunidade, comportamento manifesto e comportamento latente, e interpretação.

 

MATTANÓ

(30/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud explica suscintamente sua obra A Interpretação dos Sonhos e explica que ela se justifica pela dificuldade ou negação dela mesma pela comunidade.

Mattanó aponta que a obra A Interpretação dos Sonhos explica o que ela desperta e gera em sua comunidade, comportamento manifesto e comportamento latente, e interpretação.

Da mesma forma a obra A Interpretação dos Sonhos pode despertar ou suscitar relações virtuais, onde prevalecem o mundo e a realidade virtuais através da Palavra e da Sagrada Escritura que por sua vez pode utilizar como meio suas ferramentas que são, por exemplo, as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  Vemos que o problema do pedófilo e do estuprador é justamente seu mundo recalcado inconsciente e infantil, doméstico e familiar que aflora e começa a dominar a sua realidade e o seu comportamento, enlouquecendo-o, alterando sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, a ponto, até mesmo de praticar o incesto ou de violar o tabu do incesto, além de violar outros totens e outros tabus considerados invioláveis, contudo segundo as contingências do seu problema mental, diferentemente do acadêmico ou do cientista que tem direito, dever, obrigação e privilégio, ou seja, tem legitimidade para executar esse comportamento, de modo que o totem e o tabu se estendem a mais esse personagem que representa o xamã ou feiticeiro dos nossos tempos, contudo temos ainda o louco que é aquele que se interessou pelo assunto da pedofilia e do estupro, mesmo que didaticamente e não conseguiu explicá-lo e nem solucioná-lo, gerando sofrimento bio-psico-social, ou seja, sendo engolido pelo monstro da sua aventura e não conseguindo retornar com mensagem alguma para sua comunidade ou sociedade, o herói é sempre o acadêmico ou o cientista que descobre uma solução para o problema da sua comunidade ou sociedade.

 

MATTANÓ

(08/09/2025)

 

 

 

 

 

 

A elaboração onírica - à qual retorno após essa digressão - submete o material dos pensamentos, apresentados no modo optativo, à mais estranha das revisões. Primeiro, passa do optativo ao presente do indicativo; substitui o ‘Oh! se ao menos…’ pelo ‘É’. Confere-se então ao ‘É’ uma representação alucinatória; aquilo que chamei de ‘regressão’ na elaboração onírica - o trajeto que leva dos pensamentos às imagens conceptuais, ou, para usar a terminologia da ainda desconhecida topografia do aparato mental (não entendido anatomicamente), da região das estruturas dos pensamentos às percepções sensoriais. Neste caminho, inverso ao curso tomado pelo desenvolvimento das complicações mentais, dá-se aos pensamentos oníricos um caráter pictorial; eventualmente, chega-se a uma situação plástica que é o núcleo do manifesto ‘quadro onírico’. Para que seja possível aos pensamentos oníricos serem representados em forma sensorial, sua expressão deve sofrer modificações abrangentes. Mas enquanto os pensamentos estão sendo restituídos às imagens sensoriais, ocorrem neles ainda outras alterações, umas comprovadamente necessárias mas outras, surpreendentes. Podemos entender que, como resultado subsidiário da regressão, quase todas as relações internas entre os pensamentos interconectados sejam perdidas no sonho manifesto. A elaboração onírica, como poderíamos verificar, só empreende a representação do material bruto das idéias e não das relações lógicas em que estas se dispunham; ou, em todo o caso, reserva-se a liberdade de desrespeitar essas últimas. Por outro lado, há uma outra parte da elaboração onírica que não pode ser atribuída à regressão, à restituição em imagens sensórias; é precisamente esta parte que ocupa importante lugar em nossa analogia com a formação dos chistes. No decorrer da elaboração onírica o material dos pensamentos oníricos é sujeito a uma muito extraordinária compressão ou condensação. Um ponto de partida lhe é fornecido por quaisquer elementos comuns que possam estar presentes nos pensamentos oníricos, seja por acaso, ou devido à natureza de seu conteúdo. Já que esses não são em geral suficientes para qualquer condensação considerável, novos elementos artificiais e transitórios são criados na elaboração onírica e, em vista deste fim, há realmente uma preferência por palavras cujo som exprima diferentes significados. Os elementos comuns, recém-criados, de condensação penetram no conteúdo manifesto do sonho como representantes dos pensamentos oníricos, de modo que um elemento no sonho corresponde a um ponto nodal ou a uma junção nos pensamentos oníricos, e, comparativamente a estes últimos, deve ser descrito geralmente como ‘superdeterminado’. A condensação é a peça da elaboração onírica mais facilmente reconhecível; basta comparar o texto de um sonho, quando é anotado, com o registro dos pensamentos oníricos a que se chega pela análise para que nos impressionemos com a extensividade da condensação onírica.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a elaboração onírica, como poderíamos verificar, só empreende a representação do material bruto das idéias e não das relações lógicas em que estas se dispunham; ou, em todo o caso, reserva-se a liberdade de desrespeitar essas últimas. Por outro lado, há uma outra parte da elaboração onírica que não pode ser atribuída à regressão, à restituição em imagens sensórias; é precisamente esta parte que ocupa importante lugar em nossa analogia com a formação dos chistes. No decorrer da elaboração onírica o material dos pensamentos oníricos é sujeito a uma muito extraordinária compressão ou condensação. Um ponto de partida lhe é fornecido por quaisquer elementos comuns que possam estar presentes nos pensamentos oníricos, seja por acaso, ou devido à natureza de seu conteúdo. Já que esses não são em geral suficientes para qualquer condensação considerável, novos elementos artificiais e transitórios são criados na elaboração onírica e, em vista deste fim, há realmente uma preferência por palavras cujo som exprima diferentes significados. Os elementos comuns, recém-criados, de condensação penetram no conteúdo manifesto do sonho como representantes dos pensamentos oníricos, de modo que um elemento no sonho corresponde a um ponto nodal ou a uma junção nos pensamentos oníricos, e, comparativamente a estes últimos, deve ser descrito geralmente como ‘superdeterminado’. A condensação é a peça da elaboração onírica mais facilmente reconhecível; basta comparar o texto de um sonho, quando é anotado, com o registro dos pensamentos oníricos a que se chega pela análise para que nos impressionemos com a extensividade da condensação onírica.

Mattanó aponta que a elaboração onírica, como poderíamos verificar, só empreende a representação do material bruto das idéias e não das relações lógicas em que estas se dispunham; ou, em todo o caso, reserva-se a liberdade de desrespeitar essas últimas. Por outro lado, há uma outra parte da elaboração onírica que não pode ser atribuída à regressão, à restituição em imagens sensórias; é precisamente esta parte que ocupa importante lugar em nossa analogia com a formação dos chistes. No decorrer da elaboração onírica o material dos pensamentos oníricos é sujeito a uma muito extraordinária compressão ou condensação. Um ponto de partida lhe é fornecido por quaisquer elementos comuns que possam estar presentes nos pensamentos oníricos, seja por acaso, ou devido à natureza de seu conteúdo. Já que esses não são em geral suficientes para qualquer condensação considerável, novos elementos artificiais e transitórios são criados na elaboração onírica e, em vista deste fim, há realmente uma preferência por palavras cujo som exprima diferentes significados. Isto através da troca, aglutinação e inversão de letras nas palavras, como que por meio de ¨resíduos auditivos¨. Os elementos comuns, recém-criados, de condensação penetram no conteúdo manifesto do sonho como representantes dos pensamentos oníricos, de modo que um elemento no sonho corresponde a um ponto nodal ou a uma junção nos pensamentos oníricos, e, comparativamente a estes últimos, deve ser descrito geralmente como ‘superdeterminado’. A condensação é a peça da elaboração onírica mais facilmente reconhecível; basta comparar o texto de um sonho, quando é anotado, com o registro dos pensamentos oníricos a que se chega pela análise para que nos impressionemos com a extensividade da condensação onírica.

 

MATTANÓ

(30/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a elaboração onírica, como poderíamos verificar, só empreende a representação do material bruto das idéias e não das relações lógicas em que estas se dispunham; ou, em todo o caso, reserva-se a liberdade de desrespeitar essas últimas. Por outro lado, há uma outra parte da elaboração onírica que não pode ser atribuída à regressão, à restituição em imagens sensórias; é precisamente esta parte que ocupa importante lugar em nossa analogia com a formação dos chistes. No decorrer da elaboração onírica o material dos pensamentos oníricos é sujeito a uma muito extraordinária compressão ou condensação. Um ponto de partida lhe é fornecido por quaisquer elementos comuns que possam estar presentes nos pensamentos oníricos, seja por acaso, ou devido à natureza de seu conteúdo. Já que esses não são em geral suficientes para qualquer condensação considerável, novos elementos artificiais e transitórios são criados na elaboração onírica e, em vista deste fim, há realmente uma preferência por palavras cujo som exprima diferentes significados. Isto através da troca, aglutinação e inversão de letras nas palavras, como que por meio de ¨resíduos auditivos¨. Os elementos comuns, recém-criados, de condensação penetram no conteúdo manifesto do sonho como representantes dos pensamentos oníricos, de modo que um elemento no sonho corresponde a um ponto nodal ou a uma junção nos pensamentos oníricos, e, comparativamente a estes últimos, deve ser descrito geralmente como ‘superdeterminado’. A condensação é a peça da elaboração onírica mais facilmente reconhecível; basta comparar o texto de um sonho, quando é anotado, com o registro dos pensamentos oníricos a que se chega pela análise para que nos impressionemos com a extensividade da condensação onírica. Da mesma forma a condensação onírica também atua na elaboração onírica quando esta é também determinada pelo mundo e pela realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, por exemplo. Pois um elemento no sonho corresponde a junção de pensamentos oníricos até mesmo a pensamentos virtuais do estado de vigília, que por sua vez são libidinosos e exprimem o desejo de dormir em sua funcionalidade.

 

MATTANÓ

(08/09/2025)

 

 

 

 

 

 

É menos fácil convencer-nos da modificação de segundo grau dos pensamentos oníricos, operada pela elaboração onírica - o processo que denominei ‘deslocamento no sonho’. Este é demonstrado pelo fato de que as coisas que estão situadas na periferia dos pensamentos oníricos, e que são de importância menor, passam a ocupar uma posição central, aparecendo com grande intensidade sensória no sonho manifesto, e vice-versa. Isto dá ao sonho a aparência de estar deslocado em relação aos pensamentos oníricos, sendo tal deslocamento precisamente o revelador de que o sonho confronta a vida mental desperta com algo estranho e incompreensível. Para que possa ocorrer um deslocamento como esse, deve ser possível que a energia catéxica se desloque sem inibições das idéias importantes às desimportantes - o que, no pensamento normal, capaz de ser consciente, daria apenas a impressão de ‘raciocínio falho’.

A transformação, visando à possibilidade de representação, a condensação e o deslocamento são as três principais realizações que se pode atribuir à elaboração do sonho. Uma quarta, talvez considerada com excessiva brevidade em A Interpretação de Sonhos, não é relevante para nossos propósitos atuais. Se as idéias da ‘topografia do aparato mental’ e da ‘regressão’ forem consistentemente desenvolvidas (e somente dessa forma essas hipóteses de trabalho poderão ter alguma valia), devemos tentar determinar os estágios da regressão em que ocorrem as várias transformações dos pensamentos oníricos. Tal tentativa ainda não foi empreendida seriamente mas pode-se ao menos afirmar com certeza que o deslocamento no material onírico deve ocorrer enquanto este se encontra no estágio dos processos inconscientes, enquanto a condensação deve ser provavelmente representada como um processo que se estende por todo o curso dos eventos até atingir a região perceptual. Mas, em geral, devemos nos contentar em admitir que todas as forças que tomam parte na formação dos sonhos operam simultaneamente. Embora, como há de se perceber, devamos manter certas reservas ao lidar com tais problemas e embora persistam dúvidas fundamentais, que não podem ser apresentadas aqui, quanto à esquematização da questão desta maneira, gostaria entretanto de me aventurar a afirmar que o processo de elaboração onírica preparatório ao sonho deve se localizar na região do inconsciente. Assim, a falar grosseiramente, haveria ao todo três estágios a ser distinguidos na formação de um sonho: primeiro, o transplante dos resíduos diurnos pré-conscientes ao inconsciente, no qual devem operar as condições que governam o estado de sono; depois, dá-se a elaboração onírica propriamente dita no inconsciente; e em terceiro lugar, a regressão do material onírico, assim revisto, à percepção onde o sonho se torna consciente.

Pode-se reconhecer as seguintes forças como tomando parte na formação dos sonhos: o desejo de dormir, a catexia da energia remanescente nos resíduos diurnos, depois que a energia é diminuída pelo estado de sono, a energia psíquica do desejo inconsciente construtor do sonho e a oponente força da ‘censura’ que domina a vida diária e não é completamente suspensa durante o sono. A tarefa da formação do sonho é, acima de tudo, superar a inibição da censura e precisamente esta tarefa é resolvida pelos deslocamentos de energia psíquica dentro do material dos pensamentos oníricos.

Recordemos agora o que é que, em nossa investigação dos chistes, nos dá ocasião de pensar nos sonhos. Constatamos que as características e efeitos dos chistes conectam-se com certas formas de expressão ou métodos técnicos, entre os quais os mais surpreendentes são a condensação, o deslocamento e a representação indireta. Processos, entretanto, que levam aos mesmos resultados - condensação, deslocamento e representação indireta - foram por nós reconhecidos como peculiaridades da elaboração onírica. Não sugerirá essa concordância a conclusão de que a elaboração do chiste e a elaboração onírica devem ser idênticas, pelo menos em alguns aspectos essenciais? Ao que penso, a elaboração onírica nos foi revelada no que tange às suas mais importantes características. Entre os processos psíquicos nos chistes, a parte que nos é ocultada corresponde precisamente à outra, comparável, na elaboração onírica - a saber, aquilo que acontece, durante a formação de um chiste na primeira pessoa. Deveremos não ceder à tentação de hipostasiar um tal processo à semelhança do que acontece na formação de um sonho? Algumas das características dos sonhos são tão estranhas aos chistes que a parte da elaboração onírica correspondente a tais características não pode ser transferida à formação dos chistes. Sem dúvida a regressão do curso do pensamento à percepção está ausente dos chistes. Mas os outros dois estágios da formação onírica, o mergulho de um pensamento pré-consciente no inconsciente e sua revisão inconsciente, desde que ocorram na formação do chiste, apresentariam o mesmo resultado que podemos observar nos chistes. Decidamo-nos, então, a adotar a hipótese de que é dessa forma que os chistes são formados na primeira pessoa: um pensamento pré-consciente é abandonado por um momento à revisão do inconsciente e o resultado disso é imediatamente capturado pela percepção consciente.

Antes de examinarmos em detalhe essa hipótese, consideremos uma objeção que pode ameaçar nossa premissa. Partimos do fato de que as técnicas dos chistes indicam os mesmos processos conhecidos como peculiaridades da elaboração onírica. Ora, é fácil discordar disso, afirmando que não teríamos descrito as técnicas dos chistes como condensação, deslocamento etc., nem chegado a postular conformidades tão abrangentes entre chistes e sonhos, caso nosso prévio conhecimento da elaboração onírica não tivesse influenciado nossa concepção da técnica dos chistes; portanto, no fundo, o que estamos fazendo é apenas encontrar nos chistes uma confirmação das expectativas procedentes dos sonhos e com as quais os abordamos. Se é este o fundamento da conformidade, não haveria qualquer outra garantia de sua existência afora nosso preconceito. De fato, a condensação, o deslocamento e a representação indireta não foram considerados por qualquer outro autor como explicativas das formas de expressão dos chistes. Esta seria uma objeção possível, mas não por isso uma objeção justa. Seria igualmente possível que fosse indispensável que nossas concepções fossem aguçadas pelo conhecimento da elaboração onírica antes que pudéssemos reconhecer uma conformidade real. Afinal, a decisão quanto a esse dilema dependerá apenas do que possa provar o exame crítico à base de exemplos individuais: ou essa é uma forçada concepção da técnica dos chistes, a favor da qual foram suprimidas concepções mais plausíveis e mais aprofundadas ou tal exame nos obrigará a admitir que as expectativas derivadas dos sonhos podem ser de fato confirmadas nos chistes. Sou de opinião que nada temos a temer dessa crítica e que nosso procedimento de ‘redução’ (ver em [1]) mostrou-nos confiavelmente em que formas de expressão procurar as técnicas dos chistes. Se damos a estas técnicas nomes que antecipam a descoberta da conformidade entre a elaboração do chiste e a elaboração onírica, temos todo o direito de fazê-lo, tratando-se apenas de uma simplificação facilmente justificável.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a condensação, o deslocamento e a representação indireta foram considerados como explicativas das formas de expressão dos chistes.

Mattanó aponta que a condensação, o deslocamento e a representação indireta foram considerados como explicativas das formas de expressão dos chistes. Portanto, os chistes indicam os mesmos processos conhecidos como peculiaridades da elaboração onírica. Indicam um trabalho inconsciente e do inconsciente.

 

MATTANÓ

(30/03/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a condensação, o deslocamento e a representação indireta foram considerados como explicativas das formas de expressão dos chistes. Portanto, os chistes indicam os mesmos processos conhecidos como peculiaridades da elaboração onírica. Indicam um trabalho inconsciente e do inconsciente. Da mesma forma a condensação, o deslocamento e a representação indireta explicam o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, assim como as peculiaridades da elaboração onírica.

 

MATTANÓ

(08/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Há uma outra objeção que não nos afetaria seriamente mas que também não está tão aberta a uma refutação fundamental. Poder-se-ia dizer que embora seja verdade que as técnicas do chiste, que tão bem se adequam a nosso esquema, mereçam ser reconhecidas, elas não são, apesar disso, as únicas técnicas chistosas, nem as únicas usadas na prática. Seria possível dizer que sob a influência do modelo da elaboração onírica procuramos técnicas do chiste que se lhe adeqüem enquanto que outras, por nós desconsideradas, teriam provado que esta conformidade não está invariavelmente presente. Não posso realmente me aventurar a afirmar que consegui elucidar a técnica de todos os chistes em circulação; devo portanto deixar em aberto a possibilidade de que minha enumeração das técnicas de chiste deixe ainda alguma lacuna. Mas não excluí intencionalmente da discussão qualquer tipo de técnica que me fosse clara e posso declarar que não me escaparam à atenção os métodos do chiste mais comuns, mais importantes e característicos.

Os chistes possuem ainda outra característica que se adequa satisfatoriamente à concepção da elaboração do chiste que derivamos dos sonhos. Falamos, é verdade, de ‘fazer’ um chiste, mas estamos cônscios da diferença (que se inscreve) em nosso comportamento quando fazemos um julgamento ou uma objeção. O chiste tem em alto grau a característica de ser uma noção que nos ocorre ‘involuntariamente’. Não acontece que saibamos, um momento antes, que chiste vamos fazer, necessitando, apenas, vesti-lo em palavras. Temos, antes, um indefinível sentimento, cuja melhor comparação é com uma ‘absence‘, um repentino relaxamento da tensão intelectual, e então, imediatamente, lá está o chiste - em regra, já vestido em palavras. Algumas técnicas dos chistes podem ser empregadas, fora destes, na expressão de um pensamento - por exemplo, as técnicas de analogia ou de alusão. Posso deliberadamente me decidir a fazer uma alusão. Em tal caso começo por ter uma expressão direta do pensamento em minha mente (em meu ouvido interno); inibo essa expressão devido a algum receio relacionado à situação externa, e quase se pode dizer que preparo minha mente para substituir a expressão direta por uma outra forma de expressão indireta; produzo então uma alusão. Mas a alusão que emerge desse modo, formada sob minha contínua supervisão, nunca é um chiste ainda que se preste a outras utilizações. Uma alusão chistosa, por outro lado, emerge sem que eu possa seguir esses estágios preparatórios em meus pensamentos. Não atribuirei importância grande demais a esse comportamento; dificilmente será ele decisivo, embora concordante com nossa hipótese de que, na formação do chiste, um curso de pensamento seja por um instante abandonado, emergindo então repentinamente como chiste.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o chiste tem em alto grau a característica de ser uma noção que nos ocorre ‘involuntariamente’. Não acontece que saibamos, um momento antes, que chiste vamos fazer, necessitando, apenas, vesti-lo em palavras. Temos, antes, um indefinível sentimento, cuja melhor comparação é com uma ‘absence‘, um repentino relaxamento da tensão intelectual, e então, imediatamente, lá está o chiste - em regra, já vestido em palavras.

Mattanó aponta que o chiste tem em alto grau a característica de ser uma noção que nos ocorre ‘involuntariamente’. Não acontece que saibamos, um momento antes, que chiste vamos fazer, necessitando, apenas, vesti-lo em palavras. Temos, antes, um indefinível sentimento, cuja melhor comparação é com uma ‘absence‘, um repentino relaxamento da tensão intelectual, e então, imediatamente, lá está o chiste - em regra, já vestido em palavras. O que ocorre é que na formação do chiste, um curso de pensamento seja por um instante abandonado, emergindo então repentinamente como chiste. O pensamento vai se deslocando da realidade para o prazer com uma ¨absence¨, um repentino relaxamento da tensão intelectual que promove uma descarga de prazer no ego do indivíduo.

 

MATTANÓ

(01/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o chiste tem em alto grau a característica de ser uma noção que nos ocorre ‘involuntariamente’. Não acontece que saibamos, um momento antes, que chiste vamos fazer, necessitando, apenas, vesti-lo em palavras. Temos, antes, um indefinível sentimento, cuja melhor comparação é com uma ‘absence‘, um repentino relaxamento da tensão intelectual, e então, imediatamente, lá está o chiste - em regra, já vestido em palavras. O que ocorre é que na formação do chiste, um curso de pensamento seja por um instante abandonado, emergindo então repentinamente como chiste. O pensamento vai se deslocando da realidade para o prazer com uma ¨absence¨, um repentino relaxamento da tensão intelectual que promove uma descarga de prazer no ego do indivíduo. Da mesma forma o chiste virtual, do mundo e da realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, ocorre segundo um repentino relaxamento intelectual que é seguido de uma descarga de prazer no ego desse indivíduo.

 

MATTANÓ
(08/09/2025)

 

 

 

Com respeito à associação, os chistes apresentam também um comportamento especial. Freqüentemente não estão disponíveis em nossa memória quando precisamos deles; mas de outras vezes aparecem, como que involuntariamente, em pontos no nosso curso de pensamentos onde não vemos sua relevância. Estas são, novamente, apenas pequenas características indicativas de sua origem no inconsciente.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes costumam não estar disponíveis em nossa memória, e que eles aparecem involuntariamente em nossos pensamentos, provas de sua origem no inconsciente.

Mattanó aponta que os chistes costumam não estar disponíveis em nossa memória, e que eles aparecem involuntariamente em nossos pensamentos, provas de sua origem no inconsciente. Que eles aparecem com uma ¨absence¨ da intelectualidade ou da mente consciente, da racionalidade, com um relaxamento da realidade, promovendo uma descarga de prazer com sua técnica e evocação, características do inconsciente.

 

MATTANÓ

(01/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes costumam não estar disponíveis em nossa memória, e que eles aparecem involuntariamente em nossos pensamentos, provas de sua origem no inconsciente. Que eles aparecem com uma ¨absence¨ da intelectualidade ou da mente consciente, da racionalidade, com um relaxamento da realidade, promovendo uma descarga de prazer com sua técnica e evocação, características do inconsciente. Da mesma forma os chistes virtuais, da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, nunca estão disponíveis em nossa memória, ou seja, surgem involuntariamente em nossa consciência, o que prova sua origem inconsciente.

 

MATTANÓ

(08/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Vamos agora reunir as características dos chistes que se refiram a sua formação no inconsciente. Primeiro, e antes de tudo, há a peculiar brevidade dos chistes - um traço que não é na verdade essencial, mas extremamente distintivo. Quando primeiro o encontramos, inclinamo-nos a considerá-lo como expressão da tendência à economia, mas esta concepção foi abandonada devido a suas óbvias objeções (ver em [1]). Parece-nos agora, antes, uma marca da revisão inconsciente a que o pensamento do chiste foi submetido pois não podemos conectar o fator correspondente nos sonhos, a condensação, com algo diferente da localização no inconsciente; devemos supor também que os determinantes de tais condensações, ausentes no pré-consciente, estejam presentes nos processos inconscientes do pensamento. Espera-se que no processo de condensação alguns dos elementos a ele submetidos se percam, enquanto outros, que extraem energia catéxica dos primeiros, sejam intensificados através da condensação. Assim, a brevidade dos chistes, como a dos sonhos, seria uma necessidade concomitante das condensações que ocorrem em ambos - sendo nos dois casos uma conseqüência do processo da condensação. Essa origem explicaria também o caráter especial da brevidade dos chistes que não pode ser ulteriormente definida, mas que é sentida como surpreendente.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a brevidade dos chistes, como a dos sonhos, seria uma necessidade concomitante das condensações que ocorrem em ambos, sendo nos dois casos uma consequência do processo da condensação.

Mattanó aponta que a brevidade dos chistes, como a dos sonhos, seria uma necessidade concomitante das condensações que ocorrem em ambos, sendo nos dois casos uma consequência do processo da condensação. A condensação é característica do pensamento inconsciente e é aqui sentido como surpreendente no caso dos chistes, pois os chistes dependem da linguagem e da alfabetização, da troca, da inversão e da aglutinação, dos jogos de linguagem, do trocadilho.

 

MATTANÓ

(01/04/2021)

 

 

NOVO MÉTODO PARA INTERPRETAR A PULSÃO AUDITIVA DE MATTANÓ (2021):

Mattanó aponta que pode ser criado um outro método para análise e interpretação do conteúdo das pulsões auditivas de Mattanó de 1995 que se insinuam chiste e jogos de linguagem, trocadilho, através da interpretação do conteúdo latente e do conteúdo manifesto dessas produções verbais, contudo interpretando também os significados, sentidos, conceitos, contextos, funcionalidades, comportamentos, simbologias, linguagens, gestalts e insights, relações sociais, coerência, incoerência, pressupostos e subentendidos, afetividade, arquétipos, análise e interpretação final.

Assim temos por exemplo: ¨chupar o caboclo do sorvêlo em troçossos de fíbulas e mandíbulas quebradas de tanto castigar!¨

Conteúdo latente: fala-se da fase oral com o chupar os objetos subsequentes.

Conteúdo manifesto: ¨chupar o caboclo do sorvêlo em troçossos de fíbulas e mandíbulas quebradas de tanto castigar!¨

Significados: os significados para mim dizem respeito a chupar algum pedaço de osso que se fez por castigo.

Sentidos: os sentidos para mim dizem respeito a ter que se alimentar de ossos chupando-os.

Conceitos: os conceitos para mim dizem respeito a dificuldades ambientais com alimentação.

Contextos: os contextos para mim dizem respeito a dificuldades com alimentação e sua produção.

Funcionalidades: a funcionalidade, S – R – C, estímulo – resposta – consequência, apresenta, ¨chupar¨ - ¨ossos¨ - ¨castigar¨, ou seja, uma relação de sofrimento por causa da fome e da alimentação.

Comportamentos: os comportamentos para mim dizem respeito a extração de alimentos em meio a poucos recursos.

Simbologias: as simbologias para mim dizem respeito a símbolos de alimentação e fome, castigo e morte.

Linguagens: as linguagens para mim abordam a fase oral, a fome e a alimentação, a pobreza e a miséria.

Gestalts e insights: as gestalts e os insights revelam uma boca bonita e carnuda prestes a beijar algo significando que ainda não beijou e não aceitou comer esta alimentação, seu insight é de que não é o tipo de alimentação que prefere conscientemente, que há uma censura através da Gestalt, através da beleza ou da sedução da beleza que vai contra a pobreza e a miséria que tentam engolí-lo.

Relações sociais: as relações sociais para mim revelam um indivíduo solitário, pobre e miserável, com fome e com má alimentação.

Coerência: o texto é como sua alimentação, com nenhuma coerência.

Incoerência: o texto é totalmente incoerente como sua vida atual.

Pressupostos e subentendidos: os pressupostos e os subentendidos revelam que há desejo de buscar alimento e loucura, pois o tipo de alimento é típico de uma loucura.

Afetividade: a afetividade revela um sentimento de solidão e de isolamento típico de sua loucura e condição atual.

Arquétipos: os arquétipos revelam bastante o arquétipo animal que se alimenta de animais, de ossos e de restos, que vive instintivamente.

Análise: a análise revela que o falante vive uma loucura e que essa loucura desgasta sua vida alimentar e social, produz fome e maus hábitos alimentares, produz também uma reação através de uma luta mental contra essa loucura buscando vida nova contra a pobreza e a miséria, contra a solidão e ao passado.

Interpretação final: a interpretação final revela que o interpretado pode lutar contra sua loucura comportamental e psíquica e até social, pois tem requisitos para isto, para vencer sua luta e melhor se adaptar ao meio ambiente com ajuda de profissionais da saúde que representam saúde com a boca bonita fechada na Gestalt onde o insight é o direito a vida e a saúde, a igualdade e a liberdade, ao patrimônio, ao sigilo ético e profissional, pois foi a ¨boca aberta de profissionais da saúde¨ que causaram a sua loucura!

Este método pode ser usado, pois as pulsões auditivas de Mattanó têm o resíduo auditivo que é produto de processo semelhante ao processo dos sonhos através da condensação, mas na linguagem, nas palavras semelhantes produzem troca, inversão e aglutinação de letras pela condensação e nos sonhos produz algo semelhante, porém nas imagens, nas alucinações, nos delírios, nas vozes que se fazem em estado onírico.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 01 de abril de 2021.

 

MATTANÓ

(01/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que o Sistema Presidencialista no Brasil decorrente do modelo Democrático tem apresentado muitos problemas nas últimas décadas que levaram ao insucesso das autoridades, a casos de corrupção e a movimentos e protestos violentos em nosso país, além do aumento da pobreza e da miséria, do desemprego e do surgimento da pulsão auditiva de Mattanó em 1995 que já vinha sendo manipulada desde os anos 1970 por outros presidentes continuamente através da cultura e da informação, da ciência e da polícia, eventos que se somaram e levaram ao fracasso da mente e do inconsciente de Mattanó em 1995 gerando transtornos em todo o mundo e em todo o Brasil até hoje, outro problema deste modelo presidencialista são os conflitos e guerras que o nosso país vem enfrentando, nos tribunais internacionais e contra o terror e o tráfico de drogas, além de grandes tragédias em nosso território como incêndios, explosões, acidentes, telepatia e falsidades ideológicas, crimes contra a fé e as religiões, contra a intimidade e a privacidade, contra o trabalho, as mulheres e as crianças, pedofilia desde os anos 1970, tentativas de assassinatos, lavagem cerebral, tortura, ameaças, extorsão e vingança, estupro de crianças, estupro virtual, corrupção e lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, pornografia, abuso e exploração sexual, violência e discriminação, crimes de ódio e de intolerância, racismo, preconceito, erros médicos, envenenamentos, crime ¨boa noite Cinderela¨, espionagem, negligência, omissão, destruição de provas, imperícia, falsidade ideológica, crime contra o sigilo das informações e contra os segredos, crime contra o Sistema Eleitoral e o Sistema Militar, crime contra os mass mídias e os telespectadores, crime contra os gênios, etc.. Em função disto acredito que o Sistema Presidencialista poderia ser aperfeiçoado a partir de discussões e propostas que terminariam em debates e novos caminhos que poderiam começar com ideias como políticos agora somente através de concurso público e formação acadêmica na área, comprovando interesse, motivação, habilidades, afetividade e inteligência para o trabalho de Presidente da República, isto valeria para os demais políticos, criar-se-ia também o cargo de Primeiro Ministro Superior que é aquele que é o Ministro Superior do Estado capaz de organizar, julgar, avaliar e distribuir tarefas e também ensinar e educar sua equipe técnica no que diz respeito aos seus interesses na Federação nos Estados e nos Municípios, criar-se-ia finalmente o Regente da República que é aquele que rege a República através dos seus mandos e poderes diretamente aos poderes republicanos que são os federais, e teríamos ainda o Presidente e o Vice-Presidente da República que teriam os mesmo poderes e atribuições de hoje com os seus Ministérios, salvo os poderes do Primeiro Ministro Superior e os poderes do Regente da República. Este modelo de divisão e redistribuição de tarefas poderia ser aplicado aos demais órgãos do Governo, do Judiciário, do Legislativo e do Executivo.

 

MATTANÓ

(06/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que dentro de um sonho aparecendo o S (aversivo) haverá a R (associada a aversão do estímulo) e a C (será ampliar o sensorial do indivíduo levando-o, possivelmente a acordar), assim hoje eu tive um sonho onde havia um S (homossexual) que desencadeou uma R (de medo de morrer através de monstros) que provocou uma C (me fez acordar com medo e desesperado no meio da madrugada), isto nos mostra que existe funcionalidade dentro de um sonho, o que temos que fazer e saber analisa-lo e interpreta-lo, mesmo que seja através da Teoria da Abundância de Mattanó.

 

MATTANÓ

(07/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que existe uma refração comportamental, um fenômeno que antecede ao sono, particularmente ao estado de vigília, a partir de horas antes, e a vida onírica; é o conjunto de eventos resultantes da experiência diária num período ¨x¨ que antecede a experiência noturna e ao sono, com características próprias como um estado latente e um estado manifesto de conteúdo.

Exemplo: um motorista que atravessa o sinal vermelho à noite fugindo as regras e modos de conduzir seu automóvel e está acompanhado de outro indivíduo que lhe causa desconforto neste momento em função do desconforto vivido com seus familiares em outro evento em outro contexto em outro período duradouro e mais significativo do seu dia.

Estado manifesto: ¨um motorista que atravessa o sinal vermelho à noite fugindo as regras e modos de conduzir seu automóvel e está acompanhado de outro indivíduo que lhe causa desconforto neste momento em função do desconforto vivido com seus familiares em outro evento em outro contexto em outro período duradouro e mais significativo do seu dia¨.

Estado latente: um motorista, o eu, o ego da pessoa foge as regras e modos de lidar com seu poder, o automóvel, o outro indivíduo pode ser seu pai ou sua mãe inconsciente que lhe causa desconforto, pois significa lei e seguimento das regras, aqui de trânsito, de convívio, que fora evocado num outro período do seu dia, mais duradouro e mais significativo, pois lhe causa desconforto.

Esta refração comportamental irá participar dos sonhos deste indivíduo nesta noite.

Mattanó aponta que dentro de um sonho aparecendo o S (aversivo) haverá a R (associada à aversão do estímulo) e a C (será ampliar o sensorial do indivíduo levando-o, possivelmente a acordar), assim hoje eu tive um sonho onde havia um S (homossexual) que desencadeou uma R (de medo de morrer através de monstros) que provocou uma C (me fez acordar com medo e desesperado no meio da madrugada), isto nos mostra que existe funcionalidade dentro de um sonho, o que temos que fazer e saber analisa-lo e interpreta-lo, mesmo que seja através da Teoria da Abundância de Mattanó.

O estímulo aversivo é o perigo, atravessar o sinal vermelho, o homossexual, a resposta é medo de morrer através de monstros, aqui eles podem ser seus pais com suas ordens e imposição de limites, pois são seus pais os condutores dos automóveis de sua família e geralmente são eles que por ventura atravessam sinais vermelhos, significando a morte, medo de morrer e até monstros, e a consequência é acordar desesperado e assustado, significando que ele está tendo que aprender a lidar com este problema, pois seus pais são torturados e sofrem lavagem cerebral, violação da intimidade e da privacidade, de segredos, espionagem, abuso de incapazes, corrupção de menores, ato libidinoso, atentado violento ao pudor, abuso e exploração sexual, terror, discriminação, ódio e intolerância, extorsão, vingança e estupro virtual e até roubo e tentativas de assassinato, chacinas e latrocínio no trânsito desde os anos 1970 e as autoridades não conseguem solucionar este problema desde então.

 

MATTANÓ

(07/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que o desejo associado com a história de vida e a esperança pode produzir loucura e lavagem cerebral no indivíduo, na sua família e na sua comunidade, pode alterar o comportamento sexual, profissional, trabalhista, escolar, institucional, organizacional, político, administrativo, judiciário, executivo, legislativo, eleitoral, esportivo, comunicativo, afetivo, linguístico, semântico, etc..

 

MATTANÓ

(07/04/2021)

 

 

 

 

Mattanó aponta que é muita irresponsabilidade das autoridades permitirem que empresas e organizações que trabalhem com informações e mass mídias como a televisão, o rádio, a cinema, a internet, o jornal, etc., terem papel ativo no convencimento da população dos problemas e soluções referentes ao nosso tempo e contexto com a telepatia e o conhecimento, a lavagem cerebral e o estupro virtual, a violação de intimidade e de privacidade, a vergonha, o medo e a humilhação a que submetem os investigados e as testemunhas desses crimes, pois aumenta-se a covardia perante esses indivíduos castigados pela demanda de poder e de violência em nossa sociedade, ao qual percebemos através disto, deste enfoque propagandístico e argumentativo para convencimento das massas e total aniquilamento das minorias e o pior, quando ocorrem falhas e falsidades as minorias são sacrificadas como a minha família que foi juntada a quadrilhas do crime organizado através do medo, do sofrimento e da ameaça, da lavagem cerebral e do estupro e do estupro virtual, das tentativas de chacinas e tortura, roubo de dados pessoais, de informações sigilosas e de segredos, violações de intimidade e de privacidade, de direitos, deveres, obrigações e privilégios, de cidadania que nossa família vem enfrentando desde os anos 1970 no Brasil, para sequestrar familiares, assassinar e roubar patrimônio em nome do crime organizado e do tráfico de drogas onde as autoridades e as polícias tem e tiveram pleno conhecimento de tudo antes, durante e depois de cada crime, inclusive contra minha familiar sequestrada e assassinada há mais de 1 ano, como o Presidente da República e o Ministro da Justiça que foram informados do sequestro e não tomaram providências para salvar minha familiar (segundo testemunhas e observações no local do crime, nesta região todo mundo conhece todo mundo por meio da telepatia, não escapa coisa alguma, como é que a Lucrécia escapou da segurança eu não sei?! Eu testemunho muita angústia, ansiedade e preocupação nessa região, tem muita gente interessada em sequestro alí!)!

 

MATTANÓ

(08/04/2021)

 

 

TEORIA DA CONDENSAÇÃO DE MATTANÓ (2021):

A Teoria da Condensação de Mattanó aponta para a hipótese de que as condensações implicam e representam núcleos de representação e inteligência ou conhecimento e saber, pelos quais desencadeiam-se os fenômenos do deslocamento que são justamente os fenômenos onde ocorrem as associações entre as representações através de um deslocamento de núcleo condensado para outro núcleo condensado, assim tanto mais inteligente um indivíduo quanto mais condensações ele tiver, terá e fará, pois elas representam um saber e conhecimento. Estes fenômenos desencadearão outros fenômenos, por exemplo, no mapa cognitivo que responderá ao saber e ao conhecimento do inconsciente com um caminho cognitivo, funcionalmente determinado por estes eventos, ou seja, apresentando S – R – C, estímulo – resposta – consequência, onde o estímulo é o saber e o conhecimento, assim vemos que o condensamento também marca o mapa cognitivo do indivíduo e em muito determina a resposta do indivíduo.

 

MATTANÓ

(11/04/2021)

 

 

A MORTE DA CIÊNCIA, DA PSICOLOGIA E DA PSICANÁLISE (2021):

Mattanó aponta que enquanto a Ciência, a Psicologia e a Psicanálise excluírem a religião de seus temos e estudos, de suas crenças e valores, saberes e conhecimentos,  elas estarão mortas e encarceradas em grades de morte, sobretudo em tempos de guerras, conflitos, terror e violência, lavagem cerebral e estupro, onde o sofrimento tem papel despersonalizador e destruidor de nossas vidas e valores, patrimônios e famílias, relações e trabalhos, educação e tudo o que amamos, do que construímos com nossa esperança e não somente com a nossa libido e o ódio ou a pulsão de morte e a sexualidade, mas sobretudo através da comunhão e da segurança que nos trazem a alegria e a esperança. A Ciência, a Psicologia e a Psicanálise estão morrendo, estão encarceradas, em grades de ódio e de morte, pois faltaram com a verdade e a sua responsabilidade, dentre elas compreender a Vida e o Amor, Deus e os seus Mistérios, a Salvação, a Comunhão, a Segurança, os Milagres e as Curas, a Liberdade e a Paz, o Perdão e a Misericórdia, a Graça e a Piedade, o Sobrenatural, e até o Paranormal (que é uma Ciência que explica eventos paranormais, não é uma religião), o Espiritismo, o Hinduísmo, o Budismo, o Islamismo, o Catolicismo Ortodoxo, o Judaísmo, todas as religiões, etc., pois estamos encarando guerras cada vez mais e as guerras só terminam com a Paz e a Esperança que nós aprendemos e depositamos nas religiões e em Deus.

 

MATTANÓ

(11/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a brevidade dos chistes, como a dos sonhos, seria uma necessidade concomitante das condensações que ocorrem em ambos, sendo nos dois casos uma consequência do processo da condensação. A condensação é característica do pensamento inconsciente e é aqui sentido como surpreendente no caso dos chistes, pois os chistes dependem da linguagem e da alfabetização, da troca, da inversão e da aglutinação, dos jogos de linguagem, do trocadilho. Da mesma forma a brevidade dos chistes virtuais através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura torna-se uma necessidade paralela das condensações que são característica do pensamento inconsciente e virtual.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Em passagem anterior (ver em [1]) consideramos um dos resultados da condensação - uso múltiplo do mesmo material, jogo de palavras, e similaridade fônica - como uma economia localizada, procedendo dessa economia o prazer produzido por um chiste (inocente); mais tarde (ver em [2]) inferimos que a intenção original dos chistes era obter das palavras um prazer dessa espécie - coisa permitida no estágio do jogo mas estancada pela crítica racional no curso do desenvolvimento intelectual. Adotamos agora a hipótese de que condensações como essas, que servem à técnica dos chistes, emergem automaticamente, sem qualquer intenção particular, durante os processos do pensamento no inconsciente. Teremos diante de nós duas concepções diferentes do mesmo fato, as quais parecem mutuamente incompatíveis? Não creio que o sejam. É verdade que estas são duas concepções diferentes, cuja harmonia não é necessária, mas não são concepções contraditórias. Uma é simplesmente estranha à outra; quando estabelecermos entre ambas uma conexão teremos provavelmente feito algum avanço no conhecimento. O fato de que tais condensações sejam fonte de prazer está longe de incompatibilizar-se com a hipótese de que as condições de sua produção são facilmente encontráveis no inconsciente. Podemos, inversamente, ver uma razão para o mergulho no inconsciente na circunstância de que as condensações produtoras de prazer, das quais o chiste necessita, originam-se lá facilmente. Há, além do mais, dois outros fatores que, à primeira vista, parecem ser completamente estranhos entre si e se reúnem, como por um acaso indesejado, mas que, investigados mais profundamente, revelam-se intimamente conectados e mesmo essencialmente idênticos. Tenho em mente duas asserções: por um lado, os chistes durante seu desenvolvimento, no estágio de jogo (isto é, durante a infância da razão), podem efetuar essas condensações agradáveis e, por outro lado, em estágios mais adiantados, cumprem o mesmo efeito mergulhando o pensamento no inconsciente. Pois o infantil é a fonte do inconsciente e os processos de pensamento inconscientes são exatamente aqueles produzidos na tenra infância. O pensamento que, com a intenção de construir um chiste, mergulha no inconsciente está meramente procurando lá a antiga pátria de seu primitivo jogo com as palavras. O pensamento retroage por um momento ao estágio da infância de modo a entrar na posse, uma vez mais, da fonte infantil de prazer. Se já sabemos disso através da nossa pesquisa da psicologia das neuroses, devemos ser conduzidos pelos chistes à suspeita de que a estranha revisão inconsciente nada mais é que o tipo infantil de atividade do pensamento. Simplesmente, não nos é muito fácil captar nas crianças um lampejo deste modo infantil de pensar, cujas peculiaridades ficam retidas no inconsciente do adulto, porque em sua maior parte, este modo de pensar é retificado como que in statu nascendi. Mas conseguimos fazê-lo em inúmeros casos e nos rimos então desta ‘bobagem’ infantil. Qualquer descoberta de material inconsciente desta espécie parece-nos ‘cômica’.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes apresentam como característica duas asserções: por um lado, os chistes durante seu desenvolvimento, no estágio de jogo (isto é, durante a infância da razão), podem efetuar essas condensações agradáveis e, por outro lado, em estágios mais adiantados, cumprem o mesmo efeito mergulhando o pensamento no inconsciente. Pois o infantil é a fonte do inconsciente e os processos de pensamento inconscientes são exatamente aqueles produzidos na tenra infância. O pensamento que, com a intenção de construir um chiste, mergulha no inconsciente está meramente procurando lá a antiga pátria de seu primitivo jogo com as palavras. O pensamento retroage por um momento ao estágio da infância de modo a entrar na posse, uma vez mais, da fonte infantil de prazer.

Mattanó aponta que os chistes apresentam como característica duas asserções: por um lado, os chistes durante seu desenvolvimento, no estágio de jogo (isto é, durante a infância da razão), podem efetuar essas condensações agradáveis e, por outro lado, em estágios mais adiantados, cumprem o mesmo efeito mergulhando o pensamento no inconsciente. Pois o infantil é a fonte do inconsciente e os processos de pensamento inconscientes são exatamente aqueles produzidos na tenra infância. O pensamento que, com a intenção de construir um chiste, mergulha no inconsciente está meramente procurando lá a antiga pátria de seu primitivo jogo com as palavras. O pensamento retroage por um momento ao estágio da infância de modo a entrar na posse, uma vez mais, da fonte infantil de prazer. Vemos que o jogo é característica da infância, mesmo através da razão, e que o pensamento mais adiantado, ou seja, hipotético-dedutivo e desenvolvido por meio das sublimações é característica dos adultos ou mais adiantados cognitivamente, e que este padrão de pensamento retroage por um momento ao estágio da infância ao entrar na posse da fonte infantil de prazer, ou seja, na sua fonte de gratificação.

 

MATTANÓ

(12/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes apresentam como característica duas asserções: por um lado, os chistes durante seu desenvolvimento, no estágio de jogo (isto é, durante a infância da razão), podem efetuar essas condensações agradáveis e, por outro lado, em estágios mais adiantados, cumprem o mesmo efeito mergulhando o pensamento no inconsciente. Pois o infantil é a fonte do inconsciente e os processos de pensamento inconscientes são exatamente aqueles produzidos na tenra infância. O pensamento que, com a intenção de construir um chiste, mergulha no inconsciente está meramente procurando lá a antiga pátria de seu primitivo jogo com as palavras. O pensamento retroage por um momento ao estágio da infância de modo a entrar na posse, uma vez mais, da fonte infantil de prazer. Vemos que o jogo é característica da infância, mesmo através da razão, e que o pensamento mais adiantado, ou seja, hipotético-dedutivo e desenvolvido por meio das sublimações é característica dos adultos ou mais adiantados cognitivamente, e que este padrão de pensamento retroage por um momento ao estágio da infância ao entrar na posse da fonte infantil de prazer, ou seja, na sua fonte de gratificação. Da mesma maneira ocorre com os chistes virtuais, por um lado o seu desenvolvimento no estágio de jogo e por outro lado, o mesmo efeito do pensamento inconsciente, estes eventos são produzidos na mais tenra infância com a alfabetização, contudo o jogo se acentua na infância, como um pensamento mais adiantado, hipotético-dedutivo, sublimado, porém quando encontra sua fonte de prazer ou de gratificação retroage por um momento ao estágio da infância, onde está sua fonte de prazer ou de gratificação, eventos que também ocorrem no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura que se tornam substitutos da sua realidade através da sua consciência, cultura e conhecimento.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

É mais fácil perceber as características destes processos do pensamento inconsciente nos comentários dos pacientes de certas doenças mentais. Muito provavelmente, devemos poder compreender (como Griesinger sugeriu, há muito) os delírios dos insanos utilizando-os como informação, se cessamos de lhes aplicar os requisitos do pensamento consciente e se os tratamos, como sonhos, com nossa técnica interpretativa. Na verdade confirmamos o fato de que ‘nos sonhos há um retorno da mente a um ponto de vista embrionário’.

Já penetramos tão intimamente, em conexão com os processos de condensação, na importância da analogia entre os sonhos e chistes que podemos, agora, ser mais breves no que se segue. Como sabemos, os deslocamentos na elaboração onírica apontam para a operação da censura pelo pensamento consciente e, em conseqüência, quando encontramos o deslocamento entre as técnicas dos chistes, inclinamo-nos a supor que uma força inibitória operava também na formação dos chistes. Já sabemos que isso ocorre muito generalizadamente. O esforço, feito pelos chistes, de recobrar o antigo prazer no nonsense ou o antigo prazer nas palavras encontra-se inibida, nas disposições normais, pelas objeções levantadas pela razão crítica; esta tem que ser superada em cada caso individual. Mas o modo pelo qual a elaboração do chiste cumpre essa tarefa mostra uma decisiva distinção entre chistes e sonhos. Na elaboração onírica (a tarefa) é habitualmente cumprida pelos deslocamentos, pela seleção de idéias suficientemente remotas daquela objetável, de modo que a censura lhes permite passar, sendo (tais idéias), não obstante, derivativas daquela e transmissoras de sua catexia psíquica através de uma completa transferência. Por esta razão os deslocamentos nunca estão ausentes do sonho e são mesmo muito mais compreensivos.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes assim como os sonhos têm operações de deslocamento e de censura em seu pensamento consciente. O antigo prazer nos chistes está no nonsense e na razão crítica,  a elaboração do chiste cumpre essa tarefa e mostra uma decisiva distinção entre chistes e sonhos. Na elaboração onírica (a tarefa) é habitualmente cumprida pelos deslocamentos, pela seleção de idéias suficientemente remotas daquela objetável, de modo que a censura lhes permite passar, sendo (tais idéias), não obstante, derivativas daquela e transmissoras de sua catexia psíquica através de uma completa transferência. Os deslocamentos indicam os significados e o sentido dos sonhos.

Mattanó aponta que os chistes assim como os sonhos têm operações de deslocamento e de censura em seu pensamento consciente. O antigo prazer nos chistes está no nonsense e na razão crítica,  a elaboração do chiste cumpre essa tarefa e mostra uma decisiva distinção entre chistes e sonhos. Na elaboração onírica (a tarefa) é habitualmente cumprida pelos deslocamentos, pela seleção de idéias suficientemente remotas daquela objetável, de modo que a censura lhes permite passar, sendo (tais idéias), não obstante, derivativas daquela e transmissoras de sua catexia psíquica através de uma completa transferência. Os deslocamentos indicam os significados e o sentido dos sonhos. A elaboração onírica é feita pelos deslocamentos pela seleção de ideias que não se vinculam diretamente àquela que foi produzida pelo sonho, de modo que a censura facilite e permita-as passar para a consciência através de uma completa transferência, essa elaboração onírica faz o trabalho de significar e dar sentido aos sonhos por meio dos deslocamentos. Este trabalho de elaboração permite ao indivíduo conceituar, contextualizar, comportar-se, analisar funcionalmente, simbolizar, analisar topograficamente, ter uma linguagem, relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, chistes, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, fantasias, desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, arquétipos, afetividade, espiritualidade, história de vida, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações finais, pois o inconsciente não é em seu conteúdo linear e retilíneo, mas construído de obliterações e alterações do pensamento, de amor e de ódio, de defesas, de contextos e de um meio ambiente, de instintos e de contingências que interferem na sua produção.

 

MATTANÓ

(12/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes assim como os sonhos têm operações de deslocamento e de censura em seu pensamento consciente. O antigo prazer nos chistes está no nonsense e na razão crítica,  a elaboração do chiste cumpre essa tarefa e mostra uma decisiva distinção entre chistes e sonhos. Na elaboração onírica (a tarefa) é habitualmente cumprida pelos deslocamentos, pela seleção de idéias suficientemente remotas daquela objetável, de modo que a censura lhes permite passar, sendo (tais idéias), não obstante, derivativas daquela e transmissoras de sua catexia psíquica através de uma completa transferência. Os deslocamentos indicam os significados e o sentido dos sonhos. A elaboração onírica é feita pelos deslocamentos pela seleção de ideias que não se vinculam diretamente àquela que foi produzida pelo sonho, de modo que a censura facilite e permita-as passar para a consciência através de uma completa transferência, essa elaboração onírica faz o trabalho de significar e dar sentido aos sonhos por meio dos deslocamentos. Este trabalho de elaboração permite ao indivíduo conceituar, contextualizar, comportar-se, analisar funcionalmente, simbolizar, analisar topograficamente, ter uma linguagem, relações sociais, gestalts e insights, pressupostos e subentendidos, chistes, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, fantasias, desejos e desejos de dormir, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, arquétipos, afetividade, espiritualidade, história de vida, imunidade, homeostase, conclusões e interpretações finais, pois o inconsciente não é em seu conteúdo linear e retilíneo, mas construído de obliterações e alterações do pensamento, de amor e de ódio, de defesas, de contextos e de um meio ambiente, de instintos e de contingências que interferem na sua produção. Da mesma forma os chistes virtuais do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, assim como os sonhos têm operações de deslocamento e de censura em seu pensamento consciente. O antigo prazer nos chistes está no nonsense e na razão crítica,  a elaboração do chiste cumpre essa tarefa e mostra uma decisiva distinção entre chistes e sonhos. A tarefa deles é a elaboração onírica que se realiza pelos deslocamentos, estes produzem e indicam seus significados e sentidos virtuais, é pois, a elaboração onírica quem produz os demais eventos ou consequências virtuais e reais, ou seja, comportamentais e até paranormais ou sobrenaturais que os chistes, neste caso, virtuais conseguem desencadear, formando cadeias de comportamentos ou caminhos cognitivos, mapas cerebrais e GPS da Personalidade.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Entre os deslocamentos devem ser contados não meramente os desvios de um curso de pensamentos mas também toda sorte de representação indireta, em particular, o deslocamento de um elemento importante, mas objetável, por outro que é indiferente e que parece inocente à censura, algo semelhante a uma alusão muito remota - substituição por um simbolismo, ou uma analogia, ou por algo menor. Não se pode negar que porções de tais representações indiretas já estejam presentes nos pensamentos pré-conscientes do sonho - por exemplo, a representação por símbolos ou analogias - porque, de outra forma, o pensamento não lograria em absoluto o estágio de expressão pré-consciente. As representações indiretas como essa, e as alusões cuja referência à coisa pretendida é fácil de descobrir, são na verdade métodos permissíveis e muito usados na expressão também de nosso pensamento consciente. A elaboração onírica, entretanto, exagera esse método de representação indireta além de todos os limites. Sob a pressão da censura, qualquer espécie de conexão é bastante boa para servir como substitutivo por alusão, permitindo-se o deslocamento de um a outro elemento. A substituição de associações internas (similaridade, conexão causal etc.) por outras, conhecidas como externas (simultaneidade no tempo, contigüidade espacial, similaridade fônica), é muito especialmente notável e peculiar à elaboração onírica.

Todos esses métodos de deslocamento ocorrem também como técnicas do chiste. Mas quando aparecem, usualmente respeitam os limites impostos a seu emprego pelo pensamento consciente; podem estar mesmo completamente ausentes, embora os chistes tenham também, invariavelmente, a tarefa de lidar com uma inibição. Podemos compreender o lugar subordinado, assumido pelos deslocamentos na elaboração do chiste, quando recordamos que os chistes dispõem de uma outra técnica para descartar a inibição, técnica que consideramos precisamente o mais característico de seus traços. Pois, diferentemente dos sonhos, os chistes não criam compromissos; eles não evitam a inibição, mas insistem em manter inalterado o jogo com as palavras ou com o nonsense. Restringem-se entretanto a uma escolha das ocasiões em que esse jogo ou esse nonsense possam ao mesmo tempo parecer permissíveis (nos gracejos) ou sensatos (nos chistes), graças à ambigüidade das palavras ou à multiplicidade das relações conceptuais. Nada distingue os chistes mais nitidamente de todas as outras estruturas psíquicas do que essa bilateralidade e essa duplicidade verbal. Desse ponto de vista, pelo menos, as autoridades se aproximaram de uma compreensão da natureza do chiste, quando puseram ênfase sobre o ‘sentido no nonsense‘ (ver em [1]).

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que entre os deslocamentos devem ser contados não meramente os desvios de um curso de pensamentos mas também toda sorte de representação indireta, em particular, o deslocamento de um elemento importante, mas objetável, por outro que é indiferente e que parece inocente à censura, algo semelhante a uma alusão muito remota - substituição por um simbolismo, ou uma analogia, ou por algo menor. A elaboração onírica, entretanto, exagera esse método de representação indireta além de todos os limites. Sob a pressão da censura, qualquer espécie de conexão é bastante boa para servir como substitutivo por alusão, permitindo-se o deslocamento de um a outro elemento. A substituição de associações internas (similaridade, conexão causal etc.) por outras, conhecidas como externas (simultaneidade no tempo, contigüidade espacial, similaridade fônica), é muito especialmente notável e peculiar à elaboração onírica.

Pois, diferentemente dos sonhos, os chistes não criam compromissos; eles não evitam a inibição, mas insistem em manter inalterado o jogo com as palavras ou com o nonsense. Restringem-se entretanto a uma escolha das ocasiões em que esse jogo ou esse nonsense possam ao mesmo tempo parecer permissíveis (nos gracejos) ou sensatos (nos chistes), graças à ambigüidade das palavras ou à multiplicidade das relações conceptuais. Nada distingue os chistes mais nitidamente de todas as outras estruturas psíquicas do que essa bilateralidade e essa duplicidade verbal, as autoridades se aproximaram de uma compreensão da natureza do chiste, quando puseram ênfase sobre o ‘sentido no nonsense‘

Mattanó aponta que entre os deslocamentos devem ser contados não meramente os desvios de um curso de pensamentos mas também toda sorte de representação indireta, em particular, o deslocamento de um elemento importante, mas objetável, por outro que é indiferente e que parece inocente à censura, algo semelhante a uma alusão muito remota - substituição por um simbolismo, ou uma analogia, ou por algo menor. A elaboração onírica, entretanto, exagera esse método de representação indireta além de todos os limites. Sob a pressão da censura, qualquer espécie de conexão é bastante boa para servir como substitutivo por alusão, permitindo-se o deslocamento de um a outro elemento. A substituição de associações internas (similaridade, conexão causal etc.) por outras, conhecidas como externas (simultaneidade no tempo, contigüidade espacial, similaridade fônica), é muito especialmente notável e peculiar à elaboração onírica. Os deslocamentos indicam os significados e o sentido dos sonhos. A elaboração onírica é feita pelos deslocamentos pela seleção de ideias que não se vinculam diretamente àquela que foi produzida pelo sonho, de modo que a censura facilite e permita-as passar para a consciência através de uma completa transferência, essa elaboração onírica faz o trabalho de significar e dar sentido aos sonhos por meio dos deslocamentos.

Pois, diferentemente dos sonhos, os chistes não criam compromissos; eles não evitam a inibição, mas insistem em manter inalterado o jogo com as palavras ou com o nonsense. Restringem-se entretanto a uma escolha das ocasiões em que esse jogo ou esse nonsense possam ao mesmo tempo parecer permissíveis (nos gracejos) ou sensatos (nos chistes), graças à ambigüidade das palavras ou à multiplicidade das relações conceptuais. Nada distingue os chistes mais nitidamente de todas as outras estruturas psíquicas do que essa bilateralidade e essa duplicidade verbal, as autoridades se aproximaram de uma compreensão da natureza do chiste, quando puseram ênfase sobre o ‘sentido no nonsense‘ É o sentido ¨no nonsense¨ do chiste que insiste em permanecer inalterado o jogo com as palavras sem criar compromissos, de modo diferente ao dos sonhos que criam compromissos pelo seu conteúdo manifesto e pelo seu conteúdo latente, que pela interpretação do sonho revelam o seu significado e o seu sentido inconsciente, e não uma multiplicidade de significados e de sentidos inconscientes, como ocorre no chiste.

 

MATTANÓ

(13/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor entre os deslocamentos devem ser contados não meramente os desvios de um curso de pensamentos mas também toda sorte de representação indireta, em particular, o deslocamento de um elemento importante, mas objetável, por outro que é indiferente e que parece inocente à censura, algo semelhante a uma alusão muito remota - substituição por um simbolismo, ou uma analogia, ou por algo menor. A elaboração onírica, entretanto, exagera esse método de representação indireta além de todos os limites. Sob a pressão da censura, qualquer espécie de conexão é bastante boa para servir como substitutivo por alusão, permitindo-se o deslocamento de um a outro elemento. A substituição de associações internas (similaridade, conexão causal etc.) por outras, conhecidas como externas (simultaneidade no tempo, contigüidade espacial, similaridade fônica), é muito especialmente notável e peculiar à elaboração onírica. Os deslocamentos indicam os significados e o sentido dos sonhos. A elaboração onírica é feita pelos deslocamentos pela seleção de ideias que não se vinculam diretamente àquela que foi produzida pelo sonho, de modo que a censura facilite e permita-as passar para a consciência através de uma completa transferência, essa elaboração onírica faz o trabalho de significar e dar sentido aos sonhos por meio dos deslocamentos.

Pois, diferentemente dos sonhos, os chistes não criam compromissos; eles não evitam a inibição, mas insistem em manter inalterado o jogo com as palavras ou com o nonsense. Restringem-se entretanto a uma escolha das ocasiões em que esse jogo ou esse nonsense possam ao mesmo tempo parecer permissíveis (nos gracejos) ou sensatos (nos chistes), graças à ambigüidade das palavras ou à multiplicidade das relações conceptuais. Nada distingue os chistes mais nitidamente de todas as outras estruturas psíquicas do que essa bilateralidade e essa duplicidade verbal, as autoridades se aproximaram de uma compreensão da natureza do chiste, quando puseram ênfase sobre o ‘sentido no nonsense‘. É o sentido ¨no nonsense¨ do chiste que insiste em permanecer inalterado o jogo com as palavras sem criar compromissos, de modo diferente ao dos sonhos que criam compromissos pelo seu conteúdo manifesto e pelo seu conteúdo latente, que pela interpretação do sonho revelam o seu significado e o seu sentido inconsciente, e não uma multiplicidade de significados e de sentidos inconscientes, como ocorre no chiste.

Da mesma forma os deslocamentos no mundo e na realidade virtuais devem ser entendidos como desvios ou substituições de simbolismo por algo melhor, a consciência através de uma completa transferência, dessa elaboração onírica por meio dos deslocamentos, faz o trabalho de significar e dar sentido aos sonhos. Pois, diferentemente dos sonhos, os chistes não criam compromissos. Restringem-se entretanto a uma escolha das ocasiões em que esse jogo ou esse nonsense possam ao mesmo tempo parecer permissíveis (nos gracejos) ou sensatos (nos chistes), graças à ambigüidade das palavras ou à multiplicidade das relações conceptuais. É o sentido ¨no nonsense¨ do chiste que insiste em permanecer inalterado o jogo com as palavras sem criar compromissos, de modo diferente ao dos sonhos que criam compromissos pelo seu conteúdo manifesto e pelo seu conteúdo latente, que pela interpretação do sonho revelam o seu significado e o seu sentido inconsciente, e não uma multiplicidade de significados e de sentidos inconscientes, como ocorre no chiste. Vemos que o sentido dos chiste permanece inalterado enquanto que o sentido dos sonhos revelam-se de modo diferente, revelam-se multiplos, conforme a descrição ou relato, o significado, o sentido e o contexto, e conforme a análise e a interpretação, também no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, que são uma forma de substituição da realidade operante.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Em vista da predominância universal nos chistes dessa técnica peculiar de superação das inibições, podia se considerar que lhes fosse supérflua a utilização da técnica de deslocamento em casos particulares. Mas, por um lado, certas espécies dessa técnica permanecem valiosas para os chistes enquanto alvos e fontes do prazer - por exemplo, o deslocamento propriamente dito (desvio de pensamentos), que em verdade partilha a natureza do nonsense. Por outro lado, não se deve esquecer que o mais elevado estágio dos chistes, os chistes tendenciosos, tem freqüentemente que superar duas espécies de inibição - a que se opõe ao próprio chiste e a que se opõe a seu propósito (ver em [1]) -, sendo as alusões e deslocamentos bem qualificados para possibilitar essa última tarefa.

O uso abundante e irrestrito da representação indireta, dos deslocamentos e, especialmente, das alusões, na elaboração onírica, tem um resultado que menciono, não por sua própria importância, mas porque tornou-se minha razão subjetiva para atacar o problema dos chistes. Se se descreve uma análise do sonho a uma pessoa desinformada ou desacostumada com ela, análise em que se expõem os estranhos processos de alusões e deslocamentos - tão antipáticos à vida desperta - utilizados pela elaboração onírica, o leitor recebe uma impressão desconfortável e declara que tais interpretações são ‘de algum modo chistosas’. Mas claramente não os considera chistes bem-sucedidos, e sim forçados, violando de alguma forma as regras dos chistes. É fácil explicar essa impressão. Deriva do fato de que a elaboração onírica opera pelos mesmos métodos que os chistes, mas ao utilizá-los, transgride os limites respeitados pelos chistes. Aqui verificaremos (ver em [1]) que, em conseqüência da parte desempenhada pela terceira pessoa, os chistes são ligados a uma certa condição que não se aplica aos sonhos.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a elaboração onírica opera pelos mesmos métodos que os chistes, mas ao utilizá-los, transgride os limites respeitados pelos chistes, pois os chistes são ligados a uma certa condição que não se aplica aos sonhos.

Mattanó aponta que a elaboração onírica opera pelos mesmos métodos que os chistes, mas ao utilizá-los, transgride os limites respeitados pelos chistes, pois os chistes são ligados a uma certa condição que não se aplica aos sonhos, como o ¨ sentido no nonsense¨.

 

MATTANÓ

(13/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a elaboração onírica opera pelos mesmos métodos que os chistes, mas ao utilizá-los, transgride os limites respeitados pelos chistes, pois os chistes são ligados a uma certa condição que não se aplica aos sonhos, como o ¨ sentido no nonsense¨. Da mesma forma a elaboração onírica opera pelos mesmo métodos que os chistes virtuais, da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, contudo os chistes tem uma condição que não se aplica aos sonhos, o ¨sentido no nonsense¨.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

Entre as técnicas comuns aos chistes e aos sonhos, a representação pelo oposto e o uso do nonsense reclamam alguma parte de nosso interesse. A primeira é um dos mais efetivos métodos empregados nos chistes, como se verifica, entre outros, pelos exemplos dos ‘chistes de exageração’ (ver em [1]). Incidentalmente, a representação pelo oposto não consegue, como a maior parte das outras técnicas dos chistes, escapar à atenção consciente. Uma pressão que tenta fazer operar em si a elaboração do chiste tão deliberadamente quanto possível - um gaiato profissional - logo descobre via de regra que o modo mais fácil de replicar a uma asserção com um chiste é pela asserção de seu contrário, deixando à inspiração do momento o livrar-se da objeção que, provavelmente, sua contradição provocará, fornecendo o que se denomina uma nova interpretação. Pode ser que a representação pelo oposto agradeça o favor de que desfruta ao fato de constituir o núcleo de uma outra gratificante forma de expressão de um pensamento, a qual pode ser entendida sem qualquer necessidade de remissão ao inconsciente. Refiro-me à ironia, muito próxima do chiste (ver em [1]) e contada entre as subespécies do cômico. Sua essência consiste em dizer o contrário do que se pretende comunicar a outra pessoa, mas poupando a esta uma réplica contraditória fazendo-lhe entender - pelo tom de voz, por algum gesto simultâneo, ou (onde a escrita está envolvida) por algumas pequenas indicações estilísticas - que se quer dizer o contrário do que se diz. A ironia só pode ser empregada quando a outra pessoa está preparada para escutar o oposto, de modo que não possa deixar de sentir uma inclinação a contradizer. Em conseqüência dessa condição a ironia se expõe facilmente ao risco de ser mal-entendida. Proporciona à pessoa que a utiliza a vantagem de capacitar-se prontamente a evitar as dificuldades da expressão direta, por exemplo, no caso das invectivas. Isso produz prazer cômico no ouvinte, provavelmente porque excita nele uma contraditória despesa de energia, reconhecida como desnecessária. Uma comparação como essa, entre os chistes e um tipo de comicidade, que lhes é intimamente relacionada, pode confirmar nossa pressuposição de que a característica peculiar dos chistes é sua relação com o inconsciente, o que permite talvez distingui-los também do cômico.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes se diferenciam da ironia, que consiste em dizer o contrário do que se pretende comunicar a outra pessoa, mas poupando a esta uma réplica contraditória fazendo-lhe entender - pelo tom de voz, por algum gesto simultâneo, ou (onde a escrita está envolvida) por algumas pequenas indicações estilísticas - que se quer dizer o contrário do que se diz, e do cômico pela relação dos chistes com o inconsciente.

Mattanó aponta que os chistes se diferenciam da ironia, que consiste em dizer o contrário do que se pretende comunicar a outra pessoa, mas poupando a esta uma réplica contraditória fazendo-lhe entender - pelo tom de voz, por algum gesto simultâneo, ou (onde a escrita está envolvida) por algumas pequenas indicações estilísticas - que se quer dizer o contrário do que se diz, e do cômico pela relação dos chistes com o inconsciente. A ironia só pode ser empregada quando a outra pessoa está preparada para escutar o oposto, de modo que não possa deixar de sentir uma inclinação a contradizer. A ironia pressupõe que o oposto não verbalizado é a verdade ¨escondida¨ na mensagem. Os chistes não tem esta característica de verdade, pois abordam a ambiguidade e o jogo de palavras, o nonsense.

 

MATTANÓ

(13/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que a criança até aprender a nomear o S – R – C, estímulo – resposta – consequência e os seus significados e sentidos, vive funcionalmente com o meio ambiente e o contexto através do S – R – C, sem significados e sem sentidos, pois ainda não aprendeu a nomeá-los.

 

MATTANÓ

(15/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que os chistes também podem ser utilizados em tempos de guerra, violência, tortura e lavagem cerebral para despersonalizar e exaurir os codificadores e os decodificadores, sobretudo onde há telepatia e controle externo do processo de conhecimento.

 

MATTANÓ

(16/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que os sonhos revelam o seu inconsciente e o seu comportamento individual e social no meio ambiente, revelam seus padrões com suas amplitudes e diferenças comportamentais de objeto para objeto e de contexto e evento para contexto e evento num dado período de tempo e espaço, revelam a sua entropia e a sua neguentropia, ou seja, a sua organização e a sua reorganização com os objetos do meio ambiente, mostrando que o seu conteúdo é como  o seu comportamento em relação a todo e qualquer objeto do meio ambiente, ou seja, ele é uma metamorfose ambulante que se relaciona assim com todos como os próprios sonhos.

 

MATTANÓ

(16/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes se diferenciam da ironia, que consiste em dizer o contrário do que se pretende comunicar a outra pessoa, mas poupando a esta uma réplica contraditória fazendo-lhe entender - pelo tom de voz, por algum gesto simultâneo, ou (onde a escrita está envolvida) por algumas pequenas indicações estilísticas - que se quer dizer o contrário do que se diz, e do cômico pela relação dos chistes com o inconsciente. A ironia só pode ser empregada quando a outra pessoa está preparada para escutar o oposto, de modo que não possa deixar de sentir uma inclinação a contradizer. A ironia pressupõe que o oposto não verbalizado é a verdade ¨escondida¨ na mensagem. Os chistes não tem esta característica de verdade, pois abordam a ambiguidade e o jogo de palavras, o nonsense. Da mesma forma os chistes virtuais através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, se diferenciam da ironia, pois esta pressupõe que o oposto não verbalizado é a verdade ¨escondida¨ na mensagem, enquanto que os chistes virtuais tem como característica a ambiguidade, o jogo de palavras e o nonsense.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

Na elaboração onírica, a representação pelo oposto desempenha uma parte ainda maior que nos chistes. Os sonhos não são simplesmente favoráveis à representação de dois contrários pela mesma e única estrutura composta, mas tão freqüentemente mudam parte dos pensamentos oníricos em seus opostos, que isso leva o trabalho de interpretação a grandes dificuldades. ‘Não há maneira de decidir à primeira vista se algum elemento que admite um contrário está presente nos pensamentos oníricos como um positivo ou como um negativo.’

Devo afirmar enfaticamente que esse fato até agora não mereceu reconhecimento. Mas parece apontar para importante característica do pensamento inconsciente no qual, com toda probabilidade, não ocorre nenhum processo que se assemelhe ao ‘julgamento’. No lugar da rejeição por um julgamento, o que encontramos no inconsciente é a ‘repressão’. Esta pode, sem dúvida, ser corretamente descrita como estágio intermediário entre um reflexo defensivo e um julgamento condenador.

O nonsense, o absurdo, que aparece com tanta freqüência nos sonhos, condenando-os a desprezo tão imerecido, nunca ocorre por acaso através da mesclagem dos elementos ideacionais, podendo sempre demonstrar sua admissão intencional pela elaboração onírica, cabendo-lhes representar nos pensamentos oníricos a crítica amargurada e a contradição desdenhosa. Assim o absurdo no conteúdo dos sonhos assume o lugar do julgamento ‘isto é apenas nonsense‘ nos pensamentos oníricos. Dou grande ênfase à interpretação desse fato em A Interpretação de Sonhos porque considerei que, dessa forma, podia fazer o mais forte dos ataques ao erro de acreditar que o sonho não é em absoluto um fenômeno psíquico - erro que bloqueia o caminho ao conhecimento do inconsciente. Aprendemos agora, ao analisar certos chistes tendenciosos (ver em [1]), que o nonsense nos chistes destina-se a servir aos mesmos objetivos de representação. Sabemos também que uma fachada sem sentido se adequa particularmente bem a aumentar a despesa psíquica do ouvinte, aumentando assim a cota liberada através da descarga pelo riso (ver em [1]). Mas além disso não se deve esquecer que o nonsense em um chiste é um fim em si mesmo, já que a intenção de recobrar o antigo prazer no nonsense está entre os motivos da elaboração do chiste. Há outros modos de recobrar o nonsense e de derivar prazer dele: a caricatura, a exageração paródica utilizam-no e assim criam o ‘nonsense cômico’. Se submetemos tais formas de expressão a uma análise similar àquela aplicada aos chistes, constataremos que em nenhum desses casos há alguma ocasião de apresentar processos inconscientes (como os definimos), a fim de explicá-las. Podemos agora compreender como é que a característica chistosa pode acorrer, em acréscimo extra, à caricatura, exageração ou paródia; o fator que possibilita isto é uma diferença na ‘cena psíquica da ação’.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que não se deve esquecer que o nonsense em um chiste é um fim em si mesmo, já que a intenção de recobrar o antigo prazer no nonsense está entre os motivos da elaboração do chiste. Há outros modos de recobrar o nonsense e de derivar prazer dele: a caricatura, a exageração paródica utilizam-no e assim criam o ‘nonsense cômico’.

Mattanó aponta que o nonsense num chiste produz por si só o seu antigo prazer já na elaboração do chiste e que há outros modos de recobrar esse nonsense e extrair o seu prazer, através da caricatura, da exageração paródica e do nonsense cômico, prazer este que entende um significado e um sentido para cada modo de se extrair o seu prazer e recobrar o nonsense. Este significado e sentido derivam de um nonsense e em função disto transmitem uma ignorância, um absurdo, uma falta de sentido e de incoerência que produzem o seu prazer no que foi comunicado.

 

MATTANÓ

(18/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Freud explica que não se deve esquecer que o nonsense em um chiste é um fim em si mesmo, já que a intenção de recobrar o antigo prazer no nonsense está entre os motivos da elaboração do chiste. Há outros modos de recobrar o nonsense e de derivar prazer dele: a caricatura, a exageração paródica utilizam-no e assim criam o ‘nonsense cômico’. Da mesma forma o nonsense em um chiste virtual é um fim em si mesmo através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, e que há outras formas de derivar prazer dele: através da caricatura, a exageração paródica e do nonsense cômico.

Mattanó aponta que o nonsense num chiste produz por si só o seu antigo prazer já na elaboração do chiste e que há outros modos de recobrar esse nonsense e extrair o seu prazer, através da caricatura, da exageração paródica e do nonsense cômico, prazer este que entende um significado e um sentido para cada modo de se extrair o seu prazer e recobrar o nonsense. Este significado e sentido derivam de um nonsense e em função disto transmitem uma ignorância, um absurdo, uma falta de sentido e de incoerência que produzem o seu prazer no que foi comunicado. Da mesma forma podemos reconhecer esse nonsense dos chistes virtuais e extrair o seu prazer através da caricatura, da exgeração paródica e do nonsense cômico que produzem um sentimento de ignorância, de absurdo, de falta de sentido e de incoerência, mas que geram prazer em sua comunicação pautada na realidade ou mundo virtual.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

 

 

 

Penso que a atribuição da elaboração do chiste ao sistema do inconsciente torna-se muito mais importante para nós agora que permite-nos compreender o fato de que as técnicas a que os chistes, admitidamente, aderem não são, por outro lado, sua propriedade exclusiva. Algumas dúvidas, que fomos obrigados a adiar para mais tarde em nosso exame original dessas técnicas, encontram agora uma solução confortável. Por essa mesma razão uma outra dúvida que agora assoma é merecedora de toda a nossa consideração. Isso sugere que a inegável relação dos chistes com o inconsciente é de fato válida apenas para certas categorias de chistes tendenciosos enquanto nós nos preparamos a estendê-la a toda espécie e a todo estágio de desenvolvimento dos chistes. Não devemos fugir ao exame dessa objeção.

Pode-se admitir com certeza que os chistes são formados no inconsciente quando se trata de chistes a serviço de propósitos inconscientes ou de propósitos reforçados pelo inconsciente - isto é, a maior parte dos chistes ‘cínicos’ (ver em [1]). Em tais casos, o propósito inconsciente draga o pensamento pré-consciente no inconsciente e lhe dá uma forma nova - um processo ao qual o estudo da psicologia das neuroses apontou numerosas analogias. Entretanto, no caso de chistes tendenciosos de outro gênero, de chistes inocentes e de gracejos, a força de dragagem (no inconsciente) parece ausente e, em conseqüência, coloca-se em questão a relação dos chistes com o inconsciente.

Consideremos agora o caso em que um pensamento, por si mesmo valioso, ocorre no curso de um processo intelectual e se exprime como um chiste. A fim de capacitar a esse pensamento tornar-se um chiste, é claramente necessário selecionar, entre as formas de expressão possíveis, aquela que há de trazer consigo uma produção de prazer verbal. Sabemos, pela auto-observação, que a seleção não é feita pela atenção consciente; certamente a seleção será ajudada se a catexia do pensamento pré-consciente for reduzida a inconsciente, pois, como verificamos na elaboração onírica, os trajetos associativos que partem das palavras são, no inconsciente, tratados do mesmo modo que se partissem de coisas. Uma catexia inconsciente oferece condições bem mais favoráveis de se selecionar a expressão. Além do mais, podemos imediatamente admitir que a possível forma de expressão que envolve uma produção de prazer verbal opera idêntica dragagem sobre a ainda instável verbalização do pensamento pré-consciente, tal como o faz com o propósito inconsciente no caso anterior. Para o caso, mais simples, do gracejo, podemos supor que uma intenção, permanentemente vigilante, de realizar uma produção de prazer verbal, capta a ocasião, oferecida no pré-consciente, de dragar no inconsciente o processo catéxico de acordo com o modelo já conhecido.

Devia dar-me por satisfeito se conseguisse, por um lado, fornecer uma exposição mais clara deste único ponto decisivo na minha concepção dos chistes, e, por outro, reforçá-lo com argumentos conclusivos. Mas de fato o que se me depara não é um dúplice fracasso mas um único e mesmo fracasso. Não posso fornecer uma exposição mais clara porque não tenho ulterior comprovação de meu ponto de vista. Cheguei a ele com base no estudo da técnica [dos chistes] e da comparação com a elaboração onírica, e não a partir de outra base; constatei então que, em seu todo, adequa-se excelentemente com as características dos chistes. Assim, a concepção foi atingida por inferência; se, a partir de uma inferência como esta, sou levado não a uma região familiar, mas pelo contrário, a uma que é estranha e nova ao pensamento, denomino ‘hipótese’ a esta inferência, recusando-me corretamente a considerar a relação da hipótese com o material da qual é inferida, como uma ‘prova’ deste. Pode-se apenas considerá-la como ‘provada’ se é atingível também por outro trajeto, se é demonstrada como ponto nodal de ainda outras conexões. Mas é impossível uma prova desse tipo, quando mal se inicia nosso conhecimento dos processos inconscientes. Certos de que estamos pisando em solo virgem contentamo-nos em manter, a partir de nosso ponto de observação, um único passo, breve e incerto, na direção da região inexplorada.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes podem levar a uma nova região através de novidades por suas hipóteses que são concebidas por inferências. Esta região não é uma região familiar e deve ser provada com sua inferência para que se torne prova e algo novo.

Mattanó aponta que os chistes podem levar a uma nova região psíquica, um solo virgem, através de novidades, por suas hipóteses que são concebidas por inferências. Quando provada a coisa inferida ela torna-se prova desta nova coisa, está região não é uma região familiar, pois é nova, com novos significados e novos sentidos, com novos pensamentos. A ideia e a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó referem-se a esta região nova e nada familiar que é posta a prova por meio de inferências até que seja provada como realidade, o resíduo auditivo de Mattanó deve ser posto a prova para que seja provado como realidade e não como prazer e loucura, o que não é aqui provado torna-se loucura e lavagem cerebral.

 

MATTANÓ

(18/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes podem levar a uma nova região psíquica, um solo virgem, através de novidades, por suas hipóteses que são concebidas por inferências. Quando provada a coisa inferida ela torna-se prova desta nova coisa, está região não é uma região familiar, pois é nova, com novos significados e novos sentidos, com novos pensamentos. A ideia e a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó referem-se a esta região nova e nada familiar que é posta a prova por meio de inferências até que seja provada como realidade, o resíduo auditivo de Mattanó deve ser posto a prova para que seja provado como realidade e não como prazer e loucura, o que não é aqui provado torna-se loucura e lavagem cerebral. Da mesma form os chistes virtuais podem levar a uma nova região psíquica, cheia de novidades, com novos significados e novos sentidos, desencadeadora de novos comportamentos, inclusive de loucura e de lavagem cerebral, através do mundo e da realidade virtuais, por meio da Palavra e da Sagrada Escritura, quando controlados por contingências ufológicas e paranormais que podem, por exemplo, instalar rastreadores no cérebro de seres humanos causando distorção do pensamento, da consciência, da cultura, do conhecimento e da realidade desse indivíduo ou de vários indivíduos para fins de terraformatação, por exemplo.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Sobre tal fundamento não é possível construir muita coisa. Se relacionamos os vários estágios do chiste aos estados mentais que lhes são favoráveis, podemos talvez prosseguir como segue. O gracejo deriva de uma disposição eufórica, aparentemente caracterizada por uma inclinação a diminuir a catexia mental. Emprega já todas as características técnicas dos chistes, cumprindo sua condição fundamental quanto à seleção do material verbal ou das conexões de pensamento, isto é, satisfaz tanto aos requisitos da produção de prazer quanto àqueles feitos pela razão crítica. Concluiremos que a descida da catexia do pensamento ao nível inconsciente, facilitada pela disposição eufórica, está presente já nos gracejos. No caso dos chistes inocentes, conectados à expressão de um pensamento valioso, não mais se aplica o encorajante efeito da disposição de ânimo. Devemos aqui presumir a ocorrência de uma aptidão pessoal especial, manifestada pela facilidade com que a catexia pré-consciente é abandonada e trocada, por um momento, pela inconsciente. Um propósito, continuamente na mira da renovação da produção original de prazer, opera uma dragagem da, ainda inconstante, expressão pré-consciente do pensamento. Sem dúvida a maior parte das pessoas é capaz de produzir gracejos, quando em boa disposição; a aptidão para fazer chistes apresenta-se apenas em algumas pessoas, independente de sua disposição. Finalmente, a elaboração do chiste recebe seu estímulo mais poderoso quando estão presentes fortes propósitos em direção ao inconsciente, os quais representam uma especial aptidão para a produção de chistes e podem nos explicar por que os determinantes subjetivos dos chistes são encontrados com tamanha freqüência em pessoas neuróticas. Sob a influência desses fortes propósitos mesmo aqueles que, de outra forma, teriam uma aptidão mínima, tornaram-se capazes de fazer chistes.

Assim, com essa última contribuição que explica, ainda que apenas por hipótese, a elaboração do chiste na primeira pessoa, nosso interesse nos chistes, estritamente falando, chega ao fim. Resta-nos fazer outra breve comparação entre os chistes e os, mais bem conhecidos, sonhos; podemos esperar que, afora a única conformidade já considerada, essas duas funções mentais dissimilares revelem apenas diferenças. Destas a mais importante consiste em seu comportamento social. Um sonho é um produto mental completamente associal; nada há nele a comunicar a ninguém; emerge no sujeito como uma solução de compromisso entre as forças mentais, que lutam nele, e permanece ininteligível ao próprio sujeito, sendo por essa razão totalmente desinteressante às outras pessoas. Não apenas não reservam qualquer lugar para a inteligibilidade, como devem de fato evitar ser compreendidos, pois seriam desta forma destruídos; só mascarados, podem subsistir. Por esta razão, podem sem estorvo utilizar o mecanismo que domina os processos mentais inconscientes até chegar a uma distorção, não mais endireitável. Um chiste, por outra parte, é a mais social de todas as funções mentais que objetivam a produção de prazer. Convoca freqüentemente três pessoas e sua completação requer a participação de alguém mais no processo mental iniciado. Está, portanto, preso à condição da inteligibilidade; pode utilizar apenas a possível distorção no inconsciente, através da condensação e do deslocamento, até o ponto em que possa ser reconstruído pela compreensão da terceira pessoa. Além do mais, chistes e sonhos amadurecem em regiões bastante diferentes da vida mental e devem ser distribuídos em pontos, no sistema psicológico, bastante remotos uns dos outros. Um sonho permanece sendo um desejo, ainda que tornado irreconhecível; um chiste é um jogo desenvolvido. Os sonhos, a despeito de sua nulidade prática, retêm uma conexão com os principais interesses da vida; procuram satisfazer necessidades pelo desvio regressivo da alucinação e têm sua ocorrência permitida pela única necessidade ativa durante a noite - a necessidade de dormir. Os chistes, por outro lado, procuram obter uma pequena produção de prazer da simples atividade de nosso aparato mental, desimpedida de qualquer necessidade. Mais tarde, tentam apoderar-se daquele prazer como produto derivado durante a atividade do aparato mental e assim chegam secundariamente a funções, não sem importância, dirigidas ao mundo exterior. Os sonhos servem predominantemente para evitar o desprazer, os chistes, para a consecução do prazer; mas para estas duas finalidades convergem todas as nossas atividades mentais.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que nos resta fazer outra breve comparação entre os chistes e os, mais bem conhecidos, sonhos; podemos esperar que, afora a única conformidade já considerada, essas duas funções mentais dissimilares revelem apenas diferenças. Destas a mais importante consiste em seu comportamento social. Um sonho é um produto mental completamente associal; nada há nele a comunicar a ninguém; emerge no sujeito como uma solução de compromisso entre as forças mentais, que lutam nele, e permanece ininteligível ao próprio sujeito, sendo por essa razão totalmente desinteressante às outras pessoas. Um chiste, por outra parte, é a mais social de todas as funções mentais que objetivam a produção de prazer. Convoca freqüentemente três pessoas e sua completação requer a participação de alguém mais no processo mental iniciado. Está, portanto, preso à condição da inteligibilidade; pode utilizar apenas a possível distorção no inconsciente, através da condensação e do deslocamento, até o ponto em que possa ser reconstruído pela compreensão da terceira pessoa. Os sonhos, a despeito de sua nulidade prática, retêm uma conexão com os principais interesses da vida; procuram satisfazer necessidades pelo desvio regressivo da alucinação e têm sua ocorrência permitida pela única necessidade ativa durante a noite - a necessidade de dormir. Os chistes, por outro lado, procuram obter uma pequena produção de prazer da simples atividade de nosso aparato mental, desimpedida de qualquer necessidade. Mais tarde, tentam apoderar-se daquele prazer como produto derivado durante a atividade do aparato mental e assim chegam secundariamente a funções, não sem importância, dirigidas ao mundo exterior. Os sonhos servem predominantemente para evitar o desprazer, os chistes, para a consecução do prazer; mas para estas duas finalidades convergem todas as nossas atividades mentais.

Mattanó aponta que nos resta fazer outra breve comparação entre os chistes e os, mais bem conhecidos, sonhos; podemos esperar que, afora a única conformidade já considerada, essas duas funções mentais dissimilares revelem apenas diferenças. Destas a mais importante consiste em seu comportamento social. Um sonho é um produto mental completamente associal; nada há nele a comunicar a ninguém; emerge no sujeito como uma solução de compromisso entre as forças mentais, que lutam nele, e permanece ininteligível ao próprio sujeito, sendo por essa razão totalmente desinteressante às outras pessoas. Um chiste, por outra parte, é a mais social de todas as funções mentais que objetivam a produção de prazer. Convoca freqüentemente três pessoas e sua completação requer a participação de alguém mais no processo mental iniciado. Está, portanto, preso à condição da inteligibilidade; pode utilizar apenas a possível distorção no inconsciente, através da condensação e do deslocamento, até o ponto em que possa ser reconstruído pela compreensão da terceira pessoa. Os sonhos, a despeito de sua nulidade prática, retêm uma conexão com os principais interesses da vida; procuram satisfazer necessidades pelo desvio regressivo da alucinação e têm sua ocorrência permitida pela única necessidade ativa durante a noite - a necessidade de dormir. Os chistes, por outro lado, procuram obter uma pequena produção de prazer da simples atividade de nosso aparato mental, desimpedida de qualquer necessidade. Mais tarde, tentam apoderar-se daquele prazer como produto derivado durante a atividade do aparato mental e assim chegam secundariamente a funções, não sem importância, dirigidas ao mundo exterior. Os sonhos servem predominantemente para evitar o desprazer, os chistes, para a consecução do prazer; mas para estas duas finalidades convergem todas as nossas atividades mentais. Os sonhos servem para revelar significados e sentidos inconscientes, e os chistes servem para revelar significados e sentidos absurdos e incoerentes; os sonhos revelam conceitos e comportamentos, contextos e funcionalidades, simbologias coerentes, e os chistes revelam conceitos e comportamentos, contextos e funcionalidades, simbologias absurdas e incoerentes; os sonhos revelam linguagens e relações sociais, gestalts e insights coerentes, os chistes revelam linguagens e relações sociais, gestalts e insights absurdos e incoerentes; os sonhos revelam desejos e os chistes não revelam desejos; os sonhos revelam pressupostos e subentendidos coerentes, e os chistes revelam pressupostos e subentendidos incoerentes e absurdos; os sonhos produzem bem-estar e atuam na cura dos transtornos mentais e os chistes podem produzir mal-estar e transtornos mentais, podem aumentar os transtornos mentais.

 

MATTANÓ

(18/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que ele e sua família são manipulados por assassinos, estupradores, torturadores e ladrões desde os anos 1970, e em função disto, estamos sofrendo e estamos com problemas, por isso que haja Justiça!

 

MATTANÓ

(20/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor nos resta fazer outra breve comparação entre os chistes e os, mais bem conhecidos, sonhos; podemos esperar que, afora a única conformidade já considerada, essas duas funções mentais dissimilares revelem apenas diferenças. Destas a mais importante consiste em seu comportamento social. Um sonho é um produto mental completamente associal; nada há nele a comunicar a ninguém; emerge no sujeito como uma solução de compromisso entre as forças mentais, que lutam nele, e permanece ininteligível ao próprio sujeito, sendo por essa razão totalmente desinteressante às outras pessoas. Um chiste, por outra parte, é a mais social de todas as funções mentais que objetivam a produção de prazer. Convoca freqüentemente três pessoas e sua completação requer a participação de alguém mais no processo mental iniciado. Está, portanto, preso à condição da inteligibilidade; pode utilizar apenas a possível distorção no inconsciente, através da condensação e do deslocamento, até o ponto em que possa ser reconstruído pela compreensão da terceira pessoa. Os sonhos, a despeito de sua nulidade prática, retêm uma conexão com os principais interesses da vida; procuram satisfazer necessidades pelo desvio regressivo da alucinação e têm sua ocorrência permitida pela única necessidade ativa durante a noite - a necessidade de dormir. Os chistes, por outro lado, procuram obter uma pequena produção de prazer da simples atividade de nosso aparato mental, desimpedida de qualquer necessidade. Mais tarde, tentam apoderar-se daquele prazer como produto derivado durante a atividade do aparato mental e assim chegam secundariamente a funções, não sem importância, dirigidas ao mundo exterior. Os sonhos servem predominantemente para evitar o desprazer, os chistes, para a consecução do prazer; mas para estas duas finalidades convergem todas as nossas atividades mentais. Os sonhos servem para revelar significados e sentidos inconscientes, e os chistes servem para revelar significados e sentidos absurdos e incoerentes; os sonhos revelam conceitos e comportamentos, contextos e funcionalidades, simbologias coerentes, e os chistes revelam conceitos e comportamentos, contextos e funcionalidades, simbologias absurdas e incoerentes; os sonhos revelam linguagens e relações sociais, gestalts e insights coerentes, os chistes revelam linguagens e relações sociais, gestalts e insights absurdos e incoerentes; os sonhos revelam desejos e os chistes não revelam desejos; os sonhos revelam pressupostos e subentendidos coerentes, e os chistes revelam pressupostos e subentendidos incoerentes e absurdos; os sonhos produzem bem-estar e atuam na cura dos transtornos mentais e os chistes podem produzir mal-estar e transtornos mentais, podem aumentar os transtornos mentais. Da mesma forma os chistes virtuais através do mundo e da realidade virtual, da Palavra e da Sagrada Escritura e os sonhos apresentam as seguintes características: um sonho não é um evento social, enquanto que um chiste depende de um evento social, normalmente entre três pessoas; o chiste é inteligível mas o sonho permanece ininteligível; os sonhos servem para evitar o desprazer e os chistes servem para produzir prazer; os sonhos servem para nos revelar significados e sentidos inconsciente, enquanto que os chistes nos servem de significados absurdos e incoerentes; os sonhos podem nos ajudar na cura dos transtornos mentais, mas os chistes podem produzir mal-estar e transtornos mentais segundo a consciência, a cultura, o conhecimento e a realidade do codificador e do decodificador do chiste virtual ou não-virtual.

 

MATTANÓ

(11/09/2025)

 

 

 

 

 

 

VII - OS CHISTES E AS ESPÉCIES DO CÔMICO

 

Aproximamo-nos dos problemas do cômico de modo não usual. Parece-nos que os chistes, ordinariamente considerados como uma subespécie de cômico, oferecem-nos bastante peculiaridades para serem atacados diretamente; assim evitamos sua relação com a categoria, mais inclusiva, do cômico, enquanto isso foi possível, embora não tenhamos deixado de colher, en passant, algumas sugestões que podem lançar luz sobre o cômico. Não tivemos dificuldade em descobrir que, socialmente, o cômico se comporta diferentemente dos chistes (ver em [1]). Pode contentar-se com duas pessoas: a primeira que constata o cômico e a segunda, em quem se constata. A terceira pessoa, a quem se conta a coisa cômica, intensifica o processo, mas nada lhe acrescenta. No chiste, esta terceira pessoa é indispensável para a completação do processo de produção de prazer; entretanto, a segunda pessoa pode estar ausente, exceto quando se trata de um chiste tendencioso, agressivo. Um chiste se faz, o cômico se constata - antes de tudo, nas pessoas; apenas por uma transferência subseqüente, nas coisas, situações etc. No que toca aos chistes, sabemos que as fontes do prazer, que há de ser fomentado, residem no próprio sujeito e não em pessoas externas. Verificamos também que os chistes podem eventualmente reabrir fontes do cômico tornadas inacessíveis (ver em [2]) e que o cômico freqüentemente serve como fachada ao chiste, substituindo o prazer preliminar que, de outro modo, seria produzido pela técnica conhecida (ver em [3]). Nada disso sugere precisamente que sejam muito simples as relações entre os chistes e o cômico. Mas os problemas do cômico têm-se comprovado tão complicados, e tão infrutíferos têm sido os esforços dos filósofos em resolvê-los que não podemos abrigar a prospectiva de que poderemos dominá-los em uma repentina e violenta investida, aproximando-nos deles a partir dos chistes. Além do mais, para nossa investigação dos chistes, dispúnhamos de um instrumento do qual, até aqui, ninguém mais fez uso - o conhecimento da elaboração onírica. Não temos vantagem similar a nosso dispor para nos ajudar a compreender o cômico e devemos, pois, esperar que não descobriremos mais sobre a natureza do cômico do que já constatamos nos chistes, na medida em que estes participam do cômico e possuem em sua própria natureza algumas das características (do cômico) inalteradas ou meramente modificadas.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que socialmente, o cômico se comporta diferentemente dos chistes (ver em [1]). Pode contentar-se com duas pessoas: a primeira que constata o cômico e a segunda, em quem se constata. A terceira pessoa, a quem se conta a coisa cômica, intensifica o processo, mas nada lhe acrescenta. No chiste, esta terceira pessoa é indispensável para a completação do processo de produção de prazer; entretanto, a segunda pessoa pode estar ausente, exceto quando se trata de um chiste tendencioso, agressivo. Um chiste se faz, o cômico se constata - antes de tudo, nas pessoas; apenas por uma transferência subseqüente, nas coisas, situações etc. No que toca aos chistes, sabemos que as fontes do prazer, que há de ser fomentado, residem no próprio sujeito e não em pessoas externas. Verificamos também que os chistes podem eventualmente reabrir fontes do cômico tornadas inacessíveis (ver em [2]) e que o cômico freqüentemente serve como fachada ao chiste, substituindo o prazer preliminar que, de outro modo, seria produzido pela técnica conhecida (ver em [3]).

Mattanó aponta que socialmente, o cômico se comporta diferentemente dos chistes. Pode contentar-se com duas pessoas: a primeira que constata o cômico e a segunda, em quem se constata. A terceira pessoa, a quem se conta a coisa cômica, intensifica o processo, mas nada lhe acrescenta. No chiste, esta terceira pessoa é indispensável para a completação do processo de produção de prazer; entretanto, a segunda pessoa pode estar ausente, exceto quando se trata de um chiste tendencioso, agressivo. Um chiste se faz, o cômico se constata - antes de tudo, nas pessoas; apenas por uma transferência subseqüente, nas coisas, situações etc. No que toca aos chistes, sabemos que as fontes do prazer, que há de ser fomentado, residem no próprio sujeito e não em pessoas externas. Verificamos também que os chistes podem eventualmente reabrir fontes do cômico tornadas inacessíveis e que o cômico freqüentemente serve como fachada ao chiste, substituindo o prazer preliminar que, de outro modo, seria produzido pela técnica conhecida. O chiste tem como fachada o nonsense para adquirir um prazer, e o cômico tem como fachada ao chiste, de modo que ele vai substituindo o prazer produzido pela técnica, sem nada acrescentar ao processo de comunicação a terceira pessoa.

 

MATTANÓ

(20/04/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor Mattanó aponta que socialmente, o cômico se comporta diferentemente dos chistes. Pode contentar-se com duas pessoas: a primeira que constata o cômico e a segunda, em quem se constata. A terceira pessoa, a quem se conta a coisa cômica, intensifica o processo, mas nada lhe acrescenta. No chiste, esta terceira pessoa é indispensável para a completação do processo de produção de prazer; entretanto, a segunda pessoa pode estar ausente, exceto quando se trata de um chiste tendencioso, agressivo. Um chiste se faz, o cômico se constata - antes de tudo, nas pessoas; apenas por uma transferência subseqüente, nas coisas, situações etc. No que toca aos chistes, sabemos que as fontes do prazer, que há de ser fomentado, residem no próprio sujeito e não em pessoas externas. Verificamos também que os chistes podem eventualmente reabrir fontes do cômico tornadas inacessíveis e que o cômico freqüentemente serve como fachada ao chiste, substituindo o prazer preliminar que, de outro modo, seria produzido pela técnica conhecida. O chiste tem como fachada o nonsense para adquirir um prazer, e o cômico tem como fachada ao chiste, de modo que ele vai substituindo o prazer produzido pela técnica, sem nada acrescentar ao processo de comunicação a terceira pessoa. Da mesma forma temos estes acontecimentos chistosos e cômicos, mas agora virtuais, através da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que substitui a realidade operante por esta virtual, construida pelos chistes e pelo cômico virtuais, que compõem a metáfora da Comunhão.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

 

O tipo de cômico mais próximo dos chistes é o ingênuo. Como o cômico em geral, o (cômico) ingênuo é ‘constatado’ e não ‘produzido’, como o chiste. De fato, o ingênuo não pode absolutamente ser confeccionado, enquanto no interior do cômico puro devemos levar em conta o caso em que alguma coisa é tornada cômica - a evocação do cômico. O ingênuo deve se originar, sem que tomemos parte nisso, nos comentários e atitudes de outras pessoas, que assumem a posição da segunda pessoa no cômico ou nos chistes. O ingênuo ocorre quando alguém desrespeita completamente uma inibição, inexistente em si mesmo - portanto, quando parece vencê-la sem nenhum esforço. É uma condição para a produção do efeito do ingênuo que saibamos que a pessoa envolvida não possui tal inibição; de outro modo, ela não seria ingênua mas impudente. Rimo-nos dela, mas não nos indignamos. O efeito do ingênuo é irresistível e parece fácil de compreender. Uma despesa inibitória usualmente efetuada torna-se subitamente inutilizável por ouvirmos o comentário ingênuo, e a descarregamos então pelo riso. Não é necessário aqui que a atenção seja distraída (ver em [1]), provavelmente porque a suspensão da inibição ocorre diretamente e não através da intermediação de uma operação provocada. Neste caso comportamo-nos como a terceira pessoa do chiste, que é presenteada com uma economia na inibição sem qualquer esforço de sua parte (ver em [2]).

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o tipo de cômico mais próximo dos chistes é o ingênuo. Como o cômico em geral, o (cômico) ingênuo é ‘constatado’ e não ‘produzido’, como o chiste. De fato, o ingênuo não pode absolutamente ser confeccionado, enquanto no interior do cômico puro devemos levar em conta o caso em que alguma coisa é tornada cômica - a evocação do cômico. O ingênuo deve se originar, sem que tomemos parte nisso, nos comentários e atitudes de outras pessoas, que assumem a posição da segunda pessoa no cômico ou nos chistes. O ingênuo ocorre quando alguém desrespeita completamente uma inibição, inexistente em si mesmo - portanto, quando parece vencê-la sem nenhum esforço. É uma condição para a produção do efeito do ingênuo que saibamos que a pessoa envolvida não possui tal inibição; de outro modo, ela não seria ingênua mas impudente. Rimo-nos dela, mas não nos indignamos. O efeito do ingênuo é irresistível e parece fácil de compreender. Uma despesa inibitória usualmente efetuada torna-se subitamente inutilizável por ouvirmos o comentário ingênuo, e a descarregamos então pelo riso. Não é necessário aqui que a atenção seja distraída (ver em [1]), provavelmente porque a suspensão da inibição ocorre diretamente e não através da intermediação de uma operação provocada. Neste caso comportamo-nos como a terceira pessoa do chiste, que é presenteada com uma economia na inibição sem qualquer esforço de sua parte (ver em [2]).

Mattanó aponta que o tipo de cômico mais próximo dos chistes é o ingênuo. Como o cômico em geral, o (cômico) ingênuo é ‘constatado’ e não ‘produzido’, como o chiste. De fato, o ingênuo não pode absolutamente ser confeccionado, enquanto no interior do cômico puro devemos levar em conta o caso em que alguma coisa é tornada cômica - a evocação do cômico. O ingênuo deve se originar, sem que tomemos parte nisso, nos comentários e atitudes de outras pessoas, que assumem a posição da segunda pessoa no cômico ou nos chistes. O ingênuo ocorre quando alguém desrespeita completamente uma inibição, inexistente em si mesmo - portanto, quando parece vencê-la sem nenhum esforço. É uma condição para a produção do efeito do ingênuo que saibamos que a pessoa envolvida não possui tal inibição; de outro modo, ela não seria ingênua mas impudente. Rimo-nos dela, mas não nos indignamos. O efeito do ingênuo é irresistível e parece fácil de compreender. Uma despesa inibitória usualmente efetuada torna-se subitamente inutilizável por ouvirmos o comentário ingênuo, e a descarregamos então pelo riso. Não é necessário aqui que a atenção seja distraída, provavelmente porque a suspensão da inibição ocorre diretamente e não através da intermediação de uma operação provocada. Neste caso comportamo-nos como a terceira pessoa do chiste, que é presenteada com uma economia na inibição sem qualquer esforço de sua parte. Ou seja, no cômico tipo ingênuo, é constatado através de comentários e atitudes de outras pessoas, que assumem a posição de segunda pessoa no cômico, levando o indivíduo a desrespeitar completamente uma inibição que parece irresistível e fácil de compreender, ocasionando o riso através de uma despesa inibitória que não fora efetuada, o que causa a economia na inibição, sem qualquer esforço de sua parte. Constatamos que nada é acrescentado ao processo de comunicação da terceira pessoa, segundo Freud, mas segundo Mattanó, existe um acréscimo no processo de comunicação: através dos comentários e das atitudes das outras pessoas, a terceira pessoa é estimulada por meio de um feedback positivo que renova o processo comunicacional, onde a primeira pessoa decodifica a mensagem gerada no processo comunicacional, assim como a terceira pessoa através da segunda pessoa, e ocorre o feedback positivo que reforça a comunicação e o interação, o vínculo e a convivência entre eles três através do cômico tipo ingênuo. Este processo comunicacional gera significados e sentidos na mente e no comportamento encoberto e manifesto através do comportamento verbal dos interlocutores deste processo comunicacional.

 

MATTANÓ

(20/04/2021)

 

 

Mattanó comenta que ele na época do seu 1° Grau no Colégio São Paulo, quando ele estava por volta da 6ª ou 7ª  série havia uma aluna que se chamava Eliete uma ou duas séries abaixo da minha que os meninos do Colégio São Paulo falavam em telepatia e em comentários que ela gostava de mim e que era para eu namorar ela, que era para eu transar com ela, eu nunca falei isto com pessoa alguma e nem com a aluna Eliete que eu delirava o nome de minha avó materna ao ouvir o seu nome Eliete, eu ouvia Aliete e visualizava minha avó Aliete na pessoa daquela menina, ou seja, eu alucinava e não sabia o que era isso – só estou contando isto agora pois a Polícia tem como saber se isto é verdade se for legal a sua ordem e agora eu sei o que aconteceu comigo, delírio e alucinação por causa de violência, estupro e abuso sexual em minha história de vida e naquele Colégio São Paulo. Eu achava feia a Eliete por ser muito nova e muito criança, como era feia a minha avó Aliete por ser muito velha.

 

MATTANÓ

(20/04/2021)

 

 

Mattanó denuncia que no Brasil ter pecados tornou-se crime e motivo de ação judicial, inclusive de prova contra o criminoso ou contra a vítima, até mesmo se o pecado for de um Santo? E se o Santo não ter pecados? Se todos os seus pecados já estiverem perdoados por ele ser o Amor de Deus?! E se ele entrega esses ¨pecados¨ ou pensamentos e afetos a Santíssima Trindade constantemente, ou ao Sagrado Coração de Jesus e de Maria como fazia Jesus Cristo com Seu Pai quando Jesus Cristo esteve conosco na Terra, na Terra Santa? Jesus Cristo estregava esses ¨pecados¨ ou pensamentos que eram problemas e sofrimentos que lhe afligiam em nome de sua comunidade e intercedia por eles! Isto é crime? Podemos transformar uma vida destinada a viver desta maneira a vida inteira a viver como um idiota e esquizofrênico, doente ou louco, assassino ou terrorista, racista ou pedófilo, tarado ou estuprador, corrupto ou ladrão, trapaceiro ou insano ao viver como Jesus Cristo viveu conosco? O Amor de Deus não é pecador e nem criminoso, Ele tem uma Cruz Azul testemunhada e fotografada que paga por todos os pecados que o mundo comete contra Ele e contra a vida individual e do próximo, quando deixa de amar a Deus sobre todas as coisas e quando deixa de amar ao próximo como a si mesmo.

 

MATTANÓ

(21/04/2021)

 

 

Mattanó comenta a vitória contra o racismo quando George Floyd disse ¨eu não consigo respirar¨ antes de morrer, e então venceu o seu assassino nos tribunais nos EUA em 2021, da mesma forma Osny Mattanó Júnior disse em pensamentos em 1999 no Hospital Psiquiátrico Shangri-la ¨eu não consigo respirar¨ antes de apagar e não saber o que aconteceu até hoje, 21 de abril de 2021, depois disso ele apanhou e foi espancado, quebrou dente, e foi novamente internado em função de falsidades de autoridades da saúde que afirmavam que os Beatles ou ex-Beatles nunca fizeram música alguma para ele, Osny Mattanó Júnior e também torturam-no e a sua família, reproduzindo aquele ¨eu não consigo respirar por 20 anos¨ pois ele ficou obeso e com dificuldades respiratórias depois do casamento da Stella McCartney e sempre o chamavam de louco em função da telepatia e das músicas que pareciam ter uma mensagem para ele, isto ocorre até hoje e ninguém confirma coisa alguma, continuam me chamando de louco por causa disto e continua assim ¨eu não consigo respirar¨ todas as noites até hoje, porque eu sou pobre e tenho telepatia sobrenatural, ou seja, sou diferente!

 

MATTANÓ

(21/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que o conceito de representar teatralmente ou dramaticamente pode estar ultrapassado! Pois o ator desempenha tudo o que ele aprendeu ou está pronto para desempenhar conforme o estímulo e o meio ambiente ou o contexto, ou seja, ninguém faz o que não aprendeu ou não está preparado para desempenhar segundo a Etologia e a Biologia!

 

MATTANÓ

(24/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que o pensamento por si só é solitário e livre, é independente, quando ele é invadido, por exemplo, por telepatia, ele é produto e meio de tortura e de lavagem cerebral! Quando o pensamento é estimulado pelos sentidos ele é natural e normal, é produto do seu meio ambiente em interação com este organismo.

 

MATTANÓ

(24/04/2021)

 

Mattanó aponta que por entre as linhas do comportamento virtual e do conhecimento, por meio da telepatia e da lavagem cerebral, existem eventos da linguagem como os argumentos, os pressupostos, os atos ilocucionários, os atos perlocucionários, o falar, o dizer e o mostrar, o implícito e o posto. O falar consiste na produção de frases através da fala; o dizer consiste na produção de enunciados através da relação entre sequência de sons e um estado de coisas; e o mostrar está ligado à enunciação através do processo de significação que gera um sentido para o enunciado. A significação do enunciado é dada pela relação entre a linguagem e o mundo, através da individualidade e da Semântica, e o sentido é dado pela relação entre a linguagem e os homens, através da inter-relação e da Pragmática. Os atos ilocucionários referem-se a força com que os enunciados são produzidos, e os atos perlocucionários referem-se aos efeitos visados pelo uso da linguagem, entre os quais os de convencer e persuadir, buscar adesão aos argumentos apresentados. E todo argumento tem seu implícito que são os pressupostos e os subentendidos e o seu posto que é o revelado.

 

MATTANÓ

(24/04/2021)

 

 

Mattanó denuncia que tem percebido que existem informações virtuais que indicam que o PCC (tráfico de drogas) planeja a meses, sequestrar a mim ou a minha mãe, minha irmã, irmão, pai, sobrinhos e sobrinha e até a Ivonete e já colocou esse plano em prática sequestrando a Lucrécia à uns 2 anos na tentativa de me extorquirem, sequestrarem e matarem e também a minha mãe, e quem está por trás do PCC é o futebol brasileiro e o internacional, já testemunhei traficante ameaçando Ministro do STF de madrugada, ameaçando de morte Promotora ou Juíza do meu processo trabalhista se ela condenasse o futebol, sei também que o Presidente Jair Bolsonaro também está ameaçado bem como sua família e que por causa disso faz uso das camisas dos Clubes de Futebol brasileiro para dizer e mostrar que está tudo bem ou que eu estou condenado pelo PCC por causa do futebol e é o futebol quem manda e compra tudo, inclusive Juízes por quatrocentos milhões de reais como testemunhei virtualmente indivíduo do Corinthians respondendo para mim e para minha mãe há uns 2 ou 3 anos, e foi depois que eu comecei a reclamar e denunciar o que aconteceu comigo no caso do Carandiru em 7 de setembro de 1992 na UEL e em minha vida, quando fui subitamente tomado por uma preocupação louca de matar ou morrer, e de que algo ruim iria acontecer como me prenderem e me matarem, e então era aniversário da UEL, da estagiária M.R.R. e o dia da chacina do Carandiru em São Paulo que foi emparelhado com testemunho virtual de que era por causa de mim, para eu ficar sujo e me matarem, por causa do CD Tudo ao mesmo tempo agora dos Titãs de 1992 que tinha na capa um monte de vísceras expostas, que testemunhei muitas vezes, simbolizavam as minhas vísceras naquela chacina do Carandiru, como consequência! Também foi em 1992 que fizeram no mesmo semestre As Noivas de Copacabana da Rede Globo de Televisão onde eu era um estuprador e assassino louco, e nessa época apareceram as minhas primeiras paqueras, a J.D.M. no Bar Valentino com o L.F.G. de S. e o A.C., e a E. do Curso do Comunicação Social (Relações Públicas) – essas pessoas armaram cenas para eu surtar e ir para a cadeia por causa da televisão e da UEL! O Presidente Jair Bolsonaro sabe que estamos sendo vítima de tentativas de sequestro e que as polícias e autoridades também sabem e conhecem quem são os sequestradores e nada fazem, porquê? Será que querem se beneficiar desses sequestros?! CADEIA!!!! CORRUPTOS!!!!! LADRÕES!!!! TORTURADORES!!!!! ABUSADORES E EXPLORADORES!!!!! ASSASSINOS!!!! SEQUESTRADORES!!!!! TARADOS!!!! QUEM ASSUMIU O RISCO DE MATAR FOI A POLÍCIA E AS AUTORIDADES, NÃO FOI EU E NEM A MINHA FAMÍLIA COM A TELEPATIA E O MUNDO VIRTUAL, NUNCA NOS ASSOCIAMOS A ISTO, NEM AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NEM AO MINISTRO DA SAÚDE, NEM A QUALQUER AUTORIDADE QUE QUEIRA QUE NÓS ASSUMAMOS O RISCO DE MATAR E LESAR BILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO TODO – CADEIA!!!!! NÃO FOI EU E NEM A MINHA FAMÍLIA QUEM AUTORIZAMOS ESTA INVESTIGAÇÃO VIRTUAL OU TELEPÁTICA, NÓS NÃO ASSUMIMOS O RISCO DE MATAR, DE LESAR, DE ROUBAR, DE FRAUDAR, DE TRAPAÇEAR, DE ACIDENTAR, DE HUMILHAR, DE ENVERGONHAR, DE AMEDRONTAR, DE VIOLENTAR, DE TORTURAR, DE ABUSAR, DE EXPLORAR, DE TORTURAR, DE EXTORQUIR, DE VINGAR, DE ESTUPRAR!!!! POLÍTICO E AUTORIDADE QUE ACEITOU ISTO TEM QUE IR PARA A CADEIA!!!!! JUSTIÇA!!!!! CADEIA JÁ!!!!!

 

MATTANÓ

(25/04/2021)

 

 

Mattanó denuncia que no acidente de anos atrás na avenida Inglaterra com sua mãe e avó materna quando um caminhão freou e bateu na traseira do nosso carro havia e era 15 de abril, de do meu aniversário, dia que eu recebi pelo correio a Medalha Milagrosa de Nossa Senhora e eu fazia uso dela, e nós nos acidentamos e depois de um tempo, anos, testemunhei que isso foi plano do Presidente dos EUA, do Barack Obama e do Presidente do Brasil, Dilma Roussef, por causa de 15 de abril de 2012 quando me encontrei com o Roger Waters no Super Muffato da Madre Leônia e não conversei com ele pois não me associei a trabalho algum com ele e quando eu e minha mãe íamos embora havia um carro importado no estacionamento do Supermercado que eu testemunhei virtualmente que era para nós mas nós não o aceitamos pois não nos associamos a nada disto! Então o acidente anos depois também num 15 de abril era para ter acontecido nesse carro importado para ter-nos assassinado! CADEIA!!! JUSTIÇA!!!!

 

MATTANÓ

(25/04/2021)

 

 

Mattanó testemunha que num comunicado do Presidente dos EUA Donald Trump ele testemunhou seu problema de saúde onde virtualizou a funcionária nua da Casa Branca e então outro funcionário me deu um murro virtual e depois bateu em mim por causa disso, mas a polícia ficou com medo pois ela, a polícia e a Polinter estimula a minha sexualidade e a minha mente e comportamento, inclusive o virtual, se exibindo nua para mim desde que eu era criança e isso fica gravado no meu cérebro como trauma e pedofilia, como abuso e exploração, como violência e tortura, como tentativa de estupro, no meu mapa cognitivo e cadê a JUSTIÇA, agora querem me sequestrar e roubar o meu trabalho, querem me matar e fazer a mesma coisa com a minha mãe, pai, irmã e irmão, inclusive sobrinhos e sobrinha e resto da família, pois já sequestraram e assassinaram uma familiar nossa, a Lucrécia e nunca solucionam esse caso! PORQUÊ? CADÊ A POLÍCIA? CADEIA!!!! JUSTIÇA!!!!!

 

MATTANÓ

(25/04/2021)

 

 

Mattanó denuncia que testemunhou virtualmente que os EUA querem assassinar a mim e a minha família, pois há um ano e pouco testemunhei as polícias conversando virtualmente que elas tinham apenas dois anos para matar todo mundo da minha família, já passou um ano e agora estão planejando sequestrar outra pessoa de nossa família e depois assassinar, testemunhei também a vizinha da direita dizendo que queria que eu morresse e que iria me matar depois que eu disse em oração que satanizava, ou coisa parecida, todos aqueles que planejam me matar e a minha família, inclusive nos sequestrarem, então ela disse isso, que queria que eu morresse ou que iria me matar e agora existe muita gente se organizando para nos sequestrarem e assassinarem e o pios, falta um mês para concluir o processo trabalhista meu que têm mais de 10 anos na Justiça e que todo mundo acha que vai dar cadeia para um monte de criminosos que me torturaram e me estupraram na UEL, que me fizeram trabalhar lá para me estuprarem e me assassinarem, conforme está sendo comprovado agora com estes acontecimentos, por isso se existe JUSTIÇA no BRASIL e no MUNDO que ela seja feita e dê CADEIA para TODO MUNDO QUE ME TORTUROU E ESTUPROU E TENTOU ME ASSASSINAR E INCLUSIVE A MINHA FAMÍLIA! JUSTIÇA É PRENDER POLÍCIAS CORRUPTOS E NÃO DAR BENEFÍCIO DE PERDÃO DE PENA DE CONDENADOS PELA JUSTIÇA PARA ASSASSINAREM SUAS VÍTIMAS E AJUDAREM OUTROS ASSASSINOS POLÍTICOS DESTE PAÍS E DO MUNDO!

 

MATTANÓ

(25/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que a consciência, a sua lógica e a sua estrutura são infantis! Pois, se dão na infância, com o recalque e a castração!

O indivíduo torna-se adulto quando se encontra sexualmente ou no trabalho com outros indivíduos! O sexo e o trabalho e suas consequências, como a família, fazem a passagem do indivíduo infantil para o indivíduo adulto através de ritos que lhe agregam responsabilidades e novos repertórios comportamentais que o ajudam em seu destino para que ele possa trazer uma mensagem para sua comunidade, sua família e trabalho, sobre sua história, sobre sua aventura que vai do reino do prazer para o reino da realidade, impondo-lhe autonomia moral e discernimento para guiar sua comunidade.

 

MATTANÓ

(27/04/2021)

 

 


Mattanó aponta que o inconsciente é diferente do comportamento, pois no inconsciente ocorre o condensamento, evento que não ocorre no condicionamento, no condicionamento o evento é linear e no inconsciente o evento começa com um ¨nó¨ que é o condensamento e só depois passa a se deslocar e ser linear e a se associar formando uma rede de associações ou mapa cognitivo com o seu caminho cognitivo para cada funcionalidade, ou seja, S – R – C, estímulo – resposta – consequência. No inconsciente não ocorre condicionamento, em função do condensamento que é anterior ao condicionamento e ao comportamento, mas no comportamento ocorre o condicionamento.

 

MATTANÓ

(27/04/2021)

 

 

Mattanó aponta que o argumento requer ¨prova¨ para que exista ou se faça! O argumento coleta, descarta e processa a informação através dos atos ilocucionários e dos atos perlocucionários, onde o processo comunicacional é realizado.

Exemplo:

Argumento: ¨Globo Esporte!¨

A informação desencadeia comportamentos para o processo comunicacional, comportamentos de falar, dizer e mostrar, onde  o argumento do codificador coleta, descarta e processa a informação com o decodificador através da(s) prova(s).

O argumento requer significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, funcionalidade, simbologia, linguagem, relações sociais, gestalts e insights, desejos e desejos de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, vida onírica e vida anímica, chistes, fantasias, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, arquétipos, afetividade, espiritualidade, uma relação com o cosmos e o universo, imunidade, homeostase, história de vida, fenótipo e genótipo, um estilo de vida e uma inteligência.

 

MATTANÓ

(29/04/2021)

 

 

Mattanó denuncia e testemunha que um corruptor nunca é uma autoridade, seja ela Ministro da Saúde ou Presidente da República ou policial, por exemplo, pois me pedir para eu me associar ou me manter associado à alguma coisa que eu não quero me associar e nem me manter associado é contra a Constituição da República do Brasil, como pode ser crime de discriminação, de ódio e de intolerância e de perseguição, visto que fazem isto desde 1999, há 21 anos, até hoje. Não há lei que obrigue pessoa alguma a se associar ou se manter associado a prática imoral, lasciva, libidinosa e violenta, com atos obscenos e de sexo explícito através do meio virtual e do conhecimento, onde torturam crianças e bebês, inclusive com teratógenos na gravidez das mulheres e dos animais e seres vivos através da radiação emitida por este meio criminoso ao qual sou vítima e insistem em tentar fazer com que eu e minha família nos associemos ou nos mantemos associados ilegalmente, pois também não existe contrato de trabalho legítimo para telepatia e lavagem cerebral, para isto só existe cadeia e Justiça, só existe polícia e internamento! Pois não existe contrato de trabalho e nem tratamento de saúde com violação da intimidade e da privacidade, isto, pois, só condena o profissional de saúde como um criminoso e insano lançando-o aos infernos das prisões e das cadeias como aconteceu com os que me atacaram na UEL – Universidade Estadual de Londrina a partir de 1988 no HURNPr/UEL – Hospital Universitário Regional Norte do Paraná/UEL. Por isso desacatar um corruptor não te faz um criminoso, mas alguém que não se envolveu em crime algum! Nem em pedofilia como sugeriu outro Ministro da Saúde e assim eu teria que aceitar me tornar um pedófilo só porque o presente, na época, Ministro da Saúde, (Pazuelo), disse para eu me associar ou aceitar tal prática do Governo Federal que incluía conforme o Ministro da Saúde anterior, o Mandeta, eu aceitar ser pedófilo conforme declarações na televisão brasileira como do Instituto Fio Cruz do Rio de Janeiro que eu testemunhei na Globo News e me desentendi com a pesquisadora e Doutora. Esse assunto de pedofilia eu já testemunhei foi criado pelas Psicólogas do Judiciário que estão presas em Londrina, elas receberam ordem da Presidência da República para me acusarem de pedófilo já em 1999 e em função dessa ordem me bombardearam com alucinações e delírios por 20 anos, conforme fui avisado por alguma polícia, que 20 anos depois eu ficaria sabendo a verdade, e no ano passado, em 2020 o Papa Francisco estava com os Islâmicos num Estádio e ele me pediu desesperadamente para eu não ouvir a música ¨Boys¨ dos Beatles pois senão iriam assassinar o Santo Papa Francisco naquele momento, mas eu ouvi e ouvi da polícia ¨não é ele quem faz isso, ele não vai ouvir a besteira ou a pornografia¨ e eu não ouvi e nem o Santo Papa e talvez o público do Estádio e ouvimos que faz isto: disseram que é a ¨Rede Globo¨.

 

MATTANÓ

(01/05/2021)

 

 

Mattanó aponta que a pandemia do novo coronavírus é justamente o nosso arranjo inconsciente e comportamental diante do contexto, dos significados, dos sentidos, dos conceitos, dos contextos, dos comportamentos, das funcionalidades, das simbologias, das topografias, das linguagens, das relações sociais, das gestalts e insights, dos desejos e desejos de dormir, da vida onírica e da vida anímica, do conteúdo manifesto e do conteúdo latente, dos chistes, dos lapsos de linguagem, dos atos falhos, dos esquecimentos, das fantasias, da afetividade, dos arquétipos, da filogênese, da ontogênese, da cultura, da vida, da espiritualidade e do cosmos e do universo, da imunidade, da homeostase, da história de vida, do fenótipo e do genótipo, de um estilo de vida e de uma inteligência. É assim a pobreza e a riqueza e a suas relações e contradições, é a fome e a abundância de alimentos e as suas relações e contradições, é o racismo e a igualdade racial e de direitos e as suas relações e contradições, é a educação e a ignorância e as suas relações e contradições familiares, sociais, religiosas e políticas, é o trabalho e o desemprego e as suas relações e contradições familiares, sociais, religiosas, políticas, educacionais e econômicas, é a cultura e o niilismo e as suas relações e contradições familiares, sociais, religiosas, políticas, educacionais, econômicas, étnicas e raciais, é doença e o tratamento dessa doença e as suas relações e contradições familiares, sociais, religiosas, políticas, comunitárias, educacionais, econômicas, étnicas, raciais, afetivas e culturais, é a miséria e o descaso e a riqueza e as suas relações e contradições familiares, sociais, religiosas, políticas, comunitárias, educacionais, econômicas, étnicas, raciais, afetivas e culturais, é a loucura e a sanidade e as suas relações e contradições familiares, sociais, religiosas, políticas, comunitárias, educacionais, econômicas, étnicas, raciais, afetivas, culturais, de poder e na saúde, é o estupro, a pedofilia, a violência sexual e o abuso sexual e a virgindade ou a castidade e a pureza vivida numa Santidade e as suas relações e contradições de poder, familiares, sociais, religiosas, políticas, comunitárias, educacionais, econômicas, étnicas, raciais, afetivas, culturais, de saber, conhecimento, de direitos, deveres, obrigações e privilégios, na segurança e na liberdade, na igualdade, e na saúde, etc., são pois estas e todas as relações e contradições existentes nas relações do Homo Sapiens com seu mundo objetal que transferem a responsabilidade e o poder de contaminação e de cura de uma nova pandemia como a do novo coronavírus para a dialética do Homo Sapiens que se em dualidades e comparando-as na tentativa de superá-las para se organizar e reorganizar, ou seja, viver sua entropia e neguentropia, seja em que tempo e espaço for, pois esta dialética é a dialética da Evolução. Ou seja, só evoluindo o Homo Sapiens vencerá o novo coronavírus!

 

MATTANÓ

(02/05/2021)

 

 

Mattanó aponta que a somatória dos S antecedentes (estímulos antecedentes) também pode desencadear a R (resposta) pelo acúmulo de energia psíquica, seja ela, libido, comunhão ou segurança, ou até a energia vital, sobre o inconsciente e o comportamento. Para esta prática existe a lei do limiar que determina que existe um limiar para que se desencadeie determinadas respostas após sucessivos estímulos, como também existe a lei da fadiga que determina a fadiga da resposta pela fadiga causada pelo estímulo sobre o comportamento ou o inconsciente.

 

MATTANÓ

(03/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o tipo de cômico mais próximo dos chistes é o ingênuo. Como o cômico em geral, o (cômico) ingênuo é ‘constatado’ e não ‘produzido’, como o chiste. De fato, o ingênuo não pode absolutamente ser confeccionado, enquanto no interior do cômico puro devemos levar em conta o caso em que alguma coisa é tornada cômica - a evocação do cômico. O ingênuo deve se originar, sem que tomemos parte nisso, nos comentários e atitudes de outras pessoas, que assumem a posição da segunda pessoa no cômico ou nos chistes. O ingênuo ocorre quando alguém desrespeita completamente uma inibição, inexistente em si mesmo - portanto, quando parece vencê-la sem nenhum esforço. É uma condição para a produção do efeito do ingênuo que saibamos que a pessoa envolvida não possui tal inibição; de outro modo, ela não seria ingênua mas impudente. Rimo-nos dela, mas não nos indignamos. O efeito do ingênuo é irresistível e parece fácil de compreender. Uma despesa inibitória usualmente efetuada torna-se subitamente inutilizável por ouvirmos o comentário ingênuo, e a descarregamos então pelo riso. Não é necessário aqui que a atenção seja distraída, provavelmente porque a suspensão da inibição ocorre diretamente e não através da intermediação de uma operação provocada. Neste caso comportamo-nos como a terceira pessoa do chiste, que é presenteada com uma economia na inibição sem qualquer esforço de sua parte. Ou seja, no cômico tipo ingênuo, é constatado através de comentários e atitudes de outras pessoas, que assumem a posição de segunda pessoa no cômico, levando o indivíduo a desrespeitar completamente uma inibição que parece irresistível e fácil de compreender, ocasionando o riso através de uma despesa inibitória que não fora efetuada, o que causa a economia na inibição, sem qualquer esforço de sua parte. Constatamos que nada é acrescentado ao processo de comunicação da terceira pessoa, segundo Freud, mas segundo Mattanó, existe um acréscimo no processo de comunicação: através dos comentários e das atitudes das outras pessoas, a terceira pessoa é estimulada por meio de um feedback positivo que renova o processo comunicacional, onde a primeira pessoa decodifica a mensagem gerada no processo comunicacional, assim como a terceira pessoa através da segunda pessoa, e ocorre o feedback positivo que reforça a comunicação e o interação, o vínculo e a convivência entre eles três através do cômico tipo ingênuo. Este processo comunicacional gera significados e sentidos na mente e no comportamento encoberto e manifesto através do comportamento verbal dos interlocutores deste processo comunicacional. Da mesma forma o tipo de cômico virtual mais próximo dos chistes virtuais é o ingênuo. Como o cômico virtual em geral, o (cômico virtual) ingênuo é ‘constatado’ e não ‘produzido’, como o chiste virtual, através da realidade e do mundo virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que substituem uma realidade pela outra, agora virtual e produtora de um processo comunicacional que gera significados e sentidos para o codificador (ou falante) e o decodificador (ou o ouvinte), pois trata-se de comportamento verbal.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

Em vista do insight que obtivemos sobre a gênese das inibições ao seguirmos o processo de desenvolvimento dos jogos até os chistes, não nos surpreenderá a constatação de que o ingênuo ocorra, bem mais freqüentemente, nas crianças, sendo depois reservado a adultos não instruídos, que podemos considerar infantis no que se refere a seu desenvolvimento intelectual. Comentários ingênuos são, naturalmente, mais adequados a uma comparação com os chistes do que as atitudes ingênuas, já que é através de comentários e não de ações que os chistes usualmente se exprimem. É iluminadora a descoberta que comentários ingênuos, como os feitos pelas crianças, podem ser também descritos como ‘chistes ingênuos’. A conformidade entre os chistes e a ingenuidade, tanto quanto as razões de sua dissimilaridade, podem nos ser mais bem esclarecidas em alguns exemplos:

Uma menina de três anos e meio avisa a seu irmão: ‘Olha, não coma tanto pudim, senão vai ficar doente e tomar um “Bubizin”.’ “Bubizin”? pergunta a mãe, ‘O que é isso?’ ‘Quando fico doente’, disse a menina autojustificando-se, ‘tenho que tomar Medizin‘. A criança pensava que aquilo que o médico lhe prescrevia chamava-se ‘Mädi-zin‘ quando era para uma ’Mädi [garotinha]’ e concluía que, quando era para um ‘Bubi [garotinho]’, devia chamar-se ‘Bubi-zin‘. Esta construção assemelha-se à elaboração de um chiste verbal por similaridade fônica e podia, efetivamente, ter ocorrido como um chiste real, caso em que o acolheríamos, meio constrangidamente, com um sorriso. Como um exemplo de ingenuidade, parece-nos excelente e suscita o riso. O que é que faz a diferença entre um chiste e alguma coisa ingênua? Evidentemente não se trata da verbalização da técnica, que seria a mesma para ambas as possibilidades, mas de um fator que, à primeira vista, parece mesmo muito remoto a elas duas. Trata-se meramente de que admitamos que o locutor pretendeu fazer um chiste ou de que suponhamos que ele - a criança - tenha tentado, de boa-fé, sacar uma conclusão séria à base de sua impune ignorância. Apenas este último caso é uma ingenuidade. Aqui, pela primeira vez, nossa atenção desloca-se para o caso em que a outra pessoa se introduz no processo psíquico que ocorre na pessoa que produz o comentário.

Esta perspectiva é confirmada ao examinarmos outro exemplo. Dois irmãos - uma menina de doze e um menino de onze anos - representavam um drama, composto por eles próprios, para um público de tios e tias. A cena representava uma cabana na praia. No primeiro ato, os dois autores-atores, um pobre pescador e sua honesta esposa, lamentavam-se sobre os duros tempos e seus parcos ganhos. O marido decide-se a cruzar em seu bote os largos mares e procurar fortuna em outra parte; após ternos adeuses entre ambos, o pano cai. O segundo ato passa-se muitos anos depois. O pescador retorna rico com uma grande mala de dinheiro e narra à esposa, que o esperava fora da cabana, como a boa fortuna o abençoara em terras estrangeiras. A esposa o interrompe orgulhosamente: ‘Também eu não fiquei ociosa’. Abre então a porta da cabana e revela aos olhos do marido doze grandes bonecas deitadas no chão, adormecidas… A este ponto da representação, os atores foram interrompidos por uma tempestade de risos da platéia, que foram incapazes de compreender. Fitavam desconcertados a seus parentes, que tinham até então se comportado propriamente, prestando a mais ávida atenção. O riso é explicado pela suposição, admitida pela platéia, de que os jovens autores ignoravam inteiramente as condições que governam a origem dos bebês, sendo portanto capazes de acreditar que a esposa pudesse se jactar da descendência obtida durante a longa ausência do marido e que este pudesse se alegrar com ela por isso. O que os autores produziram, com base nesta ignorância, pode ser descrito como nonsense ou absurdo.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes ingênuos são assim, pois são ingênuos como aos comentários ingênuos das crianças, ora, os adultos não tem comentários ingênuos, mas podem fazer chistes ingênuos, pois os chistes são produção do inconsciente e o inconsciente é marcado pela infância do indivíduo, ou seja, pela ingenuidade.

Mattanó aponta que os chistes ingênuos são assim, pois são ingênuos como aos comentários ingênuos das crianças, ora, os adultos não tem comentários ingênuos, mas podem fazer chistes ingênuos, pois os chistes são produção do inconsciente e o inconsciente é marcado pela infância do indivíduo, ou seja, pela ingenuidade. Tamanha ingenuidade transborda nos significados e nos sentidos dos chistes ingênuos, evento que tem por efeito a sua natureza infantil.

 

MATTANÓ

(03/05/2021)

 

 

 

 

Mattanó aponta outra técnica para lidar e tratar com a doença da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, ou seja, a lavagem cerebral e a tortura ou o estupro virtual, é tomando consciência de que a música é apenas música e não um desejo sexual, que a música é desenvolvimento das sublimações, ou seja, é arte e é trabalho, educação, cultura, saber e conhecimento, intelectualidade e nunca um desejo sexual, desta forma você volta a pensar como antes de conhecer estas ideias e teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, resignificando o seu desejo e o seu trabalho psíquico e comportamental, de modo que o mundo volte a ficar entre o real e o prazer, e não somente regido pelo prazer como propunham essas ideias e teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995. Não devemos sentir medo da música e nem pânico, isto é doença, seja qual for à música! Devemos temer os nossos pensamentos e ideias, como interpretamos o nosso mundo, como julgamos os outros e o nosso mundo, isto sim, devemos temer num processo de educação e de treinamento comportamental, de descobertas inconscientes e de relações sociais que constroem o indivíduo e o social, toda a humanidade.

 

MATTANÓ

(03/05/2021)

 

 

Mattanó especula que será que o Universo não tem um som ou ruído imenso e tão incomensurável, gigantesco como o seu tamanho, estrutura e dimensão comparado com o som ou ruído que nós Homo Sapiens emitimos em relação as formigas, seres microscópios, insetos que de tão pequeninos diante de nós, são como nós, Homo Sapiens, diante do Universo e do ruído ou som do Universo que é inaudível, ou entrópico e neguentrópico, organizado e reorganizado constantemente, por isso não o escutamos! A ideia é que o Universo não é silencioso, mas um ruído ou um grande ruído produzido pela criação, por exemplo, pelo ¨Big-bang¨ inicial.

 

MATTANÓ

(03/05/2021)

 

 

Mattanó aponta que assim como a torcida é reflexo do que acontece no jogo de futebol com os atletas e não o contrário, a Escola é reflexo do que acontece com os professores e a diretoria da Escola e não o contrário, assim o vandalismo, a depredação, as invasões, o consumo de drogas, o tráfico de drogas, a prostituição e o roubo nas Escolas é reflexo da conduta dos professores e da diretoria da Escola, da mesma forma no jogo de futebol, onde há violência, roubo, assassinato, perseguição, pancadaria, espancamento, briga entre torcidas, xingamento, invasão e humilhação, isto só ocorre em função do que ocorre dentro do campo de futebol, no jogo de futebol, entre os atletas que tem o poder de argumentar em campo com seus lances e dribles, com seus gols e faltas, com suas jogadas, vitórias e derrotas, com seus empates, muito mais do que ser o vitorioso ou o melhor e o campeão, mas o mais equilibrado, justo e pacífico, harmonioso e solidário com o público pagante e o telespectador que respondem aos seus comportamentos e argumentos inconscientemente e condicionadamente, através de comportamentos e de relações sociais e afetivas que por sua vez, constroem o social e as cidades e o país, elaborando um significado e um sentido de humanidade mais justos e solidários, fraternos e não abusadores e exploradores, onde o ódio e a intolerância determinam seus investimentos no telespectador, até mesmo quando ele é Santo e Amor de Deus, destruindo a fé de todos e parte da Igreja que é feita da humildade dos mais pobres, carentes, dependentes, humilhados e simples, que são dependentes de coisas como o futebol, a música, a novela, o cinema, o sexo e a pornografia, o dinheiro e materialidade, o poder e as riquezas, o esporte e as competições e não do Amor de Jesus Cristo e de Nossa Senhora. Estas coisas, o futebol, a música, a novela, o cinema, o sexo e a pornografia, o dinheiro e materialidade, o poder e as riquezas, o esporte e as competições são geralmente pecado ou geradoras ou influenciadas pelo pecado e é por isso que Jesus Cristo, Nossa Senhora e o Seu Amor veem a ti pecador diretamente, e não ao que já está salvo, pois aquele que o Pai envia o faz para salvar aquele que vive ainda no pecado e não na salvação.

 

MATTANÓ

(04/05/2021)

 

 

Mattanó destaca que suas ideias e teorias da Pulsão Auditiva, já a partir de 1995, estão amparadas pelas leis brasileiras que legitimavam o casamento de menores de 14 anos de idade na época ou  na infância de muitos adultos e idosos de agora e assim a vida sexual que poderia desenvolver algum transtorno mental ou sexual levando o Psicólogo ao trabalho na área de sexologia onde poderia estimular a relação sexual e o coito desses pacientes, incluindo suas representações e memórias e até de pacientes menores de 14 anos de idade com a autorização dos pais, se estes pacientes apresentassem algum transtorno sexual como vaginismo, por exemplo, por ter sido estuprada anteriormente ou em outro contexto, e por isso ter vaginismo que é uma forma de rejeitar a relação sexual com dor e dificuldade de penetração do pênis na vagina. Sabemos hoje, 2021, que fazer sexo com menores de 14 anos é estupro de vulnerável, então imagine a psique e o comportamento dessas mulheres e homens ou crianças e/ou adolescentes que se viam diante de uma relação sexual que geralmente era realizada com um parceiro adulto e mais velho, traumas e dificuldades surgiam, transtornos sexuais eram normais como o vaginismo, um sexólogo teria muitos clientes menores de 14 anos se a lei não tivesse sido revista e alterada, reformulada para proteger as crianças e os adolescentes, mas o imaginário e o simbólico das vítimas desse tipo de relação permanecerão por longos anos, décadas, até a mudança de atitude e de comportamento que dificultara a reinvenção desse tipo de tragédia. Assim minhas ideias e teorias da Pulsão Auditiva de 1995 estão amparadas por leis e pelo contexto sócio-histórico nacional que mantêm e reproduz o que é natural até este se esgote em si mesmo e mude, se transforme, seja outro evento, outro fenômeno, outro comportamento individual e social.

 

MATTANÓ

(04/05/2021)

 

 

Mattanó especula sobre as Dificuldades da Criação de Crianças Ricas e Crianças Pobres:

As crianças ricas encontram em seu seio o Amor que oferece poder e esperança, materialidade e educação, riqueza na significação e na aquisição de sentidos, na conceituação, por vezes convivência e estrutura familiar, segurança e economia, saúde e bem-estar, conforto e paz; já as crianças pobres encontram em seu seio o Amor que oferece luta pelo poder e pouca esperança, ter que viver o aqui e agora, pobreza material e pobreza na educação, pobreza na significação e na aquisição de sentidos, na conceituação, adquire uma convivência pautada na competitividade e assim uma desestrutura familiar, vive num ambiente inseguro e sem economias, sem saúde e sem bem-estar, sem conforto e sem paz. Estas diferenças ambientais e comportamentais determinam as diferenças entre ricos e pobres, na maioria das vezes, mas nem sempre, pois a educação e a convivência entre eles podem alterar esta realidade e gerar desenvolvimento e crescimento dos mais pobres, gerando economia e acumulação de riquezas e posterior distribuição delas, de forma ordenada e consciente, planejada, sem empobrecer e ajudando a sua comunidade a gerar, acumular e distribuir riquezas sem empobrecer.

Deste modo as dificuldades na criação de crianças ricas e crianças pobres podem serem superadas com a educação e a convivência delas entre si, de forma ordenada e planejada, para que se estruturem e adquiram conhecimento sobre o papel das riquezas e das economias sem que haja empobrecimento.

 

MATTANÓ

(04/05/2021)

 

 

Mattanó aponta que o inconsciente não é o problema para o resolvido, para este, o problema é o comportamento!

 

MATTANÓ

(05/05/2021)

 

TÉCNICA PARA LIDAR COM DELÍROS, ALUCINAÇÕES, TELEPATIA, LAVAGEM CEREBRAL E MUNDO VIRTUAL SEGUNDO MATTANÓ (2021):

Mattanó aponta outra técnica para lidar com delírios e alucinações:

Crie um significado real e nunca de prazer para substituir o delírio ou a alucinação e você poderá obter sucesso resignificando ou substituindo um processo psíquico psicótico por outro real e normal.

Da mesma forma você pode lidar com a telepatia e a lavagem cerebral:

Criando um significado real através do olhar e nunca de prazer para substituir o objeto de mal-estar telepático ou de lavagem cerebral e você poderá obter sucesso resignificando ou substituindo um processo psíquico virtual por outro real e normal.

 

MATTANÓ

(05/05/2021)

 

 

 

Mattanó especula que a heterossexualidade inclui uma consciência que se mantêm associando a filogênese, a ontogênese, a cultura, a espiritualidade, a vida e o universo num horizonte ao qual a consciência se afirma como coisa linear e produtora de consciência; já o homossexualismo  inclui uma alienação que se mantêm associando eventos da filogênese, ou da ontogênese, ou da cultura, ou da espiritualidade, ou da vida ou do universo num horizonte ao qual a consciência sofre influência da alienação que se afirma como coisa linear e produtora de consciência. Exemplo disto é o homossexualismo dos outros animais, nele os pares homossexuais sofrem uma alienação temporal e são dominados por um prazer e descarga de tensão sexual que termina com o orgasmo; também na masturbação ocorre uma alienação temporal e um domínio por um prazer até a descarga da tensão sexual que termina com o orgasmo; e na masturbação virtual a alienação virtual também é temporal e está sob um domínio de um prazer até a descarga da tensão sexual que termina com o orgasmo ou a desistência da masturbação virtual por impotência quando existe impotência sexual.

 

MATTANÓ

(05/05/2021)

 

 

O Estudo da Vida ou a Biologia segundo Mattanó (2021):

 

Biologia é uma ciência que se preocupa em estudar a vida em todos os seus níveis. Anatomia, Genética, Evolução, Botânica e Zoologia são algumas das áreas da BiologiaBiologia é uma ciência que se preocupa com o estudo da vida.

A Biologia segundo Mattanó se interessa também pelo estudo dos seres extraterrestres, sua anatomia, genética, evolução, fisiologia, morfologia, comportamento, histologia, citologia, por exemplo.

 

A palavra “biologia” é formada por dois elementos de origem grega: bio + logos. Bio significa vida, e logos significa estudo. Assim, biologia significa, literalmente, o estudo da vida.

 

A Biologia é responsável pelo estudo dos seres vivos em seus mais diferentes aspectos. Isso quer dizer que é um estudo complexo que avalia os diversos níveis de um ser vivo. Na Biologia, estudam-se desde os aspectos químicos que ocorrem no interior das células (Bioquímica) até as interações existentes entre os seres vivos de diferentes espécies (Ecologia). Além disso, essa ciência preocupa-se em analisar também os organismos que viveram no passado e os que vivem atualmente em nosso planeta. A Biologia apresenta, portanto, diversas áreas, cada uma especializada em um aspecto da vida.

É importante destacar que a Biologia estuda também diversos aspectos atuais e relevantes para a humanidade, permitindo que compreendamos a vida como um todo e tornando possível que entendamos, por exemplo, nosso papel no planeta e os impactos das nossas ações na vida dos outros seres vivos. Sendo assim, fica claro que essa ciência é fundamental para a preservação do meio ambiente, ajudando-nos a entender processos como perda de biodiversidades e impactos das mudanças climáticas na sobrevivência dos seres vivos.

Além desse papel essencial em relação à preservação do meio ambiente, não podemos deixar de citar a relação entre a Biologia e a saúde. A ciência biológica é capaz de estudar agentes causadores de doenças, vetores, a ação de uma doença no organismo humano, a reação do organismo a uma infecção e a cura de determinadas doenças. A Biologia, portanto, tem aplicabilidade direta no nosso dia a dia, ajudando também a manter a saúde da população.

 

 

Por ser uma ciência extremamente complexa, a Biologia é dividida em diversas áreas, cada uma com um enfoque especial sobre a vida. Veja a seguir algumas áreas da Biologia e o que elas estudam:

  • Anatomiapreocupa-se com o estudo da estrutura dos seres vivos.
  • Biologia Celular:realiza o estudo das células.
  • Bioquímica: responsável por estudar as reações químicas que ocorrem nos seres vivos.
  • Botânica:responsável pelo estudo das plantas.
  • Ecologia:compreende a interação entre os seres vivos entre si e com o meio ambiente em que vivem.
  • Embriologia: estuda o desenvolvimento embrionário dos organismos vivos.
  • Evoluçãopreocupa-se em compreender as mudanças que ocorrem nos seres vivos ao longo do tempo.
  • Fisiologia:responsável pelo estudo do funcionamento do corpo dos seres vivos.
  • Genética:tem como foco o estudo dos mecanismos da hereditariedade.
  • Histologia:responsável pelo estudo dos tecidos.
  • Microbiologia:estuda os micro-organismos, como vírus e bactérias.
  • Zoologia:estuda os animais.
  • Seres Extraterrestres:estuda a vida, o organismo e o comportamento dos seres extraterrestres neste planeta ou em outros planetas. Para isto adquiriu saber e conhecimento através de quatro disciplinas: Sociologia Extraterrestre ou Alienologia, Filosofia Extraterrestre, Novas Psicologias e Epistemologias Extraterrestres, e Biologia Extraterrestre. Disciplinas criadas por Osny Mattanó Júnior.

 

Osny Mattanó Júnior

Londrina, 07 de maio de 2021.

 

MATTANÓ

(07/05/2021)

 

 

SOBRE O FUTEBOL E AS TORCIDAS SEGUNDO MATTANÓ (2021):

Imagine um jogo de futebol com jogadores de brinquedo onde você os manipula com o seu desejo exprimindo sua atenção e intenção, sua consciência, que pode ser agressiva e hostil, violenta, ou apenas competitiva e marcada por um jogo limpo, ou pode ser heterossexual ou homossexual quando você aproxima os jogadores de brinquedo e promove contato entre eles. Nos estádios e nas arenas isto também é assim, pois satisfazemos a nossa consciência pela atenção e pela intenção, satisfazemos nossa agressividade e sexualidade, heterossexualidade e/ou homossexualidade, através do jogo de futebol, a torcida é a responsável pelos argumentos agressivos e sexuais que servem de incentivo para os atletas. Argumentos que podem ser de ódio a um telespectador com xingamentos e acusações, ameaças e ameaças de morte, ameaças homossexuais e ao seu trabalho com ameaças feitas utilizando conteúdo roubado pelos mass mídias como executados em seu lar quando escutava música e organizava e reorganizava sua mente e comportamento privado na tentativa de acusa-lo de pedófilo, tarado, maníaco, violentador, homossexual, corrupto, ladrão e estuprador e na realidade nada destas acusações eram confirmadas, nem pela Justiça e nem pelos profissionais da Saúde que o atendem, por isso JUSTIÇA e CADEIA!!!!!

 

MATTANÓ

(08/05/2021)

 

 

A HISTÓRIA SEGUNDO MATTANÓ (2021):

História é a ciência responsável por estudar os acontecimentos passados. Esse estudo, no entanto, não é feito de qualquer maneira, pois o historiador, em seu ofício, deve colocar em prática uma análise crítica do seu objeto de estudo a fim de racionalizar a conclusão sobre os acontecimentos investigados.

A palavra “história” tem origem no idioma grego e é oriunda do vocábulo “hístor”, que significa “aprendizado”, “sábio”. Sendo assim, faz referência ao conhecimento obtido a partir da investigação e do estudo. A importância da História está em seu papel de nortear o homem no espaço e no tempo, dando-lhe a possibilidade de compreender a própria realidade.

O conceito de História recebe definições distintas de acordo com diferentes historiadores. O historiador Marc Bloch, por exemplo, considera que a História não é a ciência que estuda os acontecimentos passados, mas sim a ciência que estuda o homem e sua ação no tempo. Outros entendem como o estudo das transformações na sociedade humana ao longo do tempo.

A História segundo Mattanó deve ser estudada e investigada a partir do seu contexto, da sua consciência, da sua atenção e intenção, deve saber discriminar a literalidade, o controle e as razões, deve saber fazer a análise funcional dos eventos investigados e tentar compreender os significados e sentidos dos objetos e representações históricos, inclusive os conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, linguagens, relações sociais e insights, topografias, desejos, conteúdos latentes e conteúdos manifestos, vida onírica e vida anímica, chistes, fantasias, atos falhos, lapsos de linguagem, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, o falar, o dizer e o mostrar na argumentação, o papel da homeostase e da imunidade historicamente e contextualmente,  os arquétipos, a espiritualidade, a influência da filogênese, da ontogênese, da cultura, da vida e do universo na história e contextualmente, a história do universo e do mundo, a história de vida e das comunidades, a história das instituições e organizações, o papel da justiça e dos ritos e mitos na história e contextualmente, as conclusões e as formas de interpretar a realidade produzida por uma sabedoria, segundo Mattanó.

Nesse sentido, o papel do historiador é fazer uma análise crítica que o permita chegar a uma conclusão sobre determinado acontecimento passado a partir da investigação de fontes históricas. O historiador não deve glorificar ou demonizar determinado acontecimento, mas deve analisá-lo criticamente, utilizando todas as fontes que estiverem ao seu alcance e empregando métodos de análise que o auxiliem em seu exercício.

 

MATTANÓ

(08/05/2021)

 

 

O SERVIÇO SOCIAL E A URBANIZAÇÃO SEGUNDO MATTANÓ (2021):

O Serviço Social para ser mais eficiente e atender a demanda da classe extremamente pobre e miserável de nossas cidades, que vivem nas ruas e favelas, muitas vezes sem lar e local fixo, poderia o Serviço Social planejar e estudar a viabilidade de criar Pontos do Serviço Social como o CRASS para distribuir com responsabilidade, ou seja, o carente chega no Ponto do Serviço Social e pede um quite com uma barraca e colchonete para ele poder levar para um local específico ou um local apresentado pelo Ponto do Serviço Social próprio para esses quites com barracas e colchonetes, como acampamentos, de modo que retiraríamos das ruas um parcela grande de carentes e ofereceríamos mais serviços através do CRASS. A Urbanização com este serviço ficaria mais fácil e mais acessível para todos, os serviços melhorariam, haveria menos sujeira nas ruas, menos roubo, menos drogas, menos assaltos e menos violência, pois haveria um controle educacional e ocupacional dessa parcela da população que se discrimina e é discriminada, que não vê oportunidades no mundo e o mundo não vê oportunidades neles em função da qualidade de vida que enfrentam e os problemas bio-psico-sociais, de saúde e de estilo de vida.

 

MATTANÓ

(08/05/2021)

 

 

Mattanó aponta que quando temos uma criança ou jovem e até um homem ou uma mulher que sabemos fora estuprada na infância e na juventude, que sofrera tentativas de estupro em outros ambientes como escola e trabalho, que foi vítima de erro na seleção e recrutamento de pessoal expondo-a a perigo de contágio a doença mortal em Hospital Universitário através do trabalho ilícito para que o trabalhador morresse ou fosse incriminado no futuro, ou ficasse sofrendo psíquica e moralmente, pois as autoridades se negam a processar o Estado e a UEL por estes crimes de 1988 em Londrina do qual fora vítima e testemunhados pelas polícias e mass mídias por meio de meio virtual ou telepático, do conhecimento. Assim como as autoridades solicitam que a UEL e seus Psicólogos alterem as informações do cliente Osny Mattanó Júnior de 1991 a 1993 para que não se comprove que ele fora diagnosticado como esquizofrênico e que denunciou tudo o que estava acontecendo com ele no seu trabalho no HURNPr em 1988 e na UEL a partir de 5 de janeiro de 1989 quando começaram a me humilhar e a me perseguir moralmente, nos dias seguintes me obrigando a carregar uma ¨caixa de força¨ e os crimes do Centrocópias/CAF com o Brás os outros que me seguravam e me agarravam para me passarem a mão no corpo e me ameaçaram de estupro, tentando me estuprar, e na CEC a Aparecida falava que eu não podia ir embora, que aquilo era normal, pois eu ficava nervoso e com medo da UEL, ficava tremendo e vermelho, ficava com raiva. Então indivíduos que se somam para se aproximarem de outros indivíduos violentados iguais a mim, se somam para praticar inconscientemente e até conscientemente, com o comportamento e o verbal, com atos criminosos de humilhação, vergonha e amedrontamento, de ameaça e até de roubo e tortura, de violência e de perseguição a aqueles indivíduos perseguidos e violentados que estão desprotegidos e sem proteção do Estado, sem direitos, deveres, obrigações e privilégios, por algum motivo muito grave que deve ser investigado, assim como a conduta de todos os outros que se aproximam desses indivíduos!

 

MATTANÓ

(09/05/2021)

 

 

PSICOFÍSICA DE MATTANÓ (2021):

Mattanó especula que para ficar invisível basta apenas fechar os olhos! Pois é só fechar os olhos e a luz que levava a informação deixa de penetrar nos olhos e o objeto fica invisível! Os olhos podem ser a vida, a existência, a realidade, o pensamento, etc., um cálculo matemático que torne isto possível através de um instrumento! O buraco negro é um exemplo disto! Você fica invisível ao entrar num buraco negro! Entrópica e neguentrópicamente, ficar invisível com o bloqueio ou impedimento da luz diante do seu objeto ou mesmo com a apreensão de toda a luz causando uma escuridão e invisibilidade como a do buraco negro, significa organizar e reorganizar o tempo e o espaço, a luz, a matéria e a energia, de modo que fique reversível o estado de invisibilidade.

MATTANÓ

(10/05/2021)

 

 

Mattanó testemunha que assistindo ao Programa do canal History de ontem, 09 de maio de 2021, a tarde, passando sobre perícia de documentos escritos a mão, quem escreveu ou quem pode ter escrito isto ou aquilo, sobre um diário de um oficial de Rosevelt que abordava sobre alienígenas ou queda de disco voador e procedimentos miliares, a polícia que reside em minha vizinhança disse para mim não assistir e eu percebi que não era para mim assistir por causa do que ocorre com a minha caligrafia que muda desde o Colégio São Paulo quando começaram as mensagens e Segredos de Nossa Senhora Rainha da Paz de Medjugorje, certamente para não conhecerem meus documentos depois da minha morte que eu já testemunhei está programada, inclusive testemunhei da CPI da COVID 2021 virtualmente autoridade com o conhecimento que eu deveria morrer ou teria que morrer e no mesmo momento outra autoridade daqui, vizinha, disse ¨não deixa ver!¨ Ou seja, não deixa eu ver, mesmo depois de décadas de tortura e de estupro, de lavagem cerebral e de roubo de dados pessoais, de uso ilícito em experiências científicas criminosas que assassinaram milhares de inocentes no Brasil e no mundo com aumento do terror e da violência, causando guerras como a da Bósnia e a do Afeganistão, o pior atentado terrorista de todos os tempos em New York em 11 de setembro de 2001, atentados em Olímpiadas e Copas do Mundo, em pistas de corrida de automóveis, etc.. Mentiras nunca são Justiça, pois são crimes, crimes de falsidade ideológica e de corrupção, de constrangimento e de violência, podendo ser até mesmo de tortura e de lavagem cerebral quando as mentiras forem usadas para manter estes e outros crimes associados a estes mesmos crimes, por isso que haja Justiça e cadeia! Vão ficar combatendo os alienígenas com os filmes de super-heróis dos EUA, de Hollywood ou com a realidade?! Incentivar o prazer ao invés de incentivar a realidade é incentivar o ódio e a loucura, o transtorno mental, a fuga da realidade, é ficar a mercê de criaturas estranhas alienígenas que estão ficando cada vez mais comuns através dos mass mídias e da informação, em programas de televisão e em simpósios de ufologia que não são crimes, portanto o crime é outro! O crime é tentar me roubar, estuprar e assassinar e a minha família também! Ufologia é normal, tem até publicações e revistas de ufologia no mundo! Querem enganar a Igreja Católica e as outras Igrejas que acreditam no Amor de Deus, este é o crime! Cadeia, Justiça!!!!!!

 

MATTANÓ

(10/05/2021)

 

 

 

Mattanó especula que a Arte e o seu objeto criado estão em tempo e espaço organizados e reorganizados de forma diferente da do consumidor e do público que se organizam e se reorganizam em outro tempo e espaço, por isso o responsável pelo conteúdo da Arte, como a lavagem cerebral, é o decodificador se não houver anomalia alguma como mundo virtual e telepático associado ao conhecimento e as sublimações.

 

MATTANÓ

(10/05/2021)

 

 

 

Mattanó testemunha e denuncia que em 1999 após o início do tratamento psiquiátrico com o Dr. Luiz Lupi em Londrina que Osny Mattanó Júnior, eu, receberia medicação e a tomaria não por ser psicótico ou ter alucinações e  delírios mas por ser bombardeado por alucinações e delírios, e que eu só ficaria sabendo o que seria isto 20 anos depois, então em 2019 ou 2020 eu estava em casa de madrugada no computador e era noite de Missa do Papa Francisco com o povo da religião Islâmica num estádio e eu ouvia a música Boys dos Beatles, então escutei o Papa Francisco me pedindo urgentemente para eu parar de escutar essa música pois ela abordava o mundo virtual com a informação ¨pode chupar, pode chupar¨ e o Papa Francisco disse ¨vão me dar uma espada no peito agora, pára!¨ Eu não parei por ser delírio e por acreditar ser delírio, mas não era e eu ouvi outra voz dizendo que ¨o Osny não iria fazer o pode chupar, pode chupar, que não era ele quem fazia isto, que era a Rede Globo!¨ E acabou a transmissão telepática para o estádio e eu continuei ouvindo o mp3. Então,..., já ouvi do Dr. Milton Bocato falando para minha mãe que eu sou gênio e não sei como fica a esquizofrenia! Já testemunhei também na Rede Globo em 2021 funcionária da ANVISA me falando que eu sou gênio e não esquizofrênico ou psicótico e que o remédio tem que ser outro e não o que eu estou tomando! E já testemunhei virtualmente na Rede Globo no Bom Dia Brasil com a Giuliana Morrone que o Presidente do Senado que me obrigou ou me obriga a tomar este remédio que por sinal está errado! Não sei o que fazer e a quem recorrer! Já testemunhei com a minha mãe o mesmo Dr. Milton Bocato falando que eu fiz troca-troca por causa do ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva que havia o mandado falar isto ou afirmar isto em meu histórico médico como verdade e então alguns anos depois fiz um exame que examinou meu esfíncter, ânus e intestino e era perita a examinadora e fiquei sabendo que a conclusão é que no meu ânus e esfíncter nunca entrou coisa alguma, ou seja, nunca fiz troca-troca! Agora me diz como é que o Governo Federal e Estadual, inclusive o Municipal mantêm uma equipe de técnicos de saúde para falsearam a realidade e fazerem exames que não existem com procedimentos nunca aprovados pelos Governos e Secretarias de Saúde, como a ANVISA e o Ministério da Saúde, e o pior, para colocarem na cadeia, torturarem e fazerem lavagem cerebral e estupro virtual e coletivo em famílias de indivíduos, idosos, doentes, incapazes, grávidas, bebês e crianças que foram e estão sendo estupradas a mando do Governo Federal que insiste em mandar invadir as moradias e a incolumidade corporal e pessoal de cada indivíduo, violando a  intimidade e a privacidade, ou seja, participando da masturbação, do sexo, da evacuação das fezes, da urina, do banho, da barba, da depilação, das carícias, das carícias em crianças e bebês e nas barrigas das mulheres grávidas, no pênis e na vagina, nas nádegas e nos seios, na boca e na língua, nos dentes, na face, nos cabelos, nos ouvidos, nas mãos e nos pés, nas pernas e nas coxas, na pelve, nos pêlos, nos pêlos pubianos, nas unhas, etc., só tem pedófilo e tarado dando ordem nisso daí! CADEIA! JUSTIÇA!!!! LIBERDADE JÁ!!!!!

 

MATTANÓ

(11/05/2021)

 

 

TEORIA DA PERSONALIDADE DE MATTANÓ (2021):

O modo de se viver tem o estilo de vida e a sua identidade, e assim a sua consciência que se cria, manifesta e se desenvolve, se transforma e se adapta através da atenção e da intenção e do seu papel com o seu controle, razões e literalidade, sobre os S – R – C, estímulos – respostas – consequências, significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, gestalts e insights, linguagens, desejos, vida onírica e vida anímica, conteúdo manifesto e conteúdo latente, chistes, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, falar, dizer e mostrar, alfabetização, fantasias, afetividade, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, arquétipos, homeostase, imunidade, genótipo e fenótipo, inconsciente, história de vida, conclusões e interpretações finais, onde você aprende e desenvolve a consciência de que você é uma Hóstia Viva ou uma Célula que assim como a Hóstia Viva, vive e se transforma milagrosamente, transformando a sua consciência pela atenção e pela intenção, de modo que você não seja mais controlado, nem siga literalmente ou as razões das regras para o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, significados e sentidos, inconsciente, contextos, conceitos, simbologias, etc., história de vida, conclusões e interpretações finais e aprenda que você é sua liberdade para viver e aprender com consciência e sua liberdade para se ensinar a viver e aprender com consciência.

 

MATTANÓ

(12/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes ingênuos são assim, são ingênuos como aos comentários ingênuos das crianças, ora, os adultos não tem comentários ingênuos, mas podem fazer chistes ingênuos, pois os chistes são produção do inconsciente e o inconsciente é marcado pela infância do indivíduo, ou seja, pela ingenuidade. Tamanha ingenuidade transborda nos significados e nos sentidos dos chistes ingênuos, evento que tem por efeito a sua natureza infantil. Da mesma forma os chistes ingênuos continuam sendo produções virtuais marcadas pelo inconsciente e pela infância do indivíduo, que responde com ingenuidade, com significados e sentidos ingênuos, com sua natureza infantil que marca o mundo e a realidade virtuais, a Palavra e a Sagrada Escritura, mediando e modificando sua consciência, cultura, conhecimento e realidade.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Um terceiro exemplo há de nos apresentar ainda outra técnica, com que já travamos contato nos chistes e que se engaja agora a serviço do ingênuo. Uma ‘francesa’ foi contratada como governanta de uma garotinha, mas não contou com a aprovação pessoal desta. Mal a recém-chegada deixava um cômodo sem que a garotinha clamasse em alta voz a sua crítica:’Isto é uma francesa? Ela pode chamar-se assim apenas por ter deitado alguma vez ao lado de um francês!’. Este dito seria um chiste - mesmo, razoavelmente bom - (duplo sentido ou alusão com double entendre) se a criança tivesse a mais leve noção da possibilidade do duplo sentido. De fato, ela meramente transferiu para a estrangeira, de quem não gostava, uma maneira faceta de caracterizar alguma coisa como falsificada, expressão que já ouvira com freqüência: ‘Isto é ouro legítimo? Só por ter ficado ao lado de ouro!’. Devido à ignorância da criança, que altera tão completamente o processo psíquico em seus ouvintes entendidos, o comentário torna-se ingênuo. Em conseqüência dessa condição [que a criança seja realmente ignorante] há a possibilidade de uma ingenuidade enganadora. Podemos assumir na criança uma ignorância que não existe; as crianças freqüentemente se representam como ingênuas de modo a poder desfrutar uma liberdade que de outra forma não lhes seria permitida.

Podemos ilustrar com esses exemplos a posição ocupada pelo ingênuo entre os chistes e o cômico. O ingênuo (no discurso) concorda com os chistes no que concerne à verbalização e ao conteúdo: efetua um uso impróprio das palavras, um nonsense ou um smut. Mas o processo psíquico na primeira pessoa, que o produz, processo que levantou para nós questões tão interessantes e enigmáticas a respeito dos chistes, está aqui completamente ausente. Uma pessoa ingênua pensa estar utilizando seus meios de expressão e processos de pensamento normal e simplesmente, não tendo qualquer arrière pensée em mente; não deriva igualmente o menor prazer em produzir algo ingênuo. Todas as características do ingênuo inexistem a não ser na compreensão da pessoa que o escuta - pessoa que coincide com a terceira pessoa nos chistes. Alem disso a pessoa que o produz faz isso sem o menor esforço. A complicada técnica que nos chistes se destina a paralisar a inibição procedente da crítica racional, está ausente nela; não possui igualmente a inibição, de modo que pode produzir nonsense e smut diretamente e sem compromisso. A este respeito, o ingênuo é um caso marginal do chiste; emerge quando, na fórmula de construção dos chistes, reduzimos o valor da censura a zero.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o ingênuo é um caso excepcional ou marginal do chiste que emerge quando na fórmula da construção dos chistes reduzimos o valor da censura a zero.

Mattanó aponta que o ingênuo é um caso excepcional ou marginal do chiste que emerge quando na fórmula da construção dos chistes reduzimos o valor da censura a zero. Ele produz nonsense e smut diretamente e sem compromisso através de seus significados e sentidos.

 

MATTANÓ

(12/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o ingênuo é um caso excepcional ou marginal do chiste que emerge quando na fórmula da construção dos chistes reduzimos o valor da censura a zero. Ele produz nonsense e smut diretamente e sem compromisso através de seus significados e sentidos. Da mesma forma o ingênuo virtual torna-se um caso marginal do chiste que emerge reduzindo o valor da censura a zero, produzindo smut e nonsense através dos seus significados e sentidos que através da realidade e do mundo virtuais, e da Palavra e da Sagrada Escritura podem ampliar o número de chistes virtuais e a produção de smut e nonsense, pois o repertório comportamental verbal se ampliou com outros significados e outros sentidos.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

Enquanto, no chiste, era uma condição de efetividade que ambas as pessoas se submetessem a aproximadamente as mesmas inibições ou resistências internas (ver em [1]), verificar-se-á que é condição para o ingênuo que uma pessoa possua as inibições que a outra não possui. A apreensão do ingênuo processa-se na pessoa que tem as inibições, obtendo ela sozinha a produção de prazer que o ingênuo deflagra. Aproximamo-nos da suspeita de que o prazer se origina da suspensão de inibições. Já que o prazer nos chistes tem a mesma origem - um núcleo de prazer verbal e de prazer no nonsense, e uma embalagem de prazer na suspensão das inibições ou no alívio da despesa psíquica (ver em [2]) - a relação similar com a inibição explica o parentesco interno entre o ingênuo e os chistes. Em ambos, o prazer se origina pela suspensão da inibição interna.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que é condição para o ingênuo que uma pessoa possua as inibições que a outra não possui. A apreensão do ingênuo processa-se na pessoa que tem as inibições, obtendo ela sozinha a produção de prazer que o ingênuo deflagra. Aproximamo-nos da suspeita de que o prazer se origina da suspensão de inibições. Já que o prazer nos chistes tem a mesma origem - um núcleo de prazer verbal e de prazer no nonsense, e uma embalagem de prazer na suspensão das inibições ou no alívio da despesa psíquica (ver em [2]) - a relação similar com a inibição explica o parentesco interno entre o ingênuo e os chistes. Em ambos, o prazer se origina pela suspensão da inibição interna.

Mattanó aponta que é condição para o ingênuo que uma pessoa possua as inibições que a outra não possui. A apreensão do ingênuo processa-se na pessoa que tem as inibições, obtendo ela sozinha a produção de prazer que o ingênuo deflagra. Aproximamo-nos da suspeita de que o prazer se origina da suspensão de inibições. Já que o prazer nos chistes tem a mesma origem - um núcleo de prazer verbal e de prazer no nonsense, e uma embalagem de prazer na suspensão das inibições ou no alívio da despesa psíquica - a relação similar com a inibição explica o parentesco interno entre o ingênuo e os chistes. Em ambos, o prazer se origina pela suspensão da inibição interna. Noutras palavras é necessário que o codificador tenha determinado repertório comportamental verbal e o decodificador não o tenha para que haja sucesso no processo comunicacional, seja ele, ingênuo ou chistoso, pois o sucesso neste tipo de comunicação é o prazer e o nonsense através dos significados e dos sentidos suscitados.

 

MATTANÓ

(12/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor é condição para o ingênuo que uma pessoa possua as inibições que a outra não possui. A apreensão do ingênuo processa-se na pessoa que tem as inibições, obtendo ela sozinha a produção de prazer que o ingênuo deflagra. Aproximamo-nos da suspeita de que o prazer se origina da suspensão de inibições. Já que o prazer nos chistes tem a mesma origem - um núcleo de prazer verbal e de prazer no nonsense, e uma embalagem de prazer na suspensão das inibições ou no alívio da despesa psíquica - a relação similar com a inibição explica o parentesco interno entre o ingênuo e os chistes. Em ambos, o prazer se origina pela suspensão da inibição interna. Noutras palavras é necessário que o codificador tenha determinado repertório comportamental verbal e o decodificador não o tenha para que haja sucesso no processo comunicacional, seja ele, ingênuo ou chistoso, pois o sucesso neste tipo de comunicação é o prazer e o nonsense através dos significados e dos sentidos suscitados. Da mesma forma o ingênuo virtual precisa de uma pessoa que tenha as inibições que a outra pessoa não possua, pois o prazer se origina da suspensão das inibições, vemos isto acontecer também com os chistes agora virtuais, construídos pela realidade e pelo mundo virtuais, pela Palavra e pela Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

O processo psíquico na pessoa receptora, entretanto, é muito mais complicado no caso do ingênuo, tanto quanto é simplificado na pessoa produtora comparativamente aos chistes. (No caso do ingênuo, incidentalmente, nosso próprio eu invariavelmente coincide com a pessoa receptora, enquanto no caso dos chistes podemos igualmente ocupar a posição de produtores.) Quando a pessoa receptora ouve algo ingênuo, isto deve afetá-la por um lado como se fora um chiste - nossos exemplos evidenciam precisamente isso - pois, como no caso de um chiste, a suspensão da inibição passa-se nela sem esforço maior que o de escutar. Mas somente parte do prazer criado pelo ingênuo pode ser explicado desse modo, e mesmo assim, correndo risco em certos casos - por exemplo, ao ouvir uma ingênua peça de smut. Podíamos reagir imediatamente a isto com a mesma indignação destinada a um caso de smut real, não fora o fato de que um outro fator poupa-nos essa indignação, oferecendo-nos ao mesmo tempo a parte mais importante de nosso prazer no ingênuo. Esse outro fator é a condição já mencionada (ver em [1]) de que, para reconhecer o ingênuo, devemos saber que a inibição interna está ausente na pessoa produtora. Apenas quando estamos certos disso é que nos rimos ao invés de indignarmo-nos. Assim tomamos em consideração o estado psíquico da pessoa produtora, e nos introduzimos nele, tentando compreendê-lo por comparação com o nosso próprio. Tais processos de empatia e comparação é que resultam na economia da despesa, que descarregamos pelo riso.

Seria possível preferir uma descrição mais simples - que nossa indignação torna supérflua pelo fato de que a outra pessoa não necessitou vencer uma resistência; em tal caso, o riso ocorreria ao custo da economia da indignação. A fim de desencorajar essa concepção, que é globalmente enganosa, podemos traçar uma distinção mais rigorosa entre os dois casos que englobamos acima. O ingênuo que deparamos pode ser ou aparentado ao chiste, como em nossos exemplos, ou aparentado ao smut (ou a outra coisa, geralmente objetável); esse último caso ocorre de modo especial, expresso não na fala mas na ação. Esta segunda alternativa é realmente enganosa; podia-se supor, na medida em que se o concerne, que o prazer deriva da indignação economizada e transformada. Mas a primeira alternativa esclarece melhor as coisas. Um comentário inocente - e.g.’Bubizin‘ (ver em [1]) - pode atuar ele próprio como um chiste menor não fornecendo qualquer causa à indignação. Esta alternativa é, decerto, menos freqüente, mas é mais pura e bem mais instrutiva. Na medida em que estamos interessados no fato de que a criança tenha acreditado, sem qualquer arrière pensée, que a sílaba ‘Medi‘ em ‘Medizin‘ é idêntica a seu próprio nome ‘Mädi‘, nosso prazer recebe uma intensificação que nada mais tem a ver com o prazer em um chiste. Podemos encarar o que se disse a partir de dois pontos de vista - na perspectiva do que aconteceu na criança e na perspectiva do que aconteceu em nós; ao fazer essa comparação verificamos que a criança achou uma identidade e ultrapassou uma barreira que existia para nós; parece que podemos ir além e dizer-nos: ‘Se V. preferir compreender o que escutou, poderá economizar a despesa que tem em manter a barreira’. A despesa liberada em comparação a esta barreira é a fonte do prazer no ingênuo, sendo descarregada pelo riso; trata-se, incidentalmente, do mesmo prazer que, de outra forma, teríamos transformado em indignação, não fosse isso excluído por nossa compreensão da pessoa produtora e, nesse caso, também pela natureza do que foi dito. Mas se tomamos o exemplo de um chiste ingênuo como modelo para a outra alternativa (de algo ingênuo que seja objetável) veremos que aí também a economia na inibição pode proceder diretamente da comparação, que não há necessidade de que admitamos uma indignação que se inicia e é então reprimida e que a indignação de fato apenas corresponde à utilização da despesa liberada de outra forma - contra esse fato, no caso dos chistes, há a necessidade de complicadas medidas protetivas (ver em [1]).

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o riso ocorreria ao custo da economia da indignação. A despesa liberada em comparação a esta barreira é a fonte do prazer no ingênuo, sendo descarregada pelo riso; trata-se, incidentalmente, do mesmo prazer que, de outra forma, teríamos transformado em indignação, não fosse isso excluído por nossa compreensão da pessoa produtora e, nesse caso, também pela natureza do que foi dito.

Mattanó aponta que o riso ocorreria ao custo da economia da indignação. A despesa liberada em comparação a esta barreira é a fonte do prazer no ingênuo, sendo descarregada pelo riso; trata-se, incidentalmente, do mesmo prazer que, de outra forma, teríamos transformado em indignação, não fosse isso excluído por nossa compreensão da pessoa produtora e, nesse caso, também pela natureza do que foi dito. Isto só é possível através dos sinalizadores ou rastros emitidos pelo ingênuo que geram a decodificação ou leitura e compreensão do que foi produzido e dito, ou seja, se os ruídos não atrapalharam a comunicação.

 

MATTANÓ

(12/05/2021) 

 

 

Para a Psicanálise do Amor o riso ocorreria ao custo da economia da indignação. A despesa liberada em comparação a esta barreira é a fonte do prazer no ingênuo, sendo descarregada pelo riso; trata-se, incidentalmente, do mesmo prazer que, de outra forma, teríamos transformado em indignação, não fosse isso excluído por nossa compreensão da pessoa produtora e, nesse caso, também pela natureza do que foi dito. Isto só é possível através dos sinalizadores ou rastros emitidos pelo ingênuo que geram a decodificação ou leitura e compreensão do que foi produzido e dito, ou seja, se os ruídos não atrapalharam a comunicação. Da mesma forma acontece com o riso diante do comportamento virtual, do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, quando se trata de economia da indignação, esta barreira é a fonte do prazer ingênuo e do riso, como forma de descarga.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

Essa comparação, e a economia na despesa, resultante de nossa identificação com o processo mental da pessoa produtora, só poderá reclamar certa importância quanto ao ingênuo, se não é apenas neste que se encontra. Ocorre-nos, de fato, uma suspeita de que tal mecanismo, que é de todo estranho aos chistes, pode ser parte, e mesmo parte essencial do processo psíquico no cômico. Encarado deste ponto de vista - que é, irrefutavelmente, o mais importante aspecto do ingênuo - o último apresenta-se como uma espécie do cômico. O elemento extra em nossos exemplos de discursos ingênuos, que é acrescentado ao prazer de um chiste, é o prazer ‘cômico’. Devíamos nos inclinar por admitir bastante geralmente a respeito do cômico que este procede da despesa economizada pela comparação do comentário de outra pessoa com o nosso próprio. Mas desde que isso nos leva a considerações abrangentes podemos, em primeiro lugar, concluir nossa discussão do ingênuo. O ingênuo seria, então, uma espécie do cômico já que seu prazer nasce da diferença da despesa originária da tentativa de compreender alguém mais; aproximar-se-ia do chiste ao sujeitar-se à condição de que a despesa economizada deva ser uma despesa inibitória.

Acrescentemos rapidamente alguns pontos de concordância e de diferença entre os conceitos que já tínhamos obtido e aqueles com que nos familiarizamos na psicologia do cômico. O colocar-se no lugar de outra pessoa e a tentativa de compreender esta claramente nada mais são que o ‘empréstimo cômico’ que, desde Jean Paul, desempenha um papel na análise do cômico; a ‘comparação’ dos processos mentais de alguém com os próprios corresponde ao ‘contraste psicológico’ para o qual finalmente, aqui, encontramos um lugar, depois de não lhe encontrar qualquer aplicação nos chistes (ver em [1]). Mas nossa explicação do cômico difere de muitas das autoridades que o consideram procedente da oscilação da atenção, para trás e para frente, entre idéias contrastantes. Um tal mecanismo de prazer nos pareceria incompreensível; podemos entretanto indicar que, na comparação entre contrastes ocorre uma diferença na despesa que, não sendo usada para algum outro propósito, torna-se capaz de descarga e, pois, torna-se uma fonte de prazer.

 

Somente com apreensão aventuro-me a abordar o problema do próprio cômico. Seria presunçoso esperar que meus esforços fossem capazes de fazer qualquer contribuição decisiva a sua solução quando trabalhos de grande número de pensadores eminentes fracassaram em produzir uma explicação inteiramente satisfatória. Minha intenção, de fato, não é mais que seguir as linhas de pensamentos, que comprovaram-se valiosos para os chistes, em ligeira incursão no domínio do cômico.

O cômico aparece, em primeira instância, como involuntária descoberta, derivada das relações sociais humanas. É constatado nas pessoas - em seus movimentos, formas, atitudes e traços de caráter, originalmente, com toda probabilidade, apenas em suas características físicas mas, depois, também nas mentais ou naquilo em que estas possam se manifestar. Através de um tipo muito comum de personificação, também os animais, e as coisas inanimadas, tornam-se cômicos. Ao mesmo tempo, o cômico é capaz de ser destacado das pessoas, na medida em que reconheçamos as condições sob quais uma pessoa parece cômica. Desta forma manifesta-se o cômico, e este reconhecimento propicia a possibilidade de fazer uma pessoa cômica bastando que se a coloque em situações nas quais suas atitudes estejam sujeitas a condições cômicas. A descoberta de que se tem o poder de tornar cômico alguém mais abre caminho a insuspeitadas produções de prazer cômico e origina uma técnica altamente desenvolvida. É possível tornar-se a si próprio cômico tão facilmente quanto a outras pessoas. Os métodos que servem para tornar as pessoas cômicas são: colocá-las em uma situação cômica, o disfarce, o desmascaramento, a caricatura, a paródia, o travestismo etc. É óbvio que todas estas técnicas podem ser usadas para servir a propósitos hostis e agressivos. Pode-se fazer uma pessoa cômica para torná-la desprezível, para privá-la de sua reivindicação de dignidade e autoridade. Mas ainda que tal intenção seja subjacente a todo esforço de tornar uma pessoa cômica, não é este necessariamente o sentido do cômico espontâneo.

Esse irregular levantamento das ocorrências do cômico já nos mostrará que um campo de origem muito extenso deve-lhes ser adscrito e que não devemos esperar encontrar condições tão especializadas como as que constatamos no ingênuo. Para continuar na pista da condição determinante, válida para o cômico, a coisa mais importante é a escolha de um caso introdutório. Escolheremos o cômico dos movimentos, recordando-nos que o estágio mais primitivo de representação cênica - a pantomina - usa tal método para nos fazer rir. A resposta à pergunta por que rimos dos movimentos do palhaço é que eles nos parecem extravagantes e inconvenientes. Rimos de uma despesa grande demais. Procuremos agora a condição determinante externa ao cômico, que é artificialmente construída - onde possa constatar-se involuntária. Os movimentos de uma criança não nos parecem cômicos, embora ela chute e salte sem direção. Por outro lado, é cômico quando uma criança, aprendendo a escrever, acompanha os movimentos de sua caneta com a língua esticada; nesses movimentos associados verificamos uma desnecessária despesa que pouparíamos se estivéssemos executando a mesma atividade. Similarmente, outros movimentos associados, ou movimentos expressivos meramente exagerados, parecem cômicos também nos adultos. Exemplos puros dessa espécie de cômico são, por exemplo, os movimentos de alguém que, jogando boliche, após soltar a bola, segue seu curso como se ainda continuasse a dirigi-la. Assim também são cômicos todos os esgares que exageram a expressão normal das emoções, mesmo se produzidos involuntariamente, como é o caso dos pacientes da doença de São Vito (coréia). Do mesmo modo, os movimentos apaixonados de um maestro moderno parecem cômicos a um leigo em música, incapaz de compreender sua necessidade. Na verdade é do cômico do movimento que deriva o cômico das formas corporais e dos traços faciais, considerados como resultantes de um movimento exagerado ou inútil. Olhos arregalados, nariz em gancho pendente sobre a boca, orelhas de abano, uma corcunda - todas estas coisas só produzem um efeito cômico na medida em que se imagina os movimentos necessários para realizar esses traços; e aqui o nariz, as orelhas e outras partes do corpo são imaginados com mobilidade maior que a que têm na realidade. Não há dúvida de que seria cômico ‘menear as orelhas’ e decerto seria ainda mais cômico poder mover o nariz para cima e para baixo. Boa parte do efeito cômico produzido em nós pelos animais provém de percebermos neles movimentos que nós próprios não podemos imitar.

 

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o cômico está nos movimentos e características físicas e comportamentais de indivíduos que se comportam com coisas que percebemos não serem necessárias ou expressivamente exagerados, Freud explica que as crianças apresentam comportamentos similares aos dos adultos em contextos que são cômicos e os das crianças não o são, pois não tem graça, há outros comportamentos como jogar bola de boliche que parecem em certas ocasiões bastante cômico e os mesmos movimentos em outros contextos como empurrar uma caixa de papelão no chão não parece cômico (acrescenta Mattanó).

Mattanó aponta que o cômico está nos movimentos e características físicas e comportamentais de indivíduos que se comportam com coisas que percebemos não serem necessárias ou expressivamente exagerados, Freud explica que as crianças apresentam comportamentos similares aos dos adultos em contextos que são cômicos e os das crianças não o são, pois não tem graça, há outros comportamentos como jogar bola de boliche que parecem em certas ocasiões bastante cômico e os mesmos movimentos em outros contextos como empurrar uma caixa de papelão no chão não parece cômico, acrescenta Mattanó. Mattanó aponta que o cômico depende do contexto e dos significados e dos sentidos para que ele se realize, e que tem muito a ver com o princípio do prazer, pois na realidade o princípio da realidade não torna cômico esses comportamentos exagerados, movimentos ou essas características físicas.

 

MATTANÓ

(14/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico está nos movimentos e características físicas e comportamentais de indivíduos que se comportam com coisas que percebemos não serem necessárias ou expressivamente exagerados, Freud explica que as crianças apresentam comportamentos similares aos dos adultos em contextos que são cômicos e os das crianças não o são, pois não tem graça, há outros comportamentos como jogar bola de boliche que parecem em certas ocasiões bastante cômico e os mesmos movimentos em outros contextos como empurrar uma caixa de papelão no chão não parece cômico, acrescenta Mattanó. Mattanó aponta que o cômico depende do contexto e dos significados e dos sentidos para que ele se realize, e que tem muito a ver com o princípio do prazer, pois na realidade o princípio da realidade não torna cômico esses comportamentos exagerados, movimentos ou essas características físicas. Da mesma maneira o cômico virtual depende do princípio do prazer, pois a realidade lhe subtrai o cômico, estes valores exagerados, movimentos e características cômicas através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Mas por que é que rimos ao reconhecermos que os movimentos de alguma outra pessoa são exagerados e inconvenientes? Creio que fazendo uma comparação entre o movimento que observo em outra pessoa e aquele que eu próprio deveria executar em seu lugar. As duas coisas comparadas devem naturalmente ser julgadas pelo mesmo padrão, e este padrão é minha despesa de enervação, conectada à minha idéia do movimento em ambos os casos. Tal asserção requer elucidação e expansão.

O que quero comparar é, por um lado, a despesa psíquica relacionada a certa idéia e, por outro, o conteúdo desta última. Nossa asserção diz que a primeira não é geral e, teoricamente, não é independente do seu conteúdo; diz particularmente que a idéia de algo grande requer mais despesa que a idéia de algo pequeno. Na medida em que se trata apenas de idéia de movimentos e diferentes tamanhos, não deve haver dificuldades em termos teóricos quanto a nossa asserção ou mesmo quanto à comprovação desta pela observação. Verificaremos que neste caso um atributo da idéia efetivamente coincide com um atributo daquilo que a idéia representa, embora a psicologia nos previna geralmente contra tal confusão.

Adquiro a idéia de um movimento de tamanho particular executando eu próprio este movimento ou imitando-o, e aprendo, através desta ação, um padrão para este movimento em minhas sensações enervatórias.

Quando percebemos um movimento de maior ou menor extensão em outra pessoa, o modo mais seguro de compreendê-lo (percebê-lo) será executá-lo por imitação, podendo eu então decidir por comparação em qual dos movimentos minha despesa será maior. Um impulso à imitação, como esse, está sem dúvida presente na percepção dos movimentos. Mas em realidade não efetuamos tal imitação, do mesmo modo que não prossigo soletrando após ter aprendido a ler por soletração. Em vez de imitar o movimento com meus músculos, tenho uma idéia dele através dos traços mnêmicos das despesas com movimentos similares. A ideação ou o ‘pensamento’ difere da atuação ou da execução principalmente pelo fato de que desloca energias catéxicas muito menores, enquanto impede a descarga da despesa principal.

Mas de que maneira se exprime na idéia o fator quantitativo - de maior ou menor dimensão? - E se não pode haver representação da quantidade na idéia, que é composta de qualidades, como posso distinguir as idéias dos movimentos de diferentes dimensões? Como fazer essa comparação de que depende tudo? O caminho é indicado pela fisiologia que nos ensina que mesmo durante os processos da ideação partem enervações em direção aos músculos, embora seja verdade que tais processos correspondem a uma despesa muito modesta de energia. Torna-se agora muito plausível supor que a energia enervatória que acompanha o processo da ideação seja usada para representar o fator quantitativo da idéia: é maior quanto se refere à idéia de um movimento grande que quando se trata de um pequeno. Assim a idéia de um movimento maior seria nesse caso efetivamente a maior - ou seja, seria a idéia acompanhada de maior dispêndio de energia.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os movimentos são aprendidos pela despesa que dependem para serem adquiridos, ou seja, movimentos maiores seriam acompanhados de um maior dispêndio de energia e de despensa, e movimentos menores seriam acompanhados de menor dispêndio de energia e de despesa através da imitação, por exemplo.

Mattanó aponta que os movimentos são aprendidos pela despesa que dependem para serem adquiridos, ou seja, movimentos maiores seriam acompanhados de um maior dispêndio de energia e de despensa, e movimentos menores seriam acompanhados de menor dispêndio de energia e de despesa através da imitação, da atenção, da discriminação e/ou do controle, ou seja, dos repertórios comportamentais básicos.

 

MATTANÓ

(15/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os movimentos são aprendidos pela despesa que dependem para serem adquiridos, ou seja, movimentos maiores seriam acompanhados de um maior dispêndio de energia e de despensa, e movimentos menores seriam acompanhados de menor dispêndio de energia e de despesa através da imitação, da atenção, da discriminação e/ou do controle, ou seja, dos repertórios comportamentais básicos. Da mesma maneira os movimentos virtuais, maiores ou menores, demandam o mesmo dispêndio de energia e de despesa para a produção comportamental virtual, mesmo quando amparada pelo mundo e pela realidade virtuais, pela Palavra e pela Sagrada Escritura, pois trata-se de outra forma de realidade ou de distorção da realidade.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

 

A observação direta mostra que os seres humanos têm o hábito de expressar os atributos de largueza e pequenez no conteúdo de suas idéias através da variação da despesa em uma espécie de mimética ideacional. Se uma criança, ou um homem do povo, ou um membro de certas raças, narra ou descreve alguma coisa, é fácil verificar que não se contenta em esclarecer sua idéia ao ouvinte pela escolha de palavras apropriadas, mas representa também o assunto principal através de movimentos expressivos: combina formas miméticas e verbais de representação. Assim, demonstra, em especial, as quantidades e qualidades: ‘uma alta montanha’ - eleva sua mão sobre a cabeça; um ‘anãozinho’ - aproxima-a do chão. Quando tenha perdido o hábito de pintar com as mãos (aquilo que descreve), utilizará a voz; se exerce autocontrole também sobre isso, pode-se apostar que arregalará os olhos ao descrever algo grande e os apertará quando referir-se a algo pequeno. O que expressa assim não são seus afetos mas, efetivamente, o conteúdo de sua ideação.

Devemos supor, então, que essa necessidade mimética só é despertada pelos requisitos da comunicação de alguma coisa, a despeito do fato de que boa parte deste método de representação escapa inteiramente à atenção do ouvinte? Pelo contrário, creio que essa mimética exista, ainda que menos vívida, independentemente de toda comunicação, ocorrendo também quando o sujeito forma a idéia de algo para seu próprio proveito, quando pensa alguma coisa pictorialmente; exprime então, em todos os casos, as idéias de ‘grande’ e ‘pequeno’ em seu próprio corpo, como em seu discurso, pela mudança na enervação de suas feições e órgãos dos sentidos. Creio mesmo que a enervação somática, comensurável ao conteúdo que se está ideando, pode ter sido o princípio e a origem da mimética com propósito comunicativo; basta intensificá-la e fazê-la notável a outras pessoas para que possa servir a este fim. Se mantenho o ponto de vista de que se deve acrescentar à ‘expressão das emoções’, bem conhecida como concomitante físico dos processos mentais, a ‘expressão do conteúdo ideacional’, posso verificar claramente que meus comentários relativos às categorias de grande e pequeno não exaurem o assunto. Podia mesmo acrescentar uma variedade de considerações antes de chegar aos fenômenos de tensão pelos quais uma pessoa indica somaticamente a concentração de sua atenção e o nível de abstração que, em certo momento, seu pensamento alcança. Considero esse assunto como realmente importante e creio que se se prossegue o estudo da mimética ideacional, esta pode vir a ser útil em outros campos da estética, tanto quanto o é para a compreensão do cômico.

Retornemos ao cômico no movimento. Quando, repito, um movimento particular é percebido, dá-se impulsão à formação da idéia do mesmo, através de certa despesa de energia. Portanto, ao ‘tentar perceber’, ao aprender esse movimento, faço certa despesa, e nessa porção do trabalho mental comporto-me exatamente como se me estivesse pondo no lugar da pessoa que observo. Mas, provavelmente, ao mesmo tempo tenho em mente o objetivo desse movimento e minha experiência anterior capacita-me a estimar a escala de despesa requerida para alcançar este objetivo. Ao fazê-lo, desconsidero a pessoa que estou observando e comporto-me como se eu próprio quisesse alcançar o objetivo do movimento. Essas duas possibilidades em minha imaginação redundam em uma comparação entre o movimento observado e o meu próprio. Se o movimento da outra pessoa é exagerado e não apropriado, meu acréscimo de despesa para compreendê-lo é inibido in statu nascendi, como que no próprio ato de sua mobilização (ver em [1]); é declarado supérfluo e livre para utilizar em alguma outra parte, para ser talvez descarregado pelo riso. Essa seria, desde que outras circunstâncias fossem favoráveis, a gênese do prazer no movimento cômico - uma despesa enervatória que se torna um excesso inutilizável quando é feita a comparação com o próprio movimento.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que essa necessidade mimética só é despertada pelos requisitos da comunicação de alguma coisa, ela é a ‘expressão do conteúdo ideacional’, por exemplo, de um objeto ser grande ou pequeno. O estudo da mimética ideacional pode vir a ser útil em outros campos da estética, tanto quanto o é para a compreensão do cômico.

Retornemos ao cômico no movimento. Quando, repito, um movimento particular é percebido, dá-se impulsão à formação da idéia do mesmo, através de certa despesa de energia. Portanto, ao ‘tentar perceber’, ao aprender esse movimento, faço certa despesa, e nessa porção do trabalho mental comporto-me exatamente como se me estivesse pondo no lugar da pessoa que observo. Mas, provavelmente, ao mesmo tempo tenho em mente o objetivo desse movimento e minha experiência anterior capacita-me a estimar a escala de despesa requerida para alcançar este objetivo. Ao fazê-lo, desconsidero a pessoa que estou observando e comporto-me como se eu próprio quisesse alcançar o objetivo do movimento. Essas duas possibilidades em minha imaginação redundam em uma comparação entre o movimento observado e o meu próprio. Se o movimento da outra pessoa é exagerado e não apropriado, meu acréscimo de despesa para compreendê-lo é inibido in statu nascendi, como que no próprio ato de sua mobilização; é declarado supérfluo e livre para utilizar em alguma outra parte, para ser talvez descarregado pelo riso. Essa seria a gênese do prazer no movimento cômico.

Mattanó aponta que essa necessidade mimética só é despertada pelos requisitos da comunicação de alguma coisa, ela é a ‘expressão do conteúdo ideacional’, por exemplo, de um objeto ser grande ou pequeno. O estudo da mimética ideacional pode vir a ser útil em outros campos da estética, tanto quanto o é para a compreensão do cômico.

Retornemos ao cômico no movimento. Quando, repito, um movimento particular é percebido, dá-se impulsão à formação da idéia do mesmo, através de certa despesa de energia. Portanto, ao ‘tentar perceber’, ao aprender esse movimento, faço certa despesa, e nessa porção do trabalho mental comporto-me exatamente como se me estivesse pondo no lugar da pessoa que observo. Mas, provavelmente, ao mesmo tempo tenho em mente o objetivo desse movimento e minha experiência anterior capacita-me a estimar a escala de despesa requerida para alcançar este objetivo. Ao fazê-lo, desconsidero a pessoa que estou observando e comporto-me como se eu próprio quisesse alcançar o objetivo do movimento. Essas duas possibilidades em minha imaginação redundam em uma comparação entre o movimento observado e o meu próprio. Se o movimento da outra pessoa é exagerado e não apropriado, meu acréscimo de despesa para compreendê-lo é inibido in statu nascendi, como que no próprio ato de sua mobilização; é declarado supérfluo e livre para utilizar em alguma outra parte, para ser talvez descarregado pelo riso. Essa seria a gênese do prazer no movimento cômico. O cômico depende do contexto e do prazer, dos seus significados e sentidos que emergem da situação onde a energia libidinal é descarregada pelo riso.

 

MATTANÓ

(15/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor essa necessidade mimética só é despertada pelos requisitos da comunicação de alguma coisa, ela é a ‘expressão do conteúdo ideacional’, por exemplo, de um objeto ser grande ou pequeno. O estudo da mimética ideacional pode vir a ser útil em outros campos da estética, tanto quanto o é para a compreensão do cômico.

Retornemos ao cômico no movimento. Quando, repito, um movimento particular é percebido, dá-se impulsão à formação da idéia do mesmo, através de certa despesa de energia. Portanto, ao ‘tentar perceber’, ao aprender esse movimento, faço certa despesa, e nessa porção do trabalho mental comporto-me exatamente como se me estivesse pondo no lugar da pessoa que observo. Mas, provavelmente, ao mesmo tempo tenho em mente o objetivo desse movimento e minha experiência anterior capacita-me a estimar a escala de despesa requerida para alcançar este objetivo. Ao fazê-lo, desconsidero a pessoa que estou observando e comporto-me como se eu próprio quisesse alcançar o objetivo do movimento. Essas duas possibilidades em minha imaginação redundam em uma comparação entre o movimento observado e o meu próprio. Se o movimento da outra pessoa é exagerado e não apropriado, meu acréscimo de despesa para compreendê-lo é inibido in statu nascendi, como que no próprio ato de sua mobilização; é declarado supérfluo e livre para utilizar em alguma outra parte, para ser talvez descarregado pelo riso. Essa seria a gênese do prazer no movimento cômico. O cômico depende do contexto e do prazer, dos seus significados e sentidos que emergem da situação onde a energia libidinal é descarregada pelo riso. Da mesma forma o cômico virtual depende do prazer que ele desencadeia em sua vida psíquica, prazer este que depende do movimento cômico, do seu contexto, dos seus significados e sentidos e da descarga da libido através do riso, eventos que se solidarizam ao mundo e a realidade virtuais, a Palavra e a Sagrada Escritura quando falamos do cômico virtual.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

 

Verificar-se-á que nossa investigação deve operar em duas direções diferentes: primeiro, estabelecer as condições que controlam a descarga do excesso, e segundo, examinar se outros casos do cômico podem ser encarados da mesma forma que o cômico no movimento.

Examinaremos primeiro a segunda questão, passando do cômico no movimento e na ação ao cômico constatado nas funções intelectuais e nos traços de caráter de outras pessoas.

Como um exemplo dessa classe posso escolher o nonsense cômico, como o produzido por candidatos ignorantes em um exame; sem dúvida, é mais difícil apresentar um exemplo mais simples quanto aos traços de caráter. Não devemos ser confundidos pelo fato de constatarmos que o nonsense e a estupidez que tão freqüentemente produzem um efeito cômico, não são, apesar disso, sentidos como cômicos em todos os casos; do mesmo modo, os mesmos caracteres, que em certa ocasião, podem ser risíveis, como cômicos, em outra ocasião podem nos parecer desprezíveis e odiosos. Esse fato, que não devemos deixar de ter em vista, indica simplesmente que, além da comparação que já conhecemos, outros fatores estão envolvidos na produção do efeito cômico - fatores que poderemos descobrir em alguma outra conexão. (Ver em [1].)

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o cômico pode ser encontrado no nonsense cômico que é produzido, por exemplo, por candidatos ignorantes em um exame, sem dúvida, produzem o riso com o nonsense e a estupidez, mas por outro lado podem evocar desprezo e ódio.

Mattanó aponta que o cômico pode ser encontrado no nonsense cômico que é produzido, por exemplo, por candidatos ignorantes em um exame, sem dúvida, produzem o riso com o nonsense e a estupidez, mas por outro lado podem evocar desprezo e ódio, depende das contingências, do meio ambiente e do contexto para que compreendamos os significados e os sentidos das relações e associações.

 

MATTANÓ

(15/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico pode ser encontrado no nonsense cômico que é produzido, por exemplo, por candidatos ignorantes em um exame, sem dúvida, produzem o riso com o nonsense e a estupidez, mas por outro lado podem evocar desprezo e ódio, depende das contingências, do meio ambiente e do contexto para que compreendamos os significados e os sentidos das relações e associações. Da mesma forma o cômico virtual pode ser encontrado no nonsense cômico através dom exame de candidatos ignorantes, até mesmo na realidade e no mundo virtuais, na Palavra e na Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

 

 

O cômico encontrado nas características intelectuais e mentais de outra pessoa é também, evidentemente, o resultado de uma comparação entre essa pessoa e meu próprio eu, embora, bastante curiosamente, essa comparação produza, via de regra, um resultado oposto àquele no caso de um movimento ou ação cômica. Nesse último caso, era cômico que outra pessoa fizesse uma despesa de energia maior do que a que eu julgava necessária. No caso de uma função mental, pelo contrário, esta torna-se cômica se a outra pessoa efetua uma poupança da despesa que eu próprio reputo indispensável (pois o nonsense e a estupidez são deficiências da função). No primeiro caso rimo-nos pela excessiva complicação, no último rimo-nos da facilitação em excesso. O efeito cômico aparentemente depende, portanto, da diferença entre as duas despesas catéxicas - a própria e a da pessoa, estimada por empatia - e não daquilo que, nas duas, favoreça a diferença. Mas essa peculiaridade, que à primeira vista confunde nosso juízo, se desvanece quando pensamos que a restrição de nosso trabalho muscular e o aumento de nosso trabalho intelectual se adequam com o curso de nosso desenvolvimento pessoal em direção a um nível de civilização mais alto. Elevando nossa despesa intelectual podemos obter o mesmo resultado que com a diminuição da despesa em nossos movimentos. A evidência desse êxito cultural é fornecida por nossas máquinas.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o cômico encontrado nas características intelectuais e mentais de outra pessoa é também, evidentemente, o resultado de uma comparação entre essa pessoa e meu próprio eu, embora, bastante curiosamente, essa comparação produza, via de regra, um resultado oposto àquele no caso de um movimento ou ação cômica. Nesse último caso, era cômico que outra pessoa fizesse uma despesa de energia maior do que a que eu julgava necessária. No caso de uma função mental, pelo contrário, esta torna-se cômica se a outra pessoa efetua uma poupança da despesa que eu próprio reputo indispensável (pois o nonsense e a estupidez são deficiências da função). No primeiro caso rimo-nos pela excessiva complicação, no último rimo-nos da facilitação em excesso.

Mattanó aponta que o cômico encontrado nas características intelectuais e mentais de outra pessoa é também, evidentemente, o resultado de uma comparação entre essa pessoa e meu próprio eu, embora, bastante curiosamente, essa comparação produza, via de regra, um resultado oposto àquele no caso de um movimento ou ação cômica. Nesse último caso, era cômico que outra pessoa fizesse uma despesa de energia maior do que a que eu julgava necessária. No caso de uma função mental, pelo contrário, esta torna-se cômica se a outra pessoa efetua uma poupança da despesa que eu próprio reputo indispensável (pois o nonsense e a estupidez são deficiências da função). No primeiro caso rimo-nos pela excessiva complicação, no último rimo-nos da facilitação em excesso. O efeito cômico aparentemente depende, portanto, da diferença entre as duas despesas catéxicas. O cômico encontrado aqui depende da história de vida e da aprendizagem de cada indivíduo e de como ele se comporta em tal contexto gerando diferença entre as duas despesas catéxicas e assim significados e sentidos que reforçam esta diferença e suas duas despesas catéxicas.

 

MATTANÓ

(15/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico encontrado nas características intelectuais e mentais de outra pessoa é também, evidentemente, o resultado de uma comparação entre essa pessoa e meu próprio eu, embora, bastante curiosamente, essa comparação produza, via de regra, um resultado oposto àquele no caso de um movimento ou ação cômica. Nesse último caso, era cômico que outra pessoa fizesse uma despesa de energia maior do que a que eu julgava necessária. No caso de uma função mental, pelo contrário, esta torna-se cômica se a outra pessoa efetua uma poupança da despesa que eu próprio reputo indispensável (pois o nonsense e a estupidez são deficiências da função). No primeiro caso rimo-nos pela excessiva complicação, no último rimo-nos da facilitação em excesso. O efeito cômico aparentemente depende, portanto, da diferença entre as duas despesas catéxicas. O cômico encontrado aqui depende da história de vida e da aprendizagem de cada indivíduo e de como ele se comporta em tal contexto gerando diferença entre as duas despesas catéxicas e assim significados e sentidos que reforçam esta diferença e suas duas despesas catéxicas. Da mesma forma o cômico virtual que é encontrado nas características intelectuais e mentais de outra pessoa é também, evidentemente, o resultado de uma comparação entre essa pessoa e meu próprio eu, embora, bastante curiosamente, essa comparação produza, via de regra, um resultado oposto àquele no caso de um movimento ou ação cômica, também através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Assim uma explicação uniforme é fornecida pelo fato de que uma pessoa nos parece cômica, em comparação com nós mesmos, se gasta energia demais em suas funções corporais e energia de menos em suas funções mentais; não se pode negar que em ambos os casos nosso riso exprime uma gratificante sensação de superioridade com relação à pessoa (que achamos cômica). Se a relação nos dois casos é revertida - se a despesa física da pessoa é considerada menor que a nossa ou se sua despesa mental é maior - não mais rimos e sim, somos possuídos de assombro e admiração.

A origem do prazer cômico aqui discutida - sua derivação da comparação de outra pessoa com nós próprios, da diferença entre nossa própria despesa psíquica e a de uma outra pessoa, estimada por empatia - é provavelmente a mais importante geneticamente. É certo entretanto que não tenha persistido sendo a única. Já aprendemos em um momento ou outro a desconsiderar essa comparação entre uma pessoa e nós próprios, derivando a diferença gratificante de um único lado, seja da empatia, seja do processo em nós mesmos - o que comprova que o sentimento de superioridade não mantém qualquer relação essencial com o prazer cômico. Uma comparação é [apesar disso] indispensável para a gênese desse prazer. Constatamos que se passa entre duas despesas catéxicas que ocorrem em rápida sucessão e que envolvem a mesma função, sendo essas despesas operadas através de nossa empatia com alguém mais, ou, quando não haja tal relação, são descobertas em nossos próprios processos mentais.

O primeiro desses casos - no qual a outra pessoa ainda desempenha um papel, embora não mais em comparação com nosso próprio eu - origina-se quando a diferença gratificante é manifestada pelas influências externas, que podemos sumariar como uma ‘situação’. Por essa razão, essa espécie de cômico é também conhecida como ‘cômico da situação’. Neste caso, as características da pessoa que proporciona o efeito cômico não desempenham uma parte essencial: rimos ainda que tenhamos de confessar que nós teríamos feito o mesmo em uma situação igual. Estamos aqui extraindo o cômico da relação dos seres humanos com o freqüentemente todo-poderoso mundo externo; na medida em que processos mentais de um ser humano estão envolvidos, esse mundo externo compreende também as convenções e necessidades sociais e mesmo nossas próprias necessidades corporais. Um caso típico dessa última espécie é fornecido quando, em meio de uma atividade que faz exigências às faculdades mentais de uma pessoa, esta é interrompida por uma dor ou por uma necessidade de defecação. O contraste que, através da empatia, oferece-nos a diferença cômica é aquele entre o alto grau de interesse assumido pela pessoa antes da interrupção e o mínimo interesse que lhe resta pela sua atividade mental quando ocorre a interrupção. A pessoa que nos oferece a diferença torna-se cômica para nós, uma vez mais, por sua inferioridade; mas ela é inferior apenas em comparação anterior consigo mesma e não em comparação conosco, pois sabemos que em idênticas circunstâncias não nos teríamos comportado diferentemente. É digno de nota entretanto que apenas constatamos a inferioridade cômica em que alguém se põe, quando há empatia - isto é, quando outra pessoa está envolvida: quando nós próprios nos achamos em apuros semelhantes, somos cônscios apenas de sentimentos aflitivos. Apenas o afastamento de tais sentimentos de nós próprios capacita-nos a fluir prazer da diferença originária da comparação entre essas catexias variáveis.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que existe o ¨cômico de situação¨ que é aquele que é cômico numa situação que torna-se comparada com a nossa e por exemplo, Deus, evento que gera o cômico quando a situação é ridícula ou vergonhosa ou mesmo, pecadora, pois as catexias são variáveis. A pessoa que nos oferece a diferença torna-se cômica por sua inferioridade, pois na mesma situação nós não teríamos nos comportado da mesma forma.

Mattanó aponta que existe o ¨cômico de situação¨ que é aquele que é cômico numa situação que torna-se comparada com a nossa e por exemplo, Deus, evento que gera o cômico quando a situação é ridícula ou vergonhosa ou mesmo, pecadora, pois as catexias são variáveis. A pessoa que nos oferece a diferença torna-se cômica por sua inferioridade, pois na mesma situação nós não teríamos nos comportado da mesma forma. O ¨cômico de situação¨ depende de uma situação vergonhosa, ridícula ou humilhante, aflitiva que por meio da empatia evoca o riso, pois não faríamos a mesma coisa na mesma situação dessa pessoa, percebemos que esse tipo de cômico depende do comportamento e da funcionalidade.

 

MATTANÓ

(15/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor existe o ¨cômico de situação¨ que é aquele que é cômico numa situação que torna-se comparada com a nossa e por exemplo, Deus, evento que gera o cômico quando a situação é ridícula ou vergonhosa ou mesmo, pecadora, pois as catexias são variáveis. A pessoa que nos oferece a diferença torna-se cômica por sua inferioridade, pois na mesma situação nós não teríamos nos comportado da mesma forma. O ¨cômico de situação¨ depende de uma situação vergonhosa, ridícula ou humilhante, aflitiva que por meio da empatia evoca o riso, pois não faríamos a mesma coisa na mesma situação dessa pessoa, percebemos que esse tipo de cômico depende do comportamento e da funcionalidade. Da mesma forma o ¨cômico de situação virtual¨ é aquele cômico que depende da situação construída pela realidade e pelo mundo virtuais, pela Palavra e pela Sagrada Escritura, que nos causa vergonha ou mesmo, condição de pecador.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

A outra fonte do cômico, que constatamos na transformação de nossa própria catexia, consiste em nossas relações com o futuro, que costumamos antecipar com nossas idéias expectantes. Assumo que uma despesa, quantitativamente definida, subjaz a cada uma de nossas idéias - uma despesa que, no caso de um desapontamento, é diminuída por uma diferença definida. Posso novamente recordar comentários feitos anteriormente (ver em [1]) sobre a ‘mimética ideacional’. Parece-me fácil comprovar uma mobilização real de energia catéxica no caso de expectativa. É bem obviamente verdadeiro, quanto a inúmeros casos, que preparações motoras formam a expressão da expectativa - principalmente em todos os casos onde se requisita minha motilidade - e que essas preparações podem ser determinadas quantitativamente. Se espero agarrar uma bola que me é atirada introduzo em meu corpo tensões que me capacitem a receber o impacto da bola; se a bola para cujo impacto me preparei revela-se leve demais, meus movimentos supérfluos tornam-me cômico aos espectadores. Fascinado por minha expectativa, deixei-me levar a uma despesa exagerada de movimento. Ocorrerá o mesmo quando, por exemplo, tiro de uma cesta uma fruta, que supusera pesada, e que, para meu desapontamento, revela-se falsificada, oca e feita de cera. Minha mão, retirada apressadamente, trai o fato que me preparara para uma enervação grande demais - e eu me rio disso. Há pelo menos um caso em que a despesa da expectativa pode ser diretamente demonstrada mensurável, através de experimentos fisiológicos em animais. Nos experimentos de Pavlov sobre a secreção salivar, vários tipos de comida são postos diante de cães, nos quais se abriu uma fístula salivar; as quantidades de saliva secretada variam se as condições experimentais confirmam ou desapontam as expectativa dos cães de ser alimentados com a comida posta a sua frente.

Mesmo quando a expectativa requisita meus órgãos dos sentidos, e não a minha motilidade, posso assumir que a expectativa se exprime por certa despesa motora, tornando os sentidos tensos e reprimindo outras impressões, não esperadas; em geral, posso considerar a atitude da atenção como sendo uma função motora equivalente a certa despesa. Posso adiantar como uma premissa que a atividade preparatória da expectação não será independente da magnitude da impressão esperada, mas representará mimeticamente sua grandeza ou sua pequenez através de uma despesa preparatória maior ou menor, como no caso de uma comunicação ou de um pensamento desacompanhado de expectativa. A despesa com a expectativa procede, entretanto, de vários fatores e, no caso de meu desapontamento, também vários fatores estarão envolvidos - não apenas se o que acontece é perceptivelmente maior ou menor do que o que eu esperava, mas também se é digno do interesse que dispendera na expectativa. Desse modo, serei talvez levado a tomar em consideração, além da despesa com a representação do que é grande ou pequeno (a mimética ideacional), a despesa com o retesamento da atenção (a despesa com a expectativa) e além disso, em outros casos, a despesa com a abstração. Mas essas outras espécies de despesa podem ser facilmente referidas à despesa com o que é grande ou pequeno, já que ser mais interessante, mais sublime e mesmo mais abstrato, são apenas casos especiais, com qualidades particulares, do que é maior. Se além disso consideramos, de acordo com Lipps e outros escritores, que o contraste quantitativo (não o qualitativo) deve ser considerado primariamente com fonte do prazer cômico, deveremos sentir-nos inteiramente felizes por termos escolhido o cômico no movimento como ponto de partida de nossa investigação.

Lipps, no volume tão freqüentemente citado nestas páginas, tentou, ampliando a asserção de Kant de que o cômico é ‘uma expectativa frustrada’, derivar o prazer cômico, em geral, da expectativa. [Lipps, 1898, 5s.]. Entretanto, apesar das descobertas muito instrutivas e valiosas que essa tentativa tem trazido à luz, gostaria de apoiar a crítica feita por outras autoridades, de que Lipps teria estreitado demasiadamente o campo de origem do cômico, obrigando-se grande violência para sujeitar os fenômenos no escopo de sua fórmula.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o cômico tem a ver com o futuro, com a expectativa, pois o cômico é a expectativa frustrada.

Mattanó aponta que o cômico tem a ver com o futuro, com a expectativa, pois o cômico é a expectativa frustrada. Assim o cômico tem a ver com o planejamento e a educação, visto que são o planejamento e a educação que fundamentam a expectativa e o futuro programado e consciente, vemos que o cômico tem a ver com o futuro programado e consciente que sofre uma frustração e assim desencadeia o riso.

 

MATTANÓ

(16/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico tem a ver com o futuro, com a expectativa, pois o cômico é a expectativa frustrada. Assim o cômico tem a ver com o planejamento e a educação, visto que são o planejamento e a educação que fundamentam a expectativa e o futuro programado e consciente, vemos que o cômico tem a ver com o futuro programado e consciente que sofre uma frustração e assim desencadeia o riso. Da mesma forma o cômico tem a ver com o futuro e com a expectativa, pois ele éa expectativa frustrada também no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

A humanidade não se contentou em desfrutar o cômico onde ele se deparava a sua experiência; procurou também produzi-lo intencionalmente e podemos aprender muito sobre a natureza do cômico estudando os meios que servem para fazer cômicas as coisas. Antes de tudo, é possível produzirmos o cômico em relação a nós próprios a fim de divertir outras pessoas - por exemplo, fazendo-nos de desajeitados ou estúpidos. Dessa forma, produzimos o efeito cômico tal como se essas coisas fossem reais, cumprindo a condição da comparação que leva à diferença na despesa. Mas desse modo não nos tornamos ridículos ou desprezíveis podendo mesmo merecer, em algumas circunstâncias, admiração. O sentimento de superioridade não surge na outra pessoa quando esta sabe que estamos fingindo; isto fornece nova evidência da fundamental independência do cômico com relação ao sentimento de superioridade (ver em [1]).

No que concerne a tornar outras pessoas cômicas, o principal meio é colocá-las em situações em que a pessoa se torna cômica em conseqüência da dependência humana a eventos externos, particularmente fatores sociais, sem respeitar as características pessoais do indivíduo envolvido - isto é, empregando o cômico da situação. A situação cômica em que se coloca alguém pode ser uma situação real (um practical joke) - por exemplo, esticar a perna de modo a que alguém escorregue, como se fora desajeitado, fazer alguém de bobo, explorando-lhe a credulidade, tentar convencer alguém de algo absurdo etc. - ou pode ser simulada pelas palavras ou pelo jogo. A agressividade, a serviço de que freqüentemente se engaja o ato de tornar uma pessoa cômica, é muito ajudada pelo fato de que o prazer cômico seja independente da realidade da situação cômica, de modo que todo mundo está exposto, sem qualquer defesa, a tornar-se cômico.

Mas há ainda outros meios de tornar as coisas cômicas, meios que merecem consideração especial e indicam novas fontes do prazer cômico. Entre estes, por exemplo, está a mímica que proporciona extraordinário prazer ao ouvinte e torna cômico seu objeto, mesmo quando se mantém muitíssimo afastada da exageração da caricatura. É muito mais fácil explicar o efeito cômico da caricatura que o da simples mímica. A caricatura, a paródia e o travestismo (assim como sua contraparte prática, o desmascaramento) dirigem-se contra pessoas e objetos que reivindicam autoridade e respeito, que são, em algum sentido, ‘sublime‘. São procedimentos de Herabsetzung, conforme a adequada expressão alemã para eles. O que é sublime é grande no sentido figurativo, psíquico; eu deveria sugerir, ou, antes, repetir minha sugestão (cf. p.285) de que é representado por uma despesa aumentada, tal como o que é somaticamente grande. Não requer muita observação estabelecer que, quando refiro-me a algo sublime, enervo meu discurso de modo diferente, modifico as expressões faciais e tento harmonizar minha atitude global com a dignidade do que estou ideando. Imponho-me um controle solene - não muito diferente do que eu adotaria para introduzir-me à presença de uma personalidade eminente, um monarca ou um príncipe da ciência. Dificilmente estarei equivocado ao assumir que essa enervação diferente corresponde em minha mimética ideacional a um acréscimo da despesa. O terceiro caso de semelhante acréscimo da despesa será sem dúvida constatado quando procedo a cursos de pensamentos abstratos, ao invés dos habituais, concretos e plásticos. Quando, portanto, os procedimentos que discuti para a degradação do sublime permitem-me ter uma idéia dele como se fora algo trivial, em cuja presença não preciso alinhar-me, antes, utilizando a fórmula militar, posso ‘pôr-me à vontade’, sou poupado do acréscimo de despesa devido à postura solene; e a comparação entre este novo método ideacional (instigado pela empatia) e o previamente habitual, que tenta, simultaneamente, estabelecer-se - esta comparação, uma vez mais, cria a diferença na despesa que pode ser descarregada pelo riso.

A caricatura, como se sabe, leva a cabo a degradação ao enfatizar, na impressão geral fornecida pelo objeto eminente, um único traço que é, em si mesmo, cômico, embora passe despercebido quando considerado apenas no quadro geral. Isolando-o, entretanto, pode-se obter um efeito cômico que, em nossa lembrança, estende-se a todo o objeto. Esse efeito sujeita-se à condição de que não nos mantenhamos em atitude reverente na presença real do objeto eminente. Se um traço cômico como esse, que fora desconsiderado, inexiste na realidade, a caricatura não hesita em criá-lo, exagerando algo que não é cômico em si mesmo; o fato de que o efeito da caricatura não seja essencialmente diminuído por esta falsificação da realidade indica, uma vez mais, a origem do prazer cômico (ver em [1]).

A paródia e o travestismo realizam de outra forma a degradação de algo eminente: destroem a unidade existente entre o caráter de uma pessoa, tal como o conhecemos, e seus discursos e atitudes, substituindo as figuras eminentes ou suas enunciações por outras, inferiores. Distinguem-se neste ponto da caricatura, mas não quanto ao mecanismo de produção de prazer cômico. O mesmo mecanismo é também usado para o desmascaramento que somente se aplica onde alguém se apropriou de dignidade e autoridade através de uma trapaça, sendo então despojado destas. Já encontramos alguns exemplos do efeito cômico do desmascaramento nos chistes - por exemplo, na estória da aristocrática dama que exclamava ‘Ah! mon Dieu!’ no início de seus trabalhos de parto, mas a quem o médico só atendeu quando gritou ‘Ai, ai, ai!’ (ver em [1]). Tendo chegado a conhecer as características do cômico, não é mais possível contestar que essa anedota seja efetivamente um exemplo de desmascaramento cômico, não havendo reivindicação justificável para chamá-la um chiste. Evoca os chistes por seu contexto e pelo método técnico de ‘representação por algo muito pequeno’ [loc. cit.] - nesse caso, o grito da paciente, que é considerado suficiente para estabelecer a indicação do tratamento. Permanece não obstante verdadeiro que nosso senso lingüístico, se convocado para uma decisão, não levantaria nenhuma objeção quanto a denominarmos de chiste uma história como esta. Podemos explicar esse fato refletindo que o uso lingüístico não se baseia no insight científico sobre a natureza dos chistes, ao qual nós chegamos no curso de laboriosa investigação. Já que uma das funções dos chistes é tornar novamente acessíveis fontes de prazer cômico ocultadas (ver em [1]), qualquer artifício que traga à luz alguma coisa não manifestamente cômica pode, por uma frouxa analogia, ser chamado de chiste. Isso, entretanto, aplica-se principalmente ao desmascaramento e também a outros métodos de tornar cômica uma pessoa.

Sob o rótulo de ‘desmascaramento’ podemos incluir também um procedimento de tornar as coisas cômicas, com o qual já entramos em contato (ver em [1]) - o método de degradar a dignidade dos indivíduos, dirigindo a atenção para as fragilidades que partilha com toda a humanidade, em particular a dependência de suas funções mentais de suas necessidades corporais. O desmascaramento equivalerá aqui a uma advertência: tal e tal pessoa, que é admirado como um semideus, é afinal de contas um ser humano como você e eu. Aqui também incluem-se os esforços de desnudar o monótono automatismo psíquico subjacente à riqueza e aparente liberdade das funções psíquicas. Encontramos exemplos de ‘desmascaramento’ desse tipo nos chistes dos agentes matrimoniais, e àquela altura duvidávamos se teríamos o direito de considerar como chistes aquelas anedotas (ver em [2]). Podemos agora decidir-nos com maior certeza sobre a anedota do eco (ver em [3]) que reforçava todas as asserções do agente matrimonial, confirmando finalmente sua admissão de que a noiva tinha uma corcunda com a exclamação ‘E que corcunda!’ - essa anedota é essencialmente uma história cômica, um exemplo de desmascaramento de um automatismo psíquico. Aqui, no entanto, a história cômica serve apenas de fachada. Pois quem quer que atente para o significado oculto das anedotas de agentes matrimoniais, verificará que, no todo, persiste sendo um chiste admiravelmente representado (ver em [4]); aqueles que não penetraram tão longe serão deixados com a história cômica. O mesmo se aplica a outro chiste, sobre o agente matrimonial que, para responder a uma objeção, termina por confessar a verdade, bradando ‘Mas eu lhe pergunto, e quem emprestaria qualquer coisa a essa gente?’ (ver em [1]). Aqui, novamente, temos um desmascaramento cômico como fachada para um chiste, embora neste caso a característica chistosa seja muito mais inequívoca, já que o comentário do agente matrimonial é, ao mesmo tempo, uma representação pelo oposto. Ao tentar provar que tais pessoas eram ricas, prova ao mesmo tempo que não são ricas, mas muito pobres. Aqui, o chiste e o cômico se combinam ensinando-nos que o mesmo comentário pode ser ambas as coisas simultaneamente.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica o chiste e o cômico e continua discorrendo que eles dependem do contexto e do tipo de regra, e que assim podem ser ambas as coisas simultaneamente.

Mattanó aponta que o chiste e o cômico dependem do contexto e do tipo de regra, e que podem ser ambas as coisas simultaneamente em função das contingências e do contexto, em função do falar, do dizer e do mostrar, e dos atos ilocucionários e dos atos perlocucionários.

 

MATTANÓ

(16/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o chiste e o cômico dependem do contexto e do tipo de regra, e que podem ser ambas as coisas simultaneamente em função das contingências e do contexto, em função do falar, do dizer e do mostrar, e dos atos ilocucionários e dos atos perlocucionários. Da mesma forma, o chiste e o cômico dependem do contexto e do tipo de regra, pois podem ser ambas as coisas simultâneamente em função das regras e do contexto no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

 

Estamos felizes em captar a oportunidade de voltar aos chistes a partir do cômico no desmascaramento, já que nosso verdadeiro problema não é determinar a natureza do cômico mas lançar luz sobre a relação entre os chistes e o cômico. Discutimos a descoberta do automatismo psíquico em um caso onde o sentimento de distinção entre o cômico e o chiste nos deixou em apuros. Acrescentaremos agora outro caso em que há confusão similar entre os chistes e o cômico - o caso dos chistes absurdos. Mas nossa investigação demonstrará ao final que, no que concerne a esse segundo caso, a convergência entre o chiste e o cômico pode ser teoricamente explicada. (ver em [1])

Ao discutir as técnicas dos chistes, descobrimos que um método técnico adotado em muitos chistes é o de dar trânsito livre a modos de pensamentos, usuais no inconsciente, mas que podem ser julgados apenas como exemplos de ‘raciocínios falhos’ no consciente; sobre estes, novamente, sentimos dúvida quanto a possuírem um verdadeiro caráter de chistes, de modo que nos inclinamos simplesmente a classificá-los como histórias cômicas (ver em [1]). Fomos incapazes de dirimir nossas dúvidas porque àquela altura ignorávamos a característica essencial dos chistes. Subseqüentemente, levados por uma analogia com a elaboração onírica, descobrimos que consiste em um compromisso efetuado pela elaboração do chiste entre as solicitações da crítica racional e o impulso a não renunciar ao antigo prazer nas palavras e no nonsense (ver em [2]). O que se revela desse modo como compromisso, quando o deflagrar pré-consciente do pensamento é abandonado por um momento à revisão inconsciente, satisfazia a ambos os requisitos em todos os casos, mas apresentava-se à crítica de várias formas e tinha que suportar vários juízos, a seu arbítrio. Algumas vezes o chiste conseguiria esgueirar-se sob a aparência de uma asserção insignificante, embora permissível; de outras vezes, contrabandearia a si mesmo como expressão de um pensamento valioso. Mas num caso marginal da efetuação do compromisso, desistiria de tentar satisfazer à crítica. Jactando-se das fontes de prazer a seu dispor, apareceria diante da crítica como puro nonsense, sem temor de provocar-lhe a contradição; pois o chiste poderia calcular que o ouvinte retificasse o desfiguramento na forma de sua expressão pela revisão inconsciente, restabelecendo assim o seu sentido.

Em que casos, então, o chiste apareceria ante a crítica como nonsense? Particularmente, quando utiliza os modos de pensamento usuais no inconsciente mas proscritos pelo pensamento consciente - efetivamente, o raciocínio falho. Pois certos modos de pensamento próprios ao inconsciente são também retidos pelo consciente - por exemplo, algumas espécies de representação indireta, alusão etc. - mesmo se seu emprego consciente está sujeito a consideráveis restrições. Quando um chiste utiliza essas técnicas, suscitará pouca ou nenhuma objeção por parte da crítica; as objeções ocorrerão apenas se utilizarem também como técnica sua métodos com os quais o pensamento consciente nada tiver a ver. Um chiste pode ainda evitar a objeção se oculta o raciocínio defeituoso utilizado e o disfarça sob uma demonstração lógica, como ocorreu nos casos do bolo e do licor (ver em [1]), da maionese de salmão (ver em [2]) e similares. Mas se o raciocínio falho é produzido sem disfarces, então as objeções da crítica se seguirão com certeza.

Em tais casos o chiste tem um outro recurso. O raciocínio falho, que utiliza como sua técnica um dos modos de pensamento do inconsciente impressiona a crítica - embora não invariavelmente - como sendo cômico. Proporcionar conscientemente livre trânsito a modos inconscientes do pensamento (que foram rejeitados como defeituosos) é um meio de produzir prazer cômico; é fácil compreender isso já que requer decerto um dispêndio maior de energia estabelecer uma catexia pré-consciente do que dar livre trânsito a uma inconsciente. Quando, ao ouvir um pensamento que soa como se formado no inconsciente, nós o comparamos com sua correção, emerge em nós uma diferença na despesa da qual procede o prazer cômico. Um chiste que utiliza o raciocínio falho como sua técnica, parecendo portanto absurdo, pode desse modo produzir simultaneamente um efeito cômico. Se deixamos de detectar o chiste, somos novamente deixados com a história cômica ou engraçada.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que proporcionar conscientemente livre trânsito a modos inconscientes do pensamento (que foram rejeitados como defeituosos) é um meio de produzir prazer cômico; é fácil compreender isso já que requer decerto um dispêndio maior de energia estabelecer uma catexia pré-consciente do que dar livre trânsito a uma inconsciente. Quando, ao ouvir um pensamento que soa como se formado no inconsciente, nós o comparamos com sua correção, emerge em nós uma diferença na despesa da qual procede o prazer cômico. Um chiste que utiliza o raciocínio falho como sua técnica, parecendo portanto absurdo, pode desse modo produzir simultaneamente um efeito cômico.

Mattanó aponta que proporcionar conscientemente livre trânsito a modos inconscientes do pensamento (que foram rejeitados como defeituosos) é um meio de produzir prazer cômico, pois aqui o inconsciente sofre ação do consciente e estabelece uma catexia pré-consciente; é fácil compreender isso já que requer decerto um dispêndio maior de energia estabelecer uma catexia pré-consciente do que dar livre trânsito a uma inconsciente. Quando, ao ouvir um pensamento que soa como se formado no inconsciente, nós o comparamos com sua correção, emerge em nós uma diferença na despesa da qual procede o prazer cômico. Um chiste que utiliza o raciocínio falho como sua técnica, parecendo portanto absurdo, pode desse modo produzir simultaneamente um efeito cômico. O efeito cômico depende dos significados e dos sentidos que o pensamento desencadeia no decodificador da mensagem.

 

MATTANÓ

(16/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor proporcionar conscientemente livre trânsito a modos inconscientes do pensamento (que foram rejeitados como defeituosos) é um meio de produzir prazer cômico, pois aqui o inconsciente sofre ação do consciente e estabelece uma catexia pré-consciente; é fácil compreender isso já que requer decerto um dispêndio maior de energia estabelecer uma catexia pré-consciente do que dar livre trânsito a uma inconsciente. Quando, ao ouvir um pensamento que soa como se formado no inconsciente, nós o comparamos com sua correção, emerge em nós uma diferença na despesa da qual procede o prazer cômico. Um chiste que utiliza o raciocínio falho como sua técnica, parecendo portanto absurdo, pode desse modo produzir simultaneamente um efeito cômico. O efeito cômico depende dos significados e dos sentidos que o pensamento desencadeia no decodificador da mensagem. Da mesma forma o efeito cômico no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, depende dos significados e dos sentidos que o pensamento desencadeia no decodificador ou ouvinte da mensagem.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

A história do caldeirão emprestado que foi devolvido com um furo (ver em [1]), é um excelente exemplo de efeito puramente cômico, derivado ao conceder-se trânsito livre ao modo inconsciente do pensamento. Deve-se lembrar que o sujeito que tomou o empréstimo, interrogado, respondeu primeiramente que não tinha em absoluto tomado o caldeirão emprestado, em segundo lugar que este já tinha um furo quando o tomara emprestado, e finalmente que o devolvera perfeito e sem o furo. Este mútuo cancelamento pelos vários pensamentos, cada um dos quais é válido em si mesmo, é precisamente o que não ocorre no inconsciente. Nos sonhos, em que os modos de pensamento do inconsciente são de fato manifestos, não há conseqüentemente nada como um ‘ou-ou’, apenas uma justaposição simultânea. No exemplo de um sonho que, apesar de sua complicação, escolhi em meu A Interpretação de Sonhos como espécimen do trabalho de interpretação, tentei livrar-me eu próprio da reprovação de ter fracassado em aliviar uma paciente de suas dores, através do tratamento psíquico. Minhas razões foram: (1) que ela própria era responsável por sua doença já que não aceitaria minha solução; (2) que suas dores tinham origem orgânica e, pois, não me interessavam; (3) que suas dores conectavam-se com sua viuvez, pela qual evidentemente eu não era responsável e (4) suas dores eram devidas à injeção tomada em uma seringa infectada, que alguém mais lhe aplicara. Todos estas razões postavam-se lado a lado, como se não fossem mutuamente exclusivas. Fui obrigado a substituir o ‘e’ do sonho por um ‘ou-ou’ para escapar à carga de nonsense.

Há uma história cômica similar de uma vila húngara onde o ferreiro fora condenado à pena capital. O burgomestre resolveu, entretanto, que um alfaiate e não o ferreiro devia ser enforcado, pois havia dois alfaiates na cidade mas não havia um segundo ferreiro e o crime devia ser expiado. Um deslocamento como esse da figura da pessoa culpada contraria naturalmente todas as leis da lógica consciente, mas, em absoluto, o modo de pensamento do inconsciente. Não hesito em chamar cômica a essa história, embora tenha incluído a do caldeirão entre os chistes. Admitirei agora que essa última história é muito mais bem descrita como ‘cômica’ que como um chiste. Mas agora compreendo como é que meu sentimento usualmente tão seguro, pôde deixar-me em dúvida quanto a essa história ser cômica ou um chiste. Eis um caso em que não posso chegar a uma decisão com base em meu sentimento - ou seja, quando se trata de um caso em que o cômico se origina da descoberta de um modo de pensamento que é adequado exclusivamente ao inconsciente. Tal história pode ser ao mesmo tempo cômica e chistosa; ela me dará a impressão de ser um chiste, mesmo que seja meramente cômica, porque o uso do raciocínio falho do inconsciente evoca-me os chistes, tal como o fazem as manobras para a descoberta do que não é manifestamente cômico (ver em [1]).

 

Dediquei muito esforço a essa questão, maximamente delicada, em meus argumentos - a relação entre os chistes e o cômico; suplementarei o que já disse com algumas asserções negativas. Devo inicialmente chamar a atenção para o fato de que o exemplo de convergência entre os chistes e o cômico, que estou tratando, não é idêntico ao primeiro (ver em [1]). É verdade que a distinção é bastante sutil, mas posso fazê-las com certeza. No caso anterior, o cômico originou-se da descoberta do automatismo psíquico. Isto não é, entretanto, em absoluto, peculiar apenas ao inconsciente, nem desempenha qualquer papel marcante na técnica dos chistes. Só acidentalmente, o desmascaramento se relaciona aos chistes, servindo a alguma outra técnica de chiste, tal como a representação pelo oposto. Mas no caso de dar livre trânsito aos modos inconscientes do pensamento, a convergência dos chistes e do cômico é necessária, já que o mesmo método, usado aqui pela primeira pessoa do chiste como técnica de liberação do prazer deve produzir, por sua própria natureza, prazer cômico na terceira pessoa.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes dependem do inconsciente e do nonsense e do absurdo, e que o cômico depende da liberação de prazer cômico na terceira pessoa.

Mattanó aponta que os chistes dependem do inconsciente e do nonsense e do absurdo, e que o cômico depende da liberação de prazer cômico na terceira pessoa. E que tanto os chistes quanto o cômico tem seus significados e sentidos e seus contextos.

 

MATTANÓ

(16/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes dependem do inconsciente e do nonsense e do absurdo, e que o cômico depende da liberação de prazer cômico na terceira pessoa. E que tanto os chistes quanto o cômico tem seus significados e sentidos e seus contextos. Da mesma forma os chistes depende do inconsciente e do nonsense, do absurdo enquanto que o cômico depende da liberação do prazer cômico na terceira pessoa, também no mundo e na realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Podia-se ser tentado a generalizar a partir desse último caso e procurar a relação dos chistes com o cômico na noção de que o efeito dos chistes sobre a terceira pessoa ocorre de acordo com o mecanismo do prazer cômico. Mas não se trata disso. O contato com o cômico não há absolutamente de ser constatado em todos os chistes ou mesmo na maioria deles; na maioria dos casos, pelo contrário, traça-se uma nítida distinção entre os chistes e o cômico. Quando quer que um chiste consiga escapar ao aparecimento do nonsense - isto é, na maioria dos chistes acompanhados de duplo sentido e alusão - não há vestígio de qualquer efeito semelhante ao cômico a ser encontrado no ouvinte. Isso pode ser testado por exemplos que dei anteriormente, ou em alguns casos novos que posso apresentar:

Telegrama de felicitações a um jogador que está completando setenta anos: ‘Trente et quarente’. (Divisão (ver em [1] e [2]) com alusão.)

Hevesi, em alguma parte, descreve o processo de manufatura de tabaco: ‘As folhas amarelo-brilhantes… eram imersas em uma calda (dipped in a sauce) e temperadas nesse molho (sauced in this dip).’ (Uso múltiplo do mesmo material.)

Madame de Maintenon era conhecida como ‘Madame de Maintenant‘. (Modificação de um nome.)

O professor Kastner (ver em [1]) disse ao Príncipe que se postava defronte a um telescópio, durante uma demonstração: ‘Alteza, bem sei que sois “durchläuchtig (ilustre)”, mas não sois “durchsichtig (transparente)”.’

 

O Conde Andrássy era conhecido como ‘Ministro do Belo Exterior’.

Podia-se também pensar que, de qualquer modo, todos os chistes com uma fachada de nonsense pareçam cômicos, devendo produzir um efeito cômico. Mas devo lembrar que chistes desse tipo muito freqüentemente afetam o ouvinte de outra forma e provocam desconcerto e uma tendência ao repúdio (ver em [1]). Isso evidentemente depende de que o nonsense de um chiste pareça cômico ou como mero nonsense ordinário - não investigamos ainda o fator determinante. Limitamos portanto nossa conclusão à asserção de que os chistes são, por sua natureza, distintos do cômico e apenas convergirão com este, por um lado, em certos casos especiais, e por outro, no seu objetivo de obter prazer de fontes intelectuais.

Durante essas investigações das relações entre os chistes e o cômico, revelou-se para nós uma distinção que devemos enfatizar como de máxima importância, apontando, ao mesmo tempo, para uma principal característica do cômico. Achamo-nos obrigados a localizar no inconsciente o prazer dos chistes; não há razão semelhante para fazer a mesma localização no caso do cômico. Pelo contrário, todas as análises que fizemos até aqui indicam que a fonte do prazer cômico é a comparação entre duas despesas, que atribuímos, ambas, ao pré-consciente. Os chistes e o cômico distinguem-se principalmente em sua localização psíquica; pode-se dizer que o chiste é a contribuição feita ao cômico pelo domínio do inconsciente.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que está no inconsciente o prazer dos chistes e não está no inconsciente o prazer do cômico. O prazer do cômico é a comparação entre duas despesas, que atribuímos, ao pré-consciente. O prazer dos chistes é o nonsense e o absurdo, o jogo de palavras.

Mattanó aponta que está no inconsciente o prazer dos chistes e não está no inconsciente o prazer do cômico. O prazer do cômico é a comparação entre duas despesas, que atribuímos, ao pré-consciente. O prazer dos chistes é o nonsense e o absurdo, o jogo de palavras. Contudo em ambos os casos decodificamos significados, sentidos e contextos que reforçam e ajudam a discriminar o evento em função.

 

MATTANÓ

(16/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor está no inconsciente o prazer dos chistes e não está no inconsciente o prazer do cômico. O prazer do cômico é a comparação entre duas despesas, que atribuímos, ao pré-consciente. O prazer dos chistes é o nonsense e o absurdo, o jogo de palavras. Contudo em ambos os casos decodificamos significados, sentidos e contextos que reforçam e ajudam a discriminar o evento em função. Da mesma forma o prazer dos chistes está no inconsciente enquanto que o prazer do cômico não está, está, sim, no pré-consciente, pois depende de uma comparação entre duas despesas, mesmo no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

Não há necessidade de lamentar essa digressão já que a relação dos chistes com o cômico foi a razão pela qual fomos forçados a uma investigação do cômico. Mas é certamente tempo de voltar a nosso tópico anterior - a discussão do método que serve para tornar cômicas as coisas. Consideramos primeiro a caricatura e o desmascaramento, porque derivamos destes algumas indicações para a análise do cômico na mímica. Em regra, inquestionavelmente, a mímica é permeada pela caricatura - a exageração de traços que não seriam de outro modo marcantes (ver em [1]) -, e envolve também a característica da degradação. Mas isso não exaure sua natureza. Não posso negar que ela seja, por si, uma extraordinária fonte de prazer cômico, pois rimos particularmente da fidelidade de alguma imitação. Não é fácil fornecer uma explicação satisfatória disso a não ser que se esteja preparado para adotar a concepção mantida por Bergson (1900) que aproxima o cômico na mímica ao cômico devido à descoberta do automatismo psíquico. A opinião de Bergson é que tudo, em uma pessoa viva, que faça pensar em um mecanismo inanimado, tem efeito cômico. Sua fórmula quanto a isso exprime-se como ‘mécanisation de la vie‘. Explica o cômico na mímica a partir de um problema levantado por Pascal em seu Pensées: por que é que se ri quando são comparadas duas faces similares nenhuma das quais é cômica em si mesma? ‘O que é vivo, segundo nossa expectativa, nunca há de ser repetido exatamente idêntico. Quando constatamos tal repetição, sempre suspeitamos de um mecanismo subjacente à coisa viva.’ [Bergson, 1900, 35.] Quando são vistas duas faces, que se assemelham uma à outra intimamente, pensamos em duas impressões de um mesmo molde ou de algum processo mecânico similar. Em suma, a causa do riso seria, em tais casos, a divergência do vivo com o inanimado, ou, como se diria, a degradação do vivo no inanimado (ibid., 35). Se, ademais, aceitamos estas plausíveis sugestões de Bergson, não acharemos difícil incluir sua concepção sob nossa própria fórmula. A experiência tem ensinado que toda coisa viva difere de tudo o mais e requer uma espécie de despesa para nossa compreensão; desapontamo-nos se, em conseqüência de uma completa conformidade ou de uma mímica enganadora, não necessitamos fazer nenhuma nova despesa. Desapontamo-nos no sentido de um alívio, sendo descarregada pelo riso a despesa com a expectativa que se tornou supérflua. A mesma fórmula cobriria todos os casos que Bergson considera de rigidez cômica (‘raideur‘) - costumes profissionais, idéias fixas e torneios de expressão repetidos em toda ocasião possível. Todos estes casos se reduziriam à comparação entre a despesa com a expectativa e a despesa efetivamente requisitada para a compreensão de algo que persiste sendo idêntico; a maior quantidade necessitada pela expectativa basear-se-ia na observação da multiplicidade e plasticidade das coisas viventes. No caso da mímica, conseqüentemente, a fonte do prazer cômico não seria o cômico da situação mas o da expectativa (ver em [1]).

Já que derivamos, em geral, o prazer cômico da comparação, obrigamo-nos a examinar o próprio cômico da comparação; este, de fato, serve como um método de tornar cômicas as coisas. Nosso interesse nessa questão há de aumentar quando lembrarmos que também no caso das analogias, freqüentemente constatávamos que nosso ‘sentimento’ nos deixava em apuros quanto a decidir se alguma coisa devia ser considerada como um chiste ou simplesmente cômica (ver em [1]).

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o cômico está na comparação entre duas situações.

Mattanó aponta que o cômico está na comparação entre duas situações, ou seja, no contexto e nos significados e sentidos oriundos delas.

 

MATTANÓ

(17/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico está na comparação entre duas situações, ou seja, no contexto e nos significados e sentidos oriundos delas. Da mesma forma o cômico no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura está na comparação entre duas situações.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

O assunto, deve-se admitir, merece tratamento mais cuidadoso que o que nossos interesses aqui possam devotar-lhe. O principal atributo que procuramos em uma analogia é sua adequação - isto é, se convoca a atenção para uma conformidade realmente presente em duas coisas diferentes. O prazer original na redescoberta da mesma coisa (Gross, 1899, 153 [e anteriormente, em [1]]) não é o único motivo que favorece o uso das analogias; há o fato ulterior de que as analogias sejam capazes de uma utilização que acarreta um alívio do trabalho intelectual - isto é, se seguimos a prática usual de comparar o que é menos conhecido com o que é mais conhecido, ou o abstrato com o concreto, elucidando pela comparação o que é mais estranho ou mais difícil. Toda comparação como essa, especialmente de algo abstrato com algo concreto, envolve certa degradação e certa economia na despesa com a abstração (no sentido da mimética ideacional) (ver em [1]) mas, naturalmente, não é suficiente para permitir que a característica do cômico seja claramente posta em proeminência. Não emerge repentina, mas gradualmente, do prazer do alívio acarretado pela comparação. Há uma abundância de casos que simplesmente margeiam o cômico e a respeito dos quais podia-se duvidar quanto a apresentarem a característica do cômico. A comparação torna-se indiscutivelmente cômica se ocorrer uma elevação no nível da diferença na despesa com a abstração em duas coisas a serem comparadas, se algo sério e estranho, especialmente de natureza moral ou intelectual, é comparado com algo trivial e inferior. O prévio prazer do alívio e a contribuição dos determinantes da mimética ideacional podem talvez explicar a gradual transição, condicionada por fatores quantitativos, do prazer geral ao prazer cômico, durante a comparação. Sem dúvida evitarei incompreensões se acentuar o fato de que não atribuo o prazer cômico nas analogias ao contraste entre as duas coisas comparadas mas à diferença entre as duas despesas com a abstração. Quando uma coisa não familiar, difícil de ser apreendida, algo que é abstrato e efetivamente sublime em uma acepção intelectual, é declarada corresponde a algo familiar e inferior, cuja imaginação implica completa ausência de despesa da abstração, então a coisa abstrata é, ela própria, desmascarada como algo igualmente inferior. O cômico da comparação é assim reduzido a um caso de degradação.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que através da comparação onde ocorre a abstração a despesa com a abstração em duas coisas a serem comparadas, se algo sério e estranho, de natureza moral ou intelectual, é comparado com algo trivial e inferior, assim não há prazer cômico nas analogias ao contraste entre duas coisas comparadas, mas à diferença entre as duas despesas com a abstração que pode levar ao desmascaramento como algo igualmente inferior ou como um caso de degradação.

Mattanó aponta que através da comparação onde ocorre a abstração a despesa com a abstração em duas coisas a serem comparadas, se algo sério e estranho, de natureza moral ou intelectual, é comparado com algo trivial e inferior, assim não há prazer cômico nas analogias ao contraste entre duas coisas comparadas, mas à diferença entre as duas despesas com a abstração que pode levar ao desmascaramento como algo igualmente inferior ou como um caso de degradação. A diferença entre as duas despesas deve-se a economia com a abstração que pode levar a algo sério e estranho, de natureza moral ou intelectual, sendo comparado com algo trivial e inferior ou como um caso de degradação que pode ser de degeneração através dos seus significados e sentidos, ou seja, moralmente inferior ou feio. Um bom exemplo de degradação é o meu problema com as autoridades que tentam me humilhar e me envergonhar, me inferiorizando, me chamando de louco e de incapaz, de tarado e de ladrão, de corrupto e de pedófilo por causa do meu trabalho e da minha formação acadêmica profissional na UEL, que também tentam me estuprar e me matar por causa de Deus, de Jesus Cristo e de Nossa Senhora me chamando de alienígena e de contaminado sem exames conclusivos, e que atribuem a telepatia a minha pessoa sem exames que comprovem isto! E que atrapalham a minha vida sexual e da minha família atrapalhando a sexualidade e a masturbação, o coito e a higiene pessoal e os cuidados com a família e o trabalho fomentando delírios e alucinações que aterrorizam a mente, o comportamento e a vida sexual de todos! Outro exemplo de degradação é atribuir comportamento de usuário de cocaína e de viagra sem eu ser usuário de cocaína e de viagra só porque eu ouvi virtualmente que existe autoridade e laboratório de medicamento inserindo cocaína na minha medicação e que meu tio L. R. P. administra viagra para mim de alguma forma que eu não conheço e para manter essa violência, pedofilia e estupro virtual!

 

MATTANÓ

(17/05/2021)

 

 

 

Mattanó aponta que a política é reflexo dos ritos sócio-econômicos de seu país e que o país é reflexo de seus ritos sócio-institucionais com as demais nações ou o mundo e é produto de seu desenvolvimento, ordem e progresso.

 

MATTANÓ

(17/05/2021)

 

 

Mattanó faz um chiste sobre sua história de vida:
¨Minha história de vida é a mesma coisa que estar dentro de um pinico e os outros ficarem jogando merda!¨

Temos um nonsense e algo absurdo, incoerente e engraçado, revelando que os chistes podem denotar algo de engraçado através do humor, e também de sofrimento e de sujeira, de bode expiatório, de refém que sofre violência, revelando que os chistes mostram a história de vida do falante ou do codificador através do inconsciente.

 

MATTANÓ

(17/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor através da comparação onde ocorre a abstração a despesa com a abstração em duas coisas a serem comparadas, se algo sério e estranho, de natureza moral ou intelectual, é comparado com algo trivial e inferior, assim não há prazer cômico nas analogias ao contraste entre duas coisas comparadas, mas à diferença entre as duas despesas com a abstração que pode levar ao desmascaramento como algo igualmente inferior ou como um caso de degradação. A diferença entre as duas despesas deve-se a economia com a abstração que pode levar a algo sério e estranho, de natureza moral ou intelectual, sendo comparado com algo trivial e inferior ou como um caso de degradação que pode ser de degeneração através dos seus significados e sentidos, ou seja, moralmente inferior ou feio. Um bom exemplo de degradação é o meu problema com as autoridades que tentam me humilhar e me envergonhar, me inferiorizando, me chamando de louco e de incapaz, de tarado e de ladrão, de corrupto e de pedófilo por causa do meu trabalho e da minha formação acadêmica profissional na UEL, que também tentam me estuprar e me matar por causa de Deus, de Jesus Cristo e de Nossa Senhora me chamando de alienígena e de contaminado sem exames conclusivos, e que atribuem a telepatia a minha pessoa sem exames que comprovem isto! E que atrapalham a minha vida sexual e da minha família atrapalhando a sexualidade e a masturbação, o coito e a higiene pessoal e os cuidados com a família e o trabalho fomentando delírios e alucinações que aterrorizam a mente, o comportamento e a vida sexual de todos! Outro exemplo de degradação é atribuir comportamento de usuário de cocaína e de viagra sem eu ser usuário de cocaína e de viagra só porque eu ouvi virtualmente que existe autoridade e laboratório de medicamento inserindo cocaína na minha medicação e que meu tio L. R. P. administra viagra para mim de alguma forma que eu não conheço e para manter essa violência, pedofilia e estupro virtual! Da mesma forma a comparação ocorre com a abstração em duas coisas a serem separadas no mundo e na realidade virtuais, na Palavra e na Sagrada Escritura, por exemplo, comparando o exemplo de degradação de minha vida e de minha consciência através de Deus e do Diabo, duas coisas separadas que promovem abstrações separadas.

 

MATTANÓ
(25/08/2025)

 

 

 

 

 

Uma comparação pode, entretanto, como já vimos, ter um caráter de chiste, sem vestígio de mesclagem cômica - precisamente, quando evita a degradação. A comparação da verdade com uma tocha que não pode ser levada através de uma multidão sem queimar as barbas de alguém (ver em [1]) tem um puro caráter de chiste, pois restitui um torneio expressivo esvaziado (a ‘tocha da verdade’) a seu valor pleno, e não é cômica porque a tocha é um objeto que, embora concreto, não carece de certa dignidade. Mas uma comparação pode facilmente ser cômica e chistosa, independentemente uma coisa da outra, desde que a comparação pode vir em socorro de certas técnicas do chiste, tal como a unificação ou a alusão. Dessa forma a comparação, por Nestroy, da memória a um ‘armazém’ (ver em [1]) é a um tempo cômica e chistosa - cômica devido à extraordinária degradação que o conceito psicológico suporta ao ser comparado a um ‘armazém’ e chistosa porque a pessoa que utiliza a comparação é um caixeiro, que estabelece assim, pela comparação, uma bastante inesperada unificação entre a psicologia e sua profissão. A expressão de Heine ‘até que finalmente rebentaram todos os botões dos calções da minha paciência’ (ver em [1]) parece à primeira vista não mais que um notável exemplo de uma comparação comicamente degradante; mas à consideração ulterior lhe são permitidas também as características de chiste, já que a comparação, a serviço da alusão, viola a região do obsceno, conseguindo pois liberar o prazer no obsceno. O mesmo material, por uma coincidência que admitidamente não é aleatória, fornece-nos uma produção de prazer que tem o caráter de chiste e é simultaneamente cômica. Se as condições de um favorecem a gênese do outro, sua união tem um efeito perturbador sobre o ‘sentimento’ que se supõe informar se deparamos com um chiste ou com algo cômico, só se podendo chegar a uma decisão através da investigação atenta, que se tenha libertado de qualquer predisposição para uma espécie de prazer particular.

Conquanto possa ser atraente acompanhar os determinantes mais íntimos da produção de prazer cômico, o autor deve ter em mente que nem sua formação nem sua ocupação diária justificam a extensão de sua investigação além da esfera dos chistes; ele deve confessar que o tópico das comparações cômicas o faz particularmente ciente de sua inabilidade.

Portanto prontamente recordamos que muitas autoridades não reconhecem a nítida distinção conceptual e material entre os chistes e o cômico, a cujo estabelecimento descobrimo-nos levados, considerando os chistes simplesmente como o ‘cômico do discurso’ ou ‘das palavras’. Comentamos anteriormente que nos acreditávamos capazes de distinguir um dito cômico de um chiste:

‘Com um forcado e muito esforço

sua mãe pescou-o do ensopado.’ (ver em [1])

 

é meramente cômico; o comentário de Heine sobre as quatro castas entre os habitantes de Göttingen - ‘professores, estudantes, filisteus e asnos’ (ver em [2]) é par excellence um chiste.

 

Para algo intencionalmente cômico tomarei como modelo o ‘Wippchen‘ de Stettenheim. As pessoas chamam a Stettenheim ‘espirituoso’ porque ele possui em alto grau o dom de evocar o cômico. Esta capacidade, de fato, determina adequadamente o ‘espírito’ que alguém ‘tem’ em contraste com o ‘chiste’ que ‘faz’. Não se poder negar que as cartas de Wippchen, o correspondente de Bernau, são também ‘espirituosas’ na medida em que estão salpicadas de chistes de toda classe, entre os quais alguns autenticamente bem-sucedidos (e.g. de uma exposição de selvagens: ‘em uniforme de gala’). Mas o que dá a estas produções seu caráter peculiar não são tais chistes separados, mas o quase excessivo cômico do discurso que flui através deles. O ‘Wippchen’ foi, sem dúvida, originalmente pretendido como uma figura satírica, uma modificação do ‘Schmock’ de Gustav Freytag, um desses indivíduos incultos que usam mal e dilapidam a reserva cultural de uma nação; mas a satisfação, que o autor desfrutava nos efeitos cômicos realizados na pintura dessa personagem, evidentemente foi relegando pouco a pouco o propósito satírico a segundo plano. As produções de Wippchen são, em sua maior parte, nonsense cômico. O autor utilizou a disposição agradável obtida pela acumulação desses êxitos para introduzir (justificavelmente, deve-se dizer), junto com material perfeitamente permissível, toda classe de sensaborias que, por si próprias, não seriam toleráveis. O nonsense de Wippchen produz um efeito específico devido a uma técnica peculiar. Se se considera mais detalhadamente a esses ‘chistes’, fica-se especialmente impressionado por alguns tipos que fornecem seu caráter a toda a produção. Wippchen utiliza predominantemente combinações (amalgamações), modificações de rodeios habituais de expressão - citações e substituições de alguns elementos comuns neles por formas de expressão mais pretensiosas e pesadas. Esta característica, incidentalmente, aproxima-se das técnicas dos chistes.

Eis, por exemplo, algumas amalgamações (extraídas do prefácio e da primeira página de toda a série):

‘A Turquia tem dinheiro wie Heu am Meere [como feno pelo mar]’. Composto de duas expressões ‘Dinheiro wie Heu [como feno]’ e ‘Dinheiro wie Sand am Meere [como areia pelo mar]’.

 

Ou, ‘Não sou mais que uma coluna despojada de suas folhas, que dá testemunho da glória finda’ - condensado de ‘uma árvore despojada de suas folhas’ e ‘uma coluna que… etc.’.

Ou, ‘Onde está o fio de Ariadne que me afastará da Cila deste estábulo de Augias?’, para o qual três lendas gregas contribuíram com um elemento.

As modificações e as substituições podem ser sumarizadas sem muita dificuldade. Sua natureza pode ser verificada nos seguintes exemplos, característicos de Wippchen e por trás dos quais corre o lampejo de uma outra expressão verbal, mais corrente e usualmente mais vulgar, reduzida, pois, a clichê:

‘Mir Papier und Tinte höher zu hängen [pendurar o papel e a tinta muito alto para mim].’ Usamos a expressão ‘einen den Brotkorb höher hängen [pendurar muito alto a cesta de pão - pôr alguém em meia-ração]’ metaforicamente para ‘pôr alguém em circunstâncias mais difíceis’. Portanto por que não estender a metáfora a outro material?

‘Batalhas em que, algumas vezes, os russos puxam menos [i. e. partem em segundo lugar] e outras vezes, puxam mais.’ Apenas a primeira dessas expressões [den Kürzeren ziehen‘ ‘puxar menos’] é de uso comum; mas, em vista de sua derivação, não é um absurdo pôr em circulação também a segunda.

‘Quando eu era ainda jovem, o Pégaso acordava dentro de mim.’ Se introduzíssemos ‘o poeta’ ao invés de ‘Pégaso’, encontraríamos um clichê autobiográfico, desgastado pelo uso freqüente. É verdade que ‘Pégaso’ não é um substitutivo adequado para ‘poeta’, mas há uma relação conceptual entre ambas, sendo ‘Pégaso’ uma palavra altissonante.

‘Assim vivi eu os espinhosos sapatos da infância.’ Um símile em vez de simples declaração. ‘Dei Kinderschuhe austreten‘ [‘gastar os sapatos da infância’, ‘deixar a nursery para trás’] é uma das imagens conectadas com o conceito de infância.

Da profusão de outras produções de Wippchen, algumas podem ser acentuadas como puros exemplos do cômico. Por exemplo, um desapontamento cômico: ‘Por horas a luta flutuou, até que finalmente permaneceu indecisa’. Ou um desmascaramento cômico (da ignorância): ‘Clio, a Medusa da História’. Ou citações tais como: ‘Habent sua fata morgana‘. Mas nosso interesse é suscitado principalmente pelas amalgamações e modificações porque estas repetem familiares técnicas do chiste. Podemos, por exemplo, comparar com as modificações chistes tais como ‘ele tem um grande futuro após si’ (ver em [1]), ou ‘er hat ein Ideal vor dem Kopf‘ (ver em [2]) ou o chiste de modificações de Lichtenberg ‘novos balneários curam bem’ (ver em [3]) etc. Deverão as produções de Wippchen que usam a mesma técnica ser chamadas chistes? Ou em que diferirão destes?

Não é difícil responder. Recordemos que os chistes apresentam uma dupla face a seu ouvinte, forçando-o a adotar dois pontos de vista diferentes a seu respeito. Em um chiste de nonsense, como os últimos mencionados, uma concepção, a que leva em conta a expressão verbal, considera-o como nonsense; a outra, que acompanha as insinuações fornecidas, passa pelo inconsciente do ouvinte e descobre-lhe um excelente sentido. Nas produções de Wippchen, semelhantes a chistes, uma das faces está em branco, como se fora rudimentar: uma cabeça de Janus, com apenas uma das faces desenvolvidas. Se permitimos à técnica nos enganar, levando-nos ao inconsciente, lá nada encontramos. As amalgamações não nos conduzem a nenhum caso em que as duas coisas amalgamadas produzem um novo significado; se tentamos uma análise, elas separam-se completamente. As modificações e substituições conduzem, como fazem os chistes, a uma verbalização usual e familiar, mas a própria modificação ou substituição nada nos diz de novo e, via de regra, efetivamente, nada nos diz de possível ou utilizável. Portanto, sobra apenas uma das perspectivas de tais ‘chistes’ - a de serem nonsense. Resta-nos simplesmente decidir se escolheremos chamar tais produções, que se livraram de uma das essenciais características dos chistes, de ‘maus’ chistes, ou se nem mesmo as consideraremos chistes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes apresentam uma dupla face. Nas produções de Wippchen, semelhantes a chistes, uma das faces está em branco, como se fora rudimentar: uma cabeça de Janus, com apenas uma das faces desenvolvidas. Se permitimos à técnica nos enganar, levando-nos ao inconsciente, lá nada encontramos. As amalgamações não nos conduzem a nenhum caso em que as duas coisas amalgamadas produzem um novo significado; se tentamos uma análise, elas separam-se completamente. As modificações e substituições conduzem, como fazem os chistes, a uma verbalização usual e familiar, mas a própria modificação ou substituição nada nos diz de novo e, via de regra, efetivamente, nada nos diz de possível ou utilizável. Portanto, sobra apenas uma das perspectivas de tais ‘chistes’ - a de serem nonsense.

Mattanó aponta que os chistes apresentam uma dupla face. Nas produções de Wippchen, semelhantes a chistes, uma das faces está em branco, como se fora rudimentar: uma cabeça de Janus, com apenas uma das faces desenvolvidas. Se permitimos à técnica nos enganar, levando-nos ao inconsciente, lá nada encontramos. As amalgamações não nos conduzem a nenhum caso em que as duas coisas amalgamadas produzem um novo significado; se tentamos uma análise, elas separam-se completamente. As modificações e substituições conduzem, como fazem os chistes, a uma verbalização usual e familiar, mas a própria modificação ou substituição nada nos diz de novo e, via de regra, efetivamente, nada nos diz de possível ou utilizável. Portanto, sobra apenas uma das perspectivas de tais ‘chistes’ - a de serem nonsense. É pelo nonsense que é realizado pela verbalização que descobrimos o seu excelente sentido. Desta forma, percebemos que as produções linguísticas chistosas apresentam um significado e um excelente sentido descobertos pela verbalização e pela decodificação do chiste.

 

MATTANÓ

(18/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes apresentam uma dupla face. Nas produções de Wippchen, semelhantes a chistes, uma das faces está em branco, como se fora rudimentar: uma cabeça de Janus, com apenas uma das faces desenvolvidas. Se permitimos à técnica nos enganar, levando-nos ao inconsciente, lá nada encontramos. As amalgamações não nos conduzem a nenhum caso em que as duas coisas amalgamadas produzem um novo significado; se tentamos uma análise, elas separam-se completamente. As modificações e substituições conduzem, como fazem os chistes, a uma verbalização usual e familiar, mas a própria modificação ou substituição nada nos diz de novo e, via de regra, efetivamente, nada nos diz de possível ou utilizável. Portanto, sobra apenas uma das perspectivas de tais ‘chistes’ - a de serem nonsense. É pelo nonsense que é realizado pela verbalização que descobrimos o seu excelente sentido. Desta forma, percebemos que as produções linguísticas chistosas apresentam um significado e um excelente sentido descobertos pela verbalização e pela decodificação do chiste. Da mesma forma produção verbais virtuais no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, apresentam um significado e um sentido para serem descobertos pela verbalização, pela codificação do chiste, mesmo que virtual.

 

MATTANÓ
(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Chistes rudimentares como esses sem dúvida produzem um efeito cômico, que podemos explicar de mais de uma maneira. Ou o cômico procede da descoberta de modos de pensamento do inconsciente, como nos casos considerados anteriormente (ver em [1]), ou o prazer deriva da comparação com um chiste completo. Nada nos impede de supor que ambas as maneiras de gerar prazer cômico convergem aqui. Não é impossível que, aqui, a inadequação do apoio solicitado aos chistes seja precisamente o que converte o nonsense em nonsense cômico.

Pois há outros casos, facilmente inteligíveis, em que uma inadequação dessa espécie, quando comparada ao que devia ser efetuado, torna o nonsense irresistivelmente cômico. A contraparte dos chistes - os enigmas (ver em [1]) - pode talvez nos oferecer melhores exemplos disso que os próprios chistes. Por exemplo, eis uma ‘adivinhação faceta’ (ver em [2]) ‘O que é que se pendura na parede e onde alguém pode secar suas mãos?’ Teríamos um enigma idiota se a resposta fosse ‘uma toalha de mão’. Mas tal resposta é rejeitada. - ‘Não, um arenque.’ - ‘Mas, pelo amor de Deus’, começa o enfurecido protesto, ‘um arenque ninguém pendura na parede’. ‘Você pode pendurá-lo lá.’ - ‘Mas quem é que, no mundo, vai enxugar suas mãos em um arenque?’ - ‘Bem’, é a confortante resposta, ‘você de fato não tem que fazer isso.’ Esta explicação, dada através de dois típicos deslocamentos, mostra quão longe esta adivinhação se acha de um autêntico enigma; devido a sua absoluta inadequação parece-nos ser - em vez de ser apenas absurdamente idiota - irresistivelmente cômica. Deste modo, fracassando em cumprir condições essenciais, os chistes, os enigmas e outras coisas, que não produzem prazer cômico por si, tornam-se fontes do prazer cômico.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que os chistes tornam o nonsense cômico e os enigmas também podem oferecer uma ideia irresistivelmente cômica pela sua absoluta inadequação e idiotice, produzindo prazer cômico, sendo assim fontes do prazer cômico.

Mattanó aponta que os chistes tornam o nonsense cômico e os enigmas também podem oferecer uma ideia irresistivelmente cômica pela sua absoluta inadequação e idiotice, produzindo prazer cômico, sendo assim fontes do prazer cômico. O prazer cômico deriva dos significados e dos sentidos que o enigma evoca.

 

MATTANÓ

(18/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os chistes tornam o nonsense cômico e os enigmas também podem oferecer uma ideia irresistivelmente cômica pela sua absoluta inadequação e idiotice, produzindo prazer cômico, sendo assim fontes do prazer cômico. O prazer cômico deriva dos significados e dos sentidos que o enigma evoca. Da mesma forma os chiste no mundo e na realidade virtuais podem tornar o nonsense cômico, e os enigmas uma ideia cômica, inadequada e idiota, produzindo prazer cômico através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Há menos dificuldades em compreender o caso do cômico involuntário no discurso, que encontramos realizado, tão freqüentemente quanto estes nos agradam, por exemplo, nos poemas de Friederike Kempner (1891):

 

Contra a vivisecção

 

Ein unbekanntes Band der Seelen kettet

Den Menschen an das arme Tier.

Das Tier hat einem Willen - ergo Seele -

Wenn auch’ ne kleinere als wir.

 

Ou a conversação de um casal de amantes:

 

O contraste

 

‘Wie glücklish bin ich’, ruft sie leise,

 ‘Auch ich’, sagt lauter ihr Gemahl

 ‘Es macht mich deine Art und Weise

Sehr stolz auf meine gute Wah!’

 

Nada aqui nos faz pensar em chistes. Mas sem dúvida há uma inadequação nesses ‘poemas’ que os torna cômicos - a extraordinária deselegância de sua expressão, sua conexão com os mais corriqueiros e jornalísticos torneios expressivos, a simplória limitação de seu pensamento, a ausência de qualquer vestígio de matéria ou forma poética. A despeito disso tudo, entretanto, não é óbvio porque consideramos cômicos os poemas de Kempner. Consideramos muitos produtos similares nada mais que chocantemente ruins; não nos fazem rir mas irritam-nos. Porém é precisamente a grandeza da distância que os separa do que esperamos de um poema que impõe a nós a perspectiva cômica; se tal diferença nos parecesse menor, inclinar-nos-íamos antes a criticar que a rir. Além disso, o efeito cômico dos poemas de Kempner é assegurado por uma circunstância subsidiária - as inequivocamente boas intenções do autor e a peculiar sinceridade de sentimento, que desarma nosso escárnio ou nossa irritação, e que sentimos subjacente a suas expressões incompetentes.

Aqui recordamos um problema cuja consideração tínhamos adiado. A diferença na despesa é, sem dúvida, a condição básica determinante do prazer cômico; mas a observação revela que essa diferença não leva invariavelmente à geração do prazer. Que outras condições deverão estar presentes ou que perturbações hão de ser coibidas para que o prazer cômico possa efetivamente se originar da diferença na despesa? Antes de nos voltarmos para a resposta dessa questão concluiremos essa discussão com uma clara asserção de que o cômico no discurso não coincide com os chistes, e que os chistes devem portanto ser algo diferente do cômico no discurso. (ver em [1])

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a diferença na despesa entre os chistes e o cômico denotam o seu discurso.

Mattanó aponta que a diferença na despesa entre chistes e o cômico denotam o seu discurso e comportamento, e como serão os significados e os sentidos, e que essa diferença na despesa é o contexto.

 

MATTANÓ

(18/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a diferença na despesa entre chistes e o cômico denotam o seu discurso e comportamento, e como serão os significados e os sentidos, e que essa diferença na despesa é o contexto. Da mesma forma a diferença entre os chistes e o cômico denotam seu discurso e comportamento virtual através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Agora que estamos a ponto de nos aproximar de uma resposta à última questão, quanto às condições necessárias para a gênese do prazer cômico a partir da diferença na despesa, podemos nos permitir um alívio que não deixará de nos proporcionar prazer. Uma réplica acurada a essa questão seria idêntica a uma descrição exaustiva da natureza do cômico, para a qual não reivindicamos nem capacidade nem autoridade. Deveremos nos contentar novamente em lançar luz sobre o problema do cômico apenas na medida em que este contrasta claramente com o problema dos chistes.

Toda teoria do cômico sofre objeção por parte de seus críticos quanto ao escopo dela; sua definição desconsidera o que é essencial ao cômico: ‘O cômico baseia-se no contraste entre as idéias’. ‘Sim, na medida em que esse contraste produza um efeito cômico, e não de outra qualquer natureza.’ ‘O sentimento do cômico origina-se do desapontamento de uma expectativa.’ ‘Sim, a não ser que o desapontamento seja de fato doloroso.’ Sem dúvida, as objeções são justificáveis, mas deveremos superestimá-las apenas se concluirmos que o traço essencial do cômico escapou até aqui à detecção. O que prejudica a validade universal dessas definições são as condições indispensáveis para a geração do prazer cômico; mas não necessitamos pesquisar nelas a essência do cômico. De qualquer modo, só será fácil descartarmos as objeções e esclarecermos as contradições nas definições desde que suponhamos que a origem do prazer cômico está na comparação da diferença entre duas despesas. O prazer cômico e o efeito pelo qual é conhecido - o riso - só se manifestam se essa diferença não é utilizável e, pois, capaz de descarga. Não obtemos qualquer efeito gratificante, mas no máximo um transitório sentimento de prazer no qual não emerge a característica do cômico, se a diferença é transferida para outro uso, tão logo seja reconhecida. Assim como artifícios especiais têm que ser adotados no caso dos chistes para impedir a utilização em outra parte da despesa, reconhecida como supérflua (ver em [1]), também o prazer cômico só aparecerá em circunstâncias que garantam essa mesma condição. Por esta razão, sendo extraordinariamente numerosas as ocasiões em nossa vida ideacional onde ocorrem tais diferenças na despesa, são, relativamente, bastante raras as ocasiões em que o cômico emerge dessas diferenças.

Duas observações impõem-se a quem quer que estude, mesmo superficialmente, as condições da geração do cômico a partir da diferença na despesa. Primeiro, há casos em que o cômico aparece habitualmente e como que por força da necessidade, e, inversamente, há outros casos em que parece inteiramente dependente das circunstâncias e do ponto de vista do observador. Mas, em segundo lugar, diferenças extraordinariamente grandes com freqüência conseguem vencer as condições desfavoráveis, de modo que o cômico emerge apesar delas. Em conexão com a primeira dessas observações, seria possível estabelecer duas classes - a inevitavelmente cômica e a ocasionalmente cômica - embora devamos estar preparados para, desde o início, renunciar à esperança de descobrir a inevitabilidade do cômico da primeira classe, livre de exceções. Seria tentador investigar as condições determinantes das duas classes.

As condições, algumas das quais reunimos como o ‘isolamento’ da situação cômica, aplicam-se essencialmente à segunda classe. Uma análise mais detida revela os seguintes fatos:

(a) A condição mais favorável para a produção do prazer cômico é geralmente uma disposição eufórica, em que se está ‘inclinado a rir’. Em uma euforia produzida toxicamente quase tudo parece cômico, provavelmente pela comparação com a despesa no estado normal. De fato, o cômico, e todos os métodos similares de obtenção de prazer da atividade mental não são mais que maneiras de restabelecer disposição prazenteira - euforia a partir de um único ponto de abordagem, quando ela não se apresenta como disposição geral da psique.

(b) Um efeito similarmente favorável é produzido por uma expectativa do cômico, ao se estar em harmonia com o prazer cômico. Por essa razão, se a intenção de tornar algo cômico é comunicada a alguém, são suficientes diferenças de grau tão baixo que nem seriam notadas se ocorressem involuntariamente na experiência dessa pessoa. Quem quer que se disponha a ler um livro cômico ou vá ao teatro assistir a uma comédia deve a esta intenção sua capacidade de rir de coisas que dificilmente lhe pareceriam cômicas em sua vida normal. Em último recurso, está a recordação de ter rido e a expectativa de rir, de modo que rimos ao ver o ator cômico chegar ao palco, antes que esse último possa ter envidado algum esforço por fazer-nos rir. Por esta razão, sentimo-nos envergonhados de ter rido de tal peça, depois que ela acaba.

(c) As condições desfavoráveis para o cômico procedem do tipo de atividade mental em que uma pessoa particular se ocupa no momento. O trabalho imaginativo ou intelectual, demandando a sérios objetivos, interfere com a capacidade de catexia para a descarga - catexia que a elaboração requer para seu deslocamento - de modo que apenas diferenças inesperadamente grandes na despesa são capazes de fazer irromper o prazer cômico. Especialmente desfavoráveis para o cômico são todos os tipos de processos intelectuais, suficientemente remotos do que é perceptual, para fazer chegar a um fim a mimética ideacional. Não há lugar deixado para o cômico na reflexão abstrata, exceto quando esse modo de pensamento é repentinamente interrompido.

(d) A oportunidade de liberação do prazer cômico desaparece também se a atenção focalizar precisamente a comparação da qual o cômico pode emergir. Em tais circunstâncias o que teria, de outra forma, sido o mais seguro dos efeitos cômicos perde sua força. Um movimento ou função não pode ser cômico para uma pessoa cujo interesse se dirija para a comparação dele com um padrão que se tem anteriormente em mente. Assim o examinador não acha cômico o nonsense que o candidato produziu em sua ignorância; isso o irrita, enquanto os colegas do candidato, mais interessados na sorte que ele há de ter do que no quanto ele saiba, divertem-se francamente com o mesmo nonsense. Um instrutor de ginástica ou dança dificilmente atenta para o cômico nos movimentos de seu alunos; e um sacerdote desconsidera inteiramente o cômico nas fraquezas humanas enquanto um escritor de comédias poderá trazê-las à luz com grande efetividade. O processo cômico não suporta ser hipercatexizado pela atenção; deve poder tomar seu curso, passando inadvertido - a este respeito, incidentalmente, comporta-se como os chistes (ver em [1]). Seria, entretanto, contraditório com a nomenclatura de ‘processos da consciência’ que utilizei, com boas razões, em  A Interpretação de Sonhos, se procurasse considerar o processo cômico como necessariamente inconsciente. Antes, faz parte do pré-consciente; e tais processos, que se desenvolvem no pré-consciente mas carecem da catexia da atenção à qual está conectada a consciência, podem adequadamente receber o nome de ‘automáticos’. O processo de comparar despesas deve continuar sendo automático se lhe cabe produzir prazer cômico.

(e) O cômico sofre interferência se a situação, da qual deve se desenvolver, origina, ao mesmo tempo, a liberação de um forte afeto. Em tal caso, uma descarga da diferença operativa é, via de regra, fora de questão. Os afetos, disposição e atitude do indivíduo em cada caso particular, fazem compreensível que o cômico surja e se esvaia de acordo com o ponto de vista de cada pessoa particular, só havendo, em caso excepcionais, um cômico absoluto. A contingência ou a relatividade do cômico é, portanto, muito maior que a do chiste, que nunca ocorre em função da própria concordância mas é invariavelmente feito, e no qual as condições, sob as quais pode encontrar aceitação, são observáveis no momento em que é construído. A geração do afeto é a mais intensa de todas as condições que interferem no cômico e sua importância a este respeito tem sido universalmente reconhecida. Por esta razão tem-se dito que o sentimento cômico nasce com mais facilidade em casos mais ou menos indiferentes, onde não estejam envolvidos fortemente sentimentos e interesses. Mas precisamente nos casos onde há uma liberação de afeto pode-se observar uma diferença particularmente forte na despesa, produzida pelo automatismo da liberação. Quando o Coronel Butler responde às advertências de Octavio, exclamando ‘com um riso amargurado’: ‘Agradecimentos da Casa da Áustria!’, sua amargura não o impede de rir. O riso aplica-se à lembrança do desapontamento que acredita ter sofrido; por outro lado, a magnitude desse desapontamento não pode ser retratada de modo mais impressionante por um dramaturgo que pela demonstração de sua capacidade de impor a si mesmo um riso em meio à tempestade dos sentimentos liberados. Inclino-me a pensar que essa explicação é aplicável a todos os casos onde o riso ocorre em circunstâncias não gratificantes, acompanhado de emoções intensamente dolorosas ou tensas.

(f) Se acrescento agora que a geração do prazer cômico pode ser encorajada por algumas outras circunstâncias agradáveis acompanhantes, como se por uma espécie de efeito de contágio (operado da mesma forma que o princípio do prazer preliminar nos chistes tendenciosos), teremos mencionado condições, que governam o prazer cômico, bastantes para nossos propósitos, embora não tenhamos decerto arrolado todas elas. Podemos então constatar que essas condições, tanto quanto a inconstância e a contingência do efeito cômico, não podem ser explicadas tão facilmente por qualquer outra hipótese diferente da derivação do efeito cômico da descarga de uma diferença que, sob as mais variáveis circunstâncias, poderia ser utilizada de outras formas.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que: ‘O cômico baseia-se no contraste entre as idéias’. ‘Sim, na medida em que esse contraste produza um efeito cômico, e não de outra qualquer natureza.’ ‘O sentimento do cômico origina-se do desapontamento de uma expectativa.’ ‘Sim, a não ser que o desapontamento seja de fato doloroso.’ Sem dúvida, as objeções são justificáveis, mas deveremos superestimá-las apenas se concluirmos que o traço essencial do cômico escapou até aqui à detecção. O que prejudica a validade universal dessas definições são as condições indispensáveis para a geração do prazer cômico; mas não necessitamos pesquisar nelas a essência do cômico. De qualquer modo, só será fácil descartarmos as objeções e esclarecermos as contradições nas definições desde que suponhamos que a origem do prazer cômico está na comparação da diferença entre duas despesas. O prazer cômico e o efeito pelo qual é conhecido - o riso - só se manifestam se essa diferença não é utilizável e, pois, capaz de descarga. Não obtemos qualquer efeito gratificante, mas no máximo um transitório sentimento de prazer no qual não emerge a característica do cômico, se a diferença é transferida para outro uso, tão logo seja reconhecida.

  • A condição mais favorável para a produção do prazer cômico é geralmente uma disposição eufórica, em que se está ‘inclinado a rir’. Em uma euforia produzida toxicamente quase tudo parece cômico, provavelmente pela comparação com a despesa no estado normal.
  • Um efeito similarmente favorável é produzido por uma expectativa do cômico, ao se estar em harmonia com o prazer cômico. Por essa razão, se a intenção de tornar algo cômico é comunicada a alguém, são suficientes diferenças de grau tão baixo que nem seriam notadas se ocorressem involuntariamente na experiência dessa pessoa. Quem quer que se disponha a ler um livro cômico ou vá ao teatro assistir a uma comédia deve a esta intenção sua capacidade de rir de coisas que dificilmente lhe pareceriam cômicas em sua vida normal. Em último recurso, está a recordação de ter rido e a expectativa de rir, de modo que rimos ao ver o ator cômico chegar ao palco, antes que esse último possa ter envidado algum esforço por fazer-nos rir. Por esta razão, sentimo-nos envergonhados de ter rido de tal peça, depois que ela acaba.
  • As condições desfavoráveis para o cômico procedem do tipo de atividade mental em que uma pessoa particular se ocupa no momento. O trabalho imaginativo ou intelectual, demandando a sérios objetivos, interfere com a capacidade de catexia para a descarga - catexia que a elaboração requer para seu deslocamento - de modo que apenas diferenças inesperadamente grandes na despesa são capazes de fazer irromper o prazer cômico. Especialmente desfavoráveis para o cômico são todos os tipos de processos intelectuais, suficientemente remotos do que é perceptual, para fazer chegar a um fim a mimética ideacional.
  • A oportunidade de liberação do prazer cômico desaparece também se a atenção focalizar precisamente a comparação da qual o cômico pode emergir. Em tais circunstâncias o que teria, de outra forma, sido o mais seguro dos efeitos cômicos perde sua força. Um movimento ou função não pode ser cômico para uma pessoa cujo interesse se dirija para a comparação dele com um padrão que se tem anteriormente em mente. Assim o examinador não acha cômico o nonsense que o candidato produziu em sua ignorância; isso o irrita, enquanto os colegas do candidato, mais interessados na sorte que ele há de ter do que no quanto ele saiba, divertem-se francamente com o mesmo nonsense. Um instrutor de ginástica ou dança dificilmente atenta para o cômico nos movimentos de seu alunos; e um sacerdote desconsidera inteiramente o cômico nas fraquezas humanas enquanto um escritor de comédias poderá trazê-las à luz com grande efetividade.
  • Os afetos, disposição e atitude do indivíduo em cada caso particular, fazem compreensível que o cômico surja e se esvaia de acordo com o ponto de vista de cada pessoa particular, só havendo, em caso excepcionais, um cômico absoluto. A contingência ou a relatividade do cômico é, portanto, muito maior que a do chiste, que nunca ocorre em função da própria concordância mas é invariavelmente feito, e no qual as condições, sob as quais pode encontrar aceitação, são observáveis no momento em que é construído.

(f) Se acrescento agora que a geração do prazer cômico pode ser encorajada por algumas outras circunstâncias agradáveis acompanhantes, como se por uma espécie de efeito de contágio.

Mattanó aponta que o cômico baseia-se no contraste entre as idéias’. ‘Sim, na medida em que esse contraste produza um efeito cômico, e não de outra qualquer natureza.’ ‘O sentimento do cômico origina-se do desapontamento de uma expectativa.’ ‘Sim, a não ser que o desapontamento seja de fato doloroso.’ Sem dúvida, as objeções são justificáveis, mas deveremos superestimá-las apenas se concluirmos que o traço essencial do cômico escapou até aqui à detecção. O que prejudica a validade universal dessas definições são as condições indispensáveis para a geração do prazer cômico; mas não necessitamos pesquisar nelas a essência do cômico. De qualquer modo, só será fácil descartarmos as objeções e esclarecermos as contradições nas definições desde que suponhamos que a origem do prazer cômico está na comparação da diferença entre duas despesas. O prazer cômico e o efeito pelo qual é conhecido - o riso - só se manifestam se essa diferença não é utilizável e, pois, capaz de descarga. Não obtemos qualquer efeito gratificante, mas no máximo um transitório sentimento de prazer no qual não emerge a característica do cômico, se a diferença é transferida para outro uso, tão logo seja reconhecida. Quando a catexia do prazer nâo é utilizável ela produz o riso que não é reconhecido e quando é utilizável produz algum comportamento ou algo reconhecido.

(a) A condição mais favorável para a produção do prazer cômico é geralmente uma disposição eufórica, em que se está ‘inclinado a rir’. Em uma euforia produzida toxicamente quase tudo parece cômico, provavelmente pela comparação com a despesa no estado normal. A euforia é uma descarga de prazer onde você se vê inclinado a rir, onde tudo parece cômico.

(b) Um efeito similarmente favorável é produzido por uma expectativa do cômico, ao se estar em harmonia com o prazer cômico. Por essa razão, se a intenção de tornar algo cômico é comunicada a alguém, são suficientes diferenças de grau tão baixo que nem seriam notadas se ocorressem involuntariamente na experiência dessa pessoa. Quem quer que se disponha a ler um livro cômico ou vá ao teatro assistir a uma comédia deve a esta intenção sua capacidade de rir de coisas que dificilmente lhe pareceriam cômicas em sua vida normal. Em último recurso, está a recordação de ter rido e a expectativa de rir, de modo que rimos ao ver o ator cômico chegar ao palco, antes que esse último possa ter envidado algum esforço por fazer-nos rir. Por esta razão, sentimo-nos envergonhados de ter rido de tal peça, depois que ela acaba. A expectativa do cômico produz comportamentos no indivíduo com suas expectativas e planejamentos para o futuro ou situação desejada que afetam o fazer rir.

(c) As condições desfavoráveis para o cômico procedem do tipo de atividade mental em que uma pessoa particular se ocupa no momento. O trabalho imaginativo ou intelectual, demandando a sérios objetivos, interfere com a capacidade de catexia para a descarga - catexia que a elaboração requer para seu deslocamento - de modo que apenas diferenças inesperadamente grandes na despesa são capazes de fazer irromper o prazer cômico. Especialmente desfavoráveis para o cômico são todos os tipos de processos intelectuais, suficientemente remotos do que é perceptual, para fazer chegar a um fim a mimética ideacional. O trabalho imaginativo e intelectual, demandando sérios objetivos, interfere no comportamento de rir de algo cômico e até de interpretar alguma situação como cômica através de suas contingências que moralizam o comportamento através de condições desfavoráveis.

(d)  A oportunidade de liberação do prazer cômico desaparece também se a atenção focalizar precisamente a comparação da qual o cômico pode emergir. Em tais circunstâncias o que teria, de outra forma, sido o mais seguro dos efeitos cômicos perde sua força. Um movimento ou função não pode ser cômico para uma pessoa cujo interesse se dirija para a comparação dele com um padrão que se tem anteriormente em mente. Assim o examinador não acha cômico o nonsense que o candidato produziu em sua ignorância; isso o irrita, enquanto os colegas do candidato, mais interessados na sorte que ele há de ter do que no quanto ele saiba, divertem-se francamente com o mesmo nonsense. Um instrutor de ginástica ou dança dificilmente atenta para o cômico nos movimentos de seu alunos; e um sacerdote desconsidera inteiramente o cômico nas fraquezas humanas enquanto um escritor de comédias poderá trazê-las à luz com grande efetividade. O trabalho comparativo também extingue o cômico e o comportamento de rir através da educação e da socialização.

(e) Os afetos, disposição e atitude do indivíduo em cada caso particular, fazem compreensível que o cômico surja e se esvaia de acordo com o ponto de vista de cada pessoa particular, só havendo, em caso excepcionais, um cômico absoluto. A contingência ou a relatividade do cômico é, portanto, muito maior que a do chiste, que nunca ocorre em função da própria concordância mas é invariavelmente feito, e no qual as condições, sob as quais pode encontrar aceitação, são observáveis no momento em que é construído. O ponto de vista de cada indivíduo é capaz de determinar o cômico e o não cômico, o comportamento de rir e de não rir, através de suas regras.

(f) Se acrescento agora que a geração do prazer cômico pode ser encorajada por algumas outras circunstâncias agradáveis acompanhantes, como se por uma espécie de efeito de contágio. O contágio do prazer cômico pode se realizar filogeneticamente através da sua espécie, ontogenéticamente através da sua individualidade, culturalmente e socialmente através das suas comunidades e famílias, filosoficamente através das suas especulações acerca do mundo e da vida, espiritualmente através da religiosidade, vivencialmente através da sua vida e das suas relações, e cosmicamente através das suas relações com o mundo, o universo e os seres do universo.

 

MATTANÓ

(18/05/2021)

 

 

OUTRA FORMA DE TRATAR E CURAR A PULSÃO AUDITIVA DE MATTANÓ DE

1995 (2021):

Mattanó aponta que outra forma de tratar e curar as consequências e o comportamento da

pulsão auditiva de Mattanó de 1995 é efetuar a substituição do objeto primário de descarga pelo objeto secundário de descarga, ou seja, passar do processo primário para o processo secundário do pensamento onde ocorre a troca ou substituição do objeto mais primitivo por um mais desenvolvido e sociável. Assim se temos o objeto ¨hare hama¨ e trocamos por ¨dare mama¨ ou ¨dá mamᨠque é o objeto primitivo, iremos para o objeto mais desenvolvido e sociável que é ¨hare hama¨ que é justamente o real ou o do princípio da realidade e não o do princípio do prazer que surge com ¨dare mama¨ e ¨dá mamᨠproduzindo loucura, alienação e lavagem cerebral, e até confusão mental, despersonalização e tortura.

Outra forma de tratar e curar as consequências e o comportamento da pulsão auditiva de Mattanó de 1995 é fazendo a Teoria da Abundância de Mattanó com a substituição do objeto mais primitivo pelo mais desenvolvido e sociável, ou seja, você substitui (o objeto primário ou mais primitivo) seu comportamento, inconsciente, funcionalidade, significados e sentidos, conceitos, contextos, simbologias, conclusões e interpretações, sonhos, etc., deixa de se orientar por regras e por sua literalidade, controle e razões e passa a usar (o objeto mais desenvolvido e sociável) a sua consciência que é orientada pela atenção e pela intenção, que age como uma Hóstia Viva ou uma célula viva que age milagrosamente transformando tudo e o meio ambiente de forma que você fique adaptado e adquira liberdade para viver e liberdade para aprender e ensinar a viver.

 

MATTANÓ

(18/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico baseia-se no contraste entre as idéias’. ‘Sim, na medida em que esse contraste produza um efeito cômico, e não de outra qualquer natureza.’ ‘O sentimento do cômico origina-se do desapontamento de uma expectativa.’ ‘Sim, a não ser que o desapontamento seja de fato doloroso.’ Sem dúvida, as objeções são justificáveis, mas deveremos superestimá-las apenas se concluirmos que o traço essencial do cômico escapou até aqui à detecção. O que prejudica a validade universal dessas definições são as condições indispensáveis para a geração do prazer cômico; mas não necessitamos pesquisar nelas a essência do cômico. De qualquer modo, só será fácil descartarmos as objeções e esclarecermos as contradições nas definições desde que suponhamos que a origem do prazer cômico está na comparação da diferença entre duas despesas. O prazer cômico e o efeito pelo qual é conhecido - o riso - só se manifestam se essa diferença não é utilizável e, pois, capaz de descarga. Não obtemos qualquer efeito gratificante, mas no máximo um transitório sentimento de prazer no qual não emerge a característica do cômico, se a diferença é transferida para outro uso, tão logo seja reconhecida. Quando a catexia do prazer nâo é utilizável ela produz o riso que não é reconhecido e quando é utilizável produz algum comportamento ou algo reconhecido.

(a) A condição mais favorável para a produção do prazer cômico é geralmente uma disposição eufórica, em que se está ‘inclinado a rir’. Em uma euforia produzida toxicamente quase tudo parece cômico, provavelmente pela comparação com a despesa no estado normal. A euforia é uma descarga de prazer onde você se vê inclinado a rir, onde tudo parece cômico.

(b) Um efeito similarmente favorável é produzido por uma expectativa do cômico, ao se estar em harmonia com o prazer cômico. Por essa razão, se a intenção de tornar algo cômico é comunicada a alguém, são suficientes diferenças de grau tão baixo que nem seriam notadas se ocorressem involuntariamente na experiência dessa pessoa. Quem quer que se disponha a ler um livro cômico ou vá ao teatro assistir a uma comédia deve a esta intenção sua capacidade de rir de coisas que dificilmente lhe pareceriam cômicas em sua vida normal. Em último recurso, está a recordação de ter rido e a expectativa de rir, de modo que rimos ao ver o ator cômico chegar ao palco, antes que esse último possa ter envidado algum esforço por fazer-nos rir. Por esta razão, sentimo-nos envergonhados de ter rido de tal peça, depois que ela acaba. A expectativa do cômico produz comportamentos no indivíduo com suas expectativas e planejamentos para o futuro ou situação desejada que afetam o fazer rir.

(c) As condições desfavoráveis para o cômico procedem do tipo de atividade mental em que uma pessoa particular se ocupa no momento. O trabalho imaginativo ou intelectual, demandando a sérios objetivos, interfere com a capacidade de catexia para a descarga - catexia que a elaboração requer para seu deslocamento - de modo que apenas diferenças inesperadamente grandes na despesa são capazes de fazer irromper o prazer cômico. Especialmente desfavoráveis para o cômico são todos os tipos de processos intelectuais, suficientemente remotos do que é perceptual, para fazer chegar a um fim a mimética ideacional. O trabalho imaginativo e intelectual, demandando sérios objetivos, interfere no comportamento de rir de algo cômico e até de interpretar alguma situação como cômica através de suas contingências que moralizam o comportamento através de condições desfavoráveis.

(d)  A oportunidade de liberação do prazer cômico desaparece também se a atenção focalizar precisamente a comparação da qual o cômico pode emergir. Em tais circunstâncias o que teria, de outra forma, sido o mais seguro dos efeitos cômicos perde sua força. Um movimento ou função não pode ser cômico para uma pessoa cujo interesse se dirija para a comparação dele com um padrão que se tem anteriormente em mente. Assim o examinador não acha cômico o nonsense que o candidato produziu em sua ignorância; isso o irrita, enquanto os colegas do candidato, mais interessados na sorte que ele há de ter do que no quanto ele saiba, divertem-se francamente com o mesmo nonsense. Um instrutor de ginástica ou dança dificilmente atenta para o cômico nos movimentos de seu alunos; e um sacerdote desconsidera inteiramente o cômico nas fraquezas humanas enquanto um escritor de comédias poderá trazê-las à luz com grande efetividade. O trabalho comparativo também extingue o cômico e o comportamento de rir através da educação e da socialização.

(e) Os afetos, disposição e atitude do indivíduo em cada caso particular, fazem compreensível que o cômico surja e se esvaia de acordo com o ponto de vista de cada pessoa particular, só havendo, em caso excepcionais, um cômico absoluto. A contingência ou a relatividade do cômico é, portanto, muito maior que a do chiste, que nunca ocorre em função da própria concordância mas é invariavelmente feito, e no qual as condições, sob as quais pode encontrar aceitação, são observáveis no momento em que é construído. O ponto de vista de cada indivíduo é capaz de determinar o cômico e o não cômico, o comportamento de rir e de não rir, através de suas regras.

(f) Se acrescento agora que a geração do prazer cômico pode ser encorajada por algumas outras circunstâncias agradáveis acompanhantes, como se por uma espécie de efeito de contágio. O contágio do prazer cômico pode se realizar filogeneticamente através da sua espécie, ontogenéticamente através da sua individualidade, culturalmente e socialmente através das suas comunidades e famílias, filosoficamente através das suas especulações acerca do mundo e da vida, espiritualmente através da religiosidade, vivencialmente através da sua vida e das suas relações, e cosmicamente através das suas relações com o mundo, o universo e os seres do universo.

Da mesma forma o cômico se representa e se satisfaz através da Palavra e da Sagrada Escritura que podem oferecer uma interpretação cômica através de suas ferramentas que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

O cômico da sexualidade e da obscenidade mereceriam consideração mais detalhada, mas podemos apenas aflorá-lo aqui com alguns comentários. O ponto de partida seria, uma vez mais [como no caso dos chistes obscenos, em [1]], o desnudamento. Um desnudamento eventual tem em nós um efeito cômico porque comparamos a facilidade com que desfrutamos essa visão com a grande despesa, que de outro modo nos seria solicitada para atingir esse fim. Assim, o caso se aproxima do inocentemente cômico, mas é mais simples. Todo desnudamento de uma terceira pessoa nos faz espectadores (ou audiência no caso do smut) e equivale a tornar cômica a pessoa desnudada. Verificamos que é tarefa dos chistes tomar o lugar do smut, abrindo, novamente, o acesso a uma fonte perdida de prazer cômico. Oposto a isso, o presenciamento de um desnudamento não é um caso de cômico para a testemunha, porque seu próprio esforço em fazer isso veda-lhe a condição determinante do prazer cômico: nada resta além do prazer sexual do que é visto. Se a testemunha o descreve a alguém, a pessoa que foi testemunhada torna-se cômica outra vez, porque predomina o sentido de que a última omitiu a despesa necessária para ocultar sua intimidade. Fora isto, as esferas da sexualidade e da obscenidade oferecem a maior ocasião para a obtenção do prazer cômico juntamente com uma agradável excitação sexual; pois elas podem mostrar os seres humanos em sua dependência das funções corporais (degradação) ou podem revelar os requisitos físicos subjacentes à proclamação do amor mental (desmascaramento).

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que todo desnudamento de uma terceira pessoa nos faz espectadores (ou audiência no caso do smut) e equivale a tornar cômica a pessoa desnudada. Verificamos que é tarefa dos chistes tomar o lugar do smut, abrindo, novamente, o acesso a uma fonte perdida de prazer cômico. O cômico na sexualidade e na obscenidade aparece no desnudamento e que esse desnudamento testemunhado não é um caso de cômico para a testemunha pois seu próprio esforço em fazer isso veda-lhe a condição determinante do prazer cômico, mas quando a testemunha descreve alguém, a pessoa que foi testemunhada torna-se cômica, pois predomina o sentido de que a última omitiu a despesa necessária para ocultar a sua intimidade. Fora isto, as esferas da sexualidade e da obscenidade oferecem a maior ocasião para a obtenção do prazer cômico juntamente com uma agradável excitação sexual; pois elas podem mostrar os seres humanos em sua dependência das funções corporais (degradação) ou podem revelar os requisitos físicos subjacentes à proclamação do amor mental (desmascaramento).

Mattanó aponta que todo desnudamento de uma terceira pessoa nos faz espectadores (ou audiência no caso do smut) e equivale a tornar cômica a pessoa desnudada. Verificamos que é tarefa dos chistes tomar o lugar do smut, abrindo, novamente, o acesso a uma fonte perdida de prazer cômico. O cômico na sexualidade e na obscenidade aparece no desnudamento e que esse desnudamento testemunhado não é um caso de cômico para a testemunha pois seu próprio esforço em fazer isso veda-lhe a condição determinante do prazer cômico, mas quando a testemunha descreve alguém, a pessoa que foi testemunhada torna-se cômica, pois predomina o sentido de que a última omitiu a despesa necessária para ocultar a sua intimidade. Fora isto, as esferas da sexualidade e da obscenidade oferecem a maior ocasião para a obtenção do prazer cômico juntamente com uma agradável excitação sexual; pois elas podem mostrar os seres humanos em sua dependência das funções corporais (degradação), pois as funções corporais buscam a homeostase consumindo energia corporal ou podem revelar os requisitos físicos subjacentes à proclamação do amor mental (desmascaramento) que é o trabalho mental de interpretação do inconsciente. A degradação e o desmascaramento agem sustentando uma a outra favorecendo a homeostase e o bem-estar bio-psico-social de cada indivíduo. A degradação e o desmascaramento possibilitam a formação dos significados, dos sentidos, dos conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, gestalts e insights, relações sociais, chistes, fantasias, atos falhos, lapsos de linguagem, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, piadas e humor, afetividade, arquétipos, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, sonhos, desejos e desejos de dormir, conteúdos latentes e conteúdos manifestos, vida anímica, imunidade, homeostase, genótipo e fenótipo, história de vida, conclusões e interpretações finais, etc..

 

MATTANÓ

(19/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor todo desnudamento de uma terceira pessoa nos faz espectadores (ou audiência no caso do smut) e equivale a tornar cômica a pessoa desnudada. Verificamos que é tarefa dos chistes tomar o lugar do smut, abrindo, novamente, o acesso a uma fonte perdida de prazer cômico. O cômico na sexualidade e na obscenidade aparece no desnudamento e que esse desnudamento testemunhado não é um caso de cômico para a testemunha pois seu próprio esforço em fazer isso veda-lhe a condição determinante do prazer cômico, mas quando a testemunha descreve alguém, a pessoa que foi testemunhada torna-se cômica, pois predomina o sentido de que a última omitiu a despesa necessária para ocultar a sua intimidade. Fora isto, as esferas da sexualidade e da obscenidade oferecem a maior ocasião para a obtenção do prazer cômico juntamente com uma agradável excitação sexual; pois elas podem mostrar os seres humanos em sua dependência das funções corporais (degradação), pois as funções corporais buscam a homeostase consumindo energia corporal ou podem revelar os requisitos físicos subjacentes à proclamação do amor mental (desmascaramento) que é o trabalho mental de interpretação do inconsciente. A degradação e o desmascaramento agem sustentando uma a outra favorecendo a homeostase e o bem-estar bio-psico-social de cada indivíduo. A degradação e o desmascaramento possibilitam a formação dos significados, dos sentidos, dos conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, linguagens, gestalts e insights, relações sociais, chistes, fantasias, atos falhos, lapsos de linguagem, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, piadas e humor, afetividade, arquétipos, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, sonhos, desejos e desejos de dormir, conteúdos latentes e conteúdos manifestos, vida anímica, imunidade, homeostase, genótipo e fenótipo, história de vida, conclusões e interpretações finais, etc.. Da mesma forma a proclamação do amor mental (desmascaramento) que é o trabalho mental de interpretação do inconsciente permanece ativo quando lidamos com o mundo e a realidade virtuais, pois esse trabalho ajuda na homeostase e no bem-estar bio-psico-social do indivíduo e em sua relação com a Palavra e a Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ
(25/08/2025)

 

 

 

 

 

Bastante surpreendentemente, encontramos no encantador e sugestivo volume de Bergson, Le rire, um convite a que procuremos uma compreensão do cômico em sua psicogênese. Já entramos em contato (ver em [1]) com as fórmulas de Bergson para captar as características do cômico: ‘mecanisation de la vie‘, ‘substitution quelconque de l’artificiel au naturel’. Percorre ele um curso plausível de pensamentos desde o automatismo até o autômato, e tenta atribuir inúmeros efeitos cômicos a esmaecidas recordações de um brinquedo infantil. Nesta conexão, chega em certo momento a um ponto de vista que, é verdade, ele logo abandona: esforça-se por explicar o cômico como um efeito posterior das alegrias da infância. ‘Peut-être même devrions-nous pousser la simplification plus loin encore, remonter à nos souvenirs les plus anciens, chercher dans les jeux qui amusèrent l’enfant la première ébauche des combinaisons qui font rire l’homme… Trop souvent surtout nous méconnaissons ce qu’il y a d’encore enfantin, pour ainsi dire,dans la plupart de nos émotions joyeuses.’ (Bergson, 1900, 68 s.). Já que referimos os chistes aos jogos infantis com palavras e pensamentos, que tenham sido frustrados pela crítica racional (ver em [1]), não podemos deixar de nos sentir tentados a investigar as raízes infantis das quais Bergson suspeita também no caso do cômico.

Efetivamente, se examinamos a relação do cômico com a criança encontramos inúmeras conexões que parecem promissoras. As próprias crianças nunca nos parecem cômicas de qualquer modo, embora sua natureza satisfaça todas as condições que, comparadas a nossa própria natureza, produzem uma diferença cômica: a despesa excessiva no movimento tanto quanto a pequena despesa intelectual, o domínio das funções mentais pelas corporais, e outras características. Uma criança só produz um efeito cômico em nós quando se conduz não como uma criança mas como um adulto sério, produzindo então o mesmo efeito que outras pessoas que se disfarçassem. Mas na medida em que permanece fiel à sua natureza infantil, sua percepção fornece-nos um prazer puro, que talvez nos evoque levemente o cômico. Nós a chamamos ingênua, na medida em que demonstra faltar-lhe inibição, e descrevemos como ingenuamente cômicas suas enunciações que, em outra pessoa, deveriam ser julgadas obscenidades ou chistes.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica o cômico e as crianças. Entende ele que as crianças só são cômicas quando imitam aos adultos sérios, produzindo o mesmo efeito que outras pessoas que se disfarçam; suas enunciações são ingênuas e demonstram inibição, porém em outras pessoas adultas podem ser julgadas como obscenidades ou chistes.

Mattanó aponta sobre o cômico e as crianças. Entende ele que as crianças só são cômicas quando imitam aos adultos sérios, produzindo o mesmo efeito que outras pessoas que se disfarçam; suas enunciações são ingênuas e demonstram inibição, porém em outras pessoas adultas podem ser julgadas como obscenidades ou chistes. As crianças não estão preparadas para a vida sexual adulta, seja em termos psíquicos, morais, físicos e/ou sexuais, por isso são ingênuas e carecem de educação, cuidado, proteção e socialização, para que o seu desenvolvimento seja normal e livre de abuso e de exploração sexual, livre de pedofilia e de estupro de vulnerável, livre de corrupção de menores.

 

MATTANÓ

(19/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico e as crianças tem suas propriedades. Entende ele que as crianças só são cômicas quando imitam aos adultos sérios, produzindo o mesmo efeito que outras pessoas que se disfarçam; suas enunciações são ingênuas e demonstram inibição, porém em outras pessoas adultas podem ser julgadas como obscenidades ou chistes. As crianças não estão preparadas para a vida sexual adulta, seja em termos psíquicos, morais, físicos e/ou sexuais, por isso são ingênuas e carecem de educação, cuidado, proteção e socialização, para que o seu desenvolvimento seja normal e livre de abuso e de exploração sexual, livre de pedofilia e de estupro de vulnerável, livre de corrupção de menores. Da mesma forma o cômico entre as crianças é diferente do cômico entre dos adultos, também no mundo e na realidade virtuais, com a Palavra e a Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

 

Por outro lado, as crianças carecem do sentimento do cômico. A asserção parece simplesmente dizer que tal sentimento, como muitas outras coisas, só se inicia em certo ponto do curso de desenvolvimento mental; isso não seria absolutamente surpreendente, em especial quando se tem que admitir que tal sentimento já segue claramente em uma idade que devemos considerar como infantil. Não obstante, pode demonstrar que a asserção de que falta às crianças o sentimento do cômico contém mais que elementos auto-evidentes. Em primeiro lugar, é fácil verificar que não poderia ser de outra forma se está correta nossa concepção que deriva o sentimento cômico de uma diferença na despesa, originária do processo de compreensão de uma outra pessoa. Tomemos novamente o cômico no movimento como exemplo. A comparação que fornece a diferença exprime-se (estabelecida em fórmulas conscientes): ‘Assim o faz ele’ ‘Assim devo fazê-lo, assim o faço’. Mas uma criança não dispõe do padrão contido na segunda sentença; compreende simplesmente por imitação: ele o faz exatamente da mesma maneira. A educação da criança apresenta-lhe um padrão; ‘assim se deve fazer’. Se agora ele utiliza o padrão ao fazer a comparação, concluirá facilmente: ‘ele não o faz certo’ e ‘eu posso fazê-lo melhor.’ Neste caso, ri-se de outra pessoa, no sentimento de sua própria superioridade. Nada nos impede de derivar esse riso também de uma diferença na despesa; mas analogamente aos casos em que rimos de pessoas que encontramos, podemos inferir que o sentimento cômico não está presente no riso de superioridade da criança. Esse é um riso de puro prazer. Em nosso próprio caso, quando fazemos um juízo nítido de nossa própria superioridade, simplesmente sorrimos em vez de rir, ou, se rimos, podemos apesar disso, distinguir a conscientização de nossa superioridade da comicidade que nos faz rir (ver em [1] e [2]).

É provavelmente correto dizer que as crianças riem de puro prazer em uma variedade de circunstâncias que sentimos ‘cômicas’ e das quais não podemos achar o motivo, enquanto que os motivos da criança são claros e podem ser formulados. Por exemplo, se alguém escorrega na rua e cai, rimo-nos porque a impressão - não sabemos por que - é cômica. Uma criança ri no mesmo caso devido a um sentimento de superioridade ou Schadenfreud: ‘Você caiu, eu não’. Certos motivos de prazer das crianças parecem perdidos para nós, adultos, e ao contrário, na mesma circunstância, temos um sentimento ‘cômico’ em substituição ao perdido.

 

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o homem adulto ri por superioridade em determinados contextos e que a crianças nestes contextos não o fazem por superioridade, mesmo o imitando, mas o fazem por prazer, por ingenuidade.

Mattanó aponta que o homem adulto ri por superioridade em determinados contextos e que a crianças nestes contextos não o fazem por superioridade, mesmo o imitando, mas o fazem por prazer, por ingenuidade, e que os seus significados e sentidos serão inibidos e ingênuos, ou seja, infantis, enquanto que o do homem adulto será de superioridade.

 

MATTANÓ

(19/05/2021)

 

 

 

Mattanó aponta que o riso de uma criança por seu inibido e ingênuo, infantil, impossibilita a sua libidinização e sexualização conforme propõem as ideias e algumas Teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó a partir de 1995, mas nem todas as Teorias sobre a Pulsão Auditiva, pois nunca ficou muito claro para o autor dessas teorias se a criança acredita ou não acredita e se pensa ou se não pensa nessas ideias sexuais e libidinosas e violentas, até porque o autor acompanha o crescimento e o desenvolvimento de várias crianças de sua família e muito pouco percebe deste comportamento, que por sinal só é evocado quando há associação com o de um adulto e por meio da telepatia e da lavagem cerebral, da violência e da tortura, do estupro virtual e da invasão da intimidade e da privacidade, fora estas poucas provas não acredito muito mais ter testemunhado e sempre acreditei que a criança acredita e decodifica a mensagem e o mundo objetal ao seu modo, de acordo com sua capacidade comportamental, psíquica e cognitiva, e até social e emocional, ou seja, que a vida mune cada fase da vida com suas defesas psíquicas, mesmo que seja a ingenuidade no começo da vida e a demência no final da vida ou o trabalho, a família e a privacidade, a produtividade no meio da vida.

 

MATTANÓ

(19/05/2021)

 

 

TEORIA DA ABUNDÂNCIA DE MATTANÓ (2021):

Mattanó aponta que a sua Teoria da Abundância permite compreender que o eu do indivíduo é a eternidade e o tempo em sua consciência, pois nada se perde, nada se cria, tudo se transforma na Criação! É na consciência que o indivíduo deslumbra a eternidade e o tempo e assim se transforma na Criação!

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o homem adulto ri por superioridade em determinados contextos e que a crianças nestes contextos não o fazem por superioridade, mesmo o imitando, mas o fazem por prazer, por ingenuidade, e que os seus significados e sentidos serão inibidos e ingênuos, ou seja, infantis, enquanto que o do homem adulto será de superioridade. Da mesma forma o homem adulto é capaz de rir por superioridade em determinados contextos, enquanto que as crianças não o fazem, também no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

Se se pudesse generalizar, seria muito atraente colocar a característica específica do cômico, que estamos procurando, em um despertar da infância - considerar o cômico como o ‘último riso da infância’ restabelecido. Podia-se então dizer: ‘Rio-me da diferença da despesa entre uma outra pessoa e eu próprio cada vez que redescubro a criança nela’. Ou, posto mais exatamente, a completa comparação que leva ao cômico seria: ‘Assim ele o faz - Eu o faço de outro modo -, ele o faz como eu costumava fazê-lo em criança’.

Assim o riso se aplicaria à comparação entre o ego do adulto e o ego da criança. Mesmo a falta de uniformidade na diferença cômica - o fato que me parece cômico é uma despesa ora maior, ora menor (ver em [1]) - se adequaria ao determinante infantil; de fato o que é cômico, o é invariavelmente do lado do infantil.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o cômico é um despertar da infância, onde eu o faço como eu costumava fazê-lo em criança. O riso se aplicaria à comparação entre o ego adulto e o ego da criança.

Mattanó aponta que o cômico é um despertar da infância, onde eu o faço como eu costumava fazê-lo em criança. O riso se aplicaria à comparação entre o ego adulto e o ego da criança. Através do cômico o indivíduo restabelece seu lado infantil, inclusive seus comportamentos, linguagem, significados e sentidos para tal contexto como costumava fazê-lo em criança.

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o cômico é um despertar da infância, onde eu o faço como eu costumava fazê-lo em criança. O riso se aplicaria à comparação entre o ego adulto e o ego da criança. Através do cômico o indivíduo restabelece seu lado infantil, inclusive seus comportamentos, linguagem, significados e sentidos para tal contexto como costumava fazê-lo em criança. Da mesma forma o indivíduo utiliza o cômico no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura para que haja um despertar da infância, também através de suas ferramentas que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens  pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:

L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);

G: Gays (homens que se relacionam com homens);

B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);

T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);

Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);

I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);

A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);

P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);

N: Não-binário (sem gênero).

Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.  

 

MATTANÓ

(25/08/2025)

 

 

 

 

 

Isso não é contraditado pelo fato de que, quando as próprias crianças são objeto da comparação, elas não me dão uma impressão cômica, mas puramente agradável; nem é contraditado porque a comparação com o infantil apenas produz um efeito cômico quando qualquer outro uso da diferença é evitado. Pois essas são matérias referentes às condições que controlam a descarga. O que quer que coloque um processo psíquico em conexão com outros opera contra a descarga da catexia excessiva e a põe a serviço de outro uso; o que quer que isole um ato psíquico encoraja a descarga (ver em [1]). Uma atitude consciente para com as crianças como objetos da comparação impossibilita portanto a descarga necessária ao prazer cômico. Somente quando a catexia é pré-consciente (ver em [2]) há uma aproximação com o isolamento tal que, incidentalmente, podemos atribuí-la aos processos mentais também nas crianças. O acréscimo à comparação (‘Assim o fiz também quando criança’), da qual deriva o efeito cômico, só entraria assim em consideração na medida em que estivessem envolvidas diferenças de magnitude médias, e nenhum outro nexo pudesse se apoderar do excesso liberado.

Se prosseguimos com nossas tentativa de descobrir a essência do cômico em uma conexão pré-consciente com o infantil, devemos dar um passo além de Bergson e admitir que a comparação não necessita, para produzir o cômico, despertar os antigos prazeres e o jogo infantil; bastará para isso tocar na natureza infantil em geral e talvez, mesmo, no sofrimento infantil. Aqui nos afastamos de Bergson mas permanecemos em concordância com nós próprios, ao conectarmos o prazer cômico não a um prazer recordado, mas, novamente, a uma comparação. Pode ser que os casos da primeira espécie [conectados ao prazer recordado] coincidam com o irresistível e invariavelmente cômico (ver em [1]).

Recordemos neste ponto o esquema em que detalhávamos anteriormente (ver em [2]) as várias possibilidades cômicas. Dizíamos que a diferença cômica era encontrada alternativamente!

(a) por uma comparação entre uma outra pessoa e eu,

(b) por uma comparação inteiramente no interior da outra pessoa,

(c) por uma comparação inteiramente no interior do eu.

No primeiro destes casos a outra pessoa me apareceria como uma criança; no segundo ela se reduziria à criança; no terceiro eu descobriria a criança em mim.

[a] O primeiro caso incluiria o cômico do movimento e da forma, do funcionamento mental e do caráter. Os fatores infantis correspondentes seriam o impulso ao movimento e o desenvolvimento moral e mental inferior da criança. Assim, por exemplo, uma pessoa estúpida seria cômica para mim, na medida em que me lembrasse uma criança preguiçosa, e seria uma má pessoa se me lembrasse uma criança mal comportada. Só se poderia falar de um prazer infantil perdido para o adulto no caso em que a própria alegria da criança no movimento fosse envolvida.

[b] O segundo caso, em que o cômico depende inteiramente da ‘empatia’, inclui as mais numerosas possibilidades - o cômico da situação, da exageração (caricatura), da mímica, da degradação e do desmascaramento. Este é o caso em que se comprova mais útil o ponto de vista infantil. Pois o cômico da situação é maximamente baseado no embaraço, no qual redescobrimos o desamparo infantil. O pior do embaraço, a interferência de peremptórias solicitações das necessidades naturais em outras funções, corresponde ao incompleto controle pela criança de suas funções corporais. Onde o cômico da situação opera por meio da repetição, baseia-se no peculiar prazer da criança na repetição constante (de pergunta, histórias) que a tornam um aborrecimento para o adulto (ver em [1]) A exageração, que ainda proporciona prazer aos adultos na medida em que a capacidade crítica lhe possa achar uma justificação, é conectada à falta de senso de proporção, peculiar à criança, tanto quanto sua ignorância de todas as relações quantitativas, que vem a conhecer depois das qualitativas. O uso da moderação e do controle, mesmo no caso de impulsos permitidos, é um tardio fruto da educação, adquirido pela mútua inibição das atividades mentais reunidas em uma combinação. Onde tais combinações são enfraquecidas, como no inconsciente dos sonhos ou no monoteísmo das psiconeuroses, a falta de moderação infantil ressurge.

Constatamos dificuldades relativamente grandes na compreensão do cômico na mímica enquanto deixamos o fator infantil fora da descrição. Mas a mímica é a melhor das artes infantis e o motivo diretor da maior parte de seus jogos. A ambição da criança é bem menos se exaltar entre seus iguais do que a imitação dos adultos. A relação das crianças com os adultos é também a base do cômico da degradação, que corresponde à condescendência mostrada pelos adultos em sua atitude relativa à vida das crianças. Pouca coisa dá à criança maior prazer que o fato de um adulto rebaixar-se a seu nível, renunciando à opressiva superioridade e brincando com ela como um seu igual. Esse alívio, que dá à criança um puro prazer, torna-se nos adultos, sob a forma da degradação, um meio de tornar as coisas cômicas e uma fonte do prazer cômico. No que se refere ao desmascaramento, sabemos que remete à degradação.

[c] Encontramos maiores dificuldades em descobrir a base infantil do terceiro caso, o cômico da expectativa, o que inegavelmente explica por que as autoridades que consideraram primeiro este caso em sua discussão do cômico, não encontraram nenhuma ocasião de levar em conta o fator infantil no cômico. O cômico da expectativa é sem dúvida o mais remoto nas crianças; a capacidade de captá-lo é a última a aparecer. Na maior parte dos casos que parecem cômicos a um adulto, uma criança sentiria apenas desapontamento. Podíamos entretanto tomar a faculdade de expectativa ansiosa da criança e sua credulidade como base para compreendermos o fato de parecermos a nós mesmos cômicos ‘como uma criança’ quando deparamos com um desapontamento cômico.

O que dissemos pareceria sugerir uma certa probabilidade de tradução do sentimento cômico assim formulada: ‘As coisas cômicas são aquelas impróprias para um adulto’. Não me sinto apesar disso audaz o bastante para, em virtude de minha atitude global com relação ao problema do cômico, defender esta última asserção com tanta seriedade quanto as anteriores. Sou incapaz de decidir se a degradação à infância é apenas um caso especial de degradação cômica, ou se tudo que é cômico baseia-se fundamentalmente na degradação à infância.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica o cômico e as suas possibilidades cômicas:

(a) por uma comparação entre uma outra pessoa e eu,

(b) por uma comparação inteiramente no interior da outra pessoa,

(c) por uma comparação inteiramente no interior do eu.

E termina explicando que:  ‘As coisas cômicas são aquelas impróprias para um adulto’.

Mattanó aponta que as possibilidades cômicas são aquelas impróprias para um adulto e que assim depende do desenvolvimento cognitivo:

No período Sensório-Motor (0 a 2 anos) onde a criança se integra com o ambiente pela imitação das regras e assim, mesmo que compreenda algumas palavras no final deste período só será capaz da fala imitativa, deste modo seu comportamento e sua adaptação as conseqüências apresentar-se-ão pela imitação, seu contentamento poderá ser seu primeiro episódio manifesto de transcendência, através dos seus Heróis ela adquirirá a fala imitativa, a fala imitativa aprendendo a nomear os objetos internos e externos à ajuda a solucionar seus problemas, por exemplo, com o Novo Coronavírus, como os sintomas. No período Pré-Operatório (2 a 7 anos) acontece o aparecimento da linguagem e assim modificações nos aspectos intelectual, afetivo e social da criança, o pensamento se acelera, surgem sentimentos inter-individuais como o respeito pelos que julga seus superiores, um misto de amor e temor, a moral da obediência, deste jeito o sofrimento e o contentamento, o trabalho e a economia e a globalização já fazem significado e sentido, estará a aprender o seus conceitos que  se modificam através da obediência, a obediência, o respeito e o amor trazem parte da transcendência que ficarão marcados em sua memória, ou seja, em sua adaptação, através de seus ritos com a linguagem e intelectualidade, afetividade e vida social ela experimentará sentimentos inter-individuais e compreenderá  a obediência, a obediência é fundamental para a prática dos ritos e dos Heróis, os sentimentos, a obediência e o respeito, a aprendizagem, a linguagem e a intelectualidade a ajudará a lidar com o Novo Coronavírus e seus problemas como os sintomas e o tratamento. No período de Operações Concretas (dos 7 aos 11 anos) onde a criança começa a usar a lógica e o raciocínio de modo elementar, o sofrimento e o contentamento se dão de  modo lógico e elementar,  a transcendência depende agora do raciocínio lógico e elementar, haverá aqui não somente significado, sentido mas também  conceito de trabalho, economia e globalização para a criança, seus Heróis adquirem elementos e lógica, raciocínio, seus ritos também, a lógica e o raciocínio elementar ajudam a criança a lidar com o Novo Coronavírus e seus problemas e inclusive com o tratamento e suas consequências; o domínio completo se dá no último estágio, o de Operações Formais (após os 12 anos), aqui o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização tornam-se hipotéticos-dedutivos, a transcendência aplica-se hipotética-dedutivamente, seus Heróis tornam-se hipóteses e deduções, abstrações, e seus rituais também. Pode-se dizer que após os 12 anos surge o pensamento hipotético-dedutivo, que lhe proporciona ser capaz de deduzir as conclusões de puras hipóteses e não apenas da observação real compreendendo seus problemas e os dos outros como a indecência sexual, moral, mental, física, social e/ou pública, coisas objetivas e subjetivas, nesta fase a criança aprende a lidar hipotética-dedutivamente com o Novo Coronavírus e seus problemas, porém após os 60 anos de idade o indivíduo poderá começar a apresentar demência e outras doenças que diminuirão sua capacidade hipotética-dedutiva surgindo novos e velhos problemas ligados à decadência física, mental, moral, sexual, social e pública, a transcendência decai cognitivamente, seus Heróis são afetados pela decadência e pela generosidade, seus rituais também, aqui o idoso lida com seus recursos cada vez mais limitados através da demência, com o Novo Coronavírus e seus problemas. Assim a indecência liga-se ao fato de o sujeito descobrir em si à capacidade hipotética-dedutiva e fazer mal uso dela, por exemplo como bullying ou incentivo de violência como o bullying na escola, na igreja, no trabalho, na política, na família, nas amizades, etc.. Deste modo finalizo que pode haver uma nova fase Cognitiva da 3ª Idade onde decaem suas forças físicas e intelectuais, sendo contudo mais vítima do que agressor por causa da demência e decadência existencial, aqui  o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização podem reencontrar a demência. Devemos entender ainda que haja diferenças entre bullying e demência ou alienação mental, no bullying a pessoa é consciente e na demência e alienação mental a pessoa é incapaz de lidar com seu mundo adequadamente e por isso deve ser protegida pelo Estado, pela sociedade e pela família. A demência e alienação mental podem ocorrer em qualquer fase cognitiva, desde bebê até a morte, devo salientar isto. Assim o rito onde há sofrimento e o contentamento é imitativo no primeiro período, depois surgem sentimento inter-individuais e de respeito e de obediência, depois no terceiro período a criança usa a lógica e o raciocínio para elaborar o sofrimento e o contentamento e adaptação, depois  é capaz de efetuar conclusões de puras hipóteses que lhe permitam elaborar o luto e finalmente na 3ª Idade na demência e da decadência e/ou na alienação a pessoa perde ou começa a perder contato com a realidade objetiva, ou seja, com o mundo real, sua cognição se volta para a demência, decadência, alienação e confusão mental e morte. Contudo não estamos a salvo dos Monstros, enfim... Nestas últimas Fases Cognitivas ficarão as informações marcadas na memória e assim será a sua adaptação de 3 formas: fisiológica, morfológica e comportamental. E terminamos especulando que a aprendizagem infantil e cognitiva antes da vida adulta reserva surpresas para a vida adulta, dentre elas o bullying e a demência, e também o cômico que é justamente o olhar para o passado infantil e interpretá-lo de forma cômica através de uma comparação com a vida adulta que termina com a informação e o insight de que isso é impróprio para um adulto! Mesmo que tipicamente decorrente de cada fase cognitiva do seu desenvolvimento, esse comportamento é impróprio para um adulto!

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

Para a Psicanálise do Amor Freud explica o cômico e as suas possibilidades cômicas:

(a) por uma comparação entre uma outra pessoa e eu,

(b) por uma comparação inteiramente no interior da outra pessoa,

(c) por uma comparação inteiramente no interior do eu.

E termina explicando que:  ‘As coisas cômicas são aquelas impróprias para um adulto’.

Mattanó aponta que as possibilidades cômicas são aquelas impróprias para um adulto e que assim depende do desenvolvimento cognitivo:

No período Sensório-Motor (0 a 2 anos) onde a criança se integra com o ambiente pela imitação das regras e assim, mesmo que compreenda algumas palavras no final deste período só será capaz da fala imitativa, deste modo seu comportamento e sua adaptação as conseqüências apresentar-se-ão pela imitação, seu contentamento poderá ser seu primeiro episódio manifesto de transcendência, através dos seus Heróis ela adquirirá a fala imitativa, a fala imitativa aprendendo a nomear os objetos internos e externos à ajuda a solucionar seus problemas, por exemplo, com o Novo Coronavírus, como os sintomas. No período Pré-Operatório (2 a 7 anos) acontece o aparecimento da linguagem e assim modificações nos aspectos intelectual, afetivo e social da criança, o pensamento se acelera, surgem sentimentos inter-individuais como o respeito pelos que julga seus superiores, um misto de amor e temor, a moral da obediência, deste jeito o sofrimento e o contentamento, o trabalho e a economia e a globalização já fazem significado e sentido, estará a aprender o seus conceitos que  se modificam através da obediência, a obediência, o respeito e o amor trazem parte da transcendência que ficarão marcados em sua memória, ou seja, em sua adaptação, através de seus ritos com a linguagem e intelectualidade, afetividade e vida social ela experimentará sentimentos inter-individuais e compreenderá  a obediência, a obediência é fundamental para a prática dos ritos e dos Heróis, os sentimentos, a obediência e o respeito, a aprendizagem, a linguagem e a intelectualidade a ajudará a lidar com o Novo Coronavírus e seus problemas como os sintomas e o tratamento. No período de Operações Concretas (dos 7 aos 11 anos) onde a criança começa a usar a lógica e o raciocínio de modo elementar, o sofrimento e o contentamento se dão de  modo lógico e elementar,  a transcendência depende agora do raciocínio lógico e elementar, haverá aqui não somente significado, sentido mas também  conceito de trabalho, economia e globalização para a criança, seus Heróis adquirem elementos e lógica, raciocínio, seus ritos também, a lógica e o raciocínio elementar ajudam a criança a lidar com o Novo Coronavírus e seus problemas e inclusive com o tratamento e suas consequências; o domínio completo se dá no último estágio, o de Operações Formais (após os 12 anos), aqui o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização tornam-se hipotéticos-dedutivos, a transcendência aplica-se hipotética-dedutivamente, seus Heróis tornam-se hipóteses e deduções, abstrações, e seus rituais também. Pode-se dizer que após os 12 anos surge o pensamento hipotético-dedutivo, que lhe proporciona ser capaz de deduzir as conclusões de puras hipóteses e não apenas da observação real compreendendo seus problemas e os dos outros como a indecência sexual, moral, mental, física, social e/ou pública, coisas objetivas e subjetivas, nesta fase a criança aprende a lidar hipotética-dedutivamente com o Novo Coronavírus e seus problemas, porém após os 60 anos de idade o indivíduo poderá começar a apresentar demência e outras doenças que diminuirão sua capacidade hipotética-dedutiva surgindo novos e velhos problemas ligados à decadência física, mental, moral, sexual, social e pública, a transcendência decai cognitivamente, seus Heróis são afetados pela decadência e pela generosidade, seus rituais também, aqui o idoso lida com seus recursos cada vez mais limitados através da demência, com o Novo Coronavírus e seus problemas. Assim a indecência liga-se ao fato de o sujeito descobrir em si à capacidade hipotética-dedutiva e fazer mal uso dela, por exemplo como bullying ou incentivo de violência como o bullying na escola, na igreja, no trabalho, na política, na família, nas amizades, etc.. Deste modo finalizo que pode haver uma nova fase Cognitiva da 3ª Idade onde decaem suas forças físicas e intelectuais, sendo contudo mais vítima do que agressor por causa da demência e decadência existencial, aqui  o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização podem reencontrar a demência. Devemos entender ainda que haja diferenças entre bullying e demência ou alienação mental, no bullying a pessoa é consciente e na demência e alienação mental a pessoa é incapaz de lidar com seu mundo adequadamente e por isso deve ser protegida pelo Estado, pela sociedade e pela família. A demência e alienação mental podem ocorrer em qualquer fase cognitiva, desde bebê até a morte, devo salientar isto. Assim o rito onde há sofrimento e o contentamento é imitativo no primeiro período, depois surgem sentimento inter-individuais e de respeito e de obediência, depois no terceiro período a criança usa a lógica e o raciocínio para elaborar o sofrimento e o contentamento e adaptação, depois  é capaz de efetuar conclusões de puras hipóteses que lhe permitam elaborar o luto e finalmente na 3ª Idade na demência e da decadência e/ou na alienação a pessoa perde ou começa a perder contato com a realidade objetiva, ou seja, com o mundo real, sua cognição se volta para a demência, decadência, alienação e confusão mental e morte. Contudo não estamos a salvo dos Monstros, enfim... Nestas últimas Fases Cognitivas ficarão as informações marcadas na memória e assim será a sua adaptação de 3 formas: fisiológica, morfológica e comportamental. E terminamos especulando que a aprendizagem infantil e cognitiva antes da vida adulta reserva surpresas para a vida adulta, dentre elas o bullying e a demência, e também o cômico que é justamente o olhar para o passado infantil e interpretá-lo de forma cômica através de uma comparação com a vida adulta que termina com a informação e o insight de que isso é impróprio para um adulto! Mesmo que tipicamente decorrente de cada fase cognitiva do seu desenvolvimento, esse comportamento é impróprio para um adulto! Da mesma forma o cômico depende da fase em que a pessoa se encontra cognitivamente, pois é esta quem determinará como esse indivíduo assimilará e acomodará o estímulo, a resposta e a consequência do evento cômico, mesmo quando virtual, construída pela realidade e mundo virtuais, pela Palavra e pela Sagrada Escritura, pois o indivíduo dependerá de estruturas cognitivas para realizar estas operações cognitivas virtuais.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

Uma inquisição do cômico, ainda que superficial, seria gravemente incompleta se não achasse lugar para, no mínimo, alguns comentários sobre o humor. O parentesco essencial entre os dois é tão pouco aberto à dúvida que uma tentativa de explicar o cômico está ligada a fazer pelo menos alguma contribuição à compreensão do humor. Embora muito de pertinente e impressionante já tenha sido apresentado na apreciação do humor (que, sendo ele próprio uma das mais altas manifestações psíquicas, desfruta do particular favor dos pensadores) não podemos evitar uma tentativa de abordar sua natureza a partir de nossas fórmulas para os chistes e para o cômico.

Já vimos (ver em [1]) que a liberação de afetos aflitivos é o maior obstáculo à emergência do cômico. Tão logo o movimento inútil produza um dano, ou a estupidez leve à maldade, ou o desapontamento cause dor, a possibilidade de um efeito cômico chega ao fim. Isto é verdade, em todos os casos, para alguém que não pode evitar tal desprazer, que é propriamente sua vítima ou obrigado a compartilhá-lo; enquanto isso uma pessoa não envolvida mostra, por sua conduta, que a situação em questão contém tudo o que se requer para um efeito cômico. Ora, o humor é um meio de obter prazer apesar dos afetos dolorosos que interferem com ele; atua como um substitutivo para a geração destes afetos, coloca-se no lugar deles. As condições para seu aparecimento são fornecidas se existe uma situação na qual, de acordo com nossos hábitos usuais, devíamos ser tentados a liberar um afeto penoso e então operam sobre este motivos que o suprimem in statu nascendi. Nos casos ora mencionados a pessoa que é vítima da ofensa, dor etc. pode obter um prazer humorístico, enquanto a pessoa não envolvida ri sentindo um prazer cômico. O prazer do humor, se existe, revela-se - não podemos dizer de outra forma - ao custo de uma liberação de afeto que não ocorre: procede de uma economia na despesa de afeto.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o humor é uma forma de obter prazer apesar dos afetos dolorosos que interferem com ele, atua como um substituto para a geração destes afetos, coloca-se no lugar destes.

Mattanó aponta que o humor é uma forma de obter prazer apesar dos afetos dolorosos que interferem com ele, atua como um substituto para a geração destes afetos, coloca-se no lugar destes. O humor produz um prazer por substituição com a ajuda dos significados e dos sentidos, inclusive do contexto, da linguagem e do comportamento.

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o humor é uma forma de obter prazer apesar dos afetos dolorosos que interferem com ele, atua como um substituto para a geração destes afetos, coloca-se no lugar destes. O humor produz um prazer por substituição com a ajuda dos significados e dos sentidos, inclusive do contexto, da linguagem e do comportamento. Da mesma forma o humor virtual é uma forma de obter prazer para lidar com afetos dolorosos, mesmo no mundo e na realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

O humor, entre as espécies do cômico, é a mais facilmente satisfeita. Completa seu curso dentro de uma única pessoa; a participação de alguma outra nada lhe acrescenta. Posso guardar a fruição do prazer humorístico que em mim se originou sem sentir obrigação de comunicá-lo. Não é fácil dizer o que acontece em uma pessoa quando o prazer humorístico é gerado; podemos entretanto obter algum insight se examinamos os casos em que o humor é comunicado ou compartilhado, casos em que, pela compreensão da pessoa humorística, chegamos ao mesmo prazer que o seu. O mais tosco dos casos de humor - aquele conhecido como Galgenhumor (literalmente, ‘humor particular’) - pode ser instrutivo nesta conexão. Um vagabundo que estava sendo levado à execução em uma segunda-feira, comentou: ‘É, a semana está começando otimamente’. Este é efetivamente um chiste, já que o comentário é bem adequado em si mesmo, mas por outro lado está deslocado de uma maneira absurda, já que para o próprio sujeito não haveria eventos ulteriores naquela semana. Mas o humor está envolvido na confecção de tal chiste - isto é, ao desrespeitar o que distingue o início dessa semana de todas as outras, ao negar a distinção que podia originar-se, motiva emoções bastante especiais. O mesmo caso ocorre quando o vagabundo em seu caminho para o execução pede um lenço para cobrir a garganta de modo a não pegar um resfriado - precaução em outras circunstâncias louvável mas que, em vista do que tão brevemente se reserva a seu pescoço, torna-se notavelmente supérflua e desimportante. Deve-se confessar que há nessa blague algo como que magnanimidade na tenacidade com que o homem se agarra a seu habitual, recusando tudo que possa destruir esse eu e levá-lo ao desespero. Essa espécie de grandeza do humor aparece inequivocamente em casos onde nossa admiração não é inibida pelas circunstâncias da pessoa humorística.

No Hernani de Victor Hugo, o bandido que se envolvera em uma conspiração contra seu rei, Carlos I da Espanha (o Imperador Carlos V), caiu em mãos de seu poderoso inimigo. Réu de alta traição, prevê que seu destino é perder a cabeça. Mas esse conhecimento prévio não o impede de dar-se a conhecer como um Grande Herdeiro da Espanha, declarando que não tem a intenção de renunciar a qualquer dos privilégios que lhe são devidos. Um Grande da Espanha tinha o direito de manter-se coberto perante seu senhor real. Muito bem, pois:

 

‘…Nos têtes ont le droit’

De tomber couvertes devant de toi.’

 

Isto é humor em grande escala e se, quando o ouvimos, não nos rimos é porque nossa admiração sobrepuja o prazer humorístico. No caso do vagabundo que recusa resfriar-se no trajeto para a execução rimos francamente. A situação que devia levar o criminoso ao desespero poderia suscitar intensa compaixão em nós; mas tal compaixão é inibida porque compreendemos que o diretamente interessado não se preocupa com a situação. Em conseqüência dessa compreensão, a despesa com a compaixão, já preparada, torna-se inutilizável e podemos descarregá-la, rindo. Estamos como que contagiados pela indiferença do vagabundo - embora notemos que isso lhe custa um grande dispêndio de trabalho psíquico.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o humor explora situações de desespero e imensa compaixão oferecendo respostas indiferentes que produzem descarga de riso.

Mattanó aponta que o humor explora situações de desespero e imensa compaixão oferecendo respostas indiferentes que produzem descarga de riso. O trabalho psíquico tenta diminuir o dispêndio de energia psíquica, por exemplo, através da resistência ou da distorção que podem produzir conteúdos que alterem o comportamento do indivíduo numa situação.

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o humor explora situações de desespero e imensa compaixão oferecendo respostas indiferentes que produzem descarga de riso. O trabalho psíquico tenta diminuir o dispêndio de energia psíquica, por exemplo, através da resistência ou da distorção que podem produzir conteúdos que alterem o comportamento do indivíduo numa situação. Da mesma forma o humor explora situações de desespero e imensa compaixão oferecendo respostas indiferentes e descarga de riso para o mundo e realidade virtuais, para a Palavra e a Sagrada Escritura que suscitarem isto.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

A economia da compaixão é uma das mais freqüentes fontes do prazer humorístico. O humor de Mark Twain geralmente opera com esse mecanismo. Descrevendo a vida de seu irmão, por exemplo, ele nos conta que, em certa época, este trabalhara em uma grande empresa de construção de estradas. A explosão prematura de uma mina lançou-o ao ar, indo cair em local muito distante de onde estivera trabalhando. Somos levados a sentir simpatia pela vítima do acidente e gostaríamos de saber se acaso fora ferido. Mas quando, a história continuando, somos informados de que seu irmão fora descontado em meio dia de serviço, em seu salário, por ‘estar ausente do lugar de serviço’, somos distraídos de nossa compaixão e tornamo-nos quase tão duros de coração como o capataz, quase tão indiferentes ao possível dano à saúde do irmão. Em outra ocasião, Mark Twain apresenta-nos sua árvore genealógica, que remonta até a um dos companheiros de viagem de Colombo. Descreve então o caráter deste ancestral e como sua bagagem consistia de várias peças de roupa para lavar, cada uma das quais com uma marca de lavanderia diferente - aqui não podemos evitar de rir à custa da economia dos sentimentos de piedade com que nos preparáramos para o início dessa história de família. O mecanismo do prazer humorístico não sofre interferência do fato de que saibamos que este pedigree é fictício e que tal ficção serve ao propósito satírico de desnudar os embelezamentos de semelhantes descrições por outras pessoas: é tão independente dessa condição que deve ser real no caso de tornar as coisas cômicas (ver em [1]). Em ainda outra história, Mark Twain narra que seu irmão construiu um abrigo subterrâneo coberto por um grande pedaço de vela de navio com um furo no meio, para a qual levou uma cama, uma mesa e uma lâmpada. À noite, entretanto, terminada a cabana, uma vaca que estava sendo recolhida caiu pela abertura do teto sobre a mesa e apagou a lâmpada. Seu irmão, pacientemente, ajudou o animal a sair e restabeleceu a instalação novamente. Na noite seguinte a mesma interrupção ocorreu e seu irmão comportou-se como na véspera. E assim sucedeu cada noite. A repetição torna a história cômica, mas Mark Twain termina narrando que na quadragésima sexta noite, quando a vaca caiu outra vez, seu irmão finalmente comentou: ‘A coisa está começando a tornar-se monótona’. A este ponto, o prazer humorístico não pode ser bloqueado pois o que esperávamos, há muito, era ouvir que este obstinado conjunto de desgraças tornaria o seu irmão zangado. Efetivamente as pequenas contribuições de humor que produzimos nós próprios são, em regra, efetuadas à custa da raiva - em vez de nos zangarmos.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que a economia da compaixão é uma das mais freqüentes fontes do prazer humorístico.

Mattanó aponta que a economia da compaixão é uma das mais freqüentes fontes do prazer humorístico, devido aos significados e sentidos que ela produz.

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor a economia da compaixão é uma das mais freqüentes fontes do prazer humorístico, devido aos significados e sentidos que ela produz. Da mesma forma a economia da compaixão virtual torna-se fontes de prazer humorístico virtual, através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

As espécies de humor são extraordinariamente variadas de acordo com a natureza da emoção economizada em favor do humor: compaixão, raiva, dor, ternura etc. Este número parece restar incompleto porque o reino do humor é constantemente alargado quando um artista ou escritor consegue submeter emoções até então inconquistadas ao controle do humor, tornando-as, através dos dispositivos que comparecem em nossos exemplos, fontes do prazer humorístico. Os artistas em Simplicissimus, por exemplo, obtêm resultados espantosos ao fazer humor à custa do horror ou do repulsivo. As formas em que o humor se manifesta, são ademais, determinadas por duas peculiaridades conectadas com as condições sob as quais é gerado. O humor pode, em primeiro lugar, aparecer misturado a um chiste ou a alguma espécie do cômico; neste caso, sua tarefa é livrar-se de uma possibilidade implícita na situação: que possa ser gerado um afeto que interfira com o resultado gratificante. Em segundo lugar, pode deter a geração desse afeto inteiramente ou apenas parcialmente; esse último é o caso mais comum já que é o mais fácil de levar a cabo, produzindo as várias formas de humor ‘interrompido’ - o humor do sorriso entre lágrimas. Retira parte de sua energia do afeto e em troca lhe dá um toque de humor.

O prazer humorístico derivado de simpatia origina-se, como se pode verificar nos exemplos acima, de uma técnica peculiar comparável ao deslocamento, através da qual a liberação de afeto, para o qual já nos preparávamos, é desapontada, desviando-se a catexia para algo mais, freqüentemente para algo de importância secundária. Mas isso não nos ajuda a compreender o processo pelo qual o deslocamento da geração de afeto ocorre na própria pessoa humorística. Podemos constatar que o receptor imita o criador do humor em seus processos mentais, mas isso nada nos diz sobre as forças que possibilitam o processo no último.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o prazer humorístico derivado da simpatia origina-se de uma técnica comparável ao deslocamento através da liberação de afeto.

Mattanó aponta que o prazer humorístico derivado da simpatia origina-se de uma técnica comparável ao deslocamento através da liberação de afeto. O receptor imita o criador do humor.

E o prazer humorístico derivado da antipatia origina-se da técnica comparável ao deslocamento através da liberação de afeto. O receptor também imita o criador do humor.

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o prazer humorístico derivado da simpatia origina-se de uma técnica comparável ao deslocamento através da liberação de afeto. O receptor imita o criador do humor.

E o prazer humorístico derivado da antipatia origina-se da técnica comparável ao deslocamento através da liberação de afeto. O receptor também imita o criador do humor.

Da mesma forma o prazer humorístico derivado da simpatia e da antipatia virtuais derivam-se do deslocamento do afeto que é liberado, criando o humor, aqui no mundo e na realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura, por exemplo.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

Podemos dizer apenas que se, por exemplo, alguém obtém êxito em descartar um afeto doloroso ao refletir sobre a grandeza dos interesses do universo, comparados à sua própria pequenez, não consideramos isso como uma produção de humor mas de pensamento filosófico e, se nos introduzimos nesse curso de pensamento, não obtemos nenhum prazer. O deslocamento humorístico só é possível quando é ofuscada a atenção consciente, tal como no caso da comparação cômica (ver em [1]); como essa última, está preso à condição de permanecer pré-consciente ou automático.

 

Obteremos alguma informação sobre o deslocamento humorístico se o encaramos à luz de um processo defensivo. Os processos defensivos são os correlativos psíquicos de um reflexo de fuga e realizam a tarefa de impedir a geração do desprazer a partir de fontes internas. Ao cumprir esta tarefa servem aos eventos mentais como uma espécie de regulação automática, que no fim, incidentalmente, torna-se prejudicial e tem que ser sujeitada ao pensamento consciente. Indiquei uma forma particular dessa defesa, a repressão fracassada, como o mecanismo operativo do desenvolvimento das psiconeuroses. O humor pode ser considerado como o mais alto desses processos defensivos. Ele desdenha retirar da atenção consciente o conteúdo ideacional que porta o afeto doloroso, tal como o faz a repressão, e assim domina o automatismo da defesa. Realiza isto descobrindo os meios de retirar energia da liberação de desprazer, já em preparação, transformando-o pela descarga em prazer. É mesmo concebível que isso possa estar novamente em conexão com o infantil, que lhe coloca à disposição os meios para executá-lo. Apenas na infância existem dolorosos afetos dos quais o adulto hoje se ri - tal como o humorista ri de seus afetos dolorosos atuais. A exaltação do ego, que o deslocamento humorístico testemunha, e cuja tradução inegavelmente seria ‘sou grande demais (ou bom demais) para ser atingido por essas coisas’, pode se derivar da comparação do ego atual com o infantil. Tal concepção é, até certo ponto, apoiada pela parte desempenhada pelo infantil nos processos neuróticos de repressão.

No todo, o humor se aproxima mais do cômico que dos chistes. Partilha com o primeiro sua localização psíquica no pré-consciente, enquanto os chistes, conforme supúnhamos, são formados como um compromisso entre o inconsciente e o pré-consciente. Por outro lado, o humor não participa de uma característica comum aos chistes e ao cômico, que talvez não tenhamos enfatizado bastante. É condição necessária para a geração do cômico que nos obriguemos, simultaneamente ou em rápida sucessão, a aplicar ao único e mesmo ato de ideação dois diferentes métodos ideacionais, entre os quais se faz a comparação e a diferença cômica emerge (ver em [1]). Diferenças na despesa desse tipo originam-se entre o que pertence ao outro e ao eu, entre o que é usual e o que foi mudado, entre o que é esperado e o que acontece. No caso dos chistes, a diferença entre dois métodos simultâneos de conceber as coisas, que operam com despesa diferente, aplica-se ao processo que ocorre no ouvinte do chiste. Uma dessas concepções, acompanhando as sugestões contidas no chiste, passa pelo trajeto do pensamento através do inconsciente; a outra permanece na superfície e encara o chiste como qualquer outra verbalização que tenha emergido do pré-consciente e se tornado consciente (ver em [1]). Talvez estivéssemos justificados em representar o prazer de um chiste que escutamos como sendo derivado da diferença entre esses dois métodos de concebê-lo. Dissemos aqui que os chistes podiam ser descritos (ver em [2]) como possuindo uma cabeça de Janus, enquanto a relação entre os chistes e o cômico devia ser ainda esclarecida.

No caso do humor, a característica que apresentamos é cancelada. Assim como é verdade que sentimos prazer humorístico quando é evitada uma emoção que usualmente acompanha a situação e até esse ponto, o humor também se inclui sob o conceito ampliado do cômico da expectativa. Mas no caso do humor não se trata mais de dois métodos diferentes de conceber o mesmo assunto. O fato de que a situação seja dominada pela emoção de caráter desagradável que deve ser evitada, coloca um fim na possibilidade de compará-la com as características do cômico e dos chistes. O deslocamento humorístico é, efetivamente, um caso de despesa liberada para ser usada em outra parte - um caso que, como se demonstrou, é perigoso para efeito cômico [p. 120].

Chegamos agora ao fim de nossa tarefa, tendo reproduzido o mecanismo do humor a uma fórmula análoga àquelas referentes ao prazer cômico e aos chistes. O prazer nos chistes pareceu-nos proceder de uma economia na despesa com a inibição, o prazer no cômico de uma economia na despesa com a ideação (catexia) e o prazer no humor de uma economia na despesa com o sentimento. Em todos os três modos de trabalho do nosso aparato mental o prazer derivava de uma economia. Todos os três concordavam em representarem métodos de restabelecimento, a partir da atividade mental, de um prazer que se perdera no desenvolvimento daquela atividade. Pois a euforia que nos esforçamos por atingir através desses meios nada mais é que um estado de ânimo comum em uma época de nossa vida quando costumávamos operar nosso trabalho psíquico em geral com pequena despesa de energia - o estado de ânimo de nossa infância, quando ignorávamos o cômico, éramos incapazes de chistes e não necessitávamos do humor para sentir-nos felizes em nossas vidas.

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Freud explica que o prazer nos chistes pareceu-nos proceder de uma economia na despesa com a inibição, o prazer no cômico de uma economia na despesa com a ideação (catexia) e o prazer no humor de uma economia na despesa com o sentimento. Em todos os três modos de trabalho do nosso aparato mental o prazer derivava de uma economia. Todos os três concordavam em representarem métodos de restabelecimento, a partir da atividade mental, de um prazer que se perdera no desenvolvimento daquela atividade. Pois a euforia que nos esforçamos por atingir através desses meios nada mais é que um estado de ânimo comum em uma época de nossa vida quando costumávamos operar nosso trabalho psíquico em geral com pequena despesa de energia - o estado de ânimo de nossa infância, quando ignorávamos o cômico, éramos incapazes de chistes e não necessitávamos do humor para sentir-nos felizes em nossas vidas.

Mattanó aponta que o prazer nos chistes pareceu-nos proceder de uma economia na despesa com a inibição, o prazer no cômico de uma economia na despesa com a ideação (catexia) e o prazer no humor de uma economia na despesa com o sentimento. Em todos os três modos de trabalho do nosso aparato mental o prazer derivava de uma economia. Todos os três concordavam em representarem métodos de restabelecimento, a partir da atividade mental, de um prazer que se perdera no desenvolvimento daquela atividade. Pois a euforia que nos esforçamos por atingir através desses meios nada mais é que um estado de ânimo comum em uma época de nossa vida quando costumávamos operar nosso trabalho psíquico em geral com pequena despesa de energia - o estado de ânimo de nossa infância, quando ignorávamos o cômico, éramos incapazes de chistes e não necessitávamos do humor para sentir-nos felizes em nossas vidas. E para sentir-nos felizes construímos significados e sentidos, linguagem, comportamento e contexto para os chistes, para o cômico e para o humor e modo de estuda-los e interpretá-los.

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor o prazer nos chistes pareceu-nos proceder de uma economia na despesa com a inibição, o prazer no cômico de uma economia na despesa com a ideação (catexia) e o prazer no humor de uma economia na despesa com o sentimento. Em todos os três modos de trabalho do nosso aparato mental o prazer derivava de uma economia. Todos os três concordavam em representarem métodos de restabelecimento, a partir da atividade mental, de um prazer que se perdera no desenvolvimento daquela atividade. Pois a euforia que nos esforçamos por atingir através desses meios nada mais é que um estado de ânimo comum em uma época de nossa vida quando costumávamos operar nosso trabalho psíquico em geral com pequena despesa de energia - o estado de ânimo de nossa infância, quando ignorávamos o cômico, éramos incapazes de chistes e não necessitávamos do humor para sentir-nos felizes em nossas vidas. E para sentir-nos felizes construímos significados e sentidos, linguagem, comportamento e contexto para os chistes, para o cômico e para o humor e modo de estuda-los e interpretá-los. Da mesma forma a realidade e o mundo virtuais através da Palavra e da Sagrada Escritura fazem o trabalho de retorno ao recalcado, ao doméstico, ao infantil e ao familiar, ao inconsciente onde o prazer nos chistes pareceu-nos proceder de uma economia na despesa com a inibição, o prazer no cômico de uma economia na despesa com a ideação (catexia) e o prazer no humor de uma economia na despesa com o sentimento. Em todos os três modos de trabalho do nosso aparato mental o prazer derivava de uma economia. Todos os três concordavam em representarem métodos de restabelecimento, a partir da atividade mental, de um prazer que se perdera no desenvolvimento daquela atividade.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)

 

 

 

 

 

APÊNDICE: ENIGMAS DE FRANZ BRENTANO

 

 

A descrição dos enigmas de Franz Brentano fornecida por Freud em [1] é tão obscura que se faz necessária uma ulterior explicação. Em 1819 Brentano (sob o pseudônimo de ‘Aenigmatias’) publicou um livreto de duzentas páginas com o título Neue Räthsel (Novos Enigmas). Incluía espécimens de vários tipos diferentes de enigmas, o último dos quais era descrito como, ‘Füllräthsel’ - ‘enigmas de completar’. Descreve estes em uma introdução ao livreto. De acordo com ele, esse tipo de enigma era um passatempo favorito na região de Main na Alemanha, mas só recentemente atingira Viena. O livreto inclui trinta exemplos de ‘enigmas de completar’, entre os quais os dois citados, não acuradamente, por Freud. Uma tradução completa deles será a maneira mais simples de tornar clara sua construção:

‘XXIV.

‘Como nosso amigo é atormentado por sua crença em premonições! Outro dia, quando sua mãe adoeceu, encontrei-o sentado sob uma árvore alta. O vento soprava através de seus ramos, de modo que algumas das folhas maiores caíam, e uma delas aconteceu de cair em seu colo. Nisso, ele caiu em pranto. Sua mãe, lamentava-se, ia morrer: das lasse ihn das herabgefallene [literalmente: isto ele foi levado pela queda] daldaldaldaldaldal.’

Resposta: ‘Platanenblatt ahnen‘ [da folha de plátano a pensar].

‘XXVIII.

Um homem do Indostão adoeceu. Seu médico estava a escrever-lhe uma receita quando foi subitamente chamado por uma mensagem urgente. Terminou de escrever a prescrição tão rápido quanto pôde e partiu para atender a outra chamada. Logo depois, chegou-lhe a notícia que o asiático, mal tomara o remédio preparado para ele, morrera em convulsões. “Pobre infeliz!” exclamou o médico, horrorizado. “O que você fez? É possível que indem du den Trank dem [literalmente: quando você a poção para o] daldaldaldaldaldal - daldaldaldaldaldal?”.’

Resposta: ‘Inder hast verschrieben, in der Hast verschrieben‘ [Indiano receitou, em sua pressa cometeu um erro de grafia].

Um espécimen inglês tornará as coisas ainda mais claras:

 

’Ladrões arrombaram uma grande peleteria. Foram interrompidos e fugiram sem levar nada mas deixando o salão de exposição em grande desordem. Quando o gerente chegou na manhã seguinte, instruiu a seus auxiliares. ‘Não importam as mercadorias mais baratas. ‘The urgent thing is to get the [literalmente: o urgente é achar as] daldal - daldal.’

Resposta: ‘first-rate fur straight [peles de primeira direitas]’.

 

 

 

O RELEITOR (MATTANÓ):

Para Mattanó os enigmas dizem respeito ao inconsciente e ao futuro, as premonições, um retrato do passado infantil quando a criança avançava em seu desenvolvimento psicossexual rumo ao futuro com premonições e enigmas, ou perguntas difíceis, confusas, obscuras, incoerentes, irreconciliáveis, absurdas, improváveis, indecifráveis, intangíveis, enigmáticas e provocadoras, instigadoras que eram projeto da pulsão de vida, que solucionava cada enigma com niilismo, condensação, deslocamento, comportamento ou relações sociais e insights, pois tratavam do desenvolvimento, do crescimento e do amadurecimento da criança que agora adulto revive as mesmas contingências em contextos semelhantes.

 

MATTANÓ

(20/05/2021)

 

 

Para a Psicanálise do Amor os enigmas dizem respeito ao inconsciente e ao futuro, as premonições, um retrato do passado infantil quando a criança avançava em seu desenvolvimento psicossexual rumo ao futuro com premonições e enigmas, ou perguntas difíceis, confusas, obscuras, incoerentes, irreconciliáveis, absurdas, improváveis, indecifráveis, intangíveis, enigmáticas e provocadoras, instigadoras que eram projeto da pulsão de vida, que solucionava cada enigma com niilismo, condensação, deslocamento, comportamento ou relações sociais e insights, pois tratavam do desenvolvimento, do crescimento e do amadurecimento da criança que agora adulto revive as mesmas contingências em contextos semelhantes, contextos que refletem uma realidade e um mundo virtuais, a Palavra e a Sagrada Escritura, uma cultura, conhecimento, uma consciência e uma realidade distorcida.

 

MATTANÓ

(14/09/2025)