90 OBRAS COMPLETAS DE SIGMUND FREUD NUMA RELEITURA DE OSNY MATTANÓ JÚNIOR - A PSICANÁLISE DO AMOR VOL. 9 (2025) MATTANÓ.
“Gradiva” de Jensen e outros trabalhos
A Psicanálise do Amor
VOLUME IX
(1906 - 1908)
RELEITURA de
Osny Mattanó Júnior
14/09/2025
DELÍRIOS E SONHOS NA GRADIVA DE JENSEN (1907 [1906])
NOTA DO EDITOR INGLÊS
DER WAHN UND DIE TRÄUME IN W. JENSENS GRADIVA
(a) EDIÇÕES ALEMÃS:
1907 Leipzig e Viena: Heller. 81 págs. (Schriften zur angewandten Seelenkunde, Heft 1.) (Reeditada sem alterações, com a mesma página de rosto, mas com uma nova sobrecapa: Leipzig e Viena: Deuticke, 1908.)
1912 2ª ed. Leipzig e Viena: Deuticke. Com ‘Pós-escrito’. 87 págs.
1924 3ª ed. Mesmos editores. Sem alterações.
1925 G.S., 9, 273-367.
1941 G.W., 7, 31-125.
Delusion and Dream
1917 Nova Iorque: Moffat, Yard. 243 págs. (Trad. de H. M. Downey.) (Com uma introdução de G. Stanley Hall. Omite o ‘Pós-escrito’ de Freud. Inclui a tradução da obra de Jensen.)
1921 Londres: George Allen & Unwin. 213 págs. (Reimpressão da anterior.)
A presente tradução, totalmente nova e com título modificado, é de James Strachey. O ‘Pós-escrito’ aparece em inglês pela primeira vez.
Esta foi a primeira análise de uma obra de literatura feita por Freud a ser publicada, com exceção, naturalmente, de seus comentários sobre Édipo Rei e Hamlet em A Interpretação de Sonhos (1900a), ver a partir de [1], IMAGO Editora, 1972. Entretanto, ele já escrevera anteriormente uma curta análise da obra de Conrad Ferdinand Meyer ‘Die Richterin’ [‘A Juíza’], e a enviara a Fliess, juntamente com a carta de 20 de junho de 1898 (Freud, 1950a, Carta 91).
Através de Ernest Jones (1955, 382) sabemos que foi Jung quem chamou a atenção de Freud para o livro de Jensen. Acredita-se que Freud escreveu o presente trabalho especialmente para agradar a Jung. Isso ocorreu no verão de 1906, vários meses antes do primeiro encontro dos dois, sendo esse episódio, assim, o prenúncio dos cinco ou seis anos de suas relações cordiais. O estudo de Freud foi publicado em maio de 1907, e pouco depois ele enviou um exemplar do mesmo a Jensen. Seguiu-se uma breve correspondência, à qual se faz alusão no ‘Pós-Escrito’ à segunda edição (ver em [1]). As três pequenas cartas que Jensen enviou a Freud em 13 de maio, 25 de maio e 14 de dezembro de 1907 foram publicadas em Psychoanalytische Bewegung, 1 (1929), 207-211. Trata-se de cartas muito cordiais, as quais fazem crer que Jensen tenha ficado lisonjeado com a análise de Freud, parecendo inclusive ter aceito as linhas principais da interpretação. Declara, em particular, não se lembrar de ter dado uma resposta ‘um tanto brusca’ ao lhe ser perguntado (parece que por Jung) se acaso conhecia as teorias de Freud, como relatado em [2].
Afora a significação mais profunda, aquilo que atraiu especialmente a atenção de Freud na obra de Jensen foi, sem dúvida, o cenário em que ela se desenrola. Já era antigo o interesse de Freud por Pompéia, emergindo mais de uma vez em sua correspondência com Fliess. Assim, como associação para a palavra ‘via‘, em um de seus sonhos, ele fornece ‘as ruas de Pompéia que estudo no momento’. Isso ocorreu numa carta datada de 28 de abril de 1897 (Freud, 1950a, Carta 60), alguns anos antes de ele visitar realmente aquela cidade em setembro de 1902. Freud sentia-se particularmente fascinado pela analogia existente entre o destino histórico de Pompéia (o soterramento e a posterior escavação) e os eventos mentais que lhe eram tão familiares: o soterramento pela repressão e a escavação pela análise. Em parte essa analogia foi sugerida pelo próprio Jensen (ver em [1]), e Freud desenvolveu-a com prazer neste trabalho, assim como em contextos posteriores.
Ao ler este estudo de Freud, vale a pena que se tenha em mente seu lugar cronológico entre as obras do autor. Trata-se de um dos seus primeiros trabalhos psicanalíticos, escrito apenas um ano após a primeira publicação do caso clínico de ‘Dora’ e dos Três Ensaios sobre a Sexualidade. Inseridos no exame de Gradiva encontram-se não só um sumário da explanação de Freud sobre os sonhos, mas também o que talvez seja a primeira de suas exposições semipopulares de sua teoria das neuroses e da ação terapêutica da psicanálise. É impossível deixar de admirar a habilidade quase prestidigital com que ele extrai esse material riquíssimo daquilo que, à primeira vista, parece ser apenas uma história engenhosa. No entanto, seria erro menosprezar o papel que Jensen desempenhou, embora inconscientemente, nesse resultado.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que escreveu este livro em função de sua convivência com Jung e de suas descobertas com seu método psicanalítico, a repressão e a análise, e a obra de Jensen que tratava de Pompeia e analiticamente, de soterramento e de escavação, de repressão e de análise.
Mattanó acrescenta que a obra de Freud suscita algo mais além de repressão e análise, suscita uma educação e uma moralização, como que transmitindo o que foi descoberto pela análise do que foi escavado através de uma moral consciente e libertadora, que favoreça no indivíduo a capacidade de viver para ter liberdade e ter liberdade para se viver ou libertar-se para viver e ter vida para se libertar, fenômeno que nos tempos atuais exige uma moral e uma cosmogênese, uma capacidade de transcender de mito e aos ritos diante das tecnologias e dos instrumentos, das ciências e de todo o conhecimento e saber humanos atuais que diminuem a solução sobrenatural e espiritual exigida pelos ritos e mitos, prevalecendo sobre elas as das máquinas e invenções, a educação e a moralização ajudam-nos a lidar com este evento comportamental e psíquico.
MATTANÓ
(29/08/2020)
Para a Psicanálise do Amor Freud explica que escreveu este livro em função de sua convivência com Jung e de suas descobertas com seu método psicanalítico, a repressão e a análise, e a obra de Jensen que tratava de Pompeia e analiticamente, de soterramento e de escavação, de repressão e de análise.
Mattanó acrescenta que a obra de Freud suscita algo mais além de repressão e análise, suscita uma educação e uma moralização, como que transmitindo o que foi descoberto pela análise do que foi escavado através de uma moral consciente e libertadora, que favoreça no indivíduo a capacidade de viver para ter liberdade e ter liberdade para se viver ou libertar-se para viver e ter vida para se libertar, fenômeno que nos tempos atuais exige uma moral e uma cosmogênese, uma capacidade de transcender de mito e aos ritos diante das tecnologias e dos instrumentos, das ciências e de todo o conhecimento e saber humanos atuais que diminuem a solução sobrenatural e espiritual exigida pelos ritos e mitos, prevalecendo sobre elas as das máquinas e invenções, a educação e a moralização ajudam-nos a lidar com este evento comportamental e psíquico. Da mesma forma esta obra freudiana pode nos ajudar em nosso mundo e realidade virtuais, através da Palavra e da Sagrada Escritura onde encontramos solução para os nossos problemas atuais, como os delírios e os sonhos, através das metáforas do Amor que nos ajudam a reelaborar nosso mundo e realidade operantes, de modo a ressignificá-las mediante trabalho analítico e interpretativo, que promove uma substituição da realidade distorcida por outra que também é distorcida, porém melhor e mais adaptada ao meio ambiente e as suas exigências e adversidades que também são da evolução das espécies, da seleção natural, da competição entre espécies e indivíduos da mesma espécie e da involução.
MATTANÓ
(14/09/2025)
DELÍRIOS E SONHOS NA GRADIVA DE JENSEN
Um grupo de pessoas, que acreditava terem sido os mistérios básicos do sonho decifrados pelos esforços do autor do presente trabalho, sentiu, certo dia, sua curiosidade voltar-se para a questão da classe de sonhos que nunca haviam sido sonhados - sonhos criados por escritores imaginativos e por estes atribuídos a personagens no curso de uma história. A idéia de submeter a uma investigação essa espécie de sonhos pode parecer estranha e improfícua, mas de certo ponto de vista seria justificável. Está bem longe de ser geral a crença de que os sonhos possuem um significado e podem ser interpretados. A ciência e a maioria das pessoas cultas sorriem quando se lhes propõe a interpretação de um sonho. Só as pessoas simples, que se apegam às superstições e assim perpetuam as convicções da Antiguidade, continuam a insistir que eles são passíveis de interpretação. O autor de ousou, apesar das reprovações da ciência estrita, colocar-se ao lado da superstição e da Antiguidade. É verdade que ele nem de longe acredita serem os sonhos presságios do futuro, desse futuro que desde tempos imemoriais os homens vêm tentando inutilmente adivinhar por toda sorte de meios proibidos. Entretanto, não é capaz de refutar de todo a relação entre os sonhos e o futuro, pois o sonho, ao fim da laboriosa tarefa de traduzi-lo, revelou-se ao autor como sendo a representação da realização de um desejo do sonhador; e quem poderia negar que os desejos se orientam predominantemente para o futuro?
Acabei de afirmar que os sonhos são desejos realizados. Quem não recear os percalços de um livro obscuro, e não exigir que um problema complicado lhe seja apresentado como simples e fácil, para poupar-lhe trabalho às expensas da verdade e da honestidade, poderá encontrar provas detalhadas dessa tese na obra que mencionei. Enquanto isso, seria desejável que ignorasse as objeções que sem dúvida surgirão contra a equiparação entre sonhos e realização de desejos.
Mas estamo-nos adiantando muito. Ainda não se trata de determinar se o significado de um sonho pode ser sempre interpretado como um desejo realizado, ou se acaso não poderá, com a mesma freqüência, representar uma expectativa ansiosa, uma intenção, uma reflexão, etc. Ao contrário, a primeira pergunta que se nos apresenta é se realmente possuem os sonhos algum significado, e se devem ser considerados como eventos mentais. A resposta da ciência é negativa: ela explica o sonhar como sendo um processo puramente fisiológico, por trás do qual não há, conseqüentemente, necessidade de procurar um sentido, um significado ou um propósito. Os estímulos somáticos, segundo consta, agem sobre o aparelho mental durante o sono, levando à consciência ora uma, ora outra idéia, desprovidas de qualquer conteúdo mental: os sonhos são comparáveis a meras contrações, e não a movimentos expressivos da mente.
Nessa controvérsia a respeito do caráter dos sonhos, os escritores imaginativos parecem tomar o partido dos antigos, da superstição popular e do autor de A Interpretação de Sonhos. Pois quando um autor faz sonhar os personagens construídos por sua imaginação, segue a experiência cotidiana de que os pensamentos e os sentimentos das pessoas têm prosseguimento no sonho, sendo seu único objetivo retratar o estado de espírito de seus heróis através de seus sonhos. E os escritores criativos são aliados muito valiosos, cujo testemunho deve ser levado em alta conta, pois costumam conhecer toda uma vasta gama de coisas entre o ceú e a terra com as quais a nossa filosofia ainda não nos deixou sonhar. Estão bem adiante de nós, gente comum, no conhecimento
da mente, já que se nutrem em fontes que ainda não tornamos acessíveis à ciência. Mas se esse apoio dos escritores a favor de os sonhos possuírem um significado fosse menos ambíguo! Um crítico mais severo poderia objetar que os escritores não se manifestam nem contra nem a favor de os sonhos terem um significado psíquico, contentando-se em mostrar como a mente adormecida se contrai sob excitações que nela permaneceram ativas como prolongamentos do estado de vigília.
Mas esse pensamento sensato não vem arrefecer nosso interesse pela maneira como os escritores fazem uso dos sonhos. Mesmo que essa investigação nada de novo nos ensine sobre a natureza dos sonhos, talvez permita-nos obter alguma compreensão interna (insight), ainda que tênue, da natureza da criação literária. Os sonhos verdadeiros já eram considerados como estruturas imoderadas e arbitrárias - e agora somos confrontados com livres imitações desses sonhos! Entretanto, há muito menos liberdade e arbitrariedade na vida mental do que tendemos a admitir, e pode ser até que não exista nenhuma. Aquilo que no mundo externo denominamos de casualidade pode, como sabemos, ser colocado dentro de leis. Assim também o que chamamos de arbitrariedade da mente repousa sobre leis das quais só agora começamos vagamente a suspeitar. Vamos, então, prosseguir!
Podemos adotar dois métodos para essa investigação. Um deles seria examinar um caso particular, penetrando a fundo nas criações oníricas de uma das obras de um determinado escritor. O outro consistiria em reunir e cotejar todos os exemplos que pudessem ser encontrados do uso de sonhos nas obras de diversos autores. O segundo poderia parecer o mais eficaz, e talvez o único justificável, já que nos liberta imediatamente das dificuldades inerentes à adoção do conceito artificial de ‘escritores’ como classe. Ao ser investigada, essa classe desagregar-se-ia em escritores individuais de valor extremamente diverso, entre os quais alguns que veneramos como os mais profundos observadores da mente humana. Apesar disso, essas páginas serão dedicadas a uma pesquisa do primeiro tipo. Aconteceu que uma pessoa do grupo onde primeiro surgiu essa idéia lembrou-se de que a última obra de ficção que prendera seu interesse continha vários sonhos cujas fisionomias familiares como que o haviam encarado e convidado a tentar aplicar-lhes o método da Interpretação de Sonhos. Ele confessou que o tema da pequena obra e o cenário em que o mesmo se desenvolvia haviam, sem dúvida, construído o principal fator de seu prazer. A história situava-se em Pompéia e tratava de um jovem arqueólogo que abdicara do seu interesse pela vida para dedicar-se aos remanescentes da Antiguidade clássica, sendo por meios tortuosos e estranhos, embora perfeitamente lógicos, novamente atraído à vida real. O tratamento dado a esse material genuinamente poético despertara em seu leitor toda uma série de pensamentos afins e em harmonia com esse material. A obra era o conto Gradiva, de Wilhelm Jensen, descrito por seu próprio autor como sendo uma ‘fantasia pompeana’.
E aqui eu pediria a meus leitores que deixassem de lado este pequeno ensaio e passassem algum tempo familiarizando-se com Gradiva (publicada pela primeira vez em 1903), para que aquilo a que eu me referir nas páginas que se seguem possa ser familiar a eles. Para os
que já leram Gradiva, farei um breve resumo de sua história, esperando que suas memórias lhe restituam todo o encanto que ela perderá com este tratamento.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que os sonhos podem ser interpretados seguindo um conjunto de regras de interpretação que os decifram segundo sua individualidade, ou os sonhos podem ser interpretados seguindo um conjunto de regras de interpretação que os decifram segundo um padrão simbólico e conceitual criando uma generalização interpretativa.
Mattanó aponta que os sonhos podem ser interpretados seguindo um conjunto de regras de interpretação que os decifram segundo sua individualidade, ou os sonhos podem ser interpretados seguindo um conjunto de regras de interpretação que os decifram segundo um padrão simbólico e conceitual criando uma generalização interpretativa, mas também podem ser interpretados seguindo um padrão de dessensibilização, onde usamos a Teoria da Abundância, onde o analisando deixa de ser controlado, de seguir literalmente e de dar razões para seus sonhos e regras oriundas dos sonhos, deixa de seguir o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, contexto, inconsciente, simbologia, individualidade, significado, sentido, conceito, relações sociais, gestalts e insights, interpretações.
MATTANÓ
(01/09/2020)
Para a Psicanálise do Amor os sonhos podem ser interpretados seguindo um conjunto de regras de interpretação que os decifram segundo sua individualidade, ou os sonhos podem ser interpretados seguindo um conjunto de regras de interpretação que os decifram segundo um padrão simbólico e conceitual criando uma generalização interpretativa, mas também podem ser interpretados seguindo um padrão de dessensibilização, onde usamos a Teoria da Abundância, onde o analisando deixa de ser controlado, de seguir literalmente e de dar razões para seus sonhos e regras oriundas dos sonhos, deixa de seguir o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, contexto, inconsciente, simbologia, individualidade, significado, sentido, conceito, relações sociais, gestalts e insights, interpretações. Da mesma forma os sonhos podem ser manejados pelo psicanalista e pelo paciente segundo estes três caminhos interpretativos, o individual, o simbólico e/ou o dessensibilizador, segundo as contingências do mundo e da realidade virtual, que dependem da Palavra e da Sagrada Escritura, neste caso, para exercerem um poder institucionalizado sobre a realidade, a cultura, o conhecimento e a consciência.
MATTANÓ
(15/09/2025)
Um jovem arqueólogo, Norbert Hanold, descobrira num museu de antiguidades em Roma um relevo que o atraíra muitíssimo, tendo com grande prazer conseguido do mesmo uma excelente cópia em gesso, a qual colocou em seu gabinete de trabalho numa cidade universitária da Alemanha para admirá-la com vagar. A escultura representava uma jovem adulta, cujas vestes esvoaçantes revelavam os pés calçados com leves sandálias, surpreendida ao caminhar. Um dos pés repousava no solo, enquanto o outro, já flexionado para o próximo passo, apoiava-se somente na ponta dos dedos, estando a planta e o calcanhar perpendiculares ao solo. Provavelmente foi esse modo de andar incomum e particularmente gracioso que atraiu a atenção do escultor e que, tantos séculos depois, seduziu seu admirador arqueólogo.
O interesse que o relevo desperta no herói da história é o fato psicológico básico da narrativa. Não há uma explicação imediata para esse interesse. ‘O Dr. Norbert Hanold, lente de arqueologia, na verdade nada encontrou no relevo que merecesse uma atenção especial do ponto de vista da sua disciplina científica.’ (3.) ‘Ele não pôde explicar a si mesmo o que havia nele que atraíra sua atenção. Só sabia que fora atraído por algo e que desde aquele instante o efeito permanecera inalterado.’ Sua imaginação não cessava de se ocupar com a escultura. Ele a achava ‘viva’ e ‘atual’, como se o artista houvesse reproduzido uma rápida visão colhida nas ruas. Chamou a figura do relevo de ‘Gradiva’ - ‘a jovem que avança’. Imaginou que ela era, sem dúvida, filha de uma família nobre, talvez ‘de um edil patrício que exercia seu cargo a serviço de Ceres,’ e que ela estava a caminho do templo da deusa. Contudo, tinha dificuldade em situar sua natureza serena e tranqüila no clima agitado de uma capital, convencendo-se então de que ela deveria ser transportada para Pompéia, onde atravessava uma via sobre as curiosas pedras com ressaltos descobertas nas escavações que, dispostas com intervalos para a passagem das rodas do veículo, permitiam aos pedestres conservar os pés secos nos dias chuvosos. Percebeu em sua fisionomia traços gregos, e estava convencido de que a jovem tinha origem helênica. Pouco a pouco Norbert Hanold colocou todo o seu acervo de conhecimentos arqueológicos a serviço desta e de outras fantasias relativas ao modelo da escultura.
A essa altura, um problema de caráter aparentemente científico, que pedia uma solução, veio atormentá-lo. Tratava-se de determinar ‘se aquela maneira de pisar de Gradiva fora reproduzida pelo escultor como na vida’. Ele mesmo achava que não conseguiria imitá-la, e para comprovar a ‘realidade’ desse modo de andar resolveu, ‘para aclarar a questão, observar a vida’. (9.) Essa resolução, entretanto, levou-o a agir de forma pouquíssimo condizente com seus hábitos. ‘Até então o sexo feminino não passara para ele de um conceito expresso em mármore ou em bronze, e nunca prestara a menor atenção às suas representantes contemporâneas’. O arqueólogo sempre considerara os deveres sociais como um inevitável aborrecimento. No convívio social prestava tão pouca atenção ao aspecto e à conversa das jovens, que ao reencontrá-las acidentalmente passava sem um cumprimento, o que certamente não causava impressão favorável. Agora, entretanto, a tarefa científica a que se propusera impelia-o na rua, especialmente nos dias chuvosos, a observar ansiosamente os pés de todas as mulheres que encontrava, atividade que lhe granjeava olhares ora indignados, ora encorajadores dos objetos de sua observação, ‘mas ele não percebia nem uns, nem outros’. (10.) Essa pesquisa meticulosa levou-o a concluir que o modo de andar de Gradiva não era encontrável na realidade, o que o encheu de desânimo e consternação.
Pouco depois ele teve um sonho terrível, no qual se encontrava na antiga Pompéia, testemunhando a destruição da cidade pela erupção do Vesúvio. ‘Estava junto ao foro, ao lado do templo de Júpiter, quando subitamente viu Gradiva a uma pequena distância. Até aquele momento nem sequer lhe ocorrera a possibilidade de encontrá-la, mas então isso lhe ocorreu como sendo muito natural, já que era pompeana e residia em sua cidade natal, na mesma época que ele, sem que disto ele tivesse a menor suspeita.(12.) Receoso da sorte que a aguardava, gritou para a prevenir, ao que, sem se deter, a jovem voltou-lhe o rosto sereno, mas continuou seu caminho até alcançar o pórtico do templo. Ali sentou-se em um dos degraus e curvou-se lentamente até repousar a cabeça no piso, enquanto suas faces cada vez mais pálidas pareciam transformar-se em mármore. Ele se precipitou em sua direção, mas ao alcançá-la encontrou-a deitada no largo degrau com uma expressão tranqüila, como se estivesse adormecida, até que a chuva de cinzas cobriu sua figura.
Quando ele acordou, o surdo arrebentar das ondas enraivecidas e os gritos confusos dos habitantes de Pompéia, clamando por socorro, ainda pareciam ecoar em seus ouvidos. Mas mesmo depois que suas faculdades despertadas reconheceram nesses sons o bulício matinal da cidade, continuou por muito tempo a acreditar na realidade de seu sonho. Quando por fim se libertou da idéia de que estivera presente à destruição de Pompéia, cerca de dois mil anos antes, ficou-lhe o que parecia firme convicção de que Gradiva ali vivera e fora soterrada com o resto da população em 79 D.C. Em conseqüência desse sonho, pela primeira vez em suas fantasias sobre Gradiva, lamentou-a como alguém que tivesse sido perdido.
Absorto nesses pensamentos, chegou à janela e os gorjeios de um canário numa gaiola, na janela da casa em frente, despertaram sua atenção. Subitamente um sobressalto sacudiu a mente do jovem, que ainda parecia imerso em seu sonho. Julgou ter visto na rua uma silhueta semelhante a Gradiva e ter inclusive reconhecido seu andar característico. Sem refletir, correu à calçada para a interceptar, mas as risadas e chacotas dos transeuntes, diante de seus trajes matinais, fizeram-no voltar para casa. De novo no quarto, tornou a reparar no canto do canário, o qual sugeria uma comparação consigo mesmo. Também ele estava preso numa gaiola, embora lhe fosse mais fácil a fuga. Ainda sob a influência do sonho, e talvez também do suave ar primaveril, formou-se nele a determinação de empreender uma viagem à Itália. Logo encontrou um pretexto científico para a excursão, embora ‘o impulso para essa viagem tivesse origem num sentimento que ele não podia nomear’.(24.)
Vamo-nos deter por um momento nessa viagem, programada por motivos tão fortuitos, e examinar mais de perto a personalidade e o comportamento de nosso herói, que ainda se nos apresenta incompreensível e insensato, visto ainda ignorarmos como sua singular loucura se ligará a sentimentos humanos e assim despertará nossa simpatia. Mas é um dos privilégios do escritor poder deixar-nos na incerteza! O encanto de sua linguagem e a engenhosidade de suas idéias recompensam-nos provisoriamente pela confiança que depositamos nele e pela simpatia, ainda injustificada, que nos dispomos a conceder a seu herói. Veremos que ele foi predestinado pela tradição da família a dedicar-se à arqueologia e que, quando se achou só e independente, se absorveu inteiramente nos estudos, afastando-se por completo da vida e seus prazeres. Só o mármore e o bronze eram para ele verdadeiramente vivos, só esses materiais exprimiam o propósito e o valor da vida humana. Mas a natureza, talvez com um intuito benevolente, instilara em seu sangue um corretivo de caráter nada científico: uma imaginação vivíssima que se mostrava em seus sonhos e também no estado de vigília. Essa divisão entre imaginação e intelecto o predispunha a tornar-se ou um artista ou um neurótico; ele estava entre aqueles cujo reino não é deste mundo. Daí resultou interessar-se pelo relevo que representava uma jovem caminhando de forma peculiar e tecer sobre a mesma suas fantasias, imaginando para ela um nome e uma origem, e situando-a na cidade de Pompéia, soterrada há mais de mil e oitocentos anos, até que por fim, após um estranho sonho de ansiedade, sua fantasia da existência e da morte de Gradiva ampliou-se, passando a constituir um delírio que influenciava suas ações. Tais produtos da imaginação seriam considerados espantosos e inexplicáveis numa pessoa da vida real; no entanto, como nosso herói, Norbert Hanold, é uma pessoa fictícia, talvez possamos perguntar timidamente a seu autor se acaso sua imaginação não terá sido determinada por forças outras que não as da sua escolha arbitrária.
Deixamos nosso herói no momento em que, aparentemente influenciado pelos trinados de um canário, se decide, com um propósito que evidentemente não estava claro para ele, a viajar para a Itália. Descobriremos mais adiante que não tinha nem plano nem roteiro fixos para essa viagem. A intranqüilidade e a insatisfação internas levaram-no a transferir-se de Roma para Nápoles, e daí para mais adiante. Viu-se envolvido por uma nuvem de casais em lua-de-mel e forçado a observar os ternos pares de ‘Edwins’ e ‘Angelinas’, em transportes amorosos que lhe pareciam incompreensíveis. Chegou à conclusão de que, de todas as loucuras da humanidade, ‘o casamento é a maior e a mais incompreensível, sendo o ápice dessa imbecilidade aquelas despropositadas viagens de núpcias à Itália.’ (27.) Em Roma seu sono foi perturbado pela proximidade de um casal amoroso, e ele fugiu apressadamente para Nápoles, ali deparando, entretanto, outra série de ‘Edwins’ e ‘Angelinas’. Inferindo da conversa destes que a maioria não tinha intenção alguma de aninhar-se entre as ruínas de Pompéia, estando a caminho de Capri, resolveu fazer uma opção contrária à deles, e poucos dias depois de iniciar a viagem encontrava-se em Pompéia, ‘contra todas as suas intenções e expectativas’.
Mas também ali não encontrou a tranqüilidade procurada. O papel até então desempenhado pelos casais em lua-de-mel, que haviam irritado e mortificado seu espírito,
transferiu-se para as moscas, consideradas por Hanold como a encarnação de tudo que é absolutamente nocivo e desnecessário. As duas espécies de espíritos atormentadores fundiram-se numa unidade: alguns pares de moscas fizeram-no recordar os recém-casados, e ele imaginou que também elas em sua linguagem interpelam-se docemente por ‘meu querido Edwin’ e ‘minha adorada Angelina.’ Por fim concluiu que ‘seu descontentamento não era resultado apenas de circunstâncias externas, tendo em parte origem interna.’ (42.) Sentiu que estava ‘insatisfeito porque lhe faltava algo, embora não pudesse precisar o quê.’
Na manhã seguinte atravessou o ‘Ingresso‘ de Pompéia e, depois de livrar-se do guia, percorreu a esmo a cidade, sem que - fato estranho - lhe ocorresse à lembrança o sonho recente em que estivera presente à sua destruição. Mais tarde, à ‘cálida e sagrada hora do meio-dia, que para os antigos era a hora dos espíritos, quando os demais visitantes se haviam retirado e as ruínas jaziam desertas sob a luz do sol ardente, julgou poder transportar-se à vida que havia sido enterrada, mas não com o auxílio da ciência. ‘Ela ensina uma concepção fria e arqueológica do mundo e faz uso de uma linguagem filológica e morta, que em nada contribuem para uma compreensão da qual participem o espírito, os sentimentos, o coração. Quem desejar atingi-la deve permanecer aqui, solitário, único ser vivente nessa calma abrasadora do meio-dia, entre as relíquias do passado, e ver, mas não com os olhos do corpo, e ouvir, mas não com os ouvidos físicos. E então… os mortos acordarão e Pompéia tornará mais uma vez à vida.’ (55.)
Enquanto assim ressuscitava o passado com a sua imaginação, viu subitamente a inconfundível Gradiva do seu relevo sair de uma casa e atravessar a rua com passos lépidos sobre as pedras de lava, como no sonho em que ela se deitara nos degraus do templo de Apolo. ‘E com essa lembrança, pela primeira vez veio à sua consciência que, embora ignorando o impulso interno que o impelia, se viera à Itália, dirigindo-se a Pompéia sem deter-se em Roma ou em Nápoles, fora para procurar as pegadas de Gradiva - e “pegadas” no sentido literal, pois com aquele andar peculiar ela deveria ter deixado impressões inconfundíveis nas cinzas de Pompéia.’ (58.)
Nesse ponto a tensão em que até agora nos mantém o autor transforma-se por um momento numa dolorosa perplexidade. Evidentemente não foi só o nosso herói quem perdeu o equilíbrio. Também ficamos desorientados com o aparecimento de Gradiva, que de uma figura em mármore já passara a figura imaginária. Acaso seria ela uma alucinação do nosso herói, perturbado por seus delírios, ou seria um ‘verdadeiro’ fantasma, ou ainda uma pessoa viva? Não se quer dizer com isso que precisemos acreditar em fantasmas. O autor, que rotulou de ‘fantasia’ sua obra, ainda não nos informou se pretende deixar-nos dentro do nosso mundo, desse prosaico mundo governado pelas leis da ciência, ou se pretende transportar-nos a um outro mundo imaginário, no qual se concede realidade aos espíritos e fantasmas. Estamos preparados para segui-lo sem hesitações, como nos exemplos de Hamlet e Macbeth, e nesse caso encararíamos por outro prisma o delírio do imaginativo arqueólogo. Na verdade, ao considerarmos quão improvável é a existência de uma pessoa real que seja a imagem viva de uma escultura antiga, as hipóteses reduzem-se a duas: uma alucinação ou um fantasma do meio-dia. Um pequeno detalhe na narrativa leva-nos a abandonar a primeira possibilidade. Um pequeno lagarto, que sobre uma pedra desfrutava imóvel do calor do sol, fugiu assustado à aproximação do pé de Gradiva. Não se tratava, assim, de uma alucinação, mas de alguma coisa externa à mente de nosso sonhador. Contudo, a realidade de uma rediviva poderia perturbar um lagarto?
Gradiva desapareceu em frente à Casa de Meleagro. Não nos deve surpreender que o arqueólogo tenha prosseguido em seu delírio de que Pompéia tornara à vida ao meio-dia, hora dos espíritos, e que Gradiva também tenha tornado à vida e entrado na casa em que vivera antes daquele fatal dia de agosto de 79 D.C. Sua mente constrói as mais engenhosas especulações sobre a personalidade do proprietário (de quem a casa provavelmente tomara o nome) e sobre sua relação com Gradiva, demonstrando que sua ciência estava agora inteiramente a serviço de sua imaginação. Ele entrou na residência e defrontou-se subitamente, mais uma vez, com a aparição sentada em alguns degraus baixos que se estendiam entre duas colunas amarelecidas, ‘tendo sobre os joelhos um objeto branco cuja natureza ele não conseguiu precisar, talvez uma folha de papiro…’ Baseando-se na teoria que formulara sobre a origem da jovem, interpelou-a em grego e esperou, cheio de ansiedade, pela comprovação de que a aparição possuía o dom da palavra. Como não obteve resposta, interrogou-a em latim, ao que ela retrucou com um sorriso nos lábios: ‘Se desejas falar-me deves empregar o alemão.’
Que humilhação para nós leitores! Então o autor estava se divertindo à nossa custa, fazendo-nos participar em pequena escala do delírio do personagem, como se sobre nós também incidisse o escaldante sol de Pompéia, para que julgássemos com maior benevolência o pobre coitado sobre quem realmente incidia o sol do meio-dia. Agora, entretanto, já estamos curados da nossa momentânea confusão, e sabemos que Gradiva é uma jovem alemã de carne e osso, solução que antes estávamos inclinados a rejeitar como altamente improvável. Tranqüilos, superiores, vamos pois esperar que o autor nos revele a relação existente entre a jovem e sua imagem em mármore, e como nosso jovem arqueólogo chegou às fantasias que conduziram até a personalidade real de Gradiva.
Mas o delírio de nosso herói não se dissipou com a mesma facilidade que o nosso, pois como nos revela o autor, ‘embora feliz em sua crença, era-lhe necessário aceitar muitas circunstâncias misteriosas.’ (140.). Provavelmente esse delírio tinha em Hanold raízes internas, as quais são em nós existentes e das quais nada conhecemos. Parece-nos, sem dúvida, que em seu caso seria necessário um tratamento enérgico para que pudesse ser trazido de volta à realidade. No momento tudo que estava ao seu alcance era incorporar a seu delírio a maravilhosa experiência por que acabara de passar. Gradiva, que perecera com o resto da população na destruição de Pompéia, nada mais podia ser senão um fantasma do meio-dia, o qual voltava à vida naquele breve instante consagrado aos espíritos. Mas por que, então, ele replicou ao ouvir a resposta dela em alemão: ‘Eu já sabia como soaria a tua voz’? A jovem também estranhou a réplica, assim como nós, e Hanold confessou nunca tê-la ouvido antes, embora esperasse ouvi-la em seu sonho, quando lhe falara ao vê-la deitada nos degraus do templo. Implorou-lhe que repetisse a cena, mas a esse pedido ela se levantou, olhando-o de forma estranha, e em poucos passos desapareceu entre as colunas do pátio. Pouco antes uma borboleta revoluteara em torno da jovem, e ele a interpretou como uma mensageira de Hades, a qual veio lembrar à jovem morta que ela devia retornar, pois a hora concedida aos fantasmas estava para terminar. Hanold ainda teve tempo de bradar ao vê-la escapar: ‘Voltarás aqui amanhã ao meio-dia?’ Entretanto, podemos permitir-nos interpretações menos fantásticas e ver na fuga da jovem um sinal de que a mesma, já que desconhecia o sonho dele, julgara imprópria a observação que lhe fora dirigida por Hanold e se retirara ofendida. Não teria a sua sensibilidade percebido a natureza erótica da pretensão de Hanold, que este acreditava motivada somente pelo seu sonho?
Após o desaparecimento de Gradiva, nosso herói passou cuidadosamente em revista os hóspedes reunidos para o almoço no Hotel Diomède e no Hotel Suisse, assegurando-se assim que nos dois únicos hotéis que conhecia em Pompéia não existia ninguém que se assemelhasse, ainda que remotamente, com Gradiva. Teria, naturalmente, rejeitado como tola a idéia de que talvez pudesse realmente encontrar Gradiva ali. Logo o vinho originário das quentes faldas do Vesúvio contribuiu para intensificar o turbilhão de sentimentos em que ele passou o dia.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica a Gradiva e como ela foi elaborada, seus significados e seus sentidos, o contexto criativo e elaborativo, isto é, se ela era real?!
Mattanó aponta a Gradiva, como ela foi elaborada, seus significados e seus sentidos, o contexto criativo e elaborativo, isto é, se ela era real ou se ela era um prazer do autor?! Ou seja, se suas personagens existiram e se comportaram conforme a obra descreve, inclusive se o meio ambiente e as construções foram descritas segundo a realidade ou segundo o prazer!?
MATTANÓ
(08/09/2020)
Para a Psicanálise do Amor a Gradiva, como ela foi elaborada, seus significados e seus sentidos, o contexto criativo e elaborativo, isto é, se ela era real ou se ela era um prazer do autor?! Ou seja, se suas personagens existiram e se comportaram conforme a obra descreve, inclusive se o meio ambiente e as construções foram descritas segundo a realidade ou segundo o prazer!? Da mesma forma a repercussão da Gradiva no mundo e na realidade virtuais, associada e intercalada a Palavra e a Sagrada Escritura podem indicar como ela foi elaborada e criada nesse contexto virtual, no qual se apóia o autor para descrevê-la, por exemplo, através de ¨avatares e personagens bíblicos¨.
MATTANÓ
(15/09/2025)
No dia seguinte só uma coisa estava fixa: Hanold devia voltar à Casa de Meleagro ao meio-dia; e, na expectativa desse momento, penetrou irregularmente nas ruínas de Pompéia, escalando o antigo muro da cidade. Deparou um pé de asfódelo em flor, coberto de pequenas campânulas brancas, e colheu para si um ramo ao lembrar-se de que se tratava da flor dos infernos. Enquanto esperava, a arqueologia começou a lhe parecer a ciência mais inútil e desinteressante do mundo, pois outro interesse concentrava agora suas atenções: o problema do ‘que poderia ser a natureza da aparição corpórea de Gradiva, um ser que estava simultaneamente morto e vivo, embora só ao meio-dia’. (80.) Também receava não a encontrar naquele dia, pois talvez sua volta só fosse permitida a longos intervalos; ao vê-la outra vez entre as colunas, julgou que a aparição não passava de um truque de sua imaginação e exclamou em sua dor: ‘Ah! Se ao menos fosses real e viva!’ Mas dessa vez errara em seu julgamento, pois a aparição dirigiu-se a ele, perguntando-lhe se a flor era para si, e travou com o desconcertado arqueólogo um longo colóquio.
O autor passa a explicar a seus leitores, para quem Gradiva já interessava como pessoa viva, que o olhar de desprazer e repulsa que a jovem lhe dirigira na véspera dera lugar a uma expressão de curiosidade e profundo interesse. Ela na verdade começou a interrogá-lo, pedindo-lhe uma explicação para sua observação do dia anterior e querendo saber em que ocasião ficara ao lado dela enquanto ela se deitava para dormir. Ela assim tomou conhecimento do sonho em que teria perecido juntamente com toda a população de sua cidade natal, assim como também do relevo em mármore e da posição do pé que tanto atraíra o arqueólogo. Ela então acedeu de bom grado a demonstrar seu modo de andar, e isso mostrou que a única diferença da escultura de Gradiva era que em lugar de sandálias a jovem trazia delicadas botas de cor de areia de fino couro é o que ela explicava como uma adaptação ao presente. Evidentemente ela apreendia a essência do delírio do arqueólogo, sem contestá-lo uma única vez. Só por um instante pareceu que a emoção a fez esquecer seu papel, quando ele, pensando na escultura, declarou tê-la reconhecido à primeira vista. Como a essa altura do colóquio ela ainda não sabia nada do relevo, era natural que se equivocasse quanto às palavras de Hanold; mas ela logo se refez, e somente para nós suas réplicas às vezes parecem dotadas de duplo sentido, como se em vez de se cingirem ao delírio, também aludissem a fatos reais e presentes - por exemplo, quando ela lamentou não ter ele conseguido encontrar nas ruas alguém que reproduzisse o modo de andar da Gradiva: ‘Que pena! Talvez essa longa viagem a Pompéia não tivesse sido necessária!’ (89.) Ao saber que ele chamara de Gradiva à escultura, ela lhe revelou seu verdadeiro nome: ‘Zoe’. ‘Esse nome assenta-te maravilhosamente, mas soa como uma amarga ironia, já que Zoe significa vida’. ‘Temos de nos curvar ao irremediável’, retrucou ela, ‘e há muito que me acostumei a estar morta.’ Prometendo estar de volta ao mesmo local ao meio-dia do dia seguinte, ela se despediu, tendo antes pedido o ramo de asfódelo: ‘As mais afortunadas recebem rosas na primavera, mas essas flores do esquecimento são mais apropriadas para mim.’ (90.) Sem dúvida o tom melancólico condiz com alguém há muito tempo morto e que volta à vida apenas por uns breves momentos.
Agora começamos a compreender e a nutrir alguma esperança. Se a jovem, em cuja figura Gradiva tornou à vida, aceitou tão plenamente o delírio de Hanold, provavelmente fazia isso para libertá-lo do mesmo. Não existia outro caminho para tal; contradizê-lo acabaria com todas as possibilidades. Mesmo o tratamento sério de um caso real de doença desse tipo só poderia ter seqüência situando-se inicialmente no mesmo plano da estrutura delirante e passando-se então a investigá-la o mais completamente possível. Se Zoe for a pessoa indicada para esse trabalho, sem dúvida logo aprenderemos como curar um delírio como o do nosso herói, e também teremos a satisfação de saber como tais delírios têm início. Seria uma coincidência estranha - mas ainda assim, nem inédita nem isolada - se o tratamento do delírio coincidisse com a sua investigação, e se precisamente na dissecação do mesmo viesse à tona a explicação de sua origem. Se assim for, começaremos certamente a suspeitar que o nosso caso de doença possa acabar numa ‘vulgar’ história de amor. Mas não se pode desprezar o poder curativo do amor contra um delírio - e acaso a paixão do nosso herói pela sua escultura da Gradiva não possui todas as características de uma paixão amorosa, ainda que paixão amorosa por algo passado e sem vida?
Após o desaparecimento de Gradiva, ouviu-se à distância como que o pio sardônico de um pássaro sobrevoando as ruínas da cidade. Agora só, o jovem descobriu no chão o objeto branco que tinha sido deixado por Gradiva; não se tratava de um papiro, mas de um caderno de esboços, com vários desenhos a lápis de cenas de Pompéia. Inclinamo-nos a considerar esse esquecimento do caderno como um penhor do retorno da jovem, pois acreditamos que ninguém esquece alguma coisa sem uma razão secreta ou um motivo oculto.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que a Gradiva significava alguém há muito tempo morto e que volta à vida apenas por uns breves momentos, vivificado em um delírio de Hanold que possuía uma estrutura delirante. Essa doença poderia acabar num vulgar caso de amor, onde não podemos desprezar o poder curativo do amor contra o delírio, pois o nosso herói apresenta as características de uma paixão amorosa por algo passado ou sem vida através da escultura da Gradiva.
Mattanó aponta que a Gradiva significava alguém há muito tempo morto e que volta à vida apenas por uns breves momentos, vivificado em um delírio de Hanold que possuía uma estrutura delirante. Essa doença poderia acabar num vulgar caso de amor, onde não podemos desprezar o poder curativo do amor contra o delírio, pois o nosso herói apresenta as características de uma paixão amorosa por algo passado ou sem vida através da escultura da Gradiva. Notamos isto observando o contexto, os símbolos, os comportamentos, os significados e os sentidos da obra freudiana.
MATTANÓ
(14/09/2020)
Mattanó aponta que a telepatia, a lavagem cerebral, a extorsão, a vingança, o estupro virtual e o conhecimento são como delírios, pois estão num momento como algo morto e noutro momento de volta à vida por alguns breves momentos vivificados em objetos inanimados como ruídos em televisores, rádios, computadores, telefones, aparelhos de som, emissoras de televisão e de rádio, automóveis e aeronaves, embarcações e trens, câmeras de televisão, equipamentos de áudio e de imagem, celulares, etc.. Delírios são casos em que se desenrolam relações de amor ou de ódio com objetos por algo do passado ou sem vida. Contudo delírios são comuns, deliramos na comunicação, nas artes, na cultura, na ciência, na educação, na religião, na justiça, na saúde, no poder, na economia, nas riquezas e nas pobrezas, na história de vida, nas comunidades, no trabalho, na escola, na família, no esporte, na cidadania, na música, na pintura, no cinema, na literatura, na televisão, na novela, no teatro, nos jogos e nas competições, nas festividades e nas comemorações, nas celebrações, nos aniversários, nos feriados, nos recessos, na semana, no mês, no ano, na divisão do tempo e dos dias e meses, na divisão das horas, nas estações, nos ciclos, nas viagens, nas mortes e nos lutos, nas guerras e na paz, no perdão e na luta pelos direitos humanos, constitucionais, penais e civis.
MATTANÓ
(14/09/2020)
Para a Psicanálise do Amor a Gradiva significava alguém há muito tempo morto e que volta à vida apenas por uns breves momentos, vivificado em um delírio de Hanold que possuía uma estrutura delirante. Essa doença poderia acabar num vulgar caso de amor, onde não podemos desprezar o poder curativo do amor contra o delírio, pois o nosso herói apresenta as características de uma paixão amorosa por algo passado ou sem vida através da escultura da Gradiva. Notamos isto observando o contexto, os símbolos, os comportamentos, os significados e os sentidos da obra freudiana. Da mesma forma encaramos, hipoteticamente e dedutivamente, o mundo e a realidade virtuais no delírio de Hanold, através da Palavra e da Sagrada Escritura que elabora metáforas e metonímias, ou significados e sentidos, de algo passado ou sem vida através da escultura da Gradiva, acrescida do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura que se somam ao contexto e a história de vida desse indivíduo que delira, indicando que a perda de contato com a realidade ultrapassa o mundo real, chega ao mundo e a realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, onde não podemos desprezar, neste caso, o poder curativo do amor contra o delírio. Amor deslocado para a escultura da Gradiva e para a Palavra e para a Sagrada Escritura, construindo assim o que nomeamos de delírios de missão messiânica.
MATTANÓ
(15/09/2025)
O resto do dia proporcionou a Hanold uma série de confirmações e descobertas estranhas,
que ele entretanto não conseguiu sintetizar num todo. Na parede do pórtico onde Gradiva desaparecera, descobriu uma estreita fenda, suficiente no entanto para dar passagem a uma pessoa muito esbelta. Reconheceu que Zoe-Gradiva não teve necessariamente de sumir nas entranhas da terra - idéia que agora lhe pareceu tão insensata que se envergonhou de ter acreditado nela; a jovem pode ter utilizado a fenda para retornar a seu túmulo. Ele julgou perceber uma tênue sombra desaparecer em frente à Casa de Diomedes, no fim da Via dos Sepulcros.
No mesmo atropelo de sentimentos da véspera, absorto nos mesmos problemas, ele percorreu a esmo os arredores de Pompéia. Perguntou-se qual seria a natureza corpórea de Zoe-Gradiva. Acaso se sentiria alguma coisa se se tocasse sua mão? Um estranho ímpeto o induzia à determinação de tentar tal experiência, ao mesmo tempo que relutava fortemente a admitir semelhante idéia.
Numa colina ensolarada deparou um cavalheiro idoso que, pelos seus apetrechos, só podia ser um botânico ou um zoólogo empenhado em alguma busca. O indivíduo virou-se para ele e disse: ‘O senhor também está interessado no faraglionensis? Eu não acreditava, mas é provável que, além das ilhas Faraglioni perto de Capri, também ocorram no continente. O método inventado pelo nosso colega Eimer é realmente muito bom. Já o utilizei várias vezes com excelentes resultados. Por favor, fique bem quieto…’ (96.) Nesse ponto o zoólogo calou-se e colocou um laço feito de um longo talo de erva em frente a uma fenda nas pedras, por onde espreitava a pequena cabeça azul iridescente de um lagarto. Hanold deixou o caçador de lagartos com um sentimento crítico de que era quase inacreditável que pessoas empreendessem longas viagens para chegar a Pompéia impelidas por propósitos tão estranhos e tolos. É desnecessário dizer que nessa crítica ele não se incluía, assim como não incluía sua intenção de procurar as pegadas de Gradiva nas cinzas de Pompéia. A fisionomia do indivíduo idoso que interpelara como a um conhecido era familiar ao arqueólogo, que talvez já o tivesse visto de relance em um dos dois hotéis.
Continuando seu passeio, chegou por uma estrada lateral a uma casa que ele ainda não tinha descoberto, e que se mostrou como um terceiro hotel, o ‘Albergo del Sole’. O proprietário, ocioso no momento, aproveitou a oportunidade para exibir seu estabelecimento e sua coleção de relíquias encontradas nas escavações. Afirmou ter estado presente à descoberta junto ao foro de um jovel casal de namorados que, ao compreenderem seu inevitável destino, aguardaram a morte estreitamente abraçados. Hanold já ouvira antes essa história, considerando-a uma invenção fantasiosa de algum narrador imaginativo; naquele momento, porém, as palavras do hoteleiro encontraram nele um ouvinte crédulo, cuja receptividade aumentou ao lhe ser mostrado um broche de metal coberto de pátina verde, o qual teria sido encontrado nas cinzas junto aos restos da jovem. Sem qualquer dúvida crítica, comprou o broche e, ao deixar o albergo, viu numa janela aberta um ramo de asfódelo florido, tendo interpretado a visão das flores fúnebres como uma confirmação da legitimidade de sua nova aquisição.
Mas, com o broche, um novo delírio apoderou-se dele, ou melhor, o antigo recebeu um novo acréscimo - o que não parece de bom augúrio para o tratamento que fora iniciado. O par amoroso abraçado fora desenterrado perto do foro, e foi em suas cercanias, no templo de Apolo, que em seu sonho o jovem vira Gradiva deitar-se para dormir (ver em [1]). Não seria possível que mais tarde ela se tivesse dirigido para o foro e encontrado alguém, tendo os dois então morrido juntos? Dessa suspeita surgiu um sentimento atormentador comparável ao ciúme. Refletindo sobre a improbabilidade da hipótese, tranqüilizou-se parcialmente e recuperou o equilíbrio suficiente para cear no Hotal Diomède. Ali sua atenção voltou-se para dois hóspedes recém-chegados, um rapaz e uma moça, julgou serem irmãos devido a certa semelhança física, apesar dos cabelos de cores diferentes. Foram essas as primeiras pessoas que encontrou em sua viagem a lhe causarem uma impressão favorável. A moça trazia uma rosa vermelha de Sorrento que lhe despertou uma recordação imprecisa. Afinal ele se recolheu e teve um sonho singularmente absurdo, embora sem dúvida provocado pelas experiências do dia. ‘Sentada em algum lugar no sol, Gradiva confeccionava um laço de um longo talo de erva para capturar um lagarto, e disse: “Por favor, fique bem quieto. Nossa colega tem razão, esse método é realmente ótimo e ela já o utilizou com excelentes resultados.”’ Ainda adormecido, defendeu-se do sonho com o pensamento crítico de que o mesmo era totalmente insensato, conseguindo libertar-se dele com a ajuda de um pássaro invisível que, emitindo um pio sarcástico, chamou e carregou o lagarto em seu bico.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o jovem delirante teve um novo acréscimo em seu delírio com a experiência da narração do casal de jovens que se foram abraçados na impossibilidade de escaparem de seu destino, ele acrescentou o ciúme ao seu delírio. E descreveu um sonho absurdo.
Mattanó aponta que o jovem delirante teve um novo acréscimo em seu delírio com a experiência da narração do casal de jovens que se foram abraçados na impossibilidade de escaparem de seu destino, ele acrescentou o ciúme ao seu delírio; certamente acrescentou significados e sentidos e poderia acrescentar por meio de treino, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, relações sociais, gestalts e insights, desejos, chistes, fantasias, lapsos de linguagem, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, piadas e humor, afetividade, espiritualidade, vida cósmica, história de vida, vida onírica e vida anímica, análises de arquétipos, características da sua imunidade e da sua homeostase, conclusões e interpretações. E descreveu um sonho absurdo.
MATTANÓ
(18/09/2020)
Para a Psicanálise do Amor o jovem delirante teve um novo acréscimo em seu delírio com a experiência da narração do casal de jovens que se foram abraçados na impossibilidade de escaparem de seu destino, ele acrescentou o ciúme ao seu delírio; certamente acrescentou significados e sentidos e poderia acrescentar por meio de treino, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, relações sociais, gestalts e insights, desejos, chistes, fantasias, lapsos de linguagem, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, piadas e humor, afetividade, espiritualidade, vida cósmica, história de vida, vida onírica e vida anímica, análises de arquétipos, características da sua imunidade e da sua homeostase, conclusões e interpretações. E descreveu um sonho absurdo. Da mesma forma o jovem delirante poderia acrescentar ao seu delírio o mundo e a realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, dependeria apenas do contexto, da consciência, da cultura, do conhecimento e da realidade que determinariam a resposta do jovem delirante que buscava apenas elaborar o seu amor inconsciente deslocado para a escultura da Gradiva e que poderia estar sendo deslocado para a Palavra e para a Sagrada Escritura, para os símbolos religiosos, como o Crucifixo, o Altar, a Cruz, a Hóstia, o Cálice, as imagens de Santos e de Santas, como um fenômeno inconsciente que parece despersonalizar a Deus e a Igreja, mas que apenas nos aproxima mais dos seus mistérios, pois esse Amor também pode ser deslocado para os poderes do espaço e para o universo, então me digam se foi o nosso inconsciente, subconsciente, consciente ou comportamento quem criou o espaço e os seus poderes, inclusive todo o universo? O mesmo raciocínio devemos alcançar para os eventos de Deus e da Igreja se tivermos saúde-mental para compreendermos que o inconsciente é um evento cerebral e os objetos do mundo real como o Crucifixo, o Altar, a Cruz, a Hóstia, o Cálice, as Imagens de Santos e de Santas são objetivações mediante ancoragem, que é o fenômeno de trazer para dentro de sua mente e assimilar uma informação ou estímulo e depois transformá-lo em objeto físico mediante acomodação cognitiva, ou seja, é o trabalho de transformar o meio ambiente através da sua intencionalidade, mesmo que virtual ou delirante, e ainda descrever um sonho considerado absurdo.
MATTANÓ
(15/09/2025)
Apesar desse tumulto, ele acordou num estado de espírito mais lúcido e mais equilibrado. Uma roseira com flores semelhantes às que vira na véspera no peito da nova hóspede o fez lembrar que, durante o sono, ouvira alguém dizer que era costume oferecerem-se rosas na primavera. Sem refletir, colheu algumas rosas e o ato exerceu um efeito tranqüilizante em seu espírito. Sentindo-se liberto de seus sentimentos anti-sociais, dirigiu-se pelo caminho regular para Pompéia, com a mente entretida em problemas referentes a Gradiva e levando consigo as rosas, o caderno de esboços e o broche de metal. O antigo delírio começou a apresentar fissuras; ele conjeturou se acaso não poderia encontrar Gradiva em Pompéia, não somente ao meio-dia, mas em outros momentos também. Os últimos elementos acrescentados ao delírio, entretanto, adquiriram maior força, e os ciúmes decorrentes dos mesmos atormentavam-no sob vários disfarces. Ele quase desejaria que a aparição permanecesse visível somente a seus olhos, escapando à percepção dos demais; assim, poderia considerá-la sua propriedade exclusiva. Enquanto caminhava sem destino, aguardando o meio-dia, teve um encontro inesperado. Na Casa del Fauno deparou num canto um casal que, julgando-se ao abrigo de olhares, trocava abraçado um demorado beijo. Assombrado, reconheceu no par o simpático casal da noite anterior, cujo procedimento, entretanto, não coadunava com o de dois irmãos, pois para ele o abraço e o beijo pareceram muito prolongados. Tratava-se, afinal, de mais um casal amoroso, provavelmente em lua-de-mel - mais um Edwin e Angelina. Surpreendentemente, dessa vez a visão dos mesmos só lhe causou satisfação. Reverentemente, como se houvesse interrompido algum secreto ato de devoção, retirou-se sem ser percebido. Recuperou uma atitude de respeito, há muito perdida.
Ao chegar à Casa de Meleagro, tornou a sentir um medo tão violento de encontrar Gradiva em companhia de mais alguém, que quando ela apareceu as únicas palavras que lhe ocorreram
foram as seguintes: ‘Estás sozinha?’ Foi com dificuldade que a jovem conseguiu fazê-lo perceber que ele colhera as rosas para ela. Ele lhe confessou seu último delírio: ser ela a dona do broche verde, ser ela a jovem encontrada nos braços do amante no foro. Com um leve toque irônico, ela perguntou se acaso ele encontrara o objeto no sol (e ela empregou a palavra [italiana] ‘sole‘), pois o sol fazia coisas semelhantes. O rapaz confessou estar-se sentindo um pouco tonto, e ela sugeriu como cura que ele compartilhasse da merenda dela. Ela lhe ofereceu a metade de um pãozinho que trazia embrulhado num papel de seda e comeu a outra metade com óbvio apetite. Seus lábios entreabertos deixavam entrever dentes perfeitos, que produziam um leve rangido ao penetrar na côdea do pão. ‘Sinto como se já tivéssemos compartilhado certa vez de uma refeição semelhante, há dois mil anos atrás’, disse ela, ‘não te recordas?’ (118.) Nenhuma resposta ocorreu a ele, mas a melhora de sua cabeça, decorrente do alimento, e as muitas indicações da presença real da jovem começaram a produzir seu efeito. A razão fortalecida o fez duvidar do delírio de que Gradiva não passasse de um fantasma do meio-dia, embora ela mesma tivesse acabado de afirmar que tinha compartilhado com ele de uma refeição há dois mil anos. Para solucionar tal conflito, ocorreu-lhe uma experiência que imediatamente levou a cabo com habilidade e renovada coragem. A jovem descansava sua mão esquerda, de delicados dedos, sobre os joelhos e uma das moscas, cuja inutilidade e impertinência tanta indignação haviam provocado nele, pousou sobre ela. Num movimento súbito, a mão de Hanold elevou-se no ar para se abater com vigor sobre o inseto e sobre a mão de Gradiva.
Essa experiência atrevida teve dois resultados: primeiro, a eufórica convicção de ter, sem dúvida alguma, tocado uma mão humana, real, viva e quente, mas logo em seguida uma reprimenda que o fez levantar-se num sobressalto da escadaria onde estava sentado, pois, passado seu primeiro espanto, Gradiva exclamou: ‘Perdeste mesmo o juízo, Norbert Hanold!’ Como todos sabem, o melhor método para acordar um sonâmbulo, ou um indivíduo adormecido, é chamá-lo pelo seu próprio nome. Contudo, infelizmente, não se terá oportunidade de observar os efeitos produzidos em Norbert Hanold pelo fato de Gradiva ter proferido seu nome (nome que ele não revelara a ninguém em Pompéia), pois nesse momento crítico surgiu em cena o simpático casal amoroso da Casa del Fauno, e a jovem senhora exclamou em tom de grata surpreza: ‘Zoe! Estás aqui também? E em lua-de-mel como nós? Nunca me escreveste uma única palavra a respeito disso!’ Diante dessa nova prova de que Gradiva era um ser vivo e real, Hanold fugiu.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hanold foi desenvolvendo seu delírio meio atormentado, onde assombrado, reconheceu num casal, no par o simpático casal de uma noite anterior onde sentiu, ao chegar à Casa de Meleagro, um medo tão violento de encontrar a Gradiva em companhia de mais alguém, então com a Gradiva e acreditando que ela estava viva, e que havia o convidado para comer metade de um pãozinho, que essa refeição havia sido compartilhada com ele há dois mil anos, que teve a convicção de ter tocado uma mão humana ao bater com vigor sobre o inseto sobre a mão da Gradiva, que a Gradiva lhe havia dito que ele havia perdido o juízo como a um sonâmbulo ou adormecido que só é despertado quando é chamado pelo próprio nome, que ele desfrutava de uma caso amoroso e de uma lua-de-mel com a Gradiva como prova real de que ela era um ser vivo e real, então Hanold fugiu.
Mattanó aponta que Hanold foi desenvolvendo seu delírio meio atormentado, onde assombrado, reconheceu num casal, no par o simpático casal de uma noite anterior onde sentiu, ao chegar à Casa de Meleagro, um medo tão violento de encontrar a Gradiva em companhia de mais alguém, então com a Gradiva e acreditando que ela estava viva, e que havia o convidado para comer metade de um pãozinho, que essa refeição havia sido compartilhada com ele há dois mil anos, que teve a convicção de ter tocado uma mão humana ao bater com vigor sobre o inseto sobre a mão da Gradiva, que a Gradiva lhe havia dito que ele havia perdido o juízo como a um sonâmbulo ou adormecido que só é despertado quando é chamado pelo próprio nome, que ele desfrutava de um caso amoroso e de uma lua-de-mel com a Gradiva como prova real de que ela era um ser vivo e real, então Hanold fugiu. Nota-se que os delírios de Hanold desenvolvem-se com o comportamento de ver na ausência da coisa vista e de dar credibilidade a estes comportamentos com regras e com literalidade, razões e controle e até contexto, comportamentos e inconscientes, simbologias, significados e sentidos, conceitos, contextos, e funcionalidades, S – R – C, estímulo – resposta – consequência, análises e interpretações. Se Hanold passasse a compreender seus atos e intenções a partir da atenção e da intenção da consciência e do seu movimento como a uma célula ou uma Hóstia Viva que age milagrosamente transformando seu meio ambiente e se adaptando morfológica, fisiológica e comportamentalmente ele passaria a ter liberdade para viver e para se ensinar a viver sem depender de estímulos, respostas e consequências, análises e interpretações, ou seja, não seria mais governado por delírios e nem mesmo modelado por delírios, mas pelos dados de realidade da consciência, e não pelos dados de prazer do inconsciente, e seu repertório comportamental mudaria.
MATTANÓ
(28/09/2020)
Para a Psicanálise do Amor Hanold foi desenvolvendo seu delírio meio atormentado, onde assombrado, reconheceu num casal, no par o simpático casal de uma noite anterior onde sentiu, ao chegar à Casa de Meleagro, um medo tão violento de encontrar a Gradiva em companhia de mais alguém, então com a Gradiva e acreditando que ela estava viva, e que havia o convidado para comer metade de um pãozinho, que essa refeição havia sido compartilhada com ele há dois mil anos, que teve a convicção de ter tocado uma mão humana ao bater com vigor sobre o inseto sobre a mão da Gradiva, que a Gradiva lhe havia dito que ele havia perdido o juízo como a um sonâmbulo ou adormecido que só é despertado quando é chamado pelo próprio nome, que ele desfrutava de um caso amoroso e de uma lua-de-mel com a Gradiva como prova real de que ela era um ser vivo e real, então Hanold fugiu. Nota-se que os delírios de Hanold desenvolvem-se com o comportamento de ver na ausência da coisa vista e de dar credibilidade a estes comportamentos com regras e com literalidade, razões e controle e até contexto, comportamentos e inconscientes, simbologias, significados e sentidos, conceitos, contextos, e funcionalidades, S – R – C, estímulo – resposta – consequência, análises e interpretações. Se Hanold passasse a compreender seus atos e intenções a partir da atenção e da intenção da consciência e do seu movimento como a uma célula ou uma Hóstia Viva que age milagrosamente transformando seu meio ambiente e se adaptando morfológica, fisiológica e comportamentalmente ele passaria a ter liberdade para viver e para se ensinar a viver sem depender de estímulos, respostas e consequências, análises e interpretações, ou seja, não seria mais governado por delírios e nem mesmo modelado por delírios, mas pelos dados de realidade da consciência, e não pelos dados de prazer do inconsciente, e seu repertório comportamental mudaria. Da mesma forma Hanold, em hipótese, através do seu mundo e realidade virtuais por meio da Palavra e da Sagrada Escritura desenvolveria uma relação delirante e virtual com a Gradiva que lhe serveria de objeto de desejo psicótico, pois estaria numa viagem de mão dupla em busca de prazer e em fuga da realidade, substituindo esta por outra, a realidade e o mundo virtuais, que de certa maneira institucionalizam os delírios de todos nós, pois através da Palavra e da Sagrada Escritura podemos desenvolver relações com esculturas de Santos e de Santas como a de Hanold com a Gradiva e sermos taxados de normais, e até mesmo com imagens de Deus e seus símbolos como a Cruz e os Crucifixos. A única coisa que existe aqui, neste tipo de relação, é uma transferência de delírios, em sua maior parte de amor, para essas esculturas e imagens que são acrescidas de uma realidade e mundo virtuais, próprios da topografia virtual cerebral coclear ou auditiva e occipital ou visual, dentre outras que participam da interconectividade cerebral, capaz de formar a consciência, a cultura, o conhecimento e a realidade desse cérebro e indivíduo, através de regiões como o tronco cerebral, os gânglios basais, o córtex cerebral, o tálamo e o prosencéfalo. O tronco cerebral e o prosencéfalo em associação podem gerar padrões de respostas comportamentais, fisiológicas e morfológicas onde o indivíduo aceita a dor e a punição e também o reforço e o prazer como num Calvário ou numa Cruz, criando mitos, ritos, tabus e totens devido seu caráter inexplicável e sobrenatural, exemplar e divinal - a Santidade não é uma fábrica ou um processo industrial, mas sim Amor a alma, ao espírito e a vida! Hanold deve deixar-se ser não mais ser controlado pelas esculturas e imagens que suscitam-lhe uma vida psicótica e delirante, oposta a vida espiritual onde as imagens de Santos e Santas, de Deus e sua Cruz, Crucifixos desenvolvem apenas uma relação mística e espiritual, diferente da delirante e psicótica, inclusive da atribuída ao mundo e realidade virtuais que se assemelha a psicótica e delirante, pois faz o indivíduo perceber na ausência do estímulo e assim desenvolver uma crença patológica, diferente da espiritual e mística que são saudáveis e seguras, sustentáveis, criadas a partir da realidade vivida e representada e não a partir de especulações, delírios, mundo ou realidade virtuais, mas sim do evangelho de Jesus Cristo, da Palavra e da Sagrada Escritura que tem respaldo em estudos arqueológicos e em provas arqueológicas encontradas em sítios arqueológicos, em sua maior parte, na Terra Santa, além da vida dos Santos e Santas e seus testemunhos, mensagens, profecias, visões, segredos e revelações vindas diretamente de Deus, de Jesus Cristo e da Virgem Maria e da vida e do testemunho do Amor de Deus, de Jesus e de Maria. Portanto uma coisa são as esculturas e imagens religiosas sob o domínio da loucura, dos delírios e do mundo e da realidade virtuais e outra coisa são essas esculturas e imagens religiosas sob o domínio da fé e da crença religiosa, da espiritualidade e do conhecimento místico que as transformam em símbolos e não em delírios e mundo e realidade virtual. Vemos que os símbolos são o caminho pelo qual se estruturam estas esculturas e imagens no nosso inconsciente, símbolos místicos e espirituais, símbolos religiosos.
MATTANÓ
(18/09/2025)
Zoe-Gradiva também não acolheu com grande prazer essa visita inesperada que a interrompeu numa tarefa aparentemente importante. Todavia, ela logo se recuperou e respondeu com naturalidade, explicando a situação à sua amiga - e também a nós -, de forma a livrar-se do jovem casal. Congratulou-os, e negou estar em lua-de-mel. ‘O rapaz que acabou de se afastar abriga, como vós, uma notável aberração. Parece acreditar que existe uma mosca zunindo em sua cabeça. Bem, talvez todos tenhamos uma espécie de inseto aqui. Como entendo um pouco de entomologia, posso ser de alguma ajuda nesses casos. Meu pai e eu estamos hospedados no Sole. Alguma coisa também aconteceu com a cabeça dele, pois teve a brilhante idéia de me trazer,
sob a condição de que me distraísse sozinha em Pompéia e nada exigisse dele. Eu disse a mim mesma que seria capaz de desencavar algo de interessante aqui, sem a ajuda de ninguém. Naturalmente eu não contava com a descoberta que fiz… isto é, não contava encontrar-te, Gisa.’ (124.) E acrescentou que precisava apressar-se, pois o pai a esperava para almoçar no ‘Sol’. Assim afastou-se, após haver-se apresentado a nós como filha do zoólogo caçador de lagartos e após ter admitido por toda sorte de alusões ambíguas, sua intenção terapêutica e também outros propósitos secretos.
Entretanto, não tomou a direção do Hotel do Sol, onde o pai a esperava. Pareceu-lhe também ver uma sombra que, à procura de seu túmulo, desapareceu por trás de um dos monumentos funerários perto da Casa de Diomedes. Isto a levou a encaminhar-se para a Via dos Sepulcros, flexionando os pés quase perpendicularmente a cada passo. Hanold fugira para o mesmo local, confuso e envergonhado, e ali caminhava sem parar, de um lado para outro, no pórtico do jardim, empenhado em solucionar a parte ainda obscura do seu problema através de um esforço intelectual. Um fato tornara-se inequivocamente claro para ele: fora insensatez ou loucura sua acreditar que se estava associando com uma jovem pompeana tornada à vida numa forma mais ou menos física. Essa clara compreensão interna (insight) de seu delírio era, sem dúvida, um passo essencial para a volta à razão. Por outro lado, essa mulher viva, com quem outras pessoas se comunicavam como se fosse fisicamente tão real quanto elas, era Gradiva, e conhecia o nome dele. Sua razão recém-despertada, porém, não era suficientemente forte para decifrar esse enigma, nem ele possuía a tranqüilidade emocional necessária para enfrentar tão árdua tarefa, pois preferia ter sido enterrado há dois mil anos, na Casa de Diomedes, de modo a estar certo de não ter de se encontrar com Zoe-Gradiva novamente.
Todavia, um violento desejo de tornar a vê-la lutava contra os últimos ímpetos de fuga.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hanold fugira para o pórtico do jardim e estava empenhado em solucionar a parte obscura de seu problema através de um esforço intelectual: fora insensatez ou loucura acreditar que se estava associando a uma jovem pompeana tomada à vida numa forma mais ou menos física, se questionou com um insight que o levou de volta à razão, contudo o delírio permanecia real para Hanold e ele preferia ter sido enterrado há dois mil anos por receio de não mais se encontrar com Zoe-Gradiva.
Havia um desejo de fuga e um desejo de retornar a vê-la que conflitavam em Hanold.
Mattanó aponta que Hanold fugira para o pórtico do jardim e estava empenhado em solucionar a parte obscura de seu problema através de um esforço intelectual: fora insensatez ou loucura acreditar que se estava associando a uma jovem pompeana tomada à vida numa forma mais ou menos física, se questionou com um insight que o levou de volta à razão, contudo o delírio permanecia real para Hanold e ele preferia ter sido enterrado há dois mil anos por receio de não mais se encontrar com Zoe-Gradiva. Vemos que o delírio volta a dominar a vida psíquica de Hanold, sua consciência torna-se dominada pela loucura que luta através da razão para superar suas adversidades e o desejo de ver na ausência da coisa vista.
Havia um desejo de fuga e um desejo de retornar a vê-la que conflitavam em Hanold através da loucura e da razão contra suas adversidades e o desejo de ver na ausência da coisa vista, que por sua vez gerava significados e sentidos novos na ausência da coisa vista.
MATTANÓ
(22/10/2020)
Para a Psicanálise do Amor Hanold fugira para o pórtico do jardim e estava empenhado em solucionar a parte obscura de seu problema através de um esforço intelectual: fora insensatez ou loucura acreditar que se estava associando a uma jovem pompeana tomada à vida numa forma mais ou menos física, se questionou com um insight que o levou de volta à razão, contudo o delírio permanecia real para Hanold e ele preferia ter sido enterrado há dois mil anos por receio de não mais se encontrar com Zoe-Gradiva. Vemos que o delírio volta a dominar a vida psíquica de Hanold, sua consciência torna-se dominada pela loucura que luta através da razão para superar suas adversidades e o desejo de ver na ausência da coisa vista. Da mesma forma pode atuar o mundo e a realidade virtuais, hipoteticamente, com a Palavra e a Sagrada Escritura, onde o delírio pode assumir lugar na vida psíquica de Hanold para que ele possa superar suas adversidades.
Havia um desejo de fuga e um desejo de retornar a vê-la que conflitavam em Hanold através da loucura e da razão contra suas adversidades e o desejo de ver na ausência da coisa vista, que por sua vez gerava significados e sentidos novos na ausência da coisa vista. Vemos que Hanold conflitava entre a loucura e a razão com um desejo de fuga e de retornar a vê-la, indicando que através do mundo e da realidade virtuais ele poderia se comportar de maneira semelhante, conflitiva, de modo que a Palavra e a Sagrada Escritura poderiam indicar o caminho do mapa cognitivo, mesmo que virtual, substituto e distorcido.
MATTANÓ
(18/09/2025)
Ao dobrar um dos quatro ângulos da colunata, recuou sobressaltado. Num fragmento da alvenaria de pedra estava sentada uma das jovens que morrera ali na Casa de Diomedes. Esta, entretanto, é sua última tentativa, logo repudiada, de refugiar-se no reino do delírio. Não, era Gradiva, que evidentemente viera para lhe ministrar a última parte do seu tratamento. Ela interpretou corretamente o primeiro movimento instintivo dele como uma tentativa de deixar o prédio, e mostrou-lhe que no momento era impossível retirar-se, pois desabara uma chuva torrencial. Implacável, ela iniciou o interrogatório perguntando-lhe o que tentara fazer com a mosca pousada em sua mão. Ele não teve mais coragem de usar um pronome particular, mas ousou algo mais importante: fazer-lhe a pergunta decisiva.
‘Como alguém já disse, minha cabeça estava muito confusa, e devo desculpar-me por ter batido na mão… não entendo como pude agir tão desarrazoadamente… mas também não entendo como a dona da mão, ao repreender-me por minha… insensatez, pôde declinar meu nome.’ (134.)
‘Vejo que há coisas que teu entendimento ainda não alcançou, Norbert Hanold. Não posso dizer, porém, que isto me surpreendeu, pois há muito me acostumaste com isto. Eu não precisava ter vindo a Pompéia para descobri-lo, e poderia tê-lo confirmado bem mais perto, a uns mil quilômetros daqui.
‘Sim, a uns mil quilômetros daqui’, ela insistiu ao ver que ele ainda não compreendera, ‘do outro lado da tua rua, na casa da esquina. Na minha janela há uma gaiola com um canário.’
Essas últimas palavras, à medida que as ouvia, despertaram nele uma longínqua lembrança. Devia tratar-se do mesmo pássaro cujo canto pro- vocara nele a idéia de viajar para a Itália.
‘Naquela casa mora meu pai, Richard Bertgang, o catedrático de zoologia.’
Assim, como Zoe era sua vizinha, conhecia-o de vista, além de saber seu nome. Sentimo-nos decepcionados; a solução é desinteressante e parece não estar à altura de nossas expectativas.
Norbert Hanold mostrou que ainda não reconquistara uma total independência de pensamento ao replicar: ‘Então vós… vós sois Fräulein Zoe Bertgang? Mas ela tinha um aspecto tão diferente…
A resposta de Fräulein Bertgang revela-nos que entre os dois já houve outra relação que não a de simples vizinhos. Alegando antigos direitos, ela reclamou um tratamento mais familiar, aquele ‘du‘ que ele usava tão naturalmente ao interpelar o fantasma do meio-dia, mas que repudiara ao dirigir-se a uma jovem de carne e osso: ‘Se julgais ser esse tratamento cerimonioso mais apropriado, eu também o adotarei. Mas o outro sai mais espontaneamente dos meus lábios. Não sei se meu aspecto era diferente em nossa infância, quando costumávamos brincar juntos amigavelmente ou nos atracar de quando em quando para variar. Mas se vos tivésseis dignado a olhar-me com atenção pelo menos uma vez nos últimos anos, poderíeis ter percebido que há muito tempo tenho a aparência de agora.’
Então já houve entre os dois uma amizade infantil - talvez mesmo um amor infantil - que justificava o du‘. Essa solução poderia parecer-nos tão trivial como a que de início suspeitamos. Verificamos, entretanto, que desce a um nível muito mais profundo, ao constatarmos que essa relação infantil explica de forma inesperada alguns pormenores do seu contato de agora. Considere-se, por exemplo, a pancada na mão de Zoe-Gradiva, explicada de forma muito convincente por Norbert Hanold pela necessidade de uma resposta experimental para o problema da realidade física da aparição. Acaso isso não parece ao mesmo tempo demasiadamente com um renascimento do impulso para brincadeiras violentas, constantes na infância dos dois, segundo as palavras de Zoe? Considere-se também quando Gradiva indagou ao arqueólogo se este não se recordava de há dois mil anos ter compartilhado de sua refeição. Essa pergunta incompreensível logo parece adquirir sentido, se mais uma vez substituirmos o passado histórico por um passado pessoal - a infância - do qual a jovem retinha lembranças vívidas, mas que parece ter sido esquecido pelo rapaz. De repente, surge-nos a descoberta de que as fantasias do jovem arqueólogo sobre Gradiva talvez sejam um eco dessas lembranças infantis esquecidas. Assim sendo, não se trata de produtos arbitrários de sua imaginação, tendo sido essas fantasias determinadas, sem que ele soubesse disso, pelo acervo de impressões infantis esquecidas, mas ainda nele atuantes. Seria possível para nós, ainda que só possamos conjeturar sobre elas, mostrar em detalhe a origem dessas fantasias. Ele imaginou, por exemplo, que Gradiva devia ser de origem grega, filha de uma alta personagem, talvez de um sacerdote de Ceres. Isso se ajusta com perfeição ao seu conhecimento do nome grego da jovem, Zoe, e ao fato de ela pertencer à família de um professor de zoologia. Mas se as fantasias de Hanold são lembranças modificadas, podemos esperar encontrar, na informação fornecida por Zoe Bertgang, uma indicação da fonte dessas fantasias. Vamos ouvir o que ela tem a dizer. Já nos falou sobre a íntima amizade infantil deles, e agora irá revelar-nos o subseqüente desenvolvimento dessa relação de infância.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hanold delira sobre Zoe-Gradiva continuamente e dá por assim dizer continuidade ao seu delírio com um interrogatório durante uma chuva onde uma mosca pousa sobre a mão da Gradiva, esse evento desperta nele uma longínqua lembrança, a de um pássaro que havia despertado nele a vontade de viajar para a Itália, esse pássaro estava numa casa de esquina onde morava Richard Bertgang ou Fräulein Zoe Bertgang que notou uma relação maior do que de simples vizinhos entre ele e Hanold, uma relação familiar, isso não parece ao mesmo tempo demasiadamente com um renascimento do impulso para brincadeiras violentas, constantes na infância dos dois, segundo as palavras de Zoe. Mas se as fantasias de Hanold são lembranças modificadas, podemos esperar encontrar, na informação fornecida por Zoe Bertgang, uma indicação da fonte dessas fantasias. Vamos ouvir o que ela tem a dizer. Já nos falou sobre a íntima amizade infantil deles, e agora irá revelar-nos o subseqüente desenvolvimento dessa relação de infância.
Mattanó explica que Hanold delira sobre Zoe-Gradiva continuamente e dá por assim dizer continuidade ao seu delírio com um interrogatório durante uma chuva onde uma mosca pousa sobre a mão da Gradiva, esse evento desperta nele uma longínqua lembrança, a de um pássaro que havia despertado nele a vontade de viajar para a Itália, esse pássaro estava numa casa de esquina onde morava Richard Bertgang ou Fräulein Zoe Bertgang que notou uma relação maior do que de simples vizinhos entre ele e Hanold, uma relação familiar, isso não parece ao mesmo tempo demasiadamente com um renascimento do impulso para brincadeiras violentas, constantes na infância dos dois, segundo as palavras de Zoe. Mas se as fantasias de Hanold são lembranças modificadas, podemos esperar encontrar, na informação fornecida por Zoe Bertgang, uma indicação da fonte dessas fantasias. Vamos ouvir o que ela tem a dizer. Já nos falou sobre a íntima amizade infantil deles, e agora irá revelar-nos o subseqüente desenvolvimento dessa relação de infância. Percebemos que Hanold desenvolve seu delírio e o processa numa continuidade de observações, sentimentos e comentários, comportamentos, onde ele vê na ausência da coisa vista e também se comporta na ausência do estímulo e do contexto perante a Zoe-Gradiva e Richard Bertgang, gerando sua loucura.
MATTANÓ
(16/11/2020)
Mattanó aponta que existem forças que vão contra as forças do inconsciente, elas: a equivalência de estímulos, os quadros relacionais e o condicionamento. Em função disto o prazer obtido numa cena de humor ou de violência deve ser bem entendido e não como função do desejo da pessoa, mas como função de eventos como equivalência de estímulos e condicionamento, por exemplo, que podem tornar um objeto não desejado ou sem prazer desejável ou prazeroso através da transitividade entre estímulos diferentes, por exemplo: estímulo A aversivo, estímulo B doloroso, estímulo C prazeroso, pela equivalência de estímulos os estímulos aversivo e doloroso adquirem propriedades de prazeroso através da transitividade.
Mattanó demonstra sua história de vida neste esquema abaixo:
A ═ A (um abusador sexual)
׀ ׀
B ═ B ־ C (ele e sua família normal)
(um estuprador na televisão)
Temos:
A – A, (Reflexividade)
A – B e B – A, (Simetria)
A – C e A – B, emergindo B – C, (Transitividade)
Para Freud o prazer existe graças ao evento ou fenômeno inconsciente, graças ao estímulo, mas para Mattanó o prazer existe graças a equivalência de estímulos, por exemplo, este prazer não pertence ao estímulo, visto que é uma contaminação.
MATTANÓ
(22/05/2021)
Mattanó testemunha que de que serve Deus e o Amor de Deus no mundo ou numa Cruz ou até mesmo ressuscitado num perpétuo Sinal em Medjugorje se não acreditam e não amam a esse Deus e a esse Amor de Deus, e se inclusive querem roubar, abusar e explorar de todas as formas e maneiras escabrosas e cruéis por amor ao dinheiro, ao patrimônio, a sexualidade, ao poder e a fama e não por Deus e o Amor de Deus, pois Ele constrói o mundo novo e rico para toda a humanidade e a humanidade o nega e oferece apenas o desejo de crucifica-lo e rouba-lo, de tortura-lo, por não o respeitarem, da mesma forma como Sinal Permanente em Medjugorje, não o respeitariam pois o explorariam para obter dinheiro, patrimônio, sexualidade e pureza, poder e força contra criminosos e exércitos, fama, conhecimento e trabalho, colocando o Amor de Deus de lado, o Amor de Deus é amar a Deus sob todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo, não é egoísmo e violência, não é poder e guerras, não é falsidade e terror, não é dinheiro e fama, vejamos a gente pede para Deus ou para o Diabo para sermos egoístas com as riquezas, prostitutos e prostitutas, impuros, poderosos e fortes, mais fortes para dominar o próximo e o mundo, falsos e mentirosos, porém o Amor de Deus avisa que a consciência de quem é você e como você pensa e se comporta o ajuda a decidir o seu caminho nesta vida até a Salvação, pois nascemos pecadores e assim num mundo pronto e que oferece as regras de forma determinada para cada indivíduo, por isso todos temos os mesmos problemas e pecados nesta vida, porém cada um ao seu modo e estilo de vida, só a consciência numa Hóstia Viva ou numa célula viva que age milagrosamente através da atenção e da intenção pelo movimento da eternidade e pelo movimento do tempo que são regidos por uma entropia e outra neguentropia, ou organização e reorganização, que transforma a consciência em muito mais do que contingências e literalidade, razões e controle, contexto, comportamento, funcionalidade, S – R – C, estímulo – resposta – consequência, inconsciente, significados e sentidos, simbologias, linguagem, arquétipos, conclusões e interpretações, levando-a a ser como uma liberdade para viver e se transformar e uma liberdade para aprender a viver e aprender a se transformar, só assim o Amor de Deus passará a ser internalizado e interiorizado com uma consciência numa eternidade e tempo que transformam o hostil e agressivo em Amor e Paz. É como o ator que se desnuda diante das câmeras num estúdio aquele indivíduo de uma família normal que se desnuda clandestinamente ou ingenuamente sob a invólucro do pecado e da violência e que tem que se adaptar a realidade e ao prazer de tal contexto para se definir como ser humano e homem em dignidade e ingenuidade, em meio a verdades secretas que só a Justiça e a moral serão capazes de ouvir, pois o real e o prazer não tem ouvidos para tal realidade por falta de repertório comportamental e de treino.
MATTANÓ
(22/05/2021)
POSSÍVEL TÉCNICA DE VENTILAÇÃO-RESPIRAÇÃO PARA O COVID-19 (2021):
Mattanó testemunha que descobriu uma técnica de ventilação e respiração enquanto está de repouso, ou seja, dormindo, de barriga para cima e de boca aberta e sem escovar os dentes num intervalo de 2 em 2 dias que pode melhorar a ventilação e a respiração para aqueles que tem COVID-19! Pois Osny Mattanó Júnior já teve sintomas de COVID-19 três vezes em dois anos com agravamento na respiração, mas superou esse período sem saber como e com ajuda de oração. Essa técnica secou a minha boca e facilitou a minha respiração e o fluxo de ar, melhorou até a mecânica da respiração! Melhora a ventilação pois passa mais ar pela boca aberta do que pelas narinas que eventualmente estão obstruídas e dificultam ainda mais a ventilação e a respiração! Esta técnica pode salvar ou ajudar aqueles que não encontram suporte de uma UTI nestes tempos de superlotação delas, se está técnica estiver certa e for aprovada e certificada pela comunidade científica internacional.
MATTANÓ
(25/05/2021)
Mattanó aponta que todo o conhecimento humano no mundo é dispensável para a vida, ele é só necessário para o progresso e o desenvolvimento! Só o Homo Sapiens gera progresso e desenvolvimento consciente e planejado!
MATTANÓ
(25/05/2021)
Para a Psicanálise do Amor Hanold delira sobre Zoe-Gradiva continuamente e dá por assim dizer continuidade ao seu delírio com um interrogatório durante uma chuva onde uma mosca pousa sobre a mão da Gradiva, esse evento desperta nele uma longínqua lembrança, a de um pássaro que havia despertado nele a vontade de viajar para a Itália, esse pássaro estava numa casa de esquina onde morava Richard Bertgang ou Fräulein Zoe Bertgang que notou uma relação maior do que de simples vizinhos entre ele e Hanold, uma relação familiar, isso não parece ao mesmo tempo demasiadamente com um renascimento do impulso para brincadeiras violentas, constantes na infância dos dois, segundo as palavras de Zoe. Mas se as fantasias de Hanold são lembranças modificadas, podemos esperar encontrar, na informação fornecida por Zoe Bertgang, uma indicação da fonte dessas fantasias. Vamos ouvir o que ela tem a dizer. Já nos falou sobre a íntima amizade infantil deles, e agora irá revelar-nos o subseqüente desenvolvimento dessa relação de infância. Percebemos que Hanold desenvolve seu delírio e o processa numa continuidade de observações, sentimentos e comentários, comportamentos, onde ele vê na ausência da coisa vista e também se comporta na ausência do estímulo e do contexto perante a Zoe-Gradiva e Richard Bertgang, gerando sua loucura. Da mesma forma podemos especular que Hanold desenvolveria seu delírio através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, pois aqui também passaria a ver na ausência da coisa vista e a se comportar na ausência do estímulo e do contexto desencadeador do seu comportamento, aqui também perante a Zoe-Gradiva e Richard Bertgang, enlouquecendo-o ou privando-o da realidade para que se comporte segundo seu princípio de prazer.
MATTANÓ
(23/09/2025)
‘Na verdade, naquela época, até a idade em que começam, não sei por que, a chamar-nos de “Backfisch”, habituei-me a depender muitíssimo de vossa companhia e acreditava que nunca encontraria no mundo um amigo melhor. Eu não tinha mãe, nem irmã ou irmão, e para meu pai uma cobra-de-vidro conservada em álcool era muito mais interessante do que eu. Todos (inclusive as meninas) precisam de algo para ocupar seus pensamentos e o que quer que esteja ligado a eles. E isto é o que fostes para mim então. Mas quando vos voltastes inteiramente para a arqueologia, descobri - deveis perdoar-me, mas na verdade esse tratamento formal parece-me demasiadamente ridículo e, além disso, não se ajusta ao que quero dizer -, como estava dizendo, descobri que te tinhas tornado uma pessoa insuportável, que, ao menos no que me dizia respeito, não possuía olhos para ver nem boca para falar, e nem memória para lembrar-se de nossa amizade infantil. Sem dúvida foi por isso que me achaste agora com aspecto diferente pois, quando às vezes te encontrava em reuniões sociais - o que aconteceu ainda uma vez no último inverno -, tu não me vias e muito menos me dirigias a palavra. Não que houvesse nisso algo de pessoal, já que tratavas a todas igualmente. Para ti, eu era invisível, e tu, com teu topete de cabelos louros que tantas vezes arrepiei em nossas brincadeiras, te mostravas tão maçante, tão seco e mudo como uma cacatua empalhada e ao mesmo tempo tão pomposo como um arqueoptérix - sim, é esse mesmo o nome daquele monstruoso pássaro antediluviano há pouco descoberto. Só de uma coisa nunca suspeitei: que entretinhas uma fantasia igualmente afetada, considerando-me também aqui, em Pompéia, como algo que fora escavado e que retornara à vida. Quando deparei contigo inesperadamente em minha frente, de início foi-me muito difícil compreender a incrível trama tecida por tua imaginação em teu cérebro. Depois ela me divertiu e até me deu prazer, apesar da loucura, pois, como já te disse, eu não suspeitava isso de ti.’
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o pai de Hanold era voltado inteiramente para a arqueologia e que isso causava em Hanold um sentimento de que ele era uma pessoa insuportável, pois não tinha olhos e nem ouvidos para ele, mas apenas para a arqueologia. Hanold suspeitava uma fantasia de que ele também alí em Pompéia com seu pai, seria escavado e retornado à vida. Até que Hanold deparou-se inesperadamente com seu objeto de uma incrível trama tecida pelo teu cérebro, uma trama que o divertiu, lhe proporcionou prazer e loucura, mesmo não suspeitando isso dela.
Mattanó aponta que o pai de Hanold era voltado inteiramente para a arqueologia e que isso causava em Hanold um sentimento de que ele era uma pessoa insuportável, pois não tinha olhos e nem ouvidos para ele, mas apenas para a arqueologia. Hanold suspeitava uma fantasia de que ele também alí em Pompéia com seu pai, seria escavado e retornado à vida. Até que Hanold deparou-se inesperadamente com seu objeto de uma incrível trama tecida pelo teu cérebro, uma trama que o divertiu, lhe proporcionou prazer e loucura, mesmo não suspeitando isso dela. Hanold contemplou sua loucura, seu comportamento de ver na ausência da coisa vista, de escutar na ausência da coisa dita, de perceber na ausência da coisa percebida, comportamento que encontrou canalização na sua relação com seu pai, o objeto de loucura, em função, talvez de seus significados, sentidos e contextos que foram marcando seu mapa cognitivo num processo de desequilíbrio cognitivo, onde há assimilação e acomodação da informação ou do objeto de desejo, assim o comportamento do pai de Hanold em relação a arqueologia desencadeou significados e sentidos em meio a contextos, que foram marcando o mapa cognitivo e traçando um caminho cognitivo, num processo de desequilíbrio cognitivo, onde há assimilação e acomodação da informação ou do objeto de desejo que é uma conclusão desse processo ou uma resposta, ou mesmo uma entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização da consciência que seleciona uma resposta através da adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, orientando esse organismo no tempo e no espaço.
MATTANÓ
(26/05/2021)
A TOPOGRAFIA E A ANÁLISE CRIMINAL DO MUNDO VIRTUAL (2021);
Mattanó aponta que uma análise e interpretação conclusiva deve levar em consideração a funcionalidade, o S – R – C, os significados, sentidos, conceitos e contextos, o comportamento e o inconsciente, a simbologia, os sonhos, e o que o S (estímulo) representa para o analisando, ou seja, a sua realidade psíquica e não a do psicanalista, para que se discrimine quando o S é reforçador, punitivo, de extinção, de aversão, de fuga, de esquiva, de aproximação sucessiva, de distanciamento sucessivo, de dessensibilização, de contextualização, de generalização, de seleção de resposta, de controle, literalidade, ou de razões, de niilismo, de conscientização (através da Teoria da Abundância de Mattanó), de codificação, de decodificação, de mensagem, de ruído, de atos ilocucionários ou de atos perlocucionários, de pressupostos e subentendidos, de posto e implícito, de falar, dizer e mostrar e a sua topografia, pois a topografia deve estar em sincronicidade com os outros eventos comportamentais e psíquicos, ou seja, um violentador virtual tem durante seu ataque virtual comportamentos e atos agressivos e violentos, ele não estaria numa cama doente e incapaz, sem forças e tomando medicação para um série de doenças, ou um assassino que tenta matar um monte de indivíduos, este indivíduo teria que ter comportamentos violentos e hostis e nunca estar numa cama afastado do mundo por incapacidade e tratamento de saúde mental e sentido dores e fraqueza o dia inteiro por 21 anos, ou seja, a topografia explica o evento analisado, vejamos num automóvel: alguém acusa um indivíduo de violar a intimidade e a privacidade de todo mundo com um criminoso num automóvel ¨falando¨ alto, mas a topografia do comportamento diz outra coisa, que ele estava com medo e constrangido, lutando contra isto, que não olhava em direção as casas e as pessoas nas ruas, que não queria falar coisa alguma, que se sentia invadido e roubado, violentado, ou num caso de pedofilia onde esse mesmo indivíduo é acusado de pedofilia por causa de seu trabalho, mas na realidade a topografia revela que ele está apenas trabalhando, pois trabalha o tema da pedofilia há mais de 15 anos em seus livros que já são mais de mil livros com a 1ª edição com vários temas de trabalho. A televisão não tem como me culpar de coisa alguma pois topograficamente eu sou inocente, visto que não estou bem de saúde e estou afastado do trabalho para tratamento de saúde desde 1999 e não assisto quase nada de televisão desde 1999 e quando assisto estou triste e com medo, envergonhado e humilhado, sem reação, indefeso, com minha família a espera de Justiça desde os anos 1970 – topograficamente quem tem poder para fazer isto é quem tem equipamento de rádio e televisão, eu testemunhei isto, e não eu e minha família!
MATTANÓ
(28/05/2021)
Mattanó especula que podemos criar o diagnóstico de Doenças da Educação e da Personalidade onde entrariam a homofobia, o racismo, a corrupção e a pedofilia virtual e não tentada, nestes novos casos de Doenças ou Transtornos Mentais as crianças e os adultos, inclusive os transtornados e doentes aprenderiam que a imagem e o virtual não são a realidade, mas sim o prazer, assim como a loucura, os instintos e a ficção, que nunca uma imagem produzida pelo cérebro humano é na realidade uma criança viva, mas sim um sintoma. O problema é o cérebro e não o indivíduo! O indivíduo é o seu organismo e não somente seu cérebro! Nunca a Educação e a Personalidade são imutáveis e motivos para condenar o próximo, mas para cuidar e tratar o próximo, pois a Educação e a Personalidade podem mudar com a Psicanálise ou a Psicoterapia com a Teoria da Abundância de Mattanó onde o doente e transtornado não é mais dominado pela sua condição sintomatológica mas pela sua consciência em movimento pela atenção e intenção através da eternidade e do tempo como numa entropia e numa neguentropia que soluciona o processo de internalização e interiorização da realidade, do prazer e do niilismo que se sobressai para dominar a relação do indivíduo com seus problemas, traumas, distúrbios, dificuldades e crimes que fora aprendendo durante sua história de vida e seu padrão genético que determinará que caminho psicoterapêutico seguir para não ser controlado pela história de vida e pelo meio ambiente, de modo a se libertar para viver e se libertar para aprender e ensinar a viver. No caso da corrupção temos um surto no Brasil, ela está associada a teledependência, a homofobia, ao racismo, a pedofilia, ao roubo, a extorsão, ao estupro e ao estupro virtual, ao desemprego, ao fracasso escolar, a frustração afetiva e familiar, a frustração nos negócios e no trabalho, a não aceitação da sua condição, a impotência pessoal e familiar, a impotência de sua comunidade, aos ritos da Igreja, ao sucesso dos artistas e dos atletas, ao sucesso dos famosos e das autoridades, ao poder, ao dinheiro, a fama, ao sexo, a materialidade, a loucura, ao sucesso, a sabedoria e ao conhecimento, a família, ao patrimônio, a violência e a toda e qualquer forma de guerra e luta quando há monstro, escravo e herói.
MATTANÓ
(29/05/2021)
Mattanó aponta uma outra influência ou resposta para o nosso comportamento com a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995: somos animais evoluídos que tem como ancestrais hominídeos e macacos, estes, assim como todos os outros animais e até aves ou pássaros usam a voz ou o canto, a fonação para indicar poder, atração sexual, moral, física, paternal, maternal, filial, atividades, educação, trabalho, transmissão de conhecimento, proteção e cuidados, afetividade, niilismo ou uma simples resposta condicionada sem significado e sem sentido que por vezes é emitida entre estas outras vocalizações citadas anteriormente, pois são inferiores e não possuem uma consciência e nem uma racionalidade, se comportam em muito por condicionamento e instintos, por padrões que depois do nascimento foram estampados ou imprimidos, como a linguagem, as suas vantagens e soluções, e os seus problemas e dificuldades, como o prazer e a realidade, e a ingenuidade de uma criança e a consciência de um adulto quando abordam assuntos como pedofilia, estupro, sexualidade, violência sexual, imoralidade, estupro virtual, estupro coletivo, abuso sexual, abuso de incapazes, ato obsceno, ato libidinoso, atentado violento ao pudor, tortura, lavagem cerebral e corrupção de menores, se a consciência do adulto respeitar e proteger a da criança certamente estaremos no rumo certo, e se a consciência das autoridades respeitarem e protegerem a consciência das vítimas desses crimes, seja qual forem suas idades, certamente estaremos num rumo certo e aprenderão a proteger suas crianças de problemas criados por autoridades e não por vítimas de abuso e exploração sexual, de estupro e de violência, de tortura e de lavagem cerebral!
MATTANÓ
(29/05/2021)
Mattanó aponta que você se comportando em função do genótipo e do fenótipo, do meio ambiente, do contexto e da história de vida.
É através do drama e da representação que o indivíduo significa e da sentido a sua história de vida em cada contexto e em cada ambiente, generalizando e discriminando os estímulos, ao qual responde, e está inserido ambientalmente ativando e desativando seus genes, e assim destacando seu genótipo e seu fenótipo que é constituído por genes que se manifestam, que nunca se manifestam, que se manifestam e deixam de se manifestar, e que ainda não se manifestaram e passam a se manifestar em algum momento, através da sua consciência que é movimentada através da atenção e da intenção que segundo a eternidade e o tempo sofre a entropia e a neguentropia, através da internalização e da interiorização das informações e do contexto para o organismo poder responder e se adaptar morfológica, fisiológica e comportamentalmente e superar as adversidades do meio ambiente para se reproduzir filogenética, ontogenética, cultural, espiritual, através da vida e do universo, para se perpetuar. O drama é justamente este, se adaptar ao meio ambiente e depois ao universo para se reproduzir e se perpetuar, e finalmente ao Paraíso e a Vida Eterna.
MATTANÓ
(31/05/2021)
Mattanó aponta que para Freud você pode rir em função do seu inconsciente e assim de um chiste, humor, caricatura, piada, charge, mas para Mattanó aponta que você pode rir não somente em função do seu inconsciente e assim de um chiste, humor, caricatura, piada, charge, e também de um evento linguístico ao qual você canaliza sua energia psíquica nele e ri a toa.
MATTANÓ
(31/05/2021)
Mattanó aponta que na telepatia e no mundo virtual ocorre a condensação que é como juntar três latas de leite condensado de cores diferentes e misturá-las formando um novo produto da condensação desses três leites condensados ajuntados, o fenômeno da condensação é justamente isto na telepatia e no mundo virtual ou do conhecimento com telepatia, a união de produtos semelhantes mas diferentes entre si, de natureza pessoal ou ontológica, mas filogenéticos, resultando no conhecimento ou produto cultural ou telepático que é a nova resposta que surge da conexão das ontologias por meio da filogenia. A telepatia é pois a evolução, a resposta à filogênese e à ontogênese, é a cultura ou o conhecimento ou o mundo virtual!
MATTANÓ
(31/05/2021)
Mattanó aponta que o problema da sexualidade é produto do que você pensa sobre ela e sobre a sexualidade do outro, nada mais!
Uma educação que priorize este tipo de cuidado para com as crianças e que otimize os valores e descobertas da família com a criança e não da criança com outra(s) criança(s) é de muito mais realidade e valor do que uma educação pautada no prazer e na loucura das crianças que estão em formação psicossexual, comportamental, cognitiva, moral, escolar, física, cerebral, social e nunca sexual pois elas não tem este conhecimento já que são ingênuas por natureza, portanto educadores que ensinam as crianças a adotarem posturas sexuais de heterossexuais ou de homossexuais nas escolas ou nas comunidades estão, sendo talvez, pedófilos, pois acreditam que essas crianças tem estrutura psíquica e comportamental, inclusive física e orgânica para adquirirem repertório comportamental sexual heterossexual ou homossexual, trata-se de pedófilos? As crianças tem que serem respeitadas em seus valores e mundos psíquicos, em suas realidades e prazeres que não são como aos dos adultos! Estão estuprando e torturando as crianças com estas práticas educativas sexuais que priorizam uma identidade, orientação e papel sexuais! Criança não é adulto e adulto não é criança para se misturar no meio delas! O problema da sexualidade é o que você pensa a respeito dela e sobre a sexualidade do outro, criança é egoísta, não tem opinião formada, não faz mal a pessoa alguma, não possui sexualidade de adulto, possui psicossexualidade em desenvolvimento de criança, em formação psíquica, comportamental e física!
MATTANÓ
(31/05/2021)
Mattanó especula que quando o ser humano, Homo Sapines, não suporta o desejo consciente de amar outra pessoa e por isso está impossibilitado de realizar o seu desejo, ele converte o seu desejo ou em masturbação ou em sonho ou em outro comportamento, por substituição, através da linguagem, dos significados e dos sentidos, da metáfora e da metonímia, criando ritos e mitos a respeito do amor e da sexualidade.
Quando um animal não suporta a sua carga instintiva sexual e está impossibilitado de descarrega-la, ele converte ela em masturbação, sonho ou tem outro comportamento, por exemplo, o canto ou a dança de sedução, criando padrões fixos de comportamento para a sua adaptação e sobrevivência.
MATTANÓ
(03/06/2021)
Mattanó especula que a massa de um corpo, a velocidade desse corpo, a aceleração, o tempo que leva para completar seu movimento, a percepção, a inércia desse corpo quando ele se encontra em repouso sobre outro corpo em movimento e a interpretação desse fenômeno através da cognição geram uma entropia e neguentropia no tempo e no espaço, diante do objeto de conhecimento virtual e telepático, observado em movimento com sua massa, tempo, velocidade, aceleração, percepção, condensação, inércia, deslocamento, interpretação através da cognição sem perder acústica, imagem e massa no espaço e no tempo que sofre entropia a e neguentropia, ou seja, organização e reorganização através da condensação que atinge a consciência pela atenção e intenção através do tempo e da eternidade.
MATTANÓ
(03/06/2021)
Mattanó comenta que nós costumamos nos comportar e fazer coisas do nosso nível, ou seja, pedófilos fazem coisas de pedófilos, ladrões fazem coisas de ladrões, assassinos fazem coisas de assassinos, tarados fazem coisas de tarados, abusadores e exploradores fazem coisas de abusadores e exploradores, loucos fazem coisas de loucos, gênios fazem coisas de gênios, hipergênios fazem coisas de hipergênios, doentes fazem coisas de doentes, estupradores fazem coisas de estupradores, latrocídas fazem coisas de latrocídas, corruptos e corruptores fazem coisas de corruptos e corruptores, falsários fazem coisas de falsários, mentirosos fazem coisas de mentirosos, incendiários fazem coisas de incendiários, desordeiros fazem coisas de desordeiros, trapaceiros fazem coisas de trapaceiros, terroristas fazem coisas de terroristas, traficantes fazem coisas de traficantes, políticos fazem coisas de políticos e profissionais da saúde fazem coisas de profissionais da saúde, artistas fazem coisas de artistas, assaltantes fazem coisas de assaltantes, aposentados fazem coisas de aposentados e Santos fazem coisas de Santos, Deus faz coisas de Deus, cada grupo faz suas coisas conforme aprendeu e foi reforçado, conforme seus ritos e mitos, conforme seu inconsciente e seu comportamento, conforme suas relações sociais e sua família.
MATTANÓ
(03/06/2021)
Mattanó testemunha e denuncia que no dia em que foi o enterro do ex-prefeito de São Paulo Bruno Covas em Santos, em 2021, aconteceu de eu estar lutando com invasores de residência e de intimidade e da privacidade, além de torturadores, possível esquadrão da morte que me sonda à algum tempo conforme já testemunhei em outros eventos com outras testemunhas, esquadrão da morte composto por policiais do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, que fazem também assalto a Bancos, então eu estava lutando contra esses indivíduos e as autoridades do evento de Santos começaram a me ¨ameaçar¨ e a quererem me matar, no final eu testemunhei que sei de coisas que devo testemunhar no Tribunal de Haia, coisas do Governo Federal, do STF que é ameaçado por traficantes, de juízes e promotores que são ameaçados, de casos de assassinato e de extermínio, de casos como o do Presídio do Carandiru que tentaram me envolver, a UEL, a M.R.R. e a minha família a partir de 7 de outubro de 1992, os Titãs, a Rede Globo e seus programas como as Olimpíadas de Barcelona e a série As Noivas de Copacabana, coisas do ex-juíz Sérgio Moro e sua vida íntima e profissional, etc., a polícia de São Paulo ameaçou me matar sabendo disto? Por que? Para apagar um arquivo em nome de todos estes envolvidos? Ou em nome do Governador de São Paulo que já sabia que eu testemunhava que ele poderia ser preso por usar essa técnica de investigação de conhecimento virtual e telepático em mim e em minha família e em todos os outros, mas em nós pois não nos associamos a isto jamais, e então na mesma época julgaram meu processo trabalhista que colocaria toda essa gente na cadeia e começaram a tentar me matar, foram pelo menos duas tentativas violentas de tentativas de assassinato por meio da ameaça e do constrangimento, uma de noite, na escuridão no carro quando voltávamos da chácara de minha avó A., e a outra ontem por um menino numa bicicleta que acenou ter uma arma em sua cintura para assassinar a mim e a minha mãe e tia L. mas a polícia do mundo interferiu e o menino de meio volta e recuou e foi embora, eram dois meninos, o primeiro passou por mim e o segundo vinha com a arma na cintura e a polícia do mundo interferiu, eu escutei em casa que eles, esses meninos eram de São Paulo e que era por causa do Governador de São Paulo. Este método de investigação causa obesidade, perda de dentes, diabetes mielitus, cansaço, radiação, contaminação por radiação, morte, loucura, lavagem cerebral, esquizofrenia, depressão, pânico, raiva, agressividade, vingança, extorsão, estupro e estupro virtual, terror, guerras, incapacidade, corrupção, acidentes domésticos, no trânsito, aéreos e náuticos, roubo, crime organizado, tráfico, violência, incêndios, discussões e rixas, brigas e lutas, feminicídio, infanticídio, pedofilia, abuso de incapazes, corrupção de menores, ato libidinoso, ato obsceno, atentado violento ao pudor, prostituição e pornografia, tráfico de pessoas e de escravos sexuais, eu e minha família somos vítima de todos estes crimes e eu estou lutando contra tudo isto desde o começo disto com os primeiros estupros e atentados sexuais que sofri quando era menino com minha família nos anos 1970, e a polícia em vez de nos defenderem vem nos ameaçarem e querer me matar! Loucura! Insanidade administrativa! Só não se reconhece um louco, estuprador e assassino quem realmente o é desde muito tempo e já se habituou a esta prática! Corrupto aquele que pratica esta modalidade de crime! Justiça!
MATTANÓ
(04/06/2021)
TRAUMAS DE GUERRAS (CURA E TRATAMENTO) (2021):
Mattanó aponta como lida com seus traumas de guerras obtidos na sua vida com seus relacionamentos com autoridades e com criminosos:
MATTANÓ
(04/06/2021)
Mattanó aponta que Adão e Eva continham um corpo ou organismo igual ao nosso, de Homo Sapiens, mas sem o pecado quando foram criados por Deus, foi somente após a tentação de Eva pela serpente na Árvore do Conhecimento que o pecado foi revelado para Eva e assim para Adão, e depois para a humanidade, portanto Adão e Eva antes do pecado tinham um corpo com neurotransmissores e hormônios iguais aos nossos mas não tinham o pecado, e depois do fruto da Árvore do Conhecimento foi revelado o pecado para o corpo humano e assim sua influência sobre os neurotransmissores e hormônios como os sexuais que passaram a levar a comportamentos de natureza sexual e reprodutiva, até os tempos de hoje, quando o Amor de Deus revela que ter Amor pelo pecado retira o pecado do mundo, ter Amor pela sexualidade e pelos órgãos sexuais, pelo Amor, e pela reprodução, pela masturbação, pela penitência e pela castidade retira o pecado do mundo, pois o órgão sexual masculino e feminino não é nada mais do que parte do corpo humano e o corpo humano é o templo do Espírito Santo, da Eucaristia, de Jesus Cristo e do Amor de Deus, é templo da Criação pois é a própria Criação, portanto ter órgão sexual, pênis ou vagina é o plano de Deus para o Homo Sapiens e ter Amor pelo seu próprio corpo é o plano do Amor de Deus e de Deus, ou seja, não é pecado deixar funcionar os rins, os pulmões, o coração, o fígado, os intestinos, o pâncreas, o estômago, a percepção, o cérebro, etc., muito pelo contrário impedir o funcionamento ou bom funcionamento de qualquer uma dessas estruturas causa mal-estar e pode causar doenças que podem levar a morte, não é diferente com o órgão sexual masculino e feminino, impedir que o homem e a mulher aprendam a usar o seu órgão sexual, pênis ou vagina, com Amor e ter Amor por eles, pode causar doenças e problemas bio-psico-sociais como problemas cardíacos, obesidade, diabetes mielitus, espirituais, familiares, trabalhistas, econômicos, sociais em função de uma castidade direcionada ao Amor a Deus e a Nossa Senhora que entra em conflito com contingências sexuais voltadas para a libido e a violência sexual. Ter o comportamento masturbatório é característico da nossa espécie, ele pertence a Criação, desde a Adão e a Eva, é anterior ao pecado e foi com o pecado que aprendemos a condená-la, estamos no tempo de nos perdoarmos e termos Amor pelo pecado, pelo próprio corpo que já é pecado ao nascer. Não é pecado ter neurotransmissores e hormônios que levam o homem e a mulher a acumularem uma energia libidinal que pode se converter e se transformar em câncer, em ataque cardíaco, em obesidade, em diabetes mielitus, em esquizofrenia, em depressão, etc., e num comportamento desse indivíduo que é descarregado, por exemplo, através da masturbação ou do coito, mas com Amor ao seu órgão sexual e a sua sexualidade, ou seja, com intimidade e privacidade, com maturidade e produtividade sexual, construída e fundamentada na família e no matrimônio, no Amor que é justamente o sentimento de permanência e não o sentimento de vazio e de niilismo com aventuras sexuais que são usar o corpo do objeto sexual somente para masturbação e não para Amor, tanto o seu próprio corpo quanto o corpo da sua parceira. Somente as crianças tem este comportamento em sua sexualidade, de usar o seu objeto de desejo para masturbação, os adultos que não Amam continuam desenvolvendo esse comportamento infantil de usar o objeto de desejo para masturbação através do corpo do seu objeto ou através da sua fantasia pessoal e masturbatória. Os adultos que amam preferem escolher o amor para sua relação e o sentimento de permanência, e utilizam a masturbação quando não tem posse do seu objeto de amor, para descarregarem suas energias e normalizarem sua psique e comportamento, o bom funcionamento de seus organismos, pois um órgão que não funciona bem pode prejudicar ou levar ao mal funcionamento de outros órgãos, por isso se eduque e faça psicoterapia!
MATTANÓ
(08/06/2021)
Mattanó aponta que quando aprendemos uma língua e a temos como língua materna geralmente para aprendermos outras línguas às decodificamos acessando e fazendo interpretações com base na língua materna, pois senão ficamos desorientados, sem significados e sem sentidos, apelamos para conceitos já existentes em nossa língua materna para inserirmos novos conceitos, sentidos e significados de outras línguas estrangeiras quando as estudamos e efetuamos a aprendizagem com a tradução, pois necessitamos dos sentidos e dos significados que já possuímos para incorporarmos novos termos e palavras com significados e sentidos que nada indicam quando os temos inicialmente e só depois, com a aprendizagem e a tradução eles passam a ter significado e sentido e até conceito, simbologia, contexto, comportamento, inconsciente, Gestalt e insight, desejo e malícia, linguagem, relações sociais, conclusões e interpretações, etc., pois só depois que a criança consegue desenvolvimento cognitivo para conceituar através dos significados e dos sentidos seu mundo objetal e a sua linguagem é que ela passa a ter domínio sobre o seu mundo e sobre suas relações, inclusive sobre suas relações sociais, é nesta fase da vida que a criança passa pela castração e se identifica sexualmente com seu objeto de poder e de amor, de vida e de desenvolvimento, formando seu ego e sua consciência, e portanto sua linguagem que adquirirá significados e sentidos para embasar a aprendizagem, por meio da alfabetização formal, de novas línguas estrangeiras com seus significados e sentidos.
MATTANÓ
(09/06/2021)
Mattanó aponta que a Psicanálise é mais do que um método de se investigar o inconsciente, ela é uma técnica, uma disciplina, um estado de consciência, ela é diferente da vida anímica e da vida onírica, porém pertence a elas!
MATTANÓ
(09/06/2021)
Mattanó aponta que são os atos ilocucionários com sua força na argumentação e os atos perlocucionários com seus efeitos visados com a argumentação que construímos a técnica da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 e a técnica da Teoria da Abundância de Mattanó para o tratamento dos transtornos mentais e da pulsão auditiva de Mattanó de 1995, só a força e os efeitos visados, ou seja, os atos ilocucionários e os atos perlocucionários, controlam as respostas através da literalidade, do controle e das razões da técnica da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 e só a força e os efeitos visados, ou seja, os atos ilocucionários e os atos perlocucionários, controlam as respostas por meio das contingências que modelam o comportamento na Teoria da Abundância de Mattanó.
MATTANÓ
(10/06/2021)
Mattanó aponta que o estudo e a prática dos Testes de Personalidade deveriam se voltar para a prática de personalidades com interesses, motivações, habilidades, aspirações, memória, criatividade, temperamento e caráter com base nas respostas que o definem como capaz ou incapaz e não como transtornado mental ou como normal.
MATTANÓ
(10/06/2021)
Para a Psicanálise do Amor o pai de Hanold era voltado inteiramente para a arqueologia e que isso causava em Hanold um sentimento de que ele era uma pessoa insuportável, pois não tinha olhos e nem ouvidos para ele, mas apenas para a arqueologia. Hanold suspeitava uma fantasia de que ele também alí em Pompéia com seu pai, seria escavado e retornado à vida. Até que Hanold deparou-se inesperadamente com seu objeto de uma incrível trama tecida pelo teu cérebro, uma trama que o divertiu, lhe proporcionou prazer e loucura, mesmo não suspeitando isso dela. Hanold contemplou sua loucura, seu comportamento de ver na ausência da coisa vista, de escutar na ausência da coisa dita, de perceber na ausência da coisa percebida, comportamento que encontrou canalização na sua relação com seu pai, o objeto de loucura, em função, talvez de seus significados, sentidos e contextos que foram marcando seu mapa cognitivo num processo de desequilíbrio cognitivo, onde há assimilação e acomodação da informação ou do objeto de desejo, assim o comportamento do pai de Hanold em relação a arqueologia desencadeou significados e sentidos em meio a contextos, que foram marcando o mapa cognitivo e traçando um caminho cognitivo, num processo de desequilíbrio cognitivo, onde há assimilação e acomodação da informação ou do objeto de desejo que é uma conclusão desse processo ou uma resposta, ou mesmo uma entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização da consciência que seleciona uma resposta através da adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, orientando esse organismo no tempo e no espaço. Da mesma forma os significados e sentidos da fantasia de Hanold em relação ao seu pai de que ele seria escavado pelo seu pai e retornaria a vida, levaria-o a elaborar outra que se transformou em loucura através dos significados e sentidos dos seus delírios pela Gradiva que eram semelhantes as da sua relação com seu pai. Estes eventos também podem acontecer no mundo virtual e da realidade virtual que são especulativos, pois são substitutos e são metáforas do Amor, da Palavra e da Sagrada Escritura que podem ocupar o lugar de nossas preocupações ou representações dolorosas reorganizando-as através do seu poder autoclítico, que depende, por sua vez da equilibração do prazer e do reforço por um lado, e da dor e da punição por outro lado, que garante a sua homeostase e a sua sobrevivência num meio ambiente adverso, como um dos recursos da nossa mente e do nosso cérebro.
MATTANÓ
(23/09/2025)
Assim ela nos mostrou claramente o que os anos haviam feito de sua amizade infantil. Nelas cresceu até transformar-se em amor, pois uma jovem precisa de um objeto a quem dedicar o seu coração. Fräulein Zoe, a corporificação da inteligência e da clareza, torna sua mente transparente para nós. Se é regra geral que toda jovem normalmente constituída dirija primeiramente sua afeição ao pai, Zoe, cuja família se resumia neste, estava especialmente destinada a fazê-lo. Mas seu pai, totalmente absorvido em seus interesses científicos, não lhe dava a mínima atenção. Assim, ela foi obrigada a se dirigir para outra pessoa, ligando-se particularmente ao seu jovem companheiro de brinquedos. Quando ele também deixou de fazer caso dela, seu amor não sofreu nenhuma diminuição; ao contrário, intensificou-se, pois ele se tornara semelhante ao pai, absorvendo-se como ele na ciência e afastando-se da vida e de Zoe. Dessa forma foi possível para ela manter-se fiel mesmo na infidelidade - reencontrar o pai no amado, abrangendo os dois na mesma emoção ou, como podemos dizer, identificando-os em seu sentimento. Mas que justificativa temos para essa pequena análise psicológica que pode parecer arbitrária? O próprio autor a oferece para nós num único, mas altamente significativo, pormenor. Quando Zoe descreveu a transformação, que tanto a perturbou, de seu antigo companheiro de folguedos, injuriou-o comparando-o a um arqueptérix, o monstro alado antediluviano que pertence à arqueologia da zoologia. Desse modo ela encontrou uma única expressão concreta da identidade das duas figuras. Sua queixa aplica-se, com a mesma palavra, tanto ao homem que ela amava quanto a seu pai. O arqueoptérix é, podemos dizer, uma idéia conciliatória ou intermediária, na qual seu pensamento sobre a insensatez do homem amado coincidiu com o pensamento análogo sobre seu pai.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que se estabeleceu uma amizade infantil entre Hanold e Zoe até se transformar em amor, pois uma jovem precisa de um amor, justificou Hanold. Zoe era a corporificação da inteligência e da clareza. Para Hanold sua afeição, de Zoe, fora dirigida primeiro para o seu pai, mas seu pai tomado pelo interesse científico não deu interesse a essa afeição. Assim ela dirigiu sua afeição para outra pessoa, ao seu jovem companheiro de brinquedos, este acabou se tornando semelhante ao pai absorvido como ele na ciência afastando-se da vida e de Zoe. Dessa forma foi possível para ela manter-se fiel mesmo na infidelidade, onde reencontrou o pai amado, abrangendo os dois na mesma emoção, identificando-os em seu sentimento.
Mattanó aponta que se estabeleceu uma amizade infantil entre Hanold e Zoe até se transformar em amor, pois uma jovem precisa de um amor, justificou Hanold. Zoe era a corporificação da inteligência e da clareza. Para Hanold sua afeição, de Zoe, fora dirigida primeiro para o seu pai, mas seu pai tomado pelo interesse científico não deu interesse a essa afeição. Assim ela dirigiu sua afeição para outra pessoa, ao seu jovem companheiro de brinquedos, este acabou se tornando semelhante ao pai absorvido como ele na ciência afastando-se da vida e de Zoe. Dessa forma foi possível para ela manter-se fiel mesmo na infidelidade, onde reencontrou o pai amado, abrangendo os dois na mesma emoção, identificando-os em seu sentimento. A afeição de Zoe era justamente um delírio de Hanold, onde ele via e percebia coisas na ausência das coisas vistas e percebidas, através da sua entropia e neguentropia inconsciente que faz com que ele veja e perceba coisas na ausência das coisas vistas e percebidas, evento que desencadeia significados e sentidos em meio a contextos, que foram marcando o mapa cognitivo e traçando um caminho cognitivo, num processo de desequilíbrio cognitivo, onde há assimilação e acomodação da informação ou do objeto de desejo que é uma conclusão desse processo ou uma resposta, ou mesmo uma entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização da consciência que seleciona uma resposta através da adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, orientando esse organismo no tempo e no espaço, levando Hanold a delirar em sua relação com Zoe.
MATTANÓ
(11/06/2021)
Mattanó aponta que a sua Teoria da Abundância também serve para tratar e prevenir os danos causados pelo comportamento de fazer apologias que pode resultar no crime de apologia que é o crime de apologia e incitação, são crimes contra a paz pública, tendo como sujeito passivo a coletividade. Configuram-se com a instigação para que pessoas indeterminadas pratiquem crimes. No crime de apologia o crime já aconteceu, mas há a propaganda exaltando o autor do crime ou o fato. Pois pela Teoria da Abundância de Mattanó ocorre a dessensibilização da funcionalidade, dos S – R – C, estímulo – resposta – consequência, comportamento, simbologia, inconsciente, significados e sentidos, contextos e conceitos, literalidade, controle e razões, contingências, afetividade, espiritualidade, arquétipos, cosmos e universo, imunidade e homeostase, conclusões e interpretações para que você seja a partir de agora a sua consciência motivada pela sua atenção e intenção que é determinada pela eternidade e pelo tempo como que numa Hóstia Viva que age milagrosamente curando a sua psique e o seu comportamento, e o seu organismo, pois o organismo também produz psique e comportamento a todo momento, exemplo disto é um rim ou fígado doente que altera o estado de consciência do indivíduo, já se o rim ou o fígado estão saudáveis o estado de consciência desse indivíduo será diferente, por isso a consciência é determinada também pelas condições do organismo e do meio ambiente em interação com esse organismo que provoca alterações na percepção desse organismo querendo ou não, assim modificando a sua consciência! Por isso Mattanó denuncia que autoridades que acreditam que um Sistema Judiciário e Policial que vigie, julgue, absolva e condene indivíduos por meio da telepatia do conhecimento virtual estão equivocados com esta técnica pois o mundo telepático do conhecimento virtual responde as condições do seu Sistema Nervoso, do seu organismo (se tem ou não problemas, dores, mau funcionamento), do meio ambiente (que esta em interação com ele produzindo percepção e alteração na sua consciência, ou seja, diferentes ambientes produzem diferentes soluções e diferentes resultados nos julgamentos por esta técnica, uns serão favorecidos e outros serão prejudicados), por isso Osny Mattanó Júnior deixa claro que quem aprovou isto ou esta técnica foi impreciso e negligente, favoreceu uns e prejudicou outros?!
MATTANÓ
(13/06/2021)
A NOVA PSICOLOGIA DO JUDICIÁRIO (2021):
A Nova Psicologia do Judiciário, segundo Mattanó, é constituída de um corpo teórico e prático multidisciplinares, pois compreende o indivíduo como portador de um corpo e cérebro multidisciplinares, indo além do Behaviorismo, até as outras teorias e práticas psicológicas e psicanalíticas, visto que o cérebro humano também reserva em seu mapa cognitivo caminhos específicos para cada disciplina desta Ciência.
Como contribuição de Mattanó para esta Nova Psicologia do Judiciário apresento a Teoria da Abundância onde recuperamos o condenado pela Justiça a partir de uma metodologia que o faça participar das técnicas para a dessensibilização e assim, para deixar de se deixar influenciar pela literalidade, controle e razões, pelo contexto e pelas contingências que o controlam em sua interação com o meio ambiente, e passar a acreditar que ele é como uma Hóstia Viva ou como uma célula que age milagrosamente e tudo transforma por ação da sua consciência através da atenção e da sua intenção apoiados pela eternidade e pelo tempo que se organizam e se reorganizam, ou seja, fazem uma entropia e uma neguentropia em sua consciência, de modo que ela se adapte ao meio ambiente e solucione as adversidades do meio ambiente adaptando seu organismo fisiológica, morfológica e comportalmente ao meio ambiente.
A Psicologia Cognitiva Transcendental Social entende que a Teoria da Abundância otimiza a inteligência favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu repertório e sua inteligência.
A Gestalt entende que a Teoria da Abundância otimiza o insight favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibiização que melhorem seu insight.
O Behaviorismo entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e o comportamento operante favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem sua dessensibilização e comportamento operante.
A Psicanálise entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem sua dessensibilização e a aprendizagem.
A Psicologia Social entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem social favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu desempenho das relações sociais.
A Psicologia Analítica entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu desempenho inconsciente, tanto pessoal quanto coletivo.
A Psicologia Escolar entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu desempenho escolar.
A Psicologia da Personalidade entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem sua aprendizagem e personalidade.
A Psicologia Humanista entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem sua aprendizagem e personalidade.
O Cognitivismo entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização, a aprendizagem e a cognição favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem sua dessensibilização, aprendizagem e cognição.
A Psicologia da Espécie entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu desempenho individual, grupal e da espécie.
A Psicologia Sócio-interacionista entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem o desempenho da aprendizagem.
A Fenomenologia entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu desempenho no tocante a sua existência e essências.
A Psicologia Individual entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu estilo de vida.
A Psicologia Institucional entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização, a aprendizagem e os ritos e discursos, a psicohigiene favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem seu desempenho na aprendizagem ritos e discursos, e na psicohigiene.
A Psicologia do Trabalho entende que a Teoria da Abundância otimiza a dessensibilização e a aprendizagem no trabalho favorecendo a recuperação do condenado com técnicas comportamentais de dessensibilização que melhorem sua dessensibilização e a aprendizagem para um melhor desempenho no trabalho.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 14 de junho de 2021.
(MATTANÓ)
(14/06/2021)
Mattanó aponta que a comunhão não se dá sobre as ideias e os pensamentos, mas sobre o coração, sobre a intenção, foi justamente por não haver comunhão entre os anjos caídos que eles caíram. A consciência age milagrosamente como uma Hóstia Viva através da atenção e da intenção, ou seja, através dos olhos e do coração, e não através do pensamento e das ideias que nos lembram os anjos caídos, Adão e Eva, a tentação e a Árvore do Conhecimento, a tentação e a Árvore da Vida. O pecado está no pensamento, na consciência, devemos Amar o pecado para nos libertarmos através do Amor de Deus! O milagre vem da oração do coração, das mãos e do poder de Deus, e não da mente humana que causa o pecado e é contrária a Comunhão!
MATTANÓ
(15/06/2021)
Mattanó escreve que no silêncio do meu quarto um desenho me ensina que o Universo só tem Amor e Graça por que tem Animação e Vida igual a do desenho!
MATTANÓ
(15/06/2021)
A vida extraterrestre só será uma adversidade se ela for determinada pelas ideias e pelo pensamento e não pelo coração e pela comunhão, ou seja, se a vida extraterrestre for determinada e influenciada pela comunhão, pelo coração e não pelas ideias e pelo pensamento o contato extraterrestre e o convívio com esses seres alienígenas deverá ser satisfatório e pacífico, caso contrário poderá haver guerras, escravidão, abuso e exploração, violência, morte, experiências e sequestros ou abduções para diversos fins como científicos e alimentares, só Deus pode trazer a verdadeira paz entre mundos e seres inteligentes, evoluídos, perigosos, assassinos, dominadores, escravagistas, famintos e diferentes! O Homo Sapiens mata, se alimenta, domina e escraviza qualquer espécie diferente da sua pois é o mais evoluído da escala filogenética, imagine outra espécie também bastante evoluída ou até mais evoluída filogeneticamente? Contudo a evolução espiritual pode ajudar no equilíbrio e harmonia do cosmos e do Universo, preservando mundos diferentes e espécies diferentes por Amor a Criação!
MATTANÓ
(15/06/2021)
Mattanó denuncia que na UEL enquanto trabalhava na CEC e na CAF/Centrocópias e até depois no CLCH ele foi ameaçado de ser sequestrado pelo funcionário Brás que era pedófilo e estuprador, em decorrência dessas ameaças ainda continuo sendo ameaçado pelos mass mídias e me sinto desconfortável com a UEL!
MATTANÓ
(19/06/2021)
Mattanó aponta que essa técnica de investigação e julgamento por meio da telepatia ou mundo virtual do conhecimento acaba causando queda da imunidade e alterações e queda na homeostase do organismo do indivíduo que sofre invasão de intimidade e de privacidade por meio dessa técnica, pois ela contribui para a violência, o estupro virtual, a extorsão, a vingança e a lavagem cerebral, certamente alguém que tem um problema gravíssimo com sua mãe ou seu pai e os amam nunca vai querer que a Justiça ou as polícias e autoridades façam uso dessa técnica contra sua mãe e seu pai, pois ela tem a sensação de que isso é injusto, de que é errado, de que é vingança e extorsão! Por isso denuncio essas pessoas: se elas fariam isso com seus pais e mães, avôs e avós, filhos e filhas, netos e netas, maridos e esposas o que estão fazendo comigo desde 1999!? (Eu terminei de escrever isto e escutei um homem que se disse policial me dizendo ¨você morre!¨ por causa dessa minha queixa que é justa! CADEIA!!! JUSTIÇA!!!!!).
MATTANÓ
(19/06/2021)
Mattanó aponta que uma Ciência do Direito para ser paradigmática não pode lesar os direitos, deveres, obrigações e privilégios dos cidadãos aos que abrange, nem tampouco a saúde e ao bem-estar bio-psico-social de cidadãos, pois o Direito não pode condicionar sua conduta na violência, na extorsão, na vingança, no estupro virtual, na discriminação, na perseguição, no ódio e na intolerância, no ato obsceno, no atentado violento ao pudor, na lascívia, na imoralidade, no ato libidinoso, na agressividade, na instintividade, na inconsciência, na ausência de juízo crítico, na manipulação hipnótica de investigados por manipuladores inexperientes e sem uma formação técnica que os habilite cientificamente para esse procedimento, pois é sabido que hipnotizados por manipuladores diferentes apresentam respostas e consequências diferentes, ou seja, a funcionalidade da hipnose está no estímulo, no hipnotizador, que estabelece a sequência S – R – C, estímulo – resposta – consequência, o estímulo do estimulador determina a resposta e as consequências, revelando que a vida e a situação atual e pessoal, social e pública do hipnotizado está nas mãos do hipnotizador que seleciona e determina os estímulos aos quais ele responderá e terá suas consequências, a vida de um hipnotizado depende exclusivamente dos estímulos do hipnotizador até que ele tenha consciência de tudo isto, no meu caso desde os primeiros anos de vida, da mesma forma o resto de minha família, incluindo, mãe e pai, irmão e irmã, construindo um grande esquema de roubo de informações, mas o Direito deve se condicionar pela consciência e pelo juízo crítico que são valores da cidadania. Hipnotizar a vida inteira uma família exclui todos os Direitos dessa família e os colocam nas mãos e poderes do hipnotizador, simplesmente não possuímos consciência em função da hipnose e agregam conceitos como loucura e crime como forma de causar atos ilocucionários e atos perlocucionários, ou seja, força nos argumentos e efeitos visados pelos argumentos para nos controlarem e excluírem da sociedade e do mundo real, como se nós fossemos brinquedos para jogos de poder entre poderosos, pois só brinquedos tem ação total do controle, da literalidade e das razões do seu manipulador, como na hipnose; a consciência sutil de que dispomos sugere inferir que também é produto ou influenciada pela hipnose, difícil discriminar o que é consciência e o que é hipnose na mente de um hipnotizado, mesmo que por outra técnica, por meio da telepatia. Ou a telepatia responde como a uma hipnose, por isso há momentos em que disponho de consciência e outros momentos em que disponho de um controle externo por mandos telepáticos, aos quais respondo literalmente, por controle e por razões, seja qual for o contexto e o meio ambiente, por causa disto tanta resposta igual e viciada em violência contra menores, mulheres, trabalhadores, fiéis e religiosos, familiares, negros e homossexuais, eu não dispunha deste repertório comportamental até 1995 quando tudo começou na UEL em sala de aula e depois parou, voltando a acontecer a partir de 1999 e não parou mais, pra falar a verdade teve alguns momentos que isso parou: em 1999 no Hospital Psiquitarico Shangri-la, em casa com a televisão assistindo programas gravados e filmes, na casa de minha avó num fim de ano quando fiquei alguns minutos curado, em 2004 no REENSINO quando dei uma aula de Psicologia da Gestalt e me apresentei totalmente curado, nas eleições para Presidente que na véspera fiquei de madrugada totalmente curado, e com o Papa Francisco com os Islâmicos onde fiquei novamente curado de meus delírios e alucinações, contudo não fiquei curado da telepatia! Isto sugere pensar que estão tentando me matar por causa da telepatia que é inofensiva, pois eu nunca me envolvi em nada grave por culpa minha, mas apenas por culpa de invasores e violadores, estupradores e assassinos, ladrões e tarados, racistas, pois eu sou diferente, talvez mais evoluído! RACISMO É CRIME E DÁ CADEIA!!!!!
MATTANÓ
(19/06/2021)
Mattanó testemunha que desde 1989 até 1995 ou 1996 teve pensamentos e intenções de devolver o que havia recebido e roubado da ARU, do CAF/Centrocópias e do CLCH/LET e que em sua casa ficava conversando com uma mulher que lhe falava para ele, em pensamentos telepáticos, que o que ele havia pego era seu e que não era para ele devolver, então em 1994 ou 1995 rasguei um livro ato do CLCH/LET e ouvi dessa mesma mulher em telepatia ¨pode rasgar!¨, ou seja, havia algo ou alguém querendo que eu me incriminasse na UEL, mas não conseguiu, eu pensava em casa que eu não era ladrão e que era igual a todo mundo, que não queria roubar coisa alguma, mas não me continha e nem me controlava o suficiente devido a violência e a tortura na UEL e fora da UEL, já testemunhei que eu sou sensitivo, que eu percebo e me comporto em função do que sinto a respeito das emoções e sentimentos dos outros e não somente dos pensamentos e comportamentos observáveis e que na hipnose eu também percebo as sensações e intuições, afetos, sentimentos e emoções do hipnotizador, isto interfere nas minhas respostas e na condução da hipnose! Porém diálogos, entrevistas e investigações também sofrem a mesma influência da minha condição, talvez, paranormal ou sobrenatural!
MATTANÓ
(20/06/2021)
Mattanó especula se os delírios não seriam outra forma de consciência ou de inconsciente, ou seja, de pensamento, da mesma forma que a telepatia que se apresenta consciente e assim elaborada e oriunda de um inconsciente, os delírios apresentam-se da mesma forma, ora elaborados e conscientes e noutro momento inconscientes, vindos do inconsciente. Tanto os delírios quanto a telepatia se contaminam por outros estados de consciência e respondem a eles. Eu particularmente já experimentei em duas oportunidades a experiência de ter cinco e noutra seis pensamentos diferentes com vozes que se relacionavam ao mesmo tempo, fiz isto com medicação e som alto que gerava muito prazer e alteração da consciência por meio da pulsão auditiva e trabalho científico no computador e com a telepatia, mas não recomento para ninguém pois dá a sensação de que eu iria morrer ou matar quem estava por perto escutando meus pensamentos por meio da telepatia em função do mal-estar provocado pela experiência que não havia sido planejada, ou seja, apenas aconteceu! Eu tenho mais pensamentos diferentes ou consciências diferentes oriundas do inconsciente que também pode ser mais de um no nosso aparelho psíquico, como a musical e a cinematográfica, o inconsciente musical quando é acessado produz e elabora melodias e harmonias constantemente, ele se adapta aos estímulos do meio ambiente, ou seja, aos sons captados pelo ouvido externo, e o inconsciente cinematográfico quando é acessado produz e elabora imagens e alucinações ou fotografias que se movem como em desenhos ou filmes constantemente, podendo ou não se associar aos sons do inconsciente musical, ele se adapta aos estímulos do meio ambiente, ou seja, as imagens captadas pelos olhos do indivíduo e pela imaginação do indivíduo através da sua associação com a imaginação. Talvez este inconsciente cinematográfico tenha relação com as alucinações. Cada parte do aparelho psíquico tem seu lugar específico que pode ser nas diferenças do aparelho psíquico como na do Sistema Nervoso Central, veja só isto: a telepatia já permitiu a mim escutar a voz e o pensamento do meu cachorro Billy que respondeu por condicionamento segundo as suas características fonéticas e sonoras, ou seja, o pensamento do cachorro tem a voz do próprio cachorro e responde como responde no experimento Pavlov onde o cão salivou ao ver o estímulo alimentar, no caso do meu cachorro Billy, ele pensou com sua voz a palavra que foi condicionada em português ao ver o estímulo desencadeador dessa resposta, e assim ele respondeu e continua respondendo de forma condicionada, sendo modelado o seu pensamento que é simples, tem uma palavra apenas, dificilmente forma frases, particularmente acredito que não consiga formar frases, só escutei uma palavra, acredito que o cachorro responda aos seus pensamentos, pois todo cachorro tem o habito de ficar pensando ou quieto e parado como se estivesse pensando e então responde, neste momento emerge em sua consciência por condicionamento uma voz e uma palavra que governará seu comportamento.
MATTANÓ
(21/06/21)
TEORIA DA COMUNICAÇÃO TELEPÁTICA E VIRTUAL (2021):
Mattanó aponta que para que haja um processo comunicacional normal precisamos de um codificador (emissor) da mensagem – da mensagem – e do decodificador (receptor) da mensagem; da mesma forma na comunicação telepática precisamos de um codificador (emissor) da mensagem telepática – da mensagem telepática – e do decodificador (receptor) da mensagem telepática; e igualmente na comunicação virtual precisamos de um codificador (emissor) da mensagem virtual – da mensagem virtual – e do decodificador (receptor) da mensagem virtual; seja qual for o processo comunicacional: normal, telepático ou virtual pode haver ruído que é justamente uma imperfeição, barulho, má codificação, etc., da mensagem que por sua vez chega para o decodificador com barreiras e com dificuldade de ser compreendida e interpretada corretamente; o que isto quer sinalizar? Que o ser humano pode ser o responsável pela linguagem normal, telepática e virtual, pois é codificador e decodificador, e isto lhe responsabiliza pelo seu comportamento linguístico, telepático e virtual na mesma medida, pois o codificador depende na mesma medida do decodificador para que haja o processo comunicacional, ou seja, não há crime, não há responsabilidade, só há desrespeito por aqueles que não aceitam participar desse mecanismo de invasão e desapropriação de repertórios comportamentais encobertos que são ditos exclusividade do codificador e o decodificador nada tem a ver com isto! Ignorância e corrupção! Não há como se comunicar sem codificador e decodificador que talvez sejam produtos da evolução de nossa espécie, por isso tem características diferentes para indivíduos diferentes, sendo uns poucos codificadores e outros muitos decodificadores, é justamente assim que acontece a evolução das espécies e a seleção natural.
MATTANÓ
(22/06/2021)
Mattanó denuncia que entre 1989 e 1997 na UEL no CESA testemunhou em sala de aula com o docente Dr. Ticianeli o conhecimento virtual ¨não que esse cara ou ele aqui!¨ (estava pensando e se comunicando com os alunos sobre mim que fui duas vezes assistir as suas aulas), então passei a ir no Centro Acadêmico de Direito e eu escutava virtualmente dos docentes ¨tira esse cara daqui, não é para ele vir aqui!¨, e quando eu passeava no CESA havia docentes que me olhavam de canto de olho e eu escutava ¨corrupto safado¨ e aconteceu de eu fazer alguns vestibulares para Direito e não passei neles, mas passei para Comunicação Social em 1991/2 e havia um esquemão para me estuprarem e me violentarem sexual e moralmente, até me roubarem e me envolverem e tráfico de drogas como Mário e o Luciano que eram drogados e tentaram me envolver nisso, e nem o esquemão ou o Ministério Público e as policias e autoridades fizeram alguma coisa contra o Mário e o Luciano que se envolviam com drogas e haviam me oferecido e me constrangido, me ameaçado a integridade e a saúde, e nem o pessoal do CESA fez nada contra o Mário e o Luciano, por que será que não queriam que eu voltasse para o CESA com a turma e o Centro Acadêmico de Direito? Porque não poderia haver esquemão com estupradoras, ladras, assassinas e traficantes ou drogados no curso de Direito com docentes sabendo disto e dentre os docentes alguns do Ministério Público como o Dr. Ticianeli que não queria eu lá no Curso de Direito, etc..!? Esse esquemão de me estuprarem na UEL começou em 1989 na CAF/Centrocópias com os auxiliares administrativos, auxiliares de reprografia e o Brás e não parou mais! CADEIA! JUSTIÇA!!!!!
MATTANÓ
(23/06/2021)
Para a Psicanálise do Amor se estabeleceu uma amizade infantil entre Hanold e Zoe até se transformar em amor, pois uma jovem precisa de um amor, justificou Hanold. Zoe era a corporificação da inteligência e da clareza. Para Hanold sua afeição, de Zoe, fora dirigida primeiro para o seu pai, mas seu pai tomado pelo interesse científico não deu interesse a essa afeição. Assim ela dirigiu sua afeição para outra pessoa, ao seu jovem companheiro de brinquedos, este acabou se tornando semelhante ao pai absorvido como ele na ciência afastando-se da vida e de Zoe. Dessa forma foi possível para ela manter-se fiel mesmo na infidelidade, onde reencontrou o pai amado, abrangendo os dois na mesma emoção, identificando-os em seu sentimento. A afeição de Zoe era justamente um delírio de Hanold, onde ele via e percebia coisas na ausência das coisas vistas e percebidas, através da sua entropia e neguentropia inconsciente que faz com que ele veja e perceba coisas na ausência das coisas vistas e percebidas, evento que desencadeia significados e sentidos em meio a contextos, que foram marcando o mapa cognitivo e traçando um caminho cognitivo, num processo de desequilíbrio cognitivo, onde há assimilação e acomodação da informação ou do objeto de desejo que é uma conclusão desse processo ou uma resposta, ou mesmo uma entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização da consciência que seleciona uma resposta através da adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, orientando esse organismo no tempo e no espaço, levando Hanold a delirar em sua relação com Zoe. Da mesma maneira Hanold através, especulativamente, do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, poderia delirar sua relação com seu pai inconsciente num objeto bíblico, da mesma forma que sua relação com Zoe, até porque um paciente que delira transfere esse conteúdo para vários objetos e pode canalizá-lo através de outros canais, como o mundo virtual, paranormal, sobrenatural e onírico para outros objetos que adquirem significado e sentido semelhantes ao desencadeador, neste caso seu pai.
MATTANÓ
(23/09/2025)
Já com o rapaz, as coisas tomaram um rumo diferente. Absorto na arqueologia, só se interessava por mulheres de bronze e de mármore. Nele a amizade de infância, em vez de intensificar-se transformando-se em paixão, dissolveu-se, caindo em tão profundo esquecimento que, ao encontrar socialmente a antiga companheira de brinquedos, não a reconheceu. É verdade que, se examinarmos os fatos com mais cuidado, iremos perguntar-nos se ‘esquecimento’ será a descrição psicológica correta do destino dessas lembranças em nosso jovem arqueólogo. Existe um gênero de esquecimento que se caracteriza pela dificuldade que a convocação externa mais forte tem em despertar a memória, como se alguma resistência interna lutasse contra seu ressurgimento. Em psicopatologia essa espécie de esquecimento recebeu o nome de ‘repressão’, da qual o caso exposto pelo autor parece ser um exemplo. Ora, não sabemos se o esquecimento de uma impressão está sempre vinculado à dissolução de seu traço de memória na mente, mas podemos certamente afirmar que a ‘repressão’ não coincide com a dissolução ou a extinção da memória. É verdade que o reprimido, via de regra, não pode emergir da memória sem maiores dificuldades, mas conserva uma capacidade de ação efetiva e, sob a influência de algum evento externo, pode vir a ter conseqüências psíquicas que podem ser consideradas como produtos da modificação da lembrança esquecida e como derivados dela, e que, se não forem vistas por esse prisma, permanecerão incompreensíveis. Parece-nos já termos reconhecido nas fantasias de Norbert Hanold sobre Gradiva derivados de lembranças reprimidas de sua amizade infantil com Zoe Bertgang. Tal retorno do que foi reprimido deve ser esperado com particular regularidade quando os sentimentos eróticos de uma pessoa estão ligados às impressões reprimidas - quando sua vida erótica sofreu as investidas da repressão. Esses casos comprovam o velho ditado latino: ‘Naturam expelles furca, tamem usque recurret,’ embora este originalmente se referisse somente à expulsão por influências externas, e não por conflitos internos. No entanto, esse provérbio não nos explica tudo; só nos informa sobre o fato do retorno da parte da natureza que foi reprimida, mas não descreve a maneira altamente singular desse retorno, que se realiza através do que classificaríamos de malévola traição. É precisamente o que foi escolhido como instrumento da repressão - como o ‘furca‘ do provérbio latino - que vai constituir o veículo do retorno: oculto na força repressora, o que é reprimido revelar-se-á por fim vencedor. Esse fato, pouco tido em conta e que merece um exame atento, é ilustrado - de forma mais impressionante do que o seria por muitos outros exemplos - por uma conhecida água-forte de Félicien Rops; e é ilustrado com o caso típico de repressão na vida dos santos e penitentes. Um monge ascético, fugindo certamente das tentações do mundo, volta-se para a imagem do Salvador na cruz, mas esta vai submergindo nas sombras, e em seu lugar ergue-se, radiante, a imagem de uma voluptosa mulher nua, também crucificada. Outros artistas, com menor compreensão interna (insight) psicológica, mostram, em alegorias da tentação semelhantes a essa, o Pecado erguendo-se, insolente e triunfante, em diversas atitudes junto à cruz do Salvador. Só Rops, porém, fê-lo ocupar o lugar do Salvador na Cruz. Ele parece ter sabido que, quando o que foi reprimido retorna, emerge da própria força repressora.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hanold começa a realizar um retorno da parte da natureza que foi reprimida através do interesse por mulheres de bronze e de mármore, as quais como sua escolha constitui seu instrumento da força repressora, o esquecimento recebeu o nome de ‘repressão’, da qual o caso exposto pelo autor parece ser um exemplo. Ora, não sabemos se o esquecimento de uma impressão está sempre vinculado à dissolução de seu traço de memória na mente, mas podemos certamente afirmar que a ‘repressão’ não coincide com a dissolução ou a extinção da memória. É verdade que o reprimido, via de regra, não pode emergir da memória sem maiores dificuldades, mas conserva uma capacidade de ação efetiva e, sob a influência de algum evento externo, pode vir a ter conseqüências psíquicas que podem ser consideradas como produtos da modificação da lembrança esquecida e como derivados dela, e que, se não forem vistas por esse prisma, permanecerão incompreensíveis. Parece-nos já termos reconhecido nas fantasias de Norbert Hanold sobre Gradiva derivados de lembranças reprimidas de sua amizade infantil com Zoe Bertgang. Tal retorno do que foi reprimido deve ser esperado com particular regularidade quando os sentimentos eróticos de uma pessoa estão ligados às impressões reprimidas - quando sua vida erótica sofreu as investidas da repressão. É ilustrado com o caso típico de repressão na vida dos santos e penitentes. Um monge ascético, fugindo certamente das tentações do mundo, volta-se para a imagem do Salvador na cruz, mas esta vai submergindo nas sombras, e em seu lugar ergue-se, radiante, a imagem de uma voluptosa mulher nua, também crucificada. Outros artistas, com menor compreensão interna (insight) psicológica, mostram, em alegorias da tentação semelhantes a essa, o Pecado erguendo-se, insolente e triunfante, em diversas atitudes junto à cruz do Salvador.
Mattanó aponta que Hanold começa a realizar um retorno da parte da natureza que foi reprimida através do interesse por mulheres de bronze e de mármore, as quais como sua escolha constitui seu instrumento da força repressora, o esquecimento recebeu o nome de ‘repressão’, da qual o caso exposto pelo autor parece ser um exemplo. Ora, não sabemos se o esquecimento de uma impressão está sempre vinculado à dissolução de seu traço de memória na mente, mas podemos certamente afirmar que a ‘repressão’ não coincide com a dissolução ou a extinção da memória. É verdade que o reprimido, via de regra, não pode emergir da memória sem maiores dificuldades, mas conserva uma capacidade de ação efetiva e, sob a influência de algum evento externo, pode vir a ter conseqüências psíquicas que podem ser consideradas como produtos da modificação da lembrança esquecida e como derivados dela, e que, se não forem vistas por esse prisma, permanecerão incompreensíveis, talvez o reprimido necessite de estímulos, significados e sentidos, de símbolos e de linguagens e de jogos de linguagem que por sua vez os evoquem como as ideias e Teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó, de contextos que o suscitem. Parece-nos já termos reconhecido nas fantasias de Norbert Hanold sobre Gradiva derivados de lembranças reprimidas de sua amizade infantil com Zoe Bertgang. Tal retorno do que foi reprimido deve ser esperado com particular regularidade quando os sentimentos eróticos de uma pessoa estão ligados às impressões reprimidas - quando sua vida erótica sofreu as investidas da repressão. É ilustrado com o caso típico de repressão na vida dos santos e penitentes. Um monge ascético, fugindo certamente das tentações do mundo, volta-se para a imagem do Salvador na cruz, mas esta vai submergindo nas sombras, e em seu lugar ergue-se, radiante, a imagem de uma voluptosa mulher nua, também crucificada. Outros artistas, com menor compreensão interna (insight) psicológica, mostram, em alegorias da tentação semelhantes a essa, o Pecado erguendo-se, insolente e triunfante, em diversas atitudes junto à cruz do Salvador. Particularmente acredito que a espiritualidade tenha suas próprias contingências e leis, pois o evento milagroso é inexplicável, não é delírio e nem é alucinação, não é uma alteração da consciência e existem outros eventos como os eventos quase morte ou e.q.m. que nos ensinam que a consciência pode sair para fora do nosso corpo e viajar por outras dimensões espirituais e reconhecer objetos e depois regressar ao corpo devolvendo-lhe a sua vida e a sua experiência com a e.q.m. mostrando-lhe tudo o que foi vivido enquanto sua consciência estava fora do seu corpo, e temos a Hóstia Viva ou Comunhão, o Pão descido do Céu que é milagroso e causa bem-estar ao que comunga e o aceita verdadeiramente, ou seja, tem por Ele seu amor, seu sonho, sua vida! Contudo também temos aqueles que deliram ao observarem uma Cruz como forma de entrega de seus dons e enfermidades, talvez os delírios sejam dons e não somente enfermidades, uma forma de conversar com Deus e com os Santos, de expressar seus significados e sentidos oriundos de uma outra camada da consciência, como a da telepatia?!
MATTANÓ
(24/06/2021)
Mattanó denuncia que quem usa esse método de investigação e julgamento por telepatia e conhecimento virtual e hipnose está obrigando a minha consciência sair e permanecer fora do meu corpo e isso me causa muito mal-estar bio-psico-social, estão fazendo a mesma coisa em milhares de vítimas pelo mundo todo! Eu não nasci com a minha consciência fora do meu corpo, perguntem e investiguem os prontuários médicos do Hospital Evangélico de Londrina, onde nasci em 15 de abril de 1972! O FBI e a POLINTER já me disseram que quem abriu essa telepatia para fora da minha consciência foi a polícia e quando eu era criança (durante a época em que começaram a me estuprar por causa do Colégio São Paulo!).
MATTANÓ
(24/06/2021)
Mattanó se pergunta e ao STF do Brasil se é direito, dever, obrigação e privilégio que ele e sua família devem ter que viver a vida toda sendo invadidos e violados, ameaçados de morte, de crucificação (que é ilegal e portanto crime!), de roubo ou latrocínio, de chacina, de invasão da intimidade e da privacidade, de extorsão, de vingança, de estupro e de estupro virtual, de lavagem cerebral, de tortura, de violência, de rixa, de lascívia, de atentado violento ao pudor, de ato libidinoso, de ato obsceno, de abuso sexual, de exploração sexual, de curandeirismo e de charlatanismo, de pedofilia, e de experiências perigosas a saúde e ilícitas ou fora da lei, de trabalho fora da lei, de tentativas de contrato de trabalho fora de lei com a Rede Globo, Hollywood, artistas e cantores do Brasil e do mundo, o Governo Federal e a NASA, de tentativas de punição através de métodos ilícitos (ou seja, de tortura praticada a partir de 1998 pela UEL através da minha tia L. que ofereceu a Rede Globo e a UEL e o Estado para se juntarem para trabalharem comigo num projeto alucinado e delirante que visava mentir, roubar, estuprar e assassinar milhares de inocentes, para eu e minha família recebermos fortuna e sexo abundante mensalmente, ou seja, louco que também era e é criminoso pois não existe esse tipo de contrato de trabalho para Trabalho no Brasil, no Ministério do Trabalho, e de causar acidentes e mortes no trânsito com automóveis, bikes, pedestres e motocicletas e até crimes no espaço aéreo com aeronaves e naves alienígenas quando me manipulam e manipulam os aliens para cometerem crimes através de lavagem cerebral e de tortura e de medo de ser abduzido juntamente com sua família.
MATTANÓ
(24/06/2021)
Mattanó aponta que quando nascemos aprendemos a lidar e a manipular educando os nossos pensamentos e a nossa cognição, o nosso imaginário e o nosso simbólico, da mesma forma podemos aprender a lidar, manipular e educar os delírios e as alucinações tratando-os com coerência onde não havia coerência e estrutura onde não havia estrutura, resignificando-os e oferecendo-lhes um significado coerente e saudável, por exemplo, através do lúdico, das artes, da psicanálise, da psicoterapia, da música, da literatura, da pesquisa, da ciência, do trabalho, da educação, da religião, etc..
MATTANÓ
(26/06/2021)
O SEGUNDO CICLO COSMOGÊNICO
A pretensão dos contos maravilhosos é descrever a vida dos heróis lendários, os poderes das divindades da natureza, os espíritos dos mortos e os ancestrais totêmicos do grupo, por meio de uma expressão simbólica aos desejos, temores e tensões inconscientes do comportamento humano.
Os contos maravilhosos retratam a beleza e a grandiosidade da expressão simbólica dos nossos ancestrais, seus processos inconscientes e suas relações, seus comportamentos, sua humanidade e suas relações com o Sagrado.
A aventura do herói marca o momento em que este, embora ainda esteja vivo, descobriu e abriu o caminho da luz, para além dos sombrios limites da nossa morte em vida.
O caminho da luz marca o momento em que o herói encara sua vida e sua morte e seus limites através de um caminho de luz que o ilumina e à sua consciência, oferecendo-lhe recursos para enfrentar a morte em vida, abrindo-lhe as portas do caminho da Salvação.
Do mesmo modo que a consciência do indivíduo permanece num mar de escuridão, ao qual desce em sono profundo e do qual desperta misteriosamente, assim também é o universo. Os deuses são personificações simbólicas das leis que governam esse fluxo. Eles vêm à existência com a madrugada e se dissolvem com o crepúsculo. A saúde mental e física do indivíduo depende de um fluxo organizado de forças vitais, vindo das sombras do inconsciente para o campo do cotidiano vígil.
A saúde e o universo emergem da escuridão como emergem da escuridão a espiritualidade, as ideias, os ideais, os valores, as ideologias, o céu e a consciência, ou o sucesso, transformar pau em pedra somente na sombra da madrugada e transformar esse fenômeno em saúde somente no crepúsculo, correr, correr, correr tanto e não chegar a lugar nenhum somente em sono profundo, o destino será alcançado no despertar com a consciência, aqui você vai chegar em algum lugar, se você fizer a sua caminhada Sagrada em busca de saúde e respostas na escuridão do universo.
A mitologia tem uma visão trágica, onde é inevitável que as forças avancem poderosamente, porém encontram seu apogeu, decadência e retorno. O princípio básico de toda mitologia é o início no fim.
Correr, correr, correr tanto e não chegar a lugar nenhum é o princípio básico de uma boa mitologia, é o início no fim, as forças avançam poderosamente porém retornam ao fim, isto ocorre quando sua caminhada Sagrada retorna ao início, podendo ser um nascimento interior ou um apogeu heroico, seja qual for a forma, haverá uma mensagem.
O primeiro efeito das emanações cosmogênicas é a formação do estágio de estágio do mundo; o segundo efeito é a produção de vida sob a forma dual de macho e fêmea.
Vemos aqui que primeiro vem a criação do mundo e depois dos seres vivos com a dualidade macho e fêmea para se reproduzirem e assim reproduzirem o sistema, seja ele ideológico ou não, temos então a Criação e o Sagrado agindo no mundo e na produção de vida que gera vida neste mundo animal, ou seja, macho e fêmea, sinônimo de Amor.
O desenrolar do ciclo cosmogênico precipita o Uno em muitos, o destino ¨se cumpre¨, mas ao mesmo tempo, ¨é produzido¨. A partir da perspectiva da fonte, o mundo se configura como uma majestosa harmonia de formas que vêm a ser, explodem e se dissolvem.
Vemos aqui que com o desenvolvimento do ciclo da formação do cosmos os fenômenos ¨se cumprem¨ e tem um destino, como também são criados ou ¨são produzidos¨ por forças interiores e exteriores, forças bio-psico-sociais. Formam-se os corpos celestes e os seres vivos, os seres humanos, os machos e as fêmeas, que garantem a filogênese de nossa espécie, que por sua vez assegura a ontogênese, a cultura, a espiritualidade, a vida e o cosmos ou universo em relação conosco num ciclo de desenvolvimento que ¨se cumpre¨ e ¨é produzido¨! Por ¨ser produzido¨ produz relações e culturas homossexuais que se ramificam diferenciando-se da original e se incluindo no ciclo de formação do universo e da vida através do Sagrado.
As mitologias folclóricas subdesenvolvidas estão em pronunciado contraste com os mitos profundamente sugestivos do ciclo cosmogênico. Do muro branco da intemporalidade, irrompe e faz sua entrada uma sombria figura do criador para moldar o mundo das formas. Seu dia tem duração, fluidez e força ambiente típicas do sonho. A terra ainda não ficou sólida; resta muito a fazer para torná-la habitável para o povo futuro.
Como vemos ainda está em processo de cosmogênese a mitologia folclórica subdesenvolvida, porém ela retrata o mundo das formas, o mundo dos sonhos típico do seu sonhador, do seu meio ambiente e território subdesenvolvido, uma terra ainda instável e em construção, sendo preparada para a habitação do povo futuro. As mitologias subdesenvolvidas ainda não se completaram e nem se formaram, revelando um caráter instável e em construção que faz do caminho Sagrado uma oportunidade para novas comunidades, organizações e instituições ou grupos serem arrebanhados e incluídos em novas mitologias, mesmo que de teor miserável e pobre, de carente e de doente, de criminoso, de traficante e de terrorista, de ladrão, de pedófilo, de assassino, de corrupto, de estuprador, de abusador e de explorador, de invasor e de violador, de torturador, de violentador, de trapaceiro, do curandeiro e do charlatão, de criminoso virtual, pois compõe-se um segundo ciclo cosmogênico moldado e governado por estes tipos mitológicos do nosso tempo, são, pois, os maiores representantes das forças interiores em construção social e em relação com o bio-psico-social, com os arquétipos e o inconsciente, com os comportamentos e as leis e normas de cada nação e região, neles temos os traços, os hábitos, os comportamentos, os ritos e os mitos de um novo tempo, onde o subdesenvolvido gera seu próprio mundo mitológico, com suas forças e com seus poderes bio-psico-sociais que organizam e reorganizam, ou seja, fazem uma entropia e uma neguentropia e uma elaboração da sua consciência, mente e comportamento, relações sociais, ritos e mitos que visam iniciar ou promover a passagem de um membro de sua comunidade para outro estágio ou nível operante, ou seja, de aprendizagem.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 26 de junho de 2021.
MATTANÓ
(26/06/2021)
Para a Psicanálise do Amor Hanold começa a realizar um retorno da parte da natureza que foi reprimida através do interesse por mulheres de bronze e de mármore, as quais como sua escolha constitui seu instrumento da força repressora, o esquecimento recebeu o nome de ‘repressão’, da qual o caso exposto pelo autor parece ser um exemplo. Ora, não sabemos se o esquecimento de uma impressão está sempre vinculado à dissolução de seu traço de memória na mente, mas podemos certamente afirmar que a ‘repressão’ não coincide com a dissolução ou a extinção da memória. É verdade que o reprimido, via de regra, não pode emergir da memória sem maiores dificuldades, mas conserva uma capacidade de ação efetiva e, sob a influência de algum evento externo, pode vir a ter conseqüências psíquicas que podem ser consideradas como produtos da modificação da lembrança esquecida e como derivados dela, e que, se não forem vistas por esse prisma, permanecerão incompreensíveis, talvez o reprimido necessite de estímulos, significados e sentidos, de símbolos e de linguagens e de jogos de linguagem que por sua vez os evoquem como as ideias e Teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó, de contextos que o suscitem. Parece-nos já termos reconhecido nas fantasias de Norbert Hanold sobre Gradiva derivados de lembranças reprimidas de sua amizade infantil com Zoe Bertgang. Tal retorno do que foi reprimido deve ser esperado com particular regularidade quando os sentimentos eróticos de uma pessoa estão ligados às impressões reprimidas - quando sua vida erótica sofreu as investidas da repressão. É ilustrado com o caso típico de repressão na vida dos santos e penitentes. Um monge ascético, fugindo certamente das tentações do mundo, volta-se para a imagem do Salvador na cruz, mas esta vai submergindo nas sombras, e em seu lugar ergue-se, radiante, a imagem de uma voluptosa mulher nua, também crucificada. Outros artistas, com menor compreensão interna (insight) psicológica, mostram, em alegorias da tentação semelhantes a essa, o Pecado erguendo-se, insolente e triunfante, em diversas atitudes junto à cruz do Salvador. Particularmente acredito que a espiritualidade tenha suas próprias contingências e leis, pois o evento milagroso é inexplicável, não é delírio e nem é alucinação, não é uma alteração da consciência e existem outros eventos como os eventos quase morte ou e.q.m. que nos ensinam que a consciência pode sair para fora do nosso corpo e viajar por outras dimensões espirituais e reconhecer objetos e depois regressar ao corpo devolvendo-lhe a sua vida e a sua experiência com a e.q.m. mostrando-lhe tudo o que foi vivido enquanto sua consciência estava fora do seu corpo, e temos a Hóstia Viva ou Comunhão, o Pão descido do Céu que é milagroso e causa bem-estar ao que comunga e o aceita verdadeiramente, ou seja, tem por Ele seu amor, seu sonho, sua vida! Contudo também temos aqueles que deliram ao observarem uma Cruz como forma de entrega de seus dons e enfermidades, talvez os delírios sejam dons e não somente enfermidades, uma forma de conversar com Deus e com os Santos, de expressar seus significados e sentidos oriundos de uma outra camada da consciência, como a da telepatia?! Da mesma forma a repressão não significa extinção da memória nestes casos delirantes, mas uma força psicológica que pode surgir nas obras de arte onde temos o nú exposto junto a Santidade e a Cruz, nos mostrando que a consciência pode viajar para fora do nosso corpo e para outras dimensões como a artística e a espiritual, por exemplo, com as e.q.m. ou com a Hóstia Viva e com a Cruz que são símbolos que representam a repressão inconsciente de dado evento, mas não a extinção da sua memória, pois se tratam de casos delirantes, onde se vê, fala e escuta, se comporta na ausência do estímulo, da coisa vista, falada ou escutada. Querendo ou não entrar em contato com outras dimensões envolve entrar em contato com um mundo delirante e psicótico, mesmo quando falamos da Cruz, da Crucificação e da Hóstia Viva celebrada na Santa Ceia, ou nas e.q.m. (experiências quase morte).
MATTANÓ
(23/09/2025)
Vale a pena fazer uma pausa para observar em casos patológicos como a mente humana se torna sensível, em estados de repressão, a qualquer aproximação do que foi reprimido, e como até mesmo leves semelhanças bastam para que por trás da força repressora, e por meio da mesma, o reprimido venha a emergir. Tive entre meus pacientes um jovem - pouco mais que um menino - que, após involuntariamente tomar conhecimento dos processos sexuais, passara a fugir de todos os desejos eróticos que nele surgiam. Para esse propósito utilizava vários métodos de repressão, intensificando sua dedicação aos estudos, tornando-se exageradamente dependente da mãe e adotando em geral um comportamento infantil. Não vou expor aqui a forma como sua sexualidade reprimida voltou à tona, justamente em sua relação com a mãe, mas descreverei a circunstância invulgar e original como uma de suas proteções ruiu numa ocasião que jamais julgaríamos suficiente para tal. A matemática goza da reputação de desviar as atenções da sexualidade. Jean-Jacques Rousseau recebeu de uma dama a quem havia desagradado o seguinte conselho: ‘Lascia le donne e studia la matematica!’ Também o nosso fugitivo atirou-se com avidez ao estudo da matemática e da geometria que lhe cabiam no currículo escolar, até que um dia suas faculdades de conhecimento paralisaram-se diante de alguns problemas aparentemente inocentes. Foi possível reconstituir o enunciado de dois desses problemas: ‘Dois corpos chocam-se, um com a velocidade de…etc.’ e ‘num cilindro de diâmetro m, inscrever um cone…etc.’ Outros certamente não teriam visto nesses problemas alusões evidentes a eventos sexuais, mas o jovem sentiu que a matemática também o traíra, e afastou-se dela também.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que a mente humana se torna sensível, em estados de repressão, a qualquer aproximação do que foi reprimido, e como até mesmo leves semelhanças bastam para que por trás da força repressora, e por meio da mesma, o reprimido venha a emergir. Tive entre meus pacientes um jovem - pouco mais que um menino - que, após involuntariamente tomar conhecimento dos processos sexuais, passara a fugir de todos os desejos eróticos que nele surgiam. Para esse propósito utilizava vários métodos de repressão, intensificando sua dedicação aos estudos, tornando-se exageradamente dependente da mãe e adotando em geral um comportamento infantil. Não vou expor aqui a forma como sua sexualidade reprimida voltou à tona, justamente em sua relação com a mãe, mas descreverei a circunstância invulgar e original como uma de suas proteções ruiu numa ocasião que jamais julgaríamos suficiente para tal. A matemática goza da reputação de desviar as atenções da sexualidade. Também o nosso fugitivo atirou-se com avidez ao estudo da matemática e da geometria que lhe cabiam no currículo escolar, até que um dia suas faculdades de conhecimento paralisaram-se diante de alguns problemas aparentemente inocentes. Foi possível reconstituir o enunciado de dois desses problemas: ‘Dois corpos chocam-se, um com a velocidade de…etc.’ e ‘num cilindro de diâmetro m, inscrever um cone…etc.’ Outros certamente não teriam visto nesses problemas alusões evidentes a eventos sexuais, mas o jovem sentiu que a matemática também o traíra, e afastou-se dela também.
Mattanó aponta que a mente humana se torna sensível, em estados de repressão, a qualquer aproximação do que foi reprimido, e como até mesmo leves semelhanças bastam para que por trás da força repressora, e por meio da mesma, o reprimido venha a emergir. Freud teve entre seus pacientes um jovem - pouco mais que um menino - que, após involuntariamente tomar conhecimento dos processos sexuais, passara a fugir de todos os desejos eróticos que nele surgiam. Para esse propósito utilizava vários métodos de repressão, intensificando sua dedicação aos estudos, tornando-se exageradamente dependente da mãe e adotando em geral um comportamento infantil. Não vou expor aqui a forma como sua sexualidade reprimida voltou à tona, justamente em sua relação com a mãe, mas descreverei a circunstância invulgar e original como uma de suas proteções ruiu numa ocasião que jamais julgaríamos suficiente para tal. A matemática goza da reputação de desviar as atenções da sexualidade. Também o nosso fugitivo atirou-se com avidez ao estudo da matemática e da geometria que lhe cabiam no currículo escolar, até que um dia suas faculdades de conhecimento paralisaram-se diante de alguns problemas aparentemente inocentes. Foi possível reconstituir o enunciado de dois desses problemas: ‘Dois corpos chocam-se, um com a velocidade de…etc.’ e ‘num cilindro de diâmetro m, inscrever um cone…etc.’ Outros certamente não teriam visto nesses problemas alusões evidentes a eventos sexuais, mas o jovem sentiu que a matemática também o traíra, e afastou-se dela também. O jovem desviava a reputação da matemática para as atenções da sexualidade com problemas inocentes que não lhe cabiam no currículo escolar, estes problemas inocentes o paralisavam. O jovem começou a ver na ausência da coisa vista em suas aulas de matemática e de geometria, começou a delirar e a ser tomado por problemas inocentes que o paralisavam com atenções a sexualidade, seu mundo de significados e de sentidos começou a tomar outra forma, outra coerência, ou melhor, incoerência, pois o afastavam da realidade e pressionavam-no ao prazer desse princípio.
MATTANÓ
(27/06/2021)
Mattanó testemunha que o ocorrido na UEL no Curso de Psicologia entre 1992 e 1999 foi justamente isto: o despertar de conteúdo reprimido por meio de estimulação específica para este fim, para evocar respostas reprimidas minhas ou da classe de aula, ou do Curso de Psicologia, consciente ou inconscientemente, por meio de contingências programadas, pois pertenciam a um conteúdo programático de sala de aula de 1995 o que me causou mais impacto e despertar de comportamentos reprimidos com números de 1 a 10, com letras ¨a¨, ¨b¨ e ¨c¨, com formas geométricas e formas do corpo humano, com palavras que derivaram as ideias sobre a Teoria da Pulsão Auditiva (que era apenas uma ideia, não tinha corpo teórico para caracterizar uma teoria e eu não acreditava nela por causa das respostas dos indivíduos que tendiam a ser programados ou iguais para os mesmos estímulos, inconsciente não é assim! Exemplo: ¨Jai Guru Deva Om¨, (já curu ou cú dei já é bom) isso não tem nada de realidade com a minha história de vida, nem com prazer, não sou homossexual e sou virgem. Então foram estimulando conteúdo reprimido desde criança como os mass mídias e os artistas do Brasil e do mundo e isso estourou a ¨panela de pressão¨ ou o meu consciente, fazendo vazar conteúdo reprimido do meu inconsciente e isto pode estar acontecendo com milhares ou milhões de vítimas desses manipuladores que estão fazendo, querendo ou não, outra forma de lavagem cerebral!
MATTANÓ
(27/06/2021)
Mattanó aponta que um corpo e mente em interação e funcionalidade, constante e permanente, um agindo sobre o outro, geram adversidades e oportunidades que se transformam em comportamentos que interagem com o social e assim modelam e governam o inconsciente e o comportamento nas relações sociais da civilização humana.
MATTANÓ
(30/06/2021)
Mattanó aponta que no Universo e em sua intimidade a revelação de Deus nos indica que quando temos duas estrelas convivendo em sua intimidade e privacidade, socialmente, acolhendo uma a outra, haverá disputa de poder, amor e ódio, bem e mal, paz e guerra, ternura e feiura segundo as contingências da mente e do corpo derivadas do meio ambiente e dos processos do cosmos e da física, do contexto e da realidade e do prazer que governam e modelam o comportamento físico das estrelas, cada uma imagem do Senhor, elas podem entrar em colapso e se chocarem, se destruindo, como podem através da vida que por Graça de Deus venha a habitar em cada uma delas ou em algumas delas com a Voz da Salvação, pela ação da criatura ou do Criador, por intercessão da criatura junto ao Criador, como podem coexistir pacificamente e se harmonizarem com o Universo diante da evolução do mesmo.
E quando temos duas ou mais economias convivendo harmoniosamente nada há de errado, mas quando uma delas se desestabiliza e entra em crise, aparecem os problemas para aquela nação, povo, comunidade, organização, empresa, família ou indivíduo, somente com o socorro ou a ajuda de outra(s) economia(s) para com aquela que se enfraqueceu e se desestabilizou pode produzir mais rapidamente uma recuperação dessa economia sem grandes sofrimentos para a sua nação, para isto dependemos de inteligência, racionalidade, habilidades, motivação, interesse, foco, decisão, direção, força, vontade, desejo, esperança, liberdade, sabedoria e conhecimento, criatividade, poder e otimização dos recursos, inclusive do trabalho, com flexibilidade funcional e operacional, com flexibilidade conceitual e capacidade de resignificar e dar novo sentido a economia desestruturada, dependemos de economia e de recursos.
MATTANÓ
(01/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor a mente humana se torna sensível, em estados de repressão, a qualquer aproximação do que foi reprimido, e como até mesmo leves semelhanças bastam para que por trás da força repressora, e por meio da mesma, o reprimido venha a emergir. Freud teve entre seus pacientes um jovem - pouco mais que um menino - que, após involuntariamente tomar conhecimento dos processos sexuais, passara a fugir de todos os desejos eróticos que nele surgiam. Para esse propósito utilizava vários métodos de repressão, intensificando sua dedicação aos estudos, tornando-se exageradamente dependente da mãe e adotando em geral um comportamento infantil. Não vou expor aqui a forma como sua sexualidade reprimida voltou à tona, justamente em sua relação com a mãe, mas descreverei a circunstância invulgar e original como uma de suas proteções ruiu numa ocasião que jamais julgaríamos suficiente para tal. A matemática goza da reputação de desviar as atenções da sexualidade. Também o nosso fugitivo atirou-se com avidez ao estudo da matemática e da geometria que lhe cabiam no currículo escolar, até que um dia suas faculdades de conhecimento paralisaram-se diante de alguns problemas aparentemente inocentes. Foi possível reconstituir o enunciado de dois desses problemas: ‘Dois corpos chocam-se, um com a velocidade de…etc.’ e ‘num cilindro de diâmetro m, inscrever um cone…etc.’ Outros certamente não teriam visto nesses problemas alusões evidentes a eventos sexuais, mas o jovem sentiu que a matemática também o traíra, e afastou-se dela também. O jovem desviava a reputação da matemática para as atenções da sexualidade com problemas inocentes que não lhe cabiam no currículo escolar, estes problemas inocentes o paralisavam. O jovem começou a ver na ausência da coisa vista em suas aulas de matemática e de geometria, começou a delirar e a ser tomado por problemas inocentes que o paralisavam com atenções a sexualidade, seu mundo de significados e de sentidos começou a tomar outra forma, outra coerência, ou melhor, incoerência, pois o afastavam da realidade e pressionavam-no ao prazer desse princípio. Da mesma forma podemos ter casos onde o afastamento da realidade pode levar ao prazer no mundo e na realidade virtuais, na metáfora do Amor, na Palavra e na Sagrada Escritura como substitutos da realidade operante através, por exemplo, do cômico, para que haja um despertar da infância, também através de suas ferramentas que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:
L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);
G: Gays (homens que se relacionam com homens);
B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);
T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);
Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);
I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);
A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);
P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);
N: Não-binário (sem gênero).
Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.
MATTANÓ
(26/09/2025)
Se Norbert Hanold fosse alguém na vida real que dessa forma e com o auxílio da arqueologia houvesse fugido do amor e de uma amizade infantil, seria lógico e dentro das normas que o que nele revivesse as lembranças esquecidas da menina amada em sua infância fosse justamente uma escultura antiga. Seria para ele um merecido destino apaixonar-se pela imagem em mármore de Gradiva, por trás da qual, devido a uma semelhança inexplicada, a esquecida Zoe
de carne e osso fizesse sua influência notada.
A própria Fräulein Zoe parece ter compartilhado do nosso enfoque do delírio do jovem arqueólogo, pois a satisfação que exprimiu na parte final de sua ‘franca, detalhada e instrutiva reprimenda’ dificilmente poderia ter base em outra coisa que não no conhecimento de que ela própria, desde o início, estivera relacionada com o interesse dele por Gradiva. Fora precisamente isto que ela não esperara dele, mas que lograra perceber através dos disfarces delirantes. O tratamento psíquico que ela administrara, entretanto, já exercera nele seus efeitos benéficos, e Hanold sentia-se libertado, pois seu delírio foi substituído por aquilo de que não constituíra senão uma cópia inadequada e distorcida. Também não hesitou mais em lembrar-se da jovem e nela reconhecer a alegre, bondosa e inteligente companheira de folguedos, que em nada mudara nos pontos essenciais. Mas fez uma descoberta muito estranha…
‘Tu te referes’, disse a jovem, ‘ao fato de que alguém tenha de morrer para chegar a estar vivo; mas sem dúvida isso tem de ser assim mesmo para os arqueólogos.’ (141.) Evidentemente ela ainda não o perdoara pelo caminho tortuoso percorrido por ele, através da arqueologia, para de sua amizade infantil chegar à relação que há pouco haviam iniciado.
‘Não, refiro-me ao teu nome… “Bertgang” tem o mesmo significado que “Gradiva”, e quer dizer “alguém que brilha ao avançar”.’
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hanold desenvolveu seus delírios do jovem arqueólogo pelo interesse dela por Gradiva e que Gradiva quer dizer ¨alguém que brilha ao avançar¨.
Mattanó aponta que Hanold desenvolveu seus delírios do jovem arqueólogo pelo interesse dele por Gradiva e que Gradiva quer dizer ¨alguém que brilha ao avançar¨. Para Mattanó com educação e treino, e inteligência interpessoal e intrapessoal, psicoterapia e psicanálise, pode ser possível educar e treinar os delírios e fazer deles um trampolim para grandes saltos, como nas artes, nas ciências, no trabalho, na educação, na saúde, na comunicação, na aprendizagem e no convívio com as diferenças, criando modelos anti-intolerância, anti-racismo, anti-ódio, anti-violência, anti-perseguição, anti-roubo, anti-medo, anti-humilhação, anti-vergonha, anti-tortura, anti-constrangimento e anti-discriminação, anti-estupro, onde muitas vezes o doente, louco, psicótico, esquizofrênico ou o delirante é considerado um problema indesejável e insolúvel e não se criam oportunidades para esses indivíduos gerarem, acumularem e distribuírem riquezas, ou seja, economia através de trabalho e de educação, por meio do convívio social e do fortalecimento deste em outras áreas de suas vidas, a começar pela análise, pela psicanálise ou pela psicoterapia e indo para a família e depois para as outras camadas sociais da civilização humana, como a comunidade, a comércio, a escola, a Igreja, o clube, o estádio ou arena, os relacionamentos afetivos e sociais, o ensino superior, o trabalho, a reestruturação familiar, a economia, a privacidade, a intimidade, a produtividade, o amor e a crise final.
MATTANÓ
(03/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor Hanold desenvolveu seus delírios do jovem arqueólogo pelo interesse dele por Gradiva e que Gradiva quer dizer ¨alguém que brilha ao avançar¨. Para Mattanó com educação e treino, e inteligência interpessoal e intrapessoal, psicoterapia e psicanálise, pode ser possível educar e treinar os delírios e fazer deles um trampolim para grandes saltos, como nas artes, nas ciências, no trabalho, na educação, na saúde, na comunicação, na aprendizagem e no convívio com as diferenças, criando modelos anti-intolerância, anti-racismo, anti-ódio, anti-violência, anti-perseguição, anti-roubo, anti-medo, anti-humilhação, anti-vergonha, anti-tortura, anti-constrangimento e anti-discriminação, anti-estupro, onde muitas vezes o doente, louco, psicótico, esquizofrênico ou o delirante é considerado um problema indesejável e insolúvel e não se criam oportunidades para esses indivíduos gerarem, acumularem e distribuírem riquezas, ou seja, economia através de trabalho e de educação, por meio do convívio social e do fortalecimento deste em outras áreas de suas vidas, a começar pela análise, pela psicanálise ou pela psicoterapia e indo para a família e depois para as outras camadas sociais da civilização humana, como a comunidade, a comércio, a escola, a Igreja, o clube, o estádio ou arena, os relacionamentos afetivos e sociais, o ensino superior, o trabalho, a reestruturação familiar, a economia, a privacidade, a intimidade, a produtividade, o amor e a crise final. Da mesma forma os delírios atuando sobre o mundo e a realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, podem levar o indivíduo a uma relação substituta da realidade pela da realidade e do mundo virtuais devido a incapacidade, impotência, loucura ou falta de repertório comportamental para responder e solucionar problemas e adversidades ambientais.
MATTANÓ
(02/10/2025)
Não estávamos preparados para isso. Nosso herói começou a despojar-se de sua humildade e a desempenhar um papel ativo. É evidente que estava completamente curado de seu delírio e já o superara, tendo provado isso ao romper os últimos fios da trama do delírio. É também exatamente dessa forma que se comportam os pacientes quando aliviados da compulsão dos seus pensamentos delirantes pela revelação do material reprimido oculto por estes. Ao compreendê-los, eles próprios revelam nas idéias que subitamente lhe ocorrem as soluções dos enigmas finais e mais importantes de sua estranha condição. Já adivinháramos que a origem grega da imaginária Gradiva era um resultado obscuro do nome grego ‘Zoe’, mas não ousáramos examinar o nome ‘Gradiva’, deixando-o passar como uma criação arbitrária da imaginação de Norbert Hanold. Mas eis que esse nome agora se revela como sendo derivado - sendo na verdade uma tradução - do sobrenome reprimido da menina que ele amara na infância e aparentemente esquecera.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hanold vive agora a cura do seu delírio mostrando-se superado e capaz de romper as últimas tramas do delírio. E acaba descobrindo que na verdade Gradiva era uma tradução do sobrenome reprimido da menina que ele amara na infância e aparentemente esquecera.
Mattanó aponta que Hanold vive agora a cura do seu delírio mostrando-se superado e capaz de romper as últimas tramas do delírio. E acaba descobrindo que na verdade Gradiva era uma tradução do sobrenome reprimido da menina que ele amara na infância e aparentemente esquecera. Rompendo as últimas tramas do seu delírio Hanold soluciona os enigmas finais e mais importantes da sua condição. Descobrimos aqui que Gradiva era uma tradução do sobrenome reprimido de uma menina que ele amara na infância e que havia se esquecido, aparentemente, essa palavra traduzida para o original pode ter sido evocada através do fenômeno ou processo de condensação e deslocamento, onde havia diversos núcleos e se selecionou um deles por condensamento que produziu a resposta e o insight, a palavra Gradiva traduzida, e por conseguinte a solução das últimas tramas do delírio.
Mattanó aponta que sua técnica da pulsão auditiva que envolve a condensação e o deslocamento também pode ser capaz de curar as últimas tramas do delírio de muitos pacientes que fizerem este compromisso de ação com o psicanalista ou contrato de trabalho psicanalista ou analítico, pois é capaz de evocar pelo resíduo auditivo a palavra condensada mediante o deslocamento e a seleção dessa palavra que fica condensada e que assim produz a resposta e o insight, como na Gradiva de Hanold com a palavra condensada, gerando insight e solução das últimas e até das primeiras ou intermediárias tramas do delírio, até a sua solução final, como acontece comigo, Osny Mattanó Júnior, desde 1995.
MATTANÓ
(03/07/2021)
Mattanó aponta que o inconsciente se parece com, o céu durante o dia, quando os núcleos estão invisíveis como as estrelas através da telepatia, mas se pode observar o Sol que é o self da mente inconsciente do indivíduo, e durante a noite, quando os núcleos estão visíveis como as estrelas através da telepatia, mas se pode observar o reflexo do Sol sobre os corpos celestes, ou seja, o self agindo sobre os arquétipos, sendo a luz que ilumina as trevas e fornece o olhar sobre o mundo e os objetos desse mundo.
MATTANÓ
(03/07/2021)
Mattanó testemunha que depois do sequestro e assassinato da minha parente Lucrécia testemunhei algumas vezes no meu bairro e com a televisão e a telepatia com as autoridades ou polícias o constrangimento referente a saberem que na época do sequestro da Lucrécia já sabiam que estavam planejando-o e quando foram executá-lo sabiam e nada fizeram para impedi-lo e salvarem as testemunhas de minha família envolvidas nesse sequestro, então descobri que nesta rua Carmem Gimenas Pestana reside uma sequestradora (descobri telepaticamente observando o conhecimento da Regiane), sequestradora de minha mãe ou de mim que estavam planejando nos sequestrarem também. Então também descobri que os chefes de Estado ou alguns deles sabiam disso também, mas não sei quais! E que meus tios envolvidos nesse sequestro se envolveram por causa do tráfico e das polícias que os ameaçaram de morte, pois queriam sequestrar a mim e a minha mãe e nos matarem e depois disso começarem uma guerra e talvez matarem toda a minha família, já testemunhei há pouco mais de 1 ano que as polícias envolvidas neste caso tinham apenas 2 anos para nos matarem, e depois disso meu pai começou a pensar em si matar no trânsito, meu irmão também, minha mãe também, alguns familiares se envolveram em acidentes de trânsito, e nesse contexto já tivemos perdas familiares, o Orlandinho, a Astésia, o Leonardo, o Ostender, o Noel, a Xinha e o Anísio (pelo que eu sei)! As polícias querem nos sequestrar para nos roubar por causa do 11 de setembro de 2001, eu testemunho há uns 7 anos que a Ângela Merkel quer que eu perca tudo (porém quem codifica essa informação pode ser criminoso, traficante ou terrorista, pois as polícias atestam que a Ângela Merkel está me defendendo e nestes tempos em que invisto em música com letra alemã e com história alemã e do mundo, ela investe em mim e em minha família), que os artistas de Hollywood e dos EUA, da Inglaterra e do Brasil querem que eu perca tudo por causa do 11 de setembro de 2001 e por causa de inveja, o Roger Waters já veio aqui em Londrina, no dia 15 de abril de 2012, para tentar me prejudicar e prender e a minha mãe e família, tentando nos associar a essa prática criminosa com as artes que é feita desde os anos 1970 como forma de lavagem cerebral e espionagem, passando por mim e pela minha mãe como se não estivesse escutando voz telepática alguma, da mesma forma que todo mundo que mente e é falso ideologicamente, nem olhar para nós cara a cara, nos encarando, ele o fez! Já testemunhei premiação do Oscar onde fui hostilizado e humilhado por não querer participar de coisa alguma, pois eu sei que isso é crime! Me xingaram! Já testemunhei premiação Internacional onde havia artista me xingando de louco, de desdentado, de feio, de filha-da-puta, pedindo para ex-vice-Presidente dos EUA me prender em premiação do Oscar; e que os criminosos do Brasil e de Londrina que ficam me perseguindo e tentando me matar e a minha família recebem dinheiro desses artistas e de atletas do Brasil e do mundo! CADEIA! JUSTIÇA!!!!! Para aqueles que codificam falsidades em meu conhecimento ou tentam me prejudicar e a minha família! Só as autoridades detém este saber, este poder, este conhecimento! Eu não sei! Só testemunho!
MATTANÓ
(04/07/2021)
Mattanó aponta que muito provavelmente a gênese e formação dos pensamentos em qualquer ser vivo, inclusive extraterrestres, deve-se ao fenômeno da internalização, assimilação através da percepção e condensamento inconsciente do conteúdo que eventualmente formará representações e que formarão núcleos que se ligarão através do deslocamento gerando comportamento e relações sociais e até insights, por meio da acomodação, estes eventos formarão o mapa cognitivo e vários caminhos cognitivos que estão sujeitos ao desequilíbrio cognitivo, ou seja, as alterações cognitivas.
MATTANÓ
(05/07/2021)
Mattanó aponta que a empatia e a transferência positiva desenvolvem a cura do paciente na psicanálise ou na psicoterapia, e que a antipatia e a transferência negativa desenvolvem os transtornos mentais para o paciente na psicanálise ou na psicoterapia, e sabendo disto a UEL, desde 1992 com antipatia e transferência negativa descontrolada e minha e mal canalizada vieram envolver minha família a partir de 1998/1999 num ¨trabalho do Curso de Psicologia com a Rede Globo de Televisão¨ que eu nunca aceitei e que só aumentou a transferência negativa e a antipatia, pois envolvia adesão a crimes que eu não havia cometido e nem a minha família, envolvia novos padrões de comportamento que para mim são inaceitáveis, como pedofilia, estupro, ficar, sair por aí beijando e transando, ter um monte de namoradas, homossexualismo, bissexualismo, violência, terrorismo, invasão da intimidade e da privacidade, loucura, psicose, psicopatia, roubo, assassinato, latrocínio, invasão a propriedades, perturbação do sossego, da paz e da ordem, incitação a violência e a guerra, tortura, lavagem cerebral ato obsceno, atentado violento ao pudor, ato libidinoso, abuso sexual, estupro virtual, exploração sexual, abuso de incapazes, constrangimento, discriminação, periclitação da vida e da saúde, atentado a vida e a saúde de autoridades nacionais e internacionais, corrupção, lascívia, organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, tráfico de drogas e de pessoas, de escravos, trabalho escravo, tratamento desumano e degradante, ódio e intolerância, racismo, abuso de poder, uso clandestino ou ilícito de seres humanos em pesquisas científicas ilícitas e desumanas como cobaias humanas, ameaças, sequestro e tentativas de sequestro, cárcere privado, privação de liberdade, privação dos sentidos, maus-tratos, somos também vítimas de estelionatários e de rixas, crimes contra imagens e rituais sagrados, contra a fé e a Igreja, já sofremos espancamento, cortes, perfurações, choques e até queimaduras e essa tortura com a pulsão auditiva desde 1999 a partir da música dos Beatles ¨And Your Bird Can Sing¨ do Anthology 2 e sem mais nem porque foi acontecendo com todas as outras músicas que eu dispunha, menos com as minhas próprias canções, me parece que é assim até hoje, 05 de julho de 2021, e eu já testemunhei o Santo Papa Francisco com o Islamismo numa celebração religiosa onde foi revelado que não sou eu quem faz isso com as músicas e a audição, mas sim a Rede Globo, também já testemunhei a embaixadora dos EUA na ONU declarando que é a Rede Globo a culpada ou responsável pela violência ou telepatia, não me lembro, o ex-vice-Presidente José de Alencar declarou no Jornal Nacional há mais de 8 anos atrás que a culpa é da Rede Globo.
MATTANÓ
(05/07/2021)
Mattanó denuncia e aponta que quem é o responsável pelo conteúdo virtual, telepático ou do conhecimento adquirido através da Voz de Deus ou do meu pensamento (Osny Mattanó Júnior) é o próprio decodificador, aquele que detém um equipamento ou instrumento para receber e decodificar a informação e a mensagem virtual, telepática ou do conhecimento e não outra pessoa ou outra coisa, objeto, organização ou instituição, mas, sim, o próprio indivíduo e muito provavelmente o seu cérebro, o seu Sistema Nervoso, que é quem recebe e decodifica a informação e a mensagem virtual, telepática ou do conhecimento, ninguém possui um objeto, caixinha, televisor ou celular que faça a recepção e decodificação da informação virtual, telepática ou do conhecimento, mas tem um cérebro, um Sistema Nervoso que recebe e decodifica a informação e a mensagem virtual, telepática ou do conhecimento e a interpreta e depois envia uma resposta que pode ser comportamental, inconsciente, gestáltica, social, virtual, telepática e/ou do conhecimento. Cada indivíduo é o responsável pela sua informação e mensagem virtual, telepática ou do conhecimento, inclusive da interpretação e da resposta que pode ser comportamental, inconsciente, gestáltica, social, virtual, telepática e/ou do conhecimento. Não há como outro indivíduo decodificar e efetuar a informação e a mensagem virtual, telepática ou do conhecimento, tem que ser o próprio indivíduo e seu cérebro ou Sistema Nervoso que a recebe, decodifica, interpreta e responde, não há como outro indivíduo interpretar por você e nem responder por você a informação e a mensagem virtual, telepática ou do conhecimento, ou seja, cada indivíduo é responsável pelo seu comportamento, inconsciente, Gestalt, relação social, mundo virtual, mundo telepático e conhecimento! A solução dos problemas e conflitos do nosso tempo com um telepath ou um Santo ou um Deus está na capacidade de cada indivíduo compreender a si mesmo e ao outro, em sua igualdade bio-psico-social e de direitos, deveres, obrigações e privilégios.
MATTANÓ
(05/07/2021)
Mattanó aponta que uma classe política que deseja controlar o interesse da sua população em qualquer que seja o motivo ou área de interesse, deve mirar o foco de interesse na cultura, pois é através da cultura que o indivíduo se transforma em grupo e comunidade, ou seja, a função da cultura é transformar o indivíduo em grupo e comunidade, transferir o poder da ontogênese para a cultura, e assim o poder da filogênese para o indivíduo e deste para a cultura que transforma o indivíduo em grupo e comunidade e é esta comunidade e grupo quem cria e mantêm a espiritualidade reproduzindo-a e reforçando-a através da vida para que se adapte e supere as adversidades do cosmos e do universo, pois a função básica da existência é se adaptar ao universo e a Criação, e assim transformar a cultura em espiritualidade, e esta em vida e assim transcender ao cosmos e ao universo se adaptando e se percebendo parte dele, alcançando a Criação e a Vida Eterna com a Misericórdia e o Amor de Deus.
MATTANÓ
(05/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor Hanold vive agora a cura do seu delírio mostrando-se superado e capaz de romper as últimas tramas do delírio. E acaba descobrindo que na verdade Gradiva era uma tradução do sobrenome reprimido da menina que ele amara na infância e aparentemente esquecera. Rompendo as últimas tramas do seu delírio Hanold soluciona os enigmas finais e mais importantes da sua condição. Descobrimos aqui que Gradiva era uma tradução do sobrenome reprimido de uma menina que ele amara na infância e que havia se esquecido, aparentemente, essa palavra traduzida para o original pode ter sido evocada através do fenômeno ou processo de condensação e deslocamento, onde havia diversos núcleos e se selecionou um deles por condensamento que produziu a resposta e o insight, a palavra Gradiva traduzida, e por conseguinte a solução das últimas tramas do delírio.
Mattanó aponta que sua técnica da pulsão auditiva que envolve a condensação e o deslocamento também pode ser capaz de curar as últimas tramas do delírio de muitos pacientes que fizerem este compromisso de ação com o psicanalista ou contrato de trabalho psicanalista ou analítico, pois é capaz de evocar pelo resíduo auditivo a palavra condensada mediante o deslocamento e a seleção dessa palavra que fica condensada e que assim produz a resposta e o insight, como na Gradiva de Hanold com a palavra condensada, gerando insight e solução das últimas e até das primeiras ou intermediárias tramas do delírio, até a sua solução final, como acontece comigo, Osny Mattanó Júnior, desde 1995.
Mas devemos ter consciência que o mundo e a realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, leva-nos a processos de condensação e de deslocamento que produzem respostas e insights que podem solucionar tramas de delírios, até mesmo através da técnica da pulsão auditiva que evoca termos através do resíduo auditivo, de modo a solucionar tramas de delírios, porém com um gasto muito maior de energia, pois a atividade intelectual deve se aperfeiçoar para não causar a piora das tramas delirantes. Devemos passar da ¨limpeza de chaminé¨ para ¨reconstrução da chaminé¨ quando lidamos com a técnica da pulsão auditiva de Mattanó de 1995.
MATTANÓ
(02/10/2025)
A investigação da origem do delírio e sua solução estão agora completas. No que em seguida narra, o autor sem dúvida tem em mira um final harmonioso para sua história. Tranqüilizamo-nos quanto ao futuro ao ler que o rapaz, que até aqui fora obrigado a desempenhar o lamentável papel de um indivíduo necessitado de tratamento urgente, deu mais alguns passos no caminho do restabelecimento e conseguiu despertar em Zoe alguns dos sentimentos que anteriormente o fizeram sofrer. Foi assim que a fez sentir ciúmes, mencionando a simpática jovem senhora que há pouco interrompera seu tête-à-tête na Casa de Meleagro, e confessando que a mesma fora a primeira mulher a despertar-lhe sentimentos favoráveis. A essas palavras, Zoe mostrou-se disposta a separar-se friamente dele, observando que já havia sido recuperada a razão - inclusive por ela própria; ele poderia procurar Gisa Hartleben (ou como quer que ela agora se chamasse) e oferecer seus préstimos científicos para a visita dela em Pompéia; quanto a ela, Zoe, voltaria ao Albergo del Sole, onde seu pai a esperava para almoçar; talvez viessem a se encontrar novamente em alguma festa na Alemanha ou na lua. Contudo, pretextando mais uma vez afastar uma mosca, o arqueólogo beijou-a na face e em seguida nos lábios, passando à agressividade que
O delírio foi, portanto, sobrepujado por uma bela realidade, mas, antes que os dois amorosos deixassem Pompéia, iriam prestar-lhe uma última homenagem. Ao alcançarem a Porta de Herculano, onde no começo da Via Consolare uma fieira de antigas pedras com ressaltos cruza a estrada, Norbert Hanold parou e pediu à jovem que caminhasse à sua frente. Percebendo sua intenção, ‘Zoe Bertgang, Gradiva rediviva, ergueu um pouco a saia com sua mão esquerda e avançou, enquanto ele a observava com um olhar sonhador. Com passos ágeis e silenciosos ela atravessou a rua sobre as pedras, iluminada pelo sol de Pompéia.’ Como o triunfo do amor, o que era belo e precioso no delírio encontrou reconhecimento como tal.
Em sua última metáfora - ‘o amigo de infância desenterrado das ruínas’ - o autor nos forneceu a chave do simbolismo utilizado pelo delírio de nosso herói para disfarçar as lembranças deprimidas. Na verdade não existe melhor analogia para a repressão - que preserva e torna algo inacessível na mente - do que um sepultamento como o que vitimou Pompéia, e do qual a cidade só pôde ressurgir pelo trabalho das pás. Por essa razão o jovem arqueólogo, em sua fantasia, foi obrigado a deslocar para Pompéia o modelo do relevo que lhe recordava o objeto de seu amor ao estender-se sobre essa valiosa similaridade que sua delicada sensibilidade percebera entre um determinado processo mental do indivíduo e um evento histórico isolado da história da humanidade.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Hanold se encontra agora na investigação da origem do delírio e sua solução estão agora completas. No que em seguida narra, o autor sem dúvida tem em mira um final harmonioso para sua história. Norbert Hanold torna a nos tranqüilizar, demonstrando por vários indícios, aparentemente triviais, a grande transformação nele ocorrida. O delírio foi, portanto, sobrepujado por uma bela realidade, mas, antes que os dois amorosos deixassem Pompéia, iriam prestar-lhe uma última homenagem.
Em sua última metáfora - ‘o amigo de infância desenterrado das ruínas’ - o autor nos forneceu a chave do simbolismo utilizado pelo delírio de nosso herói para disfarçar as lembranças deprimidas. Na verdade não existe melhor analogia para a repressão - que preserva e torna algo inacessível na mente - do que um sepultamento como o que vitimou Pompéia, e do qual a cidade só pôde ressurgir pelo trabalho das pás. O jovem arqueólogo, em sua fantasia, foi obrigado a deslocar para Pompéia para a qual o modelo do relevo que lhe recordava o objeto de seu amor ao estender-se sobre essa valiosa similaridade que sua delicada sensibilidade percebera entre um determinado processo mental do indivíduo e um evento histórico isolado da história da humanidade.
Mattanó aponta que Hanold se encontra agora na investigação da origem do delírio e sua solução estão agora completas. No que em seguida narra, o autor sem dúvida tem em mira um final harmonioso para sua história. Norbert Hanold torna a nos tranqüilizar, demonstrando por vários indícios, aparentemente triviais, a grande transformação nele ocorrida. O delírio foi, portanto, sobrepujado por uma bela realidade, mas, antes que os dois amorosos deixassem Pompéia, iriam prestar-lhe uma última homenagem.Vemos que o princípio do prazer vai dando lugar para o princípio da realidade e Hanold vai deixando de ver na ausência da coisa vista, inclusive de significar e de dar sentidos a sua experiência.
Em sua última metáfora - ‘o amigo de infância desenterrado das ruínas’ - o autor nos forneceu a chave do simbolismo utilizado pelo delírio de nosso herói para disfarçar as lembranças deprimidas. Na verdade não existe melhor analogia para a repressão - que preserva e torna algo inacessível na mente - do que um sepultamento como o que vitimou Pompéia, e do qual a cidade só pôde ressurgir pelo trabalho das pás. O jovem arqueólogo, em sua fantasia, foi obrigado a deslocar para Pompéia para a qual o modelo do relevo que lhe recordava o objeto de seu amor ao estender-se sobre essa valiosa similaridade que sua delicada sensibilidade percebera entre um determinado processo mental do indivíduo e um evento histórico isolado da história da humanidade. Notamos que o modelo de relevo da topografia ambiental da cidade em ruínas do seu amor pode se associar a topografia comportamental de Hanold em sua cinestesia e proxemia, ou seja, comunicação corporal e comunicação territorial.
MATTANÓ
(06/07/2021)
Mattanó aponta que o quê o indivíduo escuta, preferências ou gosto musical, é fruto da ¨sinfonia da família¨ que é justamente o que a mãe e o pai escolhem e mandam o filho ou a filha escutarem durante a sua gestação, nascimento, crescimento, amadurecimento e desenvolvimento, até quando ela, a criança, possa começar a selecionar o que escutar, antes disto a criança costuma escutar em seu meio ambiente o que a sua família reproduz e seleciona!
MATTANÓ
(06/07/2021)
Mattanó aponta que o Brasil e muitas outras nações podem estar no caminho certo politicamente, administrativamente e economicamente, mas se a população marcha em rumo contrário, rumo a violência, ao tráfico de drogas, de escravos e de escravas, a prostituição, ao abuso sexual, ao estupro e ao estupro virtual praticado por artistas e culturas criminosas virtualmente, rumo ao terror e as guerras, aos conflitos e ataques, rumo ao roubo e a prática de furto para enriquecer ilicitamente, rumo a prática de corrupção para subir administrativamente e politicamente ou moralmente, rumo a prática da falsidade ideológica para prostituir a nação moral e sexualmente, para prostituir os trabalhadores e estudantes moral e sexualmente, rumo a prostituição das famílias para ganhar prêmios nacionais e internacionais na música, na televisão, na literatura, nas ciências e no cinema, se prostituir financeiramente rumo ao tráfico de drogas e de pessoas para adquirir patrimônio e um falso respeito adquirido pelo medo e pela vergonha, pela humilhação de não saber votar e mudar a realidade de sua comunidade e de seu país e de ter que se prostituir moral e sexualmente em organizações criminosas que compram jovens com falsas promessas a fim de formar exércitos para defenderem seus donos e patrimônios e moldarem a opinião pública contra as vítimas de suas organizações quando ocorrem desordens e adversidades, eventos fora de controle que podem desmascar essa farsa administrativa, moral e sexual que os brasileiros e brasileiras tanto amam, inclusive a farsa do futebol e da seleção brasileira que se escondem em seus bens e patrimônios financeiros e administrativos, pessoais, políticos e jurídicos para ameaçar aqueles que são pedra no sapato dos cartolas. Assim o Brasil jamais vai para frente! Pode mudar a política, a economia, a justiça, os governos, etc., que o Brasil nunca irá para frente, pois o povo não colabora com a Verdade e com Deus, com o que organiza e reorganiza o social e as sociedades, as séries, as fusões, às organizações, instituições e a burocracia, com a ¨Sinfonia Social¨!
MATTANÓ
(08/07/2021)
EQUIVALÊNCIA DE ESTÍMULOS DE MATTANÓ (2021):
Temos a:
ENTROPIA
A → A (significado) REFLEXIVIDADE
A → B (significado) SIMETRIA
↓emerge
A → B (significado)
↓
NEGUENTROPIA
↓
A → A (sentido) REFLEXIVIDADE
B → C (sentido novo) SIMETRIA
↓ emerge
A → C (sentido novo) TRANSITIVIDADE
↓
ENTROPIA
↓
A → B (conceito)
A → C (conceito)
↓ emerge
A → C (símbolo)
B → A (símbolo)
↓
NEGUENTROPIA
↓
A → A (contexto ou comportamento para significado e sentido usuais e novos)
B → C (contexto ou comportamento para significado e sentido usuais e novos)
C → D (contexto ou comportamento para significado e sentido usuais e novos).
A entropia faz a organização da reflexividade A para A e a simetria A para B do significado fazendo emergir uma reprodução do mesmo significado A para B, segue-se de uma neguentropia ou reorganização a mente e as associações comportamentais do indivíduo levando-o a lidar com o sentido A para A (reflexividade) e B para C (simetria) que fazem emergir a transitividade A para C, então ocorre outra organização ou entropia e o conceito A para B (simetria) e o A para C (simetria) fazem emergir o A para C (símbolo) (transitividade) e B para A (símbolo) (simetria), seguindo-se de outra neguentropia A para A (contexto/comportamento) (reflexividade), B para C (contexto/comportamento) (simetria) e C para D (contexto comportamento) (simetria) que poderão formar novos e usuais significados e sentidos como A para C, A para D, B para A, B para D, C para A, C para D, C para B, D para A, D para B e D para C.
MATTANÓ
(09/07/2021)
Mattanó aponta que a maior prova de que leis que punem comportamento encoberto, virtual, telepático e/ou de conhecimento não dão certo e são injustas é que o nosso cérebro funciona mesmo sem a nossa vontade, desejo ou consciência através do inconsciente ou do comportamento nos sonhos e/ou na vida onírica que produzem estados psíquicos que na vida anímica ou comportamental pública seriam considerados crimes por serem injustos, violentos, obscenos, desejosos, fantasiosos, loucos ou insanos, fantásticos e portanto perigosos, grandiosos, potentes, absurdos, românticos, traidores, desleais, infratores, desequilibrados, delinquentes, incestuosos, pedófilos, larápios, assassinos, estupradores, terroristas, guerreiros, traumáticos, compensadores, etc., todos estes eventos psíquicos podem acontecer nos sonhos ou na vida onírica e portanto na vida anímica, comportamental pública ou consciente, encoberta, virtual, telepática e/ou do conhecimento, crime é não tratar as pessoas com suas diferenças com o devido respeito e dignidade da pessoa e condição humana torturando-as, escravizando-as, discriminando-as, estuprando-as, fazendo lavagem cerebral e roubando-as, fazendo extorsão e vingança! Vingança não é Justiça, vingança é feita pela pessoa, Justiça é feita pelo Judiciário!
MATTANÓ
(09/07/2021)
Mattanó questiona a participação dos mass mídias na investigação e intervenção policial, se for policial, ou de autoridades, se for de autoridades, em minha vida e na vida de minha família, pois os mass mídias são veículos de comunicação com a finalidade de comunicar e informar, atingir a vontade através de argumentos, convencer e formar a opinião pública, que por sua vez, desconhece o papel dos mass mídias na sociedade, como o de servir de instrumento para mercado e comércio, para propaganda e marketing, para publicidade, para veiculação de mensagens e de ideologias que tem a finalidade de controlar e manipular a sociedade e a ignorância consentida pela pouca ou nenhuma educação técnica da população que vê nos mass mídia sua graduação e conhecimento, sua fonte de saber e da juventude, onde encontra a turma da faculdade nos meios propícios para a criminalidade e a corrupção, para a fuga das escolas e das faculdades e universidades, pois ter acesso ao saber e conhecimento através dos mass mídias como a televisão é mais fácil e mais barato, por isso não investimos em educação neste país, mas em televisão e arte, em roubo de arte para a televisão e as rádios, para as revistas e o tráfico de drogas e de pessoas que alimentam a esperança e o futuro dessa comunidade que se organiza e se reorganiza na desorganização das autoridades que não tem conhecimento e autonomia para mudar este triste cenário controlado pelos mass mídias e seus beneficiários como os artistas e jogadores de futebol que faturam alto com a exploração da ignorância da população, pois a população fica dependente da televisão, já que ela entra em todos os ambientes de sua intimidade e privacidade e engana você argumentando que é sua amiga, mas na realidade só está te manipulando para vender seu produto de abuso e exploração onde selecionam garotas e garotos saudáveis ou manequins e modelos para deslumbrarem a triste realidade dos mass mídias brasileiros, construída na violência e no roubo de dados e informações, no constrangimento e no curandeirismo, na falsidade ideológica, na extorsão e na vingança, no estupro e no estupro virtual de famílias como a minha e a de milhões de brasileiros e brasileiras quando oferecem sexo e ato libidinoso, estupro virtual, ato obsceno, atentado violento ao pudor como produto de trabalho e comércio, como mercadoria para as famílias que se veem constrangidas e ameaçadas em meio a violência sexual em imagens e sons invasivos e mascarados por falsidades que nada explicam, mas só aumentam o poder desses comunicadores e de seu produtos, oferecer um canal de televisão com uma programação ou uma canção hoje em dia, por exemplo, numa rádio ou num álbum de CD para uma família, pode ser o mesmo que oferecer revistas pornográficas, pessoas peladas, transando, usando drogas, roubando, matando, mentindo, corrompendo, maltratando, trapaceando, torturando, sequestrando, fazendo guerra e terror, violência, abuso, explorando, estuprando, assassinando, se prostituindo moral e sexualmente, fazendo isto com sua mãe, sua filha, seu pai, seu filho, seus avôs e avós, seus tios e tias, seus primos e primas, seus irmãos, seu marido, sua esposa, pois a intenção do veículo de comunicação, televisão ou rádio, música ou filme, mass mídias, é justamente que você adquira esse produto, essa mercadoria, essa ideologia, fique robotizado, tipificado, manipulado, industrializado culturalmente. A indústria cultural tem nos mass mídias o meio para a sua perpetuação e satisfação, reproduzindo a arte e a cultura, as ideologias que te absorvem como uma esponja que absorve toda a água, toda a sua identidade, individualidade, psique, comportamento, mundo encoberto, virtual, inconsciente, telepático e/ou do conhecimento, todo o seu processo criativo, a sua liberdade e o seu juízo crítico que carece tanto do mundo livre e inédito, que é anterior a indústria cultural, quanto da indústria cultural e seu mecanismo reprodutor autônomo que pertence as instituições e a burocracia, ou seja, a um sentimento de perda de sentido e a um aumento do sentimento de perda de sentido acompanhado de impotência.
MATTANÓ
(10/07/2021)
O MECANISMO DA LAVAGEM CEREBRAL E O SEU VEÍCULO SEGUNDO MATTANÓ (2021):
Mattanó aponta que na lavagem cerebral quando verbalizamos uma fala desempenhada na lavagem cerebral, seja qual for o seu veículo, estamos aprisionando o afeto a essa representação, estamos estampando a nossa fala, inconsciente, afetividade e comportamento com seus danos e prejuízos, estamos periclitando a vida e a saúde, que terá como resposta comportamentos e relações sociais e até gestalts e insights que representam a lavagem cerebral, da mesma forma quando verbalizamos uma fala desempenhada na psicoterapia ou psicanálise, seja como for, estamos liberando o afeto dessa representação e otimizando a fala, o inconsciente, a afetividade, e o comportamento, estamos alcançado a cura e o bem-estar psíquico e comportamental, temos respostas comportamentais e relações sociais, gestalts e insights que representam a cura e o bem-estar.
MATTANÓ
(10/07/2021)
EVOLUÇÃO, SNC E SNP E A ADAPTAÇÃO SEGUNDO MATTANÓ (2021):
Mattanó especula que o Sistema Nervoso Central e Periférico pode ter evoluído juntamente com e do mundo animal e do mundo biológico paralelamente e associadamente, em conjunto, pois eles se assemelham em anatomia e morfologia quando comparados um ao outro, o SNC e o SNP e as Árvores com suas Raízes que absorvem nutrientes respondendo a estimulação ambiental e as suas necessidades, da mesma forma os neurônios absorvem neurotransmissores que são trocados nas sinapses entre neurônios eferentes e aferentes, e então respondem a estimulação emitindo resposta e despolarização do axônio até o próximo neurônio e a chegada na área do SNC para que haja interpretação e resposta com a devolução da informação para o neurônio eferente ou motor, nota-se que cada informação recebida pela estimulação sensorial que se converte em percepção acaba atingindo todo o SNC, algumas áreas respondem mais intensamente ou diretamente ou ativamente e outras áreas ficam indiretamente inativas porém continuam a responder, pois interpretam a informação e a respondem passivamente, o SNC responde em conjunto toda estimulação assim como qualquer outra estrutura ou órgão do corpo humano ou animal e até biológico, e o SNP também responde ativamente para sua estimulação e passivamente ou inativamente para a estimulação que não lhe desencadeia a resposta, porém responde, mesmo que seja, comportamentalmente, fisiologicamente ou morfologicamente, ou seja, em sua adaptação, o SNC e o SNP se adaptam a qualquer estímulo, interpretação e resposta, passivamente ou ativamente.
MATTANÓ
(14/07/2021)
TEORIA DO SAGRADO E DO PROFANO E DO CONDENSAMENTO DA FUNCIONALIDADE SEGUNDO MATTANÓ (2021):
Mattanó aponta que a relação do Homo Sapiens com o Sagrado e o Profano abrange a sua relação com o seu corpo, com a sua vida e com a sua saúde. Com o seu corpo o Homo Sapiens lida com o Sagrado através do puro, e lida com o Profano através do impuro. Com a sua vida o Homo Sapiens lida com o Sagrado através do milagre e da criação, e lida com o Profano através da carne, da biologia e da filogênese. E com a saúde o Homo Sapiens lida com o Sagrado através do milagre e da cura através do Divino e o Santo, e lida com o Profano através da cura através do Homo Sapiens através do trabalho médico, psicológico ou psicanalítico, por isso a Igreja não aceita a loucura e o possuído e endemoniado como sendo a mesma coisa diante dos olhos do bom profissional da saúde, mas para o religioso o louco é doente e o possuído e endemoniado estão tomados por satanás, lidamos aqui com o Sagrado e o Profano, o Sagrado com o louco e o possuído e endemoniado e o Profano como o louco e o possuído e endemoniado como sendo a mesma coisa, apenas um caso de transtorno mental, assim a Ciência pode lidar e separar o Sagrado do Profano ou o louco do possuído e endemoniado e tomado por satanás. Para o Sagrado o louco é um incapaz e alienado, e o possuído e endemoniado é tomado por satanás; para o Profano o louco é um doente, incapaz, alienado e/ou transtornado, e o possuído, mesmo que possuído por satanás, será um outro louco, doente, incapaz, alienado e/ou transtornado, pois está reagindo a contingências, modelos, regras, padrões de comportamento, agressividade, hostilidade, isolamento social, pobreza de linguagem, inconsciente, id, arquétipo sombra. Tanto o Sagrado quanto o Profano emergem do inconsciente através do condensamento, pois um indivíduo em repouso em uma sala com os olhos fechados e com diversos objetos e nada em sua mente, a partir do momento em que o experimentador lhe pedir para ele abrir os olhos e soltar a sua mente, ele perceberá que alguma ideia lhe vem a mente, essa nova ideia ou palavra é fruto original do condensamento dos estímulos presentes na sala onde ele se encontrava em repouso, esses estímulos se condensaram no inconsciente do observador e originaram um pensamento ou ideia, é como juntar três latas de leite condensado de cores diferentes, depois de misturá-las ou condensá-las, haverá um novo produto, um novo leite condensado, o leite condensado são os estímulos na sala, eles se misturam no inconsciente do observador e formam uma resposta que é produto do condensamento desses estímulos e então acontecem as consequências, e finalmente um novo contexto. Sobre outras respostas como fantasias, chistes, atos falhos, esquecimentos, piadas e humor, etc., sabemos que também derivam do condensamento de estímulos que se somam para formar essas respostas, desta maneira fantasias como a do Conde Drácula, da Mula sem cabeça, do Saci Pererê, do Frankstein, de qualquer que seja o monstro ou criatura das trevas só existe em função do fenômeno do condensamento no inconsciente de diversos estímulos que as formaram e as programaram no mapa cognitivo, no caminho cognitivo através das consequências e do novo contexto. Este é um evento do Profano e do Sagrado, pois referem-se a fantasias, fantasias de Conde Drácula, Mula sem cabeça, Saci Pererê, Frankstein, etc., referem-se ao princípio do prazer e não ao princípio da realidade, ou seja, não são a realidade, são falsidades, são fantasias oriundas da subjetividade, do imaginário, do id e dos arquétipos da personalidade que condensam agressividade, medo, horror, pânico, feiura, mal e maldades, tudo o que projetamos nessas fantasias como forma de expressão do inconsciente e do comportamento e através de relações sociais. Já uma fantasia do Diabo poderia ser contestada, pois esse fenômeno existe, e passaríamos e entrar novamente no Sagrado e no Profano, de acordo com as suas intenções e atenção, de acordo com o que você significa e dá sentido em sua vida para esse evento sobrenatural.
MATTANÓ
(15/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor Hanold se encontra agora na investigação da origem do delírio e sua solução estão agora completas. No que em seguida narra, o autor sem dúvida tem em mira um final harmonioso para sua história. Norbert Hanold torna a nos tranqüilizar, demonstrando por vários indícios, aparentemente triviais, a grande transformação nele ocorrida. O delírio foi, portanto, sobrepujado por uma bela realidade, mas, antes que os dois amorosos deixassem Pompéia, iriam prestar-lhe uma última homenagem.Vemos que o princípio do prazer vai dando lugar para o princípio da realidade e Hanold vai deixando de ver na ausência da coisa vista, inclusive de significar e de dar sentidos a sua experiência. Da mesma forma o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor pode ceder lugar a realidade, hipotéticamente, quando os delírios o fazem e a realidade assume o controle da coisa vista.
Em sua última metáfora - ‘o amigo de infância desenterrado das ruínas’ - o autor nos forneceu a chave do simbolismo utilizado pelo delírio de nosso herói para disfarçar as lembranças deprimidas. Na verdade não existe melhor analogia para a repressão - que preserva e torna algo inacessível na mente - do que um sepultamento como o que vitimou Pompéia, e do qual a cidade só pôde ressurgir pelo trabalho das pás. O jovem arqueólogo, em sua fantasia, foi obrigado a deslocar para Pompéia para a qual o modelo do relevo que lhe recordava o objeto de seu amor ao estender-se sobre essa valiosa similaridade que sua delicada sensibilidade percebera entre um determinado processo mental do indivíduo e um evento histórico isolado da história da humanidade. Notamos que o modelo de relevo da topografia ambiental da cidade em ruínas do seu amor pode se associar a topografia comportamental de Hanold em sua cinestesia e proxemia, ou seja, comunicação corporal e comunicação territorial. Da mesma maneira um objeto de amor isolado na história da humanidade, pode ressurgir pelo trabalho das pás, onde o modelo de relevo da topografia ambiental da cidade onde se refugia o seu amor em ruínas, pode se associar a topografia comportamental de Hanold em sua comunicação corporal e territorial, este trabalho psíquico pode acompanhar o trabalho virtual, onde o mundo e a realidade virtuais escondem ou são lugar de refúgio para o seu amor, enquanto que seus comportamentos corporais e territoriais podem permanecer normais.
MATTANÓ
(02/10/2025)
Mas afinal nosso propósito primitivo era somente investigar, com a ajuda de certos métodos analíticos, dois ou três sonhos que aparecem aqui e ali no texto de Gradiva. Como foi, então, que passamos a dissecar toda a história e a examinar os processos mentais dos dois personagens principais? Na verdade todo esse trabalho não foi inútil; tratava-se de trabalho preliminar essencial. Assim também, ao tentarmos compreender os sonhos reais de uma pessoa real, temos de examinar atentamente seu caráter e sua história, investigando não só as experiências que antecederam de pouco seu sonho, mas também as de seu passado remoto. Acredito até que ainda não estamos prontos para nos dedicarmos à nossa tarefa original, sendo necessário que examinemos mais demoradamente a história a fim de efetuar outros trabalhos preliminares.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica o porquê de ter analisado toda a história e examinado os processos mentais dos dois personagens principais no texto de Gradiva e não somente, dois ou três sonhos, como havia proposto inicialmente, isto, pois, para compreender os sonhos de uma pessoa temos de examinar atentamente seu caráter e sua história, investigando suas experiências que o antecederam e também seu passado remoto.
Mattanó aponta o porquê de ter analisado toda a história e examinado os processos mentais dos dois personagens principais no texto de Gradiva e não somente, dois ou três sonhos, como havia proposto Freud, inicialmente, isto, pois, para compreender os sonhos de uma pessoa temos de examinar atentamente seu caráter e sua história, investigando suas experiências que o antecederam e também seu passado remoto, mas Mattanó vai além e aponta que para examinar um sonho devemos também examinar seus significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, linguagens, topografias, gestalts e insights, relações sociais, conteúdo manifesto e conteúdo latente, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, arquétipos, espiritualidade, afetividade, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações.
MATTANÓ
(16/07/2021)
A TEORIA DA ABUNDÂNCIA E A INDÚSTRIA CULTURAL SEGUNDO MATTANÓ (2021):
Mattanó aponta que a sua Teoria da Abundância quando utilizada na Indústria Cultural promove uma produção de subjetividade e de consciência que promove o milagre da vida e da liberdade, ao invés de reprodução e de mercadoria, visto que o indivíduo não adquirirá o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, simbologia, inconsciente, significado ou sentido, conceito ou contexto, linguagem ou gestalts e insights, relações sociais, topografia comportamental, arte, arquétipo, nem controle, literalidade e razões ou contexto, mas sim, a consciência adquirida pela atenção e pela intenção, pela eternidade e pelo tempo que se manifestam na liberdade para pensar e na liberdade para se ensinar e aprender a pensar, através de uma consciência comparada à manifestação de uma Hóstia Viva ou de uma célula viva que age milagrosamente e tudo transforma através da sua força, atividade ou consciência, que é o milagre da vida e da liberdade.
MATTANÓ
(17/07/2021)
Mattanó especula que assim como a criança não possui malícia e portanto é ingênua sexualmente, podemos especular que também pode ser ingênua em seus sentimentos e afetos, como o amor, o ódio, a raiva, a ira, o ciúme, a inveja, o medo, a vergonha, a humilhação, ou seja, não há malícia nestes comportamentos, sentimentos e afetos pelo simples fato dela ainda ser criança, estar em crescimento, amadurecimento e desenvolvimento. Por isso tratar as crianças como se elas soubessem o que estão sentindo emocionalmente e afetivamente pode ser difícil e até um erro, já que são ingênuas e não possuem os requisitos comportamentais e psíquicos para tanto, para adquirirem este repertório comportamental e se relacionarem assim com os adultos.
MATTANÓ
(17/07/2021)
Mattanó especula que a auto-atualização e a auto-realização podem ter o seu caráter aparentemente social, de transformação e formação silenciosa e social na personalidade e na auto-atualização e auto-realização do outro como modelo para seleção de repertórios comportamentais básicos como a discriminação, a atenção, a imitação, o controle, as razões e a literalidade que são construídos a partir de regras e contingências ambientais, num estágio inicial. Num estágio posterior o indivíduo pode aprender a contextualizar e noutro estágio pode aprender a dessensibilizar e a efetuar a Teoria da Abundância de Mattanó que faz com que a auto-atualização e a auto-realização deixem de controlar o comportamento do indivíduo com seu maravilhamento e deslumbramento ou êxtase seguido com literalidade, controle e razões diante de um contexto, mas levando-o a compreender que ele é a sua consciência neste estágio final da auto-atualização e da auto-realização, que ele é como uma Hóstia Viva ou uma célula viva que age milagrosamente e tudo transforma pela atenção e pela intenção, pela eternidade e pelo tempo, sem se deixar levar pelo S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade da auto-atualização e da auto-realização, do comportamento, do inconsciente, do contexto, dos significados e dos sentidos, dos conceitos e dos contextos, dos símbolos, da linguagem, da topografia comportamental, das relações sociais, dos arquétipos, da afetividade, da espiritualidade, dos sonhos, dos chistes, dos esquecimentos, dos atos falhos, das fantasias, dos pressupostos e subentendidos, dos atos perlocucionários e dos atos ilocucionários, dos desejos, da história de vida, das interpretações, mas se orientado e se deixando compreender e levar pela consciência e pela liberdade, pela liberdade para viver e pela liberdade para se aprender e ensinar a viver, alcançando algo um pouco mais do que o êxtase e o deslumbramento individual e pessoal, mas partilhado quando o indivíduo se vê imerso num caráter aparentemente social, de transformação e formação silenciosa e social.
MATTANÓ
(18/07/2021)
INCONSCIENTE E MUNDO ONÍRICO E MUNDO ANÍMICO SEGUNDO MATTANÓ (2021):
Mattanó aponta que a prova de que a nossa mente inconsciente no mundo anímico preserva o mundo onírico com seu inconsciente, porém com diferenças comportamentais que tornam o mundo onírico tipicamente um mundo dos sonhos e da atividade do dormir, enquanto que o mundo anímico refere-se a atividade do indivíduo em estado de alerta, mas o inconsciente permanece o mesmo nos dois mundos, ou seja, não existe um inconsciente para o mundo onírico e outro inconsciente para o mundo anímico, desta forma fica óbvio que o comportamento dos indivíduos em estado de alerta está assujeitado aos efeitos do inconsciente como os sonhos que tem em seu conteúdo perigos, sexualidade, crimes, violência, estupro, roubo, imoralidade, loucura, traumas, ingenuidade, comportamento infantil, fome, estímulos ambientais, necessidades fisiológicos e do organismo, medos, vergonhas, humilhações, tiroteios, lutas e brigas, acidentes e tragédias, catástrofes, horrores, holocaustos, calamidades, absurdos, guerras, conflitos, latrocínios, pedofilia, chacina, falsidades e falsidade ideológica, rixas, trapaças, aventuras, mitos e ritos, frio e calor, sede, espiritualidade, religiosidade, televisão, problemas pessoais, extraterrestres, etc., estes efeitos do inconsciente que penetram na vida anímica através do próprio inconsciente tem suas leis que são similares as leis do mundo virtual, do comportamento encoberto, do conhecimento, da telepatia e da lavagem cerebral, do roubo de dados do mundo encoberto (quando não há aceitação de uma das partes nesse processo de comunicação, eu pessoalmente nunca aceitei! E nem a minha família!), da extorsão, da vingança e do estupro virtual (assim como existem leis para punir o mundo virtual devem existir leis para protegerem o mundo virtual, por exemplo, do roubo, da violência, da extorsão, da vingança, do estupro virtual!) – só não se interessa por proteção quem é violento e agressor, ladrão e chantagista, extorsor e vingativo, estuprador virtual! Me dê uma boa justificativa de o porquê de não protegerem o mundo virtual de todos, inclusive o meu com leis feitas com igualdade social e sem discriminação, sem racismo! Todos nós somos semelhantes inconscientemente, temos um amadurecimento, crescimento e desenvolvimento semelhante e deste jeito um cérebro e mente, comportamento e relações sociais que obedecem as mesmas leis, em função disto o comportamento de explorar o mundo virtual de indivíduos com ou sem a sua autorização me parece bastante incerto e errado, pois o cérebro e a mente produzem adversidades o tempo todo, sejam elas sexuais, agressivas, orgânicas, históricas, de necessidades, de instintos, sociais, morais, comportamentais, fisiológicas e morfológicas.
MATTANÓ
(19/07/2021)
A PSICANÁLISE MITOLÓGICA E A NUTRIÇÃO SEGUNDO MATTANÓ (2021):
Mattanó aponta que a Psicanálise e a Nutrição se entrelaçam na medida em que a alimentação via oral produz calorias e esta energia vai para o organismo, estas calorias se transformam em gordura que por sua vez se acumulam nos vasos sanguíneos causando a vasoconstricção e a hipertensão, mas a novidade é que essa gordura também se acumula no espaço interno do organismo causando uma determinada pressão que envolve os vasos sanguíneos, como uma atmosfera e sua gravidade, estes fenômenos também causam a vasoconstricção que causa a hipertensão arterial, por isso consumir alimentos que produzam poucas calorias é saber substituir alimentos calóricos por menos calóricos ou nada calóricos para solucionar o seu problema com a hipertensão arterial, isto é como uma mesa bagunçada onde você substitui a máquina de escrever por uma caneta ou apenas a subtrai e arruma a sua bagunça reorganizando-a, fazendo uma neguentropia a partir da entropia, nesta Psicanálise você pode substituir o comportamento ou inconsciente que está pobre e doentio, todo bagunçado, por outro melhor, otimizando seu comportamento ou inconsciente, ou mesmo subtrair algo do seu comportamento e do seu inconsciente e reorganizando sua vida, sua bagunça, para se sentir bem e melhor, para se curar, se o paciente não se sente confortável com algum método de tratamento, seja psicanálise, behaviorismo, Gestalt, psicologia analítica, etc., retiramos este método de tratamento do método analítico e prosseguimos o tratamento, isto pode ocorrer por causa da filogênese, da ontogênese, da cultura, da espiritualidade, da vida ou do cosmos e do universo em que o paciente se insere e se contextualiza até alcançarmos outros métodos como a Teoria da Abundância de Mattanó onde o paciente se percebe uma consciência livre e com vida para viver e aprender e ensinar a viver com liberdade.
MATTANÓ
(21/07/2021)
Mattanó especula que todo corpo vivo organizado e complexo como o do Homo Sapiens pode ter a sua própria atmosfera e gravidade internas que agem e interferem sobre os vasos sanguíneos, órgãos, ossos, estruturas e tecidos do organismo, que essa atmosfera e gravidade sofrem mudanças conforme o corpo sofre mudanças de tamanho e massa.
MATTANÓ
(21/07/2021)
Mattanó aponta que o nosso organismo com seu comportamento não discrimina o tipo de alimento ou bebida como carne, frutas ou chás, mas a nossa psique discrimina, pois a psique fornece a interpretação dos eventos que o nosso organismo se adapta com seu comportamento. É portanto a psique quem reforça o comportamento alimentar dos seres vivos através da sua interpretação do evento alimentar, gerando prazer, saciação ou transtornos alimentares e respectivas consequências como a hipertensão arterial e o diabetes mielitus e até a obesidade e a diminuição da libido, podendo causar a impotência sexual.
MATTANÓ
(22/07/2021)
Mattanó aponta que o mundo narrado e o mundo comentado podem ser discriminados de acordo com seus significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, simbologias, topografias, relações sociais, linguagens, gestalts e insights, desejos, chistes, atos falhos, esquecimentos, fantasias, sonhos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, arquétipos, sua afetividade, sua espiritualidade, suas conclusões e suas interpretações, pois podemos selecionar qualquer um destes discriminantes para lidar e manipular com o mundo narrado ou o mundo comentado, revelando uma natureza nova e mais abrangente destes dois.
MATTANÓ
(24/07/2021)
Mattanó aponta que o pensamento é o como um freio para o Homo Sapiens. Pois se o Homo Sapiens não pensa ele sai por aí pelado, matando, bêbado, estuprando, roubando, prostituindo, guerreando, lutando, envenenando, mentindo, trapaceando, traindo, falsificando, se transformando em racista e homofóbico, em esquizofóbico, em tarado, xingando, etc., leis que condenam o pensamento e o mundo virtual impedem que o Homo Sapiens se defenda destes comportamentos e de muitos outros, pois ele fica impedido de pensa-los, já que se transformam em crime virtual, por isso leis que criminalizam o pensamento e o mundo virtual cerebral podem ser crime!
MATTANÓ
(24/07/2021)
Mattanó aponta que podemos lidar com indivíduos especiais com síndromes como síndrome de Down ou autismo através da Teoria da Abundância de Mattanó onde o indivíduo especial é visto numa ótica dual, indivíduo especial-indivíduo normal, como uma Hóstia Viva ou célula viva que age segundo sua consciência de acordo com sua atenção e intenção que é promovida pela eternidade e pelo tempo, ou seja, essa relação dual tem uma eternidade infinita e um tempo que a determinará, como Hóstia Viva ou célula viva, agindo milagrosamente nele, construindo sua esperança e sua consciência, para o futuro e eternidade, e para o presente e tempo finito, levando-o a discriminar que ele não é seu controle, literalidade e razões e nem tampouco sem contexto, ou seus significados e sentidos, nem o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, inconsciente, simbologias, arquétipos, linguagens, relações sociais, gestalts e insights, topografias, sonhos, chistes, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, pressupostos e subentendidos, fantasias, desejos, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, afetividade, espiritualidade, história de vida, conclusões e interpretações, mas é sim, a sua filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo que agem como consciência numa Hóstia Viva ou célula viva gerando imunidade e homeostase como resposta a uma nova consciência que fora desenvolvida e promovida pela liberdade, pela liberdade para se viver e pela liberdade para se aprender e ensinar a viver, promovendo uma cultura de formação de identidade e de família através da mitologia, da política, da loucura, e da esperança, que por sua vez trabalham a miséria e a pobreza a fim de gerar, acumular e distribuir riquezas e esperanças através da identidade e da família.
MATTANÓ
(25/07/2021)
Mattanó aponta que sua Teoria da Abundância também abrange as associações e as associações livres dessensibilizando-as e retirando delas o controle, a literalidade e as razões, o contexto, e os significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, inconsciente, simbologias, arquétipos, linguagens, relações sociais, gestalts e insights, topografias, magnitudes, ângulos, posições, sonhos, chistes, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, pressupostos e subentendidos, fantasias, desejos e desejos de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, afetividade, espiritualidade, história de vida, imunidade e homeostase, conclusões e interpretações, mas continuando a fortalecer a sua filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo que agem como consciência numa Hóstia Viva ou célula viva gerando imunidade e homeostase como resposta a uma nova consciência que fora desenvolvida e promovida pela liberdade, pela liberdade para se viver e pela liberdade para se aprender e ensinar a viver, promovendo uma cultura de formação de identidade e de família através da mitologia, da política, da loucura, e da esperança, que por sua vez trabalham a miséria e a pobreza a fim de gerar, acumular e distribuir riquezas e esperanças através da identidade e da família. Este tópico sobre as associações e associações livres pertence a todas as Teorias da Abundância de Mattanó. Pois é pelas associações e pelas associações livres que o indivíduo constrói sua realidade psíquica calcada no princípio do prazer ou no princípio da realidade, quando nos deixamos levar por contingências motivadas por controle, literalidade e razões estamos sendo motivados pelo princípio do prazer pois tratam de instintos e de necessidades do indivíduo, muitas vezes necessidades fisiológicas, e quando nos deixamos levar por contingências motivadas pela consciência e pela dessensibilização através da Teoria da Abundância de Mattanó, estamos sendo motivados pelo princípio da realidade, pois trata-se de ¨a priori¨ em nossa consciência, mente, psique ou comportamento, trata-se do evento ou fenômeno da condensação que se realiza e mesmo tomando uma direção, com o deslocamento, não assume significados e sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidade, simbologias, inconscientes, arquétipos, linguagens, relações sociais, gestalts e insights, topografias, magnitudes, ângulos, posições, representações, sonhos, chistes, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, pressupostos e subentendidos, fantasias, desejos e desejos de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, afetividade, espiritualidade, história de vida, imunidade e homeostase, conclusões e interpretações, mas apenas alguma consciência com alguma atenção e intenção motivada pela eternidade e pelo tempo para que haja liberdade para se viver e liberdade para se aprender e ensinar a viver como uma Hóstia Viva ou uma célula viva que age milagrosamente, promovendo uma cultura de formação de identidade e de família através da mitologia, da política, da loucura, e da esperança, que por sua vez trabalham a miséria e a pobreza a fim de gerar, acumular e distribuir riquezas e esperanças através da identidade e da família, formadora de comunidades e de sociedades, de trabalho, de movimento sindical e de socialismo, de capitalismo, de burguesia e economia, e de democracia, liberdade e luta familiar pelos seus direitos no trabalho e na justiça, na sociedade e no mundo, na Organização das Nações Unidas onde a cultura etnocêntrica cede lugar para uma nova cultura motivada pela paz interior e pela saúde intelectual e social, sem preconceito e sem julgamento do próximo, da sua cultura e modos de viver e se relacionar, sem racismo e sem violência, determinada pela dessensibilização por meio da Teoria da Abundância onde o indivíduo se percebe cidadão do mundo e motivado por uma consciência libertadora e ativa, determinada pela atenção e pela intenção, segundo a eternidade e o tempo, que vão além das regras e contingências influenciadas pelo controle, literalidade e razões, contexto, significados e sentidos, conceitos e comportamentos, funcionalidades, simbologias, inconscientes, arquétipos, linguagens, relações sociais, gestalts e insights, topografias, magnitudes, ângulos, posições, representações, sonhos, chistes, atos falhos, esquecimentos, lapsos de linguagem, pressupostos e subentendidos, fantasias, desejos e desejos de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, afetividade, espiritualidade, história de vida, imunidade e homeostase, conclusões e interpretações, mas continuando a fortalecer a sua filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo que agem como consciência numa Hóstia Viva ou célula viva gerando imunidade e homeostase como resposta a uma nova consciência que fora desenvolvida e promovida pela liberdade, pela liberdade para se viver e pela liberdade para se aprender e ensinar a viver, promovendo uma cultura de formação de identidade e de família através da mitologia, da política, da loucura, e da esperança, que por sua vez trabalham a miséria e a pobreza a fim de gerar, acumular e distribuir riquezas e esperanças através da identidade e da família que é a base ou célula da humanidade.
MATTANÓ
(25/07/2021)
Mattanó aponta que através da manipulação da transferência o psicanalista ou psicoterapeuta manipula o inconsciente do paciente e deste modo manipula o processo niilismo – condensamento – deslocamento – comportamento – relações sociais – gestalts e insights por meio da ressignificação ou da transferência ou até mesmo por meio de lavagem cerebral e mundo virtual, telepático e do conhecimento. Portanto manipular o mundo virtual, telepático e do conhecimento de forma ilegal e sem controle algum, expondo-o ao pleno contato com outros é manipular a transferência desse indivíduo e provocar transtornos mentais nele e na sociedade, é como obrigar pessoas virgens a terem contato virtual, telepático e do conhecimento, sexual, erótico, libidinoso, obsceno e violento com milhares de outras pessoas sem consentimento por simples obrigação legal – será que podemos fazer leis que obrigam pessoas virgens e terem contato sexual virtual, telepático e do conhecimento com outras pessoas e desvirgina-las, será que podemos fazer leis para estupradores serem beneficiados e protegidos pelas autoridades e pelas polícias e as pessoas virgens serem expostas, estupradas e violadas, violentadas por simples obrigação legal?! JUSTIÇA!!! ISSO NÃO É LEI! ISSO É CORRUPÇÃO!!!!! CORRUPÇÃO DE MENORES E DE PESSOAS VIRGENS!!!!!
MATTANÓ
(27/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor o porquê de ter analisado toda a história e examinado os processos mentais dos dois personagens principais no texto de Gradiva e não somente, dois ou três sonhos, como havia proposto Freud, inicialmente, isto, pois, para compreender os sonhos de uma pessoa temos de examinar atentamente seu caráter e sua história, investigando suas experiências que o antecederam e também seu passado remoto, mas Mattanó vai além e aponta que para examinar um sonho devemos também examinar seus significados, sentidos, conceitos, contextos, comportamentos, funcionalidades, linguagens, topografias, gestalts e insights, relações sociais, conteúdo manifesto e conteúdo latente, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, arquétipos, espiritualidade, afetividade, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações. Da mesma forma para se analisar toda a história e examinar todos os processos mentais dos dois personagens do texto de Gradiva num enfoque do mundo e realidade virtuais, de Palavra e de Sagrada Escritura, de metáfora do Amor, devemos examiná-lo por completo, inclusive seus sonhos.
MATTANÓ
(02/10/2025)
Meus leitores sem dúvida terão ficado surpresos ao notar que até aqui tratei todas as atividades e manifestações mentais de Norbert Hanold e Zoe Bertgang como se os dois fossem pessoas reais e não criações de um autor, e como se a mente do autor não fosse um instrumento capaz de deformar ou obscurecer, mas um instrumento totalmente límpido. Meu procedimento deve parecer-lhes ainda mais incompreensível se considerarem que o autor classificou sua história de ‘fantasia’, negando-lhe qualquer semelhança com a realidade. Entretanto, descobrimos que todas as suas descrições copiam tão fielmente a realidade, que não nos oporíamos à apresentação de Gradiva como um estudo psiquiátrico. Só em duas ocasiões o autor fez uso do seu indiscutível direito de formular proposições que não parecem apoiar-se nas leis da realidade. A primeira é quando faz o jovem arqueólogo deparar um autêntico relevo da Antiguidade clássica de tal forma semelhante a uma pessoa viva de época muito posterior, não só numa singular postura do pé ao andar, mas também em todos os traços fisionômicos e formas corporais, que o jovem é capaz de tomar a aparência física dessa pessoa como sendo a própria escultura tornada à vida. E a segunda ocasião é quando faz com que o rapaz encontre a jovem viva precisamente em Pompéia, onde sua imaginação colocara a mulher morta, ao passo que sua viagem para a Itália na verdade o afastara da primeira, a qual ele acabara de ver na rua da cidade onde morava. Entretanto, essa segunda disposição do autor não se afasta demasiadamente da possibilidade real, apenas faz intervir o acaso, que inegavelmente desempenha seu papel em muitas histórias humanas; além disso, recorre a ele acertadamente, pois aqui o acaso demonstra a fatídica e comprovada verdade de que a fuga é o instrumento mais seguro para se cair prisioneiro daquilo que se deseja evitar. A primeira proposição, o ponto de partida em que se apóia toda a história, ou seja, a grande semelhança entre a escultura e a jovem viva ( que uma escolha mais moderada poderia ter limitado à singular flexão do pé ao andar), parece-nos mais fantasiosa, sendo uma decisão totalmente arbitrária do autor. Aqui sentimo-nos tentados a permitir que nossa própria fantasia estabeleça um elo com a realidade. O nome ‘Bertgang’ talvez seja um indício de que em tempos idos as mulheres dessa família distinguiam-se pelo singular e gracioso andar, e podemos supor que os Bertgangs germânicos descendessem de uma família romana a que pertencera a mulher que inspirara um escultor a perpetuar na escultura a peculiaridade do caminhar dela. Todavia, já que as variações da forma humana não são independentes umas das outras, e já que mesmo nos tempos modernos reaparecem com freqüência tipos antigos (como podemos comprovar pelo exame de obras de arte), não seria totalmente impossível que uma Betgang da atualidade pudesse reproduzir a forma de uma antiga ascendente em todas as outras características de sua estrutura corpórea. Mas em vez de tecer tais conjecturas, seria sem dúvida mais sensato perguntar ao próprio autor de que fontes se originou essa parte de sua criação; talvez tivéssemos então uma boa oportunidade de mostrar mais uma vez como muitas coisas aparentemente arbitrárias na verdade obedecem a leis. No entanto, como não temos acesso a essas fontes ocultas na mente do autor, concedamos-lhe seu irrestrito direito de basear uma narrativa totalmente verossímil numa premissa improvável - um direito de que Shakespeare, por exemplo, também fez uso no Rei Lear.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que no caso dos delírios o paciente compreende sua realidade psíquica e sintomas como sendo realidade e não como fantasias que se opõem e são diferentes da realidade, no caso dos delírios o paciente da vida a um mundo delirante através da sua própria realidade que é construída na sua fuga da realidade, e nas fantasias o paciente da vida a uma experiência donde ele jamais esteve, nos delírios o paciente foge para uma realidade onde já esteve em sua história de vida.
Mattanó aponta que no caso dos delírios o paciente compreende sua realidade psíquica e sintomas como sendo realidade e não como fantasias que se opõem e são diferentes da realidade, no caso dos delírios o paciente da vida a um mundo delirante através da sua própria realidade que é construída na sua fuga da realidade, e nas fantasias o paciente da vida a uma experiência donde ele jamais esteve, nos delírios o paciente foge para uma realidade onde já esteve em sua história de vida. Os significados e os sentidos nos delírios também acompanham essa realidade já vivida e no caso das fantasias os significados e os sentidos não acompanham uma realidade já vivida antes pelo paciente, por meio dos significados e dos sentidos alcançamos os conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações de forma delirante ou fantasiosa, de acordo com a resposta, mediante o estímulo que pode ser o mesmo para o delírio como para a fantasia mas num contexto, história e desenvolvimento, tempo e espaço diferentes desencadearão respostas diferentes, de acordo com o desencadeamento dos genes para tais respostas, são 4 os tipos de genes: os que sempre se manifestam, os que nunca se manifestam, os que se manifestam e param de se manifestar e os que não se manifestaram e passam ou passarão a se manifestar, assim o paciente responderá delirando ou fantasiando para determinado estímulo. Nos delírios ele vê na ausência da coisa vista e nas fantasias ele gera, cria e desenvolve com a sua criatividade, são eventos diferentes.
MATTANÓ
(28/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor no caso dos delírios o paciente compreende sua realidade psíquica e sintomas como sendo realidade e não como fantasias que se opõem e são diferentes da realidade, no caso dos delírios o paciente da vida a um mundo delirante através da sua própria realidade que é construída na sua fuga da realidade, e nas fantasias o paciente da vida a uma experiência donde ele jamais esteve, nos delírios o paciente foge para uma realidade onde já esteve em sua história de vida. Os significados e os sentidos nos delírios também acompanham essa realidade já vivida e no caso das fantasias os significados e os sentidos não acompanham uma realidade já vivida antes pelo paciente, por meio dos significados e dos sentidos alcançamos os conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações de forma delirante ou fantasiosa, de acordo com a resposta, mediante o estímulo que pode ser o mesmo para o delírio como para a fantasia mas num contexto, história e desenvolvimento, tempo e espaço diferentes desencadearão respostas diferentes, de acordo com o desencadeamento dos genes para tais respostas, são 4 os tipos de genes: os que sempre se manifestam, os que nunca se manifestam, os que se manifestam e param de se manifestar e os que não se manifestaram e passam ou passarão a se manifestar, assim o paciente responderá delirando ou fantasiando para determinado estímulo. Nos delírios ele vê na ausência da coisa vista e nas fantasias que ele gera, cria e desenvolve com a sua criatividade, são eventos diferentes. Incorporam-se aos delírios ou as fantasias, o mundo e a realidade virtuais da metáfora do Amor, da Palavra e da Sagrada Escritura, onde se substitui uma realidade operante por outra virtual e auxiliadora, uma realidade, consciência, cultura e conhecimento que tem o papel de reorganizar e redimensionar a consciência e o inconsciente em sua relação estrutural e psíquica.
MATTANÓ
(07/10/2025)
Com exceção disso, reafirmamos que o autor apresentou-nos um estudo psiquiátrico perfeitamente correto, pelo qual podemos medir nossa compreensão dos trabalhos da mente - um caso clínico e a história de uma cura que parecem concebidos para ressaltar determinadas teorias fundamentais da psicologia médica. Já é bastante singular que o autor possa ter realizado tal trabalho, mas o que diríamos se, ao ser interrogado, ele negasse ter tido tal intenção? É muito fácil estabelecer analogias e atribuir sentidos às coisas, mas acaso não teremos emprestado a essa encantadora e poética história um significado secreto bastante distanciado das intenções do autor?
Talvez, na opinião da maioria das pessoas, estejamos prestando um desserviço ao autor, ao declarar que sua obra é um estudo psiquiátrico. Dizem que um autor deveria evitar qualquer contato com a psiquiatria e deixar aos médicos a descrição de estados mentais patológicos. A verdade, porém, é que o escritor verdadeiramente criativo jamais obedece a essa injunção. A descrição da mente humana é, na realidade, seu campo mais legítimo; desde tempos imemoriais ele tem sido um precursor da ciência e, portanto, também da psicologia científica. Mas o limite entre o que se descreve como estado mental normal e como patológico é tão convencional e tão variável, que é provável que cada um de nós o transponha muitas vezes no decurso de um dia. Por outro lado, a psiquiatria estaria cometendo um erro se tentasse restringir-se permanentemente ao estudo das graves e sombrias doenças decorrentes de severos danos sofridos pelo delicado aparelho da mente. Desvios da saúde mais leves e suscetíveis de correção, que hoje podemos atribuir apenas a perturbações na interação das forças mentais, atraem igualmente seu interesse. Na verdade, só através deles é que pode chegar à compreensão dos estados normais, assim como dos fenômenos das doenças graves. Conseqüentemente, o escritor criativo não pode esquivar-se do psiquiatra, nem o psiquiatra esquivar-se do escritor criativo, e o tratamento poético de um tema psiquiátrico pode revelar-se correto, sem qualquer sacrifício de sua beleza.
O autor refere-se com freqüência ao estado de Norbert Hanold como ‘delírio’, e não temos motivos para refutar essa designação. Podemos apontar duas características principais de um ‘delírio’ que, se não o descrevem de forma exaustiva, o distinguem de outras perturbações. Em primeiro lugar, o delírio pertence ao grupo de estados patológicos que não produzem efeito direto sobre o corpo, mas que se manifestam apenas por indicações mentais. Em segundo lugar, é caracterizado pelo fato de que nele as ‘fantasias’ ganharam a primazia, transformando-se em crença e passando a influenciar as ações. Se lembrarmos a viagem de Hanold a Pompéia com o fito de procurar as pegadas de Gradiva nas cinzas, teremos um ótimo exemplo de uma ação sob a influência de um delírio. Um psiquiatra talvez incluísse o delírio de Norbert Hanold no vasto grupo da ‘paranóia’, classificando-o provavelmente como ‘erotomania fetichista’, já que seu traço mais saliente era uma paixão por uma escultura, e aos olhos desse psiquiatra, que tudo tende a ver pelo prisma mais grosseiro, o interesse do jovem arqueólogo por pés e posições de pés inevitavelmente passaria por ‘fetichismo’. Contudo, todos os sistemas de nomenclatura ou classificação dos diversos tipos de delírio de acordo com seu tema principal são de certa forma precários e estéreis.
Além disso, como nosso herói era uma pessoa capaz de desenvolver um delírio baseado em uma preferência tão singular, um psiquiatra rigoroso o qualificaria, sem hesitar, de dégénéré, e procuraria a hereditariedade que o conduzira inevitavelmente a esse destino. Mas nesse ponto, e com razão, o autor não segue o psiquiatra, pois deseja aproximar-nos do seu herói para facilitar a ‘empatia’; o diagnóstico de dégénéré, certo ou errado, colocaria uma barreira entre o arqueólogo e nós, leitores, que somos pessoas normais, o tipo padrão da humanidade. As precondições hereditárias e constitucionais do estado também não ocupam muito o autor, que por outro lado se aprofunda na composição mental pessoal que foi capaz de dar origem a tal delírio.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o autor refere-se com freqüência ao estado de Norbert Hanold como ‘delírio’, e não temos motivos para refutar essa designação. Podemos apontar duas características principais de um ‘delírio’ que, se não o descrevem de forma exaustiva, o distinguem de outras perturbações. Em primeiro lugar, o delírio pertence ao grupo de estados patológicos que não produzem efeito direto sobre o corpo, mas que se manifestam apenas por indicações mentais. Em segundo lugar, é caracterizado pelo fato de que nele as ‘fantasias’ ganharam a primazia, transformando-se em crença e passando a influenciar as ações.
Mattanó aponta que o autor refere-se com freqüência ao estado de Norbert Hanold como ‘delírio’, e não temos motivos para refutar essa designação. Podemos apontar duas características principais de um ‘delírio’ que, se não o descrevem de forma exaustiva, o distinguem de outras perturbações. Em primeiro lugar, o delírio pertence ao grupo de estados patológicos que não produzem efeito direto sobre o corpo, mas que se manifestam apenas por indicações mentais. Em segundo lugar, é caracterizado pelo fato de que nele as ‘fantasias’ ganharam a primazia, transformando-se em crença e passando a influenciar as ações. Os significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações dos delírios, não produzem efeito direto sobre o corpo, manifestam apenas indicações mentais como eventos psíquicos, comportamentais e sociais. E os significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações das fantasias transformam-se em crença e passam a influenciar as ações como eventos psíquicos, comportamentais e sociais.
MATTANÓ
(29/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor o autor refere-se com freqüência ao estado de Norbert Hanold como ‘delírio’, e não temos motivos para refutar essa designação. Podemos apontar duas características principais de um ‘delírio’ que, se não o descrevem de forma exaustiva, o distinguem de outras perturbações. Em primeiro lugar, o delírio pertence ao grupo de estados patológicos que não produzem efeito direto sobre o corpo, mas que se manifestam apenas por indicações mentais. Em segundo lugar, é caracterizado pelo fato de que nele as ‘fantasias’ ganharam a primazia, transformando-se em crença e passando a influenciar as ações. Os significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações dos delírios, não produzem efeito direto sobre o corpo, manifestam apenas indicações mentais como eventos psíquicos, comportamentais e sociais. E os significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações das fantasias transformam-se em crença e passam a influenciar as ações como eventos psíquicos, comportamentais e sociais. Vemos que as ações e crenças que podem se desenvolver através da atividade psíquica acabam descrevendo o trabalho, neste caso, dos delírios sobre o corpo, onde não produzem efeito direto sobe ele, e sobre as crenças, influenciando as ações, neste caso também sobre o mundo e a realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, onde se substitui a realidade operante por outra metafórica e determinada pelo Amor, de modo que o corpo permanece sob as mesmas contingências e as crenças influenciam as ações neste mundo virtual.
MATTANÓ
(07/10/2025)
Numa questão muito importante, Norbert Hanold comportava-se de forma bastante diversa de um ser humano comum: não se interessava por mulheres vivas. A ciência de que era servidor apoderara-se desse interesse e deslocara-o para as mulheres de mármore ou de bronze. Esse fato não deve ser encarado como um pormenor trivial; ao contrário, era a precondição básica dos eventos a serem descritos, pois certo dia uma determinada escultura desse tipo atraiu todo o interesse que normalmente só é dedicado a uma mulher viva, estabelecendo-se assim o delírio. A seguir vimos a maneira como esse delírio foi curado através de uma feliz cadeia de eventos e como o interesse do nosso herói foi deslocado das mulheres de mármore para uma mulher viva. O autor não nos deixa seguir as influências que levaram nosso herói a afastar-se das mulheres; apenas nos informa que a atitude dele não era explicada por sua disposição inata, a qual, muito ao contrário, incluía uma boa parcela de necessidades imaginativas (e, por que não dizer, eróticas). Também vimos, mais tarde, que na infância ele não evitou as outras crianças, mantendo amizade com uma menina, sua inseparável companheira, repartindo com ela suas merendas e deixando-a arrepiar seus cabelos no decurso de brincadeiras violentas. É em ligações como essas, onde o afeto se combina à agressividade, que o erotismo imaturo da infância se expressa; só mais tarde emergem suas conseqüências, mas então de forma irresistível; na infância, geralmente só os médicos e os escritores criativos o reconhecem como erotismo. Nosso escritor mostra-nos claramente que também é da mesma opinião, fazendo com que seu herói desenvolva subitamente um vivíssimo interesse pelos pés e pelo andar das mulheres. Esse interesse lhe traz forçosamente uma má reputação de ser um fetichista de pés. Contudo, nós não podemos evitar de ligar esse interesse à lembrança de sua companheira de infância, pois sem dúvida já então a moça andava daquela forma singular e graciosa, apoiando-se nos dedos e flexionando a planta dos pés quase perpendicularmente ao solo. Foi para retratar um andar semelhante que a escultura antiga adquiriu uma tão grande importância para Norbert Hanold. Queremos acrescentar, aliás, que na derivação desse singular fenômeno de fetichismo o autor está em completo acordo com a ciência. Na verdade, desde Binet [1888] temos tentado atribuir o fetichismo às impressões eróticas da infância.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que Norbert Hanold comportava-se de forma bastante diversa de um ser humano comum: não se interessava por mulheres vivas. A ciência de que era servidor apoderara-se desse interesse e deslocara-o para as mulheres de mármore ou de bronze. Certo dia uma determinada escultura desse tipo atraiu todo o interesse que normalmente só é dedicado a uma mulher viva, estabelecendo-se assim o delírio. A seguir vimos a maneira como esse delírio foi curado através de uma feliz cadeia de eventos e como o interesse do nosso herói foi deslocado das mulheres de mármore para uma mulher viva. O autor não nos deixa seguir as influências que levaram nosso herói a afastar-se das mulheres; apenas nos informa que a atitude dele não era explicada por sua disposição inata, a qual, muito ao contrário, incluía uma boa parcela de necessidades imaginativas (e, por que não dizer, eróticas). Também vimos, mais tarde, que na infância ele não evitou as outras crianças, mantendo amizade com uma menina, sua inseparável companheira, repartindo com ela suas merendas e deixando-a arrepiar seus cabelos no decurso de brincadeiras violentas. É em ligações como essas, onde o afeto se combina à agressividade, que o erotismo imaturo da infância se expressa; só mais tarde emergem suas conseqüências, mas então de forma irresistível; na infância, geralmente só os médicos e os escritores criativos o reconhecem como erotismo. Nosso escritor mostra-nos claramente que também é da mesma opinião, fazendo com que seu herói desenvolva subitamente um vivíssimo interesse pelos pés e pelo andar das mulheres. Esse interesse lhe traz forçosamente uma má reputação de ser um fetichista de pés. Contudo, nós não podemos evitar de ligar esse interesse à lembrança de sua companheira de infância, pois sem dúvida já então a moça andava daquela forma singular e graciosa, apoiando-se nos dedos e flexionando a planta dos pés quase perpendicularmente ao solo. Foi para retratar um andar semelhante que a escultura antiga adquiriu uma tão grande importância para Norbert Hanold.
Mattanó aponta que Norbert Hanold comportava-se de forma bastante diversa de um ser humano comum: não se interessava por mulheres vivas. A ciência de que era servidor apoderara-se desse interesse e deslocara-o para as mulheres de mármore ou de bronze. Certo dia uma determinada escultura desse tipo atraiu todo o interesse que normalmente só é dedicado a uma mulher viva, estabelecendo-se assim o delírio. A seguir vimos a maneira como esse delírio foi curado através de uma feliz cadeia de eventos e como o interesse do nosso herói foi deslocado das mulheres de mármore para uma mulher viva. O autor não nos deixa seguir as influências que levaram nosso herói a afastar-se das mulheres; apenas nos informa que a atitude dele não era explicada por sua disposição inata, a qual, muito ao contrário, incluía uma boa parcela de necessidades imaginativas (e, por que não dizer, eróticas). Também vimos, mais tarde, que na infância ele não evitou as outras crianças, mantendo amizade com uma menina, sua inseparável companheira, repartindo com ela suas merendas e deixando-a arrepiar seus cabelos no decurso de brincadeiras violentas. É em ligações como essas, onde o afeto se combina à agressividade, que o erotismo imaturo da infância se expressa; só mais tarde emergem suas conseqüências, mas então de forma irresistível; na infância, geralmente só os médicos e os escritores criativos o reconhecem como erotismo. Nosso escritor mostra-nos claramente que também é da mesma opinião, fazendo com que seu herói desenvolva subitamente um vivíssimo interesse pelos pés e pelo andar das mulheres. Esse interesse lhe traz forçosamente uma má reputação de ser um fetichista de pés. Contudo, nós não podemos evitar de ligar esse interesse à lembrança de sua companheira de infância, pois sem dúvida já então a moça andava daquela forma singular e graciosa, apoiando-se nos dedos e flexionando a planta dos pés quase perpendicularmente ao solo. Foi para retratar um andar semelhante que a escultura antiga adquiriu uma tão grande importância para Norbert Hanold. Vemos aqui uma contribuição dos significados e dos sentidos das suas experiências infantis que produziram os seus delírios e por consequência o prazer que reforça esta cadeia comportamental, onde o autor insiste em ver na ausência da coisa vista, e é motivado por um prazer que não lhe causa transformações diretas, refletindo em toda a cadeia comportamental de significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações finais que por consequência interferem na psique e no comportamento do autor, modificando suas relações, associações e relações sociais.
MATTANÓ
(29/07/2021)
Mattanó especula que a oralidade e a boca têm suas próprias características naturalísticas e evolutivas que lhes conferem o poder de se desenvolverem com auxílio da odontologia e da educação familiar a ponto de nos defrontarmos com o paradoxo loucura e genialidade ou vida instintiva e vida social, quando deparamos com casos onde o paciente abandona a escovação dental contínua argumentando que a cavidade oral, a boca, é como a porta do estômago, do sistema digestivo, e em função disto apelar regularmente para a escovação dental denota que estamos destruindo a natureza de nossa oralidade, de nossa cavidade oral, inclusive de nossos dentes que foram feitos para caírem num determinado período de nossas vidas, este período é diferente para aqueles que escovam seus dentes regularmente daqueles que não o fazem e preferem a vida Santa e naturalística, pois o implante dentário ou qualquer outro tratamento dentário na 3ª idade é muito mais custoso do que em fases anteriores, ou seja, querendo ou não você vai perder seus dentes e vai ter gastos e sofrimentos com tratamentos dentários, a 3ª idade não foi feita para este tipo de sofrimento oral, e os ossos da face dos idosos tem mais problemas do que os dos mais jovens, por isso especulo esta abordagem psicanalítica e psicológica para preparação das famílias e dos indivíduos para os problemas da 3ª idade e da oralidade, destacando a odontologia e seu trabalho. Também é muito custoso para um idoso permanecer num consultório odontológico por várias horas e de boca aberta, isso é trabalho para os mais jovens. Por isso hábitos naturalísticos podem solucionar problemas do desenvolvimento, como os da oralidade, porém a partir dos 40 anos de idade, época de maturidade e de transformação psicológica, de realização ou de frustração, depende do contexto e de como o indivíduo significa e dá sentido ao seu mundo real e do prazer e se ele compreende e utiliza a Teoria da Abundância de Mattanó.
MATTANÓ
(29/07/2021)
Para a Psicanálise do Amor Norbert Hanold comportava-se de forma bastante diversa de um ser humano comum: não se interessava por mulheres vivas. A ciência de que era servidor apoderara-se desse interesse e deslocara-o para as mulheres de mármore ou de bronze. Certo dia uma determinada escultura desse tipo atraiu todo o interesse que normalmente só é dedicado a uma mulher viva, estabelecendo-se assim o delírio. A seguir vimos a maneira como esse delírio foi curado através de uma feliz cadeia de eventos e como o interesse do nosso herói foi deslocado das mulheres de mármore para uma mulher viva. O autor não nos deixa seguir as influências que levaram nosso herói a afastar-se das mulheres; apenas nos informa que a atitude dele não era explicada por sua disposição inata, a qual, muito ao contrário, incluía uma boa parcela de necessidades imaginativas (e, por que não dizer, eróticas). Também vimos, mais tarde, que na infância ele não evitou as outras crianças, mantendo amizade com uma menina, sua inseparável companheira, repartindo com ela suas merendas e deixando-a arrepiar seus cabelos no decurso de brincadeiras violentas. É em ligações como essas, onde o afeto se combina à agressividade, que o erotismo imaturo da infância se expressa; só mais tarde emergem suas conseqüências, mas então de forma irresistível; na infância, geralmente só os médicos e os escritores criativos o reconhecem como erotismo. Nosso escritor mostra-nos claramente que também é da mesma opinião, fazendo com que seu herói desenvolva subitamente um vivíssimo interesse pelos pés e pelo andar das mulheres. Esse interesse lhe traz forçosamente uma má reputação de ser um fetichista de pés. Contudo, nós não podemos evitar de ligar esse interesse à lembrança de sua companheira de infância, pois sem dúvida já então a moça andava daquela forma singular e graciosa, apoiando-se nos dedos e flexionando a planta dos pés quase perpendicularmente ao solo. Foi para retratar um andar semelhante que a escultura antiga adquiriu uma tão grande importância para Norbert Hanold. Vemos aqui uma contribuição dos significados e dos sentidos das suas experiências infantis que produziram os seus delírios e por consequência o prazer que reforça esta cadeia comportamental, onde o autor insiste em ver na ausência da coisa vista, e é motivado por um prazer que não lhe causa transformações diretas, refletindo em toda a cadeia comportamental de significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações finais que por consequência interferem na psique e no comportamento do autor, modificando suas relações, associações e relações sociais. Da mesma forma os delírios de Norbet Hanold modificaram suas ações e comportamentos, fazendo-o ver na ausência do estímulo e depois desenvolver crença nessa relação, que era uma substituição de outra recalcado em seu inconsciente, em sua história de vida infantil, onde desenvolveu relacionamento similar por outra menina em sua infância, que se transformou num delírio de amor. Contudo seu delírio foi curado com o deslocamento do seu conteúdo direcionado para mulheres de mármore, agora para uma mulher viva. Podemos especular que virtualmente seu mundo e realidade virtuais poderiam ser agora substituídos pela realidade operante, ou seja, uma mulher bíblica esculpida em mármore substituída por outra, agora real, uma mulher viva e do seu tempo, da sua cultura, da sua realidade, do seu contexto.
MATTANÓ
(07/10/2025)
O estado de se manter permanentemente afastado das mulheres produz uma susceptibilidade pessoal ou, como nos acostumamos a dizer, uma ‘disposição’ à formação de um delírio. Esse distúrbio mental começa a se desenvolver no momento em que uma impressão casual desperta experiências infantis esquecidas e que têm, ainda que levemente, traços de conotação erótica. Entretanto, ‘desperta’ não é exatamente a descrição adequada, se levarmos em conta o que se segue. Devemos repetir o acurado relato do autor em termos técnicos psicológicos. Ao encontrar o relevo, não se recordou Norbert Hanold de já ter visto a amiga de infância caminhar de forma análoga; não teve lembrança alguma do fato, mas todos os efeitos produzidos pela escultura tiveram origem nessa conexão com uma impressão de sua infância. Ao ser despertada, essa impressão infantil tornou-se ativa, começando a produzir efeitos, mas não chegou à consciência, isto é, permaneceu ‘inconsciente’, para usar um termo que hoje já é imprescindível na psicopatologia. Desejaríamos que esse inconsciente não fosse objeto de nenhuma discussão de filósofos ou naturalistas, que com freqüência só possuem importância etimológica. Por hora, não dispomos de uma denominação melhor para os processos psíquicos que, embora ativos, não atingem a consciência da pessoa, e isso é tudo o que queremos dizer com nossa ‘inconsciência’. Quando alguns pensadores tentam refutar a existência de um inconsciente desse tipo, taxando-o de insensatez, só podemos supor que nunca se ocuparam de fenômenos mentais desse gênero; que estão sob a influência da experiência geral de que tudo o que é mental e se torna intenso e ativo, torna-se simultaneamente consciente; que eles ainda têm de aprender (o que nosso autor sabe muito bem) que existem sem dúvida processos mentais que, apesar de serem intensos e de produzirem efeitos, ainda assim permanecem afastados da consciência.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o estado de se manter permanentemente afastado das mulheres produz uma susceptibilidade pessoal ou, como nos acostumamos a dizer, uma ‘disposição’ à formação de um delírio. Esse distúrbio mental começa a se desenvolver no momento em que uma impressão casual desperta experiências infantis esquecidas e que têm, ainda que levemente, traços de conotação erótica. Ele não teve lembrança alguma do fato ao entrar em contato com a escultura, mas todos os efeitos produzidos pela escultura tiveram origem nessa conexão com uma impressão de sua infância. Ao ser despertada, essa impressão infantil tornou-se ativa, começando a produzir efeitos, mas não chegou à consciência, isto é, permaneceu ‘inconsciente’, existem sem dúvida processos mentais que, apesar de serem intensos e de produzirem efeitos, ainda assim permanecem afastados da consciência.
Mattanó aponta que o estado de se manter permanentemente afastado das mulheres produz uma susceptibilidade pessoal ou, como nos acostumamos a dizer, uma ‘disposição’ à formação de um delírio. Esse distúrbio mental começa a se desenvolver no momento em que uma impressão casual desperta experiências infantis esquecidas e que têm, ainda que levemente, traços de conotação erótica. Ele não teve lembrança alguma do fato ao entrar em contato com a escultura, mas todos os efeitos produzidos pela escultura tiveram origem nessa conexão com uma impressão de sua infância. Ao ser despertada, essa impressão infantil tornou-se ativa, começando a produzir efeitos, mas não chegou à consciência, isto é, permaneceu ‘inconsciente’, existem sem dúvida processos mentais que, apesar de serem intensos e de produzirem efeitos, ainda assim permanecem afastados da consciência. Ou seja, existem eventos fora da consciência que produzem efeitos como ver na ausência da coisa vista e atribuir significados e sentidos para esses efeitos, dentre as coisas que podemos ver na ausência da coisa vista estão os delírios e as fantasias. Teremos delírios quando o que for despertado estiver associado a experiências infantis esquecidas, com traços de conotação erótica, que em outras palavras significa conotação de libido, comunhão e/ou segurança, essa impressão infantil torna-se ativa e produz efeitos sem chegar a consciência, permanecendo inconsciente com seus significados e sentidos.
MATTANÓ
(31/07/2021)
Mattanó critica o método da associação livre assim como Carl G. Jung o criticou expressando que este método pode levar o paciente a áreas de sua psique que não são convenientes ou adequadas para a estrutura atual de determinado caso, ocasionando os complexos, para Mattanó a associação livre pode ocasionar os problemas com as ideias e teorias da Pulsão Auditiva gerando lavagem cerebral, extorsão, vingança, estupro virtual, tortura psicológica e moral, crimes sexuais e outros problemas de saúde como obesidade e diabetes mielitus, depressão, esquizofrenia, psicopatias, pânico, etc.. Por isso Mattanó prefere o método educativo com treino e modelagem do comportamento associado as técnicas da Psicanálise, inclusive à associação livre quando convir.
MATTANÓ
(02/08/2021)
Mattanó aponta que assim como Sigmund Freud limpou sua sociedade das entranhas das mentes ocultas e obscurecidas de sua época provocando uma mudança de atitude e de pensamento em relação a comportamentos e eventos sociais, familiares, trabalhistas, religiosos, psiquiátricos, filosóficos e fisiológicos, científicos e profissionais, e até políticos e militares, Mattanó adere a mesma postura contribuindo com novas indicações de neuroses e psicoses e até psicopatias. Dentre as neuroses estão as do trabalho, não as que já nomeamos como síndrome de Bournout mas as novas como o transtorno neurótico-corruptivo, que leva e produz a corrupção no trabalho e no meio social através do trabalho, levando os corruptores a seduzirem camadas de corrompidos para roubarem e desviarem recursos que não lhes pertencem, sejam de empresas, organizações ou famílias comuns, há o transtorno esquizo-laborial, que leva o trabalhador a atentar contra a dignidade e o corpo ou a sexualidade do outro no trabalho tentando estupra-lo ou beijá-lo a força, e até mesmo sair com ele obtendo vantagem ilícita de corruptores e em função do trabalho atentar fora do trabalho, estendendo-o para suas comunidades e família, há o transtorno de pânico-laborial onde o trabalhador entra em comportamento de fuga do mundo e das suas relações com colegas de trabalho e com o trabalho, podendo estende-lo para suas comunidades e família, há o transtorno depressivo-laborial que é aquele onde o trabalhador fica deprimido e enfraquecido perante o trabalho e suas funções, perde o ânimo e suas forças que o ajudam em suas responsabilidades, prejudicando-o e a sua empresa ou organização, podendo estende-lo para outras comunidades e família, há o transtorno alimentar-laborial que é aquele onde o trabalhador se encontra desequilibrado alimentar, ou seja, ingere muita ou pouca alimentação em comparação com suas necessidades nutricionais ocasionando magreza excessiva ou obesidade e problemas com hormônios como o diabetes mielitus e a produção de insulina no pâncreas, há o transtorno de organização criminosa-laborial que é aquele onde você trabalha numa organização ou empresa que se encontra no meio de um delito como sequestro ou roubo ou assassinato de funcionários dessa mesma organização ou empresa e você se vê obrigado e ajudar a polícia para solucionar o caso informando tudo o que sabe, o transtorno de organização criminosa-laborial é justamente este, você trabalhar numa organização ou empresa que cometeu um delito mas que não comprometeu a você como criminoso, mas apenas como testemunha e isso lhe causa problemas psíquicos e comportamentais e de relacionamento que pode se estender para outras comunidades e família, e para finalizar o transtorno sociopata-laborial onde você quer fazer tudo e ter o controle de tudo, não confia em pessoa alguma e nem no trabalho de qualquer outro trabalhador, quer que tudo saia segundo seu desejo e vontade, seja ela mero prazer e irreal ou real e, portanto, realidade, pois você pode ter poder e ser o líder ou ser o mais subalterno no trabalho que se você for um transtornado sociopata-laborial você desejará controlar tudo por meio da realidade para o líder e por meio do prazer para o subalterno, que pode desenvolver os delírios ou as fantasias, os delírios evocarão experiências da sua infância agora revividas em objetos reanimados que estavam outrora sem vida, como máquinas, equipamentos, utensílios, instrumentos de trabalho, e as fantasias serão fonte de criatividade quando nada tiverem de recordação de experiências vividas na infância, revelando notável criatividade com as máquinas, equipamentos, utensílios, instrumentos de trabalho e até os trabalhadores, pois podemos abordar objetos animados, mas com experiências que me levem aonde nunca estive antes em minha vida.
MATTANÓ
(02/08/2021)
Mattanó aponta que os delírios se formam na base do inconsciente, bem no condensamento, quando o indivíduo torna consciente as experiências infantis revividas num objeto inanimado, é portanto o condensamento de significados e sentidos de experiências infantis a nascente dos delírios que se desloca na mente do indivíduo, do inconsciente para o consciente e se transforma em comportamento e em relações sociais, gestalts e insights, linguagens, simbologias e símbolos, topografias, contextos, conceitos e funcionalidades.
MATTANÓ
(02/08/2021)
Mattanó aponta que a telepatia, o conhecimento, a lavagem cerebral e o mundo virtual existem em função da condensação que dá início a estes eventos e geram informações por meio do deslocamento, ocasionando comportamentos e relações sociais, gestalts e insights, linguagens, simbologias e símbolos, topografias, contextos, conceitos e funcionalidades. A condensação forma mundos encobertos e manifestos, mas com a telepatia, o conhecimento, a lavagem cerebral e o mundo virtual expostos forma também mundos encobertos-manifestos. Sabemos que o inconsciente tem suas próprias leis e que tendem a serem leis inconscientes, pois são invisíveis, intangíveis e incomensuráveis como o próprio inconsciente. O comportamento manifesto é público e tem suas próprias leis que o definem como público, são observáveis, tangíveis e mensuráveis. E o comportamento encoberto é privado, é diferente do inconsciente, porém pode não ser consciente ou alerta, cônscio ou informado o suficiente para que se desempenhe com propriedade, ele também tem suas próprias leis que permitem observa-lo pela introspecção e por exames laboratoriais. A telepatia, o conhecimento, a lavagem cerebral e o mundo virtual tornam-se tangíveis por meio de instrumentos, porém suas leis abordam fenômenos incomensuráveis e fenômenos mensuráveis, fenômenos intangíveis e fenômenos tangíveis.
MATTANÓ
(03/08/2021)
Mattanó aponta que podemos especular a condensação como o comportamento psíquico de juntar e processar, transformar, decodificar e recodificar uma informação, energia, mensagem, dado ou sinapse ¨psíquica¨ e devolvê-la através do deslocamento que é o caminho psíquico ou caminho cognitivo, a condensação é justamente cada local marcado do mapa cognitivo com maior ou menor representatividade, significados e sentidos, que por sua vez constroem o mapa cognitivo com suas informações básicas que devemos compreender e decifrar para podermos ter poder sobre nós mesmos e sobre nossas relações, percorrendo a Trajetória da Vida e dos Heróis até encontrarmos o tesouro escondido, ou seja, a mensagem ou a solução de cada problema e adversidade de nossas mentes, comportamentos e relações sociais.
MATTANÓ
(03/08/2021)
Para a Psicanálise do Amor o estado de se manter permanentemente afastado das mulheres produz uma susceptibilidade pessoal ou, como nos acostumamos a dizer, uma ‘disposição’ à formação de um delírio. Esse distúrbio mental começa a se desenvolver no momento em que uma impressão casual desperta experiências infantis esquecidas e que têm, ainda que levemente, traços de conotação erótica. Ele não teve lembrança alguma do fato ao entrar em contato com a escultura, mas todos os efeitos produzidos pela escultura tiveram origem nessa conexão com uma impressão de sua infância. Ao ser despertada, essa impressão infantil tornou-se ativa, começando a produzir efeitos, mas não chegou à consciência, isto é, permaneceu ‘inconsciente’, existem sem dúvida processos mentais que, apesar de serem intensos e de produzirem efeitos, ainda assim permanecem afastados da consciência. Ou seja, existem eventos fora da consciência que produzem efeitos como ver na ausência da coisa vista e atribuir significados e sentidos para esses efeitos, dentre as coisas que podemos ver na ausência da coisa vista estão os delírios e as fantasias. Teremos delírios quando o que for despertado estiver associado a experiências infantis esquecidas, com traços de conotação erótica, que em outras palavras significa conotação de libido, comunhão e/ou segurança, essa impressão infantil torna-se ativa e produz efeitos sem chegar a consciência, permanecendo inconsciente com seus significados e sentidos. Da mesma forma teremos delírios no mundo e na realidade virtuais quando o que for despertado pela Palavra e pela Sagrada Escritura estiver associado a experiências infantis esquecidas, com traços de conotação erótica, que significa conotação de libido, comunhão e/ou segurança, esse conteúdo infantil produz consequências quando não chega a consciência, permanecendo inconsciente, com seus significados e sentidos, levando o indivíduo a ver na ausência da coisa vista, mesmo que seja no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura quando se trata de loucura, de delírios e de fantasias.
MATTANÓ
(07/10/2025)
Já dissemos há pouco (ver a partir de [1]) que em Norbert Hanold as lembranças de suas relações infantis com Zoe estavam em estados de ‘repressão’; e aqui as chamamos de lembranças ‘inconscientes’. Agora precisamos dar mais atenção à relação entre esses dois termos técnicos, que parecem coincidir em seu significado. Na verdade não é difícil esclarecer a questão. O conceito de ‘inconsciente’ é o mais amplo, sendo o de ‘reprimido’ o mais restrito. Tudo que é reprimido é inconsciente, mas não podemos afirmar que tudo que é inconsciente é reprimido. Se ao ver o relevo, Hanold se houvesse recordado do modo de andar de Zoe, o que anteriormente fora uma lembrança inconsciente se teria tornado simultaneamente ativo e consciente, e isso teria demonstrado que essa lembrança não fora anteriormente reprimida. ‘Inconsciente’ é um termo puramente descritivo, indefinido em alguns aspectos e, poderíamos dizer, estático. ‘Reprimido’ é uma expressão dinâmica, que leva em conta a interação de forças mentais; implica a presença de uma força que procura provocar toda uma série de efeitos psíquicos, inclusive o de tornar-se consciente, e a essa força opõe-se uma outra força contrária, capaz de obstruir alguns desses efeitos psíquicos, inclusive também aquele de tornar-se consciente. A característica de algo reprimido é justamente a de não conseguir chegar à consciência, apesar de sua intensidade. Portanto, no caso de Hanold, a partir do momento em que surge o relevo, passamos a nos ocupar com alguma coisa inconsciente que está reprimida ou, mais simplesmente, com alguma coisa reprimida.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o conceito de ‘inconsciente’ é o mais amplo, sendo o de ‘reprimido’ o mais restrito. Tudo que é reprimido é inconsciente, mas não podemos afirmar que tudo que é inconsciente é reprimido. ‘Inconsciente’ é um termo puramente descritivo, indefinido em alguns aspectos e, poderíamos dizer, estático. A característica de algo reprimido é justamente a de não conseguir chegar à consciência, apesar de sua intensidade. Portanto, no caso de Hanold, a partir do momento em que surge o relevo, passamos a nos ocupar com alguma coisa inconsciente que está reprimida ou, mais simplesmente, com alguma coisa reprimida.
Mattanó aponta que o conceito de ‘inconsciente’ é o mais amplo, sendo o de ‘reprimido’ o mais restrito. Tudo que é reprimido é inconsciente, mas não podemos afirmar que tudo que é inconsciente é reprimido. ‘Inconsciente’ é um termo puramente descritivo, indefinido em alguns aspectos e, poderíamos dizer, estático. A característica de algo reprimido é justamente a de não conseguir chegar à consciência, apesar de sua intensidade. Portanto, no caso de Hanold, a partir do momento em que surge o relevo, passamos a nos ocupar com alguma coisa inconsciente que está reprimida ou, mais simplesmente, com alguma coisa reprimida. O que é ¨inconsciente¨ possui características múltiplas como significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações finais, e o que é ¨reprimido¨ possui apenas a característica de estar inconsciente, de não alcançar a consciência do paciente ou indivíduo. No caso de Hanold, a partir do momento em que surge o relevo, passamos a nos ocupar com alguma coisa inconsciente que está reprimida ou, mais simplesmente, com alguma coisa reprimida que não chega a sua consciência, mas que se manifesta em seus comportamentos, linguagem e relações de topografia, magnitude, intensidade, frequência, intensidade, ângulos e posições no momento em que surge o relevo e isto ocupa-o de alguma coisa inconsciente que está reprimida, afastada da sua consciência.
MATTANÓ
(05/08/2021)
Mattanó especula que seus problemas com o Brasil e o mundo, com os atletas, a Igreja e os artistas denotam alguma coisa inconsciente e que está reprimida, afastada de sua consciência e afastada da consciência das outras pessoas em geral, se vivemos relacionamentos hostis e violentos é por que guardamos algo em nosso inconsciente que é insuportável para a nossa consciência, para a nossa compreensão e modos de se relacionar uns com os outros, certamente o amor e o respeito humanos, a igualdade e a cidadania, o direito a vida e a liberdade, o direito a justiça e a informação, o direito a saúde, ao trabalho e a felicidade, eventos que estão sendo reprimidos para que sejam explorados e abusados eventos que vão na direção contrária como o ódio e a intolerância, a vingança, o medo e a perseguição, a humilhação e a vergonha, o abuso, o estupro e a exploração do próximo, o roubo, a mentira e a falsidade, e a morte também tomam conta da nossa vida consciente que reprime o amor que nos resta e o preço que a psique cobra é dor e sofrimento psíquico, comportamental e social, na família, na escola, na Igreja e no trabalho, gerando transtornos para a população.
MATTANÓ
(05/08/2021)
Para a Psicanálise do Amor Mattanó aponta que o conceito de ‘inconsciente’ é o mais amplo, sendo o de ‘reprimido’ o mais restrito. Tudo que é reprimido é inconsciente, mas não podemos afirmar que tudo que é inconsciente é reprimido. ‘Inconsciente’ é um termo puramente descritivo, indefinido em alguns aspectos e, poderíamos dizer, estático. A característica de algo reprimido é justamente a de não conseguir chegar à consciência, apesar de sua intensidade. Portanto, no caso de Hanold, a partir do momento em que surge o relevo, passamos a nos ocupar com alguma coisa inconsciente que está reprimida ou, mais simplesmente, com alguma coisa reprimida. O que é ¨inconsciente¨ possui características múltiplas como significados, sentidos, conceitos, comportamentos, funcionalidades, contextos, simbologias, inconscientes, linguagens, topografias, magnitudes, intensidades, frequências, ângulos, posições, relações sociais, gestalts e insights, sonhos, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, desejos e desejos de dormir, vida anímica, chistes, piadas e humor, lapsos de linguagem, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, fantasias, delírios, afetividade, arquétipos, estilo de vida, instituições e organizações, trabalho e economia, mitologia, filogênese, ontogênese, cultura, espiritualidade, vida e universo, inteligências, cognição, imunidade, homeostase, história de vida, conclusões e interpretações finais, e o que é ¨reprimido¨ possui apenas a característica de estar inconsciente, de não alcançar a consciência do paciente ou indivíduo. No caso de Hanold, a partir do momento em que surge o relevo, passamos a nos ocupar com alguma coisa inconsciente que está reprimida ou, mais simplesmente, com alguma coisa reprimida que não chega a sua consciência, mas que se manifesta em seus comportamentos, linguagem e relações de topografia, magnitude, intensidade, frequência, intensidade, ângulos e posições no momento em que surge o relevo e isto ocupa-o de alguma coisa inconsciente que está reprimida, afastada da sua consciência. Da mesma forma através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, podemos chegar ao inconsciente, ao mundo virtual inconsciente e ao que está reprimido no mundo virtual e até ao que está reprimido na vida anímica quando deslocamos nossa atenção para a excreção e mandamos para fora um conteúdo inconsciente reprimido mediante algum esforço físico, deslocando o excremento para o vaso sanitário, aqui o mundo e a realidade virtuais são abruptamente substituídas pelas necessidades fisiológicas que tem também a função inconsciente de excreção de conteúdo acumulado e indesejável, seja ele elaborado inconscientemente ou comportamentalmente, através também da higienização. O que está reprimido pode então tornar-se dedutível, visto que permanece inconsciente, enquanto que o inconsciente pode se tornar observável e consciente, ou seja, nunca conheceremos o conteúdo reprimido, apenas conheceremos o conteúdo inconsciente que chegar a sua consciência, seja no mundo e na realidade virtuais da metáfora do Amor, da Palavra e da Sagrada Escritura, ou na vida anímica.
MATTANÓ
(15/10/2025)
As lembranças de Norbert Hanold de sua ligação infantil com a menina de andar gracioso estavam reprimidas, mas esta ainda não é a visão correta da situação psicológica. Enquanto lidarmos apenas com lembranças e idéias, permaneceremos na superfície. Só os sentimentos têm valor na vida mental. Nenhuma força mental é significativa se não possuir a característica de despertar sentimentos. As idéias só são reprimidas porque estão associadas à liberação de sentimentos que devem ser evitados. Seria mais correto dizer que a repressão age sobre sentimentos, mas só nos apercebemos destes através de sua associação com as idéias. Assim, os sentimentos eróticos de Norbert Hanold é que haviam sido reprimidos, e como o seu erotismo não tinha e não tivera na infância outro objeto a não ser Zoe Bertgang, suas lembranças dela foram esquecidas. O relevo antigo despertou seu erotismo adormecido, tornando ativas suas lembranças da infância. Devido a uma resistência presente nele contra esse erotismo, só enquanto inconscientes essas lembranças podiam tornar-se operativas. O que nele então se desenvolveu foi uma luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam, luta esta que se manifestava como delírio.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que as lembranças de Norbert Hanold de sua ligação infantil com a menina de andar gracioso estavam reprimidas, mas esta ainda não é a visão correta da situação psicológica. Enquanto lidarmos apenas com lembranças e idéias, permaneceremos na superfície. Só os sentimentos têm valor na vida mental. Nenhuma força mental é significativa se não possuir a característica de despertar sentimentos. As idéias só são reprimidas porque estão associadas à liberação de sentimentos que devem ser evitados. O relevo antigo despertou seu erotismo adormecido, tornando ativas suas lembranças da infância. Devido a uma resistência presente nele contra esse erotismo, só enquanto inconscientes essas lembranças podiam tornar-se operativas. O que nele então se desenvolveu foi uma luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam, luta esta que se manifestava como delírio.
Mattanó aponta que as lembranças de Norbert Hanold de sua ligação infantil com a menina de andar gracioso estavam reprimidas, mas esta ainda não é a visão correta da situação psicológica. Enquanto lidarmos apenas com lembranças e idéias, permaneceremos na superfície. Só os sentimentos têm valor na vida mental. Nenhuma força mental é significativa se não possuir a característica de despertar sentimentos. As idéias só são reprimidas porque estão associadas à liberação de sentimentos que devem ser evitados. O relevo antigo despertou seu erotismo adormecido, tornando ativas suas lembranças da infância. Devido a uma resistência presente nele contra esse erotismo, só enquanto inconscientes essas lembranças podiam tornar-se operativas. O que nele então se desenvolveu foi uma luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam, luta esta que se manifestava como delírio. Temos aqui lembranças infantis e sentimentos que estão condensados no inconsciente representando sua luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam, resultantes da condensação no inconsciente que se desenrola e se desloca gerando significados e sentidos para essa luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam.
MATTANÓ
(05/08/2021)
Para a Psicanálise do Amor Mattanó aponta que as lembranças de Norbert Hanold de sua ligação infantil com a menina de andar gracioso estavam reprimidas, mas esta ainda não é a visão correta da situação psicológica. Enquanto lidarmos apenas com lembranças e idéias, permaneceremos na superfície. Só os sentimentos têm valor na vida mental. Nenhuma força mental é significativa se não possuir a característica de despertar sentimentos. As idéias só são reprimidas porque estão associadas à liberação de sentimentos que devem ser evitados. O relevo antigo despertou seu erotismo adormecido, tornando ativas suas lembranças da infância. Devido a uma resistência presente nele contra esse erotismo, só enquanto inconscientes essas lembranças podiam tornar-se operativas. O que nele então se desenvolveu foi uma luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam, luta esta que se manifestava como delírio. Temos aqui lembranças infantis e sentimentos que estão condensados no inconsciente representando sua luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam, resultantes da condensação no inconsciente que se desenrola e se desloca gerando significados e sentidos para essa luta entre o poder do erotismo e o poder das forças que o reprimiam. Da mesma forma, podemos especular que através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, as lembranças virtuais são capazes de liberarem sentimentos que devem ser evitados pelo indivíduo, pois são lembranças da infância, traduzidas para o mundo e a realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, sentimentos estes que estão condensados no inconsciente e que representam uma luta entre o poder do erotismo e as forças que o reprimiam, resultantes da condensação, de modo que geram-se significados e sentidos para essa luta que aumentam o poder dessa luta que tem a função de reprimir suas lembranças infantis, mesmo que traduzidas para o mundo e a realidade virtuais da metáfora do Amor, ou seja, da Palavra e da Sagrada Escritura com suas ferramentas que são as ¨músicas e canções virtuais¨ que tem propriedades virtuais capazes de modificar o comportamento virtual de um indivíduo com ou sem outras ferramentas como os ¨avatares Bíblicos¨, a ¨moral Bíblica¨, os ¨frutos Bíblicos¨, a ¨natureza Bíblica¨, a ¨vida espiritual¨, os ¨personagens Bíblicos¨ e a ¨Paixão, Morte, Redenção e Ressurreição de Cristo que é o Amor e a imago Materna, Paterna e Fraterna¨ que são a Mãe de Deus, Deus Pai e o Espírito Santo representado nos seus Irmãos e Irmãs, para construir uma história de Amor onde suas extensões e desdobramentos, como a raiva, o ódio, a inveja, o medo e o ciúme são justamente extensões e desdobramentos do Seu Amor Original que é o Amor por Deus e o Seu Amor Delirante que é o Seu Amor pela imago Materna ou pela Sua Mãe, pelo Útero do Mundo, pela deusa-Mãe, em outras culturas, formas de conhecimento, de consciência e de realidade, construindo os ¨dramas Bíblicos¨, de modo a ajudar o indivíduo ou paciente a encontrar ou adquirir repertório comportamental para solucionar o seu problema ambiental de adaptação, otimizando suas respostas, obtendo menores custos e maiores benefícios com os seus comportamentos virtuais que ampliarão seus comportamentos manifestos e encobertos, sua vida inconsciente, sua relação com seu subconsciente e com sua consciência, cultura, conhecimento e realidade, para que possa sobreviver e se adaptar frente as exigências da reprodução sexual e cultural, como ferramentas de criatividade e de produtividade, indo muito além da hipererosia e do movimento LGBTQIAPN+. Diante deste movimento, LGBTQIAPN+, fica cada vez mais difícil acreditar que todo homem e toda mulher possui obrigatóriamente um lado homossexual, visto que este lado homossexual nos parece bastante diversificado e diferente um do outro em sua orientação, papel e identidade sexuais, levando-nos a especular que o que existe é um heterossexualismo marcado na história de cada Homo Sapiens desde seu nascimento, quando são registrados como sexo masculino ou feminino ou nunca como LGBTQIAPN+, pois registrar como LGBTQIAPN+ acaba dando cadeia pois é loucura, ninguém nasce LGBTQIAPN+, cada indivíduo aprende a sua história e a sua orientação, papel e identidade sexual durante seu desenvolvimento, crescimento e amadurecimento, indicando-nos que o movimento LGBTQIAPN+ é uma moda e não um instinto filogenético e reprodutivo ou sexual do Homo Sapiens que envolve amor, mas que envolve frustração e traumas, aprendizagem a partir destas relações que determinam as leitura dos estímulos ambientais e assim a sua consciência, cultura, conhecimento e realidade. Assim acredito que o Homo Sapiens pode ser heterossexual, possuir ou não possuir um homossexualismo latente como possuir ou não possuir um homossexualismo indefinido, vazio ou inoperante e niilista que não é homossexual ativo e nem passivo, mas niilista. O movimento LGBTQIAPN+ tem como característica fugir da realidade sexual e é composto de:
L: Lésbicas (mulheres que se relacionam com mulheres);
G: Gays (homens que se relacionam com homens);
B: Bissexuais (pessoas que se relacionam com ambos os sexos);
T: Transsexuais e travestis (quem passou por transição de gênero);
Q: Queer (Pessoas que transitam entre os gêneros, como as drag queens);
I: Interssexo (Pessoa com qualidades e características masculinas e femininas);
A: Assexuais (quem não sente atração sexual por quaisquer pessoas);
P: Panssexuais (quem se se relaciona com quaisquer gêneros ou orientações sexuais);
N: Não-binário (sem gênero).
Outro problema virtual dos nossos tempos é a liberdade sexual promovida pelos veículos de comunicação de massa, pois sem censura estamos todos ameaçados algum dia a sofrer ataques de pedófilos, estupradores, abusadores, exploradores, corruptores de menores de 14 anos de idade e de adolescentes, assediadores sexuais, assassinos de mulheres e de adolescentes, crianças e homossexuais, pois todos nós podemos um dia ter de confiar a segurança e a guarda de nossas crianças e filhos a indivíduos desconhecidos ou autorizados, mas que não são da família, e até da família e estão em surto psicótico e resolvem estuprar essas crianças, nossos filhos e filhas, pois veem na televisão, no rádio e e no aparelho de som estímulos que incitam a violência sexual, ao desejo sexual, ao estupro, ao abuso sexual, a pornografia, a pedofilia, ao assassinato dessas vítimas, ao assédio sexual, pois estão e sentem desejo sexual que aflora diante de estímulos ambientais mediados pelos veículos de comunicação de massa e das suas mídias como o mp3 e a televisão ou o cinema e acabam estuprando, abusando e violentando essas crianças e menores de 14 anos de idade, adolescentes e mulheres indefesas, ocasionando até mesmo feminicídio, sequestro, extorsão e vingança, estupro virtual, lavagem cerebral, tortura e despersonalização, além de espancamento e tentativas de provocar lesões corporais como queimaduras, acidentes, obesidade e envenenamento ou pobreza e isolamento com cárcere privado e maus-tratos, e loucura, incapacidade. Contudo quando o contexto é gerado em meio a chistes vemos que pode ocorrer uma falta de sentido e uma falta de conexão entre as partes e os indivíduos e seus significados e sentidos, gerando perda da realidade, da consciência, da cultura e do conhecimento.
MATTANÓ
(15/10/2025)
Nosso autor omitiu as razões que levaram à repressão da vida erótica de seu herói, pois a dedicação de Hanold à ciência não passava certamente de um instrumento utilizado pela repressão. Nesse ponto um médico teria de investigar mais profundamente, mas talvez sem nenhuma garantia de sucesso. Contudo, como já assinalamos com admiração, com muito acerto o autor mostrou-nos como o erotismo reprimido emerge precisamente do campo dos instrumentos que serviram à sua repressão. Apontou-se com justiça ter sido uma antiguidade, a escultura feminina em mármore, que arrancou nosso arqueólogo do seu afastamento do amor, advertindo-o da necessidade de pagar à vida a dívida que desde o nascimento pesa sobre nós.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que a dedicação à ciência, de Hanold, devia-se a repressão da vida erótica de seu herói. E que a escultura feminina em mármore, arrancou nosso arqueólogo do seu afastamento do amor, advertindo-o de pagar à vida a dívida que desde o nascimento pesa sobre nós.
Mattanó aponta que a dedicação à ciência, de Hanold, devia-se a repressão da vida erótica de seu herói. E que a escultura feminina em mármore, arrancou nosso arqueólogo do seu afastamento do amor, advertindo-o de pagar à vida a dívida que desde o nascimento pesa sobre nós. Ou seja, os delírios que lhe vieram lhe advertiram sobre a experiência do amor, que ele tinha uma dívida a pagar à vida que era o amor.
MATTANÓ
(05/08/2021)
Mattanó aponta que a dívida à vida que temos desde o nascimento e que pesa sobre nós nestes tempos de ódio, intolerância, estupro e estupro virtual, pedofilia, vingança, extorsão, loucura, guerra e conflito, falsidades, tráfico e terror, assassinato e roubo, ameaças e violência, evasão escolar e desemprego, querer destruir ao Amor de Deus e a Igreja, é justamente a dívida que temos à vida do amor a Deus, do amor para conosco e com o próximo, do amor para com o pecador renunciando ao pecado em prol da Santidade de Deus, nossa e do próximo.
MATTANÓ
(05/08/2021)
Mattanó aponta que o significado e o sentido inconsciente da existência dos sonhos é difundir a libido e o desejo, a Comunhão e a Santidade, e a segurança e o patrimônio, ou seja, o Amor.
MATTANÓ
(06/08/2021)
PSICANÁLISE PARA OS ESPORTES (2021):
O CICLO DOS TESOUROS (2021):
Nascer para os Tesouros significa se deixar perceber e ser percebido pelo que há de mais valioso no meio ambiente, já a partir do nascimento.
Criar Tesouros significa se deixar experimentar testar e avaliar as consequências da sua resposta para determinado valor no meio ambiente e a partir daí criar comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights e até uma psique referente a esse Tesouro.
Gerar Tesouros significa se deixar gerar valores a partir do que foi criado como comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights e psique.
Fornecer Tesouros significa se deixar fornecer para si e os outros e para o meio ambiente, inclusive os seres vivos e a ecologia os valores gerados com os comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights e psique.
Administrar Tesouros significa se deixar controlar e administrar a entrada e a saída de valores criados, gerados e fornecidos com os comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights, e psique.
Produzir Tesouros significa se deixar produzir, fabricar, manipular, brincar, testar, quebrar, construir, planejar, inventar, discutir Tesouros e os seus valores criados, gerados e fornecidos com os comportamentos encobertos e manifestos, relações sociais, gestalts e insights, e psique.
Trabalhar Tesouros significa se deixar trabalhar, manufaturar, maquinofaturar, produzir artesanalmente ou industrialmente seus Tesouros e valores que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida.
Economizar Tesouros significa se deixar poupar mais do que se gasta em relação aos seus Tesouros e valores que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida.
Partilhar Tesouros significa se deixar partilhar entre os seus e os carentes, pobres, miseráveis e doentes os seus Tesouros e valores que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida comportamental encoberta e manifesta, relações sociais, gestalts e insights, e psique, para que aprendam o caminho dos Tesouros.
Doar Tesouros significa se deixar doar como indivíduo, Tesouro e valor e como portador de Tesouros que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida para os pobres, miseráveis, carentes, doentes e necessitados, para que aprendam o caminho dos Tesouros.
Ser generoso e egoísta com os Tesouros significa se deixar ser generoso em determinados contextos e ser egoísta e outros contextos com os seus Tesouros e os Tesouros do próximo, de modo que se promova a liberdade para viver e para se aprender a viver libertando a consciência do niilismo e gerando comportamento e psique para estes momentos, gerando relações sociais para estas situações e eventos.
Ter Abundância com os Tesouros significa se deixar evitar o controle, a literalidade, as razões, os contextos, os significados e os sentidos, o S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade, comportamento, inconsciente, simbologia, relações sociais, gestalts e insights, análises e interpretações, e passar a se orientar pela consciência, pela atenção e pela intenção que movimentam a consciência como que um milagre de uma Hóstia Viva ou o de uma célula biológica no corpo, você não é mais a sua funcionalidade e nem o seu comportamento e inconsciente ou sua análise e interpretação, você é sua consciência que se movimenta através da liberdade para viver e aprender e da liberdade para se viver e se aprender a aprender.
A Abundância com os Tesouros termina com a aquisição de novos comportamentos e uma nova psique, de novas relações sociais, de novas gestalts e insights, que são adquiridos com a consciência e a conscientização da Abundância dos Tesouros que você criou, gerou e forneceu com sua experiência e vida.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 27 de março de 2021.
MATTANÓ
(27/03/2021)
O CICLO DA VITÓRIA E DA DERROTA, O LUTO ENTRE AS COMPETIÇÕES (2021);
O ciclo da vitória e da derrota e o luto entre as competições começa quando os hominídeos ou macacos assassinos adquiriram o comportamento de simbolizar e imaginar a própria vitória e derrota que se compreendeu como um jogo, luta, enfrentamento, batalha, guerra ou conflito, onde o corpo se ia, mas algo permanecia imortalmente, na Terra, no cosmos ou no além, no espírito ou no Paraíso, num local sagrado que era representado em seus ritos e mitos de vitória e de derrota, fomentando os ritos e mitos dessa tradição, onde praticavam seus ritos com seu objetos e faziam rituais de vitória ou de derrota e depois de despedida e de luto, com sons ou palavras ¨mágicas¨ que tinham o poder de transformar o inerte em uma nova vida e em uma nova forma, como numa Gestalt onde há a figura e o fundo, na vitória ou na derrota e na despedida e no luto há a figura (o corpo morto) e o fundo (a alma sobrevivendo) e um insight (a alma sendo salva), através de uma continuidade, semelhança, complementação, etc., que assegura a este fenômeno a sua validade e fundamento, a sua prática e existência.
O ciclo da vitória e da derrota e do luto entre as competições pode ter começado de forma simples, apenas com o abandono entre as competições e com pensamentos acera do seu destino e corpo. Depois ter se aperfeiçoado para o rito desse corpo; então do rito de abandono para o reencontro de seus objetos e/com algumas vocalizações; depois surgiram algumas palavras, gritos, balbucios, outras vocalizações; então, frases e orações; então começaram as visitas aos locais de vitória e de derrota de seus mitos e outras palavras e orações ou um sentimento de eterno e de divino, de espiritualidade, de salvação, de esperança, de feedfoward; o feedfoward é peculiar em toda a comunicação, pode ter ajudado a criar a esperança e as orações, as tradições e festividades que temos desde então até hoje.
O feedfoward pode ter influenciado a geração de outros fenômenos que alargaram a morte e o luto, como a música e a literatura e até o cinema e a televisão, o rádio e o telefone, a internet e o computador.
Através da música o indivíduo passou a potencializar o rito de vitória e de derrota e de espaço entre as competições através do luto de uma maneira tal que a desenvolveu de forma diferente para a literatura com a Sagrada Escritura, depois com o cinema e a televisão, o rádio e o telefone, a internet e o computador que desenvolveram de forma diferente a potência da morte e do luto em cada indivíduo, comunidade e sociedade.
A auto-significação leva ao rito e mito da vitória e da derrota e de luto entre as competições, a um comportamento operante e encoberto amplificado que torna a vitória e da derrota e o luto evento de grande potência psicológica, comportamental e espiritual, que move relações humanas e sociais, de forma a humanizar o sofrimento e até em contribuir em tipificá-lo através de padrões tecnológicos que alienam o indivíduo em seu comportamento com o celular, a literatura, a música, a televisão e o rádio e o jornal e as revistas, retirando a energia vital da relação do indivíduo com o seu corpo e que produz luto para as tecnologias, transformando as orações em comportamentos alienados e desintegrados, que nada tem a ver com o ritual de morte e de luto, mas com um prazer psíquico e até inconsciente que o afasta da princípio da realidade que o vincula ao ritual de morte e de luto, a auto-significação deve se voltar para a realidade e não para o prazer se quiser ajudar o indivíduo a elaborar com sucesso a sua perda através da vitória e da derrota e do espaço entre as competições através do luto.
A TRAJETÓRIA ALTERNATIVA DOS HERÓIS E O CICLO DA VITÓRIA E DA DERROTA E DO LUTO (2021):
O chamado pode ser um sinal no céu, um som, uma canção, um toque de um amigo, uma oração, uma revelação, um oráculo, uma passagem ou uma iniciação, um rito ou um mito, uma instituição, um poder, uma família, um indivíduo, um trabalho, uma educação, um esporte, um ato ou um pensamento, um delírio ou uma alucinação, uma voz, um pedido, uma ordem, um julgamento, etc.. O indivíduo deve saber percebê-lo e senti-lo como parte de sua própria vida, pois a morte e o luto fazem parte da vida de cada um de nós. O chamado está na competição.
O chamado pode ser recusado pelo herói se ele não o reconhecer ou se ele não estiver preparado pare ele, tanto psicologicamente, quanto filosoficamente, socialmente e espiritualmente e até economicamente ou profissionalmente, academicamente ou familiarmente, tornando o chamado algo obtuso e sem significado, sem sentido para ele que não responde e nem se comporta aceitando-o. O indivíduo pode recusar lidar com a morte e o luto de várias maneiras em sua vida. O chamado ou a competição pode ser recusado psicologicamente e comportamentalmente pelo atleta se ele não a aceitar.
Os problemas do caminho podem ser muitos como adversidades biológicas, psicológicas, sociais, filosóficas, espirituais, econômicas, matemáticas, físicas, extraterrestres, da vida ou do universo e até sobrenaturais. O indivíduo pode encontrara diversos problemas em seu caminho em decorrência da morte e do luto, ele deve ser inteligente para lidar com eles. Os problemas no caminho podem ser os problemas no caminho da competição, adversidades bio-psico-sociais, econômicas, culturais, filosóficas, políticas, estruturais, comportamentais, espirituais.
A ajuda sobrenatural refere-se a ajuda de um ser que aparece miraculosamente no seu caminho ou em sua trajetória oferecendo-lhe meios e amuletos para se comportar e pensar de modo que vença suas adversidades, tornando-se mais forte e superior, como que vencendo suas inferioridades. O indivíduo encontrará forças e ajudas sobrenaturais que o levarão a lidar melhor com a morte e o luto, ele deve saber integrar esse aspecto de sua vida. A ajuda sobrenatural aparece milagrosamente se o competidor tiver fé e acreditar no seu caminho, tornando-se mais forte e superior ao que era antes, mais sábio e competente.
O enfrentamento do problema refere-se a capacidade, a oportunidade e a obrigatoriedade do herói ter que lidar com situações de problema onde ele terá que lidar com adversidades ambientais de várias formas e contingências, levando-o a compreender que para vencer é preciso lutar e enfrentar. O indivíduo deve compreender que para vencer seus problemas com a morte e o luto ele deve lutar e enfrenta-los com dignidade. O enfrentamento do problema refere-se ao atleta saber enfrentar o seu problema com o método certo e na hora certa sem se prejudicar e sem prejudicar ao seu grupo ou equipe.
O contato com o monstro refere-se a quando o herói entra em contato com o monstro, com a baleia e é engolido. O indivíduo deve saber que a morte e o luto o engolirão um dia e o assustarão. O contato com o monstro assustará o atleta se ele não tiver preparo para lidar com isso.
A vitória ou a derrota dependem de como o herói se comportou, se ele aceitou seu destino, lutou e venceu seu monstro, a baleia, ou se não aceitou seu destino, não lutou e perdeu para o monstro, a baleia e foi digerido por ela. O indivíduo deve compreender que vencer ou perder sua luta contra a morte e o luto depende de como ele se organizou e se arranjou, de como ele se comportou. A vitória ou a derrota dependem de como o competidor se organizou e arranjou sua mente e comportamento para solucionar seu problema e adversidade com o monstro, seu problema em jogo e no jogo.
A mensagem depende da vitória do herói que retorna do ventre da baleia e conta sua história de luta e de vitória. O indivíduo voltará com uma mensagem se for o vencedor de sua luta contra a morte e o luto. A mensagem será dada após retornar do ventre do monstro, ou seja, após superar ou enfrentar seu obstáculo.
A caminhada reflete sua vitória, sua mensagem, seu destino de aceitação, luta e vitória para a perpetuação de sua comunidade e de sua família. O indivíduo terá uma caminhada com sua mensagem contra a morte e o luto para sua vida e comunidade. A caminha refletirá seu estado atual de vitória ou de derrota.
O regresso refere-se ao retorno do herói com sua mensagem até sua comunidade, com sua experiência, com seus rituais e suas instituições. O indivíduo regressará para sua comunidade com sua mensagem sobre a morte e o luto, seja ela como for. O regresso é a volta para a o seu grupo com um ensinamento ou lição sobre o jogo, sobre como superar o monstro.
O novo acontecimento adverso reflete que o herói foi chamado novamente para a luta e para o combate, para lidar com um novo acontecimento adverso em sua caminhada. O indivíduo será novamente chamado para enfrentar a morte e o luto em sua caminhada. O novo acontecimento adverso é justamente a continuidade do jogo com suas adversidades e problemas.
A nova luta e o novo enfrentamento referem-se ao novo combate e ao novo desafio pelo herói enfrentado, se ele o aceita ou não e a sua própria história. O indivíduo terá que aceitar ou não aceitar sua nova luta contra a morte e o luto, suas consequências. A nova luta e o novo enfrentamento é justamente lidar novamente com novas lutas e novos enfrentamentos diante do jogo e dos problemas da competição.
A vitória ou a derrota dependem de como o herói selecionou seu destino, se ele o aceitou ou se renunciou a ele e ao seu novo combate. O indivíduo terá que selecionar seu destino, se aceitou ou se renunciou as mensagens sobre a morte e o luto em sua caminhada. A vitória ou a derrota dependem de como o atleta organizou e compreendeu seu destino se comportando a sua maneira.
A mensagem refere-se ao número ilimitado de vezes que ela foi gerada pela experiência do herói. O indivíduo aprende que a mensagem pode ser gerada ilimitadamente, de acordo com a sua experiência a respeito da vitória e da derrota.
A caminhada refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que sair para enfrentar sua jornada, sua trajetória e alcançar sua vitória ou ter sua derrota. O indivíduo aprende que a caminhada é necessária para alcançar a vitória ou a derrota perante a morte e o luto.
O regresso refere-se ao número ilimitado de vezes que o herói teve que regressar para sua comunidade com sua vitória e mensagem ou derrotado e destruído. O indivíduo aprende que o regresso é ilimitado e de acordo com a mensagem de vitória ou de derrota perante a morte e o luto.
O encontro com a sua comunidade é marcado pela chegada e pela recepção, por uma ansiedade e uma angústia. O indivíduo aprende que o encontro com a comunidade gera ansiedade e angústia em função da vitória e da derrota e do espaço entre as competições e do luto.
A entrega do seu tesouro, cabeça do monstro ou revelação mostra que o tesouro são as riquezas conquistadas pelo herói, a cabeça do monstro é justamente a cabeça do minotauro arrancada pelo herói, e a revelação e obviamente a mensagem sobrenatural que Deus, um anjo ou Nossa Senhora entregou para um herói ou Santo. O indivíduo aprende que a entrega do tesouro é justamente a entrega da cabeça do monstro, do que lhe assustava e agora está elaborado e dominado através da vitória e da derrota e do luto – toda derrota é um minotauro ou um monstro para algum outro indivíduo que desejava sua derrota.
O tesouro causa alegria e exautação pois se trata de riquezas e grandes belezas, grandes fortunas e bens incalculáveis. O indivíduo aprende que o tesouro, a cabeça do monstro, do minotauro, causa alegria e exautação, pois se trata de riquezas e de grandes belezas, de grandes fortunas e bens incalculáveis, como o próprio Cristo. O tesouro leva a vitória, ou seja, a derrota do competidor produz a vitória e até a vitória do derrotado quando ele se aceita e se aperfeiçoa como o Cristo.
A cabeça do monstro causa medo e temor pois se trata da cabeça do monstro, do minotauro, do demônio, que seduz as crianças e as pessoas puras e Santas com sexo, dinheiro, bens, violência, drogas e poder. O indivíduo aprende que a cabeça do monstro, do minotauro, do demônio, do próprio Cristo julgado, acusado e condenado a Cruz, que seduz as crianças e as pessoas puras e Santas com sexo e amor, dinheiro, bens e obras, violência e segurança, drogas e remédios, e poder e milagres perante a morte e o luto causa medo e temor. A derrota deslumbrada na cabeça do monstro, mesmo deslumbrando o próprio Cristo gera medo e temor, pois leva ao fracasso e a frustração.
A revelação causa admiração e endeusamento pois se trata de Deus, de um Santo, de um anjo, do Amor de Deus, da Graça de Deus, da Misericórdia de Deus, da Família de Deus. O indivíduo aprende que a revelação causa admiração e endeusamento perante a morte e o luto. A revelação causa admiração e alegria, pois se trata de Deus e não de um monstro, ou seja, a derrota não é fim e a vitória é uma etapa do Grande Jogo da Vida Eterna.
A apoteose e a liberdade referem-se ao grande momento de maravilhamento, extasiamento, deslumbramento oriundo da auto-atualização e auto-realização, do processo de individuação que geram liberdade e libido, comunhão e segurança. O indivíduo aprende que sua caminhada gerou liberdade e libido, comunhão e segurança para enfrentar a morte e o luto com uma mensagem para si e sua comunidade. A derrota e a vitória produzem agora apoteose e liberdade para os atletas.
A liberdade para se viver e para se ensinar a viver revela que o herói adquiriu todo o conhecimento necessário para viver e ensinar a viver em sua comunidade, mostrando autonomia e independência, capacidade de auto-significação. O indivíduo aprende que a liberdade para se viver e para se ensinar a viver o ensinou a lidar com a vitória e a derrota e o luto de forma autônoma e independente, com capacidade de auto-signifcação.
Auto-significação segundo Osny Mattanó Júnior é gerar significado, sentido, conceito, contexto, comportamento, funcionalidade, simbologia, topografia, intensidade, magnitude, latência, amplitude, limiar, frequência, linguagem, relação social, gestalt, insight, chiste, fantasias, desejo, desejo de dormir, conteúdo manifesto e conteúdo latente, piadas e humor, pressupostos e subentendidos, espiritualidade, imunidade, homeostase, história de vida, conclusão e interpretação final, atividade, consciência, identidade, alienação e afetividade, trabalho e estilo de vida.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de agosto de 2021.
(MATTANÓ)
(08/08/2021)
TEORIA DOS NEURÔNIOS DOMINANTES (2021):
Mattanó especula que pode existir uma dominância cerebral característica para o mapa cerebral que é mista, pois não se configura somente num hemisfério cerebral e nem numa única área cerebral, respondendo com seus neurônios que têm esta característica dominante, enquanto que outros neurônios não têm esta característica dominante, segundo Osny Mattanó Júnior.
(MATTANÓ)
(10/08/2021)
Para a Psicanálise do Amor a dedicação à ciência, de Hanold, devia-se a repressão da vida erótica de seu herói. E que a escultura feminina em mármore, arrancou nosso arqueólogo do seu afastamento do amor, advertindo-o de pagar à vida a dívida que desde o nascimento pesa sobre nós. Ou seja, os delírios que lhe vieram lhe advertiram sobre a experiência do amor, que ele tinha uma dívida a pagar à vida que era o amor. Da mesma forma essa dívida que existe desde o nascimento e pesa sobre nós, onde por meio dos delírios existe uma advertência sobre a experiência do amor, ou seja, uma dívida a pagar à vida que era o amor, mas agora, especulativamente, também em seu mundo e realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, que substitui a realidade operante pela realidade e pelo mundo virtuais, ampliando sua rede de significados e de sentidos que ajudam a controlar e organizar essa dívida a pagar à vida que era o amor.
MATTANÓ
(26/10/2025)
As primeiras manifestações do processo desencadeado em Hanold pelo relevo foram as fantasias que giravam em torno da figura representada nesse relevo. A figura parecia-lhe ‘atual’, no melhor sentido da palavra, e ‘viva’, como se o artista houvesse perpetuado no mármore uma visão colhida nas ruas. O arqueólogo batizou a figura de ‘Gradiva’, inspirando-se no epíteto do deus da guerra dirigindo-se ao combate - ‘Mars Gradivus’. Dotou a personalidade dela com um número cada vez maior de características. Ela poderia ter sido filha de um alto personagem, talvez de um patrício ligado ao culto de alguma divindade. Acreditava poder ver nos seus traços fisionômicos uma origem grega e, por fim, sentiu-se compelido a removê-la da vida agitada de uma capital para a mais tranqüila Pompéia, onde a fazia caminhar sobre as pedras de lava que facilitavam a travessia das ruas. (ver em [1]) Esses produtos de sua fantasia parecem-nos bastante arbitrários, mas ao mesmo tempo inocentes e inequívocos. E, na verdade, mesmo quando pela primeira vez eles o estimularam à ação - quando, obcecado pelo problema da realidade daquele andar, o arqueólogo começou a observar a vida para observar os pés das mulheres e jovens contemporâneas -, essa ação era aparentemente justificada por motivos científicos conscientes, como se todo o seu interesse por Gradiva tivesse origem em sua dedicação profissional à arqueologia. (ver em [2]) As jovens e as senhoras por ele escolhidas na rua como objeto de tal investigação devem, naturalmente, ter atribuído ao seu comportamento um caráter grosseiramente erótico, e só podemos dar-lhes razão, embora não tenhamos dúvida alguma de que Hanold ignorasse totalmente tanto os motivos de suas pesquisas quanto as origens de suas fantasias sobre Gradiva. Como vimos depois, estas eram ecos das lembranças do seu amor infantil, derivados, transformações e distorções dessas lembranças, após não terem elas conseguido chegar à consciência dele de uma forma inalterada. Seu juízo de natureza aparentemente estética de que a escultura tinha um aspecto ‘atual’ substituiu seu conhecimento de que um andar desse tipo pertencia a uma jovem que ele conhecia e que andava na rua na época presente. Por trás da impressão de que a escultura era ‘viva’ e da fantasia de que o modelo era grego, estava sua lembrança do nome Zoe, que significa ‘vida’ em grego. ‘Gradiva’, como nos revela o próprio herói no fim da história, após ter sido curado do seu delírio, é uma tradução do sobrenome ‘Bertgang’, que quer dizer mais ou menos ‘alguém que brilha ou esplende ao avançar’. (ver em [1]) Os pormenores relativos ao pai de Gradiva procediam do conhecimento de Hanold de que Zoe Bertgang era a filha de um renomado professor da Universidade, o que em termos clássicos pode ser traduzido como ‘serviço do templo’. Por fim, sua fantasia transportou-a para Pompéia, não ‘porque sua natureza serena e tranqüila assim o exigisse’, mas porque em sua ciência ele não pôde encontrar uma analogia mais apropriada para seu singular estado, no qual tomou conhecimento de suas lembranças de uma amizade de infância, embora através de obscuros meios de informação. Após ter feito sua própria infância coincidir com o passado clássico (o que era muito fácil para ele), houve uma perfeita analogia entre o soterramento de Pompéia - que fez desaparecer mas ao mesmo tempo preservou o passado - e a repressão, de que ele tinha conhecimento através do que poderíamos chamar de percepção ‘endopsíquica’. Assim ele utilizava o mesmo simbolismo a que o autor faz a jovem recorrer quase no final da história: ‘Eu disse a mim mesma que seria capaz de desencavar algo de interessante aqui, sem a ajuda de ninguém. Naturalmente eu não contava com a descoberta que fiz…’ (124 (ver em [1]).) E bem no final, quando Hanold sugeriu que passassem ali sua lua-de-mel, ela respondeu com uma referência a ‘seu companheiro de infância, também de certa maneira desenterrado das ruínas’. (150 (ver em [2]).)
Assim, observamos já nos primeiros produtos das fantasias delirantes e ações de Hanold um duplo grupo de determinantes, derivando-se de duas fontes diferentes. Uma delas era manifesta para Hanold, a outra é revelada para nós quando examinamos os processos mentais dele. Uma delas, encarada do ponto de vista de Hanold, era consciente para ele; a outra era completamente inconsciente. Uma delas procedia em sua totalidade do círculo de idéias da ciência arqueológica, a outra surgia das lembranças infantis reprimidas, que se tinham tornado ativas, e dos instintos emocionais a elas ligados. Pode-se dizer que uma era superficial e se sobrepunha à outra, a qual como que se ocultava sob a primeira. A motivação científica servia de pretexto para a motivação erótica inconsciente, estando a ciência inteiramente a serviço do delírio. Entretanto, não se deve esquecer que os determinantes inconscientes nada conseguem realizar sem satisfazer simultaneamente os determinantes científicos conscientes. Os sintomas de um delírio - tanto as fantasias como as ações - na verdade são produtos de uma conciliação entre as duas correntes mentais, e numa conciliação são levadas em conta as pretensões das duas partes, mas cada parte precisa renunciar a uma parcela do que quer alcançar. Só através de uma luta é que se alcança essa conciliação - no caso presente, através do conflito que presumimos entre o erotismo suprimido e as forças que o mantinham em repressão. Na realidade essa luta é constante na formação do delírio. O ataque e a resistência são renovados após a construção de cada conciliação, que nunca é, por assim dizer, inteiramente satisfatória. Nosso autor também em conhecimento desse fato, e é por isso que faz um desassossego peculiar dominar esse estádio do distúrbio do seu herói, como precursor e garantia de novos desenvolvimentos.
Essas peculiaridades significativas - a motivação dupla de fantasias e decisões, e a construção de pretextos conscientes para ações que são motivadas em grande parte pelo reprimido - surgirão freqüentemente, e talvez com maior clareza, no curso posterior da história. E com muito acerto, pois o autor soube compreender e expor a característica principal e indispensável dos processos mentais patológicos
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que a motivação dupla de fantasias e decisões são motivadas em grande parte pelo reprimido, e que assim surgem no curso posterior da história. Uma delas procedia em sua totalidade do círculo de idéias da ciência arqueológica, a outra surgia das lembranças infantis reprimidas, que se tinham tornado ativas, e dos instintos emocionais a elas ligados. Pode-se dizer que uma era superficial e se sobrepunha à outra, a qual como que se ocultava sob a primeira. A motivação científica servia de pretexto para a motivação erótica inconsciente, estando a ciência inteiramente a serviço do delírio. Entretanto, não se deve esquecer que os determinantes inconscientes nada conseguem realizar sem satisfazer simultaneamente os determinantes científicos conscientes. Os sintomas de um delírio - tanto as fantasias como as ações - na verdade são produtos de uma conciliação entre as duas correntes mentais, e numa conciliação são levadas em conta as pretensões das duas partes, mas cada parte precisa renunciar a uma parcela do que quer alcançar. Só através de uma luta é que se alcança essa conciliação - no caso presente, através do conflito que presumimos entre o erotismo suprimido e as forças que o mantinham em repressão. Na realidade essa luta é constante na formação do delírio. O ataque e a resistência são renovados após a construção de cada conciliação, que nunca é, por assim dizer, inteiramente satisfatória. Nosso autor também em conhecimento desse fato, e é por isso que faz um desassossego peculiar dominar esse estádio do distúrbio do seu herói, como precursor e garantia de novos desenvolvimentos.
Mattanó aponta que a motivação dupla de fantasias e decisões são motivadas em grande parte pelo reprimido, e que assim surgem no curso posterior da história. Uma delas, as fantasias, procedia em sua totalidade do círculo de idéias da ciência arqueológica, a outra, os delírios, surgia das lembranças infantis reprimidas, que se tinham tornado ativas, e dos instintos emocionais a elas ligados. Pode-se dizer que uma era superficial e se sobrepunha à outra, a qual como que se ocultava sob a primeira. A motivação científica com suas fantasias servia de pretexto para a motivação erótica inconsciente, estando a ciência inteiramente a serviço do delírio. Entretanto, não se deve esquecer que os determinantes inconscientes nada conseguem realizar sem satisfazer simultaneamente os determinantes científicos conscientes. Os sintomas de um delírio - tanto as fantasias como as ações - na verdade são produtos de uma conciliação entre as duas correntes mentais, e numa conciliação são levadas em conta as pretensões das duas partes, mas cada parte precisa renunciar a uma parcela do que quer alcançar. Só através de uma luta é que se alcança essa conciliação - no caso presente, através do conflito que presumimos entre o erotismo suprimido e as forças que o mantinham em repressão. Na realidade essa luta é constante na formação do delírio. O ataque e a resistência são renovados após a construção de cada conciliação, que nunca é, por assim dizer, inteiramente satisfatória. Nosso autor também em conhecimento desse fato, e é por isso que faz um desassossego peculiar dominar esse estádio do distúrbio do seu herói, como precursor e garantia de novos desenvolvimentos. Ou seja, a resistência produz o desenvolvimento do distúrbio do seu herói com novos acontecimentos, como que movimentando uma rede de núcleos condensados e de contextos que antecedem à estimulação que por sua vez provoca a resposta e assim a consequência, formando um novo contexto e outra nova rede de núcleos condensados que se deslocam conforme o estímulo para desencadear outra resposta e outra consequência e assim outro novo contexto, etc., conforme o reprimido.
MATTANÓ
(11/08/2021)
Mattanó aponta que existe um jeito de fazer ¨um corte lento e profundo¨ no inconsciente que é feito através do condicionamento, que pode ser efetuado e levar a lavagem cerebral com, por exemplo, as ideias e Teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, pois estas provocam um corte lento e profundo na vida psíquica inconsciente através da aprendizagem e do condicionamento dessas informações e argumentos que provocam a lavagem cerebral com a introdução de novas regras na vida psíquica e comportamental do indivíduo por condicionamento e aprendizagem, condicionamento é aprendizagem.
MATTANÓ
(13/08/2021)
Mattanó aponta que o condicionamento do novo, das novidades, de regras nunca antes produzidas pela humanidade e de repente introduzidas e colocadas para a aprendizagem e condicionamento acabam modificando o inconsciente, pois neste inconsciente ainda não existe esta informação, esta marca, este caminho cognitivo, esta vida, prazer e/ou realidade psíquica, não existe o reprimido e nem o recalcado que pelo condicionamento faz ¨um corte lento e profundo¨ na vida psíquica e inconsciente, comportamental do indivíduo com novas regras, com novas contingências, as quais ele tem que se adaptar fisiológica, comportamental e morfologicamente para superar as adversidades ambientais, assim o inconsciente sofre transformações mediadas pela espécie, pelo indivíduo e pela cultura, ou seja, pela filogênese, pela ontogênese e pela cultura ou pelo social, pelo trabalho, pela educação, pela religião, pela família, pela comunidade e pela justiça, etc.. O inconsciente se modifica conforme a mensagem, conforme a intenção do falante, conforme os atos ilocucionários e os atos perlocucionários, ou seja, a força como são produzidos os argumentos novos e os efeitos visados com o uso desses argumentos novos, se é educação, trabalho, amor, abuso, exploração, sexo, dinheiro, violência, estupro, guerra, conflito, morte, assassinato, justiça, perseguição, roubo, latrocínio, rixa, ato libidinoso, ato obsceno, atentado violento ao pudor, abuso de incapazes, escravização, falsidades, estelionato, ciência, religião, salvação, cura, doença, enlouquecer, empobrecer, enriquecer, salvar, matar, fugir, fingir, prender, investigar, observar, ser sensato, ser prudente, ser honesto, ser justo, ou ser corrupto e criminoso, ameaçador e ladrão de dados e informações pessoais, ser sequestrador e assediador sexual e moral, torturar, fazer experiências científicas ilícitas, fazer chacinas, contaminar as vítimas com venenos e radiação, provocar acidentes e suicídios, movimentos e protestos, loucura e desrespeito as autoridades e instituições, etc.. A lavagem cerebral pode tudo conseguir conforme a suscetibilidade da vítima, se ela está indefesa e é hipnotizada, por exemplo, ou é controlada psiquicamente por pensamentos e até em sonhos e se existe um meio social ou comunitário com esquemas que condicionam o comportamento individual, psíquico, social, familiar, escolar, trabalhista, religioso através de estímulos programados por indivíduos que se prestam para este serviço, condicionando a vida psíquica e comportamental do indivíduo e de sua família, como num cerco Nazista onde sequestram tudo e abusam tudo até a sua morte e da sua família, só porque você incomoda ou é diferente deles!
MATTANÓ
(13/08/2021)
Mattanó aponta que a sua resposta à economia depende do seu recalcado, do seu reprimido, ou seja, se você é rico ou pobre só o é em função do seu reprimido, que alcança sua educação, trabalho, família e finanças, toda a sua vida e economia, como você se comporta para acumular, gerir, distribuir e fazer novas riquezas, em função disto você pode ser pobre e se tornar rico, como pode ser rico e se tornar pobre, em função do seu reprimido no seu inconsciente.
Mattanó aponta também que você e suas relações podem gozar de liberdade ou serem detidas e encarceradas em função do conteúdo reprimido no inconsciente de cada um, e que abusar e explorar estes conteúdos para fins militares, de abuso e exploração sexual e moral, de tortura e de lavagem cerebral, de extorsão e de vingança, de loucura e de cobaias humanas sem proteção e nem dignidade ou incolumidade, torna-se crime contra a vida e a saúde, mesmo que praticado por autoridades e policiais pois desconhecem o reprimido de cada um, de cada vítima destes crimes maltratando-as e forçando-as a ¨um corte lento e profundo¨ no seu inconsciente por meio de condicionamento e aprendizagem comportamental que aumenta o sofrimento como que numa maximização da tortura e da lavagem cerebral, e o mais grave: quem pratica essas práticas que denuncio contra mim e minha família o faz provavelmente devido o seu conteúdo reprimido no seu inconsciente, devido o seu recalcado muito provavelmente, pois não há como se comportar sem relação como o inconsciente e o recalcado, o reprimido, até mesmo quando abordamos o comportamento ou o behaviorismo, porém não acredito apenas em libido, acredito também em comunhão e segurança como determinantes do inconsciente e do comportamento.
MATTANÓ
(16/08/2021)
Mattanó aponta também que você e suas relações podem gozar de liberdade ou serem detidas e encarceradas em função do conteúdo encoberto no comportamento de cada um, e que abusar e explorar estes conteúdos para fins militares, de abuso e exploração sexual e moral, de tortura e de lavagem cerebral, de extorsão e de vingança, de loucura e de cobaias humanas sem proteção e nem dignidade ou incolumidade, torna-se crime contra a vida e a saúde, mesmo que praticado por autoridades e policiais pois desconhecem o conteúdo encoberto de cada um, de cada vítima destes crimes maltratando-as e forçando-as a ¨um corte lento e profundo¨ no seu encoberto ainda não discriminado por meio de condicionamento e aprendizagem comportamental que aumenta o sofrimento como que numa maximização da tortura e da lavagem cerebral, e o mais grave: quem pratica essas práticas que denuncio contra mim e minha família o faz provavelmente devido o seu conteúdo encoberto no seu encoberto ainda não discriminado, devido o seu encobrimento muito provavelmente por extinção, pois não há como se comportar sem relação com o encoberto e o mapa cognitivo, com uma aprendizagem e história de vida, com um reforço, inclusive de contexto, de treino de habilidades, e o ainda não discriminado no seu feedfoward, onde deposita sua esperança, no caminho cognitivo, pois esta informação cognitiva permanece no cérebro, no mapa cognitivo governando o comportamento e permitindo que se modele o comportamento por regras, inclusive por regras novas. O mundo encoberto é entrópico e neguentrópico, ou seja, se organiza e se reorganiza o tempo todo, é autoclítico, reorganizador, não há como controlar o que está sujeito a lavagem cerebral e tortura, a condicionamento e ressignificação, a aprendizagem, a crescimento, desenvolvimento, amadurecimento, maturação e degeneração e muitos transtornos psíquicos e neurológicos, a infecções e traumas, lesões, etc., trata-se de crime querer controlar o cérebro humano ou animal e querer assassinar as vítimas desses tipos de crimes e atos de ódio, violência, racismo e intolerância quando surgem indivíduos com comportamentos diferentes por causa de Deus e de Nossa Senhora. JUSTIÇA!!!!! CADEIA!!!!! VOLTARAM A ME AMEAÇAR E A MINHA MÃE DE NÃO DEIXAREM EU TOMAR A SEGUNDA DOSE DA VACINA CONTRA O COVID, AGORA A POUCO, À UNS 20 MINUTOS POR TELEPATIA, QUE TODO MUNDO FALA QUE NÃO EXISTE, MAS LIBERAM PARA OS LADRÕES E ASSASSINOS DO TRÁFICO DE DROGAS FICAREM VENDO TUDO O QUE EU FAÇO DENTRO DE CASA, NO QUARTO, NO BANHEIRO, NO CARRO, DO MESMO MODO MINHA MÃE, MEU PAI, MEUS IRMÃOS, AVÓ, TIOS E TIAS, PRIMOS E PRIMAS, QUANDO A POLÍCIA E O MINISTÉRIO PÚBLICO TEM UMA QUEIXA OU INVESTIGAÇÃO CONTRA ALGUÉM ELES TEM QUE PROTEGER A FAMÍLIA DESSE INVESTIGADO, MAS NÃO PROTEGEM A MINHA FAMÍLIA, COLOCAM ELA EM PERIGO EXPONDO-A AO TRÁFICO DE DROGAS E AO TERRORISMO, AOS LADRÕES E ASSASSINOS, A TRAGÉDIAS, ACIDENTES E CHACINAS – ISTO É CRIME DAS AUTORIDADES QUE NÃO CUMPREM SUAS OBRIGAÇÕES! FARIAM ISTO COM O FILHO DO PRESIDENTE OU DO MINISTRO OU DO GOVERNADOR OU DO DONO DO BANCO ¨X¨ OU ¨Y¨, FAZEM ISTO CONOSCO POIS QUEREM ESCONDER A VERDADE DE TODOS – CADEIA – JUSTIÇA – NÃO PERDOO NUNCA!!!!! A POLÍCIA DAVA ORDENS PARA AS PESSOAS NOS COLÉGIOS ONDE FUI ESTUPRADO NO 1º GRAU NO COLÉGIO SÃO PAULO, ONDE FUI ASSEDIADO SEXUALMENTE NO 2º GRAU NO COLÉGIO MAXI, E ONDE FUI TORTURADO E SEQUESTRADO NO TRABALHO E NA VIDA ACADÊMICA NO 3º GRAU NA UEL, TODO MUNDO MENTIU PARA MIM NA UEL PARA QUE EU COMETESSE CRIMES ASSIM COMO EM 1997 QUANDO EFETUEI DISPAROS DE ARMA DE FOGO NO SÍTIO DE MINH A AVÓ, EU SÓ CORRI RISCO DE MORRER, JÁ ESTAVA SEQUESTRADO NA UEL E NO SÍTIO DE MINHA AVÓ, POIS A INTENÇÃO ERA A DE MATAREM, ASSIM COMO QUEM ME PRENDIA NO TRABALHO SEM ME DAR O DIREITO DE PROCESSAR A UEL, O ESTADO E OS DOCENTES E FUNCIONÁRIOS QUE ME AGREDIAM, ASSEDIAVAM E TENTAVAM ME ESTUPRAR, EU NÃO FIZ NENHUM AMIGO NO 1º GRAU, FIZ UMA AMIGA NO 2º GRAU QUE É A MINHA ADVOGADA, E NÃO FIZ NENHUM AMIGO NO 3º GRAU E NEM NO TRABALHO NA UEL, TODO MUNDO QUE ME CONHECIA QUERIA O MEU MAL, QUERIA ME LESAR E ME PREJUDICAR, É COMO AGORA, AINDA É ASSIM, EU TENHO QUE LUTAR CONTRA TODOS! SÓ TENHO MINHA FAMÍLIA E MESMO ASSIM A POLÍCIA E AUTORIDADES TENTAM TIRÁ-LOS DE MIM USANDO TÉCNICAS NUNCA ANTES UTILIZADAS E NEM COMPROVADAS A EFICÁCIA OU UTILIDADE, OU APROVADAS PELA ANVISA, PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE E PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, VISTO QUE NÃO EXISTEM LEIS SOBRE ISTO! ISTO NÃO TEM LEGITIMIDADE – É CRIME! DÁ CADEIA!!!!!
MATTANÓ
(16/08/2021)
A FUNCIONALIDADE DA CONDENSAÇÃO (2021):
Mattanó aponta que a condensação no inconsciente se faz através dos repertórios básicos encobertos que fomentam a inteligência sensório-motora cognitiva, são eles, imitação, atenção, discriminação e controle, por meio das aproximações sucessivas que por sua vez apresentam o estímulo (encoberto ou manifesto) para que haja resposta (condensação) e uma consequência (a interação social, a psiquê e a afetividade), desta forma a condensação tem sua funcionalidade.
MATTANÓ
(17/08/2021)
Mattanó especula que aqueles que testemunharam e sobreviveram ao holocausto judeu durante a 2ª Guerra Mundial o conseguiram em função do seu inconsciente reprimido e recalcado, onde este se manifestou após o complexo de Édipo, sendo canalizado e transformado em consciência e comportamento, em trabalho, onde o reprimido, como delírios e fantasias, como experiência infantil ou novidade para o indivíduo, que segue fielmente a estas regras do seu inconsciente, sejam delírios ou fantasias, que vieram a se transformar em trabalho ou produtividade.
Eu sou necessariamente escravo da minha infância, do meu conteúdo reprimido e recalcado no inconsciente, o meu inconsciente me governa haja guerras, terror ou violência, haja paz ou amor, pois as guerras, terror ou violência, e a paz e o amor são um retorno ao recalcado, são um retorno ao reprimido, onde as relações novas se transformam em antigas associações inconscientes.
O caminho de volta para o passado é o caminho para o presente, pois ir de volta ao passado, ao inconsciente através do reprimido e do recalcado, onde a consciência de eventos e memórias se transforma em inconsciência e esquecimento, gerando no indivíduo adulto o comportamento de fantasiar, delirar e se iludir por meio da ilusão. As fantasias tem relação com o novo, nunca vivido, os delírios, tem relação com as experiências infantis vividas, e as ilusões tem relação com a defesa do ego por meio de sinais e símbolos. Os sinais são criados pela consciência humana, são eles: sinais de trânsito, de teclado de computador, etc.. E os símbolos são criados pelo inconsciente humano, arquetipicamente, e coletivamente, são eles: o xamã, o velho sábio, o sombra, a persona, a anima, a animus, o animal, etc..
MATTANÓ
(17/08/2021)
Mattanó aponta que temos também no campo dos chistes, os chistes criminosos, que são aqueles que denotam uma ilegalidade, crime ou imoralidade, lesão a outro sujeito. Exemplo desse tipo de chistes:
¨Você tem que juntar um monte de pirulito para ter um kibom preto!¨
Este chiste criminoso é muito bom em aumentar a criminalidade nas suas vítimas ou interessados ilegalmente, pois pode significar ¨Você tem que juntar um monte de pênis para ter um pênis preto!¨ ou ¨Você tem que juntar um montar de pênis para ter um sorvete e poder chupar esse sorvete que é um pênis preto!¨ Temos aqui um chiste que pode significar vantagem como desvantagem de ter um pênis e/ou um pênis preto, pressupondo racismo e um cenário de discriminação, constrangimento, preconceito e violência.
MATTANÓ
(18/08/2021)
Mattanó aponta que quando não é o inconsciente quem predomina no desencadeamento da resposta é o reforço negativo, em determinados contextos, quando o reforço negativo está indicando que você se comporta para evitar uma consequência futura com um comportamento atual que não é predominantemente inconsciente, pois este reforço negativo causa ¨um corte lento e profundo¨ no inconsciente, alterando a sua cadeia comportamental inconsciente, não pela ressignificação, mas pela força e pela vontade, pela intenção da resposta reforçada negativamente.
MATTANÓ
(19/08/2021)
Mattanó aponta que também quando não é o inconsciente e nem o reforço negativo quem predominam no desencadeamento da resposta temos a Gestalt, em determinados contextos, quando a Gestalt indica uma forma, figura e/ou fundo com um comportamento perceptivo organizado atual que não é nem inconsciente e nem reforço negativo, contudo o reforço pode alterar a Gestalt, substituindo a forma, figura e/ou fundo, e até pelo inconsciente ou pelo reforço negativo, gerando uma mudança comportamental e perceptiva, de organização perceptiva no indivíduo.
MATTANÓ
(19/08/2021)
Mattanó aponta que a dramatização dos atores lhe parece algo mais do que o lado que o sujeito não teria como realizar como um indivíduo normal, mas, sim, algo que realiza um lado mágico ou de brincadeiras representado no trabalho de dramatizar o impossível para ele em sua vida normal, que realiza o princípio do prazer substituindo o princípio da realidade. Percebe-se que esses atores geralmente desenvolvem saúde-mental e cultura acima da média, isto, pois, o seu trabalho dramático lhes significa e dá um sentido de realização psíquica e comportamental, agregando conhecimento e saber, cultura e informação, argumentos e educação que vão moldando e contingenciando a relação do ator com o seu mundo interno e externo.
MATTANÓ
(19/08/2021)
Mattanó denuncia a Rede Globo de Televisão e o Ministério Público que aderem a proposta de colocarem ¨um¨ sniper ou atirador para me assassinar e a outras pessoas de minha família, porém mentindo, isto mesmo, mentido, faltando com a verdade para conosco desde 1998 e tentando nos envolver em crimes de terrorismo, trapaça em jogos, curandeirismo, periclitação da vida e da saúde, perturbação da paz e da ordem, ato libidinoso, ato obsceno, atentado violento ao pudor, estupro e estupro virtual, racismo, pedofilia, assassinato, perturbação do trabalho, violência moral e sexual, uso de cobaias humanas em experiências ilícitas e cruéis, extermínio, escravidão, constrangimento, assédio sexual, assédio moral, desrespeito aos símbolos religiosos, omissão de socorro, negligência, envenenamento, envolvimento em tiroteios, esfaqueamentos, espancamento, enforcamento, tentativa de cegar as pessoas perseguidas de minha família e inclusive eu, provocar queimaduras, alterar o sono e a homeostase corporal, provocando vários problemas de saúde que sempre são negligenciados, como a minha mão direita que está com problemas desde 1999 após o soco que eu dei na porta da Clínica Psicológica da UEL por tentarem envolver a mim e a minha família destes crimes, segundo minhas previsões! JUSTIÇA!!! CADEIA!!!!!
MATTANÓ
(20/08/2021)
Mattanó aponta que o Psicanalista e o Psicólogo despertam dentro da gente o doente. Assim como a animal desperte o bicho dentro da gente. E o Santo e Deus despertam o pecador dentro da gente, despertam também o sentimento de onipotência e o desejo de onipotência de Deus em relação à gente, por exemplo, com grandes demonstrações de Poder e de Amor, como com Paixões, Mortes e Crucificações ou Milagres e Ressurreições.
MATTANÓ
(20/08/2021)
Mattanó especula que o corpo dos seres vivos foi organizado e constituído a partir das leis da Física, da gravidade em especial, pois se compomos um organismo de vidro e dispomos de órgãos de vidro num objeto ou indivíduo em posição vertical, estes órgão cairão na sua base, mas se temos ligamentos, vasos e artérias, músculos, ossos e gordura preenchendo e fazendo a ligação desses órgãos a regiões específicas as quais terão melhor desempenho elas se manterão fixas e organizadas, isto, pois, graças a entropia e a neguentropia do organismo ou do corpo dos seres vivos, inclusive dos seres vegetais, por força da gravidade e da funcionalidade que garante o melhor desempenho através do estímulo – resposta – consequência de cada órgão em cada região do corpo ou organismo vivo, podemos especular que pode haver uma ação da gravidade e da funcionalidade, da entropia e da neguentropia em cada morte e em seus processos degenerativos de decomposição do organismo morto, respondendo assim em função da Evolução e da seleção natural.
MATTANÓ
(21/08/2021)
A FUNCIONALIDADE E O DESENVOLVIMENTO DO ORGANISMO (2021):
O corpo ou organismo dos seres vivos foram criados segundo as leis da Física e da Química, que desencadearam processos de funcionalidade, S – R – C, estímulo – resposta – consequência, funcionalidade e organização de seus elementos a partir dos efeitos da gravidade, que é quem organiza e reorganiza a partir dos S – R – C, da funcionalidade da gravidade sobre as partes e o todo, o próprio corpo ou organismo que cria instrumentos para a sustentação das partes no corpo como tecidos, gordura, massa, veias e artérias, sangue, ossos, ligamentos, que por sua vez sofrem entropia a e neguentropia, ou seja, organização e reorganização estrutural e funcional a partir da adaptação comportamental, fisiológica e morfológica da parte, de acordo com o S – R – C e o reforço que seleciona a parte a partir de sua estrutura e funcionalidade para a sobrevivência e reprodução do indivíduo e da espécie.
A Psicologia Cognitiva Transcendental Social entende a estruturação e funcionalidade do corpo ou organismo como função da inteligência genética transcendental, que geneticamente pode acionar o comportamento de cada órgão, estrutura, veia, artéria, osso, tecido, metabolismo, produção de hormônios e de secreções, suor, saliva lágrimas, de neurotransmissores, de gametas, etc., e assim desencadear o processo S – R – C de funcionalidade de cada estrutura a partir do organismo levando a entropia e neguentropia dessas estruturas e partes, promovendo Evolução e a seleção natural da espécie.
A Psicologia da Gestalt entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo deve-se a influência da Gestalt sobre a adaptação comportamental, fisiológica e morfológica de cada indivíduo, levando cada indivíduo com suas estruturas e partes, órgãos e sistemas do corpo, do organismo, a sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, da Gestalt e do insight que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
O Behaviorismo entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo deve-se a influência das regras e do contexto sobre ele, pois a partir destas o indivíduo é capaz de se compreender não como S – R – C, funcionalidade, comportamento, significados, sentidos, mas como uma consciência que se organiza e reorganiza como uma Hóstia Viva pela atenção e intenção e pela eternidade e pelo tempo, sem depender da literalidade, do controle e das razões e nem do contexto, significados ou sentidos, S – R – C, funcionalidade, comportamentos, e percebendo o mundo a partir do prazer e da realidade, que fundamentam a liberdade, a liberdade para viver e para se ensinar a viver. Esta condição leva o indivíduo a se distanciar, sem renunciar, ao seu corpo ou organismo e existência, das suas estruturas e partes e sistemas, pensando apenas em existir e ter amor por Deus, por si mesmo e pelo próximo, para que aprenda a ter esperança no futuro e no amanhã e no aqui e agora através da convivência e da fraternidade, e assim possa ter consciência sobre s Deus, si mesmo e sobre o outro, sobre seu próprio corpo ou organismo e o do próximo passando a ama-lo e a respeitá-lo com atenção e intenção de promover o bem e a saúde, para que haja paz e liberdade, e assim essas estruturas e partes, sistemas, possam se estruturar e ter sua funcionalidade, S – R – C e se adaptar comportamental, fisiológica e morfologicamente, interferindo no metabolismo, na homeostase, nos ciclos circadianos do organismo a partir da liberdade.
A Psicanálise entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo deve-se ao inconsciente, pois a partir dele o indivíduo é capaz de compreender as entrelinhas dos discursos e dos diálogos, e dos sonhos, mas pode abrir mão disso num estágio ulterior e se compreender como uma Hóstia Viva que age milagrosamente através da atenção e da intenção da sua consciência que é promovida pela eternidade e pelo tempo que por sua vez retiram o poder do S – R – C, funcionalidade, comportamento, inconsciente, símbolos e sinais, significados e sentidos, arquétipos e linguagem, atos ilocucionários e atos perlocucionários, relações sociais, Gestalts e insights, interpretações e conclusões, literalidade, controle e razões, oferecendo a liberdade para viver e para se aprender a viver, de modo que o corpo ou organismo respondam ao inconsciente que agora é dominado pela consciência dotando o indivíduo de atenção e de intenção que por sua vez agem entrópica e neguentrópicamente nas partes, estruturas e sistemas, órgãos do corpo efetuando uma constante organização e reorganização que age na adaptação comportamental fisiológica e morfológica e interfere no metabolismo, na homeostase, nos ciclos circadianos do indivíduo.
A Psicológia Analítica entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo deve-se ao inconsciente, pois é a partir dele que o sujeito consegue compreender seus sinais conscientes e símbolos inconscientes que pertencem ao mundo dos sonhos, ao discurso do inconsciente, que transfere a carga pessoal e coletiva em símbolos durante o discurso do inconsciente, o mundo dos sonhos, que podem ser interpretados, mas podem ser dessensibilizados, num estágio ulterior, quando o paciente se encontra capaz de se compreender como uma Hóstia Viva que age milagrosamente sobre o inconsciente e o comportamento desse sujeito, através da atenção e da intenção da consciência que por sua vez transformam entrópica e neguentrópicamente as estruturas e partes desse corpo ou organismo através da eternidade e do tempo, e assim deixamos de ser controlados pela literalidade, pelo controle e pelas razões, pelo contexto, pelos significados e pelos sentidos, pelo inconsciente, pelo comportamento, pela linguagem e pelos sinais e símbolos, pelas conclusões e interpretações. A entropia e a neguentropia age na adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, interferindo no metabolismo, na homeostase, nos ciclos circadianos, etc., de cada indivíduo, de modo que a produção do inconsciente pessoal e coletivo permanecem em entropia e neguentropia como resultado destes processos e fenômenos inconscientes e comportamentais.
A Psicologia Social entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações sociais que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações sociais e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações sociais que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia Escolar entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem da Escola que por sua vez promove o vínculo aluno – professor – equipe técnica, fortalecendo por meio do reforço esses vínculos e fenômenos como a aprendizagem e o bullying que por sua vez fortalecem e desenvolvem estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações sociais, escolares e convivência e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações escolares que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia da Personalidade entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações do indivíduo com sua mãe em sua infância, que por sua vez promovem a auto-atualização, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações sociais e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações sociais de maravilhamento, deslumbramento, êxtase, que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia Humanista entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações do indivíduo com sua mãe em sua infância que por sua vez promovem a auto-realização, pois promovem uma abertura para toda forma de experiência e entendimento humanos, liberdade, e criatividade, generosidade, e gratidão, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações sociais e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações sociais que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
O Cognitivismo entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem do desenvolvimento cognitivo do indivíduo que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações sociais e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações sociais que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade. Na fase da inteligência sensório-motora (0 a 2 anos) o fortalecimento por meio do reforço ocorre por meio da estimulação sensório-motora; na fase da inteligência pré-operacional o fortalecimento por meio do reforço ocorre por meio da estimulação das novas habilidades cognitivas que a criança vai descobrindo e assim desenvolvendo; na fase da inteligência operacional o fortalecimento por meio do reforço ocorre por meio da estimulação de novas habilidades cognitivas e do desenvolvimento das anteriores; na fase da inteligência hipotética-dedutiva o fortalecimento por meio do reforço ocorre por meio da estimulação de outras novas habilidades cognitivas e do desenvolvimento das anteriores, e na fase da crise final o fortalecimento por meio do reforço ocorre por meio da estimulação de antigas habilidades para que a degeneração e a demência não dominem a vida cognitiva e comportamental do idoso levando-o a um sofrimento alienante e cruel.
A Fenomenologia entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações entre existência e essência que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações sociais, de existência e de essência e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações sociais, de existência e de essência que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia da Espécie entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações inconscientes da espécie, do grupo e do indivíduo, que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações inconscientes da espécie, do grupo e do indivíduo, e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações sociais que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia Sócio-interacionista entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações de aprendizagem que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações de aprendizagem e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações de aprendizagem que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia Institucional entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações institucionais que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações institucionais que se organizam e reorganizam a partir dos seus ritos, discursos e psicohigiene, comunidades e, então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações institucionais que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia Individual entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações de inferioridade e de superioridade que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações sociais e pessoais e, então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações sociais e pessoais de inferioridade e de superioridade que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
A Psicologia do Trabalho entende que a estruturação e a funcionalidade do corpo ou organismo dependem das relações de trabalho que por sua vez promovem a seleção natural e a Evolução da espécie, fortalecendo por meio do reforço aquelas estruturas, órgãos e sistemas que tem função e funcionalidade para a manutenção das relações de trabalho e então sofrer entropia e neguentropia, ou seja, organização e reorganização a ponto de desencadear o processo de funcionalidade, S – R – C, das relações de trabalho que ela proporciona, interferindo no metabolismo e na homeostase, na imunidade e nos ciclos circadianos do organismo a partir da sua estruturação e funcionalidade.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 22 de agosto de 2021.
(MATTANÓ)
(22/08/2021)
O AMOR DE DEUS E O TERROR (2021):
O Amor de Deus percebe o terror como um comportamento que se assemelha ao de se autodestruir, pois se autodestruir é o objetivo e para obter alguma vantagem, portanto a vantagem e a consequência para o terrorista é se destruir enquanto que para os outros é seletiva, uns sofrem, outros são mortos, outros são destruídos, outros vivem normalmente e outros nada ficam sabendo e a sociedade se reorganiza através da entropia e da neguentropia mostrando para o terror que os processos sociais e civilizatórios humanos são sempre maiores e mais importantes, se sobressaem, pois são mais importantes para a organização social humana do que o terror que apenas se destrói e desaparece aos poucos, pois não percebe a sua dialética autodestrutiva que o Amor de Deus é capaz de reorganizar e organizar como numa Igreja que ¨diz sem nunca ter dito e nunca ter revelado e que permanece ao teu lado por ser seu amigo¨, eis a mensagem da Cruz Azul para o terror, uma mensagem de Amor e de reconciliação para com o próximo e para com o Amor de Deus que está ofendido, e que é um amigo, que representa o próximo que devemos amar como a nós mesmos, como o próprio Deus que está dentro de nós no Batismo e na Eucaristia, no homem e na mulher de qualquer idade e nacionalidade.
Podemos estudar o terror a partir do lúdico onde o ódio e a intolerância se transformam em meios de reclamar por limites e a atenção dos mais amados e importantes por aqueles que se ofendem e se destróem com o ódio e a intolerância do terror.
Também podemos estudar o terror pelos seus valores que são o ódio e a intolerância, a morte, a dor, a tortura, o sofrimento, a execução, o assassinato, o sequestro, o roubo, o tráfico, a loucura, a escravidão, as drogas, o poder e o dinheiro, a religião, as armas, a pobreza, a fome, a exploração, o abuso, a violência, a lavagem cerebral, a extorsão e a vingança, o estupro e o estupro virtual, revelando que os seus valores denotam características de indivíduos perigosos e criminosos, alienados, loucos, robotizados, institucionalizados, despersonalizados, que fogem da realidade e buscam apenas o prazer promovido pela loucura que é incontrolável e inaceitável entre eles, que não sabem lidar com a afetividade e o Amor e tem uma linguagem pobre, hostil e agressiva, como o seu próprio comportamento que é governado por regras, pela literalidade, pelo controle e pelas razões, nunca pelo contexto, pois não Amam ao próximo, apenas seu endogrupo, destinam seu ódio e intolerância para o exogrupo, e isto para quem Ama muda mesmo que mude o contexto, seus significados e sentidos, são hostis, violentos e agressivos, conhecem apenas as tempestades da vida, e seus símbolos são de conquistadores movidos pelo ódio e pela intolerância, pelo etnocentrismo, onde apenas a sua cultura prevalece sobre as demais extinguindo-as.
A TRAJETÓRIA DO MITO DO TERROR (2021)
O mito é apresentado ao indivíduo como expressão de um novo comportamento orientado pelo terror, como uma mudança de direção ou como a única opção, onde os elementos são apresentados numa realidade onde o iniciado se vê imerso num ritual onde os elementos do mito estão dispostos para ele seguir o seu caminho e alcançar a sua destruição, a sua transformação psicológica e comportamental, e perder a liberdade para selecionar e selar o seu próprio destino ficando impedido de obter uma identidade individual diante do terror.
O mito pode ser recusado se o iniciado optar pela liberdade em seu ritual, selando seu próprio destino e novo Reino, obtendo uma identidade individual que o liberte e o liberte do terror, lhe oferecendo educação, trabalho, vida conjugal, religiosa, familiar e cidadania.
O mito deve ser assimilado pelo iniciado para que ele transforme a psique e o comportamento do ingresso no ritual, só assim ele estará em sintonia com seu problema, o dilema entre o Céu e a Terra, a harmonia do Universo, a harmonia do herói, e a derrota para o terror.
O mito deve ser interpretado pelo iniciado para que ele tenha significado e sentido para ele e ele o simbolize com realidade e prazer, obtendo ensinamentos e liberdade através do conflito realidade versus prazer.
O mito ressurge com objetos mágicos em sua prova ritual de iniciação, esses objetos mágicos condensam poderes sobrenaturais e místicos que ajudam o iniciado a atravessar e realizar a provas do ritual para sua destruição com o prazer ou para sua salvação com a realidade.
O mito é provado e engolido pelo monstro em sua prova ritual de iniciação e diante disto ele encara o sofrimento psicológico e comportamental que aumentam as provas do ritual que tem como objetivo a autodestruição do iniciado e então ele é engolido e tem que desenvolver uma luta permanente com o monstro, a própria morte, desintegração, autodestruição como forma de conquistar a atenção para os problemas, seus significados e sentidos, suas regras, literalidade, razões e controle, problemas com a discriminação de contextos, de liberdade e de valores, de desenvolvimento, ordem, paz, progresso, crescimento, direitos, deveres, obrigações, privilégios, justiça social, pois são etnocêntricos põem seus valores sobre as diferenças impedindo-as de se manifestarem.
O mito ressurge com uma mensagem após ter sido engolido e libertado por suas próprias obras e forças, por suas próprias escolhas e direções, escolhendo o caminho correto que o levou para fora do ventre do monstro e de encontro a saída, a solução, ao mundo novo.
O mito ensina e é ensinado através do seu caminho que é feito de provas, ritos e lições que ensinam e promovem o ensino individual e comunitário.
O mito liberta e é libertado através da sua mensagem que é construída etapa por etapa do ritual que vai elaborando o rito para o iniciado pelo terror que vive em condições degradantes e pobres, em meio as tempestades da vida, e as cavernas do passado, onde o significado e o sentido da vida era defender o seu bando ou comunidade em lutas, guerras, conflitos, combates entre animais hostis, hominídeos, que eram movidos pela guerra, pelo desespero, pela loucura, pela fome, pelo medo, pelo perigo, pelas doenças, pela morte, pela desorganização e desestruturação que impedia seus indivíduos e comunidades de se organizarem e reorganizarem, tratando de se corromperem pelo terror, pelo ódio e pela intolerância, pela morte planejada, então o mito liberta e é libertado com sua mensagem de Amor para o terror que é capaz de organizar e reorganizar como que numa Igreja que ¨diz sem nunca ter dito e nunca ter revelado e que permanece ao teu lado por ser seu amigo¨, a mensagem da Cruz Azul para o mundo.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 23 agosto de 2021.
(MATTANÓ)
(23/08/2021)
PSICOFÍSICA DE MATTANÓ (2021):
Mattanó especula se pode existir uma energia total do Universo provinda da sua massa total, que se for mensurada, essa energia total do Universo, revelará uma medida ¨x¨, essa medida ¨x¨ conterá tudo o que há no Universo, inclusive o que ainda está sendo criado e o que já foi criado e o que já esteve criado e morreu, e o que está morrendo como os seres vivos, que por sua vez retornam a energia total do Universo que já havia sido mensurada mostrando que tudo já havia sido criado, o passado, o presente e o futuro.
MATTANÓ
(24/08/2021)
PSICOFÍSICA DE MATTANÓ (2021):
Mattanó continua sua especulação apontando que um ¨big-bang¨ desencadearia uma teoria do tempo e da eternidade, do espaço e do movimento, do pensamento e da afetividade, da sensação e da intuição, da percepção e da cognição, do trabalho, da evolução e da seleção natural, e da espiritualidade, e que vários ¨big-bangs¨ desencadeariam várias teorias ou ações do tempo e da eternidade, do espaço e do movimento, do pensamento e da afetividade, da sensação e da intuição, da percepção e da cognição, do trabalho, da evolução e da seleção natural, e até poderiam desencadear várias ações diferentes da espiritualidade que se transformariam em diferentes movimentos ou diferentes religiões num mesmo ponto de equilíbrio ou planeta onde há vida.
MATTANÓ
(24/08/2021)
Mattanó aponta que a Psicanálise Mitológica ensina que para você se sentir bem psicologicamente e comportamentalmente você deve passar por ritos e ter mitos e não somente fazer uma Psicanálise ou Psicoterapia.
MATTANÓ
(27/08/2021)
Mattanó aponta que o melhor manicômio é o próprio Psicanalista ou Psicoterapêuta se educando e se analisando.
MATTANÓ
(27/08/2021)
Mattanó aponta que no princípio do prazer fazemos a substituição do objeto devido o reprimido e a censura, e que no princípio da realidade permanecemos com o objeto até que venha o reprimido e a censura. Por isso notamos que o prazer causa mais sofrimento psíquico do que a realidade para o indivíduo, e é o prazer a causa dos transtornos mentais e nunca a realidade, como aprendemos com as ideias e Teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó a partir de 1995, que fogem a realidade e dão primazia ao prazer inconsciente, e também com o fenômeno do mundo virtual, do conhecimento, da telepatia e da lavagem cerebral ou da despersonalização que envolvem o prazer inconsciente e não a realidade objetiva – julgamentos podem estar sendo feitos a partir do prazer inconsciente e não da realidade objetiva com as teorias Behavioristas sobre o mundo virtual ou encoberto e do conhecimento e da linguagem. Nosso cérebro não possui uma boca e cordas vocais, ele só possui linguagem telepática ou do conhecimento e virtual pois foi e é condicionado e aprende com sua experiência e marcação no seu mapa cognitivo formando caminhos cognitivos que estabelecem rotas comportamentais para os indivíduos que são acionados ao emparelhar estímulo auditivo com estimulação oral e percepção auditiva que por sua vez chega ao cérebro que o decodifica e interpreta formando um condicionamento e emitindo uma resposta condicionada e aprendida que fica em seu mapa cognitivo com som da percepção auditiva e inteligência da interpretação desse estímulo formando uma cadeia comportamental que vai se complexificando e gerando um prazer inconsciente que por sua vez altera-se para a realidade conforme a interpretação do estímulo e do contexto do meio ambiente, ou seja, nossa linguagem telepática e do pensamento individual, autoclítica, não é natural, ela é condicionada conforme o meio ambiente e o contexto, conforme a língua e a linguagem, conforme as imagens, sinais e símbolos que também são decodificados e imersos na natureza cerebral ou mental, os outros seres vivos também podem serem condicionados e adquirirem estes comportamentos encobertos e terem pensamentos com voz humana, com som de outros animais, com sons da natureza e do cosmos, de instrumentos e equipamentos humanos.
MATTANÓ
(27/08/2021)
A TRAJETÓRIA DOS QUE SUCUMBIRAM DIANTE DOS MITOS (2021):
Tudo se transforma em inconsciente quando se transforma em linguagem por meio da aquisição de significados e de sentidos que se aumentam e se desenvolvem para conceitos, contextos, funcionalidades, sinais e símbolos, gestalts e insights, relações sociais, chistes, fantasias, piadas e humor, atos falhos, esquecimentos, pressupostos e subentendidos, atos ilocucionários e atos perlocucionários, afetividade, espiritualidade, vida onírica, conteúdos manifestos e conteúdos latentes, vida anímica, arquétipos, estilo de vida, imunidade, homeostase, ciclos circadianos, história de vida, conclusões e interpretações, estes eventos permitem ao indivíduo se relacionar com sua psique, comportamento e outros objetos como sua comunidade que fazem a interação psíquica e comportamental com os ritos e mitos e sobretudo com o seu fracasso, quando, sucumbem e são engolidos e se transformam em alimento para o monstro, reforçando-o, este alimento é transformado em energia para o monstro que o digere e o interpreta e responde fisiológica, morfológica e comportamentalmente com metabolismo e produção de um bolo alimentar que será depositado no meio ambiente, pertencendo a energia total do universo que é a energia da massa total do universo, que abrange tudo o que existe, existiu e existirá no universo, revelando que tudo no universo já fora criado, o passado, o presente e o futuro, inclusive a Trajetória dos que Sucumbiram diante dos Mitos que tem as seguintes fases:
O horror se anuncia com o herói, monstro ou escravo sendo engolido pelo outro monstro, sem chances de defesa ou fuga, enlouquecendo a presa ou a vítima que cedeu as tentações do mundo, dos rituais inaceitáveis, malignos e criminosos, imorais e violentos, como os dos terroristas e do tráfico.
A vida é uma batalha mortal onde o engolido se vê numa batalha mortal dentro do ventre do monstro, tendo que lutar contra si mesmo, os outros e o meio ambiente, suas ideias e valores, contextos e símbolos, relações sociais, sonhos e esperanças, desejos e comportamentos que se revelam consequência de uma batalha mortal contra o monstro que pode ser uma ideologia, comportamento, relação social ou cela de uma cadeia com suas próprias leis.
O mundo parece ter acabado pois no ventre do monstro você é obrigado a dizer adeus ao mundo, a sua família, sociedade, trabalho, relações sociais, religião, vida e percebe que o mundo parece ter acabado.
As dores do adeus prevalecem até o fim com o despertar da consciência sua realidade estará repleta de dor e sofrimento, de histórias para contar, mas não terá saída de seu inferno pessoal no qual luta para respirar e poder viver, poder contar histórias, ele percebe que as dores do adeus diante da sua liberdade prevalecerão até o final.
O ventre do monstro prevalece sobre a vida e a individualidade, sobre o corpo e a saúde, ocasionando sua morte e desintegração bio-psico-social, sua despersonalização total.
O metabolismo começa e processa o bolo alimentar no ventre do monstro que mantem a sua vida, história e relações, existência, ele vive da morte de outras coisas vivas e o seu metabolismo processa tudo para a sua monstruosidade ou comportamento.
O retorno ao mundo é efetuado através do resultado do metabolismo que produz as secreções e assim as fezes e a urina que se alojam no mundo, sendo transformadas em matéria orgânica.
A energia total do universo é justamente a energia dessa massa transformada em matéria orgânica que retorna ao mundo e a energia total do universo onde tudo já existiu, existe e existirá, seja a alegria ou a tristeza, a vida ou a morte, tudo!
Assim a alegria, a tristeza, o pecado, a moral, o imoral, a vida, a morte, o amor, a dor, a sorte, o azar, o lucro, o emprego, o desemprego, a fome, a miséria, a riqueza, a loucura, a saúde, a cura, a paz, a guerra, a tempo, a eternidade, o movimento, a ação, a atenção, a intenção, a consciência, a linguagem, o inconsciente, os sinais, os símbolos, os valores, a economia, a cultura, os planetas, as estrelas, o universo, etc., tudo já havia sido criado, o passado, o presente e o futuro, a partir da energia total do universo que tudo contêm.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2021.
(MATTANÓ)
(28/08/2021)
PSICOFÍSICA DE MATTANÓ (2021):
Mattanó especula que pode haver uma Grande Música do Universo do lado de fora do universo, além da massa e da energia total do universo como consequência da sonoridade do nosso universo, que emite sons e que por isso pode ser escutado do lado de fora dele, tanto entrópica quanto neguentrópicamente, criando e recriando sons e estímulos auditivos em todo o universo, para que o inexplicável torne-se ainda mais inexplicável, a Criação!
(MATTANÓ)
(28/08/2021)
Mattanó aponta que tudo acontece ao mesmo tempo na mente, delírios, devaneios, sonhos, pensamentos, raciocínio, etc., há um holofote que torna ativo ou passivo o que está sendo representado na mente e que ilumina o inconsciente e a consciência, selecionando o tipo de comportamento ou atividade inconsciente ou consciente em atividade.
MATTANÓ
(29/08/2021)
Mattanó aponta o S (estímulo) controla o comportamento e a cadeia comportamental, inclusive o inconsciente com as ideias e Teorias da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, por isso é tão difícil controla-la e extingui-la de nosso comportamento.
MATTANÓ
(29/08/2021)
O MITO E OS RITOS DA LINGUAGEM NO MUNDO DESENVOLVIDO E EM DESENVOLVIMENTO (2021):
O mito e os ritos da linguagem no mundo desenvolvido e em desenvolvimento é diferente de um para o outro, pois a cultura, a ontogênese, a vida, a espiritualidade, a relação com o cosmos é deferente neles, assim a economia, a política, as sociedades, os grupos, as famílias, a línguas e as linguagens, a cultura, o saber e o conhecimento, a informação, o comunicação, o trabalho, a escola, a igreja, a convivência, as oportunidades e as ofertas, o mercado e as mercadorias, a globalização e os direitos, deveres, obrigações e privilégios, o tempo e a eternidade, a atenção e intenção, a consciência e a percepção, os significados e os sentidos, os contextos e os conceitos, os comportamentos e a funcionalidade, o inconsciente, o mundo pessoal e o mundo coletivo, os sinais e os símbolos, os sonhos e a vida anímica, os desejos, os chistes, as fantasias, os delírios, as piadas e o humor, os pressupostos e os subentendidos, os atos falhos, os esquecimentos, os desejos e os desejos de dormir, os conteúdos manifestos e os conteúdos latentes, a afetividade, a imunidade, a homeostase, os ciclos circadianos, os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de vida, as conclusões e as interpretações são diferentes de um mundo desenvolvido para um mundo em desenvolvimento, mas também em função da sua geografia, pois boa parte dos países desenvolvidos possuem dimensões geográficas tímidas diante de alguns países em desenvolvimento que tem dimensões geográficas maiores, bem maiores. Isto facilita a mistura entre indivíduos e culturas, entre línguas e linguagens, de informações, de arte, saber e conhecimento, de poder, economia, riquezas, mercado e mercadorias, formas de controle social e da violência, do mercado e da economia, do mundo, inclusive político através das indústrias e do trabalho, entre países de menor território, e entre países maiores há menor movimentação de estrangeiros, pois estão em desenvolvimento e não fazem grandes investimentos em turismo em todo o seu território em vista de serem pobres e não terem muitos pontos turísticos em todo o seu território como nos países desenvolvidos.
Assim a riqueza molda a linguagem e o saber, a cultura a partir dos países desenvolvidos que exportam essa cultura para os países em desenvolvimento que a consomem e muitas vezes, sem saber porquê, ficam alienados.
O mito e os ritos da linguagem no mundo desenvolvido são de geração, criação e desenvolvimento dos eventos da linguagem, como por exemplo, os jogos da linguagem associados a ciência Psicológica quando a produção dos jogos de linguagem e ciência Psicológica até condicionada aos países desenvolvidos, as suas teorias, tecnologias, instrumentos, técnicas, epistemologias, ciências, arte, saber, conhecimento, cultura, informação, comunicação, mass mídias, televisão, cinema, rádio, indústria cultural, teatro, novela, literatura, música, show, espetáculo, esporte, política, administração, organizações, empresas, indústrias e fábricas, escolas e universidades, educadores e cientistas, religiosos, economistas, famosos, elite, milionários, bilionários, formas de dominação, abuso e exploração, violência e tráfico, escravidão e servidão, estupro e constrangimento, prostituição, humilhação, intimidação e covardia, terrorismo e crime, miséria e pobreza, fome e delinquência, migração, etc., que se somam para caracterizar o mito e os ritos da linguagem do mundo desenvolvido e em desenvolvimento.
A TRAJETÓRIA DO MITO E DOS RITOS DA LINGUAGEM (2021):
A linguagem não tem significado e nem sentido, ela está se formando, nascendo, se organizando, entropíca e neguentrópicamente, ela vai se reorganizando através do niilismo que desencadeia seus processos iniciais.
A linguagem produz marcas através das primeiras experiências no inconsciente organizando e reorganizando a psicossexualidade oral, entrópica e neguentrópicamente, progredindo da passividade para a atividade.
A linguagem condiciona o comportamento do bebê através do reforço levando o bebê a aprendizagem e a solução de problemas.
A linguagem cria um caminho cognitivo a partir do reforço, do condicionamento e das marcas que levam o bebê a aprendizagem e a formação de caminhos cognitivos que o ajudarão a se comportar de forma adaptada e a solucionar problemas.
A linguagem adquire significado e sentido durante o seu desenvolvimento cognitivo e assim suas marcas, reforços e condicionamentos e caminhos cognitivos adquirem significados e sentidos.
A linguagem cria um repertório comportamental a partir da marca, reforços, condicionamentos e caminhos cognitivos a fim de solucionar problemas e se adaptar ao meio ambiente.
A linguagem forma um mapa cognitivo a partir da sua experiência com as marcas, reforços, condicionamentos, caminhos cognitivos a fim de se adaptar a seu meio ambiente e solucionar problemas.
A linguagem adquire conceitos, símbolos, contextos, sinais, representações, analogias, comparações, hipóteses, deduções, análises, conclusões e interpretações com o seu desenvolvimento cognitivo para solucionar problemas e se adaptar ao meio ambiente.
A linguagem adquire a generosidade e a demência na crise final perdendo requisitos cognitivos mas ganhando uma linguagem familiar e de amor que favorece os idosos em suas necessidades de realidade e de prazer, de amor, cuidado e de respeito, sem abandoná-los a progressão da demência e desgaste da generosidade.
A linguagem encerra a vida, pois é a linguagem pública ou a privada o último comportamento do indivíduo antes da sua morte, antes do seu último suspiro! Por isso cuidar e respeitar, oferecer amor e carinho para os idosos e para as crianças, mulheres e homens favorece ter uma linguagem que encerre a sua vida de forma amorosa e respeitosa através do seu inconsciente e do seu comportamento que responderá as marcas, reforços, condicionamentos, caminhos cognitivos e mapa cognitivo com respostas amorosas e de respeito.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 29 de agosto de 2021.
(MATTANÓ)
(29/08/2021)
¨O FUTURO É HOJE E CABE NA MÃO¨ (2021):
Mattanó denuncia que na UEL em 1989, em abril, quando fui solicitar dispensa na CEC/Reitoria/UEL do trabalho para ir ao Rio de Janeiro assistir ao show do Paul McCartney no Maracanã no sábado, pois Mattanó (Osny Mattanó Júnior) fazia aniversário no dia 15 de abril e pediu de aniversário assistir ao show do Paul McCartney no Rio de Janeiro em 1989, então alguns funcionários riam e faziam ¨festa¨, ficavam deslumbrados com isso, mas quando voltei do show na segunda-feira, eles perguntavam como foi o show e apresentavam o comportamento de surpresa e decepção, eu não me toquei o porquê e ainda não sei o porquê?! Mas todo o meu período de trabalho e de estudo na UEL entre 1988 e 1999 eu fiquei sendo examinado clandestinamente e sem o meu consentimento, isto me deixou com transtornos mentais e incapaz, perseguido e transtornou toda a minha família! Se eu vou fazer um exame de datilografia para trabalho e aplicam outros exames em mim como de paranormais ou de psicologia e paranormalidade e isso continua num período extenso entre 1988 e 1999 isso é crime de curandeirismo e de charlatanismo, pois eu nunca autorizei coisa alguma e nem fiquei sabendo de coisa alguma, isso dá cadeia, JUSTIÇA!!!!! Eu fiquei doente e incapaz, minha família também e muitas outras pessoas, crianças foram estupradas e outras pessoas já morreram e tiveram grandes perdas, tragédias, catástrofes, calamidades, horrores, dores, guerras, terror, violência, pedofilia, assassinato, sequestro, roubo, latrocínio, curandeirismo e charlatanismo, experiência de cobaias humanas em experimentos cruéis, experiência de atentado ao pudor, libidinosa, lascívia, extorsiva, chantagista, de vingança, de fracasso escolar e familiar, no trabalho, de uso de drogas e de vítima do tráfico de drogas, de pessoas, de escravos, de informações e de premiações e títulos que por vezes se encaixa no paradigma da violência e das guerras e conflitos, da tortura e da lavagem cerebral, da extorsão, da vingança e do estupro e do estupro virtual.
MATTANÓ
(30/08/2021)
DENÚNCIA PARA A ONU E PARA A OMS E PARA O MINISTÉRIO PÚBLICO (2021):
Mattanó denuncia a Rede Globo de Televisão, a CNN, o SBT, a Rede RECORD, a Rede Bandeirantes, e todas as outras que estiverem irregulares na transmissão de meus sinais cerebrais e virtuais, pois jamais aceitei isto e nem fiz contrato algum, nem minha curadora tem poder para fazer isto sem me informar e ela nunca fez isto, e esses mass mídias se reúnem para roubar dados e informações pessoais, sigilosas e segredos como bancários como nossa conta bancária e por isso ficamos em perigo e nas mãos dos assaltantes e traficantes pois os veículos de comunicação, os juízes e políticos, inclusive governantes, presidentes do Brasil e do mundo, mandatários, chefes de Estado, colocam em risco nossas vidas e patrimônios quando exibem nossas informações pessoais e bancárias, temos conta bancária significativa que foi conquistada com trabalho e não com roubo e estupro de crianças como milhares de políticos, atletas e artistas, comunicadores e talvez juízes, pois esses assaltos a Banco de ontem no Estado de São Paulo e de hoje no Paraná as autoridades, polícias e veículos de comunicação sabem muito bem quem os praticam e o por que que os praticam conforme já testemunhei com minha família que tem vários policiais que denunciaram para outros familiares que é a própria polícia de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, que onde são feitos os assaltos tudo é preparado antes, inclusive com os postos de polícia, o propósito disto é financiar milícias e o tráfico para me monitorarem e me assassinarem e me roubarem e fornecerem dinheiro para ¨soldados¨ civis para a guerra que pode acontecer após isto e por outros motivos que se acumularam que eu já testemunhei, como a Polinter dizendo para minha mãe que vai ter guerra no final, dentre outras falas testemunhadas. Mas testemunho também que eu posso estar errado pois testemunho agora virtualmente que a polícia militar das cidades atacadas denunciam o Ministério Público como desencadeador ou parte desses ataques como com funcionários corruptos como a Promotora S. de L. C. que eu testemunhei mandou fazer lavagem cerebral em mim durante 20 anos para eu esquecer tudo, mas eu não esqueci e depois a prenderam, e não sendo assim as polícias dos postos das cidades atacadas as responsáveis pelos ataques, pois o Ministério Público do Paraná, de Londrina, do Estado de São Paulo e do Estado do Rio de Janeiro já cometeram crimes contra mim e minha família desde os anos 1970, se omitindo, negligenciando crimes de pedofilia, estupro, violência, violência sexual, física e moral, tentativas de assassinato ou homicídio, tentativas de infanticídio, violência contra a mulher, contra o trabalhador, contra o estudante e a criança, o adolescente e o menor, crimes de roubos contra essa família, roubo de dados e de informações sigilosas, segredos como bancárias e médicas, militares, humilhação, vergonha, medo, falsidade ideológica, corrupção ativa e corrupção passiva, lavagem de dinheiro, prostituição, favorecimento a prostituição, lascívia, ato obsceno, atentado violento ao pudor, ato libidinoso, invasão da intimidade e da privacidade, tortura, lavagem cerebral, uso em experiências científicas cruéis e dolorosas como cobaias humanas sem consentimento e a força, ou seja, por meio de violência, envenenamento, uso dessas informações para trapacear em Jogos e Competições Esportivas como Jogos Olímpicos, Copas do Mundo de Futebol, Fórmula 1, Torneios de Tênis, Jogos, Corridas e Atletismo, Natação, etc..
MATTANÓ
(31/08/2021)
DENÚNCIA CONTRA A PSICOLOGIA DO JUDICIÁRIO (2021):
Mattanó denuncia que a Psicologia do Judiciário que aceita esta prática virtual comportamental encoberta de conhecimento pode estar cometendo erros e crimes pois ninguém consegue controlar e prever o comportamento do cérebro e das sinapses, nem tampouco o encoberto que contém o virtual e o do conhecimento pois são autoclíticos, ou seja, organizadores e reorganizadores, a todo momento, entrópicos e neguentrópicos, denuncio que está pratica impede o senso crítico e da razão, levando o indivíduo a loucura e a demência através da paranoia e do sentimento, do delírio de perseguição que é ocasionado por esta prática em praticamente todos nós, é só investigar! Em Londrina e no Brasil existe essa paranoia no meio de nossas relações e comportamentos desenvolvido e instalada através dessa prática virtual comportamental encoberta de conhecimento que também produz maus-tratos, violência, lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual, por isso pergunto para esses Psicólogos do Judiciário se eles podem exercer um trabalho que promova maus-tratos, loucura, lavagem cerebral, extorsão, vingança, estupro virtual, roubo de dados e de informações, invasão de intimidade e da privacidade, ato obsceno, lascívia, atentado violento ao pudor, ato libidinoso, homicídio, incêndios, terrorismo, falsidade ideológica, corrupção, tráfico, desordem ou perturbação da ordem e da paz, perturbação do sossego, guerras e conflitos, que produza transtornos mentais e doenças do corpo como diabetes mielitus, perda de dentes, obesidade, problemas oculares, queimaduras, esfaqueamentos, espancamentos, acidentes domésticos e de trânsito, suicídio e tentativas de suicídio, chacinas e tentativas de chacinas, lavagem de dinheiro, chantagem, estelionato, abuso de incapazes, exploração de menores, sexual, física e moral, tortura, dor, desemprego e fome, exposição de seus dados bancários de forma ilegal para ladrões, traficantes e terroristas através de veículos de comunicação que não tem o direito de veicularem essas informações ou quaisquer outras, muito sofrimento e tortura de idosos com impedimento deles terem um envelhecimento com liberdade e saúde, com direitos garantidos por causa da Psicologia do Judiciário que também os mantem com seus filhos, filhas e netos e netas em cárcere privado por mais de 20 anos em regime de trabalho forçado, escravo, violento, sob estupro, violações de direitos humanos, degradação da sua humanidade, tentativas de chacinas, tentativas de roubo e de extermínio, lavagem cerebral e lavagem de dinheiro com roubo de obras de arte e de ciência de minha autoria para exploração do tráfico e da violência que são motivados por artistas e atletas do Brasil e do mundo que invadem a minha casa, intimidade e privacidade, atrapalham a minha saúde, prejudicam a minha saúde, eu tomo remédios que tem efeitos colaterais graves como hostilidade, agressividade, delírios, alterações do pensamento e alucinações, e agora a vacina da Pfizer para o covid-2019 que também interfere no meu cérebro e na minha mente, na minha percepção e ficam atrapalhando a minha saúde com invasão da intimidade e da privacidade com tortura e lavagem cerebral, com extorsão, vingança e estupro virtual, será que a Pfizer sabe disto? Ela autoriza isto? Que utilizem indivíduos vacinados com sua vacina com tratamento igual ao meu?! Eu tenho mais familiares nesta condição! É este o Plano Nacional de Vacinação do Brasil?! Vacinar, torturar, brincar com a saúde de milhões ou bilhões no mundo todo, não somente no Brasil, e depois esconder isso de todo mundo através da CNN, da Rede Globo, etc., será que é só isso o que vão querer esconder, eu percebi algo mais, como a minha morte, através da jornalista da RPC, em 01/09/2021, as 07h10 - 07h14, que eu tive contato virtual encoberto do conhecimento, mas percebi também que ela entende que não sabe se isso é real, a minha morte! A Psicologia do Judiciário não pode investigar um caso e criar milhões ou bilhões de outros casos iguais e até piores em função desse mesmo caso, não pode causar mortes e mortes violentas e até extremamente violentas em função desse caso, não pode lesar o trabalho de milhões ou bilhões de outros profissionais, sejam eles da saúde, do esporte, da viação aérea, do trânsito, os militares, do judiciário, do legislativo, do executivo, da educação, das ciências, das famílias, das igrejas e religiões, etc., ela não pode deixar o investigado doente ou mais doente, e até muito mais doente e contribuir para a sociedade também ficar doente, muito doente e até muito, muito, extremamente doente. A Psicologia do Judiciário me parece não deve criar benefícios para vítimas e investigados e prejudicar milhões ou bilhões de indivíduos e famílias, pois isso me parece falso ideologicamente, pois foge a natureza do Psicólogo que é um ator da saúde, um promotor do bem e da convivência, da educação e da socialização, do amor e da permanência dos valores, visto que não existe amor e nem saúde sem permanência de valores, o avesso da despersonalização, isto, este trabalho dos Psicólogos do Judiciário me parece uma técnica de despersonalização, pois tem forte apelo a ela e a lavagem cerebral, como já testemunhei de indivíduo feminina do próprio Judiciário de Londrina, uma Promotora, testemunhei virtualmente, de forma encoberta o seu conhecimento, de que estavam fazendo lavagem cerebral em mim por 20 anos para mim esquecer tudo e eu não esquecia tudo.....
MATTANÓ
(01/09/2021)
Mattanó aponta que o homem e a mulher carregam consigo bastante de seus ancestrais hominídeos e primatas em seus genes e pouco na camuflagem, por isso o que os olhos veem o inconsciente sente.
MATTANÓ
(04/09/2021)
Mattanó aponta que o que os olhos escondem através da Gestalt o comportamento e o inconsciente revelam nos seres humanos.
MATTANÓ
(04/09/2021)
Mattanó aponta que o que você percebe com teus sentidos, o teu comportamento revela através do teu inconsciente.
MATTANÓ
(04/09/2021)
Mattanó aponta que as dores e horrores que Jesus Cristo não demonstrou em sua Vida, Paixão e Morte serão sentidas inconscientemente após a sua Ressurreição. Da mesma forma as dores e horrores que o Amor de Deus não demonstrou conscientemente em sua Vida, Paixão e Morte serão sentidas inconscientemente após sua Ressurreição. Isto nos revela que o inconsciente tem uma relação com a eternidade e a Salvação, com o Paraíso, com a Ressurreição.
MATTANÓ
(04/09/2021)
Mattanó denuncia que não lhe deram a oportunidade e nem a minha família de nos educarmos e de fazermos tratamentos de saúde para nos defendermos dessa linguagem virtual encoberta de conhecimento que usam de forma hipnótica e controladora contra mim e minha família a mais de 20 anos sem deixar-nos defender-nos de modo algum e nem de ter direito a informação e acesso a Justiça, provas e documentos que muitas vezes são plantadas com condicionamento e lavagem cerebral, com despersonalização, extorsão, vingança e estupro e estupro virtual e tentativas de roubo, assassinato, sequestro e de chacinas das quais somos vítimas desde 1992.
MATTANÓ
(04/09/2021)
Mattanó aponta que a função do desejo é justamente manter o reforço da função reprodutora do Homo Sapiens, pois sem o desejo, a vida sexual perderia o significado e o sentido e se transformaria apenas em instinto e mecanicismo.
MATTANÓ
(04/09/2021)
DENÚNCIA DE TENTATIVA DE TRIPLO HOMICÍDIO (2021):
Ontem, 05 de setembro de 2021, por volta das 19h 30, em frente a casa de minha avô e tia em Londrina eu aguardava a minha tia sair de sua casa, pois ela estava saíndo do banheiro, e então ouvi telepaticamente de outra voz ¨ele vai ter que lutar¨, então alguns moradores que estavam nas casas próximas se despediram uns dos outros, havia policiais, e outros que entraram em suas casas e fecharam suas casas, os que moravam do lado da casa da minha tia disseram ¨você se fudeu!¨ e eu disse ¨por quê¨, então ouvi ¨não é para falar¨ então saíram e fecharam as portas, então um morador da mesma rua, lá da frente, soltou dois cães, um hot valer e um pastor alemão adultos que saíram furiosos em direção aos cachorros que estavam em frente a casa da minha avô e tia, eu de 49 anos e minha mãe de 75 anos estávamos do lado de fora do carro e minha avô de 99 anos sentada dentro do carro de portas abertas, então os cães ameaçaram vir para cima da gente, a gente se escondeu dentro do carro com muita dificuldade, só aí o dono dos cães chamou seus cachorros de volta! Nota-se que meu tio que é policial sabe muito bem quem fez isto, pois ele saiu para fora de casa depois disto pensando que ¨ia investigar¨ e que era a polícia que havia feito isso e que não era para mim satanizar o mundo e quem estava querendo me matar e a minha família! Mas eu já satanizei, pois quem tenta matar a Deus e a Sagrada Família de Deus tem laços com o Demônio, não pertence a Deus, pois não obedece a Deus e ao Seu Amor! Horas antes desse problema passou na Rede Globo de Televisão o filme Círculo de Fogo onde havia muita luta com monstros, de robôs com monstros, eu escutava gente falando que simbolizava os Osny Mattanó Júnior lutando contra quem queria assassiná-lo e tentaram depois por volta das 19h 30! E um pouco antes eu tive delírios ou fui atacado, não sei, passei mal pois sou torturado a mais de 20 ou 30 anos, o STF alega que eu sou estuprado, que todo mundo está me estuprado, a RPC/Rede Globo do Paraná já disse que foram as ¨Olimpíadas¨ quem mandaram me estuprar quando eu era menino com, mais ou menos, 12 anos de idade. Já testemunhei várias vezes conversas entre Juízes e o tráfico de drogas os ameaçando de morte se condenassem o futebol brasileiro ou a seleção brasileira e me absolvessem em meus processos! No caso com os cães de ontem as 19h30, mais ou menos, devia haver algum Juíz ou Juiza por alí, pois uma das vizinhas da casa da minha tia é Juíza e ela costuma testemunhar tudo! Será que este mundo não aceita a visita de Deus? Ou a visita do Amor de Deus neste mundo é indesejável e é criminosa para as autoridades e para os criminosos? O planeta Terra pertence a Deus e ao Seu Amor ou pertence aos homens e mulheres? Se Deus e o Seu Amor são indesejáveis e são criminosos ou alienígenas para este mundo, então fica proibida a celebração de Santas Missas, a Eucaristia, pois o Amor de Deus é a Eucaristia, então a Eucaristia e a Mãe e Avô da Eucaristia tem que ser assassinadas por julgamentos sumários, se é assim fica proibida a Eucaristia neste mundo, pois este mundo não Ama a Eucaristia, não Ama a Catequese, a Primeira Comunhão, estes eventos são apenas eventos e não ensinamentos e preparamentos para a Salvação, eventos indesejáveis e criminosos, pois a Vida do Amor de Deus é criminosa, a Paixão e Morte do Amor de Deus já aconteceu quando ele foi estuprado nos anos 80, e ninguém acredita nisto, por isso fica evidente que ninguém acredita na Comunhão e na Santa Missa, mas apenas em criminosos e em quem não sabe o que é a Verdade! A Verdade é Jesus e o Seu Amor! A Verdade não é o crime e a falsidade, a impureza, o falso julgamento, o julgamento injusto, a corrupção, a morte, o assassinato, o pecado, não é provar o fruto da Árvore do Conhecimento e nem é provas o fruto da Árvore da Vida, a Verdade é a Paz, a Misericórdia e o Amor, é fazer o Bem, sem destruir ao próximo e a si mesmo, ou seja, é Amar a Deus sob todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo! As autoridades, políticos, Juízes e promotores do Brasil e do mundo fazem algum tipo de juramento que envolva a Sagrada Escritura e se fazem estão cumprindo!?
MATTANÓ
(06/09/2021)
A TÉCNICA DO DR. LUIZ LUPI DE AUMENTAR AS ASSOCIAÇÕES E AS SINAPSES SEGUNDO MATTANÓ (2021):
Mattanó aponta que a loucura talvez seja o mundo, as relações, os objetos e as representações não terem significado e sentido coerentes devido à demência, isto é, poucas associações e poucas sinapses que proporcionam baixo desempenho intelectual, pobreza de linguagem, hostilidade, alucinações e delírios, alterações do pensamento, pois estas características são peculiares aos indivíduos de baixo desempenho intelectual e de baixa idade mental, já que a demência é a incoerência no discurso e na linguagem que representa o inconsciente e o comportamento e produz relações, estas carregadas de hostilidade, alucinações, delírios, alterações do pensamento e pobreza do pensamento.
MATTANÓ
(08/09/2021)
NOTA DE ESCLARECIMENTO (2021):
Mattanó discute que sua Psicanálise Mitológica transborda para uma Psicanálise Paranóica ou uma Psicanálise Delirante que discute assuntos e temos delirantes e paranoicos, com eventos e história de vida, com fatos passados nunca comprovados e nem discutidos, mas apenas testemunhados pelo autor, que os testemunha através do Princípio do Prazer e não do Princípio da Realidade, pois não sabe a realidade dos fatos, dos contextos, das versões de cada personagem em questão, isto pode modificar a narração e os comentários do texto psicanalítico mitológico, porém não distorce o trabalho científico, pois as provas de que necessita são as da realidade psíquica e não as da realidade do Direito, contudo explico que quando denuncio crimes os denuncio para avaliação de advogados e do Ministério Público que é quem direciona as investigações e as devidas queixas com participação de meus advogados.
MATTANÓ
(08/09/2021)
NOTA SOBRE OS PROTESTOS DE 7 DE SETEMBRO DE 2021 (2021):
Mattanó esclarece que ser padre, político, fiel, pecador, humano, desumano, criminoso, cruel ou viver de holocaustos e de guerras, de protestos e de manifestos como vemos no Brasil não depende diretamente do contexto ambiental, mas da censura, deste mecanismo psíquico que proíbe isto ou aquilo, este ou aquele comportamento, fortalecendo um ou outro comportamento que fica rico em energia psíquica, em catexia e acaba prevalecendo sobre os demais, ocasionando, por exemplo, problemas sociais, movimentos e protestos, e desordem, ataque as instituições que preservam a ordem e a soberania do Brasil perante os brasileiros e os estrangeiros, como o Presidente da República e o STF! Se você quer ajudar o Brasil faça uma análise pessoal e descubra o seu problema e endireite-o, procure a sua cura e o seu bem-estar com trabalho, educação, combate a criminalidade e as drogas, combate a corrupção e ao roubo, ao racismo e a intolerância, ao ódio e a violência contra a mulher e ao idoso, o terrorismo doméstico, a associação criminosa, a extorsão, a vingança e o estupro e o estupro virtual, o feminicídio e o infanticídio, a pedofilia e a corrupção de menores, o tráfico humano e de escravos, a tortura e a lavagem cerebral, e a falsidade ideológica, pois é o povo quem faz o Plano do Governo, o Plano Econômico, de Segurança, de Trabalho, Saúde e de Educação, de Justiça, etc. darem certo, ou seja, funcionarem, quando ele faz significado e sentido para a cidadão, sem significado e sem sentido nenhum Plano vai prá frente, e para ter significado e sentido é preciso ir a escola para aprender e ter uma educação de ¨ouro¨. Faz 20 anos que eu trabalho em casa com música e uns 15 com ciência para defender o Brasil, até nos feriados de 7 de setembro e nos outros como os de Carnaval e de 15 de novembro e eu não vejo futuro nesses protestos e movimentos sem educação e trabalho no desejo dessa gente que reclama mas busca sabe lá o quê, uns são certos, outros aproveitadores, outros criminosos, outros terroristas e traficantes, outros ladrões, outros ainda satanistas que querem o Amor de Deus na pior, sair para as ruas para defender a corrupção e a lavagem de dinheiro de artistas e de atletas e até de empresários e organizações em defesa do extermínio de trabalhadores que buscam a aposentadoria e a recompensa pelo seu empenho, esforço e trabalho que é também valorizar o Brasil, o ensino e a ciência, a pesquisa e a epistemologia, o conhecimento e o saber e o desenvolvimento moral, psíquico, sexual e social de cada família, reconstruindo-as e oferecendo a elas a oportunidade de se verem num espelho que é a lousa ou quadro negro e nas páginas dos livros do material escolar para se reconhecerem como brasileiros e brasileiras capazes de sustentar sua própria chama criadora e alimentadora de conhecimento e saber que vai aprendendo a consumir tudo a sua volta como lição de sala de aula para o resto da vida que atenderá suas esperanças e expectativas familiares para a vida adulta e independente no trabalho e na família.
MATTANÓ
(08/09/2021)
Mattanó denuncia que estão tentando assassina-lo e a sua família desde 1999 porque ele e sua família não corresponderam à sedução, assédio e amor sexual, hetero e homossexual, inclusive a bacanais e filmes pornográficos de Hollywood e casamentos com mulheres ricas, famosas e importantes, inclusive Princesas, pois somos católicos e buscamos a santidade para as nossas vidas e não a pornografia e violência sexual, extorsão, vingança e estupro virtual, já trouxeram o Sean Lennon, o Paul McCartney, o Bob Dylan, o Tom Petty, o Roger Waters, etc., para nos abusarem e explorarem e depois nos assassinarem? Ninguém nunca explica isto!
MATTANÓ
(09/09/2021)
Para a Psicanálise do Amor a motivação dupla de fantasias e decisões são motivadas em grande parte pelo reprimido, e que assim surgem no curso posterior da história. Uma delas, as fantasias, procedia em sua totalidade do círculo de idéias da ciência arqueológica, a outra, os delírios, surgia das lembranças infantis reprimidas, que se tinham tornado ativas, e dos instintos emocionais a elas ligados. Pode-se dizer que uma era superficial e se sobrepunha à outra, a qual como que se ocultava sob a primeira. A motivação científica com suas fantasias servia de pretexto para a motivação erótica inconsciente, estando a ciência inteiramente a serviço do delírio. Entretanto, não se deve esquecer que os determinantes inconscientes nada conseguem realizar sem satisfazer simultaneamente os determinantes científicos conscientes. Os sintomas de um delírio - tanto as fantasias como as ações - na verdade são produtos de uma conciliação entre as duas correntes mentais, e numa conciliação são levadas em conta as pretensões das duas partes, mas cada parte precisa renunciar a uma parcela do que quer alcançar. Só através de uma luta é que se alcança essa conciliação - no caso presente, através do conflito que presumimos entre o erotismo suprimido e as forças que o mantinham em repressão. Na realidade essa luta é constante na formação do delírio. O ataque e a resistência são renovados após a construção de cada conciliação, que nunca é, por assim dizer, inteiramente satisfatória. Nosso autor também em conhecimento desse fato, e é por isso que faz um desassossego peculiar dominar esse estádio do distúrbio do seu herói, como precursor e garantia de novos desenvolvimentos. Ou seja, a resistência produz o desenvolvimento do distúrbio do seu herói com novos acontecimentos, como que movimentando uma rede de núcleos condensados e de contextos que antecedem à estimulação que por sua vez provoca a resposta e assim a consequência, formando um novo contexto e outra nova rede de núcleos condensados que se deslocam conforme o estímulo para desencadear outra resposta e outra consequência e assim outro novo contexto, etc., conforme o reprimido. Da mesma forma no mundo e na realidade virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, as fantasias originam-se das idéias arqueológicas enquanto que os delírios formam-se a partir das lembranças infantis reprimidas. Os sintomas de um delírio - tanto as fantasias como as ações - na verdade são produtos de uma conciliação entre as duas correntes mentais, e numa conciliação são levadas em conta as pretensões das duas partes, mas cada parte precisa renunciar a uma parcela do que quer alcançar. Só através de uma luta é que se alcança essa conciliação - no caso presente, através do conflito que presumimos entre o erotismo suprimido e as forças que o mantinham em repressão. Na realidade essa luta é constante na formação do delírio. A resistência produz o desenvolvimento do distúrbio do seu herói com novos acontecimentos, como que movimentando uma rede de núcleos condensados e de contextos que antecedem à estimulação que por sua vez provoca a resposta e assim a consequência, formando um novo contexto e outra nova rede de núcleos condensados que se deslocam conforme o estímulo para desencadear outra resposta e outra consequência e assim outro novo contexto, etc., conforme o reprimido. As ideias arqueológicas e as lembranças infantis reprimidas podem ser virtuais e assim desencadear processos virtuais na mente e no comportamento do indivíduo através das fantasias e dos delírios que ao serem traduzidos para a linguagem clínica podem ser compreendido como sintomas reais.
MATTANÓ
(26/10/2025)
O desenvolvimento do delírio de Norbert Hanold prosseguiu com um sonho que, não tendo
sido provocado por nenhum novo evento, parece ter-se originado inteiramente de sua mente, onde havia um conflito. Mas façamos uma pausa antes de conjeturar se o autor também demonstra possuir, como esperávamos, uma profunda compreensão da construção dos sonhos. Averigüemos primeiro o que tem a dizer a ciência psiquiátrica sobre as hipóteses formuladas pelo autor a respeito da origem de um delírio, e qual a sua atitude quanto ao papel desempenhado pela repressão e pelo inconsciente, assim como quanto ao conflito e às formações de conciliações. Em síntese, vejamos se essa imaginosa representação da gênese de um delírio resiste a um exame científico.
E aqui nossa resposta talvez seja uma surpresa. Nada realidade a situação é inversa: é a ciência que não resiste à criação do autor. Entre as precondições constitucionais e hereditárias de um delírio, e as criações deste, que parecem emergir prontas, existe uma lacuna não explicada pela ciência - lacuna esta que achamos ter sido preenchida pelo nosso autor. A ciência ainda não suspeita da importância da repressão, não reconhece que para explicar o mundo dos fenômenos psicopatológicos o inconsciente é absolutamente essencial, não procura a base dos delírios num conflito psíquico, e nem considera seus sintomas como conciliações. Acaso nosso autor ergue-se sozinho contra toda a ciência? Não, não é assim (isto é, se eu puder considerar como científicos os meus próprios trabalhos), pois já há alguns anos - e, até bem pouco tempo, mais ou menos sozinho - eu mesmo venho defendendo todos os princípios que aqui extraí da Gradiva de Jensen, expondo-os em termos técnicos. Assinalei, particularmente em conexão com os estados mentais conhecidos como histeria e obsessões, que o determinante individual desses distúrbios psíquicos
Quando, a partir de 1893, me dediquei a tais investigações sobre a origem dos distúrbios mentais, certamente nunca me teria ocorrido procurar uma comprovação de minhas descobertas nas obras de escritores imaginativos. Assim fiquei bastante surpreso ao verificar que o autor de Gradiva, publicada em 1903, baseara sua criação justamente naquilo que eu próprio acreditava ter acabado de descobrir a partir das fontes de minha experiência médica. Como pudera o autor alcançar conhecimentos idênticos aos do médico - ou pelo menos comportar-se como se os possuísse?
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o motivo dos transtornos mentais está no inconsciente.
Mattanó aponta que o motivo dos transtornos mentais está no inconsciente, no comportamento, nas Gestalts e nas relações sociais, na incoerência de significados e sentidos as suas representações mentais, objetos e desejos.
MATTANÓ
(09/09/2021)
Para a Psicanálise do Amor o motivo dos transtornos mentais está no inconsciente, no comportamento, nas Gestalts e nas relações sociais, na incoerência de significados e sentidos as suas representações mentais, objetos e desejos. Da mesma forma através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor e das sua ferramentas, podemos dizer que o motivo dos transtornos mentais está agora nos estímulos e contingências do mundo e da realidade virtuais, na forma como os traduzimos para a nossa realidade, consciência, cultura e conhecimento operantes e passamos a atribuir significado e sentido para esse conteúdo. Assim como a loucura e a criminalidade podem ser avaliadas virtualmente, também podemos avaliar a saúde mental dos indivíduos, povos e nações através do seu mundo e realidade virtuais, isto é, se seguem e acreditam em Deus e na Palavra, na Sagrada Escritura e nos benefícios ou direitos, deveres, obrigações e privilégios que Ela nos oferece.
MATTANÓ
(26/10/2025)
Como dizíamos, o delírio de Norbert Hanold avançou mais ainda devido a um sonho ocorrido durante seus esforços para descobrir um andar semelhante ao de Gradiva nas ruas da cidade em que ela morava. O conteúdo desse sonho pode ser facilmente resumido. O sonhador descobriu que estava em Pompéia no dia da destruição daquela infeliz cidade, e experimentou seus horrores sem correr perigo. Subitamente viu Gradiva caminhando pela rua e deu-se conta de que, sendo a jovem pompeana, era natural que residisse em sua cidade natal, e ‘na mesma época que ele, sem que disto ele tivesse a menor suspeita’ (ver em [1]). Receando por ela, advertiu-a com um grito, ao que a jovem lhe voltou por um momento o rosto, mas sem lhe dar atenção prosseguiu seu caminho, deitou-se nos degraus do templo de Apolo e foi soterrada pelas cinzas, após ter empalidecido até adquirir a cor do mármore, como se estivesse transformando-se numa estátua. Ao despertar, ele interpretou os ruídos matutinos da cidade que penetravam em seu quarto como gritos de socorro dos desesperados habitantes de Pompéia e o rugir do mar enfurecido. Por algum tempo permaneceu com os sentimentos de ter realmente vivido os acontecimentos de seus sonhos, tendo este lhe deixado a convicção de que Gradiva residira em Pompéia e ali perecera no dia fatal, convicção esta que iria constituir um novo ponto de partida para seu delírio.
Não nos é assim tão fácil dizer o que pretendia o autor com esse sonho e porque ligou o desenvolvimento do delírio justamente a um sonho. É verdade que investigadores diligentes reuniram muitos exemplos de como distúrbios mentais estão ligados a sonhos e de como surgem de sonhos. Relata-se também que na vida de alguns homens famosos, os sonhos deram origem a impulsos para atos e decisões importantes. No entanto, essas analogias não nos ajudam a muito em nossa compreensão; portanto, vamo-nos cingir ao caso imaginário do arqueólogo Norbert Hanold. Mas por que aspectos começaremos a examinar esse sonho, de modo a encaixá-lo no contexto global, para que não permaneça como um ornato desnecessário da história?
Nesse ponto posso imaginar a réplica de um leitor: ‘Esse sonho pode ser explicado com muita facilidade. Trata-se de um simples sonho de ansiedade provocado pelos ruídos da cidade, os quais o arqueólogo, cuja mente estava voltada para a jovem pompeana, interpretou erroneamente como a destruição de Pompéia’. Devido ao pouco valor que geralmente se concede ao papel dos sonhos, costuma-se limitar o que se pede da explicação dos mesmos a que um estímulo externo coincida mais ou menos com parte do conteúdo do sonho. Esse estímulo externo para sonhar seria o ruído que acordou o arqueólogo; e com isso terminaria nosso interesse pelo sonho. Mas se ao menos tivéssemos alguma base para supor que naquela manhã o ruído da cidade era mais intenso que o normal! Se ao menos, por exemplo, o autor não tivesse deixado de nos dizer que, contrariando seus hábitos, Hanold dormira com as janelas abertas! Que pena que ele tenha omitido isso! E se ao menos ainda os sonhos de ansiedade fossem assim tão simples! Mas não é nada disso, e nosso interesse por esse sonho não poderá esgotar-se assim tão facilmente.
Para a construção de um sonho não é essencial um vínculo com um estímulo sensorial externo. Aquele que dorme pode ignorar um estímulo desse gênero a partir do mundo externo, pode ser despertado pelo mesmo sem construir um sonho, ou, como aconteceu aqui, pode incorporá-lo a seu sonho, se isto lhe convier por alguma razão. Além disso, existem inúmeros sonhos cujo conteúdo de forma alguma pode ser explicado como sendo determinado por um estímulo externo sobre os sentidos do indivíduo que dorme. Portanto, procuremos outro caminho.
Talvez os efeitos posteriores do sonho sobre a vida de vigília de Hanold possam fornecer-nos um ponto de partida. Até então, ele tivera a fantasia de que Gradiva fora uma pompeana. Essa hipótese então se transforma para ele numa certeza, a que logo se soma uma outra: ela fora soterrada com o resto da população no ano de 79 D.C. Um sentimento de melancolia acompanhou essa extensão da estrutura delirante, como um eco da ansiedade do sonho. Não nos parece muito compreensível essa nova dor em relação a Gradiva; afinal ela devia estar morta há muitos séculos, mesmo se houvesse escapado da destruição de 79 D.C. Mas parece que nada nos adiantará continuar argumentando com Norbert Hanold ou com o próprio autor, pois esse caminho não levará a nenhum esclarecimento. Contudo, vale a pena ressaltar que o incremento adquirido pelo declínio a partir desse sonho era acompanhado por um sentimento muito doloroso.
Com exceção disso, entretanto, continuamos tão embaraçados quanto antes. Esse sonho não se explica por si só, e precisamos recorrer à nossa Interpretação de Sonhos e aplicar ao presente exemplo algumas das regras que ali são encontradas para a solução dos sonhos.
Uma dessas regras diz que um sonho invariavelmente se relaciona com os eventos do dia anterior. Nosso autor parece querer mostrar que seguiu essa regra, pois imediatamente liga o sonho às ‘pesquisas pedestres’ de Hanold. Ora, essas pesquisas não significavam senão a procura de Gradiva, cujo andar característico ele tentava reconhecer. Assim o sonho deveria conter um início do paradeiro de Gradiva. E realmente contém, pois mostra-a em Pompéia, o que para nós não constitui novidade.
Outra regra diz que, se uma crença na realidade das imagens oníricas persistir por um espaço de tempo invulgarmente prolongado, de modo que o indivíduo não consiga desligar-se do sonho, esse fenômeno não deve ser considerado como um erro de julgamento provocado pela vividez das imagens oníricas, mas um ato psíquico independente: uma garantia, em relação ao conteúdo do sonho, de que algo nele é realmente tal como foi sonhado; e pode-se confiar nessa garantia. Se observarmos essas duas regras, concluiremos que o sonho fornece alguma informação sobre o paradeiro de Gradiva e que essa informação se ajusta à realidade das coisas. Já conhecemos o sonho de Hanold: será que, aplicando-lhe essas regras, extrairemos dele algum sentido plausível?
Por estranho que pareça, sim. O que acontece é que esse sentido está de tal forma disfarçado que não o reconhecemos de imediato. O sonho informou a Hanold que a jovem que ele procurava morava numa cidade em que ele também vivia. Ora, essa informação sobre Zoe
Bertgang era verdadeira, só que no sonho essa cidade era Pompéia e não uma cidade universitária alemã, e o tempo não era o presente, mas o ano de 79 D.C. Trata-se de uma distorção por deslocamento: em vez de Gradiva no presente, tem-se o sonhador transportado para o passado. Entretanto, mesmo assim, um fato novo e essencial é transmitido: ele está no mesmo local e na mesma época que a jovem que ele procura. Mas então para que esse deslocamento e esse disfarce que forçosamente iludiriam a nós e ao sonhador quanto ao verdadeiro sentido e conteúdo do sonho? Bem, já temos à nossa disposição meios para fornecer uma resposta satisfatória a essa pergunta.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que o sonho de Hanold fornece informações a respeito dos seus delírios da Gradiva, informações como a de que a Gradiva representava alguém que vivia no mesmo local e na mesma época que ela, a jovem que ele procurava, descobrimos isto a partir do deslocamento e do disfarce do sonho quanto ao seu verdadeiro sentido e conteúdo do sonho.
Mattanó aponta que o sonho de Hanold fornece informações a respeito dos seus delírios da Gradiva, informações como a de que a Gradiva representava alguém que vivia no mesmo local e na mesma época que ela, a jovem que ele procurava, descobrimos isto a partir do deslocamento e do disfarce do sonho quanto ao seu verdadeiro sentido e conteúdo do sonho. Podemos ainda analisar o contexto e o comportamento do sonho que representam um local paralelo ao sonho em sua realidade psíquica e inclusive personagem do sonho, através do deslocamento e do disfarce do sonho quanto ao seu verdadeiro sentido e conteúdo do sonho. Podemos ainda analisar os símbolos e a linguagem do sonho que representam a mesma cena dramática e a mesma jovem que ele procurava, fenômeno descoberto a partir do deslocamento e do disfarce do sonho quanto ao seu verdadeiro sentido e conteúdo do sonho.
MATTANÓ
(09/09/2021)
O RITO E O MITO DO PERDÃO E DA PAZ INTERIOR (2021);
O mito e o rito do perdão e da paz interior tem seu significado e sentido para o iniciado quando ele percebe que o comportamento de renunciar pelo outro e por si mesmo, como forma de perdoar e de demonstrar amor, por Deus e pelo próximo, e deste jeito gerar paz interior para si e para o outro através do encontro, da relação social, da linguagem, que reflete o inconsciente e o comportamento do indivíduo na relação deste com o outro e o mundo, por isso para perdoar e gerar paz é preciso renunciar ao seu egoísmo, para que haja um novo significado e um novo sentido na relação que pode ser também institucional.
Contudo as partes devem também renunciar a violência e a corrupção, pois em relações onde existem violência e corrupção não existe de forma alguma perdão e paz interior.
Por isso a honestidade, a sinceridade e a verdade com respeito, sem colocar em risco a relação e as vidas e patrimônios, de todos os lados, torna-se imprescindível para que haja sucesso na operação e no resultado esperado, que é, perdão e paz interior.
A TRAJETÓRIA DO HERÓI PARA O PERDÃO E A PAZ INTERIOR (2021);
O chamado do herói para o perdão e a paz interior acontece a cada fase da sua vida psíquica, cognitiva, física, moral, sexual, lúdica e comportamental através de suas relações e descobertas individuais e sociais num mundo de relações.
Nesta fase o herói se encontra entre dois caminhos opostos a seguir, recusar ou aceitar o seu chamado, que pode ser, de acordo com o contexto e sua história de vida, psíquico, cognitivo, físico, moral, sexual, lúdico e comportamental.
O primeiro limiar é a fase de maior mudança psíquica e comportamental da vida do herói, refere-se o complexo de Édipo, a castração, a formação do inconsciente, a criação do primeiro limiar.
A intervenção é justamente a fase onde o herói se vê acolhido pelo seu grupo, na adolescência, onde ele se identifica com seus amigos ou amigas e forma uma identidade, consciência e cultura que ajudam na sua luta ou processo de independência de seus pais.
Na batalha o herói se vê imerso no mundo, em meio ao trabalho, a justiça, ao estado, a educação, a cultura, ao transporte, a liberdade, ao serviço militar, as eleições, a afetividade, as responsabilidades e a moral, tudo é o mundo, e o mundo é o monstro com o qual ele tem que lutar para viver e se adaptar.
Aqui cada herói experimenta fase a fase a generosidade ou a degeneração psíquica, cognitiva, física, moral, sexual, lúdica e comportamental, adquirindo uma consciência e uma identidade, cultura, saúde, saber e conhecimento.
Aqui o herói encara o último limiar da sua vida, uma doença, aposentadoria, perda, fracasso, egoísmo, loucura, guerra, morte, batalha judicial, roubo, desgraça, tragédia, catástrofe, calamidade, horror, holocausto, guerra, violência, conflito, estupro, julgamento, prisão, condenação.
A ajuda sobrenatural é justamente a luz que nos chega como o último suspiro, o último acalento, levando a vida com Amor e de forma sobrenatural.
A mitologia é liberdade e por isso causa um retorno ao perdão e a paz interior, como frutos da ajuda sobrenatural, que tira o fôlego, da mesma forma, que dá o fôlego, ao recém-nascido, e estimula o comportamento e a consciência a se abrirem ao entendimento de que a mitologia é mais do que significados e sentidos, do que símbolos e contextos, do que comportamentos e funcionalidades, ela é justamente o mistério que move tudo isto e todo o universo, a energia de cada coisa, de cada fenômeno ou evento, através da sua liberdade que é Providência Divina, pois é liberdade para viver e é liberdade para se ensinar a viver. O Ensino está sempre se renovando, assim como a mitologia e o universo, porém dentro de um limite abstrato, que é a liberdade, esta liberdade nos providencia o perdão e a paz interior de que tanto precisamos para nossas consciências e relações sociais, inclusive institucionais e até com Deus e Seu Amor e os Santos como a Virgem Maria e São José.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 11 de setembro de 2021.
MATTANÓ
(11/09/2021)
Mattanó aponta que no chiste você pode ficar louco se você exagerar, pois você entra em contato com o seu inconsciente, já que ele fica exposto instintivamente com o mundo psíquico e a realidade do indivíduo que é tomada pelo princípio do prazer, pela loucura, pela fuga da realidade.
MATTANÓ
(11/09/2021)
Mattanó aponta que a violência é mais importante do que o Amor para o ser humano porque o Amor não te mata e a violência pode te matar, e assim você pode estar no meio de uma multidão e de repente apenas um indivíduo te agride, e isto passa a ser o mais importante para você, e não mais o Amor de todos os outros, de milhares ou milhões de outros indivíduos, compreende, a violência é mais importante do que o Amor, e é por isso que crucificamos Jesus Cristo, pois o Seu Amor não era importante e nem foi notado em sua Primeira Vinda, permanecendo ¨oculto¨ e misterioso na Santa Missa, na Eucaristia, talvez o mistério da Segunda Vinda seja mostrar a violência e o Amor que o Amor de Jesus, de Maria e do Pai sofreram na Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o que foi mais importante para cada testemunha!
MATTANÓ
(12/09/2021)
A CRUZ E A SUÁSTICA NAZISTA SEGUNDO O AMOR (2021):
Mattanó testemunha que antes e durante o seu Catecismo ele pensava que a Cruz era um símbolo de morte como a suástica nazista, pois a Cruz matou Jesus Cristo e nós não precisávamos da morte em uma Cruz de Jesus Cristo se o tivéssemos Amado como Nosso Senhor e Deus para sermos salvos da morte, pois Deus não morre e acaba, Ele continua Vivo depois da morte e aprenderíamos isto com Ele, Jesus Cristo poderia ter mudado as Escrituras para que elas não se cumprissem, mas isto ficou ao encargo do Seu Amor, pois somente Amando Verdadeiramente e acreditando nesse Amor com fé e devoção genuínas é que as Escrituras podem ser mudadas, como o próprio Jesus Cristo o fazia várias vezes com a adúltera, com os endemoniados, com os leprosos, com o sábado, com as mãos e o alimento, com os mortos, com os doentes, etc., com a Cruz que era um símbolo de morte e que depois de Jesus Cristo se transformou num símbolo de Vida e de Ressurreição, assim a suástica que também é um símbolo de morte se transforma num símbolo de Amor, Vida e Ressurreição através do Amor de Jesus, de Maria e do Pai Celestial que pode mudar tudo, até mesmo as montanhas de lugar se você tiver fé e acreditar, e levar paz para o povo judeu e alemão, para a Europa e o resto do mundo, para as vítimas do holocausto!
MATTANÓ
(13/09/2021)
PSICOLOGIA DE NOSSA MÃE DE DEUS (2021):
A Psicologia de Nossa Mãe de Deus é uma área da Psicologia voltada para o interesse e defesa dos direitos das mulheres, dos maridos e das crianças, ou seja, da Família. Ela envolve o esclarecimento do papel de mulher e de esposa, de homem e de marido, e o de criança e filho ou filha e irmãos, do seu desenvolvimento bio-psico-social, filosófico e espiritual, histórico e antropológico, e até cósmico ou universal coma sua relação com o universo e os poderes do espaço como os alienígenas, sua tecnologia, biologia, vida e cultura, sociedade, reprodução, alimentação, técnicas de luta e de combate, de exploração e de dominação, suas ciências e saberes, seus conhecimentos, etc., para que a humanidade desenvolva técnicas para luta, combate e defesa, até guerra, ajuda e socorro ou convivência e exploração científica ou militar como modos de se relacionar com o problema e o espaço. O desenvolvimento de cada ser humano se faz psíquica, moral, lúdica, física, sexual, laborial, afetiva, motora, cognitiva, arquetípica, ritual, mitológica, filosófica, econômica, política, loucamente, socialmente e com esperança no trabalho adquirido pela educação.
O desenvolvimento se faz psíquica com a libido, a comunhão e a segurança como energia psíquica que levam ao comportamento e ao pensamento através do desejo, até mesmo nos sonhos, a libido é o componente sexual, a comunhão é componente fraternal e a segurança é o componente de proteção e cuidado, de incolumidade. A moral revela-se anímica, o primeiro estágio moral, bastante infantil, heteronômica, com alguma diferenciação, porém dependente, e autonôma, quando o indivíduo detém um esclarecimento moral independente e lúcido. A lúdica nos ensina que a criança vai se relacionando com a sua mãe e seus cuidadores e o meio ambiente através do brincar, ela descobre o mundo brincando, ela descobre sua psíque e seu inconsciente, sua consciência brincando. A física nos ensina que a criança vai crescendo e se transformando fisicamente, adquirindo outros comportamentos e outras habilidades, deixando outras para trás, vai crescendo fisicamente e comportamentalmente, ela descobre que as mudanças físicas mudam o seu ego, mas ela permanece a mesma. A sexual nos ensina que a criança vai aprendendo a lidar com a sua sexualidade e psicossexualidade, desde a oral até a genital e vai adquirindo traumas para a sua vida adulta inconsciente. A laborial nos ensina que a criança vai aprendendo a trabalhar depois dos 14 anos de idade como aprendizado para sua vida adulta. A afetiva nos ensina que a criança aprende a se relacionar afetivamente com sua mãe e seus cuidadores desde seu nascimento e vai desenvolvimento seus afetos, sentimentos e emoções para toda a sua vida. A motora nos ensina que a criança vai adquirindo habilidades motoras com seus movimentos desde seu nascimento e vai respondendo ao reforço e a aprendizagem, desenvolvendo comportamentos motores. A cognitiva nos ensina que a criança vai aprendendo que sua cognição se desenvolve paulatinamente, fase a fase até um certo ponto e depois no final da vida declina. A arquetípica nos ensina que a criança adquire uma relação arquetípica com símbolos que a ajudarão em sua caminhada e aprendizagem, inclusive interpretação dos sonhos e relação com o inconsciente. A ritual esclarece que a criança desenvolve métodos fixos de se comportar e avançar fase a fase com técnicas que ultrapassam estágios e limiares da consciência revelando uma mensagem e um aprendizado para si e para sua comunidade. A mitológica esclarece que a criança encara seus mitos, seus heróis, monstros, escravos e tem que lidar com eles de forma consciente. A filosófica revela que a criança tem uma filosofia a aprender e a ensinar depois de tudo como resultado de sua vida e experiência. A econômica revela que a criança tem uma relação com as riquezas de sua comunidade e nação, que ela tem que aprender a acumular e a distribuir suas riquezas sem empobrecer e acumulando ainda mais sobre o já acumulado. A política revela que a criança terá que aprender a lidar com as formas de autogoverno e de autogestão de sua nação, estado e município e que isso é herança de nossos ancestrais. A loucura esclarece que a criança vai querendo ou não encontrar contingências e indivíduos, ideologias loucas e que enlouquecem, que devem ser assimiladas e acomodadas com ajuda da saúde-mental em seus significados e sentidos para que não sejamos seduzidos por elas. A social revela que a criança se relaciona entre os seus e aprende muitas coisas de seu interesse e que essas coisas que ela aprende muitas vezes não fazem significado e nem sentido devido as contingências, cognição, desenvolvimento e amadurecimento, dispersão e evasão, falta de repertório comportamental, falta ou ausência de malícia. E com esperança no trabalho adquirido pela educação, pois é a educação quem prepara para o trabalho desde os nossos ancestrais que melhor se adaptaram ao meio ambiente e as suas condições adversas. O desenvolvimento espiritual pode ser estudado nas crianças desde o Batismo e a Catequese que vão construindo a personalidade e o estilo de vida do cristão por toda a sua vida, até a morte.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 14 de setembro de 2021.
MATTANÓ
(14/09/2021)
Mattanó comenta que quando ele não consegue compreender a realidade e o S (estímulo) acaba o substituindo pela interpretação na forma de Pulsão Auditiva ou de trocadilho, jogo de linguagem, com suas consequências, ou seja, escolhe o prazer. Desta maneira quando temos dificuldade de compreender a realidade evocada num S (estímulo), a substituímos por algo que nos proporcione prazer R (resposta), mesmo que seja loucura, lavagem cerebral, extorsão, vingança e estupro virtual, que por sua vez gera problemas psíquicos e transtornos comportamentais C (consequência).
MATTANÓ
(15/09/2021)
Mattanó aponta que nem tudo o que falamos e pensamos existe! Exemplo é a brincadeira: ¨vaca amarela cagou na panela, quem falar primeiro come tudo a bosta dela!¨ Aprendemos isto desde crianças, é uma brincadeira, mas é também uma forma de sedução quando emparelhamos com a música, selecionando a pedofilia, através do eu não acredito em tudo, pois não sou mais criança e infantil! ¨Agora eu sou adulto e posso ter uma experiência sexual¨, diz a criança, ainda mais se ela tiver histórico de abuso sexual infantil! Se você diz para você mesmo que não acredita em tudo o que escuta e fala porque você não é mais criança, mesmo tendo 8 ou 9 anos de idade, e é confrontado com um contexto de música com jogos de linguagem e trocadilhos maliciosos gerando como resposta e consequência, a pedofilia ou até mesmo o estupro virtual, você acaba seduzido pela malícia quando significamos e damos sentido a esta contingência desta maneira! Por isso as coisas que não acreditamos, não falamos e nem pensamos podem desencadear o comportamento de pedófilo e de abusador sexual ou de vítima de pedofilia e de vítima de abuso sexual quando ocorrem fenômenos de condicionamento, equivalência de estímulos e de aprendizagem, revelando que todos nós podemos ser vítimas de uma sociedade violenta e pedófila que abusa e estupra crianças e adolescentes em nome de medalhas, títulos e troféus, em nome de dinheiro e de recompensas, em nome de fama e de prestígio, de glamour e de riqueza, de poder, sexo, materialidade, fama, dinheiro, tráfico, corrupção e violência, materialidade do anticristo.
MATTANÓ
(15/09/2021)
Especulação sobre a Hipófise - Mattanó (2021):
A hipófise é uma pequena glândula localizada na base do encéfalo.
É considerada a glândula mestra do organismo, pois sua principal função é produzir hormônios que regulam o funcionamento de outras glândulas endócrinas.
Anteriormente, ela era denominada de glândula pituitária. Ela possui aproximadamente 1 cm de diâmetro, o tamanho de uma ervilha, e pesa entre 0,5 a 1,0 g.
Localização da glândula hipófise
Funções da hipófise
A hipófise possui importantes funções, além do controle de outras glândulas, ela também contribui para o bom funcionamento do metabolismo e produção de hormônios.
A partir de sua relação com o hipotálamo, a hipófise representa locais de interação entre o sistema endócrino e o sistema nervoso.
O hipotálamo, que é uma região do cérebro, regula a atividade secretora da hipófise. Um exemplo é que alguns hormônios do hipotálamo são encaminhados à adeno-hipófise, via uma parte do sistema circulatório chamado de sistema porta, que se estende da base do hipotálamo até a adeno-hipófise.
Mattanó especula que a função secretora da hipófise ocorre via resposta de uma ¨massagem de cima para baixo¨ desencadeando por pressão a secreção dos hormônios produzidos na hipófise e quando estimulados vão interagir no sistema endócrino e no sistema nervoso. Essa resposta de ¨uma massagem de cima para baixo¨ acontece de acordo com as características do estímulo ou do hormônio desencadeado e produzido pela resposta à massagem que pode ser mínima, já iniciando o processo fisiológico liberador inato de resposta ao estímulo do sistema endócrino ou do sistema nervoso.
(Mattanó; 16/09/2021).
Conheça mais sobre os sistemas do corpo humano que a hipófise está relacionada:
Divisão da hipófise
Divisão da hipófise
A hipófise é dividida em duas partes: a anterior ou adeno-hipófise e a posterior ou neuro-hipófise.
Adeno-hipófise
A adeno-hipófise tem origem no tecido epitelial. Ela secreta hormônios a partir da influência da liberação e secreção de hormônios que passam pelo hipotálamo no sistema porta.
Em resposta aos fatores que chegam do hipotálamo, ela secreta seus próprios hormônios, que são proteínas, glicoproteínas ou polipeptídeos.
Veja no quadro abaixo quais são esses hormônios.
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Hormônio |
Descrição |
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Hormônio do crescimento |
É uma proteína que estimula o crescimento dos tecidos e contribui na determinação da altura de uma pessoa. Também atua na regulação do metabolismo. Em casos de tumores no hipotálamo ou na hipófise, esse hormônio pode ser produzido em excesso ou em poucas quantidades. |
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Prolactina |
É uma proteína que atua na produção de leite pela glândulas mamárias. Possui função incerta nos homens. |
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Adrenocorticotropina |
Polipeptídeo que atua em células adiposas, musculares e pancreáticas. |
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Hormônio estimulador da tireoide (Tireotrofina) |
Glicoproteína que estimula a síntese e a secreção de hormônios da tireoide. |
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Gonadotrofinas (Folículo-estimulante e Luteinizante) |
As gonadotrofinas são glicoproteínas que promovem o crescimento e a função das gônadas (ovários e testículos). |
Leia mais sobre tudo que está relacionado aos hormônios da adeno-hipófise:
Neuro-hipófise
A neuro-hipófise tem origem de um prolongamento do hipotálamo, sendo constituída por tecido nervoso.
Ela é assim chamada por ser uma extensão do encéfalo. Sua função é armazenar e secreta dois neuro-hormônios que estão descritos no quadro abaixo.
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Hormônio |
Descrição |
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Antidiurético (Vasopressina) |
Responsável pela reabsorção de água nos rins, reduzindo o volume da urina e perda excessiva de água. |
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Ocitocina |
Atua no estímulo da musculatura do útero. Possui um importante papel na expulsão do feto no momento do parto. |
MATTANÓ
(16/09/2021)
Mattanó aponta que o termo representado no inconsciente para ser solucionado deve ser emitido como comportamento encoberto ou manifesto, e ter significado e sentido, pois é pelo significado e pelo sentido que se estrutura o desejo e a representação como comportamento encoberto ou manifesto!
MATTANÓ
(17/09/2021)
Para a Psicanálise do Amor o sonho de Hanold fornece informações a respeito dos seus delírios da Gradiva, informações como a de que a Gradiva representava alguém que vivia no mesmo local e na mesma época que ela, a jovem que ele procurava, descobrimos isto a partir do deslocamento e do disfarce do sonho quanto ao seu verdadeiro sentido e conteúdo do sonho. Podemos ainda analisar o contexto e o comportamento do sonho que representam um local paralelo ao sonho em sua realidade psíquica e inclusive personagem do sonho, através do deslocamento e do disfarce do sonho quanto ao seu verdadeiro sentido e conteúdo do sonho. Podemos ainda analisar os símbolos e a linguagem do sonho que representam a mesma cena dramática e a mesma jovem que ele procurava, fenômeno descoberto a partir do deslocamento e do disfarce do sonho quanto ao seu verdadeiro sentido e conteúdo do sonho. Da mesma forma o conteúdo do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor podem hipotéticamente emergir e reproduzirem o deslocamento e o disfarce do sonho, a sua personagem investida em outra, agora Bíblica, porém substituta, mas com o mesmo sentido e o conteúdo representado virtualmente.
MATTANÓ
(15/11/2025)
Vamos relembrar tudo que aqui foi dito sobre a origem e a natureza das fantasias precursoras dos delírios (ver a partir de [1]). Elas são substitutos e derivados de lembranças reprimidas que não conseguem atingir a consciência de forma inalterada devido a uma resistência, mas que podem alcançar a possibilidade de se tornarem conscientes levando em consideração, por meio de mudanças e distorções, a censura da resistência. Uma vez realizada essa conciliação, as lembranças reprimidas transformam-se em fantasias que com facilidade poderão ser compreendidas erroneamente pela personalidade consciente - isto é, compreendidas de modo a se adaptarem à corrente psíquica dominante. Agora suponhamos que as imagens oníricas sejam o que poderia ser descrito como criações dos delírios fisiológicos [isto é, não-patológicos] das pessoas - produtos de uma conciliação na luta entre o reprimido e o dominante que provavelmente existe em todo ser humano, inclusive naqueles que no estado de vigília possuem perfeita saúde mental. Compreenderemos então a necessidade de encarar as imagens oníricas como algo distorcido, por trás do qual se pode procurar mais alguma coisa, não distorcida, mas de alguma forma censurável, tal como as lembranças reprimidas de Hanold escondidas por suas fantasias. Podemos dar expressão ao contraste acima verificado, distinguindo o conteúdo manifesto do sonho, isto é, o que o sonhador lembra quando acorda, dos pensamentos oníricos latentes, isto é, aquilo que constituía a base do sonho antes da distorção imposta pela censura. Assim, interpretar um sonho consiste em traduzir o conteúdo manifesto do sonho nos pensamentos oníricos latentes, desfazendo a distorção que a censura da resistência impôs aos pensamentos oníricos. Se aplicarmos essas noções ao sonho que estamos examinando, descobriremos que os pensamentos oníricos latentes só podem ter sido os que se seguem: ‘a jovem de andar gracioso que procuras, na realidade mora aqui nesta mesma cidade em que vives.’ Mas com essa forma o pensamento não conseguiu tornar-se consciente, sendo obstruído pelo fato de que uma fantasia afirmara, como resultado de uma conciliação anterior, que Gradiva era pompeana; portanto, para expressar o fato real de que ela vivia no mesmo lugar e na mesma época que ele, só houve um caminho, o da seguinte distorção: ‘vives em Pompéia na época de Gradiva.’ Esta foi a idéia transmitida pelo conteúdo manifesto do sonho, que a mostrou como uma realidade vivida no momento.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica relembrando tudo que aqui foi dito sobre a origem e a natureza das fantasias precursoras dos delírios. Elas são substitutos e derivados de lembranças reprimidas que não conseguem atingir a consciência de forma inalterada devido a uma resistência, mas que podem alcançar a possibilidade de se tornarem conscientes levando em consideração, por meio de mudanças e distorções, a censura da resistência. Uma vez realizada essa conciliação, as lembranças reprimidas transformam-se em fantasias que com facilidade poderão ser compreendidas erroneamente pela personalidade consciente - isto é, compreendidas de modo a se adaptarem à corrente psíquica dominante. Compreenderemos então a necessidade de encarar as imagens oníricas como algo distorcido, por trás do qual se pode procurar mais alguma coisa, não distorcida, mas de alguma forma censurável, tal como as lembranças reprimidas de Hanold escondidas por suas fantasias. Podemos dar expressão ao contraste acima verificado, distinguindo o conteúdo manifesto do sonho, isto é, o que o sonhador lembra quando acorda, dos pensamentos oníricos latentes, isto é, aquilo que constituía a base do sonho antes da distorção imposta pela censura. Assim, interpretar um sonho consiste em traduzir o conteúdo manifesto do sonho nos pensamentos oníricos latentes, desfazendo a distorção que a censura da resistência impôs aos pensamentos oníricos. Se aplicarmos essas noções ao sonho que estamos examinando, descobriremos que os pensamentos oníricos latentes só podem ter sido os que se seguem: ‘a jovem de andar gracioso que procuras, na realidade mora aqui nesta mesma cidade em que vives.’ Mas com essa forma o pensamento não conseguiu tornar-se consciente, sendo obstruído pelo fato de que uma fantasia afirmara, como resultado de uma conciliação anterior, que Gradiva era pompeana; portanto, para expressar o fato real de que ela vivia no mesmo lugar e na mesma época que ele, só houve um caminho, o da seguinte distorção: ‘vives em Pompéia na época de Gradiva.’ Esta foi a idéia transmitida pelo conteúdo manifesto do sonho, que a mostrou como uma realidade vivida no momento.
Mattanó aponta relembrando tudo que aqui foi dito sobre a origem e a natureza das fantasias precursoras dos delírios. Elas são substitutos e derivados de lembranças reprimidas que não conseguem atingir a consciência de forma inalterada devido a uma resistência, mas que podem alcançar a possibilidade de se tornarem conscientes levando em consideração, por meio de mudanças e distorções, a censura da resistência. Uma vez realizada essa conciliação, as lembranças reprimidas transformam-se em fantasias que com facilidade poderão ser compreendidas erroneamente pela personalidade consciente - isto é, compreendidas de modo a se adaptarem à corrente psíquica dominante. Compreenderemos então a necessidade de encarar as imagens oníricas como algo distorcido, por trás do qual se pode procurar mais alguma coisa, não distorcida, mas de alguma forma censurável, tal como as lembranças reprimidas de Hanold escondidas por suas fantasias. Podemos dar expressão ao contraste acima verificado, distinguindo o conteúdo manifesto do sonho, isto é, o que o sonhador lembra quando acorda, dos pensamentos oníricos latentes, isto é, aquilo que constituía a base do sonho antes da distorção imposta pela censura. Assim, interpretar um sonho consiste em traduzir o conteúdo manifesto do sonho nos pensamentos oníricos latentes, desfazendo a distorção que a censura da resistência impôs aos pensamentos oníricos. Se aplicarmos essas noções ao sonho que estamos examinando, descobriremos que os pensamentos oníricos latentes só podem ter sido os que se seguem: ‘a jovem de andar gracioso que procuras, na realidade mora aqui nesta mesma cidade em que vives.’ Mas com essa forma o pensamento não conseguiu tornar-se consciente, sendo obstruído pelo fato de que uma fantasia afirmara, como resultado de uma conciliação anterior, que Gradiva era pompeana; portanto, para expressar o fato real de que ela vivia no mesmo lugar e na mesma época que ele, só houve um caminho, o da seguinte distorção: ‘vives em Pompéia na época de Gradiva.’ Esta foi a idéia transmitida pelo conteúdo manifesto do sonho, que a mostrou como uma realidade vivida no momento. Notamos que a conciliação leva ao trabalho de significação e dar sentido a fantasia e ao delírio sobre a Gradiva, sua vida e seu comportamento, resultando na distorção que Hanold segue literalmente, dando razões e mantendo-o sob controle dela e até mesmo do contexto.
MATTANÓ
(17/09/2021)
Para a Psicanálise do Amor estamos relembrando tudo que aqui foi dito sobre a origem e a natureza das fantasias precursoras dos delírios. Elas são substitutos e derivados de lembranças reprimidas que não conseguem atingir a consciência de forma inalterada devido a uma resistência, mas que podem alcançar a possibilidade de se tornarem conscientes levando em consideração, por meio de mudanças e distorções, a censura da resistência. Uma vez realizada essa conciliação, as lembranças reprimidas transformam-se em fantasias que com facilidade poderão ser compreendidas erroneamente pela personalidade consciente - isto é, compreendidas de modo a se adaptarem à corrente psíquica dominante. Compreenderemos então a necessidade de encarar as imagens oníricas como algo distorcido, por trás do qual se pode procurar mais alguma coisa, não distorcida, mas de alguma forma censurável, tal como as lembranças reprimidas de Hanold escondidas por suas fantasias. Podemos dar expressão ao contraste acima verificado, distinguindo o conteúdo manifesto do sonho, isto é, o que o sonhador lembra quando acorda, dos pensamentos oníricos latentes, isto é, aquilo que constituía a base do sonho antes da distorção imposta pela censura. Assim, interpretar um sonho consiste em traduzir o conteúdo manifesto do sonho nos pensamentos oníricos latentes, desfazendo a distorção que a censura da resistência impôs aos pensamentos oníricos. Se aplicarmos essas noções ao sonho que estamos examinando, descobriremos que os pensamentos oníricos latentes só podem ter sido os que se seguem: ‘a jovem de andar gracioso que procuras, na realidade mora aqui nesta mesma cidade em que vives.’ Mas com essa forma o pensamento não conseguiu tornar-se consciente, sendo obstruído pelo fato de que uma fantasia afirmara, como resultado de uma conciliação anterior, que Gradiva era pompeana; portanto, para expressar o fato real de que ela vivia no mesmo lugar e na mesma época que ele, só houve um caminho, o da seguinte distorção: ‘vives em Pompéia na época de Gradiva.’ Esta foi a idéia transmitida pelo conteúdo manifesto do sonho, que a mostrou como uma realidade vivida no momento. Notamos que a conciliação leva ao trabalho de significação e dar sentido a fantasia e ao delírio sobre a Gradiva, sua vida e seu comportamento, resultando na distorção que Hanold segue literalmente, dando razões e mantendo-o sob controle dela e até mesmo do contexto. Vemos da mesma forma que o mundo e a realidade virtuais, da Palavra e da Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, pode substituir a realidade operante pela realidade virtual onde o sonho como uma formação distorcida pode apresentar-se como lembrança reprimida através das fantasias, então o trabalho de conciliação leva ao trabalho de significação e de dar sentido a fantasia e ao delírio sobre a Gradiva, sua vida e seu comportamento, mas agora através de uma realidade substituta, a realidade e o mundo virtuais da Palavra e da Sagrada Escritura.
MATTANÓ
(15/11/2025)
Só raramente um sonho representa ou, como poderíamos dizer, ‘encena’ um único pensamento; geralmente trata-se de um conjunto, de uma trama de pensamentos. Do sonho de Hanold podemos extrair com facilidade um outro componente de seu conteúdo, livrando-o facilmente de sua distorção, de modo a expor a idéia latente que ele representa. A essa parte do sonho também se aplica a garantia de realidade com a qual o sonho terminou. Neste houve a transformação de Gradiva numa estátua de mármore, o que não é senão uma representação engenhosa e poética do evento real. Na verdade, Hanold havia transferido seu interesse da jovem viva para a escultura, transformando a amada num relevo de mármore. Os pensamentos oníricos latentes, forçados a permanecer inconscientes, tentam realizar a transformação inversa da escultura na jovem viva; o que queriam dizer a ele era mais ou menos o seguinte: ‘afinal só estás interessado na estátua de Gradiva porque ela te recorda Zoe, que vive aqui e agora.’ Mas se essa descoberta pudesse ter-se tornado consciente, isso teria significado o fim do delírio.
O RELEITOR (MATTANÓ):
Freud explica que raramente um sonho representa um único pensamento, mas geralmente uma trama de pensamentos. E que o sonho de Hanold poderia significar o fim do delírio, pois os pensamentos oníricos latentes, forçados a permanecer inconscientes, tentam realizar a transformação inversa da escultura na jovem viva; o que queriam dizer a ele era mais ou menos o seguinte: ‘afinal só estás interessado na estátua de Gradiva porque ela te recorda Zoe, que vive aqui e agora.’ Mas se essa descoberta pudesse ter-se tornado consciente, isso teria significado o fim do delírio.
Mattanó aponta que raramente um sonho representa um único pensamento, mas geralmente uma trama de pensamentos. E que o sonho de Hanold poderia significar o fim do delírio, pois os pensamentos oníricos latentes, forçados a permanecer inconscientes, tentam realizar a transformação inversa da escultura na jovem viva; o que queriam dizer a ele era mais ou menos o seguinte: ‘afinal só estás interessado na estátua de Gradiva porque ela te recorda Zoe, que vive aqui e agora.’ Mas se essa descoberta pudesse ter-se tornado consciente, isso teria significado o fim do delírio. O significado e o sentido do seu sonho poderiam ter posto um ponto final nos seus delírios com a conscientização de que Zoe representava a Gradiva, os outros elementos como conceito, comportamento, contexto, funcionalidade, simbologia, linguagem, Gestalt e insight, relações sociais, topografia, conclusões e interpretações, tornaram-se complementares para a análise do sonho, porém auxiliariam para a tomada de consciência de seus elementos inconscientes, construindo um Episódio Onírico Completo.
MATTANÓ
(17/09/2021)
Mattanó aponta que podemos criar o conceito delírio coerente ou de estrutura coerente e delírio incoerente ou de estrutura incoerente, que são, pois aqueles delírios onde o analisando constrói a partir do seu delírio uma organização e reorganização coerente de sua experiência infantil, construindo o delírio coerente, ou a partir do seu delírio constrói uma organização e reorganização incoerente da sua experiência infantil por meio da análise, construindo o delírio incoerente, essa organização e reorganização é feita por meio da coerência da associação livre, por meio da conscientização do paciente, ou é feita por meio da incoerência da associação livre, que também é feita por meio da conscientização do paciente, como que construindo um texto no qual escreve coerentemente ou incoerentemente sua experiência infantil, ou seja, seu delírio, e vai adquirindo uma consciência, identidade, atividade e afetividade que segundo o propósito da análise é a coerência e não a incoerência. No caso de Hanold a coerência viria com a consciência do significado do seu delírio. No delírio coerente atuam a consciência e a significação com um sentido coerente para o seu delírio, agindo uma entropia e uma neguentropia, que constrói um comportamento coerente para o indivíduo, e no delírio incoerente atuam a consciência alterada sem significado e sem sentido coerentes para o seu delírio, onde ocorre a entropia e a neguentropia, que constrói um comportamento incoerente para o indivíduo.
MATTANÓ
(20/09/2021)
Mattanó aponta que da mesma forma podemos criar o conceito alucinação coerente ou de estrutura coerente e alucinação incoerente ou de estrutura incoerente, que são, pois aquelas alucinações onde o analisando constrói a partir do seu comportamento uma organização e reorganização coerente de sua experiência infantil, construindo a alucinação coerente, ou a partir do sua alucinação constrói uma organização e reorganização incoerente da sua experiência infantil por meio da análise, construindo a alucinação incoerente, essa organização e reorganização é feita por meio da coerência da associação livre, por meio da conscientização do paciente, ou é feita por meio da incoerência da associação livre, que também é feita por meio da conscientização do paciente, como que construindo um texto no qual escreve coerentemente ou incoerentemente sua experiência infantil, ou seja, sua alucinação, e vai adquirindo uma consciência, identidade, atividade e afetividade que segundo o propósito da análise é a coerência e não a incoerência. Na alucinação coerente atuam a consciência e a significação com um sentido coerente para a sua alucinação, agindo uma entropia e uma neguentropia, que constrói um comportamento coerente para o indivíduo, e na alucinação incoerente atuam a consciência alterada sem significado e sem sentido coerentes para a sua alucinação, onde ocorre a entropia e a neguentropia, que constrói um comportamento incoerente para o indivíduo.
MATTANÓ
(20/09/2021)
Para a Psicanálise do Amor raramente um sonho representa um único pensamento, mas geralmente uma trama de pensamentos. E que o sonho de Hanold poderia significar o fim do delírio, pois os pensamentos oníricos latentes, forçados a permanecer inconscientes, tentam realizar a transformação inversa da escultura na jovem viva; o que queriam dizer a ele era mais ou menos o seguinte: ‘afinal só estás interessado na estátua de Gradiva porque ela te recorda Zoe, que vive aqui e agora.’ Mas se essa descoberta pudesse ter-se tornado consciente, isso teria significado o fim do delírio. O significado e o sentido do seu sonho poderiam ter posto um ponto final nos seus delírios com a conscientização de que Zoe representava a Gradiva, os outros elementos como conceito, comportamento, contexto, funcionalidade, simbologia, linguagem, Gestalt e insight, relações sociais, topografia, conclusões e interpretações, tornaram-se complementares para a análise do sonho, porém auxiliariam para a tomada de consciência de seus elementos inconscientes, construindo um Episódio Onírico Completo. Da mesma forma através do mundo e da realidade virtuais, da Palavra e Sagrada Escritura, da metáfora do Amor, vemos que um sonho hipotéticamente nunca representa um único pensamento virtual, mas geralmente uma trama de pensamentos virtuais, que poderiam significar o fim do delírio tentando realizar a transformação virtual e inversa da escultura na jovem viva, levando a descoberta consciente do seu significado e o fim do delírio mediante recursos virtuais.
MATTANÓ
(15/11/2025)